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        <title><![CDATA[Ramon Oliveira Beatriz : Itens do blog com os Tags engenharia de alimentos]]></title>
        <description><![CDATA[Blog de Ramon Oliveira Beatriz, hospedado no Stoa.]]></description>
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            <title><![CDATA[A IN16 e os Engenheiros de Alimentos]]></title>
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            <pubDate>Mon, 13 Dec 2010 02:54:23 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[ABIC]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[IN 16]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Instrução Normativa 16]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[café]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[classificador]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[classificação de café]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[coffee]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[engenharia de alimentos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[engenheiro de alimentos]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Olá amigos,</p>
<p>Sobre o post "<a href="http://stoa.usp.br/oliveiraramon/weblog/84820.html">E Agora José? - A Instrução Normativa 16 e o Café Nosso de Cada Dia</a>", alguns contatos me renderam temores e outros alegrias para mim.</p>
<p>As más notícias é como o Governo implementou sem muitas delongas e parâmetros bem definidos com o mercado a IN 16, que normatiza o café torrado e moído e qualifica parâmetros sensoriais com atribuição de pontos e separa o que pode ser comercializado ou não por uma pontuação mínima. Isso levará à mãos de empresas de classificação de grãos e vegetais mais clientes, e o programa assemelha-se ao PQC da ABIC - Programa de Qualidade do Café da Associação da Indústria de Café. O fato desse programa tornar-se oficilaizado pelo governo pode dar guia a serem extintos torrefadores de muita péssima qualidade, dado que poderia ser tratado também incentivando o topo da cadeia na função qualidade ao invês de aumentar o "mínimo" de qualidade, ou seja, nivelando por cima e não por baixo.</p>
<p>O que me deixa empolgado nessa empreitada é o quesito Análise Sensorial, área do conhecimento que vem sendo bem explorada pelo pessoal de Engenharia de Alimentos. A questão é que é possível Engneheiros de Alimentos tornarem-se Classificadores de Café, assim como diversos profissionais do gênero agroindustrial, agrícola e químico. Isso poderá provocar uma reação boa no mercado caso esses profissionais participem dessa demanda - e aí sim poderemos esperar uma efetiva melhora da qualidade do nosso café. Não estou desmerecendo os profissionais que já cuidam da qualidade do nosso querido café, mas que o mercado poderá ser abastecido com gente com pontos de vista diferenciados, com uma visão de mundo e de cadeia deferentes dos profissionais atuais, com sangue empreendedor e inovador e que, porque não, forçar uma atualização da Normativa e poder então incrementar a qualidade dos produtos disponíveis e até mesmo viabilizar muitas outras aplicações de café em outros produtos - a exemplo da empresa Georgia (lê-se Coca-Cola), exelente vendedora de "coffee in can" no Japão.</p>
<p>Aos meus colegas Engenheiros de Alimentos, bom café para vocês!</p>]]></description>
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