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novembro 04, 2012

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Postado por Equipe Stoa

[Atualizado 14/11: alguns esclarecimentos e mudanças no cronograma]

Após um ano e meio de deliberações, debates e desenvolvimento, estamos prontos para migrar a Rede Social Stoa para um novo plataforma. Sob liderença de Paulo Mereiles e Fabio Kon do CCSL a equipe de desenvolvedores do Colivre implementou dezenas de melhorias e adaptações para a USP no Noosfero, o software livre e brasileiro para redes sociais.

Além de contar com tecnologia da Web moderna, algumas outras novidades incluem:

  • agora é possível convidar pessoas sem número USP a participara da rede;
  • chat entre contatos;
  • um interface de personalização do perfil amigável;
  • mais tipos de conteúdo: vários tipos de documentos, blogs (mais do que um por perfil), fóruns, galerias.
  • melhores ferramentas de gestão para administradores de grupos

O plano de migração é o seguinte:

  1. Na quarta dia 15, às 14:00: impedir novos cadastros, posts ou upload de arquivos no Stoa antigo.
  2. Começar o script da migração de conteúdo. Isto moverá posts, arquivos e alguns elementos do perfil  do stoa.usp.br/nome-do-perfil para social.stoa.usp.br/nome-do-perfil. O script deverá demorar 2 a 3 dias para completar a migração dos 50 mil perfis.
  3. Habilitar cadastros novos no novo sistema.

O login e senha de usuários existentes não mudarão (esperamos implementar o login via número USP a tempo). 

Após o dia 15 o conteúdo no Stoa antigo (stoa.usp.br/*) ainda ficará acessível e editável por um período (sobretudo para fins de fazer cópias manuais), mas a idéia é tirar o serviço do ar no início de 2013 (quando teremos certeza que tudo está tudo copiado corretamente para social.stoa.usp.br).

Para os usuários do Moodle do Stoa não vai mudar nada: continuarão se logando no Moodle do Stoa com o login e senha da Rede Social.

 

Para sugestões (qualquer passo do plano pode ser modificado) ou dúvidas, comente aqui ou entre em contato via suporte@stoa.usp.br

Ewout ter Haar

Palavras-chave: noticia

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Postado por Equipe Stoa | 2 comentários

novembro 01, 2012

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Houve esta dúvida lançada por alguem - que não se identificou quem era, sobre permuta entre universidades diferentes!

No evento do Congresso de Funcionários do ano passado - em que eu estive apresentando esta comunidade ao público, grande parte daqueles que se manifestaram sobre esta nossa iniciativa de abrir a possibilidade de o funcionário ser transferido para outra Unidade, acharam excelente a idéia, inclusive de haver esta extensão para outras Universidades paulistas.

É claro que ao que eu saiba não existe - a não ser por "ex-ofício" e geralmente, neste caso, estas transferencias já fazem parte, ou são inerentes à atividade profissional do servidor, por exemplo, de militares federais, e outros semelhantes.

Mas com certeza que, num futuro próximo, com o desenvolvimento da informatização, isto não será impecilho - havendo uma justificativa de direito...

Um abraço a todos!

Sady

Palavras-chave: permuta, servidor, universidades

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Postado por Sady Carlos em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

outubro 31, 2012

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Tenho interesse em permuta IO Ubatuba para ESALQ Piracicaba.

Tec Administrativo - horario de trabalho: seg a sexta das 8 as 17h

simoes_mar65@hotmail.com

 

Atte

Cyda

Postado por Maria Aparecida Simoes em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

outubro 28, 2012

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Postado por Equipe Stoa

Neste domingo, dia 28 de outubro, o Stoa (assim como outros serviços da USP) ficou indisponível das 17h até 21h devido a um problema no datacenter da USP


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outubro 03, 2012

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O projeto de extensão Zonas de Compensação abre inscrições para o workshop internacional:

Relações entre neurociência e neuroestética com os campos de criação e ciência

Ministrante: Dr. Raúl Niño Bernal, professor da Universidade Pontifícia Javeriana de Bogotá, Colômbia, na Faculdade de Arquitetura e Design. Parte do grupo de pesquisa Estética e Novas Tecnologias. Doutor em Ciências com especialização em Ciências Políticas pela Atlantic International University nos Estados Unidos e da Escola de Ciências Humanas.

Coordenação: Profa. Dra. Rosangella Leote.

