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Outubro 16, 2012

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Foto editada

Foto original de Aires Dos Santos

 

Postado por Pamela Isabel Ferraz Souto | 0 comentário

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Imagen alterada do original

kjhfksjfhskdf

 

 

 

 

Postado por Cristiano de Araujo Chaves | 0 comentário

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Palavras-chave: disco virtual, dropbox, promoção

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Postado por Bruno Calado Ribeiro | 0 comentário

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Postado por Neuci Bicov

 

Lixo interessante

Refletir sobre a reciclagem para fabricar produtos em escala é uma alternativa para sair do lugar-comum ao abordar sustentabilidade

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A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século 18, apresentou ao mundo uma nova forma de fabricar produtos. Em pouco tempo, o homem se tornou capaz de produzir mais do que o necessário para sobreviver e a publicidade foi o meio encontrado para ajudar a escoar o excedente, gerando novas demandas e contribuindo para estabelecer um modelo de sociedade altamente influenciado pelo consumo. Desde então, várias questões relacionadas a isso desafiam a inteligência humana. Que destino dar aos restos dos processos industriais? E às mercadorias descartadas depois que cumprem sua função?

"Os ciclos da natureza são processos de reciclagem constantes para manter o equilíbrio nos ecossistemas. Faz sentido, então, pensar que o homem pode se apropriar deles para conceber estratégias e viabilizar essa harmonia", diz Rosely Imbernon, docente do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade de São Paulo (USP), campus Leste. Essa ideia tem impulsionado a pesquisa acadêmica e industrial para que o lixo seja usado como uma matéria-prima para gerar novos materiais, com mais qualidade ou preços melhores (conheça na ilustração acima alguns exemplos).

"Além de levar esse conhecimento à turma, é importante que o professor revele que essa é uma maneira de preservar vários recursos naturais", diz Paulo Sérgio Bedaque Sanches, autor de livros didáticos e professor universitário (leia a sequência didática).

Percebendo a utilização que materiais como esses em produções em escala, a turma compreende que reciclar é mais que usar vidros de molho de tomate como porta-caneta. É agregar valor a produtos tradicionais e criar novos, o que preserva a natureza, faz a economia crescer e a sociedade viver melhor.

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RECICLAGEM LEVADA A SÉRIO
1. Plásticos para fazer madeira: O material demora até 400 anos para se decompor, mas pode ser usado para fazer a madeira plástica, moldável e resistente a cupins, ajudando a controlar o desmatamento.
2. Entulho se transforma em tijolos: Geralmente, areia e outros restos de materiais são descartados em terrenos baldios, o que favorece a formação de focos de insetos. Tudo isso pode substituir a argila na fabricação de tijolos.
3. Fitas VHS compõem tecido: Se descartadas erroneamente, oferecem riscos, já que são altamente inflamáveis. Quando incorporadas ao algodão, dão origem a uma trama com brilho e textura diferenciados.
4. Cascas de arroz viram cimento: Queimadas a céu aberto, elas liberam sílica e CO2, que poluem o ar e causam males respiratórios. Usadas na fórmula do produto, dispensam o uso de quartzo e argila, recursos não renováveis.

Fontes: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Ffilho (UNESP), Universidade Anhembi Morumbi e Universidade Mogi das Cruzes (UMC).

A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século 18, apresentou ao mundo uma nova forma de fabricar produtos. Em pouco tempo, o homem se tornou capaz de produzir mais do que o necessário para sobreviver e a publicidade foi o meio encontrado para ajudar a escoar o excedente, gerando novas demandas e contribuindo para estabelecer um modelo de sociedade altamente influenciado pelo consumo. Desde então, várias questões relacionadas a isso desafiam a inteligência humana. Que destino dar aos restos dos processos industriais? E às mercadorias descartadas depois que cumprem sua função?

"Os ciclos da natureza são processos de reciclagem constantes para manter o equilíbrio nos ecossistemas. Faz sentido, então, pensar que o homem pode se apropriar deles para conceber estratégias e viabilizar essa harmonia", diz Rosely Imbernon, docente do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade de São Paulo (USP), campus Leste. Essa ideia tem impulsionado a pesquisa acadêmica e industrial para que o lixo seja usado como uma matéria-prima para gerar novos materiais, com mais qualidade ou preços melhores (conheça na ilustração acima alguns exemplos).

"Além de levar esse conhecimento à turma, é importante que o professor revele que essa é uma maneira de preservar vários recursos naturais", diz Paulo Sérgio Bedaque Sanches, autor de livros didáticos e professor universitário (leia a sequência didática).

Percebendo a utilização que materiais como esses em produções em escala, a turma compreende que reciclar é mais que usar vidros de molho de tomate como porta-caneta. É agregar valor a produtos tradicionais e criar novos, o que preserva a natureza, faz a economia crescer e a sociedade viver melhor.

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RECICLAGEM LEVADA A SÉRIO
1. Plásticos para fazer madeira: O material demora até 400 anos para se decompor, mas pode ser usado para fazer a madeira plástica, moldável e resistente a cupins, ajudando a controlar o desmatamento.
2. Entulho se transforma em tijolos: Geralmente, areia e outros restos de materiais são descartados em terrenos baldios, o que favorece a formação de focos de insetos. Tudo isso pode substituir a argila na fabricação de tijolos.
3. Fitas VHS compõem tecido: Se descartadas erroneamente, oferecem riscos, já que são altamente inflamáveis. Quando incorporadas ao algodão, dão origem a uma trama com brilho e textura diferenciados.
4. Cascas de arroz viram cimento: Queimadas a céu aberto, elas liberam sílica e CO2, que poluem o ar e causam males respiratórios. Usadas na fórmula do produto, dispensam o uso de quartzo e argila, recursos não renováveis.

