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maio 16, 2013

Artichoke Freekeh Risotto

artichoke risotto

“Risotto”, of course, means it’s made with rice. But “charred wheat stew” doesn’t sound as appetizing as it actually is. So with the creative culinary expression invokable by quotation marks, I’ll allying this recipe with it’s Italian cousin, risotto, because it’s made the exact same way. And for those who don’t have freekeh, and don’t want to scope it out, can make it the traditional way with rice.

Freekeh

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How to Prepare and Cook Artichokes

artichokes

It’s fresh artichoke season and I’m finding them piled up at my local market, practically tumbling off the stands. Last week, I stood there, putting one after the other in my market basket, where I took them home to admire the beauties on my kitchen counter. But they’re not just pretty to look at; artichokes are great in salads, risotto, pastas, and even on open-face sandwiches with a spread of fresh cream cheese and herbs.

Artichokes are not hard to prepare but they do take a bit of determination, which is why they’re most often eaten whole, and steamed. However there are those times when you want to treat yourself to just the artichoke hearts. And when the prices drop at the markets, and they’re in abundance, I don’t mind spending a little time preparing them.

Artichokes will brown almost the moment you slice into them, so you need to make an acidulated water to slip them into when you’re done trimming each artichoke. (They’ll still darken, but not as significantly as if you didn’t use acidulated water. And once cooked, the discoloration should disappear.) Be prepared for lots of leaves to toss out, and if you have a compost bucket, you’ll be making it very happy. Almost as happy as you’ll be when you find yourself with a pan of freshly cooked artichokes, seasoned with olive oil, garlic, and a scattering of fresh herbs.

Preparing Artichokes

2 lemons
4 cups (1 l) cold water
8 medium, or 6 large artichokes (about 3-pounds, 1,3 kg)

fresh artichoke

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maio 14, 2013

Strawberry Rhubarb Compote

strawberry rhubarb compote

Can we all agree to stop apologizing for rhubarb? No one apologizes for recipes that call for things like squid, marshmallow-flavored vodka, and green peppers. In fact, some times those things are actually celebrated rather than reviled. So I don’t know why rhubarb, the humble plant that springs to life after a long winter, is the recipient of occasional derision. But it’s time to stop.

Tulips in the Rain

I was wandering through a neglected garden in the countryside a few weeks ago, where not much was growing in the spring drizzle, except a few dewy tulips poking through. But right in the thick of things was a resplendent rhubarb plant, which saved the day. In the grand tradition of French “gleaning”, I yanked the stalks out of the ground, brought them home, and made a compote out of them. Free food? What’s not to like about that?

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maio 10, 2013

Vieux Carré / Nouveau Carré

Vieux Carré Cocktail

I know, I know. A Vieux Carré is supposed to have Peychaud’s bitters in it. As you can see, it was at the tippy top of my shopping list.

Vieux Carré Cocktail

But I went to four liquor stores that specialize in cocktail liquors and spirits and three didn’t have it. And the fourth, when I showed up, was inexplicably closed for some sort of fermeture exceptionnelle. There was no sign, no nuthin’, so I don’t know. I tried peering through the darkened window to see if they had the bitters but couldn’t tell and didn’t want to use up another precious day of my life since I had already spent three days on the “Peychaud’s Project”, and needed to move on with my life. Plus passers-by were starting to look at me funny as I began hoisting myself up on a fire hydrant and a drainpipe on the building, hoping to get a better look inside the closed shop.

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maio 08, 2013

Verjus Sandwiches

pulled pork sandwich

A friend who’s been living here quite long time once wondered aloud to me, why Parisians sandwich-makers weren’t more creative. I never really thought about it; because I buy sandwiches so infrequently, I’m really happy to have a simple, classic jambon-fromage with a smear of butter on a baguette. But I suppose if I ate sandwiches daily, like so many people now do, that I’d also want a little diversity between the slices. (In my defense, I’ll sometimes see if I can get goat cheese on my sandwich, rather than the usual Emmenthal.)

That probably explains in popularity of the Subway chain in France, who offers something different from the French classics. According to their website, they now have around 66 outlets in Paris. But I’m not joining the lines, though, because it’s where I had one of the worst sandwiches of my life back in the states. You’d think it’s pretty hard to f-up a sandwich. Thankfully, things have taken a turn for the better.

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Resultado do concurso CAMISETA DE MARKETING DE GUERRILHA GRÁTIS

