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Abril 17, 2012

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Ontem tivemos um dia muito especial no Fórum Espaço Público 2ª Edição, aconteceu no auditório da poli um dia inteiro de debates sobre o tema "Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural".

Conhecemos e reconhecemos muita coisa que está acontecendo por aí e é muito bom poder ouvir da fonte, dos olhos, espíritos e corações, bem a nossa frente, não há como evitar o envolvimento e ser seduzido pela possibilidade, ao alcance da ponta de nossos dedos esticados a diante, ao alcance de nossas ideias e sonhos, a possibilidade de fazer acontecer, de fazer parte e vivenciar a mudança.

Essa mudança está acontecendo e é muito bom poder acreditar nisso. Está acontecendo em diversas frentes e formas, nos fóruns, nos projetos sociais, na cidade, no campus, nas universidades, nas salas de aula, nos locais de trabalho, nos bairros, grupos e pessoas que cansaram de rodar em volta de seus umbigos, cansaram do individualismo e querem fazer parte de uma comunidade*, no verdadeiro sentido da palavra, um coletivo educador, coletivo de ação cultural, coletivo de desenvolvimento humano.

Essa vontade começa a transbordar no coração das pessoas e está ganhando espaço, na USP podemos sentir isso entre grupos de funcionários, professores e alunos que não aparecem mais como simples sonhadores, começam a ser vistos como atores, pessoas de ação, iniciativa, fonte e ferramenta para mudanças.

Sou otimista sim, e depois de ontem acredito mais ainda que a mudança está acontecendo o tempo todo, rápida ou pausadamente ela é inevitável e alcança todos os tipos de lugares e pessoas, absorvendo ideias e tendências ou entrando em embates. A mudança é real.

"Ampliar a sala de aula"

Tivemos a presença do Prof. Marcus Vinícius de Moura do Projeto Esporte Talento/CEPEUSP (http://www.educandopeloesporte.blogspot.com/), que trouxe a experiência da Cidade Educadora e com isso diversas questões sobre o Campus da USP:

É possível uma organização local compartilhada na USP?
Temos espaços de convivência/ de coletividade?
O que mobiliza os habitantes do campus?
Temos projetos coletivos?
Quais os princípios que norteiam o uso social no campus?
Tratamos o campus como parte da missão da USP?

"A transformação só acontece com ações educadoras"

Na fala do Prof. Marcos Sorrentino da ESALQ pudemos enxergar um caminho para:

O desafio da Sustentabilidade (deixar de lado as soluções simplistas e moralistas sobre sustentabilidade).
Inclusão radical de todas as diversidades.
Cidadania.
Processos > Projetos> Resultado > Objetivo
Formação de educadores/editores
Círculos de Cultura – Paulo Freire
Educomunicação
Estrutura educadora

¡  Investimento educador

¡  Atenção cotidiana com a vida – diálogo coletivo

¡  Apelo ao cuidar (Respeito)

¡  Cuidar pensando no todo

 

Os 6 passos:


1.
    Constituição de um coletivo educador com o objetivo de elaborar um projeto político-pedagógico (pactuar)

2.    Considerar as diferentes tribos de convivência

3.    Encontrar/criar mecanismos de diálogo

4.    Mapeamento e oferta de rico cardápio de oportunidades de aprendizagem

5.    Processo formativo para que as pessoas possam se apropriar das oportunidades e fazer parte do processo

6.    Monitoramento (acompanhamento) e Avaliação (visão crítica) continuada



“Ilha da Fantasia”

O Prof. Antonio Araújo da Eca/Teatro da Vertigem (http://www.teatrodavertigem.com.br/site/index2.php) trouxe a experiência do inimaginável, de como uma Ilha de Desordem e de Ordem podem coexistir num equilíbrio instável e sutil.

