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Outubro 24, 2012

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CIAGRI CEDIR.bmp

O Cedir CIAGRI esta instalado no Campus de Piracicaba e atende, dentro das normas ambientais ao descarte, reuso e encaminhamento correto de resíduos de informática da Universidade e de pessoas físicas da região.

Implantando também a logistica reversa de materiais e insumos aos fabricantes conforme a Lei 12305/10.

A preocupação ambiental, o reuso e o encaminhamento corretos são a motivação da equipe do Cedir Ciagri que tem atuado em parceira com a unidade do Cedir SP.

Mais informações consulte o email: cedir@ciagri.usp.br
CENTRO DE INFORMÁTICA DO CAMPUS
Diretor do CIAGRI – Prof. Dr. Luiz Carlos Estraviz Rodriguez (lcer@usp.br)
ServInfor – Ana Claudia Camargo Ruffini (ana@ciagri.usp.br)
SecSupMan - Marcelo Zacarias da Silva (marcelo@ciagri.usp.br)
TécInfor - Marcio Martins do Amaral (marcio@ciagri.usp.br)

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Outubro 18, 2012

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DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA ECONOMIA VERDE

29, 30 e 31 outubro de 2012
Salão Nobre do Prédio Histórico da Faculdade de Direito da USP
Largo São Francisco, 95, São Paulo, SP

inscrições exclusivamente por email comunicacao@iee.usp.br
inscrições de teses exclusivamente por email comunicacao@iee.usp.br

SINOPSE DO EVENTO

O GEAMA - Grupo de Estudos Aplicados ao Meio Ambiente, do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP e o ILDA – Instituto Lusíada para o Direito do Ambiente, em parceria com as seguintes instituições: Escola Paulista da Magistratura, Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, Instituto O Direito por um Planeta Verde, Procuradoria Geral do Estado e APRODAB – Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil, promovem essa Jornada Internacional. O evento contará com pesquisadores europeus e brasileiros, que discutirão assuntos relevantes no que se refere à proteção do meio ambiente. Serão abordados os seguintes temas: Estratégias para resíduos sólidos; Cidades sustentáveis e seus desafios; Economia verde e seus mecanismos (abordagem dos tributos ambientais e pagamento por serviços ambientais); Mudanças climáticas e seus impactos nas atividades econômicas; Água e energia no contexto da economia verde; Mecanismos legais no contexto da economia verde: Responsabilidades penal e civil.



PROGRAMAÇÃO

29 outubro 2012

14h30-17h00 Sessão de Apresentação de Teses

Essa sessão está aberta para apresentação de trabalhos de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento, desde que voltados para a proteção do meio ambiente. Basta atender aos critérios do edital publicado no site: www.iee.usp.br

30 outubro 2012

08h00 Cerimônia de Abertura
Eduardo Jorge, Secretário do Verde do Município de São Paulo
Carlos Alberto Dabus Maluf, Chefe do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP
Ricardo Leite Pinto, Vice-Presidente da Fundação Minerva de Ensino e Investigação Científica e Vice-Chanceler da Universidade Lusíada
Patrícia Iglecias, Coordenadora da Jornada e pesquisadora-líder do GEAMA
Branca Martins da Cruz, Presidente da Jornada e do ILDA
Ildo Luis Sauer, Diretor do IEE/USP
Armando Sérgio Prado de Toledo, Desembargador Diretor da Escola Paulista da Magistratura
Mariângela Sarrubo, Diretora do Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado
Patrícia Werner, Diretora da Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado
José Rubens Morato Leite, Vice-Presidente do Instituto O Direito por um Planeta Verde e pesquisador-líder do GPDA
Maria Inês Dolci, Diretora da PROTESTE
Maria Cecília Loschiavo, Coordenadora do Projeto Design e a Política Nacional de Resíduos Sólidos, CNPq


09h20-09h40 Conferência: Ministro Antonio Herman Benjamin (transmissão em vídeo)

09h40-10h00 intervalo do café

10h00-1200 Painel I – Estratégias para Resíduos Sólidos
Presidente: Maria Inês Dolci, PROTESTE
Debatedor: João Mucio Amado Mendes, GEAMA/USP

10h00 Resíduos sólidos e princípio do poluidor-pagador em Portugal
Alexandra Aragão, Universidade de Coimbra

10h20 O design como contribuição para a solução das questões atinentes aos resíduos sólidos
Maria Cecília Loschiavo, FAU/USP

10h40 Logística reversa e mecanismos no contexto brasileiro
Patrícia Iglecias, FD/USP

11h00 Resíduos sólidos sob uma nova ótica jurídica
Roberto Maia Filho, EPM

11h20 Responsabilidade por resíduos sólidos: o papel da Procuradoria do Estado
Daniel Smolentzov, Procuradoria do Estado/SP

11h40 Debates

12h00-14h00 intervalo do almoço

14h00-16h20 Painel II – Cidades Sustentáveis e seus Desafios
Presidente: Antonio Fernando Pinheiro Pedro, Pinheiro Pedro Advogados
Debatedor: Tasso Richetti Cipriano, GEAMA/USP

14h00 Planejamento urbano, polícia de edificações e sustentabilidade: aspectos jurídicos a serem considerados
Vanêsca Buzelato Prestes, Procuradoria do Município de Porto Alegre

14h20 Limitações urbanas ao direito de propriedade
Carlos Alberto Dabus Maluf, FD/USP

14h40 O caráter retórico da Lei 11.934/2009: limites de exposição humana a campos eletromagnéticos
Elza Boiteux, FD/USP

15h00 Gestão de resíduos nas cidades
Consuelo Yoshida, Desembargadora/TRF 3

15h20 O papel do Estado na viabilização de uma cidade sustentável
Vera Jucovsky, Desembargadora/TRF3

15h40 Mobilidade urbana
Guilherme Purvin, Procuradoria do Estado/SP

16h00 Debates

16h20-17h00 intervalo do café

17h00-19h00 Painel III – Economia Verde e seus Mecanismos
Presidente: Fernando Campos Scaff, FD/USP
Debatedoras: Aline Pacheco Pelucio, GEAMA/USP e Roberta Danelon Leonhardt, Machado Meyer Advogados

17h00 Tributos ambientais
Regina Helena Costa, PUC-SP

17h20 Pagamento por serviços ambientais
Ana Maria Nusdeo, FD/USP

17h40 Mecanismos tributários no contexto da economia verde
Heleno Taveira Torres, FD/USP

18h00 Publicidade e restrições no contexto da economia verde
Marcelo Gomes Sodré, Procuradoria do Estado/SP e PUC/SP

18h20 Pagamento por serviços ambientais na Costa Rica
Carlos Peralta, UFSC

18h40 Debates

19h00-22h00 Coquetel de Confraternização
Sala Visconde de São Leopoldo


31 outubro 2012

08h00-09h40 Painel IV – Mudanças Climáticas e seus Impactos nas Atividades Econômicas
Presidente: Antonio Carlos Morato, FD/USP
Debatedor: Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira,
GPDA/UFSC e Carlos Silva Filho, ISWA

08h00 O plano português de adaptação às alterações climáticas
Antonio Sequeira Ribeiro, Universidade Lusíada e Adjunto do Secretário de Estado do Meio Ambiente de Portugal

08h20 Mudanças climáticas e adaptação
Sandra Cureau, Subprocuradora-Geral da República e Instituto O Direito por um Planeta Verde

08h40 Mudanças climáticas e organismos geneticamente modificados
Patryck Ayala, UFMT e Instituto O Direito por um Planeta Verde

09h00 Mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável
Solange Teles da Silva, Universidade Mackenzie e Instituto O Direito por um Planeta Verde

09h20 Debates

09h40-10h00 intervalo do café

10h00-11h00 Painel V – Água e Energia no Contexto da Economia Verde
Presidente: Flavia Trentini, FDRP/USP
Debatedor: Ana Carolina Corberi Famá, GEAMA/USP

10h00 Energias renováveis no contexto do desenvolvimento sustentável
Sonia Seger Mercedes, IEE/USP

10h20 Uma análise do “Programa Produtor de Água” no contexto da economia verde
Maria Luiza Machado Granziera, Universidade Católica de Santos

10h40 Água juridicamente sustentável
Clarissa D’Isep, PUC/SP

11h00 Preservação das águas subterrâneas
José Eduardo Lutti, Ministério Público/SP e Instituto O Direito por um Planeta Verde

11h20 Debates

11h40-1303 intervalo do almoço

13h30-15h20 Painel VI – Mecanismos Legais no Contexto da Economia Verde: Responsabilidade Penal
Presidente: Marcos Porta, Juiz ,TJ/SP
Debatedoras: Silvia Cappelli, MP/RS e Kamila Guimarães de Moraes, GPDA/UFSC

13h30 A responsabilidade penal da pessoa jurídica: crimes ambientais
Ruy Alberto Leme Cavalheiro, Desembargador, TJ/SP

