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Fevereiro 2009

Fevereiro 02, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10044/especiais/no-escritorio-d

EspeciaisA partir de projeto de pesquisa que estudou acervo pessoal do escritor, livro disseca processo de produção literária e traz novos elementos para a reflexão sobre seu trabalho, discutindo cada uma de suas obras infantis

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10045/especiais/medicao-dos-imp

EspeciaisPesquisadora da Embrapa desenvolve método para avaliação dos impactos de inovações tecnológicas. Software pode ser baixado gratuitamente pela internet

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10046/divulgacao-cientifica/fal

Divulgação CientíficaEstudo feito com 300 pares de gêmeos identifica relação genética entre problemas do sono em crianças e o desenvolvimento de depressão

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10047/noticias/engenharia-e-des

NotíciasProfessora da Feagri/Unicamp é destacada em publicação da Academia Real de Engenharia do Reino Unido sobre desafios dos países em desenvolvimento

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10048/agenda/1-workshop-lnls-2-

AgendaNos dias 10 e 11 de fevereiro, em Campinas (SP), evento divulgará o projeto de uma nova fonte de luz síncrotron de alto desempenho para o Brasil

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10049/agenda/1-simposio-de-ofta

AgendaAspectos bioquímicos no exercício físico e influência na função visual será um dos temas apresentados de 19 a 21 de março, na capital paulista

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http://www4.usp.br:80/index.php/meio-ambiente/16115-nesa-estu

Sustentabilidade
Núcleo da FEA estuda formas de conciliar exploração econômica e preservação ambiental
 Os assuntos investigados pelo Núcleo de Economia Socioambiental (NESA) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP são grandes e interessam cada vez mais aos governantes e à população. Amazônia, biocombustíveis e desenvolvimento sustentável são alguns dos temas pesquisados pelo núcleo, que, apesar de recente (foi criado em 2006), atrai cada vez mais o interesse de alunos e pesquisadores.

Danilo Igliori, um dos professores que fazem parte do NESA, diz que o destaque crescente dado a esses temas foi o motivo imediato da criação do grupo. Mas ele ressalta que a economia do meio ambiente é, há décadas, objeto de pesquisa de docentes da faculdade, como Ricardo Abramovay e José Eli da Veiga. Hoje ambos integram o núcleo. “Embora fossem próximos, os dois professores desenvolviam os seus projetos científicos individualmente”, afirma Igliori, completando que a função de um núcleo de pesquisa é exatamente essa: facilitar a integração, a cooperação entre os pesquisadores.

Um exemplo dessa cooperação é a participação de Igliori e Abramovay na elaboração da edição referente a 2008 do Relatório de Qualidade Ambiental do Estado de São Paulo, divulgado anualmente pela Secretaria do Meio Ambiente. Eles estão dando suporte técnico para o relatório, que avalia uma enorme gama de informações: gerenciamento do lixo, poluição, destinação de recursos financeiros para a área, disponibilidade dos recursos hídricos no estado, entre outros. De acordo com Igliori, o principal problema socioambiental do estado é este último: o fornecimento de água para seus grandes contingentes populacionais.

Biocombustíveis
Apesar de possuírem linhas de pesquisa diferentes, os professores juntam seus esforços para estudar certos temas. Um exemplo: Igliori, juntamente com Fernando Postali e Joaquim Guilhoto, investiga os impactos ambientais da expansão do etanol como matriz energética. Seus possíveis efeitos negativos vão da expansão da fronteira agrícola na direção da Amazônia ao aumento do preço de alimentos.

Igliori diz que ainda não é possível afirmar se essas consequências serão significativas, mesmo em um cenário em que a produção de etanol cresça bastante. “O que a gente percebe é que, no Estado de São Paulo, houve um movimento muito rápido de expansão do etanol, que deslocou as atividades agrícolas para o sul do Mato Grosso, por exemplo. Se isso vai continuar até chegar à Amazônia, não sabemos.”

Agronegócio desperta atenção de pesquisadores do NESA
De qualquer forma, o pesquisador acredita que é irreal apresentar o etanol produzido atualmente como substituto das “energias sujas”. “Em algum momento, se os biocombustíveis forem uma alternativa importante aos combustíveis fósseis, serão outras gerações tecnológicas, que fundamentalmente resolvam esse problema de intensidade [do uso] de terra.” Ele aposta no chamado etanol celulósico, produzido a partir de partes não comestíveis dos vegetais (no caso da cana, utilizando o bagaço).

No ano passado, o NESA promoveu um ciclo de seminários sobre o tema. O núcleo realiza eventos como esse constantemente, normalmente com foco voltado para alunos de pós-graduação. Alguns são dados em parceria com dois núcleos de pesquisa da FEA que tratam de assuntos correlatos: o Nereus, que estuda economia regional e urbana, e o Complex, o Núcleo de Pesquisa em Economia e Complexidade.

Ensino
A primeira realização do grupo quando foi criado, em 2006, foi a criação da disciplina de graduação “Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais”, oferecida aos alunos do curso de economia. “Não havia [essa disciplina] na grade. É um curso que já foi dado na década de 80, por alguns anos, e depois parou de ser oferecido”, explica Igliori.

No ano passado os professores do núcleo organizaram uma disciplina de pós-graduação voltada para o tema, e neste ano entrou o primeiro aluno de doutorado em economia socioambiental propriamente dita. Igliori diz que são poucos os alunos de economia cursando a disciplina.

Como o estudo sobre o meio ambiente é altamente multidisciplinar, há muitos pós-graduandos de outras áreas do conhecimento. O professor considera esse um fato positivo, mas lamenta a escassez de economistas evolvidos com a temática. “Pelas características do curso, ele é bem voltado para economia. Então nosso desafio é convencer os alunos de que alguns deles deveriam dedicar tempo ao tema, fazer sua especialização nessa área.”

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/15979-simposio-na-escol

nippel
Simpósio na Escola de Enfermagem trata de decisões e cuidados no final da vida
O simpósio Decisões e Cuidados no Final da Vida, com palestras e mesas-redondas sobre o tema, será realizado na Escola de Enfermagem (EE) da USP nos dias 27 e 28 de março. O evento é direcionado a estudantes e profissionais da área da saúde e promovido pelo Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa em Perdas e Luto (Nippel). No dia 27, a programação inicia às 15 e vai até às 18 horas. No dia seguinte, as atividades começam às 8 e terminam às 18 horas.

O custo varia entre R$ 50 e R$ 100. As inscrições vão de segunda-feira (2) a 20 de março e devem ser feitas na Secretaria de Cultura e Extensão Universitária da EE, que fica na Av. Dr Enéas de Carvalho Aguiar, 419, Cerqueira César, São Paulo (próximo à estação Clínicas do metrô).

Mais informações: (11) 3061-7531, site www.ee.usp.br/simposio/nippel

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16117-iniciativa-dev

inctc
Novo instituto reúne grupos de pesquisa em células-tronco
Apesar de relativamente recente, a pesquisa com células-tronco já está bastante segmentada no Brasil. Com o intuito de reunir várias linhas em um único grupo foi criado recentemente o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular (INCTC), coordenado pelo professor Roberto Passetto Falcão da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Segundo o professor a ideia é “agregar instituições com diferentes competências sobre um mesmo tema”, no caso, as células-tronco e a terapia celular.

O assunto células-tronco entrou em discussão em 2005, após a criação da Lei de Biossegurança, do mesmo ano, e sua contestação poucos meses depois pela procuradoria geral da União. O trabalho com as células-tronco é, de certa forma, um ramo da chamada terapia celular que é a utilização de células em terapias e tratamentos. Estas células podem estar em diferentes estados de maturação e diferenciação. Um exemplo de utilização de células maduras na terapia celular são as transfusões sanguíneas. O Instituto contudo irá pesquisar formas de terapia celular utilizando somente células-tronco.

Sobre as pesquisas, o professor afirma que de início deverão ser estudadas a utilização das células no tratamento de diabetes mellitus, esclerose múltipla e para a doença do enxerto versus hospedeiro. As duas primeiras são doenças degenerativas e a terceira está relacionada a complicações em transplantes de medula.

Falcão também explica que não será estudado apenas o tratamento de doenças com células-tronco, mas também todo o funcionamento dos diferentes tipos de células e seus processos de diferenciação.

Equipe
O INCTC tem origem principalmente no Centro de Terapia Celular (CTC) ligado à USP de Ribeirão Preto. Com a formação do Instituto foram agregados mais cinco grupos de pesquisa ligados ao Instituto de Biociências (IB), à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), à Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), todos da USP, além do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto Evandro Chagas (IEC) do Pará.

Como afirma o professor, cada instituto tem uma competência diferente. Os grupos instalados na Capital paulista e os do Rio de Janeiro foram os primeiros do País a desenvolver pesquisas com células-tronco embrionárias. Já as pesquisas da FMRP estão mais desenvolvidas em relação ao uso de células adultas. Em Pirassununga as pesquisas estão focadas na clonagem de células e no Pará no estudo com primatas.

Como os centros de pesquisa já estão constituídos fisicamente a verba cedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ao Instituto servirá para o custeio de equipamentos, principalmente.

Educação continuada
Além das pesquisas, o INCTC pretende desenvolver um projeto de educação continuada. Nos cursos de pós-graduação latu senso serão treinados professores de ciência e biologia da rede pública estadual do ensino fundamental e médio.

Os cursos terão 70% de suas atividades à distância e 30% presenciais. O projeto já foi implantado em Ribeirão Preto a partir do CTC e deve ser estendido a outras cidades do estado. Segundo o professor, a proposta é “transferir o conhecimento produzido no Instituto à sociedade.”

Mais informações: (16) 3602-2336, com o professor Roberto Passetto Falcão; site www.hemocentro.fmrp.usp.br/projeto/inct/

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16118-cipa-do-h

trabalho
CIPA do HCFMRP promove jornada de educação e prevenção
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCRP) realiza no dia 12 a primeira Jornada da CIPA-Campus em Educação e Prevenção. O evento contará com a participação de palestrantes das áreas do Direito Previdenciário, Fisioterapia, Administração, Psicologia e Meio Ambiente. As apresentações das palestras estarão voltadas para a qualidade de vida no trabalho e no meio social.

A participação é aberta aos profissionais do Hospital e também da área de segurança e de CIPAs do campus da USP em Ribeirão Preto e do Município. Além de receberem certificados de participação, os servidores inscritos também poderão efetuar suas inscrições para candidato a membro da CIPA do HCFMRP, na próxima gestão, durante a realização da Jornada.

A programação está agendada das 8 às 16h30 no Anfiteatro do Centro de Educação e Aperfeiçoamento Profissional (Ceaps). As inscrições gratuitas, poderão ser efetivadas no Ceaps, ou pelo telefone (16) 3602-2721. O Ceaps fica na Av. Bandeirantes, 3900, Campus da USP, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-2721

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16119-secretari

ibirapuera
Secretaria apresenta projeto final para nova sede do MAC
A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo apresentou na última semana o projeto final para a nova sede do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, que ocupará os nove andares do prédio onde hoje está o Detran. As demolições já estão em curso para que as obras sejam finalizadas até dezembro deste ano. O edifício está localizado na região do Parque do Ibirapuera (Zona Sul de São Paulo).

Nas novas instalações serão 34 mil metros quadrados de área total, dos quais 7.409 metros serão dedicados apenas para exposições, o que permitirá a exposição de praticamente todo o acervo do museu. Hoje, apenas 5% das peças conseguem ser apreciadas pelo público.

Do térreo ao quinto andar serão instaladas as salas de exposição do acervo do MAC. O sexto e o sétimo andares ficarão reservados para a o administrativo. No último andar, o oitavo, existirá um restaurante com uma cúpula, que possibilitará ter uma vista panorâmica para o Parque do Ibirapuera. Um galpão que fica atrás do prédio será transformado em reserva técnica do museu e um auditório com 400 lugares. Este último ficará totalmente pronto na segunda etapa das obras, sem data para entrega.

O decreto que determinou a mudança do museu foi assinado em julho de 2007 pelo governador José Serra. Desde então, as Secretarias de Estado da Cultura e da Segurança Pública vem trabalhando em conjunto para concretizar a mudança.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Cultura

Mais informações: (11) 2627-8162 / 8243, na Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Cultura

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16120-reumatologia-do-h

HC
Reumatologia convida portadores de diabetes para pesquisa
O Serviço de Reumatologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) recruta portadores de diabetes do tipo II, para pesquisa sobre a efetividade da suplementação de creatina, acompanhada de atividade física, no combate dos efeitos da doença. Para participar, o interessado deverá ter mais de 40 anos de idade, não fazer uso de insulina e estar acima do peso.

A creatina é um nutriente formado por três aminoácidos específicos e que também é achado em vários alimentos, como a carne vermelha, peixe, entre outros. Atualmente é o suplemento esportivo mais utilizado pelos atletas. Os voluntários serão submetidos a exames clínicos e ao programa de exercícios físicos, num período de três meses, sob supervisão de professores de educação física, médicos e nutricionistas.

As aulas acontecerão três vezes por semana, nos períodos: manhã, tarde e noite. Elas serão realizadas no Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia (Lacre) do Instituto Central (IC) do HC, à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155, 4º andar.  Os interessados deverão ligar para o telefone (11) 9619-5511. Inscrições também podem ser feitas pelo email gualano@usp.br.

Mais informações: (11) 3069-6000

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Fevereiro 03, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10156/especiais/sol-para-agua-l

EspeciaisCientistas usam nanotecnologia para criar equipamento de desinfecção da água com base na luz solar. Objetivo é auxiliar comunidades carentes e atenuar impactos das mudanças climáticas no acesso aos recursos hídricos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10157/especiais/energia-que-vem

EspeciaisIan Forbes, da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, destaca o potencial e os desafios para os próximos anos da pesquisa em energia solar

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10158/divulgacao-cientifica/mol

Divulgação CientíficaPesquisadores norte-americanos descobrem valas que apontam a existência de água no estado líquido em Marte há apenas 1,5 milhão de anos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10159/noticias/academicos-afrob

NotíciasRevista Ethnos Brasil, da Unesp, coloca em debate temas como a presença do professor negro em sala de aula e a construção etnocêntrica do conceito de cidadania

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10160/agenda/1-simposio-interna

Agenda“Geração de energia a partir de resíduos de animais” será um dos eixos temáticos a ser discutido de 11 a 13 de março, em Florianópolis

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10161/agenda/8-simposio-naciona

AgendaEvento da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental ocorrerá de 29 de março a 2 de abril, em São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10050/especiais/tematicos-tem-n

EspeciaisEntre as novidades estão a alteração da duração para até 60 meses e a possibilidade de solicitação de Bolsa de Doutorado Direto como item de orçamento

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10051/divulgacao-cientifica/cus

Divulgação CientíficaEstudo feito nos EUA avalia impactos econômicos de biocombustíveis para a saúde e o meio ambiente: custo do etanol de milho pode ser até duas vezes maior que o da gasolina

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10052/noticias/usp-entre-as-100

NotíciasUniversidade de São Paulo sobre 26 posições e é considerada a 87ª melhor do mundo pelo ranking Webometrics, que avalia conteúdos publicados na internet

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10053/noticias/40-vagas-na-fran

NotíciasInstituto Nacional de Pesquisa em Informática e Automação (Inria) seleciona professores e pesquisadores para postos de trabalho em oito centros de pesquisa em ciência da computação e matemáticas aplicadas. Inscrições vão até 16 de fevereiro

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10054/noticias/mudancas-climati

NotíciasRevista Scientia Agricola, publicada pela Esalq, lança número especial com 15 artigos sobre o tema “Agrometeorologia e doenças de plantas”, com participação de cientistas de seis países

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10055/agenda/research-advances-

AgendaSimpósio no dia 19 de fevereiro, no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, na Cidade Universitária, será precedido pelo Curso Latinoamericano de Imunologia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10056/agenda/simposio-internaci

AgendaEncontro será realizado na Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp, campus de Botucatu, de 25 a 27 de março

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16116-seminario-dis

nev e iri
Seminário discute Brasil e Itália na Conjuntura Internacional
O Núcleo de Estudos da Violência (NEV) e o Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP promovem na segunda-feira (9) o seminário América Latina, Brasil e Itália na Conjuntura Internacional: Desafios. O palestrante será o professor José Luiz del Roio, ex-senador da Itália.

O evento acontecerá às 10 horas, no Auditório Lupe Cotrim da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária. É necessário confirmar presença pelo e-mail rafael.felice@nevusp.org.

Mais informações: rafael.felice@nevusp.org

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16121-qminuto-uspq-t

física
Minuto USP traz trechos da palestra de Prêmio Nobel na USP

Nos dias 14 e 16 de janeiro, o professor e físico norte-americano William D. Phillips, Prêmio Nobel de Física em 1997, esteve no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e no Instituto de Física (IF), no campus de São Paulo, onde ministrou aulas públicas, mostrando alguns fenômenos físicos, através de uma linguagem dinâmica e compreensível para o público em geral. As apresentações fizeram parte da programação comemorativa dos 75 anos da Universidade. Confira, nessa edição do Minuto USP, produção da TV USP, trechos da apresentação do professor Phillips.

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16122-investigada-no

Física
Pesquisas em gravitação quântica no IF lidam com os grandes enigmas do universo
 
Teoria das supercordas, gravitação quântica, supersimetria. Estas palavras, que soam como idioma estrangeiro para a maioria das pessoas são, na verdade, partes da física teórica. Perguntado sobre os maiores desafios deste campo, o professor do Instituto de Física (IF) da USP, Victor Rivelles, hesitou durante alguns segundos. Afinal, são tantos os degraus a serem superados e "nós" a serem resolvidos numa área que se preocupa com temas tão intrigantes que é difícil enumerá-os – e pode-se, sem erro, dizer que pesquisá-la já é em si um desafio. Mas um dos temas que mais têm instigado os físicos nas últimas décadas é a criação de uma "teoria de tudo", que possa elegantemente descrever leis universais válidas para todas as situações sem cair em paradoxos ou inconsistências. Uma destas teorias é o foco de uma rede internacional e de um projeto temático coordenado por Rivelles no IF: a gravitação quântica.

Toda natureza, em nível microscópico, é bem descrita pela mecânica quântica, pela qual se pode compreender, por exemplo, as propriedades dos átomos, de seus núcleos e de partículas menores como os elétrons. "Temos uma descrição bem eficiente e sabemos de maneira até bastante profunda o que acontece entre distâncias bem pequenas [o chamado 'modelo padrão' da teoria quântica]. Por outro lado, há também uma ótima descrição do que ocorre a distâncias muito grandes: as interações que se passam entre os componentes do sistema solar, da galáxia e do próprio universo", explica Rivelles. Essa teoria que procura explicar como os objetos se comportam a distâncias muito grandes é chamada relatividade geral, e teve seus princípios desenvolvidos por Albert Einstein.

Mas, segundo o professor, quando se tenta unificar as duas teorias citadas, chegando-se a uma terceira que ache os efeitos da mecânica quântica na relatividade geral, encontram-se inúmeras incoerências. Isso foi descoberto na década de 1950 e largamente formalizado na década de 1960. "Da maneira como foram concebidas, estas duas grandes teorias que emergiram no século XX são inconsistentes entre si. Entre vários outros impedimentos, não se pode, por exemplo, aplicar a relatividade geral nas situações em que há uma quantidade muito grande de energia envolvida, como é o caso nas proximidades de um buraco negro [estrela de grande densidade que possui um campo gravitacional extremamente forte, de maneira que a própria luz é atraída para dentro dela, e não é refletida, tornando a estrela invisível, apesar de ter sua existência detectada por outros métodos]. O centro do buraco negro também não pode ser tratado do ponto de vista da relatividade geral, pois é uma singularidade, isto é, um local em que as leis da física não podem ser aplicadas de maneira convencional, em que as teorias precisam ser ampliadas".

A área de gravitação quântica procura justamente resolver o problema de compatibilizar os dois grandes campos teóricos, modificando a relatividade geral – já que os postulados da mecânica quântica, de acordo com Rivelles, não podem ser alterados. "Várias pessoas, inclusive o próprio Einstein, que não aceitava a mecânica quântica senão como uma teoria provisória, tentaram isto sem sucesso. A única teoria de unificação que obteve êxito, que é a teoria de cordas, vai modificar a relatividade geral."

       
  Representação de um átomo e as partículas de que é formado.   Esquema do tecido espaço-tempo curvado pela massa dos corpos, como descrito na relatividade geral.

As leis que regem a interação entre as partículas subatômicas, a distâncias mínimas uma das outras, são descritas pela mecânica quântica. Já às leis que regem as forças de interação entre objetos maiores, como a atração gravitacional entre os corpos celestes, são descritas na relatividade geral. A teoria de cordas, de que faz parte a gravitação quântica, unifica estas duas grandes vertentes, antes incompatíveis, modificando a relatividade geral.

A teoria de cordas
A base da teoria de cordas é assumir que os objetos fundamentais da natureza, como as partículas subatômicas (quarks, elétrons, fótons, neutrinos), não são pontuais, mas sim objetos estendidos unidimensionais denominados cordas. "Quando se toma, por exemplo, um átomo, sabe-se que ele não é indivisível, mas composto de outras partículas. As cordas, pelo contrário, não são compostas de mais nada, são indivisíveis. E uma corda não é só um quark, só um elétron ou só um fóton; pode ser qualquer um deles dependendo, no momento, da forma em que estiver oscilando. Neste sentido é que as partículas conhecidas seriam como que vibrações de uma única corda".

A teoria das cordas ou supercordas ainda não foi confirmada experimentalmente. "Ainda não há como testar a teoria na prática, por isso trata-se de uma proposta. Entretanto, ela apresenta bastante consistência interna: consegue descrever a relatividade geral [que inclui a gravidade], e consegue ao mesmo tempo descrever o que conhecemos das partículas elementares [a mecânica quântica] sem resultar em nenhum problema teórico."

Experimentos que comprovem a existência das supercordas demandam quantidades extremamente grandes de energia. Nem mesmo o acelerador de partículas LHC, inaugurado em 2008, com funcionamento previsto para este ano – e que é o laboratório com maior energia disponível no mundo hoje – consegue alcançar o patamar de energia necessária para saber se os objetos são mesmo feitos de cordas. Ele só poderá ajudar a corroborar a teoria de cordas se ocorrerem coisas muito inusitadas nos experimentos, como explica o professor. "A teoria de cordas postula que existem mais dimensões no universo do que as que conhecemos: seis ou sete além das dimensões espaciais e do tempo. Se surgirem evidências da existência destas dimensões, será um ponto favorável à teoria de cordas. Mesmo que não se possa dizer se ela está completamente certa ou errada, já será uma mostra que estamos no caminho certo."

Relevância
Para quem acha pouco importante o estudo de questões tão abstratas como as que Rivelles aborda, o professor tem uma resposta. "Se olharmos para os países desenvolvidos, veremos que todos investem em ciência básica. Não há nenhum país desenvolvido que se possa apontar que não possua grandes laboratórios ou conjuntos de cientistas cuja única finalidade seja estudar coisas que não tenham aplicação direta nenhuma. O que eles desejam é simplesmente compreender como o universo funciona."

De acordo com o professor, para se perceber como o Brasil está perdendo esta corrida, é só comparar sua situação com o que está acontecendo na China, que já está construindo um acelerador de partículas. Lá já foram montados vários centros de pesquisa fora da universidade. As pessoas contratadas só trabalharão em pesquisa, não sendo obrigadas a dar aula – uma coisa, de maneira geral, impensável no Brasil. "O governo chinês sabe que este é um passo essencial para a nação que deseja ter uma indústria forte e competitiva. Não há como desenvolver apenas pesquisa aplicada sem a formação de pesquisadores que possam investigar como o universo funciona e difundir este conhecimento", argumenta.

Ainda assim, ele afirma que a física é uma das áreas mais bem desenvolvidas e sedimentadas no Brasil. "Desde a década de 1950 tem havido um esforço neste sentido, principalmente em função da política nuclear, considerada muito importante após a segunda guerra mundial. Então a partir daí houve um apoio muito grande para a área, que contribuiu para implementação do estudo de ciência básica no Brasil. O simples fato de termos cerca de cem professores neste instituto fazendo pesquisa coloca a USP em uma posição bastante privilegiada. Quanto mais gente capacitada se tem, melhor será a produção e a formação de alunos. Consequentemente, o IF se torna um grande pólo de atração, recebendo muitos alunos que querem fazer pós-graduação, desde mestrado até pós-doutorado."

Neste contexto favorável é que Rivelles desenvolve o projeto temático Gravitação Quântica. Um projeto temático é uma bolsa concedida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para a formalização de um grupo de pesquisadores com uma área bem delimitada. Neste caso estão envolvidos o próprio professor, como coordernador, mais quatro alunos de doutorado e dois de pós-doutorado do IF.

Outra iniciativa por ele capitaneada, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é a Rede Sul Americana de Gravitação Quântica (Prosul). Trata-se de uma rede pesquisadores de Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela que desenvolve estudos na área, troca experiências, trabalhos, resultados, publica em conjunto e organiza reuniões e eventos como workshops. "Este intercâmbio e o apoio que recebemos das agências de fomento são fundamentais para o andamento das pesquisas", conclui.

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16123-revista-q

publicação
Revista Cadernos de Campo, de pós-graduandos, recebe artigos
A revista Cadernos de Campo, editada pelos alunos de pós-graduação em Antropologia Social da USP, receberá artigos, ensaios, resenhas, informes, entrevistas, traduções e produções estéticas, até o dia 25 de março. Os interessados devem seguir as instruções de publicação link disponível em "Localize" no site da publicação.

Os trabalhos devem ser apresentados em três vias impressas, acompanhadas de uma cópia em mídia eletrônica enviada para o email cadcampo@usp.br, ou gravada em CD-ROM para Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-3163; email cadcampo@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16124-hospital-

Gastroenterologia
Hospital das Clínicas oferece estágio em hepatologia
O Serviço de Gastroenterologia Clínica do Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), oferece estágio não remunerado a médicos interessados em atuarem no Setor de Hepatologia Clínica. A duração é de um ano, com início no dia 10 e término em 31 de janeiro de 2010.

Durante o estágio, o profissional irá prestar atendimento ambulatorial, participar de atividades didáticas, seminários e aulas com temas relacionados ao diagnóstico e tratamento de doenças hepáticas e também de reuniões gerais promovidas pelo serviço.

As inscrições devem ser feitas até a próxima segunda-feira (9), na Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, 9º andar, Cerqueira César, São Paulo.

Mais informações: (11) 3069-7830 / 6447, email fatimagastro@hcnet.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16125-inscricoes-abe

pré-vestibular
Inscrições abertas até dia 13 para cursinho da FEARP
O Centro Acadêmico da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP está com inscrições abertas, até o dia 13, para o processo de seleção do Cursinho Social pré-vestibular, mantido pelo Centro.

Os interessados podem se inscrever, pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas. A taxa é de R$ 30,00. No dia 15, às 9 horas, na FEARP, haverá prova de conhecimentos gerais. Serão formadas três turmas, em dois horários, das 7 às 12h10 e das 13 às 18h10. Se houver liberação de salas, haverá também uma turma no noturno.

Os professores do cursinho, na sua maioria, são profissionais formados pela FEARP e em outros cursos do Campus. A FEARP fica na Av. Bandeirantes 3.900, Monte Alegre, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-3883, site www.cafcf.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16126-no-hcfmrp-testes-

avanço
HCFMRP testa acesso a prontuários médicos via telefone celular
O Centro de Informações e Análise (CIA)  do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP acaba de implantar um projeto piloto para testar a viabilidade do uso do smartphone (celular com funcionalidades avançadas) na verificação de dados de prontuários médicos junto ao leito dos pacientes internados. O projeto, implantado no dia 19 de janeiro, foi iniciado com a colaboração dos professores Ajith Kumar Sankarankutty e José Sebastião dos Santos, do Departamento de Cirurgia e Anatomia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Eles estão testando o software nas enfermarias do décimo andar do Hospital.
 
O objetivo é verificar a capacidade de alcance e de eficiência de equipamentos de comunicação móvel como o telefone celular ou o Handheld que podem estabelecer uma interconexão com uma rede informática sem fios. Segundo o diretor do CIA, Wilson Moraes Góes, "o objetivo é dar mobilidade aos médicos no acesso às informações dos pacientes, mas inicialmente o sistema se restringe a consultar exames dos respectivos pacientes". Depois de demonstrada a eficiência do sistema operacional, estes equipamentos poderão ser um recurso adicional ao uso dos microcomputadores que ficam instalados nos corredores das enfermarias para as consultas dos prontuários médicos.

"O teste com esta tecnologia é viabilizar para eles os resultados na beira do leito, ou seja, eles em contato com o paciente, com o próprio celular na mão, tendo acesso aos resultados dos exames", ressalta o diretor do CIA. "A meta é equipar todos os pontos estratégicos do HCFMRP com a rede sem fio para que os médicos utilizem estes equipamentos móveis de comunicação, que não se restrinjam apenas aos telefones celulares".

O sistema não necessita de conexão com a Internet e o planejamento prevê que os médicos possam utilizar o celular ou Palm Top ou Notebook de uso pessoal. O acesso será viabilizado mediante um cadastramento a ser efetuado no CIA, depois do período de experimentação. "Nesta fase do projeto nós estamos validando junto a estes docentes a viabilidade da tecnologia no processo de assistência", explica o diretor do Centro.

Investimentos
A fase de testes terá prazo de um mês e depois de aprovado, o sistema também vai necessitar de investimentos na expansão da rede sem fio que atualmente funciona apenas em alguns pontos isolados do Hospital. Segundo Wilson Góes, poderão haver algumas limitações relacionadas ao tamanho de duas polegadas do visor do celular. "Vai existir um cuidado de portar as informações para um novo formato, mais deficitário se comparado a um monitor de 17 ou 19 polegadas", observa.

Um dos usuários do novo equipamento, o professor Ajith Kumar Sankarankutty, considerou excelente a possibilidade de acessar informações do prontuário médico do paciente pelo aparelho de comunicação móvel que utiliza a rede sem fio. "Esta tecnologia é excelente para facilidade de acesso às informações e inclusive reduzir a quantidade de papel que é usado no Hospital e deve economizar espaço em termos de arquivo médico", aponta.

Sankarankutty acrescenta que a tecnologia pode proporcionar mais segurança em razão da possibilidade de acesso à informação computadorizada junto ao leito do paciente. Segundo o  professor, o projeto piloto é um primeiro passo de um processo que prevê a introdução de todos os dados do prontuário eletrônico do paciente. Para José Sebastião Santos, o equipamento de comunicação móvel pode "agilizar a tomada de condutas, porque é um dispositivo que permite um acesso mais rápido às informações".

Fonte: Assessoria de Imprensa do HCFMRP

Mais informações: (16) 3602-2843

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Fevereiro 04, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10057/especiais/bacteria-social

EspeciaisEstudo indica que enquanto Helicobacter pylori, que causa gastrite e úlcera, atinge 47,8% das crianças de famílias de baixa renda, prevalência é de apenas 3,2% nos indivíduos de alta renda

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10058/noticias/bioen-tem-projet

NotíciasFAPESP divulga resultado do Cronograma A da chamada de Propostas para Auxílio a Pesquisa e Jovens Pesquisadores

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10059/divulgacao-cientifica/peq

Divulgação CientíficaCom ajuda do satélite Corot, astrônomos descobrem menor planeta com características que lembram a Terra além do Sistema Solar

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10060/noticias/ano-da-quimica.h

NotíciasONU declara 2011 o Ano internacional da Química. Evento celebrará as contribuições dos químicos para o bem-estar da humanidade e marcará o 100º aniversário do Prêmio Nobel de Marie Curie

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10061/agenda/3-mostra-de-cienci

AgendaOrganizada pelo MCT e pela Febrace, exposição de projetos científicos de estudantes sul-americanos será realizada em São Paulo entre os dias 17 e 19 de março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10062/agenda/36-congresso-brasi

AgendaEvento será realizado entre os dias 14 e 18 de junho, em Porto Alegre. Paralelamente, ocorrem o 9º Congresso Brasileiro de Citologia Clínica e o 4º Encontro Ibero Mercosul de Gestão de Qualidade em Estabelecimento de Saúde

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16128-fuvest-di

vestibular
Fuvest divulga lista de aprovados na primeira chamada
A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou nessa quarta-feira a lista de aprovados na primeira chamada do exame. Confira a lista aqui.

Os aprovados deverão fazer sua matrícula nos dias 9 e 10 na unidade em que foram aprovados, conforme consta do manual do vestibular. O exame selecionou alunos para a USP, Faculdade de Medicina Santa Casa e Academia do Barro Branco.

A próxima chamada será divulgada no dia 13.

Mais informações: (11) 3093-2300 ou www.fuvest.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16129-renovacao-de-mu

música
Ocam começa o ano com teste de novos instrumentistas para a temporada 2009
 
Para que sua marca inovadora continue, a Orquestra de Câmara (Ocam) da USP abriu processo seletivo para ingresso de novos músicos. Serão chamados violonistas, violistas, violoncelistas, contrabaixistas, flautistas, oboesistas, clarinetistas, fagotistas, trompetistas, trompistas e percussionistas. De acordo com o diretor artístico e regente titular da orquestra, Gil Jardim, muda-se de 50 a 70% dos músicos a cada ano. "Nós fazemos com que os músicos que estão dentro da orquestra refaçam o teste todos os anos. Assim, damos igual oportunidade para os que estão fora e são talentosos passarem. E, apesar do não amadurecimento do grupo, temos os bons artistas que ficam por mais tempo", explica.

A Ocam tem hoje 35 músicos, entre público externo e vinculados à Universidade. Todos têm a mesma possibilidade de entrar, já que o processo seletivo é o mesmo para qualquer candidato, durando cinco dias. Nos três primeiros, ouve-se os músicos que ainda não fazem parte da orquestra - e que podem ser tanto calouros do curso de música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) quanto músicos de fora. Já nos dois últimos dias, é a vez dos atuais músicos da orquestra, que refazem a sua apresentação. Cada instrumento é ouvido em dia e horário pré-estabelecido, e o júri é composto do maestro Jardim e de professores do Departamento de Música (CMU) da ECA.

"O processo foi pensado para que não existam lugares cativos. Cada músico deve se esforçar para continuar na sua colocação", enfatiza Jardim. A programação do processo está no site da Ocam. O candidato deve se apresentar duas vezes, com uma obra de livre-escolha e uma peça de confronto a ser escolhida no site.

A Ocam e a temporada 2008
Percursivo USP, Ex Toto Corde, Festival Leo Brouwer. Esses são alguns dos eventos realizados pela orquestra em 2008, que contou com nomes internacionais como o do compositor Leo Brouwer, do violonista Shlomo Mintz e da percursionista Kuniko Kato. Todos eles estiveram no Brasil a convite da orquestra, que também fez um convênio com a Universidade do Texas (EUA), onde foram programadas quatro óperas para serem apresentadas em conjunto pelos dois grupos. A primeira, tocada no Brasil, foi Tragédia de Cremen. O local e a data das outras apresentações ainda está em negociação.

Maestro Gil Jardim
Maestro Gil Jardim
"A Ocam é um espaço de treinamento, profissionalização. Por isso a importância desses músicos terem contato com o que há lá fora, com grandes nomes da música", diz Jardim. Para ele, a orquestra é hoje fundamental dentro da USP, principalmente por conta da reestruturação da Osusp (Orquestra Sinfônica da USP), com quem a Ocam pretende tocar nesse ano. Além disso, a Ocam premiou as composições dos alunos do CMU, num concurso interno. A ganhadora teve sua música executada na edição de 2008 do Festival Música Nova, o mais importante do gênero no Brasil.

Apesar de ainda não estar fechado o calendário 2009, a Ocam pretende fazer apresentações em homenagem aos 75 anos da USP, aos 50 anos da morte de Villa-Lobos, além da segunda edição do Festival Leo Brouwer, que aborda a obra do violonista que é também um dos maiores compositores latino-americanos da atualidade.

Uma história a ser contada
Desde a sua criação, em 1995, pelo maestro Olivier Toni, a Ocam vem trabalhando com jovens talentos para aprimorar a sua formação. Hoje isso fica mais claro com o fato de que o diretor da Ocam é também o chefe de departamento do CMU. Gil Jardim, além disso, tem seu nome entre os grandes músicos do Brasil, sendo conhecido em diferentes partes do mundo.

Toni, ao pensar na Ocam, tinha em mente dar suporte às atividades pedagógicas desenvolvidas no departamento, propiciando aos alunos prática instrumental para sua capacitação. E não foram poucos os alunos que, após passarem pela Ocam, foram para grandes orquestras do Brasil e do mundo - o que mostra o mérito da iniciativa do idealizador.

Serviço:
Inscrições para os testes seletivos: até o dia 27 de fevereiro
Testes seletivos: de 2 a 6 de março
Resultados: a partir de 9 de março
Início dos ensaios: 10 de março de 2009
Local de inscrição: Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, s/n, sala 16A, Cidade Universitária, São Paulo
Mais informações pelo telefone (11) 3091-4330 ramal 7, site www.usp.br/ocam, email faleocam@usp.br

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16130-ipq-recebe-em-mar

psiquiatria
IPq recebe em março o primeiro Simpósio de Imagem Corporal
O Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) realizará no dia 14 de março o primeiro Simpósio de Imagem Corporal. O evento é voltado para estudantes e profissonais de psiquiatria.

As inscrições para profissionais custam R$ 160,00; para estudantes R$110,00, e para profissionais do IPq ou do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP, R$ 70,00. Elas podem ser feitas pelo site ou pelo telefone (11) 5044-7592 / 7565.

O evento acontecerá no auditório principal do IPq, das 8 às 18 horas, na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, Cerqueira César, São Paulo.

Mais informações: www.livrariaresposta.com.br/v2/pagina.php?tipo=1&id=52

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16131-humanitas-lan

publicação
Humanitas lança O Mito do Complô Judaico-Comunista no Brasil
A Editora Humanitas, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, lança o livro O Mito do Complô Judaico-Comunista no Brasil: gênese, difusão e desdobramentos (1907-1954) (Humanitas, 248 pp., R$33,00), de autoria de Taciana Wiazovski, doutora em história social pela USP. A obra aborda a relação que se fez por muito tempo no Brasil entre os judeus e os comunistas.

Uma dupla exclusão: os judeus sob suspeita, com base em um preconceito racial, étnico-religioso, e o comunismo político, percebido como uma ameaça à estrutura de poder existente. O judeu-comunismo foi transformado em elemento central do mito mobilizador da ação anti-subversiva. Usada por intelectuais e propagandistas, autoridades públicas e por aqueles que se encarregavam da segurança interna, como o Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (DEOPS).

O livro encontra-se à venda no site da humanitas, e em todas as distribuidoras que possuem parceria com a editora.

Mais informações: (11) 3091-3728 / 3796, email editorahumanitas@usp.br, site www.editorahumanitas.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16133-sao-carlo

comemoração
São Carlos recebe sessão solene e concerto dos 75 anos da USP
No próximo dia 6 de março, às 15 horas, no Anfiteatro Jorge Caron, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, será realizada sessão solene em comemoração aos 75 anos da USP. O evento terá a presença da reitora Suely Vilela.

No mesmo dia, às 21 horas, no Teatro Municipal de São Carlos, será realizado um concerto musical com os solistas do curso de música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto.

O espetáculo tem direção artística de Rubens Ricciardi e Cláudio Cruz e participações da soprano Yuka de Almeida Prado e Gustavo Costa (viola caipira). A entrada nos dois eventos será gratuita. Para informações sobre ingressos para o concerto, ligar para (16) 3371-4339, a partir de 17 de fevereiro. O Anfiteatro Jorge Caron fica na Av. Trabalhador Sãocarlense, 400, no campus da USP em São Carlos. O Teatro Municipal de São Carlos fica na Av. Sete de Setembro, 1735, Centro, São Carlos.


Mais informações: (16) 3371-4339, email comunica@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16134-fo-tria-para-aten

tratamento
FO tria para atendimento odontológico gratuito
A Faculdade de Odontologia (FO) da USP fará, entre os dias 16 e 20, triagem para o atendimento odontológico de crianças de 0 a 7 anos. A triagem será feita de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas, e à tarde, das 14 às 17 horas.