Uma experiência pedagógica de trocar com o departamento ao lado, de propor aos alunos um verdadeiro diálogo com o campus em sua arquitetura e significação. Propor a vivência de um campus como espaço de arte e cultura. Possibilitando o encontro com outras unidades, com diferentes e inusitadas pessoas, a troca, a relação, deslocando percepções e mudando a lógica do uso do espaço. Propondo uma OCUPAÇÃO artística. Surpreendendo com um bote salva vidas navegando na praça do relógio e fulminando na morte da rainha.

Trazendo a cidade ao campus e levando o campus à cidade.

A proposta: ocupação, diálogo, ação, reconhecimento, descoberta, transformação com/nas áreas externas do campus e da cidade.

“Campus X campo
impermeabilidade X permeabilidade
Virtualidade”

O Prof. Martin Grossmann da ECA num pensamento crítico-criativo em velocidade de internet2 trouxe a idéia de um campus de ação cultural. Acreditando que a ação cultural possibilita uma relação maior com o outro.

Questionou a educação como acontece na USP e como foi concebida pelos iluministas com forte hierarquia e pouca ou nenhuma flexibilidade, dificultando a interdisciplinaridade e a troca.

Colocou a importância da Visão Crítica da Sustentabilidade de forma a evitar radicalismos que possam aparecer numa espécie de Proposta Higienista, a exemplo do nazismo.

Eduardo Barbosa da Cocesp responsável pelo Programa Campus Sustentável e moderador da mesa de debates da manhã estava esfuziante com o Encontro, colocou suas questões, paixões e soltou suas pérolas: "Não basta estar perdido tem que participar".

“Confiança na produção coletiva”

O Prof. Menezes do Instituto de Física encantou com a possibilidade da “diversão como uma cultura importante” e da ideia de co-responsabilidade revestida de liberdade.

Alertou: os alunos estudam hoje e não fazemos idéia para qual mundo do trabalho de amanhã. Se não recuperarmos a comunidade, a co-responsabilidade seguiremos a caminho do Admirável Mundo Novo (livro escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932).

“Você sabia?”

A Profa. Elizabeth Saad da ECA ilustrou, provou e questionou.
A comunicação contemporânea não é linear.
Comunicação/vivência acelerada.
Melhor do que qualquer conclusão antecipada: assista ao vídeo.

“Uma outra moeda é possível”

O Prof. Gilson Schwartz da ECA/CTR com uma visão do campus como plataforma para a conexão global, com a Cidade do Conhecimento (http://www.cidade.usp.br/blog/), a moeda “Saber”, o 2º Encontro de Inclusão Financeira, trouxe exemplos reais de como a capacitação das pessoas e das instituições para as novas tecnologias pode transformar, e a importância de desenvolver competências para apropriação das oportunidades para o desenvolvimento e inclusão social.

“Um outro mundo é possível”

Chico Witaker (http://chicowhitaker.net/), da Comissão Brasileira Justiça e Paz e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, coloca algumas possibilidades diante do mundo em permanente mudança:

> Sobrevivência = nos adaptar as mudanças.
> “Um outro mundo possível” = nos associar à mudanças transformadoras.

> Rede: “ninguém que quer mudar as coisas muda sozinho”, diversidade, criatividade, co-responsabilidade, intercomunicação.
> Pirâmide: maldição – luta pelo poder, pisar em quem está em baixo.
> Organização: trabalhar/se relacionar com outros.
> Aprender a desaprender para poder mudar.

> Fórum Social de São Paulo – 9/11/2010 na FAU Maranhão.

> Consenso > colegiado > decisão > existem convergências > união da diversidade no respeito mutuo e no esforço coletivo X Cultura da Competição.
> Campus como espaço para uma rede de troca de saber, todo mundo ensina, todo mundo aprende.

Prof. Waldyr Coordenador da COSEAS e moderador da mesa de debates da tarde trouxe seu depoimento pessoal "A vaidade humana é o que está nos matando" e a experiência de grandes progressos no diálogo com alunos do CRUSP, mostrando como muitos dos dirigentes da USP estão abertos as mudanças.

