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Outubro 28, 2012

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Postado por Marcelo Li Koga

Durante o Restaurant Week (RW), eu e o pessoal do LTI resolvemos conhecer um restaurante e o escolhido foi o Monet. Agora relato como foi a experiência.

Um dos meus colegas tentou ligar lá pra reservar mas eles não atendiam, então falei pra reservarmos online (através do Restorando.com.br). O próprio site do Restaurant Week fornece essa opção. Segue parte do diálogo:

Colega: Não...esse negócio de reserva online não vai dar certo.
Eu: Vai sim! Tem que dar certo! Restaurant Week é um grande evento e no próprio site tem a opção de reservar!
Colega: Não vai funcionar. Aposto que vamos chegar lá e ficar esperando.
Eu: Tem que ser muita incompetência se não funcionar! E hoje é um dos últimos dias do evento, eles já estão acostumados com as reservas online! Vamos acreditar no serviço web!

Acabou que eu reservei online, 8 lugares e o site me confirmou a reserva para as 13h.

Chegando lá, qual não foi a surpresa quando a atendente disse que não havia reserva. Incrível. Isso me lembrou uma cena muito boa de Seinfeld, que até tentei imitar. Realmente a reserva online foi igual a nada. Ficamos lá esperando por mais de 30 minutos com a atendente não fazendo o mínimo esforço pra resolver algo. Até que nós mesmos sugerimos uma solução, que fez com que sentássemos em 2 mesas separadas.

Os garçons eram muito atrapalhados, a comida era média (tartare de entrada bom, carne bem ruinzinha e sobremesa ok) e o preço seria o mesmo com ou sem RW. Ou seja, mais um restaurante se aproveitando da fama do evento para atrair consumidores, sem oferecer a proposta real do RW, que é um preço reduzido.

Veredito: não voltar.

 

 

Palavras-chave: restaurante monet, restorando, seinfeld

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Dezembro 06, 2010

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Postado por Marcelo Li Koga

 

Olá pessoal!

Como projeto de formatura, eu, Guilherme Carvalho Januário e Leonardo Alexandre Ferreira Leite estamos desenvolvendo o Poli-Libras, um tradutor de português para Libras, que é a Língua Brasileira de Sinais, usada por todos os surdos do Brasil.

Aproveito já para convidar a todos a comparecerem no evento de apresentação do projeto (com todos os outros TCC's da computação também) dia 13/12, no galpão do lado do prédio da Administração da Poli/USP, entre as 10h e 17h.

E maiores informações sobre o projeto podem ser encontradas em: www.polilibras.com.br

Abaixo segue o resumo do projeto:

Neste trabalho pretende-se criar uma ferramenta de tradução automatizada de frases em português para uma sequência de sinais em LIBRAS, a Língua Brasileira de Sinais, utilizada pelos surdos no Brasil. A saída gerada deve ser representada graficamente por um avatar 3D e o processo de tradução deve levar em conta aspectos sintáticos das línguas envolvidas, evitando a geração do chamado português sinalizado (correspondência direta um-pra-um entre palavras em português e sinais), o que seria de pouco interesse aos surdos. Como diferencial de outros projetos relacionados à tradução de LIBRAS, pretendemos produzir um sistema aberto (open source) que permita à comunidade acompanhar seu desenvolvimento e também a outros interessados em desenvolver novas aplicações úteis à comunidade surda utilizarem módulos de nossos sistema, sendo que para este último aspecto pretende-se gerar um sistema modular, conferindo maior reusabilidade ao software.

Palavras-chave: Computação, formatura, libras, pcs, sinais, tcc, Tradução

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Novembro 10, 2010

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Postado por Marcelo Li Koga

Na disciplina PCS2554 - Engenharia da Informação do prof. Moacyr Martucci, última terça (09/11/2010) tivemos que fazer uma apresentação sobre o tema: "Java EE, EJB e Java ME". Estou compartilhando esse trabalho aqui então. Nele discorremos sobre algumas características e tecnologias presentes no Java EE (Enterprise Edition) e no ME (Micro Edition), incluindo a especificação EJB (Enterprise Java Beans) que faz parte do Java EE.

Feito por Guilherme Januário, Leonardo Leite e Marcelo Li Koga.

Baixe aqui: Java EE, EJB e Java ME

Palavras-chave: distribuído, j2ee, j2me, java, moacyr, poli

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Agosto 01, 2010

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Postado por Marcelo Li Koga

Ano passado fiz uma disciplina bem interessante, chamada PCS2510 - Multimídia e Hipermídia, onde vimos conceitos de multimídia e computação gráfica além de contar com atividades no laboratório para essa parte gráfica. 

E justamente para exercitar os conceitos como perspectiva, desenhos 2D e 3D, transformações geométricas, iluminação e etc., utilizamos uma biblioteca Java livre, o Processing. Na realidade, mais do que uma biblioteca, o Processing nos oferece um ambiente de desenvolvimento completo e ele facilita bastante na hora de programar, tirando algumas preocupações da linguagem como imports para deixar o foco no problema. Ele fica uma camada acima do OpenGL (por exemplo) e nos fornece uma API bem simples e fácil de usar.

A figura abaixo mostra a cara do Processing. Nela podemos ver também um exemplo de código bem simples. Todo o código para gerar o cubo (que gira com o movimento do mouse) é simplesmente esse.

Processing

Nesse pequeno código já vemos várias funções interessantes. Basicamente devemos implementar os métodos setup() que é executado no início e o draw(), que fica em loop, desenhando cada frame. No início, definimos a cor de fundo como cinza. Aqui está demonstrado também o uso do translate() para mover a referência pro centro da tela, um método de rotação no eixo Y (rotateY()), que está ajustado para depender do parâmetro mouseX, ou seja, conforme mexemos o mouse horizontalmente, o cubo girará. Tem também um para modificar a escala, scale(), fazendo um zoom in e out de acordo com mouseY. Por fim, o método box() desenha o cubo. E como dito anteriormente, esse método fica em loop, então toda vez a tela será primeiro "limpada" com o fundo todo cinza e a caixa será desenhada novamente, de acordo com seus atributos momentâneos.

E o produto final gerado pelo Processing é um applet Java, que pode facilmente ser incorporado em qualquer página HTML. Como exemplo de jogo criado usando o Processing, deixo nosso trabalho final da disciplina (fizemos eu, Luciano Hirata e Carmelo Alzate), que é um joguinho de nave em 3D, o KonquerSpace. O código do jogo é livre e pode ser acesado no link a seguir também.

KonquerSpace

 

É claro que a criação de um jogo não é só a parte da computação gráfica, antes existe todo o processo do design do mesmo, assunto o qual eu (ainda) não entendo nada (agora estou fazendo a disciplina de Design de games hehe!). Concluindo, o Processing pode ser uma boa ferramenta para se fazer protótipos de games e algumas brincadeiras com computação gráfica, sem muita dor de cabeça.

Links:

KonquerSpace: http://www.cee.poli.usp.br/mlk/konquerspace/

Um outro exemplo, de jogo 2D: http://www.cee.poli.usp.br/mlk/breakout/

 

 

 

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