<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/rss/animais/rssstyles.xsl"?>

<rss version='2.0'   xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'>
    <channel xml:base='http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/'>
        <title><![CDATA[Maurício Kanno : Itens do blog com os Tags animais]]></title>
        <description><![CDATA[Blog de Maurício Kanno, hospedado no Stoa.]]></description>
        <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/</link>        
        <item>
            <title><![CDATA[Minha experiência no 12º Festival Vegano Internacional e no Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55977.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55977.html</guid>
            <pubDate>Mon, 10 Aug 2009 06:25:57 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[evento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Geda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Rio de Janeiro]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[PUC]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span style="color:#333333; font-size: 13px; line-height: 19px;"><em>Geda, interação, palestras ao mesmo tempo, programação no site e refeições</em><br /><br />(10/08/09) Fui convidado para apresentar neste festival, em palestra, a experiência com o Grupo de Estudos de Direitos Animais (Geda), que fundei em São Paulo. O convite partiu de Marly Winckler, organizadora do evento, que aconteceu no Rio de Janeiro, entre 22 e 25 de julho de 2009.<br /><br />Ela me pediu um depoimento, e aqui está. Para mim foi sinceramente uma honra participar, ainda por cima como palestrante, de um evento como este, tão grandioso e com convidados internacionais e também de diferentes Estados do Brasil. Aliás, rever a própria Marly, que eu havia conhecido pessoalmente e encontrado apenas uma vez, quando estava começando meu caminho no movimento, e com quem me correspondia com alguma requência, também era importante. Ela era uma inspiração.<br /><br />Ultimamente, eu estava procurando me afastar um tanto das atividades pelos direitos animais, focando questões pessoais em atraso, especialmente profissionais. Por isso inclusive a socióloga e professora Tânia Vizachri acabou assumindo a organização do Geda, com apoio de outros importantes colaboradores, a quem agradeço. Assim, o tempo e dinheiro investido na viagem me faziam hesitar.<br /><br />Mas a oportunidade de apresentar o grupo em um evento como este e conhecer o Rio de Janeiro – famosíssima cidade em que eu jamais havia colocado os pés, mesmo morando em Estado vizinho – me impulsionaram muito na decisão de aceitar o convite e ir. Além de ter o amigo Bruno Müller para hospedar e desfrutar da companhia na cidade.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Minha palestra sobre o Geda</span><br />Por volta de 12 pessoas assistiram minha apresentação, com powerpoint atualizado no dia da partida, sexta-feira – viajei de madrugada para poupar tempo. Foi mesmo muito gratificante ver pessoas de outro lugar do Brasil interessadas na experiência do grupo de estudos, perguntando detalhes de organização e programação, pensando até em montar atividades similares em sua própria cidade. <br /><br />A maioria, me parece, eram mesmo do Rio, mas também havia um rapaz de Belo Horizonte, que havia conversado comigo antes da palestra, logo que cheguei ao evento, já demonstrando seu interesse no tema. Charles de Freitas Lima, famoso ativista que conhecia de nome pelas listas de discussão sobre direitos animais, foi outro presente que me honrou com sua presença e interesse. <br /><br />Quem se interessar, pode ver o <strong>powerpoint</strong> aqui (não consegui embeddar na página...): </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; color: #444444; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10px; white-space: pre;"><span style="font-family: Verdana; color: #333333; font-size: small;"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px; white-space: normal;"><a href="http://www.slideshare.net/mauriciokanno/histria-geda-rio">http://www.slideshare.net/mauriciokanno/histria-geda-rio</a></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#333333; font-size: 13px; line-height: 19px;">E pode ouvir o <strong>áudio</strong> da palestra aqui (que vergonha me ouvir falando!): <br /><a href="http://geda.podomatic.com/entry/2009-08-09T23_06_02-07_00">http://geda.podomatic.com/entry/2009-08-09T23_06_02-07_00</a> <br /><br />Nesta página aparecem informações sobre o Geda e eu mesmo, <a href="http://www.svb.org.br/12veganfestival/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=80:geda-mauricio-kanno&amp;catid=14&amp;Itemid=27&amp;lang=pt">no site do Festival</a>.