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Dezembro 2008

Dezembro 01, 2008

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15692-exp

Arte
Exposições no Maria Antônia retratam artes plásticas dos anos 60 A partir da quinta-feira (4), o Centro Universitário Maria Antonia da USP exibrirá mostras individuais de Maurício Nogueira Lima, Marcello Nitsche e Flávio Império. As exposições fazem parte do projeto 1968 Vou Ver, que procura repensar o legado dos anos 60 na cultura do país. O vernissage, aberto ao público, acontece às 20 horas da quarta e as visitas vão até 1º de fevereiro de 2009.

A exposição de Mauricio Nogueira Lima focaliza a produção do artista na segunda metade dos anos 60, apresentando 30 obras realizadas nesse período, principalmente pinturas e colagens de teor crítico. O artista enfoca ícones da chamada cultura de massas, como a guerra do Vietnã, Roberto Carlos, Tostão e Pelé. A exposição traz também documentos de época como fotos, cartas, manuscritos originais e reproduções de textos-chave do artista sobre essa fase de sua produção e da arte brasileira.

Mauricio Nogueira Lima, falecido em 1999, foi um dos membros do grupo da arte concreta na São Paulo nos anos 50. Na década seguinte, enveredou por novas pesquisas, produzindo uma obra sólida no âmbito da chamada Nova Figuração. Com longa carreira de artista, nos anos 60 participou das bienais de São Paulo e Tóquio e de várias exposições decisivas para a arte brasileira na época, como Propostas 65 e Nova Objetividade Brasileira.

A exposição de Marcello Nitsche reúne obras produzidas por técnicas variadas entre 1964 e 1968. Nelas, o artista opera um trânsito entre suportes bi e tridimensionais, aproximando o universo da arte do ambiente urbano e das mídias de massa. Também serão exibidos alguns dos filmes super-8 realizados por Nitsche nos anos imediatamente seguintes.

O público pode visitar as exposições de terça a sexta-feira, das 12 às 21 horas, e nos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas. A entrada é franca. Visitas monitoradas podem ser agendadas pelo telefone (11) 3255-7182, ramal 46.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Centro Universitário Maria Antonia

Mais informações: (11) 3255-7182, ramal 46

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/158

Aniversário
Fofito: 50 anos formando profissionais e reabilitando pessoas
 Os cursos de Fisioterapia (Fisio), Fonoaudiologia (Fono) e Terapia Ocupacional (TO) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) completam 50 anos de existência em 2008. Para comemorar, o Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (Fofito) realizará na sexta-feira (5), às 8 horas, uma sessão solene no Teatro da FMUSP (Av. Doutor Arnaldo, 455, Cerqueira César, São Paulo). Na ocasião serão lançados o livro Fofito – 50 anos de pioneirismo e lutas, que narra a história dos cursos e um hotsite comemorativo, destinado a colher depoimentos e registros sobre a história dos cursos, que poderá ser acessado pelo site da Fofito.

Cicatrizes de Guerra
A história do surgimento dos cursos da Fofito se confunde com a história da Segunda Guerra Mundial. Nos anos 1950, ainda em meio à destruição causada pelo conflito, a recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU), através da Organização Mundial de Saúde (OMS), desenvolveu um programa de aprimoramento da qualidade de vida das pessoas atingidas pela guerra. O programa consistia na instalação de centros de reabilitação espalhados pelo mundo. Na América Latina, o escolhido para abrigar esse centro, batizado de Instituto Nacional de Reabilitação (Inar), foi o Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP.

 Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas
Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HC
O Inar foi aberto em 1955, ligado ao Departamento de Clínica Ortopédica e Traumatologia do HC. Os primeiros passos da Fofito foram dados logo em seguida, em 1958, quando o Inar criou os cursos de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, vinculados à Cadeira de Ortopedia e Traumatologia da FMUSP, e o curso de Logopedia para Cegos (que deu origem ao curso de Fonoaudiologia), vinculado ao Departamento de Otorrinolaringologia da FMUSP.

Com o tempo, os cursos foram amadurecendo acadêmica e institucionalmente, culminando na  formalização das graduações e na sua inserção na estrutura da USP em 1967. Os cursos se desligaram do Departamento de Ortopedia e Traumatologia em 1999, fundando seu próprio departamento.

Pioneirismo
Por terem sido os primeiros de suas áreas e por suas qualidades, os cursos da Fofito serviram de modelo para os ministrados em outras instituições. “O curso de terapia ocupacional da USP sempre foi referência para a criação de outros. Ele sempre foi o projeto mais bem acabado para a criação de profissionais nessa área”, afirma a coordenadora de Terapia Ocupacional, professora Marta Carvalho de Almeida. Ela ainda atribui a qualidade ao incentivo à pesquisa e à qualificação profissional dos professores. “Todos são obrigados a fazer pesquisa. Nosso curso de TO é o único no Brasil a contar com um quadro integral de professores doutores”, acrescenta.

Nos outros cursos do departamento não é diferente. “Grande parte do desenvolvimento da fisioterapia no Brasil se dá graças ao curso da USP. Os alunos que saem dele são muito bem recebidos no mercado de trabalho e tidos como profissionais responsáveis e com grande conhecimento e capacidade”, afirma a coordenadora da Fisioterapia, professora Silvia Maria Amado João. Ela também destaca o apoio à pesquisa: “A vocação para pesquisa é muito incentivada, e alguns alunos a manifestam logo nos primeiros anos”, aponta.

A coordenadora de fonoaudiologia, professora Haydée Fiszbein Wertzner, também fala sobre a importância deste curso da USP para outros do país. “Por ser o mais tradicional, foi aqui que se formaram os primeiros professores, e onde se desenvolveram os primeiros grupos de pesquisa”. Haydée destaca o desenvolvimento do departamento nos últimos 20 anos: “Em 1988 foi feito um grande investimento na contratação de professores, possibilitando a criação de um quadro fixo de docentes. Isso ajudou a aumentar a produção científica do departamento nos anos 1990”.

O pioneirismo da Fofito continua até hoje. O departamento permanece atenta às novas tendências de tratamento e de atuação dos profissionais nas áreas da fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.

Assistência
Uma importante área de atuação da Fofito é a extensão universitária. O departamento é referência para tratamentos de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, que são prestados por alunos nos últimos anos de graduação e professores. Mas já nos primeiros anos de graduação os alunos têm contato com os pacientes. A partir do segundo ano eles observam os professores e acompanham o tratamento, até estarem aptos a prestar um atendimento completo.

São atendidas aproximadamente 73 mil pessoas por ano pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Fofito. Marta afirma que é importante o aluno ter desde cedo contato com o atendimento pelo SUS, pois os alunos são formados para no futuro trabalharem no serviço público de saúde. “Muita gente critica essa posição. Mas, se o Estado paga a educação destes alunos, nada mais lógico do que eles retribuirem o investimento atendendo no serviço público.”

Profa. Dra. Amélia Pasqual Marques
Profa. Dra. Amélia Pasqual Marques
Homenagem
Entre as personalidades homenageadas no jubileu de ouro da Fofito está a professora de fisioterapia Amélia Pasqual Marques. Sua história se mistura com a história do próprio departamento. Ela se graduou em fisioterapia na FMUSP em 1973, quando o curso ainda era responsabilidade do Departamento de Ortopedia e Traumatologia. Logo depois de se formar, foi contratada pelo HC para atuar como fisioterapeuta e dar aulas no Curso de Fisioterapia. Em 1983, quando foi aberto concurso para professor da Fofito, candidatou-se à vaga e em fevereiro de 1984 começou a lecionar. Atualmente é Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação.

Amélia conta que escolheu fazer fisioterapia acaso: “Quando fui me inscrever no Cecem [antigo vestibular para as universidades públicas paulistas] vi que existia o curso de Fisioterapia. Fui saber mais sobre a área e me apaixonei pela profissão”. Desde então viu sua atividade sofrer várias mudanças. “No início tinham poucas áreas de atuação. A fisioterapia era voltada somente para a reabilitação. Hoje temos uma preocupação maior em prevenção e promoção da saúde.”

Para ela, a maior mudança nos cursos da Fofito aconteceu quando houve a separação do Departamento de Ortopedia e Traumatologia. “Tivemos que aprender como administrar um departamento. O mais importante é conseguir consolidá-lo mantendo a mesma qualidade do ensino e da assistência.”


Serviço
A solenidade de comemoração do jubileu de ouro da Fofito será na sexta-feira (5), às 9 horas, no Teatro da FMUSP (Av. Doutor Arnaldo, 455, Cerqueira César, São Paulo). Durante o evento, será lançado o livro institucional Fofito – 50 anos de pioneirismo e lutas e um hot-site destinado a colher depoimentos e registros sobre a história dos cursos. A entrada é gratuita.

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/45-tecnologia/15860-

habitação
Nomads, da EESC, realiza pesquisa online sobre moradia
O Núcleo de Estudos de Habitares Interativos (Nomads) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP está realizando a e-Pesquisa Nomads Comportamentos & Espaços de Morar, por meio de um questionário disponível na internet.

O questionário tem um link direto na tela inicial do site do Nomads e os resultados estarão disponíveis para toda a comunidade acadêmica e público em geral a partir de março de 2009.

Mais informações: (16) 3373-9302 / 8297, site www.nomads.usp.br

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Documentação
FFLCH realiza ciclo de palestras sobre gestão documental
Entre quinta (4) e sexta-feira (5), acontecerá, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, ciclo de palestras que tratará de vários aspectos da gestão documental. Organizado pela Comissão Setorial de Gestão de Arquivos da FFLCH, o evento contará com quatro palestras, ministradas por convidados de diferentes unidades da USP.


As palestras começam às 13h30. O evento é destinado, principalmente, a funcionários da USP. A entrada é gratuita e não é necessário fazer inscrição prévia.

Na sexta-feira, as atividades se concentram no Departamento de Filosofia, que fica na Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, Cidade Universitária. No dia seguinte, haverá palestra no salão nobre do Prédio da Administração (Rua do Lago, 717).

Mais informações: (11) 3091-4612

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15817-escol

atualização
Escola de Enfermagem abre inscrições para curso de atualização sobre família e doença
Estão abertas as inscrições para o curso de atualização Família e doença: uma perspectiva de trabalho em enfermagem, que vai acontecer no período de 27 a 30 de janeiro de 2009, das 8 às 18 horas, na Escola de Enfermagem (EE) da USP.

O curso, destinado a enfermeiros e outros profissionais de saúde, vai abordar teorias para a prática com famílias em situação de doença e discutir como educar e supervisionar o estudante de enfermagem para situações como essa.

As inscrições vão até 16 de janeiro e podem ser feitas por correio ou pessoalmente na própria EE, que fica na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419, Cerqueira César, São Paulo (próxima à Estação Clínicas do Metrô). A taxa é de R$ 280,00.

Mais informações: (11) 3061-7531 ou http://www.ee.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15862-i

fearp
Inscrições abertas para debate sobre o desenvolvimento regional
A terça-feira (2) é o último dia de inscrições para o debate Perspectivas para o desenvolvimento regional: os desafios das novas gerações, que a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP promove na sexta-feira (5), às 13h30.

No evento, prefeitos, secretários de finanças e empresários terão oportunidade de discutir desenvolvimento regional e seus desafios. Haverá duas mesas-redondas, a primeira sobre “Perspectivas econômicas e desenvolvimento regional”, com Denise Rodrigues, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), André Marques Rebelo, economista da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e Fabio Augusto Pina, economista da Federação do Comércio. Na segunda serão discutidos os instrumentos de financiamento para o desenvolvimento, com Paulo Lins, da Caixa Economia Federal, e Tatiane Matiello Cymbalista, da Manesco Advogados.

As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pelo telefone (16) 3602-3922, ou no site da FEARP.

A FEARP fica na Av. Bandeirantes 3900, Monte Alegre, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-3922, site www.fearp.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15863-t

psicologia
Pesquisa mostra tensão dos trabalhadores na antiga Febem
Os trabalhadores da Febem(*) vivem em intenso sofrimento psicológico devido ao cotidiano tenso e hostil das relações com os adolescentes, com a sociedade e com a própria instituição. Essa é uma das constatações de um estudo realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP por Erich Montanar Franco, professor de psicologia do Mackenzie, que pesquisou como os trabalhadores das unidades de internação pensam, entendem e entendem a instituição.

O interesse pelo tema dos trabalhadores surgiu a partir de uma experiência de Montanar Franco como agente de educação na unidade de Franco da Rocha, em São Paulo, onde o ele acompanhou de perto o dia-a-dia da instituição. "Percebi, por exemplo, que os funcionários novatos são orientados a não estabelecer vínculos e sempre manter distância dos internos. Porém, era mais perigoso se afastar, pois os jovens não esquecem as repressões sofridas e se vingam depois", explica o psicólogo.

Segundo Montanar Franco, diferentemente das pesquisas acadêmicas, as práticas técnicas atuais ainda buscam patologizar o problema social. Existem muitas pesquisas dedicadas aos adolescentes e à instituição. Portanto, o foco do estudo foi o trabalhador. Para isso, ele realizou atividades em grupo, nas quais cada um contava a sua história e conversava sobre o que era a Febem. Aconteceram duas entrevistas em grupo e ao todo foram 11 pessoas entrevistadas. "A idéia não era generalizar e descobrir um padrão, embora as histórias fossem parecidas" relata o professor, "há um consenso, por exemplo, que as pessoas que propõem mudanças na instituição não têm idéia do que é trabalhar nas unidades".
 
O ambiente e a vivência na Febem lembram muito um presídio, com um tratamento rígido, baseado na contenção, na repressão e nada educativo. Essa rigidez no tratamento dos internos se reflete no próprio trabalhador. Segundo Montanar Franco, a instituição já nasceu com a proposta de prender jovens, respondendo a uma série de políticas públicas. "Ela não é uma instituição que deu errado, ela é bem sucedida naquilo que se propõe (mesmo que de maneira dissimulada), que é prender e reforçar no jovem uma identidade de criminoso", comenta.
 
Pelas entrevistas, observou-se que os trabalhadores se sentem estigmatizados, numa situação semelhante à dos jovens. Apesar de não serem criminosos, eles são taxados como torturadores e bandidos. A imagem que se produz sobre eles é negativa. "A Febem culpa o funcionário, que é responsabilizado por cumprir as tarefas que lhe são solicitadas. Não se considera que as diretrizes das unidades treinam o trabalhador para agir de forma intransigente, incentivando a contenção e não a recuperação", aponta o pesquisador.
 
Os trabalhadores acreditam no que fazem e acham correta a forma violenta de lidar com os jovens. As conseqüências das incoerências e violências institucionais somadas à inexistência de espaços para falar e pensar sobre o próprio trabalho se desdobram na vida fora da instituição. Nos diversos grupos sociais com os quais convive, a pessoa passa a pensar e agir de uma forma que é própria da instituição. Essa postura, no entender do pesquisador, acaba ocupando as outras formas de agir que a pessoa tinha nos diversos meios sociais em que vive. "A influência da instituição sobre suas vidas é tão intensa e tão invasiva que se sobrepõe a todo um conjunto de vivências que são anteriores e que orientam nossa vida no cotidiano. Abandonar a afetividade, além de ser uma regra de conduta, também pode ser uma forma de o trabalhador suportar a tensão", relata.
 
O futuro da instituição
Em dezembro de 2006, com mudança de nome para Fundação Casa, tentou-se uma transformação na estrutura da instituição. A principal proposta foi a aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que preconiza um tratamento mais humano e a possibilidade perspectivas para o jovem.
 
Entretanto, Montanar Franco avalia que a humanização da Febem está longe de se efetivar. Há uma cultura instalada que não muda de uma hora pra outra. Para ele, não basta apenas dizer que o funcionário deve aplicar o ECA. "Os jovens internados ainda têm a cabeça raspada, usam uniforme, os quartos ainda são celas. Ele é tratado como se fosse naturalmente perigoso e criminoso. Eu acredito que os trabalhadores devam participar na discussão das mudanças, pois são pessoas essenciais para a melhora da instituição".
 
Existem pressões reais para uma mudança por parte de setores da sociedade, mas o Estado ainda resiste a elas. "Aplicar o ECA implica proteger a criança antes que ela cometa ato infracional", constata, "o trabalhador é convenientemente responsabilizado pelos problemas da instituição. E o impedimento da reflexão sobre esse contexto de grandes contradições gera muito sofrimento aos trabalhadores, pois eles não conseguem atribuir sentido ao trabalho e à vida", conclui.
 
*Segundo Franco, a simples mudança de nome para "Fundação Casa", em 2006, não apaga toda a história da instituição. Por isso, ele ainda prefere tratá-la como Febem.

 
Mais informações: (11) 9432-7814 ou email efranco@bol.com.br, com o professor Erich Montanar Franco


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Dezembro 02, 2008

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/158

artesanato
Pacientes do Instituto de Psiquiatria promovem Bazar de Natal
Pacientes em reabilitação psicossocial do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), vinculados ao grupo de terapia ocupacional Interagito, realizam o Bazar de Natal na sexta-feira (5) e também entre os dias 8 e 12, das 8 às 15h30. Serão vendidas peças de artesanato confeccionadas pelos participantes.

São cachepôs, descansos de panela, embalagens para presentes, sachês perfumados, caixinhas de madeira, bijouterias, chaveiros, pesos de porta, enfeites natalinos e outros objetos, tudo produzido com material reciclado. A iniciativa visa reintegrar o paciente ao convívio social, dando-lhe a oportunidade de sentirem-se úteis e produtivos, aumentando sua auto-estima e melhorando a qualidade de vida. O IPq fica na Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, dentro do Complexo HC, (próximo ao Metrô Clínicas), São Paulo. O evento é aberto ao público em geral.

Mais informações: (11) 3069-6267

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Esportes
Campus de Bauru reformula complexo esportivo e aguarda investimento federal
 Para o prefeito do campus admnistrativo da USP em Bauru, José Roberto de Magalhães Bastos, as universidades brasileiras não têm enraizado em sua cultura o prestígio aos esportes. “Isso tem se mostrado, ao longo do tempo, um erro. As universidades de nações que prestigiam os esportes acabam se tornando grandes universidades também por causa disso”, afirma. Mas, a depender da iniciativa do campus de Bauru e de um possível apoio federal, esta realidade deve mudar.

Recentemente, a prefeitura reformulou o complexo esportivo local, que inclui um campo de futebol com espaço para raia olímpica e um ginásio poliesportivo com uma mini-academia. E, segundo o prefeito, o ministro Orlando Silva, dos Esportes, anunciou uma verba de R$ 3,6 milhões para ser aplicada neste setor – dinheiro que pode propiciar a construção de uma piscina semi-olímpica, a implantação da raia e dos quadros de iluminação do campo.

“A parte esportiva do campus de Bauru está tendo uma atenção especial na atual gestão, e é uma área que realmente merece destaque, já que além da sua valorização por parte comunidade interna – alunos, funcionários, professores, – pode propiciar uma integração muito forte com a sociedade”, afirma o chefe da Seção de Eventos Culturais e Esportivos do campus, Luis Fernando Bernardi. Para o admnistrador, a prática esportiva hoje no Brasil ainda fica por conta da iniciativa de alguma “ilhas” e centros específicos, e é preciso ampliar o acesso a ela.

Entusiasta dos esportes, tendo inclusive sido praticante de marcha atlética, o prefeito Bastos concorda. E acrescenta: “como professor titular da área de saúde pública, posso afirmar que esportes estão profundamente ligados à promoção de saúde. Quem está desde cedo relacionado ao esporte será mais tarde um adulto saudável, e isso vai onerar muito menos os cofres públicos, além de melhorar nosso desempenho nas competições internacionais como as olimpíadas, pouco condizente com a expressividade econômica do país”.

Investimento
O custo de investimentos em esporte é elevado, e em Bauru tem sido feito gradualmente. “Tudo que se aplica na USP precisa ser considerado do ponto de vista do custo-benefício e, em relação ao investimento em esporte, ele é muito alto”, afirma o professor. Mas para se fazer investimentos maiores são necessários recursos externos à Universidade: “tenho defendido a idéia de um 'pró-esporte' no Brasil, com investimentos federais na estutura esportiva da USP e possivelmente de outras universidades públicas. O Governo Federal, por meio do Ministério dos Esportes, aplicaria recursos nos centros de excelência de esportes – que seriam os campi da USP com alguma história nisso – ; as prefeituras dos campi manteriam estes centros; e parte dos recursos também seria repassada a cada município. Então, Bauru, por exemplo, seria um grande centro de excelência”, prevê o prefeito.

Há ainda o lado social do empreendimento. “A periferia, aqueles desassistidos e que estão excluídos da sociedade passariam a frequentar estes centros, sabendo que, se eles se esforçarem, terão futuro dentro dos esportes”.

Mas seria esta uma realidade factível em médio prazo? Para Bastos, sim. “Estive em Brasília com o ministro Orlando Silva e ele ficou muito entusiasmado com as idéias que levamos. Já estamos negociando com o ministério uma verba para aplicar nos esportes no campus de Bauru. Porém, o que não pode, no meu entender, é que isso seja uma coisa pontual, e sim parte de um grande planejamento para o país.” O professor conversou ainda com o prefeito eleito da cidade de Bauru, Rodrigo Agostinho, que também se animou com a possiblidade e confirmou que o ministro vai colocar verbas federais na USP.

Além do ministério, o prefeito acredita que grandes conglomerados empresariais no país como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – historicamente ligados ao setor – podem se envolver neste projeto. “Temos que pensar grande no Brasil, lembrando que temos um pré-sal [reservas de petóleo] pela frente e que vai movimentar a economia.”

Ontem, hoje e amanhã
Segundo Bastos, o complexo esportivo do campus de Bauru, com cerca de 25 anos, não recebeu grandes melhorias desde que foi criado, e estava precisando de reformas. “Fizemos recentemente várias obras com uma verba relativamente pequena. Temos, por exemplo, um campo de futebol com dimensões oficiais, mas que nunca havia recebido nutrientes para o gramado, que era todo contaminado por ervas daninhas. Contratamos então uma empresa para fazer a recuperação deste gramado e implantamos um sistema de irrigação – que antes era feita com uma mangueira. Ele funcionará com a mesma água da área acadêmica, proveniente de poço artesiano regulamentado, e independente da rede de abastecimento municipal.”

A parte elétrica do campo foi regularizada, sendo abertas tubulações na raia olímpica, área que, segundo o prefeito, ainda precisa passar por uma reformulação para poder ser utilizada em eventos de atletismo. Para a atividade noturna, os quadros novos de iluminação do campo também precisam ser implantados, e estes seriam alguns dos direcionamentos dados aos recursos que se espera chegar do ministério.

No ginásio de esportes havia um piso bem deteriorado, que inclusive causou alguns acidentes, tendo que ser trocado. “Conseguimos uma verba junto à Coesf [Coordenadoria do Espaço Físico da USP] e colocamos um piso de madeira flutuante, do mesmo nível dos utilizados em competições internacionais”.

Também foram trocadas as tabelas de basquete, que eram muito perigosas, com suportes metálicos muito pesados. Foram adquiridas tabelas mais modernas, eletrônicas, e bem mais seguras. O ginásio passou a ter estrutura para vôlei, basquetebol e futebol de salão, e tem havido solicitações de times profissionais para treinamento e jogos. Também foi montada uma mini-academia, onde é oferecido treinamento aeróbico e musculação. A organização da utilização do espaço é feita pela Seção de Eventos Culturais e Esportivos e pela Comissão de Esportes.


Os planos futuros são mais ousados, até porque, segundo o professor, uma universidade do tamanho da USP não deve pensar pequeno. “Pretendemos construir uma piscina – semi-olímpica, já que o espaço físico não comporta uma olímpica – e seus acessórios, como vestiários e salas para salva-vidas e professores de educação física. Isso não somente com recursos da USP: podemos fazer convênios com clubes de Bauru, tanto para a piscina como para a raia olimpíca, que é um projeto mais caro”, sugere.

Fotos: Marcos Santos

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urbanismo
Pesquisa avalia gestões municipais de Belém e Rosário
Discutir os limites, os avanços e as potencialidades da ação de governos municipais na promoção de uma política urbana inclusiva. Essa foi a proposta da arquiteta e urbanista Roberta Menezes Rodrigues, autora da tese de doutorado Governos Municipais e Política Urbana no Brasil (Belém) e na Argentina (Rosário) – limites da contingência, ou horizontes da possibilidade. O estudo foi apresentado no Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam) da USP, em setembro, sob orientação da professora Maria Lúcia Refinetti Rodrigues Martins, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU).

A pesquisa tomou como referências empíricas para a análise as ações desenvolvidas pelos governos municipais nas cidades de Belém (Pará, Brasil) e Rosário (Província de Santa Fé, Argentina), no período de 1997 a 2004 e 1995 a 2007, respectivamente. As experiências dos municípios aparecem no estudo a partir da análise das ações de governos que compartilharam projetos municipais aproximáveis, com pontos em comum, sem desconsiderar o contexto social, político e econômico de suas regiões e países.

Segundo Roberta, as experiências reúnem “práticas da gestão municipal baseadas na transformação social por meio da implementação de políticas públicas socializantes, com ênfase na descentralização administrativa, no planejamento participativo e na política urbana”. Ao analisar, por um lado, as funções correspondentes aos governos na esfera local, e por outro, as limitações e contingências a que estão submetidos em cada país estudado, o trabalho buscou discutir em que medida governos municipais no contexto da América Latina tem se mostrado capaz de introduzir novos parâmetros na gestão pública municipal.

Perspectiva mais ampla

Roberta ressalta que a política urbana foi analisada sob uma perspectiva mais ampla que a de um conjunto de políticas setoriais de controle urbano e intervenção física, mas buscou considerar também sua relação com os projetos políticos ideológicos em questão. “As propostas e ações dos governos foram consideradas do ponto de vista de suas motivações, objetivos e estratégias utilizadas”, revela. “Nesses termos, destacam-se, entre os aspectos analisados, o processo de descentralização de serviços e equipamentos públicos em Rosário por intermédio dos Centros Municipais de Distritos articulados ao processo de Orçamento Participativo da cidade, e a estratégia de qualificação urbana em Belém definida a partir do processo de Congresso da Cidade.”

A pesquisa de campo nas cidades de Belém e Rosário foi realizada entre 2006 e 2007, para levantamento bibliográfico, de dados estatísticos, entrevistas e visitas a projetos de intervenção urbana. Foram entrevistados secretários e ex-secretários municipais responsáveis pelo desenvolvimento de Políticas Urbanas, técnicos das municipalidades, professores, moradores de áreas afetadas por projetos de intervenção urbana e representantes das Câmaras Municipais. “Ou seja, foram diálogos que contribuíram para uma análise do Estado no nível municipal e das ações postas em prática”.

Roberta é pesquisadora do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos (LabHab) da FAU, que desde 2001, tem contato com a Universidade de Rosário e também com a área de habitação do Governo Municipal dessa cidade. O LabHab, coordenado pela professora Maria Lúcia Refinetti Martins é um núcleo de pesquisa criado em 1998, com objetivo de interligar atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária em um mesmo espaço, dando prioridade à formulação de alternativas para as demandas habitacionais, urbanas e ambientais que visem a inclusão social. Vem sistematicamente, ampliando e valorizando o diálogo com América Latina e África do Sul.

Mais informações (11) 3091-4548, email labhab@usp.br e site www.fau.usp.br/labhab

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negócios
Fipecafi realiza curso sobre simulação empresarial
A Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), entidade ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, está com inscrições abertas para o curso de curta duração Jogos de Empresas de Serviços e Simulação Empresarial, que acontece no sábado (13), das 9 às 18 horas.

O objetivo é demonstrar a importância do processo de planejamento e controle na administração de uma organização, assim como vivenciar situações de decisões gerenciais relativas à operacionalização das diversas áreas de uma empresa.

O curso é ministrado por Diro Nishida, professor da FEA., e preço é de R$640,00. Inscrições devem ser feitas no site da Fipecafi. A Fipecafi fica na Rua Maestro Cardim, 1.170, São Paulo.

Mais informações: (11) 2184-2045 / 2046 ou site www.fipecafi.org

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ribeirão preto
FMRP recebe inscrições para curso sobre fisioterapia e geronotologia
Estão abertas as inscrições para o primeiro Simpósio de Fisioterapia em Gerontologia, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, que acontecerá de 15 a 17 de maio de 2009, no Espaço Cultural Capela do Campus.

O evento é organizado pelo Centro Estudantil do curso de Fisioterapia da USP Ribeirão (CEFisio), com apoio da professora Daniela Carvalho de Abreu, da FMRP. As inscrições variam de R$60,00 a R$130,00 e têm desconto até o dia 12 de dezembro. O Espaço Cultural fica na Rua Florêncio de Abreu, 217, Ribeirão Preto.

Mais informações: http://www.fmrp.usp.br/sgeronto/

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perspectivas
Debate fala sobre educação democrática na Estação Ciência
Nesta quinta-feira (4), às 19 horas, a Estação Ciência da USP promove, no auditório Ernst W. Hamburger, a mesa-redonda Educação Democrática: Desafios, Perspectivas e Experiências em Desenvolvimento.

Integrarão o debate a Ana Elisa Siqueira, professora da Escola Municipal Amorim Lima; Lilian Kelian, do projeto Cidade Escola Aprendiz; Georgya Corrêa, do projeto Teia Multicultural; e Helena Singer. da Associação Politeia. O objetivo do debate é discutir: "Afinal, o que é educação democrática?".

As inscrições podem ser feitas pelo email eventos@eciencia.usp.br.

Mais informações: (11) 3675-8828

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Dezembro 03, 2008

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Enfermagem
EERP torna-se sede de rede global da Organização Mundial da Saúde
 
A Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP tornou-se oficialmente, no último dia 27, sede da Rede Global de Centros Colaboradores para o Desenvolvimento da Enfermagem e Obstetrícia, vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS). Composta por 43 instituições de todo o mundo e tendo a EERP como única representante brasileira, a rede tem o objetivo de estender a saúde para todos através da excelência em enfermagem e obstetrícia.

Os centros colaboradores da OMS são instituições designadas pelo diretor-geral da organização para apoiarem os programas da instituição. Isso é feito de diversas formas: por meio da disseminação de informações para a população; da padronização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos; do desenvolvimento e aplicação de tecnologia; e do treinamento de profissionais, entre outras. Eles estão organizados em redes temáticas que coordenam suas atividades. Exemplos dessas redes são o Programa de Monitoramento e Quantificação da Contaminação Alimentar e a Rede Global de Centros Colaboradores em Saúde Ocupacional.

Rede Global de Centros Colaboradores para o Desenvolvimento da Enfermagem e Obstetrícia
Rede Global de Centros Colaboradores
A EERP passou a integrar a rede em 1988, sendo a 11ª instituição a compô-la. A liderança é delegada a um dos membros, por um período de quatro anos, através de uma eleição na qual votam todos os centros colaboradores. É a primeira vez que uma instituição latino-americana ocupa esse posto. O evento que empossou a professora Isabel Amélia Costa Mendes como secretária-geral da rede reuniu autoridades da OMS, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Enfermagem.


Na rede, cada instituição têm uma missão específica. A da EERP é formar recursos humanos para a pesquisa em enfermagem. “Temos que investir muito na iniciação científica e na formação de mestres e doutores, para que os enfermeiros tenham cada vez mais atuação no campo da pesquisa”, diz Isabel. Há também alguns objetivos que são comuns a todos os centros, como dar prioridade à atenção básica em saúde. “Assim, quando formamos pesquisadores, temos que dar ênfase à formação de profissionais que estudem esta área”, completa a professora.

Professora Isabel Amélia Costa Mendes
Professora Isabel Amélia Costa Mendes
As atividades dos centros vão além daquelas relacionadas a seus objetivos específicos. “A rede foi criada exatamente para fortalecer o trabalho conjunto entre eles”, explica Isabel. A EERP, por exemplo, possui um curso de especialização de recursos humanos em saúde na área de álcool e drogas desenvolvido em conjunto com outros dois centros colaboradores, as universidades de Michigan, nos Estados Unidos, e de Alberta, no Canadá. Pela rede também foi firmado um acordo de intercâmbio acadêmico com o Instituto Superior de Enfermagem da Universidade Agostinho Neto, de Angola, que já formou cerca de 20 enfermeiros.


A OMS
Quando diplomatas do mundo inteiro reuniram-se em São Francisco, nos Estados Unidos, para criar a Organização das Nações Unidas (ONU), em 1945, uma das propostas discutidas foi a criação de uma organização global para a promoção da saúde. A constituição da OMS foi aprovada por 55 estados cerca de três anos depois, em 7 de abril de 1948, data que tornou-se, desde então, o Dia Mundial da Saúde.

Organização Mundial de Saúde (OMS)
Organização Mundial de Saúde (OMS)
A OMS desenvolve atividades em conjunto com diversos governos e instituições e é responsável pela Classificação Internacional de Doenças (CID), utilizada como padrão internacional para propósitos clínicos e epidemiológicos. A partir de 1967 iniciou uma campanha para a erradicação da varíola no mundo que culminou na extinção da doença, no final da década de 1970.

O objetivo da organização, descrito em sua constituição, é permitir que todas as pessoas usufruam do mais alto nível de saúde possível. Suas políticas são definidas pela Assembléia Mundial de Saúde, que reúne os 193 Estados-membros anualmente, em maio, sempre em Genebra.

O primeiro centro colaborador, instituído já em 1948, foi o Departamento de Padronização Biológica do Statens Serum Institute, de Copenhague, na Dinamarca.  Hoje há cerca de 900, distribuídos por aproximadamente 100 países.


Fotos: Assessoria de Imprensa da Prefeitura do Campus de Ribeirão

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estação ciência
Duas atividades fecham temporada das oficinas de química
As Oficinas Temáticas de Química, da Estação Ciência da USP, têm suas duas últimas atividades em 2008 nos próximos sábados, dias 6 e 13. As atividades são a "Pilha de Daniel", discussão de funcionamento, descarte de pilhas e baterias em geral, e "Solubilidade de Gases em Água", discussão sobre a dissolução dos gases e a importância na vida aquática.

As oficinas são promovidas pelo Instituto de Química (IQ) da USP, e têm o objetivo de discutir, por meio de demonstrações experimentais, os conceitos científicos envolvidos e também questões sociais, ambientais e tecnológicas presentes no nosso cotidiano, e acontecerão das 14 às 16 horas. Não é necessária inscrição prévia. A Estação fica na Rua Guaicurus, 1394, Lapa, São Paulo.

Mais informações: (11) 3673-7022, site www.eciencia.usp.br, email info@eciencia.usp.br

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piracicaba
Esalq recebe prêmio por estudo sobre o Bolsa Família
Em cerimônia realizada em Brasília, em 25 de novembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, entregaram os Prêmios de Gestão e de Estudos sobre o Bolsa Família. Entre os 37 artigos de autores brasileiros e estrangeiros inscritos, um estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, conquistou a segunda classificação do prêmio nacional.

Ana Lúcia Kassouf, professora do departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES) e pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq, em parceria com o professor Paul Glewwe, da Universidade de Minnesota, analisaram oito anos do censo escolar brasileiro, de 1998 a 2005, com o objetivo de mensurar o impacto do Programa Bolsa Família no rendimento escolar de estudantes no País. A comparação foi feita entre escolas públicas de ensino fundamental com alunos recebendo o apoio do Bolsa Família e escolas sem alunos recebendo o benefício, em diferentes períodos.

Conforme estudo dos pesquisadores, o Programa aumentou as matrículas de 1ª a 4ª série em 17%, e de 5ª a 8ª série em 20%. As taxas de abandono diminuíram em 2% nas escolas de 1ª a 4ª série, e em 1,2% nas de 5ª a 8ª série. O Bolsa Família teria também aumentado as taxas de aprovação em cerca de 3% de 1ª a 4ª série, e em 1% de 5ª a 8ª série.

Os pesquisadores premiados participarão de uma missão de estudos internacional com o propósito de conhecer uma das seguintes experiências de programas de transferência condicionada de renda. São eles o Programa Oportunidades, executado pelo governo do México; Programa Chile Solidário, executado pelo governo do Chile; ou Programa Famílias em Ação, executado pelo governo da Colômbia. Ana Lúcia Kassouf optou pelo Programa Chile Solidário e terá sua viagem custeada pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

O trabalho na íntegra está disponível no site do Cepea.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Esalq

Mais informações: (19) 3429-8837 / 8836, site www.cepea.esalq.usp.br

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comunicação
FFLCH pesquisa opiniões sobre suas mídias institucionais
O Serviço de Comunicação Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP está realizando uma pesquisa de opinião sobre todas as suas mídias com o intuito de aprimorá-las de acordo com as necessidades apontadas pelo público.

A consulta pretende identificar com maior precisão os anseios dos leitores. São cinco perguntas, respondidas online rapidamente. O questionário deve ficar disponível por dois meses, ou até haver um número de respostas satisfatórias.

Com informações do Serviço de Comunicação da FFLCH

Mais informações: (11) 3091-4612 / 4938, email comunicacaofflch@usp.br, site http://fflch.questionform.com/public/Midias-da-FFLCH

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engenharia
Poli recebe inscrições para especialização em segurança do trabalho
Estão abertas as inscrições para as turmas de 2009 do curso de especialização em Engenharia de Segurança no Trabalho, que o Programa de Educação Continua (PECE) da Escola Politécnica (Poli) da USP oferece em duas modalidades: presencial e à distância. O curso é destinado a engenheiros, arquitetos, agrônomos e geólogos, únicos profissionais que podem obter o título de especialista em engenharia de segurança no trabalho, de acordo com a legislação federal.

Tanto na modalidade presencial como à distância, o curso tem duração de dois anos. A carga horária é de 617 horas/aula, sendo 60 em atividades práticas de laboratório. As aulas do curso presencial são ministradas na Escola Politécnica, em São Paulo, às terças, quartas e quintas-feiras, das 19h30 às 22h30. Para ingressar em qualquer um deles, o aluno passa por um processo seletivo, que inclui análise de currículo e eventual entrevista. As inscrições vão até 30 de janeiro e as aulas começam no dia 2 de março de 2009.

Com informações da Assessoria de Imprensa e Comunicação da Poli

Mais informações: (11) 2106-2400, site www.pece.org.br

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palestras
Maria Antonia promove seminário sobre museus e formação
O Centro Universitário Maria Antonia (Maria Antonia) da USP apresenta o seminário internacional Os museus e a neutralização da cultura: valores na formação em arte e design, com curadoria de Denise Milan, coordenação de Rosa Iavelberg, diretora do Maria Antonia, e participações de Ary Perez e Carol Becker, arte-historiadora do Instituto de Arte de Chicago. As palestras acontecem nos dias 9, 10 e 11, pela manhã e à tarde.

Os temas abordados no seminário apontam para a necessidade de avaliação das novas teorias e debates referentes ao ensino de arte, levando em consideração as diversas vertentes da produção artística contemporânea e sua inter-relação com a realidade no ambiente escolar. A programação completa pode ser encontrada no site do Maria Antonia.

O setor Educativo do Maria Antonia desenvolve ações destinadas a educadores e professores, em parceria com a rede pública de ensino e organizações não-governamentais. Nos cursos, seminários e projetos realizados, procura-se divulgar pesquisas feitas não só nas diversas unidades da USP, mas também em outras instituições brasileiras e de outros países.
A entrada é gratuita e o seminário é aberto. É necessário realizar inscrição para todos os eventos. Os interessados podem se inscrever pelo telefone: (11) 3255-7182, ramal 46, ou e-mail educama@usp.br. As atividades acontecem na sede do Maria Antonia (Rua Maria Antonia, 294 Vila Buarque, São Paulo), 3° andar, salão nobre e sala 100.