13h50 A estrutura dogmática do direito fundamental ao ambiente
Ney de Barros Bello Filho, Juiz, TRF/MA

14h10 A estrutura do tipo penal ambiental
Gilberto Passos de Freitas Universidade Mackenzie e EPM

14h30 Compliance criminal na área ambiental
Helena Lobo da Costa, FD/USP

14h50 Lei 9.605/98 e o Novo Código Florestal do Brasil: reflexos criminais de composição e de reparação do dano nos crimes contra o meio ambiente
Eladio Lecey, Instituto O Direito por um Planeta Verde

15h10-15h40 intervalo do café

15h40-17h20 Painel VII – Mecanismos Legais no Contexto da Economia Verde: Responsabilidade Civil
Teresa Ancona Lopez, FD/USP
Debatedor: Manuel Prado Leitão, GEAMA/USP

15h40 Responsabilidade civil por danos ao meio ambiente no Direito português
Branca Martins da Cruz, Universidade Lusíada e UFSC

16h00 Responsabilidade civil por danos ao meio ambiente no Direito brasileiro
José Rubens Morato Leite, UFSC

16h20 Responsabilidade civil e o princípio da reparação integral do dano
Álvaro Luiz Valery Mirra, Juiz , TJ/SP

16h40 Responsabilidade civil por omissão do Poder Público
Annelise Steigleder, Ministério Público/RS

17h00 Responsabilidade do Município pela ocupação regular dos solos
Zélia Maria Antunes Alves, Desembargadora, TJ/SP

17h20 Debates

17h40 Encerramento com a participação de Antonio Magalhães Gomes Filho, Diretor da Faculdade de Direito da USP e Ricardo Leite Pinto, Vice-Presidente da Fundação Minerva de Ensino e Investigação Científica e Vice-Chanceler da Universidade Lusíada

18h30 Coquetel de Encerramento
Sala Visconde de São Leopoldo


Coordenação Geral do Evento: Patrícia Faga Iglecias Lemos, Universidade de São Paulo

Presidência do Evento: Branca Martins da Cruz, Universidade Lusíada

Realização:

• GEAMA – Grupo de Estudos Aplicados ao Meio Ambiente do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP
• ILDA – Instituto Lusíada para o Direito do Ambiente
• Centro de Estudos da Procuradoria Geral do Estado
• Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado
• Escola Paulista de Magistratura
• Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP
• Instituto O Direito por um Planeta Verde
• APRODAB – Associação dos Professores de Direito Ambiental do Brasil

Colaboradores:

• CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
• Comissão de Graduação da Faculdade de Direito da USP
• GEA – Grupo de Estudos de Direito Agrário do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP
• GPDA – Grupo de Pesquisa Direito Ambiental na Sociedade de Risco da Universidade Federal de Santa Catarina

Parceiros:

• Editora Atlas
• FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado
• PROTESTE
• Machado Meyer Advogados
• Viseu Advogados



SOBRE A APRESENTAÇÃO DE TESES

Até o dia 20 de outubro serão recebidas teses para a IX Jornada Luso-Brasileira de Direito do Ambiente. As teses deverão ser enviadas exclusivamente ao endereço eletrônico comunicacao@iee.usp.br , contendo, nome, e-mail e telefone do tesista. A tese deverá ser enviada em arquivo PDF. A confirmação de recebimento deve ser solicitada.

Temas
Serão aceitas teses que abordem os mais diversos aspectos da proteção ambiental, nas diversas áreas do conhecimento, que tenham relação com o Direito Ambiental.

Qualificação dos Tesistas
Poderão apresentar teses quaisquer interessados, desde que inscritos para a Jornada, incluindo-se estudantes e profissionais, mesmo que sem formação na área jurídica.

Padrões Técnicos.
• tamanho mínimo de 10 e máximo de 20 páginas
• tamanho do papel é A4, margens de 2 cm dos quatro lados
• espaçamento de um e meio
• tipo de letra Times New Roman 12
• citações no padrão ABNT no pé de cada página
• resumo em português da síntese da tese defendida

Defesa
A defesa de teses ocorrerá no dia 29 de outubro de 2012, das 14h30 às 17h, na Faculdade de Direito da USP (sala a ser definida). O tesista disporá de 10 minutos para apresentação, seguida de comentários da banca. Se necessário serão realizadas sessões simultâneas.

Publicação
As teses aprovadas poderão, a critério da Comissão Organizadora do Evento, ser posteriormente publicadas e/ou disponibilizadas no site do IEE/USP e na Revista do ILDA.

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18 de outubro de 2012

 

 
 

Inscrições para submissão de trabalhos para o SIREE terminal dia 02 de novembro

 

     

 

-
Faltam 15 dias para o encerramento do prazo de submissão de artigos a serem apresentados no 3º Seminário Internacional sobre Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (SIREE 2013). O encontro será realizado pelo Porto Digital durante o mês de fevereiro do próximo ano. O prazo final para a submissão de artigos é o dia 2 de novembro.

As inscrições devem ser realizadas através do site do SIREE (
http://siree.portodigital.org). A próxima edição do SIREE contará com apresentação de artigos, cujo enfoque será a Inovação e a Sustentabilidade na gestão de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE).

O Porto Digital convida você para submeter o seu artigo. No site do SIREE você poderá encontrar todas as informações necessárias para inscrever o seu trabalho. Participe!

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Outubro 16, 2012

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Lixo interessante

Refletir sobre a reciclagem para fabricar produtos em escala é uma alternativa para sair do lugar-comum ao abordar sustentabilidade

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A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século 18, apresentou ao mundo uma nova forma de fabricar produtos. Em pouco tempo, o homem se tornou capaz de produzir mais do que o necessário para sobreviver e a publicidade foi o meio encontrado para ajudar a escoar o excedente, gerando novas demandas e contribuindo para estabelecer um modelo de sociedade altamente influenciado pelo consumo. Desde então, várias questões relacionadas a isso desafiam a inteligência humana. Que destino dar aos restos dos processos industriais? E às mercadorias descartadas depois que cumprem sua função?

"Os ciclos da natureza são processos de reciclagem constantes para manter o equilíbrio nos ecossistemas. Faz sentido, então, pensar que o homem pode se apropriar deles para conceber estratégias e viabilizar essa harmonia", diz Rosely Imbernon, docente do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade de São Paulo (USP), campus Leste. Essa ideia tem impulsionado a pesquisa acadêmica e industrial para que o lixo seja usado como uma matéria-prima para gerar novos materiais, com mais qualidade ou preços melhores (conheça na ilustração acima alguns exemplos).

"Além de levar esse conhecimento à turma, é importante que o professor revele que essa é uma maneira de preservar vários recursos naturais", diz Paulo Sérgio Bedaque Sanches, autor de livros didáticos e professor universitário (leia a sequência didática).

Percebendo a utilização que materiais como esses em produções em escala, a turma compreende que reciclar é mais que usar vidros de molho de tomate como porta-caneta. É agregar valor a produtos tradicionais e criar novos, o que preserva a natureza, faz a economia crescer e a sociedade viver melhor.

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RECICLAGEM LEVADA A SÉRIO
1. Plásticos para fazer madeira: O material demora até 400 anos para se decompor, mas pode ser usado para fazer a madeira plástica, moldável e resistente a cupins, ajudando a controlar o desmatamento.
2. Entulho se transforma em tijolos: Geralmente, areia e outros restos de materiais são descartados em terrenos baldios, o que favorece a formação de focos de insetos. Tudo isso pode substituir a argila na fabricação de tijolos.
3. Fitas VHS compõem tecido: Se descartadas erroneamente, oferecem riscos, já que são altamente inflamáveis. Quando incorporadas ao algodão, dão origem a uma trama com brilho e textura diferenciados.
4. Cascas de arroz viram cimento: Queimadas a céu aberto, elas liberam sílica e CO2, que poluem o ar e causam males respiratórios. Usadas na fórmula do produto, dispensam o uso de quartzo e argila, recursos não renováveis.

Fontes: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Ffilho (UNESP), Universidade Anhembi Morumbi e Universidade Mogi das Cruzes (UMC).

A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século 18, apresentou ao mundo uma nova forma de fabricar produtos. Em pouco tempo, o homem se tornou capaz de produzir mais do que o necessário para sobreviver e a publicidade foi o meio encontrado para ajudar a escoar o excedente, gerando novas demandas e contribuindo para estabelecer um modelo de sociedade altamente influenciado pelo consumo. Desde então, várias questões relacionadas a isso desafiam a inteligência humana. Que destino dar aos restos dos processos industriais? E às mercadorias descartadas depois que cumprem sua função?

"Os ciclos da natureza são processos de reciclagem constantes para manter o equilíbrio nos ecossistemas. Faz sentido, então, pensar que o homem pode se apropriar deles para conceber estratégias e viabilizar essa harmonia", diz Rosely Imbernon, docente do curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade de São Paulo (USP), campus Leste. Essa ideia tem impulsionado a pesquisa acadêmica e industrial para que o lixo seja usado como uma matéria-prima para gerar novos materiais, com mais qualidade ou preços melhores (conheça na ilustração acima alguns exemplos).