 

 

* comunidade
co.mu.ni.da.de
sf (lat communitate) 1 Qualidade daquilo que é comum; comunhão. 2 Participação em comum; sociedade. 3Sociol Agremiação de indivíduos que vivem em comum ou têm os mesmos interesses e ideais políticos, religiosos etc. 4 Lugar onde residem esses indivíduos. 5 Comuna. 6 Totalidade dos cidadãos de um país, o Estado. 

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Uma tentativa de realizar a lição de casa que o Prof. Barco me passou.

O texto a seguir é baseado no poema "As crianças aprendem o que vivenciam" de Dorothy Law Nolte, tentando adaptar os versos à realidade que vivemos na Prefeitura.

Se os trabalhadores convivem com a mediocridade, aprendem a lastimar.

Se os trabalhadores vivenciam a mesquinharia, aprendem a se privar.

Se os trabalhadores vivem com a ameaça, aprendem a ter medo.

Se os trabalhadores convivem com a severidade, aprendem a transgredir.

Se os trabalhadores convivem com a ignorância, aprendem a cultivar intrigas.

Se os trabalhadores convivem com a injustiça, aprendem a calar.

Se os trabalhadores vivem com a tirania/ crueldade do poder, aprendem a tornar-se invisíveis.

Se os trabalhadores convivem com o investimento/ incentivo no ser humano, aprendem a confiar em sua capacidade e na instituição.

Se vivenciam a gratidão, aprendem a reconhecer o outro.

Se convivem com o comprometimento, aprendem a participar.

Se vivenciam a alegria, aprendem a ter vontade de realizar.

Se convivem com a informação, aprendem a entender suas responsabilidades.

Se vivenciam o apreço e a consideração, aprendem a valorizar as pessoas e seu trabalho.

Se convivem com a educação, aprendem a buscar o seu desenvolvimento.

Se os trabalhadores convivem com a liberdade de expressão, aprendem a criar e inovar.

Se os trabalhadores vivem com equilíbrio e harmonia, aprendem o que é sustentabilidade.

Se os trabalhadores vivenciam um ambiente de trabalho saudável, aprendem a gostar do que fazem.

Se vivenciam a compreensão, aprendem a ouvir, enxergar e respeitar.

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Na sexta-feira, dia 24/04, realizamos a 1ª atividade do Grupo de Oficinas da Coordenadoria do Campus. Eu estava um pouco apreensiva, todos estavam muito desconfiados da nossa proposta, tivemos que enfrentar alguns preconceitos e barreiras (no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho, e sempre terá, passamos por cima, de lado, uma empurradinha aqui, uma cutucada lá, rsrs).

Mas o 1º passo foi dado, de forma muito positiva conseguimos, um grupo de funcionários realizou uma atividade de qualidade, de baixo custo, de integração, divertimento e aprendizado, e o que é mais incrível, organizamos isso para os próprios funcionários, para o pessoal de base, eletricistas, marceneiros, pedreiros, auxiliares, secretárias, técnicos, diretores, entre outros, sem distinção.

Aprendemos que somos capazes, que temos valor, que existem pessoas super interessantes ao nosso lado, no nosso dia a dia, e que só precisamos abrir os olhos e dar um pouco mais de atenção para poder enxergar.

Assistimos um show de 1 hora na Praça Victor Civita, se apresentaram o saxofonista Raul Mascarenhas e as cantoras Fafá e Mariana de Belém, a escolha não poderia ter sido melhor, o espaço é extremamente interessante, trata de sustentabilidade, da reabilitação de um local que abrigava um antigo incinerador, de transformação e de revitalização. O show foi uma delícia, a mistura do clássico e discreto saxofonista com a alegria e a vitalidade estonteantes das cantoras. Perfeito para nos fazer lembrar que existe alegria sim, existem coisas boas e essas coisas podem ser feitas por nós, aqui.