Fontes: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Ffilho (UNESP), Universidade Anhembi Morumbi e Universidade Mogi das Cruzes (UMC).

 


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Postado por Neuci Bicov | 0 comentário

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Restauration

 

Postado por Suzana Aguera de Mello e Albuquerque | 0 comentário

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Postado por Neuci Bicov

16/10/2012 - 6h00

Brasileiro é o 10º que mais gasta com celular

HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O brasileiro é um dos que gastam maior porcentagem da sua renda para usar celular, telefone fixo e banda larga, e as companhias que provêm esses serviços estão entre as que mais faturam.

Segundo dados compilados pela União Internacional das Telecomunicações (UIT) no relatório "Medindo a Sociedade de Informação", divulgado na semana passada, as empresas de telecomunicações brasileiras ocupam o quarto lugar na lista das maiores receitas (em dólar).

Funcionário da Vivo orienta cliente a jogar celular na parede
Análise: Impostos, e não empresas, fazem custo de telefonia ser alto no Brasil
Aplicativos colocam 9º dígito em agenda de smartphones

Ao mesmo tempo, em uma lista de 161 países, o Brasil é o 93º num ranking que posiciona os países segundo o peso das telecomunicações no bolso do consumidor: 4,1% da renda do consumidor brasileiro em 2011, pouco menos que em 2010 (4,7%).

Os cálculos incluem celular, telefone fixo e internet banda larga fixa.

No caso do Brasil, os dados usados são o preço máximo fornecido pelas empresas à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Segundo o relatório, o brasileiro é o 10º entre os que gastam maior percentual de sua renda para fazer ligações de celular: na média, 7,3%, mesmo número de 2010.

Como o dispêndio caiu em outros países, o Brasil subiu no ranking mesmo sem ter mudado seus dados de um ano para o outro. Ocupava a 16ª posição em 2010.

Já considerando o peso do telefone fixo na renda, de 2,9%, o país fica em 42º -em 2010, era 44º.

A situação muda quando o item considerado é a porcentagem da renda gasta com banda larga fixa: o Brasil é o 86º em termos de porcentagem comprometida, um peso menor que o de 2010, quando estava em 49º.

OPERADORAS

Para Eduardo Levy, do SindiTelebrasil (sindicato das operadoras de telefonia), o alto preço no Brasil é fruto da alta carga tributária, de 43%.

O consultor da Europraxis, Philip So, firma de análise de mercado, concorda, e inclui as taxas setoriais, impostas pelo governo, e as de interconexão (cobradas quando um cliente de uma operadora liga para um celular de outra).

Além disso, os consumidores de regiões mais povoadas acabam pagando o custo de ampliar a rede para áreas que, por não ser tão densas, não são tão rentáveis.

"Se a gente pensar num país deste tamanho que possui exigência de cobertura, com investimento muitas vezes de baixo retorno, é algo que não se paga sozinho. O resto da rede tem que cobrir esse investimento."

Já as receitas são grandes porque o Brasil é um país continental, segundo Levy.

Para ele, o faturamento decorre da grande base de clientes no Brasil. São mais de 257 milhões de linhas de celular e mais de 80 milhões de acesso à internet (fixo e móvel).

"O Brasil vai ter um preço maior do que os outros países? Provavelmente, sim. Mas, mesmo que nós fossemos um país barato, iríamos faturar muito também."

Outro ponto levantado por Levy é que os dados considerados pela UIT não representam a realidade dos preços brasileiros, pois as operadoras no Brasil costumam trabalhar com promoções, enquanto a entidade usou os valores máximos de tabela.

No mesmo relatório, a UIT classificou o Brasil como o segundo mais dinâmico em telecomunicações: ou seja, que consegue conciliar a ampliação da rede com a entrada de novos clientes no mercado de telecomunicações.

  Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress  
Telecomunicações
Telecomunicações

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Postado por Neuci Bicov | 0 comentário

Outubro 14, 2012

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Postado por Narumi Abe

Aqui vai uma receita prontinha para criar um herói:

  • Faça os veículos de massa repetirem exaustivamente que a pessoa desejada é um herói;
  • Faça a associação do incauto com outros heróis reais ou fictícios;
  • Heróis geralmente tiveram a vida humilde e são modestos. Explore a infância e faça comentários generosos o tempo todo;
  • Coloque entrevistas de pessoas famosas elogiando o futuro herói.

 

Joaquim Barbosa é um juiz assim como tantos outros juizes. Mas recentemente ganhou notoriedade pois assumiu a relatoria do polêmico caso do mensalão. Mês que vem irá assumir o cargo de presidente do STF. 