Mais informações: www.usp.br/mariantonia

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futebol
Pênalti não é loteria, e sim treinamento, diz estudo
Um dos momentos mais tensos do futebol é, com certeza, a cobrança de pênaltis, principalmente as que decidem títulos. Para muitos, errar um pênalti é imperdoável. Mas o que leva um atleta a errar uma penalidade? Cansaço? Nervosismo? Um estudo sobre os efeitos da fadiga e do estresse nas cobranças das penalidades máximas do futebol, os pênaltis, realizados no Laboratório de Fisiologia do Comportamento, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, apontam que a falta de treino seria um dos motivos para os erros. O Laboratório, que é ligado ao NEC - Programa de Neurociâncias e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP, é coordenado pelo professor Ronald Ranvaud e a pesquisa na área de “Técnicas Psicofísicas aplicadas ao Esporte” tem o apoio da doutoranda Martina Navarro.

A pesquisa consistiu numa simulação feita em computadores em que os “batedores” eram os estudantes de graduação da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, dos cursos de Educação Física e Esporte. Na simulação, três círculos representavam o goleiro, a bola e o batedor alinhados como na vida real. O círculo que representava o batedor ia em direção à bola e, no instante em que um se sobrepusesse ao outro, cabia ao atacante a tarefa de escolher o lado em que a bola iria (direito ou esquerdo, não era permitido chutar no meio do gol).

O goleiro se movimentava aleatoriamente para a direita ou para a esquerda e o instante em que ele “saltava” variava entre 51 milisegundos (ms) a 459ms antes que batedor e bola se sobrepunham. Eram ao todo nove tempos diferentes crescendo em progressão aritmética, ou seja, 51ms, 102ms,153ms, até os 459ms. A décima possibilidade diferente era o goleiro não se mexer, esse modo foi inserido para que o batedor não atrasasse a cobrança esperando o goleiro.

Os testes feitos inicialmente, com os estudantes descansados e isolados, mostraram que com 459ms de diferença entre o salto do goleiro e o momento do chute, o índice de acerto chegava ao patamar dos 100%.

Foi então realizada uma competição entre os alunos dos dois cursos, com a presença de torcida. "Nessas condições o desempenho dos voluntários na situação em que em laboratório era 100%, saturou em 80%, ou seja, em 20% das vezes, mesmo o tempo sendo suficiente para a cobrança (459ms), ele errava do mesmo jeito”, descreve Martina. O índice nas simulações se aproxima muito do real uma vez que cerca de ¼ dos pênaltis são perdidos.

No teste da fadiga, em que anilhas eram colocadas nas alavancas para dificultar o movimento, simulando o cansaço, o índice de erro foi praticamente o mesmo.

Treino X Loteria
Após uma série de treinos, com os estudantes já com bastante prática na simulação, mesmo em condições adversas de estresse ou cansaço o índice voltou a se aproximar dos 100%, o que, para o professor Ranvaud, mostra que o treino é necessário para a diminuição dos erros. “As pessoas têm esse preconceito que pênalti é loteria”, divergindo de boa parte dos comentaristas e atletas que consideram o êxito na cobrança uma questão de sorte.

Ele ainda diz que quanto mais o atleta acredita que pênalti é loteria e não treina, maiores são as chances dele errar: Ranvaud acredita que a pressão aumenta sobre o jogador pois, em tese, ele é responsável por algo que não tem controle total e acrescenta: “quanto menos você treina, mais de fato é uma loteria. Quanto mais você se convence que é uma loteria, mais você está estressado porque não depende de você o êxito.”

Ainda é possível diminuir também os efeitos da fadiga na cobrança de penalidades, diz Ranvaud. Ele defende os treinos de cobranças com os atletas já cansados: “Pois ainda é possível, mesmo fadigado encontrar uma estratégia para acertar o gol”.

Mas e o mérito do goleiro? Para o pesquisador a situação ideal seria que o atleta treinando nessas condições adversas, conseguisse “colocar a bola naquele cantinho em que o goleiro não tem como chegar”.

Fadiga X Estresse
Para o pesquisador a torcida consegue compreender muito melhor um erro causado pela fadiga do que pelo estresse. Seria uma questão muito mais mecânica, uma situação pela qual todas as pessoas já passaram e sentiram de alguma forma seus efeitos. Por outro lado, o atleta estar estressado, desequilibrado psicologicamente “é muito mais difícil de perdoar”. “Olha quanto que o cara ganha!”, brinca o professor.

Sobre pressão e responsabilidade Ranvaud conta de seu encontro com Marcelo Lippi, treinador da Itália campeã do mundo em 2006, nos pênaltis. O professor descobriu que Lippi não havia feito nada de diferente para a Itália vencer o trauma de ter perdido mais de uma decisão em disputa de penalidades, a mais famosa na Copa de 1994. Para o técnico italiano “é impossível treinar pênalti.”

Ele faz a mesma pergunta que fez para o técnico diante da resposta: “o que é mais difícil acertar o gol ou pousar um caça num porta aviões com o mar agitado?”. Ele mesmo responde: “Pousar o caça é muito mais complicado, porém, o piloto que vai pousar o caça treina, e treina muito.”

Mais informações: (11) 3091-7236, no Laboratório de Fisiologia do Comportamento, ou email martina@icb.usp.br, com a pesquisadora Martina Navarro

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falecimento
Morre Carlos Teobaldo Gutierrez Vidalon, professor do ICMC Morreu na manhã desta quarta-feira (3) o professor Carlos Teobaldo Gutierrez Vidalon, do Departamento de Matemática do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. Ele sofria de câncer.

Gutierrez defendeu mestrado e doutorado no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) do Rio de Janeiro e realizou estágios de pós-doutorado no Instituto Tecnológico da Califórnia e na Universidade da Califórnia. Suas pesquisas se desenvolveram na área de Sistemas Dinâmicos, tendo publicado mais de sessenta artigos científicos em periódicos de grande prestígio internacional.

Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências e pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Gutierrez foi condecorado em 2002 pelo Presidente da República com a Ordem Nacional do Mérito Científico.

O professor era separado e tinha uma filha. O corpo está sendo velado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em São Carlos, e deverá ser cremado em São Paulo.

Mais informações: (16) 3373-9711

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Dezembro 04, 2008

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virtual
Evento em Ribeirão Preto reúne blogueiros científicos
A primeira edição do Encontro de Weblogs Científicos em Língua Portuguesa (EWCLiPo) reunirá pesquisadores, jornalistas, estudantes e blogueiros para debater e fortalecer os blogs sobre ciência. O estímulo foi o notável crescimento do número de blogs científicos nos últimos anos.

O encontro será realizado no anfiteatro André Jacquemin da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP (Av. Bandeirantes, 3900, Ribeirão Preto). Ildeu Moreira de Castro, diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia (Depidi) do Ministério da Ciência e Tecnologia, será um dos doze palestrantes.

O evento, gratuito, acontece na quinta (11) e na sexta-feira (12). As inscrições podem ser feitas pelo site http://dfm.ffclrp.usp.br/ldc.

Mais informações: http://dfm.ffclrp.usp.br/ldc

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15874-e

atuária
Em seminário, Fipecafi discute investimentos em tempos de crise
A Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), entidade ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, promove na quarta-feira (10) o seminário Investimentos e Atuária, que abordará processos estratégicos de investimentos de longo prazo e gestão dos planos de previdência em tempos de crise.

O objetivo é apresentar alternativas para minimizar impactos negativos da crise financeira nos investimentos dos planos de aposentadoria e nos seus participantes, que cada vez mais assumem os riscos dos planos. Também serão sugeridas mudanças para políticas de investimentos e desenhos de planos para 2009.

O evento acontece das 8h30 às 12h30, no auditório da Fundação. As inscrições custam R$250,00 e devem ser feitas pelo email eventos@fipecafi.org. A Fipecafi fica na Rua Alvarenga, 2.147, Butantã, São Paulo.

Mais informações: (11) 2184-2020, site www.fipecafi.org

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15864-a

direito
FD pesquisa e estimula a arbitragem como forma alternativa de justiça
Arbitragem é uma maneira alternativa de se fazer justiça. E é tema de um curso de extensão ensinado na graduação da Faculdade de Direito (FD) da USP. Na avaliação do professor Carlos Salles, responsável pela disciplina, é essencial que os alunos da unidade conheçam diferentes caminhos para a obtenção da justiça, e não somente os métodos tradicionais, com seus tribunais, recursos aparentemente inesgotáveis e tempo, muito tempo, de espera.

É importante definir esses procedimentos alternativos aos quais Salles se refere. Tratam-se de sistemas baseados no acordo entre as partes litigantes. Podem ser aplicados somente em casos específicos, e todos com a cobertura da lei – ou seja, ainda que alternativos, esses métodos seguem todos os preceitos da legalidade.

O momento do ensino de arbitragem e de métodos alternativos em geral na FD é dos mais propícios, na avaliação de Carlos Salles. Há a já citada disciplina de Extensão em Arbitragem, voltada para alunos do segundo ano, e também outra denominada Mecanismos Alternativos de Solução de Controvérsias. Existe ainda uma terceira disciplina, Instituições Judiciárias II, optativa voltada aos alunos de quarto ano, e que fala sobre a arbitragem.

Buscando o acordo
A arbitragem só pode ser aplicada em disputas relacionadas ao direito patrimonial e disponível. Por exemplo, questões envolvendo serviços. Uma parte presta serviços para a outra e, em determinado momento, alguma delas se mostra insatisfeita com o desenrolar dos acontecimentos. Ao invés de acionar a justiça convencional, a parte lesada recorre a uma corte de arbitragem. Os árbitros avaliam o caso e tomam uma decisão, que tem o mesmo valor de uma tomada pelas vias convencionais.

Legislação
A lei que regula a arbitragem no Brasil é a 9.307, publicada em 1996. Entre outras coisas, o texto diz que "poderão as partes escolher, livremente, as regras de direito que serão aplicadas na arbitragem, desde que não haja violação aos bons costumes e à ordem pública" e que "poderão, também, as partes convencionar que a arbitragem se realize com base nos princípios gerais de direito, nos usos e costumes e nas regras internacionais de comércio".

Acesse o texto completo da lei 9.307 no site da Presidência da República.
As câmaras de arbitragem são instituições privadas. Como, então, garantir que elas tenham a idoneidade necessária para julgar as disputas? A solução está na própria escolha dos árbitros que avaliarão a contenda. São as partes, de maneira equalitária, que definem quem serão os árbitros que ‘baterão o martelo’ sobre o assunto. “É comum que cada parte indique um árbitro e esses dois árbitros, em consenso, escolham um terceiro nome para o procedimento”, explica o professor Carlos Salles.

Na composição dos árbitros está uma das vantagens do processo de arbitragem, aponta Salles. Não é necessário que os árbitros tenham formação jurídica. O que é de muita valia em casos que demandam conhecimento técnico: “se há uma discussão sobre a qualidade de um serviço de engenharia, por exemplo, as partes podem indicar engenheiros como árbitros, e eles darão uma visão técnica sobre o ocorrido”. Na justiça tradicional, os casos são avaliados por juízes que, na maioria dos casos, têm formação mais generalista, não sendo tão conhecedores de determinados temas.

Outra vantagem que Salles destaca é a velocidade do processo. Esta, talvez, seja a mais celebrada pelos adeptos da arbitragem: enquanto na justiça tradicional a definição sobre um assunto pode demorar mais de 10 anos para ser obtida, na arbitragem é raro que haja espera maior de um ano. E a sentença fruto de um processo de arbitragem é definitiva e soberana.

Conciliação em foco
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove entre os dias 1º e 5 a Semana Nacional de Conciliação. A meta da entidade é estimular o consenso entre as partes litigantes, e a obtenção de acordos que sejam agradáveis a todos os envolvidos. Em 2006 e 2007, o número de acordos alcançados pela semana superou os 142 mil. Veja mais informações no site do CNJ.
Para Salles, é importante ressaltar também o fato da arbitragem facilitar a manutenção da relação entre as duas partes em disputa. “Se um fornecedor e um comprador têm um problema entre si, isso não indica necessariamente que eles queiram romper totalmente sua relação. Talvez precisem apenas de um ajuste, de resolver aquela questão pontual, para depois retomarem seus negócios. Um processo judicial tradicional é desgastante e pode acabar levando a um afastamento definitivo. A arbitragem, por ser baseada no consenso, estimula as duas partes a negociar e pode colaborar para que o vínculo não seja rompido”, afirma o professor.

São dois os caminhos para que a arbitragem seja adotada em uma disputa. O primeiro é por via contratual: assim que as duas partes definem um contrato de prestação de serviço, estabelecem que problemas serão resolvidos por meio de um processo de arbitragem. A outra alternativa é optar pelo método após a constatação do problema – e aí é preciso que as duas partes concordem em não usar as rotinas tradicionais da justiça.

Perspectivas

Apesar de existir um significativo avanço, a arbitragem ainda não é solidamente praticada no Brasil. Salles vê uma tendência de melhora: o método é largamente aplicado nos EUA e tem avançado em todo o mundo.

Justamente por esse avanço, o professor indica o conhecimento de arbitragem como um bom caminho de aprimoramento profissional para os estudantes de direito – mesmo que, como falado, não seja necessário o conhecimento jurídico para alguém que queira atuar como árbitro. “Como cada vez mais é comum a presença, nos contratos, de cláusulas que determinem o uso de arbitragem, é importante que os advogados tenham conhecimento dessa matéria”, finaliza Salles.

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15876-fsp-a

estudos
FSP anuncia a programação de seus cursos de verão
A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP oferece anualmente uma programação especial de cursos de extensão universitária na forma de Programa de Verão, sob responsabilidade da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da unidade.

Em 2009 o programa será realizado entre 26 de janeiro e 20 de fevereiro. Nesse período, serão oferecidos 28 cursos que refletem a diversificada atuação dos departamentos da Faculdade. A medicina tradicional chinesa como prática integrativa e complementar no SUS; Análise de Regressão Múltipla; Análise de sobrevida são alguns dos cursos. A lista completa está no site da FSP, onde também poderão ser feitas as insrições, que estarão abertas até 16 de janeiro.

Mais informações: (11) 3061-7737, site www.fsp.usp.br/boletim.php?articleId=10122439200849

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/158

agronegócio
Preço do leite tem queda, constata levantamento do Cepea
Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)bda Ecola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP mostra que os preços do leite recebidos pelos produtores acumulam queda de 22,2% nos últimos seis meses. Desde junho, a média ponderada nacional (RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA) vem caindo sucessivamente, chegando a novembro (valores recebidos pela produção entregue em outubro) a R$0,5883/litro, redução de pouco mais de 2 centavos sobre a média do mês anterior. Nos mesmos seis meses do ano passado, registrava-se alta de 16,9%, com a média de novembro/07 a R$ 0,697/litro.

A seqüência de baixas somada à relação de troca de leite por grãos desfavorável nos últimos meses limitaram o incentivo para que a produção fosse retomada, o que tradicionalmente ocorre no segundo semestre. De acordo com o Índice de Captação de Leite (ICAP-L) de maio para outubro, o volume recebido pelos laticínios/cooperativas aumentou apenas 5,3%, contra 36,2% no mesmo período de 2007. De setembro para outubro, a ampliação foi de 1,36%.

Apesar de bastante modesto, pelo menos por enquanto, o crescimento da oferta não pode ser interpretado como sinalização de que o consumidor virá a pagar mais por derivados em médio prazo. Pesquisadores do Cepea avaliam que, para os agentes do setor, produtor e indústria, pode, na verdade, ser um alívio, tendo em vista que estariam com preços relativamente baixos devido justamente aos estoques.

Para ver o relatório completo, acesse o site do Cepea.

Mais informações: (19) 3429-8837/8836, com o pesquisador Gustavo Beduschi e o professor Sergio De Zen, site www.cepea.esalq.usp.br/leite, email cepea@esalq.usp.br

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evento
Congresso celebra 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos
Estão abertas as inscrições para o Congresso Nacional de Celebração dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: Sonhos e Realidades, organizado pela Comissão de Direitos Humanos da USP. O Congresso tem início na segunda (8) e vai até quarta-feira (10) no salão nobre da Faculdade de Direito (FD) da USP. A abertura terá a presença do ministro Paulo de Tarso Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal. Entre os palestantes, estão o embaixador Rubens Ricupero; o professor da USP Celso Lafer; o desembargador José Renato Nalini; o ex-reitor da USP Miguel Reale Júnior; e o professor da USP Sergio Adorno.

O encerramento do congresso terá a realização da cerimônia de entrega do nono Prêmio USP de Direitos Humanos. Os laureados são: na categoria individual, o jurista Antonio Augusto Cançado Trindade e, na categoria institucional, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Também haverá menções honrosas a Willian Saad Hossne e à Obra Social Nossa Senhora da Glória - Fazenda da Esperança, fundada e dirigida pelo frei Hans Stapel, com sede em Guaratinguetá (SP), e que recebeu a visita do papa Bento XVI em sua viagem ao Brasil.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento. A FD fica no Largo São Francisco, 95, Centro, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-2209, site www.direitoshumanos.usp.br ou email direitoshumanos@usp.br

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Letras
FFLCH abre inscrições para encontro de pós-graduandos em lingüística
Estão abertas as inscrições para décima primeira edição do Encontro dos Alunos de Pós-Graduação em Lingüística (Enapol) de Lexicologia, Lexicografia, Terminologia, Toponímia e Tradução, que será realizado nos dias 16 e 17, das 8h30 às 18 horas, na sala 266 do prédio de Letras da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

Nesta edição, o encontro tem o tema: "Tratamentos do Léxico: diversidade cultural, a multiconceptualização do 'mundo' ". O Enapol tem o objetivo de divulgar e discutir pesquisas realizadas pelos alunos dos grupos de pesquisa dos professores Francis Henrik Aubert, Maria Aparecida Barbosa e Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick.

O espaço é aberto para a apresentação de todos os pós-graduandos que desenvolvam dissertações ou teses nas áreas, mesmo sob orientação de docentes de outros programas. As inscrições podem ser realizadas mediante encaminhamento de proposta (resumo expandido de 500 a 600 palavras) pelo email do encontro: minienapol@yahoo.com.br.

A taxa de inscrição é de R$ 10,00 para apresentação de trabalho e de R$ 5,00 para os demais participantes. Todos terão direito ao certificado. A taxa pode ser paga até o dia 16 (primeiro dia do evento) no momento da retirada do caderno de resumo. O prédio de Letras fica na Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-4612 ou minienapol@yahoo.com.br

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Prevenção
Ribeirão Preto tem "Semana de Alerta contra o Uso Abusivo de Álcool e Doenças Crônicas" O Programa de Ações Integradas para Prevenção e Atenção ao Uso de Álcool e Drogas na Comunidade (PAI-PAD) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, promove entre segunda (8) e sexta-feira (12), a Semana de Alerta contra o Uso Abusivo de Álcool e Doenças Crônicas.

A cerimônia de abertura ocorre no Anfiteatro do Centro de Educação e Aperfeiçoamento Profissional em Saúde (CEAPS) do hospital, às 8 horas, seguida pela apresentação de uma palestra sobre o tema "Álcool e Problemas Neurológicos", com o médico neurologista José Geraldo Speciali, da FMRP.

A semana tem o objetivo de divulgar a informação de que o consumo excessivo de álcool pode provocar o desenvolvimento ou agravar doenças crônicas como gastrite, cirrose hepática, hipertensão, diabetes, osteoporose, artrite entre outras doenças; alertar para o fato de que pode prejudicar o tratamento de doenças crônicas e orientar sobre os limites seguros para ingestão da bebida.

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos conjuntos habitacionais Avelino Palma e Dom Mielli, sediam as apresentações de palestras com o tema "Álcool, Diabetes e Hipertensão", respectivamente às 8h30 e 14h30 da quinta-feira (11), com os médicos Mateus A. Angelucci e Lincoln Yosetake. A cerimônia de encerramento está agendada para as 8 horas da sexta-feira (12), no Departamento Regional de Saúde (DRS-XIII) de Ribeirão Preto (Av. Independência, 4770).

Na programação de encerramento estão previstas as apresentações das palestras "Álcool e Transplante de Fígado" e "Álcool e Nutrição", com os médicos docentes da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, Ajith Kumar Sankarankutty e José Ernesto dos Santos, nas dependências do DRS. Também uma mesa-redonda sobre as ações desenvolvidas na Semana de Alerta pelos municípios do DRS XIII.

Cada município e unidade de saúde participante irá desenvolver atividades de acordo com suas necessidades específicas e possibilidades, realizando o alerta por meio de atividades como intervenções breves, feiras de saúde, palestras, apresentações artísticas, filmes, e inserção do tema em grupos de pacientes. O PAI-PAD fica na Av. Santa Luzia, 387, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3904-9474, www.fmrp.usp.br/paipad ou paipadt@fmrp.usp.br

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Ribeirão Preto
Exposição traz resultados do curso "Oficina de Fotografia" Durante o segundo semestre deste ano, os alunos da Oficina de Fotografia realizaram atividades práticas em estúdio e passeios pela região de Ribeirão Preto. O curso é coordenado por Carlos de Araújo Arantes, publicitário, professor de fotografia e funcionário da USP em Ribeirão Preto.

O resultado dos trabalhos já pode ser conferido em dois locais de visitação: na Seção de Atividades Culturais e no Centro de Visitantes, em frente ao Museu do Café.

A entrada é gratuita e aberta ao público em geral, com horário de visitação das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira, até o dia 13 de março. O Museu do Café fica na Av. Prof Zeferino Vaz, s/n, no Campus da USP em Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-3530

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Emprego
Ribeirão abre duas vagas de trabalho, na FDRP e na PCARP
A Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP está com inscrições abertas para o processo de seleção para uma vaga de Técnico de Manutenção/Obras. O contrato será pelo regime da C.L.T., com jornada de 40 horas semanais, e salário de R$ 1.582,98. São exigências para a função: ensino médio completo, conhecimentos básicos de inglês, informática, ter curso básico de 40 horas de segurança em eletricidade, conforme NR10, e curso complementar de segurança no sistema elétrico de potência (SEP) e em suas proximidades, com carga horária mínima de 40 horas.

Os interessados podem se inscrever até o dia 12, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas, na sede da Faculdade de Direito, no Campus da USP em Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 7.

Além da vaga na FDRP, a Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto (PCARP) da USP também está com inscrições abertas, mas só até sexta-feira (5), para o processo de seleção para uma vaga de Auxiliar de Documentação e Informação. O contrato será em regime de C.L.T., com jornada de 40 horas semanais, e salário de R$ 1.071,42. São exigências para o desempenho da função: ensino fundamental completo e conhecimento de informática.
As inscrições podem ser feitas das 9 às 14 horas no Centro de Recrutamento e Seleção da Divisão Administrativa, na Av. Bandeirantes, 3900, no Campus da USP em Ribeirão Preto. O edital completo está no endereço eletrônico www.pcarp.usp.br.

Mais informações: (16) 3602-3522 / 4849

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Tecnologia
Faculdade de Saúde Pública lança nova intranet

A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP lançou nesta quinta-feira (4) sua nova intranet, que disponibiliza ferramentas da tecnologia web 2.0 elaboradas com a intenção do propiciar cooperativismo, onde todos possam fazer sua parte.

O layout leve, prático e de fácil navegabilidade facilitará atividades para membros da comunidade FSP como fazer pedidos online de material; consultar os sistemas da FSP e da USP; conhecer os números da FSP; saber da agenda do diretor; obter informações sobre bancos, restaurantes, hotéis, copiadoras e outros serviços nas proximidades da daculdade; solicitar emails; cadastrar seus eventos ou saber que eventos ocorrem na faculdade no dia.

Também foi criada uma área exclusiva que permitirá a criação de blogs. Esta nova ferramenta é o resultado do trabalho de aproximadamente um ano dos funcionários Daniel Marucci, Leni Pires, Gilberto Otani, Danilo Rodrigues Ramos e Cesar Correia. A intranet só é acessível pelos microcomputadores da FSP, pelo endereço http://intranet.fsp.usp.br, ou simplesmente digitando-se "Intranet" no navegador dos computadores.

Com informações da assessoria da FSP

Mais informações: informatica@fsp.usp.br

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ffclrp
Violência institucional pode atingir criança em creche, aponta pesquisa
Uma pesquisa realizada na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP apontou que a forma como as creches abordam a criança, nos casos identificados de violência doméstica dirigida à infância, pode se constituir em violência institucional. O estudo também constatou a ocorrência de violência contra as crianças, em forma de castigos, gritos e ameaças, praticada pelas próprias creches.

De acordo com o estudo, os profissionais da educação infantil identificam casos de violência contra a criança e defendem discursos legais sobre a temática e práticas de enfrentamento da violência familiar pautadas no que seria “politicamente correto”, como a notificação dos casos aos órgãos de proteção. Porém, diante de casos concretos, esses profissionais não os encaminham ao Conselho Tutelar e buscam orientar as famílias.

“Notamos que a orientação da família onde ocorre a violência não se constituiu como uma ação eficaz para o enfrentamento da violência doméstica dirigida à criança. E o não-encaminhamento dos casos aos órgãos de proteção parece agir no sentido de vitimizar a criança, na medida em que suas experiências de violência permanecem silenciadas”, aponta a autora do estudo, a psicóloga Luciana Pereira de Lima. “Outros autores já afirmaram que a convocação e orientação da família e a não-notificação dos casos aos órgãos competentes é ainda uma prática perigosa, pois não permitem que esses órgãos cumpram seu papel e podem expor a vítima a riscos mais intensos na medida em que o agressor, ao ser alertado sobre a identificação da violência, pode passar a praticar violências menos visíveis e mecanismos de coerção cruéis para silenciar a vítima”, afirma.

A existência, nas creches estudadas, de concepções de educação que visam ao disciplinamento e à obediência chamou à atenção da pesquisadora. “A defesa e realização de práticas de cuidado e educação da infância que expressam abuso de poder do adulto em relação à criança podem ser encontradas na sociedade de uma forma geral. Porém, consideramos que a defesa de uma concepção de educação autoritária, por profissionais que têm justamente a função de educar a criança, é de extrema gravidade”, relata. A pesquisa também indicou que os profissionais das creches demonstraram desejo em manter com as crianças uma relação mais igualitária.

A associação entre a ocorrência da violência doméstica com as famílias de camadas populares, já identificado em outros estudos, também foi constatado na pesquisa de Luciana. A pesquisadora aponta que essa associação pode contribuir para dificultar a identificação da violência em famílias com melhores condições socioeconômicas. “Isso também pode colocar essas famílias, de camadas populares, no palco dos julgamentos e apontá-las, equivocadamente, como incapazes e inadequadas no que se refere ao cuidado e à educação das crianças. Vale enfatizar que o fenômeno da violência doméstica contra a criança atinge crianças de diferentes faixas etárias e de todas as classes sociais .”

ECA
Outro agravante encontrado em seu estudo, segundo Luciana, foi o fato de os profissionais entrevistados mencionarem desconhecimento ou pouco conhecimento do ECA. Apresentaram concepções negativas da legislação e, na maioria dos casos, relataram nunca terem participado de eventos que discutissem a temática da violência familiar dirigida à criança. “Nas instituições onde foi realizada a pesquisa, ora há a defesa e adoção de discursos e práticas que se direcionam para a proteção da criança e ora para a vitimização da infância. Nesse sentido há a necessidade do estabelecimento de uma melhor relação entre a creche-criança, nos casos de violência doméstica e nas atividades cotidianas das instituições, creche-família e creche-órgãos de proteção”, enfatiza Luciana.

Segundo a pesquisadora a realização contínua de cursos de formação para profissionais que lidam com a infância e que promovam a discussão da violência doméstica contra a criança e o maior conhecimento do ECA pode contribuir para o processo de construção de novos discursos sobre a temática e que levem a ações de proteção da criança no âmbito institucional. “Vale ressaltar que nesses cursos, a discussão dos diversos sentidos que envolvem a temática possa resultar tanto na melhoria das ações das creches, nos casos de violência doméstica, em relação à criança, à família e aos órgãos de proteção, como também nas ações de cuidado, educação e proteção da criança nas instituições”, finaliza.

As instituições alvo da pesquisa foram duas creches localizadas em Ribeirão Preto, uma filantrópica e uma pública. Uma que não havia notificado caso de violência doméstica contra a criança no Disque Denúncia ou Conselho Tutelar e outra que havia notificado. Os instrumentos para obtenção dos dados foram: observações e entrevistas. Foram entrevistados funcionários de serviços gerais, educadores e coordenadores, num total de dez profissionais.

Luciana defende seu mestrado sobre o tema A educação infantil diante da violência doméstica contra a criança: compreendendo sentidos e práticas nesta sexta-feira (5). O trabalho foi orientado pela professora Ana Paula Soares da Silva, da FFCLRP.

Fonte: Rosemeire Soares Talamone, do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto

Mais informações: (34) 3223-6919, email lupsicoufu@yahoo.com.br

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Dezembro 05, 2008

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esportes
Cepeusp traz atividades de verão para esportistas experts e iniciantes
 O Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp) abre as inscrições para a versão 2009 das atividades já tradicionais no verão da Universidade: Projeto Ácqua, Fitness Verão, Ginástica Recreativa e Canoagem. A intenção é fazer com que a Universidade se abra para a comunidade externa, com cursos que podem ser freqüentados por todos (comunidade USP ou não). Cada um dos cursos visa a aproximação das pessoas com as práticas esportivas, para viver o verão de forma saudável.

Durante as férias, o Cepeusp seguirá o seu expediente normal, das 6h45 até às 21h30. Todas as dependências estarão abertas, seguindo as mesmas regras do perído de aula. As atividades de acontecem em lugares separados e as inscrições, já abertas, podem ser feitas no Velódromo da USP (Av. Mello de Morais, 601, sala 8, Cidade Universitária, São Paulo).

As atividades ocorrerão em vários horários, dependendo da idade e da experiência de cada um na modalidade. As informações sobre horários e valores estão no site do Cepeusp. Todos os cursos exigem atestado médico, tanto para a comunidade USP quanto para os externos. Não existem cotas de vagas para pessoas ligadas à USP. Os cursos começam em janeiro, entre os dias 6 e 13, de acordo com a data de cada modalidade.

caiaque-pólo
Caiaque pólo
Esse ano, além do curso tradicional de canoagem, os interessados poderão contar com o curso de caiaque pólo, uma modalidade relativamente nova no Brasil. Foi criada há cerca de 30 anos na Inglaterra, quando os praticantes de canoagem começaram a treinar dentro de piscinas - no inverno ou quando os rios estavam secos. A utilização de pequenos jogos foi feita para aprimorar as técnicas dos praticantes. Com o tempo, as regras foram evoluindo até se chegar no jogo como é conhecido hoje. No Brasil, o caiaque pólo chegou em 1994, quando remadores brasileiros trouxeram as regras do Mundial de Remo de Sheffield.

caiaque-pólo
O caiaque pólo hoje é uma modalidade na qual dois times com cinco canoístas em cada time competem numa piscina de 30 x 20 metros. O objetivo é marcar gols na goleira do adversário. A aliança entre um esporte radical e um coletivo resultou num rápido crescimento de interesse na modalidade. Percebendo esse interesse, o Cepeusp traz o caiaque pólo mesmo para aqueles com pouca ou nenhuma experiência com canoagem. "É para aqueles que já estão se aperfeiçoando e para os que ainda não sabem", diz o professor Cristian Klause , responsável pelos cursos de canoagem e caiaque pólo. "É uma atividade bem dinâmica e gostosa realizada dentro da água", completa.


mergulho livre e autônomo

Projeto Ácqua
O projeto Ácqua reune todos os esportes aquáticos que o Cepeusp oferece nas férias: natação, mergulho livre e autônomo, deep running, pólo aquático, hidroginástica, saltos ornamentais, nado sincronizado e snorming. A mistura de práticas comuns (como a hidroginástica) com esportes pouco difundidos no país é uma forma de inclusão e de levar ao público novas perspectivas esportivas.

Os saltos ornamentais são um exemplo. E como não é necessário nenhum tipo de experiência, basta ter interesse e participar das aulas. O único pré-requisito para qualquer uma das modalidades do Ácqua é o exame dermatológico do próprio Cepeusp, que custaR$8.




Serviço
As atividades de férias do Cepeusp acontecem no mês de janeiro. Os custos variam de acordo com o curso.

As inscrições estão abertas na sala 8 do Velódromo: Av. Mello de Morais, 601, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 3091-3565 ou no site do Cepeusp.

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medicina
HCFMRP será centro de referência de programa de telessaúde
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP está se preparando para implantar um local de referência e colaboração para o desenvolvimento do Programa Nacional de Telessaúde. O programa, instituído pela portaria nº 35/07 do Ministério da Saúde, busca a melhoria da qualidade dos serviços de saúde, por meio da integração das equipes de Saúde da Família com os centros universitários de referência.

Por intermédio dos sistemas informatizados, eletrônicos e de telecomunicação, o Programa Nacional de Telessaúde objetiva a capacitação à distância, com a manutenção de apoio e orientação profissional para solução dos problemas identificados sem a necessidade de deslocamento físico. A proposta é a criação de uma comunidade virtual para compartilhamento de experiências em nível nacional.

No Estado de São Paulo, o Núcleo do Projeto Piloto está sediado na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), sob a responsabilidade executiva da Disciplina de Telemedicina, chefiada pelo professor Chao Lung Wen. Ele propôs a participação do Hospital das Clínicas (HC) no processo de capacitação virtual das equipes de Saúde da Família, na região de Ribeirão Preto, e também entregou aos cuidados do Hospital, os dois primeiros Notebooks da Saúde.

No Projeto Piloto Nacional de Telessaúde aplicado à Atenção Primária já foram instituídos Núcleos de Telessaúde em nove universidades do Brasil, que contemplarão o atendimento de 900 pontos de recepção informatizada instalados nas Unidades Básicas de Saúde em número de 100 para cada Estado. Estes pontos estão sendo equipados com Computadores da Saúde ou Notebooks da Saúde, que têm softwares desenvolvidos em prol da qualificação.

Será viabilizada uma rede computacional interna no HC, exclusiva para a realização de videoconferências e do Projeto de Telessaúde. Esta rede interligará o Centro Cirúrgico, Centro de Educação e Aperfeiçoamento em Saúde (Ceaps) e anfiteatros dos Departamentos Médicos. O desenvolvimento do Projeto de Telessaúde deve envolver inicialmente a FMRP e contar com a participação de especialistas da Oftalmologia, Dermatologia, Cardiologia, Neurologia e Saúde da Família.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HCFMRP

Mais informações: (16) 3602-2843, email imprensa@hcrp.fmrp.usp.br

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pré-vestibular
Cursinho da FEARP inicia período de inscrições
A partir de segunda-feira (8) e até o próximo dia 20 estarão abertas as inscrições para a primeira fase do processo seletivo para o Cursinho Social pré-vestibular, mantido pelo Centro Acadêmico da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP.

Os interessados podem se inscrever de segunda a quarta-feira, das 9 às 18 horas, e de quinta e sexta-feira, das 9 às 19 horas. A segunda fase acontecerá de 26 de janeiro a 6 de fevereiro de 2009. Em 8 de fevereiro haverá prova de conhecimentos gerais. A inscrição custa R$30,00 e pode ser feita no Centro Acadêmico, que tem sede na FEARP. A FEARP fica na Av. Bandeirantes 3900, Monte Alegre, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-3883 ou site www.cafcf.com.br

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auxílio
PCO recolhe donativos para Santa Catarina durante a semana
A Prefeitura do Campus da Capital (PCO) da USP está disponibilizando um caminhão para arrecadação de donativos para as vítimas da enchente em Santa Catarina.

Entre segunda (8) e sexta-feira (12), o caminhão estará estacionado no Centro de Visitantes da Cidade Universitária, em São Paulo, próximo à portaria 1, das 7 às 18 horas. O Centro de Visitantes fica na Praça Prof. Reinaldo Porchat, 110, Cidade Universitária.

Mais informações: (11) 3091-4600

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pré-vestibular
Cursinho da Medicina abre inscrições para turma de 2009
As inscrições para participar do processo seletivo para o cursinho pré-vestibular comunitário da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o MedEnsina, serão realizadas em dezembro, nos dias 13 e 14, das 9 às 16 horas, e, no mês de janeiro, nos dias 24 e 25, também das 9 às 16 horas. O cursinho é totalmente gratuito e ministrado pelos alunos da FMUSP, no período noturno. Serão oferecidas 190 vagas para 2009.

O processo seletivo terá prova de conhecimentos gerais, em data a ser divulgada no ato da inscrição, e posteriormente uma seleção sócio-econômica. O MedEnsina é destinado a vestibulandos que disputarão qualquer área do ensino superior, e não apenas Medicina. O material didático usado ao longo do curso é fornecido gratuitamente, sendo que as apostilas são cedidas pelo cursinho Objetivo.

Para ingressar no MedEnsina é necessário que o candidato tenha completado o ensino médio ou esteja cursando o último ano. O cursinho funciona das 18h45 às 23 horas, de segunda a sexta-feira, nos anfiteatros da FMUSP. Há ainda plantões de dúvidas e aulas de reforço. Aos sábados, são realizadas atividades extras, como simulados, resoluções de exercícios, filmes contendo comentários dos professores e aulas sobre obras literárias de leitura obrigatória.

Os interessados devem comparecer ao Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, à av. Doutor Arnaldo, 455, São Paulo, no subsolo da FMUSP, e apresentar o documento de identidade (RG). O valor da inscrição é R$20,00.

Mais informações: (11) 3711-8985, site www.medensina.com

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história
Estudo da FFLCH aponta privilégios históricos aos portugueses
A legislação brasileira sempre concedeu privilégios políticos e jurídicos aos imigrantes portugueses, em comparação a cidadãos de outras nacionalidades. Mas ao mesmo tempo em que tiveram vantagens diplomáticas, os portugueses também foram alvo de perseguições em terras brasileiras.

Os dados estão na pesquisa de doutorado Laços de Sangue – Privilégios e Intolerância à Imigração Portuguesa no Brasil (1822-1945), de autoria do jornalista e professor universitário José Sacchetta Ramos Mendes. O estudo foi escolhido como o melhor trabalho acadêmico do ano de 2007 pela Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) e Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tendo recebido, no último mês de novembro, o Prêmio Fernão Mendes Pinto.

Apesar de a análise do tema ter compreendido o período entre a Independência do Brasil e o fim do Estado Novo, Sacchetta destaca que, atualmente, as Leis brasileiras continuam tratando os portugueses de maneira diferenciada. “De acordo com a atual Constituição, os portugueses e outros lusófonos que comprovarem que possuem um ano de residência fixa no Brasil podem solicitar a naturalização. Já para os cidadãos de qualquer outra nacionalidade, este prazo é de 15 anos ininterruptos”, aponta. Segundo o pesquisador, os portugueses nunca foram vistos como estrangeiros, mas sim como compatriotas.

Sacchetta realizou um estudo de Leis brasileiras, desde 1822 até 1945, e analisou documentos do Itamaraty (correspondência diplomática). Por meio da Cátedra Jaime Cortesão, da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o pesquisador conseguiu um auxílio para estudar em Portugal, onde pesquisou o Arquivo Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros e o Arquivo da Torre do Tombo. Ele também atuou como Visiting Scholar, na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, onde pesquisou arquivos do Centro de Estudos Brasileiros daquela instituição.

A pesquisa foi apresentada em abril de 2007 na FFLCH, no Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER), sob a orientação da professora Maria Luiza Tucci Carneiro. De acordo com o pesquisador, estatísticas brasileiras e portuguesas apontam que, entre 1822 e 1950, cerca de 1 milhão e 900 mil portugueses imigraram para o Brasil.

