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        <title><![CDATA[Grupo de Estudo dos Profissionais Motociclistas : Atividade]]></title>
        <description><![CDATA[Atividade de Grupo de Estudo dos Profissionais Motociclistas, no Stoa.]]></description>
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            <title><![CDATA[Começa a valer hoje nova regra de equipamento obrigatório para moto]]></title>
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            <pubDate>Wed, 02 Jan 2008 02:05:41 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[capacete]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motociclista]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[multa]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboy]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p class="data">Terça-Feira, 01 de Janeiro de 2008 | <span>Versão Impressa ESTADÃO</span></p><p>&#160;</p><div id="c"><h3>Começa a valer hoje nova regra de equipamento obrigatório para moto</h3><p>Capacetes têm de ser certificados, faixas refletivas são indispensáveis e baús deverão seguir padrão de segurança</p></div><div class="grupoC2"><p class="fonte">Bruno Tavares</p><p class="fonte">&#160;</p><p id="ctrl_texto"  class="tmTexto">Tamanho do texto? <span style="color:#155e91">A</span> <span style="color:#155e91">A</span> <span style="color:#7f7f7f">A</span> <span style="color:#155e91">A</span></p></div><div id="corpoNoticia">A partir de hoje, motociclistas de todo o País devem obedecer às novas regras para o uso de capacetes. Os equipamentos precisam ter o selo de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e faixas refletivas nas laterais e na traseira. Quem for flagrado sem os itens obrigatórios de segurança fica sujeito à multa de R$ 127,69, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e apreensão do veículo para regularização. A norma vale para todos os motociclistas, sejam motoboys ou não.<br /><br />A resolução 203 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proíbe ainda a colocação de películas na viseira e determina que elas sejam transparentes (padrão cristal) quando usadas no período noturno. No caso dos capacetes que não têm viseira, passa a ser obrigatória a utilização de óculos de proteção, que não podem ser substituídos por óculos corretivos. O uso de viseiras irregulares ou do capacete sem viseira e sem os óculos de proteção é considerado infração gravíssima. Para essas situações, a multa é de R$ 191,54 e mais sete pontos na carteira, além da suspensão do direito de dirigir e recolhimento da habilitação.<br /><br />Ainda de acordo com o regulamento, cada faixa refletiva deve ter pelo menos 18 centímetros quadrados e ser colocada nos pontos de tangência do casco. &quot;De alguns meses para cá, muitos capacetes já têm saído de fábrica com esses novos itens de segurança&quot;, disse o presidente da Associação Brasileira do Motociclista (ABM), Adauto Gomes. &quot;Soube que alguns fabricantes deverão disponibilizar gratuitamente os adesivos refletivos para quem usa modelos antigos.&quot;<br /><br />Das três resoluções do Contran que entram em vigor a partir de hoje, a 219 promete ser a mais polêmica. Elaborada há quase um ano, ela especifica os tipos e as dimensões dos equipamentos que podem ser usados pelos motoboys para o transporte de cargas e mercadorias. Baús e grelhas estão liberados, mas devem seguir novos padrões de segurança. A mesma norma determina a mudança da cor de placa, de cinza para vermelho, semelhante às utilizadas pelos táxis. Os motoboys também ficam obrigados a usar coletes com faixas refletivas.<br /><br />&quot;Quero só ver quem vai pagar por tudo isso&quot;, protestou Wilson de Souza, assessor do Sindicatos dos Motoboys de São Paulo. Dos cerca de 150 mil motoboys em atividade na capital paulista, diz ele, 90% são autônomos. &quot;O salário já é baixo, ninguém tem condições de bancar mais essa despesa. Precisaríamos de mais tempo para negociar com os patrões e com as autoridades de trânsito.&quot; <br /><br />Em tese, a categoria já teve esse prazo adicional. A previsão inicial era de que a resolução 219 entrasse em vigor em 29 de julho. No entanto, dez dias antes dessa data, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) prorrogou o prazo para 1º de janeiro. O presidentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Roberto Salvador Scaringella, disse ontem ao Estado que a fiscalização das novas regras de trânsito ficará sob responsabilidade dos fiscais do Departamento de Transportes Públicos (DTP), órgão ligado à Secretaria Municipal dos Transportes, e da Polícia Militar.<br /><br />Em 2005, o então prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), sancionou o decreto 46.198, mais conhecido como a legislação de motofrete, listando uma série de exigências à atividade, como baú, mata-cachorro (haste de metal para proteger as pernas) e antena de proteção contra linhas com cerol. <br /><br />Passados dois anos, a lei caiu no esquecimento. Dados divulgados pela Prefeitura em agosto do ano passado mostravam que apenas 3.495 dos cerca de 150 mil motoboys haviam se regularizado.<br /><br />A norma estabelece que todos os motoboys da cidade deveriam se cadastrar no DTP. Também obriga as empresas a registrar e oferecer seguro de vida e de invalidez a todos os seus funcionários. A percepção geral é de que a lei não pegou por falta de fiscalização. <br /><br /><br /><strong>NÚMEROS<br />R$ 191,54 é o valor</strong><br />da multa para infrações consideradas gravíssimas nas novas resoluções do Contran, em casos como usar capacete sem viseira e sem óculos de proteção<br /><br /><strong>150 mil</strong><br />é o número de motoboys que trabalham em São Paulo<br /><br /><strong>3.945 motoboys</strong><br />se adequaram à legislação do motofrete em São Paulo desde 2005 - apenas 2,6% do total <br />de profissionais da categoria </div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Com celulares, motoboys ganham espaço na internet - ESTADÃO 30/11/07]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/11029.html</link>
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            <pubDate>Fri, 30 Nov 2007 14:48:42 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[celulares]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboys]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p class="data">Sexta-Feira, 30 de Novembro de 2007 | <span>Versão Impressa</span></p><div id="votacao"><p>&#160;</p>Com celulares, motoboys ganham espaço na internet</div><div id="c"><p>Grupo de motoqueiros mantém há cinco meses um site que publica fotos e vídeos em tempo real</p></div><div class="grupoC2"><p class="fonte">Rodrigo Brancatelli</p></div><div id="corpoNoticia">Ao longo de 18 anos em cima de uma motocicleta barulhenta de 120 cilindradas, Luiz Fernando Bicchioni colecionou discussões, brigas, palavrões, arranhões, tombos, amigos mortos por causa da violência no trânsito, patrões abusivos, retrovisores de carros chutados e gorjetas minguadas. Essa é a versão que todo mundo conhece da vida de um motoboy em São Paulo - e a maioria se limita a saber. Mas Bicchioni, de 37 anos, corintiano, casado e pai coruja de uma menina de 3, também coleciona muitas histórias. E com uma visão única, de alguém que parece invisível aos olhos da sociedade, mas no fundo vive e sente esta cidade melhor do que ninguém.<br /><br />Até pouco tempo, o motoboy guardava todas essas impressões e casos apenas para si. Só dividia os xingamentos. Agora, ele mesmo assume que &quot;ganhou uma voz&quot;. Ganhou fotos também, e vídeos. Juntamente a outros 11 motoqueiros, Bicchioni mantém há cinco meses o Canal MOTOBOY, um site colaborativo que registra tudo o que está acontecendo nas ruas. Munidos de celulares com câmera integrada de 2 megapixels, eles fotografam, filmam, gravam depoimentos e publicam em tempo real suas experiências. São uma espécie de cronistas inusitados da cidade.<br /><br />&quot;Nós sempre fomos discriminados e nunca tivemos a chance de mostrar o nosso ponto de vista&quot;, diz Bicchioni, que trabalha como entregador autônomo. &quot;Pô, somos muito importantes para a cidade de São Paulo, muito mesmo. Se não houvesse motoboy, várias coisas não funcionariam direito. Até hoje, já perdi uns 10 amigos motoqueiros em acidentes de trânsito e ninguém liga. Agora, com esse projeto, temos a chance de colocar nossas opiniões, nossa visão, e mostrar os problemas que enfrentamos.