Encontros, sempre das 14h às 18h:
08.outubro - Neuroestética e ciências da criação
09.outubro - Neuroestética e ciências da complexidade
10.outubro - Estética e Vida Artificial
11.outubro - Sistemas não-lineares: biopolítica uma vida do possível

Número de vagas: 30

Os interessados devem enviar uma carta de intenção por e-m: zonasdecompensacao@gmail.com

Sobre o projeto:
Zonas de Compensação é um projeto de extensão organizado pelo GIIP - Grupo Internacional e Interinstitucional de Pesquisa em Convergências entre arte, ciências e tecnologia, sob coordenação da Profa. Dra. Rosangella Leote, que se desenvolve a partir de encontros sistemáticos abertos a pesquisadores, artistas e interessados. Tais encontros integram conhecimentos teóricos e práticas artísticas e têm como objetivo construir processos que resultem numa mostra coletiva no Instituto de Artes UNESP em 2012. A participação é gratuita.

Entrada franca e aberta à comunidade.

Local: Ateliê de pintura do IA/UNESP
5º andar, Sala 517.

Instituto de Artes da UNESP
Rua Dr Bento Teobaldo Ferraz, 271 - São Paulo
Ao lado da estação Barra Funda do Metrô

www.giip.ia.unesp.br/
zonasdecompensacao@gmail.com
Skype: giip.unesp

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Postado por Sady Carlos em Faculdade de Arquitetura e Urbanismo | 0 comentário

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Em 06 de outubro completa-se 125 anos do nascimento de Le Corbusier. Nesse dia, sábado, às 10h, será realizada uma visita à exposição "Le Corbusier - América do Sul - 1929" guiada pelos curadores Rodrigo Queiroz e Hugo Segawa.

Local: Centro Universitário Maria Antonia - Rua Maria Antonia n.258 e 294 - Vila Buarque

www.usp.br/ceuma

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Postado por Sady Carlos em Faculdade de Arquitetura e Urbanismo | 0 comentário

outubro 01, 2012

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-------- Mensagem original --------

Assunto: [Carta O BERRO] Desmantelamento do estado de bem estar social, é a pratica dos governos direitistas da europa,. Entrevista com espeicalista da USP 28 set 12 pagina da Unisinos.
Data: Fri, 28 Sep 2012 20:01:08 -0300
De: Vanderley - Revista <vanderleycaixe@revistaoberro.com.br>
Para: <cartaoberro@serverlinux.revistaoberro.com.br>


Carta O Berro..........................................................repassem
 
 
 

 

O desmantelamento do estado de bem estar social é o DNA do capitalismo. Entrevista especial com Ruy Braga

“Há um retrocesso da solidariedade da classe estruturada durante o período fordista, e um avanço de um projeto de sociedade marcadamente individualista e neoliberal, um individualismo esvaziado de solidariedade, profundamente marcado pela concorrência com os diferentes atores”, diz o sociólogo.

Confira a entrevista.


“As políticas de austeridade derivam de uma tentativa de transferir o ônus econômico para as classes trabalhadoras”, frisa o sociólogo Ruy Braga, ao comentar o desmantelamento do Estado de bem-estar social nos países europeus que enfrentam a crise econômica. Segundo ele, para diminuir os prejuízos do capital financeiro, o Estado nacional assume “ônus de socializar as perdas entre as classes sociais subalternas”.

Na avaliação de Braga, a crise atual é de natureza política e econômica e se manifesta de “forma mais ou menos aguda desde meados da década de 1970”. Os pacotes de austeridade impostos pela Tróika apontam para “a questão de que o capitalismo não é capaz de resolver essa dupla contradição, ou seja, integrar os trabalhadores e ao mesmo tempo protegê-los. Essa foi uma ilusão do capitalismo pós-guerra, especialmente na Europa”, enfatiza o sociólogo em entrevista concedida à IHU On-Line por telefone.

A solução da crise e a manutenção dos direitos sociais dependem do resgate do internacionalismo. “É importante o pensamento de esquerda ter presente que a crise portuguesa não será resolvida em Portugal, que a crise espanhola não será resolvida na Espanha, que a crise italiana não será resolvida na Itália, que a crise grega não será resolvida na Grécia. O que se demanda efetivamente é uma unificação daqueles que se colocam em posição flagrante contra esse projeto da ‘Tróika’, de política de austeridade etc.”. E dispara: “Caso contrário, essas forças de esquerda irão se perder na tentativa inócua de tentar solucionar problemas pontuais do sistema, pensados do ponto de vista da administração política da crise econômica”.

