<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/rss/direitos+animais/rssstyles.xsl"?>

<rss version='2.0'   xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'>
    <channel xml:base='http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/'>
        <title><![CDATA[Maurício Kanno : Itens do blog com os Tags direitos animais]]></title>
        <description><![CDATA[Blog de Maurício Kanno, hospedado no Stoa.]]></description>
        <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/</link>        
        <item>
            <title><![CDATA[Minha experiência no 12º Festival Vegano Internacional e no Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55977.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55977.html</guid>
            <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 06:25:57 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[evento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Geda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Rio de Janeiro]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[PUC]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span style="color:#333333; font-size: 13px; line-height: 19px;"><em>Geda, interação, palestras ao mesmo tempo, programação no site e refeições</em><br /><br />(10/08/09) Fui convidado para apresentar neste festival, em palestra, a experiência com o Grupo de Estudos de Direitos Animais (Geda), que fundei em São Paulo. O convite partiu de Marly Winckler, organizadora do evento, que aconteceu no Rio de Janeiro, entre 22 e 25 de julho de 2009.<br /><br />Ela me pediu um depoimento, e aqui está. Para mim foi sinceramente uma honra participar, ainda por cima como palestrante, de um evento como este, tão grandioso e com convidados internacionais e também de diferentes Estados do Brasil. Aliás, rever a própria Marly, que eu havia conhecido pessoalmente e encontrado apenas uma vez, quando estava começando meu caminho no movimento, e com quem me correspondia com alguma requência, também era importante. Ela era uma inspiração.<br /><br />Ultimamente, eu estava procurando me afastar um tanto das atividades pelos direitos animais, focando questões pessoais em atraso, especialmente profissionais. Por isso inclusive a socióloga e professora Tânia Vizachri acabou assumindo a organização do Geda, com apoio de outros importantes colaboradores, a quem agradeço. Assim, o tempo e dinheiro investido na viagem me faziam hesitar.<br /><br />Mas a oportunidade de apresentar o grupo em um evento como este e conhecer o Rio de Janeiro – famosíssima cidade em que eu jamais havia colocado os pés, mesmo morando em Estado vizinho – me impulsionaram muito na decisão de aceitar o convite e ir. Além de ter o amigo Bruno Müller para hospedar e desfrutar da companhia na cidade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Minha palestra sobre o Geda</span><br />Por volta de 12 pessoas assistiram minha apresentação, com powerpoint atualizado no dia da partida, sexta-feira – viajei de madrugada para poupar tempo. Foi mesmo muito gratificante ver pessoas de outro lugar do Brasil interessadas na experiência do grupo de estudos, perguntando detalhes de organização e programação, pensando até em montar atividades similares em sua própria cidade. <br /><br />A maioria, me parece, eram mesmo do Rio, mas também havia um rapaz de Belo Horizonte, que havia conversado comigo antes da palestra, logo que cheguei ao evento, já demonstrando seu interesse no tema. Charles de Freitas Lima, famoso ativista que conhecia de nome pelas listas de discussão sobre direitos animais, foi outro presente que me honrou com sua presença e interesse. <br /><br />Quem se interessar, pode ver o <strong>powerpoint</strong> aqui (não consegui embeddar na página...): </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; color: #444444; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10px; white-space: pre;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333; font-size: small;"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px; white-space: normal;"><a href="http://www.slideshare.net/mauriciokanno/histria-geda-rio">http://www.slideshare.net/mauriciokanno/histria-geda-rio</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#333333; font-size: 13px; line-height: 19px;">E pode ouvir o <strong>áudio</strong> da palestra aqui (que vergonha me ouvir falando!): <br /><a href="http://geda.podomatic.com/entry/2009-08-09T23_06_02-07_00">http://geda.podomatic.com/entry/2009-08-09T23_06_02-07_00</a> <br /><br />Nesta página aparecem informações sobre o Geda e eu mesmo, <a href="http://www.svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=80:geda-mauricio-kanno&amp;catid=14&amp;Itemid=27&amp;lang=pt">no site do Festival</a>.<br /><br />(download do ppt aqui:<a href="http://sites.google.com/site/grupogeda/arquivos/historia-geda-24-07-09.ppt">http://sites.google.com/site/grupogeda/arquivos/historia-geda-24-07-09.ppt</a> )<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Festival e o grupo de estudos</span><br />Pra ser sincero, mesmo sendo novo no movimento, já estou um pouco cansado de palestras sobre direitos animais. Parece paradoxal dizer isso, vindo de alguém de um grupo de estudos, não? Mas a dinâmica de eventos proposta do Geda é bastante diferente. <br /><br />Ao invés de uma grande concentração de palestras em alguns dias seguidos, fazemos apenas duas, separadas por um intervalo com lanche e bate-papo, e tudo isso em apenas 3 horas, uma vez por mês. Isso é mais palatável para mim. <br /><br />É claro, eventos de imersão como este 12º Festival Vegano Internacional, além do 2º Seminário de Direitos Animais da USP e o 1º Encontro Nacional de Direitos Animais, tendo participado destes últimos no ano passado, são louváveis, especialmente para quem mora longe dos grandes centros urbanos e fica mais fácil separar dias seguidos para viajar e se dedicar. É minha posição pessoal, mas de todo modo ofereço a proposta alternativa a quem interesse. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Interação com os participantes</span><br />Foi muito bacana poder conversar com pessoas de países diferentes; por exemplo, em inglês com um professor que trabalhou toda a vida em Londres e agora mora na Califórnia; em espanhol com uma estudante intercambista que veio da Califórnia, filha de indianos; e conhecer especialmente tanta gente do Rio, entre outros que só conhecia virtualmente, como Thaís Shanti e Eliane Lima. Além de rever os ativistas de São Paulo. <br /><br />Na verdade, para mim, isto é o essencial de um evento grande como este: conhecer pessoas diferentes. Então, tinha vezes até que acabava ficando mesmo de fora das palestras pra bater um papo com alguns. Esta interação informal me parece essencial, e seria bacana oferecer mais espaço para isso. <br /><br />Pena que perdi a oportunidade de conhecer pessoalmente o Carlos Naconecy, doutor em Filosofia cujo livro “Ética &amp; Animais: um guia de argumentação filosófica” foi essencial para mim e foi base para muitos dos primeiros eventos do Geda. Um mentor a quem devo muita orientação, inclusive pela troca de ideias por e-mails. <br /><br />Quando o festival estava encerrando, eu, caindo de sono de cansaço, acabei indo embora, e meu amigo Leon Denis me disse que Naconecy havia me procurado pouco depois de minha saída, com a amiga Vânia Daró. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Palestras ao mesmo tempo</span><br />Não sei se é estratégico colocar mais de uma palestra ao mesmo tempo, ainda mais tantas de cada vez. Isso sobrecarrega e dispersa a atenção dos participantes. Era triste ver meio vazio o auditório grande em que ocorreu a palestra da esperada escritora Regina Rheda, que veio dos EUA. <br /><br />Ouvi frustração a respeito de haver na programação ao mesmo tempo mais de um super-palestrante que o participante queria ver, por exemplo. Quando isso ocorria comigo – e era frequente – a minha própria tática, apesar de isso parecer não muito polido, além de superficial; foi ver um pedaço da palestra de um, e um pedaço da palestra de outro; como fiz com a Patrícia, que falou sobre sua bela experiência do Santuário das Fadas. <br /><br />Por outro lado, é claro que isso possibilita um grande leque de opções para os participantes, claro. Dificilmente a minha palestra aconteceria se houvesse apenas uma por vez, que privilegiaria os medalhões do movimento. Isso possibilitou que o público pudesse tomar contato com diferentes experiências e ideias, até com as minhas, de um novato de apenas pouco mais de um ano e meio de ativismo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Programação no site</span><br />Outra dificuldade que tive foi me programar com antecedência, já que eu sabia apenas o horário da minha palestra. Pude ver folhetos completíssimos com a farta programação ao chegar, mas realmente não consegui encontrar pelo site antes essa programação, somente os nomes dos convidados e suas biografias, sem referências específicas de horários. <br /><br />Um destaque para a tabela geral no menu principal do topo ia bem. Depois acabei achando, mas estava em ordem alfabética no vasto menu lateral como “Programa”, o que um desavisado como eu acabou deixando passar. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Refeições</span><br />Também proponho dar mais atenção às refeições. Parecia não haver oferta de almoço pra valer na hora do almoço, mas somente lanches dos estandes. É claro, adorei prová-los, deliciosos, como hambúrgueres e pastéis, mas ouvi queixas de participantes a respeito dessa falta durante a semana, tendo que se virar com os lanches. Um deles resolveu até sair do festival para almoçar fora em um dos dias. <br /><br />Infelizmente perdi o “Junta-Prato” que ocorreu somente no sábado; acabei me dando conta de que ocorria quando já estava terminando... <br /><br />Maurício Kanno</span></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA["Pierre e os veganos", narração de conto infantil - parte 1]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55592.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55592.html</guid>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2009 03:21:27 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[veganos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[pierre]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[nazareth]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[narração]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[kanno]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[infantil]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[fazenda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[cordeiro]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[conto]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[áudio]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[artes]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<img align="right"  src="http://1.bp.blogspot.com/_zCA-ZZbfKB8/SnZVqY6nIAI/AAAAAAAAGLM/S362F7M8j-k/s320/Pierre.jpg">Minha narrativa de conto de Maria de Nazareth Agra Hassen, de Porto Alegre, sobre um cordeiro que descobre que o mundo não é assim tão maravilhoso como pensava... mas ainda assim, encontra esperanças em certo grupo de humanos: os veganos. 