Para participar, a criança deve estar acompanhada do adulto responsável e apresentar certidão de nascimento, carteira de vacinação e comprovante de residência. A convocação para o tratamento será feita por carta ou telefone.

O atendimento e o tratamento serão realizados pelos alunos, com a supervisão dos professores da Faculdade, e coordenado pela professora de Odontopediatria, Márcia Wanderley. Os serviços prestados pela Clínica Odontológica são gratuitos, exceto para os tratamentos dentários que necessitarem de próteses, por causa dos custos de laboratório.

A Faculdade de Odontologia da USP está localizada à Av. Prof. Lineu Prestes, 2227, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-7835

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16135-estresse-de-famil

enfermagem
Estudo revela fatores que influenciam doação de órgãos
Uma pesquisa da Escola de Enfermagem (EE) da USP revela o que influencia a decisão de familiares de doarem órgãos de parentes mortos, e mostra as causas de estresse envolvidos na escolha. Entre as dificuldades apontadas no estudo, estão  existência de familiares contrários à doação e as dúvidas e incertezas quanto à morte encefálica. Facilitam a doação o altruísmo, o consenso geral da família e saber o desejo do doador em vida.

Para realizar a pesquisa, o enfermeiro Valdir Moreira Cinque entrevistou 16 familiares de doadores mortos, que autorizaram a doação e acompanharam o processo. As famílias sofrem estresse principalmente pelo atraso na liberação do corpo, por receberem a notícia da morte de forma intranqüila e inadequada e por estarem insatisfeitas com o atendimento prestado pela equipe de saúde.

As doações foram realizadas em 2007, na Organização de Procura de Órgãos (OPO) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). O pesquisador questionou sobre a internação do familiar, a notícia da morte, a tomada de decisão e o consentimento, a liberação do corpo e a intenção de doar novamente. A pesquisa foi orientada pela professora Estela Regina Ferraz Bianchi, da EE.

Entre os entrevistados, 11 não tiveram dificuldades para a tomada de decisão quanto à doação. Quando perguntados sobre o que tornou mais fácil, 10 familiares apontaram a preocupação com os receptores e suas famílias. Outras 5 pessoas responderam que saber a vontade do doador facilitou a doação.

Dentre os entrevistados, 3 (19%) tiveram dificuldades em doar por haver familiares contrários à doação e 2 responsáveis explicaram que não estavam certos da morte encefálica. Isso acontece pelo fato de o coração estar batendo e o corpo permanecer quente. Por essa razão o paciente parece estar vivo.  “A morte encefálica é ireversível", explica Moreira.

Estresse
O trabalho mostrou as causas de estresse das famílias dos doadores. A maioria dos familiares considera o atraso na liberação do corpo  o momento mais estressante. A situação angustiante e a sensação de impotência, diante ao ato de “esperar a liberação do corpo” deixa a família ansiosa e estressada. Receber a notícia da morte encefálica de forma intranqüila e inadequada também é considerado fator de estresse. Outras famílias sofreram com o mal  atendimento prestado à  família e ao doador durante a internação.

"O procedimento correto nos hospitais é informar a suspeita da morte aos familiares e depois comprová-la ou não por meio de exames", explica Moreira. Se a morte é confirmada, o enfermeiro que atua na OPO, avalia a estrutura e as condições emocionais da família e, se viável, realiza a entrevista familiar quanto à doação de órgãos.

Na entrevista, os profissionais devem informar que a pessoa faleceu e que nesta situação os órgãos e tecidos podem ser doados para transplante. No entanto, 3 familiares (18% do total) disseram ter medo de que a equipe de saúde estivesse forjando a morte ou sentiram que estavam assinando a sentença do familiar.

O enfermeiro também perguntou no que os responsáveis pensavam enquanto assinavam a doação de órgãos. O altruísmo aparece novamente: “Mais da metade (9 pessoas) pensaram nos receptores, nas suas famílias”, conta o enfermeiro. Depois veio a insegurança quanto à doação de órgãos. Duas pessoas pensaram em não doar. Apesar das dificuldades, 87% disseram que doariam novamente. Os familiares que informaram pela negativa da intenção de doar tiveram como principais motivos o descontentamento do processo de doação e o medo do comércio de órgãos.

Para o pesquisador, é necessário que enfermeiros, sociedades e cursos de graduação reflitam e considerem o processo de doação de órgãos e tecidos como estressante para a família. “Um gesto tão altruísta como a doação de órgãos não deveria trazer sofrimento para a família”, conclui.

Mais informações: (11) 9713-5842, email valdir_cinque@yahoo.com.br

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Fevereiro 05, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10063/especiais/fapesp-revisa-n

EspeciaisInclusão de Roteiro para Formatação do Projeto de Pesquisa e inclusão de Modelo de Relatórios Científicos são algumas das novidades

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10064/especiais/visita-britanic

EspeciaisAlan Charlton, embaixador do Reino Unido no Brasil, examina com Celso Lafer, presidente da FAPESP, possibilidade de estabelecer novos convênios de cooperação em ciência e tecnologia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10065/especiais/cinco-seculos-d

EspeciaisEstudo feito na FAU-USP faz inventário dos edifícios da rua São Bento, no centro da capital paulista, para colocar em perspectiva histórica as transformações na paisagem urbana

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10066/divulgacao-cientifica/mai

Divulgação CientíficaCom comprimento de um ônibus e peso de um automóvel, descoberta de parente extinta da jiboia indica que temperaturas na região eram mais elevadas do que as atuais

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10067/noticias/ipea-lanca-novo-

NotíciasBoletim Regional e Urbano discutirá estudos e políticas públicas sobre cidades, meio ambiente, federalismo e desenvolvimento regional

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10068/agenda/encontro-internaci

AgendaCentro Brasileiro Britânico sediará eventos sobre o tema de 11 a 18 de fevereiro, em São Paulo, que contará com participação de cientistas de diversos países

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10069/agenda/2-seminario-intern

Agenda“Interfaces entre o público e o privado para a oferta educacional” é o tema do encontro que será realizado de 17 a 19 de fevereiro no campus de Rio Claro da Unesp

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16136-academicos-bu

CRISE econômica
Em 2009, menos verba vai para ciência e tecnologia; comunidade acadêmica se mobiliza

 Para um país funcionar e se destacar mundialmente, a receita é priorizar os investimentos em educação, ciência e tecnologia. Essa é a posição da geneticista Mayana Zatz, atual pró-reitora de pesquisa da USP. A fórmula, no entanto, não foi compartilhada pelo Congresso Nacional na elaboração do Orçamento da União para 2009. Foi aprovado, para este ano, um corte de 18% na verba que seria destinada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o que vem causando furor na comunidade acadêmica. 

“Muitos deputados e senadores veem ciência e tecnologia como uma coisa lá para o futuro, sem muita importância”, diz a geneticista do Instituto de Biociências (IB) da USP. A preocupação dos acadêmicos em relação ao corte, que representa o valor aproximado de R$ 1,2 bilhões, é expressa em um manifesto na internet. “Um retrocesso nesse momento resultará em conseqüências negativas em médio e longo prazo”, diz o documento.

Organizado por coordenadores de diversos institutos de ciência e tecnologia da USP, o manifesto busca o maior número de adesões possível na esperança de que o documento possa mobilizar o Congresso e evitar novos cortes no futuro. “O Congresso achou que ninguém ia falar nada”, diz Mayana. O documento, segundo ela, mostra que a comunidade científica “está alerta” à questão.

A pró-reitora critica o fato de o Brasil estar na contramão de países como EUA e Reino Unido, que, mesmo com a crise econômica, não cortaram verbas no setor. “Acho que tem muita ‘gordura’ para cortar, mas não vou te falar porque todo mundo sabe”, provoca. A geneticista reforça a grande importância que o setor de ciência e tecnologia tem ao lado da educação ao afirmar que são “até mais importantes" que o de saúde. A explicação é a de que muitos problemas na área da saúde decorrem de deficiência naqueles setores.

Governo x Congresso

O governo federal tem se mobilizado para, pelo menos, amenizar o quadro colocado pelo Congresso. “O governo está tentando ver como tirar de outras áreas para reverter, para repor o que foi tirado indevidamente”, diz Mayana. Segundo a assessoria do MCT, o corte foi “rechaçado” e o Governo tem discutido meios para a reposição.

Em nota, o Ministério diz que “o Governo Federal já se comprometeu em adicionar ao orçamento deste ministério [MCT] os recursos de R$ 180 milhões, destinados ao pagamento das bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)”.

“A discussão é equivocada”, afirma o relator-geral do orçamento, senador Delcídio Amaral. Para ele, “todo mundo sofreu com os cortes”. Amaral afirma que, como não há uma cultura de cortes no Congresso, poderiam ocorrer equívocos na elaboração do orçamento. Por isso, foi criada a Reserva de Estabilização Fiscal, que contém recursos destinados a ajustes no orçamento. Da reserva, Amaral diz terem sido encaminhados R$ 2,5 bilhões para as pasta de Educação e de Ciência e Tecnologia, “[Com a quantia] dá tranquilo para ajustar alguns desvios, projetos e programas”, diz. “A área não tem que se preocupar.”

Fotos: Arquivo

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16132-esalq-lanca-no

publicação
Esalq lança novo número da revista Scientia Agricola
A Scientia Agricola, publicação científica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, acaba de lançar um número especial com 15 artigos dedicados ao tema "Agrometeorologia e doenças de plantas". O tema está relacionado com a influência do clima na ocorrência e proliferação de doenças de plantas.

Os estudos na área trazem vantagens para determinar o potencial de ocorrência dessas doenças em larga escala para condições atuais ou sob diferentes cenários de mudanças climáticas. A edição especial apresenta estudos originais, notas e revisões sobre a agrometeorologia e doenças de plantas, e mostra que essa abordagem é parte dos sistemas de gestão de pestes e doenças de diversos países e se tornou um elemento importante para a sustentabilidade agrícola.

Os artigos têm a contribuição de pesquisadores do Brasil, Canadá, Holanda, Itália, Estados Unidos e Venezuela, apresentando uma série de informações que mostram o estado atual do conhecimento sobre a interação entre a agrometeorologia e a fitopatologia.

Para ler os artigos desta edição da revista Scientia Agricola, acessar o site da biblioteca online SciELO.

Mais informações: (19) 3429-4401

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16137-projeto-c

parceria
Projeto Caminho de Volta terá apoio do "Criança Esperança"
O projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), é um dos 73 projetos sociais escolhidos que receberão apoio, em 2009, do projeto "Criança Esperança", da TV Globo, em parceria com a Unesco. Ao todo, 114 mil crianças serão diretamente beneficiadas com as doações feitas na última campanha. Concorreram ao processo seletivo no país inteiro 1.261 projetos sociais.

Criado em 2004, em parceria com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, o projeto Caminho de Volta mantém um Banco de DNA na FMUSP, que visa armazenar material biológico (gota de sangue ou saliva) coletado dos familiares para possível identificação dos jovens quando localizados, por meio da confirmação dos vínculos de parentesco.

Além disso, o projeto fornece apoio psicológico aos familiares durante o processo de busca e às crianças no seu retorno. Já foram cadastradas no projeto 680 famílias. Outra importante linha de atuação do Caminho de Volta é a identificação das causas do desaparecimento infanto-juvenil, por meio de um levantamento feito com base em um questionário respondido pelas famílias cadastradas e, posteriormente, pelos jovens que foram localizados ou retornaram espontaneamente a seus lares.

Uma das finalidades do estudo é auxiliar na elaboração de políticas públicas para a prevenção do problema. O levantamento revelou, até o momento, que 85% dos casos de desaparecimento são fugas de casa e muitas dessas fugas são motivadas por conflitos familiares.

Com informações da Assessoria de Imprensa da FMUSP

Mais informações: www.caminhodevolta.fm.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16138-museu-da-esalq-

artes plásticas
Museu da Esalq recebe propostas para exposições
Para atrair novos artistas plásticos e agendar exposições individuais ou coletivas de forma coordenada, a galeria Renato Wagner, espaço reservado para exposições de arte do Museu e Centro de Ciência, Educação e Artes Luiz de Queiroz, analisa propostas para a temporada 2009. Os interessados em expor seus repertórios no Museu da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP podem se inscrever nas categorias pintura, escultura, desenho, gravura, objeto, fotografia, instalação, novas mídias e outras.

O espaço está aberto para artistas brasileiros e estrangeiros com reconhecida trajetória artística. Os trabalhos passam por análise da Comissão de Seleção, composta por docentes e membros da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Esalq. O regulamento e ficha de inscrição para envio de material estão disponíveis no site do museu. As propostas devem ser enviadas para: Museu e Centro de Ciências, Educação e Artes Luiz de Queiroz, Av. Pádua Dias, 11, Bairro Agronomia, Piracicaba.

Mais informações: (19) 3429-4320 / 4305, email museulq@esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16139-nova-edic

IQSC
Nova edição do Jornal da Química fala dos 75 anos da USP
Já está disponível na internet o Jornal da Química, publicação mensal do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP. O Editorial da décima-primeira edição comenta os 75 anos da USP. Na seção "Acontecimentos" há notícias sobre a unidade e de interesse público, além das defesas públicas agendadas e dicas de leitura. Em "Extensão", há os textos "Os Novos Velho"s, de Carlos Goldenberg, e "Biocombustíveis", de Wagner Polito.

O Jornal da Química pode ser acessado pelo link www.iqsc.usp.br/boletim.

Mais informações: (16) 3373-8831

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16140-fflcrp-recebe-

ensino
FFLCRP recebe simpósio de pesquisas sobre educação infantil
As políticas públicas e as práticas sociais adotadas no país para a Educação Infantil, além de uma ampla discussão sobre os resultados das pesquisas científicas na área, serão apenas alguns dos temas do décimo quarto Encontro Científico do Cindedi: Metologia, Ética e Educação Infantil que acontecerá na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, de segunda (9) a sexta-feira (13).

Organizado pelo Centro de Investigações sobre Desenvolvimento Humano e Educação Infantil (Cindedi), o evento terá a participação da coordenadora geral de Educação Infantil do Ministério da Educação (MEC), Rita Coelho, e de membros do projeto Zero a Três, do MEC, que tem como meta principal contribuir para a formulação de orientações curriculares para a Educação Infantil, com foco especial em crianças de 0 a 3 anos.

De segunda (9) a quarta-feira (12) serão discutidos as pesquisas dos grupos e sub-grupos vinculados ao Cindedi. A abertura será nesta segunda-feira (9), às 8h30. A quinta-feira (12) e a sexta-feira (13) foram reservadas para discussões sobre os resultados do levantamento da produção científica nacional na área de educação infantil e outras metas do Zero a Três com representantes do MEC e de diversas instituições de ensino e pesquisa do País. Todas as atividades do evento acontecem no Anfiteatro "André Jacquemin", na FFCLRP, Av. Bandeirantes, 3900, campus da USP, Ribeirão Preto.

Esta é a décima quarta edição do evento, coordenado pelas professoras da FFCLRP, Maria Clotilde Rossetti-Ferreira e Kátia de Souza Amorim, que tem como objetivo reunir anualmente os membros do Cindedi que desenvolvem projetos de pesquisa nas áreas de Desenvolvimento e Educação Infantil, Inclusão, Acolhimento Familiar, Abrigamento e Adoção, além de Filosofia e Epistemiologia em Psicologia e Ciências Humanas.

O evento contará, ainda, com técnicos e educadores da Creche Carochinha do campus de Ribeirão Preto da USP e creches de outros campi da USP, além de técnicos da equipe multidisciplinar do Fórum da Criança e do Adolescente de Ribeirão Preto. O evento é aberto aos membros do Cindedi e professores do Departamento de Psicologia e Educação da FFCLRP. Interessados em participar de discussões temáticas devem entrar em contato com a organização pelo telefone (16) 3602-3791.

Mais informações: (16) 3602-3849 / 3791 / 9766, email encontrocindedi2009@gmail.com

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16141-no-hu-seminario-e

epidemia
No HU, seminário explica a gripe para jornalistas
Na próxima terça-feira (10), às 10h30, acontece o seminário para a imprensa O vírus Influenza e seu impacto sobre a criança, o adulto, a empresa e a comunidade, que vai reunir um time de especialistas do Hospital Universitário (HU) da USP, Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (HC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).

Serão debatidos os diferentes aspectos da gripe, com base em estudos publicados aqui e no exterior. Aberto pelo professor Paulo Lotufo, superintendente do HU, o encontro vai abordar temas como a gripe como doença grave, a circulação do vírus e sua transmissão por turistas estrangeiros durante o carnaval, a criança como principal elo da cadeia de transmissão do vírus na família e na comunidade, o impacto da gripe sobre os grupos de risco (asmáticos, fumantes, cardiopatas), como a doença afeta a produtividade nas empresas.

Também será anunciada a chegada antecipada das doses já atualizadas contra as cepas em circulação no hemisfério, detectadas pela rede de vigilância epidemiológica da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 10 e 20% da população mundial sofrem com os problemas das gripes, todos os anos. A doença atinge cerca de 600 milhões de pessoas, o que gera milhares de internações e até meio milhão de mortes.

O seminário será seguido de um brunch e a vacinação dos jornalistas. Os interessados em participar devem confirmar presença com Nora Ferreira de Lu Fernandes pelo email noraferreira@lufernandes.com.br, ou telefone (11) 3814-4600. O seminário será realizado no auditório do Hospital Universitário, na Av. Prof. Lineu Prestes, 2565, 3° andar, Butantã, São Paulo.

Mais informações: (11) 5090-0590 / 5093-0226

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16143-protoc-estuda-tra

psiquiatria
Protoc estuda os tipos e os melhores tratamentos para o TOC

Pesquisadores da USP estão desenvolvendo vários estudos que visam compreender em profundidade o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) a fim de oferecer tratamentos mais eficientes para a doença. O grupo, ligado ao Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), além de realizar a triagem de portadores da doença, também busca voluntários saudáveis para participar de seus projetos de pesquisa. “Para entender melhor o TOC, precisamos estudar pessoas sem transtornos psiquiátricos”, afirma a médica Roseli Gedanke Shavitt, uma das integrantes do Projeto Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo (Protoc).

De acordo com a psiquiatra, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é caracterizado por pensamentos, medos ou preocupações repetitivos, que invadem a consciência da pessoa de maneira incontrolável, com conteúdos variáveis, como, por exemplo, o medo de provocar algum dano a alguém, a preocupação com contaminação, dúvidas persistentes sobre atos corriqueiros, entre outros. Esses pensamentos costumam gerar muita ansiedade e desconforto. “Para aliviar essa ansiedade, os portadores realizam comportamentos repetitivos como limpar, arrumar, repetir, perguntar, guardar objetos inúteis, etc.”

Com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o Protoc desenvolve, desde 2005, o Projeto Temático Caracterização Fenotípica, Genética e Neurobiológica do Transtorno Obsessivo-Compulsivo e suas Implicações para o Tratamento. São aproximadamente 40 projetos de pesquisa que visam descobrir as condições genéticas e ambientais que favorecem o surgimento da doença, as diferentes formas de manifestação dos sintomas — já que se trata de um transtorno muito heterogêneo —; os fatores associados com a resposta aos tratamentos convencionais, e as alternativas para os casos resistentes e refratários — que não apresentaram melhora com nenhum dos tratamentos disponíveis e têm sintomas incapacitantes.

O Protoc tem a coordenação do professor Eurípedes Constantino Miguel, do IPq, e envolve aproximadamente 40 pesquisadores diretamente comprometidos com os estudos do projeto temático atual.

Peculiaridades
Um dos exemplos é o TOC de início precoce (que ocorre antes dos 10 anos de idade): suas características genéticas e padrão de resposta aos tratamentos parecem ser diferentes daquele que se inicia após os 20 anos. “Outra linha de pesquisa envolve um tipo de TOC que parece estar associado à febre reumática, doença originada a partir de uma infecção pela bactéria estreptococo que pode afetar as articulações, o coração e o sistema nervoso. Se houver envolvimento dos gânglios da base do cérebro — região por onde passam circuitos associados aos sintomas do TOC — podemos ter sintomas obsessivo-compulsivos desencadeados pela infecção estreptocócica”, explica Roseli.

A médica conta que, como parte do projeto temático, o Protoc realiza estudos genético-epidemiológicos e genético-moleculares, para investigar genes que parecem conferir uma vulnerabilidade maior de desenvolvimento da doença. Segundo ela, além dos fatores genéticos também é preciso levar em conta os fatores ambientais, como é o caso da febre reumática, em que a pessoa precisa ter sido exposta a uma bactéria. “Não basta apenas ter sido exposto à bactéria ou ter um determinado gene para apresentar o TOC. Existe uma complementaridade entre esses fatores”, destaca. As condições de parto e de gestação também podem influenciar a ocorrência da doença.

Outra vertente dos estudos genéticos é a pesquisa em cérebros pós-mortem de pessoas com e sem TOC. Há técnicas que permitem estudar os chamados genes candidatos — ligados ao transtorno obsessivo-compulsivo — e como eles se expressam. O Protoc desenvolve ainda pesquisas com modelos animais, em camundongos geneticamente manipulados.

Em outra linha de pesquisa, os portadores são estudados do ponto de vista das imagens cerebrais (neuroimagem), obtidas por meio de exames de ressonância magnética funcional (que mostram o cérebro em funcionamento, consumindo energia) e de ressonância magnética estrutural (que mostram as estruturas deste órgão). Outra técnica adotada é a espectroscopia por emissão de pósitrons, em que os pesquisadores analisam a concentração do transportador do neurotransmissor dopamina, tanto antes como depois do tratamento, realizado com antidepressivos em conjunto com terapia cognitiva comportamental.

Roseli conta que os pacientes que não respondem bem ao tratamento medicamentoso convencional (com os antidepressivos mais usados para o TOC, que atuam sobre a transmissão de serotonina), são encaminhados para o uso de outros antidepressivos, como a clomipramina, ou de antipsicóticos de última geração, como a quetiapina. “Estamos realizando um estudo fármaco-genético, comparando o perfil genético de pacientes que apresentam boa resposta ao tratamento, com aqueles que não respondem.”

Radiocirurgia
Já os pacientes refratários são convidados a participar de um estudo de radiocirurgia. “Raios gamma são direcionados para uma minúscula área dos gânglios de base, visando interromper o circuito que se acredita ser responsável pela manifestação dos sintomas. Este é um estudo duplo cego, pioneiro no mundo: nem o médico nem o paciente saberão quem, de fato, estará recebendo a radiação.”

O Protoc é integrante e líder do Consórcio Brasileiro de Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo (C-TOC), que envolve pesquisadores do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Universidade Estadual Paulista (Unesp) campus de Botucatu, e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A iniciativa permite a realização de vários estudos comuns entre as instituições. “Em quase 10 anos de trabalho, contamos com dados de cerca de 850 pessoas”, destaca a pesquisadora. “A partir dos resultados de todas essas pesquisas, vamos montar um grande banco de dados com informações clínicas, genéticas, neurobiológicas, de neuroimagem e resposta ao tratamento relativas a essa grande amostra de pacientes.”

Pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo podem entrar em contato com o Protoc pelo telefone (11) 3069-6072 e agendar uma entrevista. Este mesmo número deverá ser usado pelos voluntários saudáveis que desejem colaborar com as pesquisas.

Mais informações: email protoc@protoc.com.br, site www.protoc.com.br

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Fevereiro 06, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10070/especiais/fapesp-e-fapema

EspeciaisFundações firmam convênio de cooperação científica e tecnológica. Chamada para projetos de pesquisa deverá ser divulgada em março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10071/especiais/sao-paulo-tera-

EspeciaisEstado passa a ter 44 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia. Os projetos aprovados têm as características dos Projetos Temáticos da FAPESP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10072/divulgacao-cientifica/hot

Divulgação CientíficaEstudo publicado na Science, feito por brasileiros e norte-americanos, descreve método para localizar espaços em que a biodiversidade corre mais risco dentro de áreas consideradas prioritárias para conservação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10073/noticias/astronomia-na-cl

NotíciasEm comemoração ao Ano Internacional da Astronomia, revista eletrônica da UFSCar aborda desde caminhos para quem quer seguir a carreira de astrônomo a dicas para a observação do céu

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10074/noticias/agronomia-nota-m

NotíciasEsalq forma engenheiro agrônomo de número 10 mil em colação de grau das turmas graduadas em 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10075/agenda/workshop-recursos-

AgendaEvento realizado pelo Centro de Estudos de Oftalmologia da Unifesp será realizado no dia 14 de fevereiro, em São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10076/agenda/8-congresso-latino

AgendaEvento, que será realizado entre 18 e 22 de outubro, em Ubatuba (SP), é uma iniciativa da Unesp em parceria com universidades da Argentina e do Chile

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16142-exposicao

75 anos
Exposição em shopping destaca ciência e tecnologia da USP
As atividades comemorativas dos 75 anos da USP programadas para o campus de São Carlos ocorrerão no período de 3 a 8 de março. Como uma das principais características desse campus da USP é o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica de fronteira, está sendo organizada a mostra USP 75 Anos - Exposição de Ciência e Tecnologia, montada no Shopping Center Iguatemi da cidade.

A exposição poderá ser visitada no período destinado às comemorações. No evento, haverá uma biblioteca que inclui o acervo produzido por docentes e funcionários da USP de São Carlos, como livros, artigos e outros tipos de publicação. Também fazem parte da exposição alguns dos inúmeros produtos desenvolvidos nos laboratórios da Universidade, e por empresas que foram criadas por docentes e alunos do campus de São Carlos.

A exposição será aberta ao público e acontecerá das 10 às 22 horas. O Shopping fica no Passeio dos Flamboyants, 200, Parque Faber, São Carlos.

Mais informações: (16) 3373-9997

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http://www4.usp.br:80/index.php/esporte-e-lazer/16144-cepeusp

Esportes
Até dia 13, comunidade USP pode se inscrever para atividades esportivas no Cepê
 
Não é sala de aula, biblioteca, laboratório ou centro acadêmico. No campus da USP na Cidade Universitária, em São Paulo, um dos locais em que o “espírito da Universidade” mais se manifesta é no Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp). Essa, pelo menos, é a opinião do professor de atividade física individualizada e capoeira Vinicius Heine. Para ele, que atualmente assiste a direção do “Cepê” (como se chama comumente o Centro), o local é um espaço de lazer, convívio social e práticas saudáveis em que alunos, funcionários e professores se encontram – daí o “espírito da Universidade”.

Até a próxima sexta-feira (13), o Cepeusp estará recebendo inscrições da comunidade USP (alunos, funcionários e professores) e agregados para os cursos do 1º semestre – que variam de ioga a remo –, gratuitos. Após se inscreverem no site do Centro, haverá um sorteio para selecionar os alunos, divulgado no dia 18. Mas Heine pede que os interessados não desanimem caso não sejam sorteados. “É importante que o aluno, mesmo que não seja sorteado, venha falar com o professor [da modalidade] sobre vagas remanescentes, que geralmente existem.” As modalidades mais concorridas são ioga, musculação, capoeira e caratê, afirma o professor.

Além dos cursos, a comunidade da Universidade utiliza a infraestutura do complexo poliesportivo – com quadras, conjunto aquático, velódromo, ciclovia e pista de corrida – para praticar esportes, caminhar com os amigos e até estudar. “É um local agradável, tem uma vista boa, área verde”, explica Heine. Não é raro perceber, entre os intervalos de uma aula e outra, alunos das mais diferentes unidades estudando nas dependências do Cepeusp. E foi pensando nisso que a direção do Cepê está para iniciar um projeto de construção de área especialmente para estudos no complexo.

KaratêTênis

Essa “riqueza humana” do campus, segundo Heine, mostra a importância a vivência que acontece no Cepeusp. Dos campi da USP, o da Cidade Universitária é que mais concentra unidades diferentes. “É essencial que os alunos convivam com os de outras unidades”, afirma. “O contato com as diferenças é que aumenta a possibilidade de crescimento, de ampliação de horizontes.” Além de proporcionar a infraestrutura e oferecer cursos, o Cepê cede espaço para a realização de torneios entre as atléticas da Universidade e até mesmo para treinamento das seleções.

Heine defende que os alunos freqüentem o Cepeusp como condição para ter uma vida acadêmica satisfatória. “O desempenho acadêmico está relacionado diretamente com a qualidade de vida. E a prática esportiva é importante para ela”, diz. “As pessoas não conhecem [o Cepeusp], não sabem da variedade que encontram neste lugar. Mas aqui o aluno vai encontrar uma atividade que é boa para ele”, garante.

Para fazer um curso no Cepeusp

1) Acessar o site www.cepe.usp.br até o dia 13 de fevereiro (sexta-feira) e escolher até duas modalidades e horários em que gostaria de cursar. O complexo oferece opções diversas como vôlei, alongamento, tênis, natação, boxe e capoeira.

2) Ainda no site, preencher o formulário online de inscrição, indicando a primeira e a segunda opção. É necessário fornecer o número USP (número de matrícula para alunos e funcional para docentes e funcionários) ou RG no caso de dependentes.

2) Haverá um sorteio entre todas as inscrições realizadas. Em 18 de fevereiro, o Cepeusp divulgará no site os contemplados com as vagas.

3) Entre os dias 2 e 6 de março, os sorteados devem comparecer à tesouraria do Cepeusp com a carteirinha da USP entre as 8h30 e 18 horas para confirmar o interesse, matricular-se e pagar a taxa de R$ 10,00.

4) As aulas começam a partir de 9 de março.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16146-esalq-promove-o

piracicaba
Esalq promove oficina de fotos noturnas
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP promove a Oficina de Fotos Noturnas. A aula será dada pelo fotógrafo Paulo Soares, no dia 18, às 19h30. O objetivo do evento é possibilitar à comunidade fotografar a Esalq de maneira ordenada e controlada, para explorar novos ângulos, em um horário alternativo, apresentando técnicas que tornem possível a fotografia noturna, sem o uso de flash.

A iluminação noturna é pouco explorada pelos fotógrafos, principalmente por desconhecimento dessa possibilidade, pela técnica insipiente ou pela falta de oportunidade. O evento é uma realização do Serviço de Cultura e Extensão Universitária e da Seção de Atividades Culturais, com apoio da Assessoria de Comunicação da Escola.

Os interessados em participar devem trazer máquina fotográfica digital, pilhas ou baterias. As Inscrições estão abertas até o dia 17 pelo telefone (19) 3429-4595, ou nos e-mails scac@esalq.usp.br e bgiangro@esalq.usp.br.

Mais informações: (19) 3429-4595

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http://www4.usp.br:80/index.php/tecnologia/16147-inscricoes-a

pós-graduação
Inscrições abertas para MBA em inovação tecnológica na Poli
O Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc) está com inscrições abertas para o MBA Inovação Tecnológica em Comunicações e Redes. O Larc é um centro de pesquisa e desenvolvimento do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP. O curso tem carga horária de 453 horas/aulas distribuídas em 23 disciplinas.

O programa trabalha com material didático que é disponibilizado em um ambiente online no qual os alunos podem ter acesso ao conteúdo ministrado em sala de aula, a exercícios complementares, tirar dúvidas e participar de chats e fóruns de discussão entre alunos, monitores e professores. Além de dominar as tecnologias disponíveis no mercado, os profissionais da área devem entender o negócio no qual a empresa está inserida, requerendo uma formação mais horizontal da Tecnologia da Informação.

A duração total do programa é de 15 meses, sendo que os três últimos são destinados à produção de uma monografia de conclusão de curso. O processo seletivo será composto por análise curricular, entrevistas individuais e Redação. As inscrições estão abertas isentas de taxas, e irão até o dia 17 de abril, no site http://mba.larc.usp.br ou na secretária do Larc. O Laboratório fica na Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, n.158, sala C1-4, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-2964; e-mail especialização@larc.usp.br; site http://mba.larc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16148-descoberta-sobre-

medicina
Descoberta abre caminho para nova terapia de câncer
Um grupo de pesquisadores brasileiros e norte-americanos descobriram o mecanismo que leva a proteína L24, presente no ribossomo das células, a estimular a ação oncogênica do gene myc, responsável por um tipo de câncer (linfoma). O processo, verificado em ratos geneticamente modificados, começará agora a ser estudado em células humanas. Os testes poderão abrir caminhos para novas formas de tratamento do linfoma, substituindo a quimioterapia.

A ação da proteína foi estudada em um dos sub-tipos de linfoma não-Hodgkin, câncer que afeta os linfócitos (células humanas associadas a defesa do organismo). "Cada sub-tipo é responsável por diferentes alterações genéticas", explica Eduardo de Magalhães Rêgo, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, um dos responsáveis pela pesquisa. "No caso estudado, um deslocamento do gene myc para outra região do genoma faz com que ele se expresse em níveis alterados".

O myc aumenta a síntese de proteínas associadas ao ciclo celular, o que provoca o crescimento do volume da célula e a sua divisão, gerando os tumores. "Uma peça chave dentro da célula para a síntese de proteínas é o ribossomo", relata Magalhães. "Desse modo, a premissa do estudo era demonstrar se a redução da atividade do ribossomo inibe a atividade do myc".

Os pesquisadores Davide Ruggero e Maria Barna, da Universidade de San Francisco (EUA), desenvolveram uma linhagem de ratos transgênicos com menor quantidade de L24, uma proteína ribossômica. "Constatou-se que estes animais, saudáveis, não desenvolviam linfoma", aponta o professor da FMRP. "Mesmo nos cruzamentos com ratos transgênicos de myc elevado, o efeito era mantido em seus descendentes, revertendo a transformação maligna".

Estratégias
A descoberta sobre o efeito da proteína do ribossomo L24 na progressão do linfoma associado ao gene myc foi tema de um artigo na edição de janeiro da revista científica Nature. A pesquisa faz parte das atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Células-Tronco e Terapia Celular (INCTC), sediado em Ribeirão Preto, que conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Magalhães ressalta que a importância da pesquisa é conceitual. "Trabalhos anteriores já demostraram que o aumento da expressão do myc está diretamente relacionado às causas do linfoma", ressalta. "Neste estudo, comprovou-se que a L24 é essencial para o crescimento e divisão das células tumorais".

Agora, os pequisadores irão verificar se os linfomas humanos também apresentam a mesma característica. "Até o momento, não é possível estimar quanto tempo esta nova etapa do estudo levará para ser concluída", aponta o professor. "Porém, espera-se que ela abra caminho para o desenvolvimento de drogas e estratégias que modulem a atividade do L24 na célula tumoral".

O tratamento dos linfomas é feito atualmente por meio de quimioterapia. "Esta técnica elimina tanto células normais quando as linfomatosas", observa Magalhães. "Com a utilização de um fármaco que diminuísse a atividade do L24, as células do linfoma seriam mais suscetíveis ao efeito inibidor, sem afetar as demais".

Mais informações: (16) 2101-9361

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16149-fob-inici

extensão
FOB inicia mais uma edição do USP em Rondônia
A Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP realiza a sua décima oitava expedição do projeto USP em Rondônia, com saída neste sábado (7), às 16 horas, no aeroporto Moussa Tobias (Bauru-Arealva) com destino a Porto Velho, em Rondônia.

Às 14h45, os 41 integrantes da expedição — alunos de graduação e pós-graduação dos cursos de odontologia e fonoaudiologia, professores e funcionários — se reúnem no campus de Bauru da USP e depois se dirigem ao aeroporto e viajam num avião C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB). O retorno a Bauru está previsto para o dia 20.

O Projeto é coordenado por Magali de Lourdes Caldana, professora do Departamento de Fonoaudiologia da FOB e, desde 2002, presta atendimento odontológico e fonoaudiológico à população local, por meio de uma equipe itinerante de estudantes e profissionais. A coordenadora do projeto e o prefeito do campus, José Roberto de Magalhães Bastos também integram a expedição.

Nesta expedição será realizado um trabalho junto às comunidades mais longínquas da região e do estado, por meio do atendimento odontológico realizado em dois consultórios móveis. Também será prestado o atendimento fonoaudiológico, sendo que os dois atendimentos acontecem numa parceria com a Faculdade São Lucas de Porto Velho, em Rondônia.

O projeto USP em Rondônia tem como objetivos principais proporcionar uma melhor qualidade de vida a população amazônica e oferecer uma oportunidade aos alunos de graduação e pós-graduação do contato com a realidade de um outro Brasil, com condição socioeconômica bem diferente da região sudeste brasileira.

Mais informações: (14) 8114-6811, com Ricardo Pianta

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Fevereiro 09, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10080/noticias/programa-pensand

NotíciasMinistério da Justiça e Pnud lançam chamada que destinará R$ 80 mil para cada instituição selecionada. Inscrições poderão ser feitas até 13 de março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10081/agenda/workshop-bioen-ppp

AgendaEvento no âmbito do Programa BIOEN será realizado no dia 18 de fevereiro, na sede da FAPESP, com apresentações de pesquisadores do Brasil e da Suécia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10082/agenda/seminario-estadual

AgendaEncontro da Secretaria da Saúde será realizado junto com a 1ª Mostra de Experiências Bem-Sucedidas em Saúde da Mulher de 8 a 10 de março, em São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10077/noticias/nanotubos-origin

NotíciasCientistas da Unicamp e do LNLS descobrem família de nanotubos metálicos com estrutura oca e quadrada. Arranjo atômico, considerado surpreendente, foi descrito na Nature Nanotechnology

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10078/noticias/sonolencia-real.

NotíciasPesquisadores da USP e UFRJ apontam causa para sonolência diurna excessiva de D. Pedro II. Imperador teria tido síndrome de apneia do sono e não propriamente o desinteresse atribuído por seus opositores

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10079/noticias/auxilio-a-pesqui

NotíciasNos documentos necessários para o apoio à publicação de livros o orçamento de pelo menos três editoras deixa de ser necessário quando a publicação for feita por editora universitária de universidade pública

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http://www4.usp.br:80/index.php/especiais/16150-disque-trote-

matrícula
Disque Trote recebe denúncias de violência com calourosO Disque Trote, criado pela USP em 2000, reinicia seus serviços a partir de segunda-feira (9). O serviço foi criado para receber denúncias de trotes abusivos que ocorram nos campi da USP, e estará disponível até 9 de março, através do telefone 0800-012-10-90, das 9 às 21 horas.

O tema da campanha é Não estrague a conquista deles, que tem como slogan “ninguém sabe melhor que você o quanto foi difícil chegar até aqui”. A campanha é desenvolvida tradicionalmente por alunos do terceiro ano do curso de publicidade e propaganda, sob a coordenação do professor Dorinho Bastos, da Escola de Comunicações e Artes (ECA), e estará estampada em cartazes e outdoors espalhados pelos sete campi da Universidade. Os calouros receberão postais e broches adesivos, com o número do Disque Trote estampado.

Neste ano, a campanha escolhida é de autoria dos alunos Marcela Cividanes, Marina Travassos, Paulo Bassique, Daniel Ramos e Tariana Cruz. No início das aulas, acontece também, nas diversas Unidades da USP, a Semana de Recepção dos Calouros 2009, entre os dias 16 a 20 de fevereiro e que está em sua 11ª edição.

Mais informações: 3091-3220

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16152-terca-fei

Calouros
Terça-feira (10) é o último dia de matrícula dos aprovados na Fuvest
Terça-feira (10) é o último dia para que os convocados na primeira chamada do Vestibular 2009 realizem a matrícula na USP. Os calouros devem comparecer às unidades nas quais foram aprovados munidos dos seguintes documentos:

1) Uma cópia do certificado de conclusão de curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico escolar ou diploma do curso superior devidamente registrado;
2) Uma cópia de documento de identidade;
3) Uma foto 3 X 4, datada, com menos de um ano.

Os documentos dos itens 1 e 2 deverão ser apresentados juntamente com os originais ou cópias autenticadas e não ficarão retidos, servindo apenas para conferência. Todas as etapas podem ser feitas por procuração. O candidato que não apresentar a documentação exigida não poderá matricular-se posteriormente.

Em caso de dúvida, o calouro deverá entrar em contato com a seção de alunos da unidade responsável pelo curso para o qual foi convocado. Os endereços das unidades, seus telefones e outras informações relevantes estão disponíveis no Manual do Candidato.

Nesta sexta-feira (13), a Fuvest divulgará a segunda lista de convocados.

Mais informações: (11) 3092-2300, site www.fuvest.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16154-comunicantus-ab

MÚSICA
Comunicantus abre vagas para novos coralistas
O Comunicantus: Laboratório Coral do Departamento de Música (CMU) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP está com vagas abertas para alunos, funcionários e professores interessados em participar como coralistas.