Ruy Braga (foto abaixo) é especialista em Sociologia do Trabalho, e leciona no Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - USP, onde coordenou o Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania - Cenedic. No mês de novembro deste ano Braga lançará seu novo livro, intitulado Política do precariado, pela editora Boitempo.

Confira a entrevista.

IHU On-Line – Como o capital está se reestruturando diante da crise financeira internacional? A luta de classes ainda se manifesta nessa reestruturação?

Ruy Braga
– É importante destacar que o processo de reestruturação do capitalismo ocorre desde os anos 1990 em escala global, que foi o período de largo desenvolvimento das políticas neoliberais, de ajuste estrutural das economias nacionais, de reestruturação produtiva e corporativa das empresas, e o período que assistiu o colapso das economias do leste Europeu.

Do ponto de vista do processo de luta de classes em nível internacional, essa reestruturação capitalista, que atende pelo nome de mundialização do capital, tem uma dupla dimensão. A primeira é estritamente política, que diz respeito ao rearranjo de poder e força dos Estados-nação, em especial aquelas forças políticas que dirigem ou dirigiram historicamente os diferentes aparelhos governamentais, como a social democracia na Europa e algumas experiências nacional-desenvolvimentistas na América Latina. Por outro lado, tem-se uma reestruturação propriamente econômica, que articulou tanto a mundialização das empresas como uma reestruturação produtiva, que terceiriza, promove o avanço da tecnologia de informação, que efetivamente globaliza a sua esfera de ação. Na articulação dessa dupla dinâmica política e econômica as classes subalternas, em escala internacional, dão um passo atrás na década de 1990 – esse é o período do auge do neoliberalismo e do desmonte daquela forma de solidariedade classista, que se identifica grosso modo com o operariado fordista na Europa, na América Latina e nos EUA.

Então, há um retrocesso da solidariedade da classe estruturada durante o período fordista, e um avanço de um projeto de sociedade marcadamente individualista e neoliberal, um individualismo esvaziado de solidariedade, profundamente marcado pela concorrência com os diferentes atores. Nesse contexto é que a luta de classe retrocede na década de 1990. Entretanto, a partir de meados desse período, início dos anos 2000, identifica-se alguns exemplos de retomada do processo de reorganização das classes subalternas, em especial no caso da greve do funcionalismo público francês, de 1995, e a formação dos estados gerais, em 1998, o que imprime um ritmo distinto no “desmanche” das classes subalternas em escala global.

Os anos 2000 foram marcados pela retomada da organização das classes subalternas, que acabou empurrando o centro da dinâmica política latino-americana para a esquerda. Nesse período foram eleitos vários governos cunho frente popular, dentre os quais o mais famoso evidentemente é o caso brasileiro, com a eleição do Lula em 2002, o que abre um novo período dessa dinâmica de luta de classes. Em resumo, diria que há avanços e recuos, progressos e retrocessos do ponto de vista das classes. No entanto, o mais importante a se destacar é que o jogo ainda está sendo jogado, ou seja, não existe uma palavra final para esse contexto.

IHU On-Line – Após algumas décadas de avanços na consolidação do Welfare State, o modelo de seguridade social está ameaçado e constantemente reduzido pelos pacotes de austeridade dos governos europeus. O que está acontecendo? Qual a raiz deste desmantelamento social?

Ruy Braga
– Novamente, é importante destacar essa dupla dimensão econômica e política. Por um lado, percebe-se economicamente o flagrante ataque às políticas de bem-estar disferido pela “Troika” (FMI, Banco Mundial e pela Comissão Europeia), os quais respondem evidentemente a uma exigência do capital europeu. Ou seja, para que haja a possibilidade de diminuir os prejuízos do capital financeiro europeu, é necessário que o Estado nacional assuma o ônus de socializar as perdas entre as classes sociais subalternas. Então, existe uma dinâmica econômica que se inscreve num período de longo prazo. É uma crise que se estende de forma mais ou menos aguda desde meados da década de 1970, e que hoje se manifesta de uma maneira mais contundente do ponto de vista do endividamento de alguns países, em especial países da semiperiferia capitalista europeia, como é o caso, notoriamente, de Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Mas essa dinâmica da crise de endividamento, da impossibilidade de se manter essa valorização do capital financeiro em escala continental e em escala global, tem atingido também países do centro do capitalismo, como é o caso da Inglaterra e da França. Então, o capitalismo irá se estender numa crise econômica que está se aprofundando, se tornando mais abrangente do ponto de vista geográfico. Essa conjuntura coloca desafios para essas sociedades nacionais e, evidentemente, os setores conservadores ligados diretamente ao capital financeiro buscam transferir o ônus dessa crise, do prejuízo econômico, para as classes trabalhadoras, as classes sociais subalternas.