"Além de levar esse conhecimento à turma, é importante que o professor revele que essa é uma maneira de preservar vários recursos naturais", diz Paulo Sérgio Bedaque Sanches, autor de livros didáticos e professor universitário (leia a sequência didática).

Percebendo a utilização que materiais como esses em produções em escala, a turma compreende que reciclar é mais que usar vidros de molho de tomate como porta-caneta. É agregar valor a produtos tradicionais e criar novos, o que preserva a natureza, faz a economia crescer e a sociedade viver melhor.

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RECICLAGEM LEVADA A SÉRIO
1. Plásticos para fazer madeira: O material demora até 400 anos para se decompor, mas pode ser usado para fazer a madeira plástica, moldável e resistente a cupins, ajudando a controlar o desmatamento.
2. Entulho se transforma em tijolos: Geralmente, areia e outros restos de materiais são descartados em terrenos baldios, o que favorece a formação de focos de insetos. Tudo isso pode substituir a argila na fabricação de tijolos.
3. Fitas VHS compõem tecido: Se descartadas erroneamente, oferecem riscos, já que são altamente inflamáveis. Quando incorporadas ao algodão, dão origem a uma trama com brilho e textura diferenciados.
4. Cascas de arroz viram cimento: Queimadas a céu aberto, elas liberam sílica e CO2, que poluem o ar e causam males respiratórios. Usadas na fórmula do produto, dispensam o uso de quartzo e argila, recursos não renováveis.

Fontes: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Ffilho (UNESP), Universidade Anhembi Morumbi e Universidade Mogi das Cruzes (UMC).

 


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16/10/2012 - 6h00

Brasileiro é o 10º que mais gasta com celular

HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O brasileiro é um dos que gastam maior porcentagem da sua renda para usar celular, telefone fixo e banda larga, e as companhias que provêm esses serviços estão entre as que mais faturam.

Segundo dados compilados pela União Internacional das Telecomunicações (UIT) no relatório "Medindo a Sociedade de Informação", divulgado na semana passada, as empresas de telecomunicações brasileiras ocupam o quarto lugar na lista das maiores receitas (em dólar).

Funcionário da Vivo orienta cliente a jogar celular na parede
Análise: Impostos, e não empresas, fazem custo de telefonia ser alto no Brasil
Aplicativos colocam 9º dígito em agenda de smartphones

Ao mesmo tempo, em uma lista de 161 países, o Brasil é o 93º num ranking que posiciona os países segundo o peso das telecomunicações no bolso do consumidor: 4,1% da renda do consumidor brasileiro em 2011, pouco menos que em 2010 (4,7%).

Os cálculos incluem celular, telefone fixo e internet banda larga fixa.

No caso do Brasil, os dados usados são o preço máximo fornecido pelas empresas à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Segundo o relatório, o brasileiro é o 10º entre os que gastam maior percentual de sua renda para fazer ligações de celular: na média, 7,3%, mesmo número de 2010.

Como o dispêndio caiu em outros países, o Brasil subiu no ranking mesmo sem ter mudado seus dados de um ano para o outro. Ocupava a 16ª posição em 2010.

Já considerando o peso do telefone fixo na renda, de 2,9%, o país fica em 42º -em 2010, era 44º.

A situação muda quando o item considerado é a porcentagem da renda gasta com banda larga fixa: o Brasil é o 86º em termos de porcentagem comprometida, um peso menor que o de 2010, quando estava em 49º.

OPERADORAS

Para Eduardo Levy, do SindiTelebrasil (sindicato das operadoras de telefonia), o alto preço no Brasil é fruto da alta carga tributária, de 43%.

O consultor da Europraxis, Philip So, firma de análise de mercado, concorda, e inclui as taxas setoriais, impostas pelo governo, e as de interconexão (cobradas quando um cliente de uma operadora liga para um celular de outra).

Além disso, os consumidores de regiões mais povoadas acabam pagando o custo de ampliar a rede para áreas que, por não ser tão densas, não são tão rentáveis.

"Se a gente pensar num país deste tamanho que possui exigência de cobertura, com investimento muitas vezes de baixo retorno, é algo que não se paga sozinho. O resto da rede tem que cobrir esse investimento."

Já as receitas são grandes porque o Brasil é um país continental, segundo Levy.

Para ele, o faturamento decorre da grande base de clientes no Brasil. São mais de 257 milhões de linhas de celular e mais de 80 milhões de acesso à internet (fixo e móvel).

"O Brasil vai ter um preço maior do que os outros países? Provavelmente, sim. Mas, mesmo que nós fossemos um país barato, iríamos faturar muito também."

Outro ponto levantado por Levy é que os dados considerados pela UIT não representam a realidade dos preços brasileiros, pois as operadoras no Brasil costumam trabalhar com promoções, enquanto a entidade usou os valores máximos de tabela.

No mesmo relatório, a UIT classificou o Brasil como o segundo mais dinâmico em telecomunicações: ou seja, que consegue conciliar a ampliação da rede com a entrada de novos clientes no mercado de telecomunicações.

  Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress  
Telecomunicações
Telecomunicações

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Setembro 19, 2012

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Será uma realidade, ou iremos perder toda essa história, guardada por anos nas casas e institutos.

Muitas pessoas nos entregaram os equipamentos na confiança de que iríamos, como universidade, construir um espaço para mostra-los as pessoas e exemplificar como tudo o que é material, custa caro e rápidamente fica obsoleto...

Temos a esperança de, em breve, poder tornar pública toda essa história, hoje guardada no CEDIR.

 

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Agosto 31, 2012

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Podcast - 30/08/2012 - Imprimir Imprimir

No programa Palavra do Reitor desta semana: a USP e os resíduos sólidos

O programa “Palavra do Reitor” de hoje, dia 30 de agosto, aproveitou que a Política Nacional de Resíduos Sólidos entrou em vigor no início do mês para falar sobre como a Universidade lida com a questão dos resíduos sólidos.

O reitor João Grandino Rodas explica que o destino do lixo produzido nas dependências da Universidade é um assunto que já vem sendo estudado há tempos pelas prefeituras doscampi. A Prefeitura do Campus da Capital (Pusp-C), por exemplo, recolhe diariamente 12 toneladas de lixo da Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira” e da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), unidade localizada na Zona Leste da capital.

Esse lixo recebe um tratamento diferenciado, de acordo com sua classificação. Os resíduos comuns domésticos são coletados por uma empresa terceirizada; os resíduos comuns recicláveis são coletados por cooperativas e destinados a empresas recicladoras. Resíduos químicos e hospitalares são submetidos a uma coleta especial, realizada por um serviço municipal. Já o destino dos resíduos eletrônicos é o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir). Vinculado ao Centro de Computação Eletrônica (CCE), o Cedir é um projeto pioneiro de tratamento de lixo eletrônico em órgão público que, além de reaproveitar os resíduos de informática, fornece treinamento aos catadores tornando a reciclagem uma atividade mais saudável, segura e rentável.

O cuidado com o meio ambiente tem sido uma preocupação da atual gestão. Criada em 2010, a Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) supervisiona as atividades de cunho ecológico desenvolvidas pela Universidade, inclusive o Programa USP Recicla, cuja missão é contribuir para a construção de sociedades sustentáveis por meio de ações voltadas à minimização de resíduos, à conservação do meio ambiente, à melhoria da qualidade de vida e à formação de recursos humanos comprometidos com tais objetivos.

No campo do ensino e da pesquisa, a Universidade oferece cursos de graduação e pós-graduação na área de gestão ambiental e desenvolve inúmeras pesquisas relacionadas a esse tema. “A USP possui na cidade de Cubatão, na Baixada Santista, o Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente, o Cepema. O Centro, que é multidisciplinar, articula as competências dos diversos segmentos da Universidade e atrai especialistas de outras áreas para atuação nos projetos de pesquisa, com objetivo de desenvolver aplicações e soluções para problemas ambientais. As principais áreas de atuação em pesquisa do CEPEMA são a avaliação de emissões atmosféricas, reuso de água e minimização de efluentes líquidos e gerenciamento e tratamento de resíduos sólidos”, lembra o reitor.

A seção do “Túnel do Tempo” do programa resgatou um trecho de uma entrevista concedida à Rádio Bandeirantes, em 1952, pelo professor Giuseppe Ungareti, que lecionou na USP entre 1936 a 1942.

A seguir, ouça a íntegra do programa produzido no estúdio avançado da Rádio USP.

 

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Julho 17, 2012

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Atendendo a muitos pedidos de pessoas que me escrevem diariamente, segue uma lista completa de locais e empresas para onde as pessoas podem encaminhar seus equipamentos pós uso.