 

 

É normal que o juiz apareça nos noticiários, pois o caso mensalão foi um grande escândalo. Mas o que não é normal, é idolatrar um homem que não está fazendo mais do que sua obrigação. TODO juiz deve fazer o que a lei manda. Apesar de existir a chance de interpretações dúbias, no geral o trabalho de juiz consiste em seguir uma receita de bolo. Portanto, nenhum juiz deveria receber atenção especial. Pra que desenterrar o passado do dito cujo? Não me importa se ele teve a infância dura ou se foi um playboy. Pouco me importa se ele conseguiu crescer por meios próprios. Ele é um juiz, não é um ator do arquivo confidencial do Faustão.

Falando nisso, até a última vez que eu vi, quem deveria decidir o que é justo ou não é a justiça. Quando foi que o papel de julgar inocência ou culpa passou para a imprensa? Então a mídia já decidiu quem são os vilões da história? Decisões não condenatórias sempre são frutos de corrupção e injustiça? É claro que o povo se revolta quando tudo termina em pizza. Mas parabenizar um juiz por uma decisão simplesmente é absurdo. Isso acaba influenciando no veredito do juiz, afinal ele é apenas um homem sujeito a falhas e a vaidade. Inocente até que se prove o contrário, lembra?

Enquanto isso, caça as bruxas e panis et circenses continuam existindo. A imprensa que sofreu com a ditadura, deveria ter o papel informativo. Infelizmente, os militares se foram, mas o papel manipulativo só trocou de dono. 

Bom faça a sua parte e não compartilhe tudo o que vê no Facebook. ;)

 

 

 

Postado por Narumi Abe | 1 comentário

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Drª Maria Angélica Pereira, Terapeuta Ocupacional pela USP. Aprimoramento (Pós Graduação) em Gerontologia Multiprofissional pela Secretaria de Estado da Saúde. Atuação na Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Realizo atendimento domiciliar de Terapia Ocupacional para terceira idade: depressão, isolamento social, acidente vascular encefálico (derrame/avc), parkinson, demência (inclusive alzheimer), insuficiência cardíaca, insuficiência pulmonar, histórico de quedas, saúde mental e outras problemáticas relacionadas ao envelhecimento.

Atendo no município de Limeira – SP. Caso tenha interesse em saber mais sobre o trabalho que realizo:

• entre em contato pelo meu celular: (19) 8163-6989/ (11) 9-8658-4983;

• ou deixe um comentário com seu email e telefone no meu blog, que entrarei em contato!

OBS.: Seu comentário será enviado apenas para mim, mantendo em sigilo suas informações. Obrigada!

 

Postado por Maria Angélica Pereira | 0 comentário

Outubro 13, 2012

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Postado por Renato Cymbalista

Programa da AUH 238

Postado por Renato Cymbalista | 0 comentário

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Postado por Rovilson Mafalda

Foi um bom tempo!

Postado por Rovilson Mafalda | 0 comentário

Outubro 12, 2012

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Outubro 11, 2012

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Postado por Wagner Kimura

Universidade de São Paulo – Escola de Artes, Ciências e Humanidades – EACH-USP

 

A CIDADE CONSTITUCIONAL E A CAPITAL DA REPÚBLICA - 2012 (Ano VI)

 

Disciplina - ACH 3666

 

 

Docentes: Prof. Dr. Marcelo Arno Nerling e Prof. Dr. Douglas Roque Andrade

 

Discente: Wagner Kimura   nº USP -  6891465

 

RELATÓRIO DE ATIVIDADES – UMA VISÃO CRÍTICA - Setembro de 2012

 

Uma Breve Introdução

 

            Sem uma precisão histórica, dizem que Brasilia foi sugerida ou pelo Marquês de Pombal, ou pelo cartógrafo italiano Francesco Tosi Colombina, que prestava serviços ao Marquês em meados do século XVIII. Fortalecida a idéia, ainda nos tempos de império, seu nome figurou em folhetos publicados em 1822.

            Em seu artigo 3º, a primeira Constituição da República, estabeleceu a região e oficializou o posicionamento geográfico da futura capital federal.

 

“Art. 3º - Fica pertencendo à União, no planalto central da República, uma zona de 14.400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada para nela estabelecer-se a futura Capital federal.

Parágrafo Único – Efetuada a mudança da Capital, o atual Distrito Federal passará a constituir um Estado.”

 

            O oportunamente começou a acontecer somente em 1956, com a eleição do presidente Juscelino Kubitschek. Em 21 de Abril de 1960, seguindo um plano urbanístico de Lúcio Costa e orientação arquitetônica de Oscar Niemeyer, criativo e visionário.

            Brasília foi construída por operários arregimentados de outros estados, com baixa escolaridade, fato corriqueiro no universo da construção civil. Muitos deles, após o término das obras acabaram se assentando em cidades satélites e a grande maioria de seus descendentes trabalha em atividades que exigem baixa qualificação. Pude comprovar esse fato em arguições que fiz sobre a origem dos atendentes do comércio local.

            Inicialmente projetada para abrigar cerca de 400 mil habitantes, hoje o Distrito Federal conta com mais de 3 milhões, dados informados informalmente em uma palestra.    Após uma descrição sucinta sobre o transcorrer da disciplina e da programação realizada, tomarei a liberdade de fazer uma analogia sobre o nosso país, mas de antemão  peço que me perdoem os profissionais e acadêmicos de medicina e biologia por algum impropério que eu venha a tratar.