Privilégios
O jornalista conta que na Assembléia Constituinte de 1823, os portugueses não foram considerados estrangeiros. “Qualquer pessoa nascida em Portugal, que morasse no Brasil, foi considerada brasileira caso concordasse com a Independência”, conta.

Já na Era Vargas (1930-1945), fase em que ocorreram diversas restrições à entrada de estrangeiros no Brasil, os portugueses continuaram sendo beneficiados. “Na Constituição de 1934, havia um artigo que limitava as cotas de entrada para estrangeiros no Brasil, de todas as nacionalidades. Em 1938, essa Lei foi suspensa apenas para portugueses”, relata. Entre 1939 e 1945, houve uma redução da imigração em todo o mundo devido a Segunda Guerra. “Durante o conflito mundial, Vargas enviou circulares para os serviços diplomáticos do exterior dizendo que os portugueses poderiam entrar no Brasil. O mesmo presidente que proibiu a entrada de judeus, incentivou a imigração portuguesa com o objetivo de "garantir o fortalecimento étnico da nação", comenta. “Isso mostra uma intenção política clara de negação da realidade brasileira: o País não deveria ser o que ele era de fato”, aponta.

O jornalista menciona ainda uma carta dirigida ao chanceler Oswaldo Aranha, escrita em 1943 por Frederico de Castelo Branco Clarc, presidente do Conselho de Imigração e Colonização: “A orientação era de que não deveria haver restrição numérica para a entrada de portugueses no Brasil, visando a formação étnica”, conta. Após o final da Era Vargas, na Constituição de 1946, foi colocado um artigo que também tratava os portugueses com privilégios. “Na época, o antropólogo Gilberto Freyre e um grupo de deputados defendiam que os portugueses não deveriam ser considerados estrangeiros”, comenta.

Perseguições
O pesquisador afirma que a lusofobia no Brasil ocorreu mesmo após a Independência, ficando muito forte até 1930. Ele conta que em 30 de maio de 1834, no episódio conhecido como “A Rusga”, foram mortos entre 200 e 400 portugueses em várias cidades na então província do Mato Grosso. Há documentos que mostram que, após 1822, ocorreram ataques a portugueses no Rio de Janeiro no início do século XX.

Sacchetta destaca que, tradicionalmente, na historiografia, os portugueses foram considerados “fura greve”. “Porém, as estatísticas apontam que entre 1900 e 1920 foram expulsos do Brasil mais portugueses do que italianos e que várias lideranças operárias tinham nacionalidade portuguesa”, esclarece. O pesquisador também comenta que entre os cerca de 130 mil prontuários do antigo Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (Deops) entre 7,5% e 8,5% são de portugueses. “As tradicionais piadas e chacotas envolvendo este povo cresceram durante a Primeira República, mas é muito provável que sejam anteriores a este período”, diz.

De acordo com a atual Constituição brasileira (Artigo 12, Parágrafo I), o privilégio antes direcionado apenas aos portugueses também foi estendido para os nascidos em países de Língua Portuguesa, como Angola e Moçambique. O jornalista lembra que a diferenciação que as leis brasileiras fazem em relação ao povo português não ocorre em outros países como Argentina / Espanha ou Inglaterra / Estados Unidos, por exemplo. “Apenas na Venezuela existe um estímulo à imigração de portugueses, italianos e espanhóis, mas nada comparado ao que ocorre no Brasil”, finaliza.

Mais informações: (71) 3264-4764 ou email josesacchetta@gmail.com, com o pesquisador José Sacchetta Ramos Mendes

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ambiente
FSP promove seminário sobre áreas contaminadas e saúde
A Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP promove o sétimo Seminário Estadual Áreas Contaminadas e Saúde: Avaliação de saúde no contexto do gerenciamento de passivos e no licenciamento ambiental, na quarta-feira (10), das 9 às 17 horas, no Auditório João Yunes. O seminário vai apresentar e discutir a pertinência e as formas de avaliar saúde em áreas de passivos ambientais e em regiões sujeitas a abrigar empreendimentos ambientalmente impactantes.

As áreas contaminadas com resíduos químicos apenas recentemente foram incluídas de forma mais enfática na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Este despertar coincide com a divulgação, a partir de 2002, de cadastro de áreas contaminadas por parte da agência ambiental paulista, a Cetesb. Hoje estão contabilizadas 2272 áreas contaminadas no estado.

Os seminários Áreas Contaminadas e Saúde que a Secretaria de Estado da Saúde, por meio do Centro de Vigilância Sanitária, realiza desde 2002 são parte da estratégia do poder público voltada a promover o debate e a busca de soluções criativas e integradas para a questão.

A parceria desde aquele ano com instituições de notória competência na área de saúde pública permitiram que os seis primeiros seminários abordassem com sucesso temas como as políticas, estratégias e metodologias para enfrentamento dos riscos à saúde decorrentes da exposição a substâncias perigosas; as experiências municipais; o papel da universidade; as relações da contaminação do solo com os recursos hídricos. Entre as parcerias estão a Organização Pan-Americana de Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, o Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP, a FSP e a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

O Seminário é voltado a profissionais dos níveis central, regional e municipal do SUS, estudantes e pesquisadores das universidades, além de especialistas de outras instituições públicas e privadas que tenham interface com a temática abordada.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site do evento, onde também pode ser encontrada a programação completa do Seminário. O Auditório João Yunes fica na Av. Dr. Arnaldo, 715 (Próximo a Estação Clínicas do Metrô), São Paulo.

Mais informações: (11) 3061-7712, email nardocci@usp.br, com a professora Adelaide Nardocci

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Dezembro 06, 2008

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Dezembro 08, 2008

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15879-pr

Reabilitação
Corais de deficientes auditivos em Bauru encantam com música e superação
 A maioria dos centros de educação infantil utiliza a música como atividade lúdica e pedagógica. As crianças, que costumam ter grande afinidade com a arte, ficam muito felizes em cantar – e os pais em assistir às suas apresentações. Mas em um lugar do Brasil, talvez único na iniciativa, esta atividade é mais do que especial: representa a vitória dos pequenos cantores em uma luta, desde o nascimento, para levar uma vida como outra criança qualquer. É o Coral do Centro Educacional do Deficiente Auditivo (Cedau), programa do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP em Bauru.

O coral começou como uma atividade educacional comum do programa, como conta a diretora do centro, Maria José Monteiro Benjamin Buffa. “Quando o Cedau completou 10 anos, fizemos uma apresentação e o público ficou 'maluco' de ver as crianças, porque elas encantam mesmo. A partir daí, para qualquer evento realizado no Centrinho éramos chamados – e acabamos virando um coral de verdade.”

Todas as crianças que estão no Cedau participam do coral. “Não tem como não querer participar, todos querem. Sabe como é criança: se vê o outro cantar... quer cantar também. Para eles é mais empolgante ainda poder mostrar 'olha, eu sei falar! Hoje estou ouvindo e consigo cantar'. E para nós, que somos profissionais, é a maior satisfação saber que valeu a pena o nosso trabalho”, afirma Maria José.

Satisfação redobrada para os pais. “Quando eles vêem os filhos cantando, é bastante emocionante – alguns até choram. Ninguém mais do que eles sabem comparar a situação anterior do filho com a evolução de vê-lo cantando”.



Lilian Trevisan é uma destas mães. “O trabalho que é feito aqui no Cedau tem ajudado muito a minha filha, apesar de ela estar aqui há pouco tempo. A Helena já está falando muitas palavrinhas. Melhora tudo: melhora linguagem, melhora comportamento”, relata.

Renata Paula, mãe de Linyker, que já está há oito meses no Cedau, também relata um ótimo desenvolvimento do menino. “Mudou tudo. Agora temos uma rotina. Mesmo o acompanhamento dele na escola, onde tivemos alguns problemas, já está evoluindo”.

 Valderes Rodrigues, pedagoga e
intérprete de Libras do NIRH
Aprendizado
Os dispositivos que devolvem a audição são apenas parte da solução do problema em caso de deficiência auditiva. “Não adianta colocar o aparelho e achar que a criança vai sair falando. O surdo que o utiliza, para desenvolver a oralidade, precisa ter a percepção da fala”, explica a pedagoga. E é nisso que atua o Cedau. “O objetivo de tudo que é realizado aqui, inclusive o coral, é fazer com que a criança que fez o implante coclear ou utiliza um aparelho de amplificação sonora individual aprenda a ouvir e a falar”.

O requisito para a obtenção de uma vaga em um dos programas de reabilitação de surdez do Centrinho é estar usando aparelho ou já ter feito o implante coclear no próprio hospital. Os participantes têm transporte gratuito até o local. “A partir do momento em que elas entram aqui, todas as atividades são orientadas para que desenvolvam as habilidades auditivas. Já no lanche que tomam quando chegam, os itens são nomeados para a criança, para que ela vá aprendendo a se comunicar oralmente: 'isso é o quê? Leite?' Tudo é terapêutico. Se a criança está no parquinho e passa um avião, por exemplo, questionamos: 'olha, que barulho é esse? Passou um avião?'", explica Maria José.

Durante a semana as crianças ficam em grupos com uma pedagoga e, duas vezes por semana, passam por atendimento individual de fonoaudiologia, para suprir necessidades mais específicas de cada uma. Há também atendimento psicoterapêutico em grupo.

Às sextas-feiras, acontece a atividade de música, quando todas as turmas são reunidas para cantar e ensaiar. “Os que estão iniciando a reabilitação vêem as crianças que estão há mais tempo cantando e ficam mais estimulados para aprender”, conta Maria José.

Maria José Buffa, diretora dos
programas de reabilitação
Tripé
Mas, além do trabalho profissional especializado, há dois outros fatores significativos para o êxito da reabilitação: a família e a escola. “As três bases deste tripé precisam estar bem firmes para que a criança possa se desenvolver”, enfatiza a pedagoga. Quando a criança não é trazida todos os dias, ou é trazida sem o aparelho – ou quando os pais não comparecem às reuniões e ao curso de orientação, por exemplo, o esforço fica comprometido. “Se não houver envolvimento da família, dificilmente conseguimos reabilitar com sucesso. Por isso, todo semestre a família é avaliada, e também mantemos atividades com assistentes sociais para as mães que queiram permanecer com os filhos no local durante o programa”.

No caso da escola, também é necessário um trabalho de esclarecimento. “No ensino regular, muitas vezes os professores não sabem como lidar com estas crianças. Acham que não precisam conversar com elas, ou que é necessário falar gesticulando, com uma voz mais forte ou mais devagar – e não é o caso, pois elas precisam estar habituadas à normalidade.” Para resolver este problema, as pedagogas do Centrinho promovem cursos de capacitação para os professores, e fazem acompanhamento direto nas escolas em que os alunos dos programas estão matriculados . “Também é importante saber que o deficiente auditivo vai aprender – normalmente num ritmo mais lento – mas ele aprende”, completa Maria José.

“É preciso saber viver...”
Desde 2000, a área de reabilitação do Centrinho passou a atender também deficientes auditivos que não têm condições de ouvir, mesmo com aparelhos, e que até então não tinham nenhum tipo de atendimento específico em Bauru. Este é o caso daqueles que demoraram muito tempo para realizar o implante ou colocar o aparelho – para quem é praticamente impossível aprender a fala dos ouvintes.

“Eles vêm aqui para aprender a Libras [Língua Brasileira de Sinais] e a Língua Portuguesa escrita, e são atendidos pelos profissionais do NIRH, o Núcleo Integrado de Reabilitação e Habilitação. Uma criança que chega aqui com 5 anos, por exemplo, com uma perda auditiva profunda, sem nunca ter usado aparelho, e que não tem nenhuma intenção comunicativa. Ou com uma família inadequada, para quem tanto faz a freqüência ou não ao programa. Ficar no Cedau pode ser até um atraso, pois esta criança precisa, o quanto antes, desenvolver alguma forma de comunicação, ou seja, a Libras”, esclarece a diretora.

Mas se estas crianças e adolescentes não conseguem falar nem cantar, as atividade musicais estão fora de questão, certo? Errado. As pedagogas do NIHR, especializadas em Libras, também criaram um coral para este público. As professoras cantam ou ligam um aparelho de som, e os garotos também “cantam”, por meio da língua de sinais. No repertório, canções como “É preciso saber Viver e "Jesus Cristo”, de Roberto Carlos. A alegria é a mesma dos participantes do outro coral, pois é um momento em que eles podem se expressar e mostrar que também têm condições de se comunicar e 'curtir' a música. À sua maneira.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15879-co

Reabilitação
Corais de surdos em Bauru encantam com música e superação 
 A maioria dos centros de educação infantil utiliza a música como atividade lúdica e pedagógica. As crianças, que costumam ter grande afinidade com a arte, ficam muito felizes em cantar – e os pais em assistir às suas apresentações. Mas em um lugar do Brasil, talvez único na iniciativa, esta atividade é mais do que especial: representa a vitória dos pequenos cantores em uma luta, desde o nascimento, para levar uma vida como outra criança qualquer. É o Coral do Centro Educacional do Deficiente Auditivo (Cedau), programa do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP em Bauru.

O coral começou como uma atividade educacional comum do programa, como conta a diretora do centro, Maria José Monteiro Benjamin Buffa. “Quando o Cedau completou 10 anos, fizemos uma apresentação e o público ficou 'maluco' de ver as crianças, porque elas encantam mesmo. A partir daí, para qualquer evento realizado no Centrinho éramos chamados – e acabamos virando um coral de verdade.”

Todas as crianças que estão no Cedau participam do coral. “Não tem como não querer participar, todos querem. Sabe como é criança: se vê o outro cantar... quer cantar também. Para eles é mais empolgante ainda poder mostrar 'olha, eu sei falar! Hoje estou ouvindo e consigo cantar'. E para nós, que somos profissionais, é a maior satisfação saber que valeu a pena o nosso trabalho”, afirma Maria José.

Satisfação redobrada para os pais. “Quando eles vêem os filhos cantando, é bastante emocionante – alguns até choram. Ninguém mais do que eles sabem comparar a situação anterior do filho com a evolução de vê-lo cantando”.



Lilian Trevisan é uma destas mães. “O trabalho que é feito aqui no Cedau tem ajudado muito a minha filha, apesar de ela estar aqui há pouco tempo. A Helena já está falando muitas palavrinhas. Melhora tudo: melhora linguagem, melhora comportamento”, relata.

Renata Paula, mãe de Linyker, que já está há oito meses no Cedau, também relata um ótimo desenvolvimento do menino. “Mudou tudo. Agora temos uma rotina. Mesmo o acompanhamento dele na escola, onde tivemos alguns problemas, já está evoluindo”.

Valderes da Silva, pedagoga
e intérprete de Libras do NIRH
Aprendizado
Os dispositivos que devolvem a audição são apenas parte da solução do problema em caso de deficiência auditiva. “Não adianta colocar o aparelho e achar que a criança vai sair falando. O surdo que o utiliza, para desenvolver a oralidade, precisa ter a percepção da fala”, explica a pedagoga. E é nisso que atua o Cedau. “O objetivo de tudo que é realizado aqui, inclusive o coral, é fazer com que a criança que fez o implante coclear ou utiliza um aparelho de amplificação sonora individual aprenda a ouvir e a falar”.

O requisito para a obtenção de uma vaga em um dos programas de reabilitação de surdez do Centrinho é estar usando aparelho ou já ter feito o implante coclear no próprio hospital. Os participantes têm transporte gratuito até o local. “A partir do momento em que elas entram aqui, todas as atividades são orientadas para que desenvolvam as habilidades auditivas. Já no lanche que tomam quando chegam, os itens são nomeados para a criança, para que ela vá aprendendo a se comunicar oralmente: 'isso é o quê? Leite?' Tudo é terapêutico. Se a criança está no parquinho e passa um avião, por exemplo, questionamos: 'olha, que barulho é esse? Passou um avião?'", explica Maria José.

Durante a semana as crianças ficam em grupos com uma pedagoga e, duas vezes por semana, passam por atendimento individual de fonoaudiologia, para suprir necessidades mais específicas de cada uma. Há também atendimento psicoterapêutico em grupo.

Às sextas-feiras, acontece a atividade de música, quando todas as turmas são reunidas para cantar e ensaiar. “Os que estão iniciando a reabilitação vêem as crianças que estão há mais tempo cantando e ficam mais estimulados para aprender”, conta Maria José.

Maria José Buffa, diretora dos
programas de reabilitação
Tripé
Mas, além do trabalho profissional especializado, há dois outros fatores significativos para o êxito da reabilitação: a família e a escola. “As três bases deste tripé precisam estar bem firmes para que a criança possa se desenvolver”, enfatiza a pedagoga. Quando a criança não é trazida todos os dias, ou é trazida sem o aparelho – ou quando os pais não comparecem às reuniões e ao curso de orientação, por exemplo, o esforço fica comprometido. “Se não houver envolvimento da família, dificilmente conseguimos reabilitar com sucesso. Por isso, todo semestre a família é avaliada, e também mantemos atividades com assistentes sociais para as mães que queiram permanecer com os filhos no local durante o programa”.

No caso da escola, também é necessário um trabalho de esclarecimento. “No ensino regular, muitas vezes os professores não sabem como lidar com estas crianças. Acham que não precisam conversar com elas, ou que é necessário falar gesticulando, com uma voz mais forte ou mais devagar – e não é o caso, pois elas precisam estar habituadas à normalidade.” Para resolver este problema, as pedagogas do Centrinho promovem cursos de capacitação para os professores, e fazem acompanhamento direto nas escolas em que os alunos dos programas estão matriculados . “Também é importante saber que o deficiente auditivo vai aprender – normalmente num ritmo mais lento – mas ele aprende”, completa Maria José.

“É preciso saber viver...”
Desde 2000, a área de reabilitação do Centrinho passou a atender também deficientes auditivos que não têm condições de ouvir, mesmo com aparelhos, e que até então não tinham nenhum tipo de atendimento específico em Bauru. Este é o caso daqueles que demoraram muito tempo para realizar o implante ou colocar o aparelho – para quem é praticamente impossível aprender a fala dos ouvintes.

“Eles vêm aqui para aprender a Libras [Língua Brasileira de Sinais] e a Língua Portuguesa escrita, e são atendidos pelos profissionais do NIRH, o Núcleo Integrado de Reabilitação e Habilitação. Uma criança que chega aqui com 5 anos, por exemplo, com uma perda auditiva profunda, sem nunca ter usado aparelho, e que não tem nenhuma intenção comunicativa. Ou com uma família inadequada, para quem tanto faz a freqüência ou não ao programa. Ficar no Cedau pode ser até um atraso, pois esta criança precisa, o quanto antes, desenvolver alguma forma de comunicação, ou seja, a Libras”, esclarece a diretora.

Mas se estas crianças e adolescentes não conseguem falar nem cantar, as atividade musicais estão fora de questão, certo? Errado. As pedagogas do NIHR, especializadas em Libras, também criaram um coral para este público. As professoras cantam ou ligam um aparelho de som, e os garotos também “cantam”, por meio da língua de sinais. No repertório, canções como “É preciso saber Viver e "Jesus Cristo”, de Roberto Carlos. A alegria é a mesma dos participantes do outro coral, pois é um momento em que eles podem se expressar e mostrar que também têm condições de se comunicar e 'curtir' a música. À sua maneira.

Fotos: Marcos Santos

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pós-graduação
Poli abre vagas de MBA na área de Tecnologia da Informação
O Programa de Educação Continuada (Pece) da Escola Politécnica (Poli) da USP está com inscrições abertas para o curso de MBA em Tecnologia da Informação (TI), que terá início em março de 2009. O curso destina-se aos profissionais das áreas de TI com nível superior – gerentes, especialistas e técnicos. O objetivo é atender a demanda crescente de profissionais qualificados para gerenciar e/ou implantar soluções de tecnologia da informação nas organizações. O MBA em Tecnologia da Informação, no âmbito de pós-graduação lato sensu da Escola Politécnica, foi elaborado para o profissional que necessita de uma atualização e especialização eficiente, rápida, e que assegure sua participação no mercado de trabalho.

O curso está estruturado em dois módulos, denominados de Tecnológico e de Projeto. O primeiro corresponde a um conjunto de disciplinas distribuídas em três níveis: básico, que proporciona ao aluno os conhecimentos fundamentais para poder entender as tecnologias atuais (visa homogeneizar o conhecimento da turma); intermediário, que possibilita o aprofundamento em tópicos específicos das diferentes áreas da tecnologia da informação (visa à atualização da turma na tecnologia atual); e especializado, que oferece tópicos que representam o estado da arte na área. Já o Módulo de Projeto corresponde à elaboração de uma monografia de final de curso, que será feita sob a orientação de um docente e apresentada perante uma banca examinadora.

O ingresso no MBA em Tecnologia da Informação se dá por meio de um processo seletivo, com base na análise de currículo e em entrevista. A formação acadêmica e a experiência profissional são consideradas fundamentais no processo. Também é necessária a capacidade de leitura na língua inglesa, uma vez que a maioria dos livros utilizados é neste idioma. O curso tem duração de 24 meses, incluindo a realização das disciplinas, a elaboração e a apresentação da monografia.

As inscrições, que podem ser feitas pelo site do Pece, estão abertas até o dia 30 de janeiro de 2009 e o início das aulas está previsto para o dia 2 de março de 2009. O custo do curso é dividido em 24 parcelas de R$ 820,00, e a taxa de inscrição é de 70,00.

Com informações da Assessoria de Imprensa e Comunicação do Pece

Mais informações: (11) 3091-5200 ou www.pece.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/158

homenagem
José Goldemberg recebe título de Professor Emérito
O professor José Goldemberg, ex-reitor da USP, receberá o título de Professor Emérito nesta quinta-feira (11), às 15 horas. A Congregação do Instituto de Física (IF) da USP decidiu, em reunião do dia 25 de novembro, outorgar o título.

Goldemberg é físico formado pela USP. Foi reitor da Universidade de 1986 a 1989. A cerimônia de entrega do título será no Auditório Abrahão de Moraes, no IF. Após a cerimônia o professor Goldemberg apresenta o colóquio Da Física Nuclear à formulação de políticas energéticas. O evento é restrito a convidados.

Mais informações: (11) 3091-6900

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15899-cin

Cinema
Cinusp homenageia Paul Newman na última programação do ano O Cinema da USP Paulo Emílio (Cinusp) exibe, a partir desta segunda-feira (8), uma programação de filmes estrelados pelo ator Paul Newman, falecido em 26 de setembro deste ano, aos 83 anos. Esta será a última mostra exibida pelo cinema em 2008.

Newman foi um dos atores mais populares dos últimos cinqüenta anos, tendo atuado em clássicos como Golpe de Mestre, de Geoge Roy Hill; Cortina Rasgada, de Alfred Hitchcock; e A Cor do Dinheiro, de Martin Scorcese.

A mostra vai até sábado (12), e sua programação completa encontra-se disponível no site do Cinusp. As sessões são gratuitas e abertas a todos os interessados.

O Cinusp fica na Rua do Anfiteatro, 181, Colméia, Favo 4, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-3540, das 9 às 17 horas

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15900-centr

Bauru
Centrinho comemora natal com pacientes e funcionários
O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP promoverá, neste fim de ano, uma série de atividades para comemorar o Natal. Serão realizadas diversos eventos voltados para a comunidade do hospital, como a entrega de presentes para os pacientes, a apresentação de corais e um Papai Noel violinista tocando pelos corredores da instituição. Como a agenda de atendimentos será desacelerada a partir do dia 15, as celebrações foram antecipadas e acontecerão até esta data.

Nesta terça-feira (9), um Papai Noel percorrerá os corredores do Centrinho tocando violino. A ação será uma surpresa para a comunidade do hospital, que deverá adivinhar quem está por trás do disfarce de "bom velhinho". A única dica fornecida é que se trata de um funcionário da instituição.

Na quarta (10), uma equipe visitará o hospital para arrecadar brinquedos, caixas de lápis de cor ou dinheiro para compra de brinquedos. O material arrecadado será destinado para a campanha Com arte, um brinquedo por um sorriso, iniciativa do artista plástico Marcelo Tanaka. Quem faz a doação recebe um cupom “vale-arte” e concorre a uma monotipia assinada pelo artista.

Quinta-feira (11) haverá, às 15 horas, uma apresentação do coral Bem te vida iluminada, formado por pacientes deficientes visuais, com idade entre 5 e 16 anos. E de noite, a partir das 19 horas, acontecerá mais uma edição da Noite do Pijama. O já tradicional evento, que chega à 12ª edição, reúne 36 crianças com deficiências auditivas para passar uma noite na unidade. Papai Noel também estará presente, chegando de trio elétrico. O evento acaba pela manhã, com um caprichado café.

Na sexta-feira (12) e na próxima segunda (15), finalmente, chegará a vez dos pacientes da instituição receberem seus presentes. Serão distríbuidos cerca de 300 brinquedos, todos recebidos através de doações de empresas da região.

Com informações do Serviço de Comunicação do Centrinho

Mais informações: (14) 3235-8437

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pré-vestibular
Cursinho da Psico abre vagas para extensivo de 2009
O Cursinho da Psico, iniciativa de alunos do Instituto de Psicologia (IP) da USP, está com inscrições abertas para o Processo Seletivo Extensivo 2009. A turma une todas as áreas do conhecimento (humanas, exatas e biológicas) e terá duração de março a dezembro de 2009.

Além das aulas, o Cursinho oferece aos alunos Plantões de Dúvidas diários, Grupos de Estudo, Orientação Profissional, Plantão Psicológico, palestras, debates e atividades culturais, visando a uma formação mais ampla do aluno. As aulas acontecem no Instituto de Psicologia (IP) da USP, no período noturno, de segunda à sexta, das 19 horas às 22h35, e aos sábados, das 9h30 às 14h50.Para esta turma são oferecidas 400 vagas.

Para se inscrever, o interessado deve trazer o RG e CPF originais e pagar a taxa de inscrição de R$50,00. As inscrições ficam abertas até o dia 19 e reabrem no ano que vem, de 12 a 31 de janeiro. A seleção é feita a partir de entrevista socioeconômica e 50% das vagas são destinadas a afro-descendentes. Não há prova de conhecimentos.

O plano de pagamento para essa turma será de R$ 35,00 para a matrícula e mensalidades de R$ 95,00, com material didático incluso. A partir do segundo mês, o aluno tem possibilidade de pedir bolsas parciais, de acordo com sua situação financeira. Há descontos para funcionários da USP e 10 bolsas integrais para deficientes visuais e egressos do sistema prisional.

As inscrições estão abertas na sala 30, bloco B do IP (Av. Prof. Mello Moraes, 1721, Cidade Universitária, São Paulo). O atendimento funciona de segunda à sexta, das 16 às 20h30 e aos sábados, das 10 às 13 horas.

Mais informações: (11) 3532-1992, site www.cursinhodapsico.org, email cursinhopsicousp@gmail.com

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

Cerimônia
Nova diretora da FFLCH toma posse nesta quinta-feiraNesta quinta-feira (11), às 11 horas, a professora Sandra Margarida Nitrini assumirá oficialmente a direção da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário.

Sandra, que ocupará o cargo até 2012, foi escolhida pela reitora Suely Vilela com base em lista tríplice contendo os candidatos mais votados pelo colégio eleitoral da FFLCH. Sandra recebeu 99 votos e os professores Maria Arminda do Nascimento e Osvaldo Coggiola conquistaram, respectivamente, 43 e 31 votos.

Mais informações: (11) 3091-4588

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pesquisa
INCT reunirá especialistas em células-tronco de todo o país
Em aproximadamente um ano deverá entrar em operação o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Células-Tronco e Terapia Celular, que terá sua sede na USP. A iniciativa é parte do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, implantado recentemente pelo Governo Federal. Trata-se do maior investimento em redes de pesquisa no País, com incentivos de mais de R$ 500 milhões. Para o INCT em Células-Tronco, segundo a professora Mayana Zatz que é a coordenadora do centro, serão investidos cerca de R$ 9 milhões, provenientes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ambos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

O projeto estará intimamente ligado ao Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH), também coordenado por Mayana e pela professora Maria Rita Passos-Bueno, e focará seus estudos e pesquisas em células-tronco obtidas de pacientes com doenças genéticas. “Poderemos derivar diferentes linhagens celulares de cada pessoa. Vamos trabalhar na compreensão dos genes causadores de doenças e tentar entender porque pessoas, portadores da mesma mutação, podem ficar gravemente afetadas enquanto outros permanecem sem sintomas a vida toda ”, explica. “Além disso, haverá pesquisas no sentido de se testar drogas em linhagens de células-tronco obtidas de pacientes com doenças genéticas, o que permitirá ver o efeito diretamente nas células antes de testá-las em seres humanos.” Outro objetivo é o desenvolvimento de terapias celulares para esses pacientes.

Haverá também a criação de um banco de DNA de pessoas idosas saudáveis, a partir dos 70 anos. “No futuro, estes genomas servirão para entender o significado de mutações encontradas em pessoas mais jovens, isto é, se causam ou não doenças”, descreve a docente. Segundo Mayana, o desenvolvimento de novas tecnologias de seqüenciamento do DNA proporcionará uma grande quantidade de informações mas com um conhecimento ainda insuficiente. E é justamente nestes casos que o Banco de DNA será uma importante fonte de consulta. “Para se ter uma idéia, quando o genoma humano foi seqüenciado pela primeira vez, em 2003, o custo foi de US$ 3 bilhões. Já foi anunciado que em 2009 esse custo cairá para US$ 5mil e nos próximos dez anos, este custo deverá chegar a mil dólares. Inúmeras pessoas vão querer sequenciar seu genoma e o nosso banco de DNA de idosos saudáveis será precioso para avaliar o significado de alterações genéticas encontradas em pessoas mais jovens.

Pesquisas nacionais
Mayana ressalta que o INCT em Células-Tronco e Terapia Celular reunirá vários grupos de pesquisas de todo o País. As instalações do instituto serão no campus da Cidade Universitária. “Os pesquisadores são de instituições como a Unifesp, de São Paulo, e de outras do restante do País, como Vitória, no Espírito Santo, Fortaleza e Salvador ressalta Mayana, lembrando que outro objetivo do INCT é aumentar o número de pesquisadores e especialistas no tema.

Otimista em relação às pesquisas genéticas no Brasil, Mayana destaca que assim como o CEGH, o INCT em Células-Tronco será uma referência na América Latina, despertando a atenção de cientistas do mundo todo.

Além disso, a iniciativa do Governo Federal vem, segundo ela, num momento feliz. Em maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou definitivamente as pesquisas com células extraídas de embriões no Brasil, uma conquista da qual participou ativamente. Mais recentemente, no final de setembro, uma equipe liderada pela pesquisadora Lygia Pereira da Veiga, do Instituto de Biociências (IB) da USP conseguiu produzir a primeira linhagem brasileira de células-tronco embrionárias. “São resultados muito importantes para as pesquisas”, destaca a pesquisadora, ressaltando que outro fruto destas ações será um curso sobre células-tronco que acontecerá em fevereiro de 2009, no Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP. “O programa terá 80% do financiamento proveniente do Reino Unido, país que congrega os maiores especialistas no assunto.”

Mais informações: (11) 3091-7581, com a professora Mayana Zatz, na Pró-Reitoria de Pesquisa da USP


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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15905-bi

especial
Biblioteca da FE desenvolve programa para atender deficientes visuais
A Biblioteca da Faculdade de Educação (FE) da USP está oferecendo um programa de atendimento aos alunos da comunidade USP com deficiência visual.

O programa oferece um microcomputador, scanner, software OmniPage, fone de ouvido e sintetizador de voz (Virtual Vision), e tem por objetivo possibilitar o acesso aos materiais bibliográficos utilizados pelos alunos das várias unidades USP em seus cursos.

Os recursos e serviços estão disponíveis no Serviço de Biblioteca e Documentação da FE de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 21h30 e, aos sábados, das 9h30 às 13h30, durante o período letivo; no período de férias, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18 horas.

A Biblioteca de FE fica na Av. da Universidade, 308, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-3433, email bibfe@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

natal
Campanha em Bauru recebe doações de brinquedos nesta terça-feira (9) Nesta terça-feira (9), haverá um mutirão para arrecadação de brinquedos (novos ou em bom estado), caixas de lápis de cor, cadernos de desenho ou mesmo dinheiro dentro do campus da USP em Bauru. As doações serão encaminhadas para uma instituição de caridade da cidade.

Trata-se da campanha Um brinquedo por um sorriso, uma iniciativa do artista plástico Marcelo Tanaka para alegrar o Natal de crianças carentes, realizada em conjunto com a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) e a Prefeitura do Campus Administrativo de Bauru (PCAB) da USP.

Cada doação vale um “Cupom de Arte”, que dará o direito a concorrer a uma das cinco obras doadas por Tanaka para a campanha. O sorteio dos ganhadores ocorrerá na próxima quinta-feira (11). O artista cogita a hipótese de doar mais quadros caso a participação seja grande.

Há postos de arrecadação nas portarias do Centrinho (Rua Silvio Marchione, 3-20, Vila Universitária); e também no Serviço Social da PCAB, no Centro Cultural da PCAB e no saguão de entrada da FOB (Alameda Octávio Pinheiro Brisola, 9-75, Vila Universitária). A campanha integra as comemorações dos 75 anos da USP.

Com informações da Assessoria de Comunicação da PCAB

Mais informações: (14) 3235-8204

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Dezembro 09, 2008

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15897-qfadi

Odonto
"Fadinha dos dentes" pode ajudar na manutenção do Banco de Dentes da FO
 A "Fadinha dos dentes", personagem do folclore mundial, terá que ajudar nas pesquisas da Faculdade de Odontologia (FO) da USP. Isso porque o Banco de Dentes Humanos (BDH) da FO está precisando de dentes para fornecer aos estudantes de graduação e pesquisadores. Segundo o professor José Carlos Pettorossi Imparato, "o Banco de Dentes está numa situação crítica", e  por isso está sendo preparada uma campanha para estimular as doações do público infantil.

Imparato defende que as mães estimulem as crianças a doarem seus dentes: "as mães podem falar para as crianças que a fadinha leva os dentes dela para o Banco de Dentes". O professor afirma que estimular a doação de dentes é uma maneira de incentivar também a doação de órgãos. "Podemos formar assim uma geração de doadores", aponta. Pensando nisso, o Banco de Dentes da FO está elaborando um gibi que conscientizará as crianças sobre a importância das doações.

dente
O professor Imparato foi um dos idealizadores do Banco de Dentes da FO, criado em 1996. A organização do arquivo foi o resultado de sua tese de doutorado, e esse foi o primeiro banco do tipo no Brasil, sendo ainda hoje referência para outros no país. No início os dentes eram usados tanto para o ensino e pesquisa quanto para tratamentos. Porém, com o surgimento de técnicas mais avançadas de tratamento, o banco deixou de ser utilizado para esse fim.


Antes do advento dos bancos, os estudantes eram obrigados a comprar dentes no 'mercado negro', conta o professor. "O professor pedia para os alunos trazerem dentes para a aula, mas muitas vezes os alunos tinham que comprar esses dentes em cemitérios, o que é totalmente ilegal. O dente é um órgão, e comprar dentes é tráfico de órgãos. Pedir para um estudante de odontologia trazer um dente para a aula era o mesmo que pedir para um estudante de medicina levar um crânio", explica.

O caminho de um dente
Os dentes que chegam ao banco são extraídos na própria FO ou são doados por outros dentistas e até por crianças que perdem seus dentes-de-leite. O banco tem duas divisões, a Decídua, que armazena os dentes-de-leite, e a de Permanentes. Após chegar ao banco, eles são limpos, classificados e armazenados em um refrigerador. O banco aceita qualquer dente humano - até mesmo dentes danificados.

dentista
A maioria dos dentes é reservada para os alunos de graduação, que têm preferência para utilizá-los em aula. Os que sobram são fornecidos para pesquisas feitas na FO. "Antigamente nós emprestávamos dentes para outras faculdades, mas como hoje não temos tantos não podemos fazer isso. Já tivemos inclusive que recusar dentes para pesquisadores da FO", conta Imparato.

O professor defende que cada faculdade tenha seu banco de dentes. Imparato inclusive preparou um documento que será mandado ao Ministério da Educação (MEC) e ao Ministério da Saúde pedindo que os cursos que não tiverem bancos de dentes não sejam certificados. "É inadmissível que um curso de odontologia não tenha um banco de dentes. Se a faculdade não tem banco, como o aluno consegue dentes para as aulas? O MEC precisa estar atento a isso e fiscalizar as faculdades de odontologia", afirma.

Ele também defende a criação de um cadastro nacional de bancos de dentes humanos, para que bancos de dentes mais completos possam ajudar outros com problemas.

Tentando solucionar o problema da falta de dentes em seu banco a FO estabeleceu um convênio com a prefeitura de Barueri para a doação de dentes extraídos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade. "Essa parceria ajuda o banco, mas ainda são necessárias mais doações", afirma o professor.

Para fazer uma doação basta levar o dente ao Banco de Dentes Humanos da FO (Av. Prof. Lineu Prestes, 2227, Cidade Universitária, São Paulo) e assinar um termo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3091-7835.

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15908-e

Livros
Editora Humanitas lança obra sobre imigrantes europeus em São Paulo
A editora Humanitas, que é associada à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, lançou no dia 1º o livro Além das Fronteiras, de Vanessa dos Santos Bodstein Bivar, atualmente pós-doutoranda em História pela FFLCH.

De acordo com Carlos de Almeida Prado Bacellar, autor da apresentação do livro, "a presença de estrangeiros na sociedade paulistana pode ser percebida desde muito antes da expansão da economia cafeeira do final do século XIX. A autora observou, através dos testamentos, as facetas do cotidiano familiar e econômico no ainda acanhado burgo oitocentista e aspectos das trajetórias de vida de alguns desses primeiros imigrantes, portugueses, alemães, espanhóis, franceses."

O livro está à venda no site da editora, na livraria Humanitas-Discurso e, ainda, em todas as distribuidoras que possuem parceria com a editora (a lista está no site)

Serviço:
"Além das Fronteiras"
Vanessa dos Santos Bodstein Bivar
Editora Humanitas
216 páginas
R$ 28,00

Mais informações: (11) 3091-3728 / 3796 ou www.editorahumanitas.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15902-cu

extensão
Cursinho do XI abre vagas para preparo para escolas técnicas
O Cursinho do XI, curso pré-vestibular do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito (FD) da USP, está com inscrições abertas para o curso "pré-vestibulinho" voltado para os processos seletivos das escolas técnicas. As aulas terão início em 9 de fevereiro de 2009.

Os candidatos contarão, além do material didático, com aulas no período da tarde das 14h20 às 18 horas, de segunda a quinta-feira, e terão atividades extras nas sextas-feiras e nos sábados, como: apresentação de filmes, realização de palestras, teatro e plantões de dúvidas, aulas de redação e de matemática básica.

Para os inscritos até o dia 31, o curso custará 12 parcelas de R$120,00. Para se matricular é necessário apresentar uma cópia do RG, CPF e comprovante de residência, além de uma foto 3x4.

Os interessados devem comparecer à secretária do Cursinho do XI, na Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, 5º andar, entre 9 e 21 horas.

Mais informações: (11) 3107-6293 / 3101- 4583, e-mail cd.xi@uol.com.br ou site www.cursinhodoxi.com.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/159

FAU/IAG
USP terá primeiro prédio ambientalmente sustentável
Nesta sexta-feira (12), às 9 horas, será realizado o lançamento oficial do projeto da primeira edificação ambientalmente sustentável da USP, o Centro de Estudos de Clima e Ambientes Sustentáveis (Cecas), que irá compor a infra-estrutura do campus da capital. O evento será realizado no Salão de Atos, no prédio da Reitoria.