Como o resultado do concurso cultural CAMISETA DE MARKETING DE GUERRILHA GRÁTIS superou muito a expectativa, com 47 emails enviados, nós resolvemos dobrar o número de premiados. Muitas respostas se repetiram, desta forma, procuramos eleger 1 resposta de cada linha diferente. Agradecemos a todos que participaram, as respostas foram muito boas e rimos bastante. Estas foram as 6 respostas premiadas: # Juliana Gaiba 1. A Ivete cantando duas músicas pregando por uma vida mais “simples”. 2. Silhuetas. blog_28_01_ivete1.jpg 3. Slogans. “Sense and simplicity” “Pega leve” 4. Ambos têm uma cor predominante. “Sense and simplicity” é mais carregado no azul (cor da marca Philips) e tem cores frias. O “Pega Leve” é mais amarelado, como a cor do produto. 5. Os vídeos parecem ter o mesmo formato em widescreen, com as barras pretas em cima e em baixo. 6. Mão interagindo com o produto. blog_28_01_ivete2.jpg 7. A música começa lenta, com Ivete quase “conversando” com o espectador, acompanhada por apenas um instrumento (“Sense and Simplicity” tem piano, “Pega Leve” tem violão) e vai num crescendo. 8. Gente relaxando deitada na grama. blog_28_01_ivete3.jpg 9. Alternância de cenas com corte seco entre elas. Elas ficam não mais que 3 segundos na tela. 10. Pessoas pulando, de braços abertos, se divertindo em grupo. blog_28_01_ivete4.jpg 11. Líquido num copo. blog_28_01_ivete5.jpg 12. Alguém fingindo que pedala. blog_28_01_ivete6.jpg 13. Um “Fulano” fazendo peripécias pra uma platéia de costas para o telespectador. blog_28_01_ivete7.jpg 14. Um cara fazendo uns passos que lembram break, sozinho. blog_28_01_ivete8.jpg 15. Pessoas apreciando ou interagindo com o produto em dois momentos: relaxante e animado. blog_28_01_ivete12.jpg 16. No fim do comercial, logo + slogan + site. blog_28_01_ivete10.jpg 17. Povo louvando a Ivete nos comentários [dos filmes no Youtube]. ###### # Edoardo "Doda" Vilhena Ivete X Ivete 1 - Os dois comerciais não exibem as pernas descobertas de Ivetão. Se a intenção era apelar "pro popular" e "nivelar por baixo", era melhor aplicar a Política É o Tchan de Entretenimento®: a música é ruim, mas a mulher é boa. 2 - Em ambos os reclames, podemos notar a exagerada presença do planejamento cri-cri, essa simpatia que agora reina na propaganda nacional. A presença cri-cri planner se caracteriza na compulsão de enfiar na idéia criativa todos os resultados de pesquisa, conceitos, estudos e observações que na teoria são lindos e cheirosos, mas que na prática são tão inócuos e enjoativos quanto perfume exagerado de atendimento. "O Focus Group disse que cerveja no verão lembra alegria, praia e amigos, um clima leve, pega leve, sacou, hã? É forte, tem pegada, heim?". 3 - O histórico de não fazer diferença das duas marcas também foi respeitado, assim como a cabeça do consumidor. "Se tecnologia é sinônimo de Sony, não é justo embaralhar a cabeça do consumidor nos posicionando como trendsetters. Vamos homens, convoquem Ivete, façam um jingle!". Já no QG Schin, o papo não foi muito diferente: "ei, eles descem redondo há anos e ninguém gosta da nossa cerveja mesmo, não é agora que isso vai mudar, não é mesmo? Vamos homens, me tragam Ivete, quero um jingle na minha mesa em 5 minutos!". 4 - Os dois clipes, digo, comerciais, também se mostram antenados com uma das grandes expressões em moda nos dias de hoje: information overload. "Uau, o filme ficou ótimo! Vai contribuir bastante na absurda quantidade de informação que o consumidor médio recebe diariamente e esquece assim que muda de canal ou vai fazer xixi! Vamos, me tragam esse mapa de mídia aqui, quero inserções, muitas inserções, entenderam? Uháháháhá, vamos levantar poeira!" (risada maquiavélica com intervencionismo ivetesco detected). 5 - O realismo é outro traço marcante dos filmes. O clima geral de otimismo, felicidade e bundalelê diz muito sobre a natureza do nosso povo, que nunca antes na história deste país viu tanta alegria junta em comerciais que não dizem nada. 6 - Outra qualidade das duas produções é a sua capacidade em alegrar os publicitários argentinos que, ao tomarem conhecimento de tais campanhas, têm cada vez mais certeza de ter nos ultrapassado como liderança criativa regional e mundial. 7 - Mostrando inovação e ousadia, os dois comerciais possuem em comum uma última característica: o elemento clichê-étnico-descolado mais utilizado na publicidade brasileira dos últimos 10 anos. Ele, o homem, a lenda: o afro-descendente de cabelo black power dançante e sorridente (no da Schin é mais difícil de encontrar, mas ele está lá, procure). ###### # Leandro Gabriel 1- Ambos exibem, exatamente aos 20s, pessoas pulando ou dançando. 2- Aos 23s o da Phillips exibe uma espécie de "espremedor" ou algum "juicer" servindo leite ou algo do gênero e o da Nova Skin, exibe aos 28s a cerveja sendo servida. 3- Philips, aprox. 36s, pessoa simulando pedalar, NovaSchin, 39s, pessoa simulando pedalar 4- Philips 42s, BBoy dançando Break, NovaSchin, 42s, idem 5- Philips 52s, pessoa desenhando com luz, NovaSchin 56s, pessoa desenhando com "bafo no vidro" 6- a receita Ivete Sangalo + música com batuque + gente feliz + cenas wear sunscreen style + (insira algum outro clichê que eu tenha esquecido aqui) by Publicidade 2007.1 7- Mashup dos dois videos tem? Tem sim senhor. ###### # Marcel Maineri Seguinte, quando eu li o post de vocês sobre a camisa da Espalhe eu pensei direto: vou participar! Alias, participaria até por um singelo adesivo.. :) Olhei os dois filmes pra procurar as 7 semelhanças neles. Eu ia fala sobre a forma que é usado o jingle para vender o produto em questão, exaltando as qualidade do cliente. A forma de como o jingle é feito para virar aquele chiclé de ouvido. A edição do filme mesclando cenas de dança, bundas, praias e amigos junto com os produtos. Os cortes bruscos (típica caracteristica pós-moderna) na edição dos filmes. Uma mescla de planos de filmagem, desde o close até o plano americano. Poderia falar sobre todas semelhanças dos dois vídeos em si. Mas não. Acho melhor falar sobre o que está por trás dos dois vídeos. Primeiro, dois vídeos com custo de produção altissímo. Os dois possuem diversas locações, modelos, e claro, o cachê da Sangalo. Segundo, a veículação. O plano de mídia dos dois vídeos são bem semelhantes. É só dar para o estágiario marcar um X em todos os horários nobres das principais atrações. Isso inclue o Fantástico, Novela III, Jornal Nacional, etc. Depois o estagiário pede pro diretor de mídia assinar e pronto! Tem também o BV. Sempre será melhor investir alto em um veículo que te repassa 15, 20% do dinheiro do cliente. Engordam os bolsos dos donos da agência, pagam salários, e garantem a ida a Cannes. Nem que seja só para passear. Outro fator é a Ivete. Ah, a Ivete. Toda a massa se identifica com ela. Gostam de axé, acham ela gostosa, voz bonita (?). É uma referência para essas pessoas. E Ivete vende. De cerveja, televisão, sandália, curso de corte e costura. O que ela pega ela vende. Isso é bom para o cliente e para agência. será? O fator chave de tudo isso é que aqui no Brasil o feijão-com-arroz da certo. Os dois vídeos são receita de bolo. Junte uma cantora famosa, um jingle grudento, uma edição bacana, com luzes e lugares que o povo diga "óhhh" e pronto. Manda ele pra rede Globo (plin plin) e feito o carreto. Os próprios diretores Nizan e Justus confirmaram que o feijão-com-arroz alimenta. Os bolsos deles, mas alimenta. Também, assim como vocês, gostaria que a tendência para 2008 fosse um pouco diferente. Que pudessemos ser remunerados pela nossa criação, e não pela bonificação por volume. Alías, criatividade é o único produto que temos para vender. Esperava também essa mudança no mercado, nem que seja um abrir de olhos para novos formatos, novas tecnologias, novas possibilidades de veicular uma mensagem com conteúdo. Quem sabe a abertura de novas agências com foco diferenciado assim como vocês. Para que no ano da minha formatura eu não precisasse trocar a minha vontade de trabalhar com conteúdo/relevância à me render ao trabalho de atendimento em uma grande agência qualquer. ###### # Henrique França | Beagle 1) Seqüências de imagens seguidas de cortes rápidos 2) Cenas do cotidiano que poderiam servir para qualquer campanha, intercaladas com imagens do produto. 3) Silhuetas clichês em fundos coloridos. 4) Ritmo crescente, a música começa devagar e vai acelerando 5) Passos de street dance e break (apenas pelo fato de ser plasticamente bonito) 6) A presença/voz da musa pop star vedete dos últimos dois ou três verões (quase como Ronaldinho Gaúcho na Copa do Mundo) 7) Falta de criatividade e ousadia para ir além do feijão com arroz na publicidade ###### # Michelly landin os dois comerciais: - não têm nada de criativo - mostram inclusão de pessoas - liberdade - movimento - diversão - simplicidade de ser / viver - os dois são clichês quero essa camiseta, adoro o fundamento que ela inspira. ###### Pedimos que os ganhadores enviem novo email (usando o mesmo email que enviaram suas respostas) com o tamanho da camisa e o endereço para entrega. abs,