As políticas de austeridade basicamente derivam dessa dinâmica, uma tentativa de transferir o ônus econômico para as classes trabalhadoras. Evidentemente esse é um mecanismo político, ou seja, exige a integração da política. Então, abre-se um período de flagrante luta de classes na Europa, haja vista, por exemplo, as manifestações que têm ocorrido em Portugal – as mais importantes manifestações da história portuguesa desde 25 de abril de 1974.

IHU On-Line – Como o capitalismo transformou os ideais de igualdade, universalização de direitos e bem estar social? Esses sonhos estão sendo substituídos?

Ruy Braga
– Principalmente o capitalismo europeu e o modelo do Estado de bem estar social prometeram uma inclusão dos setores mais pauperizados das classes subalternas, por intermédio de políticas de bem-estar que garantissem o consumo, independentemente do tempo de investimento na produção, do tempo de investimento econômico nas empresas. Esse modelo também prometeu segurança para os trabalhadores que já estavam inseridos no mercado de trabalho. Essa dupla promessa está sendo literalmente negada, está sendo desmontada com a dinâmica da crise atual. Isso aponta para a questão de que o capitalismo não é capaz de resolver essa dupla contradição, ou seja, integrar os trabalhadores e, ao mesmo tempo, protegê-los. Essa foi uma ilusão do capitalismo pós-guerra, especialmente na Europa.

IHU On-Line – Como compreender que diante de tantas conquistas materiais e técnicas, especialmente no mundo do trabalho, ainda perduram a ameaça do desemprego, a crescente insegurança e precariedade das novas ocupações, a exclusão social?

Ruy Braga
– O desemprego, a insegurança e a incapacidade do sistema de proteger são dinâmicas do capitalismo, isso é o DNA do capitalismo, porque esse modelo se apoia na concorrência, na busca pelo lucro máximo. Então, é possível ter histórica, circunstancial e regionalmente situações de proteção social, mas elas serão rapidamente amesquinhadas diante da competição com outros países. Por exemplo, basta identificar a entrada da China no jogo do capitalismo global. O preço da força de trabalho dos trabalhadores chineses coloca pressão sob o preço da força de trabalho dos trabalhadores franceses, alemães, ingleses, portugueses, americanos e assim por diante, porque as empresas tendem a migrar para regiões que pagam menor salário. Então, há uma dinâmica da concorrência que progressivamente tende a erodir as conquistas vinculadas à proteção e à inclusão social.

IHU On-Line – Diante da atual conjuntura, como é possível avaliar o projeto das esquerdas no mundo?

Ruy Braga
– No caso europeu, é importante o pensamento de esquerda ter presente que a crise portuguesa não será resolvida em Portugal, que a crise espanhola não será resolvida na Espanha, que a crise italiana não será resolvida na Itália, que a crise grega não será resolvida na Grécia. O que se demanda efetivamente é uma unificação daqueles que se colocam em posição flagrante contra esse projeto da “Tróika”, de política de austeridade etc. Isso naturalmente demanda uma escala nova de articulação de lutas, de solidariedade, que é exatamente uma escala internacional, que pode ser, num primeiro momento, em escala regional, ou seja, uma dinâmica propriamente europeia. Mas essa dinâmica não pode se limitar à Europa, tem que se estender para outros países do mundo, para os Estados Unidos, para a América Latina, e assim sucessivamente. Então, o primeiro valor que a esquerda precisa resgatar, para efetivamente enfrentar essa conjuntura de crise, é o do internacionalismo. Ele é imprescindível, é insubstituível para se enfrentar a dinâmica da crise capitalista em escala global.

IHU On-Line – Por que a esquerda não conseguiu propor nada diferente e aderiu ao neoliberalismo?

Ruy Braga
– A esquerda propõe. Porém, o problema é que, na esfera dos governos, a única coisa que se encontra é uma tentativa de fazer com que o capitalismo funcione melhor, quando na verdade ele está colocado diante de outro dilema. A própria crise ecológica nos coloca, como espécie humana, dentro de outro dilema: como superar esse sistema que só oferece crise, degradação social, destruição ambiental, ou seja, que não satisfaz os interesses da humanidade. Então, tem que resgatar uma outra dinâmica de ação, que é anticapitalista. Só com base nessa dinâmica anticapitalista será possível avançar. Caso contrário, essas forças de esquerda irão se perder na tentativa inócua de tentar solucionar problemas pontuais do sistema, pensados do ponto de vista da administração política da crise econômica. Quer dizer, isso vai esgotar de fato as forças de esquerda. Isso não corresponde às reais necessidades que a humanidade tem diante dos olhos.

