Stoa :: Raphael Montanari :: Blog

dezembro 14, 2011

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Vídeo obrigatório para todos os uspianos:

 

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 1 usuário votou. 1 voto | 2 comentários

junho 16, 2011

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Olá.

Faço parte de um grupo de alunos da ECA, que está desenvolvendo um trabalho sobre questões relacionadas a raça e etnia dentro da USP. Quem puder ajudar, por favor responda a enquete disponível através do seguinte link:

https://spreadsheets.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dC1paHJLWG5NZlljZmxrcndRZ0xwdlE6MQ

Responda as questões com seriedade e sinceridade. Esta declaração é totalmente anônima e será usada exclusivamente para fins de estudos dos alunos do curso Licenciatura em Educomunicação na ECA / USP, discíplina Mídia e Sociedade.

Grato.

Palavras-chave: etnia, questionário, raça

Postado por Leandro Augusto Costa em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

fevereiro 14, 2011

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Matéria de hoje na Folha:

http://www1.folha.uol.com.br/saber/875277-cerca-de-15-mil-alunos-pag

Tempos atrás fiquei horrorizado com o anúncio no stoa de um destes cursos pagos na USP. Já suspeitava que havia outros precedentes, mas não tinha ideia de que era algo nesta escala.

É a corrupção da missão institucional da "maior e melhor" universidade pública do país! O que o Ministério Público está esperando para agir?

 

Palavras-chave: cursos pagos, instituição pública, interesse público, privatização, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 1 usuário votou. 1 voto | 5 comentários

janeiro 23, 2011

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A nova CicloFaixa de São Paulo chega até a porta da USP e vira à direita, defletida por uma universidade que insiste em permanecer fechada em si mesma.

Pela mesma miopia, não teremos uma Estação USP do Metrô, os museus dentro da universidade vivem às moscas, muitos paulistanos nem sabem o que é USP apesar de pagarem por ela.

Palavras-chave: ciclofaixa, ciclovia, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

janeiro 10, 2011

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Retirado de uma entrevista ao Estadão:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/ct-segundo-nicolelis

 

Você tem uma opinião bastante crítica sobre a política científica no País. Mas, na eleição, manifestou apoio publicamente à Dilma. Por quê?

Porque a outra opção era trágica. Basta olhar para o Estado de São Paulo: para a educação, a saúde e as universidades públicas. Não preciso falar mais nada. Eu adoro a USP, onde me formei. Mas a liderança que temos hoje na USP é terrível. O reitor da USP (João Grandino Rodas) é uma pessoa de pouca visão. Não chega nem perto da tradição das pessoas que passaram por aquele lugar. São Paulo acabou de perder um investimento de 150 milhões de francos suíços (cerca de R$ 270 milhões) porque o reitor da USP não tinha tempo para receber a delegação de mais alto nível já enviada pelo governo suíço ao Brasil. Mandaram o pró-reitor de pesquisa da universidade (Marco Antônio Zago) fazer uma apresentação para eles. Ninguém agradeceu a visita. Manifestei oficialmente ao professor Zago minha indignação como ex-aluno da USP. Um dos integrantes da delegação suíça doou um super-computador de US$ 20 milhões de dólares (cerca de R$ 34 milhões) para nosso instituto em Natal. Chegou na semana passada e será um dos mais velozes do Brasil. Não pagamos um centavo. Não há mais espaço para provincianismo na ciência mundial. Nas reuniões que eu presenciei com comitês e comissões de outros países, a tônica da Fapesp sempre foi assim: "Fora de São Paulo não existe ciência que valha a pena investir". Esse tipo de coisa é muito mal visto pelos estrangeiros. Não há mais lugar para regionalismo, preconceito... É ótimo para São Paulo ser responsável por 70% da produção científica do País, mas é muito ruim para o País, que precisa democratizar o acesso à ciência. Não adianta dizer em reuniões com emissários internacionais que São Paulo tem uma "relação amistosa" com o Brasil, este outro País fora das fronteiras do Estado. Este bairrismo não ajuda em nada. A Fapesp é uma jóia, um ícone nacional, reconhecida no mundo inteiro. Mas isso não quer dizer que as últimas administrações foram boas. Temos de ser críticos. Esta última administração, em especial, foi muito ruim. A Fapesp está perdendo importância. Veja só: a Science (no artigo publicado há algumas semanas sobre a ciência no Brasil) não dedicou uma linha à Fapesp. Que surpresas você vê saindo da ciência de São Paulo? Acho que a matéria da Science foi uma boa chamada para acordar, para sair dos louros, descer do salto alto e ver o que podemos fazer com os R$ 500 milhões anuais da Fapesp. Ah, se eu tivesse um orçamento assim! Temos muito menos e posso dizer para o diretor-científico da Fapesp (Carlos Henrique de Brito Cruz) que nós saímos na Science. E ele tem condição de investir nos melhores centros de pesquisa do País.

