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Junho 13, 2008

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Postado por Rafael Prince

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Palavras-chave: cordel, poesia

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Junho 12, 2008

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Postado por Rafael Prince

um bom café em boa companhia

que mais posso querer neste lugar?

minha alma iça vela, asas cria

e parte sem destino a divagar

 

tal qual uma acrobata no trapézio

ligeira trepidando de improviso

mudando sempre o assunto, não há tédio

nem outra ambição que não o riso

 

por isso gosto tanto desses dias

conversas que se abrem par em par

mal percebo o relógio apressado

 

só lembro que sorria e que sorrias

idéias nossas tortas lado a lado

tão leves que se podem encontrar

 

 

Palavras-chave: poesia

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Postado por Rafael Prince

você e/ou eu

feliz(es) para sempre

Palavras-chave: poesia

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Postado por Rafael Prince

seus olhos fixos:

reflexos de uma mente tranquilizada

seu corpo etéreo:

uma dança de passos rasos

seus vãos sorrisos:

inocente sinceridade

beijos gratuitos:

provas de sua pureza destilada

Palavras-chave: poesia

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Postado por Rafael Prince

este impulso tímido

este estado trágico

- estúpidos, banais -

de esperança estanque

um despertar distante

ou pálido demais

Palavras-chave: poesia

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Postado por Rafael Prince

a noite é um olho torto sobre são paulo

de luzes lascivas e viadutos ateus

casais de namorados sob a brisa do metrô

o metrô...

pra mim ainda é um trem muito estranho

Palavras-chave: poesia

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Postado por Rafael Prince

eu lhe quero assim, relutante mesmo

provar seus lábios trêmulos de medo e o gosto

dessa lágrima que te corre o rosto

 

só assim, proibida indissoluta

sentir seu vão esforço

em fugir do meu corpo

sem aquele insosso sim

 

porque só é sonho o que se não tem

sua negação me sacia, o seu não me convém

Palavras-chave: poesia

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Setembro 28, 2007

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Postado por Rafael Prince

Poemas dos tempos de calouro (ou antes!)...

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Ode a George Bush

A tropa intrusa por petróleo enfrenta

Estupra um sofrido povo inocente

O sangue derramado a raiva horrenda

Clamores são calados, ó Inclemente

Insano, inculto, enquanto inconseqüente

Insulto o teu nome, ó Presidente

Lá na capital, teu pecado capital é sevir ao Capital

Decapita!

Decapita, é o Capeta, decapita!

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Soneto do Sonho

Sobre a colina o véu da névoa, o vento...

Respiro fundo por estar sozinho

Eu fecho os olhos, penso em teu carinho

E sobre o mim o céu, todo sangrento...

/

O sol se põe no róseo firmamento

Pensando longe, cá eu adivinho:

Beleza tal, qual calce de vinho,

Quem sabe põe alívio a sofrimento?

Mas veja, meu tormento é mais medonho

Amá-la sem um só sorriso ainda

E assim ficar vivendo um belo sonho...

E em sonho contempla-la sempre linda

Vindo inspirar-me o poema que componho

Por bem, por mal, um dia o sonho finda...

Te descobri

Tarde demais

Nada te dobra

Traumatizada

Toda tão tímida

Musica para um dia chuvoso (por um compositor que não sabe tocar piano)

Onde é que estás

Don't have me far

Faz sol lá se

Você voltar

Palavras-chave: Poesia

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Postado por Rafael Prince

Paródia publicada no jornal "O Pátio", em março de 2007, em protesto ao descaso da gestão do Centro Acadêmico XI de Agosto (Fórum da Esquerda) com a Casa do Estudante:

Era uma casa
abandonada
não tinha verba
não tinha nada

Ninguém podia
entrar nela não
porque o Fórum
fechou o portão

Se alguma coisa
acontecesse
a culpa era
do presidente

Ninguém podia
morar ali
eles diziam
que ia cair

Pra onde vão
ninguém sabe onde
na Rua Sapeca
número Onze

Rafael Prince - 4º NP
Membro da Academia de Letras
Morador da Casa do Estudante

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