IHU On-Line – Quais os resquícios da tentativa de implementar o socialismo no mundo? Esse modelo ainda tem relevância em algum país?

Ruy Braga –
O socialismo continua na ordem do discurso absolutamente urgente para a humanidade; o problema é como chegar lá. Então, basicamente tem-se que resgatar os valores do internacionalismo operário, dos trabalhadores; tem-se que apostar na independência propriamente de classe, ou seja, buscar construir a unidade entre os trabalhadores, apoiada em seus programas, e que seja intransigente em relação aos governos e às empresas. Tem-se que apostar em uma alternativa socialista, articular as forças propriamente anticapitalistas numa frente unificada de ação; tem-se que resgatar o caráter socialista nas lutas contra todas as formas de opressão e de exploração; tem-se que incorporar as lutas contra a opressão das mulheres, contra a dominação dos jovens, contra a opressão racial, contra a discriminação por orientação sexual; tem-se que incorporar o feminismo e a luta dos setores subalternos num amplo projeto de transformação radical da sociedade, sem o qual nós vamos ficar aí, enfim, enredados nessa trama da crise capitalista.

IHU On-Line – Quais são as aproximações e as diferenças entre as esquerdas da América Latina? O que as aproxima e o que as diferencia?

Ruy Braga
– A América Latina deu uma guinada à esquerda nos últimos quinze anos. Isso é perceptível por intermédio da hegemonia que, por exemplo, governos como o de Hugo Chávez, o lulismo aqui no Brasil, Rafael Correa, no Equador, e Evo Morales, na Bolívia, representam diferentes faces desta reação ao projeto neoliberal, dessa crise do neoliberalismo no continente, mas evidentemente com as suas contradições e as suas diferenças.

No caso brasileiro, essa reação é muito parcial, porque o atual modelo de desenvolvimento implementado, liderado, conservado e reproduzido pelo lulismo ainda mantém traços muito flagrantes do neoliberalismo a despeito de colocar uma ênfase maior em políticas redistributivas. A dinâmica brasileira é mais de atuação do Estado sobre a sociedade, como é também a dinâmica do governo de Hugo Chávez, ou seja, uma dinâmica muito concentrada na questão do Estado e na tentativa de controlar a independência dos movimentos sociais de base. Tanto um quanto outro, com diferentes matizes, tende a erodir as bases sociais de uma alternativa socialista, porque acabam fazendo com que os setores mais econômicos sejam incorporados ao Estado. No caso da Bolívia, consigo identificar uma dinâmica mais centrada numa contradição, num conflito entre os movimentos sociais de base e o governo, como também acontece no Equador. Então, entre essa tentativa de o Estado de controlar os movimentos sociais, e a reação dos movimentos sociais a esse controle do Estado, é que está sendo decidida a política de esquerda na América Latina, e consequentemente o futuro dessa mesma política.

IHU On-Line – Especificamente no Brasil, como avalia as discussões sobre a possibilidade de o governo brasileiro flexibilizar as leis trabalhistas e de implantar o modelo trabalhista alemão no Brasil? Quais as implicações para o mundo do trabalho?

Ruy Braga
– Evidentemente essa é uma tendência mundial – e brasileira também. Basta analisar a década de 1990 em termos de flexibilização da legislação do trabalho, aquilo que na Sociologia do Trabalho se chama “contratualização ou precarização” no contrato de trabalho, com a intervenção de inúmeras formas de contratação por tempo determinado, inúmeras formas de contrato temporário etc. Se o governo Dilma aceitar o princípio do acordado sobre o legislado, estará evidentemente contribuindo para o aprofundamento da flexibilização da precarização, que já é muito alto no país.

O mundo do trabalho brasileiro é fundamentalmente precário, ou seja, os trabalhadores encontram funções de trabalho e de contrato tão precarizados, que é necessário o apoio e a intervenção de um terceiro para garantir o mínimo de reconhecimento ou de direitos. E esse mínimo é basicamente a legislação do trabalho, ou seja, se, em benefício de alguns setores que são mais organizados, se apoia ou legaliza o princípio do acordado sobre o legislado, estar-se-á efetivamente impedindo ou bloqueando que os direitos se generalizem.