O projeto do novo prédio, planejado para ter consumo zero de energia através da instalação de avançadas tecnologias e iniciativas de sustentabilidade de reduzido impacto ambiental, nasceu da parceria entre o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e integrará pesquisas multidisciplinares de várias unidades da Universidade. O centro abrigará a Rede Temática sobre Mudanças Globais, o Centro de Ciências da Terra e do Ambiente e o Laboratório de Modelos para a Sustentabilidade das Construções.

Mais informações: (11) 3091-3220

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15910-nov

publicação
Nova Revista Estudos Avançados fala sobre epidemias
A edição 64 da Revista Estudos Avançados (Edusp, 368 pp, R$30,00), publicada pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, será lançada na terça-feira (16), às 16 horas, no Auditório Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA.

Esta edição vem com o dossiê "Epidemias". Vários pesquisadores dessa área comentam as epidemias de aids, malária, dengue e doenças tropicais em geral. Além disso, a revista conta com resenhas e artigos. Na abertura do lançamento, às 16 horas, José da Rocha Carvalheiro, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Hisako Gonda Higashi, do Instituto Butantan; e Luiz Hildebrando Pereira da Silva, do Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais em Rondônia (Ipepatro), comentarão o dossiê, do qual são colaboradores. Às 17 horas, Alfredo Bosi, editor da revista, apresentará o conteúdo da edição.

A revista pode ser comprada no site da publicação, ou nos postos relacionados. A versão online pode ser encontrada no Scientific Electronic Library Online (SciELO), base eletrônica de periódicos científicos.

Mais informações: (11) 3091-1675 / 1676, email estudosavancados@usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/36-ciencias/15912-in

inct
Rede busca preservar meio ambiente para a agricultura sustentável
O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Semioquímicos na Agricultura, coordenado pelo professor José Roberto Postali Parra, do Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba, terá uma missão bem pragmática. O grupo irá dispor de R$ 3.161.776,93 para, entre múltiplos desafios, reduzir a utilização de agroquímicos, preservando o meio ambiente para uma agricultura sustentável. O tema é multidisciplinar por excelência compreendendo: estudos de química de voláteis de insetos e de plantas, criação artificial e estudo de biologia e comportamento de insetos e integração com outros métodos de controle de pragas agrícolas.

“O objetivo do nosso grupo é diminuir a dependência externa desenvolvendo bases tecnológicas para a identificação, síntese e uso de semioquímicos (insetos e plantas) na agricultura brasileira”, afirma Parra, ressaltando que tais etapas hoje são realizadas, em sua maioria, no Exterior. “Pretendemos também contribuir para o equilíbrio regional desta área no Brasil, com ênfase à formação de recursos humanos e de jovens pesquisadores.”

O INCT coordenado por Parra é um dos 17 centros de produção científica e tecnológica de ponta da USP, dentre 36 escolhidos no Estado de São Paulo que atuarão em rede com Instituições em todo o Brasil, a partir dos 101 Institutos contemplados pelo Ministério de Ciência e Tecnologia e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para acelerar pesquisas em áreas estratégicas ao País.

“Estão previstos estudos para identificação e síntese de feromônios e voláteis de plantas em diversas culturas e pragas de importância agrícola no Brasil, visando a racionalização no manejo de pragas por meio do monitoramento e controle”, salienta Parra. “É uma área em expansão no mundo, sendo que no Brasil, embora existam empresas comercializando feromônios, sua utilização ainda é pequena se comparada a outros paises.”

No meio rural, os feromônios – substâncias químicas secretadas por animais capazes de provocar uma reação comportamental ou fisiológica entre indivíduos da mesma espécie – estão sendo utilizados como uma forma de racionalizar o controle de pragas agrícolas. “Tão logo sejam obtidos os primeiros resultados, estas novas tecnologias serão repassadas aos produtores”, observa o especialista. “Espera-se que o Instituto possa gerar novas patentes para o País.”

Laboratórios integrados e homepage
De acordo com Parra, as Instituições envolvidas com o Instituto já têm tradição na área, sendo responsáveis por vários feromônios já em uso no Brasil, mas que foram identificados e sintetizados no Exterior. “Além disso, é preciso considerar que já existe um intenso intercâmbio com grandes centros de semioquímicos nos EUA, Europa e Ásia.”

“Há possibilidade de fazer pesquisa integrada e interdisciplinar, fortalecendo e aproximando, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa nessa área”, informa o coordenador. Ele capitaneará uma rede que envolve grupos de pesquisa em ecologia química de quatro das maiores instituições envolvidas com esse tema no Brasil, como a Universidade Federal do Paraná (Curitiba), Universidade Federal de Alagoas (Maceió) e Universidade Federal de Viçosa (Minas Gerais).

Sediado na própria Esalq, o Instituto vai reunir cerca de 20 pesquisadores, professores, estudantes de graduação, pós-graduação e pós-doutorado. “Existe uma perspectiva de dobrar este número nos próximos anos”, aponta Parra. Não será construído um novo local para a instalação do Instituto que na prática abrigará forte intercâmbio entre as instalações e os laboratórios já existentes das instituições participantes, “as quais serão modernizadas com equipamentos de ponta na área.”

“No nosso caso, trata-se de uma oportunidade única de reunir especialistas de diferentes pontos do País, com a finalidade de criar condições favoráveis para um avanço nesta área, comparável aos paises mais desenvolvidos”, reitera o coordenador. “Até então, as pesquisas eram realizadas isoladamente e os avanços pontuais. Por isso a iniciativa de integrar ações inter e multidisciplinares permitirá um avanço mais rápido e tornará o Brasil competitivo e auto-suficiente nesta área estratégica para o agronegócio.”

Segundo o coordenador, está prevista a criação de uma homepage do grupo aberta para discussão e participação dos interessados na área, incluindo publicações online.

Mais informações (19) 3429-4122 ramal 209, email jrpparra@esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

Solidariedade
EEFE realiza bazar beneficente de Natal A partir desta quarta-feira (10) a Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP promove a quarta edição do seu Bazar Beneficente de Natal. Serão vendidos roupas, calçados, acessórios e diversos outros objetos recebidos através de doações de funcionários, alunos e professores.

O dinheiro arrecadado será doado para instituições de caridade, orfanatos e abrigos. O evento, que é realizado desde 2005 por um grupo de funcionários da EEFE, vai até até sexta-feira (12).

Na EEFE também é possível colaborar com o Projeto Papai Noel dos Correios, que procura pessoas que adotem cartas escritas para o Bom Velhinho por crianças carentes. Para realizar doações ou adotar cartas, é só dirigir-se à recepção da Escola.

A EEFE fica na Av. Mello Moraes, 65, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: 3091-3090 / 3092

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15915-cu

Vestibular
Cursinho Popular dos Estudantes da USP abre vagas para extensivo 2009 Estão abertas as inscrições o curso extensivo 2009 do Cursinho Popular dos Estudantes da USP. Há vagas para as turmas da manhã, tarde, noite e de finais de semana, com número máximo de 50 alunos por classe.

O Cursinho Popular dos Estudantes da USP é mantido pela Associação Cultural de Estudantes e Pesquisadores da USP (Acepusp). Os professores são graduados, mestres ou doutores pela USP, e o conteúdo das aulas é voltado para os vestibulares das universidades públicas.

É cobrada uma mensalidade que varia de R$ 75,00 a R$ 135,00. A taxa dá direito a material didático, participação em aulas extras, plantão de dúvidas e atividades como grupos de estudos, aulas de teatro e de canto.

A Acepusp mantém um programa de bolsas de estudo que concede descontos de 25% a 100% na contribuição mensal. O benefício é concedido para os estudantes que comprovarem a impossibilidade de arcar com as taxas de manutenção. Os candidatos à bolsa devem manifestar interesse no ato da inscrição e passar por um processo seletivo.

Para se inscrever é necessário comparecer pessoalmente na sede do cursinho com cópias do CPF, RG e do comprovante de residência; 2 fotos 3x4; e pagar uma taxa de inscrição de R$ 50,00.

O Cursinho Popular dos Estudantes da USP fica na Rua da Consolação, 1909, Bela Vista, São Paulo.

Mais informações: (11) 3258-1436

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15916-com

Arte
Começam obras na futura sede do MAC Iniciaram-se no dia 5 as obras para a transferência do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP para o prédio de nove andares onde hoje está instalado o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran).

Esta primeira fase do projeto, avaliada em R$ 310 mil e aprovada pelos órgãos de preservação do patrimônio histórico, compreende a demolição de sete anexos do prédio, do sétimo andar e de parte do terceiro pavimento.

O projeto inicial, elaborado pelo escritório do arquiteto Oscar Niemeyer, e calculado em R$ 120 milhões, foi readequado para ser executado com o orçamento disponível, que é de R$ 60 milhões.

A reforma está prevista para  começar em maio de 2009, e a inauguração do museu deve acontecer em dezembro. A fachada do edifício será revitalizada, será instalado um sistema de ar-condicionado e também haverá um auditório e uma sala expositiva para instalações que exigem mais de quatro metros de altura.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo


Mais informações: (11) 3091-3027 / 3028

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Dezembro 10, 2008

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/45-tecnologia/15921-

Medicina
USP desenvolve tomógrafo para monitoramento do pulmão No próximo dia 18, às 13 horas, ocorrerá a cerimônia de lançamento do tomógrafo de impendância elétrica, desenvolvido em conjunto por três unidades da USP: a Faculdade de Medicina  da USP (FMUSP), a Escola Politécnica (Poli) e o Instituto de Matemática e Estatística (IME). A técnica, que demorou dez anos para ser desenvolvida, é utilizada para monitorar os pulmões de pacientes que utilizam ventilação artificial, reduzindo os danos causados pelo método.

O equipamento já é utilizado desde 2006, em caráter experimental, por pacientes da UTI respiratória e do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da FMUSP. Agora, será comercializado em pequena escala para centros de pesquisa e excelência.

A tomografia por impendância elétrica (TIE) ajuda o médico a monitorar, em tempo real, a condição dos pulmões enquanto o paciente é submetido à respiração artificial, possibilitando o controle do volume, da pressão e do fluxo de ar injetado. Dessa forma, diminuem-se os riscos de lesão pulmonar.

O monitoramento é feito por meio de uma cinta com 32 eletrodos colocada no tórax do paciente e ligada a um monitor, que mostra as reações do órgão através de imagens captadas pela emissão de pulsos elétricos. A TIE também é utilizada para detectar pneumotórax e analisar perfusão pulmonar.

A produção do equipamento será realizada pela empresa Timpel, juntamente com a Dixtal Biomédica, especializada em equipamentos médico-hospitalares e que participou da pesquisa. Parte dos recursos obtidos com as vendas será aplicada em pesquisas no Laboratório de Pneumologia da FMUSP e na Escola Politécnica.

A cerimônia de lançamento acontecerá no teatro da FMUSP e é aberta somente para convidados.

Mais informações: (11) 3061-7361

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15917-f

políticas públicas
Fórum do NUPPs discute reforma do Judiciário no Brasil
Os Avanços da Reforma do Judiciário no Brasil é o tema de mais um fórum da série Fórum de Políticas Públicas do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas (NUPPs) da USP. Ele abordará as mudanças que estão ocorrendo há alguns anos no funcionamento da justiça e a sua relação com a qualidade da democracia no país. Será apresentado pela professora e pesquisadora Maria Tereza Sadek (DCP/USP) e comentado pelo professor Rogério Arantes (DCP/USP).

O Fórum de Políticas Públicas é uma iniciativa do NUPPs destinada a debater algumas entre as mais importantes políticas em implementação no país nas diferentes esferas de atuação do Estado. Ele foge ao modelo tradicional de debates acadêmicos, na medida em que o seu objetivo é convidar regularmente para a discussão pesquisadores, lideranças políticas, administradores públicos, intelectuais, empresários e líderes de associações com o objetivo de discutir com a comunidade universitária questões emergentes no cenário público nacional e internacional. O objetivo do Fórum também é propiciar subsídios aos programas de pesquisa em desenvolvimento na área na Universidade de São Paulo.

O seminário será realizado na quarta-feira (10), às 14 horas, na sala 13-B das Colméias (Rua do Anfiteatro, 181, favo 13-B, Colméias, Cidade Universitária, São Paulo). O evento é gratuito, e pede-se confirmação de presença no telefone (11) 3091-3272, com Vera, ou pelo email nupps@usp.br.

Com informações do NUPPs

Mais informações: (11) 3091-3272

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/159

biotecnologia
Pesquisador do ICB ganha "Oscar da Água"
O ganhador do Prêmio Santander de Ciência e Inovação de 2008, Ronaldo Biondo, doutor em biotecnologia e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, acaba de ganhar um novo prêmio por seu trabalho, o “Oscar da Água”, como foi batizado o prêmio da Agência Nacional das Águas (ANA) 2008.

A ANA e Ministério do Meio Ambiente oferecem o prêmio para reconhecer iniciativas que contribuam para a gestão e o uso sustentável das águas brasileiras. O trabalho de Biondo foi o vencedor na categoria "Academia", sendo considerado um trabalho inovador no desenvolvimento de novas tecnologias para tratar efluentes contaminados por metais pesados.

Saiba mais sobre a pesquisa premiada.

Mais informações: (11) 3091-7275

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biotecnologia
Pesquisador da USP ganha "Oscar da Água"
O ganhador do Prêmio Santander de Ciência e Inovação de 2008, Ronaldo Biondo, doutor em biotecnologia e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, acaba de ganhar um novo prêmio por seu trabalho, o “Oscar da Água”, como foi batizado o prêmio da Agência Nacional das Águas (ANA) 2008.

A ANA e Ministério do Meio Ambiente oferecem o prêmio para reconhecer iniciativas que contribuam para a gestão e o uso sustentável das águas brasileiras. O trabalho de Biondo foi o vencedor na categoria "Academia", sendo considerado um trabalho inovador no desenvolvimento de novas tecnologias para tratar efluentes contaminados por metais pesados.

Saiba mais sobre a pesquisa premiada.

Mais informações: (11) 3091-7275

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15919-ia

extensão
IAG oferece curso para professores do ensino fundamental e médio
O Instituto de Astronomia e Geofísica (IAG) da USP oferece, entre os dias 19 e 23 de janeiro, o curso Astronomia: uma visão geral. O curso de extensão universitária é voltado aos professores de ensino fundamental e médio, e fornece certificado de carga horária de 44 horas.

O curso será dado na sede do IAG (Rua do Matão, 1.226, Cidade Universitária, São Paulo). Os interessados devem enviar o formulário de inscrição (disponível no site do IAG) preenchido e comprovante do estabelecimento de ensino em que atuam por correio ou por fax:(11)3091-2860.

O endereço para correspondência é:
IAG-USP - Departamento de Astronomia
A/C Regina Iacovelli
Rua do Matão, 1.226, Cidade Univeristária, São Paulo
CEP 05508-090

Mais informações: (11) 3091-2710 / 2800 / 2814 ou ceu1@astro.iag.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15922-c

agronegócio
Cepea divulga relatórios sobre mercados do café Estão disponíveis no site do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultua Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, os relatórios de novembro sobre os mercados de café arábica e robusta, que incluem os indicadores Cepea/Esalq de ambas as variedades.

Entre outras coisas, o relatório cita que "em novembro, o clima chuvoso favoreceu grande parte dos cafezais brasileiros. No entanto, segundo colaboradores do Cepea, a produção da safra 2009/10 de arábica pode diminuir mais de 20% em relação à atual. Além da bienalidade negativa da cultura, os altos preços dos insumos fizeram com que alguns cafeicultores economizassem nos tratos culturais. Para o robusta, a próxima safra também deverá ser inferior à atual tanto no Espírito Santo quanto em Rondônia."

Mais informações: (19) 3429-8837 / 8836 ou www.cepea.esalq.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15923-cu

Vestibular
Cursinho do Crusp abre inscrições para turmas de 2009
O Curso Pré-Vestibular Experimental, do Conjunto Residencial da USP (Crusp), abriu inscrições para suas turmas de 2009. São 100 vagas para o período da manhã, com aulas das 8h30 às 11h50, e igual número para o período da tarde, com aulas das 19h20 às 22h30.

O cursinho é mantido pela Associação dos Moradores do Crusp (Amorcrusp) e foi fundado em 1998.

Para a efetivação da matrícula é cobrada uma taxa de inscrição de R$ 50,00 e uma contribuição que varia de R$ 400,00 a R$ 550,00, podendo ser parcelada. O material didático está incluso neste valor.

Interessados devem levar cópias dos seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de residência e histórico escolar. Deverão entregar também duas fotos 3x4.

As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 11 horas às 18h30. O endereço é a Av. Prof. Mello Moraes, 1235, Crusp, bloco F, sala 13, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-3189, email cursinhodocrusp@bol.com.br

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urbanismo
FAU é premiada por projeto de revitalização de cortiço no centro de São Paulo
 É comum que se peça, em discursos e reivindicações em geral, que a universidade – em especial a pública – se aproxime mais da sociedade. De nada adianta a produção do saber se este não for transformado em utilidade pública; e de nada adianta o recurso que cada cidadão, por meio de impostos, passa a uma universidade se esta não demonstra os resultados práticos de suas realizações.

A USP mantém uma série de atividades de extensão – o nome que se dá, justamente, a esse retorno à sociedade. Cursos livres, projetos de saúde, atividades esportivas, museus e tantas outras. Uma das mais tangíveis atividades desse sentido, desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), acaba de receber um prêmio de US$ 100 mil, por conta de sua relevância, tanto para os estudantes envolvidos como, principalmente, aos seus beneficiários diretos.

O prêmio em questão é o Deutsche Bank Urban Age Award São Paulo 2008. E o trabalho do qual se fala é um projeto para revitalização do cortiço da Rua Sólon – agora devidamente renomeado para Edifício União, localizado na região central de São Paulo – coordenado pela professora Maria Ruth Amaral de Sampaio.


Fachada original
Fachada original do prédio
Início
Embora professora de uma faculdade que ensina arquitetura e urbanismo, Maria Ruth é socióloga. Seu trabalho na FAU foca questões como habitação popular, favelas, e temas correlatos. Ela havia realizado uma série de pesquisas em comunidades com esse perfil – mas ainda não em cortiços, que ela própria aponta como sendo “a forma mais antiga das populações de baixa renda morarem no centro de São Paulo”.


A vontade de atuar nesse campo tornou-se real quando Maria Ruth notou o edifício da Rua Sólon. Não que notá-lo fosse algo restrito aos observadores mais atentos – com oito andares e tudo o que se espera de um cortiço, o prédio era tudo, menos discreto. Levou então a idéia para a FAU, não sem antes conversar com as lideranças dos moradores do local, e aí se iniciava o trabalho, que no início envolvia alunos do terceiro ano da graduação em arquitetura. O ano era 2002.

Demolição do telhado
Demolição do telhado
O que se viu a partir dali foi o nascimento de uma forte relação entre os moradores do prédio – cerca de 70, no início do projeto – e a USP. Que se estabeleceu com a presença de estudantes e professores que percorriam toda a extensão do edifício para realizar um diagnóstico preciso de seus problemas e, principalmente, apontar soluções. A ponto de, em uma determinada época, os alunos chegarem a passar mais de 10 horas dentro do edifício, desenhando e projetando lá mesmo as iniciativas que tencionavam colocar em prática.



O problema mais chamativo, inicialmente, dizia respeito à rede elétrica. Toda a luz do edifício era obtida por meio de ligações irregulares, os populares ‘gatos’. Mais do que representarem um roubo de energia, essas ligações são verdadeiras bombas-relógio, prontas para serem detonadas e colocarem em risco a vida de quem estiver perto. O que se acentua no caso do União. Outras necessidades como rede de água, gás, e até mesmo a demolição de trechos do edifício entraram em pauta, e foram devidamente abordadas por pesquisadores e moradores.

Fachada restaurada
Fachada restaurada
Uma reivindicação que acabou por se tornar primordial para os moradores foi o redesenho da fachada do edifício. Se à primeira vista soa uma medida puramente estética, Maria Ruth acrescenta que ela representa também outros anseios dos moradores: “eles acompanhavam o fortalecimento do bairro e se sentiam excluídos. A reforma da fachada deu uma nova cara ao prédio e aumentou sensivelmente a auto-estima dos moradores. Eles passaram a se sentir ‘notados’, palavra usada por um deles”, explica a professora. O processo de reforma da fachada foi concluído no final de 2006.

O resultado de todo esse trabalho, como não poderia deixar de ser, foi o fortalecimento dos laços entre os moradores. De lá para cá o número de habitantes se reduziu – hoje, são cerca de 40 – mas indiscutivelmente trata-se de um contingente mais forte, mais unido. Não à toa que o novo nome do prédio é Edifício União, aliás. Com o apoio de entidades de direitos humanos, os moradores entraram com um pedido de usucapião coletivo, que tramita na justiça.

Apartamento reformado
Apartamento reformado
Conseqüências
Pode-se dizer que os moradores são os principais beneficiários do projeto, mas não os únicos. Os estudantes que lá pesquisaram tiveram ali um perfeito ‘laboratório’ para verem ações sendo colocadas em práticas. Os frutos se colhem: um estudo derivado do projeto maior foi o vencedor, anos atrás, do Prêmio Caixa-IAB, um dos principais do ramo da arquitetura no Brasil.

E agora veio a condecoração dos US$ 100 mil, decorrentes do Deutsche Bank Urban Age Award São Paulo 2008. Que serão aplicados em iniciativas no próprio edifício – a consolidação da rede de água e esgoto e a reforma das outras três fachadas são prioridades.

Para a professora Maria Ruth, fica além de tudo como ensinamento o exemplo de que a revitalização de edifícios pode ser feita sem sua demolição e também sem a retirada de moradores. “Não se usa em nenhum lugar do mundo a demolição de prédios não condenados, e tem gente que ainda insiste nisso. O que nós mostramos é um caminho novo para a revitalização, muito mais sustentável e essencialmente disciplinar”, conclui.

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Engenharia aeronáutica
EESC firma convênio com companhia aeroespacial européia A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP assinará um acordo com a Companhia Européia de Defesa Aeronáutica e Espacial (EADS, da sigla em inglês) para que estudantes do curso de graduação em Engenharia Aeronáutica realizem estágios na empresa.

A EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa e de serviços relacionados. Fazem parte da companhia a fabricante de aeronaves Airbus, a Eurocopter (maior fornecedora mundial de helicópteros), e a EADS Astrium, líder européia em programas espaciais.

O convênio será firmado nesta sexta-feira (12) na EESC. Participarão da formalidade o diretor geral da EADS Brasil, Eduardo Marson Ferreira, a diretora da Escola, Maria do Carmo Calijuri, e o coordenador da comissão organizadora do curso de Engenharia Aeronáutica, Fernando Martini Catalano.

Mais informações: (16) 3373-9591

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FEARP
Inscrições abertas para mestrado em controladoria e contabilidade A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP está com processo seletivo aberto para o curso de Mestrado em Controladoria e Contabilidade.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 26 de fevereiro de 2009, de segunda a sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 13h30 às 18 horas, na Seção de Pós-Graduação, que fica no bloco A da FEARP. Os candidatos deverão pagar uma taxa de inscrição de R$ 50,00.

A seleção dos candidatos será feita através da avaliação do curriculum vitae; do pré-projeto de pesquisa; e de prova escrita, que comporão 30%, 20% e 50%  da nota final, respectivamente

A avaliação do curriculum vitae e do pré-projeto serão feitas em sessões específicas de argüição, que serão realizadas no dia 27 de fevereiro de 2009. A prova escrita será aplicada em 2 de março de 2009, e a divulgação dos aprovados acontecerá no dia 4 do mesmo mês.

Mais informações podem ser encontradas no edital, que está disponível no site da pós-graduação.

A FEARP fica na Avenida Bandeirantes, 3900, Monte Alegre, Ribeirão Preto.

Mais informações: (16) 3602-4746

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biomédicas
Estudo avalia a proteína eIF5a em células musculares
Experiências realizadas in vitro mostraram que a proteína eIF5A (fator de início de tradução de eucariotos 5A) está envolvida com o processo de diferenciação de células-tronco presentes na musculatura esquelética – músculos ligados aos ossos que são responsáveis pela locomoção. “Diferenciação celular é o processo em que uma célula sofre alterações moleculares e celulares em associação ao desenvolvimento de um novo tipo celular”, explica o farmacêutico e bioquímico Augusto Ducati Luchessi. “Após a ocorrência de uma lesão muscular essas células-tronco, também chamadas de células satélites, são ativadas e se diferenciam para regenerar o tecido lesionado”, complementa. Seu estudo acaba de ser publicado no “Journal of Cellular Physiology” e pode ser um caminho para o tratamento das distrofias musculares.

Ainda pouco estudada, a proteína eIF5A é conhecida no meio científico como “enigmática”, pois é a única descrita na natureza que possui em sua composição um resíduo de aminoácido chamado hipusina. “A proteína eIF5A foi descoberta em 1976 e está envolvida com o processo de síntese protéica, mas sua função exata ainda é desconhecida”, conta Luchessi. A hipusina é essencial para a atividade de eIF5A e é formada por uma via bioquímica chamada hipusinação, que consiste na transformação enzimática de um resíduo específico do aminoácido lisina em hipusina. Neste processo, é essencial a participação de um composto chamado espermidina.

“Nós levantamos a hipótese de que esta proteína “enigmática” poderia desempenhar uma função importante no controle da diferenciação de células-tronco musculares após tomar conhecimento que a espermidina está envolvida na diferenciação de uma linhagem celular de mioblastos”, explica Luchessi.

Testes in vitro
Para a realização dos testes in vitro, Luchessi removeu alguns músculos esqueléticos de ratos e isolou as células-tronco presentes nestes tecidos. Inicialmente, foi comparado o conteúdo de eIF5A entre as células satélites e o tecido muscular dos animais. Como resultado, foi observado que o tecido muscular apresentava maior quantidade de eIF5A. Em seguida, as células satélites foram submetidas à diferenciação in vitro e foi verificado que a expressão de eIF5A intensificava-se ao longo do processo de diferenciação. Posteriormente, as células satélites foram tratadas com um composto inibidor da hipusinação (GC7) e foi constatado um bloqueio reversível da diferenciação.

Luchessi relata que um estudo anterior demonstrou que a suplementação de camundongos distróficos com L-arginina causou uma melhora significativa da doença em função de um possível aumento na produção de óxido nítrico. A suplementação das células satélites com o aminoácido L-arginina causou uma supressão parcial dos efeitos inibitórios de GC7. “Uma vez que L-arginina é uma molécula precursora de espermidina, essa suplementação também pode aumentar a disponibilidade de espermidina e alterar o padrão de ativação de eIF5A via hipusinação”, explica. Segundo o biquímico, esses resultados possibilitam a elaboração de outros estudos, inclusive com vistas ao tratamento das distrofias musculares.

Para o pesquisador, esses achados revelam um importante papel fisiológico de eIF5A no processo de diferenciação muscular. O estudo, agora publicado, foi tema central de sua tese de doutorado defendida em 2007, sob orientação do professor Rui Curi, no ICB da USP.

Mais informações: (11) 3091-7245, com Augusto Ducati Luchessi, no Departamento de Fisiologia e Biofísica do ICB; email luchessi@icb.usp.br

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Solidariedade
Campanha de Natal em Bauru é prorrogada até quinta-feira (11) O prazo para realizar doações para campanha Com arte, um brinquedo por um sorriso foi prorrogado até esta quinta-feira (11). Trata-se de iniciativa do artista plástico Marcelo Tanaka, realizada em conjunto com a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB), o Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) e a Prefeitura do Campus Administrativo de Bauru (PCAB) da USP.

Podem ser doados brinquedos (novos ou em bom estado), caixas de lápis de cor, cadernos de desenho ou mesmo dinheiro. As doações serão encaminhadas para a Creche de Assistência Nossa Criança, uma entidade civil sem fins lucrativos que abriga e mantém cerca de 100 crianças com idades entre 0 e 6 anos.

Cada doação vale um “Cupom de Arte”, que dará o direito a concorrer a uma das cinco obras doadas por Tanaka para a campanha. O sorteio dos ganhadores ocorrerá na mesma quinta-feira, às 15 horas, no saguão de entrada da FOB.

Há postos de arrecadação nas portarias do Centrinho (Rua Silvio Marchione, 3-20, Vila Universitária); e também no Serviço Social da PCAB, no Centro Cultural da PCAB e no saguão de entrada da FOB (Alameda Octávio Pinheiro Brisola, 9-75, Vila Universitária). Doações podem ser feitas até as 10 horas.

A campanha integra as comemorações dos 75 anos da USP.

Com informações da Assessoria de Comunicação da PCAB

Mais informações: (14) 3235-8283 / 8394 / 8316

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Dezembro 11, 2008

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75 anos
USP homenageis seus pioneiros da pós-graduação
Como parte das comemorações dos 75 anos da USP e dos 20 anos de criação das Pró-Reitorias, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, na reunião de seu Conselho, realizada no dia 10 de dezembro, prestou uma homenagem aos doutores pioneiros das Unidades Constituintes da Universidade. 

Foram homenageados Ada Pelegrini Grinover, Mendel Abramovicz, Riva Moscovici da Cruz, Francisco Gomes de Alcântara, Rubens Molinari, Michel Pinkus Rabinovitch, Warwick Estevam Kerr e Jandyra França, a primeira doutora da Universidade (leia, abaixo, uma breve biografia dos homenageados).
 
“Os doutores pioneiros das Unidades fundadoras de nossa Universidade romperam barreiras. É nesse contexto que o Conselho de Pós-Graduação se sente honrado em hoje homenageá-los, de modo singelo, mas com o simbolismo que traduz a importância que representaram e representam para a Instituição”, ressaltou o pró-reitor de Pós-Graduação, Armando Corbani Ferraz.
 
Corbani destacou que, desde sua implantação, a Pós-Graduação na USP é a principal responsável pela formação de mestres e doutores no Brasil e na América Latina. Mais de 50 mil mestres e mais de 30 mil doutores foram titulados nos quase 40 anos de existência da Pós-Graduação.  “Embora a Pós-Graduação stricto sensu tenha sido formalmente implantada em 1969, com o estabelecimento de normas para organização, funcionamento e credenciamento de cursos de Mestrado e Doutorado, já, no início da década de 40, foram titulados os primeiros doutores da USP”, completou.
 
Para a reitora Suely Vilela, “no momento em que comemoramos os 75 anos da criação da USP é de grande relevância o reconhecimento às personalidades que, pelo seu idealismo, fizeram e fazem a diferença no âmbito das atividades que a Instituição desenvolve com o padrão de qualidade que estabeleceu desde o seu nascimento”.
 
E acrescentou: “A esses bravos pesquisadores, que se formaram nas Unidades históricas responsáveis pela fundação de nossa Universidade, se deve a abertura do caminho, assumido por aqueles que os sucederam, rumo ao desenvolvimento da Instituição e do país”.
 
Os homenageados
Ada Pellegrini Grinover graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito pela USP, em 1958. Primeira doutora formal da Faculdade de Direito, com a tese “Ação declaratória incidental”, defendida em 15 de maio de 1970. Tornou-se professora livre-Docente, em 1973. É professora titular de Direito Processual Penal e professora do Curso de Mestrado e Doutorado. Foi pró-reitora de Graduação da USP no período de 1997 a 2001.
 
É presidente do Instituto Brasileiro de Direito Processual e vice-presidente da International Association of Procedural Law e do Instituto Iberoamericano de Derecho Procesal.
 
Atuou como chefe da Consultoria Jurídica da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo e Procuradora do Estado.
 
Publicou quase duas centenas de artigos, 87 livros e cerca de 100 capítulos de livros nacionais e estrangeiros na área do Direito.
 
Foi agraciada, na Itália, com o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Milão, e com o prêmio da Fundação Redenti, da cidade de Bolonha, em 2007. É membro da Academia Paulista de Letras.
 
Francisco Gomes de Alcântara nasceu na cidade de São Benedito, Estado do Ceará. Graduou-se em 1952 pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Em 21 de setembro de 1959, obtém o doutoramento ao defender a tese “Estudo quantitativo dos neurônios cardíacos no rato normal e no infectado experimentalmente pelo Trypanosama Cruzi”, na mesma Faculdade da USP. Sua livre-docência foi na área de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.
 
Professor Catedrático de Parasitologia na USP e Professor Emérito da Faculdade de Medicina de Jundiaí, Francisco Gomes de Alcântara é graduado também em Medicina e Direito e autor de numerosos trabalhos científicos, publicados e apresentados em revistas e congressos nacionais e internacionais, incluindo capítulos de livros especializados. Foi presidente de vários colegiados e recebeu inúmeras homenagens ao longo de sua carreira universitária. Atualmente é Professor Titular na Faculdade de Medicina de Jundiaí.
 
Jandyra França nasceu na cidade paulista de São Luiz de Paraitinga e entrou na USP literalmente nos primeiros momentos da Universidade, em fevereiro de 1934. Desta forma, constituiu-se aluna da primeira turma da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Prestou, a título de vestibular, exame oral aos professores alemães Heinrich Rheinboldt e Heinrich Hauptman, sendo admitida na área de Química da Faculdade recém-criada.
 
Em 23 de março de 1942, defendeu a tese "Sobre o cafesterol e alguns de seus derivados", orientada pelo mesmo Heinrich Hauptman, o professor alemão que lhe aplicara o teste vestibular oito anos antes. Continuou na USP até 1951, ano em que deixou a vida acadêmica para se dedicar à família.
 
Jandyra obteve um dos primeiros títulos de doutorado na USP. Contudo, é a primeira mulher a obter este título na Universidade.
 
"Os professores alemães que aplicaram os exames para entrarmos na USP não falavam português. Nesse dia famoso para mim, quando tive oportunidade de entrar na Faculdade, os professores Rheinboldt e o professor Hauptman, juntos, aplicaram-me o exame oral auxiliados por um brasileiro chamado Saldanha. Rheinboldt e Hauptman falavam em 
francês e eu entendia perfeitamente", conta Jandyra.
 
Mendel Abramowicz nasceu na cidade de São Paulo. Formou-se como Cirurgião Dentista pela então Faculdade de Farmácia e Odontologia, em 1956.
 
Antes mesmo de terminar o curso, começou a freqüentar a Cadeira de Higiene e Odontologia Legal, a convite do Professor Doutor João Sampaio Dória, nela permanecendo como estagiário até 1959, ano em que foi contratado para exercer a função de assistente. Foi desse modo que se deu, oficialmente, o início de sua carreira universitária.
 
Em 1963, Mendel Abramowicz tornou-se o primeiro Doutor da Faculdade de Odontologia da USP, defendendo a Tese “Contribuição para o estudo da cronologia da erupção dos dentes permanentes em judeus do grupo étnico Ashkena-Zim, de níveis sócio-econômicos elevados. Sua aplicação na estimativa da idade”. Depois, em 1968, obteve o título de Livre-Docente. Pouco mais tarde, em 1972, obteve o título de Professor Adjunto, chegando a Professor Titular em 1978. Dirigiu a Faculdade de Odontologia entre 1989 e 1993.
 
É também formado em Direito, tendo realizado cursos de especialização em Genética Humana e Bioestatística, e, atualmente, é Professor Titular da Universidade Paulista.
 
Michel Pinkus Rabinovitch nasceu na cidade de São Paulo. Graduou-se, em 1949, na Faculdade de Medicina da USP; nesse ano, tinha já 6 publicações em seu nome. Em março de 1950, é nomeado professor assistente de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina. Em 23 de novembro de 1951, defende a tese de doutoramento “Influência da ligadura de ducto da glândula submaxilar do camundongo Musmusculos sobre seu teor de fósforo ribo e desoxiribonucleico”. Em 1953, torna-se professor livre-docente e, em 1959, professor adjunto.

Entre 1955 e 1961, tutorou um grupo de estudantes de medicina, sendo que três deles tornaram-se membros da Academia de Ciências dos Estados Unidos. Em 1963, apresenta-se como voluntário à Universidade de Brasília. Em abril de 1964, é nomeado professor de Biologia, mas não chega a tomar posse. Em julho de 1964, na reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Ribeirão Preto, apresenta uma comunicação de Thomas Maack, que já se encontrava preso pelo regime militar. Em seguida, Rabinovitch, por motivos políticos, muda-se para os Estados Unidos.
 
Nos anos de 1964 a 1969 trabalhou em fagocitose por macrófagos e outras células na Universidade Rockfeller, em Nova York, no laboratório dirigido por James Hirsch e Zanvil Cohn. Recrutado em 1969, pela Escola de Medicina da Universidade de Nova York, como professor associado de Biologia Celular, passou a professor titular em 1973. A partir de 1980, trabalhou em infecção por Leishmania sp., e mais tarde por outros patógenos intracelulares.
 
Em 1984, foi nomeado Maitre de Recherches, no CNRS. Ficou, inicialmente, na Unidade de Imunofisiologia Celular do Instituto Pasteur de Paris, passando depois a dirigir a Unidade de Imunoparasitologia do Departamento de Imunologia. Aposentado no CNRS voltou, como investigador visitante, ao Laboratório de Fisiologia Celular e Imunologia da Universidade Rockfeller, a partir de 1994.
 
Desde que voltou o Brasil, em 1997, trabalha como pesquisador colaborador, no Departamento de Micro, Imuno e Parasitologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Orientou, no Brasil e no exterior, várias teses de doutorado e supervisionou diversos pós-doutoramentos. 
 
Riva Moscovici da Cruz nasceu na Romênia e é naturalizada brasileira. Graduou-se em 1947 na Faculdade de Farmácia e Odontologia da USP. Defendeu tese de doutoramento em 9 de dezembro de 1963, com o título “Obtenção e estudo de ?-pironas 6-substituídas”, na Faculdade de Farmácia. “Lembro da ansiedade e do nervosismo sempre presentes nesse desafio: a primeira mulher a fazer tese de doutoramento na Faculdade de Farmácia, tendo, em seguida, passado a trabalhar na cadeira de Química Orgânica do Instituto de Química”, diz Riva.
 
Com bolsas da CAPES e do CNPq estagiou, em 1952, na Universidade de Genebra, para adquirir conhecimento das técnicas microanalíticas junto ao Professor Paul Wenger, pioneiro nesse campo. “Aprendi as técnicas de microanálise, assunto ainda desconhecido no Brasil. Retornando ao país, foi a partir da minha divulgação que essas técnicas se espalharam em vários setores universitários. Na época, havia muito interesse e curiosidade, o que se refletia na intensa pesquisa química da rica flora brasileira, para o conhecimento de novas substâncias potencialmente utilizáveis na área médica. As numerosas teses que se apresentaram em seguida atestam a grande atividade desse período”, afirma.
 
Sempre na especialidade de microanálise, fez estágios na Universidade de Stanford, na Califórnia, e na Universidade de Urbana, em Illinois, dessa vez com apoio da Fapesp.
 
Publicou inúmeros trabalhos de pesquisa, premiados em revistas nacionais e estrangeiras. Introduziu a microanálise quantitativa, primeiro no Instituto de Química, atendendo a diversas Unidades, e em outras instituições brasileiras, realizando análises de substâncias novas, provindas da flora brasileira ou obtidas por síntese, para a respectiva elucidação das estruturas.
 
Rubens Molinari nasceu em Bragança Paulista, São Paulo.
 
Engenheiro Químico pela Escola Politécnica da USP, desde 1951, e doutor em Engenharia na mesma Escola, em 29 de outubro de 1958, defendendo a tese “Estudos sobre a Oxidação do Lactato por Preparação de Propionibacterium Pentosaceum”.
 