           

 

 

Programação e acolhida

 

            Em todos os órgãos públicos fomos muito bem recebidos, com exceção do Ministério da Justiça, que em ato desrespeitoso, descumpriu com o programado e inviabilizou a palestra que seria proferida, um fato lastimável.

            Hospedados e inicialmente acolhidos na ESAF – Escola de Administração Fazendária, órgão parceiro que segundo o professor Nerling, irá ampliar a disciplina assumindo como um projeto de nível nacional (fato que nos deixou orgulhosos), fomos calorosamente recebidos , muito bem tratados e acomodados nas instalações da entidade.

            Chegamos à capital brasileira no domingo, dia 02 de setembro, e antes de irmos para a ESAF, visitamos o Palácio do Planalto, aos cuidados de dois monitores, que nos apresentaram as obras artísticas e as instalações onde a chefe de estado trabalha e como se dá a diplomacia na recepção de governantes de outros países e como é o ritual de trabalho.  Foi curioso saber que há uma ordenação por antiguidade, representantes dos estados sentam-se ao lado do presidente da República por ordem de fundação, sendo o primeiro à direita e o segundo à esquerda e assim sucessivamente.

            Um fato curioso: ao questionarmos se a monitora da visita já havia trocado algumas palavras com a atual presidente, esta nos respondeu que não, pois não existe esta possibilidade devido ao forte esquema de segurança. Veio-me à mente a estrutura de uma grande empresa, onde dificilmente o patrão conversa com funcionários da base (que alguns denominam como pessoal de chão de fábrica).

            Em seguida fomos recepcionados na ESAF, criada em novembro de 1973 e que conta com sede própria desde junho de 1975, num ambiente bucólico e bem aprazível.

            Na segunda-feira pela manhã, dia 03 de setembro, participamos do II Seminário USP-ESAF - A Escola de Administração Fazendária, com a Dra. Valéria Duque que ressaltou com grande primazia a evolução tecnológica e o consequente aceleramento da transmissão de informações, não só no Brasil, mas no mundo em geral.

            Na sequência, a profissional Fabiana Batistucci, explanou sobre a ESAF e seu papel no desenvolvimento qualitativo dos servidores públicos com seus diversos cursos de aperfeiçoamento, pós-graduação e mestrado, e abriu espaço para o grupo teatral “Ciranda da Arte” que nos brindou com uma apresentação bem animada, mas ao mesmo tempo contundente sobre corrupção e o exercício da cidadania.

            O Diretor de Cooperação Técnica, Paulo Mauge, falou sobre o modelo de educação fiscal brasileiro e como está servindo de paradigma para outros países em desenvolvimento. Em sua fala um ponto que me chamou a atenção foi a crítica quanto aos cortes orçamentários, comumente aplicados, em capacitação de pessoal (corroboro com tal indignação). Contou-nos que com objetivo inicial de aperfeiçoar profissionais voltados à gestão das finanças públicas e de promover a cidadania, a ESAF hoje, está deixando de ser tão tecnocrática e passando a ser mais holística, primando pelo desenvolvimento do ser humano. Apresentou-nos a Missão e a Visão da ESAF, bem como o Mapa Estratégico para consecução de visão e missão:

a)      Visão: “Ser referência na geração e disseminação do conhecimento em gestão das finanças públicas e no desenvolvimento de pessoas”;

b)      Missão: “desenvolver pessoas para aperfeiçoamento da gestão das finanças publicas e promoção da cidadania”.

            O Diretor Geral da ESAF, Prof. Alexandre Mota, ex-secretário de finanças de Piracicaba, apresentou-nos de forma bem pitoresca suas experiências e sua vivência num discurso que enfatizou o gasto assertivo, honesto, eficiente e eficaz dos recursos públicos. Defendeu a qualidade no gasto do dinheiro público com foco não só na economicidade, mas na sustentabilidade. Houve uma crítica recorrente, que tenho me deparado em outras palestras, a morosidade nas licitações e o emprego de regras que visam, invariavelmente (salvo exceções), somente o preço, que por vezes é assumido em detrimento da qualidade.

            À tarde fomos recebidos na ENAP, onde o Assessor do Diretor, Sr. Marcelo, juntamente com a profissional Srta Andreia, ministrou palestra sobre o PNEF – Programa Nacional de Educação Fiscal; abordou sobre o PPA, sobre a questão da transparência (lei regulamentada em 2012) e ao discorrer sobre a educação como ferramental de desenvolvimento, citou uma fala de Paulo Freire que destaco abaixo:

 

“A educação tem caráter permanente. Não existem seres educados e não educados, na verdade, estamos todos nos educando. Existem graus de educação, mas estes não são absolutos”.  Paulo Freire

 

            À noite na ESAF, com a professora Fabiana Batistucci, participamos de uma palestra muito interessante sobre educação fiscal, onde impostos, taxas e contribuições de melhoria foram abordados sob as óticas do gestor e do cidadão.

            Na terça-feira, pela manhã, dia 4 de setembro, fomos ao Ministério dos Esportes, onde foi realizada uma palestra sobre o Programa Segundo Tempo na Escola, pela profissional Sra. Claudia Bernardo, que ainda não atinge patamares consideráveis de abrangência. O grande volume de recursos tanto federal e aqueles oriundos do mecenato acabam sendo aplicados em esportes de rendimento (comentário particular meu). Falou-nos a palestrante sobre os programas e estratégias que o governo vem empreendendo para que escolas façam a adesão aos programas, porém deixou-me bem claro a falta de articulação do governo e que outros temas ocupam destaque maior nas agendas de governo.