IHU On-Line – Ao mesmo tempo em que há uma apatia política, surgem novas manifestações sociais como Os Indignados e os acampados de Wall Street. Como vê essas novas manifestações? O que os movimentos sociais precisam para ter representatividade política junto à sociedade civil e mobilizá-la novamente?

Ruy Braga
– Existe uma dinâmica de mobilização internacional que se expressa tanto na Europa como no mundo Árabe. Isso é uma constatação mais ou menos evidente. Porém, é importante destacar que existe uma interconexão entre essas manifestações, ou seja, a esperança da revolução árabe de alguma maneira fertiliza a juventude europeia, da mesma maneira que repercute sobre a juventude nos Estados Unidos. Então, tem-se uma nova dinâmica de mobilização, tanto do ponto de vista de um impulso democrático dos setores da juventude como também um impulso de democratização que se espalha pelos setores da classe trabalhadora, haja vista, por exemplo, o processo do Egito e da Tunísia.

Costumo dizer que a juventude europeia e os setores mais precarizados e explorados, submetidos aos contratos temporários – que assumem os piores postos de trabalhos disponíveis no mercado, que não conseguem perceber um horizonte de progresso ocupacional, um progresso social –, são os mais atacados pelas políticas de austeridade, pela contenção de despesas e gastos sociais e pela diminuição da rede de proteção pública. Assim, tais setores estão propriamente lutando pela manutenção, pela conquista e pela ampliação de direitos. Eles são, de fato, uma força profundamente progressista do ponto de vista político. Existe uma simbiose entre esses diferentes movimentos, Occupy Wall Street, Os Indignados e a Primavera Árabe, pensados evidentemente do ponto de vista da juventude, que se engaja no processo de mobilização por mais democracia e assim por diante. É evidente que há um plano de fundo, que é a crise econômica. A crise econômica acelera e catalisa essa mobilização.

O caso brasileiro é um pouco diferente, porque a crise chegou tardiamente do ponto de vista dos ritmos de espalhamento da crise. Desde o ano passado nós temos identificado uma série de iniciativas nacionais bastante radicalizadas, como as greves nacionais de setores de trabalhadores, greves nacionais dos Correios, dos bancários, dos peões das obras do PAC. Tem havido ampla mobilização nacional de professores de ensino fundamental. Há uma retomada da dinâmica da mobilização social, que tende a fortalecer o movimento sindical crítico e acrescentar propriamente contradições àquele movimento sindical governista. O momento atual é de transição na direção de retomada de um ciclo de mobilização sindical e dos trabalhadores, que tende a se espalhar também pela juventude.

(Por Patricia Fachin)

Postado por João Carlos Holland de Barcellos em Política | 0 comentário

setembro 28, 2012

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sou funcionária da FAU e gostaria de trocar com alguém no campus da USP-Butantã , se tiver alguém interessado entre em contato comigo no e-mail> verasansey@bol.com.br.

Postado por Maria Ezilda em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

setembro 25, 2012

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OLa,

 

     Sou especialista S1 e trabalho atualmente no IB, com células tronco e biologia molecular. Tenho interesse de ir para algum campus do interior (Bauru, Ribeirão Preto, Piracicaba, etc). O trabalho aqui é ótimo e o motivo de minha mudança é para me aproximar de minha família. 

    Por favor, caso alguém tenha interesse ou saiba de alguém que tenha meu e-mail é: dremorales@yahoo.com.br ou agmorales@usp.br.

   Grata,

   Andressa

Palavras-chave: permuta para interior

Postado por Andressa Gois Morales em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

setembro 22, 2012

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Alugo lindo apartamento mobiliado no Alto da Lapa (São Paulo) durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro.

Ótima localização e melhor preço!!

Muito próximo à Vila Madalena e com boa conexão ao centro, av. Paulista e USP.


Pessoas interessadas falar com Isa (11-64299133) ou mande e-mail a tome.freire.isabel@gmail.com

Palavras-chave: apartamento-usp-aluguel-economico

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Postado por Isabel Tomé Freire em Anúncios: aluguel, serviços, compra, venda e troca | 0 comentário

setembro 19, 2012

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Vejam este mensagem do You tube sobre o filme "O Silêncio dos Inocentes":

http://www.youtube.com/watch?v=G3cdpuQ2Ki4

 

Palavras-chave: Silencio dos inocentes

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Postado por Sady Carlos em FILMES À VALER | 0 comentário

setembro 12, 2012

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Sou bióloga e estou fazendo MBA de Gestão Ambiental, atualmente trabalho na FCF (Butantã) como técnica de laboratório e tenho interesse de permutar para um laboratório que esteja envolvido nessa área.