<img style="hidden;width:0px;height:0px;"  border="0"  width="0"  height="0"  src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNDkyNjc1NDU*MjMmcHQ9MTI*OTI2NzU3MDUwOSZwPTg*NjgxJmQ9Jmc9MSZvPTViMzYyNjliYTU3NDQwODA4NmYxNGMyNDUzOWViYzFmJm9mPTA=.gif" /><div style="font-size:15;font-weight:bold;font-family:arial; width:320px; border:2px outset #DCDCDC; padding: 5px">
  <div>
    <div style="left"><a href="http://animao.podOmatic.com/entry/2009-08-02T11_11_34-07_00"  style="text-decoration:none"  title="Pierre e os veganos - narração, parte1">Pierre e os veganos - narração, parte1</a></div><br />
    <div style="left"><a href="http://animao.podOmatic.com"  style="text-decoration:none; color:gray"  title="Maurício Kanno's Podcast">Maurício Kanno's Podcast</a></div>
  <br clear="all" />
  </div>
  <div style="margin-bottom:-5px;">
  <embed type="application/x-shockwave-flash"  src="http://www.podomatic.com/swf/jwplayer44.swf"  width="320"  height="20"  allowscriptaccess="always"  allowfullscreen="true"  flashvars="height=20&width=320&file=UDS9/-5/17/46/animao/media/published/2045997_stnd.mp3&streamer=rtmp://streams.podomatic.com/vod"></embed>
</div>
<div><a target="animao"  href="http://animao.podOmatic.com/entry/2009-08-02T11_11_34-07_00"><img src="http://www.podomatic.com/images/share/player_logo.jpg"  border="0" /></a>
</div>

</div>
<br><a border="0"  href="http://www.gigyamailbutton.com/wildfire/gigyamailbutton.ashx?url=aHR*cDovL3dpbGRmaXJlLmdpZ3lhLmNvbS93aWxkZmlyZS93ZnBvcC5hc3B4P21vZHVsZT1lbWFpbCZ1cmw9aHR*cCUzYSUyZiUyZnd3dy5wb2RvbWF*aWMuY29tJTJmcG9kY2FzdCUyZmVtYmVkJTJmMTIyNzI*NiUyZjEwMDU5NzE="  target="_blank"><img src="http://cdn.gigya.com/wildfire/i/includeShareButton.gif"  border="0"  width="60"  height="20" /></a>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Biblioteca municipal sedia estudos sobre Ética Animal e Argumentação por um semestre]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/41029.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/41029.html</guid>
            <pubDate>Mon, 19 Jan 2009 17:49:30 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Filosofia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Jabaquara]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[argumentação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[biblioteca]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[debates]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[eventos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[palestras]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[GEDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Este sábado, 24 de janeiro, 15 às 18 horas, na <strong>Biblioteca
Paulo Duarte</strong>, próxima do metrô Jabaquara, SP, ocorre o 1º evento de formação de
2009 realizado pelo <strong>Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA)</strong>. Neste ano, além
das tradicionais palestras-debates sobre Ética Animal em si; há também
palestras-oficinas para aperfeiçoar a habilidade argumentativa dos
participantes, com o objetivo de promover discussões eficientes em qualquer área.
</p><div><div>

<p>Os temas abordados no evento de janeiro serão: &quot;Senciência, capacidade
de sentir consciente e emocionalmente, como critério para direitos morais&quot;,
apresentado pelo bacharel em Direito Cláudio Godoy; &quot;Limites biológicos para a
senciência&quot;, pela bióloga Kátia Tavares; e &quot;A arte de ter razão&quot;, livro do
filósofo<span> Arthur</span> Schopenhauer, apresentado pelo
advogado Hugo Chusyd.<span> </span></p>



<p>Para o restante do 1º semestre, até junho, na linha de <u>Ética
Animal</u>, estão programadas palestras-debates sobre subjetivismo ético,
direitos humanos, mutualismo, policiamento da natureza, sistemas político-econômicos,
experimentação animal e métodos alternativos. </p>



</div><p>Na linha de <u>Técnicas de Argumentação</u>, serão enfocados
os meios digitais, situações difíceis argumentativas e técnicas de fala ativa e
eficiente. Além disso, a jornalista Silvana Andrade, criadora da Agência de Notícias de Direitos Animais <a href="http://anda.jor.br/"  target="_blank">(ANDA)</a>, dará dicas de como relacionar-se
com a mídia; e o professor de Filosofia Leon Denis contará sua experiência educando
adolescentes no Ensino Médio sobre Ética Animal. </p>



</div><p><strong>Programação em formato de cartazes para consulta, impressão e divulgação:
</strong></p><div><div><div>

<p>Janeiro: <a href="http://gedasp.org/geda2009janeiro.pdf"  target="_blank">http://gedasp.org/geda2009janeiro.pdf</a></p>

<p>1º semestre: <a href="http://gedasp.org/geda2009semestre1.pdf"  target="_blank">http://gedasp.org/geda2009semestre1.pdf</a></p>



</div><p><strong>Eventos mensais desde 2007</strong></p><div>

<p>Os eventos são livres e gratuitos a todo interessado, um
sábado por mês, no mesmo horário. Não há necessidade de inscrição, apenas a
organização do evento pede que seja comunicada de seu interesse para que possa
receber melhor os participantes, de acordo com seu número. </p>



</div></div><p>O GEDA é um grupo de estudos independente formado por
profissionais em geral, professores e estudantes de diferentes
formações, que organiza
palestras-debates mensais sobre direitos animais desde novembro de
2007. Os
temas são conduzidos por voluntários baseados em livros e artigos
selecionados,
ou, excepcionalmente, sua própria experiência. </p><div>



<p><strong>Local</strong>:<span> saguão da <u>biblioteca
municipal</u></span><u> Paulo Duarte</u>, que fica na Rua Arsênio Tavolieri, 45,
São Paulo, junto ao Centro Cultural Jabaquara, perto da estação de metrô Jabaquara. A
partir do metrô, atravesse a Rua Jequitibás e vire à esquerda na Av. Francisco
de Paula Quintanilha Ribeiro.</p><div>





<p><strong>Mais informações com o grupo: </strong><u>Grupo de Estudos de Direitos
Animais</u>: (11) 9564-4568 - <a href="mailto:grupogeda@gmail.com"  target="_blank">grupogeda@gmail.com</a> - <a href="http://www.gedasp.org/"  target="_blank">http://www.gedasp.org/</a></p>






<p><strong><u>Informações sobre a Biblioteca Paulo Duarte</u></strong>: (11) 5011-8819 - <a href="mailto:bmpauloduarte@yahoo.com.br"  target="_blank">bmpauloduarte@yahoo.com.br</a> - <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/pauloduarte/index.php?p=192"  target="_blank">http://www.prefeitura.sp.gov.br/cid...</a></p>