<br /><br />(download do ppt aqui:<a href="http://sites.google.com/site/grupogeda/arquivos/historia-geda-24-07-09.ppt">http://sites.google.com/site/grupogeda/arquivos/historia-geda-24-07-09.ppt</a> )<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Festival e o grupo de estudos</span><br />Pra ser sincero, mesmo sendo novo no movimento, já estou um pouco cansado de palestras sobre direitos animais. Parece paradoxal dizer isso, vindo de alguém de um grupo de estudos, não? Mas a dinâmica de eventos proposta do Geda é bastante diferente. <br /><br />Ao invés de uma grande concentração de palestras em alguns dias seguidos, fazemos apenas duas, separadas por um intervalo com lanche e bate-papo, e tudo isso em apenas 3 horas, uma vez por mês. Isso é mais palatável para mim. <br /><br />É claro, eventos de imersão como este 12º Festival Vegano Internacional, além do 2º Seminário de Direitos Animais da USP e o 1º Encontro Nacional de Direitos Animais, tendo participado destes últimos no ano passado, são louváveis, especialmente para quem mora longe dos grandes centros urbanos e fica mais fácil separar dias seguidos para viajar e se dedicar. É minha posição pessoal, mas de todo modo ofereço a proposta alternativa a quem interesse. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Interação com os participantes</span><br />Foi muito bacana poder conversar com pessoas de países diferentes; por exemplo, em inglês com um professor que trabalhou toda a vida em Londres e agora mora na Califórnia; em espanhol com uma estudante intercambista que veio da Califórnia, filha de indianos; e conhecer especialmente tanta gente do Rio, entre outros que só conhecia virtualmente, como Thaís Shanti e Eliane Lima. Além de rever os ativistas de São Paulo. <br /><br />Na verdade, para mim, isto é o essencial de um evento grande como este: conhecer pessoas diferentes. Então, tinha vezes até que acabava ficando mesmo de fora das palestras pra bater um papo com alguns. Esta interação informal me parece essencial, e seria bacana oferecer mais espaço para isso. <br /><br />Pena que perdi a oportunidade de conhecer pessoalmente o Carlos Naconecy, doutor em Filosofia cujo livro “Ética &amp; Animais: um guia de argumentação filosófica” foi essencial para mim e foi base para muitos dos primeiros eventos do Geda. Um mentor a quem devo muita orientação, inclusive pela troca de ideias por e-mails. <br /><br />Quando o festival estava encerrando, eu, caindo de sono de cansaço, acabei indo embora, e meu amigo Leon Denis me disse que Naconecy havia me procurado pouco depois de minha saída, com a amiga Vânia Daró. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Palestras ao mesmo tempo</span><br />Não sei se é estratégico colocar mais de uma palestra ao mesmo tempo, ainda mais tantas de cada vez. Isso sobrecarrega e dispersa a atenção dos participantes. Era triste ver meio vazio o auditório grande em que ocorreu a palestra da esperada escritora Regina Rheda, que veio dos EUA. <br /><br />Ouvi frustração a respeito de haver na programação ao mesmo tempo mais de um super-palestrante que o participante queria ver, por exemplo. Quando isso ocorria comigo – e era frequente – a minha própria tática, apesar de isso parecer não muito polido, além de superficial; foi ver um pedaço da palestra de um, e um pedaço da palestra de outro; como fiz com a Patrícia, que falou sobre sua bela experiência do Santuário das Fadas. <br /><br />Por outro lado, é claro que isso possibilita um grande leque de opções para os participantes, claro. Dificilmente a minha palestra aconteceria se houvesse apenas uma por vez, que privilegiaria os medalhões do movimento. Isso possibilitou que o público pudesse tomar contato com diferentes experiências e ideias, até com as minhas, de um novato de apenas pouco mais de um ano e meio de ativismo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Programação no site</span><br />Outra dificuldade que tive foi me programar com antecedência, já que eu sabia apenas o horário da minha palestra. Pude ver folhetos completíssimos com a farta programação ao chegar, mas realmente não consegui encontrar pelo site antes essa programação, somente os nomes dos convidados e suas biografias, sem referências específicas de horários. <br /><br />Um destaque para a tabela geral no menu principal do topo ia bem. Depois acabei achando, mas estava em ordem alfabética no vasto menu lateral como “Programa”, o que um desavisado como eu acabou deixando passar. <br /><br /><span style="font-weight: bold;">Refeições</span><br />Também proponho dar mais atenção às refeições. Parecia não haver oferta de almoço pra valer na hora do almoço, mas somente lanches dos estandes. É claro, adorei prová-los, deliciosos, como hambúrgueres e pastéis, mas ouvi queixas de participantes a respeito dessa falta durante a semana, tendo que se virar com os lanches. Um deles resolveu até sair do festival para almoçar fora em um dos dias. <br /><br />Infelizmente perdi o “Junta-Prato” que ocorreu somente no sábado; acabei me dando conta de que ocorria quando já estava terminando... <br /><br />Maurício Kanno</span></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Dupla de caricaturas para agência de notícias animal]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55641.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55641.html</guid>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2009 23:38:44 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[desenhos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[caricaturas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[artes]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ANDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[Estou retomando minha coluna na Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), em parceria com o colega jornalista Matheus Moura, de Minas Gerais. Nosso tema é quadrinhos e animação, com foco em foco em direitos animais. 