O PNRS (Lei 12305/10) exige dos fabricantes a logística reversa, que é o recolhimento dos seus produtos pós venda. Infelizmente o GT ( Grupo de trabalho) dos eletroeletrônicos, composto por representantes do Governo e também dos fabricantes e importadores, ainda não divulgou como e quando, os fabricantes pretendem atender a Lei. Assim, por enquanto cada um faz o que quer...e  alguns já mostraram que não querem arcar com o onus do retorno desses equipamentos.

Durante quase 2 anos de pesquisas, com fabricantes e importadores, tivemos muitos progressos, principalmente com as empresas que voluntáriamente resolveram elaborar e manter um programa próprio de recolhimento dos equipamentos.

Cabe salientar, que alguns produtos já tem o seu recolhimento obrigatório e por isso os fabricantes e Associações de fabricantes já estão mobilizados para recolhe-los.É o caso de pilhas e baterias de celulares, baterias chumbo-ácido e também das lâmpadas.

Caso voce queira descartar pilhas e baterias, procure o programa de recolhimento ABINEE ( se possuir acima de 30 kg desse material) ou então postos de recolhimento em supermercados, farmácias e lojas.

Mais detalhes em : http://www.abinee.org.br/noticias/com27.htm

Site para cadastrar a entrega: http://www.gmclog.com.br/

No caso dos cartuchos de tinta e tonner também já existe essa obrigação pelo fabricante, e as empresas públicas e privadas, já deveriam incluir essa obrigatóriedade de recolhimento em seus contratos.Testamos os principais fabricantes, seguem abaixo os contatos.

HP - Cadastre-se no site : http://www.hp.com/latam/br/reciclar/index.html

Samsung - Cadastre-se no site:

https://www.samsung.com.br/recicle/ValidarEmail.aspx

Lexmark - Cadastre-se no site:

http://www.partner.lexmark.com.br/P_Planeta/Inst_pt/pl_Home.aspx

Epson - Cadastre-se pelo site:

http://global.latin.epson.com/Coleta/Pontos-de-Coleta

XEROX - Cadastre-se pelo site:

http://www.xerox.com/about-xerox/recycling/ptbr.html

A Brother não tem programa de recolhimento e sim de entrega voluntária, o orientação dada pelo telefone 11 2256-9110 é de que os cartuchos devem ser levados a uma assistência técnica master, para encaminhamento à OXIL. Também não pudemos comprovar se isso funciona em rede nacional.

As baterias de chumbo ácido podem ser entregues ao programa do PRAC - Programa de responsabilidade Ambiental Compartilhada:

http://www.prac.com.br/fale_conosco_tamarana.php

Resíduos de equipamentos de informática:Fabricantes que estão fazendo a Logística de seus equipamentos:

Celulares, tablets e equipamentos de pequeno porte podem ser entregues em qualquer loja oficial de operadora de telefonia para descarte, praticamente todos os fabricantes aceitam, pois não representa custo para descarte.O grande problemas são os equipamentos grandes, ou já fora de uso, como monitores CRT, TV com tubo , fitas VHS, etc

Algumas empresas de equipamentos já tem a logística de recolhimento em todo Brasil de qualquer equipamento e em qualquer quantidade, mas são iniciativas isoladas.

 DELL – O cliente faz o cadastro pelo site e o material é recolhido pelos correios:

http://support.dell.com/support/topics/topic.aspx/la/shared/support/recycling/pt/global_recycling?c=br&l=pt&s=gen

AOC – Contato através de site e 0800:

http://www.aoc.com.br/SustentabilidadeRespAmbiental_Reciclagem.aspx

Philips - Philips e Walita - Entrar em contato com a empresa por meio do serviço de atendimento ao consumidor (SAC: (11) 2121-0203 (Grande São Paulo) / 0800 701-0203 (Demais locais)end_of_the_skype_highlighting e solicitar o estabelecimento mais próximo onde poderá devolver o eletrodoméstico).

LG – Todas as informações no site da empresa:

http://www.lge.com/br/coletaseletiva/ciclo-da-coleta-descarte-e-reciclagem.jsp

Positivo – Montou seu próprio centro de descarte :

http://www.positivoinformatica.com.br/tiverde/

Itautec – Recolhimento dos equipamentos da marca, através das filiais da empresa:

http://www.itautec.com.br/pt-br/sustentabilidade/ti-verde/como-reciclar-seu-computador

Samsung – Orienta através do 800 que o consumidor  devolva equipamentos nas assistências técnicas autorizadas, porém nas autorizadas procuradas recebemos a informação que não se trata de recolhimento pela empresa, cada autorizada pode dar a destinação que desejar ao material.

Lâmpadas

Por enquanto o Programa de Recolhimento que esta sendo proposto pela ABILUX, aguarda uma regulamentação do CONAMA, que deveria ter saído no princípio de 2012.

Enquanto isso, supermercados e lojas de material elétrico em todo país faz o recolhimento ao consumidor.

Eletroeletrônicos – Quem mais recolhe e faz o reuso e/ou reciclagem:

São Paulo/Capital:

Cedir - Centro de descarte e reuso de equipamentos de informatica e telefonia da USP - Entrega a'pos agendamento pelo telefone: 11 3091-6454 ou email: consulta@usp.br

Coopermiti - Cooperativa vinculada a Prefeitura de São Paulo:

http://www.coopermiti.com.br/

São Paulo/Interior e Litoral:

Santos- SP

Fundação SETTAPORT

http://fundacaosettaport.blogspot.com/2011/10/centro-de-reciclagem-de-lixo-eletronico.html

São Carlos – SP

RECICLATESC - Parceira USP e Rede Social São Carlos:

 

http://senac.frux.com.br/tec21/

 

Paraná - Londrina:

Elixo _ ONG que trabalha com eletroeletrônicos:

http://www.elixo.org.br

(43) 3339-0475 / 9995-1102 - Alex Gonçalves - Contato

 

Pernambuco-Recife:

 PERNAMBUCO VERDE REVERSO – é uma empresa Especializada em Logística Reversa e na destinação correta dos Resíduos Tecnológicos gerados pela população e por empresas:

 

http://www.pernambucoverde.com.br/

 

CRC . RECIFE - Centro de recondicionoamento de Computadores - projeto do Governo Federal
União Brasileira de Educação e Ensino - UBEE/ Centro Marista Circuito Jovem do Recife
Avenida Recuperação, nº 3510 - bairro Dois Irmãos
Recife - PE
CEP: 52291-010
Telefone: (81) 3441-1428              (81) 3441-1428      end_of_the_skype_highlighting
E-mail:
crcrecife@marista.edu.br
Site: http://www.marista.edu.br

Paraíba

Projeto ETERECICLA

http://www.redentorista.org.br/index.php?limitstart=5

RCTEC

http://www.rctecresiduos.com.br/

Bahia:

Programa Onda Digital:

 http://wiki.dcc.ufba.br/OndaDigital

Minas Gerais:

Inatel – Casa Viva – Santa Rira do Sapucaí

http://casaviva.inatel.br/casaviva/

Belo Horizonte:

CRC . BH DIGITAL
Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte (Prodabel)
Prefeitura do Município de Belo Horizonte
AMAS - Associação Municipal de Assistência Social
Rua José Clemente Pereira, nº 440 - bairro Ipirang
Telefone: Belo Horizonte - MG
E-mail:
crc.bhdigital@pbh.gov.br

Rio Grande do Sul  

CRC . CESMAR
União Sul-Brasileira de Educação e Ensino - USBEE
Estrada Antônio Severino, nº 1.493 - bairro Mário
Porto Alegre - RS
CEP: 91250-330
Telefone: (51) 3366-3817              (51) 3366-3817      end_of_the_skype_highlighting
E-mail:
crc.cesmar@maristas.org.br
Site: http://www.maristas.org.br

Brasília:

CRC . BRASÍLIA/GAMA
Associação de Apoio à Família, ao Grupo e à Comunidade - AFAGO-DF
Setor Industrial Leste, Quadra 06, Lotes 20, 40, 60 e 80
Gama Leste - Brasília - DF
CEP: 72445-060
Telefone: (61) 3484-5691              (61) 3484-5691      end_of_the_skype_highlighting
E-mail:
crc@crcgamadf.org.br
Site: http://www.crcgamadf.org.br

 

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Julho 16, 2012

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Lixo recebe toneladas de ouro e prata por ano

06/07/2012

Agência FAPESP – O lixo eletrônico é um problema importante e também valioso. Segundo instituições ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 320 toneladas de ouro e 7,5 mil toneladas de prata são utilizadas anualmente para a produção de aparelhos eletrônicos como computadores, tablets e celulares.

O valor dos metais empregados soma cerca de US$ 21 bilhões – US$ 16 bilhões em ouro e US$ 4 bilhões em prata – a cada ano e, quando os aparelhos são descartados, menos de 15% do ouro e da prata são recuperados.

O resultado do acúmulo constante é que o lixo eletrônico mundial contém “depósitos” de metais preciosos de 40 a 50 vezes mais ricos do que os contidos no subsolo, de acordo com dados apresentados na semana passada em reunião organizada pela Universidade das Nações Unidas e pela Global e-Sustainability Initiative (GeSI) em Gana, África.