</div><p><em>Maurício Kanno</em></p><p>Jornalista e organizador GEDA</p></div></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Migração para Agência de Notícias de Direitos Animais e Twitter]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/40483.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/40483.html</guid>
            <pubDate>Thu, 08 Jan 2009 21:48:03 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Twitter]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Agência de Notícias de Direitos Animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[agência de notícias]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[artigos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[blog]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[coluna]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[escrever]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[mini-posts]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[quadrinhos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[tempo]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ANDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Oiê, turma... Só gostaria de dizer que tô sumido do Stoa por ser responsável, há um mês e meio, por uma <a href="http://anda.imprensa.ws/Colunas.php?idColunista=36"  target="_blank">coluna semanal sobre animação, quadrinhos e direitos animais</a>, na <a href="http://www.anda.jor.br/"  target="_blank">Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA)</a>. Aí acaba não sobrando muito tempo pra blogar, sabe como é... Produzir esses artigos dá um certo trabalho, mas é legal, porque une os assuntos que mais curto, e me força a escrever de maneira bem feita e trabalhada, pesquisada e estruturada. Toda sexta-feira tem artigo novo, amanhã chega o sétimo. </p><p>Ainda me dá vontade de blogar sempre, mas pra isso acabei aderindo ao sistema do <a href="http://twitter.com/animao"  target="_blank">Twitter</a>, em que o tamanho do post é mínimo: 2 linhas. Lá estou atualizando sempre, é uma ótima pra contar algo de novo de maneira bem concisa, e sem investir tanto tempo. Ótimo treinamento jornalístico, por sinal, eheh. A indicação foi da colega de profissão Carolina de Barros.  </p><p>Grande abraço e grandioso 2009! </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Panorama internacional de direitos animais em evento de 1 ano de debates do Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/38630.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/38630.html</guid>
            <pubDate>Sat, 06 Dec 2008 18:02:43 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Estados Unidos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internacional]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[educação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[argumentação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Japão]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Vegethus]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Israel]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Inglaterra]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Grupo de Estudos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[GEDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse; color: #000000; font-family: arial; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px"><p style="margin:14pt 0in"><img src="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/files/-1/7288/logo_geda_puro.jpg"  border="0"  alt="logo GEDA"  hspace="10"  width="296"  height="141"  align="right" />No dia 13 de<span class="Apple-converted-space"> </span><span>dezembro de 2008,<span class="Apple-converted-space"> </span></span>o Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA) realiza seu 13º evento mensal de formação sobre o assunto, livre e gratuito aos interessados. Será no sábado, das 15h30 às 18h30,<span class="Apple-converted-space"> </span><span>n</span>o<span class="Apple-converted-space"> </span><span>restaurante<span class="Apple-converted-space"> </span></span>Vegethus, com mediação de Cláudio Godoy.</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span>Primeiro estará em debate a situação dos direitos<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>animais no mundo, com<span class="Apple-converted-space"> </span></span>experiências nos<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Estados Unidos</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(professor da USP Artur Matuck e nutricionista George Guimarães),<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Inglaterra</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(estudante de Direito da USP Bruna Moliga),<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Israel </u>(advogado Hugo Chusyd) e<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Japão</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(jornalista graduado na USP Maurício Kanno).</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span>Em seguida, o redator Dimas Gomez explicará como responder a três argumentos contrários aos animais: da<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Biodiversidade</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(animais usados não estão ameaçados de extinção), do<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Favor</u> (muitos animais só existem por serem criados pelos humanos) e o<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Pragmático</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(seria impossível viver sem causar algum sofrimento aos animais). Os argumentos são os últimos analisados no livro<span class="Apple-converted-space"> </span><em>Ética &amp; Animais</em><span class="Apple-converted-space"> </span>–<span class="Apple-converted-space"> </span><em>Um Guia de Argumentação Filosófica</em>, do filósofo Carlos<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>Naconecy. E este é o<span class="Apple-converted-space"> </span></span>último de nove encontros independentes em que a obra está sendo estudada.</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span><strong>Almoço</strong><span class="Apple-converted-space"> </span><strong>comemorativo<span class="Apple-converted-space"> </span></strong>- Antes do evento em si, às 14 horas, no mesmo dia e local, acontece o almoço comemorativo de 1 ano do<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>grupo de estudos. Se interessar, o sistema é</span><span class="Apple-converted-space"> </span>self-service, inclui sucos e sobremesas, e tem o preço fixo de R$ 19,50.</p><p style="margin:14pt 0in">O endereço do Vegethus – Vila Mariana é Rua Padre Machado, 51, São Paulo – SP, próximo à estação de metrô Santa Cruz. Telefone: (11) 5539-3635.</p><p style="margin:14pt 0in"><strong>Mais informações</strong>: (11) 9564-4568 ou<span class="Apple-converted-space"> </span><a href="mailto:grupogeda@gmail.com"  target="_blank">grupogeda@gmail.com</a><span class="Apple-converted-space"> </span>,<span class="Apple-converted-space"> </span><span>com Maurício</span>.</p><p>[Arte do Logo: publicitário Rogério Carnaval]</p><p>==========================</p><div><br /></div><div>Caso possível, por favor, imprima o <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/files/-1/7287/Evento+de+1+ano+do+GEDA+discute+direitos+animais+no+exterior+e+3+argumentos+-+3.pdf"  target="_blank">pdf de divulgação</a> e divulgue na instituição que freqüenta!</div><div><br />Grande abraço,<br /><br />Maurício Kanno<span class="Apple-converted-space"> <br /></span></div></span>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Fotos do seminário Direitos dos Animais em Debate: As Faces da Intolerância]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/37054.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/37054.html</guid>
            <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 04:02:27 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[seminário]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[intolerância]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[respeito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[fotos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Vânia Rall Daró]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[USP]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Paulo Santos de Almeida]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Laerte Levai]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[História]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Artur Matuck]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[César Ades]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Realizado em 6 e 7 de novembro, no auditório do Departamento de História da USP. </p><p>Link com todas minhas fotos: <a href="http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/SeminRioDeDireitosAnimaisNaUSP#">http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/SeminRioDeDireitosAnimaisNaUSP#</a></p><p>Leia a programação do evento aqui: <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/35356.html">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/35356.html</a> </p><p>Seguem 4 delas: </p><p><img src="http://lh3.ggpht.com/_zCA-ZZbfKB8/SSTEm9Dvu-I/AAAAAAAAD7M/FTL_rQT5Dm0/s720/DSC_0178.jpg"  border="0"  width="575"  height="385" /> </p><p><strong>Laerte Fernando Levai (promotor de justiça/Ministério Público do Estado de São Paulo), um dos organizadores do seminário.</strong></p><p>==</p><p><img src="http://lh3.ggpht.com/_zCA-ZZbfKB8/SSTE-1TDtaI/AAAAAAAAD9I/xVQVX_HLQ-k/s576/DSC_0154-corte.jpg"  border="0"  width="576"  height="469" /> <br />
</p><p><strong>Mesa Redonda &quot;Pode o direito eliminar a intolerância?&quot;
Participantes: Vânia Rall Daró (graduada em direito/USP, tradutora
pública e intérprete comercial), Artur Matuck (graduado em comunicação
e professor livre docente ECA/USP), Paulo Santos de Almeida (graduado
em direito e professor doutor EACH/USP).</strong></p><p><img src="http://lh6.ggpht.com/_zCA-ZZbfKB8/SSTEqSAs6NI/AAAAAAAAD7g/rAxcGPd_nMs/s720/DSC_0180.jpg"  border="0"  width="577"  height="386" /></p><p><strong>César Ades (graduado em psicologia, professor titular IP/USP).</strong>  </p><p>==</p><p><img src="http://lh3.ggpht.com/_zCA-ZZbfKB8/SSTEUl6sRCI/AAAAAAAAD58/E-hAhVB63ag/s720/DSC_0150.jpg"  border="0"  width="577"  height="387" /> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[USP realiza seminário "Direitos dos Animais em Debate: As Faces da Intolerância”]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/35356.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/35356.html</guid>
            <pubDate>Mon, 27 Oct 2008 18:04:44 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Artur Matuck]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[seminário]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[respeito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[intolerância]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[evento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[dignidade]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[USP]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Laerte Levai]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Laboratório de Estudos sobre a Intolerância]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[LEI]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[História]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Filosofia]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Agora programação definitiva e informações completas, respondendo aos que perguntaram no <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/33758.html"  target="_blank">meu outro post, publicado há 3 semanas, sobre o evento</a> que ocorre em 6 e 7 de novembro, realizado pelo Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI) da USP, na FFLCH/História, sobre direitos animais.</p><p>
Se possível, divulgue e compareça. Mais informações,
telefonar ou enviar e-mail para o contato indicado, ou ainda comente aqui mesmo, que posso orientar a quem buscar.<br /><br />

</p><p style="text-align: center"  align="center"><strong><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana">================================================ <br /></span></em></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana"> </span></em></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana">LABORATÓRIO DE
ESTUDOS SOBRE A INTOLERÂNCIA</span></em></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><em><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana">UNIVERSIDADE DE
SÃO PAULO</span></em></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-family: Verdana">SEMINÁRIO</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-family: Verdana">&quot;DIREITOS DOS ANIMAIS EM DEBATE: As
faces da intolerância&quot;</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">06 e 07 de novembro
de 2008</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Auditório da
Faculdade de História - FFLCH/USP</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Cidade Universitária
– São Paulo</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Entrada franca, sem
necessidade de inscrição prévia</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Certificado de
participação aos interessados</span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Mais informações:
(11) 3091-2441 – <a href="mailto:lei@usp.br"  target="_blank">lei@usp.br</a></span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">PROGRAMAÇÃO</span></u></strong></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></strong></p>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Quinta-feira, 06/11:</span></u></strong></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></strong></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">10:00 às 12:00:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> Mesa Redonda <strong>&quot;Aspectos
históricos da intolerância com os animais&quot;</strong></span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Zilda Marcia Grícoli Iokoi </span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">(professora livre docente história/USP e diretora LEI)</span></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Rodrigo Medina Zagni (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduado em historia e doutorando no PROLAM/USP)</span></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Juliana Prado da Silva (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduanda em história/USP)</span></p>