Ao invés de foto pra identificar a gente, acabei produzindo uma caricatura da dupla pra ilustrar a coluna, pra ter a ver com a temática, inclusive.

<img src="http://lh5.ggpht.com/_zCA-ZZbfKB8/Sndqy0JuUEI/AAAAAAAAGL8/fAfAUJaRsCQ/s512/mauricio%20e%20matheus%20-%20caricatura1000-2.jpg">



Neste álbum que criei pra essas imagens há as caricaturas juntas, separadas e a foto original na qual me baseei: <a href="http://picasaweb.google.com/mpkjor/Caricaturas#">http://picasaweb.google.com/mpkjor/Caricaturas#</a>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA["Pierre e os veganos", narração de conto infantil - parte 1]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55592.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/55592.html</guid>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2009 03:21:27 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[veganos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[pierre]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[nazareth]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[narração]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[kanno]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[infantil]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[fazenda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[cordeiro]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[conto]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[áudio]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[artes]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<img align="right"  src="http://1.bp.blogspot.com/_zCA-ZZbfKB8/SnZVqY6nIAI/AAAAAAAAGLM/S362F7M8j-k/s320/Pierre.jpg">Minha narrativa de conto de Maria de Nazareth Agra Hassen, de Porto Alegre, sobre um cordeiro que descobre que o mundo não é assim tão maravilhoso como pensava... mas ainda assim, encontra esperanças em certo grupo de humanos: os veganos. 

<img style="hidden;width:0px;height:0px;"  border="0"  width="0"  height="0"  src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNDkyNjc1NDU*MjMmcHQ9MTI*OTI2NzU3MDUwOSZwPTg*NjgxJmQ9Jmc9MSZvPTViMzYyNjliYTU3NDQwODA4NmYxNGMyNDUzOWViYzFmJm9mPTA=.gif" /><div style="font-size:15;font-weight:bold;font-family:arial; width:320px; border:2px outset #DCDCDC; padding: 5px">
  <div>
    <div style="left"><a href="http://animao.podOmatic.com/entry/2009-08-02T11_11_34-07_00"  style="text-decoration:none"  title="Pierre e os veganos - narração, parte1">Pierre e os veganos - narração, parte1</a></div><br />
    <div style="left"><a href="http://animao.podOmatic.com"  style="text-decoration:none; color:gray"  title="Maurício Kanno's Podcast">Maurício Kanno's Podcast</a></div>
  <br clear="all" />
  </div>
  <div style="margin-bottom:-5px;">
  <embed type="application/x-shockwave-flash"  src="http://www.podomatic.com/swf/jwplayer44.swf"  width="320"  height="20"  allowscriptaccess="always"  allowfullscreen="true"  flashvars="height=20&width=320&file=UDS9/-5/17/46/animao/media/published/2045997_stnd.mp3&streamer=rtmp://streams.podomatic.com/vod"></embed>
</div>
<div><a target="animao"  href="http://animao.podOmatic.com/entry/2009-08-02T11_11_34-07_00"><img src="http://www.podomatic.com/images/share/player_logo.jpg"  border="0" /></a>
</div>

</div>
<br><a border="0"  href="http://www.gigyamailbutton.com/wildfire/gigyamailbutton.ashx?url=aHR*cDovL3dpbGRmaXJlLmdpZ3lhLmNvbS93aWxkZmlyZS93ZnBvcC5hc3B4P21vZHVsZT1lbWFpbCZ1cmw9aHR*cCUzYSUyZiUyZnd3dy5wb2RvbWF*aWMuY29tJTJmcG9kY2FzdCUyZmVtYmVkJTJmMTIyNzI*NiUyZjEwMDU5NzE="  target="_blank"><img src="http://cdn.gigya.com/wildfire/i/includeShareButton.gif"  border="0"  width="60"  height="20" /></a>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Biblioteca municipal sedia estudos sobre Ética Animal e Argumentação por um semestre]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/41029.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/41029.html</guid>
            <pubDate>Mon, 19 Jan 2009 17:49:30 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Filosofia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Jabaquara]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[argumentação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[biblioteca]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[debates]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[eventos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[palestras]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ética]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[GEDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Este sábado, 24 de janeiro, 15 às 18 horas, na <strong>Biblioteca
Paulo Duarte</strong>, próxima do metrô Jabaquara, SP, ocorre o 1º evento de formação de
2009 realizado pelo <strong>Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA)</strong>. Neste ano, além
das tradicionais palestras-debates sobre Ética Animal em si; há também
palestras-oficinas para aperfeiçoar a habilidade argumentativa dos
participantes, com o objetivo de promover discussões eficientes em qualquer área.
</p><div><div>

<p>Os temas abordados no evento de janeiro serão: &quot;Senciência, capacidade
de sentir consciente e emocionalmente, como critério para direitos morais&quot;,
apresentado pelo bacharel em Direito Cláudio Godoy; &quot;Limites biológicos para a
senciência&quot;, pela bióloga Kátia Tavares; e &quot;A arte de ter razão&quot;, livro do
filósofo<span> Arthur</span> Schopenhauer, apresentado pelo
advogado Hugo Chusyd.<span> </span></p>



<p>Para o restante do 1º semestre, até junho, na linha de <u>Ética
Animal</u>, estão programadas palestras-debates sobre subjetivismo ético,
direitos humanos, mutualismo, policiamento da natureza, sistemas político-econômicos,
experimentação animal e métodos alternativos. </p>