 

Para quem possa interessar, segue contato:

Email: marinho.camila@gmail.com

Celular: (011) 97128-5030

 

Agradeço,

 

Camila

Palavras-chave: FCF, técnico de laboratório

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Postado por Camila Eduardo Marinho em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

setembro 04, 2012

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Folha lança ranking universitário inédito

Folha de DE SÃO PAULO

A Folha lança nesta segunda-feira (3) o primeiro ranking sistemático de universidades brasileiras, feito com uma metodologia inédita.

O RUF (Ranking Universitário da Folha) traz a classificação de 232 instituições de ensino superior brasileiras, sendo 41 faculdades e centros universitários e 191 universidades --instituições com foco em pesquisa e autonomia de ensino, conforme a definição do MEC.

As 191 universidades estão listadas no ranking geral feito a partir de quatro indicadores. Juntos, eles somam cem pontos: produção científica (55 pontos), inovação (5 pontos), reputação no mercado (20 pontos) e qualidade de ensino (20 pontos).

Pesquisa inédita mostra as melhores universidades do país

Os dois primeiros indicadores consideram a quantidade e a qualidade da produção acadêmica das universidades, como número de artigos científicos produzidos e a quantidade de professores com doutorado na instituição.

Já os indicadores de reputação no mercado de trabalho e de qualidade de ensino foram desenvolvidos a partir de entrevistas feitas pelo Datafolha com pesquisadores e com executivos de Recursos Humanos de todo o país.

Nos levantamentos do Datafolha foram consultados 597 pesquisadores com grande produção científica, de acordo com o CNPq, a maior agência de fomento à ciência do país.

Também foram ouvidos 1.212 responsáveis pelo setor de Recursos Humanos de empresas, escolas e outras instituições que contratam profissionais nos 20 cursos que mais formam no Brasil, como administração e direito.

Esses profissionais listaram as melhores instituições de ensino superior do país em termos de ensino. Nesse levantamento, além das universidades, foram significativamente mencionadas 41 faculdades e centros universitários brasileiros.

ANÁLISES ESPECÍFICAS

O RUF possibilita uma série de análises de acordo com o interesse do usuário. No site é possível fazer listagens das universidades do país em cada um dos quatro grandes indicadores e subindicadores usados na análise.

Por exemplo, é possível listar as universidades com mais patentes. Ou aquelas que têm mais artigos em cooperação científica internacional.

O site do RUF possibilita ainda listar as instituições de ensino superior de acordo com a opinião de quem contrata em cada um dos 20 cursos que mais formam no país. Ou fazer listagens conforme a opinião de quem vive no ambiente universitário, fazendo pesquisa científica e dando aula.

INSPIRAÇÃO INTERNACIONAL

A metodologia de avaliação do ensino superior brasileiro foi desenvolvida ao longo de quase um ano de trabalho, baseada em rankings internacionais, como o ranking global THE (Times Higher Education), o QS (Quacquarelli Symonds) e a ARWU (ranking de Xangai), e adaptada ao contexto brasileiro.

A maioria dessas listagens, assim como o RUF, dá pelo menos 50% da nota atribuída a cada instituição de ensino superior aos dados de produção científica.

A Folha também se inspirou em fontes internacionais consolidadas de avaliação de ensino superior ao definir 40% da nota de cada universidade para critérios qualitativos, ou seja, a opinião de quem contrata e de quem dá aula.

O levantamento de dados do RUF foi supervisionado pelo bioquímico da USP e especialista em análise de produção científica Rogério Meneghini. Ele também é coordenador acadêmico da base Scielo, que reúne 260 periódicos científicos nacionais, incluídos no levantamento do RUF para dar um tempero local à avaliação.

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1147282-folha-lanca-ranking-un

 

Palavras-chave: ensino superior, Folha de São Paulo, Ranking Universitário

Postado por João Carlos Holland de Barcellos em Política | 0 comentário

setembro 03, 2012

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Para quem não conhece, a Pixel Show é o maior evento criativo do Brasil, é uma conferência internacional de Arte, Criatividade e Design em todas as suas vertentes (ilustração, arte, graffiti, cinema, tv, publicidade, moda, música, fotografia, design gráfico, entre outros...).