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 2 usuários votaram. 2 votos | 1 comentário

dezembro 03, 2010

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A notícia de que um aluno da USP, morador do CRUSP, morreu ontem em circunstâncias que levantam questões sobre o preparo da Guarda Universitária e zelo do HU é bastante pertubadora.

 

 

Samuel passou mal no começo da manhã de ontem. Alunos reclamam do atendimento.
- Ele pediu ajuda à Guarda Universitária e eles se negaram. Então ele pegou um circular da universidade, mas chegou ao HU (Hospital Universitário). Chegado lá ele não foi atendido e estava voltando para onde mora - diz um colega que não quis se identificar.
Logo depois de descer do circular, o aluno teria passado mal e caiu desacordado. Estudantes ainda tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso.
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/12/02/aluno-da-filosof

 

Palavras-chave: Guarda Universitária, HU, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 5 comentários

outubro 16, 2010

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http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/

Manifesto em Defesa da Educação Pública

Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.

Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.

Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.

Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.

Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.

No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Adesões ao Manifesto (atualmente com 679 assinaturas)

http://emdefesadaeducacao.wordpress.com/

Palavras-chave: educação, eleição, manifesto, professores universitários

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 4 comentários

outubro 06, 2010

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Será que as minhas preces foram atendidas?

 

 

USP unifica empréstimo em suas bibliotecas
Membros de uma unidade poderão realizar empréstimos em qualquer outra biblioteca da universidade.
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=73929

 

Palavras-chave: biblioteca, SiBi, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 2 comentários

outubro 02, 2010

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Notícia que você não verá na Globo, na Folha, no Estadão e muito menos na Veja... 

EDUCAÇÃO – O BRASIL NO RUMO CERTO 
(Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira) 

http://www.uftm.edu.br/upload/noticias/Manifesto_Reitores_22.9.10.pdf

Palavras-chave: educação, eleição, manifesto, reitores, universidades federais

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

setembro 03, 2010

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Como usar argumentos na linha de comando em C/C++?

Vejamos alguns exemplos de um sistema GNU/Linux.

Primeiro: o comando ls lista o conteúdo de um diretório no GNU/Linux.

rborges@bio03:~/Desktop$ ls
alsa-driver-1.0.23  alsa-driver-1.0.23.tar.bz2  ati-driver-installer-10-7-x86.x86_64.run  firefox-3.6.8.tar.bz2  questionaire-glite32-V2.odt  virtualbox-3.2_3.2.8-64453~Debian~lenny_amd64.deb

Existem muitos parâmetros que podemos "passar" para o ls, e basta para isso adicionar o argumento após o nome do comando, separando com espaços. Por exemplo, -l mostra a listagem em formato longo:

rborges@bio03:~/Desktop$ ls -l
total 161676
drwxr-xr-x 28 root    root         4096 2010-08-24 22:19 alsa-driver-1.0.23
-rw-r--r--  1 rborges rborges   3337645 2010-08-24 22:15 alsa-driver-1.0.23.tar.bz2
-rwxr--r--  1 rborges rborges 101178081 2010-08-23 06:40 ati-driver-installer-10-7-x86.x86_64.run
-rw-r--r--  1 rborges rborges  10624411 2010-08-25 07:11 firefox-3.6.8.tar.bz2
-rw-r--r--  1 rborges rborges     48684 2010-09-02 06:25 questionaire-glite32-V2.odt
-rw-r--r--  1 rborges rborges  50178030 2010-08-25 21:13 virtualbox-3.2_3.2.8-64453~Debian~lenny_amd64.deb

