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Stoa :: Maurício Kanno :: Blog :: vegetarianismo

Dezembro 11, 2008

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Postado por Maurício Kanno

O Natal costuma ser uma data para pensar em paz, amor, renascimento... assim como o Ano Novo. Assim, que tal dar uma olhada nos links abaixo, e refletir sobre o que você pode fazer no seu dia-a-dia para melhorar o mundo em que vivemos?

- Minha animação-documentário produzida em Flash no Japão, "Por Trás do Rebanho":

http://math-info.criced.tsukuba.ac.jp/~mauricio.kanno/

- Artigo no site Akatu da jornalista Jaqueline Ramos, "Os Impactos da Alimentação para o Meio Ambiente":

http://www.akatu.org.br/central/opiniao/2008/os-impactos-da-ali

- Entrevista para a revista Época do biólogo Sérgio Greiff, "Vegetarianismo a Favor do Meio Ambiente":

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74465-5856-421,00-V

- Relatório da FAO/ONU, "Livestock's Long Shadow": 

http://www.fao.org/docrep/010/a0701e/a0701e00.htm

- Dossiê da Sociedade Vegetariana Brasileira, "Impactos sobre o Meio Ambiente do Uso de Animais para a Alimentação": 

http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.p

===

Este post foi feito aderindo proposta do Faça a sua Parte: http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/12/o-natal-do-

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Postado por Maurício Kanno | 5 comentários

Agosto 02, 2008

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Postado por Maurício Kanno

Oie, rapidas (e sem acento neste windows): fiquei feliz da vida de aprender a jogar badminton, uma mistura de tenis (ou ping pong gigante, com quadra de volei) com peteca (ou mini-peteca)... Putz, isso eh mto popular por aqui. Parece que no Sudeste Asiatico, como Tailandia, Bangladesh, Vietna, as pessoas jogam muito! E no Brasil, eu nunca tinha ouvido falar!

Pois bem, depois de um vergonhoso inicio sequer conseguindo acertar a "bola" (ou quase isso), treinando sozinho uns dois dias tambem, uhu! Ontem um bangladeshiano me deu mais umas dicas e fiquei maravilhado ao ver que eu conseguia tacar a bola pra la e rebater depois! Agora dah pra me sentir mais enturmado...

E por falar em me sentir enturmado, putz, fiquei mto feliz quando hoje, depois de chegar cansado e tarde em casa e perder a hora do jantar aqui no predio da JICA [(Agencia de Cooperacao Internacional do Japao), Tsukuba, Ibaraki, Japao, etc.], ao chegar na cozinha comunitaria pronto pra aprontar alguma coisinha pra mim, uma turma de uns 6 ou 7 vietnamitas, com quem tenho falado por ai ora com um ou com outro (a dois deles especialmente devo muito, por se dedicarem tanto a resolver uns paus no meu computador), me chamam para jantar com eles, comida tipica vietnamita, preparada por eles!

E o melhor: vegana, macarrao, ceboloes, cenouras, e outros legumes... Esses caras estao me deixando com a melhor impressao desse pais que bateu os EUA nos anos 1960...

[fotos, depois, se eu conseguir tirar o atraso do estudo aqui no fim de semana... etc.]

[escrevi este texto ontem, e publiquei no Blogger, mas parece que ontem o servidor do Stoa esteve com problemas, por isso so publico hoje aqui...]

Palavras-chave: amigos, badminton, esporte, internacional, japão, JICA, turma, vegano, vegetarianismo

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Maio 26, 2008

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Postado por Maurício Kanno

Ao menos o que EU como...

http://picasaweb.google.com/mpkjor/PratosVegsDoDiaADia/

Seguem exemplos do álbum abaixo:

 

 

Palavras-chave: bolo, comida, delícia, lanche, pratos, vegetarianismo, vegetariano

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Postado por Maurício Kanno | 7 comentários

Março 09, 2008

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Postado por Maurício Kanno

Depois de 1 ano bastante esclarecedor, o mais pacífico de toda minha vida, sem me alimentar da morte de outros animais sensíveis...

resolvi marcar a data para me tornar vegano: segundo domingo de abril.

a partir desse dia, nao vou consumir mais nada de origem animal, como leite de vaca ou de outros animais, incluindo seus derivados, como queijo, iogurtes e chocolate com leite, mel, etc....

eu já estava até me sentindo mal por consumir essas coisas, com um peso na consciência; além de já sentir na minha boca uma coisa meio pastosa desagradável...

mas vou chegar lá gradualmente: a partir de hoje já vou consumir apenas 3 dias por semana derivados. passando por 2 dias, e 1 dias por semana. ao menos ovo já não consumo há cerca de um mês e pouco.