PR Stunt e emboscada para Neutrogena

A NEUTROGENA trouxe para este verão o Fresh Cooling, filtro solar em aerosol que combina a proteção contra os raios UVA e UVB com a refrescância tão desejada nos dias de calor intenso. Para chamar atenção para este diferencial do produto, foram feitos 3 gelos gigantes, com 8 toneladas cada um, colocados na praia de Copacabana, no Guarujá, e na Berrini em São Paulo [veja o vídeo do derretimento abaixo] Além disso, estão sendo feitas emboscadas em frente a farmácias importantes com centenas de embalagens congeladas do produto, cada uma pesando 7 kg. blog_01_02_neutrogena_farma.jpg abs, Gfortes


Second Life para quem gosta de automóveis

blog_07_01_FiatSL.gif A Fiat lança hoje duas ilhas no Second Life. Desenvolvido pela AgênciaClick, o espaço virtual traz a primeira fábrica de automóveis on-line, onde bonecos operários apresentam o passo a passo da montagem de cada componente de um carro: chassi, transmissão, pneus, motor, bancos, carroceria e pintura. Na saída da fábrica, o usuário é convidado a dirigir o Punto numa pista que funciona como uma apresentação interativa. Ao final, o motorista descobre que a pista é na verdade um gráfico que mostra o crescimento da Fiat entre as montadoras no Brasil. Além da fábrica, as ilhas terão uma galeria de arte, museu com a história da montadora e os carros que fizeram a sua história, além de informações atuais dos modelos e da empresa. Os carros da Fiat ficam expostos em plataformas aéreas com telas explicativas que exibem outras informações. O auditório da Ilha Fiat foi projetado para ser palco de palestras, cursos, coletivas de imprensa e todo tipo de evento envolvendo platéia e conteúdo de áudio e vídeo. Uma recepcionista atenderá os visitantes, das 12h às 0h, para orientar, tirar dúvidas sobre a navegação no Second Life e apresentar os diferentes espaços da ilha. bjo, Elisandra Escudero