<p style="text-align: justify">&nbsp;</p><p style="text-align: justify"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Intervalo para almoço.</span></em></p>



<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">14:00 às 15:45:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><span> 
</span>Mesa Redonda <strong>&quot;Pode o direito eliminar a intolerância?&quot;</strong></span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Paulo Santos de Almeida (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduado em direito e professor doutor EACH/USP)</span></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Vânia Rall Daró (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduada em direito/USP, tradutora pública e intérprete comercial)</span></p>



<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Artur Matuck (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduado em comunicação e professor livre docente ECA/USP)</span></p>



<p style="text-align: center"  align="center"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><span style="text-decoration: none"> </span></span></u></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">15:45 às 16:00<em>:</em></span></u><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> coffe break </span></em></p>


<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><span style="text-decoration: none"> </span></span></u></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">16:00 às 18:00:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> Mesa Redonda <strong>&quot;Somos todos
primatas&quot;</strong> </span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">César Ades (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduado
em psicologia, professor titular IP/USP)</span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Heron José de Santana Gordilho (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">promotor de justiça/BA e professor adjunto UFBA)</span></p><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong>

<p style="text-align: center"  align="center"><strong><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Sexta-feira,
07/11:</span></u></strong></p>



<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">10:00 às 12:00:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> Mesa Redonda <strong>&quot;Uma visão da
cultura sobre os animais&quot;</strong></span></p>

<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Renato da Silva Queiroz (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduado em ciências sociais, professor livre docente
antropologia/USP)</span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Valéria Barbosa de Magalhães (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduada em ciências sociais e professora doutora
EACH/USP)</span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Laerte Fernando Levai (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">promotor de justiça/Ministério Público do Estado de São
Paulo)</span></p>



<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"></span><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></em></p>

<p style="text-align: justify"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Intervalo para almoço</span></em></p>



<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> <br /></span></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">14:00 às 15:45:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> Mesa Redonda <strong>&quot;Ética na
ciência&quot;</strong></span></p>

<p style="text-align: justify">&nbsp;</p><p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Thalez Tréz</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> (graduado em </span><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">biologia e professor titular da UNIFAL/MG) [alteração posterior]</span><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><br /></span></strong></p><p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Nádia Farage (</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">graduada em ciências sociais e professora doutora do IFCH/UNICAMP)</span></p><p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Luiz César Marques Filho </span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">(graduado em história e professor doutor do IFCH/UNICAMP)</span> </p>





<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><span style="text-decoration: none"> </span></span></u></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">15:45 às 16:00:<em> </em></span></u><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">coffe break</span></em></p>


<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></strong></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"><span style="text-decoration: none"> </span></span></u></p>

<p style="text-align: justify"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">16:00 às 18:00:</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> Mesa Redonda <strong>&quot;Considerações
filosóficas sobre o uso de animais&quot;</strong> </span></p>

<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> </span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">João Epifânio Regis Lima </span></strong><strong><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Verdana">(</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">doutor em filosofia/USP. Professor
titular Universidade Metodista)</span></p>

<p style="text-align: justify"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana">Irvênia Luiza de Santis Prada</span></strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana"> (veterinária e professora titular da FMVZ/USP)</span></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Seminário na História/USP "Direito dos Animais em Debate", em novembro]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/33758.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/33758.html</guid>
            <pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:10:35 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[intolerância]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[seminário]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[evento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Laboratório de Estudos sobre a Intolerância]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[USP]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[História]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[LEI]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Oi, turma, aqui havia uma programação provisória de evento organizado pelo grupo de direitos animais do <a href="http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/"  target="_blank">Laboratório de Estudos sobre a
Intolerância (LEI) da FFLCH</a>, em que também participa o <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/24579.html"  target="_blank">promotor público Laerte Levai</a> e a <a href="http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/node/40"  target="_blank">professora Zilda Iokoi</a>, da História! </p><p>Como publiquei a programação definitiva, com as informações que faltavam, em <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/35356.html"  target="_blank">um novo post</a>, apaguei a provisória daqui, ok? Mantenho o post para preservar os comentários. </p><p>Quem puder
aparecer, seria ótimo! Aliás, já fico feliz que a USP esteja organizando um evento destes, pelo 2o ano consecutivo, e desta vez hiper maior que da outra vez! </p><p>==============================<br /><br />

</p><p><strong>SEMINÁRIO: &quot;DIREITO DOS
ANIMAIS EM DEBATE&quot; </strong></p>

<p><strong>Organização:
Laboratório de Estudos sobre a Intolerância/USP </strong></p>

<p><strong>Local: Auditório da
História, USP,<span>  </span>6 e 7 de novembro de 2008</strong></p>

<p><u><span style="text-decoration: none">(...)<br /></span></u></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Mesa-redonda hoje: Como a política pode ajudar o abolicionismo?]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/33545.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/33545.html</guid>
            <pubDate>Fri, 03 Oct 2008 14:41:34 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[vereadores]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[veganismo]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[política]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[mesa redonda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[debate]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[candidatos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[abolicionismo]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<div><div style="text-align: left">Olá, vou moderar hoje uma mesa-redonda virtual, 20-21h (horário de Brasília),
realizada pelo VotoVegano.org. </div>
<div> </div><div>Estarão presentes políticos, em geral candidatos a vereador, que assinaram a carta abolicionista, cujo princípio central é ser contra a escravidão de seres sencientes, que inclui os humanos e a ampla maioria dos demais animais. </div><div> </div><div>Assinaram a carta até agora 9 deles, de diferentes partidos. Seus Estados são: 4 de São Paulo, 3 do Rio Grande do Sul, 1 de Minas Gerais e 1 do Rio de Janeiro. </div><div> </div><div>Confirmaram presença no debate até o momento 5 políticos.  </div><div><br /><div style="text-align: center">Participe:</div><div style="text-align: center"> </div><div style="text-align: center">
<a href="http://www.votovegano.org/debate"  target="_blank">www.votovegano.org/debate</a></div></div><div> </div><div><strong>Saiba mais:</strong><br />Políticos que assinaram a carta abolicionista (e o texto): <a href="http://www.votovegano.org/euprometo/"  target="_blank">http://www.votovegano.org/euprometo/</a><br />
Convite detalhado para participar do debate: <a href="http://www.votovegano.org/debate/convite.pdf"  target="_blank">http://www.votovegano.org/debate/convite.pdf</a><br /></div></div><div><br /></div><div>Grande abraço.</div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[No cerne da discussão sobre direitos animais 2: resposta a Leo Martins, por Cláudio Godoy]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/32752.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/32752.html</guid>
            <pubDate>Wed, 24 Sep 2008 01:00:50 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[senciência]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[moralidade]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos humanos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Filosofia]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Cláudio e eu tentamos, mas não conseguimos publicar a nova resposta dele deste debate como comentário no <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/32093.html"  target="_blank">post anterior</a>, mesmo salvando como HTML, logado, etc. Assim, sou obrigado a publicá-la neste novo post, a única forma que encontrei para dar certo a formatação. Segue:</p><p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4">&quot;<span style="font-size: 10pt">Prezado Leonardo,</span></p>





<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Mais uma vez, obrigado pelo interesse,
pela dedicação ao debate e pelas respostas. O objetivo de todo debate que se
preze sempre deve ser o de questionarmos velhos paradigmas e o de examinarmos
as raízes de tudo aquilo que tomamos como certo à primeira vista. E isso vale
para todos os lados.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Segue a sua última postagem,
devidamente comentada.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Isso
seria verdadeiro se partíssemos do pressuposto nitidamente circular de que todo
ser humano tem direitos básicos porque pertence à espécie homo sapiens. Só que
geralmente nos esquecemos de explicar que característica moralmente relevante
todos os membros de nossa espécie possuem para serem titulares destes direitos
que nenhuma outra criatura possui. </span></em><span style="font-size: 10pt">[Cláudio]<em> </em></span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Vou
reescrever sua frase do comentário anterior: &quot;nem todos os indivíduos da
espécie humana possuem senciência e mesmo assim não deixam de ter os seus
direitos básicos respeitados. Conseqüentemente, ter senciência não é um
pré-requisito para a posse de direitos básicos&quot;. Essa frase está correta,
o que invalida a superioridade do conceito de senciência (ele é apenas mais um
parâmetro). Porém você afirma depois que &quot;seres humanos não-sencientes
seriam considerados como meras vidas-sem-sujeito, passíveis de serem usadas
instrumentalmente&quot;, o que quer dizer que o seu conceito de atribuição de
direitos é mais primitivo do que os atuais. E imoral. Você está defendendo os
animais em detrimento dos humanos... </span></em><span style="font-size: 10pt">[Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Leia novamente o meu comentário anterior,
que diz que &quot;nem todos os indivíduos da espécie humana possuem livre-arbítrio
e mesmo assim não deixam de ter os seus direitos básicos respeitados.
Conseqüentemente, ter livre arbítrio não é um pré-requisito para a posse de
direitos básicos”. Do mesmo modo que ter raciocínio lógico, domínio da
linguagem simbólica e a capacidade de compreender o conceito de justiça e de
direitos também não são. Em nenhum momento escrevi que a senciência não é um
pré-requisito para a posse de direitos básicos. Muito pelo contrário, a
senciência é o parâmetro para a atribuição de direitos básicos a qualquer
criatura. Se um indivíduo não é e nunca poderá vir a ser senciente, não há
interesses subjetivos a serem considerados e protegidos por um direito.
Independentemente da espécie.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Agora, se você reescreveu este trecho e
propositalmente trocou “livre-arbítrio” por “senciência” para demonstrar que um
critério é tão arbitrário quanto o outro, cabe a você demonstrar porque a
capacidade de um organismo ter sensações é irrelevante para que ele tenha
direitos básicos. Ou exatamente o contrário: por que um ser humano destituído
de senciência teria os seus direitos básicos preservados fora de um contexto
religioso ou emocional?</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Conforme o que escrevi, a atribuição de
direitos a um indivíduo pelo mero fato deste pertencer à espécie humana é que
se baseia no conceito primitivo de que o homem foi criado à imagem e semelhança
de um suposto criador, e, conseqüentemente, sua vida seria inviolável ainda que
ele fosse incapaz de ter qualquer sensação.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Não estou defendendo animais em detrimento
de seres humanos. Até porque estes últimos não deixam de ser animais. Estou
defendendo seres sencientes em detrimento daqueles que não o são. Aliás, o mero
fato de um organismo pertencer ao reino animal não significa que este é dotado
de senciência, como é o caso dos poríferos. E se porventura for descoberta um
espécie vegetal senciente, ela também será considera como sujeito de direitos
básicos.</span></p>