            À tarde fomos à CGU – Controladoria Geral da União, onde o Secretário de Prevenção da Corrupção e Informações Estratégicas, Sr. Mario Vinicius Spinelli, apresentou-nos as ações da controladoria na prevenção e combate à corrupção. Ficou evidente o esforço e a lisura de todos os profissionais envolvidos, mas ficou evidente também que a estrutura da CGU, bem como suas atribuições instituídas, acabam limitando e sendo insuficientes para extirpar esse mal da gestão pública. É melancólico sabermos que a corrupção prolifera por insuficiência ou até omissão do estado quanto ao controle e a fiscalização efetiva dos órgãos públicos e de seus atores.

            No início da noite retornamos à ESAF, onde o profissional, Sr. Antonio Henrique proferiu uma palestra, dentro da temática de educação fiscal, sobre a formação e composição da receita do Estado. Discorreu sobre a evolução da educação fiscal no mundo e de sua aproximação com o direito e com a ética. Falou-nos sobre a educação como forma de legitimação e a corrupção como uma das formas de se perder recursos, a outra seriam os tributos pagos nas negociações internacionais.

            Na quarta-feira, pela manhã, dia 5 de setembro, fomos à Câmara dos Deputados, no CEFOR – Centro de Formação da Câmara dos Deputados, onde o assessor do Partido dos Trabalhadores, Sr. Titan de Lima nos recebeu e discorreu sobre os trabalhos do Legislativo e de suas inúmeras comissões (permanentes e temporárias). De certa forma ele puxou um pouco de sardinha para sua brasa defendendo a Câmara de Deputados e criticando o Senado. Logo após tivemos a fala da Assessora Legislativa, Sra. Sueli Araújo, que atua nas áreas de reforma urbana e meio ambiente, que discorreu sobre o trâmite das leis e como estas são formuladas, além de citar outros dispositivos legais utilizados e apreciados no legislativo.

            Na sequência, o Deputado Francisco Franciano (Partido dos Trabalhadores do Amazonas), discorreu sobre a impotência do estado no combate à corrupção e a política que se move em torno da chamada governabilidade, onde coalisões, acordos e conchavos são realizados. (Uma fala bem peculiar em tempos de julgamento do mensalão).

            Na sequência tivemos a maravilhosa palestra com a Sra. Sonia Hipolito, que contou com auxílio do funcionário Aldo Moreno, ambos da Comissão Permanente de Legislação Participativa. Uma pessoa espetacular, que exerce a função de servidora pública com paixão, mas que também demonstrou a pouca importância nas agendas de governo da participação popular. Segundo informações de cerca de 3 mil propostas originadas na sociedade civil, somente duas entraram na pauta de votação dos parlamentares. Outro fato que nos entristece é o loteamento de cargos entre partidos que irão compor a base aliada do governo e o corporativismo no legislativo, onde políticos sem a menor capacitação assumem a presidência e coordenação das comissões.

            O Advogado Dr. Alberto Moreira Rodrigues, do Partido dos Trabalhadores, que acompanha a CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito do Cachoeira, continuou no período da manhã, discorrendo sobre o papel da CPI e como difere das ações de polícia. Discorreu sobre as comissões permanentes e temporárias e como se estruturam no Congresso (Senado e Câmara), quais são suas atribuições e finalidades.

            Finalizando o período da manhã (adentrando no período da tarde), o Assessor do PPS, Sr. Ziraldo, da Comissão do Meio Ambiente, discorreu sobre a tramitação do Código Florestal e como atuam os lobistas junto às comissões e junto aos parlamentares.

            À tarde após visita aos plenários da Câmara de Deputados e do Senado, onde graciosamente, o presidente da mesa interrompeu o pronunciamento do Senador Paulo Paim para nos dar as boas vindas, fomos ao encontro do próprio Senador, Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, onde este nos brindou com uma apresentação sobre os trabalhos da comissão que preside com relação às questões sociais de integração e defesa dos direitos humanos de índios, negros, estudantes de escola pública, e etc, e apresentou seu posicionamento com relação às questões levantadas pelos alunos com coerência e inteligência.

            À noite houve uma integração esportiva entre alunos e professores, nas modalidades de voleibol e futebol.

            Quanto ao Ministério da Justiça, não há o que comentar. Os professores e alunos foram desrespeitados.

            Quinta-feira pela manhã, dia 6 de setembro, fomos recebidos por um dos diretores da Caixa Econômica Federal – CEF, onde realizamos uma visita monitorada ao prédio central para conhecermos os vitrais que representam cada unidade da federação.

            Na sequência, fomos ao Museu de Valores do Banco Central, também em visita monitorada, onde fica a coleção mais valiosa de numismática do Brasil. O Museu mantém peças desde o tempo da colônia e de diversos padrões monetários. Não há como não se maravilhar com a moeda comemorativa da coroação de D. Pedro I, cunhada em ouro, peça mais valiosa (cerca de R$ 500 mil reais).

            Logo após, ainda no Banco Central, assistimos uma palestra com o Sr. Marcio Antonio Estrela, chefe da Consultoria de Relações com Organismos Internacionais, sobre o BACEN e seu papel no cenário econômico do país.