São seis coros com diferentes perfis de coralistas e horários, todos vinculados ao projeto pedagógico e de pesquisa do Comunicantus, desenvolvido pelos professores Marco Antonio da Silva Ramos e Susana Cecília Igayara. As inscrições podem ser feitas pelo email comunicantus.secretaria@gmail.com ou na secretaria do CMU, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18 horas.

Mais informações: (11) 3091-4005 ramal 210, email comunicantus.secretaria@gmail.com ou site http://comunicantus.blogspot.com

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16127-coralusp-nova-f

Música
Coralusp inscreve novos cantores, de dentro e fora da USP, com ou sem experiência
 
A partir desta segunda (9), o Coral da USP (Coralusp) abre inscrições para novos integrantes. Ao contrário do que pensa muita gente, para fazer parte do grupo não é preciso ter vínculo com a universidade, nem experiência anterior com canto. A participação é gratuita.

Os integrantes do coral estão divididos em 12 grupos de cerca de 40 cantores, cada um com um projeto musical diferente. Alguns são voltados para a música popular, outros para a música erudita, e há também os que possuem em seu repertório canções dos dois gêneros. Alberto Cunha, coordenador artístico do coral e regente de dois grupos, diz que a maior parte dos projetos que serão desenvolvidos neste ano é inédita. “Eu diria que 40% são continuações do ano passado e que os demais são projetos novos.”

Ao inscreverem-se, os candidatos escolhem o grupo em que desejam integrar e marcam uma avaliação vocal. A sede do coral fica na Cidade Universitária, mas nem todos os grupos ensaiam ali. Há núcleos do coral na Faculdade de Direito (FD) e na Casa de Dona Yayá, que ficam no centro de São Paulo. Outro ensaia na Estação Ciência, no bairro da Lapa. A descrição dos projetos, locais e datas dos ensaios estão disponíveis no site do Coralusp.

Alberto explica que os métodos e critérios de avaliação variam de regente para regente. “Cada grupo tem um projeto artístico, então o regente tem uma idéia do tipo de som que ele quer, do tipo de voz que está procurando, o que o grupo precisa, e é em função disso que ele vai avaliar o candidato.”

O Coralusp se apresenta constantemente nas unidades da USP e também fora delas, em teatros e encontros de corais, por exemplo. Apesar disso, engana-se quem imagina que é preciso ter uma voz bonita ou ser um cantor experiente para participar do coral. A maioria dos projetos não exige experiência anterior com canto, e caso o candidato não seja aprovado para ensaiar com o grupo, ele é encaminhado para as oficinas corais. Nelas, o inscrito receberá uma formação básica em canto coral, e apenas depois disso passará a ensaiar e se apresentar com os demais.

Esse foi o caso da secretária de diretoria Rosana Amado. Ela, que nunca tinha cantado antes e nem possuía vínculo com a universidade, soube da existência do grupo através uma amiga que fazia parte do coral. “A minha mãe cantou muitos anos atrás, mas jamais pensei que fosse cantar, nunca tinha cantado. Sinceramente, eu me interessei pelo Coralusp porque meu pai havia morrido há pouco tempo, estava passando um momento difícil e pensei que seria um bom lugar para me distrair.”

Apesar do nervosismo sentido no dia, Rosana diz que o teste não é de assustar ninguém. “Eu fico nervosa só de ouvir uma frase que contenha a palavra ‘teste’. Mas achei que foi tranquilo.” Depois de apenas seis meses de oficina coral ela passou a integrar um dos grupos.


Isso aconteceu cerca de 15 anos atrás. Desde então, Rosana se apresentou em diversas cidades do Estado de São Paulo, no Teatro Municipal e já fez até solos. Mas, de todos os espetáculos dos quais participou, ainda hoje o primeiro é aquele que considera mais marcante. “Quando eu comecei no Coralusp, fazíamos uma apresentação chamada O Mágico e o Trágico, para a qual a gente se maquiava. E a cada vez nos maquiávamos de um jeito diferente, nos divertíamos muito com isso.”

Não é somente a paixão pela música que mantém Rosana há tantos anos no Coralusp. Para ela, as amizades que faz são outro atrativo do coral. “O convívio com os colegas é muito interessante, são pessoas de todas as faixas etárias, com diversos tipos de concepção sobre música. Eu, particularmente, não consigo parar. É um vício, um bom vício.”

História
O Coralusp foi fundado em 1967 por alunos da Escola Politécnica (Poli). Naquela época, o presidente do Grêmio Politécnico, José Luis Visconti, negociou com o maestro Benito Juarez a formação de um coro. Como os estudantes da Poli eram em sua grande maioria do sexo masculino, a solução encontrada para encontrar vozes femininas para o coral foi recrutar estudantes da Escola de Enfermagem (EE), que possui uma maioria de mulheres em suas turmas.

Já em 1969, o então Coral da Poli foi eleito o melhor coral do Estado de São Paulo pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). O Coralusp, que ainda receberia o mesmo prêmio outras quatro vezes, também realizou quatro turnês pelo exterior, por Estados Unidos, Argentina e países de Europa e África.

Serviço

As inscrições vão até 31 de março. O interessado deve agendar uma avaliação vocal pessoalmente, no local de ensaio do grupo do qual deseja participar. A relação dos grupos corais, com os endereços, os projetos que cada um desenvolverá e as datas dos ensaios está disponível no site do grupo. Mais informações: (11) 3091- 3930 / 5071, com Cida.

Fotos: Divulgação

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16155-projeto-redigi

extensão
Projeto Redigir, da ECA, está com inscrições abertas
O Projeto Redigir está com inscrições abertas até o dia 20. Trata-se de um curso de redação e gramática oferecido por alunos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP para pessoas de baixa renda. o curso é gratuito.

As aulas começarão em março e se estenderão até julho. Elas são sempre dadas em dupla, pelos próprios alunos da Universidade. As turmas possuem 30 pessoas no máximo. Neste semestre, serão abertas 120 vagas, distribuídas entre o período matutino e o noturno.

O curso, que acontece nas dependências da ECA, se direciona àqueles que concluíram o Ensino Fundamental, estudaram em escola pública, têm mais de 16 anos e nunca cursaram uma faculdade pública. A seleção é feita a partir de critérios socioeconômicos.

As inscrições acontecem no Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da ECA, até o próximo dia 20. De segunda à sexta, ocorrerão das 10 às 14 horas e das 17 às 21 horas. Aos sábados serão das 9 às 13 horas. Para se inscrever, o aluno deve levar uma cópia do RG, comprovante de escolaridade, comprovantes de renda daqueles que vivem na sua casa e relação dos gastos domésticos.

Mais informações: (11) 3037-0618 (apenas durante o horário das inscrições); email projetoredigir@gmail.com; site http://www.evon.com.br/wikis/redigir

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16156-estacao-cienci

ambiente
Estação Ciência recebe mostra permanente Estação Natureza
A Estação Ciência da USP, em parceria com a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, traz para São Paulo a partir desta terça (10) a Estação Natureza, que mostrará as belezas naturais do Brasil de forma lúdica e interativa. A exposição, que será permanente e ocupará espaço na plataforma de entrada da Estação Ciência, será instalada em cinco vagões de trem, distribuídos em 100 metros de trilhos, em uma área total de 240 metros quadrados.

Em cada vagão, as informações sobre as paisagens brasileiras serão apresentadas de forma lúdica e educativa, proporcionando ao visitante a vivência da realidade de cada lugar por meio dos sentidos, incluindo simulação de temperatura, cheiros, projeções de imagens, modelos de animais e plantas e painéis fotográficos. Durante o trajeto pelos cinco vagões, monitores acompanharão os visitantes pelos ambientes fornecendo informações complementares ao que estiver sendo vivenciado.

No primeiro vagão, uma projeção audiovisual introduzirá conceitos importantes sobre o que será visto durante o passeio. As belezas dos Ecossistemas Costeiros e da Amazônia serão conhecidas no vagão 2. No terceiro vagão, será possível conhecer as peculiaridades de animais e plantas do Pantanal e do Cerrado, como por exemplo, o tuiuiú, uma das maiores aves da América do Sul, símbolo do Pantanal. No vagão 4, o “passageiro” da Estação Natureza se surpreenderá com o ambiente seco da Caatinga e com uma fragrância marcante, similar a que pode ser sentida na Floresta Atlântica.

No quinto vagão, além de conhecer um pouco mais sobre a Floresta com Araucária e o Pampa, os visitantes receberão dicas para contribuir com a proteção da natureza. Estas dicas poderão ser ouvidas em frases narradas por pessoas de diversas regiões do Brasil. Além disso, o visitante irá se deparar com sua imagem em espelhos, juntamente com as dicas, para uma reflexão sobre atitudes ambientalmente responsáveis.

A Estação Ciência fica na Rua Guaicurus, 1394, Lapa. O horário de funcionamento é das 8 às 18 horas, de terça à sexta-feira, e das 9 às 18 horas, aos sábados, domingos e feriados. Os ingressos custam R$2,00, por pessoa, R$ 5,00, para famílias de até 4 pessoas, e R$1,00 por pessoa para famílias com mais de 4 pessoas.

Mais informações: sites www.fundacaooboticario.com.br, www.eciencia.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16157-fmusp-oferece-cur

geriatria
FMUSP oferece cursos gratuitos para a população idosa
A Universidade Aberta para o Envelhecimento Saudável (Unapes), da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), oferece à população idosa oficinas e encontros educacionais que objetivam preparar o idoso para assumir o papel de gestor de ações de inclusão social na comunidade.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até quarta-feira (11), das 8 às 15 horas, na sede da Unapes, à Rua Dr. Enéas de Carvalho de Aguiar, 155, São Paulo. Para participar, o interessado tem que ter 60 anos ou mais de idade e acompanhamento médico regular. A programação é semestral e as aulas terão início no dia 2 de março. Serão oferecidas 40 vagas.

A intenção é fazer do espaço um ambiente favorável de promoção do envelhecimento saudável e de formação de agentes multiplicadores de opinião, que utilize a educação permanente para estimular ações de cidadania e inclusão social.

Mais informações: (11) 3069-8021 / 8116, site www.ichc.hcnet.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/tecnologia/16158-instituto-de

transporte
Veículos autônomos serão primeira missão do INCT-SEC
Os estudos e pesquisas para a construção de sistemas embarcados críticos, com ênfase para veículos autônomos móveis, estão entre os principais objetivos do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC). As atividades do instituto terão início já nesta terça e quarta-feira (dias 10 e 11 de fevereiro), quando haverá a primeira reunião do grupo gestor. O INCT-SEC funcionará nos laboratórios do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos.

O coordenador do INCT, professor José Carlos Maldonado, avisa que deverão ser construídos inicialmente dois protótipos, um aéreo e um terrestre. “O objetivo é transferir a tecnologia às empresas associadas, visando a possível fabricação e comercialização”, antecipa. De acordo com o docente, até o final de 2010, o Instituto estará totalmente instalado em São Carlos, em colaboração com toda a rede de parceiros espalhados em diversas regiões do Brasil, prazo em que os protótipos deverão estar concluídos. A entidade reunirá grupos de pesquisadores de nove universidades brasileiras, além de sete representantes da iniciativa privada.

Serão várias as atividades e cooperações do Instituto. Maldonado esclarece que no Brasil já existem pesquisadores e estudos consolidados nesta área. “O que iremos fazer é agregar entidades e estudiosos e organizar o setor para impulsionarmos as pesquisas e projetos a serem desenvolvidos”, garante. Além da transferência de tecnologia à indústria, o INCT também incentivará a formação de recursos humanos para o setor. “Atuaremos em diversas frentes”, afirma Maldonado, lembrando que “teremos projetos, inclusive, com a participação em âmbito internacional. Já temos contatos com alguns institutos alemães.”

O Instituto coordenado por Maldonado já tem suas divisões administrativas organizadas. Além de um Comitê Gestor, há as divisões de Pesquisa e Desenvolvimento; Operacional; Administrativa. Nesta primeira reunião do grupo gestor serão priorizadas metas e estabelecidos prazos de projetos. “Na oportunidade, iniciaremos o planejamento do primeiro workshop do INCT-SEC, que deverá ser realizado em abril, aqui em São Carlos”, adianta o professor.

Projeto ARARA
Sistemas embarcados críticos são complexos computacionais que comandam veículos autônomos. “São conjuntos de softwares e hardwares que compõem os sistemas. Suas aplicações são inúmeras, desde a agricultura, aviação, meio ambiente, até setores da segurança e defesa nacionais”, descreve Maldonado.
 
Ele lembra que um dos projetos que motivou os cientistas do ICMC a implantarem o INCT foi o ARARA (Aeronaves de Reconhecimento Assistidas por Rádio e Autônomas), testado e desenvolvido numa parceria entre o ICMC e a Embrapa. O objetivo do Projeto ARARA é substituir aviões convencionais — com piloto e tripulação — utilizados na obtenção de imagens aéreas, por modelos de escala reduzida, diminuindo o custo de monitoramento de áreas agrícolas e sob controle ecológico.

Incentivos
Maldonado informa que o INCT-SEC receberá financiamento ao longo de três anos e, dependendo do desempenho, poderá ter uma extensão por mais dois anos. O Instituto conta com financiamento do CNPq e da Fapesp, que co-financia propostas selecionadas cujas instituições sede estejam no estado de São Paulo. O professor informa ainda que a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), do Ministério da Educação, permitirá a ampliação das atividades de formação de recursos humanos dos 101 Institutos Nacionais aprovados, com valores estimados em R$ 30 milhões, oferecendo bolsas em diversas modalidades.

Mais informações: (16) 3373-9669, com o professor José Carlos Maldonado; e-mail jcmaldon@icmc.usp.br

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Fevereiro 10, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10083/especiais/biota-e-politic

EspeciaisDados científicos gerados pelo Programa Biota-FAPESP dão origem a Ato Normativo do Ministério Público de São Paulo que estabelece prioridades de atuação para conservação da biodiversidade

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10084/especiais/mercado-global.

EspeciaisEstudo aponta parceiros estratégicos do Brasil em biocombustíveis: países asiáticos são potenciais consumidores e os latino-americanos os grandes fornecedores

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10085/divulgacao-cientifica/sin

Divulgação CientíficaConsórcio do Telescópio Gigante Magalhães anuncia acordo de nove instituções para construção e operação do instrumentode 24,5 metros de espelho que será instalado no Chile

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10086/noticias/esalq-inaugura-p

NotíciasPrograma permite que candidato obtenha doutorado pela USP e pela instituição parceira nos Estados Unidos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10087/agenda/16-congresso-mundi

AgendaEvento será realizado junto com o 10º Congresso da Sociedade Brasileira de Toxinologia, de 15 a 25 de março, no Recife

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10088/agenda/46-congresso-da-ar

AgendaEncontro será realizado no Rio de Janeiro, de 21 a 23 de outubro, com o tema Infraestrutura verde: Paisagens de alto desempenho

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16160-professor-de-l

são Carlos
Professor de laboratório francês ministra seminário no IQSC
Nesta quinta-feira (12), às 14 horas, o Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP oferece o seminário First Insights into the Mechanism of the Borohydride Oxidation Reaction (BOR) on Gold from Electrochemical Impedance Spextroscopy (EIS).

O evento será ministrado em inglês pelo professor Marian Chatenet, do Laboratoire d'Electrochimie et de Physicochimie des Matériaux et des Interfaces (LEPMI), da França. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo site www.iqsc.usp.br/psm_participante. O seminário acontece no anfiteatro do IQSC (Av. Trabalhador São Carlense, 400, São Carlos).

Mais informações: (16) 3373-883, email sandra@iqsc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16151-pesquisas-do-nepa

saúde coletiva
Pesquisadores do Nepaids completam 18 anos ampliando horizontes na prevenção da aids
 O grupo que formou o Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids (Nepaids), e que completa a sua "maioridade" em 2009, foi o primeiro dentro da USP a se dedicar a estudos interdisciplinares sobre a doença - além de ser um dos primeiros do país a trabalhar com prevenção e cuidado em HIV/aids no Brasil em um campo não estritamente biomédico. A aids não pode ser abordada com noções superadas como "grupos de risco" ou mesmo "comportamentos de risco", que estigmatizavam parcelas populacionais. Assim, o núcleo consolidou a noção de vulnerabilidade sócio-cultural, desenvolvendo trabalhos no campo da sexualidade e gênero e no plano do cuidado, abordando a prevenção em comunidades as mais diversas possíveis: trabalhadoras do sexo, usuários de drogas, juventude em escola, juventude na favela, juventude caiçara, quilombolas, movimento negro, movimento de mulheres, entre outros.

Formado por pesquisadores de disciplinas que vão desde a psicologia, ciências sociais, medicina, enfermagem, nutrição e estatística até geografia e educação física, o Nepaids tem também como característica o trabalho com organizações não-governamentais. Além disso, como explica a professora Vera Paiva, do Instituto de Psicologia (IP) da USP, no grupo desde sua criação no início da década de 1990, “o Nepaids funciona como um coletivo que envolve, além de professores e alunos da USP, pessoas que estão ‘com a mão na massa’”, com as quais o núcleo desenvolve vários projetos de pesquisa e, eventualmente, formação: enfermeiros nas Unidades Básicas de Saúde, psicólogos do Programa de Saúde da Família, médicos de centros de referência de aids, enfim, todos os profissionais de saúde que prestam atendimento relacionado à doença.

 Professora Vera Paiva
Acomodação
As maiores dificuldades para se trabalhar a aids são bem diferentes atualmente em relação às da época em que a doença começava a se espalhar. "Primeiramente, as pessoas não entendiam que se tratava de uma epidemia; achavam que era uma doença que ocorria só com 'os outros': lá na África, ou aqui somente com pobres, trabalhadores do sexo ou usuários de drogas. O nosso problema hoje é diferente, na medida em que a epidemia no Brasil está estabilizada. Mas epidemia ‘controlada’ não quer dizer o final da epidemia, e sim apenas a diminuição da aceleração do número de infectados”, afirma Vera.

O resultado de uma certa despreocupação é que tem crescido a taxa de infecção entre alguns grupos, como jovens homossexuais e meninas que estão iniciando a vida sexual. Em relação à geração anterior, continua aumentando a porcentagem de pessoas que utilizam camisinha na primeira relação sexual entre quem têm menos de 25 anos. Entretanto, esta é uma geração que sabe menos sobre aids. “A escola ensinou muitas pessoas na década passada sobre prevenção, e algumas acham que não é preciso mais abordar o assunto, porém, é preciso entender que o público mudou”, ressalta.

Direitos humanos
Tendo seus membros como conselheiros e assessores de programas públicos, o núcleo é um dos grupos que mais contribuiu, no campo da prevenção, para a construção da chamada “resposta brasileira de aids”, bem sucedida e exemplar para outros países. E para Vera, o que marca esta resposta é que ela é realizada no âmbito dos direitos humanos. Isso quer dizer, primeiramente, defender o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus princípios de acesso universal.

Até a Constituição de 1988, o SUS não existia, e apenas algumas categorias de trabalhadores – em geral as sindicalizadas – poderiam utilizar serviços de saúde gratuitos. “As pessoas mais pobres conseguiam no máximo serem atendidas pela Santa Casa”, conta a professora. “A saúde para os pobres era 'beneficente', não existia como princípio universal. O movimento social por saúde, que então defendia os princípios do SUS, e já respondia à epidemia de aids que começava, foi fundamental para garantir o acesso universal à saúde e educação em saúde. Nos países da África, por exemplo, não temos, como aqui, tantas crianças que mesmo ao nascerem com o vírus por contaminação vertical [da mãe para o feto] crescem saudáveis, chegando à adolescência, por terem acesso garantido aos medicamentos que podem impedir a infecção de se desenvolver. Até mesmo em nações ricas, como os Estados Unidos, se a pessoa não tiver dinheiro para pagar um seguro-saúde pode morrer sem medicação”.

Além da saúde, os direitos humanos implicam respeito à diversidade sexual, combate ao racismo, direito à liberdade de expressão e manifestação de crenças. Implicam também um estado laico, isto é, em que as políticas púbicas não discriminem as religiões, mas também não sejam influenciadas por elas. “A camisinha tem que ser distribuída para todos, mesmo o papa católico, por exemplo, sendo contra. Hoje, segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde com a qual o Nepaids colaborou, 85% dos católicos no Brasil são a favor da distribuição de camisinha na escola, coisa que não vemos acontecer em outros países”.

Outros obstáculos
Ainda que o problema mais recente seja aquela espécie de acomodação frente ao controle da epidemia, o primeiro grande obstáculo para se lidar com a aids, seja na prevenção ou no dia-a-dia dos portadores do vírus, foi o estigma associado à doença. E ele permaneceu. “As pessoas que tem HIV/aids sofrem discriminação permanente, violações de seus direitos humanos. No início eram maltratadas, expulsas mesmo. Até na própria Universidade isto acontecia. Em 1989 foram proibidas pesquisas sobre aids aqui dentro do IP; os portadores simplesmente não podiam frequentar o ambiente pois tinha gente com medo de ser infectada.”

Mesmo que o problema tenha sido amenizado, ainda são numerosos os relatos de soropositivos sendo discriminados. “Um dos estigmas mais fortes é a associação das pessoas com HIV/aids à promiscuidade e, derivando disso, a recriminação do desejo destas pessoas de terem filhos [discutida pela professora em sua livre-docência].” Mesmo que atualmente haja pessoas com até 20 anos de convivência com o vírus sem desenvolver a doença, ou que o bebê tenha avós e pai que não são soropositivos e poderão continuar a dar suporte à criança. E até mesmo sabendo-se que a portadora de HIV que toma medicação tem uma probabilidade de menos de 1% de ter um bebê soropositivo. “Em geral, há uma tentativa de extirpar das pessoas com HIV/aids o direito de ter filhos, de reconstituir a vida e manter sua relação conjugal.”

Tais assuntos não podem estar fora do escopo da prevenção, como explica a psicóloga. Devem que fazer parte de um processo de esclarecimento e informação. "O combate a todo tipo de estigma e discriminação é central para a prevenção".

 Cartilha para jovens e adolescentes
 produzida pelo Nepaids e GPTOS
Novas questões
Com o desenvolvimento das drogas de controle do HIV, novas questões surgiram que demandam mais reflexão. “As crianças crescendo com HIV e a integração delas na escola e, futuramente, na faculdade e na vida profissional, são um bom exemplo de situação que precisa ser trabalhada”.

Também os jovens homossexuais que não viveram na fase mais aguda da epidemia e não a reconhecem como grave constituem um novo problema. “Alguns pensam que é possível, por exemplo, fazer o chamado serosorting: detectar os soropositivos para evitá-los ou não ter relações sexuais com eles sem camisinha. Para isso, tentam descobrir sinais de quem toma medicação pelas deformações no rosto. Acontece que as medicações mudaram e não produzem mais os mesmos efeitos”.

Enfim, a educação para prevenção entre estes públicos precisa ser repensada e, algumas vezes, reformulada. Sinais de que, mesmo com o controle relativo da epidemia, o trabalho do Nepaids não tem data próxima para terminar.

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16162-estimativa-de

CEPEA
Estimativa de crescimento do agronegócio mineiro em 2008 sobe para 14%
Mesmo com a retração de 0,04% em novembro, o PIB do agronegócio de Minas Gerais acumula expressivo crescimento de 14,97% nos onze meses, conforme cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). Para 2008 todo, a estimativa é que o agronegócio tenha tido expansão próxima a 14%, taxa bem superior aos 8,15% de 2007.

Com os resultados até novembro, o valor estimado do PIB do Agronegócio de Minas para 2008 passou para R$ 90,11 bilhões (a preços de 2008). Desse valor, R$ 43,87 bilhões ou 48,68% derivam do agronegócio da agricultura e R$ 46,24 bilhões ou 51,32% são gerados no agronegócio da pecuária.

A queda de novembro é a primeira do ano e ocorre após diversos meses em ritmo de desaceleração. Na medida em que a crise se aprofunda, os números de toda a cadeia começam a refletir o contexto internacional.

Mais informações: (19) 3429-8837 ou email cepea@esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16163-cepea-divulga

Economia
PIB do agronegócio teve queda menor em novembro, diz Cepea
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro decresceu 0,42% em novembro, seguindo a trajetória de queda iniciada no mês anterior. A estimativa é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Embora seja novamente uma variação negativa, esta, ao ser inferior à de outubro (-0,88%), sinaliza recuperação frente ao maior recuo do mês passado; no ano o crescimento é de +6,15%. Preliminarmente, o Cepea estima que o PIB do agronegócio nacional se aproxime de R$ 760 bilhões em 2008, ao passo que o PIB de 2007, a valores de 2008, foi de R$ 715 bilhões.

Mais informações: (19) 3429-8837, email cepea@esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16167-pos-em-saude-da-m

FSP
Inscrições até dia 13 para pós em saúde da mulher no climatério
Vão até esta sexta-feira (13) as inscrições para o processo seletivo do Curso de Especialização em Saúde da Mulher no Climatério, promovido pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O curso, direcionado a profissionais com nível superior envolvidos com a temática, possui duração de um ano e terá início no dia 3 de março.

As aulas acontecerão uma vez por semana, às terças-feiras, das 7 às 12 horas, e serão organizadas em formato de palestras com profissionais da área da saúde, que abordarão os temas mais atuais relacionados ao assunto.

As inscrições são realizadas no Serviço de Alunos da FSP das 11 às 20 horas. O curso é gratuito, mas para inscrever-se no processo seletivo é cobrada uma taxa de R$ 120,00. O valor pode ser pago através de depósito bancário ou na Tesouraria da faculdade, que funciona até as 16 horas. São necessários os seguintes documentos: carteira de identidade (não são aceitas carteira de habilitação e de conselho de classe), CPF, diploma de graduação, histórico escolar, uma foto 3x4, curriculum vitae e comprovante de pagamento da taxa.

A seleção dos candidatos será feita através de entrevistas, que podem ser agendadas após a efetivação da inscrição através dos telefones (11) 3061-7703 / 7149.

A FSP fica na Av. Dr. Arnaldo, 715, próximo ao metrô Clínicas, Cerqueira César, São Paulo.

Mais informações: (11) 3061-7787, email hsm@fsp.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16168-usp-aprov

ensino
USP aprova criação de sua primeira graduação a distância
O Conselho Universitário da USP aprovou nessa terça-feira (10) a criação do primeiro curso de graduação a distância da Universidade, que fará parte do Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), iniciativa da Secretaria Estadual de Ensino Superior. O curso, de licenciatura em ciências, tem como principal objetivo a formação de professores de ciências para o ensino fundamental.

“O projeto pedagógico do curso é inovador, pois promoverá o ensino multidisciplinar, que permitirá a integração das grandes áreas do saber, como física, química, astronomia e sociologia, por exemplo”, ressalta a reitora da USP, Suely Vilela.

A licenciatura em ciências terá carga horária total de 2.835 horas, contemplando todos os componentes comuns estabelecidos para os cursos de licenciatura, de graduação plena, como também os previstos no Programa de Formação de Professores da USP.

Do total da carga horária, 52% das aulas serão desenvolvidas a distância, sendo 1.800 horas de atividades relacionadas com os conteúdos curriculares de natureza científico-cultural, e 48% serão presenciais, sendo 405 horas destinadas às práticas como componente curricular, 420 horas ao estágio curricular supervisionado e 210 horas às atividades acadêmico-científico-culturais.

Serão oferecidas 360 vagas anuais, distribuídas em quatro pólos, com 90 alunos cada, nos campi de São Paulo, Ribeirão Preto, Piracicaba e São Carlos.

O concurso vestibular será realizado pela Fuvest, e será específico para essa modalidade de ensino. O vestibular deverá oferecer bônus de forma a priorizar o ingresso de professores sem curso superior, que atuem em docência na educação básica; licenciados em área diferente de sua formação e com experiência docente; portadores de diploma de conclusão de curso superior oficial ou reconhecido e com experiência docente em qualquer área; egressos do ensino médio com tempo mínimo de quatro anos de formados; e portadores de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente.

As normas e as datas do Vestibular serão estabelecidas pelo Conselho de Graduação da Universidade.

Mais informações: (11) 3091-3220.

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Fevereiro 11, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10089/especiais/biblioteca-virt

EspeciaisFundação Memorial lançará na sexta-feira (13/2) a BV@L. Projeto apoiado pela FAPESP disponibilizará informações do acervo da Biblioteca Latino-Americana Victor Civita, especializada em artes e humanidades

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10090/especiais/sistema-imunolo

EspeciaisEstudo internacional com participação brasileira demonstra reversão de déficits neurológicos em pacientes com esclerose múltipla após transplante de células-tronco

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10091/noticias/missao-de-gravid

NotíciasAgência Espacial Europeia anuncia para março o lançamento do satélite Goce, que tem o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a gravidade terrestre

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10092/noticias/bolsas-na-argent

NotíciasGoverno do país oferece 30 bolsas de mestrado a universitários latino-americanos graduados que desejem estudar nas Universidades Nacionais. Prazo para apresentação das solicitações vai até 20 de fevereiro

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10093/noticias/fsp-usp-busca-pr

NotíciasFaculdade de Saúde Pública abre concurso para cargo de professor doutor no Departamento de Epidemiologia. Salário é de R$ 6.325,31

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10094/agenda/1-coloquio-vertent

AgendaEvento no Departamento de Letras Modernas da Unesp ocorrerá entre os dias 28 e 30 de abril, em Araraquara (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10095/agenda/1-congresso-brasil

AgendaConhecimento atual sobre as espécies exóticas invasoras e seus impactos estará em discussão entre 6 e 9 de abril, em São Luís

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16169-cmu-oferece-cur

artes
CAP oferece curso de desenho aberto ao público
O Departamento de Artes Plásticas (CAP) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP abre inscrições para cursos de artes de curta duração no primeiro semestre de 2009. O objetivo é tornar acessível ao público externo parte do conhecimento que, em geral, é oferecido exclusivamente no currículo dos cursos de graduação.

O curso Desenho de Observação irá, a partir de exemplos da História da Arte, estimular a produção de desenhos através de diversas técnicas, possibilitando a cada aluno descobrir e desenvolver sua expressão individual. As aulas comportam vários momentos, sendo que em um deles os alunos são convidados a fazer pequenos passeios pelo campus, durante os quais têm a oportunidade de realizar seus desenhos. Da metade para o final do curso, os exercícios serão voltados para a observação da figura humana. As aulas contarão com modelo vivo.

As aulas serão ministradas às quintas-feiras, das 14 às 18 horas, no próprio departamento. O curso tem duração de quatro meses, com início no dia 11 de março. As inscrições podem ser feitas no próprio local (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo) até o dia 6 de março. Serão disponibilizadas 20 vagas, e a mensalidade é de R$ 200,00.

Mais informações: (11) 3091-4430, email extensao.cap@usp.br, site www.cap.eca.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16169-eca-recebe-curs

artes
ECA recebe curso de desenho aberto ao público
O Departamento de Artes Plásticas (CAP) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP abre inscrições para cursos de artes de curta duração no primeiro semestre de 2009. O objetivo é tornar acessível ao público externo parte do conhecimento que, em geral, é oferecido exclusivamente no currículo dos cursos de graduação.

O curso Desenho de Observação irá, a partir de exemplos da História da Arte, estimular a produção de desenhos através de diversas técnicas, possibilitando a cada aluno descobrir e desenvolver sua expressão individual. As aulas comportam vários momentos, sendo que em um deles os alunos são convidados a fazer pequenos passeios pelo campus, durante os quais têm a oportunidade de realizar seus desenhos. Da metade para o final do curso, os exercícios serão voltados para a observação da figura humana. As aulas contarão com modelo vivo.

As aulas serão ministradas às quintas-feiras, das 14 às 18 horas, no próprio departamento. O curso tem duração de quatro meses, com início no dia 11 de março. As inscrições podem ser feitas no próprio local (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo) até o dia 6 de março. Serão disponibilizadas 20 vagas, e a mensalidade é de R$ 200,00.

Mais informações: (11) 3091-4430, email extensao.cap@usp.br, site www.cap.eca.usp.br

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cursinho popular
Cursinho do XI oferece curso básico para concursos públicos
O Cursinho do XI, mantido pelo Centro Acadêmico da Faculdade de Direito (FD) da USP, inicia uma turma neste sábado (14) para pessoas interessadas em concorrer em concursos públicos. O curso acontecerá aos sábados das 13 às 18 horas.

A grade básica terá aulas de português, matemática, noções de direito, informática e atualidades. Além disso, existem os cursos básicos de redação, matemática e inglês no período da manhã. Os candidatos contarão, além do material didático, com plantões de dúvidas na tardes de segunda a sexta-feira e simulados. Terão também à disposição uma biblioteca e um refeitório.

A matrícula pode ser feita na secretária do cursinho (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, 5º andar, Centro, São Paulo), de segunda a sexta-feira, das 9 às 21 horas, e aos sábados, das 9 às 16 horas. Para se matricular é necessário apresentar uma cópia de RG, CPF e comprovante de residência, além de uma foto 3x4, mais o pagamento da taxa de inscrição de R$ 30,00.

O custo do curso é de seis parcelas de R$ 120,00 ou sete de R$ 100,00.

Mais informações: (11) 3107-6293 / 3101- 4583, email cd.xi@uol.com.br, site www.cursinhodoxi.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16171-museu-paulista-

história
Museu Paulista oferece curso sobre a formação dos acervos
O Museu Paulista (MP) da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga,  abre vagas para o curso Formação dos Acervos do Museu Paulista, voltado para o programa Universidade Aberta à Terceira Idade. O objetivo é divulgar a história do edifício-monumento e, ao mesmo tempo, promover o estudo das diferentes etapas da formação dos acervos do Museu Paulista e do Museu Republicano Convenção de Itu.

O curso acontecerá às quartas-feiras, das 14 horas às 16h30, de 11 de março até 27 de maio. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de março no Serviço de Cursos da Divisão de Difusão Cultural do museu (Parque da Independência, s/n.º, Ipiranga, São Paulo). A taxa de inscrição é de R$ 10,00, e o público preferencial são as pessoas acima de 55 anos, sendo que outras idades tem vagas limitadas. O curso tem, no total, 35 vagas.
 
Mais informações: (11) 2065-8075, email acadmp@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16171-museu-paulista-

história
Museu Paulista promove aulas sobre a formação dos acervos
O Museu Paulista (MP) da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga,  abre vagas para o curso Formação dos Acervos do Museu Paulista, voltado para o programa Universidade Aberta à Terceira Idade. O objetivo é divulgar a história do edifício-monumento e, ao mesmo tempo, promover o estudo das diferentes etapas da formação dos acervos do Museu Paulista e do Museu Republicano Convenção de Itu.

O curso acontecerá às quartas-feiras, das 14 horas às 16h30, de 11 de março até 27 de maio. As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de março no Serviço de Cursos da Divisão de Difusão Cultural do museu (Parque da Independência, s/n.º, Ipiranga, São Paulo). A taxa de inscrição é de R$ 10,00, e o público preferencial são as pessoas acima de 55 anos, sendo que outras idades tem vagas limitadas. O curso tem, no total, 35 vagas.
 
Mais informações: (11) 2065-8075, email acadmp@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16172-rotina-intensa-e-

Pós-Graduação
Residência em medicina veterinária dá experiência a quem acabou de sair da faculdade
 O dia-a-dia de Cléber Augusto Fontana é de trabalho árduo. Como residente, fica entre 40 e 60 horas por semana no hospital, faz plantões de madrugada e muitas vezes não tem tempo nem para almoçar. Mas ele não está se especializando em pediatria ou psiquiatria, e sim em clínica e cirurgia de pequenos animais. Cléber é um dos 26 alunos do programa de residência médico-veterinária do Hospital Veterinário (Hovet) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP.

O curso segue o mesmo princípio da residência médica: é uma modalidade de pós-graduação lato sensu que permite ao aluno obter o título de especialista junto ao Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O Hovet criou seu programa de residência em 1983, e desde então formou 281 alunos. O hospital oferece quatro áreas nas quais os residentes podem se especializar: medicina veterinária preventiva, clínica e cirurgia de grandes animais, clínica e cirurgia de pequenos animais e anatomia patológica.

A residência dá ao profissional recém-formado a oportunidade de aperfeiçoar sua prática clínica realizando atendimentos sob a orientação dos professores e veterinários contratados do hospital. Trata-se de um programa essencialmente prático. “É um treinamento em serviço. Eles não fazem pesquisa, não são funcionários, nem têm vínculo empregatício”, explica Carlos Eduardo Larsson, presidente do Conselho de Residência do Hovet.

Segundo Eduardo Harry Birgel, professor aposentado da FMVZ e presidente da Comissão de Residência Médico-Veterinária do CFMV, a residência está baseada em um tripé: estrutura física, capacitação dos orientadores e a casuística - o estudo de casos particulares - que o serviço envolve. “Se o hospital atendesse dois animais por dia, não daria para ter uma residência. Não haveria possibilidade de ensino”. Apesar do primeiro programa de residência veterinária brasileiro ter sido criado na década de 70, o CFMV reconheceu e regulamentou a modalidade apenas em 2001. Desde então os cursos são avaliados periodicamente.

No programa de residência do Hovet, apenas nos primeiros meses são ministradas aulas teóricas - o chamado “nivelamento”. Depois, além da orientação recebida no dia-a-dia, os residentes participam, uma vez por semana, de reuniões clínicas e setoriais nas quais são discutidos os casos mais raros e interessantes.

Um dos grandes diferenciais da residência em relação aos demais cursos de pós-graduação é a sua extensa carga horária. Os residentes ficam de um a dois anos no hospital, cumprindo uma jornada de 40 a 60 horas semanais (o mesmo que um residente de medicina). Isso resulta num total de até 3520 horas de prática.

“Os cursos de especialização da faculdade têm ao redor de 500 horas e as práticas profissionalizantes dos departamentos duram entre 30 e 60 dias. A diferença é brutal. O residente, depois de dois anos, sai com uma bagagem excelente. Tanto é que boa parte já sai praticamente com emprego garantido”, afirma Larsson. O título também dá pontuação adicional em alguns concursos públicos e é um diferencial na hora de se candidatar a um mestrado ou um doutorado.

Recém saído da graduação e diante do mercado de trabalho cada vez mais competitivo, Cléber pensou em iniciar um mestrado, mas escolheu cursar a residência antes. “A gente sai da faculdade um pouco cru, é preciso adquirir mais praticidade no desempenho da atividade. Eu acho que a residência dá uma boa bagagem para isso”.

Todos os residentes recebem bolsa, uma exigência do CFMV. No caso do Hovet, parte dos benefícios é custeada pelo governo do estado e o restante é mantido através de doações de empresas privadas. Os residentes ainda têm direito a férias remuneradas, afastamento de até um mês por motivos de saúde e 120 dias em caso de gestação, sempre recebendo a bolsa.

O presidente do Conselho de Residência do Hovet afirma que se estuda aumentar ainda mais a carga horária do programa, permitindo que parte dos residentes curse um ou dois anos suplementares, para uma maior especialização. “O nosso programa tem uma conotação generalista. Quem faz residência aqui no nosso hospital atua em toda e qualquer área da sua opção. Ele não faz residência em dermatologia, cardiologia ou oftalmologia. Transita em toda a área de clínica médica e clínica cirúrgica. Isso é um diferencial em relação a todos os outros programas brasileiros”.

Rotina intensa
Cléber fica no hospital de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Isso quando não vai além do expediente. “Às vezes você acaba se envolvendo com um caso que quer acompanhar até o fim. Aí não dá pra dizer ‘é meio dia, vou almoçar’. Você continua até o fim.”

Imersos na atribulada rotina do Hovet, o maior hospital-escola veterinário da América Latina, os residentes se envolvem em casos complexos. Para Cléber, um caso marcante aconteceu quando participava de uma cirurgia em um dogue alemão diagnosticado com câncer no baço. Durante a operação, descobriu-se que o tumor estava em um local diferente e era bem mais grave do que se pensava. “Na verdade era um tumor de linfonodo, que estava envolvendo todo o intestino. Então uma cirurgia não traria muitos benefícios para o animal. Tivemos que conversar com os proprietários, dizer que seria possível fazer a cirurgia, mas que o animal ficaria bem debilitado. Eles optaram então pela eutanásia.”

