Para quem não sabe, o Euro-Pós é um evento que reúne representantes das melhores instituições do mundo, cujo objetivo é debater o ensino superior e apresentar oportunidades de intercâmbio acadêmico entre o país e a Europa.
Essa é uma oportunidade única para os estudantes brasileiros se informarem sobre os percursos de formação e pesquisa, intercâmbios de graduação, pós graduação, bolsas de estudos no exterior, vistos, pré-requisitos e prazos para uma candidatura em uma dessas escolas de negócios ou nas mais de 80 instituições europeias e brasileiras que estarão presentes no grande evento.

Comece a se preparar: 19 e 20 de novembro de 2011 das 14h às 19h no Palácio das Convenções do Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1209 (Entrada ao lado do Holiday Inn) *Aberto ao público. Entrada gratuita.
Acesse já o site e conheça as instituições participantes e confira a programação completa.
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No meu tempo de escola, eu respondia chamada levantando a mão. Nesta escola pública de Praia Grande (SP), os alunos respondem chamada levantando a mão – e colocando o dedo indicador num sistema biométrico. Você entra na sala de aula e confirma presença com sua digital; se faltar, seus pais são avisados por SMS. O que explica toda essa modernidade?
O chefe da Coordenadoria de Programas de Inclusão Digital de Praia Grande, Marcos Pastorello, explica que o sistema ajuda a economizar merenda escolar – afinal, com o sistema, a escola sabe quantos alunos estão lá e vão comer. Com menos desperdício, “por si só o projeto já paga todo esse investimento”, diz Pastorello.
Esse não é o único benefício: com o sistema, as aulas podem durar mais, já que não se perde tempo com a chamada; os alunos faltam menos (como esperado); e os pais ficam mais engajados, avisando rápido quando o filho precisa faltar, e levando as atividades para o filho fazer em casa.
O sistema está instalado para os alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Roberto Mário Santini, mas Pastorello avisa: em 2012, mais dez escolas municipais de Praia Grande terão o sistema, e todas as 30 escolas municipais da cidade terão biometria em 2013.
Eu confesso que era muito estudioso na época de escola, mas me pergunto: alguém sabe como faltar numa escola que controla faltas por biometria? [Info; vídeo por Band]




Há poucas coisas nesse mundo que eu gosto menos do que atualizações de software. Baixar centenas de arquivos, esperar a barra de progresso encher, reiniciar o aparelho — é uma tarefa ingrata. Geralmente.
Mas o Android 4.0 do Google, também conhecido pelo apetitoso apelido de Ice Cream Sandwich, ou ICS, está bem longe de ser uma mera atualização de software em um celular. O ICS é uma renovação completa do sistema operacional que inclui melhorias que vão do esotericamente geek (redimensionamento de widgets!) ao extremamente visível e direto (tudo está mais bonito e brilhante). Sem contar que ele foi projetado para celulares e tablets, pela primeira vez unificando as plataformas móveis sob o sistema operacional do Google.
O Google me convidou para uma visita ao seu campus em Mountain View para colocar as mãos no Samsung Galaxy Nexus, o aparelho de maior destaque no qual o Ice Cream Sandwich será lançado em novembro. O Vice Presidente de Engenharia, Hiroshi Lockheimer, me levou para um passeio bem detalhado pelos detalhes do novo software, e, quando eu saí de lá, estava empolgado para atualizar o meu Android.
Uma interface renovada
“Sinceramente, tem uma coisa que eu ouço as pessoas dizerem sobre o Android há algum tempo”, contou Lockheimer, dentro do quartel general do Google na quarta-feira. “Que é um sistema legal, mas peca nos detalhes”.
É verdade. Eu uso Android desde que eu troquei o meu BlackBerry há alguns anos, e eu nunca usei um iPhone como seu celular principal, mas ouço exatamente a mesma coisa de todos os usuários de iOS que já testaram o Android: “Parece que está inacabado”.
Em relação aos sistemas móveis concorrentes, o ciclo de lançamento do Android corre em um ritmo muito rápido, com grandes novas versões chegando a cada seis meses. Lockheimer começou a trabalhar no Android há mais de cinco anos (antes mesmo que o Android fosse o Android), e ele esteve presente em nove diferentes lançamentos nos últimos cerca de quatro anos. Neste mesmo período, a Apple atualizou o seu iOS apenas quatro vezes.