&quot;<br /><br />São Paulo tem entre 150 mil e 300 mil motoboys como Bicchioni. É um fenômeno tipicamente paulistano, um tanto quanto clandestino, que surgiu em meados da década de 80 sem contar com regulamentações e que ainda hoje tem muito pouco amparo.<br /><br />Para driblar esse descaso, os participantes do Canal MOTOBOY (www.zexe.net/SAOPAULO) pretendem que sua página na internet sirva não só como um serviço público para a classe, mas como uma ferramenta para mostrar que eles não são marginais. As fotos e os vídeos publicados diariamente no site mostram a dureza da rotina em cima de duas rodas, os engarrafamentos, os moradores de rua e flagras como acidentes e infrações de trânsito.<br /><br /><strong>IDÉIA ESPANHOLA<br /></strong><br />&quot;Também fazemos reuniões periódicas para analisar o conteúdo publicado no site e tentar propor sugestões para a Prefeitura de como melhorar a cidade&quot;, conta o motoboy Ronaldo Simão da Costa, um dos pioneiros no projeto. Ele foi o primeiro a ser convidado pelo idealizador do canal, o artista plástico espanhol Antoni Abad, que também distribuiu celulares com câmeras em comunidades diferentes de outros países - como para garotas de programa em Madri, deficientes físicos em Barcelona, ciganos em uma cidade do interior da Espanha e taxistas no México.<br /><br />&quot;O Abad veio com essa idéia maluca de tirar fotos das nossas vidas&quot;, lembra Costa. &quot;No começo eu achei estranho, mas deu super certo. Cada vez mais estamos evoluindo e tendo um site mais abrangente.&quot;<br /><br />Ontem, por exemplo, nove fotos haviam sido adicionadas ao Canal MOTOBOY até o fim da tarde - três de acidentes com motoqueiros. &quot;Tomei um rola (tombo)&quot;, limitou-se a escrever Beiço, apelido de um dos motoboys da trupe. Outras duas mostram a construção da Ponte Estaiada, gigante de 138 metros que será inaugurado até março na Marginal do Pinheiros. Uma foto, porém, parece ser a mais representativa. O trânsito parado na Marginal do Tietê, o motoqueiro parado atrás de uma Kombi e os dizeres: &quot;Dia a dia. Na correria. É nóis.&quot; <br /><br /><br /><strong>FRASES<br /><br />Luiz Fernando Bicchioni</strong><br />Motoboy<br /><br />&quot;Se não houvesse motoboy, várias coisas não funcionariam direito. Já perdi uns dez amigos em acidentes de trânsito.&quot;<br /><br /><strong>Ronaldo Simão da Costa</strong><br />Motoboy<br /><br />&quot;Fazemos reuniões periódicas para analisar o conteúdo publicado no site e tentar propor sugestões para a Prefeitura.&quot; </div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Acidente de moto mata mais jovens, aponta Ministério da Saúde]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/6739.html</link>
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            <pubDate>Wed, 19 Sep 2007 17:20:30 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[motoboy]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboys]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[saúde pública]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[trânsito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[acidente]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[Acidente de moto mata mais jovens, aponta Ministério<br /><br />Qua, 19 Set, 08h49<br /><br />Jovens morrem mais por acidentes com motocicletas do que em atropelamentos, segundo o Ministério da Saúde. Para a população de outras idades, os atropelamentos ainda são a principal causa de mortes no trânsito. Dados do ministério revelam que, em 2005, houve 2.284 mortes de jovens entre 15 e 24 anos por acidentes com motos, ante 1.219 atropelamentos na mesma faixa etária. Ao enfocar somente os adolescentes (de 10 a 19 anos), o ministério apontou que, em 2004, os acidentes de trânsito já eram a segunda causa de morte entre todas as outras, perdendo apenas para os homicídios.<br />A taxa de mortalidade entre adolescentes por acidentes de trânsito, em 2005, era de 15,8 por 100 mil habitantes (quase o dobro da taxa de 8,5 da população em geral). Mas 14 unidades da federação a ultrapassaram e os maiores índices foram registrados nos Estados do Paraná e de Santa Catarina - este último com um índice de 32,9.<br /><br />Segundo Fátima Marinho, coordenadora de Informações e Análise da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, as mortes por acidentes envolvendo motocicletas têm aumentado em todo o País, enquanto a tendência dos atropelamentos é de redução.<br /><br />A única cidade que conseguiu diminuir as mortes de motociclistas foi Belo Horizonte (Minas), por causa de um programa que alia os órgãos de trânsito e de saúde. Segundo Fátima, houve um mapeamento das áreas onde mais ocorriam problemas para depois serem adotadas ações preventivas e da área de saúde, como a alocação de ambulâncias mais próximas dos locais de acidentes.<br /><br />Fátima prevê que as mortes causadas por acidentes de motos alcancem a liderança no ranking das mortes nos próximos anos. &quot;A tendência é ainda de um crescimento sem limites&quot;, afirma. Segundo estimativas de especialistas, só a cidade de São Paulo tem 150 mil motoboys, mas apenas 3.496 estão cadastrados e regularizados, apesar de um decreto municipal de 2005 que fez uma série de exigências à categoria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo<br /><br />]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Onda Cidadã - Encontro no Rio de Janeiro de Midias Alternativas discute sustentabilidade]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/6711.html</link>
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            <pubDate>Wed, 19 Sep 2007 01:23:01 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[associações]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[periferia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[mídias autônomas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[mídia alternativa]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internet]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[comunidades]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[associações]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Onda Cidadã]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<h2>Evento promovido pelo Itaú Cultural reúne lideranças para discussão sobre a <em>sustentabilidade </em>de Projetos Alternativos de Grupos Comunitários, Midias e Coletivos, de todo Brasil. </h2><p>&nbsp;</p><p>Faço aqui um breve relato sobre nossa presença no encontro do Onda Cidadã.</p><p> Veja também o link com as fotos que fiz nessa viajem: </p><p><a href="http://www.zexe.net/SAOPAULO/motoboy.php?qt=7&amp;can_actual=206&amp;tag=750"  target="_blank"  title="canal*Motoboy">http://www.zexe.net/SAOPAULO/motoboy.php?qt=7&amp;can_actual=206&amp;tag=750</a></p><p>&nbsp;</p><p> Bom, enquanto coordenador do Projeto <a href="www.zexe.net/SAOPAULO"  title="Canal*MOTOBOY">Canal*MOTOBOY</a>, fui convidado pelo Itaú Cultural para a edição do &quot;Onda Cidadã&quot; deste ano. Este evento que encontra-se em sua quinta edição teve como tema promover um fórum de debates sobre a sustentabilidade das mídias autônomas. Este Programa nasceu da vontade de difundir informações sobre as rádios comunitárias, públicas e universitárias, e depois foi sendo ampliado para outras linguagens, como audiovisual, impressos, internet, experiências de mídias táticas e diversas formas de intervenção urbana, com isso o ONDA CIDADÂ passou a reunir as mais diversas formas de ativismos e organizações sociais.</p><p>O encontro deste ano se deu no CIRCO VOADOR, sob os Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, e a experiência que eu trago de lá é uma novidade em termos de se pensar a cultura e os vetores da comunicação em termos de movimentos sociais.</p><p>Creio que a melhor parte é mesmo a oportunidade de se fazer amigos. Fiz muitos. Mas também, pelo formato da proposta curatorial, foi criada uma possibilidade real de se pôr em contato, de uma maneira mais aprofundada, os mais diferentes projetos e seus representantes, trazendo seus problemas para as mesas e discutindo e ouvindo suas experiências. Isso foi muito produtivo.</p><p>Já no segundo dia, após cada mesa pôr em discussão todos os projetos, os mediadores - por sinal muito bem escolhidos, segundo a opinião geral -, fizeram uma análise dos temas discutidos e as problematicidades surgidas e exploradas pelos participantes em cada mesa, divididas por grupos e coletivos em: Internet, Audiovisual, rádio, Mídia Impressa e Intersecções.</p><p>Os Fórum e entidades e seus representantes, tiveram ainda uma oportunidade de um debate ao final do evento. Também, segundo a proposta do curador Écio Salles, os professores-mediadores-convidados, ficaram responsável de produzir um texto por grupo e em conjunto para uma futura publicação.