Foi assistente-doutor, por nove anos, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP; research associate entre 1959 e 1960 no MIT – Instituto de Tecnologia de Massachussets; livre-docente pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara, em 1976; professor adjunto pelo Instituto de Química de Araraquara da UNESP, em 1977; professor titular de Bioquímica Geral e de Biotecnologia do Instituto de Química da UNESP em Araraquara até sua aposentadoria e vice-diretor do mesmo instituto entre 1980 e 1984.
 
Orientou vários mestrados e doutoramentos no Instituto de Química em Araraquara e na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto. Tem inúmeros trabalhos publicados em revistas especializadas, no Brasil e no exterior, incluindo capítulos em livros sobre antibióticos e biotecnologia.
 
Warwick Estevam Kerr nasceu em Santana do Parnaíba, São Paulo.
 
Em 1942, prestou os exames vestibulares e ingressou na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, em Piracicaba.
 
Obteve o diploma de Engenheiro Agrônomo  em 1945. Doutorou-se em Genética Animal em 9 de abril de 1948, defendendo tese com o título “Estudos sobre o gênero Melipona”, na ESALQ. Defendeu tese para o concurso de livre-docente da Cadeira de Genética e Citologia Geral, na ESALQ, em junho de 1950, com o título “Estudos sobre a genética de populações dos himenópteros em geral e sobre os apídeos sociais em particular” e tornou-se professor titular em 1965.
 
Foi professor visitante nas Universidades de Columbia e da Califórnia entre 1951 e 1952. Organizou o Departamento de Biologia Geral da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro, a partir de 1957 e o Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, a partir de 1964. Atualmente, é professor colaborador do Instituto de Genética e Bioquímica da Universidade Federal de Uberlândia.
 
Orientou mais de uma dezena de teses de doutoramento e ministrou diversos cursos no Brasil e no exterior. Foi contemplado, também, com várias bolsas de estudo, tanto para atividades no Brasil como em outros países. Participou de inúmeros congressos, reuniões científicas, conferências e palestras.

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75 anos
USP homenageia seus pioneiros da pós-graduação
Como parte das comemorações dos 75 anos da USP e dos 20 anos de criação das Pró-Reitorias, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, na reunião de seu Conselho, realizada no dia 10 de dezembro, prestou uma homenagem aos doutores pioneiros das Unidades Constituintes da Universidade. 

Foram homenageados Ada Pelegrini Grinover, Mendel Abramovicz, Riva Moscovici da Cruz, Francisco Gomes de Alcântara, Rubens Molinari, Michel Pinkus Rabinovitch, Warwick Estevam Kerr e Jandyra França, a primeira doutora da Universidade (leia, abaixo, uma breve biografia dos homenageados).
 
“Os doutores pioneiros das Unidades fundadoras de nossa Universidade romperam barreiras. É nesse contexto que o Conselho de Pós-Graduação se sente honrado em hoje homenageá-los, de modo singelo, mas com o simbolismo que traduz a importância que representaram e representam para a Instituição”, ressaltou o pró-reitor de Pós-Graduação, Armando Corbani Ferraz.
 
Corbani destacou que, desde sua implantação, a Pós-Graduação na USP é a principal responsável pela formação de mestres e doutores no Brasil e na América Latina. Mais de 50 mil mestres e mais de 30 mil doutores foram titulados nos quase 40 anos de existência da Pós-Graduação.  “Embora a Pós-Graduação stricto sensu tenha sido formalmente implantada em 1969, com o estabelecimento de normas para organização, funcionamento e credenciamento de cursos de Mestrado e Doutorado, já, no início da década de 40, foram titulados os primeiros doutores da USP”, completou.
 
Para a reitora Suely Vilela, “no momento em que comemoramos os 75 anos da criação da USP é de grande relevância o reconhecimento às personalidades que, pelo seu idealismo, fizeram e fazem a diferença no âmbito das atividades que a Instituição desenvolve com o padrão de qualidade que estabeleceu desde o seu nascimento”.
 
E acrescentou: “A esses bravos pesquisadores, que se formaram nas Unidades históricas responsáveis pela fundação de nossa Universidade, se deve a abertura do caminho, assumido por aqueles que os sucederam, rumo ao desenvolvimento da Instituição e do país”.
 
Os homenageados
Ada Pellegrini Grinover graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito pela USP, em 1958. Primeira doutora formal da Faculdade de Direito, com a tese “Ação declaratória incidental”, defendida em 15 de maio de 1970. Tornou-se professora livre-Docente, em 1973. É professora titular de Direito Processual Penal e professora do Curso de Mestrado e Doutorado. Foi pró-reitora de Graduação da USP no período de 1997 a 2001.
 
É presidente do Instituto Brasileiro de Direito Processual e vice-presidente da International Association of Procedural Law e do Instituto Iberoamericano de Derecho Procesal.
 
Atuou como chefe da Consultoria Jurídica da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo e Procuradora do Estado.
 
Publicou quase duas centenas de artigos, 87 livros e cerca de 100 capítulos de livros nacionais e estrangeiros na área do Direito.
 
Foi agraciada, na Itália, com o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade de Milão, e com o prêmio da Fundação Redenti, da cidade de Bolonha, em 2007. É membro da Academia Paulista de Letras.
 
Francisco Gomes de Alcântara nasceu na cidade de São Benedito, Estado do Ceará. Graduou-se em 1952 pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Em 21 de setembro de 1959, obtém o doutoramento ao defender a tese “Estudo quantitativo dos neurônios cardíacos no rato normal e no infectado experimentalmente pelo Trypanosama Cruzi”, na mesma Faculdade da USP. Sua livre-docência foi na área de Anatomia Patológica na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.
 
Professor Catedrático de Parasitologia na USP e Professor Emérito da Faculdade de Medicina de Jundiaí, Francisco Gomes de Alcântara é graduado também em Medicina e Direito e autor de numerosos trabalhos científicos, publicados e apresentados em revistas e congressos nacionais e internacionais, incluindo capítulos de livros especializados. Foi presidente de vários colegiados e recebeu inúmeras homenagens ao longo de sua carreira universitária. Atualmente é Professor Titular na Faculdade de Medicina de Jundiaí.
 
Jandyra França nasceu na cidade paulista de São Luiz de Paraitinga e entrou na USP literalmente nos primeiros momentos da Universidade, em fevereiro de 1934. Desta forma, constituiu-se aluna da primeira turma da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Prestou, a título de vestibular, exame oral aos professores alemães Heinrich Rheinboldt e Heinrich Hauptman, sendo admitida na área de Química da Faculdade recém-criada.
 
Em 23 de março de 1942, defendeu a tese "Sobre o cafesterol e alguns de seus derivados", orientada pelo mesmo Heinrich Hauptman, o professor alemão que lhe aplicara o teste vestibular oito anos antes. Continuou na USP até 1951, ano em que deixou a vida acadêmica para se dedicar à família.
 
Jandyra obteve um dos primeiros títulos de doutorado na USP. Contudo, é a primeira mulher a obter este título na Universidade.
 
"Os professores alemães que aplicaram os exames para entrarmos na USP não falavam português. Nesse dia famoso para mim, quando tive oportunidade de entrar na Faculdade, os professores Rheinboldt e o professor Hauptman, juntos, aplicaram-me o exame oral auxiliados por um brasileiro chamado Saldanha. Rheinboldt e Hauptman falavam em 
francês e eu entendia perfeitamente", conta Jandyra.
 
Mendel Abramowicz nasceu na cidade de São Paulo. Formou-se como Cirurgião Dentista pela então Faculdade de Farmácia e Odontologia, em 1956.
 
Antes mesmo de terminar o curso, começou a freqüentar a Cadeira de Higiene e Odontologia Legal, a convite do Professor Doutor João Sampaio Dória, nela permanecendo como estagiário até 1959, ano em que foi contratado para exercer a função de assistente. Foi desse modo que se deu, oficialmente, o início de sua carreira universitária.
 
Em 1963, Mendel Abramowicz tornou-se o primeiro Doutor da Faculdade de Odontologia da USP, defendendo a Tese “Contribuição para o estudo da cronologia da erupção dos dentes permanentes em judeus do grupo étnico Ashkena-Zim, de níveis sócio-econômicos elevados. Sua aplicação na estimativa da idade”. Depois, em 1968, obteve o título de Livre-Docente. Pouco mais tarde, em 1972, obteve o título de Professor Adjunto, chegando a Professor Titular em 1978. Dirigiu a Faculdade de Odontologia entre 1989 e 1993.
 
É também formado em Direito, tendo realizado cursos de especialização em Genética Humana e Bioestatística, e, atualmente, é Professor Titular da Universidade Paulista.
 
Michel Pinkus Rabinovitch nasceu na cidade de São Paulo. Graduou-se, em 1949, na Faculdade de Medicina da USP; nesse ano, tinha já 6 publicações em seu nome. Em março de 1950, é nomeado professor assistente de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina. Em 23 de novembro de 1951, defende a tese de doutoramento “Influência da ligadura de ducto da glândula submaxilar do camundongo Musmusculos sobre seu teor de fósforo ribo e desoxiribonucleico”. Em 1953, torna-se professor livre-docente e, em 1959, professor adjunto.

Entre 1955 e 1961, tutorou um grupo de estudantes de medicina, sendo que três deles tornaram-se membros da Academia de Ciências dos Estados Unidos. Em 1963, apresenta-se como voluntário à Universidade de Brasília. Em abril de 1964, é nomeado professor de Biologia, mas não chega a tomar posse. Em julho de 1964, na reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Ribeirão Preto, apresenta uma comunicação de Thomas Maack, que já se encontrava preso pelo regime militar. Em seguida, Rabinovitch, por motivos políticos, muda-se para os Estados Unidos.
 
Nos anos de 1964 a 1969 trabalhou em fagocitose por macrófagos e outras células na Universidade Rockfeller, em Nova York, no laboratório dirigido por James Hirsch e Zanvil Cohn. Recrutado em 1969, pela Escola de Medicina da Universidade de Nova York, como professor associado de Biologia Celular, passou a professor titular em 1973. A partir de 1980, trabalhou em infecção por Leishmania sp., e mais tarde por outros patógenos intracelulares.
 
Em 1984, foi nomeado Maitre de Recherches, no CNRS. Ficou, inicialmente, na Unidade de Imunofisiologia Celular do Instituto Pasteur de Paris, passando depois a dirigir a Unidade de Imunoparasitologia do Departamento de Imunologia. Aposentado no CNRS voltou, como investigador visitante, ao Laboratório de Fisiologia Celular e Imunologia da Universidade Rockfeller, a partir de 1994.
 
Desde que voltou o Brasil, em 1997, trabalha como pesquisador colaborador, no Departamento de Micro, Imuno e Parasitologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Orientou, no Brasil e no exterior, várias teses de doutorado e supervisionou diversos pós-doutoramentos. 
 
Riva Moscovici da Cruz nasceu na Romênia e é naturalizada brasileira. Graduou-se em 1947 na Faculdade de Farmácia e Odontologia da USP. Defendeu tese de doutoramento em 9 de dezembro de 1963, com o título “Obtenção e estudo de ?-pironas 6-substituídas”, na Faculdade de Farmácia. “Lembro da ansiedade e do nervosismo sempre presentes nesse desafio: a primeira mulher a fazer tese de doutoramento na Faculdade de Farmácia, tendo, em seguida, passado a trabalhar na cadeira de Química Orgânica do Instituto de Química”, diz Riva.
 
Com bolsas da CAPES e do CNPq estagiou, em 1952, na Universidade de Genebra, para adquirir conhecimento das técnicas microanalíticas junto ao Professor Paul Wenger, pioneiro nesse campo. “Aprendi as técnicas de microanálise, assunto ainda desconhecido no Brasil. Retornando ao país, foi a partir da minha divulgação que essas técnicas se espalharam em vários setores universitários. Na época, havia muito interesse e curiosidade, o que se refletia na intensa pesquisa química da rica flora brasileira, para o conhecimento de novas substâncias potencialmente utilizáveis na área médica. As numerosas teses que se apresentaram em seguida atestam a grande atividade desse período”, afirma.
 
Sempre na especialidade de microanálise, fez estágios na Universidade de Stanford, na Califórnia, e na Universidade de Urbana, em Illinois, dessa vez com apoio da Fapesp.
 
Publicou inúmeros trabalhos de pesquisa, premiados em revistas nacionais e estrangeiras. Introduziu a microanálise quantitativa, primeiro no Instituto de Química, atendendo a diversas Unidades, e em outras instituições brasileiras, realizando análises de substâncias novas, provindas da flora brasileira ou obtidas por síntese, para a respectiva elucidação das estruturas.
 
Rubens Molinari nasceu em Bragança Paulista, São Paulo.
 
Engenheiro Químico pela Escola Politécnica da USP, desde 1951, e doutor em Engenharia na mesma Escola, em 29 de outubro de 1958, defendendo a tese “Estudos sobre a Oxidação do Lactato por Preparação de Propionibacterium Pentosaceum”.
 
Foi assistente-doutor, por nove anos, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP; research associate entre 1959 e 1960 no MIT – Instituto de Tecnologia de Massachussets; livre-docente pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara, em 1976; professor adjunto pelo Instituto de Química de Araraquara da UNESP, em 1977; professor titular de Bioquímica Geral e de Biotecnologia do Instituto de Química da UNESP em Araraquara até sua aposentadoria e vice-diretor do mesmo instituto entre 1980 e 1984.
 
Orientou vários mestrados e doutoramentos no Instituto de Química em Araraquara e na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto. Tem inúmeros trabalhos publicados em revistas especializadas, no Brasil e no exterior, incluindo capítulos em livros sobre antibióticos e biotecnologia.
 
Warwick Estevam Kerr nasceu em Santana do Parnaíba, São Paulo.
 
Em 1942, prestou os exames vestibulares e ingressou na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, em Piracicaba.
 
Obteve o diploma de Engenheiro Agrônomo  em 1945. Doutorou-se em Genética Animal em 9 de abril de 1948, defendendo tese com o título “Estudos sobre o gênero Melipona”, na ESALQ. Defendeu tese para o concurso de livre-docente da Cadeira de Genética e Citologia Geral, na ESALQ, em junho de 1950, com o título “Estudos sobre a genética de populações dos himenópteros em geral e sobre os apídeos sociais em particular” e tornou-se professor titular em 1965.
 
Foi professor visitante nas Universidades de Columbia e da Califórnia entre 1951 e 1952. Organizou o Departamento de Biologia Geral da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro, a partir de 1957 e o Departamento de Genética da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, a partir de 1964. Atualmente, é professor colaborador do Instituto de Genética e Bioquímica da Universidade Federal de Uberlândia.
 
Orientou mais de uma dezena de teses de doutoramento e ministrou diversos cursos no Brasil e no exterior. Foi contemplado, também, com várias bolsas de estudo, tanto para atividades no Brasil como em outros países. Participou de inúmeros congressos, reuniões científicas, conferências e palestras.

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Natal
Papai Noel chega de helicóptero no campus de Ribeirão Preto Nesta sexta-feira (12), a partir das 9 horas, a Guarda Universitária do campus de Ribeirão Preto da USP promove a sua já tradicional festa de Natal, direcionada para crianças de creches das imediações da Universidade. Além de comer cachorro quente, algodão doce e pipoca, os alunos (cerca de 400) receberão presentes das mãos do Papai Noel, que esse ano chegará de helicóptero, por volta das 10 horas.

Os funcionários da Guarda se mobilizam desde o meio do ano para obter recursos, promovendo rifas e recebendo doações da comunidade. A festa acontecerá na Associação Ribeirãopretana de Funcionários da USP (Arfusp), na Av. Bandeirantes, 3.900, Ribeirão Preto .

Com informações do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus de Ribeirão Preto da USP

Mais informações: (16) 3602-3600 / 3700

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/159

prevenção
Comissões de ética ambiental avaliam sustentabilidade das pesquisas científicas
 
Como juízes, elas decidem o certo e o errado. Como oráculos, mas baseadas em conhecimento acumulado, mostram o melhor caminho. As comissões de ética ambiental da USP têm poder para decidir se um projeto de pesquisa pode ir para frente ou não. E, se ele não puder seguir adiante, mostram que alterações devem ser feitas para seu prosseguimento. Tudo isso considerando o impacto que as pesquisas podem causar ao meio-ambiente.

Uma tendência que vem crescendo gradualmente na Universidade – tal qual aumenta a conscientização ambiental na população –, essas comissões analisam os projetos de pesquisa e emitem pareceres sobre o tratamento e/ou a disposição final dos resíduos químicos que eles podem produzir. Patrícia Busko Di Vitta, chefe do setor de tratamento de resíduos químicos do Instituto de Química (IQ) da USP, afirma que mais de 90% dos processos químicos realizados no IQ geram resíduos perigosos. O papel da comissão de ética é, então, dar um parecer sobre a pesquisa, com um olho nos resíduos (quais são e para onde vão) e outro nas leis ambientais.

Os pesquisadores preenchem um formulário e o enviam à comissão de suas unidades junto com seus projetos para análise do grupo, formado por docentes e especialistas. No IQ, a comissão de ética ambiental foca principalmente os rejeitos químicos. Há outras comissões na unidade que tratam pontos diversos, como uso de animais e de radioatividade nas pesquisas.

No Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, a comissão de ética ambiental trata, além dos resíduos químicos, dos radioativos. Segundo o professor José Albertino Bendassolli, coordenador da comissão, há uma nova proposta no Cena estabelecendo que todos os projetos de pesquisa realizados na unidade devem ser enviados à comissão de ética ambiental, já que, por enquanto, este processo não é obrigatório. No IQ, o envio de projetos ainda não é obrigatório, mas, conforme Patrícia, será futuramente.

Incentivo

Para Patrícia, que é membro da comissão do IQ, esses grupos de ética ambiental começaram a surgir na Universidade principalmente depois que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) passou a ceder recursos a unidades como o IQ e o Cena para a montagem de laboratórios de tratamento de resíduos químicos.

Além disso, há um ano, a Fapesp começou a requerer o parecer das comissões de ética sobre projetos de pesquisa como condição para que eles passem a receber apoio financeiro. A comissão da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, por exemplo, surgiu na metade deste ano por causa dessa exigência.

Para o presidente da Fapesp, professor Francisco José Moreira Chaves, a agência lançou uma tendência. Ele diz ser cada vez mais comum órgãos de apoio à pesquisa exigirem comissões de ética ambiental em unidades onde os processos liberam resíduos que podem causar impacto ecológico. Patrícia confirma, e vai além: no Instituto de Química, por exemplo, além dos órgãos, empresas como Vale do Rio Doce e Petrobras também têm pedido o parecer da comissão a respeito dos projetos que financiam.

Conscientização
Segunda a professora do IQ, a recomendação da comissão de ética da unidade aos pesquisadores é que eles, ao criarem seus projetos, pensem em como gerar a menor quantidade possível de resíduos perigosos e que eles mesmos tratem dos rejeitos. “É importante que cada um trate a maior quantidade de resíduos possível”, diz.

No Cena, os próprios pesquisadores devem planejar quanto da verba para a pesquisa será destinada ao gerenciamento dos resíduos. Grande parte destes é tratada por um grupo gestor. Segundo o coordenador da comissão do Cena, a unidade obteve até agora uma economia de cerca de R$ 200 mil com energia, reciclagem e reutilização de água.

Sobre a conscientização ambiental de docentes e alunos, Bendassolli é realista. “Ainda não está como desejamos”, diz. “Tem que haver um empenho maior. Mas existe uma evolução, e é importante tratar essa questão com muito carinho.”

Tratamento de resíduos químicos
Para sair do papel
O projeto de pesquisa chega à comissão de ética ambiental da unidade à qual está vinculado. A comissão, composta por docentes e especialistas, analisa-o, atenta nos resíduos que o processo químico ou físico da pesquisa pode obter. Muitos dessas "sobras" podem causar impacto ambiental (contaminação de solos e águas, por exemplo). Por isso, a comissão pode aprovar ou desaprovar um projeto. No caso de o trabalho ser reprovado, ele volta ao pesquisador para que algumas alterações sejam feitas. Algumas comissões são ligadas a grupos que tratam, reciclam ou incineram os resíduos.

Fotos: Marcos Santos

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prevenção
Comissões de ética ambiental avaliam sustentabilidade das pesquisas científicas
 
Como juízes, elas decidem o certo e o errado. Como oráculos, mas baseadas em conhecimento acumulado, mostram o melhor caminho. As comissões de ética ambiental da USP têm poder para decidir se um projeto de pesquisa pode ir para frente ou não. E, se ele não puder seguir adiante, mostram que alterações devem ser feitas para seu prosseguimento. Tudo isso considerando o impacto que as pesquisas podem causar ao meio-ambiente.

Uma tendência que vem crescendo gradualmente na Universidade – tal qual aumenta a conscientização ambiental na população –, essas comissões analisam os projetos de pesquisa e emitem pareceres sobre o tratamento e/ou a disposição final dos resíduos químicos que eles podem produzir. Patrícia Busko Di Vitta, chefe do setor de tratamento de resíduos químicos do Instituto de Química (IQ) da USP, afirma que mais de 90% dos processos químicos realizados no IQ geram resíduos perigosos. O papel da comissão de ética é, então, dar um parecer sobre a pesquisa, com um olho nos resíduos (quais são e para onde vão) e outro nas leis ambientais.

Os pesquisadores preenchem um formulário e o enviam à comissão de suas unidades junto com seus projetos para análise do grupo, formado por docentes e especialistas. No IQ, a comissão de ética ambiental foca principalmente os rejeitos químicos. Há outras comissões na unidade que tratam pontos diversos, como uso de animais e de radioatividade nas pesquisas.

No Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, a comissão de ética ambiental trata, além dos resíduos químicos, dos radioativos. Segundo o professor José Albertino Bendassolli, coordenador da comissão, há uma nova proposta no Cena estabelecendo que todos os projetos de pesquisa realizados na unidade devem ser enviados à comissão de ética ambiental, já que, por enquanto, este processo não é obrigatório. No IQ, o envio de projetos ainda não é obrigatório, mas, conforme Patrícia, será futuramente.

Incentivo

Para Patrícia, que é membro da comissão do IQ, esses grupos de ética ambiental começaram a surgir na Universidade principalmente depois que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) passou a ceder recursos a unidades como o IQ e o Cena para a montagem de laboratórios de tratamento de resíduos químicos.

Além disso, há um ano, a Fapesp começou a requerer o parecer das comissões de ética sobre projetos de pesquisa como condição para que eles passem a receber apoio financeiro. A comissão da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, por exemplo, surgiu na metade deste ano por causa dessa exigência.

Para o presidente da comissão de ética ambiental da EEL, professor Francisco José Moreira Chaves, a agência lançou uma tendência. Ele diz ser cada vez mais comum órgãos de apoio à pesquisa exigirem comissões de ética ambiental em unidades onde os processos liberam resíduos que podem causar impacto ecológico. Patrícia confirma, e vai além: no Instituto de Química, por exemplo, além dos órgãos, empresas como Vale do Rio Doce e Petrobras também têm pedido o parecer da comissão a respeito dos projetos que financiam.

Conscientização
Segunda a professora do IQ, a recomendação da comissão de ética da unidade aos pesquisadores é que eles, ao criarem seus projetos, pensem em como gerar a menor quantidade possível de resíduos perigosos e que eles mesmos tratem dos rejeitos. “É importante que cada um trate a maior quantidade de resíduos possível”, diz.

No Cena, os próprios pesquisadores devem planejar quanto da verba para a pesquisa será destinada ao gerenciamento dos resíduos. Grande parte destes é tratada por um grupo gestor. Segundo o coordenador da comissão do Cena, a unidade obteve até agora uma economia de cerca de R$ 200 mil com energia, reciclagem e reutilização de água.

Sobre a conscientização ambiental de docentes e alunos, Bendassolli é realista. “Ainda não está como desejamos”, diz. “Tem que haver um empenho maior. Mas existe uma evolução, e é importante tratar essa questão com muito carinho.”

Tratamento de resíduos químicos
Para sair do papel
O projeto de pesquisa chega à comissão de ética ambiental da unidade à qual está vinculado. A comissão, composta por docentes e especialistas, analisa o trabalho, atenta aos resíduos que o processo químico ou físico da pesquisa pode obter. Muitos dessas "sobras" causam impacto ambiental (contaminação de solos e águas, por exemplo). Por isso, a comissão tem o poder aprovar ou desaprovar um projeto. No caso de o trabalho ser reprovado, ele volta ao pesquisador para que algumas alterações sejam feitas.

Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15931-si

Internet
Site disponibiliza as melhores produções acadêmicas da FFLCH Está no ar o site Produção Acadêmica Prêmiada, da Facudade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que publica e premia as teses e dissertações mais destacadas dos programas de pós-graduação da unidade. Os trabalhos ficam disponíveis no site, em formato ebook, sob as normas internacionais de edição, o International Standard Book Number (ISBN).

Há trabalhos publicados nos campos da antropologia, ciência política, filosofia, geografia, história, letras e sociologia. Os próprios departamentos da unidade estabelecem os critérios de indicação dos melhores trabalhos, num total de até cinco por ano.

Mais informações: (11) 3091-4612

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

INCT
Instituto de Astrofísica pretende alavancar a pesquisa astronômica
Nesta sexta (12), às 10 horas, no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, será apresentado à comunidade científica o Instituto Nacional Avançado de Astrofísica, sob a coordenação do professor João Evangelista Steiner, do IAG. O projeto faz parte do programa de Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) de iniciativa do Governo Federal e que investirá, somente na USP, mais de R$ 92 milhões em pesquisa.

Segundo o professor Steiner, “o projeto tem por objetivo estabelecer um Instituto Nacional de caráter estratégico cuja missão é inserir a astronomia brasileira no futuro da astronomia mundial”. Nas propostas que serão apresentadas nesta sexta, 144 cientistas com doutorado, de 27 instituições consolidadas e emergentes, se reunirão para planejar e implementar ações, tendo em vista o futuro da astronomia brasileira.

O professor explica que os investimentos em novos equipamentos de pesquisa são muito elevados e as escalas de tempo envolvidas em suas construções também são grandes. “Somos cientistas de diversas instituições e especialidades, mas todos nós necessitamos da mesma infra-estrutura científica e, principalmente, de estratégias coletivas”, explica Steiner. “Estas são as características que dão unidade à presente proposta, por isso essas estratégias são cada vez mais necessárias”.

Aplicação dos investimentos
O Instituto receberá investimentos de R$ 4,8 milhões, que serão aplicados em alguns itens principais. Um deles é o retorno dos investimentos nos telescópios Gemini e SOAR, que visa aumentar programas de pós-graduação, atrair novos talentos para a pesquisa e manter o Brasil na liderança da produção científica nos próximos cinco anos.

Outra aplicação importante é na disponibilização de bancos de dados públicos, com informações obtidas em missões espaciais e também em telescópios terrestres. Segundo o professor “esses conjuntos de dados contêm um tesouro de informação e explorá-los poderá ser de enorme beneficio para a astronomia brasileira”.

Os investimentos serão aplicados também para elaborar e propor novos projetos nas áreas de rádio-astronomia, satélites científicos e astronomia óptica/infravermelho, além de estruturar e avançar a elaboração do software para a análise de grandes bancos.

No que se refere a divulgação científica, o Instituto propõe traduzir o Portal do Universo da IAU para a Língua Portuguesa, além de organizar um curso a distância de astronomia para professores de ciência.

Os próximos anos
Segundo o professor Steiner, para a próxima década a astronomia mundial está planejando novos passos importantes. Em todas as faixas do espectro estão sendo planejadas e construídas novas gerações de telescópios. Muitos desses equipamentos são iniciativas multinacionais, dados os elevados custos envolvidos, alguns deles na casa do bilhão de dólares e levando de 10 a 15 anos para serem concluídos.

“A participação direta nesses projetos está além das nossas possibilidades, mas existem nichos que podem beneficiar nossa astronomia”, explica. “A forma e intensidade desses benefícios dependem de alguns novos investimentos, mas principalmente de cuidadoso planejamento e visão estratégica”, conclui o professor.

Com informações da Assessoria de Comunicação do IAG

Mais informações: (11) 3091-2713, com o professor João Evangelista Steiner

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Dezembro 12, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9846/especiais/livro-simbolo-do

EspeciaisPesquisadores do Instituto de Botânica publicam obra com os principais avanços científicos das últimas décadas sobre o pau-brasil, que se encontra na listas de espécies nativas ameaçadas de extinção em seu ecossistema natural, a Mata Atlântica

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9847/divulgacao-cientifica/sens

Divulgação CientíficaArtigo publicado na Science sugere que clima tem impacto maior do que se pensava na química dos oceanos. Estudo mostra que mudanças climáticas afetaram ciclo de cálcio nos mares há 13 milhões de anos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9848/noticias/primeira-aproxima

NotíciasEm visita à FAPESP, embaixador da Bélgica no Brasil, Claude Misson, discutiu com o presidente da Fundação, Celso Lafer, a possibilidade de implementar ações de cooperação científica com agências de fomento belgas em áreas como nanotecnologia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9849/noticias/nova-revista-de-c

NotíciasRevista Brasileira de Ciência, Tecnologia e Sociedade, criada pelo Departamento de Ciência de Informação da UFSCar está selecionando artigos para sua primeira edição. Material poderá ser enviado até o dia 2 de março de 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9850/noticias/vaga-para-profess

NotíciasInstituto de Química de São Carlos (IQSC), da USP, lançou edital para a contratação de um docente da área de química analítica instrumental. Salário é de R$ 6,3 mil e inscrições poderão ser feitas até o dia 2 de fevereiro de 2009

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9851/agenda/iea-lanca-novo-nume

AgendaEvento de lançamento da edição n° 64 da revista, que aborda o tema "Epidemias", ocorrerá no dia 16 de dezembro, na capital paulista

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9852/agenda/14-simposio-brasile

Agenda“Informação geográfica: ciência e sistemas” e “CBERS: avaliação e aplicações” serão assuntos discutidos de 25 a 30 de abril de 2009, em Natal (RN)

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15895-natal

comemoração
Natal no HU é cheio de atividades para crianças internadas Músicas natalinas, teatro de bonecos, apresentações de flauta com a Família Noel, animais de estimação, missa e entrega de presentes pelo Papai Noel são algumas das atividades previstas para as comemorações de Natal no Hospital Universitário (HU) da USP.

Entre segunda (15) e sexta-feira (19), as crianças com idades de 0 a 14 anos internadas no hospital poderão participar das atividades na brinquedoteca. Assim como da missa que será celebrada no refeitório do HU.

A festa tem como objetivo proporcionar para as crianças e seus acompanhantes diversão durante a internação e amenizar o sofrimento por não poder estar com os familiares nessa data tão especial.

Segundo Daniela Ribeiro Linhares, técnica de Apoio Educativo da Brinquedoteca e responsável pela organização do evento, “o importante é alegrar as crianças que estão internadas e que não poderão participar das festividades em casa”. Os eventos têm horários variados durante a semana.

Com informações da agência Singular Comunicação

Mais informações: (11) 3091-9200

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15932-hc-pr

Pesquisa
HC procura voluntárias hipertensas para estudo
sobre anticoncepcionais O Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) está recrutando mulheres de 18 a 40 anos de idade para estudo sobre o uso de métodos contraceptivos hormonais por mulheres hipertensas. As voluntárias farão uso de pílulas anticoncepcionais durante os seis meses de pesquisa.

Para participar, as interessadas devem ser hipertensas, terem vida sexual ativa, não estarem grávidas, não serem dependentes do tabaco nem obesas,  e não fazerem uso de nenhum método anticoncepcional hormonal há pelo menos 12 meses.

Durante o período, as mulheres serão submetidas a exames ginecológicos e laboratoriais e passarão por consultas mensais.

A inscrição das participantes, até o preenchimento das vagas, é realizada às quartas-feiras, às 7 horas, no 10º andar do prédio do Instituto Central do HC, que fica na Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, Cerqueira César. Não haverá atendimento excepcionalmente nos dias 24 e 31 de dezembro.

Mais informações: (11) 3069-7621

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

Eleição
Sai lista tríplice para escolha do novo diretor da ECA Foi realizada nesta sexta-feira (12) a eleição para escolha do novo diretor da ECA. Na USP, essas eleições são realizadas por um colégio eleitoral que define três nomes, entre os quais a reitora seleciona o novo dirigente. Os três eleitos foram os professores Mauro Wilton de Souza, Elza Maria Ajzenberg e Ivan Santo Barbosa.

Foram necessários 3 escrutínios para composição da lista. No primeiro foi escolhido o professor Mauro Wilton de Sousa, com 49 votos. No segundo, nenhum dos candidatos obteve votos suficientes. No terceiro escrutínio foram escolhidos os professores Elza Maria Ajzenberg, com 34 votos, e Ivan Santo Barbosa, com 33 votos.

A escolha da reitora deve ser divulgada no início do próximo ano.

Mais informações: (11) 3091-4372 / 4374

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/159

integração
USP inaugura projeto do primeiro edifício sustentável do país
Um prédio que produza 100% da energia que consome. Partindo dessa idéia, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) e o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP desenvolveram o projeto do primeiro prédio totalmente sustentável do país, o Centro de Estudos do Clima e Ambientes Sustentáveis (Cecas). O lançamento ocorreu nesta sexta-feira (12) na Reitoria da Universidade. O edifício deverá estar pronto em três anos.
 

O projeto prevê que o prédio será localizado na Cidade Universitária, em São Paulo, e abrigará o Centro de Ciências da Terra e do Ambiente (Cecita), o Laboratório de Modelos para a Sustentabilidade de Construções (Labsus) e a Rede de Mudanças Climáticas (RMC). A Rede foi lançada junto com o Centro e faz parte da iniciativa da Pró-Reitoria de Pesquisa de criar redes interdisciplinares de pesquisa na USP.

O edifício está orçado, inicialmente, em R$ 20 milhões e já contou com o anúncio de R$ 5 milhões pela reitora Suely Vilela: "o reconhecimento da Universidade à iniciativa se traduz não só ao apoio, mas também na concessão de recursos". A reitora ainda destaca que "um centro dessa natureza é ainda mais convincente em sua capacidade de se transformar em iniciativa bem sucedida, se incluído em um edifício modelo de concepção inovadora". 

O diretor do projeto é Marcelo Romero, professor e vice-diretor da FAU, que afirma que o primeiro passo para se fazer um edifício sustentável é pensar no que os recursos naturais podem contribuir: "antes de colocar um sensor sequer, um fio, uma lâmpada, nós tentamos esgotar os recursos do clima de São Paulo, da amplitude térmica durante o dia, das temperaturas durante a noite, da iluminação natural". Um dos exemplos disso é a iluminação do prédio - o edifício foi separado em três blocos para que se fosse utilizada ao máximo a luz do dia. "A luz natural tem uma qualidade muito melhor que a iluminação artificial", afirma Romero.


Outro exemplo do aproveitamento dos recursos naturais é a ventilação do prédio. Durante a noite, quando a cidade se resfria, se abrirão janelas para a entrada do ar; e durante o dia funcionará um sistema de resfriamento do ar pelo solo. Além disso, para resfriar o prédio, também haverá persianas externas para evitar a entrada da radiação solar: "as persianas comuns, internas, não funcionam muito bem para manter o resfriamento dos ambientes, pois permitem que a radiação entre. As melhores persianas são estas que ficam do lado de fora", diz o diretor do projeto. 

Um aspecto importante do Cecas é a automação do edifício. "Este é um prédio inteligente, pois para um edifício ser sustentável ele tem que ter o mínimo de desperdício", explica Romero. O Cecas possuirá sensores de temperatura: quando a temperatura estiver baixa o edifício desligará o resfriamento. As persianas também se fecharão e abrirão de acordo com a trajetória do Sol. 

A geração de eletricidade se dará por meio de painéis solares, fixos e móveis; os painéis móveis, previstos para ficarem na cobertura do prédio, são como girassóis, acompanham o movimento do Sol para ter o maior aproveitamento possível da energia. 

Rede de Mudanças Climáticas 
Márcia Ernesto, diretora do IAG, explicou como a RMC entrou em contato com projeto do prédio sustentável: "foram duas iniciativas diferentes que acabaram naturalmente convergindo. A proposta do Cecas veio acelerar o processo de implantação da Rede, como um exemplo de que isso é viável." Mayana Zatz, pró-reitora de pesquisa, ressaltou a importância das redes na interação científica "a idéia é unir as competências que nós temos aqui na Universidade e fazer as pessoas trabalharem em conjunto".

 
 Professores durante cerimônia de lançamento do Cecas, na Reitoria da Universidade

O coordenador da RMC é Tércio Ambrizzi, que afirma que em 2009 a Rede já entra em funcionamento: "temos como meta treinamentos, cursos e workshops e agora, com o lançamento oficial, nós vamos nos organizar para entrar em contato com os pesquisadores que trabalham com a temática de mudanças climáticas, nas várias áreas do conhecimento". Ambrizzi ressalta a importância da sede física para a Rede: "o prédio em si já tem o foco no nosso tema, nada mais atrativo que as pesquisas serem desenvolvidas dentro desse ambiente".

Após conseguir os recursos para o Cecas, Marcelo Romero diz que ainda haverá um refinamento no projeto inicial. Segundo o professor, em torno de três anos o edifício deve ser inaugurado.

Foto: Francisco Emolo

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Bolsa
Abertas as inscrições para programa de estágio-docenteA Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP está recebendo candidaturas para a edição 2009 do seu Programa de Estágio-Docente no Exterior, que apoia a realização de estágios de pós-doutoramento por professores da Universidade. O objetivo é fortalecer as linhas de pesquisa de programas de pós-graduação em fase de consolidação.

Serão beneficiados 15 professores, que terão custeadas sua passagens aéreas e receberão uma bolsa-auxílio de 2 mil dólares por mês. Os candidatos devem ser orientadores credenciados em programas de pós-graduação avaliados pela Capes com conceitos 3, 4 ou 5; ter completado o doutorado há no mínimo 5 e no máximo 10 anos; nunca ter realizado estágio no exterior após conclusão do Doutorado; e trabalhar na USP há pelo menos 3 anos.

As solicitações devem ser enviadas à Pró-Reitoria de Pós-Graduação até 31 de março do ano que vem. Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 22 de abril. Outras informações podem ser obtidas no edital do programa.

Mais informações: (11) 3815-1141, email prpg@usp.br

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Saúde Pública
Pesquisa revela as principais causas dos traumas de coluna
Um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mapeou a realidade brasileira das internações hospitalares decorrentes de traumas na coluna. A professora de enfermagem Vanessa Luiza Tuono, do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) de Santa Catarina e, durante o estudo, mestranda da FSP no curso de Epidemiologia, pesquisou o perfil dos pacientes, os principais motivos e os aspectos técnicos das internações brasileiras. Ela constatou dados interessantes, como a elevada porcentagem de internações devido a quedas e acidentes de trânsito e a predominância de jovens do sexo masculino entre as vítimas.

A pesquisadora levantou informações sobre internações hospitalares no banco de dados para traumas de coluna do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do Sistema Único de Saúde (SUS), com dados referentes ao período de 2000 a 2005. Ela constatou que 3% das internações por causas externas (acidentes e violências) são com diagnóstico de trauma de coluna, o que corresponde a cerca de 20 mil internações/ano. Destas, 7% são com comprometimento da medula espinal.