Assim como seus colegas da medicina, os residentes do Hovet realizam plantões, mas de um jeito diferente. Como o hospital não recebe “pacientes” à noite, os residentes realizam o chamado Sistema Intensivo de Monitorização (SIM). “Eles ficam sob orientação à distância de professores, acompanhando os animais que passaram por processos cirúrgicos ou tratamento médico durante o dia”, diz Larsson.

Seleção
Podem se candidatar para o programa no Hovet veterinários formados há, no máximo, dois anos. Eles se submetem a uma prova teórica, entrevista e avaliação curricular. Para passar para o ano seguinte, os candidatos sofrem outra avaliação. “Nesses 25 anos não houve exclusão, porque a seleção é muito bem feita, com excelentes candidatos, já que o programa é muito disputado”, afirma Larsson.

Para entrar, os veterinários enfrentam uma concorrência altíssima. No último processo seletivo, inscreveram-se 83 candidatos, que disputaram 17 vagas (uma média de 4,9 candidatos por vaga). A área mais procurada foi a de anatomia patológica, que teve uma relação de 8 candidatos para cada vaga – a mesma concorrência enfrentada por um candidato à residência em endocrinologia no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP no processo seletivo deste ano.

As informações sobre o próximo processo seletivo serão divulgadas no site do hospital em outubro deste ano.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/esporte-e-lazer/16173-cepeusp

bem estar
Cepeusp tem novo calendário de verão para atividades aquáticas
O Cepeusp (Centro de Práticas Esportivas da USP) está com a nona edição do Projeto Mais Verão de Fitness Aquático que, este ano, oferece oito modalidades: natação, deep running, pólo aquático, hidroginástica, saltos ornamentais, nado sincronizado, snorming e mergulho.

As inscrições podem ser feitas na sala 8 do Velódromo (Praça Prof. Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo), da próxima segunda (16) até sexta-feira (20), reabrindo para vagas remanescentes no dia 9 de março. Haverá desconto de 10% para duas inscrições familiares, 15% para três, e 20% para quatro ou mais. Valores e taxas variam de acordo com a faixa etária.

As aulas serão iniciadas dia 3 de março e vão até 29 de maio. São oferecidas 680 vagas, com uma média de 24 aulas por turma. Para participar dos cursos, é necessária a apresentação de atestado médico para a prática esportiva no ato da inscrição, assim como a realização de exame dermatológico no Cepeusp (taxa de R$ 8,00).

Mais informações: (11 ) 3091-3361, site www.cepe.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16177-novo-teste-de-loc

neurociências
Pesquisa do NeC desenvolve teste de locomoção para idosos
Uma pesquisa integrada na área de saúde vai ajudar pessoas entre 60 e 80 anos a minimizar situações neurológicas que envolvam sobrecarga motora e predisposição para a queda, tão freqüentes nessa fase da vida. “Começamos a notar um aparecimento progressivo da queixa entre os pacientes dessa faixa etária sobre seus desempenhos nas tarefas do cotidiano”, afirma Mariana Callil Voos, que integra a equipe responsável por essa especialidade junto ao Ambulatório de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP. “Como a tomada de decisão está relacionada à capacidade de executar ações e resolver problemas, muitos dos pacientes mostravam-se apreensivos por perceber parte de sua locomoção abalada”, explica a fisioterapeuta.

A iniciativa corresponde à mais recente etapa de sua tese de doutorado Validação de um novo teste de locomoção para indivíduos idosos. O estudo vem sendo desenvolvido no Núcleo de Pesquisa em Neurociências e Comportamento (NeC) – um dos núcleos de apoio à pesquisa (NAPs) da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP –, sob orientação do professor Luiz Eduardo Ribeiro do Valle do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e co-orientação da professora Maria Elisa Pimentel Piemonte da FMUSP, pesquisadores do NeC.

Com experiência na prática clínica na área de Fisioterapia Neurológica, a fisioterapeuta investigou mais de 40 pacientes após os 60 anos, comparando-os com jovens adultos. Em uma primeira etapa da avaliação, foram aplicados testes de memória operacional, atenção espacial seletiva coordenação motora e agilidade. Por meio da tarefa de “ligue-os-pontos”, com duração variada – estipulou-se tempo livre até 300 segundos –, sendo possível identificar e padronizar o comportamento normal entre os participantes. “Essa atividade está suscetível, principalmente, à idade e também escolaridade”, afirma Mariana.

Entre letras e números
O levantamento possibilitou a origem da metodologia que vem sendo aplicada nesta etapa do trabalho, por meio da tarefa de locomoção, a qual consiste no “teste de locomoção” em que a pessoa deve andar de forma independente, sem ajuda de aparelho ou apoio sobre um painel de 2 x 3 metros estendido no chão. A ferramenta, em que um caminho pode ser sinalizado pela alternância de números, letras e até dos dois juntos, levou um ano e meio para ficar pronta, incluindo projeto piloto. O trajeto foi percorrido pelos grupos – de adultos e idosos – em duas sessões diferentes. Na primeira delas, toda travessia foi cumprida oito vezes e na segunda, três.

“O caminho marcado pela alternância entre letras e números foi considerado o mais difícil de cumprir”, diz Mariana. “Nesse caso, enquanto os idosos precisaram repetir quatro vezes o circuito proposto para conseguir desempenho máximo no teste, o outro grupo (jovens) em apenas duas vezes alcançou o mesmo patamar”, aponta. Isso quer dizer que, embora precisem de um tempo maior de treinamento, as pessoas com 60 anos superaram a dificuldade para reter o trajeto proposto, considerando que a exigência de memória operacional foi igual para os dois grupos.

A tese de doutorado de Mariana deverá ser defendida no segundo semestre deste ano. Atualmente, a fisioterapeuta é supervisora de estágio da disciplina de Fisioterapia em Disfunções Neuro-Musculares e professora-colaboradora da disciplina de Fisioterapia Clínica II do Curso de Fisioterapia da USP, além de membro da Sociedade Brasileira de Neurociências (SBNeC). As inscrições para triagem da pesquisa podem ser feitas por telefone ou pelo endereço eletrônico: marivoos@usp.br ou (11) 30917463 (manhã) até o dia 30 de abril. Há vagas para a formação do grupo que será composto por pessoas com idade de 20 a 35 anos e a partir dos 50 anos. Os interessados deverão preencher critérios prévios como não apresentar problemas cardíacos ou respiratórios e ser capaz de andar sem precisar de aparelhos ortopédicos. Todos receberão avaliação gratuita. O Ambulatório de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP fica na rua Cipotânea, 51, 2º. andar, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-7463, email marivoos@usp.br, com Mariana Callil Voos

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16145-clube-de-

piracicaba
Clube de Empreendedorismo é lançado na Esalq
Com objetivo de estimular o exercício de práticas empreendedoras entre os alunos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e a comunidade de Piracicaba, o Pólo local da Agência USP de Inovação inaugura o Clube de Empreendedorismo e Inovação Luiz de Queiroz. O início das atividades está marcado para a quarta-feira (18), com a palestra do professor Jose Antonio Lerosa de Siqueira, diretor do Centro Minerva de Empreendedorismo.

Por meio de encontros quinzenais estão previstas atividades diversas como palestras, oficinas, projeção de filmes, debates e visitas, os integrantes serão apoiados a participarem de competições de empreendedorismo e inovação. Como parte das ações serão trabalhadas técnicas de apresentação, autogestão e de administração essenciais para o auto-emprego. O evento ocorrerá às 12h30, na Sala de Reuniões do Serviço de Cultura e Extensão Universitárias, Av. Pádua Dias, 11, Piracicaba. Os interessados devem se inscrever pelo email ddias@usp.br, ou pelo telefone (19) 3429-4011.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Esalq

Mais informações: (19) 3429-4011, email ddias@usp.br

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Fevereiro 12, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10096/especiais/menos-alcool-ao

EspeciaisPesquisa da Secretaria Estadual de Saúde aponta queda de 68% no número de paulistanos que ingerem bebidas alcoólicas diariamente. Aplicação da “lei seca” é umas das causas prováveis da redução

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10097/especiais/territorio-em-d

EspeciaisLivro diagnostica problemas que permeiam ordenamento geoeconômico do país e propõe soluções em escala regional e nacional

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10098/divulgacao-cientifica/bio

Divulgação CientíficaCientistas identificam molécula produzida pelo metabolismo humano que pode ser usada como marcador para avaliar a progressão do câncer de próstata

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10099/noticias/1.555-bolsas-na-

NotíciasFundação Carolina abre seleção para interessados em fazer pós-graduação em universidades espanholas. A maior parte das modalidades tem inscrições até 1º de março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10100/noticias/rede-malaria-e-a

NotíciasCNPq prevê que edital para Rede de Pesquisa em Malária será lançado em março, com R$ 15 milhões para estudos relacionados à doença

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10101/agenda/2-coloquio-brasile

AgendaPromovido pelo Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, evento será realizado nos dias 4 e 5 de junho, em Campinas (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10102/agenda/compostos-organico

AgendaEvento promovido pelo Instituto de Química da USP discute a presença de compostos orgânicos em material particulado atmosférico. Seminário ocorrerá nesta sexta-feira (13/2), em São Paulo

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16178--hc-oferece-trata

Psiquiatria
HC oferece tratamento gratuito para ciúme excessivoO Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de medicina da USP (FMUSP) está selecionando pessoas de ambos os sexos, com mais de 18 anos, que apresentem ciúme patológico, especificamente o voltado para parceiros amorosos e que prejudique o relacionamento do casal. Os pacientes selecionados receberão tratamento gratuito.

O ciúme patológico é caracterizado por pensamentos e emoções irracionais associados com comportamentos irracionais ou extremos, onde as preocupações com a infidelidade do parceiro são baseadas em evidências incoerentes.

Interessados podem se inscrever pelo telefone (11) 3069-7805 ou pelo email contato@amiti.com.br. Não há limite de data para as inscrições.

O tratamento será realizado no Instituto de Psiquiatria (IPq) do HC, que fica na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 78, próximo ao metrô Clínicas, Cerqueira César, São Paulo.

Mais informações: (11) 3069-7805, email contato@amiti.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16179-cursinho-da-ps

vestibular
Cursinho da Psico prorroga data de inscrição para o extensivo
O Cursinho da Psico, projeto educacional coordenado por estudantes do Instituto de Psicologia (IP) da USP, prorroga as suas inscrições para o processo seletivo da turma do extensivo para até 27 de fevereiro. As aulas abordam todas as áreas do conhecimento (humanas, exatas e biológicas) e terão duração de março a dezembro.

Além das aulas, o Cursinho oferece aos alunos plantões de dúvidas diários, grupos de estudo, orientação profissional, plantão psicológico, palestras, debates e atividades culturais visando a uma formação mais ampla do aluno. As aulas acontecem no período noturno, de segunda a sexta-feira, das 19 horas às 22h35, no IP. Para esta turma são oferecidas 400 vagas.

Os interessados devem levar RG e CPF originais na sala da coordenação do cursinho (Av. Prof. Mello Moraes, 1721, bloco B, sala 30, Cidade Universitária, São Paulo). A taxa de inscrição é de R$ 50,00. A seleção é feita a partir de entrevista socioeconômica. O plano de pagamento para essa turma será de R$ 35,00 para a matrícula e mensalidades de R$ 95,00, com material didático incluso. A partir do segundo mês, o aluno tem possibilidade de pedir bolsas parciais, de acordo com sua situação financeira. Há descontos para funcionários da USP e 10 bolsas integrais para deficientes visuais e egressos do sistema prisional.

Mais informações: (11) 3532-1992, email: cursinhopsicousp@gmail.com, site: www.cursinhodapsico.org

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16181-cepea-disponi

agronegócio
Cepea disponibiliza os relatórios de janeiro sobre os mercados de café
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP disponiblizou os relatórios de janeiro de 2009 sobre os mercados de café arábica e robusta, que incluem os indicadores Cepea de ambas as variedades. Os relatórios atuais e antigos estão no site do Cepea, onde é possível acessar o informativo do café arábica e do café robusta.
 
Entre outras coisas, o relatório cita que "em janeiro, intensas chuvas dificultaram o transporte de café no Espírito Santo, sobretudo na primeira quinzena do mês, limitando o volume de robusta comercializado. As precipitações verificadas em áreas produtoras, porém, não prejudicaram as lavouras locais. Ao contrário, foram suficientes para revitalizar as plantas e garantir o desenvolvimento dos grãos da safra 2009/10. Dessa forma, espera-se que o grau de maturação e calibre ideais sejam atingidos a partir de abril, com a colheita da próxima temporada prevista por agentes para ser intensificada em maio."

Mais informações: (19) 3429-8836 / 3429-8837, site www.cepea.esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16182-inscricoes-abe

ECA
Inscrições abertas para Oficina de Redação em Divulgação Científica
O Núcleo José Reis de Divulgação Científica da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em parceria com a Legulus Cursos de Difusão Cultural, oferece a Oficina de Redação em Divulgação Científica. O curso acontece na própria ECA (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, prédio principal, sala 202, Cidade Universitária, São Paulo).

Em 16 aulas, às quintas-feiras, das 19h30 às 22h15, a oficina tem como objetivo desenvolver nos participantes as habilidades de escrita voltada a públicos diversos, especialmente àqueles mais carentes de conhecimento científico. É destinada a estudantes e profissionais das mais diversas áreas – ciências biológicas, exatas e humanas, incluindo os campos da comunicação e da educação.

A inscrição pode ser feita pelo site da Legulus (é necessário o envio de documentos por email ou via correio). A taxa é de de R$ 450,00, que podem ser divididos em até quatro vezes. Serão oferecidas 25 vagas.

Mais informações: (11) 3867-6007, sites www.eca.usp.br/njr/redacao e www.legulus.com.br/redacao/oficina, email legulus@legulus.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16183-usp-lanca

documentação
USP lança diploma mais seguro desenvolvido na FAU
Com design desenvolvido pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, Francisco Homem de Mello, a USP lançou na quinta-feira (12) um novo diploma. Trata-se de um documento com identidade visual única, que atenderá a todas as unidades de ensino e pesquisa da instituição, nas áreas de graduação, pós-graduação, cultura e extensão. Ele dispõe, além de layout inovador, de uma chave de segurança contra falsificações.

Na cerimônia, que contou com a presença de dirigentes da USP, foram entregues os novos modelos de diplomas para alunos formandos representantes de várias unidades.

Mais informações: www.reitoria.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16175--usp-rutgers-e

biologia
Esalq formará doutores em ciências com programa interdisciplinar e internacional
 Docentes de diferentes unidades da USP em Piracicaba, Ribeirão Preto, São Carlos e São Paulo juntam-se na inauguração de um novo programa de pós-graduação internacional.  A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em parceria com outras unidades da USP e mais duas universidades norte-americanas – a Rutgers (The State University of New Jersey) e a Ohio State University –,  lança curso que formará doutores interessados em estudar biologia celular e molecular vegetal.

A docente da Esalq Helaine Carrer, uma das coordenadores do programa, mostra-se entusiasmada com o pioneirismo do curso. Nele, cada pós-graduando terá dois professores-orientadores – um no Brasil e outro nos EUA – e receberá diploma duplo, nacional e internacional. Além disso, o doutorando terá de passar um tempo mínimo de seis meses no exterior para produzir seus trabalhos. Ou seja, o pesquisador de uma das duas instituições dos EUA terá de vir para a USP, e o aluno da USP passará, obrigatoriamente, um período em uma das duas universidades americanas.

Segundo a coordenadora, o duplo diploma trará grande prestígio aos pesquisadores. Ao mesmo tempo, a parceria com instituições estrangeiras será vantajosa para a USP, pois isso traz um reconhecimento bastante grande à instituição. “O programa mostra que essas universidades reconhecem os professores da USP e vice-versa.”. E ela garante: tanto docentes como doutorandos obterão grande “renovação científica”. “Queremos formar líderes acadêmicos e científicos”, afirma.

Para Helaine, a proposta inovadora está servindo como modelo para outros programas de pós-graduação. Além da vertente internacional, a inovação do programa está na grande carga interdisciplinar que ele comporta, uma tendência na academia. “Cada vez mais a ciência enxerga que ela é interdisciplinar”, reflete. Junto com a Esalq, de onde partiu a iniciativa para a realização do programa, estão o Instituto de Biociências (IB), o Instituto de Química (IQ) e o Instituto de Matemática e Estatística (IME), do campus da USP na Cidade Universitária, em São Paulo. Dos campi da USP no interior vêm o Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP).

Em comum, os professores dessas diferentes unidades têm uma “produção científica elevada na área de biologia celular e molecular vegetal”, diz Helaine. O programa fará com que esses docentes, com linhas de pesquisas que se cruzam, trabalhem mais próximos um dos outros. Eles se juntam a docentes de Ohio e Nova Jersey, os quais, segundo a coordenadora, são “bastante reconhecidos na área de plantas em agricultura”.

História longa

A parceria entre as três universidades já existe há alguns anos, mas de maneira discreta. Docentes de diferentes unidades da USP interagem com professores da Rutgers e da Ohio State University com colaborações em pesquisas. Agora, esse intercâmbio é aprofundado com o programa de pós-graduação, mais abrangente, interdisciplinar e com a participação de alunos (antes a interação era apenas entre professores).  “Começamos a pensar em aprofundar [esse intercâmbio] e colocá-lo de forma mais institucional”, diz a coordenadora.

A estrutura do curso engloba quatro diferentes linhas de pesquisa: genética molecular e desenvolvimento; filogenia molecular e evolução de plantas; metabolismo e fisiologia do estresse vegetal; genômica vegetal e bioinformática. O aluno que participar do programa vai receber título de Doutor em Ciências – Programa Internacional Biologia Celular e Molecular Vegetal. A duração total dos dois cursos é de 48 meses para doutorado e de 60 para doutorado direto (para quem não fez mestrado). Os pesquisadores deverão ter proficiência na língua inglesa (no caso de brasileiros) e portuguesa (para estrangeiros). O programa se inicia nesse ano, após rigorosa seleção de doutorandos, que começa na semana que vem.

Mais informações: www.esalq.usp.br/pg/11151

Fotos: Arquivo

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16166-iqsc-recebe-pal

São Carlos
IQSC recebe palestra sobre a Editora da USP
O Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP promove, na quarta-feira (18), a palestra Editora USP, que será ministrada por Plínio Martins Filho, diretor presidente da Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

O evento acontecerá às 14h30 no anfiteatro do IQSC, que fica na Av. Trabalhador São Carlense, 400, São Carlos. A palestra é gratuita e aberta a todos os interessados, mas é necessário inscrever-se previamente no site do Instituto.

Mais informações: (16) 3373-8831, email sandra@iqsc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16184-celulas-tronco

medicina
Pesquisa usa células-tronco para melhorar funções renais em ratos
O uso de células-tronco retiradas da medula óssea de ratos saudáveis reverteu a insuficiência renal crônica em animais que sofriam da doença. A função renal desses ratos, que era de 20% de sua capacidade, passou a 50% após o tratamento. “Esses resultados são inéditos na literatura e se mostram bastante promissores”, conta a professora Lúcia Andrade, do Laboratório de Pesquisa Básica da Disciplina de Nefrologia da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

O grupo agora tem a intenção de, inicialmente, usar este tratamento como medida terapêutica em cães e gatos. “Mas vale ressaltar que ainda não definimos nada neste sentido. Já para o uso em humanos, o caminho é bem mais longo e depende, principalmente, de tecnologia e de vários testes que tornem a técnica mais segura. Isso pode levar, no mínimo, uns dois anos”, destaca a médica.

O estudo está sendo publicado na revista Stem Cells. A pesquisa foi realizada a partir de um modelo animal de insuficiência renal crônica. Para simular esta doença em ratos, os pesquisadores retiram totalmente um dos rins e 2/3 do outro. Lentamente, os animais vão perdendo a função renal ficando com apenas 20% de sua capacidade. “Trata-se de um modelo de insuficiência renal bastante conhecido e utilizado na literatura”, comenta Lucia Andrade.

Foram usados, no total, 40 ratos, divididos em 4 grupos com 10 animais cada: controle (com função renal normal); um grupo com a doença, mas que não recebeu nenhuma aplicação com células-tronco; um grupo com a doença que recebeu aplicação de células-tronco no 15º dia após a retirada dos rins; e um outro grupo com a doença que recebeu aplicações no 15º, 30º e 45º dia após a cirurgia.

Os pesquisadores estudaram esses animais durante 4 meses. Os resultados foram idênticos nos grupos que receberam uma e três aplicações de células-tronco. A função renal foi estudada aos 60 e aos 120 dias. Após o final desse período, os animais que receberam as células-tronco apresentavam 50% da capacidade renal. Os que não receberam as aplicações continuavam com apenas 20% da função renal.

“Em termos de comparação, se transportarmos esse contexto para seres humanos, 20% da capacidade renal corresponde à necessidade de diálise. Já um paciente que tem apenas 50% da capacidade renal, pode ter uma vida normal desde que tenha acompanhamento médico e tome algumas medidas preventivas no cuidado com a saúde”, aponta a pesquisadora. A diálise é um tratamento onde é feita a filtração do sangue, com a finalidade de retirar as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, repondo as funções dos rins.

Outro ponto destacado pela pesquisadora é o tempo de 120 dias em que os animais foram estudados. “É um período longo, pois a média de vida desses ratos gira em torno de 2 a 3 anos”, afirma a médica.

Sobre a doença
Várias doenças podem causar a insuficiência renal crônica, sendo a diabetes a principal causa. Pressão alta, rins policísticos, as nefrites, a pielonefrite também são causadoras do mal. “Há uma perda muito grande da qualidade de vida do paciente. Eles precisam fazer diálise três vezes por semana, em um procedimento que dura cerca de quatro horas”, comenta a pesquisadora.

De acordo com Lúcia Andrade, em 2007, somente no Brasil, 73.605 pacientes estavam em programas de diálise (a maioria hemodiálise). Na região Sudeste, 18 mil pacientes estão em fila de espera para transplante renal. A taxa de mortalidade para pacientes em diálise é de 15%. “Nossa pesquisa é de extrema importância, pois é um grande avanço no estudo para tratamentos da doença renal”, aponta.

O trabalho contou com a participação dos pesquisadores da USP Cristianne Silva Alexandre, Rildo Aparecido Volpini, Maria Heloísa Shimizu, Talita Rojas Sanches, Vera Lúcia Di Jura e Antonio Carlos Seguro (coordenador do Laboratório), além de Patrícia Semedo e de Niels Olsen Saraiva, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). A pesquisa tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Mais informações: (11) 3061-7281 / 7343 ou e-mail luciacan@usp.br, com a pesquisadora  Lúcia Andrade

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Fevereiro 13, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10103/especiais/nova-protecao-s

EspeciaisCientistas brasileiros descobrem uso de composto capaz de absorver luz ultravioleta sem provocar efeitos colaterais lesivos nas células. Princípio ativo, cuja patente já foi depositada, poderá ser aplicado no desenvolvimento de protetores solares mais eficazes

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10104/entrevistas/depois-do-cap

EntrevistasO sociólogo Michael Löwy, diretor de pesquisas do CNRS, em Paris, discute a situação atual da Amazônia e a perspectiva de um novo modelo de civilização para a região

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10105/divulgacao-cientifica/gen

Divulgação CientíficaPesquisadores nos Estados Unidos completam mapeamento genético de todas as 99 linhagens conhecidas dos vírus causadores do resfriado. Artigo é destaque na Science

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10106/noticias/200-anos-de-darw

NotíciasImportância para a ciência da obra do naturalista inglês que nasceu em 12 de fevereiro de 1809 será discutida por César Ades, diretor do IEA-USP, no programa Pesquisa Brasil

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10107/agenda/3-seminario-de-ino

Agenda“Inovando nos processos de ensino e aprendizagem” será o tema que conduzirá as atividades do evento. De 10 a 12 de março, no interior paulista

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10108/agenda/8-congresso-latino

AgendaResumos de trabalhos para o encontro, que ocorrerá de 18 a 22 de outubro, em Ubatuba (SP), devem ser enviados até 15 de abril

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16180-veja-a-pr

início
Calouros da USP têm semana para integração à Universidade
Nessa segunda-feira (16), começa a vida universitária dos aprovados na primeira chamada da Fuvest, que seleciona os estudantes da graduação da USP. Cada unidade é responsável por definir sua programação de recepção aos novos alunos.

Há desde atividades mais lúdicas, como gincanas e festas, até as que já dão início aos trabalhos acadêmicos, como palestras e aulas magnas. De qualquer modo, o que permanece é o clima de recepção aos novos estudantes e os caminhos para sua integração à Universidade.

Lembrando que, na USP, as práticas de trote violento são proibidas. A Universidade mantém, até 9 de março, o telefone Disque-Trote (0800-0121090), que recebe informações sobre ações agressivas contra os novos estudantes.

Confira, no painel abaixo, as programações da semana de recepção de algumas unidades da USP.

Diretório Central dos Estudantes

Escola de Artes, Ciências e Humanidades

Escola de Enfermagem

Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto

Escola de Engenharia de Lorena

Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto

Escola de Engenharia de São Carlos

Escola Politécnica

Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz

Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Faculdade de Ciências Farmacêuticas de
Ribeirão Preto

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito de Ribeirão Preto

Faculdade de Economia e Administração

Faculdade de Economia e Administração de Ribeirão Preto

Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

Faculdade de Medicina

Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia

Faculdade de Odontologia Bauru

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto

Faculdade de Saúde Pública

Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Instituto de Física

Instituto de Física de São Carlos

Instituto de Geociências

Instituto de Matemática e Estatística

Instituto de Oceanográfico

Instituto de Psicologia

Instituto de Química

Instituto de Relações Internacionais

     
Escola de Comunicações e Artes
     

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16185-hc-oferece-curso-

especialização
HC oferece curso sobre transtornos alimentares e obesidade
O Centro de Estudos em Psicologia da Saúde (Cepsic), em parceria com a Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) oferece o Curso de Especialização em Transtornos Alimentares e Obesidade. Entre os temas, será discutida a questão do peso da cultura nos distúrbios alimentares, critérios diagnósticos, tratamento farmacológico e obesidade mórbida.

Os encontros terão periodicidade mensal, às sextas-feiras e sábados, tendo o curso um ano de duração para extensão e dois para especialização. Ele é voltado para estudantes a partir do quinto ano de psicologia, psicólogos e profissionais da área da saúde. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11)3069-6188, por email ou pelo site do Cepsic até o dia 13 (sexta-feira). As aulas começam em março.

Mais informações: (11) 3069-6188, email dipichc@hcnet.usp.br, site www.cepsic.org.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16187-fuvest-di

vestibular
Fuvest divulga lista de aprovados na segunda chamada
A Fundação Universitária para o Vesbtiular (Fuvest) anunciou nessa sexta-feira (13) a segunda chamada dos aprovados no vestibular 2009. Confira a lista aqui.

Os aprovados deverão fazer sua matrícula na terça-feira (17) na unidade em que foram aprovados, conforme consta do manual do vestibular. O exame selecionou alunos para a USP, Faculdade de Medicina Santa Casa e Academia do Barro Branco.

Mais informações: (11) 3093-2300 ou www.fuvest.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16188-eca-inscreve-p

especialização
ECA inscreve para pós em gestão da comunicação
Neste primeiro semestre, acontecerá na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP o curso de especialização lato sensu Gestão da Comunicação: Políticas, Educação e Cultura. O curso prentende estudar os diversos processos da comunicação humana em organizações da sociedade civil, sejam elas empresas públicas, privadas, pequenas e médias empresas, instituições e organizações do terceiro setor.

Sua estrutura em módulos totaliza um ano e meio de atividades. As aulas terão início em março e serão realizadas durante a semana, à noite, nas segundas, terças e quartas-feiras, além de uma quinta-feira por mês. O objetivo é capacitar profissionais para articular as diversas mídias e as diferentes linguagens da comunicação, da interpessoal àquela trazida pela sofisticação da tecnologia, mobilizando-as em função dos objetivos de uma empresa, de uma instituição, de uma escola ou, até mesmo, de um projeto pessoal ou profissional de vida.

As inscrições estarão abertas entre os dias 16 e 27, das 14 às 20 horas, no prédio central da ECA, no 2ºandar, na sala 209 ou pelo site do curso, onde se encontram demais informações. Há um total de 60 vagas.

Mais informações: (11) 3091-4341; email gestcom@edu.usp.br; site www.eca.usp.br/gestcom

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16098-alunos-da-fau-e

Arquitetura
Alunos da FAU expõem maquetes na Casa de Dona Yayá
A partir deste domingo (15) e até 30 de abril, fica em cartaz na Casa de Dona Yayá, sede do Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP, a exposição Aprendendo com Maquetes. Os protótipos foram feitos por alunos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP em 2007 e 2008.

Os modelos foram produzidos para a disciplina da FAU "História e Teorias da Arquitetura I", que integra pesquisa histórica e confecção de modelos tridimensionais. Por isso, as maquetes não se propõem a ser reconstruções fidedignas, mas a acionar os mecanismos do olhar e de apropriação e ordenação do espaço.

A entrada é franca. O endereço da Casa de Dona Yayá é Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo.

Mais informações: (11) 3106-3562, email cpcpublic@usp.br

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Fevereiro 16, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10109/especiais/sono-por-genero

EspeciaisEstudo feito na Unifesp descobre diferenças nos padrões de repouso de homens e mulheres, o que abre a possibilidade para novos tratamentos dos distúrbios de sono

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10110/especiais/efeito-colatera

EspeciaisEstudo feito na USP Leste indica que medicamentos genéricos levaram apenas dois anos, após sua entrada no mercado, para derrubar preços dos remédios de marca nas farmácias

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10111/divulgacao-cientifica/gen

Divulgação CientíficaEstudo internacional publicado na Nature Genetics identifica pela primeira vez variantes genéticas envolvidas com a pressão sanguínea

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10112/noticias/a-floresta-no-li

NotíciasRedução de chuvas elimina árvores de grande porte e diminui capacidade de absorção de carbono na Amazônia. Leia em Pesquisa FAPESP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10113/agenda/16-reuniao-de-pesq

AgendaEncontro, que abordará o tema “Odontologia baseada em evidências”, será realizado entre os dias 12 e 14 de maio, em São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10114/agenda/3-escola-de-nanoci

AgendaEvento realizado pela UFRJ ocorrerá entre os dias 2 e 6 de março, no Rio de Janeiro, incluindo aulas e palestras sobre temas como química supramolecular e nanomagnetismo

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16159-maria-antonia-t

arte
Maria Antonia tem cursos culturais no mês de março
O Centro Universitário Maria Antonia oferece, durante o mês de março, cursos sobre assuntos variados, como música, cinema e literatura. Os cursos serão ministrados no próprio Centro (Rua Maria Antonia, 294, Centro, São Paulo).

Entre os temas estão Wagner e a cultura de seu tempo, com o jornalista Irineu Franco Perpétuo e Mitos modernos na literatura e no cinema, com os professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Roberto Zular, Cláudia Amigo Pino, Jorge de Almeida e Verónica Galíndez.

As inscrições podem ser feitas no local, de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas, até a data de início de cada curso. As vagas são limitadas e as informações completas sobre os eventos podem ser encontradas no site do Maria Antonia.

Mais informações: (11) 3255-7182 ramais 32 e 33, email cursosma@usp.br, site www.usp.br/mariantonia

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16191-ee-apresenta-enco

enfermagem
EE apresenta Encontro Internacional sobre Cuidado em Feridas
Entre os dias 24 e 26 de março, a Escola de Enfermagem (EE) da USP, juntamente com o Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto e o Curso de Especialização em Enfermagem em Estomaterapia, promovem o Encontro Internacional sobre Cuidado em Feridas: Cuidados Avançados em Feridas Crônicas.

As inscrições para participantes vão até o dia 20 de março. Para inscrição de projetos a data máxima é 10 de março. O custo é de R$ 100,00, e os interessados devem ir até o Serviço de Cultura e Extensão Universitária da EE (Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419, Cerqueira César, São Paulo - próximo à estação Clínicas do metro).

Mais informações: (11) 3061-7531, site http://www.ee.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/tecnologia/16192-fflch-estrei

interatividade
FFLCH estréia sua Web TV e Web Rádio
Como forma de recepção aos calouros de 2009, o Serviço de Comunicação Social (SCS) da Faculdade de Silosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP apresenta, na quarta-feira (18), a partir das 10 horas, a primeira transmissão ao vivo da Web TV e da Web Rádio da FFLCH. O primeiro programa será o Jornal da FFLCH, com um pronunciamento da diretora da insituição, professora Sandra Margarida Nitrini e do presidente da Comissão de Graduação, professor Roberto Bolzani Filho. Além disso, a transmissão terá trechos da Aula Magna do professor e ex-diretor da instituição, Gabriel Cohn e filmagens da matrícula.

Para assistir ou ouvir, clique em Web TV ou Web Rádio.

Mais informações: http://www.fflch.usp.br/scs/audiovideo.php

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http://www4.usp.br:80/index.php/meio-ambiente/16193-cepea-div

agronegócio
Cepea divulga relatório sobre mercados de café em janeiro
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP disponiblizou os relatórios de janeiro deste ano sobre os mercados de café arábica e robusta, que incluem os indicadores Cepea de ambas as variedades. Os relatórios atuais e antigos estão no site do Cepea.

O relatório cita que em janeiro, intensas chuvas dificultaram o transporte de café no Espírito Santo, sobretudo na primeira quinzena do mês, limitando o volume de robusta comercializado. Entretanto, as precipitações verificadas em áreas produtoras, porém, não prejudicaram as lavouras locais. Ao contrário, foram suficientes para revitalizar as plantas e garantir o desenvolvimento dos grãos da safra 2009/2010. Dessa forma, assinala o relatório, "espera-se que o grau de maturação e calibre ideais sejam atingidos a partir de abril, com a colheita da próxima temporada prevista por agentes para ser intensificada em maio."

Mais informações: (19) 3429-8836 / 3429-8837; site www.cepea.esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16189-criancas-com-defi

Centrinho
Em Bauru, uma casa que ensina as crianças com deficiência a escutar
  “Quanto menores as crianças, menos diferenças elas veem entre si”, diz a psicóloga Salimar Estilac Sandim Demétrio, explicando por que o medo de alguns pais de os filhos com implante coclear serem maltratados na escola é infundado. Talvez esta seja mesmo uma sabedoria que, em vez de adquirir, vamos perdendo ao longo do tempo. Por isso, o trabalho do Centro de Pesquisas Audiológicas (CPA) do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP é também uma luta para que as crianças implantadas levem uma vida normal e sejam assim reconhecidas.

A Casa Caracol, onde Salimar atua, é uma casa de vivência e demonstração que as crianças com deficiência auditiva que estão em avaliação para receberem o implante coclear ou já o usam frequentam, acompanhadas de seus pais ou responsáveis. A principal função do programa é ensinar os responsáveis como aproveitar sua própria casa como estímulo auditivo na rotina diária. "Não é necessário que compremos objetos ou brinquedos diferentes para que isso motive a criança a se comunicar verbalmente. A própria casa é rica em estimulação auditiva e verbal, se houver interação. Desde uma porta batendo, alguém lavando uma louça, o liquidificador funcionando, a panela de pressão liberando vapor, enfim, tudo pode ser usado para estimulação. Raramente fazemos o atendimento fora da Casa Caracol, no próprio CPA, mas quando isto acontece percebo que não funciona bem. O ambiente não favorece", explica a psicóloga.

Segundo Salimar, a maior dificuldade é que estas crianças, como quaisquer outras, são inteligentes, então mesmo sem ouvir condicionam as sequências em que as coisas ocorrem, passando a fazer tudo dentro do esperado pelos pais – e isso muitas vezes é mal interpretado como audição. "Às vezes me dizem: 'Nossa, mas ele está ouvindo! Chego do trabalho e falo: vá buscar meu chinelo, e ele traz.' Mas na verdade trata-se de um condicionamento, de associação, e não de compreensão oral”. Além disso, como explica, se comparada uma criança ouvinte à outra deficiente auditiva no aspecto percepção visual, “a deficiente vai dar de dez a zero na outra”. Destaca-se porque ela não se distrai com a informação auditiva, aprendendo naturalmente a usar sua percepção visual como primeiro meio de comunicação que desenvolve.

As pessoas com deficiência auditiva também costumam ser extremamentes rígidas quanto à rotina, já que é ela que as norteia. “Se a mãe, por exemplo, muda o caminho porque se esqueceu de passar na padaria, o filho estranha. Se ela comenta a mudança, mas sem focalizar nele, falando no geral, ele perde a informação. Chorar, ficar bravo e gesticular são formas de contestar a mudança do hábito. Não se trata de birra: aquela é a maneira dele de se organizar no mundo. Então orientamos os pais para que, antes de mudar algo na rotina, sentem e conversem com a criança, explicando o que irá acontecer de uma maneira que ela consiga entender”, conta.

O atendimento
A terapeuta atende os pacientes na Casa quando eles chegam ao Centrinho, logo após o diagnóstico, dando orientações básicas aos pais sobre a deficiência auditiva. As crianças que são avaliadas e encaminhadas para o implante também são atendidas na Casa desde o período pré-cirúrgico. "Revemos alguns aspectos já passados pela equipe, falando dos riscos, benefícios, limitações, os cuidados após a cirurgia, como agir com a criança nos 30 dias em que ela ficará em casa, antes de o implante ser ativado." A partir de então, a cada retorno que o paciente fizer ao CPA, será atendido novamente por Salimar - até que as crianças aprendam a se comunicar pela audição e linguagem verbal, ou até que os pais se sintam seguros para caminharem sozinhos.

Podem ser atendidas uma ou mais famílias ao mesmo tempo, dependendo dos casos, mas na maioria das vezes o atendimento é individual. A primeira conversa é com os pais, para avaliar como está a criança no momento. "Inicio perguntando a eles com está o desenvolvimento da criança, e uma grande parte dos pais afirma que está tudo ótimo. Mas, no decorrer do atendimento, percebo a criança fazendo uso excessivo de gestos, e a dificuldade que alguns pais encontram para se fazerem entendidos. Então, não há um planejamento. Vou trabalhar em cima do que estiver vendo. Quando tenho mais liberdade com aquela família e há necessidade, sou bem sincera nas críticas: 'Ah, mãe, olha o que você fez. Você não esperou ele expressar o que quer e já abriu a bolsa e deu a chupeta...' Ou então eu mesma descrevo oralmente a situação para o paciente: 'Você quer suco? Olha, a mamãe abriu a bolsa e pegou dentro da bolsa o suco', enfatizando". A meta é proporcionar um modelo em que os pais se referenciem para lidar com os filhos no dia-a-dia, sempre colocando em prática o diálogo e as trocas. "Meu trabalho naquele momento não vai ser tão relevante para a criança; o que esperamos é que os pais aprendam e deem continuidade a ele".

E não são só os pais que acompanham a criança no atendimento, como explica Salimar. "É importante que quem tem mais contato com a criança receba as orientações. Se vierem pai, mãe, avó e madrinha, entrarão todos eles na consulta."


As mães costumam relatar os benefícios advindos das "dicas" da psicóloga. "Algumas crianças, por exemplo, insistem em retirar a parte externa do implante [antena, fio, microfone e processador], que são sensíveis e muito caros, como forma de chamar a atenção e manipular os pais quando são contrariadas. Principalmente nos primeiros seis meses, elas percebem o quanto o implante é importante para a família, mas ainda não têm tanto siginificado para a vida delas. Daí eu os ensino a relacionar a retirada do aparelho a alguma atividade que a criança não goste de fazer, como ir dormir [a criança só deve ficar sem o implante no momento de dormir e tomar banho]. Como toda vez em que tira o implante é colocada para deitar, ela para de tirar para não ter que ir para a cama sem sono."

As orientações incluem também situações rotineiras, como o dia de levar a criança para a escola pela primeira vez. "Os responsáveis ficam temerosos de que a criança com deficiência seja maltrada, então temos que explicar que isso em geral não acontece, que ela não é uma 'vitíma' – e às vezes acontece até o contrário", esclarece. “A criança com deficiência auditiva é uma pessoa normal, que sabe o que quer e sabe lutar por isso.”