As quantidades de ouro e prata que vão parar no lixo aumentam à medida que crescem as vendas de aparelhos como os tabletes, cujas vendas em 2012 deverão chegar a 100 milhões de unidades em todo o mundo, número que deverá dobrar até 2014.

Produtos elétricos e eletrônicos consumiram 197 toneladas em 2001, equivalentes a 5,3% da oferta mundial do metal. Em 2011, foram 320 toneladas, com 7,7% do total disponível. Apesar do crescimento de cerca de 15% na oferta de ouro na última década, o preço do metal disparou, aumentando cinco vezes entre 2001 e 2011, segundo o levantamento.

“Em vez de olharmos para o lixo eletrônico como um fardo, precisamos encará-lo como uma oportunidade”, disse Alexis Vandendaelen, representande da Umicore Precious Metals Refining, da Bélgica, durante o evento.

De acordo com os especialistas, além de melhores padrões de consumo sustentável, os sistemas de reciclagem precisam melhorar para lidar com o novo tipo de lixo, mais valioso, porém mais difícil de trabalhar do que plástico ou papel.

De acordo com o levantamento feito pela GeSI e pela iniciativa Solving the E-Waste Problem (StEP) – que envolve organizações da ONU, da sociedade civil e empresas –, cerca de 25% do ouro é perdido e não pode ser recuperado por conta dos processos de desmanche empregados nos países mais desenvolvidos. Nos países em desenvolvimento, o total inviabilizado chega a 50%.

Para os especialistas presentes na reunião em Gana, o lixo eletrônico não deve ser encarado como lixo, mas como recurso, uma vez que representa uma importante fonte de renda e sua reciclagem é fundamental para a preservação do ambiente e para o desenvolvimento sustentável.

E isso não se aplica apenas ao ouro e à prata, mas a diversos outros metais, como cobre, paládio, platina, cobalto ou estanho, contidos nos produtos eletrônicos descartados.

“Precisamos recuperar elementos raros de modo a poder continuar a fabricar produtos de tecnologia da informação, baterias para carros elétricos, painéis solares, televisores de tela plana e uma infinidade de outros produtos populares”, disse Ruediger Kuehr, secretário executivo da StEP.

“Um dia – espero que mais cedo do que tarde –, as pessoas vão olhar para trás e perguntar como foi que nós conseguimos ser tão cegos e desperdiçar tanto nossos recursos naturais”, disse Kuehr.

Mais informações: www.step-initiative.org.

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Junho 28, 2012

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INFORMAÇÕES GERAIS
Local: Centro de Convenções da UNICAMP
Data: 7 de Agosto de 2012
Horário: dás 9h às 17h

ORGANIZADORES

CGU – Coordenação Geral da Universidade.
GGA – Grupo Gestor Ambiental da UNICAMP.

Comissão Organizadora
Prof. Dr. Edson Tomaz – Presidente Grupo Gestor Ambiental – GGA
Jane Gomes de Almeida Lacerda – Vice Presidente – GGA
Maria Gineusa de Medeiros e Souza- GGA
Gislaine Aparecida Moreira – GGA

SOBRE O EVENTO

O Fórum de Meio Ambiente e Sociedade é um projeto da CGU – Coordenação Geral da Universidade e do GGA – Grupo Gestor Ambiental da UNICAMP e tem por objetivo promover um espaço para difusão de conhecimentos e discussão das práticas ambientais realizadas em algumas Universidades do Brasil. A UNICAMP atua de forma destacada na gestão ambiental nos seus campi, principalmente no gerenciamento dos resíduos perigosos, e tem buscado avanços em todas as áreas. A complexidade e a diversidade dos aspectos ambientais presentes no ambiente acadêmico, com peculiaridades sem paralelos com outros setores, exige o desenvolvimento de soluções e estratégias próprias e que constituem desafios que devem ser superados. Neste sentido, a troca de experiências e conhecimentos entre instituições de ensino e pesquisa, bem como com outros setores com desafios similares, é muito importante para que as soluções e estratégias já desenvolvidas, aplicadas e testadas possam ser compartilhadas. Tais iniciativas e soluções encontradas dentro do meio acadêmico poderão também ser replicadas em outros setores da sociedade. Este Fórum constitui, portanto, uma excelente oportunidade para o compartilhamento dessas experiências positivas, com benefícios para a comunidade acadêmica e para a sociedade em geral.

PROGRAMA

8h30 - Credenciamento

9h00 - Abertura
Profa. Dra. Carmen Zink Bolonhini – Assessora da Coordenadoria Geral da UNICAMP
Profa Dra. Jane Gomes de Almeida Lacerda – Vice Presidente - GGA

9h30 –10h20 – Palestra 01 – Prof. Dr. Edson Tomaz – Tema: A experiência da Unicamp na gestão ambiental dos seus campi

10h20 – 10h40 – Coffee-break

10h40 – 11h30 – Palestra 02 – Especialista em Gestão Ambiental -  Neuci Bicov Frade - CEDIR - Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática/USP -  Tema: Tratamento sustentável de resíduos eletroeletrônicos

11h30 – 12h00 – Mesa de Debates: Neuci Bicov Frade, Prof. Dr. Edson Tomaz e
Moderador:  Jane Gomes de Almeida Lacerda – Vice Presidente - GGA

12h00 – 14h00 –Almoço

14h00 – 14h50 Palestra 03 Prof. Dr. Érico Porto Filho  - UFSC Tema: Os desafios da gestão integrada de processos na UFSC

14h50-15h40Palestra 04 – Mestre em Ciência Ambiental - Elizabeth Lima - USP Recicla  Tema : Resíduos na USP: do Programa USP Recicla aos desafios de um sistema de gestão e gerenciamento integrados de Resíduos na Capital.

14h40 – 16h00 – Coffee-break

16h00 – 16h40 Mesa de Debates: Prof. Dr. Érico Porto Filho  - UFSC, Mestre Elizabeth Lima,  Moderador: Prof. Dr. Everardo M. Carneiro – IB.

16h40 – 17h00 – encerramento

INSCRIÇÕES Abertas
"Fórum Permanente de Meio Ambiente e Sociedade"

Para realizar sua inscrição, acesse o link: http://foruns.bc.unicamp.br/

e cadastre-se.

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Maio 25, 2012

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O monitor CRT contém material potencialmente tóxico.Podemos encontrar entre outros o cádmio e o chumbo, este último em grandes quantidades impregnado no vidro,além de um pó fino que contem um composto com fósforo.

O descarte desse do monitor CRT tem que ser feito de forma correta, pois existe uma grande chance de contaminação durante o processo de corte,quebra e transporte desse material após a abertura do tubo.

Existem máquinas onde a preocupação com a separação correta é visível e a proteção do meio ambiente e do operador também é levada a sério, como a que pode ser vista no link:

video:http://www.youtube.com/embed/P9t0igrbn9c"@@400x300

Porém, infelizmente, por desconhecimento e até mesmo por falta de recursos, muitos outros métodos tem sido usados para abrir o monitor e retirar dele partes que contém algum valor econômico, locais inadequados, operador sem máscara, luvas ou uniforme apropriado que impeçam a entrada de partículas, local evidentemente sem drenagem e captação de pó ou mesmo liquidos resultantes da lavagem dos equipamentos ou piso.

Cuidados básicos são fundamentais para a desmanufatura de monitores CRT, até mesmo o resíduos que possa contaminar as roupas usadas é preocupante, essas roupas ( uniformes) devem ser usadas apenas para o trabalho e lavadas separadamente a água resultante desse processo teria que ser avaliada para evitar que esses efluentes contaminem as galerias de águas fluviais.Assim como trabalhadores que reciclam lâmpadas por exemplo, esses trabalhadores requerem acompanhamento médico, em exames periódicos.