Outro parãmetro é o -h, que mostra o tamanho dos arquivos em formato apropriado para humanos:

rborges@bio03:~/Desktop$ ls -l -h
total 158M
drwxr-xr-x 28 root    root    4.0K 2010-08-24 22:19 alsa-driver-1.0.23
-rw-r--r--  1 rborges rborges 3.2M 2010-08-24 22:15 alsa-driver-1.0.23.tar.bz2
-rwxr--r--  1 rborges rborges  97M 2010-08-23 06:40 ati-driver-installer-10-7-x86.x86_64.run
-rw-r--r--  1 rborges rborges  11M 2010-08-25 07:11 firefox-3.6.8.tar.bz2
-rw-r--r--  1 rborges rborges  48K 2010-09-02 06:25 questionaire-glite32-V2.odt
-rw-r--r--  1 rborges rborges  48M 2010-08-25 21:13 virtualbox-3.2_3.2.8-64453~Debian~lenny_amd64.deb

Uma outra técnica sobre parâmetros é que você muitas vezes precisa usar duas variáveis para um parâmetro: a primeira especifica a variável, a segunda o valor. Para o exemplo, vou usar o ping, que é um programa que manda um pacote de dados para uma máquina da rede e imprime quanto tempo levou para obter umna resposta.

rborges@bio03:~/Desktop$ ping www.google.com.br
PING www.l.google.com (173.194.34.104) 56(84) bytes of data.
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=1 ttl=54 time=179 ms
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=2 ttl=53 time=182 ms
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=3 ttl=52 time=178 ms
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=4 ttl=52 time=178 ms
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=5 ttl=52 time=178 ms
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=6 ttl=54 time=178 ms
^C
--- www.l.google.com ping statistics ---
6 packets transmitted, 6 received, 0% packet loss, time 5018ms
rtt min/avg/max/mdev = 178.139/179.419/182.864/1.580 ms

Note que precisei usar o Control+c para terminar o programa - ele por default roda infinitamente. (Quando se pára um programa com Control+c em GNU/Linux, em geral aparace a string "^C" na saída do programa).

Então vou usar o parâmetro -c, que especifica uma contagem de vezes a se pingar a outra maquina, e exige um valor numérico no parâmetro seguinte.

rborges@bio03:~/Desktop$ ping www.google.com.br -c 1
PING www.l.google.com (173.194.34.104) 56(84) bytes of data.
64 bytes from lga15s15-in-f104.1e100.net (173.194.34.104): icmp_seq=1 ttl=52 time=178 ms

--- www.l.google.com ping statistics ---
1 packets transmitted, 1 received, 0% packet loss, time 0ms
rtt min/avg/max/mdev = 178.929/178.929/178.929/0.000 ms

Agora o ping só manda um pacote e imprime o resultado. Se eu tentar usar só o -c, sem um valor, ou com um valor inválido, uma boa implementação do ping irá gerar uma mensagem de erro (uma má implementação vai travar seu micro e exigir que você reboote ;)

rborges@bio03:~/Desktop$ ping -c
ping: option requires an argument -- c
Usage: ping [-LRUbdfnqrvVaA] [-c count] [-i interval] [-w deadline]
            [-p pattern] [-s packetsize] [-t ttl] [-I interface or address]
            [-M mtu discovery hint] [-S sndbuf]
            [ -T timestamp option ] [ -Q tos ] [hop1 ...] destination
rborges@bio03:~/Desktop$ ping -c um_monte_de_vezes
ping: bad number of packets to transmit.

A pergunta agora é: como fazer a mesma coisa nos meus programas em C/C++?

Resposta: usando as variáveis argc e argv.

(Dica: para procurar outros documentos sobre esse tópico no Google, pesquise "c cpp argc argv")

Estas variáveis são variáveis da função main. Até onde sei, a maneira de implementá-las é sempre a mesma:

int main(int argc, char** argv)

argc é o número de argumentos passados na linha de comando - creio que o nome vem do inglês "argument count" - " contagem de argumentos".

argv é um vetor de ponteiros (por isso a dupla indireção com dois asteriscos) e contém o texto dos argumentos passados - creio queo nome vem do inglês "argument vector" - "vetor de argumentos".