</div><p>Na linha de <u>Técnicas de Argumentação</u>, serão enfocados
os meios digitais, situações difíceis argumentativas e técnicas de fala ativa e
eficiente. Além disso, a jornalista Silvana Andrade, criadora da Agência de Notícias de Direitos Animais <a href="http://anda.jor.br/"  target="_blank">(ANDA)</a>, dará dicas de como relacionar-se
com a mídia; e o professor de Filosofia Leon Denis contará sua experiência educando
adolescentes no Ensino Médio sobre Ética Animal. </p>



</div><p><strong>Programação em formato de cartazes para consulta, impressão e divulgação:
</strong></p><div><div><div>

<p>Janeiro: <a href="http://gedasp.org/geda2009janeiro.pdf"  target="_blank">http://gedasp.org/geda2009janeiro.pdf</a></p>

<p>1º semestre: <a href="http://gedasp.org/geda2009semestre1.pdf"  target="_blank">http://gedasp.org/geda2009semestre1.pdf</a></p>



</div><p><strong>Eventos mensais desde 2007</strong></p><div>

<p>Os eventos são livres e gratuitos a todo interessado, um
sábado por mês, no mesmo horário. Não há necessidade de inscrição, apenas a
organização do evento pede que seja comunicada de seu interesse para que possa
receber melhor os participantes, de acordo com seu número. </p>



</div></div><p>O GEDA é um grupo de estudos independente formado por
profissionais em geral, professores e estudantes de diferentes
formações, que organiza
palestras-debates mensais sobre direitos animais desde novembro de
2007. Os
temas são conduzidos por voluntários baseados em livros e artigos
selecionados,
ou, excepcionalmente, sua própria experiência. </p><div>



<p><strong>Local</strong>:<span> saguão da <u>biblioteca
municipal</u></span><u> Paulo Duarte</u>, que fica na Rua Arsênio Tavolieri, 45,
São Paulo, junto ao Centro Cultural Jabaquara, perto da estação de metrô Jabaquara. A
partir do metrô, atravesse a Rua Jequitibás e vire à esquerda na Av. Francisco
de Paula Quintanilha Ribeiro.</p><div>





<p><strong>Mais informações com o grupo: </strong><u>Grupo de Estudos de Direitos
Animais</u>: (11) 9564-4568 - <a href="mailto:grupogeda@gmail.com"  target="_blank">grupogeda@gmail.com</a> - <a href="http://www.gedasp.org/"  target="_blank">http://www.gedasp.org/</a></p>






<p><strong><u>Informações sobre a Biblioteca Paulo Duarte</u></strong>: (11) 5011-8819 - <a href="mailto:bmpauloduarte@yahoo.com.br"  target="_blank">bmpauloduarte@yahoo.com.br</a> - <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_m_z/pauloduarte/index.php?p=192"  target="_blank">http://www.prefeitura.sp.gov.br/cid...</a></p>