A equipe do Android tem a ordem de sempre iterar, e isso é admirável, mas, segundo Lockheimer, é também disso a culpa do sistema não ser tão bem amarrado quanto poderia.
“É uma questão de costume”, diz Lockheimer. “Pela velocidade com que fazemos as coisas, não conseguimos passar tanto tempo quanto os outros aperfeiçoando os detalhes”.
Ainda assim, o Ice Cream Sandwich chega cada vez mais perto de ser uma versão “finalizada” do Android. A equipe passou um bom tempo refinando as coisas pequenas, como a opacidade do background das notificações (agora é translúcido, de modo que dê para ver a bandeja de apps atrás) e a alteração da tela de bloqueio para ficar mais parecida com a do Honeycomb (o Android 3.0, usado em tablets). Esta coleção de toques e floreios simples é que acaba formando uma mudança enorme na experiência do OS – um inteiro bem maior que a soma das suas partes.
Mesmo a fonte de sistema de Android foi reimaginada. Ela se chama “Roboto”, e estará em todas as partes do sistema que exibirem texto. Matias Duarte, o chefe de experiência de usuário do Android diz que a fonte serve a um propósito duplo: “ela é moderna, mas acessível”, com formas mecânicas sublinhadas por um “comportamento brincalhão”. Eu achei ela gostosa de ler, mesmo aparentando ser uma variação da Helvetica.
Para apreciar as maiores mudanças de interface no Ice Cream Sandwich, você precisa considerar que ele é essencialmente a união das interfaces de telefone e tablet do Android, dois designs de interface drasticamente diferentes, pensados para aparelhos de formato bem díspar. O novo OS torna obsoletos todos os botões de hardware que estão atualmente presentes nos smartphones Android, substituindo-os por teclas virtuais (como aquelas apresentadas no Honeycomb em fevereiro). Da mesma forma, os widgets de tela inicial agora podem ser movimentados e redimensionados, e estão organizados sob uma nova aba no menu de apps.
Em uma mistura de segurança com ludicidade high-tech, o novo “Face Unlock” usa a câmera frontal para escanear e verificar o seu rosto antes de dar acesso ao seu telefone. O recurso usa uma avançada tecnologia de reconhecimento facial desenvolvida pela Pittsburgh Pattern Recognition, uma empresa que o Google comprou no início deste ano.
Apesar do Face Unlock parecer muito bacana, não é sempre (ainda) que ele acerta. Ele funcionou três vezes das cinco que eu tentei, e falhou publicamente na hora de reconhecer o rosto de um empregado do Google durante a demonstração do ICS em frente à imprensa mundial. Mesmo assim, em caso de falha, você ainda pode usar uma senha ou padrão para desbloquear o aparelho.
O que é mais interessante do que um telefone que te conhece pelo rosto? Um telefone que se dá bem com os outros telefones. Usando a tecnologia Near Field Communications (NFC), será possível compartilhar coisas entre aparelhos Ice Cream Sandwich com o “Android Beam”. Basta encostar as costas do seu aparelho com as costas de outro para transmitir links, apps, imagens e o que mais os desenvolvedores permitirem no futuro.
O Google tem falado sobre os benefícios do NFC desde o ano passado, quando lançaram o Nexus S, afirmando que a tecnologia logo irá mudar a maneira como usamos os nossos telefones diariamente. Por exemplo, o Google Wallet – uma iniciativa de peso do Google, apoiada pelo CitiBank Mastercard, e em breve por outras empresas de crédito – permite o pagamento de compras em lojas com a simples apresentação do celular no caixa (supondo, claro, que o lojista tenha tenha um receptor NFC instalado).
Achei uma pena que o Lockheimer não conseguiu me mostrar o Android Beam em ação durante a minha visita, já que o Galaxy Nexus dele estava rodando uma versão diferente do Ice Cream Sandwich do que a que eu tinha rodando na minha unidade de demonstração. Mesmo assim, compartilhar sites entre aparelhos não é exatamente a característica do Android Beam que mais me empolga. Nós deveríamos todos estar mais interessados nas inovações relacionadas ao NFC que ainda não foram anunciadas.