</p><p>Foram 39 associações, ONGs, Coletivos e Grupos artisticos e culturais. Rolou oficinas de BLOGs, e outras atividades paralelas. Como sessão de videos e performances e até teatro de bonecos com o Tião, ex-morrador-de-rua-catador-de-recicláveis. E é claro como todo grande evento não foi possível acompanhar tudo que rolava, perdi por exemplo, shows de samba, com Dudù Nobre, Raps. Mas ainda vi o Cooperifa, que não conhecia, e sua poesia recitada na agulha!</p><p>Bom, foi gratificante!</p><p>Agradeço a todos pela oportunidade, e espero que o ano que vem seja melhor ainda (ah isso promete!)</p><p>Desculpe-me, se esqueci de algo, mas pelo menos deixo aqui registrado alguns projetos que estão fazendo a cabeça da galera que não está preocupada em sair na FOLHA, vai ai:</p><p><a href="www.devotos.com.br"  title="www.devotos.com.br">www.devotos.com.br</a></p><p><a href="www.brasil.amarc.org">www.brasil.amarc.org</a></p><p><a href="www.radiofavela.com.br">www.radiofavela.com.br</a></p><p><a href="www.afroreggae.org">www.afroreggae.org</a> e <a href="www.afroreggaedigital.com">www.afroreggaedigital.com</a></p><p><a href="www.circuitomix.com.br">www.circuitomix.com.br</a></p><p><a href="www.aic.org.br">www.aic.org.br</a></p><p><a href="www.cufa.com.br">www.cufa.com.br</a></p><p><a href="www.reperiferia.com.br">www.reperiferia.com.br</a></p><p><a href="www.filmagensperifericas.org">www.filmagensperifericas.org</a></p><p><a href="www.nosdomorro.com.br">www.nosdomorro.com.br</a></p><p><a href="www.oficinadeimagens.org.br">www.oficinadeimagens.org.br</a></p><p><a href="www.tvlata.org">www.tvlata.org</a></p><p><a href="www.adital.org.br">www.adital.org.br</a></p><p><a href="http://diariotiao.zip.net">http://diariotiao.zip.net</a></p><p><a href="www.dinamicoop.com">www.dinamicoop.com</a></p><p><a href="www.observatoriodefavelas.org.br">www.observatoriodefavelas.org.br</a></p><p><a href="www.mediasana.org">www.mediasana.org</a></p><p><a href="www.zexe.net/SAOPAULO">www.zexe.net/SAOPAULO</a></p><p><a href="www.overmundo.com.br">www.overmundo.com.br</a></p><p><a href="www.diluvio.com.br">www.diluvio.com.br</a></p><p><a href="www.t-bone.org.br">www.t-bone.org.br</a></p><p><a href="www.circovoador.com.br">www.circovoador.com.br</a></p><p><a href="www.bijari.com.br">www.bijari.com.br</a></p><p><a href="www.colecionadordepedras.blogspot.com">www.colecionadordepedras.blogspot.com</a></p><p><a href="www.espacocubo.blogger.com.br">www.espacocubo.blogger.com.br</a></p><p><a href="www.autofago.blogspot.com">www.autofago.blogspot.com</a></p><p><a href="www.eletrocooperativa.art.br">www.eletrocooperativa.art.br</a></p><p><a href="www.nossatribo.org.br">www.nossatribo.org.br</a></p><p><a href="www.azougue.com.br">www.azougue.com.br</a></p><p><a href="http://atarjapreta.blogspot.com">http://atarjapreta.blogspot.com</a></p><p><a href="www.pombasurbanas.org.br">www.pombasurbanas.org.br</a></p><p><a href="www.rascunho.com.br">www.rascunho.com.br</a></p><p><a href="www.ocas.org.br">www.ocas.org.br</a></p><p>AH...e já ia quase esquecendo...fizeram uma gravação com cada participante, para produção de um Documentário!!</p><p>&nbsp;</p><p>Bacana, não! </p><p>Isso ai, não esqueça de ver as fotos!</p><p>Um Abraço a todos, e quem sabe ateh ano que vem..</p><p>&nbsp;</p><p>Eliezer Muniz dos Santos - Coordenador do Projeto Canal*MOTOBOY </p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[O problema cada vez mais grave dos motoboys]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/6195.html</link>
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            <pubDate>Mon, 03 Sep 2007 13:32:18 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[saúde pública]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[trânsito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboys]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>OPINIÃO - JT 01/09</p><p>O problema cada vez mais grave dos motoboys </p><p></p><p></p><p>A disciplina da atividade dos motoboys - que se tornou altamente perigosa, como indicam as estatísticas apontadas em reportagem de O Estado de S. Paulo - é um problema que vem desafiando sucessivas administrações municipais, que nunca conseguiram fazer respeitar as regras estabelecidas para o setor. <br /><br />Em 2003, registraram-se as mortes de 128 motoboys na Capital, número que subiu para 210 em 2004. Em 2006, ele chegou a 380 - em média, 1 motoboy morto por dia. O número de internações hospitalares em decorrência de acidentes saltou de 2.590 em 2003 para 3.692 em 2006. A média de feridos graves é de 25 por dia. Segundo o cirurgião Renato Poggetti, diretor do Serviço de Emergência do Hospital das Clínicas, para cada motoboy morto há três feridos com seqüelas graves - paraplegia ou tetraplegia. A seu ver, “um caso de saúde pública”.<br /><br />As outras vítimas são os motoristas de carro, que sofrem com a pressa, a agressividade e as manobras irresponsáveis dos motoboys, que circulam entre os carros buzinando sem parar. Quando contrariados, quebram espelhos retrovisores. E o motorista que tem a infelicidade de atropelar um deles, em geral como conseqüência daquelas manobras, logo é cercado e agredido por um grupo de colegas da vítima. <br /><br />Depois das experiências malogradas de Celso Pitta e Marta Suplicy, em 2005 o então prefeito José Serra tentou resolver o problema com o Decreto nº 46.198. Um projeto de lei do prefeito Gilberto Kassab, que praticamente repete aquele decreto, foi aprovado e sancionado no início de agosto. Seus pontos principais - obrigação de cadastramento e adoção de várias medidas de segurança - são um grande avanço. O problema é que, dois anos depois de baixado o decreto, só 2,33% dos cerca de 150 mil motoboys se cadastraram e regularizaram sua situação. <br /><br />Está claro que sem fiscalização eficiente esta será mais uma tentativa malograda de disciplinar o setor. E o principal alvo dos fiscais deve ser as empresas de motofrete - a maioria das quais se encontra em situação irregular - que resistem às medidas de segurança para os motoboys. Elas exigem deles a entrega de encomendas em prazos curtíssimos, responsáveis pelas manobras perigosas e o excesso de velocidade, e os submetem a jornadas estafantes de trabalho - 100 quilômetros diários, a R$ 6,00 a hora. </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Em uma semana, 591 acidentes com motos]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/5759.html</link>
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            <pubDate>Tue, 21 Aug 2007 00:59:29 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Saúde Pública]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboy]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboys]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[trânsito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motos]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[Em uma semana, 591 acidentes com motos 	 	<p> 	</p><p><em>Rodrigo Brancatelli</em> 	 	</p><p>  Ocorrência 675/07, Rua do Oratório, Mooca, zona leste <br /><br />Ocorrência 696/07, Rua Inácio Luiz da Costa, Pirituba, zona norte<br /><br />Ocorrência 735/07, Rua Glauco Velazques, Casa Verde Alta, zona norte<br /><br />Ocorrência 790/07, sem endereço, Hospital do Mandaqui<br /><br />Cada número acima representa um motoqueiro morto no trânsito de São Paulo, entre 7 e 14 agosto. São dados que, empilhados em cima de uma mesa qualquer na Secretaria Municipal de Transportes, vão resultar em relatórios de fim do ano, compêndios com estatísticas frias e didáticas. Mas que escondem histórias de acidentes trágicos, vidas interrompidas bruscamente, sonhos desfeitos. Para as famílias, eles não são números. Eles são Fernanda Cristina Pignataro, de 19 anos; Rodrigo Pereira, de 22 anos; Rodrigo Hernandes, de 28 anos; e Rogério Seabra de Jesus, de 28 anos - vítimas ignoradas de uma guerra de todos os dias nas ruas da cidade.<br /><br />São Paulo mata em média um motoboy por dia e fere gravemente outros 25, segundo os relatórios de fim de ano da Prefeitura. Depois dos pedestres, são as maiores vítimas do trânsito. Em 2003, foram 126 motoqueiros mortos. Em 2004, 210. No ano passado, esse índice saltou para 380. O número de internações é igualmente assustador: se em 2003 foram 2.590, em 2006 os hospitais receberam 3.692 motoboys. Neste ano, até maio, são mais 1.784. Um prejuízo de R$ 4 milhões para os cofres municipais por ano.