            À tarde, estivemos na Secretaria Nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, onde o Sr. Pedro Pontual, discorreu sobre cidadania, educação, democracia, direitos humanos, movimentos sociais e sobre a estrutura de governo (comissões e conselhos)

            Na sequência, estivemos na Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial – SEPIR, onde foi composta uma mesa que discorreu sobre as questões de inclusão e igualdade racial em cima de dados estatísticos estarrecedores e contundentes, que nos trouxeram uma dimensão do problema que não tínhamos conhecimento.

            Na Sexta-feira, dia 7 de setembro, assistimos ao desfile cívico e militar. O comportamento dos alunos foi exemplar. O nome da Universidade de São Paulo foi reverenciado até pela alta cúpula das forças armadas, que enviou a Relações Públicas da Aeronáutica, trazendo toda a admiração pelo comportamento alegre e carismático da turma. Além disso, a TV Oliva (do exército) colheu material em vídeo e entrevistas que está disponível no próprio site da TV.

            No sábado, para brindar uma disciplina cansativa, extenuante, mas prazerosa, fomos conhecer a Torre de TV, onde podemos ver todo o gigantismo da capital, sua explanada dos Ministérios, Congresso, Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal, Catedral, Museu, e etc.

 

Um Corpo Humano Doente

 

            Após cumprir a programação da disciplina, de modo crítico e sem qualquer pretensão de esmiuçar um universo médico, vou tecer alguns comentários de forma análoga ao funcionamento de um corpo humano com problemas.

            A corrupção são nódulos cancerígenos espalhados por todo o corpo.

            O Cérebro (Brasília) sabe da existência desses nódulos, mas como combatê-los? Uma pequena parte é combatida, são poucos recursos destinados, e os nódulos continuam proliferando. Em alguns casos os nódulos são isolados, em outros o remédio não extirpa totalmente, aí eles retornam, se subdividem ou mudam de área. O cérebro não combate preventivamente, somente quando sequelas já ocorreram. A ida à CGU mostrou toda a inoperância e insuficiência das ações de combate.

            As doenças virais (problemas sociais) são combatidas, mas nem sempre com a eficiência e eficácia devida. O problema é que em certos casos, o combate a uma doença provoca o surgimento de um nódulo cancerígeno.

            O sangue é a força motriz que move e sustenta esse corpo, mas também alimenta os nódulos cancerígenos. O sangue é composto por glóbulos vermelhos (cidadãos), uma boa parte dos glóbulos vermelhos não circula pelo cérebro, somente os glóbulos mais poderosos. Os glóbulos mais poderosos acabam comandando os demais, que se submetem aos desígnios desse grupo mais poderoso. Os glóbulos vermelhos, porém divergem entre si. Alguns são preteridos, outros adotam posturas indevidas. Uns detém o poder, outros a submissão.

            Os Estados são os membros do corpo, uns mais desenvolvidos que outros, uns funcionam razoavelmente, outros estão atrofiados, quando não mutilados. O certo é que os nutrientes necessários para a vida não são administrados igualitariamente por todo o corpo, com isto, alguns membros padecem de desnutrição, enquanto outros são bem nutridos ou excessivamente nutridos, o que leva ao colesterol e às doenças vasculares. Os membros também possuem problemas de circulação sanguínea, mas no caso estamos analisando o comportamento do cérebro.

            Como tenho efetuado muitos estudos sobre o terceiro setor, acredito que as instituições filantrópicas são uma espécie de glóbulos brancos, que auxiliam no combate de certas doenças, porém não conseguem atacar todas e também convivem com nódulos cancerígenos. Porém, glóbulos brancos em demasia levam à falência do corpo.

            Não existe no mundo um corpo totalmente sadio, mas existem corpos com menos problemas, doenças virais e nódulos cancerígenos. Tudo depende do bom funcionamento do cérebro.

            Agora, talvez o maior de todos os problemas seja a proliferação de nódulos cancerígenos pelo próprio cérebro. As consequências são sempre mais desastrosas e as sequelas sempre maiores, pois atinge todo o corpo a cura é sempre mais trabalhosa.

            Hoje vemos um câncer sendo tratado (mensalão), mas fica a dúvida, será totalmente extirpado?

           

Postado por Wagner Kimura | 0 comentário

Outubro 10, 2012

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sou da fau, gostaria de troca de unidade no campos butantã,ok

email: raimundojr@usp.br  ou tel:98326406

Postado por Raimundo Nonato Ferreira Castro Junior | 0 comentário

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sou da fau,gostaria de troca com outra unidade do campos butantã,ok

Postado por Raimundo Nonato Ferreira Castro Junior | 0 comentário

Outubro 09, 2012

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Prólogo:

2011 todos os presidentes da America Central reclamam em reunião:

-- Estamos perdidos com o Narcotrafico!


2012 General de Exercito Norte Americano, com General de Divisão Brasileiro em reunião no Amazonas:

-- O Brasil é o Segundo Maior Consumidor de Cocaína!

Seal of the Department of Defense

10th Conference of Defense Ministers of the Americas
As Delivered by Secretary of Defense Leon E. Panetta, Punta Del Este, Uruguay, Monday, October 08, 2012


Muchas gracias. Buenos dias. Mr. President, Mr. Minister, my fellow Ministers, military leaders who are here, distinguished guests, and ladies and gentlemen.