Um próspero 2008 [para a Ivete, para o Nizan e para o Justus]

blog_02_01_nizan_justus_ivete.gif A última edição do ano do jornal Estado de S. Paulo discutiu os desafios do mercado publicitário em 2008. A matéria afirma que “a publicidade brasileira atravessa um dos períodos de maior transformação da sua história. Estão ocorrendo mudanças profundas no modelo de negócios, no mercado de consumo, no modo como as pessoas se comunicam e na relação das agências brasileiras com os grandes grupos internacionais”. Para endossar esta tese e apontar o caminho a ser seguido, o jornal entrevistou os dois principais executivos do mercado, Nizan Guanaes e Roberto Justus, presidentes respectivmente do Grupo ABC, maior conglomerado nacional com 13 agências e mil funcionários, e do grupo Newcomm, com 7 empresas e controlador da maior agência brasileira em faturamento (boa parte em função de ter a conta do maior anunciante do Brasil, as Casas Bahia). A matéria de uma página foi dividida ao meio entre os 2 tycoons _ Guanaes diz querer ser a Vale do Rio Doce da publicidade brasileira e Justus se compara ao criador da Virgin, Richard Branson, um grupo com mais de 300 negócios _ mas traz apenas uma tendência para o mercado de comunicação e mídia. O que seria uma visão de futuro digna de dois executivos deste porte, com pretensões gigantes para seus negócios? Uma parceria com o Google para vender geladeira dentro do Orkut para os seus 50 milhões de membros? Uma rede de blogs segmentada e com uma audiência total maior que horário nobre da Rede Globo? Product placement em filmes e games com distribuição dos CDs grátis via camelô no estilo Tropa de Elite? Uma parceria com uma operadora de celular nos moldes da CBS Mobile para falar com 100 milhões de celulares? Um novo modelo de negócio baseado em valor e não em BV? Nada disso. A tendência apontada pelos gênios da comunicação nacional é que as agências que faturam muito com o modelo “quanto mais o cliente gasta, mais a agência ganha” vão continuar defendendo este modelo no ano que vem, no outro ano também e enquanto puderem e os clientes aceitarem. O interessante é que para justificar este mesmo modelo, os dois executivos usam teses completamente opostas. O dono da “Vale da propaganda” se apoia no discurso nacionalista do país continente, que não precisa se dobrar ao dumping internacional, como ele chama os alinhamentos de conta. Para Nizan, este modelo que vem de fora é injusto para as agências brasileiras, pois “fraciona, estabelece os birôs de mídia, acaba com a BV, estabelece hot shops. O que acontece nesse cenário?” Sobra muito pouco dinheiro para as agências do Nizan, que diz ser “natural, dentro da dinâmica do capitalismo, que cada player defenda seus interesses. Devemos fazer em condições iguais e defender a nossa lógica”. “Sir Richard Justus”, por ser associado a um dos 4 grandes grupos internacionais e, ao mesmo tempo, ser a agência do maior anunciante brasileiro, que vende para o povão, tem um discurso complemente diferente. Resumindo, para Justus o brasileiro é burro e não estamos preparados para estas coisas modernas que acontecem no exterior. Em suas palavras, Sir Justus diz que a “modernização que se dá lá fora não é igual ao que acontece aqui dentro. Temos que tomar cuidado. A grande massa de consumo não tem condição de absorver a tecnologia do jeito que ela é oferecida lá fora. A televisão aberta continuará sendo o canal de consumo de mídia, e isso é totalmente diferente do que acontece no resto do mundo. Não vou falar com o público das Casas Bahia através de mensagens de celular, mas sim pelos comerciais televisivos que tem resposta imediata. Ainda vou vender muita cerveja pela televisão”. Ou seja, se depender dos homens mais criativos e antenados do Brasil, 2008 será um ano de prosperidade para a Ivete Sangalo que vai continuar vendendo muita TV Philips e muita cerveja Nova Schin. Além de muito shampoo, muito cartão de crédito, muito sabonete, muito apartamento, muita sandália. E também será um ano de prosperidade para as agências de propaganda, apoiadas nas comissões recebidas das poucas empresas brasileiras de comunicação, a maioria delas com concessão do Estado. E se o povo continuar a pedir a cerveja da Ivete ou a TV da Ivete, mesmo depois que a Ivete mudar de marca, é porque os profissionais de Marketing da empresa Ivete Sangalo são muito bons. Aos guerrilheiros, ainda que 2008 não seja um ano tão pró$pero quanto o da Ivete, o do Nizan e o do Justus, esperamos que todos nós saibamos aproveitar esta paralisia mental das agências de propaganda _ motivada não pela falta de qualidade dos seus profissionais, mas sim pela grande quantidade de dinheiro gerada por este modelo de negócio engessado _ para criar conteúdos surpreendentes, modelos de negócios inovadores, ações mais inteligentes e continuarmos crescendo nos corações, mentes e orçamentos das grandes marcas. Aos leitores que nos acompanham há cinco anos, agradecemos a discussão dos conceitos e replicação das idéias. Aos clientes da Espalhe e da Fan em 2007, agradecemos por, de alguma forma, pensarem diferente: Klabin Segall, Microsoft, Cyrela, Coca-Cola, Agência Click, Fesa, Warner Channel, Johnson&Johnson, Whirlpool (Brastemp e Consul), Vale, Conspiração Filmes, Escola Panamericana, Tetra Pak, Museu Lasar Segall, Procter&Gamble, Jack Liberties, Citroën, Danone, Satya Mandir, Agra, Editora Zeiz, Rossi, IdeiasNet, Cury, Editora Digerati. E para inspirar a nós todos, pegamos esta frase na revista Wired de dezembro:

The future of advertising isn't writing better slogans or using cool photography or video. It's creating interactive stories people can explore over their phones, on the web, maybe even through a flash drive hidden in a bathroom. It's a new art form.
Abraços e feliz ano novo, Gfortes Leia a matéria do Estadão: introdução / parte do Nizan / parte do Justus


Emboscada na São Silvestre

quenia.jpg O Clube Atlético Mineiro começou 2008, ano do seu centenário, comemorando no alto do pódio com marketing de emboscada. De acordo com o site do clube: "o Atlético já iniciou as comemorações do seu Centenário. Patrocinados pelo Galo, os quenianos Robert Cheruiyot e Alice Timbilili foram os vencedores da 83a Corrida de São Silvestre, a mais tradicional do Brasil, disputada na tarde desta segunda-feira (31) de dezembro. O Clube vinha conversando com os atletas há alguns dias, por meio de uma empresa de marketing. Ambos subiram ao pódio com a bandeira atleticana. Segundo o presidente Ziza Valadares, essa ação é o marco zero das comemorações do cem anos do clube alvinegro". Só que os quenianos negam terem sido patrocinados. Segundo o corredor, eles receberam as bandeiras quando subiam ao pódio e diz "que não recebeu dinheiro nenhum e só pegou a bandeira porque sabia que era de um clube e por gostar de futebol". O detalhe mais engraçado (para os torcedores do Atlético) é que o favorito para ganhar a corrida era Frank Caldeira, vencedor da última prova, e patrocinado pelo Cruzeiro, clube arquirival do Atlético. frank.jpg abs, Gfortes


Tá chegando a hora...

Vai comemorar a virada de ano com sidra? Tá maluco!? Cafonice dá azar. Pegue a dica abaixo para fazer um Champagne Cocktail com a Pin'up e tenha um 2008 maravilhoso. Saiba mais sobre o blog da Pin'up. Tudo de bom, Gfortes


Conta outra 8 - os 5 maiores videos virais de 2007

blog_27_12_virais_2007.jpg O Financial Times publicou uma relação com os 5 vídeos virais (com presença de marca) mais assistidos em 2007. A contagem foi feita apenas no Youtube. # Cadbury - Gorilla Drummer com 5 milhões de views + várias "user generated versions" - lançado online em agosto/2007 - agência: Fallon. # Smirnoff - Green Tea Partay com 3.4 milhões de views - lançado online em agosto/2007 - agência: JWT, New York. # Ray-Ban - Catch Sunglasses com 3.2 milhões de views + "user generated content" - lançado online em maio - agência: Cutwater. # Blendtec - Will it Blend? iPhone com 2.7 milhões de views (apenas a versão do iphone, pois os virais Will it blend? passaram dos 20 milhões desde novembro/2006) - lançado online em julho/2007 - agência: produção própria. # Lynx/Axe – Bom chicka wah wah com 2.6 milhões de views - lançado online em maio/2007 - agência: BBH, Copenhagen. Veja todas viral lists do Blog de Guerrilha, baixe pro iPod e não fique sem assunto na mesa de bar. abs, Gfortes


"O escritório é um lugar chato, onde pessoas fazem coisas chatas"

Parece que a onda agora vai ser ter servidores em casa. Tudo bem que você pode fazer isso com o seu PC mais antigo, mas você vai deixar os seus vizinhos com mais inveja se comprar um Windows Home Server novinho em folha. Para explicar os benefícios de ter em casa um computador que até então só era comum em empresas, a Microsoft criou um “especialista” no estilo Márcia Goldschmidt. Ele comanda programetes “Casos de Família” debatendo a entrada deste novo elemento na vida das pessoas. Eles até criaram um livro infantil explicando para a garotada que ter um servidor em casa não é nada do outro mundo, que isso acontece até mesmo nas melhores famílias. É claro que o conteúdo do livreto não é para crianças (afinal as crianças de hoje já entendem muito mais de servidores do que nós), mas sim uma forma de mostrar de um jeito leve e descontraído para o adulto médio o que é isso e que vale a pena ter um. Enfim, 3 de 5 estrelinhas possíveis para o bom humor e formatação do conteúdo. E 2 de 5 caveirinhas possíveis por não deixar um pouco mais explícito que trata-se de um site comercial. Capricharam tanto que é bem capaz de um adulto médio (principalmente americanos telespectadores da Fox News) confundir o que é dito ali com um conteúdo espontâneo. []´s Mr Wagner