Salimar ressalta que o implante "não é mágico", isto é, a criança não vai sair falando após a sua ativação. É preciso que ela aprenda a a perceber que existe som e que cada um tem um significado para, depois, se expressar - daí a importância do acompanhamento profissional e da escola. “No início, logo após a ativação do implante, até mesmo escutar o chamado de seu próprio nome não lhe diz nada. Nosso papel é ensinar aos pais a aproveitarem toda interação com a criança percebendo-a em sua totalidade, pois a ela não é só um par de orelhas. A não se deixarem levar pela permissividade e superproteção, promovendo um desenvolvimento harmonioso de seu comportamento e das habilidades auditivas e verbais para que ela atinja o seu potencial e aprenda a conviver em sociedade ”, conclui.


Implante Coclear

É implantado por meio de cirurgia um dispositivo formado por dois componentes:

Interno
1) Receptor-estimulador colocado cirurgicamente junto ao osso do crânio, atrás da orelha sob a pele
2) Cabo multicanal de eletrodos instalado no interior do ouvido interno, na cóclea ou caracol (3)

Externo
4) Microfone e fios instalados externamente junto à orelha para captar e transmitir o som para o processador de fala
5) Processador de fala (pode ficar junto à cintura ou ao peito. Envia a informação codificada para a antena transmissora)
6) Antena transmissora fixada por um imã em um ponto da cabeça onde se encontra o receptor-estimulador do implante sob a pele.

O ciclo da audição se completa quando o estímulo elétrico e os sinais codificados são transmitidos por radiofrequência para o receptor-transmissor. Este dispositivo, por meio dos eletrodos que estão implantados no interior da cóclea (caracol), estimula as terminações das fibras nervosas do nervo auditivo, que por sua vez envia para o cérebro os impulsos nervosos.

Para o funcionamento do dispositivo interno deve ocorrer a ativação dos eletrodos, realizada cerca de um mês após a cirurgia. O dispositivo externo deve ficar acoplado a um microcomputador para que os eletrodos sejam mapeados e balanceados.

Fonte: Centrinho

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16194-estacao-ciencia

divulgação
Estação Ciência retransmite atividades do Show da Física
O Show da Física, demonstração de alguns fenômenos físicos que chamam a atenção e despertam a curiosidade das pessoas, também pode ser assistido na Estação Ciência. No show, projetado no Instituto de Física da USP, os participantes podem interagir e brincar. As sessões acontecem às terças-feiras às 10 e às 14 horas, e quartas, quintas e sextas-feiras às 10 horas, sempre no auditório Ernst W. Hamburger.

O horário de funcionamento é das 8 às 18 horas, de terça à sexta-feira, e das 9 às 18 horas, aos sábados, domingos e feriados. Os ingressos custam R$2,00, por pessoa, R$5,00, para famílias de até 4 pessoas, e R$1,00 por pessoa para famílias com mais de 4 pessoas.A Estação Ciência fica na Rua Guaicurus, 1394, Lapa.

Mais Infomações: (11) 3673-7022, site www.eciencia.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16195-morre-mar

falecimento
Morre Maria Cecília Puntel de Almeida, professora da EERP
Maria Cecília Puntel de Almeida, professora titular do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, morreu na tarde deste domingo (15), aos 65 anos de idade. O corpo foi velado no Bloco Didático da Escola e enterrado no Cemitério da Saudade, em Ribeirão Preto, às 16 horas de segunda-feira (16). A morte aconteceu em decorrência de um câncer.

Maria Cecília graduou-se em Enfermagem pela EERP em 1963, realizou mestrado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz, em 1967 e doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz, em 1984. A docente atuou principalmente nos seguintes temas: trabalho de enfermagem, prática de enfermagem, pesquisa em enfermagem, enfermagem e saúde coletiva.

A professora também foi assessora da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Era membro efetivo e consultora da Sigma Theta Tau International Honor Society of Nursing, da Revista Texto & Contexto, da Revista de Enfermagem da Escola de Enfermagem Anna Nery, da Revista Brasileira de Enfermagem, da Revista da Escola de Enfermagem (EE) da USP, da Revista Latino-Americana de Enfermagem (Ribeirão Preto) e da Cogitare Enfermagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Mais informações: (16) 3602-3381

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http://www4.usp.br:80/index.php/meio-ambiente/16197-inct-de-e

agrupamento
INCT consolida rede de estudos do meio ambiente

Alavancar os intercâmbios já existentes na área de pesquisas sobre meio ambiente entre a USP e outras universidades brasileiras e alguns centros de estudo emergentes será uma das principais contribuições do recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Estudos do Meio Ambiente. A opinião é do coordenador do Instituto, o professor Cláudio Augusto Oller do Nascimento, da Escola Politécnica (Poli) da USP.

O Instituto funcionará fisicamente no prédio do Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente (Cepema) da USP, em Cubatão, na Baixada Santista, onde já existe toda uma infra-estrutura de laboratórios nesta área de pesquisa.

De acordo com Oller, as relações já existentes entre o Cepema e instituições como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) — por meio de seu Departamento de Engenharia Química —, a Universidade Federal de Pelotas (RS) e a Universidade Federal do Dourados (MS), serão, agora, formalizadas por meio deste INCT. Outras instituições, como os departamentos de Engenharia Química das Universidades Federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e de Pernambuco (UFPE), que já tem programas com a USP — como o Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (PROCAD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) — também serão beneficiadas.

“Além de reunir de modo formal uma rede já existente, a criação do Instituto vai facilitar os intercâmbios internos de pesquisadores, alunos e professores entre essas instituições”, destaca o docente. “Por meio dos recursos provenientes deste INCT, poderá ser criada uma infra-estrutura básica para os laboratórios dos grupos de pesquisa emergentes”, completa.

Pesquisas multidisciplinares
Uma equipe multidisciplinar, que envolve geógrafos, cientistas sociais, engenheiros, botânicos e químicos, entre outros, realizará diversos estudos relacionados ao meio ambiente. São cerca de 20 pesquisadores, de várias unidades da USP e também das instituições participantes.

Entre os projetos de pesquisa do INCT de Estudos do Meio Ambiente, o professor Oller cita estudos envolvendo tratamento na recuperação de águas industriais contendo fenol. “São pesquisas da área de biotecnologia, de engenharia genética e de engenharia química, especificamente a modificação de bactérias visando o tratamento de água”, conta.

Outro destaque, segundo o professor, são os projetos de monitoramento do ar, que têm a participação de pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e do Departamento de Engenharia Química da Poli/USP. “São estudos sobre o monitoramento à distância de fontes emissoras de poluição”, explica Oller. Há também pesquisas sobre agentes catalisadores para degradar compostos orgânicos em solos contaminados. Outro grupo vai estudar a preparação de derivados carbonílicos via química limpa.

Oller conta que há projetos envolvendo educação ambiental. “É uma atividade realizada em conjunto com a Escola do Futuro da USP em escolas do ensino fundamental da cidade de Cubatão, direcionada para os professores e os alunos”, esclarece. Outra pesquisa refere-se a um projeto de sustentabilidade da Mata Atlântica financiado pelo programa “Conservation and Sustainability Fellowship Program” da Alcoa Foundation.

Segundo Oller, os recursos iniciais do INCT de Estudos do Meio Ambiente giram em torno de R$ 4,650 milhões.

Mais informações: (11) 3091-2216 / 2246 ou email oller@usp.br, com o professor Cláudio Oller

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Fevereiro 17, 2009

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http://www4.usp.br:80/index.php/meio-ambiente/16198-esalq-e-a

Convênio
Esalq orienta projeto de reflorestamento do entorno de hidrelétricas
 
A Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq) da USP possui um acordo com a AES Eletropaulo, empresa que opera dez usinas hidrelétricas no estado de São Paulo, para orientar a execução do reflorestamento de aproximadamente 10 mil hectares de áreas protegidas no entorno das represas.

Pelo acordo, firmado em setembro do ano passado, a Esalq dará suporte técnico-científico a todas as etapas da implantação do projeto, desde a seleção das sementes até o acompanhamento do crescimento da vegetação, e também auxiliará na quantificação do carbono sequestrado pelas florestas. A AES Eletropaulo utilizará esses dados para a obtenção e venda de Certificados de Emissão Reduzida, conforme prevê o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto.

Paulo Kageyama, professor da Esalq que coordena as ações da Esalq dentro da parceria, conta que nesses primeiros meses foram feitas diversas reuniões para detalhar a realização do projeto e iniciou-se a implantação das parcelas permanentes - áreas de floresta delimitadas que são usadas como amostragem para a realização de estudos.

Para o professor, o acordo traz grandes benefícios à escola ao permitir o treinamento de alunos (até o momento, estão envolvidos quatro estudantes graduação e dois de pós-graduação) e a realização de pesquisas dentro de um projeto pioneiro. De acordo com Kageyama, trata-se do primeiro projeto aprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU), dentro do MDL, para a venda de créditos de carbono obtidos com o plantio de uma floresta autossustentável, isto é, que continuará existindo sem a necessidade de ação humana. “Até então, os projetos aprovados no âmbito do MDL eram todos para florestas homogêneas, de produção”.


Sequestro de carbono
Para fazer a medição da quantidade de carbono que a floresta retira da atmosfera, os pesquisadores levam em conta que espécies diferentes de árvore retêm quantidades diferentes de carbono durante seu crescimento. “Estamos desenvolvendo equações para dizer quanto de carbono cada espécie sequestra”, explica Kageyama. A partir desse conhecimento, é possível estimar, a partir da idade, altura, diâmetro e outras medidas de uma árvore particular, o quanto de carbono ela reteve. Cruzando esses dados, que são colhidos nas parcelas permanentes, com informações sobre a área plantada, obtidas através de técnicas de sensoriamento remoto (como imagens de satélite), os pesquisadores calculam o sequestro realizado pela floresta inteira.

O engenheiro florestal Eduardo Gusson, que comanda as atividades de campo da parceria, explica que a equipe da Esalq irá propor formas de melhorar a implantação da floresta, pensando não somente no aumento da retenção de carbono, mas também na restauração da biodiversidade dos locais. Ele diz que não é possível restabelecer a biodiversidade original das áreas, mas afirma que em aproximadamente seis anos após o replantio a área já conta com uma “estrutura florestal boa”.

Gusson explica que para maximizar a retenção de carbono pela área reflorestada são utilizadas, basicamente, duas técnicas. A primeira é a alteração da composição de espécies, privilegiando o plantio das que apresentam um crescimento inicial mais rápido - ou seja, com um maior potencial de sequestro de carbono em curto prazo, alteração que é limitada pela necessidade de recriar o mais fielmente possível a distribuição de espécies original do bioma. As outras ações que maximizam a retenção do carbono estão relacionadas ao manejo silvicultural: controle de pragas e adubação das florestas, por exemplo. Enfim, medidas que garantam que as árvores cresçam o máximo, impedindo que “fatores de degradação” atuem sobre elas.

Os pesquisadores da Esalq já pensam em mudar algumas práticas adotadas pela empresa, que iniciou seu projeto de reflorestamento em 2001. “O plantio de mudas é feito no final do ano. Nossa proposta é que essa atividade seja contínua”, explica Gusson. Outras sugestões que podem ser implantadas são a irrigação com gel, que economiza água, e a utilização de fertilizantes.

Viveiros sociais
As mudas serão cultivadas principalmente no viveiro mantido pela AES Eletropaulo em Promissão, no interior de São Paulo. Mas como a quantidade de mudas produzidas ali não é suficiente para atender a demanda do projeto, o acordo prevê que seja fornecido treinamento e infraestrutura para a criação dos chamados “viveiros sociais” pelas populações locais.

Segundo Paulo Kageyama, já estão quase concluídas as negociações para a criação de outro viveiro na região de Promissão, que será administrado por um grupo de agricultores de um assentamento rural. “Nós ficamos encarregados de treinar essas comunidades a coletar sementes e criar mudas adequadamente”, explica o professor. O local do viveiro já foi escolhido e nesta terça (17) haverá uma reunião para definir outros pontos do acordo.

Gusson diz que também são objetivos dos “viveiros sociais” que esses agricultores utilizem a produção para adequar suas terras ao código florestal, que prevê a preservação de parte das propriedades rurais, e supram a demanda por mudas do mercado, que é muito alta.

Fotos: Divulgação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10115/especiais/dificil-desde-o

EspeciaisMercado de trabalho na cidade de São Paulo – o primeiro a se formar no país – já surgiu com baixos salários, emprego precário e a presença do trabalhador autônomo, indica pesquisa feita no Centro de Estudos da Metrópole

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10116/divulgacao-cientifica/mec

Divulgação CientíficaEstudo descobre maneira por meio da qual as bactérias se programam para atingir o homem com mais eficiência

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10117/noticias/fapesp-realiza-w

NotíciasCom a participação de pesquisadores do Brasil e da Suécia, workshop “Etanol on Sugarcane Photosynthesis” será realizado como parte do programa BIOEN na quarta-feira (18/2)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10118/noticias/premio-jose-reis

NotíciasCNPq recebe até 11 de maio inscrições para o prêmio, que este ano está aberto a instituições que contribuem para tornar a ciência e a tecnologia conhecidas do grande público

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10119/noticias/if-usp-tem-vaga-

NotíciasInstituto de Física busca professor doutor na área de pesquisa experimental em materiais magnéticos, com salário de R$ 6.325,31. Inscrições até 2 de março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10120/agenda/simposio-de-oftalm

AgendaAlterações morfofisiológicas oculares que ocorrem durante a atividade física serão debatidas na Unifesp, em São Paulo, de 19 a 21 de março

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10121/agenda/congresso-brasilei

Agenda“Fitopatologia: Ciência, evolução e perspectivas na era biotecnológica” será o tema do encontro de 3 a 7 de agosto, no Rio de Janeiro

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16199-inscricoes-par

pós-graduação
Inscrições para doutorado em ciências morfofuncionais no ICB
O Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP abre inscrições, a partir de 1° de abril, para doutorado direto e doutorado com mestrado no programa de pós-graduação em ciências morfofuncionais. As informações sobre documentos, taxas e processo de seleção estão disponíveis no edital do programa.

Os interessados devem comparecer até o dia 9 de abril à secretaria do programa no Departamento de Anatomia (Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, 1º subsolo, ICB 3, Cidade Universitária, São Paulo). As provas acontecem entre os dias 13 e 15 de abril

Mais informações: (11) 3091-7258; e-mail pgnatom@icb.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16200-morre-gil

falecimento
Morre Gilberto Dupas, ex-membro do conselho deliberativo do IRI
Morreu na madrugada de terça-feira (17) o professor Gilberto Dupas, membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, aos 66 anos de idade, vítima de um derrame. Dupas foi professor visitante da Universidade Paris II (França) e da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina). Em 1995, concebeu o Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint), a partir do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, do qual também integrou o Conselho Deliberativo. Hoje o Gacint está integrado ao IRI.

Foi membro do Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Conaes), do Ministério da Educação e Cultura, do Conselho do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), do Conselho Diretor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de seu Comitê de Planejamento Estratégico. No governo Montoro (1983-1987), ocupou os cargos de Secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento e de presidente da Caixa Econômica do Estado.

Gilberto Dupas é autor de vários livros dentre eles Ética e Poder na sociedade da Informação e O mito do progresso (Editora Unesp) e Economia global e exclusão social (Paz e Terra). Em 2001 fundou o Instituto de Estudos Econômicas e Internacionais (IEEI), instituição sem fins lucrativos da qual foi presidente durante 8 anos. No IEEI, dedicou-se a pesquisas nacionais e internacionais sobre questões econômicas, políticas e sociais, além de jornadas temáticas que envolveram alguns dos principais pensadores do país.

Mais informações: (11) 3021-6900

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falecimento
Morre Gilberto Dupas, professor do IRI
Morreu na madrugada de terça-feira (17) o professor Gilberto Dupas, membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, aos 66 anos de idade, vítima de um derrame. Dupas foi professor visitante da Universidade Paris II (França) e da Universidade Nacional de Córdoba (Argentina). Em 1995, concebeu o Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint), a partir do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, do qual também integrou o Conselho Deliberativo. Hoje o Gacint está integrado ao IRI.

Foi membro do Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Conaes), do Ministério da Educação e Cultura, do Conselho do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), do Conselho Diretor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de seu Comitê de Planejamento Estratégico. No governo Montoro (1983-1987), ocupou os cargos de Secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento e de presidente da Caixa Econômica do Estado.

Gilberto Dupas é autor de vários livros dentre eles Ética e Poder na sociedade da Informação e O mito do progresso (Editora Unesp) e Economia global e exclusão social (Paz e Terra). Em 2001 fundou o Instituto de Estudos Econômicas e Internacionais (IEEI), instituição sem fins lucrativos da qual foi presidente durante 8 anos. No IEEI, dedicou-se a pesquisas nacionais e internacionais sobre questões econômicas, políticas e sociais, além de jornadas temáticas que envolveram alguns dos principais pensadores do país.

Mais informações: (11) 3021-6900

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pré-vestibular
Cursinho do XI realiza concurso para oferecimento de bolsas
O Cursinho do XI, fundado pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito (FD) da USP, promove no dia 28, às 13 horas, um concurso de bolsa para o curso extensivo. A prova será composta de 60 questões de conhecimentos gerais, terá quatro horas de duração. Aqueles que obtiverem as melhores classificações receberão bolsas de 20% a 80%.

Os interessados devem comparecer à secretária do Cursinho do XI, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, 5º andar, Centro, São Paulo, entre as 9 e 21 horas de segunda a sexta-feira e aos sábados das 9 às 16 horas para se inscrever. As inscrições são gratuitas.

Mais informações: (11) 3107-6293 / 3101-4583; email cd.xi@uol.com.br; site www.cursinhodoxi.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16202-prorrogada-ins

pré-vestibular
Prorrogada inscrição para processo seletivo de cursinho do NCN
Foram prorrogadas as inscrições para o processo seletivo seletivo do curso pré-vestibular 2009 do Núcleo de Consciência Negra (NCN) na USP. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 6 de março na sede da entidade. O processo seletivo é composto de uma prova de conhecimentos gerais e de avaliação socioeconômica. Os alunos aprovados no processo seletivo deverão realizar matrícula entre os dias 18 de fevereiro e 7 de março e realizar o pagamento da taxa de R$50,00.

No NCN as aulas são ministradas por estudantes da USP e não há cobrança de mensalidade. A taxa de manutenção é dividida em apenas 4 parcelas de R$70,00 a serem pagas nos meses de março,abril, maio e junho.

Para efetuar a inscrição o candidato deve estar munido de cópias da carteira de identidade, comprovante de residência e comprovante de renda, além de 2 fotos 3x4 e efetuar o pagamento da taxa de inscrição de R$40,00. O horário de atendimento é das 18 às 21 horas. O NCN fica na Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, Travessa 4, Bloco 3, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-4291, das 18 as 21 horas

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http://www4.usp.br:80/index.php/meio-ambiente/16204-cepea-dis

agronegócio
Cepea disponibiliza análises econômicas referentes a janeiro
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP disponibiliza em sua página da internet análises econômicas referentes ao mês de janeiro sobre os seguintes produtos agrícolas: açúcar e álcool, algodão, arroz, bois e bezerro, café, milho e soja. As análises estão disponíveis no www.cepea.esalq.usp.br/agromensal.

Para cada produto, estão disponíveis análises conjunturais, séries estatísticas e gráficos elaborados por pesquisadores do Cepea. É permitida a reprodução dos dados e análises desde que citado a fonte.

O Cepea pertence ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia (DEAS) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Cepea

Mais informações: (19) 3429-8836 / 8837, site www.cepea.esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16206-curso-gratuito-

comunicação
Curso gratuito discute jornalismo e direitos da criança e adolescente
Até o dia 20, profissionais e estudantes de jornalismo e ciências sociais poderão se inscrever para o curso gratuito Jornalismo e Políticas Públicas Sociais, ministrado no Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

O curso tem como objetivo a consolidação da cultura dos profissionais atuais e futuros, além dos meios, em torno da promoção e defesa dos direitos que permitem a inclusão saudável de menores na sociedade. Também visa a contribuição para a inclusão da comunicação como elemento estratégico da atuação das instituições da área das crianças e dos adolescentes, oferecendo estratégias para que a sociedade agende os direitos dos menores como condição básica da formação de cidadãos.

A carga horária é de 36 horas/aula presenciais a ocorrerem do dia 2 de março a 22 de junho, às segundas-feiras, das 10 às 12 horas. O professor José Coelho Sobrinho é o responsável.

É necessário comprovar a matrícula em curso superior, ou apresentar documento que comprove ser formado no terceiro grau. Além disso, é preciso trazer uma cópia do RG, CPF e preencher a Ficha de Inscrição.

São oferecidas 100 vagas. As inscrições ocorrem de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas, por ordem de chegada até o limite máximo de vagas, no CJE - Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues 443, prédio 1, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-4058, email pcbontempi@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16208--esalq-e-

intercâmbio
Esalq e Ohio State University celebram 10 anos de parceria

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e a The Ohio State University celebram, em 2009, uma década de intercâmbio entre seus alunos. Para marcar esta data, aconteceu na Esalq, no último dia 10, uma videoconferência na qual representantes das duas escolas abordaram a importância da troca de experiências em âmbito acadêmico e cultural.

Na ocasião, os professores Fernando Curi Perez, Dalcio Caron, Pedro Carvalho de Mello e Ricardo Shirota, todos do departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), receberam uma homenagem de reconhecimento pelos dez anos de êxito do programa. Shirota recebeu ainda, do programa Alpha Zeta Partners, um programa de liderança associado a The Ohio State University, o prêmio de Excelência em Liderança e Serviços.

Desde a primeira semana de janeiro, um grupo de cerca de 20 alunos da The Ohio State University participou do Programa, assistindo aulas de economia brasileira, formação econômica do Brasil, realidade social e cultural, economia de recursos naturais, entre outras. Os alunos são avaliados em sala, a partir da elaboração de pesquisas, e também extra classe, nas visitas técnicas realizadas em propriedades rurais, empresas do setor de agronegócio, e também a outras instituições acadêmicas. "A intenção é mostrar nossa realidade com aquilo que temos de melhor", lembra Ricardo Shirota, que coordena o programa de intercâmbio desde 1999, na sua primeira edição. Na Esalq, todas as atividades têm o apoio da Seção de Atividades Internacionais (SCAInt).

Segundo Shirota, a melhor avaliação que o Programa de intercâmbio pode ter é a alta demanda que se apresenta ano a ano, já que o limite de 20 alunos vem sendo atingido e a próxima turma já está praticamente fechada. "Este programa é inovador a partir do momento que começamos a fazer o oposto do que o Brasil tem feito desde a década de 1960 principalmente, que é mandar os nossos alunos, pesquisadores e professores, para estudarem fora do País. O prestígio de instituições como a Esalq faz com que membros da comunidade acadêmica de outros países queiram vir para o Brasil para aprender também. Isso é um grande reconhecimento, para a Esalq em particular e para a USP, de maneira geral", reforça.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Esalq

Mais informações: (19) 3429-4477

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16209-graduando

canadá
Graduandos e pós-graduandos podem se candidatar a intercâmbio
Estão abertas até o dia 27 as inscrições para intercâmbio de graduação, mestrado e doutorado do programa Québec CRUB/CREPUQ, no Canadá  Para se candidatar, no caso de alunos de graduação, é necessário ter cursado ao menos dois semestres na USP, e, para pós-graduandos, estar matriculado como aluno da Universidade.

Para ambos os casos, é necessário ainda ter bom rendimento acadêmico e fluência nas línguas inglesa ou francesa, dependendo da língua utilizada na universidade para qual se candidatará. Os critérios de seleção são análise da documentação, avaliação da proficiência do idioma e entrevista pessoal. A seleção final ficará a cargo da instituição de destino.

Outras informações sobre o programa podem ser consultadas na página http://echanges-etudiants.crepuq.qc.ca/, onde também estão disponíveis a ficha de inscrição e o edital.

Mais informações:  (11) 3091-8503

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16210-novo-instituto

física
Novo INCT visa ampliar pesquisas com fluidos complexos
Por mais complicado que seja explicá-los, os fluidos complexos estão presentes em nosso cotidiano. “Esses fluidos são compostos que se apresentam no estado líquido e mas têm propriedades físico-químicas mais complexas do que aquelas usuais dos fluidos simples, como a água ou o álcool”, explica o professor Antonio Martins Figueiredo Neto, do Instituto de Física (IF) da USP, e coordenador no recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Fluidos Complexos.

Os exemplos mais conhecidos de fluidos complexos estão presentes não apenas em nosso dia-a-dia, mas até mesmo no nosso corpo. O cristal líquido das telas de celulares e dos monitores LCD, os colóides, substâncias de textura “menos líquida” como o xampu, a maionese e a cola, e os fluídos biológicos, o sangue e os vários tipos de colesterol (LDL e HDL, por exemplo), são alguns dos fluidos complexos mais comuns.

Para as atividades do Instituto, comenta o professor Figueiredo, foram escolhidas três linhas principais: os cristais líquidos, as lipoproteínas que transportam o colesterol e o ferrofluido ou colóide magnético, “fluido que tem todas as características físicas do ferro sólido, porém com a fluidez da água”, explica.

Ainda segundo o professor, os trabalhos com cristais líquidos vão se concentrar mais nas pesquisas básicas, de entender os mecanismos do fluido. Dependendo do tipo de pesquisa desenvolvido, poderemos mesmo chegar a protótipos de novos dispositivos tecnológicos.

Multidisciplinaridade
Uma das características do INCT de Fluidos Complexos é a multidisciplinaridade. “Nós temos nesse Instituto físicos, químicos, biólogos, matemáticos, imunologistas, médicos e dentistas. Todo esse arsenal de pessoas observa um particular fluido de forma multidisciplinar,” comenta. Essa diversidade de visões é bastante perceptível nas pesquisas com colesterol e ferrofluido.

No caso do ferrofluido, sua aplicação principal é como vetor de medicamento, levando a droga até o órgão exato por intermédio de imãs.

Já no caso das lipoproteínas, a LDL (lipoproteína de baixa densidade) e a HDL (lipoproteína de alta densidade) os estudos estão voltados pra compreensão dos processos de oxidação dessas lipoproteínas que formam as placas que obstruem as artérias ocasionando diversas doenças cardiovasculares como a aterosclerose e o acidente vascular cerebral (AVC). O professor ressalta a importância desse tipo de pesquisa, uma vez que as doenças cardiovasculares são a maior de causa de morte no mundo atual.

Estrutura e difusão
Boa parte dos pesquisadores do Instituto já fazia parte do Instituto do Milênio de Fluídos Complexos (IMFCx), predecessor dos INCTs. Além do IF, outras unidades da USP também participam das pesquisas: Instituto de Química (IQ); Instituto de Ciências Biomédicas (ICB); Instituto de Matemática e Estatística (IME); Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP); Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH).

Mais 15 universidades de São Paulo e 8 estados, além da Fundação Pró-Sangue e do Instituto Butantan, completam o corpo de 51 pesquisadores.

Além das pesquisas, o INCT de Fluidos Complexos pretende ampliar um trabalho na área de formação de professores de ensino médio, iniciado com o IMFCx. Nos cursos de especialização os professores são treinados para aplicar a temática dos fluidos complexos presentes no cotidiano dentro da sala de aula. O objetivo é ministrar o curso na capital e no interior do estado de São Paulo além de outras capitais brasileiras.

Mais informações: (11) 3091-6830 ou email afigueiredo@if.usp.br, com o professor Antonio Martins Figueiredo Neto

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Fevereiro 18, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10122/especiais/imagem-molecula

EspeciaisProjeto Cíclotron, que prevê a produção de medicamentos radioativos para uso em exames diagnósticos e em projetos de pesquisa no Hospital das Clínicas, é lançado na Faculdade de Medicina da USP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10123/especiais/darwin-multidis

EspeciaisLivro reúne artigos de pesquisadores de diversas áreas e mostra que influência do pensamento evolucionista vai muito além da biologia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10124/divulgacao-cientifica/emi

Divulgação CientíficaUsar menos os automóveis e substituir a frota por veículos híbridos ajudaria a reduzir os níveis de CO2 em 2050 para os de 2000, aponta estudo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10125/noticias/gilberto-dupas-m

NotíciasFundador do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais e do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional da USP, foi secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10126/noticias/campus-da-unesp-

NotíciasInstituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas terá novos cursos, departamentos de ensino e laboratórios de pesquisa

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10128/agenda/6-congresso-intern

AgendaEvento, que ocorrerá entre os dias 3 e 5 de junho, em São Paulo, será promovido pelo Laboratório de Tecnologia e Sistemas de Informação da Faculdade de Economia e Administração da USP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10127/agenda/9-workshop-de-gene

AgendaEvento promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Unesp será realizado nos dias 23 e 24 de maio, em Botucatu (SP)

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16211-projeto-em-lor

EEL
Movimento com Ciências usa olimpíadas de física para promover a interação universidade-escolas
  Como fazer com que as escolas e as universidades tenham uma interação de fato? Como fazer com que alunos de escolas públicas se sintam motivados a estudar e acreditem que são capazes de chegar às melhores universidades? Essas foram as questões que motivaram professores e alunos da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, juntamente com docentes e discentes do Centro Universitário Salesiano (Unisal) e das Faculdades Integradas Tereza D’Ávila (Fatea) a criarem o Movimento Com Ciências, que incentiva alunos de escolas públicas a participarem das olimpíadas de física, tanto a de Lorena (OFL), criada pelo próprio Movimento, como a Brasileira (OBF). "A maioria dos alunos que participava destes eventos era de escolas privadas, com acesso a bem mais recursos do que os alunos da rede pública", explica Carlos Alberto Moreira dos Santos, professor da EEL e coordenador do projeto. "Isso me preocupava muito, principalmente pela falta de real interação da universidade com as escolas".

O projeto, que começou em 2004, busca essa interação de diversas formas: com a olimpíada municipal, cursinhos pré-vestibular e pré-vestibulinho populares, premiação aos melhores colocados da olimpíada e, agora, com o projeto de um cursinho preparatório para a OBF, aos moldes do que existe hoje em Fortaleza. "Os melhores colocados são os alunos de São Paulo e os do Ceará, e achamos que o cursinho deles é o motivo", diz Santos. Assim, o Movimento busca ajudar a colocar alunos de poucas condições financeiras em pés de igualdade, em termos de investimento educacional, em relação aos alunos de escolas particulares, que já são preparados para isso. O foco do projeto são alunos do 9º ano do ensino fundamental e os do ensino médio.

Extensão para a inclusão
Para os envolvidos no projeto (hoje, mais de 50 voluntários), é preciso trabalhar com a inclusão desses alunos que, apesar de potencial, não têm oportunidade ou motivação para prestar vestibulares e vestibulinhos (prova para a entrada em escolas técnicas profissionalizantes, como Etecs e Cefets). Tal potencial é demonstrado, por exemplo, no desempenho do aluno nas olimpíadas, uma das formas de entrada nos cursinhos.

Um dos problemas enfrentado pela iniciativa hoje é a alta procura de alunos interessados diante de uma quantidade pequena de vagas. O projeto ainda não tem uma sede, e as aulas são dadas em instituições que o apóiam. Com isso, não é possível ter mais do que 80 alunos matriculados. Ainda assim, o resultado é animador. Mesmo sendo um projeto novo, a quantidade de participantes que ingressaram em universidades públicas e na Etec de Lorena é considerável. Isso, além de motivar os alunos, é uma forma do projeto se fazer visível para a sociedade.

Mesmo tendo como motivação primeira uma melhor formação nas áreas de exatas, os cursinhos do Movimento com Ciência contam com a ajuda de parceiros que colaboram em disciplinas de humanas e biológicas. E é essa a contribuição que Inisal e Fatea, as outras duas faculdades que encabeçam o projeto, ambas privadas, têm dado, aumentando a flexibilidade e abrindo mais oportunidades para diversos alunos. Além disso, o projeto está levando palestras aos cursos de pedagogia, falando sobre a importância da ciência e da matemática para a vida cotidiana. A ideia é que os professores que estão sendo formados compreendam que é ruim incentivar certos preconceitos, como o de que "matemática só serve para fazer conta". Para o professor Carlos Alberto Moreira dos Santos, isso estimula o aluno a conhecer as outras nuances da área.

Voluntários orientados, estrutura mais completa
Para que os interessados em ajudar possam de fato serem úteis e se integrarem ao processo, é preciso que eles saibam o que estão fazendo. Esse é o lema do coordenador, que acha que a condição para que todos os voluntários prossigam no trabalho é que estejam "na área certa". "Não há ninguém que não queira ajudar. Uma coisa que eu tenho feito, então, é colocar pessoas que querem ser voluntárias em lugares que elas saibam o que vão fazer, em um lugar estratégico". Isso ajuda tanto o voluntário a entender o que é feito quanto o projeto a conseguir pessoas qualificadas para cada uma das partes.

Mesmo com uma quantidade grande de envolvidos, o Movimento ainda não consegue crescer por falta de investimento. Mesmo recebendo verbas da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, ainda precisa contar com a ajuda das poucas empresas que o patrocinam. E tudo isso só para manter a estrutura atual, até porque, além dos cursinhos, o projeto tem outros gastos, como a premiação dos alunos bem colocados. O Movimento com Ciências pode ser contatado pelos telefones  (12) 3159-9902 / 9903, emails christian@demar.eel.usp.br ou malice@demar.eel.usp.br, ou no site http://dmrsrv.demar.eel.usp.br/movcomciencias.

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16205-curso-na-eca-

política
Curso na ECA fala sobre comunicação pública de governo
O professor Bernardo Kucinski, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP oferece o curso de Comunicação Pública de Governo para graduados ou graduandos em qualquer área do conhecimento. O curso é voltado principalmente a comunicadores públicos e assessores de imprensa de governos e empresas públicas. Será ministrado no Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA. As inscrições vão até o dia 27 e devem ser feitas das 9 às 16 horas.

O objetivo do curso é capacitar comunicadores públicos e assessores de imprensa de governos e empresas públicas a desenvolverem estratégias de comunicação compatíveis com os modernos conceitos de Estado transparente. Além disso, pretende-se também discutir o conceito de "comunicação pública" e como ele se aplica a estratégias de comunicação de atos e propostas de políticas públicas de governos centrais, estaduais e municipais.

As aulas vão de 5 de março até 21 de maio. São oferecidas 40 vagas e o valor do curso é de R$430,00. Os documentos necessários são CPF, RG, comprovante de escolaridade, ficha de inscrição preenchida, além do pagamento da taxa de matrícula. A carga horária é de 36 horas/aula, sendo o curso presencial realizado por 12 semanas.

Mais informações: (11) 3091-4058, e-mail pcbontempi@usp.br, site https://sistemas.usp.br/apolo/apoObterCurso?cod_curso=270400198&id_periodo=&id_modalidade=4

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16207-esalq-promove

discussão
Esalq promove seminário Diálogos sobre violência no Brasil
A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, realiza, nos dias 11 e 12 de março, o seminário Diálogos sobre violência no Brasil. Sob coordenação do professor Adalmir Leonidio, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), o evento irá abordar temas como a violência no campo brasileiro, a violação de direitos trabalhistas e ambientais no setor sucroalcooleiro, violência institucional e criminalização da pobreza, entre outros.

“Assusta também o alto nível de aceitação entre os brasileiros da violência como mecanismo de resolução de conflitos, particularmente quando as vítimas são aqueles mal posicionados na hierarquia social, com baixo poder aquisitivo e sem famílias e protetores”, lembra Leonidio. O professor ressalta que o Estado tem agido não apenas de forma omissa, mas tem sido ele próprio o primeiro a violar sistematicamente a lei, assassinando, torturando e perseguindo seus “cidadãos de segunda ordem”.

O evento contará com a presença não só de pesquisadores, como também de militantes dos direitos humanos no Brasil: Angela Mendes de Almeida, do Observatório das Violências Policiais de São Paulo; Ariovaldo Umbelino, da Associação Brasileira de Reforma Agrária; Aton Fon, da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos; Maria Luisa Mendonça, da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos; Luís Antônio Souza e Eduardo Girardi, ambos da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O evento acontecerá na Sala BM&F (Pavilhão de Economia e Sociologia da Esalq) e os interessados podem se inscrever gratuitamente enviando e-mail para smrivera@esalq.usp.br até o dia 9 de março.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Esalq

Mais informações: (19) 3429-4477, e-mail smrivera@esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16212-ultimos-d

idosos
Últimos dias para inscrição na universidade aberta à 3ª idade
A USP está com inscrições abertas, até sexta-feira (20), para o programa Universidade Aberta à Terceira Idade. Os maiores de 60 anos podem fazer cursos do primeiro semestre deste ano em todas as unidades da USP.

Para as oficinas e palestras, não se exige a apresentação de diplomas ou certificados de escolaridade concluída anteriormente. Apenas para as disciplinas dos cursos de graduação é preciso ter, no mínimo, o ensino médio completo.

As atividades da Universidade Aberta à Terceira Idade são totalmente gratuitas e fazem parte de um programa de educação permanente, ligado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, com o objetivo de possibilitar ao idoso aprofundar conhecimentos em alguma área de seu interesse, visando à promoção da saúde, do bem-estar psicológico e social e da cidadania dos seus participantes.

“O retorno da experiência e convivência entre os alunos da graduação do curso de gerontologia e os idosos têm sido muito positivo, pois é uma forma desses alunos terem mais contato com o público do curso”, afirma a responsável pela organização das atividades, professora Meire Cachioni, da disciplina de Crescimento Pessoal.


Mais informações: (11) 3091-1016 , e-mail ccex-each@usp.br, site http://www.usp.br/prc/3idade/

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16214-hc-recebe-equipam

medicina
HC recebe equipamento que diagnostica rapidamente o câncer
Foi realizada nesta terça (17), na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a cerimônia de doação do aparelho Ciclotron, fornecido pelo Hospital Sírio Libanês. O equipamento produzirá substâncias radioativas com capacidade de diagnosticar câncer em estágio primário nos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e ficará sob a responsabilidade do Instituto de Radiologia, no prédio da Medicina Nuclear do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP.

O Ciclotron poderá produzir pelo menos 10 diferentes radioisótopos — elementos químicos usados em exames de diagnóstico por imagem. Trata-se de um acelerador de partículas cujas substâncias serão usadas em exames, terapias e pesquisas em diversas áreas da medicina, especialmente em Oncologia. A máquina suprirá a demanda de flúor 2 — desoxiglicose —, também conhecido como FDG marcado, radioisótopo muito utilizado em exames para detecção de tumores.

Uma vez injetado na corrente sanguínea, o FDG produzido pelo Ciclotron desloca-se rapidamente aos locais onde há maior consumo de glicose, o principal alimento do tumor. Com isso, mostra a presença de células tumorais em estágios ainda iniciais da doença, e permite aos médicos planejar com mais precisão o melhor tratamento para cada tipo de tumor.

As obras para instalação da máquina já estão em andamento e até meados do segundo semestre de 2009 a produção terá início. Em uma segunda etapa, a nova Unidade, que será instalada, fará estudos para testar o emprego de novos compostos em diferentes tipos de câncer. "Como nem todos os tumores se alimentam de glicose, queremos testar outras substâncias que ajudem a detectar e estabelecer em que estágio eles se encontram", explica o radiologista Carlos Alberto Buchpiguel, diretor do serviço de Medicina Nuclear do InRad. Ele destaca que, futuramente, a unidade desenvolverá, ainda, moléculas para diagnosticar fenômenos no cérebro, como, por exemplo, doenças senis.

O aparelho funcionará dentro de uma casamata de 520 metros quadrados (m2), protegida por paredes de concreto com 1,90m de espessura. A função desse verdadeiro "bunker" é evitar que a radioatividade produzida durante o funcionamento do aparelho ganhe o ambiente externo.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HC-FMUSP


Mais informações: (11) 3069-7053 / 6694

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16215-dispositivo-aumen

odontologia
Dispositivo criado na FOB diminui riscos em cirurgias dentárias
Com o intuito de oferecer mais segurança durante cirurgias odontológicas, cientistas da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP desenvolveram um guia para orientar as radiografias e inserções de mini-implantes ortodônticos. Seu alto grau de precisão permite uma inserção segura dos mini-implantes entre as raízes dos dentes, evitando acidentes e complicações. Os resultados do estudo beneficiam diretamente os pacientes.