Para aqueles estão interessados em participar da conferência, acessem o site www.pixelshow.com.br e aproveitem a promoção disponibilizada para nossos fanpages para desconto (20%) no ingresso. Ao entrar no site utilizem no nosso código Promocode: arquiteta20%.

A feira da Pixel Show é aberta para o público. Participe desse encontro e venha pensar e discutir a arte contemporânea com os melhores criativos do mercado.

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Postado por Sady Carlos em Faculdade de Arquitetura e Urbanismo | 0 comentário

agosto 29, 2012

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“Querem vencer Assange pelo cansaço”

Para Noam Chomsky, chances de julgamento justo nos EUA são “virtualmente zero”; e invasão da embaixada não deve ser descartada

Entrevista a José Maria León, do Gkillcity | Tradução: Cauê Ameni

Aos 83 anos, o linguista e sociólogo Noam Chomsky permanece ativo e irreverente. Uma vasta agenda, na qual pedidos de entrevistas às vezes aguardam por meses, não o impediu de responder por e-mail, em 19 de agosto, a perguntas enviadas por José Maria León, do site equatoriano GkillCity. Os editores são de Guayaquil – cidade mais populosa de seu país (3,5 milhões), praieira, musical e noturna.

Porque nada temos, tudo faremos”, anuncia o slogan de GkillCity, que se dedica à cultura, à política e à defesa da liberdade na internet.........

http://www.outraspalavras.net/2012/08/25/chomsky-inglaterra-e-eua-que


Palavras-chave: Assange, Noam Chomsky, Wikileaks

Postado por João Carlos Holland de Barcellos em Política | 0 comentário

agosto 24, 2012

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Preciso com uma certa urgência de indicações de arquitetos e/ou designers de interiores FORMADOS para trabalhar com projetos de interiores. Trata-se de um estúdio/loja de design. Esta pessoa será responsável tanto pelos projetos quanto pela gestão da loja.

 

Interessados mandar currículo/portfólio para poeirasaopaulo@poeiraonline.com

 

Pode-se ver mais sobre a linguagem dos projetos no site: www.poeiraonline.com

 

Desde já, muito obrigado!

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Postado por Sady Carlos em Faculdade de Arquitetura e Urbanismo | 0 comentário

agosto 23, 2012

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IP organiza colóquio sobre Produção Bibliográfica

Instituto de Psicologia promove evento em comemoração aos 50 anos da Regulamentação da Profissão de Psicólogo no Brasil.

 

Datadata 27/08/2012
Horadata 09:30 - 13:00
Tipo de Eventodata Evento científico - humanas
Telefonedata (11) 3091-4178
Investimentodata Evento Gratuito
Inscriçãodata Sem Inscrição Prévia
Localdata Capital
IP - Instituto de Psicologia
Endereçodata Av. Prof Mello Moraes, 1721 CEP: 05508-030 - São Paulo - SP

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Postado por Sady Carlos em DISCURSO e PSICANÁLISE | 0 comentário

agosto 21, 2012

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Procuro urgentemente alguém para permutar!

Trabalho no IGc, Butantã, numa secretaria, sou técnico-administrativa IA, e preciso muito ir para Bauru!! Aceito qualquer departamento e área.

Para quem se interessar, seguem meus contatos abaixo. O trabalho aqui é tranquilo e o pessoal muito bacana!

Por favor, quem for de Bauru e não tiver interesse, pelo menos divulgue entre os servidores.

e-mail: aguiar@usp.br

cel.: 96760-2323

Obrigada desde já!

Maria Rita

Postado por Maria Rita dos Santos Aguiar em Permuta de Servidores entre Unidades da USP | 0 comentário

agosto 16, 2012

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Palestra no IQSC discute estatuto da USP

22-08-2012  - Institucional  - Palestra "Mudar o Estatuto da USP: como quem, quando e por quê?" será comandada pelo professor Luiz Nunes de Oliveira.


http://www.eventos.usp.br/?events=palestra-no-iqsc-discute-estatuto-da-usp

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Postado por Sady Carlos em CONGRESSOS e a USP | 0 comentário

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ICB promove fórum para discutir estrutura de poder na USP

21-08-2012

Com alterações no estatuto que define o acesso à cargos administrativos na USP sendo discutidos, a diretoria do ICB abre espaço para discussão do tema.


http://www.eventos.usp.br/?events=icb-promove-forum-para-discutir-estrutura-de-poder-na-usp

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Postado por Sady Carlos em CONGRESSOS e a USP | 0 comentário

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