Um exemplo bem simples, que apenas imprime os argumentos:

#include <iostream>

int main(int argc, char** argv) {

    for(int i=0;i<argc;i++)

        std::cout << "argv[" << i << "] = " << argv[i] << std::endl;

    return 0; }

E algumas execuções:

rborges@bio03:~emacs exemplo-argcargv.cpp
rborges@bio03:~/Desktop$ g++ -o exemplo exemplo-argcargv.cpp
rborges@bio03:~/Desktop$ ./exemplo
argv[0] = ./exemplo
rborges@bio03:~/Desktop$ ./exemplo opcao1
argv[0] = ./exemplo
argv[1] = opcao1
rborges@bio03:~/Desktop$ ./exemplo opcao1 op2
argv[0] = ./exemplo
argv[1] = opcao1
argv[2] = op2
rborges@bio03:~/Desktop$ ./exemplo opcao1 op2       op3
argv[0] = ./exemplo
argv[1] = opcao1
argv[2] = op2
argv[3] = op3
rborges@bio03:~/Desktop$ ./exemplo -1 --2 ---3 ----4
argv[0] = ./exemplo
argv[1] = -1
argv[2] = --2
argv[3] = ---3
argv[4] = ----4

Note que o argv[0] é sempre o comando com que o usuário executou o programa.

Creio que vou finalizar este post com a questão "mas pra quê serve isso?"

Bem, certamente se a intenção é escrever um programa com interface gráfica, aonde a entrada de dados é feita pelo usuário, há pouca oportunidade de usar este recurso.

Mas para quem escreve programas que rodam da linha de comando, ou programas que são executados primordialmente por outro programa, este recurso é a maneira mais simples de passar dados entre um programa e outro.

Exercício: escreva um programa que recebe uma string e imprime essa string n vezes, sendo que n é um parâmetro da linha de comando.

Exercício: aprimore o programa do exercício anterior para que receba dois parâmetros: n (número de vezes para imprimir a string) e b (número de espaços em branco a imprimir antes da string).

Exercício: aprimore o programa do exercício anterior para que possa receber os dois parâmetros em qualquer ordem.

Palavras-chave: argc, argumentos, argv, CLI, linha de comando, ls, parâmetros, ping

Postado por Renato Callado Borges em C/C++ | 0 comentário

maio 28, 2010

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E eu que achei que este negócio de ato secreto era coisa do Senado para empregar cupincha...

 

A crise da Faculdade de Direito

"no meio da tarde de hoje teve início uma Reunião da Congregação da Faculdade de Direito da USP, órgão deliberativo máximo da faculdade. No meio da reunião, o atual diretor da faculdade de direito, Antônio Magalhães Gomes Filho, chegou a pedir a renúncia do cargo. Houve grande comoção entre os membros da congregação, ao que se seguiu intensos debates sobre a portaria secreta do João Grandino Rodas, atual reitor da USP e ex-diretor da faculdade de direito do Largo de São Francisco."

Palavras-chave: ato secreto, portaria secreta, Rodas

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 1 comentário

abril 27, 2010

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Em recente concurso docente no IB vários membros da banca possuiam conflito de interesse com o processo, pois eram ex-orientadores ou colaboradores de candidatos no concurso. Esta denúncia foi feita por um dos candidatos e motivou a realização de um "plebiscito"(*) entre os alunos do IB.

Não é certamente o primeiro caso e outro incidente do tipo (na USP Leste) foi denunciado, virou processo e notícia.

De fato é frequente o pouco cuidado de universidades públicas com a correção dos concursos públicos que promove. Esta falta de zelo ainda vai acabar levando a perda de autonomia das instituições. Quem não age com responsabilidade perde liberdade...


(*) Sobre o "plebiscito":

"Haverá plebiscito aberto aos alunos com a seguinte pergunta: "Vc concorda que um professor com vínculo acadêmico a um candidato de concurso de professor participe da banca avaliadora?"
Esse plebiscito será no CD (Centro Didático da Biologia), quinta-feira e sexta-feira até às 13hs. A apuração dos resultados começa às 14hs."

Palavras-chave: concurso, concurso docente, conflito de interesse, ética, IB, interesse público, lisura

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 1 comentário

janeiro 20, 2010

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USP restringirá acesso de esportistas à Cidade Universitária

A notícia que gostaria de ver da maior e mais importante universidade pública do país é: "USP promoverá o esporte e ampliará o acesso e serviços ao público", mas suspeito que isto não seja uma prioridade da administração. Receberemos uma Olimpíada no país, mas provavelmente continuaremos com um Cepeusp aos frangalhos.

Palavras-chave: ciclismo, ciclistas, esporte, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 5 comentários

novembro 26, 2009

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A reitoria enviou o comunicado abaixo para uma lista de emails da universidade.