It is truly a great honor to have the privilege for me to be here in Uruguay, and to be with so many distinguished leaders to talk about defense cooperation in the Americas. I'm particularly pleased to be able to participate in this conference, which has become I believe the premier forum in the Americas to discuss ways to advance peace and security across the region and around the world.

 

o resto do texto click em link abaixo:

http://www.defense.gov/speeches/speech.aspx?speechid=1726

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Alguns não sabem a importância, mas a nossa zona Costeira sabe muito bem, e eles alertaram, eles sempre relembram:

Do Kremlin pelo Presidente da Russia Wladimir Putin, e o Primeiro Ministro da Russia Dimitri Medmedev

Order on holding Year of Russia in the Netherlands and Year of the Netherlands in Russia in 2013

October 2, 2012, 11:00

Tags: culture, foreign policy, Netherlands

Vladimir Putin signed order On Holding the Year of the Russian Federation in the Kingdom of the Netherlands and the Year of the Kingdom of the Netherlands in the Russian Federation.

 

o resto do texto clik no link abaixo:

http://eng.news.kremlin.ru/news/4463

 

 

Boa semana

Benedito Ubirata

 

Palavras-chave: America Latina, Departamento de Defesa Norte Americano, Ministério da Defesa, Uruguai

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

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Outubro 08, 2012

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ESCOLA DE ARTES, CIÊNCIAS E HUMANIDADES

Disciplina: Formação Econômica e Social do Brasil II

Docente: Marta M. Assumpção Rodrigues

Discente: Vagner Peixoto Alencar

 

Questão: Fundamentos e etapas para extinção gradual da escravidão no Brasil com base nos textos “Projetos para o Brasil” de José Bonifácio de Andrada e Silva e “O Abolicionismo” de Joaquim Nabuco.

 

            Para José Bonifácio o problema do atraso brasileiro em relação à escravidão esta na própria cor, daí para ele, a mestiçagem como solução para as desigualdades e construção duma identidade nacional. Já para Joaquim Nabuco, a cor não é questão principal, tendo em vista que, ao ganhar a carta de alforria, já não se via distinção entre o negro liberto conquistada e o livre branco liberto de nascença.

            Como relata Nabuco, o estado de nascimento para os norte-americanos é questão crucial, pois mesmo antes da libertação os brancos não misturavam aos negros ou índios dando no mestiço como ocorreu em nosso país.

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ESCOLA DE ARTES, CIÊNCIAS e HUMANIDADES

Curso: Gestão de Políticas Públicas

Disciplina: Introdução ao Estudo das Políticas Públicas

Docente: Wagner Pralon Mancuso

Discente: Vagner Peixoto Alencar

Resenha de texto

EmDistribuição, Regulação, Redistribuição: As funções do Governo, tradução de André Villalobos, um excerto do artigo de T. Lowi, o qual divide as políticas públicas em três tipos políticas governamentais, sendo um delas as políticas distributivas, que retratam a busca do apoio político através de votos de uma multiplicidade de participantes que não tem interesses conflitantes e, por isso, nas palavras do autor, por tais políticas terem as seguintes características: facilidade de ser desagregada e seus recursos, dispensando qualquer critério mais geral e universalista, sendo sinônimos de políticas clientelísticas e patronalistas, onde os favorecido e os não-favorecidos, os beneficiados e os não-beneficiados nunca precisam entrar em confronto direto, para a qual o seguinte exemplo do autor ilustra bem tal política: uma dotação de um bilhão de dólares para ser desagregada entre inúmeros itens de pequeno custo e independentes, sendo inevitável a multiplicidade de interesses e possibilidades de acesso, tendo como conseqüência a redução de conflitos. A estrutura de tal política é o que Schattschneider chamanão-interferência mútua, onde para cada um é buscam seus benefícios e favores, mas não atrapalhem outras pessoas com mesmos interesses em troca de seus votos as lideranças parlamentares. 

As políticas regulatórias, são tipos de políticas que devem ser decididas pelos governos a serem exploradas por uma multiplicidade de grupos organizados (coalizões) em torno de relações caracterizadas por interesses que se tangenciam, ou seja, haverá favorecidos e desfavorecidos e, conseqüentemente, confrontos diretos pois um mesmo benefício não podem ser cedidos a mais de uma particularidade, sujeitos também a instabilidade, pois, como diz o autor, não podem ser desagregadas, como, por exemplo, uma mesma rota aérea para o exterior ou um mesmo canal de televisão, principalmente a curto prazo.

As políticas redistributivas são tipos de políticas assim chamadas porque quem mais recebe são os que menos ou nada contribuiu, como, por exemplo, nos programas sociais, onde os beneficiados serão aposentados ou desempregados, envolvendo amplas categorias de indivíduos e atingem categorias do tipo classes sociais ou algo próximo disso, isto é, ricos e pobres, grandes e pequenos relacionados a ter ou não ter propriedades. O papel do congresso nestes casos tem sido mais de mediador e ratificados das interações entre executivos governamentais, líderes empresariais e trabalhistas ou outros grupos mais quando envolve a determinação das alíquotas ou estabelecimentos de isenções. São políticas bastante estáveis, pois, como citado no texto, só existem dois lados grupos “fornecedores de dinheiro“ e grupos demandantes de serviços”.