Abaixo outro video onde um trabalhador quebra o tubo de um monitor CRT visivelmente sem esses cuidados, as imagens falam por si e podem ser comparadas com o filme anterior.É preciso muito cuidado quando se fala em contaminação por metais pesados, pois seus efeitos só aparecem muito tempo depois, e quando isso ocorre, podem ser irreversíveis.

http://www.youtube.com/embed/F1swEwTVmks"@@400x300

 

 

 

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Maio 21, 2012

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Muito boa a iniciativa:

07 fev - 2012

Adidas lança o programa Pegada Sustentável

O programa de logística reversa para calçados esportivos é pioneiro no Brasil. A adidas, um dos líderes globais na indústria de artigos esportivos e líder em sustentabilidade no setor de bens de consumo pela Dow Jones Sustainability Index desde 2000, lança hoje o Pegada Sustentável, programa voluntário de logística reversa pioneiro no Brasil para minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos calçados esportivos. Além disso, visa sensibilizar e engajar os usuários na prática do descarte consciente e disseminar os princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos. “Com o programa Pegada Sustentável a adidas do Brasil engloba mais uma parte da sua cadeia de valor com ações sustentáveis, ou seja, a destinação dos nossos produtos ao fim do seu ciclo de vida. E não vamos parar por aí, estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014. Mais do que um compromisso de desenvolvimento sustentável, temos aqui uma iniciativa de cidadania corporativa”, afirma Fernando Basualdo, Diretor Geral da adidas Brasil. Para participar do programa Pegada Sustentável e garantir o descarte adequado de seu calçado, basta o usuário entregar seu calçado sem condições de uso, de qualquer marca, nas lojas adidas. O cliente deverá assinar um termo de doação do calçado para reciclagem e receberá um brinde especial da adidas. Em São Paulo, nos 3 primeiros meses, será um ingresso para visitar o Museu do Futebol (Pacaembu- SP). Todos os produtos entregues para reciclagem serão encaminhados para a empresa de logística reversa e gestão ambiental parceira da adidas no projeto, a RCRambiental, que irá receber os produtos, descaracterizá-los e os transportará até seu destino final – plantas de “blendagem” de resíduos, onde tais resíduos provenientes dos calçados serão transformados em combustível para alimentar fornos de cimento, possibilitando o reaproveitamento integral destes calçados esportivos como fonte energética. Todo o processo seguirá rigorosamente as normas da legislação ambiental vigente no Brasil. Inicialmente, o descarte será realizado nas 07 lojas e 11 outlets da adidas na grande São Paulo e capital. A partir de março o programa será ampliado para o restante do País. “Essa ação é parte do compromisso da adidas em dar continuidade aos programas globais e criar uma plataforma brasileira de sustentabilidade”, reforça Basualdo. Sobre o Grupo adidas: O Grupo adidas é um dos líderes mundiais na indústria de artigos esportivos, oferecendo uma ampla gama de produtos das marcas adidas, Reebok, TaylorMade, Rockport e Reebok-CCM Hockey. Com sede em Herzogenaurach, na Alemanha, o Grupo tem mais de 46.000 funcionários e obteve faturamento de € 12 bilhões em 2010. Matérias publicadas na imprensa: http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/empresaverde/2012/01/24/rai-cafu-e-vald http://blogs.jovempan.uol.com.br/endorfina/seu-tenis-pode-virar-energia/

 

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Maio 11, 2012

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Notícias

10/05/2012

Educação

Comunidade do Nova Cintra ganha sala de inclusão digital

 

Comunidade do Nova Cintra ganha sala de inclusão digital
Moradores do Morro Nova Cintra contam agora com uma sala de inclusão digital, onde poderão participar de cursos de informática. Trata-se de mais uma etapa do projeto ambiental e social do  Sindicato dos Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Settaport), que inaugurou na quarta-feira (9) uma sala com nove computadores, montados por meio do reaproveitamento de material eletrônico doado ao Centro de Reciclagem Digital, mantido pelo sindicato.
 
Os cursos terão seis módulos, com duração total de 6 semanas e os interessados devem ter acima de 14 anos. As aulas serão realizadas em um espaço cedido pelo Padre Valfran dos Santos, da Igreja de São João Batista, que fica na Praça Guadalajara, no alto do Morro, com professores mantidos pelo Settaport.
No período das 12 às 14hs, os estudantes poderão usar as máquinas para fazer pesquisa para trabalhos escolares.
 
A primeira sala de inclusão digital inaugurada pela Fundação Settaport fica no Morro da Nova Cintra e é destinada à comunidade local que será atendida conforme a procura. Os interessados podem se inscrever na secretaria da Igreja.
 
Estiveram presentes na solenidade de inauguração o presidente do Settaport, Francisco Nogueira, representantes da MSC e da Unimonte, apoiadores do projeto ao lado da Praticagem de Santos, e o diretor da Vertas.

 
Reciclagem de lixo eletrônico
Por intermédio da Fundação Settaport, o Sindicato dos Empregados Terrestres em Transportes Aquaviários e Operadores Portuários do Estado de São Paulo inaugurou o Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico que garante o descarte correto de equipamentos obsoletos e permite o reuso de resíduos de informática.
Hoje, os computadores são produtos de rápida substituição, alto consumo e, quando dispensados de forma errada se tornam uma ameaça à saúde. Isto porque eles liberam no ambiente várias substâncias, como mercúrio, ferro e chumbo. A exposição em excesso a esses agentes químicos pode contribuir para o desenvolvimento de doenças neurológicas, anemia e até câncer.
 
Por isso, a Fundação Settaport decidiu instalar o Centro em um grande galpão, na Av. Conselheiro Nébias, 85, no bairro do Paquetá, em Santos, onde a população, empresas e instituições podem fazer a entrega de equipamentos. O imóvel tem acesso para carga e descarga, setores para separação por tipo de material (plásticos, metais, cabos, placas etc) e destinação. Os itens sem utilidade estão sendo armazenados e serão vendidos a empresas credenciadas pela Fundação que são especializadas em manufatura reversa, ou seja, em devolver componentes ao estágio de matéria-prima . Com a arrecadação será possível adequar o serviço com a compra de ferramentas, balanças e uma empilhadeira.
 
Esta primeira unidade da região foi implantada com a orientação do Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática (Cedir) do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, pioneiro no mundo. Entre os principais doadores, até o momento, estão a Unimonte, Escola Técnica Federal de Cubatão, agencias e terminais portuários.
 
Reaproveitamento
Todas as peças recebidas são avaliadas e as que estiverem em condições de reaproveitamento vão servir para a montagem de computadores que, em perfeitas condições de uso, serão doados para pessoas físicas ou entidades que estão sendo cadastradas pela Fundação.
O projeto do Settaport também inclui a instalação de salas de inclusão digital com professores, em bairros carentes da cidade. O primeiro deles será aberto um uma sala cedida pela Igreja do Morro de Nova Cintra, com 9 PCs para aulas diárias e turmas que iniciam a cada hora.
Quando foi inaugurado, no dia 8 de setembro de 2011, o Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico da Fundação Settaport tinha como meta entregar 200 computadores até o final de 2012. Mas, com o volume de doações a oficina de montagem deve superar este número em máquinas recuperadas.
 
Ligados para sempre
Em cinco meses, foram entregues no depósito mais de mil monitores e uma quantidade inesperada de peças e acessórios. Com essa disponibilidade de material, a Fundação decidiu criar uma política de assistência permanente, por meio da qual os aparelhos doados pelo programa terão assistência técnica gratuita e vitalícia. Caso um aparelho apresente defeito ou deixe de funcionar, o usuário pode levá-lo ao Centro de Reciclagem para reparo ou troca.
“Dessa forma, tornamos permanente o compromisso de evitar o desvio do material para locais impróprios, esvaziamos o mercado paralelo de equipamentos e suprimentos de informática e criamos oportunidades para a população de baixa renda, diz Francisco Nogueira, presidente do Settaport.
Brasil lidera ranking de geração de resíduos por habitante
De acordo com o Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Meio Ambiente (Pnuma), o Brasil é o campeão na produção de lixo eletrônico per capta no mundo. Cerca de 97 mil toneladas métricas de microcomputadores são eliminadas por ano no País, o que significa que cada morador é responsável por meio quilo de resíduos desse tipo a cada ano.
Segundo o Pnuma, a geração mundial de lixo eletrônico chega a 47 milhões de toneladas.  Isso significa que o Brasil se responsabiliza por aproximadamente 20% do total.
Ainda não há levantamentos oficiais de quanto do montante eletrônico descartado é reaproveitado no país, mas dados da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) indicam que apenas 10% dos computadores usados pelas empresas associadas são reciclados ou encaminhados para processos de manufatura reversa.
 
Serviço:
Centro de Reciclagem de Lixo Eletrônico da Fundação Settaport
Av. Conselheiro Nébias, 85 – Paquetá – Santos
Informações e cadastramento:
Tel: 13 3221.2546

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Abril 27, 2012

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Março 28, 2012

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O site;

http://www.centraldareciclagem.org/

O site acima possui endereços onde qualquer pessoa pode enviar qualquer material para recicalgem ( papel, moveis, eletrônicos, etc).

Muito interessante, vale a pena conferir, e não é sómente em São Paulo.

Fica a dica.

 

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Fevereiro 27, 2012

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Iniciativa da Fundaçào Settaport:

convite settaport.bmp

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Fevereiro 09, 2012

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 Recebo sempre questionamentos de consumidores que até gostariam de comprar equiapmentos que fossem de fácil desmanufatura e principalmente não contaminassem o meio ambiente ao serem descartados.

Já existem no mercado nacional equipamentos que atendem esse quesito.

A ITAUTEC, por exemplo desde 2007 fabrica equipamentos portáteis livres de substâncias tóxicas. Em  2008, a empresa migrou suas demais linhas de produtos para aderirem as RoHS européias. Inclusive com a adoção de uma nova liga de solda que substituiu o chumbo por uma liga composta de estanho, cobre e prata. De acordo com a empresa nenhum custo foi repassado ao consumidor.A USP inclusive já forneceu o Selo Verde para a empresa, por ter fornecido o primeiro lote de equipamentos, com melhor preço, já atendendo as normais internacionais.