A pesquisa clínica intitulada Avaliação da Precisão de um Guia Radiográfico-Cirúrgico para Inserção de Mini-implantes foi coordenada pelo professor Sérgio Estelita Cavalcante Barros, sob a orientação do professor Guilherme Janson, ambos do Departamento de Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Coletiva da FOB.

Barros explica que o mini-implante é um parafuso de titânio que, inserido no osso, serve para ancorar as forças ortodônticas e mover os dentes. “Quando fazemos uma extração dentária, fica um espaço que deve ser fechado. Nós apoiamos elásticos ou molas nos mini-implantes para movimentar os dentes em direção a esse espaço, fechando-o de maneira mais controlada e eficiente, este é um exemplo da aplicação clínica dos mini-implantes” explica Barros.

Porém, o mini-implante pode se perder facilmente caso seja inserido muito próximo ou em contato com a raiz do dente. Nesses casos, o implante pode se soltar depois de 15 ou 20 dias da inserção, sendo necessário retirá-lo e esperar a cicatrização para colocar um novo no mesmo local. O dispositivo proposto serve para guiar a inserção do mini-implante exatamente entre as raízes, que são muito próximas uma das outras. Assim, diminuem-se os riscos de uma lesão radicular (na raiz) e de perda do mini-implante.

Kelly Fernanda Galvão Chiqueto, pesquisadora que também participou do estudo, explica que o guia foi criado porque, nos últimos anos, os mini-implantes são muito usados na ortodontia e os riscos inerentes ao seu uso precisam ser melhor considerados. "Alguns profissionais têm trabalhado sem parâmetros clínicos, sem nenhum guia. Esta conduta é muito arriscada e aumenta muito a chance de o profissional acertar uma raiz, como de fato tem sido relatado. Por isso, o guia é importante".

Barros conta que “antes do guia fixava-se apenas um fio de metal sobre a gengiva e tirava-se uma radiografia para definir o local da inserção. Percebemos que era um método muito empírico e pouco preciso, que trazia muitos riscos ao paciente”. Caso o tubo do aparelho de raios-X fosse posicionado num ângulo inadequado, poderiam acontecer projeções oblíquas e incorretas da imagem radiográfica. “O fio de metal não padronizava as imagens dos raios-X, então as projeções poderiam ser irreais e acabarem enganando o cirurgião”, diz o pesquisador.

Funcionamento
O primeiro passo é fazer uma radiografia que tem os raios-X direcionado pelo guia. Em seguida o profissional se orienta pela imagem radiográfica para escolher a região correta onde será inserido o mini-implante. Para guiar a cirurgia de inserção, o dispositivo utiliza o mesmo direcionamento que foi usado para os raios-X.

“A ideia era fazer o mini-implante entrar na mesma trajetória em que o raio-X havia passado. Se, no momento da inserção, eu conseguisse copiar essa trajetória, eu teria um melhor controle sobre o posicionamento final do mini-implante no osso e, consequentemente, uma maior segurança na hora da cirurgia” diz Barros. O dispositivo copia a trajetória dos raios-X para usar na hora da cirurgia, padronizando as direções, coisa que o antigo artefato metálico não fazia.

Inovação premiada
O Guia Radiográfico-Cirúrgico valeu ao professor o Prêmio Brasil de Implantodontia com a apresentação do trabalho no Congresso de Implantodontia promovido pela revista científica ImplantNews.

O prêmio foi devido ao caráter inovador do dispositivo, que vem beneficiar diversas especialidades, como a Ortodontia, a Implantodontia e a Cirurgia. "Eu apliquei a tecnologia aos mini-implantes ortodônticos, que são temporários. O paciente usa para a resolução de um problema e depois ele é retirado", diz o pesquisador. Contudo, o princípio do guia pode ser utilizado para os implantes dentários, desde que haja uma adequação da técnica.

Mais informações: (14) 3227-0247, (14) 9115-9225, email sergioestelita@yahoo.com.br, com o pesquisador Sérgio Estelita Cavalcante Barros


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Fevereiro 19, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10129/especiais/foco-na-fotossi

EspeciaisEm workshop do Programa Bioen, na FAPESP, cientistas brasileiros e suecos discutem como integrar pesquisas para entender mecanismos da fotossíntese da cana-de-açúcar. Objetivo é aumentar produtividade do etanol

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10130/especiais/fotossintese-ar

EspeciaisStenbjörn Styring, da Universidade de Uppsala, da Suécia, apresenta em workshop na FAPESP tecnologia para a geração de hidrogênio a partir da água e da luz solar

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10131/divulgacao-cientifica/com

Divulgação CientíficaEm estudo na Nature, cientistas descrevem método para fazer com que nanopartículas em uma solução se agrupem em formas complexas como a de uma flor ou do planeta Saturno

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10132/noticias/gordura-atrai-go

NotíciasÁcido graxo encontrado em carnes vermelhas causa a morte de neurônios que controlam o apetite. Leia em Pesquisa FAPESP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10133/agenda/workshop-on-physic

AgendaEvento nos dias 26 e 27 de fevereiro, em São Paulo, integra atividades do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais e faz parte da Parceria Brasil-Reino Unido em Ciência e Inovação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10134/agenda/3-conferencia-bras

AgendaEncontro promovido pelo Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama será realizado nos dias 6 e 7 de março, em São Paulo

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16216-laborator

Geografia
Na FFLCH, laboratório aprofunda o estudo da questão agrária
 
No Brasil, muita terra fica nas mãos de poucos, e muita gente fica sem terra. E é aí que começam os maiores problemas envolvidos na questão agrária. “É uma grande discussão política, e nós, do ponto de vista da Universidade, tentamos participar com os instrumentos que temos para contribuir para o debate”, diz a professora Marta Inez de Medeiros, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A professora coordena o Laboratório de Geografia Agrária da USP, conhecido como Agrária.

Alunos de graduação, pós-graduação e docentes fazem parte do Agrária, que agrega interessados em discutir e aprofundar a temática do campo, algo que dificilmente fariam fora do Laboratório. “O tempo do curso da graduação é regulado pelo calendário escolar, com começo, meio e fim bem definidos”, diz. Marta “Esses grupos de estudo, em geral, têm anos de existência continuada. Às vezes, a gente até se encontra em recesso, férias, dependendo da disponibilidade de cada um.”

A docente diz que, apesar de a questão agrária ser profundamente política, é necessário que a discussão seja “bastante fundamentada”. “Nosso objetivo é formar estudantes como pesquisadores e pessoas com uma concepção de academia que vai muito além do frequentar sala de aula e, ao mesmo o tempo, contribuir diretamente para o amadurecimento de discussões e de ações na área do campo no Brasil".

Pontos críticos
A grande concentração fundiária e a presença de latifúndios que nada produzem são os maiores pontos da questão agrária, razão de ser do Laboratório. E o problema tende a se agravar. “A problemática agrária no Brasil é profunda, complexa, e, nos últimos anos, com avanço do agronegócio, tem se tornado ainda mais complicada, pois os interesses na manutenção da concentração de terras hoje são ainda mais amplos.” A presença de empresas internacionais de agrobusiness no Brasil é muito grande e preocupa a docente.

Segundo a docente, o Brasil tem liderança em torno da discussão do tema. “Temos hoje um movimento social bastante combativo e organizado em torno dessa questão, o que nos dá destaque no cenário internacional”, justifica a professora, referindo-se aos “cerca de 40” movimentos pela terra no Brasil, principalmente o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), que completa 25 anos em 2009. Para a professora, o MST é um dos “movimentos mais ativos do mundo”.

Outras atividades

Além de grupos de estudo, o Laboratório realiza atividades de extensão, com o intuito de dar mais visibilidade à questão agrária no país. Uma destas atividades é a Prosa na Quinta, que acontece periodicamente (as datas do evento são divulgadas no site do Laboratório), com discussões entre algum convidado envolvido com a temática – não necessariamente acadêmico – e o público em geral.


O Agrária tem também uma revista online, onde são publicados artigos não só de integrantes do Laboratório, mas também de acadêmicos de fora da USP. A professora Maria Inez acredita que as iniciativas de extensão criam “um diálogo positivo” entre diferentes grupos de acadêmicos e a sociedade.

Eventos também são promovidos pelo Laboratório. Entre 2 e 7 de fevereiro, aconteceu a 19ª edição do Encontro Nacional de Geografia Agrária, que agregou pesquisadores, docentes e estudantes da área do Brasil inteiro. A divulgação dos eventos é feita no site, o qual, segundo a professora, existe para “criar um canal com a comunidade”. “Como a USP é pública, a pessoa pode vir, entrar na sala, e assistir, do mesmo modo que um aluno regular”, diz.

Tudo isso, na opinião a docente, pode contribuir principalmente para transformações na conjuntura problemática no campo brasileiro. Ela se diz esperançosa. “Acho que todo pesquisador na área de ciências sociais que trabalha numa perspectiva crítica, ou seja, que quer entender a sociedade de forma mais radical e profunda, nas suas contradições, faz isso porque acredita que é possível contribuir para melhorar, para a mudança. Se nós não acreditarmos nisso, fica difícil trabalhar”.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16217-ifsc-tria-mulhere

física
IFSC tria mulheres para dois programas de pesquisa
O Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP está realizando triagem de pacientes com diagnóstico de fibromialgia que queiram participar do protocolo de tratamento com laser. O tratamento será realizado no Consultório do Grupo de Óptica, às terças-feiras, no período da tarde, a partir de março.

Além disso, o Grupo de Óptica do IFSC e o PPG Biotecnologia e Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convidam mulheres na pós-menopausa com idade entre 50 e 59 anos para participar da Pesquisa em saúde e Tecnologia, que tem o objetivo de melhorar a capacidade funcional e a resposta da freqüência cardíaca. Bem como, reduzir a fadiga e o percentual de gordura, além do aumento da força/massa muscular e da densidade mineral óssea para prevenção e/ou tratamento da osteopenia/osteoporose.

Esta pesquisa será totalmente gratuita e oferecerá atividade física, fototerapia e exames clínicos (sangue, urina, densitometria óssea, eletrocardiograma, avaliação de força/massa muscular e gordura corpórea) por 18 meses. As mulheres que não gostam de fazer atividade física podem participar do grupo controle e realizar apenas os exames clínicos.

Para participar do processo de seleção, deve-se contatar o Grupo de Óptica do IFSC, por email ferrp@itelefonica.com.br ou às terças-feiras, no período da tarde nos telelefones (16) 3371-6071 ou (16) 9707-7008 ou (16) 8162-5758 ou Grupo de Óptica da USP (16) 3373-9810 ramal 216.

Com informações da Serviço de Comunicação da Prefeitura do Campus - USP-São Carlos

Mais informações: (16) 3373-9810

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16218-esalq-recebe-em-m

nutrição
Esalq recebe, em março, simpósio de alimentos funcionais
Profissionais e pesquisadores das áreas de saúde e nutrição se reúnem, no dia 19 de março, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, das 8 às 18 horas, para o terceiro Simpósio Nacional de Alimentos Funcionais. O objetivo é discutir pesquisas recentes que objetivam trazer benefícios à saúde de parcela significativa da população. Assim, o evento pretende fornecer alternativa para colaborar com as esferas governamentais no que se refere ao desenvolvimento de medidas de prevenção e controle de doenças cardiovasculares.

Segundo Jocelem Mastrodi Salgado, professora do departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais (SBAF) "o emprego de alimentos funcionais como fator de redução de risco pode inclusive propiciar uma diminuição significativa dos gastos públicos com a saúde, haja vista que o governo, bem como os planos de saúde, não conseguirão manter um quadro saudável das pessoas acima dos 50 anos se as medidas de prevenção e redução de riscos não forem tomadas".

As inscrições custam de R$315,00 a R$450,00 e podem ser realizadas no site do evento, onde se encontra a programação completa do evento. As atividades acontecem no Anfiteatro de Engenharia da Esalq, na Av. Pádua Dias, 11, Piracicaba.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Esalq

Mais informações: (19) 3429-4118, site www.sbaf.org.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16221-pesquisador-anali

sexologia
Estudo analisa vida sexual de pessoas que relataram ter aids
Uma pesquisa feita com dados do Estudo da Vida Sexual do Brasileiro (EVSB) descreve o comportamento sexual de pessoas com AIDS. “Os dados não refletem a realidade nacional, mas o estudo inova ao analisar a sexualidade erótica de pessoas com a doença, e não apenas os comportamentos de risco”, diz o médico Marco Scanavino, responsável pelo estudo. Os infectados disseram ter uma diversidade maior de tipos de relações sexuais (sexo grupal, sexo com animais, por exemplo). Disseram mais vezes terem sofrido violência sexual e terem comportamentos indicativos de compulsão sexual. Relataram também mais disfunções sexuais, como problemas de ereção.

Os dados do EVSB resultam de um levantamento feito com 7.103 pessoas, em 18 grandes cidades nas 5 regiões do País, entre 2002 e 2003. Os participantes foram convidados a preencher um questionário anônimo com 87 perguntas. Uma delas questionava se o participante tinha AIDS. Cerca de 5.500 pessoas responderam à pergunta e 75 disseram ter a doença.

O estudo é a base da tese de doutorado de Scanavino, apresentada na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que teve a orientação da sexóloga Carmita Abdo. “Mais da metade (59%) das pessoas com a AIDS disseram ter começado a vida sexual antes dos 17 anos, bem como não terem recebido educação sexual, nem concluído os estudos”, conta o médico, que integra a equipe do Projeto Sexualidade do Instituto e Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Ele lembra ainda que homens e mulheres relataram com mais frequência as seguintes práticas: sexo grupal, troca de casais, sexo com animais, ter tido ao menos uma relação homosexual em sua história, ter tido relações com profissional do sexo. Também disseram com uma frequência maior precisarem de objetos para se excitar, terem tido alguma vez comportamento sado-masoquista, exibicionista ou voeyurista. “Declararam com mais frequência sentir desejo por sexo mais de uma vez ao dia”, descreve.

Comparados com homens sem AIDS, os homens com a doença relataram mais sexo não vaginal e mais relações por semana. Informaram menos sexo oral e mais casos extraconjugais. As mulheres com HIV disseram com mais freqüência já terem feito sexo sob efeito das drogas. Elas também relataram mais não ter tido atividade sexual nos últimos 12 meses. Segundo Scanavino, após o diagnóstico de AIDS a sexualidade fica abalada e atividade sexual pode diminuir.

Abuso, disfunções e compulsão
Outros dados do estudo também revelam que os pesquisados com AIDS informaram mais disfunções sexuais. As mulheres disseram ter mais dificuldade de manter a excitação até o final do sexo. Homens com AIDS relataram mais demora em ejacular, sentir dor durante o ato sexual e terem problemas de ereção completa.

Cerca de 18% de participantes com AIDS disseram já ter sido vitimas de violência sexual, uma frequência seis vezes maior do que quem afirmou não ter a doença. Eles também tiveram mais sintomas indicativos de compulsão sexual (fantasias e práticas sexuais exageradas e às vezes perigosas). Relataram indícios de uma sexualidade mais genital: disseram ter menos preliminares, menos necessidade de um clima apropriado para se engajar no ato sexual. Consideraram menos importante para o sexo a afetividade, a intimidade e o interesse do(a) parceiro(a).

"A violência sexual na infância e adolescência",explica Scanavino, "predispõe a determinados transtornos sexuais, entre eles a compulsão sexual. Tenho a hipótese de que essa doença pode levar a comportamentos de risco para a AIDS".

Segundo o pesquisador, o modelo do estudo é inovador. “O mais interessante da pesquisa é o tipo de informação obtida, a respeito da saúde sexual dos que vivem com o HIV/AIDS. Encontramos comportamentos que indicam a presença de transtornos sexuais. É fundamental oferecer cuidados à vida sexual dos portadores da doença. Sentindo-se mais satisfeitos poderão aderir mais facilmente ao sexo seguro, favorecendo o controle da epidemia."

Mais informações: email scanavino@ig.com.br, com o pesquisador Marco Scanavino

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Fevereiro 20, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10135/especiais/biotas-mais-pro

EspeciaisEm expedição científica a Angola, Marcos Aidar, do Biota-FAPESP, abre caminho para participação brasileira na extensão do BioTA África. Segundo ele, relação entre os dois programas deverá se estreitar em 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10136/divulgacao-cientifica/ace

Divulgação CientíficaEstudo publicado na Science destaca importância de publicar artigos científicos em veículos abertos para estimular a “participação global na ciência”

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10137/noticias/kepler-vai-ao-es

NotíciasAgência Espacial Europeia homenageia astrônomo alemão no nome de seu segundo veículo de transferência automatizada, que levará carga para a ISS em 2010

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10138/noticias/pesquisa-em-bioe

NotíciasPrograma Pesquisa Brasil do próximo fim de semana apresentará resultados preliminares do BIOEN-FAPESP. Marcos Buckeridge, um dos coordenadores do programa, será o entrevistado

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10139/noticias/vaga-para-docent

NotíciasEscola de Comunicações e Artes da USP contrata professor titular de Comunicação e Educação. Salário é de R$ 9 mil e as inscrições vão até 3 de julho

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10140/agenda/2-simposio-de-cana

AgendaEvento ocorrerá entre os dias 4 e 6 de março, no anfiteatro do Centro de Ciências Agrárias da UFSCar, em Araras (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10141/agenda/nas-trilhas-e-rede

AgendaWorkshop discutirá as ações relacionadas às trajetórias e perspectivas da educação superior indígena, de 18 a 22 de maio, em Manaus

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16223-o-samba-p

   
  Ele não agoniza e nem irá morrer. Em São Paulo, o samba tem sua origem ligada a aspectos rurais e religiosos. Na USP, estudiosos resgatam aspectos da história do samba desde os tempos de Pirapora do Bom Jesus até os carnavais atuais. Além disso, um projeto apoiado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão possibilitou um documentário que traz fragmentos da história do gênero em São Paulo. Fora da academia, personagens como Oswaldinho da Cuíca e Dona Esther, de Pirapora, ainda são fiéis às origens e aos ritmos do samba de São Paulo.



- Iniciativas da universidade documentam origens do samba paulista
- Pirapora abriga espaço do samba
- A primeira-dama do Samba de Pirapora
- Osvaldinho, da Cuíca e do samba de São Paulo
- Na periferia, carnaval da espontaneidade

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16223-o-samba-paulist

música
Samba de São Paulo mostra todas as suas faces e promete sobreviver
   
  Ele não agoniza e nem irá morrer. Em São Paulo, o samba tem sua origem ligada a aspectos rurais e religiosos. Na USP, estudiosos resgatam aspectos da história do samba desde os tempos de Pirapora do Bom Jesus até os carnavais atuais. Além disso, um projeto apoiado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão possibilitou um documentário que traz fragmentos da história do gênero em São Paulo. Fora da academia, personagens como Oswaldinho da Cuíca e Dona Esther, de Pirapora, ainda são fiéis às origens e aos ritmos do samba de São Paulo.



- Iniciativas da universidade documentam origens do samba paulista
- Pirapora abriga espaço do samba
- A primeira-dama do Samba de Pirapora
- Osvaldinho, da Cuíca e do samba de São Paulo
- Na periferia, carnaval da espontaneidade

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16224-dona-yaya-apres

teatro
Dona Yayá apresenta O Inventário das Sensações Perdidas
Estréia no dia 28, às 20 horas, na Casa de Dona Yayá, sede do Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP, a peça O Inventário das Sensações Perdidas. O espetáculo fala sobre a memória coletiva da América Latina através das histórias comuns, de gente comum, resgatando oralidades perdidas e que pouco a pouco foram sendo diluídas, quase que apagadas de nossas memórias.

Para relembrar essas “sensações perdidas” que são comuns a todos, o grupo colheu inspiração no rico panorama existente na obra do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Os ingressos custam R$ 20,00. A capacidade do teatro é de 30 espectadores. Em caso de chuva, o evento será cancelado. A Casa de Dona Yayá fica na Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo. A peça fica em cartaz até dia 3 de maio.

Mais informações: (11) 3106-3562, email cpcpublic@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16225-humanitas-lanca

Filosofia
Humanitas lança Nietzsche e a Aurora de uma Nova Ética

A editora Humanitas, da Faculdade de Filososfia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) lançou neste mês o livro Nietzsche e a Aurora de uma Nova Ética, em parceria com a editora Unijuí. A obra foi escrita pela doutora em filosofia Vânia Dutra de Azeredo. O livro considera que a filosofia de Nietzche, principalmente a que se inicia com o livro Assim falava Zaratustra, tem como questão central a construção de uma ética. Ela é apresentada na obra como ética do amor fati (amor ao destino).

Os temas que constituem a vertente positiva do pensamento de Nietzche - vontade de potência, eterno retorno e além-do-homem - relacionam-se entre si a partir da perspectiva dessa ética. Para compreendê-la é preciso superar a metafísica. A afirmação incondicional da vida é o que conduz as análises de Nietzche. Nessa afirmação a pesquisadora encontra elementos para sustentar a hipótese da presença de uma ética no conjunto da obra positiva do pensador, ainda que essa ética se configure de modo diverso das formulações anteriores.

O livro tem 328 páginas, custa R$ 35,00 e pode ser adquirido em livrarias e no site da Editora Humanitas.

Mais informações: (11) 3091-2920/ 4593; email editorahumanitas@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16226-iniciativ

   
  Se alguém disse que São Paulo não é terra de samba, por certo se enganou. Aqui tem samba sim! Com uma história peculiar, o samba em nosso estado tem suas raízes ligadas a manifestações religiosas e ao ambiente rural.

Essa peculiaridade chama a atenção de estudiosos e pesquisadores na Universidade de São Paulo, onde o gênero é analisado sob vários aspectos. Recentemente, alunos da Escola de Comunicação e Artes (ECA) e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, levaram adiante, com o apoio da Pró Reitoria de Cultura e Extensão, o projeto Samba à Paulista – fragmentos de uma história esquecida. Como parte da iniciativa, foi produzido um vídeo documentário que reúne relatos de personagens ligados ao samba de São Paulo e um site (http://www.sambaapaulista.com) com todas as informações do projeto. Iniciado em 2005, Samba à Paulista forma um acervo de mais de 170 horas de material digital e cerca de 200 documentos históricos reunidos.

Depois de realizado o projeto, a percepção do diretor Gustavo Mello é de que o samba de São Paulo foi, e continua sendo, constituído em “guetos”. “Ao realizar o filme me deparei com muitos sambistas da velha guarda que estavam desiludidos com a falta de reconhecimento e espaço para a produção musical”, conta o diretor.

Mello, que é formado em Publicidade e Propaganda pela ECA, lamenta que a cidade nunca acolheu o sambista, nem referenciou sua identidade neles, e isso acabou por gerar uma enorme lacuna de registros históricos. “Para se ter uma idéia, o cordão carnavalesco é um dos festejos paulistanos mais típicos e eu encontrei apenas uns dez minutos de registro na cinemateca. Quase não há fotografias e filmes”, diz, enfatizando que “o que se tinha de mais exclusivo se perdeu.”

De acordo com o diretor, os únicos detentores dessa história são os sambistas ainda vivos que guardam fotos pessoais e memórias, “embora muitas vezes imprecisas”, como lembra Mello. “O recorte do filme passou por isso: relatos pessoais e fragmentos de histórias, uma história quase esquecida, como diz o sub-título. Desde que o filme foi lançando, no carnaval de 2007, cinco baluartes de São Paulo que participaram das filmagens já faleceram.”

O diretor lembra que ações de preservação podem ser encontradas em grupos como o Kolombolo Diá Piratininga, com sede na Vila Madalena, em São Paulo (que pratica, nas palavras deles, uma "resistência cultural"), Sambaqui e Cupinzeiro, de Campinas, entre outros. “São ações positivas e cada uma com particularidades próprias.”

As origens rurais e urbanas do samba

Num dos estudos mais recentes desenvolvidos na USP, o geógrafo Márcio Michalczuk Marcelino analisa que, mesmo nos dias atuais, alguns traços originais do samba de São Paulo ainda resistem. “Me recordo quando no carnaval de 2007 alguns integrantes da Vai-Vai, após a conquista do título, foram a uma igreja do bairro do Bexiga e em seguida a um terreiro, antes mesmo das comemorações”, lembra. “Na Unidos do Peruche, antes do desfile, uma mãe-de-santo e um padre visitam a quadra da escola.”

Marcelino, que defendeu dissertação de mestrado sobre o tema na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, acredita que tais manifestações mostram a forte ligação do samba com a religiosidade. A pesquisa Uma leitura do samba rural ao samba urbano na cidade de São Paulo possibilita uma viagem ao início do século 18, a Pirapora do Bom Jesus, e analisa a atual situação do carnaval paulistano que, na opinião do pesquisador, tornou-se muito semelhante ao do Rio de Janeiro, totalmente comercial e preso a regras.
Um dos motivos que levou Marcelino a empreender um estudo desses, certamente foi sua origem ligada ao bairro do Parque Peruche, na Zona Norte de São Paulo, um dos redutos de sambistas paulistanos e onde estão sediadas algumas escolas de samba das mais tradicionais da cidade.

Lá, o geógrafo identificou e participa de projetos que visam preservar e recuperar as origens do samba paulistano. “Uma escola do bairro chegou a adotar em seu currículo a história do samba de São Paulo”, conta satisfeito. Um dos projetos que Marcelino tem em mente é constituir o que ele chamará de Casa de Cultura do Samba. “Nem tudo pode estar perdido. Se proporcionarmos às pessoas, principalmente aos jovens, o conhecimento da história desse gênero musical em São Paulo, poderemos obter a médio e longo prazos iniciativas mais fortes de preservação dessa cultura”, além da implementação de ações de geração de renda e fortalecimento das organizações sociais”, avisa otimista. Segundo Marcelino, há ainda grupos de roda e jongo em alguns pontos do estado de São Paulo.

Samba marginal

Marcelino identificou em sua pesquisa os motivos pelos quais o samba de São Paulo chegou a ser marginalizado, principalmente entre as décadas de 1940 e 1950. “Nesse período de crescimento da industrialização muitas pessoas vieram a São Paulo. Um pouco antes, porém, o presidente Getúlio Vargas fechou algumas rádios da cidade”, conta o geógrafo. Foi aí, segundo o pesquisador, que se deu o início da hegemonia da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. “A partir desse momento, os ouvintes paulistanos passaram a ouvir a programação da rádio carioca e, consequentemente, os sambas de lá. As origens do ‘samba rural’ paulistano começavam a ser apagadas.”

Mas ele ressalta que mesmo assim havia na cidade os cordões, que originaram a maioria das escolas de samba tradicionais de São Paulo, como a Lavapés, Vai-Vai, Camisa Verde e Branco, e que muito lembravam as procissões religiosas. “Aí está mais um traço do samba ligado à religiosidade”, define, lembrando que “enquanto no Rio de Janeiro uma senhora chamada Dona Ciata conseguia, lá no começo do século XX, reunir pessoas do samba e da cena carioca em geral, em São Paulo o gênero ainda estava na marginalidade.”

O pesquisador considera que até 1976, ainda na avenida São João, no centro de São Paulo, o samba paulistano das escolas de samba ainda tinha uma certa relação com o ‘samba rural’. “A partir daquele momento, quando os desfiles foram transferidos para a avenida Tiradentes e, posteriormente, para o Sambódromo, o samba paulistano das escolas tornou-se cada vez mais semelhante ao do Rio de Janeiro, totalmente comercial e preso a regras”, lamenta.

Fotos: Arquivo

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16226-iniciativas-da-

   
  Se alguém disse que São Paulo não é terra de samba, por certo se enganou. Aqui tem samba sim! Com uma história peculiar, o samba em nosso estado tem suas raízes ligadas a manifestações religiosas e ao ambiente rural.

Essa peculiaridade chama a atenção de estudiosos e pesquisadores na Universidade de São Paulo, onde o gênero é analisado sob vários aspectos. Recentemente, alunos da Escola de Comunicação e Artes (ECA) e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, levaram adiante, com o apoio da Pró Reitoria de Cultura e Extensão, o projeto Samba à Paulista – fragmentos de uma história esquecida. Como parte da iniciativa, foi produzido um vídeo documentário que reúne relatos de personagens ligados ao samba de São Paulo e um site (http://www.sambaapaulista.com) com todas as informações do projeto. Iniciado em 2005, Samba à Paulista forma um acervo de mais de 170 horas de material digital e cerca de 200 documentos históricos reunidos.

Depois de realizado o projeto, a percepção do diretor Gustavo Mello é de que o samba de São Paulo foi, e continua sendo, constituído em “guetos”. “Ao realizar o filme me deparei com muitos sambistas da velha guarda que estavam desiludidos com a falta de reconhecimento e espaço para a produção musical”, conta o diretor.

Mello, que é formado em Publicidade e Propaganda pela ECA, lamenta que a cidade nunca acolheu o sambista, nem referenciou sua identidade neles, e isso acabou por gerar uma enorme lacuna de registros históricos. “Para se ter uma idéia, o cordão carnavalesco é um dos festejos paulistanos mais típicos e eu encontrei apenas uns dez minutos de registro na cinemateca. Quase não há fotografias e filmes”, diz, enfatizando que “o que se tinha de mais exclusivo se perdeu.”

De acordo com o diretor, os únicos detentores dessa história são os sambistas ainda vivos que guardam fotos pessoais e memórias, “embora muitas vezes imprecisas”, como lembra Mello. “O recorte do filme passou por isso: relatos pessoais e fragmentos de histórias, uma história quase esquecida, como diz o sub-título. Desde que o filme foi lançando, no carnaval de 2007, cinco baluartes de São Paulo que participaram das filmagens já faleceram.”

O diretor lembra que ações de preservação podem ser encontradas em grupos como o Kolombolo Diá Piratininga, com sede na Vila Madalena, em São Paulo (que pratica, nas palavras deles, uma "resistência cultural"), Sambaqui e Cupinzeiro, de Campinas, entre outros. “São ações positivas e cada uma com particularidades próprias.”

As origens rurais e urbanas do samba

Num dos estudos mais recentes desenvolvidos na USP, o geógrafo Márcio Michalczuk Marcelino analisa que, mesmo nos dias atuais, alguns traços originais do samba de São Paulo ainda resistem. “Me recordo quando no carnaval de 2007 alguns integrantes da Vai-Vai, após a conquista do título, foram a uma igreja do bairro do Bexiga e em seguida a um terreiro, antes mesmo das comemorações”, lembra. “Na Unidos do Peruche, antes do desfile, uma mãe-de-santo e um padre visitam a quadra da escola.”

Marcelino, que defendeu dissertação de mestrado sobre o tema na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, acredita que tais manifestações mostram a forte ligação do samba com a religiosidade. A pesquisa Uma leitura do samba rural ao samba urbano na cidade de São Paulo possibilita uma viagem ao início do século 18, a Pirapora do Bom Jesus, e analisa a atual situação do carnaval paulistano que, na opinião do pesquisador, tornou-se muito semelhante ao do Rio de Janeiro, totalmente comercial e preso a regras.
Um dos motivos que levou Marcelino a empreender um estudo desses, certamente foi sua origem ligada ao bairro do Parque Peruche, na Zona Norte de São Paulo, um dos redutos de sambistas paulistanos e onde estão sediadas algumas escolas de samba das mais tradicionais da cidade.

Lá, o geógrafo identificou e participa de projetos que visam preservar e recuperar as origens do samba paulistano. “Uma escola do bairro chegou a adotar em seu currículo a história do samba de São Paulo”, conta satisfeito. Um dos projetos que Marcelino tem em mente é constituir o que ele chamará de Casa de Cultura do Samba. “Nem tudo pode estar perdido. Se proporcionarmos às pessoas, principalmente aos jovens, o conhecimento da história desse gênero musical em São Paulo, poderemos obter a médio e longo prazos iniciativas mais fortes de preservação dessa cultura”, além da implementação de ações de geração de renda e fortalecimento das organizações sociais”, avisa otimista. Segundo Marcelino, há ainda grupos de roda e jongo em alguns pontos do estado de São Paulo.

Samba marginal

Marcelino identificou em sua pesquisa os motivos pelos quais o samba de São Paulo chegou a ser marginalizado, principalmente entre as décadas de 1940 e 1950. “Nesse período de crescimento da industrialização muitas pessoas vieram a São Paulo. Um pouco antes, porém, o presidente Getúlio Vargas fechou algumas rádios da cidade”, conta o geógrafo. Foi aí, segundo o pesquisador, que se deu o início da hegemonia da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. “A partir desse momento, os ouvintes paulistanos passaram a ouvir a programação da rádio carioca e, consequentemente, os sambas de lá. As origens do ‘samba rural’ paulistano começavam a ser apagadas.”

Mas ele ressalta que mesmo assim havia na cidade os cordões, que originaram a maioria das escolas de samba tradicionais de São Paulo, como a Lavapés, Vai-Vai, Camisa Verde e Branco, e que muito lembravam as procissões religiosas. “Aí está mais um traço do samba ligado à religiosidade”, define, lembrando que “enquanto no Rio de Janeiro uma senhora chamada Dona Ciata conseguia, lá no começo do século XX, reunir pessoas do samba e da cena carioca em geral, em São Paulo o gênero ainda estava na marginalidade.”

O pesquisador considera que até 1976, ainda na avenida São João, no centro de São Paulo, o samba paulistano das escolas de samba ainda tinha uma certa relação com o ‘samba rural’. “A partir daquele momento, quando os desfiles foram transferidos para a avenida Tiradentes e, posteriormente, para o Sambódromo, o samba paulistano das escolas tornou-se cada vez mais semelhante ao do Rio de Janeiro, totalmente comercial e preso a regras”, lamenta.

Fotos: Arquivo

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Bauru
Inscrições prorrogadas para cursos em fonoaudiologia no Centrinho Foram prorrogadas até o dia 27 as inscrições para o processo seletivo de dois cursos no Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP, o Centrinho. Os candidatos devem ter formação em Fonoaudiologia. Os editais completos estão disponíveis no site do Centrinho.

O Projeto de Práticas Profissionais em Intervenção Fonoaudiológica na Fissura Labiopalatina tem um total de 860 horas, abrangendo atividades práticas e teóricas. O Curso de Especialização em Motricidade Orofacial ocorre no período de março de 2009 a fevereiro de 2010, totalizando 687 horas.

Os interessados devem se inscrever de segunda à sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, na Seção de Apoio Acadêmico do hospital. O endereço é rua Silvio Marchione, 3-20, Vila Universitária, Bauru.

Mais informações: (14) 3235-8420

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16228-pirapora-

   
  Banhada pelas águas do rio Tietê, na Grande São Paulo, Pirapora do Bom Jesus está distante 54 quilômetros do centro de São Paulo, no sentido Oeste. Fundada em 1730, a cidade recebia naquela época a visita de muitos religiosos, a maioria fazendeiros que iam agradecer pelas boas colheitas.


No início do século 18, o achado de uma imagem em Pirapora fez com que a cidade passasse a receber muitos religiosos. “Essa visitação à cidade passou a ser anual e ocorre até os dias de hoje, no mês de agosto”, conta Márcio Michalczuk Marcelino.

O pesquisador conta que durante estas visitas a Pirapora, muitos senhores levavam consigo alguns de seus escravos. “A maioria o fazia para ostentar, como uma demonstração de poder”, lembra. Contudo, após a abolição da escravatura, os negros continuaram a freqüentar a cidade durante os festejos de agosto. Tanto que após a década de 1920 até meados de 1940, a festa era quase que exclusivamente dos negros.

A igreja possuía os barracões, e permitia que os viajantes de outros pontos do estado dormissem durante os festejos de agosto. “Durante o dia os negros acompanhavam as cerimônias religiosas. À noite, nos barracões, aconteciam os batuques, as danças, e os desafios”, descreve Marcelino. “Foi nesse momento que surgiu a figura do Chefe do Samba, que era o tocador do bumbo. Esse instrumento aliás, teve extrema importância no ‘samba rural’.” O pesquisador conta que o Chefe do Samba era o responsável por todo andamento dos desafios e danças, a maioria em improvisações, e acabava sendo a pessoa mais respeitada nas rodas.

Com o crescimento dessas manifestações, na metade da década de 1940 a igreja passou a proibir os encontros junto aos eventos religiosos, chegando a destruir os barracões. “Foi quando a igreja efetivamente considerou toda aquela manifestação como profana”, diz o pesquisador.

Espaço preservado

E o samba ainda resiste em Pirapora! Na área central da pequena cidade fica o Espaço Cultural Samba Paulista Vivo Honorato Missé, fundador do Samba de Roda da cidade, na década de 1940. O imóvel que abriga o espaço foi construído em 1913 e é um dos mais antigos de Pirapora. O prédio foi restaurado sob a orientação do Projeto Oficina Escola de Artes e Ofícios de Santana de Parnaíba, que fica próxima a Pirapora, e fazia parte da igreja. “Era um local que abrigava pequenas casas com dois cômodos, cada uma com uma porta e uma janela”, conta Dalva Matias dos Santos, que é coordenadora do Espaço. Nas paredes rústicas de tijolo antigo, olhando mais atentamente é possível notar que as divisões das casas foram derrubadas, formando um salão amplo.

O espaço foi inaugurado oficialmente em 2003 e destina-se à prática e à divulgação do Samba de Roda de Pirapora do Bom Jesus e de outras formas tradicionais de samba. A coordenadora lembra que as iniciativas de resgate do samba de roda tiveram início em 1994.

Além de Honorato Missé, como o principal fundador do Samba de Roda, Dalva cita Dona Maria Esther que, aos 82 anos, ainda canta e dança no samba de roda. “Ela está no samba de roda desde os seus 12 anos. Muitas pessoas passaram pelo samba, como Miguel, Romeuzinho...”, recorda-se. Dalva faz questão de ressaltar que parte das histórias que conta ela ouviu de pessoas mais antigas ligadas ao Samba de Roda. Hoje, o Espaço abriga um grupo de Samba de Roda, que foi montado naquele ano de 1994, e tem como principal objetivo preservar a cultura. “O grupo hoje tem umas quatro pessoas antigas, ainda daquela época. Os outros são mais novos, na faixa de 30, 40 ou 50 anos”.

Em Pirapora no mês de agosto, no aniversário da cidade, o Espaço reúne outros grupos para apresentações como grupos de Piracicaba, Mauá. “Nós também fazemos nossas apresentações. Somos chamados para vários lugares para exibições em faculdades, festas e eventos culturais. De fevereiro a julho temos várias apresentações."

“No mês de agosto a cidade ferve! Não há como estimar o número de pessoas. A Prefeitura traz outros grupos. Mas quando o samba de roda se apresenta a casa fica lotada”, conta a coordenadora. Ela lembra que o sambista paulistano Oswaldinho da Cuica participa, sempre que possível, dos festejos em Pirapora. Em agosto, nos dias 5 e 6 (aniversário da cidade) o samba de roda permanece no espaço. Depois vêm as procissões.

O grupo Samba de Roda também se apresenta para turistas, por vezes até em ocasiões especiais. “Sempre aguardamos convites. Tem mês que não temos nenhuma atividade, mas em outros, sempre nos apresentamos em eventos culturais, faculdades.” A casa também abriga reuniões de outros grupos, mesmo que não ligados ao samba. “Este é um espaço da cidade mantido pela Prefeitura”, enfatiza Dalva.

Os instrumentos são antigos, bumbos, surdos, caixinhas, chocalhos, recos-recos e o grupo atual possui 18 componentes.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16228-pirapora-abriga

   
  Banhada pelas águas do rio Tietê, na Grande São Paulo, Pirapora do Bom Jesus está distante 54 quilômetros do centro de São Paulo, no sentido Oeste. Fundada em 1730, a cidade recebia naquela época a visita de muitos religiosos, a maioria fazendeiros que iam agradecer pelas boas colheitas.


No início do século 18, o achado de uma imagem em Pirapora fez com que a cidade passasse a receber muitos religiosos. “Essa visitação à cidade passou a ser anual e ocorre até os dias de hoje, no mês de agosto”, conta Márcio Michalczuk Marcelino.

O pesquisador conta que durante estas visitas a Pirapora, muitos senhores levavam consigo alguns de seus escravos. “A maioria o fazia para ostentar, como uma demonstração de poder”, lembra. Contudo, após a abolição da escravatura, os negros continuaram a freqüentar a cidade durante os festejos de agosto. Tanto que após a década de 1920 até meados de 1940, a festa era quase que exclusivamente dos negros.