<p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Com
relação ao circularismo, o argumento que você cita acima seria circular se
disséssemos &quot;pertencemos à espécie homo sapiens porque temos direitos
básicos&quot;. Mas não tem relação com o meu comentário de que senciência é
menos relevante do que livre-arbítrio, dignidade, etc. - dado que não explica
os casos marginais.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O argumento é circular se afirmarmos que
todos os seres humanos têm direitos básicos por pertencerem à espécie humana
sem explicarmos exatamente porque isto é relevante. Agora se afirmamos que
todos os seres humanos supostamente teriam direitos básicos porque são membros
da única espécie capaz de ter livre-arbítrio, temos que explicar porque os
membros da espécie humana destituídos de livre-arbítrio também seriam
beneficiários destes direitos mesmo não se enquadrando no critério proposto
para sua posse. E ainda que todos os seres humanos possuíssem livre-arbítrio,
restaria explicar a razão pela qual este critério seria relevante para um
indivíduo ser paciente moral.</span></p>


<p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Até
que estas &quot;hipóteses&quot; sejam empiricamente comprovadas, elas
necessariamente deverão ficar à margem de qualquer argumentação racional. </span></em><span style="font-size: 10pt">[Cláudio]</span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Quando
há comprovação empírica, a argumentação é que se torna desnecessária... tirei
sua frase do contexto só prá comentar que sua frase faz sentido num contexto
científico, mas não filosófico onde há liberdade para se discutir ETs, zumbis,
e sagüis falantes. Aqui não estamos argumentando Ciência, pois a Ciência
(ciências naturais &quot;menos&quot; Filosofia, segundo alguns) não se ocupa da
Ética ou Estética.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Mesmo se a hipótese teológica fosse
empiricamente confirmada, restaria explicar porque o fato dos seres humanos terem
sido criados à imagem e semelhança de Deus faria com que apenas eles fossem
sujeitos de direitos.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Você tem toda razão quando afirma que a
ciência não se ocupa da ética. Tanto é que o melhor método para se descobrir a
cura de doenças humanas e aperfeiçoar as técnicas cirúrgicas seria o da
vivissecção humana. Mas isso não significa que a filosofia não possa recorrer a
argumentos puramente científicos para defender uma posição de ordem moral. Ou
que possa distorcê-los. No caso da extensão dos direitos básicos a todos os
indivíduos capazes de ter sensações, devemos nos basear em critérios
exclusivamente científicos para determinarmos se uma criatura é senciente ou
não.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Fora disso, questões éticas nada têm a
ver com questões científicas. Do contrário, um escravocrata poderia alegar que
o fato dele possuir escravos não contraria nenhuma lei da física, da química e
da biologia. E não deixaria de estar com razão.</span></p>