Acho que o reitor nomeado, vindo da Faculdade de Direito, é um sujeito de gosto por
tradições, então está restaurando tradições perdidas (a data da posse, o prédio original da reitoria...). O atual prédio da reitoria virará moradia estudantil, como era originalmente seu propósito. Com isto talvez queira também adoçar o bico dos estudantes. Este "período de transição" também poderá ser útil para contornar resistências e desconfortos, já que o reitor nomeado foi o segundo na lista tríplice. O governador rompeu a tradição dos governadores pós ditadura de nomearem o primeiro da lista (o mais votado), escolheu quem era politicamente ligado a ele e que não causará incômodos em ano eleitoral, podendo até dar uma mãozinha, quem sabe?

 

---------- Forwarded message ----------
From:  <gr@usp.br>
Date: 2009/11/26
Subject: Comunicado sobre a nova Gestão Reitoral

À comunidade uspiana,

Tradicionalmente, a data da posse dos reitores da USP sempre foi 25 de
janeiro, dia em que foi fundada a Universidade, em 1934.  Tal praxe
foi descontinuada em 1993, em virtude de o mandato do reitor ter sido
abreviado. Dentre as decorrências de tal fato, figuram o início de
mandato em meio às avaliações de fim de ano e a não-coincidência com o
ano letivo e fiscal.

Por outro lado, o tamanho da USP - abrangendo mais de cem mil pessoas,
quarenta Unidades de Ensino e Pesquisa e sete campi, em todo o Estado
de São Paulo [WINDOWS-1252?]– e reconhecidamente dotada de administração complexa,
indica a necessidade de um período de transição em que os
pró-reitores, os coordenadores etc., que estão saindo e os que estão
entrando, trabalhem, lado a lado, transmitindo documentos, informações
e explicações.

Por tais razões, decidiu-se que, de 25 de novembro de 2009 (data em
que se encerra o mandato da reitora Suely Vilela) até 25 de janeiro de
2010 (data em que foi fixada a posse formal do novo reitor João
Grandino Rodas), dar-se-á o referido período de transição. Dessa
forma, além do benefício administrativo, voltar-se-á à data
tradicional de posse dos reitores da USP.

Há, ademais, fato relevante que se beneficiará do período de
transição. A Reitoria da USP, por muitos anos, ocupou prédio próprio
de oito andares, situado em frente à Praça do Relógio, ambos [WINDOWS-1252?]– prédio
e praça [WINDOWS-1252?]– constituem-se nos principais marcos da Cidade Universitária
"Armando de Salles Oliveira". Em 1968, a Reitoria foi mudada, passando
a ocupar os prédios onde ainda hoje se situa. A partir de então, o
prédio [WINDOWS-1252?]— com a denominação Antiga Reitoria [WINDOWS-1252?]— passou a ser usado por
diversos órgãos. O novo reitor optou por voltar já ao anterior
Gabinete do sexto andar, tradicionalmente ocupado por seus
predecessores mais remotos (que, nesse entretempo, será restaurado).
Aos poucos, todos os órgãos ligados à Reitoria passarão a se abrigar
no prédio que será, como um todo, também restaurado.

A partir de hoje, o vice-reitor Franco Maria Lajolo encontra-se no
exercício do cargo de reitor, enquanto que o reitor eleito João
Grandino Rodas chefia a Comissão de Transição, formada por seis
professores, além de acompanhar proximamente a administração. O nome
dos futuros pró-reitores serão levados para homologação, em sessão
ordinária  do Conselho Universitário, convocada para 23 de fevereiro
de 2010.

São Paulo, 26/11/09

João Grandino Rodas
Franco M. Lajolo

       Reitor eleito
Vice-Reitor no exercício

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Mensagem enviada por: Gabinete do Reitor. Segue em conformidade
com a resolução 03 da CTI, que dispõe sobre a difusão de e-mails
para a comunidade USP.
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Palavras-chave: reitoria, Rodas, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

novembro 04, 2009

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Como vítima de plágio que já fui, sei o quão revoltante é ver o resultado de seu trabalho ser apropriado indevidamente por alguém. No meu caso o grupo plagiador era da China e só o que pude fazer até o momento foi denunciá-los ao editor da revista de publicou o plágio e o que ele fez foi dar um "pito" nos plagiadores e só. Espero que apurem o plágio referido abaixo e não abafem o caso novamente como fizeram no caso dos professores do IFUSP.

