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Autor Do fundo do baú
Rafael Prince
Rafael Prince

Set 28, 07

Poemas dos tempos de calouro (ou antes!)...

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Ode a George Bush

A tropa intrusa por petróleo enfrenta

Estupra um sofrido povo inocente

O sangue derramado a raiva horrenda

Clamores são calados, ó Inclemente

Insano, inculto, enquanto inconseqüente

Insulto o teu nome, ó Presidente

Lá na capital, teu pecado capital é sevir ao Capital

Decapita!

Decapita, é o Capeta, decapita!

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Soneto do Sonho

Sobre a colina o véu da névoa, o vento...

Respiro fundo por estar sozinho

Eu fecho os olhos, penso em teu carinho

E sobre o mim o céu, todo sangrento...

/

O sol se põe no róseo firmamento

Pensando longe, cá eu adivinho:

Beleza tal, qual calce de vinho,

Quem sabe põe alívio a sofrimento?

Mas veja, meu tormento é mais medonho

Amá-la sem um só sorriso ainda

E assim ficar vivendo um belo sonho...

E em sonho contempla-la sempre linda

Vindo inspirar-me o poema que componho

Por bem, por mal, um dia o sonho finda...

Te descobri

Tarde demais

Nada te dobra

Traumatizada

Toda tão tímida

Musica para um dia chuvoso (por um compositor que não sabe tocar piano)

Onde é que estás

Don't have me far

Faz sol lá se

Você voltar

Palavras-chave: Poesia

Em meio a tudo o que te cerca, enfim, um pouco de poesia ainda te resta, não sei se ainda a inflamar o seu coração.

E que pelo menos isso não se perca do tempo em que só sonhava ser o que hoje já começa a ser!!

Nem pracinha, nem sorvete, nem "simulação de estudo"(que muito já me ajudou).

Hoje .. Faculdade, terno, papéis, viagem pela zoropa(?)!

 A vida passa, os prismas são outros, mas o que você carrega dentro de você, é seu maior tesouro.

 

Abraço!


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