Camisa de Marketing de Guerrilha GRÁTIS

blog_27_12_fimdeano4.jpg blog_27_12_fimdeano3_f.jpg Inspirada no cartaz do filme "quero ser john malkovich" e em um conceito "emboscada-viral-de-guerrilha", a Lady Shampoo _ uma das principais artistas do Camiseteria que também tem trabalhos no gringo Threadless _ criou a estampa da nossa camisa de fim de ano. Se você curtiu a estampa, é leitor fiel do blog de guerrilha e quer ficar gatinho(a) como os modelos da foto, esta camisa pode ser sua _ GRÁTIS _ para gastar onda de guerrilheiro. A mecânica é muito simples: # Assista aos dois comerciais abaixo da cerveja Ivete e da TV Ivete. # Encontre 7 semelhanças entre eles. # Mande a resposta por e-mail. # As 3 melhores respostas recebem _ GRÁTIS _ uma camisa da Espalhe em casa. # Concurso válido até 21/01/2008.


Naked

faris.jpg Ótimos insights na entrevista do diretor de planejamento e “Digital Ninja” da Naked, Faris Yakob, para Mauricio Mota, no Meio & Mensagem de 14 de janeiro. Eu destaco 3 respostas de Faris que resumem os nossos fundamentos desde que começamos, há 5 anos, como a primeira agência de Marketing de Guerrilha no Brasil: #1. Funciona? Não sei, nunca foi feito antes: Os clientes com os quais eu trabalho sabem que as coisas estão mudando e querem realmente se envolver no processo. Mas eu acho que essa vontade é bloqueada pelo processo, pela inércia: “Ah, eu só preciso apertar aquele botãozinho, de onde sai aquela campanha, e está tudo bem resolvido”. É mais fácil. E ainda mais porque, se as coisas novas nunca foram feitas, não há cases para embasar, não há precedentes. “Faris, isso vai funcionar?”, não sei. “Isso vai dar dinheiro?”, não sei. Não é preguiça, é difícil mesmo para eles, que precisam justificar as idéia para os acionistas. #2. Fee pela idéia e não comissão por veiculação: A força da Naked é não ter nenhum vínculo com a estrutura de comissionamento tradicional (produzir propaganda ou comprar espaço) e cobrar um fee pelas idéias e estratégias, o que nos permite recomendar uma estratégia sem qualquer vínculo com nosso modelo de negócio. A neutralidade é uma das fundações da Naked. Os sócios simplesmente disseram: “se você ganha dinheiro fazendo TV, revista e rádio, você provavelmente indicará esses meios quando uma empresa trouxer um problema para ser resolvido”. Começaram a cobrar pelo que têm de mais valioso e podereso, que é o pensamento estratégico e criativo. #3. Comprar espaço x fazer algo interessante: O erro é que a maioria das agências encara a internet e o celular como canais, como lugares para colocar mensagens. Mais um modo de comprar espectadores. E não é um lugar para se comprar espaço, e sim uma plataforma. É redundante você simplesmente comprar audiência na Internet: aplicar o marketing de interrupção num meio ativo em que você controla as experiências não faz sentido. A marca precisa ganhar o direito de ter essa atenção durante a experiência do usuário, fazendo-se útil ou valiosa o bastante para acompanhá-lo. Crie um serviço, crie um aplicativo. A internet é um mercado de atenção viva. É global, reage em tempo real, e a única coisa que é alocada nela é a atenção. Se você faz alguma coisa que mereça esta atenção, as pessoas vão te seguir. Você não compra isso. Você investe para que seja interessante o bastante para as pessoas alocarem esse tempo em você. Uma pesquisa mundial feita sobre o nível de confiança mostrou uma coisa importante: a confiança em marcas e instituições caiu e a confiança em pessoas aumentou. Então, na internet, a confiança numa marca é difundida em escala exponencial, pois as pessoas espalham que vale a pena investir atenção nela. abs, Gfortes