<br /><br />“A cada motoqueiro morto, temos três que ficam seqüelados, com paraplegia ou tetraplegia”, diz o cirurgião Renato Poggetti, diretor do Serviço de Emergência do Hospital das Clínicas (HC). “Chegamos num caso de saúde pública.” Pelas mesas cirúrgicas do HC, espécie de tradução das estatísticas do trânsito, passam cerca de 50 motoqueiros por semana. “Vemos sempre traumatismo craniano, traumas na pélvis, rompimento dos órgãos”, diz Poggetti. “Se não morre, fica inválido, não consegue mais trabalhar.” <br /><br />O Estado acompanhou durante os dias 7 e 14 agosto os acidentes graves envolvendo motoqueiros em São Paulo. As cerca de 100 equipes do serviço de resgate do Corpo de Bombeiros atenderam 591 ocorrências - pelo menos outros 30 casos com menos gravidade foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e por policiais militares. Três pessoas morreram na hora - Fernanda Cristina Pignataro, Rodrigo Pereira e Rodrigo Hernandes. O motoboy Rogério Seabra de Jesus morreu momentos após chegar ao Hospital do Mandaqui. <br /><br />A Prefeitura pára de contar por aqui, mas ainda há uma pessoa internada em estado grave, com risco de morte, e outras duas que podem ficar com lesão medular pelo resto da vida. “O perfil das vítimas é sempre o mesmo”, diz Júlia Greve, médica do HC. “É uma geração inteira que desaparece por causa da violência no trânsito.”</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Na rota dos motoboys - Oportunidades de Negócios - SEBRAE]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4771.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4771.html</guid>
            <pubDate>Tue, 17 Jul 2007 21:07:08 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[mercado]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[negócios]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[motoboys]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<table border="0"  cellspacing="0"  cellpadding="0"  width="590"><tbody><tr><td align="left"><h1>Oportunidades de Negócios</h1></td>                         </tr>                          <tr>                           <td colspan="2">&nbsp;</td>                         </tr>                         <tr>                           <td>&nbsp;</td>                           <td class="texto_padrao"  align="left"  valign="top"> 							 							Data Inclusão: <strong>26/01/2006</strong><br /> 							Autor: <strong>Ana Carolina Diniz</strong><br /> 							<p align="center">Na rota dos motoboys</p> 							<p align="justify">Loja de artigos de couro, oficina e revenda de motos estão entre as opções para atender ao mercado <br /><br />A falta de tempo e os enormes engarrafamentos formados nas grandes cidades estimularam a criação de uma nova profissão: os motoboys. De simples coadjuvantes do trânsito, os motoqueiros ganharam projeção e motivaram a criação de um novo nicho de mercado. A força da classe está nos números: estima-se que o mercado de motoboys movimente, somente na cidade de São Paulo, US$ 1 bilhão por ano, entre salários, compra de equipamentos e acessórios, combustível, manutenção das motos, serviços prestados, entre outros. <br /><br />Segundo o Sindicato de Motoboys de São Paulo (Sindimotos-SP), somente na capital paulistana, cerca de 200 mil portadores estão em atividade, percorrendo diariamente 200 quilômetros. O consumo de combustível chega a 1 milhão de litros por dia, com troca de pneus a cada 1,5 mês. Para cada 39 habitantes de São Paulo, existe uma moto. Dentro desse contexto, a criação de produtos e serviços voltados especialmente para esses profissionais aumenta a cada dia. Entre as opções estão loja de roupas de couro, oficina e revenda de motos. O investimento inicial vai de R$ 50 mil a R$ 600 mil.<br /><br />Atuando no mercado de vestuário, a indústria de roupas de couro Tina Brunelli vai lançar no Motoboy Festival uma linha de roupas especialmente para os profissionais. Com lojas em São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a direção planeja abrir unidades próprias em outras cidades e também em sistema de franquia. &quot;Os motoboys só usam roupas de plástico e queremos popularizar o couro, que dá mais segurança e proteção. É um nicho de mercado que tem potencial nas grandes cidades&quot;, avalia Carlos Ikeda, gerente-administrativo da empresa.<br /><br />constante renovação da frota estimula negócios <br />A constante renovação da frota também abre espaço para novos negócios como oficinas e revendas de motos e compra do instrumento de trabalho. A venda de motos para os motoboys na fábrica brasileira Sundown tem crescido muito, garante Rogério Scialo, gerente nacional de vendas. Segundo ele, os profissionais são atraídos pelas características que facilitam a vida do motoboy, como partida elétrica no pedal e sensor de toque de celular. &quot;Estamos ouvindo os motoboys e queremos desenvolver produtos que atendam suas expectativas e necessidades. A dificuldade de crédito do setor não atinge as motos da Sundown&quot;, afirma Scialo.<br /><br /><br /><br />Segundo ele, como a moto tem um valor de custo menor (um modelo 125cc pode ser financiado em 36 vezes de R$ 180), as prestações cabem no bolso do motoboy, sem pesar no orçamento. A empresa pretende abrir unidades nas grandes capitais e está procurando candidatos a concessionários da revenda. <br /><br />Para consultor José Schwartz, da Schwartz Consultoria, o nicho já está consolidado, pois as empresas estão se profissionalizando cada vez mais e a concorrência já está organizada. &quot;É um serviço que veio para ficar e a profissão está consolidada, principalmente nos grande mercados&quot;. A manutenção é indispensável e as retíficas crescem no mercado. O diretor da Retífica Paulista, Paulo Bonfim, diz que a procura dos motoboys é grande, já que eles procuram equipamentos que dêem mais potência ao veículo. &quot;São linhas que interferem a vida do profissional de moto&quot;.<br /><br />No entanto, ele considera a falta de crédito dos profissionais é um empecilho para crescer. Jorge Felipe, dono da Enduro Team, oficina localizada em Santa Teresa, no Rio, concorda. Segundo ele, apesar de ser um mercado em crescimento, o conserto do veículo ainda pesa muito no orçamento dos motoboys. &quot;As peças das motos são caras, precisamos de equipamentos especiais, geralmente comprados em São Paulo, o serviço fica caro e os motoboys reclamam&quot;, lembra.<br /><br />Feira do setor começa amanhã <br />A profissão de motoboy cresceu tanto que até ganhou um evento exclusivo. O Motoboy Festival será realizado entre amanhã e domingo, em São Paulo, e contará com uma programação repleta de atividades como palestras, exposição e venda de produtos, gincana, shows musicais e o Concurso Musa Motoboy. <br /><br />De acordo com a organização do evento, são esperados 150 mil motoboys em três dias de festival. Cerca de 80 expositores estarão presentes no Motoboy Festival 2006, promovendo a venda direta de produtos com descontos especiais. São fabricantes de motos, acessórios e motopeças, vestuário, alimentação, segurança, cosméticos, higiene pessoal e pneus.<br /><br />O diretor da Compacta, Luis Augusto de Alcântara Machado, diz que o evento pretende oferecer informações de qualidade para o aprimoramento da atuação dos motoboys em seu dia-a-dia e passar à sociedade os valores e importância dessa atividade, eliminando o preconceito existente ao estimular o bom convívio entre a população e os profissionais. <br /><br />&quot;O mercado focado nesse tipo de serviço, em especial o ligado diretamente ao profissional, crescerá cada vez mais. Hoje, o motoboy é fundamental tanto para as empresas como para facilitar a vida de qualquer pessoa. Acreditamos que este ano o crescimento alcance 10%&quot;, afirma. <br /><br />Além de palestras com os temas segurança, responsabilidade social e comportamento no trânsito e gincana com premiações, haverá shows musicais da cantora Pitty e do grupo Detonautas Roque Clube no sábado, às 20h. O Motoboy Festival 2006 é aberto ao público geral amanhã, das 14h às 22h. Sábado e domingo o horário será das 10h às 22h. O ingresso custará R$ 10 e o estacionamento será gratuito para motos. Outras informações podem ser obtidas pelo 0xx-11-3044-7551 ou pelo site www.motoboyfestival.com.br<br /><br />Serviço: <br />Motoboy Festival 2006<br /><br />Data: sexta-feira a domingo<br /><br />Local: Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia Imigrantes km 1,5<br /><br />Horário: sexta-feira das 14h às 22h/sábado e domingo das 10h às 22h<br /><br />Informações: 0xx-11-3044-7551 ou www.motoboyfestival.com.br<br /><br />Raio X Loja de artigos de couro <br />Investimento inicial: R$ 100 mil <br /><br />Margem de lucro sugerida: 20% <br /><br />Faturamento médio mensal: R$ 30 mil a R$ 60 mil <br /><br />Área: 30 a 100 metros quadrados <br /><br />Número de funcionários: 4 <br /><br />Risco: médio, pois os motoboys utilizam as capas de plástico, impermeáveis, e talvez não aceitem outro modelo<br /><br />Revenda e oficina de motos <br />Investimento inicial: R$ 500 mil a R$ 600 mil (com estoque inicial e adaptação, mas sem incluir o ponto) <br /><br />Faturamento médio mensal: R$ 300 mil <br /><br />Margem de lucro sugerida: 22 % a 26% na venda das motos e 30% a 35% na venda de peças <br /><br />Número de funcionários: 8 a 18 <br /><br />Área: 450 metros quadrados a 800 metros quadrados<br /><br />Risco: médio, devido ao investimento alto<br /><br />Oficina <br />Investimento inicial: R$ 50 mil <br /><br />Faturamento médio mensal: não informado<br /><br />Margem de lucro sugerida: 15% a 20%<br /><br />Número de funcionários: 10<br /><br />Área: 200 metros quadrados<br /><br />Risco: médio, graças à demanda constante do serviço<br /><br />Fonte do risco: José Schwartz, da Schwartz Consultoria<br /><br />Schwartz Consultores, 0xx-21-2544-3417<br /><br />Tina Brunelli </p></td></tr></tbody></table>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[CADERNO LINK: Uma nova realidade sobre o cotidiano]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4730.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4730.html</guid>
            <pubDate>Tue, 17 Jul 2007 01:37:05 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[canal*MOTOBOY]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internet]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[celulares]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Motoboy]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>16/07/2007</p><p>“Vida loka” digital em exposição</p> <table border="0"  cellspacing="0"  cellpadding="1"  width="185"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_menu_preto"  align="right">ED VIGIANNI/AE</td> </tr> <tr> <td align="center"><img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7414.jpg"  border="0" /></td> </tr> <tr> <td class="text_menu_preto">ENTUSIASTA - Ronaldo Costa foi o primeiro a entrar no Canal Motoboy</td> </tr> </tbody></table> <p class="titulo_secao_preto"  align="left">Canal Motoboy mostra dificuldades da profissão em fotos e vídeos na web</p> <p class="text_verde"  align="center">Filipe Serrano</p> Antes de começar a entrevista, Ronaldo Simão da Costa, de 34 anos, já explica: existem motoqueiros e motoboys. O primeiro tipo é aquele veterano nas entregas de moto, que está esperto quanto aos perigos do ofício. Já o “motoboy é o molecão de 18 anos que comprou uma moto e gosta de disputar com carros e motos quem é mais rápido”, afirma ele. <br /><br />Diferenças sutis assim dificilmente são conhecidas por quem não faz parte do cotidiano “vida loka”. Muito menos então os problemas enfrentados pelos motoqueiros de São Paulo. Mas a imagem negativa já começa a mudar pelo menos para Ronaldo e mais 11 motoboys. Eles se juntaram para publicar fotos, vídeos e gravações em áudio na internet (<a href="http://www.zexe.net/saopaulo/"  target="blank">www.zexe.net/saopaulo/</a>) e podem mostrar o dia-a-dia das correrias com o seu próprio ponto de vista.<br /><br />O projeto, batizado de Canal Motoboy, foi idéia do artista espanhol Antoni Abad. Os motoqueiros receberam celulares com câmeras e a única proposta era que retratassem seu cotidiano e enviassem na hora para a internet. “Quando as pessoas se organizam pela internet, estão mais próximas de criar uma nova realidade”, afirma Abad.<br /><br />O resultado, além de no site, está exposto no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000) até o dia 5 de agosto. <br /><br />Na prática, a idéia também funcionou. E para provar Ronaldo aceitou mostrar ao <em>Link</em>, da garupa de sua moto, como ele constrói todos os dias sua página no Canal Motoboy. <br /><br />A avenida Paulista congestionada passa despercebida. A buzina não pára um segundo. Mas, se ela tanto incomoda os motoristas, para os motoqueiros é uma salvação. Em um quarteirão, um pedestre atravessa fora da faixa e, se não fosse o “bé-bé-bé-bé” rouco da moto de Ronaldo, o risco se tonaria real. “Não pode deixar a buzina quebrada de jeito nenhum. Não só os motoqueiros erram no trânsito. Todo mundo faz burradas. Motoristas, pedestres, ônibus... É com a buzina que a gente se salva”, diz. Sempre que consegue sacar o celular a tempo, Ronaldo registra esse tipo de infração e manda para o site.<br /><br />Ao chegar a um prédio de escritórios para buscar um documento, surge outro problema. “Um predião chique e não tem lugar para estacionar a moto”, mostra. Parar mesmo, só em um local a cerca de 100 metros dali. <br /><br />Na portaria, Ronaldo pergunta ao recepcionista se não é permitido usar a garagem. O homem responde que depois que retrovisores de motos foram furtados e de incidentes com carros, o síndico baniu os motociclistas. Discretamente, antes de fazer a pergunta, Ronaldo já tinha colocado o celular para gravar a conversa, que seria depois enviada ao Canal Motoboy.<br /><br />Ronaldo sobe pelo elevador principal, mas conta que existe discriminação com os motoqueiros. “Tem um prédio na Faria Lima com sete elevadores. Mas, o motoboy é obrigado a descer de escada e pegar um elevador de serviço que está sempre lotado. E é o único que vai até o heliponto, então a gente tem que esperar o bacana descer”, afirma. <br /><br />Apesar de ter começado como um projeto artístico, o Canal Motoboy foi além. Os motoqueiros promoveram debates para discutir os problemas retratados nas fotos e fizeram uma audiência na Câmara de Vereadores para mostrar seus problemas aos representantes. Com os celulares, eles passaram por uma inclusão digital. Aprenderam a manusear as ferramentas do telefone e do computador. Agora, a idéia é transformar o projeto em uma ONG e, no futuro, até formar um canal de notícias da rua.<p>&nbsp;</p><p class="titulo_secao_preto"  align="left"><strong>Entrevista com Antoni Abad, artista espanhol e idealizador do projeto</strong></p> <p class="text_verde"  align="center">Filipe Serrano</p> <p class="text_preto2"  align="left">O artista espanhol Antoni Abad é o idealizador do projeto com os motoboys. No site <a href="http://www.zexe.net/"  target="blank">www.zexe.net</a>, ele reuniu diversas comunidades discriminadas da Espanha, México e Costa Rica, além do Brasil. Foram dados celulares com câmeras para que os coletivos pudessem retrarar seu cotidiano por sua própria visão, ou seja, uma das aplicações que se tem feito na internet principalmente em blogs e comunidades virtuais. <br /><br />Desde 1995, Abad tem focado seus trabalhos na mistura entre vídeo-arte e tecnologia. Suas obras se aproveitam das ferramentas interativas e comunicacionais da internet. O primeiro trabalho exposto foram fotos e vídeos feitos de dois homens nus interagindo com uma mesma corda. Um a partir da Espanha e outro na Nova Zelândia. As imagens de cada homem se encontravam em um site, transpondo as barreiras geográficas.<br /><br />Abad também já fez uma obra que se baseia nas características dos e-mails spam (ou lixo eletrônico) e correntes propagadas por correio eletrônico. Ele criou um software que exibe uma imagem e o som de uma mosca na tela do computador. O programa foi espalhado pela internet e a imagem da mosca publicada em sites de museus. A seguir você confere uma conversa do <em>Link</em> com o artista sobre o trabalho com os motoboys. <br /><br /><strong>Como começou o trabalho de reunir coletivos pelo mundo?</strong><br />A idéia de fornecer celulares a comunidades discriminadas apareceu com os motoboys. Mas antes, no caminho, foram realizados projetos com outros coletivos: taxistas mexicanos, ciganos espanhóis, prostitutas de Madrid, deficientes físicos de Barcelona e imigrantes nicaragüenses da Costa Rica. <br /><br /><strong>Como conheceu e escolheu a comunidade de motoboys de São Paulo para participar do projeto?</strong><br />Visitei São Paulo pela primeira vez há uns quatro anos e percebi a presença dos motoboys por todas as partes. Procurei saber um pouco sobre eles e vi que se tratava de uma categoria que sofria disriminação e não era nada querida pelo conjunto da sociedade. Além disso, eles apareciam nos meios de comunicação com uma imagem negativa. Isso me fez pensar que talvez com um celular munido de uma câmera digital, esse coletivo poderiam criar na internet canais de comunicação em que poderiam contestar a imagem negativa. <br /><br /><strong>Você reconheceu pontos em comum ou diferenças entre as comundiades da América Latina e da Espanha?