Todos aproveitaram o espaço, o tempo, a alegria e força das músicas, o sol que persistiu entre as nuvens escuras, proporcionando um quentinho gostoso para abastecer nossas energias. E assim nos divertimos, nos surpreendemos e voltamos um pouco mais leves e otimistas para nosso local de trabalho.

Agradeço a todos que fizeram essa atividade ser possível. Várias pessoas adeptas ou não da proposta contribiram de alguma forma.

Contamos com o empenho de todos para que possamos continuar e contribuir cada vez mais para um ambiente de trabalho saudável, com qualidade e valorização das pessoas. Acredito fortemente que a cada atividade mais funcionários poderão participar, contribuir e quebrar barreiras.

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Outubro 20, 2009

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Uma sala de informática com acesso à internet para uso de todos os funcionários da COCESP.

O Conectespaço inaugurado no dia 22 de setembro está funcionando a todo vapor. Nele os funcionários, principalmente os que não trabalham diretamente com computador, tem acesso a internet, 20 minutos por dia, a diversos tipos de sites (e-mails, de informação e de entretenimento).

Desenvolvimento dos funcionários por meio da disponibilização de recursos para acesso à informação.

Alguns trabalhos que estamos desenvolvendo:

Sistema Marte.pdf

Plantão Conecte-se.pdf

Folheto da Inauguração:

22/09/09 – Início da Primavera

 

“Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada, que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....”

Florbela Espanca

 

Nada do que estamos apresentando aqui está terminado, é um trabalho coletivo e contínuo. Não está perfeito e o que falta pode ser a sua participação. Essas atividades só se tornaram possíveis porque contamos com a colaboração, consciente ou não, espontânea ou não, de muita gente. E muita gente trabalhando junta pode ser mais complicado, pode causar confusão, mas pode também resultar em flores... e quem sabe numa Primavera.

O propósito dessas iniciativas é valorizar o humano e o seu desenvolvimento. A frente das máquinas, computadores e ferramentas estão os funcionários da Coordenadoria e é importante que esses funcionários se reconheçam entre si. Quem sabe nesse caminho poderemos enxergar melhor qual é o nosso papel na COCESP, na USP e na sociedade.

Yuna Ribeiro – SRT/DRI

 

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Março 30, 2009

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EACH inaugura Estação de Tratamento de Esgoto

Adriana Cruz, da Assessoria de Imprensa da Reitoria

 

A Estação de Tratamento de Esgoto da EACH, que será inaugurada no dia 30 de março (Foto: Divulgação)

A Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) inaugurará, no próximo dia 30 de março, sua Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) para produção de água de reúso.

A Estação terá a capacidade de tratamento de esgoto de 100 metros cúbicos/dia, que são gerados pelo consumo diário de água potável nos prédios da EACH, nos três períodos de funcionamento da Escola.

Segundo o diretor técnico do Serviço de Gestão Ambiental da Coordenadoria do Campus da Capital, José Eduardo de Sá Sonnewend, a água de reúso produzida terá como parâmetro mínimo a decomposição de 90% da matéria orgânica presente no esgoto e receberá, em sua fase final, um processo de desinfecção por cloração, tornando possível sua utilização na irrigação de áreas verdes e lavagens de pisos.

“Com esse processo, haverá uma redução significativa no consumo de água tratada e, o mais importante, os 100 m3/dia de esgoto tratado e reutilizado, deixará de ser lançado, na forma bruta, na rede de coleta da concessionária, preservando o meio ambiente”, afirma.

Outro benefício importante apontado por Sonnewend é que os professores e alunos dos cursos de Gestão Ambiental e Licenciatura em Ciências da Natureza da EACH poderão utilizar didaticamente a Estação de Tratamento como campo de pesquisa e laboratório.

A cerimônia de inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto da EACH terá início às 9h45. A Escola está localizada à avenida Arlindo Bettio, 1000, em Ermelino Matarazzo, em São Paulo.