<p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">O
que se questiona é por que o fato de uma criatura pertencer a uma determinada
espécie seria por si só suficiente para justificar um tratamento diferenciado.
Se um ser humano e um sapo sentem dor, por que o nosso dever de não causar dor
desnecessariamente se aplicaria apenas ao primeiro?</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">E
quem está afirmando que o dever de não causar dor desnecessariamente se aplica
somente a humanos? Quanto ao seu questionamento, a espécie à qual uma criatura
pertence indica as possibilidades de florescimento dessa criatura, e os
direitos se baseiam no respeito à essas possibilidades. Cabe lembrar novamente
que não defendo o total desrespeito às criaturas não-humanas, mas meu motivo é
humano, sim: maltratar os animais nos torna menos humanos, menos dignos, menos
sensíveis. Sensibilidade essa que é fundamental no trato a outros humanos. E eu
defendo, acima de tudo, a diversidade (ecológica, ideológica, empreendedora,
etc.). </span></em><span style="font-size: 10pt">[Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Se você reconhece que temos o dever de
não causar dor desnecessária a qualquer criatura capaz de ter esta sensação,
isso significa que estas criaturas teriam o direito de não serem machucadas sem
necessidade, caso realmente nos importássemos com a sua sorte. Só que, para
você, do mesmo modo que para Kant, esta seria uma questão de deveres indiretos,
pois o que importa não é o sofrimento das vítimas não-humanas em si, mas sim os
efeitos adversos que estes maus tratos poderiam ter no comportamento humano
para com os seus semelhantes. Se fosse comprovado que o fato de alguém torturar
um animal não-humano não tivesse nenhuma influência negativa no modo como esta
pessoa trata os outros seres humanos e até mesmo fizesse com que ela não
torturasse os seus semelhantes, teríamos a obrigação de estimular a tortura de
outros animais.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O que não deixaria de ser mais uma
flagrante violação dos princípios da generalidade e da imparcialidade. Se duas
criaturas são igualmente capazes de sentir dor, ambas deveriam ter o mesmo
direito, e pelas mesmas razões, de não serem machucadas desnecessariamente
independentemente da espécie a qual elas pertencem. O que importa aqui é se
cada indivíduo é capaz ou não de ter esta sensação. E este direito visa
proteger primordialmente aquele que é diretamente afetado por uma ação, pois
este tem o interesse em não sentir dor.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O respeito às possibilidades de um
determinado indivíduo pertencente a uma espécie, e não as da espécie em si, é
justamente aquilo que defendemos, caso ele se importe com aquilo que acontece
com ele. Ao explorá-lo, ele automaticamente perde a sua liberdade, sua
integridade física ou sua vida. É exatamente por esta razão que os direitos
básicos devem ser estendidos a todos os indivíduos sencientes. Neste caso, por
que não defender o total respeito a estes indivíduos, se podemos no mínimo
parar de explorá-los totalmente? Por que salvar o mico-leão-dourado e se
refestelar com um delicioso leitãozinho ao mesmo tempo, que queria viver tanto
quanto o primeiro? Só por que este último foi “feito” para isso? Se criássemos
seres humanos de laboratório “feitos” para servirem como cobaias e doadores de
órgãos compulsórios, isso justificaria tratá-los como objetos? Além do que, se
a abundância do numero de indivíduos de uma espécie for critério para
justificar a sua exploração, deveríamos começar a tratar em primeiro lugar os
próprios seres humanos como objetos.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span><span> </span><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">O
único problema é o de que os direitos básicos não se fundamentam em
características exclusivamente humanas.</span></em><span style="font-size: 10pt">
[Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Isso
porque você assume que a teoria dos interesses não apenas é verdadeira e
completa como pode explicar o processo histórico de conquistas dos direitos.
Essa teoria tenta explicar a função dos direitos (definidos como incidentes
Hohfeldianos [1]), e diz que o propósito de um direito é defender os interesses
do beneficiário. Tem considerável sucesso, assim como a teoria da escolha (que
eu havia traduzido como &quot;teoria volitiva&quot;), que diz que o objetivo de
um direito é defender as escolhas do beneficiário. Elas são úteis em decidir
quando e se um direito foi violado, ou para resolver conflitos de direitos, ou
para determinar se uma reivindicação é de fato um direito ou &quot;abuso&quot;
do sistema legal. Não creio que sejam úteis em &quot;criar&quot; direitos. </span></em><span style="font-size: 10pt">[Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Repetindo, os direitos básicos que estão
em discussão (de não ser usados exclusivamente como objetos, à vida, à
liberdade e à integridade física e psíquica) baseiam-se nos interesses de seus
titulares, mesmo que eles não tenham ciência deles em alguns casos, conforme
espero ter deixado claro em meu hipotético exemplo dos seres humanos criados
artificialmente para serem escravos e que não se importam nem um pouco com a
sua condição servil. Neste caso estaremos frustrando suas potencialidades. Vou
dar um exemplo menos digno de ficção científica.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Vamos supor que uma organização adote
bebês recém-nascidos abandonados com o intuito de usá-los futuramente como
doadores de órgãos. Todos eles são criados no maior conforto possível, mas não
terão nenhum contato com o mundo exterior. Desde pequenos, serão doutrinados na
idéia de que, um belo dia, irão para uma espécie de Paraíso, e passam a viver
em função disso. E cada um deles que parte para este suposto Paraíso é invejado
pelos outros (na verdade, terão a morte induzida de modo indolor para que os
seus órgãos sejam doados, longe das vistas dos outros). Mesmo que eles não
tenham a menor noção do dano que lhes é infligido, seu direito à vida e à
realização de suas potencialidades não estaria sendo violado? E não seria do
seu interesse que isso não ocorresse, a despeito de sua ignorância sobre o que
constitui os seus próprios interesses? </span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O mesmo valeria para o caso das mulheres
que são criadas em sociedades como a dos talibãs e mesmo assim se sentem
perfeitamente realizadas e orgulhosas de sua condição. Neste caso, a sua
vontade estaria viciada por um longo processo de aculturação. Agora, se uma delas
estivesse ciente da realidade das mulheres em outros países, tivesse lido tudo
sobre o feminismo e condições para levar uma vida independente, e, mesmo assim,
preferisse usar a burca e ser submissa ao marido, isto não seria da conta de
mais ninguém.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">É claro que cabe a nós, agentes morais,
defender a aplicação destes direitos em nome da justiça, que deve se
fundamentar em uma ética onde os princípios básicos da universalidade,
generalidade e imparcialidade sejam observados. Neste sentido, só existem
direitos porque existem indivíduos capazes de colocá-los em prática, mas o seu
objetivo último sempre é o de beneficiar alguém que tenha algum interesse.<span>  </span><span>  </span></span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Nós, defensores dos direitos animais
(mais apropriadamente direitos dos sencientes), não somos proponentes da
“criação” de uma nova categoria de direitos, mas sim da extensão dos direitos
básicos que já são universalmente aceitos para todos os membros da espécie
humana por todos os países que se dizem civilizados (existem discussões à
respeito da sua aplicabilidade aos seres-humanos não sencientes, mas isso se
deve sobretudo a interferências religiosas). Pois, se nos detivermos com mais
profundidade sobre que característica seria moralmente relevante para explicar
a posse destes direitos básicos por todos eles, o único critério satisfatório
seria o da senciência.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt"><span> </span></span></em></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Note
que quando há um direito existente que não pode ser explicado pela teoria dos
interesses (ou pela teoria da escolha), isso não demonstra uma falha no
direito, e sim uma falha na teoria. Por exemplo, o direito de um policial de
prender um cidadão suspeito não é sua escolha (</span></em><span style="font-size: 10pt">pace</span><em><span style="font-size: 10pt"> teoria da
escolha) e pode não ser de seu interesse (</span></em><span style="font-size: 10pt">pace</span><em><span style="font-size: 10pt"> teoria dos interesses), e nem por isso
vamos dizer que o policial não tem esse direito. Esse exemplo mostra que os interesses
(e as escolhas) são mais restritos, mais locais do que os &quot;interesses
básicos&quot; aos quais você se refere. Ele também mostra que mesmo em casos
simples a teoria não funciona e portanto qualquer &quot;revisionismo&quot;
baseado em aplicações da teoria são, no mínimo, questionáveis. Por exemplo, um
argumento contra a teoria da escolha é que segundo ela animais e nascituros não
teriam direitos.</span></em><span style="font-size: 10pt">[Leonardo]</span></p>
</blockquote>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O direito de um policial de prender um
cidadão suspeito fundamenta-se, antes de qualquer coisa, na legítima defesa dos
interesses dos cidadãos supostamente por ele ameaçados (na verdade, como agente
do poder estatal, ele tem o dever de prender este sujeito caso esta suspeita
tenha algum fundamento). Que podem ser tanto interesses básicos, que dizem
respeito ao que acontece com os seus próprios corpos, como o de não serem
mortos, espancados ou seqüestrados por este indigitado delinqüente, ou o de
poderem dormir sem barulho, não ter os muros de suas propriedades pichados ou
seus carros furtados.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O único revisionismo que postulamos é o
da extensão destes direitos básicos a todos os seres sencientes, pois qualquer critério
que procure basear a posse destes direitos em características típicas de
agentes morais estará fadado a excluir nascituros e pessoas com deficiência mental
profunda ou alto grau de senilidade. Sem contar, é claro, os animais
não-humanos dotados de senciência.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"> </span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">É
oportuno lembrar também que estamos considerando direitos, sem implicações
morais. Alguns direitos possuem justificação moral, e há considerações morais
que não implicam em direitos. Do outro lado, há leis que não defendem nenhum
direito e há direitos que não são protegidos por leis (em determinado momento e
local). Quanto à causalidade, um direito justificado moralmente não determina a
sua moralidade, mas é determinado por ela (a moral é a causa, e o direito é o
efeito). Portanto, mesmo que a teoria dos interesses previsse direitos para os
animais esses direitos não nos diriam nada sobre sua moralidade. Não se deve
criar uma lei para justificar um suposto direito e usar esse direito para se
justificar uma moralidade (apesar de essa tentação estar na moda)...ainda de
outra forma: uma consciência moral pode levar à reivindicação de um direito,
mas a criação de um direito não cria uma consciência moral (exceto nos delírios
totalitaristas).</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Novamente, cabe lembrar aqui que os
direitos que estão sendo discutidos são os que se referem à proteção da vida,
da integridade física e da liberdade de um determinado paciente moral, e que
não se enquadrariam nestes casos que você citou. Que dizem respeito a uma das
primeiras coisas que aprendemos ao ingressar em uma faculdade de Direito: a
moral é maior que o direito. Moral no sentido dos usos e costumes de uma
determinada sociedade. Uma pessoa bem de vida não é legalmente obrigada a
sustentar o irmão que está na miséria, mas não seria bem vista se não o
fizesse. Um pai pode ser legalmente obrigado a pagar a pensão dos filhos, mas
pode se recusar terminantemente a conhecê-los pessoalmente. E por aí vai.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Não poderia concordar mais com a
afirmação de que um direito justificado moralmente (o que, em um mundo ideal,
seria uma redundância) não determina a sua moralidade, mas é determinado por
ela, conforme já havia escrito. É nesse sentido que a expressão direitos morais
é utilizada, pois estes sempre estariam latentes, mesmo antes de sua própria
formulação por um ordenamento jurídico. Do mesmo modo que os direitos
universais da pessoa humana, os direitos animais, que nada mais são do que sua
extensão lógica, baseiam-se no jusnaturalismo ao invés de no positivismo. </span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">A moralidade de uma determinada ação ou
instituição, na acepção ética do termo, sempre deve ser analisada sob o ponto
de vista de todos aqueles que são afetados por elas, independentemente do
contexto histórico e cultural. A raiz de toda a ética é a capacidade que nós
temos de nos colocar no lugar dos outros de modo que possamos fazer a seguinte
indagação: será que eu gostaria que fizessem isso comigo? Um dos princípios
éticos básicos a serem observados é o da não-maleficência, ou seja, não devemos
causar um mal a quem quer que seja sem que haja uma justificativa que se
aplique igualmente a todas estas exceções. A escravidão sempre será
absolutamente imoral, pois faz com que alguns indivíduos não sejam donos de
suas próprias vidas, por mais que a senzala seja um hotel cinco estrelas. Do
mesmo modo, é absolutamente errado matar, ferir ou aprisionar deliberadamente
alguém para a mera satisfação de um prazer. Ou usar alguém como cobaia, mesmo
que isso beneficie milhões de pessoas.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Para finalizar, uma observação sobre os
tais delírios totalitaristas, já que você os mencionou. Quando muitos se
deparam pela primeira vez com o conceito de veganismo, que nada mais é do que a
aplicação prática do direito de todo ser senciente não ser usado como objeto,
que, por sua vez, se baseia na aplicação coerente de princípios que todos nós
já aceitamos, afimam que ele não passa de uma mera opção, que deve ser
respeitada, mas não imposta a todos (como se o veganismo fosse o equivalente à
escolha da cor de uma roupa). Afinal, não poderia haver maior delírio
autoritário do que procurar impor até mesmo o que as pessoas devem comer, não é
mesmo? O único problema é o de que a opção de se comer carne, por exemplo, se
dá em detrimento da opção do boi de continuar vivo na fila do abatedouro (que,
aliás, não deveria nem mesmo estar lá em primeiro lugar). O veganismo é um
imperativo moral, do mesmo modo que a obrigação que temos de não escravizarmos
outros seres humanos ou de não espancá-los.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"> </span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">O
que eu quis dizer é que quando uma determinada característica individual é
relevante para a posse de um determinado direito, ela deve ser levada em
consideração independentemente do grupo ao qual o seu titular pertence.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio]</span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Isso
também é</span></em><span style="font-size: 10pt"> <em>discriminação: pessoas mais &quot;inteligentes&quot; (o que quer que
seja isso) tem mais ou menos direito à educação superior? Características
individuais são irrelevantes. Ponto. O que me intriga é que às vezes esse é o
seu argumento: o de que espécie, por ser característica individual, é
irrelevante.</em> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Não necessariamente. A todas as pessoas