Esta é a notícia que saiu na Folha hoje:

Reitora da USP é acusada de plágio em estudo sobre vírus

04/11/2009
A USP abriu uma sindicância interna para apurar uma acusação de plágio contra a reitora Suely Vilela e mais dez pessoas. Na prática, a universidade vai investigar sua própria reitora.

http://www.puccamp.br/servicos/detalhe.asp?id=48764

Palavras-chave: ética, plágio, reitora, Suely Vilela, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 13 comentários

outubro 08, 2009

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A esmagadora maioria dos uspianos não tem voz ou vez na escolha do reitor, mas podemos fazer deste espaço uma vitrine para os pretendentes declarados ao cargo.

Site institucional sobre as eleições
http://www.usp.br/eleicao2009/

Os candidatos:

Armando Corbani (IF, pró-reitor de pós-graduação)
http://corbaniferraz.net/
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=65281

Francisco Miraglia (IME)
http://www.ime.usp.br/~miraglia

Glaucius Oliva (Instituto de Física de São Carlos)
http://www.glauciusoliva.com.br/
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=64665

João Grandino Rodas (Faculdade de Direito)
http://grandinorodas.com.br/
http://universidadeparaquem.wordpress.com/2009/06/20/joao-grandino-rodas-da-toga-

Ruy Altafim (Escola de Engenharia de São Carlos, pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária)
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=65880

Sylvio Sawaya (FAU)
http://sylviosawayareitor.wordpress.com/
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,web-no-centro-da-u

Sonia Teresinha de Sousa Penin (Faculdade de Educação)
http://soniapenin.net.br
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=66325

Wanderley Messias da Costa (FFLCH)
http://www.wanderleymessias.com.br/
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=65568

Chico de Oliveira (FFLCH), (anti) candidato a reitor da USP
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/chico-de-oliveira-e-lan


Outros links:

Debate no Estadão
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,candidatos-a-reitor-da-u
'Estado' ouve candidatos a reitor
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,estado-ouve-candid

UNIVERSIDADE PARA QUEM? (blog)
http://universidadeparaquem.wordpress.com/category/eleicoes-para-reitor/

PCO:  Farsa eleitoral, Quem são os candidatos a reitor da USP
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=17473
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=17498

Palavras-chave: eleição reitoria, reitor, USP

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Universidade de São Paulo - USP | 6 comentários

setembro 11, 2009

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Melhor notícia entre todas aquelas relacionadas às eleições ;)

fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/chico-de-oliveira-e-lan

Chico de Oliveira é lançado (anti) candidato a reitor da USP

Ideia é discutir a democratização da universidade como um todo, incluindo eleições diretas para reitor; professor afirma à Rede Brasil Atual que reitora Suely Vilela não sabe da importância da instituição que administra

Por: João Peres

Publicado em 09/09/2009

Conhecido por suas opiniões contundentes a respeito da política brasileira, o professor Chico de Oliveira teve lançada nesta quarta-feira (9) sua (anti) candidatura a reitor da Universidade de São Paulo (USP).

Apesar do apoio do Sindicato dos Professores da USP e do Diretório Central de Estudantes, o docente não tem pretensões de chegar à administração central da maior universidade brasileira. A Associação dos Docentes da USP (Adusp) tem como política não apoiar candidatos enquanto não for alterado o atual sistema.

O professor tem algumas razões. Primeiro porque já foi "vítima" da aposentadoria compulsória, que atinge os que têm mais de 70 anos no serviço público. e também porque, diz o professor, jamais concordaria em sentar-se na cadeira de reitor com a atual estrutura ostentada pela USP.

Entrevista

Chico de Oliveira

Cientista político e professor aposentado da USP

Sua candidatura, além de protesto à ausência de eleições diretas para reitor, pretende colocar em discussão a convocação de uma Estatuinte que promova uma redemocratização da universidade.

Em entrevista à Rede Brasil Atual, ele afirma que a atual reitora, Suely Vilela, não tem ideia da importância da instituição que comanda e culpa o governo paulista – liderado há uma década e meia pelo PSDB – pelo processo de “privatizar pelas bordas” o ensino universitário do estado.

O autor de “Crítica à razão dualista” afirma que o sistema universitário público brasileiro é uma façanha por estar presente em todos os estados, mas lembra que a USP tem vários aspectos de seu célebre estudo “O ornitorrinco”.

Resumido de forma simplista, o estudo de Chico de Oliveira mostra que o Brasil está na metade do caminho evolutivo, com características conflitantes entre o desenvolvimento e a mais absoluta desigualdade – daí o ornitorrinco, que não é nem mamífero, nem anfíbio.