Fonte: http://www.reitoria.usp.br/reitoria/index.php?q=node/2&nome=noticia&codntc=23556

Palavras-chave: each, sustentabilidade, usp leste

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Setembro 25, 2008

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25/09/2008 - Trabalho

Parceria beneficia 30 pessoas, além de um auxílio mensal de R$ 435,75 mês, durante o curso

Num clima harmônico, de muita alegria e de total espírito de família 30 pessoas beneficiadas pelo Programa Operação Trabalho foram certificadas na última quarta-feira, 24, na 1ª fase do Projeto Fábrica Verde. Eles estão sendo capacitados na produção de composto orgânico, plantas ornamentais, jardinagem, manutenção de praças e jardins. Também aprenderão sobre formas associativas de empreendimentos, gestão de negócios e comercialização.

A iniciativa do projeto é da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, gestora de todo o trabalho, em parceria com a Secretaria Municipal do Trabalho, por meio do Programa Operação Trabalho (POT), que disponibiliza um auxílio transporte e alimentar no valor de R$ 435,75, e da USP, que cede o espaço onde é realizada toda a produção da matéria-prima, aulas teóricas e prática.

Os certificados foram entregues por funcionários, professores e também pelo secretário-adjunto da Secretaria Municipal do Trabalho Waldir Salvadore e pelo assistente técnico de direção da Universidade de São Paulo Eduardo José Siqueira Barbosa, numa cerimônia que mais parecia uma festa de fim de ano.

O secretário-adjunto falou do esforço de todos os envolvidos para a realização do projeto. “Um empenho muito sério de todos os indivíduos foi o resultado deste curso, que hoje encerra sua primeira fase”, explica Salvadore. “Vocês têm possibilidades concretas de trabalho, ter bons resultados e serem felizes. É só acreditar”, disse Salvadore.

O curso aconteceu de segunda a sexta-feira, com 180 horas. Folhas e galhos das praças e jardins da USP são as matérias-primas para a produção do composto orgânico. Os beneficiários vão passar por todo o processo começando pela produção da matéria-prima, que é a separação dos resíduos orgânicos; da adequação do local para a produção do composto e, por último, aprenderão a comercializar o produto final, além também do conhecimento do mercado consumidor direto e indireto - fluxo de caixa.

O assistente técnico de direção da USP Eduardo José Siqueira Barbosa, que se emocionou durante a cerimônia, deixou um recado aos formandos. “Espero que daqui saiam pessoas com mais formação em cidadania, além de bons jardineiros”. Babosa terminou sua fala citando uma frase do Hino Nacional que disse ter haver muito com os alunos do curso: “...dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada Brasil...”, finalizou com a voz embargada.

Na segunda fase do projeto Fábrica Verde os alunos irão para as aulas práticas, que será uma responsabilidade do engenheiro agrônomo Wagner Novais. Com 15 anos de experiência em paisagismo, Novais irá ensinar conceito de empreendedorismo e capacitar os beneficiários sobre a gestão de pequenos negócios. A segunda fase está prevista para terminar em 14 de novembro.
Um poema escrito pelos próprios alunos foi a forma de homenagear todos os professores.

Clique aqui e leia o texto na íntegra 

Fonte: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/trabalho/2008/09/0013

Palavras-chave: Fábrica Verde, Prefeitura

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Julho 24, 2008

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PROJETO FÁBRICA VERDE

Convênio entre a USP/PCO e a SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO

Seleção para participar de CURSOS DE CAPACITAÇÃO:

  • Manutenção de jardins e praças;
  • Produção e comercialização de adubo orgânico para plantas - produzido a partir de resíduos vegetais.

Data: 29/07/2008 (terça-feira).

Horário da inscrição e seleção: 9h00 ou 13h00.

Local: USP - Prefeitura do Campus da Capital - PCO - Rua Professor Almeida Prado, 1280 - Auditório DOV.

Quem pode participar: Homens e Mulheres a partir de 18 anos.

Benefícios: Além da capacitação o participante receberá bolsa-auxílio (valor aproximadamente de 1 salário mínimo).