via Blog de Guerrilha


Depois de Bush, a guerrilha

blog_11_01_USA_myspace.gif Antes de tudo vou logo avisando: não sou especialista em política americana. É bom avisar porque, como surgiram uma série de experts em aviação meses atrás, de repente iremos ver uma inundação de "sabe-tudo" deitando falação sobre o pleito mais acompanhado do mundo. O legal das eleições deste ano é que estão totalmente indefinidas. Você pode até apostar num candidato, mas barbada não tem. Isso significa que todas armas serão utilizadas por quem deseja ocupar o posto mais poderoso do planeta. E de repente o país que tem maior potencial bélico, maior poder de mídia, maior "um monde de coisa", se vê invadido por guerrilhas. Tanto entre os republicanos quanto entre os democratas, a guerrilha tem feito diferença. Tido por muitos como o único republicano que consegue aliar experiência com possibilidade de mudança, Ron Paul vai deixando de ser um candidato de segundo time para cada vez ganhar mais relevância. Nas prévias pela Web, seja no TechCrunch, Digg, MySpace, onde for, não tem para ninguém, o cara leva tudo. Para alguns analistas, os resultados são pouco significativos, não serão convertidos em votos por serem gerados a partir de cliques de adolescentes. Claro que essas votações não correspondem a um retrato político perfeito. Óbvio. Daí a ignora-las é demais. É o mesmo que jogar por água abaixo tudo o que se fala sobre web 2.0, conteúdo gerado pelo usuário, colaboração... Na minha opinião é muito válido o debate para entender como Paul consegue votações tão expressivas na Web e, por se tratarem de links de muita popularidade, como esse buzz repercute na campanha. blog_11_01_USA_youtube.gif No entanto o grande nome da chamada nanomídia é o senador Barack Obama. Sem o poder de fogo do comitê de Hillary Clinton, ele teve que encontrar seu caminho pra se destacar na luta por visibilidade. Virou guerrilheiro. O candidato é uma onipresença. Não há plataforma colaborativa que você entre que não encontre suas pegadas. Ou melhor: que não encontre as marcas publicadas e reforçadas a cada momento por verdadeiros exércitos voluntários que engrossam mais a cada dia as suas fileiras. Aproveitando do apelo de seu discurso entre os jovens, Obama já mobilizou 225 mil pessoas apenas no Facebook, pauta a imprensa pelo Twitter, não poupa esforços para "estar perto" de seus eleitores. blog_11_01_USA_facebook.gif Aos outros candidatos só coube uma atitude: correr atrás para também tentar ocupar espaço dentro dos micro-targets. Sites como o PresidentialWatch e Tech President [de onde tiramos estes gráficos, que parecem de bolsa de valores, mas mostram a presença nas redes sociais dos candidatos] estão acompanhando redes sociais, blogs, vídeos no YouTube, toda a movimentação espontânea da campanha. Estamos apenas no começo. O primeiro efeito concreto é que com a ação desses guerrilheiros a expectativa é grande para que a participação dos jovens em 2008 seja a maior já registrada. É a primeira vitória dos guerrilheiros americanos. Vem muito mais por aí. Abs, Hélcio "Cearoca" Brasileiro Fundamental Vídeo-Conteúdo


E o viral chegou em Hollywood!

killwithme.jpg Estréia nos EUA no dia 26 de janeiro o filme Untraceable, que promete um olhar bacana sobre os fenômenos virais da web. A trama é sensacional: um sórdido assassino fez um site que está diretamente conectado com um sistema que injeta veneno em sua vítima. Quanto mais pessoas entrarem neste site, mais veneno é injetado, acelerando a morte do coitado. Tudo é transmitido ao vivo pelo site que, como o próprio título do filme sugere, tem algum esquema ninja para não ser rastreado pelos agentes do FBI. Veja o trailer aqui. E o grande dilema que os agentes do FBI enfrentam: se a url do site se espalha na rede, um abraço. A curiosidade e a morbidez dos “internautas” ia deflagar o famoso “efeito viral” e fazer os acessos do site explodirem. É claro que eles não engoliram mosca e o site existe de verdade: http://www.killwithme.com, que já funciona como elemento viral para divulgar o próprio filme. Só digo uma coisa: se a url vazar e mesmo assim o FBI conseguir salvar a pele do maluco, esse vai ser um dos filmes mais mentirosos da história de Hollywood. Mais do que True Lies. Mais até do que os documentários do Michael Moore. No mundo real, qualquer um nesta situação morreria em menos de 3 segundos. Na escala de viralidade que vai 0 a 5 Katilces (famosa escala KTC), a artimanha deste serial killer aí ganharia 392 KTCs. []´s Mr Wagner


Rafael Ziggy usa Marketing de Guerrilha. E você?

Não perca esta oportunidade: você ainda tem 5 dias para participar do concurso cultural que entregará, para as melhores respostas, 3 camisas exclusivas de Marketing de Guerrilha GRÁTIS, com estampa desenvolvida pela designer Lady Shampoo. Até agora recebemos 33 e-mails apontando as 7 semelhanças entre a Cerveja Ivete e a TV Ivete. blog_17_01_ziggy2.jpg Rafael Ziggy doou o seu cachê para a trupe do Vale9Conto almoçar novamente no NYC-NYC.


Protesto nas Marginais dos rios Tietê e Pinheiros

blog_24_01_pet.gif blog_24_01_pet2.gif Ainda em teste, o primeiro PET gigante que fará parte da próxima instalação do artista guerrilheiro Eduardo Srur já chamou a atenção da imprensa. abs, Gfortes


Ócio no Campus Party Brasil

logocp.gif A maior festa tecnológica do mundo começa amanhã em São Paulo. São esperados pelo menos 3 mil nerds de todo o Brasil na Bienal do Ibirapuera a cada dia e noite, já que serão fornecidas barracas para quem for falar e ouvir as conversas sobre robótica, astronomia, blogs, modding etc. Uma equipe do Blog de Guerrilha e do Ócio 2007 acampará lá durante os 7 dias para produzir o zine O BLOGO sobre o evento, que será distribuído pela manhã, diariamente, para os campuseiros acampados, junto com um suquinho ou achocolatado em embalagem Tetra Prisma, da Tetra Pak. O Ócio 2007 também está oferecendo duas facilidades aos interessados: # A programação do Campus Party para baixar no seu Outlook # Avisos de "não perturbe" para colocar na Barraca. Existem avisos prontos como o “Só estou se for para a Dani Koetz” e a possibilidade de personalizar o seu aviso. abs, Gfortes


maio 06, 2013

Dave and Kate’s Chocolate Brownies

kate's brownies

Where I grew up, we were neighbors with the Hepburn family. They were very nice people and were considered “walkers”, those curious people who live in suburbia that walk, rather than drive everywhere. We used to see them walking all the time and we’d always give them a wave. And then, we’d hit the gas pedal and keep driving.