</strong><br />Não vejo diferenças relativas à nacionalidade, mas às características específicas de cada coletivo. Por exemplo, os ciganos espanhóis se manifestam de uma maneira completamente diferente do grupo de motoboys paulistanos. O trabalho dos ciganos era voltado para relatar o pertencimento a uma etinia em mudanças. Já os motoqueiros mostravam sua dedicação a profissão. <br /><br /><strong>A internet e a popularização de câmeras digitais possibilitou a qualquer pessoa mostrar sua realidade sem intermediários. Acredita que a sociedade mudou sua autopercepção?</strong><br />Ainda estamos no caminho dessa mudança. Também tem que se levar em conta que quando um grupo de pessoas se organizam pela internet, como no caso dos motoboys, os resultados estão mais próximos de uma nova realidade criada pelo grupo naquela ocasião. Ou seja, o cotidiano dos motoqueiros.<br /><br /><strong>A maioria dos coletivos só publicam fotos, vídeos ou áudio. Faz parte do projeto não colocar textos?</strong><br />Os emissores costumam escrever pouco devido a dificuldade que implica introduzir textos a partir do telefone celular. É mais fácil só enviar uma imagem ou gravar um áudio do que digitar.</p><p class="text_preto2"  align="left">Duas rodas</p>               <table border="0"  cellspacing="0"  cellpadding="0"  width="85%"><tbody><tr> <td class="text_preto2"  align="left">  COTIDIANO | DIFÍCIL  <br /><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="5" /><br /> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7412.jpg"  border="0"  align="left" /> </td> </tr> </tbody></table> </td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td height="1"  align="center"  valign="bottom"  bgcolor="#cccccc">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td class="text_preto2"  align="left"> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7413.jpg"  border="0"  align="left" /> DETALHES | As fotos são do motoqueiro Luiz Fernando Bicchioni. A primeira foi um acidente de moto fatal presenciado por ele na Av. Salim Farah Maluf. A segunda retrata um estacionamento público para motos. Lotado<br /> </td> </tr> </tbody></table> </td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td height="1"  align="center"  valign="bottom"  bgcolor="#cccccc">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td class="text_preto2"  align="left">  RETRATO DO | DIA-A-DIA  <br /><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="5" /><br /> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7424.jpg"  border="0"  align="left" /> </td> </tr> </tbody></table> </td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td height="1"  align="center"  valign="bottom"  bgcolor="#cccccc">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td class="text_preto2"  align="left"> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7425.jpg"  border="0"  align="left" /> DETALHES | Ronaldo Costa gosta de fazer fotos da sua família (foto no alto). Na segunda imagem, mais abaixo, ele registra um ponto de ‘chapas’ – ajudantes que ficam nas marginais e prestam auxílio a caminhoneiros e motoqueiros<br /> </td> </tr> </tbody></table> </td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td height="1"  align="center"  valign="bottom"  bgcolor="#cccccc">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td class="text_preto2"  align="left">  REUNIÃO | DE GRUPO  <br /><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="5" /><br /> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7416.jpg"  border="0"  align="left" /> </td> </tr> </tbody></table> </td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td height="1"  align="center"  valign="bottom"  bgcolor="#cccccc">&nbsp;</td> </tr> <tr> <td><img src="http://www.link.estadao.com.br/imagens/spacer.gif"  border="0"  width="100"  height="10" /></td> </tr> <tr> <td class="text_preto2"  align="left"> <table border="0"  align="center"> <tbody><tr> <td class="text_preto2"> <img src="http://img01.link.estadao.com.br/multimidia/publicador/large/00/0000/7417.jpg"  border="0"  align="left" /> DETALHES | O ex-motoqueiro Eliézer Muniz dos Santos é formado em filosofia e organizou os debates do projeto para unir a categoria. Nas fotos, Antoni Abad fala aos motoqueiros e as motos estacionadas dentro do Centro Cultural São Paulo</td></tr></tbody></table></td></tr></tbody></table><p class="text_preto2"  align="left">&nbsp;</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Francois Bar on appropriation of mobile media in Latin America]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4612.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/motoboy/weblog/4612.html</guid>
            <pubDate>Thu, 12 Jul 2007 03:20:58 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[canal*MOTOBOY]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internet]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<div class="entry-title"><br /> 				<a href="http://www.smartmobs.com/archive/cat_shibuya_epiphany.html"  title="Shibuya Epiphany archive">Shibuya Epiphany</a> 			</div>  			<dl class="posted"><dt>April 14, 2007</dt><dd><ul><li> 				<h6> 					<a href="http://www.smartmobs.com/archive/2007/04/14/francois_bar_on....html#comments"  title="comments on this entry"></a><a href="http://www.smartmobs.com/archive/2007/04/14/francois_bar_on....html#trackbacks"  title="trackbacks on this entry"><em><br /></em></a> 				</h6> 				<a href="http://www.smartmobs.com/archive/authors/howard_rheingold/"  title="Archive of Howard Rheingold's posts">by Howard Rheingold</a> 			</li></ul></dd></dl>  			 				 					<p>I&#39;ve posted <a href="http://weblogs.annenberg.edu/diy/2007/04/mobile_technology_appropriatio.html">the first part of my report</a> on Francois Bar&#39;s presentation last Thursday at the Annenberg Center&#39;s DIY Media seminar, on the subject of appropriation of mobile communication media in Latin America:</p>  <blockquote><em>If appropriation is the process by which people adopt and repurpose technologies (and media) to their own needs, then cannibalization is the root-source of cultural appropriation. So claimed<a href="http://annenberg.usc.edu/Faculty/Communication/FrancoisB.aspx"> Francois Bar </a>on April 12,  when he presented his current research at the <a href="http://weblogs.annenberg.edu/diy/2006/09/welcome_to_the_annenberg_cente.html">DIY Media seminar at the Annenberg Center for Communication</a> . Bar, with <a href="http://francis.blogs.com/about.html%20-">Francis Pisani </a>and Matthew Weber, has been studying in particular the way people in Latin America have found their own uses for mobile phone technologies. </em><p><em>&quot;In recent years, mobile phone penetration has increased dramatically throughout Latin America,&quot; Bar noted, adding, &quot;But rising penetration numbers only tell part of the story. To fully grasp the social, economic and political impact of mobile telephony, we need to understand appropriation: the process through which mobile phone users go beyond mere adoption to make the technology their own and to embed it within their social, economic, and political practices. The appropriation process fundamentally is a negotiation about power and control over the configuration of the technology, its uses, and the distribution of its benefits. Within the Latin American context, today’s negotiation surrounding mobile technological appropriation echoes earlier creative tensions about the appropriation of cultural objects, people, and ideas from abroad.&quot;</em></p></blockquote>]]></description>
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            <title><![CDATA[Canal*MOTOBOY - um capitulo da história da internet no Brasil.]]></title>
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            <pubDate>Thu, 12 Jul 2007 00:38:19 GMT</pubDate>