Imagine ser capaz de adicionar alguém aos seus círculos do Google+ com um toque no telefone da outra pessoa. Ou talvez trocar informações de contato. Quem sabe, talvez no futuro um toque entre dois Android vai ser o suficiente para validar um casamento em Las Vegas. As possibilidades são infinitas e assustadoras.
Um monte de novos recursos “inspirados”
Entre todos os novos recursos que o Ice Cream Sandwich traz – e há muitos para falar sobre todos aqui –, alguns me pareceram um tanto… familiares. Como uma espécie de deja vu de interfaces.
Por exemplo, pegue o novo aplicativo de contatos, que foi redesenhado e rebatizado, ganhando o nome de “People”. Em vez de rolar uma monótona lista com nomes de pessoas, o People gera uma visualização que Duarte chama de “tipo uma revista”, com retratos dos seus amigos e conhecidos. E isso lembra imediatamente um dos melhores aspectos da interface Metro dos Windows Phones.
Também será possível arrastar um app e soltá-lo em cima de outro para criar grupos de apps. Onde a gente já viu isso antes? Ah, no iOS.
E sim, graças aos céus, será finalmente possível tirar screenshots apertando os botões de ligar e de volume simultaneamente. Pode não ser um recurso que todo mundo precise, mas é um verdadeiro presente de natal para quem passa boa parte do seu tempo de trabalho montando posts online sobre Android.
Mas de todos esses novos recursos que eu já vi em algum lugar, um dos meus favoritos é a inclusão de um gesto de “arrastar” que permite navegar para frente e para trás em diferentes páginas de ícones de apps. Isso já estava disponível no Honeycomb e no iOS, e agora chega a telefones Android. Ainda melhor, você consegue eliminar rapidamente elementos individuais do seu menu de notificações, em vez de ser obrigado a se livrar de todos de uma vez.
Eu comentei com Lockheimer como tinha achado alguns dos recursos novos bastante familiares. É importante mencionar que tanto ele quanto Matias Duarte já trabalharam em software para a Palm, que desenvolveu o webOS, todo baseado em gestos. O quanto do trabalho antigo deles – e também do trabalho de outras pessoas em outros OSs – “inspirou” o novo Android, por assim dizer?
“As pessoas esperam gestos hoje”, disse Lockheimer, acrescentando que a expectativa do público é influenciada por todas as plataformas, não apenas pelo Android. Ações como o toque longo para abrir um menu de opções continuam sendo parte do Android, mas novos movimentos baseados em gestos permitem aos usuários “muito mais ações do que eles têm conhecimento”. Em essência, as opções de acessibilidade do Android, apesar de estranhas, continuam disponíveis para os nerds e power users, mas agora será mais fácil para os novatos navegarem pelo sistema também.
E uma genial adição para aqueles que têm alguma dificuldade em lidar com seus planos de dados, o Ice Cream Sandwich vem com um app para monitorar o consumo de dados de maneira granular. Você pode ver exatamente quais apps estão usando mais banda, tanto de modo geral quanto em um dia específico.
“Este tipo de informação se converte em dinheiro de verdade”, diz Lockheimer.
Fotografia mais rápida
Minha discussão com Lockheimer lentamente migra para o veículo de lançamento do Ice Cream Sandwich, o Samsung Galaxy Nexus, e a sua câmera. Em termos de especificações puras, a câmera não é nenhum monstro: 5 megapixels já não impressionam mais ninguém. Mas Lockheimer diz que para esta câmera, pixels não são a parte importante.
“Em vez de entrar na guerra dos megapixels, nós quisemos dar às pessoas o que elas querem”, ele me diz ao ligar a câmera com um deslizar do dedão esquerdo na própria tela de bloqueio (outro novo atalho). “Elas querem tirar uma foto agora”.
Ele então faz seis fotos em rápida sucessão, com um intervalo de décimos de segundo entre cada uma. Eu nunca vi uma câmera de smartphone tirar fotos assim tão rápido. E eu sou experiente.
Acontece que assim que você termina de tirar uma foto, o telefone começa a salvar a imagem no background enquanto imediatamente te deixa tirar outra foto, sem esperar uma coisa terminar para liberar a outra. É rápido pra caramba, e a qualidade da imagem não sofre com isso, apesar da resolução ser padrão.