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ESCOLA DE ARTES, CIÊNCIAS e HUMANIDADES

Curso: Gestão de Políticas Públicas

Disciplina: Introdução ao Estudo das Políticas Públicas

Docente: Wagner Pralon Mancuso

Discente: Vagner Peixoto Alencar

 

Resenha de texto

Em “As Estruturas Elementares das Políticas Públicas”, Geraldo Di Giovanni, apresenta uma proposta de modo a entender e conceituar as Políticas Públicas, que segundo ele, é uma forma contemporânea de exercício do poder nas sociedades democráticas que, depende de alguns requisitos históricos, que mais do que uma intervenção do Estado e sim uma interação que se definem as situações sociais consideradas problemáticas e formas, conteúdos, meios, sentidos e modalidades de intervenção estatal.

A política pública, diz o autor, depender da concretização histórica de alguns requisitos para uma moderna democracia (principalmente pós Segunda Guerra Mundial), que inclui uma capacidade mínima de planificação consolidada nos aparelhos de Estado, seja do ponto de vista técnico de gestão, seja do ponto de vista político, pressupõe ainda certa estruturação republicana de coexistência e independência de poderes e vigência de direitos de cidadania e, por último, alguma capacidade coletiva de formulação de agências ou de exercício pleno da cidadania e uma cultura política compatível. Mas as formas políticas convivem com vários tipos de sociedade, dentre elas o corporativismo, o coronelismo, o populismo e mandonismo local. Inclui também diversos tipos de relações estruturadas e recorrentes com variados graus de organicidade, coerência e consistência.

Os pioneiros nos estudos das políticas públicas foram os norte-americanos na Segunda Guerra Mundial na qual os cientistas forneciam informações ao governo, que continuou no pós guerra tais relações.

O termo política na língua inglesa tem maior autonomia, ao contrário de outras línguas como alemão e francês, é dividido da seguinte maneira:

Politcs, como diz no texto, quando se refere à política, no sentido relativo aos fenômenos do poder (representação política, partidos, eleições, conflitos relativos ao poder, entre outros).

Policy / policies referindo-se a adoção de formas de ação, linhas de atuação, que beiram muito mais a condutas eletivas para solução de problemas, que beiram muito mais o campo da administração.

As políticas públicas é um conceito evolutivo e dispõe de certa autonomia de dentro da Ciência Política, tendo um acervo que inclui:

Construções de tipologias, inovações conceituais, identificação de estruturas, estabelecimento de ciclos, identificação de aspectos normativos e pluralidade de atores.

Toda política públicas se baseia em quatro diferentes ângulos de observação através de mútuas interferências:

a)      estrutura formal, composta pelos elementos: “teoria”, práticas e resultados;

b)      estrutura substantiva, composta pelos elementos:atores, interesses e regras;

c)      estrutura material, composta pelos elementos: financiamento, suporte e custo;

d)      estruturas simbólicas, composta pelos elementos: valores, saberes e linguagens.

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Curso: Gestão de Políticas Públicas

Disciplina: Introdução ao Estudo das Políticas Públicas

Docente: Wagner Pralon Mancuso

Discente: Vagner Peixoto Alencar

 

Resenha de texto

Em “Distribuição, Regulação, Redistribuição: As funções do Governo”, tradução de André Villalobos, do texto de T. Lowi, tratando-se de como são vistas as políticas governamentais, sendo as chamadas de distributivas por trazerem, nas palavras do autor, as seguintes características: facilidade de ser desagregada e seus recursos, dispensando qualquer critério mais geral e universalista, sendo sinônimos de políticas clientelísticas e patronalistas, onde os favorecido e os não-favorecidos, os beneficiados e os não-beneficiados nunca precisam entrar em confronto direto, tendo por teoria “geral” a elaboração e implementação das conclusões de E.E. Schattschneider, tendo estrutura “pluralista” devido uma multiplicidade de participantes, mas por uma política individualista, tanto pessoas quanto firmas são individualmente, esta além dos grupos de pressão. O seguinte exemplo do autor ilustra bem tal política: uma dotação de um bilhão de dólares para ser desagregada entre inúmeros itens de pequeno custo e independentes, sendo inevitável a multiplicidade de interesses e possibilidades de acesso, tendo como conseqüência a redução de conflitos. A estrutura de tal política é o que Schattschneider chama “não-interferência mútua”, onde para cada um é buscam seus benefícios e favores, mas não atrapalhem outras pessoas com mesmos interesses em troca de seu há uma multiplicidade de lados tanto quanto forem os itens tarifários, as pontes, os diques

 

As política regulatórias  

            As políticas redistributivas são assim chamas porque quem mais recebe são os que menos ou nada contribuiu, como, por exemplo, nos programas sociais, onde os beneficiados serão aposentados ou desempregados, envolvendo amplas categorias de indivíduos e atingem categorias do tipo classes sociais ou algo próximo disso, isto é, ricos e pobres, grandes e pequenos relacionados a ter ou não ter propriedades. O papel do congresso nestes casos tem sido mais de mediador e ratificados das interações entre executivos governamentais, líderes empresariais e trabalhistas ou outros grupos mais quando envolve a determinação das alíquotas ou estabelecimentos de isenções. São políticas bastante estáveis, pois, como citado no texto, só existem dois lados grupos “fornecedores de dinheiro “ e grupos demandantes de serviços”

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