A igreja possuía os barracões, e permitia que os viajantes de outros pontos do estado dormissem durante os festejos de agosto. “Durante o dia os negros acompanhavam as cerimônias religiosas. À noite, nos barracões, aconteciam os batuques, as danças, e os desafios”, descreve Marcelino. “Foi nesse momento que surgiu a figura do Chefe do Samba, que era o tocador do bumbo. Esse instrumento aliás, teve extrema importância no ‘samba rural’.” O pesquisador conta que o Chefe do Samba era o responsável por todo andamento dos desafios e danças, a maioria em improvisações, e acabava sendo a pessoa mais respeitada nas rodas.

Com o crescimento dessas manifestações, na metade da década de 1940 a igreja passou a proibir os encontros junto aos eventos religiosos, chegando a destruir os barracões. “Foi quando a igreja efetivamente considerou toda aquela manifestação como profana”, diz o pesquisador.

Espaço preservado

E o samba ainda resiste em Pirapora! Na área central da pequena cidade fica o Espaço Cultural Samba Paulista Vivo Honorato Missé, fundador do Samba de Roda da cidade, na década de 1940. O imóvel que abriga o espaço foi construído em 1913 e é um dos mais antigos de Pirapora. O prédio foi restaurado sob a orientação do Projeto Oficina Escola de Artes e Ofícios de Santana de Parnaíba, que fica próxima a Pirapora, e fazia parte da igreja. “Era um local que abrigava pequenas casas com dois cômodos, cada uma com uma porta e uma janela”, conta Dalva Matias dos Santos, que é coordenadora do Espaço. Nas paredes rústicas de tijolo antigo, olhando mais atentamente é possível notar que as divisões das casas foram derrubadas, formando um salão amplo.

O espaço foi inaugurado oficialmente em 2003 e destina-se à prática e à divulgação do Samba de Roda de Pirapora do Bom Jesus e de outras formas tradicionais de samba. A coordenadora lembra que as iniciativas de resgate do samba de roda tiveram início em 1994.

Além de Honorato Missé, como o principal fundador do Samba de Roda, Dalva cita Dona Maria Esther que, aos 82 anos, ainda canta e dança no samba de roda. “Ela está no samba de roda desde os seus 12 anos. Muitas pessoas passaram pelo samba, como Miguel, Romeuzinho...”, recorda-se. Dalva faz questão de ressaltar que parte das histórias que conta ela ouviu de pessoas mais antigas ligadas ao Samba de Roda. Hoje, o Espaço abriga um grupo de Samba de Roda, que foi montado naquele ano de 1994, e tem como principal objetivo preservar a cultura. “O grupo hoje tem umas quatro pessoas antigas, ainda daquela época. Os outros são mais novos, na faixa de 30, 40 ou 50 anos”.

Em Pirapora no mês de agosto, no aniversário da cidade, o Espaço reúne outros grupos para apresentações como grupos de Piracicaba, Mauá. “Nós também fazemos nossas apresentações. Somos chamados para vários lugares para exibições em faculdades, festas e eventos culturais. De fevereiro a julho temos várias apresentações."

“No mês de agosto a cidade ferve! Não há como estimar o número de pessoas. A Prefeitura traz outros grupos. Mas quando o samba de roda se apresenta a casa fica lotada”, conta a coordenadora. Ela lembra que o sambista paulistano Oswaldinho da Cuica participa, sempre que possível, dos festejos em Pirapora. Em agosto, nos dias 5 e 6 (aniversário da cidade) o samba de roda permanece no espaço. Depois vêm as procissões.

O grupo Samba de Roda também se apresenta para turistas, por vezes até em ocasiões especiais. “Sempre aguardamos convites. Tem mês que não temos nenhuma atividade, mas em outros, sempre nos apresentamos em eventos culturais, faculdades.” A casa também abriga reuniões de outros grupos, mesmo que não ligados ao samba. “Este é um espaço da cidade mantido pela Prefeitura”, enfatiza Dalva.

Os instrumentos são antigos, bumbos, surdos, caixinhas, chocalhos, recos-recos e o grupo atual possui 18 componentes.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16229-a-primeira-dama

   
  Aos 82 anos, Maria Esther Camargo Lara, uma filha de índia e de um português, de fala fácil e animada, conta que iniciou sua trajetória no samba da cidade aos 12 anos. “Eu fugia de casa pela janela pra ir sambar! Na volta eu apanhava....Mas na próxima roda de samba eu tava lá de novo.”


Dona Esther, como é conhecida, lembra que a maioria dos participantes do samba de roda eram negros. E muitos vinham de outras cidades, como Capivari, Campinas, Piracicaba. Vigorosa não somente em suas palavras, Dona Esther reúne forças para sair quase que diariamente da cidade e ir a São Paulo, no bairro de Arthur Alvim, na zona Leste. “Ajudo uma amiga. Passo roupa pra ela”, diz.

Além do samba de Pirapora, Dona Esther conta que participou de carnavais em algumas escolas de São Paulo, como a tradicional Lavapés, o bloco Unidos da Vila Galvão e até mesmo no cordão da Vai-Vai. “Conheço e admiro muito o Oswaldinho da Cuíca”.
Em relação ao samba de roda do passado, ela conta que os padres da época não gostavam muito do samba. “Hoje é tudo mais organizado!”

A função de Dona Esther é fazer a abertura do Samba de Roda nas apresentações. “Faço uma oração e eles respondem”, descreve. Ela se recorda também das procissões e lamenta o atual estado em que se encontra o rio Tietê, que passa pela cidade.

Ao lembrar das orações e dos cantos, Dona Esther ressalta as músicas que ela chama de “samba feio”. “Muitas pessoas não gostavam. Principalmente aquelas senhoras sérias que iam na praça pra ver a roda de samba.” Ela se refere a algumas letras maliciosas que eram improvisadas para mexer com o público e para desafiar o restante do grupo.

Em meio a algumas histórias, ela fez questão de dizer um verso com o nome deste repórter:

“Na Festa de Pirapora
quem achá o lenço é meu
Amarrado as quatro ponta
Antonio Carlos que me deu”


“A última parte do verso é o grupo que responde”, explica Dona Esther, orgulhosa por ainda poder festejar e cantar nas rodas de samba.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/especiais/16229-a-primeira-da

   
  Aos 82 anos, Maria Esther Camargo Lara, uma filha de índia e de um português, de fala fácil e animada, conta que iniciou sua trajetória no samba da cidade aos 12 anos. “Eu fugia de casa pela janela pra ir sambar! Na volta eu apanhava....Mas na próxima roda de samba eu tava lá de novo.”


Dona Esther, como é conhecida, lembra que a maioria dos participantes do samba de roda eram negros. E muitos vinham de outras cidades, como Capivari, Campinas, Piracicaba. Vigorosa não somente em suas palavras, Dona Esther reúne forças para sair quase que diariamente da cidade e ir a São Paulo, no bairro de Arthur Alvim, na zona Leste. “Ajudo uma amiga. Passo roupa pra ela”, diz.

Além do samba de Pirapora, Dona Esther conta que participou de carnavais em algumas escolas de São Paulo, como a tradicional Lavapés, o bloco Unidos da Vila Galvão e até mesmo no cordão da Vai-Vai. “Conheço e admiro muito o Oswaldinho da Cuíca”.
Em relação ao samba de roda do passado, ela conta que os padres da época não gostavam muito do samba. “Hoje é tudo mais organizado!”

A função de Dona Esther é fazer a abertura do Samba de Roda nas apresentações. “Faço uma oração e eles respondem”, descreve. Ela se recorda também das procissões e lamenta o atual estado em que se encontra o rio Tietê, que passa pela cidade.

Ao lembrar das orações e dos cantos, Dona Esther ressalta as músicas que ela chama de “samba feio”. “Muitas pessoas não gostavam. Principalmente aquelas senhoras sérias que iam na praça pra ver a roda de samba.” Ela se refere a algumas letras maliciosas que eram improvisadas para mexer com o público e para desafiar o restante do grupo.

Em meio a algumas histórias, ela fez questão de dizer um verso com o nome deste repórter:

“Na Festa de Pirapora
quem achá o lenço é meu
Amarrado as quatro ponta
Antonio Carlos que me deu”


“A última parte do verso é o grupo que responde”, explica Dona Esther, orgulhosa por ainda poder festejar e cantar nas rodas de samba.

Fotos: Marcos Santos

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  Aos 82 anos, Maria Esther Camargo Lara, uma filha de índia e de um português, de fala fácil e animada, conta que iniciou sua trajetória no samba da cidade aos 12 anos. “Eu fugia de casa pela janela pra ir sambar! Na volta eu apanhava....Mas na próxima roda de samba eu tava lá de novo.”


Dona Esther, como é conhecida, lembra que a maioria dos participantes do samba de roda eram negros. E muitos vinham de outras cidades, como Capivari, Campinas, Piracicaba. Vigorosa não somente em suas palavras, Dona Esther reúne forças para sair quase que diariamente da cidade e ir a São Paulo, no bairro de Arthur Alvim, na zona Leste. “Ajudo uma amiga. Passo roupa pra ela”, diz.

Além do samba de Pirapora, Dona Esther conta que participou de carnavais em algumas escolas de São Paulo, como a tradicional Lavapés, o bloco Unidos da Vila Galvão e até mesmo no cordão da Vai-Vai. “Conheço e admiro muito o Oswaldinho da Cuíca”.
Em relação ao samba de roda do passado, ela conta que os padres da época não gostavam muito do samba. “Hoje é tudo mais organizado!”

A função de Dona Esther é fazer a abertura do Samba de Roda nas apresentações. “Faço uma oração e eles respondem”, descreve. Ela se recorda também das procissões e lamenta o atual estado em que se encontra o rio Tietê, que passa pela cidade.

Ao lembrar das orações e dos cantos, Dona Esther ressalta as músicas que ela chama de “samba feio”. “Muitas pessoas não gostavam. Principalmente aquelas senhoras sérias que iam na praça pra ver a roda de samba.” Ela se refere a algumas letras maliciosas que eram improvisadas para mexer com o público e para desafiar o restante do grupo.

Em meio a algumas histórias, ela fez questão de dizer um verso com o nome deste repórter:

“Na Festa de Pirapora
quem achá o lenço é meu
Amarrado as quatro ponta
Antonio Carlos que me deu”


“A última parte do verso é o grupo que responde”, explica Dona Esther, orgulhosa por ainda poder festejar e cantar nas rodas de samba.

Fotos: Marcos Santos

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Osvaldo Barros é uma dessas pessoas apaixonadas pelo que faz. E confessa seu amor pelo samba de São Paulo. Paulistano do Bom Retiro, esse exímio cuiqueiro faz parte da história do samba de São Paulo, até mesmo lá em Pirapora, como bem lembrou Dalva. “Durante um bom tempo participei dos festejos de Pirapora, junto com Dona Maria Esther”, conta.

Osvaldinho viveu e vive o samba de São Paulo em todas as suas transformações. Nostálgico, fala com propriedade sobre os cordões, quando ainda não havia regras tão rígidas para os desfiles. “Hoje há pouca diferença entre as escolas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os ritmos, como marchas, as letras...Enfim, tudo é muito parecido nos dias de hoje. As diferenças, segundo o músico, ficaram para trás. Enquanto no Rio de Janeiro eram os ranchos, em São Paulo tínhamos os cordões. “Nosso samba tem muito da ruralidade, religiosidade, incluindo a umbanda!”, lembra.

Para Osvaldinho da Cuíca, pouco se vê do samba lá da origem de Pirapora. “Eu o chamo de samba de bumbo! Mesmo o que resiste ainda hoje perdeu um pouco daquela batida da festa do Divino”, diz. Histórias não faltam na memória de Oswaldinho, que chega a se emocionar quando fala dos aspectos ligados à religiosidade do samba de São Paulo.


 

Na avenida
“Se minha memória não estiver falhando, 1972 foi último desfile dos cordões”, relata. Persistente, Osvaldinho conta que entre os anos de 2000 e 2005 organizou desfiles de um cordão pelas ruas do centro de São Paulo. “O ponto de partida era a Igreja da Mãe Preta, no Largo do Paissandú. Íamos pela Dom José de Barros e adjacências”, relembra.

Sem apoio e tendo de pagar as despesas com seu próprio dinheiro, o sambista interrompeu seu tão sonhado projeto de reviver os cordões carnavalescos de São Paulo.

Osvaldinho que é uma espécie de figura universal do samba de São Paulo tem seu coração ligado à Vai-Vai, escola tradicional da Bela Vista. Ele reconhece a beleza dos desfiles atuais, mas alerta para a perda da qualidade. “Há muita beleza, muita estética, mas não há alma”, lamenta.

Nós tínhamos o caipira no samba. Faço samba urbano, nos padrões cariocas, que dominou o mundo. E quando quero abordar um tema que tem algo de regional, procuro fazer um pouco na linha do caipira.

Em Monólogo de um Sambista, Osvaldinho da Cuíca relata sua estreita relação com o samba de São Paulo e nos traz um pouco da história do gênero, na cidade dos Demônios da Garoa, tradicional grupo de samba paulistano da qual o percussionista também fez parte em duas oportunidades:

“Sou sambista!
Não por modismo ou opção
É que nasci em pleno carnaval sob o lamento da cuíca
Da batucada de Campos Elíseos
Minha formação musical
Não se fez em academia ou faculdade
Aprendi na escola da vida
Principalmente nos batuques dos cordões
Ainda não existiam escolas de samba com estrutura pra gente ensaiar e cobrar ingressos
O samba era praticado somente pelos mais humildes
Tudo era feito na base do sacrifício e artesanato
O surdo e a cuíca eram feitos de barrica ou tambor de carboreto
Não havia carros alegóricos, samba enredo, mestre sala.
Isso tudo existia no Rio de Janeiro.
Aqui a gente cantava músicas do rádio ou alguns refrãos da comunidade
E a batucada não tinha hora pra acabar
E às vezes parava com a chegada da cavalaria que baixava o sarrafo, furava os couros
E a gente dormia na delegacia
Não era instituído um desfile organizado
Não existia passarela, arquibancada
E tudo isso que está aí
O samba começava nos bairros
A gente ia pra Rua Direita, Praça da Sé, Avenida São João, Avenida Paulista e por ai a fora
Eta! São Paulo da garoa
Não era escola de samba
Era um cortejo nos moldes imperiais
Com rei, rainha, princesa e rumbeira
Era marcante a presença dos balizas como atração
Salve! Genésio do Bixiga, Dito Preto, Bajico, Cara Torta da Barra Funda.
E o apitador? Que hoje é chamado de “diretor de bateria”
Que saudade!!! O valente Pato N´agua, Rubinho da Galvão Bueno, Bolinha “Apito de Ouro”
E os sambistas que jogavam a “Tiririca” e comandava a rapaziada
O grande Dionísio Barbosa, que em doze de março de 1914, fundou o primeiro grupo “Barra Funda”
Depois “Camisa Verde” e finalmente “Camisa Verde e Branco”
Geraldo Filme, Seu Zezinho do Morro, Elpídio Rosa de Faria, Seu Nenê da Vila Matilde, Chico Pinga, Xangô da Vila Maria, Pé Rachado, Germano Mathias e tantos bambas.
Na época tinha que ser valente pra se garantir. E o apitador tinha que por ordem no batuque, na moral
Mas eu nunca fui valente, sempre fui respeitado pela arte de fazer samba. E hoje fico muito feliz em ver toda a sociedade abraçando e cultivando nosso samba. E fico mais feliz ainda em saber que faço parte desta história.

Eu sou Osvaldinho da Cuíca, o primeiro Cidadão Samba Paulistano”

*Monólogo de um sambista improvisado e inspirado em Plínio Marcos para relembrar fatos e alguns personagens que ajudaram a sedimentar o samba paulista

(*Nota que consta no encarte do CD Osvaldinho da Cuíca Convida Em Referência ao Samba Paulista, lançado em 2006 pelo selo Rio8)

Fotos: Marcos Santos

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Osvaldo Barros é uma dessas pessoas apaixonadas pelo que faz. E confessa seu amor pelo samba de São Paulo. Paulistano do Bom Retiro, esse exímio cuiqueiro faz parte da história do samba de São Paulo, até mesmo lá em Pirapora, como bem lembrou Dalva. “Durante um bom tempo participei dos festejos de Pirapora, junto com Dona Maria Esther”, conta.

Osvaldinho viveu e vive o samba de São Paulo em todas as suas transformações. Nostálgico, fala com propriedade sobre os cordões, quando ainda não havia regras tão rígidas para os desfiles. “Hoje há pouca diferença entre as escolas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os ritmos, como marchas, as letras...Enfim, tudo é muito parecido nos dias de hoje. As diferenças, segundo o músico, ficaram para trás. Enquanto no Rio de Janeiro eram os ranchos, em São Paulo tínhamos os cordões. “Nosso samba tem muito da ruralidade, religiosidade, incluindo a umbanda!”, lembra.

Para Osvaldinho da Cuíca, pouco se vê do samba lá da origem de Pirapora. “Eu o chamo de samba de bumbo! Mesmo o que resiste ainda hoje perdeu um pouco daquela batida da festa do Divino”, diz. Histórias não faltam na memória de Oswaldinho, que chega a se emocionar quando fala dos aspectos ligados à religiosidade do samba de São Paulo.


 

Na avenida
“Se minha memória não estiver falhando, 1972 foi último desfile dos cordões”, relata. Persistente, Osvaldinho conta que entre os anos de 2000 e 2005 organizou desfiles de um cordão pelas ruas do centro de São Paulo. “O ponto de partida era a Igreja da Mãe Preta, no Largo do Paissandú. Íamos pela Dom José de Barros e adjacências”, relembra.

Sem apoio e tendo de pagar as despesas com seu próprio dinheiro, o sambista interrompeu seu tão sonhado projeto de reviver os cordões carnavalescos de São Paulo.

Osvaldinho que é uma espécie de figura universal do samba de São Paulo tem seu coração ligado à Vai-Vai, escola tradicional da Bela Vista. Ele reconhece a beleza dos desfiles atuais, mas alerta para a perda da qualidade. “Há muita beleza, muita estética, mas não há alma”, lamenta.

Nós tínhamos o caipira no samba. Faço samba urbano, nos padrões cariocas, que dominou o mundo. E quando quero abordar um tema que tem algo de regional, procuro fazer um pouco na linha do caipira.

Em Monólogo de um Sambista, Osvaldinho da Cuíca relata sua estreita relação com o samba de São Paulo e nos traz um pouco da história do gênero, na cidade dos Demônios da Garoa, tradicional grupo de samba paulistano da qual o percussionista também fez parte em duas oportunidades:

“Sou sambista!
Não por modismo ou opção
É que nasci em pleno carnaval sob o lamento da cuíca
Da batucada de Campos Elíseos
Minha formação musical
Não se fez em academia ou faculdade
Aprendi na escola da vida
Principalmente nos batuques dos cordões
Ainda não existiam escolas de samba com estrutura pra gente ensaiar e cobrar ingressos
O samba era praticado somente pelos mais humildes
Tudo era feito na base do sacrifício e artesanato
O surdo e a cuíca eram feitos de barrica ou tambor de carboreto
Não havia carros alegóricos, samba enredo, mestre sala.
Isso tudo existia no Rio de Janeiro.
Aqui a gente cantava músicas do rádio ou alguns refrãos da comunidade
E a batucada não tinha hora pra acabar
E às vezes parava com a chegada da cavalaria que baixava o sarrafo, furava os couros
E a gente dormia na delegacia
Não era instituído um desfile organizado
Não existia passarela, arquibancada
E tudo isso que está aí
O samba começava nos bairros
A gente ia pra Rua Direita, Praça da Sé, Avenida São João, Avenida Paulista e por ai a fora
Eta! São Paulo da garoa
Não era escola de samba
Era um cortejo nos moldes imperiais
Com rei, rainha, princesa e rumbeira
Era marcante a presença dos balizas como atração
Salve! Genésio do Bixiga, Dito Preto, Bajico, Cara Torta da Barra Funda.
E o apitador? Que hoje é chamado de “diretor de bateria”
Que saudade!!! O valente Pato N´agua, Rubinho da Galvão Bueno, Bolinha “Apito de Ouro”
E os sambistas que jogavam a “Tiririca” e comandava a rapaziada
O grande Dionísio Barbosa, que em doze de março de 1914, fundou o primeiro grupo “Barra Funda”
Depois “Camisa Verde” e finalmente “Camisa Verde e Branco”
Geraldo Filme, Seu Zezinho do Morro, Elpídio Rosa de Faria, Seu Nenê da Vila Matilde, Chico Pinga, Xangô da Vila Maria, Pé Rachado, Germano Mathias e tantos bambas.
Na época tinha que ser valente pra se garantir. E o apitador tinha que por ordem no batuque, na moral
Mas eu nunca fui valente, sempre fui respeitado pela arte de fazer samba. E hoje fico muito feliz em ver toda a sociedade abraçando e cultivando nosso samba. E fico mais feliz ainda em saber que faço parte desta história.

Eu sou Osvaldinho da Cuíca, o primeiro Cidadão Samba Paulistano”

*Monólogo de um sambista improvisado e inspirado em Plínio Marcos para relembrar fatos e alguns personagens que ajudaram a sedimentar o samba paulista

(*Nota que consta no encarte do CD Osvaldinho da Cuíca Convida Em Referência ao Samba Paulista, lançado em 2006 pelo selo Rio8)

Fotos: Marcos Santos

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Osvaldo Barros é uma dessas pessoas apaixonadas pelo que faz. E confessa seu amor pelo samba de São Paulo. Paulistano do Bom Retiro, esse exímio cuiqueiro faz parte da história do samba de São Paulo, até mesmo lá em Pirapora, como bem lembrou Dalva. “Durante um bom tempo participei dos festejos de Pirapora, junto com Dona Maria Esther”, conta.

Osvaldinho viveu e vive o samba de São Paulo em todas as suas transformações. Nostálgico, fala com propriedade sobre os cordões, quando ainda não havia regras tão rígidas para os desfiles. “Hoje há pouca diferença entre as escolas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Os ritmos, como marchas, as letras...Enfim, tudo é muito parecido nos dias de hoje. As diferenças, segundo o músico, ficaram para trás. Enquanto no Rio de Janeiro eram os ranchos, em São Paulo tínhamos os cordões. “Nosso samba tem muito da ruralidade, religiosidade, incluindo a umbanda!”, lembra.

Para Osvaldinho da Cuíca, pouco se vê do samba lá da origem de Pirapora. “Eu o chamo de samba de bumbo! Mesmo o que resiste ainda hoje perdeu um pouco daquela batida da festa do Divino”, diz. Histórias não faltam na memória de Oswaldinho, que chega a se emocionar quando fala dos aspectos ligados à religiosidade do samba de São Paulo.


 

Na avenida
“Se minha memória não estiver falhando, 1972 foi último desfile dos cordões”, relata. Persistente, Osvaldinho conta que entre os anos de 2000 e 2005 organizou desfiles de um cordão pelas ruas do centro de São Paulo. “O ponto de partida era a Igreja da Mãe Preta, no Largo do Paissandú. Íamos pela Dom José de Barros e adjacências”, relembra.

Sem apoio e tendo de pagar as despesas com seu próprio dinheiro, o sambista interrompeu seu tão sonhado projeto de reviver os cordões carnavalescos de São Paulo.

Osvaldinho que é uma espécie de figura universal do samba de São Paulo tem seu coração ligado à Vai-Vai, escola tradicional da Bela Vista. Ele reconhece a beleza dos desfiles atuais, mas alerta para a perda da qualidade. “Há muita beleza, muita estética, mas não há alma”, lamenta.

Nós tínhamos o caipira no samba. Faço samba urbano, nos padrões cariocas, que dominou o mundo. E quando quero abordar um tema que tem algo de regional, procuro fazer um pouco na linha do caipira.

Em Monólogo de um Sambista, Osvaldinho da Cuíca relata sua estreita relação com o samba de São Paulo e nos traz um pouco da história do gênero, na cidade dos Demônios da Garoa, tradicional grupo de samba paulistano da qual o percussionista também fez parte em duas oportunidades:

“Sou sambista!
Não por modismo ou opção
É que nasci em pleno carnaval sob o lamento da cuíca
Da batucada de Campos Elíseos
Minha formação musical
Não se fez em academia ou faculdade
Aprendi na escola da vida
Principalmente nos batuques dos cordões
Ainda não existiam escolas de samba com estrutura pra gente ensaiar e cobrar ingressos
O samba era praticado somente pelos mais humildes
Tudo era feito na base do sacrifício e artesanato
O surdo e a cuíca eram feitos de barrica ou tambor de carboreto
Não havia carros alegóricos, samba enredo, mestre sala.
Isso tudo existia no Rio de Janeiro.
Aqui a gente cantava músicas do rádio ou alguns refrãos da comunidade
E a batucada não tinha hora pra acabar
E às vezes parava com a chegada da cavalaria que baixava o sarrafo, furava os couros
E a gente dormia na delegacia
Não era instituído um desfile organizado
Não existia passarela, arquibancada
E tudo isso que está aí
O samba começava nos bairros
A gente ia pra Rua Direita, Praça da Sé, Avenida São João, Avenida Paulista e por ai a fora
Eta! São Paulo da garoa
Não era escola de samba
Era um cortejo nos moldes imperiais
Com rei, rainha, princesa e rumbeira
Era marcante a presença dos balizas como atração
Salve! Genésio do Bixiga, Dito Preto, Bajico, Cara Torta da Barra Funda.
E o apitador? Que hoje é chamado de “diretor de bateria”
Que saudade!!! O valente Pato N´agua, Rubinho da Galvão Bueno, Bolinha “Apito de Ouro”
E os sambistas que jogavam a “Tiririca” e comandava a rapaziada
O grande Dionísio Barbosa, que em doze de março de 1914, fundou o primeiro grupo “Barra Funda”
Depois “Camisa Verde” e finalmente “Camisa Verde e Branco”
Geraldo Filme, Seu Zezinho do Morro, Elpídio Rosa de Faria, Seu Nenê da Vila Matilde, Chico Pinga, Xangô da Vila Maria, Pé Rachado, Germano Mathias e tantos bambas.
Na época tinha que ser valente pra se garantir. E o apitador tinha que por ordem no batuque, na moral
Mas eu nunca fui valente, sempre fui respeitado pela arte de fazer samba. E hoje fico muito feliz em ver toda a sociedade abraçando e cultivando nosso samba. E fico mais feliz ainda em saber que faço parte desta história.

Eu sou Osvaldinho da Cuíca, o primeiro Cidadão Samba Paulistano”

*Monólogo de um sambista improvisado e inspirado em Plínio Marcos para relembrar fatos e alguns personagens que ajudaram a sedimentar o samba paulista

(*Nota que consta no encarte do CD Osvaldinho da Cuíca Convida Em Referência ao Samba Paulista, lançado em 2006 pelo selo Rio8)

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16231-na-periferia-o-

   
  Samba e carnaval são íntimos. Sempre foram! Os saudosos da época dos desfiles dos cordões sempre recordam da maior participação popular. Atualmente, como a maioria diz, o carnaval virou espetáculo de mídia. “Me impressionou quando vi uma transmissão sendo feita para TV no Sambódromo em São Paulo. Reparei que o narrador não acompanhava o desfile. Do alto de uma cabine, ele transmitia o que via por um monitor de TV. E por ali ia narrando...”, conta a pesquisadora Nanci Frangiotti. Ela é autora do estudo O espaço do carnaval na periferia da Cidade de São Paulo, apresentado como sua dissertação de mestrado na FFLCH. “O narrador não percebia a verdadeira emoção do sambista. O que ele via era um todo, um espetáculo preparado exclusivamente para a TV.”

Ao estudar o carnaval paulistano da periferia, Nanci pôde perceber que nos desfiles dos bairros ainda há a espontaneidade e maior participação do público. “Sem grandes recursos, as escolas de samba da periferia da cidade sobrevivem quase que exclusivamente do esforço de seus componentes, a maioria da própria comunidade”, afirma.

Administradora de empresa por formação, Nanci resolveu estudar o carnaval após ter trabalhado no Parque Anhembi, empresa da São Paulo Turismo responsável pela organização da festa no sambódromo de São Paulo, e por participações em projetos na União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP). “Enquanto a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo organiza o carnaval das escolas maiores, as do grupo principal, a UESP é responsável pelos desfiles nos bairros com os grupos das escolas menores”, explica.

O objeto de estudo da pesquisadora foi a Escola de Samba Valença Perus, localizada no bairro de Perus, na Zona Norte da cidade. “As escolas menores devem ter um número médio de 500 componentes”, lembra Nanci. Mesmo com um número reduzido de pessoas em relação às grandes escolas de samba, a pesquisadora destaca a união da comunidade em torno da realização do carnaval. Ela acompanhou toda a organização da Valença Perus no ano de 2005. No ano seguinte, em 2006, a agremiação desfilou no organizado pela UESP.

“Enquanto nas escolas de samba maiores muitas pessoas são contratadas para idealizar e fazer o carnaval e existem patrocínios, nas escolas da periferia a participação popular é intensa. Não há contratação de costureiras, serralheiros e artistas plásticos, entre outros. Em geral, apenas o carnavalesco é contratado”, descreve.

Espaço socializador

A força da comunidade torna a escola de samba da periferia um espaço socializador de diversas atividades. “Ali se reúnem as famílias com suas crianças e existe uma constante troca de informações, desde uma indicação a um emprego até uma simples receita culinária entre as mulheres”, conta.

E é justamente esse espaço socializador que Nanci considera que poderia ser melhor aproveitado pelo poder público. “Ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, a violência registrada na periferia não atinge estes espaços. Há todo um código moral nas quadras das escolas, de maneira geral. Chegam a proibir consumo de drogas, por exemplo, e mesmo no entorno desses locais há o respeito da população”, destaca. “Ao invés de construir novos espaços para atividades das mais diversas, a administração pública poderia entrar em acordo com estas comunidades e aproveitar estes espaços.”

Produtos de mídia
Nos desfiles que acontecem nos bairros da cidade, Nanci diz que a participação do público é direta, justamente por não haver estruturas tão rígidas como as que existem no espaço do sambódromo. “As pessoas ficam mais próximas, participam mais e se divertem mais”, avalia.

Segundo a pesquisadora, já é tradição da Valença de Perus desfilar pelo bairro na terça-feira de carnaval. Ela conta que o desfile acontece de forma que o público acaba participando integralmente da escola. “Numa das manifestações que acompanhei milhares de pessoas acompanharam o desfile numa grande festa”, lembra a pesquisadora.

Nos bairros, os regulamentos dos desfiles são praticamente os mesmos mas, segundo Nanci, a escola por ter menos recursos não faz um carnaval tão vertical como acontece no desfile principal, com grandes carros alegóricos. “A diferença é que as escolas principais acabam sendo um produto de mídia, enquanto na periferia podemos dizer que ainda há o carnaval solidário e de maior participação popular.”

Fotos: Marcos Santos

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  Samba e carnaval são íntimos. Sempre foram! Os saudosos da época dos desfiles dos cordões sempre recordam da maior participação popular. Atualmente, como a maioria diz, o carnaval virou espetáculo de mídia. “Me impressionou quando vi uma transmissão sendo feita para TV no Sambódromo em São Paulo. Reparei que o narrador não acompanhava o desfile. Do alto de uma cabine, ele transmitia o que via por um monitor de TV. E por ali ia narrando...”, conta a pesquisadora Nanci Frangiotti. Ela é autora do estudo O espaço do carnaval na periferia da Cidade de São Paulo, apresentado como sua dissertação de mestrado na FFLCH. “O narrador não percebia a verdadeira emoção do sambista. O que ele via era um todo, um espetáculo preparado exclusivamente para a TV.”

Ao estudar o carnaval paulistano da periferia, Nanci pôde perceber que nos desfiles dos bairros ainda há a espontaneidade e maior participação do público. “Sem grandes recursos, as escolas de samba da periferia da cidade sobrevivem quase que exclusivamente do esforço de seus componentes, a maioria da própria comunidade”, afirma.

Administradora de empresa por formação, Nanci resolveu estudar o carnaval após ter trabalhado no Parque Anhembi, empresa da São Paulo Turismo responsável pela organização da festa no sambódromo de São Paulo, e por participações em projetos na União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP). “Enquanto a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo organiza o carnaval das escolas maiores, as do grupo principal, a UESP é responsável pelos desfiles nos bairros com os grupos das escolas menores”, explica.

O objeto de estudo da pesquisadora foi a Escola de Samba Valença Perus, localizada no bairro de Perus, na Zona Norte da cidade. “As escolas menores devem ter um número médio de 500 componentes”, lembra Nanci. Mesmo com um número reduzido de pessoas em relação às grandes escolas de samba, a pesquisadora destaca a união da comunidade em torno da realização do carnaval. Ela acompanhou toda a organização da Valença Perus no ano de 2005. No ano seguinte, em 2006, a agremiação desfilou no organizado pela UESP.

“Enquanto nas escolas de samba maiores muitas pessoas são contratadas para idealizar e fazer o carnaval e existem patrocínios, nas escolas da periferia a participação popular é intensa. Não há contratação de costureiras, serralheiros e artistas plásticos, entre outros. Em geral, apenas o carnavalesco é contratado”, descreve.

Espaço socializador

A força da comunidade torna a escola de samba da periferia um espaço socializador de diversas atividades. “Ali se reúnem as famílias com suas crianças e existe uma constante troca de informações, desde uma indicação a um emprego até uma simples receita culinária entre as mulheres”, conta.

E é justamente esse espaço socializador que Nanci considera que poderia ser melhor aproveitado pelo poder público. “Ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, a violência registrada na periferia não atinge estes espaços. Há todo um código moral nas quadras das escolas, de maneira geral. Chegam a proibir consumo de drogas, por exemplo, e mesmo no entorno desses locais há o respeito da população”, destaca. “Ao invés de construir novos espaços para atividades das mais diversas, a administração pública poderia entrar em acordo com estas comunidades e aproveitar estes espaços.”

Produtos de mídia
Nos desfiles que acontecem nos bairros da cidade, Nanci diz que a participação do público é direta, justamente por não haver estruturas tão rígidas como as que existem no espaço do sambódromo. “As pessoas ficam mais próximas, participam mais e se divertem mais”, avalia.

Segundo a pesquisadora, já é tradição da Valença de Perus desfilar pelo bairro na terça-feira de carnaval. Ela conta que o desfile acontece de forma que o público acaba participando integralmente da escola. “Numa das manifestações que acompanhei milhares de pessoas acompanharam o desfile numa grande festa”, lembra a pesquisadora.

Nos bairros, os regulamentos dos desfiles são praticamente os mesmos mas, segundo Nanci, a escola por ter menos recursos não faz um carnaval tão vertical como acontece no desfile principal, com grandes carros alegóricos. “A diferença é que as escolas principais acabam sendo um produto de mídia, enquanto na periferia podemos dizer que ainda há o carnaval solidário e de maior participação popular.”

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  Samba e carnaval são íntimos. Sempre foram! Os saudosos da época dos desfiles dos cordões sempre recordam da maior participação popular. Atualmente, como a maioria diz, o carnaval virou espetáculo de mídia. “Me impressionou quando vi uma transmissão sendo feita para TV no Sambódromo em São Paulo. Reparei que o narrador não acompanhava o desfile. Do alto de uma cabine, ele transmitia o que via por um monitor de TV. E por ali ia narrando...”, conta a pesquisadora Nanci Frangiotti. Ela é autora do estudo O espaço do carnaval na periferia da Cidade de São Paulo, apresentado como sua dissertação de mestrado na FFLCH. “O narrador não percebia a verdadeira emoção do sambista. O que ele via era um todo, um espetáculo preparado exclusivamente para a TV.”

Ao estudar o carnaval paulistano da periferia, Nanci pôde perceber que nos desfiles dos bairros ainda há a espontaneidade e maior participação do público. “Sem grandes recursos, as escolas de samba da periferia da cidade sobrevivem quase que exclusivamente do esforço de seus componentes, a maioria da própria comunidade”, afirma.

Administradora de empresa por formação, Nanci resolveu estudar o carnaval após ter trabalhado no Parque Anhembi, empresa da São Paulo Turismo responsável pela organização da festa no sambódromo de São Paulo, e por participações em projetos na União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP). “Enquanto a Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo organiza o carnaval das escolas maiores, as do grupo principal, a UESP é responsável pelos desfiles nos bairros com os grupos das escolas menores”, explica.

O objeto de estudo da pesquisadora foi a Escola de Samba Valença Perus, localizada no bairro de Perus, na Zona Norte da cidade. “As escolas menores devem ter um número médio de 500 componentes”, lembra Nanci. Mesmo com um número reduzido de pessoas em relação às grandes escolas de samba, a pesquisadora destaca a união da comunidade em torno da realização do carnaval. Ela acompanhou toda a organização da Valença Perus no ano de 2005. No ano seguinte, em 2006, a agremiação desfilou no organizado pela UESP.

“Enquanto nas escolas de samba maiores muitas pessoas são contratadas para idealizar e fazer o carnaval e existem patrocínios, nas escolas da periferia a participação popular é intensa. Não há contratação de costureiras, serralheiros e artistas plásticos, entre outros. Em geral, apenas o carnavalesco é contratado”, descreve.

Espaço socializador

A força da comunidade torna a escola de samba da periferia um espaço socializador de diversas atividades. “Ali se reúnem as famílias com suas crianças e existe uma constante troca de informações, desde uma indicação a um emprego até uma simples receita culinária entre as mulheres”, conta.

E é justamente esse espaço socializador que Nanci considera que poderia ser melhor aproveitado pelo poder público. “Ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, a violência registrada na periferia não atinge estes espaços. Há todo um código moral nas quadras das escolas, de maneira geral. Chegam a proibir consumo de drogas, por exemplo, e mesmo no entorno desses locais há o respeito da população”, destaca. “Ao invés de construir novos espaços para atividades das mais diversas, a administração pública poderia entrar em acordo com estas comunidades e aproveitar estes espaços.”

Produtos de mídia
Nos desfiles que acontecem nos bairros da cidade, Nanci diz que a participação do público é direta, justamente por não haver estruturas tão rígidas como as que existem no espaço do sambódromo. “As pessoas ficam mais próximas, participam mais e se divertem mais”, avalia.

Segundo a pesquisadora, já é tradição da Valença de Perus desfilar pelo bairro na terça-feira de carnaval. Ela conta que o desfile acontece de forma que o público acaba participando integralmente da escola. “Numa das manifestações que acompanhei milhares de pessoas acompanharam o desfile numa grande festa”, lembra a pesquisadora.

Nos bairros, os regulamentos dos desfiles são praticamente os mesmos mas, segundo Nanci, a escola por ter menos recursos não faz um carnaval tão vertical como acontece no desfile principal, com grandes carros alegóricos. “A diferença é que as escolas principais acabam sendo um produto de mídia, enquanto na periferia podemos dizer que ainda há o carnaval solidário e de maior participação popular.”

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Jubileu
Exposição e música em São Carlos homenageiam 75 anos da USP
As comemorações dos 75 anos da USP no campus e na cidade de São Carlos serão realizadas no período de 3 a 8 de março. Entre as atividades que vão celebrar o Jubileu de Diamante destacam-se a mostra USP 75 anos – Exposição de Ciência e Tecnologia, no Shopping Center Iguatemi, e a apresentação musical com solistas da Orquestra Sinfônica da cidade e do Departamento de Música de Ribeirão Preto da Escola de Comunicações e Artes (ECA),

“A USP consolidou seu papel na educação superior do país. Deve essa conquista à sua comunidade, comprometida com seus avanços no ensino, na pesquisa e na cultura e extensão, os três pilares que compõem sua missão desde a sua fundação”, afirma a reitora Suely Vilela, que estará em São Carlos nos dias 5 e 6 de março participando de todas as atividades programadas.

A exposição USP 75 anos – Exposição de Ciência e Tecnologia fica de 3 a 8 de março no Shopping Center Iguatemi de São Carlos (Passeio dos Flamboyants, 200, Parque Faber), das 10 às 22 horas.