</div><p><em>Maurício Kanno</em></p><p>Jornalista e organizador GEDA</p></div></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Que tal um Natal de respeito pelo meio ambiente e pelos animais?]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/39009.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/39009.html</guid>
            <pubDate>Fri, 12 Dec 2008 00:18:45 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[vegetarianismo]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[paz]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[renascimento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[respeito]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[meio ambiente]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[impactos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ecologia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[dossiê]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Natal]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ano Novo]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>O Natal costuma ser uma data para pensar em paz, amor, renascimento... assim como o Ano Novo. Assim, que tal dar uma olhada nos links abaixo, e refletir sobre o que você pode fazer no seu dia-a-dia para melhorar o mundo em que vivemos? </p><p><strong>- Minha animação-documentário produzida em Flash no Japão, &quot;Por Trás do Rebanho&quot;:</strong></p><p><a href="http://math-info.criced.tsukuba.ac.jp/~mauricio.kanno/">http://math-info.criced.tsukuba.ac.jp/~mauricio.kanno/</a></p><p><strong>- Artigo no site Akatu da jornalista Jaqueline Ramos, &quot;Os Impactos da Alimentação para o Meio Ambiente&quot;: </strong></p><p><a href="http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2008/os-impactos-da-alimentacao-para-o-meio-ambiente">http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2008/os-impactos-da-ali</a></p><p><strong>- Entrevista para a revista Época do biólogo Sérgio Greiff, &quot;Vegetarianismo a Favor do Meio Ambiente&quot;: </strong></p><p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74465-5856-421,00-VEGETARIANISMO+A+FAVOR+DO+MEIO+AMBIENTE.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74465-5856-421,00-V</a></p><p><strong>- Relatório da FAO/ONU, &quot;Livestock's Long Shadow&quot;: </strong></p><p><a href="http://www.fao.org/docrep/010/a0701e/a0701e00.htm">http://www.fao.org/docrep/010/a0701e/a0701e00.htm</a></p><p><strong>- Dossiê da Sociedade Vegetariana Brasileira, &quot;Impactos sobre o Meio Ambiente do Uso de Animais para a Alimentação&quot;: </strong></p><p><a href="http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.php">http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.p</a> </p><p>===</p><p>Este post foi feito aderindo proposta do <strong>Faça a sua Parte</strong>: <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/12/o-natal-do-faca.html">http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/12/o-natal-do-</a> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Panorama internacional de direitos animais em evento de 1 ano de debates do Grupo de Estudos de Direitos Animais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/38630.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/38630.html</guid>
            <pubDate>Sat, 06 Dec 2008 18:02:43 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Estados Unidos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internacional]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[educação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[argumentação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Japão]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Vegethus]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Israel]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Inglaterra]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Grupo de Estudos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[GEDA]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<span class="Apple-style-span"  style="border-collapse: collapse; color: #000000; font-family: arial; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px"><p style="margin:14pt 0in"><img src="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/files/-1/7288/logo_geda_puro.jpg"  border="0"  alt="logo GEDA"  hspace="10"  width="296"  height="141"  align="right" />No dia 13 de<span class="Apple-converted-space"> </span><span>dezembro de 2008,<span class="Apple-converted-space"> </span></span>o Grupo de Estudos de Direitos Animais (GEDA) realiza seu 13º evento mensal de formação sobre o assunto, livre e gratuito aos interessados. Será no sábado, das 15h30 às 18h30,<span class="Apple-converted-space"> </span><span>n</span>o<span class="Apple-converted-space"> </span><span>restaurante<span class="Apple-converted-space"> </span></span>Vegethus, com mediação de Cláudio Godoy.</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span>Primeiro estará em debate a situação dos direitos<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>animais no mundo, com<span class="Apple-converted-space"> </span></span>experiências nos<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Estados Unidos</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(professor da USP Artur Matuck e nutricionista George Guimarães),<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Inglaterra</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(estudante de Direito da USP Bruna Moliga),<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Israel </u>(advogado Hugo Chusyd) e<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Japão</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(jornalista graduado na USP Maurício Kanno).