capazes de cursar uma universidade deve-se oferecer igualdade de oportunidades.
O fato das pessoas mais inteligentes conseguirem ingressar nas universidades em
maior número do que as menos dotadas não significa que estas últimas estão
proibidas de freqüentá-las. Neste caso, poderíamos listar tanto características
relevantes para que elas possam ingressar nelas, como ter o segundo grau
completo, saber ler, ser capaz de aprender uma linguagem, quanto irrelevantes,
como cor da pele, sexo ou religião.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O fato de um determinado indivíduo
pertencer a uma determinada espécie por si só é irrelevante para que ele possa
ser um sujeito de direitos básicos, apesar do fato dele pertencer a ela não
deixar de ser uma característica individual. Como a critério para a posse
destes direitos é o da senciência, sempre existe a possibilidade de alguns casos
marginais em todas as espécies sencientes não terem este atributo, como é o
caso dos seres humanos anencéfalos. Ou seja, não basta pertencer a uma espécie
cujos membros normalmente são sencientes para se possuir estes direitos.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"> </span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Se
um animal não-humano tem o mesmo interesse em não ser ferido do que um ser
humano, não podemos deixar de estender ao primeiro o direito à integridade
física que o último já possui sob pena de discriminá-lo.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Eu
discrimino animais não-humanos com a maior naturalidade. Sou especista desde
que aprendi a ver revista de sacanagem. Parte do problema é que você usa a
palavra interesse de forma equivocada: o interesse do animal não é o mesmo do
humano (apesar de ambos terem interesse, em sentido diverso, de não ser
feridos). Se usarmos a palavra &quot;direito&quot; não em sentido coloquial,
mas em termos específicos como determinado pela teoria dos interesses, veremos
que o &quot;direito de não ser ferido&quot; é tão geral e básico quanto o
&quot;direito de prender o suspeito&quot;. Em outras palavras, a teoria dos
interesses não diz que todos que tenham determinado interesse geral adquirem o
direito (pois o interesse é específico para a situação). O que não quer dizer
que não se possa tentar abstrair interesses comuns a todos os direitos, mas: 1)
isso é uma abstração/extensão da teoria dos interesses, e não faz parte da
teoria; 2) esse conjunto de interesses é arbitrário, não é único; 3) esses
interesses devem, no mínimo, explicar os direitos atuais melhor e em maior
número do que as alternativas para os humanos, antes de qualquer extrapolação.
Essa arbitrariedade se manifesta na elasticidade do seu conceito de interesse
(básico, consciente, senciente, hedonista, etc.).</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Um indivíduo branco que foi criado na Carolina
do Sul em meados do século XIX também proclamaria com o mesmo orgulho o seu
racismo e o defenderia com a maior naturalidade. Não porque ele fosse
singularmente perverso, mas porque estava inserido em um contexto onde esta
forma de discriminação era absolutamente normal. Seria até estranho se ele não
fosse racista.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Isso não significa que todo o especista é
um racista ou um sexista em potencial. Todas estas formas de discriminação são
análogas no sentido de que privilegiam alguns indivíduos em detrimento de
outros com base em características biológicas irrelevantes, mas não precisam
necessariamente caminhar de mãos dadas. Afinal, um racista pode muito bem ser a
favor da igualdade entre os sexos e um sexista pode ser favorável à igualdade
racial. </span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Como o interesse de um ser humano
senciente e de outro animal com o mesmo atributo não é essencialmente o mesmo
se ambos sentem dor e são capazes de sofrer? Em que sentido este interesse
seria diverso? Se eu desse uma palmada com a mesma intensidade em um bebê
humano e em um elefante, certamente apenas o primeiro sofreria com isso, mas e
se eu desse uma marretada no elefante equivalente à minha palmada no bebê? Como
este interesse do elefante em não sofrer poderia ser arbitrário? Se você
estivesse na sua pele, você não teria o mesmo interesse em não sentir dor? Será
que é tão difícil compreender que dor é dor, independentemente de eu ser um humano,
um elefante, um frango, um rato ou uma vaca? Se um conjunto de indivíduos
possui essencialmente o mesmo interesse, por que é que a proteção deste último
deveria variar de caso para caso? O interesse da esmagadora maioria dos seres
sencientes na continuidade da sua vida (tendo consciência ou não do que é
“estar no mundo”, pois o que importa é a sua capacidade de desfrutar dela) e em
não sofrer está longe de ser arbitrário. Do contrário, o termo senciência não
faria sentido. E digo esmagadora maioria em deferência ao seu exemplo dos
louva-a-deuses e zangões, sem falar nos casos de seres humanos que se suicidam
(normalmente para se verem livres de um grande sofrimento).</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Quanto à comparação do direito do guarda
de prender um suspeito (na verdade mais um dever) e o direito muito mais
premente de um indivíduo à sua integridade física, ver o que escrevi mais acima.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Como a teoria dos interesses foi criada
por especistas que só admitiam a posse de direitos para indivíduos da espécie
humana, é evidente que a extensão dos direitos básicos aos outros indivíduos
sencientes não constava exatamente no seu plano original. Mas como esta teoria é
inteiramente satisfatória para explicar a posse de <strong>direitos básicos</strong> por todos os seres humanos por estes possuírem interesses
básicos no sentido estrito em virtude de sua senciência, mesmo nos casos onde
não estão plenamente conscientes de alguns de seus próprios interesses mais
fundamentais (nascituros, recém-nascidos, comatosos, deficientes mentais
profundos), não haveria porque negá-los aos outros indivíduos sencientes.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Para finalizar, não há muita margem para
a flexibilidade destes interesses. Todos eles são pré-requisitos para que faça
algum sentido falarmos em outros interesses, que não necessariamente implicam
em direitos. O que examino mais detidamente em um comentário mais adiante.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Non
sequitur é alegar que o critério relevante para alguém ter direitos básicos é o
da sapiência e concedê-los de um modo tortuoso a indivíduos que não se
enquadram nele, pois é no mínimo estranho estabelecer um critério para a posse
de direitos e depois afirmar que ele não influencia os direitos.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">E isso é tu quoque: acusar outros do que é acusado
como justificativa! Quanto à sua frase: 1) o critério não tem nada a ver com
sapiência, dado que não existem sábios [2] (vou assumir que você quis dizer
&quot;racionalidade&quot; ou algo do gênero); 2) &quot;modo tortuoso&quot;
implica em subjetividade, e direitos são concedidos objetivamente (a
subjetividade estaria em decidir quem recebe ou não o direito); 3) não foi
&quot;estabelecido o critério&quot; para a posse de direitos, tanto é que eles
se aplicam a todos! Eu havia comentado em resposta ao Maurício que o
livre-arbítrio (ou</span></em><span style="font-size: 10pt"> <em>dignidade, ou moralidade, ou racionalidade
complexa) não são critérios usados para se definir os direitos, mas sim
características (latentes ou expressas) que justificam a existência de
direitos. Você reconhece isso ao afirmar que &quot;é um equívoco imaginar que o
conceito de direitos surgiu no vácuo e que, um belo dia, um visionário criou do
nada um contrato social ao qual todos aderiram alegremente para se verem livres
dos grilhões da anarquia&quot;. Esse &quot;visionário&quot; teria usado um
critério.</em> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">O termo sapiência define
uma característica exclusivamente humana, que inclusive determina a nomenclatura
usada para descrever a nossa própria espécie. Talvez racionalidade seja um
termo mais adequado para a nossa discussão, mas sempre é bom lembrar que alguns
animais também são capazes de raciocinar a seu modo. Mas, conforme o que já
escrevi, espero ter deixado bem claro que o fato de alguém ser ou não racional
é irrelevante para a posse de direitos básicos.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Repetindo: quando
definimos um critério para a posse destes direitos, ele deverá ser aplicado <strong>objetivamente</strong>, independentemente do
grupo ao qual um indivíduo pertença. Não podemos conceder direitos básicos a um
ser humano destituído de racionalidade se o critério escolhido for este, ainda
que esta seja uma característica única da espécie humana e possuída pela
maioria de seus membros.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Você acaba de reconhecer
que ainda não foi estabelecido um critério para explicar porque todos os seres
humanos possuem direitos básicos. Que critério você teria a propor ao invés da
senciência, de modo que todos os seres humanos ainda possuíssem estes mesmos
direitos e que este critério não fosse aplicável a nenhuma outra criatura? Se
bem que ainda não ficou muito claro para mim qual seria a diferença entre o
estabelecimento de um critério para a posse de direitos e características que
justificam a existência de direitos. Não seriam fundamentalmente a mesma coisa?</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Quanto a minha
metáfora do visionário, ela poderia se aplicar <strong>em parte</strong> às primeiras tentativas dos seres humanos de se criar um
ordenamento jurídico formal. É claro que este conjunto de regras acabou
refletindo uma série de usos e costumes arbitrários e imemoriais, mas, ao mesmo
tempo, sua própria organização fez com que pela primeira vez fossem definidos
alguns princípios e parâmetros para que houvesse alguma coerência neste corpo
de normas.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Ao
equipararmos os casos marginais à maioria dos membros de sua espécie que são
dotados de sapiência, estaremos necessariamente tratando casos diferentes de
modo igual, mesmo que isso os acabe beneficiando. O que contraria o princípio
básico da generalidade no qual todo sistema ético baseado na racionalidade
deveria se fundamentar.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio]</span></p>
</blockquote>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Vejamos
o que diz o princípio da generalidade (num contexto político, mas a idéia é a
mesma)[3]:</span></em></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">The proper principle for
politics is that of generalization or generality. This standard is met when
political actions apply to all persons independently of membership in a
dominant coalition or an effective interest group. The generality principle is
violated to the extent that political action is overtly discriminatory in the
sense that the effects, positive or negative, depend on personalized
identification.<strong> (fonte original: Buchanan, J. M., and Congleton, R. D.
(1998) Politics by Principle, Not Interest: Towards Nondiscriminatory
Democracy. </strong></span></em><strong><em><span style="font-size: 10pt">Cambridge University Press)</span></em></strong><em><span style="font-size: 10pt"></span></em></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">(O
artigo e suas referências, principalmente Hayek, mostram porque as ditaduras da
maioria são um desastre). Assim, mantenho minha dúvida anterior se não é você o
discriminador, ao vê-los como casos diferentes (identificação personalizada).
Em tempo: obviamente não poderia concordar mais com o princípio.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Parafraseando esta sua citação, eu
poderia dizer que tudo aquilo que postulamos é a extensão de direitos básicos a
todos os indivíduos sencientes, independentemente de serem membros ou não da
espécie mais poderosa do planeta e dos inúmeros privilégios injustos que os
membros desta última vierem a perder com isso. O princípio da generalidade é violado
na medida em que a posse destes direitos é atribuída de modo flagrantemente
arbitrário ao mero fato de alguém pertencer a esta espécie dominante, ao invés
de se basear na capacidade de cada indivíduo de ter sensações e de,
conseqüentemente, se importar com aquilo que acontece com ele.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Ao estabelecermos um determinado
critério, necessariamente estaremos discriminando uns em detrimento de outros.
O que, por si mesmo, não implica em uma violação do princípio da generalidade,
desde que esta discriminação se justifique racionalmente.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <blockquote>
    <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">E
que não invalida as minhas duas analogias, que se baseiam exatamente na mesma
premissa de tratar as exceções como se estas fizessem parte da regra, só que em
prejuízo destas.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  </blockquote>
  <blockquote>
    <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Non sequitur é a falácia onde a</span></em><span style="font-size: 10pt"> <em>conclusão é
correta, mas para uma premissa diferente da que foi proposta. No seu caso, a
sua conclusão é correta, mas a premissa (de &quot;tratar as exceções como se
essas fizessem parte da regra&quot;) em que a conclusão se aplica não é a do
princípio de normalidade da espécie (respeitar direitos básicos das exceções).</em>
[Leonardo]</span></p>
  </blockquote>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Só que a premissa do princípio da
normalidade da espécie de respeitar os direitos básicos das exceções se baseia
justamente em tratar estas exceções como se fizessem parte da regra.</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"> </span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">No
caso de interesses básicos, sim (ter um interesse implica em ter direito). Ter
um direito implica em alguém ter um interesse no sentido estrito para que este
possa ser protegido. (...) Não é por acaso que colocamos o termo interesse
entre aspas nestes casos.</span></em><span style="font-size: 10pt">[Cláudio]</span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Como comentei acima, há direitos que não
implicam em interesses. E há interesses &quot;básicos&quot; que não implicam em
direitos: e o interesse &quot;básico&quot; de enriquecer, ser poligâmico, ter
filhos geniais, ser superior aos pares? Quando você coloca o termo entre aspas,
isso quer dizer que a teoria dos interesses não pode ser usada da mesma forma,
sem explicação (ou seja, a priori, ela não se aplica). Você assente que o
significado é diverso. [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Sem dúvida, o que inclusive foi já apontado
por mim. Do contrário, a única solução satisfatória para equacionar o conflito
decorrente desta miríade de interesses seria a da lei do mais forte. Do mesmo
modo que o critério da senciência não é levado em conta ao escrevermos
“interesses” entre aspas, ao colocarmos o adjetivo “básico” entre aspas, acabaremos
desvirtuando aquilo que queremos dizer com interesses básicos, que nada mais
são do que os interesses mais prementes de todo ser senciente. Antes de termos
o interesse “básico” em enriquecer, vencer um debate, ganhar sem trabalhar,
escravizar os outros ou matar para satisfazer o nosso palato, temos o interesse
básico em continuarmos vivos, em nossa integridade física e psíquica e em nossa
liberdade. Não faz o menor sentido você ter o interesse em enriquecer e não ter
o interesse em continuar a viver, a não ser para os seus herdeiros...</span></p>