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		<dc:subject><![CDATA[internet]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[curadoria]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[celular]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[by Eliezer Muniz dos Santos<br /><p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">O ano de 2007 será um marco na história da internet. No dia 12 de maio deste ano, tivemos a abertura da exposição &quot;12 motoboys transmitem de celulares&quot;, do artista espanhol Antoni Abad, no Centro Cultural São Paulo.</p>  <p class="MsoNormal">Capital financeiro do país, a cidade de São Paulo, e toda a região metropolitana, são responsável pela maior concentração de profissionais motociclistas, que realizam as mais diversificadas tarefas, como entregas de documentos, cheques, encomendas e<span> <em><span>fast-found</span></em></span>. </p>  <p class="MsoNormal">A vida destes profissionais é conhecida por grande parte da população como aqueles que se arriscam no trânsito, mas também pela informalidade, pois lhes faltam leis que regulamentem a profissão.</p>  <p class="MsoNormal">No entanto, esta categoria formou-se justamente na onda das terceirizações do setor de serviços e a desfragmentação das relações trabalhistas.</p>  <p class="MsoNormal">Um fato importante foi que, desde seu início, ela nasceu a partir de uma equação muito simples: o contrato de mensageiros com motos de sua propriedade, e uma crescente concorrência, com o surgimento de inúmeras empresas de entregas rápidas.</p>  <p class="MsoNormal">Outro fato, agora relevante - ainda que em sua maioria é composta de sujeitos de baixa escolaridade e cresceu com a falta de empregos -, é a capacidade destes sujeitos absorver outras ferramentas para melhor desempenhar suas funções; é o caso, por exemplo, dos telefones celulares.</p>  <p class="MsoNormal">Por volta de 1995, portanto, quando a internet no Brasil ainda engatinhava, e se iniciou o processo de privatização no país, com a venda das empresas de telefonia estatais para a iniciativa privada, esta categoria foi uma das primeiras no Brasil a utilizar estes equipamentos - seja devido sua mobilidade, mas também, pela autonomia que estes proporcionavam, aumentando o ganho mensal daqueles primeiros mensageiros.</p>  <p class="MsoNormal">Lembrando que os custos destes equipamentos eram altos, o que impossibilitava as empresas arcarem com tais investimentos, fica o fato de que: como parte significativa de sua operacionalidade, estes profissionais davam ganho as empresas, que ora, se apropriavam deste bem para melhor competir num mercado cada vez mais veloz.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Neste ponto, havia uma junção que trazia benefícios diretos, tanto ao motociclista que melhor aparelhado, tomava para si os melhores clientes, como para as empresas de entregas que tinham um melhor controle operacional sobre sua logística, e computava um menor custo em seus preços. Mas também não tinham como deter tal processo, já que tais equipamentos barateavam a olhos vistos o que facilitava a entrada de outras empresas no mercado.</p>  <p class="MsoNormal">Então, antes mesmo do final da década de 90, já era comum o uso de celular pelos motoboys, e ainda tivemos a entrada de outros sistemas de radiofonias vindo a se instalar no país (nextel, etc), embora, apresentando soluções melhores, não teve grande impacto sobre o mercado, por duas razões: o preço e sua contratação via empresa/empresa, e, o enfraquecimento das grandes prestadoras de serviço de moto-frete, em vista da massa de pequenas empresas familiares - que não ofereciam as mesmas condições, tanto aos clientes, como aos motoboys.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">O número de profissionais motociclistas, desde meados dos anos 80, teve um crescimento vertiginoso. Eram cerca de 2.000 em 1985. No final da década de 90 eles passavam de 80.000, e hoje se estima que haja algo em torno de 160.000 só na cidade de São Paulo. Sempre apresentando as mesmas características: 99% são proprietários dos meios de produção, ou seja: a moto, o capacete, o cadastro na prefeitura, e o celular.</p>  <p class="MsoNormal">Ainda que forneçam a cidade quase todas respostas as suas necessidades, atendendo ao tipo de fluxo de informações, valores e até no transporte rápido de órgãos aos hospitais e sistema laboratoriais, eles não têm o devido reconhecimento pela comunidade, seja pela pouca informação, ou a falta dela, para o poder público tomar iniciativas para coibir abusos e por fim aos altos índices de acidentes com vitimas fatais no trânsito. Mas também, a falta de vontade política é evidente, pois, às vistas do ministério público, inúmeras empresas continuam operando, apesar das exíguas condições materiais e higiênicas que apresentam.</p>  <p class="MsoNormal">Assim, temos um sujeito, que opera no cerne da circulação do capital, e vive a margem da sociedade.</p>  <p class="MsoNormal">O mesmo motociclista que movimenta milhões - ou responde pela realização contratualista do capital - fornece o &quot;descarte&quot;, resíduo de mão de obra barata, que &quot;não deve ser visto&quot; (a China é aqui).</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Mas felizmente - e aqui cabe um hiato de esperança - esta categoria profissional ainda não se se realizou!</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">E aqui (re)começa sua história. O motoboy (caricatura do antigo mensageiro motociclista) DEVE desaparecer! Em seu lugar surge um novo Profissional Motociclista, seja ele - e eis o paradoxo - o Motoboy, o Motoqueiro, o Mensageiro, o Mototáxista, o Delivery, o Courrier. Neste caso a nomenclatura importa menos. Senão, sua nova configuração.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">O que estamos falando é de uma novidade: agora além da suas ferramentas de trabalho o motoboy inicia sua aventura na virtualidade da rede mundial de computadores, na Internet.</p>  <p class="MsoNormal">Mas como toda história tem um começo. Começamos então entender o papel que o artista Antoni Abad desempenhou - ao trazer a São Paulo seu projeto artístico <a href="http://www.zexe.net./">http://www.zexe.net./</a>.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">No ano de 2002, abandonei o trabalho como motoboy, e me voltei aos estudos. Após uma série de intempéries, e pelos mesmos motivos que vemos hoje, da falta de uma organização mínima do setor de entregas rápidas - para promover as mais diversas manifestações, na tentativa levar uma discussão, dos enfrentamentos que a Categoria sofria com uma regulamentação que o gestor municipal impunha, e do seu fracasso, pré-anunciado -, deixei de atuar politicamente e retomei meu curso de filosofia na Universidade de São Paulo, que havia iniciado em 1997. Ao voltar, procurando via Universidade dar continuidade a luta, sai em busca de pessoas para formar um grupo de estudos para compreender um novo fenômeno urbano: os motoboys.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Concomitantemente, no mesmo semestre, no curso de Antropologia Urbana, formou-se um grupo de alunos interessados neste tema. Encontrar-los não levou dias, e fui apresentado a eles, então, apoiando este grupo a elaborar suas pesquisas, vimos pela primeira vez surgir uma discussão acadêmica em torno do assunto, de modo que, tendo este trabalho sido realizado por estes alunos com certo rigor, o Professor o postou no site do <a href="http://www.n-a-u.org/"  title="NAU USP">Núcleo de Antropologia Urbana</a> (NAU) da USP.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Entrementes, um certo dia um artista em visita a São Paulo (2003), havia encontrado uma razão a mais para fazer valer sua condição de artista. Ele chamava-se Abad, e viu nos motoboys um estranhamento que o incomodava: &quot;aqueles sujeitos, correndo velozmente entre os carros, sob chuva, vestindo sacos plásticos - e eram centenas, milhares!”.</p>  <p class="MsoNormal">Antoni abad imediatamente interessou-se pelos motoboys, e retornando a Barcelona, cidade onde vive, começou a buscar na Internet informações sobre este grupo social, e não é desnecessário dizer que, entre muitas informações, encontrou o texto dos alunos no site da NAU: &quot;No espelho retrovisor&quot;.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Entrando em contato com os pesquisadores e com sua amiga brasileira, artista como ele, Regina Silveira, ele pensou em fazer um trabalho com os motoboys. Junto a isso, em Barcelona, ele começava a fazer um trabalho com um outro coletivo, os cadeirantes, ou, portadores de deficiência física. Mas foi na cidade do México, com os taxistas locais, que pela primeira vez ele colocava no ar o site zexe.net.</p>  <p class="MsoNormal">Como os taxistas no México, os motoboys também tinham uma imagem negativa, e tratava-se então de dar voz a estas categorias profissionais, tão importantes para a vida da cidade, e tão mal faladas pelas mídias.</p>  <p class="MsoNormal">Os contatos com os estudantes de antropologia cresceram, e por mais de uma vez Abad tentou realizar o zexe.net/motoboys em São Paulo. Enquanto isso, em outras cidades como Madrid (prostitutas), Léon (ciganos) e San José (migrantes) os projetos ganhavam corpo e eram desenvolvidos.