</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span>Em seguida, o redator Dimas Gomez explicará como responder a três argumentos contrários aos animais: da<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Biodiversidade</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(animais usados não estão ameaçados de extinção), do<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Favor</u> (muitos animais só existem por serem criados pelos humanos) e o<span class="Apple-converted-space"> </span><u>Pragmático</u><span class="Apple-converted-space"> </span>(seria impossível viver sem causar algum sofrimento aos animais). Os argumentos são os últimos analisados no livro<span class="Apple-converted-space"> </span><em>Ética &amp; Animais</em><span class="Apple-converted-space"> </span>–<span class="Apple-converted-space"> </span><em>Um Guia de Argumentação Filosófica</em>, do filósofo Carlos<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>Naconecy. E este é o<span class="Apple-converted-space"> </span></span>último de nove encontros independentes em que a obra está sendo estudada.</p><p style="margin:14pt 0in 14pt 0.5in; text-indent: -0.25in"><span style="font-size: 9pt; font-family: Wingdings"><span>-<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal">       <span class="Apple-converted-space"> </span></span></span></span><span><strong>Almoço</strong><span class="Apple-converted-space"> </span><strong>comemorativo<span class="Apple-converted-space"> </span></strong>- Antes do evento em si, às 14 horas, no mesmo dia e local, acontece o almoço comemorativo de 1 ano do<span class="Apple-converted-space"> </span></span><span>grupo de estudos. Se interessar, o sistema é</span><span class="Apple-converted-space"> </span>self-service, inclui sucos e sobremesas, e tem o preço fixo de R$ 19,50.</p><p style="margin:14pt 0in">O endereço do Vegethus – Vila Mariana é Rua Padre Machado, 51, São Paulo – SP, próximo à estação de metrô Santa Cruz. Telefone: (11) 5539-3635.</p><p style="margin:14pt 0in"><strong>Mais informações</strong>: (11) 9564-4568 ou<span class="Apple-converted-space"> </span><a href="mailto:grupogeda@gmail.com"  target="_blank">grupogeda@gmail.com</a><span class="Apple-converted-space"> </span>,<span class="Apple-converted-space"> </span><span>com Maurício</span>.</p><p>[Arte do Logo: publicitário Rogério Carnaval]</p><p>==========================</p><div><br /></div><div>Caso possível, por favor, imprima o <a href="http://stoa.usp.br/mauriciokanno/files/-1/7287/Evento+de+1+ano+do+GEDA+discute+direitos+animais+no+exterior+e+3+argumentos+-+3.pdf"  target="_blank">pdf de divulgação</a> e divulgue na instituição que freqüenta!</div><div><br />Grande abraço,<br /><br />Maurício Kanno<span class="Apple-converted-space"> <br /></span></div></span>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Ponyo: primeiro filme / animacao que assisto no Japao em cinema!]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/29012.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/29012.html</guid>
            <pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:34:33 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[vanguarda]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[japão]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[japonês]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[internacional]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[estréia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[anime]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[desenho animado]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animação animal]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Hayao Miyazaki]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b3/Ponyo.jpg"  border="0"  hspace="10"  width="213"  height="297"  align="left" />Fiquei em duvida (por nao saber o idioma), mas nao teve jeito: fui hoje assistir em um cinema na cidade com dois amigos japoneses Ponyo, animacao do consagrado cineasta de animacao japonesa Hayao Miyazaki! Eu queria muito ir a um cinema japones, e assistir a uma animacao japonesa, pronto! Agora consegui cumprir estes objetivos, eheh! O filme foi em japones, entao nao deu pra entender muito dos dialogos, mas ta valendo... Pelas entonacoes, pelas imagens (belissimas), etc., deu pra pegar bem a historia... E talvez seja ate interessante saborear um filme (especialmente animacao) por este lado mais sensivel...<br /><br />E assisti esta animacao antes de todo mundo nos outros paises, pois parece que so vai estrear em outros paises so beem depois mesmo... Quando vai chegar ao Brasil? Nao sei, mas pelo que li no site IMDB, especializado em cinema, na Italia so vai chegar em setembro deste ano (Festival de Venice) e no Reino Unido/Inglaterra so em abril de 2009... Ou seja, acho que vai dar tempo de eu chegar ao Brasil e assistir em portugues ainda, huahuahua.<br /><br />O nome do filme original e &quot;Gaku no ue no Ponyo&quot;, o que significa algo como Ponyo no alto do penhasco... Basicamente eh uma peixa que conhece um menino e tenta virar uma menina para ficar com ele. Mas o mais bacana em si e toda a magia que envolve a historia, cheia de ondas e peixes gigantescos, tsunamis, a coragem da mae durona do garoto, e outros encantos de um anime belo do seu Miyazaki. Este autor, diretor do Studio Gibli, tambem produziu Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, conhecidos no Brasil. <br /><br />Ah, claro, a tematica deste filme pega bem personagens animais... Um de meus temas preferidos. Mas o que dizer de uma peixa que quer virar humana? Que mensagem isso passa? Superioridade dos humanos sobre os outros animais? Nao sei... De fato, e problematica a relacao do garoto que quer &quot;ter&quot; o peixe para si... Mas a relacao eh de amizade, e a peixa e toda poderosa, a historia tem muita magia... Acho que o enredo consegue passar por tudo isso. O contato entre os mundos humano e aquatico se da com bastante tumulto e encanto, amizade e desespero. Como se diz? Transcendente e dubio... <br /><br />Violencia e propriedade do humano sobre o animal? Nao, nao diria que isso aparece no filme... como e a realidade. Ha toda uma comunicacao e relacao tumultuada, isso sim...<br /><br />Links?<br /><br /><a href="http://www.ghibli.jp/ponyo/">http://www.ghibli.jp/ponyo/</a><br /><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki">http://pt.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki</a><br /><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gake_no_ue_no_Ponyo">http://pt.wikipedia.org/wiki/Gake_no_ue_no_Ponyo</a><br /><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ponyo_on_the_Cliff_by_the_Sea">http://en.wikipedia.org/wiki/Ponyo_on_the_Cliff_by_the_Sea</a><br /><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki">http://en.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki</a><br /><a href="http://www.imdb.com/title/tt0876563/releaseinfo">http://www.imdb.com/title/tt0876563/releaseinfo</a></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Entenda a diferença entre o abolicionismo da escravidão animal e o bem-estarismo]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/22867.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/22867.html</guid>