Vanessa explica que “os traumas com acometimento da medula geralmente são lesões graves que deixam seqüelas irreversíveis, tanto que, na maioria dos casos os pacientes acabam morrendo ou ficando inválidos”. Segundo os dados levantados, as lesões do nível lombo-sacral, que causam paraplegia na maior parte dos casos, representam 60% do total das internações; as lesões cervicais (mais graves), que geralmente deixam as vitimas tetraplégicas e, portanto, inválidas, representam 28% dos casos. A professora explica que quanto mais próximas da cabeça mais graves são as lesões de coluna. 

“As causas das lesões provêm predominantemente de quedas, que representam cerca de 40% das internações” explica Vanessa. Inclui-se nessa porcentagem quedas de idosos em casa, na maioria mulheres, e de trabalhadores da construção civil principalmente. Em segundo lugar estão os acidentes de trânsito, que representam 23% das internações, sendo que, destes, 30% são pedestres. Completam a lista as lesões por mergulho em águas rasas com 20% dos casos, tentativas de homicídio com 6% e outros casos 1%.

Problema de Saúde Pública
O tempo médio de cada internação é de 9 dias para lesões sem acometimento medular e de 17 dias para as que causam acometimento. Comparando esse período com os gastos médios da internação, que são de cerca de R$ 1.523,00, Vanessa concluiu que as internações representam um custo elevado para o Estado.

Segundo a pesquisadora, a maior parte dos pacientes são jovens do sexo masculino, com idades entre 20 e 29 anos. “No período pesquisado houve um crescimento das internações, que passou de 15 casos para cada 100 mil habitantes, para 22,9 casos” diz, lembrando que “a região Sul e o Distrito Federal foram as regiões com maiores índices de internações”.

Devido a esse crescimento, e também pelos pacientes estarem no auge de sua produtividade profissional e pessoal, e mais ainda, pelo fato de as lesões causarem seqüelas quase sempre irreversíveis, o estudo mostrou que os traumas com comprometimento medular representam um grande problema de saúde pública.

Mais informações: (47) 3431-5628, email vanenf@usp.br, com a professora Vanessa Luíza Tuono

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Serviço
Biblioteca da FEA divulga seus horários de férias A partir desta segunda-feira (15), a biblioteca da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP passa a funcionar das 8 horas às 19h30. O atendimento no balcão encerra-se às 19 horas. Esses horários são válidos até 31 de janeiro do ano que vem.

Excepcionalmente no dia 19 de dezembro, a biblioteca ficará aberta das 8 às 12 horas. Entre os dias 26 de dezembro e 16 de janeiro não haverá expediente.

As bibliotecas da USP são abertas a todos os interessados em consultar seu acervo. A biblioteca da FEA fica no prédio 4 da unidade (Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo).

Mais informações: (11) 3091-5998, site www.fea.usp.br/biblioteca

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Infra-estrutura
Campanha arrecada doações para montar novo laboratório na FEA A Associação dos Amigos do Departamento de Economia da FEA (Amefea) lançou uma campanha de arrecadação de doações para a montagem de um novo laboratório de informática para os alunos da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP. O objetivo da associação é terminar sua montagem ainda no primeiro semestre de 2009.

O laboratório terá 34 microcomputadores, projetor e impressora Laserjet. Os softwares necessários são: Office, Matlab, Stata e eViews. O custo total do projeto é calculado pela Amefea em aproximadamente R$ 150 mil. As doações podem ser monetárias ou em equipamentos, softwares e mobiliário.

As instruções para os doadores estão disponíveis no site da associação.

Mais informações: (11) 3091-5802 / 5803, email amefea@amefea.org.br, site www.amefea.org.br

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Dezembro 15, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9853/especiais/fenomeno-desvend

EspeciaisEstudo realizado na Unicamp e no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) ajuda a entender o fenômeno da fratura por queda de ductilidade, que causa ruptura em ligas metálicas durante a soldagem. Pela originalidade, pesquisa ganhou Prêmio ABCM-Embraer 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9854/noticias/lirica-amazonica.

NotíciasÓpera apresentada na Amazônia em 1793 é resgatada por pesquisa que recupera patrimônio musical do Brasil colonial. Obra reconstituída será exibida em Belém nesta segunda-feira (15/12)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9855/noticias/novos-procediment

NotíciasA FAPESP informa que, a partir desta segunda-feira (15/12), alterações da concessão inicial de qualquer processo serão incluídas no Termo de Outorga como Aditivos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9856/divulgacao-cientifica/vita

Divulgação CientíficaEstudo publicado no Journal of the American College of Cardiology destaca que a carência da vitamina pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9857/noticias/ambientalmente-co

NotíciasUSP lança pedra fundamental do primeiro prédio ambientalmente sustentável que abrigará centro de pesquisa sobre o tema

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9858/agenda/visoes-da-terra-ent

AgendaExposição em cartaz na Estação Ciência, em São Paulo, até 31 de julho de 2009, propõe uma viagem pela história do planeta por meio de reflexões sobre como o homem se relaciona com o mundo em que vive

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9859/agenda/18-encontro-brasile

AgendaA situação atual da piscicultura no Brasil e suas perspectivas será um dos temas discutidos de 25 a 30 de janeiro, em Cuiabá

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vestibular
Fuvest anuncia classificados para segunda fase do exame 2009
A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulga em seu site a relação dos aprovados para a segunda fase de seu exame para 2009 e também a lista com os locais das provas.

Para consultar a lista dos aprovados, clique aqui. Para ver os locais de exame, clique aqui.

Mais informações: (11) 3091-2300, ou site www.fuvest.br

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crianças e adolescentes
Núcleo de extensão da EE mostra que saúde vai além da cura de doenças
 
"É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, (...) à convivência familiar e comunitária."
Artigo 4° do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

A criação do Estatuto da Criança e do Adolescente representa um avanço na mentalidade brasileira em relação à importância dos direitos dos jovens. Mas tais garantias não podem ficar apenas no papel. Foi pensando assim que o Núcleo de Apoio às Atividades de Cultura e Extensão Universitária: Assistência de Enfermagem em Saúde Coletiva (NACE: AENSC) começou, em 1998, o projeto Estratégias para a Promoção da Saúde da Criança. O núcleo - que faz parte da Escola de Enfermagem (EE) da USP - atua buscando melhorias na promoção da saúde infantil na cidade de São Paulo.

Dividido em subprojetos, o Estratégias mostra que tão importante quanto o foco na cura das doenças é a valorização do ambiente familiar, já que é nele que se dará a prevenção e o cuidado com as crianças. Por isso o NACE: AENSC se preocupa com a formação de profissionais capacitados para analisar não apenas as patologias, mas todo o contexto de vida das crianças.

Mais que um projeto de governo
Como forma de unir saúde e ambiente familiar, o NACE: AENSC criou o subprojeto "Nossas crianças, janelas de oportunidades". Nele, formou-se o que posteriormente ficou conhecido como "Saúde da Família", projeto utilizado pela Prefeitura do Município de São Paulo no governo de Marta Suplicy. A idéia é que agentes comunitários levem cartilhas educativas para famílias com gestantes ou crianças até 6 anos, como forma de abrir um diálogo sobre o desenvolvimento da criança.

Além disso, os agentes também abrem uma ficha de acompanhamento de cuidados domiciliares, com um prontuário da criança, utilizado por médicos e enfermeiros nas consultas de rotina. "Isso amplia o enfoque na questão da estrutura familiar de cuidado", conta Anna Maria Chiesa, uma das professoras responsáveis pelo projeto.

Para capacitar os profissionais da rede, foi feito um curso com um manual. "Graças a ele", explica Anna Maria, "existem profissionais que usam o projeto e o prontuário até hoje, mesmo não sendo mais uma estratégia de governo. Cada prefeito quer deixar a sua marca, mas mesmo o Mãe Paulistana tem muita coisa que foi proposta pelo Nossas Crianças, do NACE: AENSC".

A importância da graduação
Além de capacitação de profissionais da área, Anna Maria citou que a graduação também deve ser um espaço para formação de um profissional mais humano, e não apenas aquele que cuida da doença em si. "Lutamos pela inclusão do protocolo do projeto na graduação, porque percebemos que os enfermeiros que estão preparados para a utilização do protocolo têm uma maior resolutividade quando chega uma criança com queixa, reduzindo assim a mortalidade por doenças prevalentes".

A equipe da professora conseguiu mais do que isso: constituiu-se uma rede latino-americana de enfermeiros trabalhando pela inclusão do sistema nas universidades. Universidades de toda a América, como a do Alabama (EUA), fizeram intercâmbios sobre saúde da criança, enriquecendo cada vez mais o projeto, que começou a ser utilizado em outros países. O NACE: AENSC, em parceria com essa rede, criou um manual para ser utilizado nas universidades da América Latina. Hoje, a importância da formação de um profissional crítico na relação saúde-família é percebida por grande parte da comunidade acadêmica da área.

Fotos: Arquivo

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exploração
Instituto vai ajudar a identificar bacias petrolíferas
O desenvolvimento de novas tecnologias para a caracterização das áreas favoráveis e desfavoráveis para a ocorrência de campos de petróleo no Brasil será a principal contribuição do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Técnicas Analíticas Aplicadas a Exploração de Gás e Petróleo (INCT-Petrotec).

De acordo com o professor Colombo Celso Gaeta Tassinari, diretor do Instituto de Geociências (IGC) da USP e coordenador do INCT-Petrotec, o intuito é criar condições para implementar no País novas técnicas de análises isotópicas de materiais geológicos. A análise isotópica permite calcular a idade de rochas e de eventos geológicos, bem como caracterizar a evolução térmica do embasamento de bacias potencialmente petrolíferas, fatores fundamentais para exploração de petróleo e gás. Outra contribuição importante será a formação e capacitação de recursos humanos para o setor.

“O petróleo se forma, ao longo de milhares de anos em bacias sedimentares com certas características muito específicas. Há uma rocha geradora, com matéria orgânica onde o petróleo é formado. Depois, o petróleo migra e vai formar o campo de petróleo. Existem épocas geológicas que são mais favoráveis para a formação de bacias petrolíferas. Com o INCT-Petrotec, melhoraremos as técnicas já existentes e implantaremos novas técnicas que irão auxiliar na caracterização de bacias sedimentares, para que se possa concluir com mais precisão sobre a ocorrência ou não de petróleo e gás em um determinado local”, explica Tassinari.

O professor conta que integram o Instituto quatro centros de pesquisa brasileiros que já realizam, entre outros trabalhos na área, a análise isotópica de materiais geológicos: o IGc/USP, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade de Brasília (UnB). Essas instituições, juntamente com a Petrobras e os Ministérios de Minas e Energia e de Ciência e Tecnologia, formam a Rede Nacional de Estudos Geochronológicos, Geodinâmicos e Ambientais (Rede Geochronos) que existe há aproximadamente cinco anos. Esta rede também inclui o Sistema Geológico do Brasil, também conhecido como Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM).

“Quando saiu o edital para os INCT´s, tivemos a idéia de propor a criação do INCT-Petrotec a partir de uma demanda da Petrobras e de outras empresas do setor a fim de desenvolver novas tecnologias ligadas à descoberta de novos campos”, conta o coordenador do Instituto.

Microsonda
Ao todo, participam do INCT-Petrotec 19 pesquisadores ligados às quatro instituições ensino, sendo que sete deles são da USP. A sede está sendo construída em frente ao Instituto de Geociências e, segundo o professor Tassinari, deverá estar concluída em junho de 2009. A verba deste INCT será de aproximadamente R$1,4 milhão ao ano.

Em relação aos equipamentos que serão utilizados pelos pesquisadores, o professor destaca a microsonda iônica de alta resolução com multicoletor, adquirida há cerca de dois anos, por cerca de U$3 milhões, com verba da Petrobras e da Fapesp. “Trata-se de um equipamento de ponta cuja aquisição possibilitou que integrássemos a Rede Geochronos. No mundo inteiro existem apenas 12 exemplares semelhantes, todos em países desenvolvidos”, aponta. De acordo com o professor, com a construção da sede, a microsonda será finalmente instalada.

Segundo Tassinari, cada uma das universidades envolvidas no INCT-Petrotec possui um equipamento de grande porte (ICP-MS de Alta Resolução), que complementará de forma eficiente as análise da microsonda iônica, realizando assim um trabalho conjunto de análise de materiais.

O INCT-Petrotec é um dos integrantes do Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, iniciativa do que reune 101 institutos nacionais e que visam o desenvolvimento de tecnologia e pesquisa de ponta em várias áreas do conhecimento.

Mais informações: (11) 3091-3983 ou email ccgtassi@usp.br, com o professor Colombo C. G. Tassinari

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Dezembro 16, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9860/especiais/tensao-pre-vesti

EspeciaisEstudo com 1.046 vestibulandos aponta que mais da metade apresentava sintomas de ansiedade que podem levar a distúrbios psíquicos mais graves

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9861/noticias/aprovados-na-cham

NotíciasForam selecionados cinco projetos que contribuirão para o avanço do conhecimento nas áreas de processos de síntese a partir de matérias-primas renováveis

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9862/divulgacao-cientifica/bloq

Divulgação CientíficaPesquisadores nos Estados Unidos descobrem caminho bioquímico fundamental para a metástase do câncer de cólon e reto, abrindo caminho para novas terapias contra a doença

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9863/noticias/a-agenda-secreta-

NotíciasDescoberta de pesquisadoras brasileiras reforça a idéia de que a alquimia sobreviveu à revolução científica moderna. Leia em reportagem de capa de Pesquisa FAPESP

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9864/noticias/premio-personalid

NotíciasVahan Agopyan (EP-USP e conselheiro da FAPESP), Roberto Lotufo (Inova Unicamp) e Carlos Padovesi (IPT) estão entre os premiados pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9865/agenda/elac-2009.htm

AgendaEscola de Verão do Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada do Inpe será realizada de 10 a 13 de fevereiro, em São José dos Campos (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9866/agenda/simasp-univesp-2009

AgendaCom o tema “De olhos para o futuro”, 32ª edição do simpósio do Centro de Estudos Moacyr Álvaro da Universidade Federal de São Paulo será realizada de 5 a 7 de março de 2009, em São Paulo

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15943-co

profissionalização
Ensino do Colégio Técnico de Lorena prepara para o mercado e para a academia
 No último dia 7, um vestibulinho reuniu uma nova leva de estudantes, a maioria da oitava série do ensino fundamental, para disputar uma das 40 vagas do Colégo Técnico de Lorena (Cotel), vinculado à Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP. E eles têm motivos de sobra para se esforçarem para ter a opoturnidade de cursar o ensino médio e técnico no colégio.

O profissional de química é bastante requisitado nas indústrias farmacêutica, alimentícia, de cosméticos, limpeza, higiene e combustíveis. E não são necessários apenas profissionais com nível superior: a procura por pessoas com formação técnica é grande, permitindo que jovens com uma boa base ingressem mais cedo no mercado de trabalho.

O Vale do Paraíba, onde se localiza a cidade de Lorena, é uma das regiões mais prósperas do país, atraindo a instalação de importantes multinacionais que movimentam diretamente a economia local com a geração de empregos. A exigência de mão-de-obra qualificada para estas empresas estimulou ali a criação de instituições de ensino, entre elas a Faculdade de Engenharia Química de Lorena (Faenquil), extinta em 2006 para dar lugar a um projeto maior e com respaldo da USP: a EEL.

Profesor José Mário Pinto de Oliveira
Profesor José Mário Pinto de Oliveira
A fundação, em 1993, por professores da Faenquil, do Colégio Técnico de Lorena (Cotel) foi uma iniciativa de sucesso neste contexto. “A procura das empresas por estagiários do Cotel é enorme. Não é raro serem solicitadas indicações e nossos alunos já estarem todos empregados. E a maior parte destes estudantes, após o estágio obrigatório, acaba sendo efetivada”, conta o profesor José Mário Pinto de Oliveira, diretor do Cotel.

De fato, a qualidade de um estagiário proveniente de uma escola pública vinculada à Universidade chama a atenção das empresas – 90% dos professores do Cotel são também docentes na graduação da EEL, que além disso fornece sua estrutura de laboratórios para o colégio. Mas esta não é a única vantagem da ligação com a USP. “Os alunos, por estarem estudando dentro da faculdade, já se acostumam ao clima universitário, e vão desde cedo se interessando pela área de pesquisa”, afirma José Mário.

O biólogo Mateus Afonso Gomes é um exemplo da efetividade deste estímulo, tendo passado de aluno, até o ano 2000, para docente do colégio, em 2004. Atualmente ele cursa o mestrado em engenharia química na EEL e leciona as disciplinas de química geral e experimental, biologia e análise química no ensino técnico, além de ser responsável pelos alunos de pré-iniciação científica da unidade. "O Cotel foi e continua sendo a minha escola de vida. Aqui me criei e amadureci profissionalmente, tornei-me um profissional capacitado e um ser humano melhor, pois o colégio não me ensinou apenas fórmulas e números, mas me deu base para ser um cidadão com ética", conta.

Laboratório do COTEL
 Aula prática do Cotel em laboratório
Em adição à a formação profissional, o ensino de qualidade do Cotel representa outra instância onde a USP tem mostrado interesse em “emprestar” sua excelência: o ensino médio. De alto nível, e que propicie um acesso mais democrático às universidades públicas, inclusive à própria USP, como explica o diretor. “É uma contribuição da Universidade no processo de inclusão social. O aluno que entra aqui tem benefícios como alimentação, auxílio-transporte, e a garantia de um ótimo ensino público, que lhe permita concorrer no vestibular em igualdade de condições com alunos provenientes das melhores escolas particulares”. Gomes concorda: "A motivação do aluno por estar em uma instituição superior de qualidade irá incentivá-lo a ingressar nessa instituição que ajudou a formá-lo. Estes são frutos colhidos pela Universidade a partir da semente plantada e cultivada por ela própria".

Os números confirmam a realização deste ideal: em 2007, dos 40 alunos formados pelo Cotel, 20 passaram nas provas da Fuvest, sendo hoje calouros nos cursos da EEL. “O mais comum entre os egressos do Cotel é ir para o mercado de trabalho e continuar os estudos no período noturno. E nós incentivamos que façam um curso superior para evoluirem, mesmo que o técnico somente já assegure um emprego”, completa José Mário.
 
O que faz um técnico em química?
De acordo com o Conselho Regional de Química (CRQ), o técnico em química pode exercer as seguintes atividades:

- Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal, padronização e controle de qualidade.
- Produção, tratamentos prévios e complementares de produtos e resíduos.
- Operação e manutenção de equipamentos e instalações, execução de trabalhos técnicos.
- Condução e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos e manutenção.
- Desempenho de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas.
- Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições respectivas.
- Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos.

Para os dois últimos itens, o profissional pode ser considerado responsável técnico somente “a critério do Conselho Regional de Química da jurisdição, de fábrica de pequena capacidade que se enquadre dentro da respectiva competência e especialização.”

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férias
IME oferece curso de verão em bioinformática
O Intituto de Matemática e Estatística (IME) da USP oferece, em fevereiro de 2009, o Curso de Verão de Bioinformática. Voltado aos interessados em desenvolver um projeto de mestrado na área, o curso é aberto à participação de graduandos e graduados, e se divide entre as áreas de informática e biologia. As aulas apresentarão conceitos e aplicações práticas fundamentais para compreensão dos problemas biológicos e soluções computacionais envolvidas.

Os interessados têm até o até o dia 5 de janeiro para mandar por fax - (11) 3091-9980 - ou por email (cpgbio@ime.usp.br) o formulário que está disponível no site do curso, juntamente com uma cópia do currículo e do histórico escolar. O resultado da seleção sai no dia 12 do mesmo mês, e os aprovados devem pagar inscrição no valor de R$ 150. O curso será ministrado no próprio IME (Rua do Matão, 1.010, Cidade Universitária, São Paulo) entre os dias 2 e 6 de feveireiro.

Mais informações: (11) 3091-9980, email cpgbio@ime.usp.br ou site www.ime.usp.br/posbioinfo/cv2009

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/45-tecnologia/15945-

ifsc
Pesquisas em óptica e fotônica terão novo impulso com INCT

Com a instalação do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Óptica e Fotônica, novas áreas de estudos poderão ser iniciadas. A Plasmônica, que combina óptica e nanotecnologia, é uma delas. O professor Vanderlei Salvador Bagnato, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da USP, e coordenador do INCT, explica que “a formação de uma rede neste tema envolvendo centros diversos do Brasil nos permitirá uma distribuição de qualidade e de modernização nos trabalhos científicos.” Para Bagnato, tanto a USP quanto a Unicamp têm feito esforços para tornar esta área de pesquisa algo de “expressão nacional”. “Ainda temos muito a realizar, mas nossos laboratórios não devem nada aos demais do mundo”, avalia o pesquisador.

Bagnato destaca que ótica e a fotônica têm sido motivo de grande desenvolvimento no IFSC. “Realizamos ciência básica de relevância”, destaca, citando o Relógio Atômico Brasileiro e o condensado de Bose-Einstein. A necessidade de medir o tempo com maior precisão na área cientifica e em multas atividades humanas, levou à criação de relógios baseados em certas propriedades dos átomos. No Brasil, o IFSC construiu o primeiro relógio atômico brasileiro. “Já há estudos para a construção de um modelo mais avançado, em que a margem de erro é de apenas um segundo a cada três bilhões de anos”, diz Bagnato.

No IFSC os cientistas também produziram uma nova versão do condensado de Bose-Einstein, utilizando átomos de rubídio. Trata-se da única amostra em operação na América Latina de um estado bastante peculiar da matéria, previsto na década de 1920 pelos físicos Albert Einstein e Satyendra Bose, da Índia. O condensado é, basicamente, um novo estado da matéria, atingido quando um conjunto de átomos está com um grau de energia baixíssimo, de maneira que eles se comportam, e agem, como se fossem um único átomo gigante. Para tanto, é preciso resfriá-los a temperaturas excepcionalmente baixas.

Plasmônica
Segundo Bagnato, a Plasmônica é uma área que apresenta novas possibilidades de aplicação a cada dia. “Quando a luz interage com metais, a constituição de seus campos elétricos produz um 'chaqualhamento' total das cargas do metal (plasma), cujo campo produzido depende de como este plasma esta distribuído. Quando o metal é uma micro ou nano-estrutura, o campo produzido pelo plasma juntamente com o campo incidente produz configurações especiais de luz”, descreve o professor.

Segundo ele, esta é uma forma excelente de manipular a distribuição do campo de luz bem como de suas propriedades e esse fato cria enormes possibilidades de aplicações. O professor avisa que, com este projeto, deverá ser construída a primeira planta de produção destas estruturas e seu estudo em interação com a luz. “É uma combinação de não-tecnologia com óptica. É o melhor dos dois mundos”, define o pesquisador.

Parceiros
O INCT de Óptica e Fotônica terá a maioria de seus projetos centrados em São Carlos, envolvendo o IFSC e a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Além deles, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, o Instituto de Física da Unicamp, a Odontologia da UNESP de Araraquara, Universidade Federal de São Carlos (UFSC), Universidade Federal de Pernambuco (UFPe), o Centro de Educação Tecnológica do Ceará (CEFET/Ceará), a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Universidade Federal de Goiás (UFG).

De acordo com Bagnato, a maioria das instituições tem um número pequeno de pesquisadores envolvidos. “No total são cerca de 30, divididos em equipes nas varias localidades, todos trabalhando em temas relacionados”, explica. Em três anos, segundo o professor, serão investidos cerca de R$ 7 milhões de reais em recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia.

O INCT terá atividades em diversas localidades. A perspectiva, de acordo com Bagnato é que o projeto evolua para a criação de um novo instituto de pesquisa em óptica basica e aplicada dentro da USP. “Queremos com este projeto expandir nossos trabalhos e qualidade numa rede de colaboraçoes que envolva diversos lugares”, diz o pesquisador. Ele considera que as atividades do INCT já tiveram início, “mas a partir de 2009 é que estaremos a todo vapor.”

Outro aspecto importante da proposta é que haverá um regime de colaborações internacionais permanente, com os maiores e melhores centros do mundo. “Deveremos ter permanentemente trabalhando no projeto pesquisadores de diversos países. Este regime de colaboração deverá promover ainda mais nossos trabalhos e permitir um melhor empricamento em termos de internacionalização de nossas atividades em Ciência e Tecnologia”, avalia o professor.

Mais informações: (16) 3373-9829, com o professor Vanderlei Bagnato; email vander@ifsc.usp.br

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Dezembro 17, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9867/especiais/silencio-nos-ceu

EspeciaisEm 2009, Projeto Aeronave Silenciosa, que tem apoio da FAPESP, buscará bolsistas de todos os níveis para encarar um desafio complexo: reduzir o ruído de aeronaves durante o vôo, de modo a aumentar a competitividade do país no setor

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9868/especiais/resistencia-aos-

EspeciaisPesquisa destaca que característica mais comum entre os pacientes com asma grave é não aderir ao tratamento

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9869/noticias/apoio-aos-parques

NotíciasGovernador José Serra assina decreto que cria o Programa de Apoio aos Parques Tecnológicos, que dará incentivos fiscais a empresas instaladas no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9870/noticias/mudancas-acelerad

NotíciasRelatório divulgado na reunião anual da União Geofísica Norte-Americana destaca que efeitos das alterações no clima estão ocorrendo mais rapidamente do que se esperava

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9871/agenda/biopoliticas-da-dep

AgendaPalestra será proferida no dia 18 de dezembro, na capital paulista, pela antropóloga Chiara Pussetti, do Centro em Rede de Investigação em Antropologia, de Portugal

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9872/agenda/2-forum-internacion

AgendaEvento marca as comemorações dos 70 anos da Escola Paulista de Enfermagem da Unifesp. De 26 a 29 de maio de 2009, em São Paulo

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15946-tomog

Medicina
USP lança tomógrafo para monitoramento da respiração em UTI
 Dez anos atrás o pneumologista Marcelo Amato encontrou por acaso o engenheiro Raul Gonzalez no corredor de um hospital e perguntou a ele sobre a possibilidade de desenvolver um equipamento de diagnóstico por imagem que utilizasse eletricidade para mapear o funcionamento do pulmão. Gonzalez respondeu que era algo fácil de se fazer. “Foi a resposta mais ingênua que eu já dei”, diz hoje o engenheiro.

Não foi fácil como pensava o professor, mas do encontro nasceu uma parceria entre a Escola Politécnica (Poli) e a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) que resultou no desenvolvimento de um tomógrafo de impedância elétrica com tecnologia nacional. Também participaram da pesquisa o Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP e a Dixtal Biomédica, uma empresa especializada em equipamentos hospitalares. Nesta quinta-feira (18), na FMUSP, acontece o lançamento de uma versão do equipamento que será comercializada em pequena escala para centros de pesquisa.


Desde 2006 o tomógrafo é utilizado experimentalmente no Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP para monitorar pacientes em tratamento intensivo que necessitam de ventilação artificial. Nesses casos, a eficiência do tratamento normalmente é medida através de exames de sangue que avaliam a quantidade de oxigênio e gás carbônico presentes na circulação. Através da tomografia de impedância elétrica é possível controlar melhor, de forma localizada, o volume de ar injetado, já que a técnica gera uma imagem do fluxo de ar nos pulmões.

“Vamos supor que todo o ar injetado vá para o pulmão direito, e nada para o esquerdo. Isso não é bom. Mesmo que as taxas de oxigênio e gás carbônico estejam boas, a médio prazo isso será ruim para o paciente. O equipamento dá informações sobre a distribuição de ar dentro do órgão, algo que não se consegue saber pelo teste de sangue. Em algumas situações, tais informações podem ser salvadoras”, explica Carlos Carvalho, professor da FMUSP que participou do desenvolvimento do aparelho.

Raul Gonzalez diz que as primeiras patentes sobre o assunto têm cerca de 20 anos e que hoje existem aproximadamente 30 grupos de pesquisa em todo o mundo desenvolvendo a tecnologia. Alguns protótipos já foram comercializados em pequena escala, para fins experimentais, assim como o da USP. Mas, segundo Carvalho, essas máquinas são mais rudimentares, gerando imagens numa velocidade menor e com uma resolução mais baixa. O equipamento lançado na USP cria 50 imagens por segundo.

A imagem obtida pela tomografia de impedância elétrica em um porquinho-da-índia (acima) mostra que o ar está entrando por apenas um dos pulmões, o que não é perceptível na que
 foi capturada pelo tomógrafo de raios-X (abaixo).

A tecnologia
A tomografia por impedância elétrica (TIE) não substitui inteiramente outros métodos de diagnóstico por imagem, como a tomografia de raios-X, o método mais utilizado quando se trata do pulmão. O equipamento desenvolvido pela USP oferece informações sobre o fluxo de ar no órgão, o que é impossível através do raio-X, mas sem seu detalhamento anatômico. Apesar disso, por meio da TIE o paciente pode ser monitorado por muito mais tempo, já que ele não é submetido à radiação. “É possível utilizar o tomógrafo por vários dias, acredita-se que por semanas, sem grandes problemas. Essa é uma grande vantagem, porque em questão de uma hora o quadro clínico pode se alterar significativamente”, afirma Gonzalez. A máquina também é portátil, o que evita os riscos envolvidos no deslocamento de doentes em estado grave - além de ser cerca de 15 vezes mais barata do que o tomógrafo de raios-X.

O tomógrafo por impedância obtém as imagens através de uma cinta com 32 eletrodos, iguais aos utilizados em um eletrocardiograma, que é conectada ao tórax do paciente. O aparelho funciona aplicando-se uma corrente elétrica de intensidade baixíssima ao tórax e medindo-se as alterações que ocorrem quando os pulmões se enchem de ar.

A parte eletrônica do equipamento é sofisticada, pois é necessário captar diferenças de potencial elétrico muito pequenas. “Os sinais são muito fracos, e parte se perde por causa da capacitância dos próprios cabos. Então eles têm que ter baixa capacitância e não podem permitir interferências eletromagnéticas, que são significativas quando se trabalha com sinais dessa magnitude”, diz Gonzalez.

Fora da UTI a técnica também é promissora. Segundo Carlos Carvalho, imagens obtidas de pacientes submetidos a transplante de apenas um pulmão indicam que, em certos casos, o órgão transplantado realiza sozinho todo o trabalho de ventilação. “O pulmão ‘ruim’ às vezes até atrapalha o outro. Essa é uma informação que não tínhamos, porque nós só olhávamos o paciente por fora e avaliávamos seus níveis de oxigênio e gás carbônico. Então estamos questionando se vale a pena deixar esse pulmão residual.” A técnica está sendo aprimorada para também obter informações sobre a perfusão (irrigação sanguínea) pulmonar e auxiliar no diagnóstico de outra patologias, como pneumotórax (o acúmulo de ar entre o pulmão e a pleura, uma mebrana que recobre o tórax) e atelectasia (colapso do pulmão causado pela obstrução dos brônquios).

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pós-graduação
HU oferece especialização em Fisioterapia Respiratória
Estão abertas as inscrições para o curso de especialização em Fisioterapia Respiratória no Hospital Universitário (HU) da USP.

O curso é uma pós-graduação lato sensu. A especialização é composta por aulas práticas e teóricas nas áreas de UTI adulto, pediátrica e neonatal; enfermaria pediátrica, clínica médica e cirúrgica e atendimento domiciliar. O total de carga horária é de 1.440 horas, sendo 5 horas diárias. A duração total é de 12 meses e os plantões serão realizados em um sábado e um domingo por mês.

A seleção dos candidatos ao curso será realizada por meio de prova teórica, com questões de múltipla escolha, no dia 29 de janeiro de 2009. A segunda etapa será uma entrevista com análise de currículo no dia 2 de fevereiro de 2009. Os aprovados deverão efetuar o pagamento da matrícula no valor de R$670,00, mesmo valor da 11 parcelas seguintes. O curso terá início em 9 de fevereiro e o término previsto para 7 de fevereiro de 2010.

As inscrições poderão ser feitas por meio do site do Hospital Universitário ou por ficha de inscrição, por R$40,00, até o dia 27de janeiro. O pagamento pode ser efetuado por depósito bancário. A lista completa de documentos necessários pode ser verificada no site do HU.

O HU fica na Av. Professor Lineu Prestes, 2.565, Cidade Universitária, são Paulo.Com informações da assessoria do HU

Mais informações: www.hu.usp.br

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atuária
Fipecafi ministra curso preparatório para prova do IBA
A Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), entidade ligada à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, realiza o Curso Preparatório para a Prova do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), nas segundas, quartas, sextas-feiras e sábados entre os dias 14 de janeiro a 11 de fevereiro.

O curso visa capacitar atuários recém-formados, estudantes e profissionais liberais que objetivam prestar a prova do IBA e oferecerá aos participantes, por meio de aulas expositivas, estudos de casos, resolução de exercícios e simulações, um aprofundamento de conceitos relativos à Matemática Atuarial, Probabilidade e Estatística, Modelagem, Matemática Financeira, Investimento e Gerenciamento de Ativos, Economia e Contabilidade.

O valor do curso é de R$2.890,00, dividido em até 2 vezes. As inscrições devem ser feitas na página do curso. A Fipecafi fica na Rua Maestro Cardim, 1.170, Bela Vista, São Paulo.

Mais informações: (11) 2184-2045 / 2046, email educacao.executiva@fipecafi.org, site www.fipecafi.org

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

bauru
Centrinho realiza processo seletivo para curso de aprimoramento
O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP, em Bauru, está realizando processo seletivo para um curso de aprimoramento profissional em Reabilitação de Anomalias Craniofaciais nas áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Pedagogia e Serviço Social.

O curso terá um ano de duração e será oferecido em jornada semanal de 40 horas, constituindo de atividades teóricas e práticas, num total de 1.800 horas.

As inscrições serão recebidas no período de 26 a 30 de janeiro de 2009, mas os interessados já podem consultar o edital no site do Centrinho. Os alunos selecionados recebem uma bolsa da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap). O valor da bolsa é fixado pelo Conselho Estadual de Formação Profissional na área da Saúde (Conforpas). Os alunos aprovados no processo seletivo de 2009 iniciarão as atividades dia 2 de março.

O Centrinho fica na R. Silvio Marchione, 3-20, Vila Universitária, Bauru.

Mais informações: (14) 3235-8420, email ccex@centrinho.usp.br, site http://www.centrinho.usp.br/hospital/pesquisa

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/51-meio-ambiente/159

agropecuária
Tecnologia ajuda na produção alternativa de ovos, aponta FMVZ
A partir da comparação do mercado e da viabilidade econômica de três sistemas de produção de ovos de galinha (tradicional, orgânico e caipira), a pesquisadora Isis Pasian, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, constatou que os métodos que se preocupam mais com o bem-estar animal, como o orgânico e o caipira, são viáveis economicamente. Porém, é necessário desenvolver tecnologia para estes dois sistemas a fim de torná-los competitivos.

“Como a demanda é muito grande, ainda não é possível abandonar o sistema tradicional de produção de ovos”, conta a médica veterinária. Outra constatação da pesquisadora é que o consumidor final desconhece as diferenças entre os métodos de produção. “No sistema tradicional as aves ficam confinadas em gaiolas suspensas, podem apresentar problemas nas patas por pisarem apenas nas grades das gaiolas, dificilmente tomam sol e têm um espaço de movimentação equivalente a uma folha de sulfite. O consumidor também desconhece que no sistema tradicional são usadas as técnicas da debicagem e da muda forçada”, diz.

Ela explica que a debicagem consiste em cortar a porção final do bico das aves para elas não machucarem umas às outras, o que pode ocorrer em situações de estresse. Outra razão para o uso desta técnica, segundo a pesquisadora, é que quando o bico não é cortado, a ave escolhe apenas os grãos que quer comer; já com o corte do bico, ela come a ração que lhe for oferecida como um todo. “A debicagem é um procedimento que causa dor ao animal”, aponta. O método de criação caipira também pode utilizar essa técnica; já no orgânico, ele é totalmente proibido.

Outro procedimento usado no sistema tradicional é a muda forçada. Ela é feita quando a ave diminui a produção de ovos, em geral, quando a poedeira está com uma idade entre 60 a 70 semanas. A técnica consiste em restringir o alimento do animal, com a finalidade de se obter um novo ciclo de produção de ovos. No entanto, esse procedimento também agride o bem-estar da ave, pois a deixa sem alimento por um determinado período de tempo. “A muda existe naturalmente na natureza, mas como demora muito para acontecer, os produtores preferem não esperar por ela, pois não é viável economicamente visto que a ave ficará muito tempo sem produzir ovos”, explica.

Preços
Para realizar o trabalhou, Ísis analisou a legislação vigente sobre os três métodos de produção e visitou 6 granjas localizadas no estado de São Paulo, sendo 2 duas do sistema tradicional, 1 do caipira e 3 do orgânico. Ela também pesquisou preços desses produtos em supermercados e entrevistou consumidores.

Isis aponta que, atualmente existem nichos de mercado dispostos a pagar mais caro por ovos orgânicos e caipiras. “A tendência é que ocorra uma diminuição no preço do ovo orgânico, o mais caro dos três, cujo preço é de três a cinco vezes maior que o tradicional”, afirma. O ovo caipira ocupa a segunda posição no quesito preço. “Para o produtor, é o ovo mais lucrativo dos três. Tem um preço médio que é dobro do convencional, porém sua produção em larga escala é mais difícil”, diz. Uma granja do sistema tradicional de médio porte tem cerca de 200 mil aves. Já uma do método caipira tem cerca de 6 mil animais. No orgânico, são criadas, em média, cerca de 3 mil poedeiras.

De acordo com Isis, os ovos produzidos no método orgânico são os mais caros devido à ração usada: o milho e os outros ingredientes devem ser orgânicos, ou seja, deve ter sido produzido sem agredir ao meio ambiente. As galinhas são criadas em galpões e têm um espaço livre para pastagem, ao ar livre, de cerca de 4 metros quadrados (m2) por ave. Já no método caipira, é sugerida uma área de 1 m2 por ave. No método tradicional, podem ser utilizados pigmentantes sintéticos para dar um tom mais acentuado às gemas. No orgânico e no caipira apenas é permitido a utilização de corantes naturais na ração, como o urucum e a páprica. Além disso, no orgânico, é proibido o uso de antibióticos na criação, salvo situações extremas, dando-se sempre preferência ao tratamento com homeopatia.

Mitos
Entre os mitos sobre o assunto que a pesquisadora encontrou entre os 140 consumidores entrevistados, estão: o suposto uso de hormônio nas aves e que o ovo caipira seria mais “forte”. “Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, as granjas não utilizam hormônio nos animais. São usados apenas antibióticos promotores do crescimento com a finalidade de equilibrar a flora intestinal”, esclarece. Quanto aos ovos, ela informa que o valor nutricional é igual nos três métodos de produção. Outro mito é que todo ovo de casca marrom é caipira. “A cor da casca do ovo tem relação com a raça da galinha. Nada impede que existam ovos caipiras de casca branca”, esclarece.

Isis comenta que, na União Européia, até 2012, haverá a proibição do uso de gaiolas convencionais na criação de galinhas poedeiras. “Com o passar do tempo, o sistema tradicional brasileiro precisará se adequar às novas legislações que estarão surgindo”, comenta. Ela acredita que é fundamental que os consumidores saibam as diferenças entre os três sistemas de produção. “Ele deve ter conhecimento da existência e do uso de técnicas como a debicagem e a muda forçada para que possa refletir a respeito”, finaliza.