A DELL também já aderiu aos novos conceitos de sustentabilidade,segundo a empresa a Dell está entre as 10 marcas mais verdes do mundo, conforme reportagem da revista Exame (http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/blog-do-management/2011/08/08/as-50-marcas-mais-verdes-do-mundo/#comment-body-611) .  Quanto a fabricação, segundo a empresa, seguem os padrões de EPEATs americanos, porém não encontrei a informação de que os produtos já sejam \"Verdes\" em sua totalidade, de qualquer forma, essa é uma das exigências EPEAT.

A POSITIVO também ,desde 2008 constituiu uma cadeia de fornecedores de processos - em especial, das placas-mãe - 100% livre do chumbo e iniciou auditoria nos prestadores de serviços de reciclagem para garantir o destino correto dos resíduos.E tambem já recebeu o selo verde da USP em lote que foi vendido a Universidade.

Segue uma tabela onde constam as empresas brasileiras que já possuem o certificado EPEAT.

 

  Esperamos que agora os fabricantes nacionais façam investimento em equipamentos de fácil desmontagem , e também em software leves que não precisem de máquinas cada vez mais possantes para roda-los.

De qualquer forma é um grande avanço saber que todos as grandes marcas do mercado já possuem essa preocupação ambiental.

 

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Janeiro 16, 2012

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Simpósio Internacional sobre Resíduos de Equipamentos eletroeletrônicos

Recife

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Dezembro 13, 2011

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Publicado em dezembro 13, 2011 por HC 

[EcoDebate] O Plano Nacional de Resíduos Sólidos disponível no site do Ministério do Meio Ambiente (www.mma.gov.br) faz um diagnóstico da situação dos resíduos que de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos estão sujeitos à logística reversa, definida como o “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada” (Lei 12.305/2010, artigo 3º, inciso XII). A logística reversa é oficializada através de um acordo setorial entre o poder público e os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, formalizando a responsabilidade compartilhada pelos ciclos de vida dos produtos.

Os resíduos sólidos que devem possuir sistemas de logística reversa são pilhas e baterias, pneus, lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e luz mista, óleos lubrificantes, produtos eletroeletrônicos e seus componentes, resíduos e embalagens de agrotóxicos. Através de acordos setoriais, a logística reversa será implantada em outros setores como as embalagens em geral e a indústria farmacêutica. O diagnóstico foi elaborado com informações do Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SNIS), Pesquisa Nacional de Saneamento básico (PNRS) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretarias Estaduais de Meio Ambiente, Ministério do Meio Ambiente, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), Associação Brasileira da Indústria Eletro Eletrônica (ABINEE) e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Dos 5.564 municípios brasileiros, 2.937 (52,79%) exercem algum controle sobre os resíduos especiais.

No Brasil são produzidas anualmente 800 milhões de pilhas e 17 milhões de baterias. O programa Papa Pilhas, desenvolvido pelo Banco Real a partir de 2006 recebe pilhas e baterias de celulares (lítio) e recolheu 42 toneladas em 2007 e 127 toneladas em 2008 destes resíduos. Dos 302 (5,42%) de municípios que controlam as pilhas e baterias, 30 acondicionam em recipientes vedados, 72 realizam estocagem simples e 14 adotam outras formas de acondicionamento, encaminhando para indústrias especializadas. As formas de disposição das pilhas e baterias nos municípios que manejam estes produtos são: 33 municípios realizam a disposição em conjunto com os demais resíduos; 30 dispõem as pilhas e baterias de forma controlada em aterros convencionais, em conjunto com os outros resíduos; 64 adotam disposição controlada em galpões ou pátios de estocagem específicos para resíduos especiais; 17 municípios encaminham para aterros específicos de resíduos especiais; 24 têm disposição controlada em aterros terceirizados específicos para resíduos especiais e 04 municípios realizam outras formas de disposição.

Foram comercializadas em 2007 no país 169 milhões de lâmpadas fluorescentes tubulares, compactas e de descarga de alta pressão, sendo 65,26% importadas. 526 municípios (9,46%) possuem algum tipo de controle sobre as lâmpadas fluorescentes. 100% das lâmpadas fluorescentes compactas e 80% das lâmpadas fluorescentes tubulares são importadas. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação – ABILUX, os resíduos das lâmpadas de vapor de mercúrio, sódio e luz mista podem contaminar o solo e águas e atingirem as cadeias alimentares. Estas são as únicas informações que constam no diagnóstico do Plano Nacional de Resíduos Sólidos sobre as lâmpadas fluorescentes, mas pressupõe-se que a destinação das lâmpadas fluorescente é semelhante ao aplicado às pilhas e baterias.

Quanto aos pneus, entre outubro/2009 e dezembro/2010 foram destinadas 555.107,62 toneladas, sendo a meta dos fabricantes e importadores de 560.337,63 toneladas. Os objetivos dos fabricantes nacionais foram superados em 5,88% enquanto que aos importadores faltaram 12,6%: a meta dos fabricantes era de 357.743,12 t e atingiram 378.774,09 t (105,88%); a meta dos importadores era 202.594,52 t e atingiram somente 176.333,53 t (87,04%). A meta geral foi atingida em 99,06% e a diferença de 5.230,01 toneladas não tiveram destinação adequada.

Em relação aos óleos lubrificantes foram produzidos 1.260.533,41 m³ no ano de 2010 e foram coletados 381.023,80 m³, correspondendo a 35% do total. A tabela abaixo apresenta o volume comercializado e coletado em m³ no ano de 2010:

Região Volume comercializado (m³) Volume coletado (m³)
Nordeste 157.441,71 34.651,80
Norte 81.886,96 17.755,06
Centro Oeste 111.967,14 33.175,44
Sudeste 675.296,12 223.573,82
Sul 233.941,46 71.327,66

Volumes comercializados e coletados de óleos lubrificantes no Brasil no ano de 2010.

Fonte: Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Ministério do Meio Ambiente, 2011).

No Estado de São Paulo é produzido um milhão de m³ de óleos lubrificantes anualmente, acondicionado em aproximadamente 305 milhões de embalagens feitas de polietileno de alta densidade – PEAD. Em São Paulo o consumo de óleos lubrificantes produz 150 milhões de embalagens anuais, principalmente de 1 litro.

Os resíduos eletroeletrônicos – REE contêm vários produtos tóxicos: chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio, PCBs (bifenilas policloradas), prata, éter difenil polibromados, que podem contaminar os ambientes. A produção de resíduos eletroeletrônicos no Brasil é de 2,6 kg/habitante/ano. A Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais apresentou um diagnóstico para os anos de 2009 e 2010 com uma geração de 68.633 t/ano. No entanto, não existem estimativas nacionais que requerem estudos mais amplos e diversificados.

Os resíduos de agrotóxicos e suas embalagens não são mencionados no Plano Nacional de Resíduos Sólidos e de acordo com o texto serão avaliados em um caderno exclusivo sobre os resíduos agrossilvopastoris.

Antonio Silvio Hendges, articulista do EcoDebate, é Professor de Biologia e Agente Educacional no RS; assessoria em resíduos sólidos, tendências ambientais e educação ambiental. Email: as.hendges@gmail.com

EcoDebate, 13/12/2011
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Palavras-chave: resíduos sólidos, Tags: lixo

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Dezembro 01, 2011

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Postado por Neuci Bicov

Em meados do último mês de outubro, o Ministério do Meio Ambiente (MMA),  por meio da Portaria nº 409/2011, abriu o processo de Consulta Pública do Plano Nacional de Resíduos Sólidos e, mais recentemente, por intermédio do Decreto Federal nº 7.619/ 2011, a União dispôs que estabelecimentos industriais farão jus, até dezembro de 2014, a crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de resíduos sólidos a serem utilizados como matérias-primas ou produtos intermediários na fabricação de seus produtos, crédito esse possível de ressarcimento pelas contribuições para o PIS/Pasep e Cofins. 

Vale mencionar, também, nos termos da Lei nº 19.823/2011 do Estado de Minas Gerais,  a possibilidade do Estado conceder incentivo financeiro às cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis - Bolsa Reciclagem, tendo como fato gerador a segregação, o enfardamento e a comercialização dos seguintes materiais recicláveis: papel, papelão e cartonados; plásticos; metais; vidros e outros resíduos pós-consumo. Essa lei objetiva incentivar a reintrodução de materiais recicláveis em processos produtivos e a inclusão social de catadores de materiais recicláveis.

Nota-se, portanto, um exercício legiferante dinâmico visando regulamentar as multifacetadas demandas relativas à gestão de resíduos sólidos, resultando em expressivo volume de novos instrumentos legais e normativos editados sobre o tema, especialmente após a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Assim, servimo-nos deste Informe de Resíduos Sólidos para comunicar aos interessados desse virtuoso segmento da economia a legislação recentemente publicada nos âmbitos federal, estadual e municipal.