Ao final do nosso encontro, Lockheimer parece bem cansado. Ele passou o dia todo fazendo isso com diferentes jornalistas, todos querendo conhecer o novo sistema, e com certeza as mesmas perguntas foram feitas e respondidas o dia todo. Então eu tento perguntar algo inesperado: “Entre tudo o que você me mostrou hoje, de que você se sente mais orgulhoso?”
Ele pausa por um segundo, pensando. “É a coisa toda”, ele me conta. Não é uma resposta chocante, mas eu entendo a relutância de Lockheimer em escolher um filho favorito, ainda mais depois de ter trabalhado por tanto tempo para entregar o Ice Cream Sandwich ao mundo: horas e horas de programação, ajustes, testes e resolução de problemas, assim como quatro meses provando do próprio remédio em aparelhos de testes antes da estreia pública do OS em Hong Kong há alguns dias.
O recurso favorito é o sistema inteiro.
Novembro está chegando, o mês em que o Ice Cream Sandwich chega às mãos do consumidor, e com ele vem o verdadeiro teste do novo OS. Será que as pessoas ficarão cada vez mais com fome de doces ou adotarão uma dieta baseada em maçã?
Eu não arrisco um palpite, mas digo o seguinte: o Ice Cream Sandwich é macio, bem acabado e mais elegante que qualquer Android OS antes dele.
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O nome da foto acima é Blue Marble. É a imagem mais precisa e com maior resolução já tirada da Terra — até criarem a próxima geração da Blue Marble. Trata-se da mais famosa delas, já que ela é a imagem padrão do iPhone. Agora seu criador revelou todos os seus segredos.
Diferente da foto tirada pelo Apollo 17 e que mostra toda a Terra, a Blue Marble da NASA não é uma fotografia real. É uma composição criada com várias imagens. Uma representação sintética, mas precisa e incrivelmente límpida de nossa casa, criada por Robert Simmon:
Uma das melhores surpresas da minha vida foi ligar meu iPhone recém tirado da caixa e ver a imagem que eu fiz na tela. A Apple escolheu o Blue Marble como imagem padrão do fundo de tela, e eu não fazia ideia disso.
Simmon criou a imagem usando um mapa de 43.200 por 21.600 pixels da Terra, unidos por Reto Stöckli. Stöckli usou cerca de 10 mil imagens de satélite de 300 megabytes capturadas pelo satélite Terra durante um período de 100 dias. (Na época, o satélite Terra era o mais avançado sistema de monitoramento terrestre da NASA). Ele removeu todas as nuvens e deixou a imagem gigantesca e limpa. Depois, Simmon entrou na história e adicionou alguns detalhes: “para deixar a Terra mais realística, ou pelo menos do jeito que nós imaginamos que ela é, eu precisava trabalhar bastante.”
Ele usou as informações da NASA sobre os níveis de clorofila nos oceanos — que é “uma forma de monitorar o fitoplâncton — e fez a textura da água da Terra assim. Ao mesmo tempo, ele adicionou o gelo à textura base, criando a imagem acima.
Depois ele criou um “mapa de nuvens juntando cenas de 200 satélites” e também um mapa topográfico para adicionar elevação nas massas de terra. Ele colocou todas as texturas no Electric Image, um software 3D clássico de Mac que era popular na época, e a mágica começou a tomar forma. (Bônus ultra-hiper-nerd: o Electric Image foi usado por John Knoll, da Industrial Light & Magic, para criar cenas de batalha espacial na trilogia original de Star Wars.)
Aqui ele colocou o mapa em uma esfera, e renderizou imagens separadas de tudo: “terra e oceano, realce especular, nuvens, algumas márcaras de dia/noite, e neblina atmosférica”.
Finalmente, ele jogou as imagens no Photoshop e as combinou por horas e horas, “corrigindo e recorrigindo transparência, máscara de layers, matiz, saturação, cor e curvas para criar a imagem que eu imaginei na minha cabeça”. O resultado final é lindo. Uma bela e deliciosa mentira. [Earth Observatory]




Pescadores de Córdoba, na Argentina, encontraram uma traíra de três olhos em um reservatório alimentado pela usina nuclear local, o que sem dúvida irá complicar o desejo do dono da usina de concorrer a prefeitura da cidade.