A pesquisa de iniciação científica de Ísis foi realizada entre 2006 e 2007 sob orientação do professor Augusto Hauber Gameiro, do Departamento de Nutrição e Produção Animal (VNP) da FMVZ e teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Mais informações: (11) 8555-5969 ou email isismari@hotmail.com

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Dezembro 18, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9873/especiais/a-revolucao-da-l

EspeciaisNo livro O olho e o microscópio, o professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, da USP, decifra a concepção da lógica proposta por Gottlob Frege, filósofo alemão que inaugurou, no fim do século 19, a moderna lógica matemática

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9874/especiais/conservacao-da-s

EspeciaisEstudo aponta importância do Programa Bolsa Floresta, criado para a preservação ambiental, também na promoção da saúde na região amazônica

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9875/divulgacao-cientifica/agua

Divulgação CientíficaGraças à uma rara conjunção de fatores, cientistas europeus captam sinal de água emitido há 11 bilhões de anos, muito antes de o Sistema Solar ter sido formado

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9876/noticias/premio-werner-von

NotíciasVencedores da terceira edição do prêmio de inovação tecnológica desenvolvem projetos de preservação ao meio ambiente, saúde e eficiência no uso de energia elétrica

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9877/agenda/9-conferencia-anpei

AgendaCom o tema "A inovação sustentando sua empresa e seu planeta", evento ocorrerá entre os dias 8 e 10 de junho de 2009, em Porto Alegre. Resumos de trabalhos serão aceitos até 30 de janeiro

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9878/agenda/8th-conference-on-m

AgendaEvento organizado pela Escola Politécnica da USP e pela Sociedade Brasileira de Automática realizado no Guarujá (SP), entre os dias 17 e 19 de setembro de 2009

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15949-ma

arqueologia
MAE realiza duas oficinas voltadas para o público infantil
O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP realiza em janeiro duas oficinas para crianças: Máscaras Africanas e Escavações Arqueológicas

As oficinas duram dois dias e acontecem em 13 e 14 e 20 e 21 de janeiro. O curso é voltado para crianças de 7 a 10 anos e vai das 14 às 17 horas. Serão montados grupos de 5 a 20 crianças para cada oficina.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (11) 3091-4905. O MAE fica na Av. Prof. Almeida Prado, 1466, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-4905

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/36-ciencias/15952-ex

natureza
Museu de Zoologia discute a crise da biodiversidade em exposição
 "Como preservar aquilo que não se conhece?" Essa intrigante questão levantada pelo professor Marcelo Duarte da Silva, especialista em borboletas e mariposas do Museu de Zoologia (MZ) da USP, está ligada ao tema da exposição A Crise da Biodiversidade: A Natureza Ameaçada. Misturando arte e ciência, a mostra pretende retratar a relação nem sempre benéfica do homem com o meio natural. Entre materiais do acervo e fotos retiradas pelo repórter André Pessoa, o visitante vai sentir, bem de perto, a problemática da destruição do desconhecido. Com curadoria de Hussam El Dine Zaher, a mostra do MZ começa quinta-feira (18) e vai até o dia 17 de maio.

"A velocidade de processamento dos dados é superada pela velocidade de destruição dos ambientes naturais. O que acaba acontecendo é que algumas espécies sequer serão conhecidas pelo homem. O trabalho pretende chamar atenção a isso que chamamos de 'impedimento taxonômico' ", explica Isabel Landim, bióloga do museu. Para ela, esta exposição fala sobre questões-chave enfrentadas no mundo contemporâneo: a crise da biodiversidade e o aquecimento global.

Não poderia haver melhor lugar para essa discussão: o Museu de Zoologia da USP é considerado um dos maiores do mundo na área. E é nele que se encontra o material de levantamento faunístico, das coleções científicas, exames e estudos. "O museu é um lugar privilegiado para falar de espécies e diversidade, faz parte do nosso cotidiano de trabalho", afirma Isabel.

floresta e deserto
O fotógrafo do engajamento ambiental
Especializado em natureza, jornalista, pernambucano, 39 anos. André Pessoa já fotografou em diversos países, como África do Sul, México, Costa Rica, Equador, Peru, Egito, Jordânia, Espanha, Panamá, Argentina, Portugal, Alemanha e República Tcheca. É conhecido no meio pelo seu trabalho de engajamento ambiental, buscando denunciar o descaso em relação ao desmatamento e à destruição das matas nativas. Suas fotos sobre o tema já foram publicadas em livros, jornais e em mais de 30 revistas nacionais e internacionais.

O trabalho de Pessoa em exposição no MZ mostra seu olhar sobre o Mato Grosso, seja na harmonia dos biomas brasileiros, seja nas mudanças provocadas pelo homem naquela que é a sua casa. O jornalista também trabalhou com textos e material audiovisual, como a série de reportagens sobre o sertão nordestino produzida em 2005 para o Jornal Nacional (TV Globo).

Pitoco-Hoplocercus SpinosusFornos

A diversidade sob vários pontos de vista
Além das fotos e do acervo, Crise da Biodiversidade também conta com documentários da DGT Filmes, falando sobre a relação humana com o meio, em seus aspectos positivos e negativos. Eles se passam na Serra da Capivara (Piauí), na Mata Atlântica de Boracéia (São Paulo), no Cerrado da Chapada dos Veadeiros (Goiás) e no Parque Nacional das Águas Imendadas (Distrito Federal). Além deles, também será mostrado um filme sobre a urbanização da cidade de São Paulo, mostrando a falta de áreas verdes na cidade em função da ocupação humana.

Assim, acervo, fotos e documentários conversam entre si. Um exemplo disso é a mostra de espécies do bairro do Ipiranga (onde se encontra o museu), que estão no acervo desde os primeiros registros. A maioria já está em extinção, já que o bairro cresceu rapidamente, desaparecendo com o habitat natural dessas espécies. "A gente tem um foco muito grande sobre a explosão demográfica do homo sapiens, tentando contemplar essa mudança de paisagem promovida pela nossa espécie ao longo do tempo, e usamos a nossa própria história para mostrar isso", conta Isabel.

Museu de Zoologia
O museu em sua totalidade
Além das exposições temporárias, como a Crise da Biodiversidade, o Museu de Zoologia também conta com um vasto acervo fixo, dividido em quatro módulos, para facilitar a visita. O museu é aberto ao público em geral, de todas as idades, e tem os preços e horários divulgados em seu site.

O primeiro módulo, "História do Museu de Zoologia", mostra a formação do acervo com fotos e objetos, apresentando as várias fases da sua implementação. Assim, pretende-se demonstrar a real dimensão da importância histórica e científica da instuição.

Já o segundo, intitulado "Origem das espécies e grandes grupos zoológicos", mostra a evolução das espécies a partir dos processos de diversificação dos animais. Além disso, a seção demonstra como é o trabalho de levantamento de hipóteses explicativas da evolução e da biodiversidade. Para isso, estão expostos fósseis, réplicas de fósseis e de animais extintos.

Acervo
"Evolução, diversidade e filogenia - atividades do zoólogo" apresenta métodos de estudo dos zoólogos sobre as relações de parentesco entre as espécies (pesquisa de campo, coleta, pesquisa em laboratório, levantamento bibliográfico e divulgação dos resultados). Tudo isso através de sugestões de exercícios que possibiitam imaginar a imensa diversidade biológica na Terra.

O último módulo, "Fauna neotropical e ambiente marinho", exibe cenários da fauna da regiãoem ambientes de florestas, cerrado e caatinga. Ao final, mostra-se a distribuição das espécies nos mares e oceanos, de acordo com a salinidade e temperatura das regiões.


Serviço:

Exposição Crise da Biodiversidade: A Natureza Ameaçada
De 18 de dezembro de 2008 à 17 de maio de 2009, no Museu de Zoologia da USP (Avenida Nazaré, 481, Ipiranga, São Paulo)
Horários: de terça a domingo, das 10 às 17 horas
Preço: R$ 4,00 (informações sobre gratuidade e meia-entrada no site do museu)


Fotos: Marcos Santos

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/39-educacao/15954-ma

etnologia
MAE realiza visita monitorada da exposição Formas de Humanidade
O Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP está com inscrições abertas para visita orientada à exposição Formas de Humanidade nos dias 15, 22 e 29 de janeiro.

As visitas são voltadas para crianças de 7 a 14 anos e acontecem das 10 às 12 horas. Serão montados grupos de 5 a 20 crianças para cada visita. Haverá uma oficina no final da atividade.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo telefone (11) 3091-4905. O MAE fica na Av. Prof. Almeida Prado, 1466, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-4905

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15955-fsp-p

especialização
FSP prorroga inscrições para curso de vigilância de alimentos
Foram prorrogadas até 16 de janeiro as inscrições para o Curso de Especialização em Vigilância Sanitária de Alimentos oferecido pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.

O curso visa proporcionar aos alunos uma visão global dos problemas de Saúde Pública que envolvem a produção, industrialização, distribuição e comercialização de alimentos, bem como os procedimentos utilizados na sua proteção.

As aulas começam em março de 2009 e terminam em março de 2010. Elas serão realizadas de segunda a sexta-feira, das 18 às 22 horas, na própria FSP (Av. Dr. Arnaldo, 715, Cerqueira César, próximo ao metrô Clínicas, São Paulo).

As inscrições podem ser feitas mediante o pagamento de taxa de R$60,00, junto ao Serviço de Alunos da FSP, das 11 às 20 horas. O valor total do curso fica entre R$4.300,00 e R$5.040,00.

Com informações da Assessoria de Comunicação Institucional da FSP

Mais informações: (11) 3061-7787 / 3081-9001

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

internet
Prefeitura do Campus da Capital lança novo site
Já está no ar o novo site da Prefeitura do Campus da Capital (PCO) da USP: www.usp.br/pco.

O site tem como propósito prestar informações sobre os serviços que a PCO realiza, possibilitar a comunicação direta com cada área de atuação e com o Fórum Permanente sobre o Espaço Público, um importante canal de diálogo com a comunidade usuária do campus.

Mais informações: www.usp.br/pco

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15958-proje

medicina
Projeto da FMRP agiliza atendimento a paciente asmático
Um projeto elaborado por professores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP que prevê melhorar e agilizar o fluxo do atendimento de pacientes com asma dentro da rede pública de saúde de Ribeirão Preto, a partir de 2009, recebeu o primeiro lugar no Prêmio Asma Brasil. O prêmio, criado este ano e promovido pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, foi entregue na reunião anual da Sociedade que aconteceu em novembro.

Segundo a professora Luisa Karla de Paula Arruda, do Departamento de Clínica Médica da FMRP, especialista em alergia e uma das coordenadoras do projeto, a idéia é atuar em várias etapas, começando pelo treinamento dos profissionais da rede pública de saúde para atingir, principalmente, pessoas com asma de difícil controle e estabelecer o vínculo delas com o sistema de saúde. “Nossa proposta é fazer com que o atendimento que já existe fique mais efetivo e rápido, com uma abordagem individual, ambiental, educacional e comunitária da doença. Pretendemos convidar médicos gerais, clínicos, pediatras, profissionais da área da saúde da família que atendem ou tenham contato com pacientes com crise aguda de asma, para rever toda a questão do diagnóstico, do tratamento, do uso das medicações, que em geral exigem um bom conhecimento e estão disponíveis na rede pública, além de ser muito eficazes”, explica.

De acordo com o projeto, o que se pretende é estabelecer um fluxo de encaminhamento desses pacientes para especialistas em asma, na própria rede pública, que pode ser o alergista ou o pneumologista. Esse fluxo entre os clínicos gerais, pediatras e médicos de família, por exemplo, não deve ser superior a um mês. Outro objetivo é agilizar em um período de 30 dias o encaminhamento dos pacientes com maior gravidade, com suspeita de asma de difícil controle, para o atendimento em hospital terciário, como o HC, por exemplo. No hospital terciário será feita toda a avaliação para definir se a asma grave é de difícil controle. “É muito comum alguns casos de asma serem considerados graves e de difícil controle, mas geralmente podem estar associados a outras doenças, como refluxo, sinusite, e até ao uso de anti-hipertensivos. Quando você cuida dessas intercorrências melhora a asma”, garante.

A professora lembra ainda que o tabagismo é um grande agravante para a asma, mesmo que seja um sujeito passivo, que convive com fumantes. “Em 2005 fizemos um estudo em Ribeirão com crianças com crise de asma que davam entrada na urgência de dois hospitais da cidade. Constatamos que em 62% dos casos, pelo menos, um dos pais fumava”.

Equipamentos
Karla adianta que o grupo pretende trabalhar também a questão da orientação de pacientes e, ainda, prover a rede pública de espirômetros, aparelho para medir a função pulmonar, essencial para o diagnóstico da asma. Eles constataram que a rede pública também não tem material para a realização de testes cutâneos para diagnósticos de alergia. “Além de aparelhos e materiais para exames um dos grandes problemas do tratamento é a aderência. O paciente precisa entender que o seu tratamento tem quer ser diário e, ainda, como deve usar a medicação. Vamos reforçar todos esses conceitos junto ao enfermeiro e o visitador domiciliar. No tratamento dos pacientes com asma de difícil controle, o projeto prevê que agentes comunitários façam visitas domiciliares para coleta de amostras de poeira para medidas de alérgenos de ácaros, baratas, gato e cachorro, a cada três meses”, revela.

Outro aspecto importante, segundo a professora Karla, é a divulgação para a comunidade sobre o que é asma e o seu tratamento, lembrando sempre que ele está disponível na rede pública. “Esse tratamento pode levar a uma melhora muito grande na qualidade de vida dessas pessoas, por isso elas precisam estar informadas e saber onde procurar ajuda.”

O professor Elcio dos Santos Oliveira Vianna, também da Clínica Médica da FMRP e especialista em pneumologista, espera que no início do próximo ano o projeto já esteja em andamento. “Contamos que os médicos da rede já tenham, no início de 2009, mais informações e com isso possam oferecer uma melhor avaliação aos pacientes, acelerando os encaminhamentos necessários. Mas isso ainda vai depender de ações integradas que vão levar mais tempo para chegar à sua plenitude.”

O professor alerta aos pacientes atendidos em prontos socorros, em função de crise de asma, que eles devem procurar atendimento especializado para saber se a doença se mantém, ou seja, se os brônquios estão obstruídos. “Se isso acontecer ele precisa de tratamento constante para evitar uma próxima crise e principalmente para viver bem.”

Participam, ainda, do projeto os professores Virginia Paes Leme Ferriani e Pérsio Roxo Júnior, do departamento de Puericultura e Pediatria da FMRP, e Ana Carla Sousa de Araújo, da Faculdade de Medicina da Unaerp e médica da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.

Fonte: Rosemeire Soares Talamone, do Serviço de Comunicação Social da Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto

Mais informações: (16) 3602-3279, email karla@fmrp.usp.br, com a professora Karla, ou (16) 3602-2706, email evianna@uol.com.br, com o professor Vianna

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Dezembro 19, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9879/especiais/dinamicas-do-ter

EspeciaisA coletânea A metrópole e o futuro – Refletindo sobre Campinas, organizada pela geógrafa Maria Adelia de Souza, apresenta panorama atual das teorias sobre a metropolização e a urbanização no mundo globalizado

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9880/divulgacao-cientifica/bact

Divulgação CientíficaEm artigo na Science, cientistas descrevem a descoberta de mecanismo para combater a resistência a antibióticos em bactérias que causam infecções hospitalares e diversas doenças

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9881/noticias/agua-brasil.htm

NotíciasAtlas digital lançado pela Fiocruz reúne dados sobre qualidade da água, saneamento e saúde nos municípios brasileiros

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9882/noticias/tempo-nas-ferias.

NotíciasCentro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe lança previsão de tempo para sete dias, que pode ser consultada livremente pela internet

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9883/noticias/nova-revista-de-o

NotíciasClipeOdonto, publicação eletrônica e de conteúdo aberto da Unitau, recebe artigos de pesquisadores para primeira edição

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9884/agenda/2-encontro-paulista

AgendaEvento do Departamento de Matemática da UFSCar ocorrerá de 9 a 11 de fevereiro de 2009, em São Carlos (SP)

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9885/agenda/crise-da-biodiversi

AgendaExposição no Museu de Zoologia da USP, em cartaz até 17 de maio de 2009, na capital paulista, traz fotografias, documentários, ciclo de palestras e exemplares raros do acervo científico da entidade

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15956-revis

direito sanitário
Revista fala do direito à saúde das populações indígenas
A nova edição da Revista de Direito Sanitário aborda o direito à saúde das populações indígenas no Brasil. A publicação é de responsabilidade do Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa) e do Núcleo de Pesquisas em Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.

O material produzido nesta edição vem das discussões e estudos coordenados desde julho pelo professor Carlos Frederico Marés a convite da Revista. Com artigos produzidos por pesquisadores envolvidos com temas do Direito Sanitário e da Saúde Indígena, são propostas reflexões sobre a organização jurídico-administrativa do sistema de atendimento à saúde dos indígenas, incluindo as atribuições da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e sobre a realização de pesquisas científicas que têm como objeto estas populações.

Além da questão da saúde indígena, esta edição apresenta o comentário sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei paulista que libera o comércio de artigos de conveniência em farmácias e drogarias, estabelecimentos comerciais com função definida na estrutura dos sistemas de saúde.

A revista custa R$47,00 e pode ser adquirida no site da revista.

Mais informações: (11) 3088-2094, e-mail seminter@fsp.usp.br, site www.revdisan.org.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15953-p

FFLCH
Neho: histórias para contar, historiadores para ouvir
 
Pré-história e História. Entre uma e outra, diferenciando-as, está a escrita. O que deixa de fora todos os grupos que não registram por este método sua realidade. A história oral, estudada há 17 anos por um grupo de pesquisadores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, veio para subverter este conceito pouco inclusivo.

“A concepção mais antiga de história deixava a oralidade à margem, como um território nebuloso, incerto, improvável. Só que com [o conceito de] história oral começa a haver uma consciência de que existem histórias que não são contempladas pela documentação convencional”, explica o professor José Carlos Sebe Bom Meihy, coordenador do Núcleo de História Oral (Neho) da USP.

Analfabetos, índios, empregadas domésticas são como que candidatos naturais aos projetos da disciplina. Também grupos de realidades cerceadas, como mulheres e pessoas com orientação sexual que não eram contempladas rotineiramente. Mas podem ser estudados famílias, instituições esportivas, musicais, grupos de trabalhadores, enfim, todos aqueles que reivindicam o direito de contar a sua própria história.

“É importante salientar que a história oral não é um patrimônio da universidade, mas da cidadania. Todos podem se mobilizar em torno de suas preocupações básicas. Desde a Escola Paulista de Medicina, que faz 75 anos e resolveu contar sua trajetória a partir da vida das pessoas envolvidas, até o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra – talvez um dos casos mais expressivos de pessoas com uma causa social exposta, e que se constituíram em um organismo vivo capaz de comunicar sua história”.

Mais sobre o Neho
O Neho surgiu como uma proposta pedagógica, como relata José Carlos. “Fiz meus primeiros contatos com a história oral em 1989, nos EUA, onde existe uma tradição muito desenvolvida na disciplina. Quando retornei, trouxe estas experiências para alunos em sala de aula". Se o curso dado era sobre a Guerra Civil Espanhola, por exemplo, uma das tarefas propostas era entrevistar imigrantes que vieram ao Brasil por causa da guerra. “Com isso, foi havendo um entrosamento excelente dos alunos da graduação com esta metodologia – muitos passaram para a pós-graduação e acabaram entrando no Núcleo”.

O Neho é um grupo extremamente dinâmico, composto por 16 pessoas que agregam conhecimentos de acordo com seus interesses específicos. Já há cerca de 20 teses defendidas na área de história oral, e uma produção de livros considerável, fora a revista e o site do grupo. Além disso, foi a partir do Neho que foi proposta a fundação da Associação Brasileira de História Oral, em 1992.

Origens
Desde meados do século XX, a noção de documento como aquilo que está escrito, cartorial e arquivado passou a ser contestada, por não incluir a iconografia, a fotografia, a estatuária, os monumentos e, principalmente, a palavra oral. “Particularmente após a segunda guerra mundial, quando muitas vítimas voltaram para casa mutiladas e com uma situação de vida completamente modificada, as pessoas sentiram necessidade de contar suas histórias. Este fenômeno se deu principalmente em Nova Iorque, por meio do rádio”, conta o professor. Não por acaso, é na Universidade de Colúmbia – também na “Big Apple” – que surge pela primeira vez o termo “história oral”.

Hoje este tipo de história é aceito quase que universalmente. Mesmo assim, ainda há algumas restrições dependendo do segmento acadêmico. “Historiadores convencionais, forjados no pó dos arquivos, na ditadura da palavra escrita, e na provação dos documentos, acabam achando que a história oral é uma história imprecisa, não objetiva, sem compreender que esta é exatamente a sua 'graça'”, lamenta José Carlos. “Desde que estes historiadores comecem a entender que os esquecimentos, as mentiras, as deformações, e a seleção de elementos pela memória são importantes, eles passarão a respeitar nossa metodologia”.

Mas, para que alguém possa falar sem uma auto-censura que prive a narrativa de elementos fundamentais é necessária a liberdade de expressão. Em países que sentiram o peso do regime militar a história oral demorou muito a chegar – somente após a abertura política é que se tornaram viáveis projetos nesta área. “Por isso é que no Brasil, como em grande parte da América Latina, houve algo como uma 'fome absoluta'; isto é, imediatamente após a abertura, ex-presos políticos, analfabetos, mulheres, e todos os grupos culturalmente segregados começaram a exigir o direito de contar a própria história”.

Conceitos e métodos

Em termos de conceitos, a história oral parte de uma noção de história viva. “Eu, por exemplo, sou filho de imigrante, então a história da imigração não acabou no meu pai – é uma história que provoca continuidade em mim. Vou olhar para o passado da imigração com olhos bastante contemporâneos e presentificadores”, explica o professor.

Isto põe por terra a noção positivista de história como “a ciência que estuda o passado”. Parte-se de um diagnóstico do tempo presente que vai exigir que se repasse a história a partir do aqui e agora. Assim, trabalha-se a experiência de figuras da vida comum, não sendo necessários heróis, santos, mártires ou generais.

Exemplificam bem esta abordagem os personagens estudados em pesquisas do Neho. “O primeiro projeto do Neho foi o Caiowá. Nos anos 90, um dos grandes temas na mídia era o suicídio de índios que vinha ocorrendo na Região Centro-Oeste. O jornalismo na época dava uma explicação muito simplista para o fenômeno, dizendo que eles queriam 'se exterminar' por não estarem resistindo às pressões externas. Convivendo com estes índios no Mato Grosso do Sul começamos a perceber que existia uma outra realidade, e que o que eles queriam era exatamento o contrário: manter suas tradições, recuperar a sua língua tornando-a oficial nas escolas. A própria noção de morte deles é outra, e ninguém falava disso”, conta José Carlos.

O núcleo tem também muitas pesquisas nas áreas de imigração, gênero, histórias de famílias, e outros de âmbito social mais estendido como o projeto Recuperação de Drogados, de autoria do próprio coordenador. “Nos Narcóticos Anônimos, trabalho com os processos que ocorrem com os viciados e seus familiares na fase de recuperação, o que é pouco abordada na literatura e na mídia”.

Ser ou não ser história oral
Ao contrário do que se pode supor, o corpus da história oral é bastante rígido, com conceitos bem estabelecidos, inclusive com regras éticas e de comportamento a serem preservadas. “Há toda uma sistematização, um conjunto de procedimentos que se inicia com a elaboração de um projeto, passa pelas entrevistas, e depois pela sua documentação, até gerar um texto aprovado. Então não é o simples o fato de alguém sair com um gravador e entrevistar um velhinho que está prestes a morrer que indica que esta pessoa está fazendo história oral”, brinca o professor.

Além dos historiadores propriamente, antropólogos, sociólogos, jornalistas, psicológos, etnógrafos, enfim, uma gama de estudiosos de diversas áreas foram em busca de critérios de apropriação de recursos da história oral – principalmente a entrevista –, mas cada um com suas tradições disciplinares muito particulares.

Fica a pergunta: isto também é história oral? Para o professor, a resposta é que pode ser , desque esta seja considerada num processo de mudança. “Questiona-se muito hoje o estatuto da história oral, e as pesquisas de ponta da área indicam que ela se encaminha para ser não mais uma ferramenta, uma técnica, ou uma metodologia, mas sim uma disciplina”. Isso se explica muito em parte por um mundo tecnologicamente globalizado, com técnicas de registro que não eram possíveis anteriormente. “A virtualidade chega como um desafio para a produção do conhecimento, e a história oral entra como um dos elementos capazes de unir estas possibilidades da eletrônica moderna com um novo tipo de produção do saber, com objetos próprios, que são a memória, a história, e a identidade”, completa.

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comemorações
Instituto do Câncer anuncia programação para festas de Natal
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina (FMUSP) da USP, promove no seu primeiro natal uma série de atividades comemorativas.

Na sala do Grupo Acolhida — equipe que recebe e acolhe pacientes e acompanhantes antes da primeira consulta no Instituto — foi montada uma árvore de Natal exclusiva para o local. Ao final de cada reunião do grupo, quem quiser pode escrever mensagens de incentivo e otimismo em cartões que ficarão pendurados na árvore, e serão distribuídos aos participantes do grupo seguinte, dando continuidade ao ciclo de apoio e incentivo.

As Voluntárias do Icesp, junto com a Subcomissão de Apoio a Usuários e Acompanhantes do Programa de Humanização Hospitalar, também iniciaram uma série de oficinas para confecção de enfeites de Natal.

Na próxima segunda-feira (22), haverá distribuição de presentes para pacientes internados no ICESP. Serão 300 lembrancinhas obtidas por meio de doações e entregues com a ajuda de um Papai Noel.

Já nos dias 24 e 31, o serviço de Nutrição do hospital preparará cardápios especiais de acordo com as festividades, e fará a distribuição de biscoitos temáticos, minipanetones e espumantes sem álcool para todos os pacientes. Os funcionários do hospital também participarão das atividades de fim de ano. Com a iniciativa "Talentos do Icesp", os colaboradores que possuem talentos artísticos se apresentarão em locais onde há espera de acompanhantes. As apresentações vão desde a execução de músicas até apresentações teatrais.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Icesp

Mais informações: (11) 3893-2064, e-mail leoleli.camargo@hcnet.usp.br

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internet
Revista de História, da FFLCH, está disponível para download
Estão disponíveis para download os exemplares completos em PDF da Revista de História, publicação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

As edições disponíveis vão do número 136 (1997) até os dois mais recentes 158 e 159 (2008) e podem ser acessadas do site www.usp.br/revistadehistoria.

Mais informações: www.usp.br/revistadehistoria

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nomeação
Mauro Wilton de Sousa é o novo diretor da ECA
A reitora Suely Vilela escolheu nesta quarta-feira (17), o professor Mauro Wilton de Sousa para o cargo de diretor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Souza foi o primeiro colocado na lista tríplice remetida à reitora pelo colégio eleitoral da Escola.

O mandato de quatro anos do professor terá início em 19 de fevereiro de 2009.

Mais informações: (11) 3091-4068

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

competição
Maratona de Matemática premia estudantes de Ribeirão Preto
Terminou nesta quarta-feira (17) a 19ª Maratona de Matemática de Ribeirão Preto, promovida pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Participaram da competição estudantes das oitavas séries do ensino fundamental, de escolas públicas da cidade.

Foram premiados nove participantes, todos com bolsas de estudo para cursarem o ensino médio em instituições da cidade. A premiação ocorreu no Espaço Cultural e de Extensão Universitária da FMRP.

A maratona acontece nas Escolas que fazem uma primeira seleção a critério de cada unidade. Na segunda e terceira fases, envolvendo cerca de 180 estudantes, as provas aconteceram na USP.
A classificação foi dividida em escolas públicas (municipais e estaduais) e sistema SESI. Entre as públicas, o vencedor foi Luiz Carlos Combuim Machado, da Escola Municipal Dom Luis do Amaral Mousinho. Entre os premiados das Escolas SESI, Lucas Martinelli Reia foi o primeiro colocado.

Com informações da assessoria de imprensa da FMRP

Mais informações: (16) 3602-2538

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telecomunicações
Método criado na Poli leva precisão para localização via celular
Um estudo realizado na Escola Politécnica (Poli) da USP desenvolveu um novo algoritmo que confere excelente precisão à localização de usuários por sistema celular. O sistema de localização já é usado nos Estados Unidos e na Europa em situações de emergência e também para prestação de serviços personalizados pelas operadoras de telefonia, mas a margem de erro pode atingir um raio maior do que 50 metros.

Para a localização, costuma-se usar três estações fixas (torres) que enviam o sinal. Pelo tempo de propagação até chegar ao usuário, calcula-se a distância e, a partir da intersecção entre as três circunferências, obtém-se a sua localização. Uma localização 100% exata só poderia ser feita em condições ideais, em que não houvesse barreiras físicas para propagação das ondas. Entretanto, obstáculos como montanhas, prédios e construções refletem as ondas, ocasionando um espalhamento do sinal e ampliando assim seu tempo de propagação. Esse efeito influi no resultado dos cálculos da distância.

“O que fiz foi propor uma nova solução das equações, utilizando um algoritmo que permite obter uma estimativa de localização mais exata”, explica o engenheiro eletricista Sergio Forcellini, autor da pesquisa. Além de reduzir o raio localização para valores menores do que 50 metros em 70% das medidas em ambientes urbanos, o mesmo algoritmo pode ser utilizado para rastreamento em qualquer tipo de rede celular, seja CDMA, TDMA ou GSM.

Para chegar a este resultado, Forcellini realizou simulações em uma ferramenta computacional baseada num modelo de propagação chamado COST-259. Além disso, foi adotada a “Filtragem de Kalman”, método de correção já existente que também minimiza o erro médio na localização. No COST-259 foram estimados os fatores de correção utilizados na equação de localização tanto para ambientes urbanos típicos quanto rurais, e também para usuários parados ou em movimento dentro de um automóvel.

Serviços diversos
A localização de usuários por celular é extremamente útil em situações de emergência médica e policial. Além disso, as operadoras podem utilizar este sistema para oferecer serviços personalizados aos seus clientes. É possível, por exemplo, identificar a posição geográfica de um usuário para indicar estabelecimentos comerciais próximos como bares, cinemas e restaurantes, ou mostrar a sua própria sua localização na cidade. O sistema também permite revelar num aparelho a posição de outro celular, caso os dois autorizem – o que pode ser bastante útil para pais preocupados que desejem saber onde estão os filhos.

Outra utilidade é o rastreamento de frotas, que hoje é feito pelo sistema GPS (Global Positioning System). “Por enquanto, o sistema GPS é mais vantajoso, por ser baseado em satélites, permitindo uma cobertura total – sem as áreas de sombra da rede celular. Mas com a ampliação da rede e do número de torres, futuramente esta pode ser uma nova utilidade para a localização pelo sistema celular”, sugere o pesquisador.

Mais informações: (11) 6165-9320, email sergioforcellini@hotmail.com, com Sergio Forcellini. Pesquisa orientada pelo professor Luiz Cezar Trintinalia

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Dezembro 21, 2008

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http://www.teses.usp.br

Lista com mais TDEs diretamente do portal de teses da USP.

Palavras-chave: nnpp, nnpp, pesquisa, teses

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Dezembro 22, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9886/especiais/ventos-ignorados

EspeciaisPotencial eólico do Nordeste brasileiro poderia suprir quase dois terços de toda a demanda nacional por eletricidade, mas país utiliza apenas 1% dessa capacidade, destaca estudo feito por pesquisadores do Inpe

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9887/especiais/cerrado-atualiza

EspeciaisLivro lançado pela Embrapa, em dois volumes, analisa estado de conservação, vegetação, solo, água e clima do bioma e fornece lista de 12 mil espécies de sua vegetação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9888/divulgacao-cientifica/aval

Divulgação CientíficaRevista Nature divulga resultados de análise sobre a qualidade da pesquisa feita no Reino Unido, que será utilizada para determinar como será distribuída a verba governamental para o setor

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9889/noticias/chamada-da-fapesp

NotíciasObjetivo foi contribuir para o avanço do conhecimento e da tecnologia na área de engenharia de aplicações na web 2.0

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9890/agenda/8-workshop-da-pos-g

AgendaEvento, que ocorrerá em Botucatu (SP), entre 23 e 25 de abril de 2009, debaterá o tema “Ciências, mercado e sociedade”, envolvendo as áreas de biologia geral e aplicada, botânica, farmacologia, zoologia, genética e biometria

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9891/agenda/13-encontro-brasile

AgendaPromovido pela UFSCar, evento reunirá convidados brasileiros e estrangeiros em São Pedro (SP), entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2009. Trabalhos serão aceitos até 30 de abril

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15966-iea

programação especial
IEA participa do Ano da França no Brasil
A programação oficial do Ano da França no Brasil, que acontece em 2009, terá o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP como um dos parceiros brasileiros em três atividades.

O Ano da França no Brasil é resultado da cooperação entre agentes governamentais, do setor privado, profissionais da cultura, artistas, intelectuais, pesquisadores, sociedade civil e mídia dos dois países. Será uma oportunidade para que diversas regiões brasileiras tenham contato com as facetas da cultura da França e o estágio atual de seu desenvolvimento em várias áreas do conhecimento. Os responsáveis pela série de eventos são o Ministério francês das Relações Exteriores e Européias e os Ministérios brasileiros da Cultura e das Relações Exteriores, além de entidades privadas.

No ciclo O Collège de France no Brasil, a ser realizado de abril a novembro, o Instituto recebera três integrantes da instituição francesa: Roger Chartier, Antoine Compagnon (ambos em julho) e Roger Guesnerie (em setembro). Chartier é o titular da cátedra "Escrita e Culturas na Europa Moderna", Compagnon responde pela cátedra sobre "Literatura Francesa Moderna e Contemporânea: História, Crítica e Teoria" e Guesnerie é o titular de "Teoria Econômica e Organização Social".

O ciclo é uma realização do Collège de France e de duas cátedras que estabeleceu com instituições brasileiras: a Cátedra Claude Lévi-Strauss, sediada no IEA; e a Cátedra Celso Furtado, resultante de convênio com o Fórum de Reitores do Rio de Janeiro.

Em outubro haverá o colóquio Para uma Civilização Moderna da Biomassa — Potencial e Limites do Processo Fotossintético. O encontro visa a reforçar a cooperação interdisciplinar entre os pesquisadores franceses e brasileiros que trabalham nos domínios da biologia, agricultura e ciências sociais do desenvolvimento. As instituições organizadoras são: pela França, o Centro de Pesquisa sobre o Brasil Contemporâneo (CRBC) da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS), o Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad) e a Associação Global Change; pelo Brasil, IEA, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e Unicamp.

De março a novembro, o Núcleo de Pesquisa Brasil-França (Nupebraf), o CRBC-EHESS e a Maison des Sciences de l'Homme realizam a série de oito conferências Cinco Séculos de Presença Francesa no Brasil. Os temas serão: "Invasões Francesas", "A ‘Missão’ Artística Francesa de 1816", "O Século 19: um Imenso Galicismo", "Vanguardas do Século 20", "A Cultura Francesa em 2009: sua Imagem, seu Futuro", "Cinema e Fotografia", "Literatura" e "Arte e Arquitetura".

Com informações da Assessoria de Imprensa do IEA


Mais informações: (11) 3091-1692, email boletim-iea@usp.br ou site http://www.cultura.gov.br/franca_br2009

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15967-sem

matemática
Semana de Cinema no CDCC
O Setor de Matemática do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) do campus de São Carlos da USP organiza a Semana de Cinema da Matemática. Os filmes são todos relacionados ao tema da semana, que tem o intuito de aproximar os alunos de ensino fundamental e médio da matemática no período de férias. O evento acontece entre segunda (26) e sexta-feira (30).

Após a exibição dos filmes, serão feitas discussões sobre os conceitos apresentados e debates sobre as idéias principais do filmes. Os filmes serão exibidos às 15 horas e a entrada é franca. As exibições acontecem no próprio CDCC (Rua 9 de Julho, 1.227, Centro, São Carlos).

Os filmes são Donald no País da Matemática, Donald e a Roda, Flatland, O Preço do Desafio, Seções Cônicas e PI.
 
Mais informações: (16) 3373-9772 ou site http://www.cdcc.sc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/37-cultura/15967-cdc

são carlos
CDCC traz o mundo da matemática para o cinema
O Setor de Matemática do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) do campus de São Carlos da USP organiza a Semana de Cinema da Matemática. Os filmes são todos relacionados ao tema da semana, que tem o intuito de aproximar os alunos de ensino fundamental e médio da matemática no período de férias. O evento acontece entre segunda (26) e sexta-feira (30).

Após a exibição dos filmes, serão feitas discussões sobre os conceitos apresentados e debates sobre as idéias principais do filmes. Os filmes serão exibidos às 15 horas e a entrada é franca. As exibições acontecem no próprio CDCC (Rua 9 de Julho, 1.227, Centro, São Carlos).

Os filmes são Donald no País da Matemática, Donald e a Roda, Flatland, O Preço do Desafio, Seções Cônicas e PI.
 
Mais informações: (16) 3373-9772 ou site http://www.cdcc.sc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/36-ciencias/15968-pr

São Carlos
Prêmio Nobel ministra aula pública na IFSC
O Prêmio Nobel W. D. Phillips ministrará aula pública, na quarta-feira (14), às 16 horas, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cepof) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP (Av. Trabalhador São-carlense, 400, Auditório Prof. Sérgio Mascarenhas, São Carlos). A aula faz parte das comemorações pelos 75 anos da USP.

Numa linguagem acessível, um dos maiores cientistas da atualidade estará expondo as idéias de Einstein que revolucionaram a ciência e passaram a ter influência direta na vida de todos. Serão apresentados desde os relógios precisos e o sistema GPS até os principais testes das idéias de Einstein com a matéria próxima do zero absoluto de temperatura. A aula terá demonstrações e recursos áudio-visuais especiais. Haverá tradução simultânea disponível para todos.

Os interessados devem se inscrever pelo telefone (16) 3371-2012, ramal 212 ou pelo e-mail: eventosoptica@ifsc.usp.br. Será fornecido certificado aos participantes que se inscreverem antecipadamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa da IFSC


Mais informações: (16) 3116-4535 ou email wilma@ifsc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/36-ciencias/15968-pr

física
W. D. Williams, prêmio Nobel, ministra aula pública no IFSC
O Prêmio Nobel W. D. Phillips ministrará aula pública, no dia 14 de janeiro, às 16 horas, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (Cepof) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP (Av. Trabalhador São-carlense, 400, Auditório Prof. Sérgio Mascarenhas, São Carlos). A aula faz parte das comemorações pelos 75 anos da USP.

Numa linguagem acessível, um dos maiores cientistas da atualidade estará expondo as idéias de Einstein que revolucionaram a ciência e passaram a ter influência direta na vida de todos. Serão apresentados desde os relógios precisos e o sistema GPS até os principais testes das idéias de Einstein com a matéria próxima do zero absoluto de temperatura. A aula terá demonstrações e recursos áudio-visuais especiais. Haverá tradução simultânea disponível para todos.

Os interessados devem se inscrever pelo telefone (16) 3371-2012, ramal 212 ou pelo e-mail: eventosoptica@ifsc.usp.br. Será fornecido certificado aos participantes que se inscreverem antecipadamente.

Com informações da Assessoria de Imprensa da IFSC


Mais informações: (16) 3116-4535 ou email wilma@ifsc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/52-saude/15969-escol

Saúde
Escola de Enfermagem oferece curso de atualização sobre enfermagem da família
Direcionado a enfermeiros e outros profissionais da saúde, a Escola de Enfermagem (EE) da USP promove, entre 27 e 30 de janeiro, o curso de atualizaçao Família e Doença: uma perspectiva de trabalho em enfermagem. As aulas acontecerão entre as 9 às 18 horas. O curso, oferecido pelo Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da EE, vai discutir a chamada "enfermagem da famíia".