RBA – O principal de sua candidatura é chamar atenção para as eleições diretas?

É chamar atenção para o processo de democratização mais ampla da USP. Eleição direta pode ser um elemento para isso, mas nossa intenção é abrir uma discussão sobre a universidade, que está muito relegada pela própria sociedade e se debate sozinha dentro dela. Evidentemente, as forças que têm mais poder controlam o processo.

RBA – Por que a USP não conseguiu caminhar no sentido da democratização, não só de eleições diretas para reitor, mas da estrutura como um todo?

O paradoxo é que a USP é muito poderosa. Primeiro, tem um orçamento muito importante, que talvez seja maior que o de parte dos estados brasileiros. Ela não é pouca coisa. Depois, é a principal universidade brasileira na produção de conhecimento. Isso é muito bom para os cursos que controlam a universidade. É uma grife muito poderosa e é isso que as fundações privadas estão fazendo dentro da USP: com um trabalho barato de pesquisadores, funcionários e até mesmo estudantes. Essa estrutura de poder é muito interessante para eles todos.

RBA– Que avaliação o senhor faz da gestão da reitora Suely Vilela?

Desde o princípio, é muito desastrosa. Eu participei na greve de 2007 de uma comissão de professores que quase se autonomeou. Não havia mais diálogo. A Adusp estava “escanteada” do processo e a reitora não recebia os funcionários. Então, nós nos autonomeamos e fomos ao gabinete dela. É impressionante como ela não conhece a universidade da qual é reitora. E este ano foi pior. Ela não impediu a polícia de entrar. 

Não sabe da grandiloquência da USP para o Brasil. A USP forma docentes, pesquisadores, professores para todo o país, não só para São Paulo. Há estudantes que vêm aqui com bolsa para fazer mestrado, doutorado, pós-doutorado. Já nem se precisa ir ao exterior fazer um pós-doutorado. Essa é a importância que a reitora não percebe.

RBA – Quando a Polícia Militar invadiu o campus, em junho, houve rapidamente uma mobilização contra a atitude. Mas vieram as férias e aparentemente houve uma perda para a discussão. Esse é um reflexo da sociedade dentro da USP?

O refluxo é natural pelas férias, que desmobilizam mesmo. Depois, para remobilizar sem o calor da hora é muito difícil. Mesmo assim, os estudantes estão parcialmente mobilizados e os funcionários estão muito mobilizados. O movimento é menor entre os docentes.

É claro que a USP reflete muito o que se passa fora dela. Há um certo refluxo geral dos movimentos sociais do qual a universidade dificilmente escaparia.

RBA – Essa baixa mobilização docente, ainda que não seja novidade, a que se atribui?

O clássico aforismo de Kennedy: “a vitória tem muitos pais. Só a derrota que é órfã”. O que há, na verdade, é um sucesso do ponto de vista profissional. Esse sucesso do ponto de vista profissional desmobiliza para dentro da universidade. As grandes unidades da USP são unidades de êxito. A Faculdade de Medicina está entre as mais importantes do país. A Faculdade de Direito forma os advogados mais caros do Brasil. Há a Politécnica, que é uma grande escola, de pesquisa técnica muito interessante. E há as unidades menores, que são menos interessantes do ponto de vista do que se chama mercado.

Então, essas grandes unidades já não se mobilizam porque são unidades de muito êxito profissional. As unidades menores e menos prestigiadas são importantes, mas ninguém presta atenção a elas. A Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) é uma espécie de matriz da universidade. Hoje ela é muito fraca do ponto de vista dos recursos que tem, do poder dentro da USP. Eu sou professor, aposentado, da unidade de Ciências Sociais. Essa unidade não tem um auditório digno do nome. Todas as salas de aulas péssimas, no geral, porque aquele prédio foi feito por alguém que não gosta nem de estudante, nem de professor nem de funcionário. É muito desigual a distribuição de poder dentro da universidade e o prestígio que a sociedade confere a cada unidade.

RBA – Se levarmos em conta o estudo do senhor “O ornitorrinco”, quais os aspectos mais evidentes dentro da USP?

Esse, por exemplo, das desigualdades dentro da universidade. Ela é muito segmentada. Você tem o Conselho Universitário, que é onde os professores têm todo o poder, e estudantes e funcionários têm uma representação apenas simbólica. Esse é um caso de ornitorrinco.