Palavras-chave: curso, inscrição, projeto fábrica verde, seleção

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Julho 17, 2008

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APRESENTAÇÃO CARTOLANO USP 17.07

Contribuição: Rose e Juarez Neco - integrantes da CIPA/PCO.

Veja as fotos: http://stoa.usp.br/pco/files/966 Créditos: Sr. Tadeu - Inspetor da Guarda Universitária.

Em parceria, a CIPA e a Administração da PCO, organizaram uma palestra realizada hoje, 17 de julho de 2008 às 9h30, no Auditório do Instituto de Física, para tratar "Os aspectos legais e de prevenção da Segurança do Trabalho no âmbito da Administração Pública".

Foi convidado para ministrar a palestra o Engenheiro de Segurança do Trabalho Francisco José Cartolano. Formado pela UNICAMP onde atuou por 32 anos como engenheiro civil e na segurança do trabalho, trabalhando inclusive no HC de Campinas. Foi coordenador  do curso técnico de Segurança do Trabalho do SENAC e atualmente trabalha na empresa ATENTO S/A com a responsabilidade e metas de diminuir acidentes de trabalho.

Público alvo: Funcionários de todas as áreas da PCO, Chefes de Seção, Diretores e Gestores.

O principal objetivo da palestra foi conscientizar, tanto funcionários, como seus gestores, sobre a importância da prevenção do acidente de trabalho, como forma de proteger a vida de colegas e evitar problemas mais graves como sindicâncias, processos administrativos e até mesmo sanções legais.

O Prof. Dr. Adilson Carvalho abriu a palestra parabenizando a atuação do Presidente Neco e de todos os participantes da CIPA, falou um pouco sobre o que motivou a preocupação em tratar esse tema, destacando a obrigação do dirigente em atuar frente à prevenção e em assumir essa responsabilidade.

Alguns destaques da palestra:

 ·  Para que serve Segurança do Trabalho - para preservar a vida funcional dentro da empresa, para isso foram criadas diversas normas (NR 1 a 33) regulamentando condições de trabalho, equipamentos de proteção individual e coletivo, definindo o grau de risco de um local, etc.;

 ·  Objetivos - planejar, desenvolver programas de prevenção, proteger a integridade física e moral, evitar acidentes e ações contra a empresa, etc.;

 ·  Empresas terceirizadas – a empresa contratante é co-responsável em todo o processo, por isso é imprescindível conhecer e ser muito criterioso na escolha da empresa terceirizada, garantir se funcionários são bem preparados e tem  condições adequadas para trabalhar, supervisionar e documentar todos os processos, cuidados na elaboração de contrato, etc.;

 ·  No final da palestra diversos funcionários colocaram dúvidas em relação ao cotidiano de suas atividades como:

  • Uso e identificação de EPI;
  • Responsabilização em acidentes;
  • Na falta de EPI um funcionário pode se recusar a executar uma atividade;
  • Como proceder em acidentes;
  • Como proceder em caso de alcoolismo – 1º afastar funcionário de seu local de trabalho e depois procurar dar condições de tratamento e recuperação da doença;
  • Sempre que possível documentar procedimentos;
  • A CIPA tem papel determinante na identificação de problemas e na procura de soluções em conjunto com a organização. 

O Eng. Carlolano finalizou colocando-se à disposição para eventuais dúvidas e maiores esclarecimentos. Agradeceu o convite e a participação.

Neco, o presidente da CIPA, agradeceu a todos e o apoio da administração da PCO.

O Assistente Técnico Hamilcar, em nome do Prefeito, encerrou a palestra colocando a importância da segurança na cultura organizacional e pede que todos os presentes pensem nas informações prestadas para uma reformulação das práticas de trabalho.

Serviço: SESMT - Lei nº 6.514/77, Portaria 3.214/78 e NR 4 / Apresentação anexa.

Palavras-chave: CIPA, prevenção, segurança, trabalho

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