Os pescadores dizem que a descoberta (que lembra bastante o Blinky, o peixe de três olhos dos Simpsons) está assustando os moradores que residem próximos aos reator. E ao invés de fazerem um culto com a pesca, e provavelmente ganhando os superpoderes do provável altíssimo nível de radiação do peixe, os homens decidiram deixá-lo ser testado por autoridades para ver se a mutação é mesmo consequência da usina nuclear. [Infobae via Geekologie]




“Eu entendo alguém querer ter milhões de dólares… mas quando você chega lá, eu devo admitir, o hambúrguer continua igual”
Esse Bill Gates é um fanfarrão mesmo. Em tese você não deve se preocupar em tentar ser um bilionário como ele; depois de um milhão, tudo fica meio igual. Será que Eike Batista concorda com a tese? [GeekWire via Gizmodo UK]




Caso você esteja movendo um app ou deslizando peças de um jogo na tela de seu smartphone, saiba que você está fazendo um movimento patenteado pela Apple. Sério, qualquer “gesto pré-definido” usado para destravar um celular está coberto pela patente 8.046.721, divulgada hoje. Confira toda a descrição da patente — apesar de ela estar cheia de termos indecifráveis — no The Register.




Ah, problemas de primeiro mundo! Entre suas variantes toscas, a zona morta onde o Wi-Fi não pega é uma das piores — como eu vou terminar de ver esses vídeos no YouTube? Quem me dera se minha rede pudesse se estender por quilômetros… Bem, ela pode.
Ou pelo menos é o que a Amped Wireless diz, com seu novo repetidor SR600EX Pro Smart, com 600mW que, segundo eles, estende a conexão em até 2,4 quilômetros. Então, sim, provavelmente você conseguirá conexão naquele canto da cozinha em que as barrinhas caem.
Mas mais importante, o repetidor da Amped pode transformar seu bairro todo em um hotspot Wi-Fi. Pense nisso: coloque o repetidor em seu apartamento. Se ele funcionar como o prometido (e como ainda não confirmamos os números, muita calma), você terá um incrível espectro de rádio por todos os lados. No parque. Nas ruas. Nas calçadas. Em seus cafés e bares favoritos. Você pode trabalhar de vários lugares diferentes com a mesma segurança de casa. Nada mau para um aparelho de US$180. [Amped via Engadget]



Vejam que coisa engraçada. Um dos comentários que recebi sobre os posts que escrevi ontem a respeito da confusão na USP foi este:
Reinaldo, de fato, era uma minoria. Estava lá quando a coisa começou. Entraram na nossa sala umas três vezes pedindo reforço contra os policiais. Ironicamente, a aula era sobre Karl Popper, e a adesão dos estudantes foi mínima… Preferimos acompanhar a aula até o fim.
Daniel
Sentiram, não? Trata-se de um estudante da USP – de verdade! Agora leiam o que me envia um senhora, ou moça, sei lá, que se identifica como “Alice”.
Não… não sou aluna da USP, mas moro ali perto e estava lá. A sua opinião é parcial e desinformada. Eu estava lá. O problema não está no cumprimento na lei. O problema está na forma como foi feita. Houve uma violência desnecessária. Nos lugares onde todo mundo sabe q tem assalto, seqüestro, roubos de carro, são escuros e sem segurança. Nesses lugares, a PM não quer ir… Deixa os estudantes e a comunidades desprotegidos. Pareceu mais uma ação política do que uma ação de uma guarda de segurança…
Comento
Não é estudante da USP, mas estava lá, Alice, durante o confronto? Fazia exatamente o quê? Buscava o “País das Maravilhas”? Certas áreas do campus são, sem dúvida, um bom lugar pra isso…
Eu estava mais lá do que você imagina! Os baderneiros atacaram a polícia, que só se defendeu. Há testemunhos, filmes, fotos…
Vejam, leitores, que coisa! Alice é um caso muito típico. Ela acha que a polícia tem de reprimir bandido, sim. Os mesmos que são alimentados pelo tráfico de drogas — e, pois, pelos consumidores.
Entenderam a ética da turma? Eles fumam maconha, e a polícia que saia caçando os bandidos que eles financiam.
Alice, você anda vendo o gato de um jeito estranho???