O Brasil construiu um sistema universitário público que é quase único no mundo. Você tem universidade pública do Amazonas ao Rio Grande do Sul varando todos os estados. Isso foi feito num país que saiu do escravismo e que foi o único das Américas a criar sua universidade só no século XX. Apesar desse esforço, agora queremos entregar barato essa enorme façanha. É uma façanha ter um sistema vigoroso. Queremos privatizar, e privatizar pelas bordas, de forma bastante perversa.

RBAO governo estadual, que vai completar 16 anos, tem qual papel nessa privatização?

Tem um papel muito importante – e negativo. Esse senhor governador tem uma atitude perante à universidade que é bastante negativa. Ele não cita constantemente, nem é citado constantemente, mas é professor da Unicamp. Deve fazer 30 anos que não dá uma aula, mas é professor. Foi acolhido e deram a ele esse posto. Não parece.

O senhor Paulo Renato (atual secretário de Educação de São Paulo), que foi ministro da Educação, foi reitor da Unicamp. Fernando Henrique Cardoso é formado pela USP no tempo da mítica Maria Antônia. Parece que eles odeiam a universidade onde eles estudaram. Foi onde se alçaram para a vida pública e agora parece que odeiam. Eu confesso que não entendo qual é essa birra que têm com a universidade pública. Deveriam se orgulhar dessa façanha.

A universidade é o patamar a partir do qual o país pode fazer sua independência técnica e científica. A prioridade que se dá à universidade é lastimável.

Palavras-chave: 2009, anticandidato, candidato, candidatura, chico de oliveira, eleições, eleições para reitor, entrevista, reitor, reitoria, usp

Postado por gabriel fernandes em Universidade de São Paulo - USP | 1 usuário votou. 1 voto | 3 comentários

agosto 19, 2009

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Confira os vídeos sobre Influenza A (H1N1). A Escola de Enfermagem e o departamento de Enfermagem do Hospital Universitário, em parceria com a Telemedicina da Faculdade de Medicina da USP, participaram da elaboração do vídeo Higienização Mãos.

http://www.ee.usp.br/noticia/influenza/

Alguém saberia converter os primeiros dois links (arquivos .wmv) para .flv? Se colocar os arquivos convertidos aqui no seu espaço de arquivos no Stoa aqui, posso "embeddar" eles aqui neste post.

Palavras-chave: H1N1, influenza A

Postado por Ewout ter Haar em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

maio 10, 2009

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seminário

seminário
são paulo - projetos perspectivas polêmicas

15.05.09 6ª feira 16h
Auditório Ariosto Mila - FAUUSP
Rua do Lago, 876 - Cidade Universitária

mesa 1 visões do urbano
[panorama sobre o Plano Diretor]

  • Ivan Carlos Maglio - ex-diretor de planejamento da SEMPLA - Secretaria Municipal de Planejamento  de São Paulo
  • Eduardo Della Manna - SECOVI - Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
  • Raquel Rolnik - FAUUSP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP

mesa 2 práticas no urbano
[o processo de revisão do Plano Diretor]
  • Raimundo Bonfim - Central dos Movimentos de Moradia
  • Heitor Marzagão - Movimento Defenda São Paulo
  • Chico Macena - vereador [PT], membro da Comissão de Política Urbana da Câmara
  • José Police Neto - vereador [PSDB], relator da Comissão de Política Urbana da Câmara
  • Flavio Villaça - FAUUSP - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP

organização:
epa! - Espaço Projeto e Ação - núcleo do gfau
gfau - Grêmio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP
AEUSP - Associação de Educadores da USP
Rede Butantã de Entidades e Forças Sociais

http://www.fau.usp.br/eventos/seminarios/index.html

Postado por gabriel fernandes em Universidade de São Paulo - USP | 0 comentário

abril 16, 2009

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Olhei a comunidade e nao encontrei nada, entao posto aqui a respeito da Virada Cultural 2009 que acontecerá em São Paulo, dia 2 e 3 de maio..
segue o link da programação:

http://viradacultural.org/programacao

Espero que gostem e possam aproveitar ao máximo!
Um grande beijo a todos!

Tata ^^

Palavras-chave: 2009, cultura, shows, Virada Cultural

Postado por Taís Batuíra Ribeiro em Universidade de São Paulo - USP | 3 usuários votaram. 3 votos | 5 comentários

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