            <pubDate>Wed, 14 May 2008 06:12:03 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[bem-estarismo]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[abolicionismo]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[Esta mensagem foi escrita para o prezado Eduardo Hegenberg, na lista
abolicionistas, mas pode ser para você também, caro leitor. <br /> <br />A diferença entre os abolicionistas e os bem-estaristas está neste ponto: <br /> <br />-
Os abolicionistas acham que não é correto usar animais como escravos
para o que bem entendermos e desrespeitá-los em sua individualidade e
interesses; a idéia principal é que animais não são objetos,
mercadorias ou propriedades. <br />- Os bem-estaristas acham que é
correto usar animais como escravos, mas para eles durarem mais; e para
sua exploração ser mais eficiente, é preciso ter certos cuidados, assim
como você precisa fazer manutenção no seu carro de vez em quando.<br /> <br />É entre estas idéias que você precisa se decidir. É como diz Tom Regan: &quot;Não queremos jaulas maiores, queremos jaulas vazias.&quot;<br /> <br />===========<br /> <br />Mas
compreendo o que você quer dizer sobre união e isolamento. Eu também já
tive esta intenção de que as frentes se unissem, até que pude
compreender melhor a falha nesta estratégia. Se abolicionistas aceitam
apoiar bem-estaristas, o que vai acontecer? <span style="font-weight: bold">Vão dar a entender que aceitam que animais, se menos mal-tratados, sejam usados como escravos.</span> E não queremos passar esta mensagem de maneira alguma. <br /> <br />Há também o<span style="font-weight: bold"> grande problema do tempo</span>,
que é precioso e LIMITADO para cada um de nós. Se você tem, em um dia,
digamos, 1 hora para agir em defesa dos animais, em que você vai
investir? Vai procurar difundir a idéia de que animais deveriam ser
menos maltratados ou vai procurar difundir a idéia de que animais não
devem ser escravos dos humanos? Ou pode ainda dividir seu tempo, claro.
Mas a força da sua mensagem vai também se dispersar. <br /> <br />Outra
coisa: não é significativa a redução de &quot;maus tratos&quot; para que isto um
esforço válido. Vamos comparar com um escravo humano, há um ou dois
séculos. Será que vale a pena ficarmos insistindo em que o senhor dele
lhe dê, <span style="font-weight: bold">ao invés de 20 chibatadas, 15 ou 10 chibatadas por dia para trabalhar</span>? Ou é melhor insistirmos que lhe seja concedida liberdade? <br /><br />É
claro que, uma vez que um capanga tenha decidido por espancar ou violar
uma mulher, eu vou dizer que o que este capanga está fazendo é errado,
mesmo que ele tenha <span style="font-weight: bold">espancado ou a violado apenas uma vez ou várias</span>.
Simplesmente ele estará repetindo a coisa errada se fizer de novo.
Assim como no caso das chibatadas no escravo, ou estupros em uma vaca,
ou aprisionamento de um animal, ou sua escravidão para produzir algum
trabalho forçado. É isso que deve ficar claro. <br /> <br />Se uma empresa adotar medidas bem-estaristas, provavelmente ela está fazendo isso para poder <span style="font-weight: bold">aumentar a sua lucratividade</span>.
E esta estratégia quem deve aplaudir são os executivos. Não nós. Ela
com isso vai ter suas propriedades escravas durando mais e sendo mais
produtivas; e terá algum motivo até para aumentar o preço final de seus
produtos. <br /> <br />Assim, se os bem-estaristas querem aplaudir estes
&quot;avanços&quot;, fiquem à vontade. Mas acho melhor dedicar meu tempo para
outra coisa. <br /> <br />======<br /> <br />Concordo contigo de que também
seja necessário pensar em reservas para abrigar os animais livres. Mas
algum abolicionista disse que discorda disto? Isto é mais para longo
prazo. Simplesmente, antes de pensar em reservas, é preciso convencer
as pessoas de que os animais merecem respeito. <br /> <br />Agora, se você fosse um bicho, humano ou não humano, <span style="font-weight: bold">você não iria preferir nada se você não existisse</span>,
isto é algo que eu já disse antes. Não é uma idéia razoável? Lembre-se
da idéia-chave de Descartes: &quot;Cogito, ergo sum.&quot; =&gt; &quot;Penso, logo
existo.&quot; E o contrário também vale: se você não existe, você não tem
como pensar. <br /> <br />Mas, uma vez que existimos, com certeza devemos
ter o direito de desfrutar de liberdade, integridade física, etc. E é
por esta idéia que os abolicionistas lutam. Pelos que já existem e
pelos que vão existir. <br /> <br />Quanto aos humanos trabalhadores, você
falou bem quando especificou &quot;guardadas as devidas proporções&quot;. Mas,
para ser mais correto, não dá pra falar em &quot;proporções&quot;, quando se
compara a situação dos trabalhadores humanos com os outros animais.
Pois os outros animais são nossos escravos o tempo todo; nós não somos
escravos. Por mais que tenhamos dificuldades no trabalho, e possamos
ficar cansados, <span style="font-weight: bold">temos a liberdade</span>
de buscar educação, melhorar nossas possibilidades, e mudar de
trabalho, inclusive para um com o qual temos mais afinidade; e com o
dinheiro de nosso trabalho, temos a liberdade de obter coisas para
satisfazer nossos interesses e dos outros. <br /> <br />Para finalizar: não sei de onde você tirou que as vacas vivem uma vida idílica... <br /> <br />Abs]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Acolhemos os animais que já existem, mas não queremos novos dependentes]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/22445.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/22445.html</guid>