We didn’t mingle much, and I didn’t see the most famous member of their family since she lived down by the seashore. Perhaps it was a mixed blessing that she didn’t live all that close because she was reputed to be a handful at the neighborhood meetings where she lived, and was said to be pretty sharp with a retort. But I don’t deal in celebrity gossip and as they say in New England, “High fences make good neighbors”, and we all kept to ourselves. Although word has it that she made excellent brownies, which I never got to sample from her oven, unfortunately.

chopped almonds for brownies

Years later, when I went to chocolate school in Belgium, I asked why unsweetened chocolate, which we frequently use in recipes in America (especially brownies), wasn’t easily available – or used – in Europe baking as well. And the folks at Callebaut Chocolate Academy didn’t really know either but told me that almost most of what they made was for the American market.

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Gluten-Free Baking and Substitutions

I’m thrilled when folks want to make recipes from this site and my books, including those who are gluten-intolerant or have celiac. However I’m the first to admit that gluten-free baking is not my area of expertise. So I can’t usually say how and what to substitute in recipes that call for wheat flour.

Wheat flour acts as a binder in recipes and gives cakes and cookies, the gluten gives doughs and batters structure. Broadly speaking, if a recipe has just a small amount of wheat flour, such as 2 to 4 tablespoons (20-40 g), you can often just swap out another flour. I like flours such as buckwheat, chestnut, quinoa, corn, and oat flours, because they are “natural” tasting and go well with most other flavors and ingredients used in baking. Note that some of those flours may be processed in a facility that processes wheat flour, so always check and make sure that the flours you are purchasing are gluten-free, especially oat. Other substitutions include nut flours (also called nut “meal”) as well as corn and potato starch. If the recipe calls for more flour than that, I recommend using one of the work-arounds, listed below.

I generally assume that people who are gluten-free, and bake frequently, know better than I do how certain ingredients and substitutions will behave in recipes. So I often defer to gluten-free bakers since most have work-arounds that they have success baking with. Here is a round-up of tips, suggestions, and recipe that should help gluten-free bakers find an appropriate swap-out for wheat flour.

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maio 03, 2013

Simplest Beef Curry

beef curry recipe

I’d read a rather head-scratching review of a book that I was very fond of from the day it landed in my apartment. Burma: Rivers of Flavor is a cookbook that has been haunting me ever since I opened it up and leafed through the pages. It was written by Naomi Duguid, a seasoned cookbook author who traveled throughout the country before the change in political climate. She travelled by foot, bike, train, boat, and whatever, culling recipes from home cooks, market vendors, and restaurateurs.

Before I got the book, I didn’t know much – actually, I did’t know I knew anything – about Burmese food, aside from my meals at a so-so restaurant when I lived in San Francisco. But her book reveals much of what had been hidden from Westerners for so long. And before I even took a knife to a shallot, I combed the pages thoroughly, getting completely wrapped up in her journey and cultural observations as she coaxed out the recipes, presenting the nuances of a somewhat particular style of cooking.

shallots Thai Mortar and pestle

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maio 01, 2013

Le Rubis

Les vins du mois

After all this time you’d think that I would have figured out how to go back to older postings here on the site, update them, then bring them up to the front. Because if things change on a subsequent visit, or if I hear something major has changed, I like to make sure we’re all in the same loop. But not being so tech-savvy, I decided just to start with a clean plate after a recent visit to Les Rubis, even though not much has changed since my last visit. In fact, I don’t think anything has changed since my first one, which was probably decades ago.

One thing I am better at, though, is keeping up with Pam Williams, who I met almost about ten years back when she was launching Ecole Chocolat, her online chocolate school. She lives in Canada, but comes to Paris annually with her students, and it has become our tradition to have lunch together. No matter what is happening, or how crazy my life is, Pam and her husband’s visits have become one of the few calming presences in my life. (It might help that last time they gave me a spa gift certificate, since I was in the middle of a rather torturous remodel.) But I really mostly enjoy their annual visit because they’re such nice people (trés canadienne) and are funny, we can openly talk about anything, and they’re just all-around good dining companions. Oh yeah, and she also brings chocolate along.

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abril 29, 2013

Lebanon

meat pastries

The Middle East is a pretty fascinating place, and on this visit – as well as others – I am constantly surprised by what I experience there. Although we often see snippets of it, our images of the region are usually negative; people are fighting or yelling or demonstrating. Glimpses of people going about everyday life aren’t especially easy to come by outside of these countries. Because situations change seemingly daily, it’s not always possible to go to certain places when you want to travel to them. But fortunately, the time was just right for me to go to Lebanon.

Lebanese woman with fruitlamb
green almondsLebanon beach

The first thing you notice in Lebanon is that the people are quite friendly and as I started writing this post about my trip, two young boys are playing around me at the airport while my flight home is delayed (for nine hours!), gingerly saddling up beside me, touching my computer screen with curiosity. In western countries, we are afraid of people and we’re told not to talk to strangers. And if someone came over to you in the airport and touched your computer screen, you might have a coronary. Or deck them.

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