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">No fim de 2006, em visita a Bienal de São Paulo, Abad realizaria sua primeira reunião com os pesquisadores, onde tive o prazer de conhece-lo pessoalmente, uma vez que os pesquisadores acharam que eu seria a pessoa mais indicada para a coordenação do projeto com os motoboys, seja pela minha experiência, como profissional motociclista e o histórico de lutas junto às associações e sindicatos de motoboys do Brasil, seja pela minha área de interesse no momento, o estudo de estética e museologia.</p>  <p class="MsoNormal">Nesta reunião ficara então acertada a minha participação no projeto canal*MOTOBOY, juntamente com a colaboração direta do antropólogo Augusto Astiel, um dos autores daquele texto da NAU, e do motoboy Ronaldo Simões, que prestava serviços de entregas para a artista Regina Silveira e ficara amigo do artista.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Recebemos enfim, em março deste ano, a confirmação de que o Centro Cultural de São Paulo iria acolher o Projeto canal*MOTOBOY, como parte das comemorações de seus 25 anos. No entanto, apenas no início de abril, quando o artista já se encontrava no Brasil que foi possível iniciar de fato o Projeto. Junto ao artista veio também sua companheira Glória Martí, que está realizando um documentário sobre os motoboys, e tomou parte nas negociações.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Marcada a data de abertura, e acertada as condições da realização do Projeto junto aos motoboys participantes, fizemos uma longa discussão que englobava as sobredeterminações do que seria o Projeto canal*MOTOBOY em São Paulo.</p>  <p class="MsoNormal">Estas ponderações levaram-nos a compreender a importância de se realizar um Ciclo de Palestras e apresentar numa sala de cinema as filmografias preexistentes sobre a figura do motoboy na cidade.</p>  <p class="MsoNormal">Deste modo, ficou acertada a minha contribuição como curador-adjunto ao projeto, onde organizaria, com a cooperação do CCSP, o <em>Ciclo de Debates e filmes</em> “Os Profissionais Motociclistas e a Cidade de São Paulo”, o que foi de suma importância para oferecer um quadro de reflexão e crítica em paralelo ao evento da exposição, mas também para formar um fundo de discussões envolvendo o grupo de motoboys participantes do Projeto, em torno das questões que mais o tocavam.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">O <em>Ciclo</em> se deu conforme a necessidade de maior tematização: arte pública, política, trabalho e legislação, este último realizado no Anfiteatro na Câmara Municipal de São Paulo. E os resultados foram altamente satisfatórios.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Foi, portanto, deste núcleo de encontros e discussões, entre representantes da sociedade civil e os próprios motoboys, que pudemos notar os efeitos deste estratagema.</p>  <p class="MsoNormal">Estas oportunidades de diálogo ajudaram a formar uma opinião sobre as condições de vida dos profissionais motociclistas e suas relações com a cidade. E ajudou ainda a veicular a voz dos motoboys nos meios de comunicação, um dos objetivos da exposição.</p>  <p class="MsoNormal">Mas mais importante, considerando o projeto artístico, foi perceber como os motoboys criavam suas próprias representações através do <a href="http://www.zexe.net/SAOPAULO/intro.php?qt="  title="canal*MOTOBOY">canal*MOTOBOY</a>, aliando os celulares, integrados a câmeras com a internet, ao seu dia-a-dia.</p>  <p class="MsoNormal">Paralelamente a isso, vimos como a presença de pessoas preocupadas com as condições dos motoboys, nos debates, promoveu diversas discussões para o grupo. E com isso, um inesperado interesse em conhecer melhor as possibilidades da internet para outros usos e criação de renda. </p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Mas isto não significa que este embate se deu sem problemas. Ao contrário, e aqui cabem múltiplas análises. Pois, como compreender que aquilo que tão bem fora assimilado como um objeto artístico - e que tinha determinada solicitação dos participantes - exigia individualmente, mas também do grupo, uma outra resposta? Onde se encontrariam as fronteiras, entre um território artístico, e um projeto político. A ferramenta, que a princípio proporcionava um “mostrar”, agora também incluía um “dar-se a ver”: e muitas vezes nos vimos nos perguntando,“até onde devo participar?”.</p>  <p class="MsoNormal">É evidente, e isto se mostrou desde o início, em nossas reuniões semanais, que o problema deles &quot;motoboys&quot; é por demais complexo! E que para isso se exigem soluções complexas. </p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Mas pelo aspecto prático, não houve dificuldades de aprender fazer os envios para o site. Mas isto seria o suficiente? Aprender a repetir algo, e colher os resultados, apenas um &quot;fazer ver?” Dai, talvez, um fato tenha sido complicador<span>  </span>nesse processo (mais especificamente neste projeto em São Paulo, do que talvez nas outras experiências do zexe.net), com o <em>Ciclo de debates</em>, tomando a agenda dos encontros semanais, o grupo se viu meio abandonado com seus aportes tecnológicos - o que fez com que a cada reunião, depois das discussões, deixássemos parte do tempo apenas para tirar dúvidas de como editar os canais e conhecer melhor a internet.</p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Interessante, no entanto, foi notar como na dinâmica do grupo alguns se punham em condições de apreender aquilo que mais importava, enquanto outros ainda se prendendo a uma abordagem mais mecanicista, não conseguiu acompanhar as mudanças. Por exemplo, com as discussões, seja nas palestras, ou nos espaços de descontração, e mesmo em conversas com os palestrantes, alguns se deram mais conta da importância do <a href="http://www.zexe.net/SAOPAULO/intro.php?qt="  title="canal*MOTOBOY">canal*MOTOBOY</a>, e o retorno, mesmo que circunstancial, que o projeto poderia trazer a eles, individualmente, criou uma certa mobilidade. Mas, no entanto, enquanto grupo, representando uma Categoria Profissional, foi perdendo seu ponto de vista. </p>  <p class="MsoNormal">Um destes profissionais motociclistas que mais cresceram foi o Luiz. E seu tino para os negócios logo o aproximou de um dos palestrantes que, desde o dia de sua fala nos debates, tem sido o principal personagem em todas as conversas, o professor Gilson Schwartz, diretor da <a href="http://www.cidade.usp.br/blog/"  title="cidade do conhecimento">Cidade do Conhecimento</a>, ECA - USP. </p>  <p class="MsoNormal">&nbsp;</p>  <p class="MsoNormal">Bom, se um capítulo da história da Internet no Brasil começa a ser escrito, é justamente pelo encontro inusitado destes dois personagens: o professor e o profissional motociclista. E o resto é estória.<span>  </span></p>  <p class="MsoNormal"><span>   </span></p>]]></description>
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            <title><![CDATA[Texto]]></title>
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            <pubDate>Mon, 14 May 2007 03:07:51 GMT</pubDate>
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		<dc:subject><![CDATA[eventos]]></dc:subject>
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            <description><![CDATA[Programação Ciclo de Debates CCSP]]></description>
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            <pubDate>Thu, 10 May 2007 21:51:57 GMT</pubDate>
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            <description><![CDATA[Convite Evento]]></description>
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            <pubDate>Wed, 09 May 2007 04:11:52 GMT</pubDate>
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            <pubDate>Wed, 09 May 2007 04:10:57 GMT</pubDate>
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            <pubDate>Mon, 07 May 2007 03:50:34 GMT</pubDate>
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            <pubDate>Tue, 17 Apr 2007 17:18:05 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Texto Reportagem]]></title>
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            <pubDate>Thu, 15 Feb 2007 18:18:10 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Cinema]]></dc:subject>
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            <description><![CDATA[Materia sobre o filme "Motoboy Vida Loka"]]></description>
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