No dia 4, haverá, no mesmo local, duas apresentações musicais, às 20 horas e às 20h40, com alunos do Departamento de Música Ribeirão Preto da ECA. Às 21 horas, Concerto Musical Comemorativo do Jubileu de Diamante, no Teatro Municipal de São Carlos (Rua Sete de Setembro, 1735), sob direção artística do professor Rubens R. Ricciardi, com solistas da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e do Departamento de Música da ECA de Ribeirão Preto. No programa, obras de Bach, Vivaldi, Handel, Villa-Lobos, Rubens Ricciardi, Pixinguinha, Carlos Gomes, José Maria Xavier, Edmundo Russomano e um anônimo brasileiro do século XIX. Todas as atividades são gratuitas.

Os ingressos, também gratuitos, para o Concerto Musical Comemorativo podem ser obtidos no Centro Cultural da USP de 2 a 5 de março, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas. O Centro Cultural fica na Av. Dr. Carlos Botelho, 1465, São Carlos.

Mais informações: (16) 3373-9106 / 8027, email centrocultural@sc.usp.br

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pesquisa e diagnóstico
Funcraf abre nova turma em curso sobre biologia molecular
A Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Crânio-Faciais (Funcraf) abriu uma nova turma do curso Biologia Molecular Aplicada à Pesquisa e ao Diagnóstico Clínico. O curso acontece nos dias 24 e 25 de abril. A Fundação recebe inscrições até 9 de abril. O curso é destinado a alunos, profissionais de saúde e pós-graduandos com pouco conhecimento de biologia molecular.

Em 16 horas de teoria e prática, a doutora em genética Lucilene Bicudo abordará princípios básicos da biologia molecular importantes na pesquisa e no diagnóstico clínico. Entre eles estão: a estrutura da molécula de DNA e sua organização no núcleo da célula, a transcrição do DNA em RNA, o processamento do RNA e síntese protéica, e a estrutura dos genes. A Funcraf é uma fundação de apoio do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP em Bauru.

Informações sobre taxas e formas de pagamento das inscrições podem ser encontrados no site da Funcraf. Para se inscrever é necessário enviar por fax comprovantes de depósito e a ficha de inscrição impressa e preenchida para (14) 2106-0911. As inscrições também podem ser feitas pessoalmente, na fundação, que fica na Rua José Ferreira Marques, 10-54, Vila Universitária, Bauru.

Mais informações: (14) 2106-0911, email marketing@funcraf.org.br, site www.funcraf.org.br/index_arquivos/Page8338.htm

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16235-controle-de-um

Agricultura
Controle de umidade do solo reduz gastos com irrigação de mudas
O controle da irrigação de mudas de citros pode reduzir em até 60% o consumo de água. Testes realizados na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, mostraram que a adoção do monitoramento da umidade do solo reduz a necessidade de irrigação frequente, que pode ser responsável por até 20% do custo de produção da muda quando não há nenhuma forma de controle.

O estudo do engenheiro agrônomo Eduardo Augusto Girardi avaliou se a eficiência da produção de mudas de citros é afetada em caso de deficiência hídrica no processo de irrigação. "Anualmente, são produzidas no Estado de São Paulo cerca de 30 milhões de mudas, em mais de 500 viveiros", conta o professor Francisco de Assis Alves Mourão Filho, da Esalq, que orientou a pesquisa. "Por lei, todo o processo deve ser feito em estufas, sobre bancadas, com as mudas cultivadas em sacos plásticos e substratos livres de patógenos, visando produzir exemplares isentos de patógenos e pragas."

Apesar de todo o cuidado exigido na produção, Mourão Filho alerta que a irrigação é feita sem controle. "Os gastos para irrigar as plantas podem chegar a 20% do valor de cada muda", ressalta. "Diante da grande produção no Estado, é necessário um sistema que reduza o gasto com irrigação." No estudo, o rendimento de mudas com deficiência hídrica simulada foi comparado com outras que foram irrigadas a vontade.

A pesquisa apontou que o manejo convencional, durante todo o processo de produção das mudas, exigiu 114 irrigações por planta, consumindo cerca de 40 litros de água. No processo controlado, foram feitas apenas 26 irrigações, com uso de 16 litros de água. "A economia chegou a 60%", calcula o professor. "Não houve mudanças significativas de rendimento, que foi de 92% das mudas no sistema controlado, contra 97% na irrigação convencional."

Monitoramento

De acordo com o professor da Esalq, a única mudança necessária para reduzir os gastos com irrigação é a implantação de um sistema de monitoramento da umidade do solo. "São dispositivos colocados nas sacolas plásticas, por amostragem, para monitorar a umidade do substrato de cultivo", explica. "Desse modo, é possível saber o momento correto para se realizar a irrigação, evitando desperdício de água."

O estudo faz parte da tese de doutorado de Eduardo Augusto Girardi, defendida na Esalq. O trabalho teve o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e contou com a colaboração de diversos outros pesquisadores, em especial do professor Marcos Silveira Buckeridge, do Instituto de Biociências (IB) da USP.

As mudas utilizadas na pesquisa são de laranjas do cultivar Valência, a mais utilizada em todo o mundo para a produção de sucos. Foram usados dois tipos de porta-enxerto, plantas que recebem as copas, responsáveis pela produção dos citros. "Foram medidas as variáveis fisiológicas das plantas com e sem controle de irrigação, e não houve diferenças significativas de rendimento", aponta Mourão Filho. "Para o viverista, há a possibilidade produzir com menores custos."

A pesquisa de Girardi foi selecionada para apresentação no Congresso Internacional Campus de Excelência 2008, realizado nas Ilhas Canárias (Espanha). "Além da economia de mão-de-obra e nos custos de produção da muda, o controle da irrigação traz benefícios ambientais, ao diminuir o uso de água, um insumo cada vez mais valorizado", destaca o professor. "Além disso, é possível que haja uma redução do processo de lixiviação, diminuindo a perda de nutrientes pelas plantas e o risco de contaminação do solo."

Mais informações: (19) 3429-4190, ramal 203

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http://www.teses.usp.br

Lista com mais TDEs diretamente do portal de teses da USP.

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Fevereiro 25, 2009

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16196-cinusp-apresent

século XXI
Cinusp apresenta mostra Para gostar de cinema
De 2 a 27 de março, o Cinema da USP Paulo Emílio (Cinusp) revisita o cinema do século XXI com a mostra Para Gostar de Cinema. Para esta mostra, os organizadores escolheram um primeiro momento do novo século: anos 2001 a 2005.

É possível que os filmes desta época representem certa continuidade no contexto da produção cinematográfica dos anos 90, já que tem-se apreciado, desde a década passada, diferentes cinematografias nacionais e possibilidades de linguagem da sétima arte, sendo que o quadro geral não mudou muito até o presente momento. Neste sentido de diversidade que se mantém no novo século, percebe-se, em cada filme, uma relação diferente com a época e com o próprio cinema, seja pelo olhar criativo do diretor, seja pelo que os filmes de determinado país têm a dizer sobre o mundo.

Alguns dos filmes exibidos serão: "As Bicicletas de Belleville" (França/Canadá/Bélgica, 2003, 80 minutos), "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" (EUA, 2004, 108 minutos), "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" (França /Alemanha, 2001, 120 minutos) e "Os Outros" (EUA/Espanha, 2001, 105 minutos).

A programação completa com os horários e datas de exibição se encontram no site do Cinusp. A entrada é gratuita e aberta a todos os interessados. O Cinusp fica na Rua do Anfiteatro, 181, Colméia favo 4, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-3540 / 3152; email cinusp@edu.usp.br; site www.usp.br/cinusp

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Fevereiro 26, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10142/especiais/formacao-de-pes

EspeciaisPublicação apresenta estudo sobre trajetória acadêmica e profissional dos bolsistas apoiados pela FAPESP entre 1992 e 2002. Dados mostram que 77% passaram a atuar em instituições de pesquisa

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10143/especiais/idade-ativa.htm

EspeciaisEstudo aponta que participação em programas para a terceira idade pode colaborar com a boa qualidade de vida e diminuir o risco de depressão

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10144/divulgacao-cientifica/vit

Divulgação CientíficaPesquisa com 19 mil adultos e adolescentes indica que deficiência de vitamina D pode aumentar o risco de contrair gripes e resfriados

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10145/noticias/reducao-da-polui

NotíciasEmbaixada dos Estados Unidos aceita propostas, até 31 de março, para redução de fontes terrestres de poluição marinha no Brasil. Projeto escolhido receberá US$ 75 mil

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10146/agenda/the-how-of-uk-inno

AgendaWorkshop reunirá especialistas brasileiros e britânicos para a troca de experiências sobre os sistemas de inovação dos dois países. Dias 9 e 10 de março, em Campinas (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10147/agenda/informacao-poder-e

Agenda"O regime global emergente de informação" será um dos temas debatidos de 15 a 17 de abril, em seminário internacional no Rio de Janeiro

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16237-hc-inaugura-unida

urologia
HC inaugura unidade ambulatorial especializada em idosos
A Divisão de Urologia do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) inaugura segunda-feira (2) as novas instalações da sua unidade ambulatorial, passando a colocar em prática projeto que privilegiará a assistência urológica ao idoso. A solenidade de inauguração, aberta ao público, acontece a partir das 11 horas no Prédio dos Ambulatórios do Instituto Central do HC (Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, Cerqueira César, São Paulo, próximo à estação Clínicas do metrô) .

A partir de março, os pacientes em tratamento urológico com idade igual ou superior a 75 anos passarão a receber, no mesmo dia da consulta, toda a assistência ambulatorial necessária na própria unidade. A reestruturação da área permitiu a construção de 15 consultórios, três a mais em relação aos já existentes, e de salas para diagnósticos e intervenções minimamente invasivas, guiadas por imagem.

No local serão realizados estudos urodinâmicos, endoscopia, manipulações transuretrais, biópsias percutâneas, exames de ultrassom e radiológicos. A unidade será interligada por sistemas de comunicação e armazenamento eletrônico de dados que irão agilizar o atendimento médico e facilitar o desenvolvimento dos projetos de pesquisa. Um  moderno equipamento de transmissão de dados e imagens também irá poupar tempo e permear todo o processo de ensino médico no local.

Mais informações: (11) 3069-6000, site www.hcnet.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16238-incubadora-es

empreendedorismo
EsalqTec celebra primeira graduação de empresa incubada
 
Desde 2006, a EsalqTec - Incubadora Tecnológica opera no campus da USP em Piracicaba, dando suporte a projetos de inovação tecnológica no agronegócio. E agora, após três anos de trabalho, acontecerá a graduação da primeira empresa incubada na EsalqTec. É a AgroSafety Monitoramento Agrícola Ltda., que atuará em análises e monitoramento de pesticidas.

A cerimônia que marcará a graduação da AgroSafety acontece em 5 de março. A graduação simboliza o momento em que a empresa passa a "caminhar com as próprias pernas": ou seja, deixa a estrutura da incubadora e se insere definitivamente no mercado, tornando-se uma competidora real nos negócios.

A empreendedora Laís Helena Moloy, responsável pela Agrosafety, declara que mesmo com a crise que se instalou nos últimos tempos, acredita na solidificação de sua empresa. “A expectativa é que minha empresa cresça em faturamento, em número de amostras, em projetos de desenvolvimento e metodologia. No ano passado, o Brasil passou a ser o primeiro consumidor do mundo de agrotóxicos, então aliado ao maior consumo e a maior preocupação e conscientização, acredito que tenha espaço para análises de resíduos de pesticidas tanto em alimento quanto em agrosolo”, finaliza a empresária.

Prêmios

A EsalqTec tem como instituições realizadoras a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq), entidade ligada à Esalq, e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Alicerçada nos moldes do Centro de Incubadoras de Empresas do Estado de São Paulo (Cietec), a EsalqTec constitui-se em uma combinação de fatores e parceiros competentes responsáveis pelo impulso às pequenas empresas. Assim, dos quatro projetos incubados em seu primeiro ano de funcionamento (2006), hoje, após três anos de trabalho, a Incubadora abriga 12 empresas.

Para registrar o acontecimento e comemorar a graduação da AgroSafety com parceiros da Incubadora Tecnológica, proprietários e amigos da empresa graduada, acontecerá a cerimônia de entrega de certificado e homenagens. O evento também marcará a entrega do Prêmio EmpreendeTec 2009, que condecorará destaques no universo da inovação. “Instituímos o PrêmioEmpreendeTec 2009 em virtude desse momento ser muito importante para nós, já que a primeira graduação de empresa encerra o primeiro ciclo. Desta data em diante, o prêmio será oferecido a profissionais, instituições ou empresas que fomentam e apóiam projetos de inovação tecnológica”, comenta Sergio Marcus Barbosa, gerente da EsalqTec.

A primeira edição do Prêmio EmpreendeTec terá duas categorias de premiação - profissional e instituição. José Roberto Postali Parra, diretor da Esalq entre 2003 e 2006, receberá o prêmio na categoria profissional. Na categoria instituição, o premiado será o Cietec, maior incubadora da América Latina. Ainda na mesma sessão solene, acontecerá a entrega do primeiro “Certificado de Empresa Graduada” para a empresa AgroSafety.

Com informações da assessoria de comunicação da Esalq

Serviço
Entrega do Prêmio EmpreendeTec e certificado de graduação à AgroSafety
Dia 5 de março, às 19h30, na Esalq
Av. Pádua Dias, 11, Piracicaba
Mais informações: (19) 3421-3500

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16164-cap-ministra-cu

artes
CAP ministra curso de cerâmica para público externo
O Departamento de Artes Plásticas (CAP) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP abre na sexta-feira (27) inscrições para cursos de artes de curta duração no primeiro semestre de 2009. O objetivo é tornar acessível ao público externo parte do conhecimento que, em geral, é oferecido exclusivamente no currículo dos cursos de graduação.

O curso Fundamentos da Cerâmica se propõe a fornecer fundamentos da prática da cerâmica através de procedimentos específicos de construção, modelagem, engobe e esmaltação, visando capacitar o aluno para a concretização de projetos artísticos pessoais.

As aulas serão ministradas às segundas-feiras, das 14 às 18 horas no próprio departamento. O curso tem duração de quatro meses, com início no dia 9 de março. As inscrições podem ser feitas no local (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo) até o dia 6 de março. Serão disponibilizadas 20 vagas, e a mensalidade é de R$ 250,00.

Mais informações: (11) 3091-4430, email extensao.cap@usp.br, site www.cap.eca.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/sociedade/16242-as-estrategia

moradia
Grupos quilombolas evoluem na luta pela terra, diz estudo
Em algumas regiões do Brasil houve nítidos progressos nas disputas pela terra entre as comunidades quilombolas e os poderes público e privado. Em São Paulo, por exemplo, a resistência de uma população forçou o governo estadual a fazer um redesenho de um parque estadual, localizado no litoral Sul, em Cananéia. “Na Comunidade Mandira, o poder público criou o Parque Jacupiranga, que acabou sendo sobreposto à área do quilombo. Em 2008, após várias discussões, o governo decidiu preservar a comunidade dando novo desenho ao parque”, conta a geógrafa Simone Rezende da Silva. "Até mesmo o nome mudou. O local se chama hoje Mosaico Jacupiranga."

Depois de mais de dez anos de interesse e estudos com o tema, Simone defendeu em agosto de 2008 sua pesquisa de doutorado intitulada Negros na Mata Atlântica, territórios quilombolas e a conservação da natureza, orientada pela professora Sueli Angelo Furlan. “Desde minha graduação me interessei pelo assunto, passando pelo mestrado e agora concluindo meu doutorado”, diz. Entre muitas viagens e entrevistas, a pesquisadora selecionou para este estudo três comunidades: Mandira, em Cananéia (litoral Sul de São Paulo); Comunidade São Jorge, em São Mateus (Norte do Espírito Santo); Povoação de São Lourenço, em Pernambuco, na cidade de Goiana, na Zona da Mata.

A pesquisadora alerta, no entanto, que nas outras comunidades a situação ainda não é satisfatória, como foi o caso paulista. Segundo ela, vários fatores implicam nas dificuldades de negociação para a preservação das terras quilombolas. No Espírito Santo, as comunidades lutam contra o poder privado. Indústrias de celulose e suas plantações de eucalipto, com a anuência do poder público local, passaram a colaborar decisivamente para a devastação da mata atlântica. “Lá, o conflito foi mais forte. Em alguns momentos, membros da comunidade chegaram a sofrer ameaças. Houve recuo da comunidade”, relata Simone.

Já em Pernambuco, ela cita que ainda há desinformação e muitos traços do “coronelismo”. “Contraditoriamente, a comunidade local, num certo episódio, chegou a defender junto ao poder público um fazendeiro que cultivava camarões e que se dizia dono das terras”, lembra a pesquisadora. Naquela região, uma área de manguezais, as comunidades são ameaçadas pela expansão da cana-de-açucar.

Desde o fim da escravidão
As comunidades estudadas por Simone têm em comum sua origem, no final do século 19, ao fim da escravidão no Brasil. A comunidade Mandira surgiu onde era uma fazenda de arroz, herdada de um filho nascido da relação do fazendeiro com uma escrava. No Espírito Santo, os territórios foram ocupados no final da escravidão. “Aquelas terras não eram objeto de desejo de ninguém”, relata a pesquisadora. Em Pernambuco, a comunidade quilombola se formou após um fazendeiro “ter doado a terra ao santo [São Lourenço] por uma graça recebida, o que era muito comum na época.”

Outro traço comum nesses povoados é a relação dos moradores com a preservação e manutenção dos recursos naturais. Para a pesquisadora, os poderes públicos no Brasil devem olhar esses territórios de maneira diferente. “As formas de conservação da natureza devem levar em conta as populações que colaboram intensamente para a preservação, convivendo com os recursos naturais locais”, aconselha. Ela também destaca o papel da igreja católica progressista, que foi e é decisiva nos processos de luta e conscientização dessas comunidades.

Mas há ainda mais um aspecto comum nas maioria das comunidades quilombolas. A quase totalidade não possui documentação regularizada das terras, mas apenas a posse e a certificação federal emitida pela Fundação Palmares, do Ministério da Cultura. “Mesmo assim, considero que a situação é favorável. A conscientização vem aumentando. Basta o poder público perceber que as estratégias de conservação serão muito mais eficazes com a ajuda destas populações”, afirma. Segundo a Fundação Palmares, há mais de mil comunidades quilombolas devidamente certificadas no Brasil.

Mais informações: (11) 3539-5914, com Simone Rezende da Silva, email srezende@usp.br 


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Fevereiro 27, 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10148/especiais/inovar-para-mit

EspeciaisSe quiserem cumprir metas para redução de emissões de gases de efeito estufa, Brasil e Reino Unido devem investir em pesquisa básica e na transferência de tecnologia “verde”, dizem especialistas em workshop na FAPESP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10149/especiais/-economia-e-mel

EspeciaisJohn Twidell, da Universidade de Montfort, no Reino Unido, fala sobre desperdício e eficiência energética de edifícios e veículos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10150/noticias/estagio-de-ic-em

NotíciasFAPESP, em parceria com NSF e universidades norte-americanas e paulistas, lança nova chamada do Programa Piloto de Estágio de Iniciação Científica na Área de Química

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10151/divulgacao-cientifica/peg

Divulgação CientíficaMarcas encontradas no Quênia indicam que antepassados do homem moderno tinham pés anatomicamente semelhantes aos atuais há 1,5 milhão de anos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10152/noticias/pesquisa-para-a-

NotíciasFAPESP, Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo e IPT assinam, no dia 2 de março, contrato para instalação do Laboratório de Estruturas Leves em São José dos Campos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10153/divulgacao-cientifica/ini

Divulgação CientíficaPrograma Pesquisa Brasil do próximo fim de semana destaca a importância para a Amazônia das pesquisas feitas no âmbito do Programa LBA e diferenças no sono de homens e mulheres

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10154/agenda/ecogerma-2009.htm

AgendaPesquisadores do Brasil e da Alemanha debaterão políticas ambientais e soluções sustentáveis em congresso que ocorrerá nos dias 12 e 15 de março, em São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/10155/agenda/2-simposio-interna

Agenda“Melhoramento genético da qualidade nutricional de forragens” e “Eficiência de utilização do nitrogênio em ruminantes” são algumas das palestras programadas para o evento nos dias 26 e 27 de março em Pirassununga (SP)

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16244-mac-promove-cur

extensão
MAC promove cursos culturais para o primeiro semestre
O Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP oferece cursos de extensão cultural abertos à comunidade. São quatro cursos, todos com início em março. As inscrições podem ser feitas na sede do museu na Cidade Universitária (Rua da Reitoria, 109A, São Paulo). Para se inscrever, basta levar cópia do RG e CPF e, nos caso dos cursos pagos, o comprovante de pagamento. Alguns cursos têm vagas limitadas.

Degas Escultor como Paradigma para a Arte Moderna e Contemporânea, ministrado pela professora do MAC Ana Gonçalves Magalhães, mostra um pouco sobre o artista impressionista do século XIX. As inscrições vão até terça-feira (3), custando R$ 50,00. As aulas começam na quinta (5), no próprio museu.

Ministrado pelo crítico de arte Naum Simão de Santana, A Queda do Modernismo em 1942: a Discussão da Morte do Modernismo Através do Paralelo entre a Arte e a Crítica na Era Vargas tem início na quarta-feira (4). As inscrições custam R$ 50,00 e vão até terça-feira (3). O curso acontece no MAC, prédio Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera, São Paulo).

Pesquisadora do MAC, Silvia Meira é a professora responsável por Discutindo a Anti-Aesthetic Contemporânea, que fala sobre pós-movimento ou arte pós-moderna e tudo o que ficou para trás com o novo movimento. O custo do curso é de R$ 100,00, e as inscrições podem ser feitas até o dia 18. As aulas começam no dia 19.

O quarto curso é o Desenho e Cor com a Figura Humana, com Maria Isabel Azevedo da Silva (doutora em Artes). O curso é voltado ao público que se interessa pela área prática, com uso de modelos vivos e diversos materiais. O custo é de R$ 220,00 (material não incluso), e as inscrições podem ser feitas até sexta-feira (6). As aulas começam no dia 12.

Mais informações: (11) 3091-3559, email ceema@usp.br, site www.mac.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16245-fmrp-organiza-a-j

medicina
FMRP organiza Jornada de Cirurgia Plástica
A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP organiza a primeira edição de sua Jornada de Cirurgia Plástica, que acontece sexta-feira (6) e sábado (7) na parte da manhã e da tarde. O evento será no Centro de Convenções do Hotel Araucária Plaza (Rua João Penteado, 2103, Jardim das Américas, Ribeirão Preto).

A jornada, que tem como objetivo proporcionar aos participantes a troca de experiências e a atualização dos conhecimentos científicos, reunirá especialistas renomados na área. O evento dará ênfase às "Atualizações em Cirurgia Plástica Estética e Reparadora", sendo voltado para profissionais e residentes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC).

A inscrição, com custo de R$ 100,00 para residentes e R$ 300,00 para médicos, pode ser feita pelo email ceapscurso@hcrp.usp.br ou pelo fax (16) 3602-2730, sendo necesário enviar uma cópia do depósito da taxa. Informações adicionais podem ser encontradas no site do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP).

Mais informações: (16) 3602-2730, email
ceapscurso@hcrp.usp.br, site www.hcrp.fmrp.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/cultura/16165-cap-oferece-cur

artes
CAP oferece curso de gravura em metal aberto à comunidade
O Departamento de Artes Plásticas (CAP) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP abre inscrições para cursos de artes de curta duração no primeiro semestre de 2009. O objetivo é tornar acessível ao público externo parte do conhecimento que, em geral, é oferecido exclusivamente no currículo dos cursos de graduação.

O curso Gravura em Metal irá tratar dos vários aspectos que compõem o processo de realização de uma gravura. Desde a gravação da chapa, seja com ácidos, buril ou ponta-seca, envolvendo vernizes ou breu, passando pela preparação da tinta e pela técnica do entintamento da chapa, até o trato do papel e a impressão final.

As aulas serão ministradas às quartas-feiras, das 14 às 18 horas no próprio departamento. O curso tem duração de quatro meses, com início no dia 11 de março. As inscrições podem ser feitas no próprio local (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo) até o dia 6 de março. Serão disponibilizadas 15 vagas, e a mensalidade é de R$ 200,00.

Mais informações: (11) 3091-4430, email extensao.cap@usp.br, site www.cap.eca.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/educacao/16246-cursinho-do-xi

pré-vestibular
Cursinho do XI abre inscrições para extensivo 2009
O Cursinho do XI, fundado pelo Centro Acadêmico XI de Agosto da Faculdade de Direito (FD) da USP, abre incrições para sua turma do curso extensivo.

As aulas terão início na segunda-feira (2). A taxa de inscrição é de R$ 50,00 e as mensalidades variam de acordo com o horário (R$ 130,00 para o período noturno, e R$ 155,00 para o matutino). Para se matricular é preciso apresentar cópias de RG, CPF e comprovante de residência, além de foto 3x4. A inscrição pode ser feita até sexta-feira (6) na secretaria do cursinho (Rua Brigadeiro Luiz Antônio, 277, Bela Vista, 4º andar, São Paulo).

Mais informações: (11) 3107-6293 ou 3101- 4583, email cd.xi@uol.com.br, site www.cursinhodoxi.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/institucional/16248-professor

homenagem
Professor da FD recebe título Honoris Causa em Portugal
O professor Luiz Olavo Batista, da Faculdade de Direito (FD) da USP receberá o título de doutor Honoris Causa da Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. A cerimônia acontece em Lisboa (Portugal), no dia 6 de março.

Luis Olavo Batista foi professor titular do Departamento de Direito Internacional e Comparado da FD, onde aposentou-se em 2008. Atualmente, preside o Órgão de Apelação da Organização Mundial do Comércio (OMC). Batista é especialista em Direito Internacional privado e público e Direito Civil.

Mais informações: (11) 3111-4104, email gfcmonaco@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16239-nucleo-jose-re

Comunicação
Na ECA, Núcleo José Reis dissemina cultura da divulgação científica
 
Fazer a maioria dos cientistas se conscientizar da importância de divulgar o seu trabalho nem sempre é tarefa fácil, em particular se esta divulgação for voltada para um público leigo. Além disso, não são todos os pesquisadores que entendem a comunicação entre as diferentes áreas como um dos vetores mais importantes para a velocidade em que o conhecimento científico como um todo avança. Neste processo, profissionais da comunicação podem contribuir tanto para levar a informação científica a um público mais amplo do que o acadêmico, como fornecer técnicas para ajudar os pesquisadores a dialogarem de maneira mais efetiva com outras áreas.

Estas questões são parte dos objetivos da chamada “estrutura José Reis”, na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, que também luta pela valorização da ciência e por uma prática de jornalismo científico socialmente responsável. A estrutura é formada pela Cátedra Unesco José Reis de Divulgação Científica, pioneira no mundo e capitaneada pelo professor Ciro Marcondes Filho, a Associação Brasileira de Divulgação Científica (Abradic), da qual o cientista e professor Crodowaldo Pavan é presidente, e o próprio Núcleo José Reis, que é o "órgão mãe", como definido pela professora Glória Kreinz, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) e que integra a coordenação.

Entre suas ações fundamentais, o Núcleo conta com cursos dados por professores da própria ECA, com destaque para a Especialização em Divulgação Científica, ministrada anualmente, farta publicação de artigos de seus membros e uma série de livros editados - o décimo-segundo sendo enviado para a gráfica no momento. A Cátedra Unesco envolve treinamentos, pesquisas e outras atividades de produção de conhecimento.

Os professores Osmir Nunes, Glória Kreinz e
Crodowaldo Pavan

Para o professor Pavan, geneticista de renome internacional e com um currículo que impressiona, o curso de divulgação científica oferecido pelo Núcleo é inovador, pois até sua criação os cursos que existiam eram voltados somente para ensinar a divulgar ciência para o "zé povão", como define o docente. "Em francês, chama-se isso de vulgarization. Já o trabalho que fazemos no nosso curso diz respeito muito mais a proporcionar a interdisciplinaridade, aos especialistas de cada área aprenderem a divulgar o que se passa na sua área para as outras". De acordo com Pavan, antigamente até mesmo os docentes das faculdades como medicina e engenharia tinham uma base em filosofia e sociologia. Já hoje, os estudiosos trabalham com áreas muito específicas e não têm quase noções de outros campos - até porque é praticamente impossível acompanhar todos os desenvolvimentos dos diversos os campos da ciência.

Então, mais do que a comunicação para o leigo, que também é abordada, o foco do curso é promover o diálogo entre profissionais qualificados através da comunicação. "Por isso temos um grande número de alunos no curso vindos da medicina e biologia, exemplo. O que eles vêm fazer aqui é aprender com jornalistas a escrever num ritmo jornalístico. Nós, por outro lado, aprendemos a conviver com os cientistas e tentar tornar mais claro aquilo que eles fazem", complementa Glória Kreinz.

Outro destaque do trabalho desenvolvido no Núcleo é o suporte de professores da área de filosofia, como Caetano Ernesto Plastino e Franklin Leopoldo e Silva, explica Glória. "A presença destes docentes dialogando e mesmo publicando em parceria com o Núcleo qualifica nossos cursos e as discussões de uma maneira geral, contribuindo conosco para levantar e discutir os problemas do mundo atual. E sem deixar o debate fechado internamente".

SAIBA QUEM FOI JOSÉ REIS

Problemáticas
Entre as questões mais complicadas quando se pensa neste tipo de divulgação, Glória coloca a terminologia, o trato da linguagem científica e como ela transita na sociedade - tema sobre qual o Núcleo planeja organizar um seminário em 2009, aproveitando a grande presença de médicos no curso de especialização. Ela também cita o entendimento das etapas das experimentações e seus resultados como obstáculos a serem superados pelos comunicadores. Mesmo com os anos de experiência, a professora afirma que - talvez até pela relação de respeito nascida na parceria - ainda se sente "tímida" para relatar experimentos expressivos como os desenvolvidos por Pavan, que, completando 90 anos em 2009 e com uma série de atividades paralelas, permanece mais ativo do que nunca no laboratório.

Acervo José Reis, extensa biblioteca montada
pelo cientista durante sua vida e que o
Núcleo pretende disponibilizar para consulta.

Mas os três pesquisadores ressaltam que a divulgação científica, como entendida pelo Núcleo, não inclui apenas as áreas de biológicas e exatas. "Trabalhamos com um conceito amplo de divulgação científica como queria o doutor José Reis, que inclui as ciências humanas", explica Glória. "Tome-se, por exemplo, esta crise internacional: como explicar o que está acontecendo ao público leigo evitando o 'economês'?", questiona o professor Osmir Nunes, membro do Núcleo. E o mesmo vale para as questões que movem a sociologia e a filosofia, como lembra Pavan.

Assim, para Glória, é essencial que acadêmicos de todos os campos, bem como os comunicadores, aprendam a realizar um intercâmbio claro e eficiente de idéias, utilizando-se das linguagens mais diversas de texto e imagens. "Divulgação científica, como nosso patrono entendia, só fazia sentido na medida em que melhorava a vida do outro."


Carta São Paulo
A base do pensamento do Núcleo e dos objetivos profundamente relacionados com a sociedade que o movem está definida em um documento redigido em agosto de 2002, a "Carta São Paulo em Defesa da Divulgação Científica", elaborada durante o primeiro Congresso Internacional de Divulgação Científica, na USP.

Entre outros pontos, o manifesto afirma que o divulgador científico deve "Propiciar ao maior número de pessoas o livre exercício da crítica e da formação da opinião a partir do acesso ao conhecimento", mas "levar em conta também os avanços da pobreza no País, questionando se há interesses ou compromissos vinculados com a divulgação desses fatos, para evitar que o enriquecimento cultural se dê em benefício prático apenas de algumas nações, de certas sociedades ou de grupos privilegiados."

Junto ao poder público, a carta aponta que "se não houver a divulgação científica no País, o preço que ele terá de pagar no futuro será muito maior, pois a divulgação científica é um complemento da educação básica de grande importância social". E reivindica "meios para que se criem nas comunidades centros de ciência, que permitam aos cidadãos aprenderem fatos da ciência e tecnologia e se habituem no trato com a inovação científica".

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/ciencias/16241-jose-reis-quan

Divulgação científica
José Reis: quando a ciência encontra o jornalismo
  A biografia ativa do jornalista, cientista e administrador que dá nome ao Núcleo de Divulgação Científica alocado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP poderia muito bem se resumir nas expressões produtividade e amor à ciência. Mas certamente merece um registro mais detalhado, ainda que sempre incompleto, diante de tão numerosas e notáveis ações em diversos campos do saber.

Nascido em 1907, Reis ingressou aos 18 anos da Faculdade de Medicina, onde realizou estudos de patologia premiados no Instituto Oswaldo Cruz. No Instituto Biológico atuou como bacteriologista, investigando problemas de saúde que atingiam a criação de frangos. Segundo o professor Osmir Nunes, autor de uma dissertação sobre José Reis, é neste período que ele começou a perceber mais fortemente a necessidade de levar a ciência às pessoas comuns. Redigiu então cartilhas e panfletos em linguagem simplificada - e em diversos idiomas, já que era também um poliglota. A partir daí foi convidado a colaborar com artigos para a revista agrícola Chácaras & quintais. “A revista tinha uma tiragem de 70 mil exemplares, o que é um número considerável para a época”, ressalta Osmir, que conta que o estilo simples e as brincadeiras de Reis ao longo dos textos lhes renderam alta popularidade.

Após um estágio no Instituto Rockfeller (Estados Unidos), colaborou na reorganização da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. Mas foi em 1947, após ter escrito esporadicamente para o jornal O Estado de São Paulo, que iniciou o trabalho de divulgação científica na Folha da Manhã (hoje Folha de S. Paulo) - trabalho este que continuaria a realizar semanal e ininterruptamente por mais de 50 anos.

José Reis participou, junto com o grupo do zoólogo Paulo Sawaya, da fundação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a partir da qual fundou e se tornou editor da revista Ciência e Cultura. Ao se aposentar no Instituto Biológico, onde também criou uma revista científica, recebeu o título de Servidor Emérito. “Em todos os lugares em que trabalhou com divulgação procurou passar orientações sobre esta prática, confeccionado pequenos manuais de redação”, relata Osmir.

Já jornalista profissional, também fundou, com José Nabantino Ramos e Clóvis Queiroga, a Editora Instituição Brasileira de Difusão Cultural (Ibrasa), onde atuou até 1978.

Com simplicidade e humor, José Reis
conquistou público da revista

Reis foi o idealizador da campanha “Educação é Investimento”, que promovia feiras de ciências escolares e conferências no Estado de São Paulo, além da autoria de um livro de mesmo nome. “Hoje, os conceitos de defendidos por José Reis são lugares comuns, mas na época ele teve que ‘gritar’ isso por que as pessoas não aceitavam a importância suas idéias”, explica Osmir.

O cientista participou da elaboração do estatuto adotado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), modelo de fomento à ciência que já existia no exterior e que sempre defendeu, e esteve envolvido na criação Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, da qual foi o primeiro diretor.

Seu trabalho como administrador público, atuando em órgãos como o Departamento de Serviço Público de São Paulo, é mais um capítulo de uma vida profissional eclética. Além de toda sua obra em biologia, como o Tratado de Ornitopatologia, escreveu livros sobre assuntos e formatos tão diversos como agricultura, teorias de Albert Einstein, fábulas infantis e poesias.

Em 1962, assumiu o cargo de diretor de redação da Folha de S. Paulo, onde preparou editoriais, sem se desvincular do trabalho de divulgação científica. No mesmo ano recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de Jornalismo Científico. Destacam-se também a contemplação com o Prêmio John Reitemeyer de Jornalismo Científico, da Sociedade Interamericana de Imprensa e da União Panamericana de Imprensa (1964); o recebimento do Prêmio Kalinga, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco, 1975); e a instituição, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), de uma premiação com seu nome: o Prêmio José Reis de Divulgação Científica (1978).

1992 é o ano da fundação do Núcleo de Divulgação Científica da ECA que receberia, como homenagem, seu nome. Em 2001, tornou-se presidente de honra da recém-fundada Associação Brasileira de Divulgação Científica (Abradic), até falecer, no ano de 2002.

SAIBA MAIS SOBRE O NÚCLEO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA JOSÉ REIS

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http://www4.usp.br:80/index.php/saude/16249-laser-trata-obstr

medicina
Nova técnica elimina obstrução na bexiga com laser em fetos
Na Clinica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), uma nova técnica de citoscopia fetal, que utiliza terapia a laser para realizar a desobstrução, vem sendo aplicada no diagnóstico e tratamento de casos graves de feto com obstrução na bexiga. O método é minimamente invasivo, evitando os riscos das cirurgias feitas com a abertura da barriga da mãe e do feto. Os instrumentos utilizados no tratamento foram desenvolvidos pelo médico obstetra Rodrigo Ruano, pesquisador no HC.

A obstrução da bexiga ocorre aproximadamente em cada 2 mil nascidos vivos.“Em casos mais graves, a obstrução acontece por não formação do canal da uretra (atresia de uretra) ou pela existência de uma membrana conhecida como válvula de uretra posterior”, afirma Ruano, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Como a urina não pode sair, a função renal do feto é comprometida, ao mesmo tempo em que acontece a carência de líquido amniótico, o que prejudica o desenvolvimento dos pulmões.”
 
O objetivo do médico era criar uma técnica com função diagnóstica e terapêutica. Os casos mais graves são identificados por ultra-som convencional, no pré-natal, entre 12 e 20 semanas de gestação. Para identificar o tipo de obstrução, Ruano utilizou uma agulha de 2,2 milímetros. “Guiada por ultra-som, ela atravessa a barriga da mãe, o útero e a barriga do feto, entrando na bexiga e fazendo a identificação do problema por meio de endoscopia”, conta.
 
Quando é identificada válvula de uretra posterior, um laser é introduzido na agulha para fazer a remoção da membrana. “O procedimento é feito em casos de obstrução completa, ausência de líquido amniótico e função renal razoavelmente preservada, até a vigésima sexta semana de gestação”, descreve o obstetra. Para os casos de obstrução por não formação do canal da uretra, que representam cerca de 30% a 40% das ocorrências mais graves, não há tratamento ainda.
 
Resultados
Desde que a técnica começou a ser utilizada no HC, em meados de 2006, foram identificados dez casos graves de fetos com obstrução da bexiga com a nova técnica. Seis deles apresentavam válvula de uretra posterior, passível de tratamento, sendo que quatro sobreviveram. “São resultados promissores”, ressalta o médico. “A técnica já é adotada em alguns centros médicos dos Estados e Unidos e Inglaterra, e começa a ser introduzida no Brasil”.
 
De acordo com Ruano, os riscos para a mãe durante a citoscopia são mínimos. “Não é uma cirurgia de barriga aberta, como acontece em procedimentos semelhantes nos Estados Unidos”, explica. “A agulha é introduzida através de punção, um método minimamente invasivo para a paciente”
 
Em relação ao feto, a técnica reduz as possibilidades de sangramento da placenta, de prematuridade e de ruptura prematura das membranas ovulares. “A obstrução da bexiga é identificada com um ultra-som morfológico de rotina, durante o pré-natal da paciente”, aponta Ruano. “A citoscopia pode ser feita em centros especializados, com todos os cuidados de assepsia necessários”.
 
As agulhas utilizadas na citoscopia fetal, por onde são introduzidos o endoscópio e o laser, foram desenvolvidas pelo próprio médico. Os instrumentos tiveram sua patente registrada por meio da Agência USP de Inovação.

Mais informações: (11) 3069-7879; emails rodrigoruano@usp.br e rodrigoruano@hotmail.com

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Teatro
Estréia, na Dona Yayá, peça inspirada em Eduardo Galeano
Estréia neste sábado (28), às 20 horas, na Casa de Dona Yayá, sede do Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP, a peça O Inventário das Sensações Perdidas.

O espetáculo fala sobre a memória coletiva da América Latina através das histórias comuns, de gente comum, resgatando oralidades perdidas e que pouco a pouco foram sendo diluídas, quase que apagadas de nossas memórias. Para relembrar essas “sensações perdidas” que são comuns a todos, o grupo colheu inspiração no rico panorama existente na obra do escritor uruguaio Eduardo Galeano.

Os ingressos custam R$ 20,00. A capacidade do teatro é de 30 espectadores; em caso de chuva, o evento será cancelado. A Casa de Dona Yayá fica na Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, São Paulo. A peça fica em cartaz até dia 3 de maio.

Mais informações: (11) 3106-3562, email cpcpublic@usp.br

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