Legislação Federal
Decreto Federal nº 7.619, de 21/11/2011 (DOU de 22/11/11)
Regulamenta a concessão de crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na aquisição de resíduos sólidos.

Portaria nº 428 MMA, de 31/10/2011 (DOU de 01/11/2011)
Alterada Portaria que estabelece critérios para gerenciamento de unidades de reciclagem do CFC-12. 

Portaria nº 409 MMA, de 25/10/2011 (DOU de 26/10/11)
Estabelece a abertura de processo de Consulta Pública do Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

Resolução nº 2.239 ANTAQ, de 15/09/2011 (DOU de 22/09/2011)
Aprova a Norma de Procedimentos para o trânsito seguro de produtos perigosos por instalações portuárias situadas dentro ou fora da área do porto organizado.

Portaria nº 55 SRF/ALF-SFS, de 12/08/2011 (DOU de 16/08/2011)
Revoga Portaria ALF/SFS nº 45, de 11 de setembro de 2009, a qual disciplina procedimentos de retirada de resíduos líquidos de embarcações.

Portaria nº 253 SIT, de 04/08/2011 (DOU de 08/08/2011)
Altera a Norma Regulamentadora nº 25, a qual dispõe sobre Resíduos Industriais.


Legislação Estadual 

·         Acre
 
Lei Estadual nº 2.458, de 18/11/2011 (DO de 22/11/2011)
Dispõe sobre a criação do Programa Estadual de Reciclagem e dá outras providências.
 
·         Espírito Santo
 
Lei Estadual nº 9.728, de 18/11/2011 (DO de 22/11/2011)
Dispõe sobre o atendimento preferencial em estabelecimentos comerciais do Estado às pessoas que utilizam sacolas ecológicas de uso retornável e dá outras providências.
 
Lei Estadual nº 9.698, de 01/09/2011 (DO de 05/09/2011)
Acrescenta parágrafo único ao artigo 3º da Lei nº 4.959, de 22.7.1994, que proíbe, no território do Estado do Espírito Santo, a utilização de embalagens descartáveis, cujo processo de fabricação empregada o clorofluorcarbono (CFC) como agente expansor.
 
·         Goiás
 
Instrução Normativa nº 03 SEMARH, de 05/08/2011 (DO de 10/08/2011)
Dispõe sobre o licenciamento para prestadores de serviços na modalidade de transporte de resíduos especiais e produtos perigosos no território do Estado de Goiás.
 
Instrução Normativa nº 06 SEMARH, de 05/08/2011 (DO de 10/08/2011)
Dispõe sobre os procedimentos para expedição de Autorização de Entrada de Resíduo Especial - AERE, no território do Estado de Goiás.
 
Instrução Normativa nº 07 SEMARH, de 05/08/2011 (DO de 10/08/2011)
Dispõe sobre gerenciamento e disposição final dos resíduos sólidos gerados em unidades de produção industrial, de bens e serviços, assim como os provenientes de atividades minero industriais e aquelas definidas na Lei Federal nº 12.305/2010, no Estado de Goiás.
 
·         Mato Grosso
 
Decreto Estadual nº 572, de 29/07/2011 (DO de 29/07/2011)
Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, e dá outras providências.
 
·         Minas Gerais
 
Lei Estadual nº 19.823, de 22/11/2011 (DO de 23/11/2011)
Dispõe sobre a concessão de incentivo financeiro a catadores de materiais recicláveis - Bolsa Reciclagem.
 
Deliberação Normativa nº 170 COPAM, de 03/10/2011 (DO de 04/10/2011)
Estabelece prazos para cadastro dos Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS) pelos Municípios do Estado de Minas Gerais e dá outras providências.
 
·         Paraíba
 
Lei Estadual nº 9.505, de 14/11/2011 (DO de 15/11/2011)
Dispõe sobre o uso de sacolas plásticas biodegradáveis para acondicionamento de produtos e mercadorias a serem utilizados nos estabelecimentos comerciais em todo o território paraibano.
 
·         Pernambuco
 
Lei Estadual nº 14.461, de 07/11/2011 (DO de 08/11/2011)
Torna obrigatória a existência de recipientes para coleta de medicamentos, cosméticos, insumos farmacêuticos e correlatos, deteriorados ou com prazo de validade expirado, e dá outras providências.
 
Lei Estadual nº 14.396, de 22/09/2011 (DO de 23/09/2011)
Dispõe sobre o atendimento preferencial em estabelecimentos comerciais no Estado de Pernambuco às pessoas que utilizam sacolas retornáveis, e dá outras providências.
 
Lei Estadual nº 14.378, de 02/09/2011 (DO de 03/09/2011)
Institui a divulgação e instalação de recipientes coletores para a Reciclagem do Óleo Vegetal Comestível no Estado de Pernambuco, e dá outras providências.
 
 
Legislação Municipal
 
·         Aracajú – SE
 
Lei Municipal nº 4.049, de 05/07/2011 (DO de 17/08/2011)
Dispõe sobre os serviços de coleta de entulho no Município de Aracaju e dá outras providências.
 
·         Belém – PA
 
Lei Municipal nº 8.862, de 03/08/2011 (DO de 08/08/2011)
Institui a disponibilidade de uso de sacolas ecológicas, em substituição das sacolas plásticas convencionais, nos estabelecimentos comerciais no Município de Belém, e dá outras providências.
 
·         Cuiabá – MT
 
Lei Complementar nº 252, de 01/09/2011 (DO de 02/09/2011)
Dispõe sobre os serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário e de resíduos sólidos no Município de Cuiabá. Cria a agência municipal de regulação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário e dá outras providências.
 
Lei Municipal nº 5.446, de 19/08/2011 (DO de 30/08/2011)
Acrescenta o artigo 3A e parágrafo único à Lei nº 5.339, de 03/11/2010, a qual trata da medida de reaproveitamento de óleo vegetal e seus resíduos em Cuiabá.
 
·         João Pessoa – PB
 
Lei Municipal nº 12.208, de 15/09/2011 (DO de 17/09/2011)
Obriga os estabelecimentos comerciais no Município de João Pessoa a utilizar para o acondicionamento de produtos embalagens plásticas oxi-biodegradáveis - OBP’s.
 
Lei Municipal nº 12.174, de 15/09/2011 (DO de 17/09/2011)
Dispõe sobre o recolhimento dos garrafões de 10 e 20 litros retornáveis de água mineral, após seu prazo de vida útil vencido, para descarte adequado no âmbito do Município de João Pessoa e dá outras providências.
 
Lei Municipal nº 12.160, de 15/09/2011 (DO de 17/09/2011)
Institui normas, prazos e procedimentos para gerenciamento, coleta, reutilização, reciclagem e destinação final do lixo tecnológico e dá outras providências.
 
·         Natal – RN
 
Lei Municipal nº 6.298, de 30/09/2011 (DO 07/10/2011)
Dispõe sobre a Reciclagem de Resíduos Sólidos Provenientes da Construção Civil, e dá outras providências.
 
·         Porto Alegre – RS
 
Decreto Municipal nº 17.403, de 25/10/2011 (DO de 01/11/2011)
Regulamenta o disposto no caput do art. 13 da Lei Complementar nº 234, de 10 de outubro de 1990, quanto ao local adequado para a disposição do lixo ordinário domiciliar na área de abrangência da coleta automatizada e veda a disposição dos resíduos sólidos classificados como “lixo especial” nos contêineres.
 
·         Recife – PE
 
Lei Municipal nº 17.735, de 31/08/2011 (DO de 01/09/2011)
Obriga que os condomínios com vinte ou mais unidades autônomas organizem coleta seletiva de lixo.
 
·         Salvador – BA
 
Lei Municipal nº 8.139, de 04/11/2011 (DO de 08/11/2011)
Dispõe sobre a responsabilidade pela destinação final de medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos, correlatos, cosméticos e saneantes deteriorados ou com prazo de validade expirado, no âmbito do Município de Salvador.
 
·         São Paulo – SP
 
Decreto Municipal nº 52.647, de 15/09/2011 (DO de 16/09/2011)
Regulamenta a Lei nº 14.802, de 26 de junho de 2008, que dispõe sobre a proteção ao meio ambiente por meio do controle da destinação de óleos lubrificantes servidos, no âmbito do Município de São Paulo.
 
·         Vitória – ES
 
Lei Municipal nº 8.158, de 21/09/2011 (DO de 23/09/2011)
Dispõe sobre a obrigatoriedade de dar publicidade aos dias e horários de coleta e transporte dos resíduos sólidos no Município de Vitória.
 
Link fornecido por :
FELSBERG E ASSOCIADOS
Departamento de Meio Ambiente e Sustentabilidade
Equipe: Fabricio Dorado Soler, Fernanda Vianna Stefanelo, Gabriela Azevedo Marques, Tasso Alexandre Richetti Pires Cipriano e Alice Duarte Alves. 
Contato: sustentabilidade@felsberg.com.br

 

Palavras-chave: leis, PNRS, resíduos

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