            <pubDate>Thu, 08 May 2008 05:06:02 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[direitos animais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[abolicionismo]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[Esta é uma resposta que fiz para um colega de lista &quot;abolicionistas&quot;,
baseado em estudos com Cláudio Godoy no Grupo de Estudos de Direitos
Animais e textos de Gary Francione. <br /><br />&quot;prezado, <br /> <br />todos
defendemos a vida dos animais que já existem; o que nao se deve
defender é que apareçam novos animais em uma situação dependente e
escravizada. estes hipotéticos futuros novos escravizados nao podem ter
opiniao a respeito, já que eles nao existem ainda. <br /> <br />a vaca é
um exemplo de animal que o ser humano fez eugenia: selecionando
artificialmente os melhores espécimes para sua necessidade específica.
assim como certos grupos político-militares podem fazer com seres
humanos: matar alguns e deixar viver outros que lhe sejam de interesse.
havia ancestrais da vaca e boi que viviam muito bem adaptados à vida
selvagem. <br /> <br />resumindo: a domesticação (dependência e
escravismo) é um problema criado pelo ser humano, e os seres humanos
devem resolver esse problema, acolhendo os animais que já existem, mas
impedindo que novos apareçam. <br /> <br />grande abraço,<br />maurício kanno&quot; <br />[Leia mais em <a href="http://www.gato-negro.org/content/view/27/48/">http://www.gato-negro.org/content/view/27/48/</a> ]<br /><br />===========Escrevi em resposta ao seguinte: <br /><br />&quot;Gostaria de saber como o abolicionista costuma<br />se posicionar frente ao seguinte problema:<br /> <br />    &quot;O abolicionista, quando defende o direito do animal<br />de não ser abatido (de viver) em nome da não-exploração, <br />na prática cria uma situação que fere o seu próprio princípio:<br />Se não há abate, não há recurso para manter o animal. Logo <br />não há vida.   <br />    Exploração é um conceito humano. Vaca e frango são animais <br />domesticados há milênios, possivelmente geneticamente menos <br />preparados para uma vida &quot;selvagem&quot;. Se o animal pudesse <br />saber que existem pessoas -- os abolicionistas, em oposição aos <br />bem-estaristas -- que decidiram por ele a preferência de não existir a<br />viver uma vida de bem-estar (no entanto &quot;explorada&quot;), será que<br />ele concordaria com eles?&quot;<br /> <br />    []s<br />    Edu&quot; [Eduardo Hegenberg]]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Ratos têm capacidade de pensamento abstrato, diz estudo]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/19351.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/mauriciokanno/weblog/19351.html</guid>
            <pubDate>Fri, 28 Mar 2008 16:43:42 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[psicologia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[pensamento]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[inteligência]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ciência]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ratos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[animais]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Não sei bem o que seria este &quot;pensamento abstrato&quot; da pesquisa, mas lá vai: </p><p> 27/03/2008 - 15h12 - Folha Online</p><div id="articleBy"> <p> da <strong>France Presse</strong>, em Chicago </p> </div>  <p> Ratos também têm a capacidade de aprender novas regras e aplicá-las em diferentes situações, uma habilidade considerada, até então, uma prerrogativa da mente humana, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27). </p>  <p>E esses animais podem ir além: em artigo publicado em jornal científico britânico, pesquisadores da Universidade College London e a Universidade de Oxford afirmaram que os ratos também possuem a capacidade do pensamento abstrato. </p>  <p>Os cientistas fizeram três testes expondo os roedores a provas visuais, auditivas e combinaram os experimentos com comida --oferecida no final como recompensa. </p>  <p>Durante o primeiro teste, os ratos foram condicionados a terem uma reação de defesa, com o estímulo da luz e da escuridão, seguindo a lógica ABA, AAB ou BAA -- &quot;A&quot; representando a luz e &quot;B&quot; a escuridão. </p>  <p>O primeiro grupo de ratos sempre recebeu comida com a seqüência ABA, o segundo foi recompensado com a AAB, e o terceiro com a série BAA. Os ratos foram também testados com todas as seqüências, mas desta vez sem receberem comida no final. A experiência foi repetida e, depois de alguns dias, foram capazes de distinguir as séries e associaram qual era a lógica para receber a comida no final. </p>  <p>Na segunda experiência, os pesquisadores treinaram as cobaias a esperarem por comida usando sinais auditivos que seguiam a seqüência ABA. Depois, alteraram o sinal ao mudar a freqüência dos tons, mas mantiveram a mesma seqüência. </p>  <p>Mesmo com sinais desconhecidos, os ratos aparentaram esperar por comida quando ouviam tons baixos e altos seguidos da série ABA, devido à rápida maneira como os roedores iam checar seus comedouros. </p>  <p>Isso mostrou que os animais aparentemente distinguiram as seqüências que ouviam de acordo com o que haviam aprendido anteriormente. </p>  <p> <strong>Esperteza</strong> </p>  <p>&quot;Baseados nas seqüências, eles sabiam quando receberiam a comida&quot;, disse Robin Murphy, professor de psicologia da Universidade College London e um dos autores da pesquisa. &quot;As experiências mostram como os ratos conseguem abstrair informações complexas&quot;, diz. </p>  <p>Os pesquisadores repetiram o último teste com os sinais visuais, mas desta vez sem oferecer a comida. Os ratos, ainda assim, tiveram a mesma reação e responderam à seqüência que eles haviam anteriormente associado à comida. </p><p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u386416.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u386416.shtml</a></p>]]></description>
        </item>
        
    </channel>
</rss>