<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Quando eu coloquei o termo “interesse”
entre aspas, quis me referir a todos os seres não-sencientes. Neste caso, a
teoria dos interesses realmente não se aplicaria, pois não havendo um interesse
concreto a ser protegido, não haveria porque existir um direito.</span></p>


<p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Como
os direitos animais se baseiam na senciência ao invés de na sacralidade da vida
humana, não haveria problema ético algum em doar os órgãos de um ser humano em
estado vegetativo irreversível, ou seja, em usá-lo exclusivamente como um meio
de satisfazer os fins alheios.</span></em><span style="font-size: 10pt">[Cláudio]</span></p>
  <p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">(...)</span></em></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">O
uso de seres humanos como meros objetos, como o deste exemplo do doador de
órgãos compulsório, merece o repúdio de qualquer defensor dos direitos humanos
que se preze.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Obrigado. I rest my case.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>








<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Cuidado com a diferença entre os dois
contextos. Na segunda citação, estava me referindo ao exemplo em que questiono
a legitimidade de se usar ser humano órfão com deficiência mental profunda como
doador de órgãos compulsório para salvar a vida de dois cientistas brilhantes e
muito queridos pelas suas famílias. Deficiência mental profunda e ausência de
senciência não são sinônimos. Ao basearmos a posse de direitos básicos
exclusivamente na senciência, não excluímos de nossa esfera de
considerabilidade moral os indivíduos com deficiência mental profunda, em estado
de consciência mínima e os comatosos. Somente aqueles em estado vegetativo
irreversível, com morte cerebral e os anencéfalos.</span></p>


<p style="margin-left: 0.5in; text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt"><span> </span><span> </span></span></p>


<blockquote>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">É
verdade que, em um determinado momento de sua vida, como você tão bem apontou,
os interesses individuais conscientes de algumas criaturas acabam
instintivamente sucumbindo aos &quot;interesses&quot; maiores da espécie.</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Cláudio] </span></p>
  <p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><em><span style="font-size: 10pt">Eu
não apontei nada disso! Muito pelo contrário - para eles, a espécie que se
dane. Seu instinto é um só: espalhe seus genes, espalhe seus genes! Nos
exemplos que eu dei, os machos pagam com a vida pela copulação (o que eu diria
&quot;perder a cabeça por causa de um bom rabo&quot; - louva-a-divinamente
falando...).</span></em><span style="font-size: 10pt"> [Leonardo]</span></p>
</blockquote>




<p style="text-align: justify; line-height: 19.2pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"  class="NormalWeb4"><span style="font-size: 10pt">Repare que eu usei o advérbio
“instintivamente”. Seria realmente um absurdo imaginar que estes animais
pudessem estar conscientes de que estão fazendo algo para o bem maior de sua
espécie. Mas o que é que determina estes instintos suicidas? Não é a espécie a
qual eles pertencem? O que eu quis dizer é que, em alguns casos pontuais, o
instinto de autopreservação dos indivíduos é superado por um outro instinto que
</span></p>]]></description>
        </item>
        
    </channel>
</rss>