Há 50 vagas disponíveis, sendo duas delas reservadas a profissionais do Hospital Universitário (HU) da USP e do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). O curso tem o curso total de R$ 280.

As aulas acontecerão na própria Escola de Enfermagem, que fica na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419, Cerqueira César, São Paulo (próximo da Estação Clínicas do Metrô). As incrições devem ser feitas até 16 de janeiro ou enquanto houver vagas no horário das 8h30 às 12 horas e das 13 às 16h30 na própria Escola.

Mais informações: (11) 3061-7531, email scex@usp.br, site www.ee.usp.br/culturaeextensao/cursos

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Cárcere
Estudantes de direito da USP vão à prisão em busca de diálogo
 “Bandido bom é bandido morto.” 43% dos brasileiros concordam – total ou parcialmente – com essa expressão, conforme revelou pesquisa encomendada pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, divulgada neste mês. “Direitos humanos deveriam ser só para pessoas direitas”, dizem 34% dos brasileiros, conforme o mesmo trabalho, respondido por 2011 indivíduos e coordenado pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

Percepções como essas, que muitos brasileiros têm sobre “bandidos” ou pessoas “não direitas”, conferem uma influência bastante negativa na vida de presidiários, segundo Alvino Augusto de Sá, professor do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito (FD) da USP. Para ele, os presos "não agüentam mais” discursos feitos para aumentar o sentimento de culpa ou de auto-reprovação entre eles. “Os detentos são excluídos, banidos, já estão cheios. O que existe agora é uma necessidade de construir a pessoa, o ego, a auto-estima deles.” Com a proposta de possibilitar uma conscientização dos próprios presos a respeito de sua condição humana e, ao mesmo tempo, aproximar a academia e o cárcere – elementos diametralmente opostos para muitos –, Alvino criou o Grupo de Diálogo Universidade-Cárcere-Comunidade (Gducc).

A cada semestre de trabalho (o projeto funciona sempre no primeiro de cada ano), o Gducc seleciona na penitenciária Parada Neto, em Guarulhos (Grande São Paulo), cerca de 30 presidiários interessados em participar e que logo depois são divididos em dois grupos. No período aproximado de um semestre, cada grupo se encontra semanalmente com um mesmo conjunto de acadêmicos em salas do próprio presídio. Nesses encontros de duas horas, acadêmicos e detentos conversam sobre perspectivas de futuro, o papel do trabalho e temas ligados à moral e ao direito. Muitas vezes, o diálogo é feito por meio de dinâmicas de grupo. Segundo o professor, há uma procura boa dos presos pelo projeto, havendo inclusive “concorrência” - isto é, gente que já participou querendo integrar-se novamente aos encontros. E não são só os acadêmicos que preparam as reuniões: no último semestre, uma delas foi comandada por um grupo de presos.

Celas
O docente, formado em psicologia e filosofia, criou o Gducc em 2006 para colocar as comunidades carcerária e acadêmica em contato. “É uma aproximação das partes para que as duas se entendam nas suas respectivas éticas e valores”, afirma. O grupo é apoiado por professores e composto por pesquisadores e, principalmente, alunos de graduação na FD. A participação, no entanto, é aberta a todos interessados, até mesmo a estudantes de outras áreas e de fora da USP. A idéia do grupo é de ser interdisciplinar: já contou com a presença de estudantes de áreas como psicologia, pedagogia e serviço social, além de profissionais formados. O Gducc está ligado a outro grupo liderado por Alvino, o GETCrim (Grupo de Estudos de Temas Sobre Criminologia). Mas, enquanto este é mais teórico, o Gducc realiza atividades mais práticas: as discussões.

Os assuntos abordados nas reuniões do Gducc dizem tanto respeito a temas de interesse imediato dos presos (sistema judiciário, sistema penal, punição, relação com profissionais do direito), quanto a temas mais genéricos (família, espiritualidade, ética). E é por meio desses debates que o trabalho coloca em contato futuros advogados, promotores e juízes com os pontos de vista de quem vão defender, acusar, julgar. Neste ponto, o professor Alvino defende a idéia de que o direito não fique só restrito às leis - a parte prática conta muito. Ao mesmo tempo, com os encontros, os presos se sentem estimados e encontram alguém para ouvi-los. “A necessidade de se comunicar que eles têm é imensa”, afirma Carla Pereira da Silva, estudante da FD e integrante do Gducc. “O simples fato de uma pessoa conseguir dialogar e expressar sua opinião é importante, ainda mais se tratando de alguém preso.”

Faculdade de Direito
E quanto ao "depois"? Alvino afirma que é difícil aferir se houve mudança nos detentos após o trabalho com o Gducc, pois o acesso ao cárcere é restrito, não sendo fácil reencontrá-los. Apesar disso, ele nota certa “camaradagem” se formando no decorrer do projeto. “No começo me chamam de professor, depois nem isso”, conta. “Há uma relação de amizade, de proximidade.” Tanto os presos como os alunos se sentem valorizados no processo. Entretanto, o docente pondera que o trabalho do grupo é apenas um "embrião". Segundo ele, no sistema carcerário não há uma visão amadurecida de busca de diálogo. "O Gducc pode mudar algo", diz, "mas não é só isso que vai realizar a mudança. Eventos e seminários sobre o tema também são importantes. O que o grupo me dá, principalmente, é autorifdade para mostrar que esse diálogo não é uma utopia.”

Paulo Ricardo De Divitiis Filho, de 21 anos, é aluno da FD e integrante do Gducc no último semestre. Ele diz ter esperança de que o trabalho do grupo obtenha um resultado positivo. “Eu espero que os presos saiam da reunião e falem sobre ela, da mesma forma que nós [acadêmicos] saímos de lá e falamos.” E essa difusão de comentários e idéias influencia inclusive pessoas que não fizeram parte do grupo. “Minha mãe achava um absurdo [o fato de freqüentar o cárcere], e acho que ela mudou de visão”, revela. Segundo o estudante, no trabalho do Gducc começa-se a “perceber o óbvio, que os presos são seres humanos”. “Todo mundo tem um lado sombrio, e por isso não faz o menor sentido você achar que o detento é alguém muito diferente de você”, diz. Carla Pereira da Silva, 19 anos, a também estudante da FD, concorda. “Vi que os presos são pessoas que podem ter opiniões muito parecidas com as minhas.” Segundo ela, a experiência de ter participado no Gducc representou uma quebra de paradigmas. “Descobri seres humanos por trás do papel de bandidos. Além disso, a estudante revela ter conseguido perceber com o trabalho mudança tanto nos presos como em si mesma, e admite: “eu aprendi a conversar no Gducc”.

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/36-ciencias/15975-do

biotecnologia
Grupo busca avanços na produção de novos fármacos
O Instituto Nacional de Biotecnologia Estrutural e Química Medicinal em Doenças Infecciosas (INBEQMeDI) buscará desenvolver novos fármacos para o tratamento de doenças endêmicas do País, principalmente, leishmaniose, esquistossomose, doença de Chagas, malária e leptospirose. É o que atesta o coordenador Glaucius Oliva, diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. “Nosso Instituto tem como foco os estudos estruturais e biológicos em alvos moleculares específicos de microorganismos associados com essas doenças tropicais”, explica.

Oliva ressalta que a proposta do INBEQMeDI consiste na continuidade dos resultados alcançados pela “iniciativa bem sucedida” do Centro de Biotecnologia Molecular Estrutural (CBME), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids), programa criado, em 2000, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que financiou grupos de pesquisa considerados estratégicos para o Estado. O Instituto, coordenado por Oliva, teve recursos aprovados da ordem de R$4,8 milhões, inseridos no maior investimento feito em redes de pesquisa no País, R$553 milhões, aplicados em 101 Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT) nos próximos três a cinco anos.

“Por intermédio do CBME, nos últimos 8 anos temos conduzido projetos inovadores em biotecnologia estrutural e química medicinal, incluindo o desenvolvimento de patentes, transferência de tecnologia e disseminação da ciência por meio de diversos programas dedicados aos alunos e professores do ensino médio, bem como à população em geral”, afirma. “Outro fator fundamental para este novo projeto é o fato termos sido recentemente selecionados pela Organização Mundial da Saúde, por meio de seu Programa de Pesquisas em Doenças Tropicais (TDR), como centro de referência mundial de química medicinal em doença de Chagas.”

De acordo com o coordenador, as chamadas doenças “negligenciadas” constituem um dos grandes desafios da ciência moderna. “A dura realidade de milhões de mortes anuais, além do terrível impacto na já precária qualidade de vida das pessoas afetadas por estas enfermidades, nos coloca a urgência de dedicarmos nossas mais poderosas ferramentas científicas para uma melhor compreensão das causas e características das doenças tropicais e, assim, avançar na descoberta e desenvolvimento de novos fármacos”, reitera. “Há, hoje, no cenário internacional, forte interesse, tanto dos cientistas como de organizações governamentais ou não, em apoiar e realizar pesquisas de fronteira na biologia dos parasitas e na busca de moléculas inovadoras que possam ser usadas para a prevenção, tratamento e cura destas doenças. Nosso projeto, portanto, está alinhado com outras iniciativas de ponta, tanto no Brasil como no exterior.”

Novo prédio de laboratórios
Sediado no IFSC, o Instituto será organizado em uma rede que contará com um time de dez docentes pesquisadores, entre físicos, biólogos e químicos, somados a algumas dezenas de pós-doutorandos, doutorandos, mestrandos, alunos de iniciação científica e técnicos especializados. “Esse grupo vem trabalhando de forma integrada e fortemente interdisciplinar no estudo da estrutura e função de proteínas-alvo em parasitas”, informa Oliva. Ao grupo somam-se parasitologistas, bioquímicos e farmacêuticos de outras cinco unidades da USP, como os Institutos de Biociências, Ciências Biomédicas e de Química e as Faculdades de Medicina e Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.

Haverá, ainda, parceria com o Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFsCar), além de dois jovens pesquisadores de grupos emergentes, um da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná, e outro da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. “A organização é matricial, com projetos transversais que se originam nos laboratórios dos parasitologistas e biólogos moleculares, passam pelos estudos estruturais dos cristalógrafos e físicos, até os químicos medicinais, sintéticos e de produtos naturais, que buscam as moléculas que devem interagir especificamente com os alvos e assim exercer seu papel terapêutico”, explica Oliva.

“O IFSC, como instituição-sede, manterá laboratórios e infra-estrutura para a expressão recombinante de proteínas, estudos estruturais, bioensaios e química medicinal”, diz. “A busca por alvos nos parasitas ocorrerá nos laboratórios associados, assim como a síntese e busca por produtos naturais. Além disso, a Reitoria da USP estará nos apoiando com recursos para a construção de um novo prédio de laboratórios no Campus II da USP em São Carlos.”

Para abordar problemas complexos, como o das doenças infecciosas, o grupo conta com vasto histórico de projetos de pesquisas tecnológicas desenvolvidos em parceria com indústrias farmacêuticas nacionais. “Temos uma grande expectativa de que moléculas inovadoras que sejam desenvolvidas em nossas pesquisas possam, efetivamente, vir a serem utilizadas na indústria”, avisa Oliva.

Para se ter uma idéia do trabalho que os integrantes do Instituto terão pela frente, no caso da malária o foco será nas vias de sinalização que controlam o ciclo celular do Plasmodium falciparum. Outro estudo, por exemplo, se dedicará às proteínas Lip32 e Lp19, da bactéria que causa a leptospirose, envolvidas na patogênese da doença por sua habilidade em desencadear resposta inflamatória no hospedeiro humano. “Em todos os casos, elucidada a estrutura do alvo, partiremos para o desenvolvimento de moléculas que ataquem estas proteínas, por síntese química ou busca de produtos naturais, secundada por ensaios in vitro e in vivo, visando a validação destas moléculas como candidatos a novos fármacos.”

O coordenador explica que o Centro de Biotecnologia Molecular Estrutural tem um programa de classe mundial na divulgação de ciências nas áreas de biologia molecular e estrutural, bem como em microbiologia, parasitologia e química medicinal. “Recebemos estudantes do ensino fundamental e médio, bem como professores do ensino básico, para atividades variadas, incluindo cursos de reciclagem”, informa. “Também mantemos um portal na internet de interface com escolas de ensino fundamental e médio e desenvolvemos vários materiais didáticos e lúdicos. Temos, inclusive, uma empresa spin-off, que foi criada para viabilizar a reprodução e distribuição destes materiais. Estas atividades serão fortemente aprofundadas no âmbito do novo INCT.”

Mais informações (16) 3373-9758 / 9757, fax (16) 3371-3365 ou email oliva@ifsc.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/38-sociedade/15976-i

gpublic
Inscrições abertas para MBA em gestão pública em Ribeirão
Estão abertas as inscrições para o MBA em Gestão Pública Administração e Economia do Setor Público, que será oferecido pelo Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic) e Fundação Instituto de Enfermagem de Ribeirão Preto (Fierp), com início previsto para março de 2009.

O objetivo do curso é capacitar o gestor público para perceber o seu papel, permitindo-lhe compreender e, principalmente, propor atitudes condizentes com as novas demandas decorrentes das mudanças na sociedade brasileira. A coordenação é dos professores Claudia Souza Passador e João Luiz Passador, do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEARP).

As aulas serão de 20 em 20 dias, às sextas-feiras à noite e aos sábados em período integral. As inscrições podem ser feitas na Fierp, que fica na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, Av. Bandeirantes, 3900, Ribeirão Preto. O investimento é de R$400,00 para inscrições e mais 20 mensalidades também de R$400,00.

Mais informações: (16) 3966-5446, email fierp@eerp.usp.br, site www.fierp.org.br e www.eerp.usp.br

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http://www4.usp.br:80/index.php/noticias/42-institucional/159

fmrp
Professor é nomeado presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão
O professor Fernando Nobre, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e coordenador da Unidade de Hipertensão da Divisão de Cardiologia do Hospital das Clínicas da FMRP (HCFMRP) é o novo presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH). Ele foi eleito para o biênio 2009-2010, na última quinta-feira (18), em assembléia realizada na sede da SBH, em São Paulo.

A nova diretoria também é composta pelo vice-presidente, professor Carlos Eduardo Negrão, do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), as secretárias Frida L. Plavnik, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Andrea A. Brandão, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a tesoureira Fernanda M. Colombo, do InCor.

Médico cardiologista, Nobre recebeu em 2006 o Premio Jabuti, ao obter o primeiro lugar na categoria Ciências Naturais e Ciências da Saúde com o livro Tratado de Cardiologia. A publicação da Editora Manole teve co-autoria de Carlos Serrano Júnior. Também é autor do livro MAPA - Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial, em parceria com o cardiologista e professor Décio Mion Júnior.

A SBH tem a missão de "estimular o intercâmbio de informações e a pesquisa (básica, clinica e epidemiológica) sobre hipertensão arterial e moléstias cardiovasculares entre cientistas e profissionais da saúde brasileiros". No último biênio, Nobre foi vice-presidente da entidade, presidida à época pelo professor Artur Beltrame Ribeiro, da Unifesp.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HCFMRP

Mais informações: (16) 3602-2843, email imprensa@hcrp.fmrp.usp.br

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Dezembro 23, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9892/especiais/mosquitos-rastre

EspeciaisEstudantes da Faculdade de Saúde Pública da USP ganham prêmio por projeto que mapeará, dentro de um ano, a distribuição das espécies de mosquitos no Vale do Ribeira. Objetivo é direcionar atividades de controle e vigilância de agentes infecciosos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9893/divulgacao-cientifica/expl

Divulgação CientíficaEvolução dos organismos unicelulares para grandes animais não foi gradual, mas ocorreu principalmente em dois períodos, aponta estudo na Pnas

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9894/noticias/meio-ambiente-em-

NotíciasPesquisadores dos institutos de Botânica, Florestal e Geológico produzem, nos primeiros nove meses de 2008, 389 trabalhos científicos, superando a meta de 120 publicações

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9895/noticias/campeoes-da-obf.h

NotíciasOlimpíada Brasileira de Física 2008 premiará 831 alunos de 24 estados e do Distrito Federal. Participaram 620 mil pessoas de todo o país

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9896/noticias/cadeira-vaga-na-a

NotíciasAcademia Nacional de Medicina abre inscrições para a eleição de um novo membro. Interessados devem encaminhar currículos até 20 de janeiro

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9897/agenda/27-congresso-intern

AgendaMais de 30 mil profissionais da área estarão reunidos de 24 a 28 de janeiro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9898/agenda/6-curso-interinstit

Agenda“Controle hemodinâmico do paciente politraumatizado” e “Paciente polifraturado” serão alguns dos temas nos dias 24 e 25 de abril de 2009 na Unifesp, na capital paulista

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Lazer
Museus da USP oferecem ciência, arte e diversão nas férias
 
Como você pretende feriar neste começo de ano? Sim, o verbo existe, e significa exatamente aquilo que você está pensando: dedicar certo período de tempo ao descanso. Muita gente não sabe, mas a USP possui mais de uma dezena de museus, que oferecem tradicionalmente, neste período do ano, exposições, oficinas e cursos para públicos de todas as idades. Quem procura programas para ocupar o tempo livre (o próprio, das crianças ou dos pais), encontrará abaixo um monte deles, todos na cidade de São Paulo. Agora é escolher e aproveitar!  
 
No Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) a criançada pode brincar de Indiana Jones simulando uma escavação arqueológica, participar de oficinas e fazer uma visita guiada ao acervo do museu. Saiba mais. No Museu Paulista (MP), mais conhecido como Museu do Ipiranga, oficinas apresentam o acervo da instituição para crianças, jovens e idosos. Saiba mais.
A Estação Ciência exibe no mês de janeiro a exposição Visões da Terra, que leva o visitante a viajar pelo tempo, mostrando como pensadores de diversas épocas explicavam o funcionamento do planeta. Saiba mais. O Museu de Zoologia (MZ), o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Centro Universitário Maria Antonia e o Museu de Anatomia Humana também possuem uma programação especial. Saiba mais.

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Lazer
Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE)
 
O MAE possui um acervo de aproximadamente 120 mil peças arqueológicas e etnográficas nativo-americanas, afro-brasileiras, da África, do Mediterrâneo e do Médio Oriente. Nos últimos oito anos o museu tem oferecido atividades direcionadas ao público infantil, nos meses de janeiro e julho.

Segundo Judith Elazari, educadora do museu, há sempre a preocupação de inovar e melhorar as opções oferecidas ao público. “Para nós é como se fosse um laboratório pedagógico. Todas as atividades procuram experimentar novas metodologias e temáticas”, explica. Neste ano serão oferecidas três oficinas e uma visita guiada ao acervo do museu.

Oficinas Escavações Arqueológicas e Máscaras Africanas
Quando: 13, 14, 20 e 21 de janeiro, das 14 às 17 horas
Público alvo: crianças de 7 a 10 anos

A oficina Escavações Arqueológicas possui uma dinâmica simples: coloca os pequenos para escavar no pátio do museu em busca de objetos enterrados ali. Mas é um pouco mais complicado do que parece. Assim como os arqueólogos de verdade, as crianças devem tomar todo o cuidado possível para não deixar que os itens menores passem despercebidos, por isso é necessário peneirar a terra escavada. Também não se pode correr o risco de causar danos às "relíquias", então é preciso esmero na limpeza e no armazenamento dos objetos.

A atividade é oferecida conjuntamente com outra oficina, Máscaras Africanas, na qual as crianças exercitam sua criatividade a partir dos artefatos compõem o acervo do museu. Tudo isso acontece depois de uma explicação do que é arqueologia e etnologia. Judith explica que essas "aulas" são bem leves, apenas uma pequena introdução ao assunto. "Queremos mesmo é oferecer uma atividade lúdica, que os divirta e passe uma imagem agradável do museu.”

Oficina Pinturas Rupestres
Quando: 16 de janeiro, das 14 às 17 horas
Público alvo: crianças de 7 a 10 anos

Trata-se de uma experiência que relaciona arte e arqueologia, trabalhando com as pinturas a partir das impressões causadas nas crianças. “Mesmo porque a real significação delas, na cultura desses povos, não é conhecida", diz Judith. Mas ela prefere não dar muitas explicações sobre esta oficina, para não estragar as surpresas preparadas pelos educadores do museu.

Visitas orientadas à exposição Formas de Humanidade
Quando: dias 15, 22 e 29 de janeiro, das 10 às 14 horas
Público alvo: crianças de 7 a 14 anos

Formas da Humanidade é a exposição de longa duração do museu, que possui cerca de 800 peças. Os passeios abordarão vários temas e serão e seguidos de uma oficina. Por exemplo:  Na parte dedicada à temática “subsistência”, a gurizada poderá saber como as diversas civilizações transpunham as barreiras impostas pela natureza à sua sobrevivência pela observação dos objetos utilizados por seu povo. “O objetivo é salientar a diversidade cultural e mostrar aquilo que é possível visualizar dessa diferença a partir de alguns grupos de objetos”, explica Judith.

Serviço
Todas as atividades possuem 20 vagas. As inscrições são feitas pelo telefone (11) 3091-4905, até o encerramento das vagas.

O MAE funciona de de terça a sexta-feira, das 8h30 às 17 horas, fins de semana e feriados, das 10 às 16 horas, e fica na Av. Prof. Almeida Prado, 1466, Cidade Universitária, São Paulo. A entrada é gratuita.

Mais informações: (11) 3091-4905, site http://www.mae.usp.br/


Foto: Marcos Santos

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Lazer
Museu Paulista (MP)
 
Mais conhecido como Museu do Ipiranga, possui um acervo de aproximadamente 125 mil  itens entre objetos, iconografia e documentação arquivística relacionados à história da sociedade brasileira, alguns remontando ao século XVI.

Foi fundado no século XIX, a partir de uma coleção de objetos de valor científico, etnográfico e histórico reunidos pelo Coronel Joaquim Sertório. Desde 1893 funciona no edifício-monumento erguido em homenagem à independência do país às margens do rio Ipiranga.

Nestas férias, o Serviço Educativo do museu elaborou uma programação de oficinas que exploram o acervo do museu para entreter pessoas de todas as idades.

Em busca do patrimônio

Quando:
14 e 21 de janeiro, das 10 às 11h30
Público alvo:  crianças de 5 a 12 anos

Realiza um primeiro contato com o Museu Paulista de forma lúdica e interativa, estimulando a brincadeira e a descoberta para a compreensão dos dois tipos de patrimônio: o natural e o cultural. Busca também motivar as crianças a utilizarem seu potencial intelectual e físico, percebendo o museu como um local para preservação da memória.

Contação de história com imagens
Quando: 15 e 22 de janeiro, das 10 às 11h30
Público alvo: crianças de 5 a 12 anos

A atividade procura guiar a atenção e a sensibilidade das crianças para os objetos expostos no museu, que criam hipóteses e  fazem observações sobre o acervo, além de criarem outras histórias.
 
O jogo da encomenda
Quando: 16 e 23 de janeiro, das 10 às 11h30
Público alvo: crianças de 5 a 12 anos

Essa oficina estimula a descoberta das telas expostas no museu e o entendimento de como e porque elas foram produzidas, formando um olhar crítico.  
 
A independência do Brasil na tela de Pedro Américo

Quando: 13 de janeiro, das 15 às 16h30
Público alvo: jovens e adultos maiores de 13 anos

Aborda o tema da independência pela lente de diversos escritores e motiva o público a expor suas opiniões através de exercícios poéticos.

Dois olhares sobre São Paulo
Quando: 15 de janeiro, das 15h às 16h30
Público alvo: jovens e adultos maiores de 13 anos

Os participantes devem refletir e a criar hipóteses a partir da leitura de poemas e da observação de algumas exposições do museu que abordam a cidade de São Paulo nos séculos XIX e XX, contrastando esses dois olhares sobre a cidade.

Hábitos e o Cotidiano
Quando: 20 de janeiro, das 15 às 16h30
Público alvo: terceira idade

Informa sobre alguns dos hábitos cotidianos da cidade de São Paulo na virada do século XIX para o século XX de uma maneira lúdica e interativa, investigando a linguagem cênica.

Um olhar sobre a pintura histórica
Quando: 22 de janeiro, das 15 às 16h30
Público alvo:  terceira idade

Oferece ao participante uma maior compreensão sobre a função da imagem na história, estimulando um olhar crítico sobre o acervo e despertando a atenção dos participantes para a pintura histórica.

Serviço
Todas as oficinas possuem 20 vagas. As inscrições devem ser feitas pelo pelos telefones (11) 2065-8053 ou pelo email mgloria@usp.br até o dia 12 de janeiro. Deve-se informar a oficina de interesse, o nome completo e a idade do participante.

O Museu Paulista funciona de terça a domingo, das 9 às 16h45, e fica no Parque da Independência, sem número, Ipiranga, São Paulo. A entrada custa R$ 4,00, exceto no primeiro e no terceiro domingos de cada mês, quando é gratuita. Crianças até 5 anos e adultos com mais de 60 não pagam.

Mais informações: (11) 2065-8053, site http://www.mp.usp.br/

Fotos: Marcos Santos

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Lazer
Estação Ciência
 A Estação Ciência é um órgão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP que realiza vários projetos de divulgação e ensino de ciências. Está instalada num antigo galpão industrial do bairro da Lapa, em São Paulo, aonde são exibidas exposições permanentes e temporárias sobre diversos assuntos científicos e educacionais.

As instalações, que recebem cerca de 200 mil visitantes anualmente, utilizam o surpreendente e a interatividade para despertar o interesse do público por temas considerados chatos por muitos, como física, matemática e geografia, por exemplo.

Além das exposições, a Estação também oferece cursos para a  capacitação de professores, empréstimo de kits de laboratório para a rede escolar e promove a alfabetização de crianças em situação de rua, entre outras atividades.


Dante Alighieri
Exposição Visões da Terra
Quando: até 18 de janeiro
Público alvo: pessoas de todas as idades

O homem sempre procurou explicações para o surgimento e funcionamento do planeta em que vive. Essa busca gerou os mais variados mitos explicativos e culminou nas teorias científicas que atualmente cumprem esse papel. A exposição Visões da Terra – Entre Deuses e Máquinas apresenta uma pequena história dessas explicações, mostrando como essas visões se modificaram através dos tempos, desde a antiguidade até hoje.

Hildegard de Bingen
Através de croquis, painéis, maquetes e vídeos o visitante toma conhecimento das idéias de diversos pensadores. Anaximandro de Mileto, um grego do século VI a.C., concebia um planeta cilíndrico e ordenado pelo princípio do equilíbrio. O pensamento medieval é representado por instalações dedicadas à Divina Comédia, de Dante Alighieri, e a Hildegard de Bingen, uma abadessa alemã do século XII que estudava botânica, zoologia e mineralogia.

A exposição avança no tempo e nos apresenta a ciência de Athanasius Kircher e Nicolau Steno, europeus do século XVII que formularam explicações geológicas sem recorrer à religião. O jesuíta Kircher acreditava que o centro do globo possuía diversas câmaras cheias de fogo e interconectadas por dutos. Ao atingir a superfície, os dutos formariam os vulcões. Steno é o pai da geologia, o primeiro a supor que os fósseis fossem restos de animais antigos incrustados nas rochas.

Athanasius Kircher
Por fim são mostradas as teorias científicas modernas: a teoria da evolução de Charles Darwin, a deriva continental, as glaciações e inundações marítimas cíclicas e a Teoria de Gaia, que concebe o planeta como um grande sistema em que os seres vivos modificam o ambiente e vice-versa.

“Ao final o visitante tem uma clara concepção de como a Terra funciona, porque estamos aqui e quais os reflexos da presença da humanidade na superfície do planeta”, diz Wilson Teixeira, professor do Instituto de Geociências (IGc) da USP e curador da exposição. Visões da Terra foi exibida originalmente no Museu da Universidade federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Teixeira, que já foi diretor da Estação, visitou a exposição em abril deste ano, gostou e resolveu trazê-la para São Paulo. “Me cativou o seu olhar multifacetado sobre o planeta. Achei que a exposição iria completar uma de nossas exposições permanentes, que fala sobre a Terra e o desenvolvimento sustentável.”


Serviço
A entrada custa R$ 2,00, exceto no primeiro sábado e no terceiro domingo de cada mês, quando é gratuita. Crianças até 5 anos e adultos com mais de 60 não pagam.

A Estação Ciência funciona de terça a sexta, das 8 às 18 horas e, nos finais de semana e feriados, das 9 às 18 horas, e fica na Rua Guaicurus, 1394, Lapa, São Paulo. Neste fim de ano estará fechada entre 22 de dezembro e 5 de janeiro, reabrindo normalmente no dia 6.

Mais informações: (11) 3673-7022, site http://www.eciencia.usp.br/


Fotos: Divulgação

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Lazer
Programação dos outros museus
Museu de Zoologia (MZ)
Exposição Crise da Biodiversidade – A Natureza Ameaçada
Quando: até 17 de maio
Público alvo:
pessoas de todas as idades

O Museu de Zoologia possui a maior coleção de zoologia da América do Sul, reunindo cerca de 8 milhões de espécimes. Além de exibir e preservar coleções de animais, o museu realiza atividades educacionais e pesquisas científicas.

A exposição Crise da Biodiversidade – A Natureza Ameaçada reúne fotografias, documentários e exemplares raros do acervo científico do MZ, nunca antes expostos, para mostrar como a ação humana coloca hoje em ameaça as espécies do planeta, mesmo as que não conhecemos.

A entrada custa R$ 4,00, exceto no no último domingo do mês, quando é gratuita. Estudantes com carteirinha pagam meia-entrada. Crianças até 5 anos e adultos com mais de de 60 estão isentos.

O MZ funciona de terça a domingo, das 10 às 17 horas, e fica na Avenida Nazaré, 481, Ipiranga, São Paulo.

Mais informações: (11) 2065-8100, site http://www.mz.usp.br/


Centro Universitário Maria Antonia
Exposições do projeto 1968 Vou Ver
Quando: até 1 de fevereiro
Público alvo: pessoas de todas as idades

O Maria Antonia abriga mostras de arte, concertos, cursos de difusão seminários, debates e atividades de arte-educação. Os edifícios nos quais está instalado abrigou a extinta Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP entre 1949 e 1968, quando foi transferida para a Cidade Universitária. Em 1993, com a criação do Centro Universitário, o edifício principal foi reaberto e hoje abriga atividades culturais e artísticas.

Como parte do projeto 1968 Vou Ver, cujo objetivo é repensar o legado dos anos 60 na cultura do país, estão em cartaz exposições dos artistas Maurício Nogueira Lima, Marcello Nitsche e Flávio Império, com realizações daquela década. É grande a influência da cultura de massas na obra dos artistas, que flertam com a pop art.

A visitação pode ser feita de terça a sexta-feira, das 12 às 21 horas e de finais de semana e feriados, das 10 às 18 horas. Nos dias 24, 25, 31 de dezembro e 1 de janeiro o prédio estará fechado. A entrada é gratuita.

O Centro Universitário Maria Antonia fica na Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque, São Paulo.

Mais informações: (11) 3255-7182 ramal 46, site http://www.usp.br/mariantonia/


Museu de Anatomia Humana
Atividades para o público infantil
Quando: 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de janeiro, das 14 às 15h30
Público Alvo: crianças dos 4 aos 12 anos

O Museu de Anatomia Humana Afonso Bovero existe desde 1914 e abriga cerca de 1800 peças expostas e uma biblioteca com aproximadamente 2 mil volumes. Um dos destaques do museu é sua coleção de crânios, que conta com 500 peças de indivíduos jovens e adultos de ambos os sexos.

Nestas férias serão realizadas atividades voltadas ao público infantil, que ensinam sobre higiene, corpo humano, alimentação e o funcionamento dos órgãos sensoriais. As inscrições serão feitas no próprio local, 30 minutos antes do início das atividades.

A entrada custa R$ 2,00. Alunos, servidores e docentes da USP, não pagam, assim como maiores de 60 anos. O museu funciona de terça na sexta-feira, das 9 às 12 horas e das 13 às 15 horas, e fica na Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, Cidade Universitária, São Paulo.

Mais informações: (11) 3091-1309, site http://www.icb.usp.br/museu/

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medicina
Prevenção de transtorno mental é foco de instituto sediado na FMUSP
Prevenir o aparecimento de doenças mentais em adultos a partir de ações dirigidas à infância e adolescência. É com este objetivo que está sendo criado o Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Crianças e Adolescentes, coordenado pelo professor Eurípedes Constantino Miguel, da Faculdade de Medicina (FMUSP) da USP.

De acordo com o professor, trata-se de uma iniciativa pioneira, pois traz uma nova abordagem para a área: a psiquiatria do desenvolvimento. “Várias pesquisas apontam que a origem de grande parte dos transtornos mentais que se manifestam na idade adulta está na infância. Então, nosso objetivo é desenvolver uma série de estudos enfocando a detecção precoce e o tratamento de crianças e adolescentes com risco para o desenvolvimento de transtornos psiquiátricos, mas antes de a doença se manifestar”, explica.

Entre os transtorno mentais envolvidos no projeto estão: transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno de conduta, transtorno de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno do humor bipolar, autismo e transtorno de aprendizagem, entre outras. Além do Instituto de Psiquiatria (IPq) da FMUSP, também estão envolvidas as Universidades Federais: de São Paulo (UNIFESP), do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Bahia (UFBA), de Pernambuco (UFPE), do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Federal de Santa Maria, a Universidade Metodista (Rio Grande do Sul), e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).

Importantes centros de pesquisa internacionais, como as universidades de Yale, Harvard, Duke, de Nova Iorque, do Texas, John Hopkins, da Califórnia em San Diego (UCSD), da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e o Instituto de Psiquiatria de Londres, também irão colaborar com os pesquisadores brasileiros.

São ao todo 16 projetos de pesquisa, envolvendo 70 pesquisadores. O Instituto, cuja sede funcionará no IPq, tem uma verba de cerca de R$7 milhões, sendo 50% oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e 50% da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A iniciativa integra o Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), que reúne 101 institutos nacionais e que visam o desenvolvimento de tecnologia e pesquisa de ponta em várias áreas do conhecimento.

Treinamento de pais e Yoga
O professor destaca que um dos pioneirismos do Instituto será o uso de intervenções já bem estabelecidas como a terapia cognitivo-comportamental, destacando-se a ênfase no treinamento de pais. O projeto também prevê a investigação de terapias alternativas e não invasivas, como a Kundalini Yoga. “Há estudos sugerindo a eficácia dessa técnica no tratamento de transtornos mentais. Pelo seu caráter não invasivo, acreditamos que valeria a pena testá-la utilizando métodos adequados”, afirma.

Outro enfoque será um estudo de coorte (acompanhamento) que analisará 600 novas crianças por ano. Este estudo começará investigando gestantes na décima semana de gravidez, até o nascimento de cada criança. Estas serão acompanhadas com avaliações sucessivas que procurarão descrever características clínicas que possam ser preditivas para um futuro desenvolvimento de transtornos psiquiátricos.

“Acreditamos que este estudo poderá identificar fatores genéticos e ambientais que conferem risco para o desenvolvimento desses transtornos. De posse, por exemplo, das informações genéticas, será possível desenvolver intervenções ambientais específicas para aquelas pessoas que possuem um risco aumentado, de modo a reduzir as chances de expressão da doença”, informa o pesquisador.

Rede Nutes

O Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Crianças e Adolescentes estará ligado à Rede Nacional de Telemedicina (Rede Nutes). “A idéia é criar vários pontos de acesso a web, onde poderemos levar educação a distância e formação continuada para os novos psiquiatras sob o paradigma da Psiquiatria do Desenvolvimento. Já existem 900 pontos espalhados pelo Brasil. Em cerca de dois anos, haverá aproximadamente 9 mil pontos.”

Outro destaque é a implantação de um prontuário médico eletrônico em colaboração com a Universidade Duke. Com a adaptação do prontuário para a realidade brasileira, será possível criar um banco de dados nacional sobre transtornos mentais, facilitando a implantação de políticas públicas, bem como a comparação entre os diversos tipos de tratamento, entre outras possibilidades.

“O Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento inova ao enfatizar a promoção da saúde mental ao invés do clássico foco na pessoa doente. A partir de um conjunto coeso e sólido de iniciativas e projetos de pesquisa, procura atingir dois grandes objetivos jamais alcançados na área de saúde mental no Brasil: introduzir ferramentas e métodos para promover o desenvolvimento saudável da criança e do adolescente, além de colocar a Psiquiatria Brasileira em concordância com o mais moderno referencial de trabalho dos mais avançados centros internacionais de saúde mental. Todas estas ações deverão diminuir estigma associado à doença psiquiátrica”, aponta o professor.

Mais informações: (11) 3069-7896 ou email idalina@protoc.com.br, com o professor Eurípedes Constantino Miguel

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Dezembro 29, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9899/especiais/tematicos-em-ser

EspeciaisFAPESP lança a série Resultados de Projetos Temáticos em São Paulo, com oito volumes que reúnem reportagens publicadas de 1996 a 2004 sobre pesquisas apoiadas na modalidade

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9900/especiais/texto-de-qualida

EspeciaisProfessoras da Unesp lançam coletânea de ensaios sobre António José da Silva, o “Judeu”, e destacam a relevância do teatro no Brasil colonial

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9901/divulgacao-cientifica/a-ve

Divulgação CientíficaCientistas conseguem derivar células-tronco embrionárias de ratos, que são geneticamente mais próximos do homem do que os camundongos e poderão ajudar no desenvolvimento de melhores modelos para estudar doenças

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9902/noticias/fenomenos-urbanos

NotíciasAgora em versão eletrônica, revista Rua, do Laboratório de Estudos Urbanos na Unicamp, anuncia novo sistema de submissão de trabalhos

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9903/agenda/5-encontro-de-bibli

AgendaEvento que será realizado entre 24 e 28 de agosto de 2009 abordará o tema “Mediação entre produção e uso da informação: redimensionando saberes e fazeres bibliotecários na área de saúde”. Trabalhos serão aceitos até 30 de janeiro

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9904/agenda/encontro-de-pesquis

AgendaEvento, promovido pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp, ocorrerá entre 6 e 8 de abril de 2009, em Campinas (SP). Inscrições de trabalhos serão aceitas até 23 de março

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Dezembro 30, 2008

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9905/especiais/migracao-bem-ant

EspeciaisPesquisadores brasileiros encontram evidências de que os tupi-guaranis podem ter chegado ao Sudeste um milênio antes do que se acreditava

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9906/especiais/blogs-educativos

EspeciaisPesquisa aponta que utilização de blogs como ferramenta de ensino pode despertar o interesse pela escrita e exercitar a prática da argumentação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9907/divulgacao-cientifica/gene

Divulgação CientíficaCientistas descobrem gene que pode estar ligado ao risco de desenvolver pressão alta. Estudo foi publicado na nova edição da revista Pnas

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9908/noticias/mumias-e-dinossau

NotíciasPesquisadores lançam livro com descobertas realizadas a partir da utilização de modernas técnicas de digitalização e modelagem tridimensional no acervo egípcio do Museu Nacional

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9909/noticias/vagas-no-cgee.htm

NotíciasCentro de Gestão e Estudos Estratégicos oferece duas vagas para pesquisador visitante, para um período de seis meses, com uma possível renovação

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9910/agenda/simposio-internacio

AgendaEvento, que será realizado nos dias 20 e 21 de março de 2009, em São Paulo, trará especialistas internacionais em oncologia, neurologia, neurocirurgia, radioterapia e radiologia

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http://www.agencia.fapesp.br/materia/9911/agenda/2-encontro-paulista

AgendaPromovido pelo Departamento de Matemática da UFSCar, evento apresentará pesquisas de geômetras paulistas entre os dias 9 e 11 de fevereiro de 2009, em São Carlos (SP)

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