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me dei conta de que nao dá pra falar em direitos animais, em animais com direito a nao ser simples objetos, reles propriedades, assim como foram os negros escravos há tempos atrás, sem ser vegano. é claro que isso exige força de vontade para vencer o costume arraigado e capitalista nesta nossa sociedade... que, por meio de uma coisa chamada "cultura", nos faz esquecer do desrespeito a tantos...

nao só animais não humanos são desrespeitados com este nosso olhar para o próprio umbigo. mas também vários outros humanos, pobres, miseráveis, discriminados, rejeitados...

a consciência de libertação animal inclui a da libertação humana. claro, já que os humanos são uma espécie animal. quando as pessoas passam a reconhecer o preconceito orgulhoso de nao respeitar um animal só porque ele nao é da mesma espécie que a sua, de se importar com seu sofrimento e seus interesses, muito mais fácil acaba sendo reconhecer a necessidade de respeito aos da mesma espécie.

mas por que então se preocupar com os outros animais? porque eles passam pela pior falta de respeito que um ser consciente hoje em dia passa.

================

saiba mais:

http://www.direitosanimais.org/conteudo/a-pratica-dos-direitos-animais

http://pt.wikipedia.org/wiki/Veganismo

http://www.institutoninarosa.org.br/ali_veganismo.html

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Janeiro 14, 2008

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Postado por Maurício Kanno
Oi, gente! Tudo bem?

Gostaria de compartilhar com vocês uma experiência muito importante minha. Fui hoje em uma nutrionista (não vegetariana) em um posto público de saúde. E nem demorou muito pra marcar, foi coisa de uma semana ou duas, e isso porque estávamos na virada do ano. Procuro me informar bem sobre o vegetarianismo também em termos nutricionais, mas faço isso principalmente pela internet e com amigos, e achei que seria uma boa também consultar pessoalmente um profissional de saúde.

Foi bacana, ela me orientou em relação aos alimentos interessantes para cada nutriente e disse que realmente não há problema algum em ser vegetariano. Fiquei feliz pela confirmação dela, uma profissional neutra, sem qualquer vínculo com a "causa". Afinal, sempre ouço falar de profissionais de saúde que criticam o vegetarianismo, já ficam cheios de temores e contra-indicações... Nem ficou falando dos mitos da falta de proteína, cálcio, ferro, etc... Pelo visto era uma profissional de verdade!

A única questão é para aqueles vegetarianos que desejam se tornarem também veganos, como eu também estou pretendendo. Ou seja, excluir também leite, ovos, queijo... Aí precisa fazer uma suplementação nutricional de B12, como ela disse. Mas só isso. Agora, e pra achar o quanto precisava fazer, e qual produto usar? Ela ficou um tempão procurando num livrão enorme lá da Farmácia do posto de saúde, pra me indicar o produto de suplementação nutricional, mas não achou a tal B12.

Nutricionista consultando Guia Vegano e SVB

O jeito foi ela procurar na internet. E o que ela me trouxe impressas? Páginas do site Guia Vegano, mais do site da SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), ambas com informações do renomado médico nutrólogo e vegano Eric Slywitch, vejam só! Ou seja, ela, uma profissional de saúde totalmente imparcial, sem qualquer ligação com o vegetarianismo, referendou, apoiou as informações destes sites. Inclusive de folhetos vegetarianos/veganos que mostrei...

Agora, o que me preocupa é que ela disse (confirmado pelas informações do Eric) de que precisa fazer suplementação diária! Nossa! Nunca ouvi falar de veganos que tomam essa suplementação diária. No máximo, como no caso dos veganos David e Leonel, com quem conversei esses dias, de ano em ano, ou de uns 3 em 3 anos. O que ela me disse é que podem existir pessoas que podem se manter saudáveis assim; mas não é o recomendável para todos.

Seria importante fazer exames para verificar e seguir essa suplementação diária principalmente no começo. Isso porque a B12 não é um nutriente cumulativo; mas é lábil, ele vai com a excreção. E também não seria recomendável tomar doses altas de B12 de uma vez, digamos 500 microgramas por ano, de uma vez só, pois o organismo não suportaria e absorveria adequadamente.

A quantidade diária necessária é de 5 microgramas por dia, conforme ela verificou nas informações do Eric. De cabeça, ela achava que eram 50 microgramas. Mas, checando, ela cedeu a esta informação.

Atitude

Ah! E o melhor de tudo é que, apesar de ela ter no meio da conversa questionado alguns pontos básicos e simples da filosofia vegetariana/vegana (mas paramos logo, pois não estávamos lá pra discutir isso), no fim da conversa ela até aceitou um jornal Salva-Vidas, que lancei com Laura Kim, Luciene e outras pessoas, para divulgar o veganismo/direitos animais; e um folheto da campanha Um dia sem carne, com os motivos para não ser vegetariano; para conhecer melhor nossos motivos; apesar de dizer que já os conhecia. Também ficou com uma impressão extra das info do Eric para ela.

Admitiu inclusive, sem eu falar nada: "Essa exploração dos animais não é nem exploração em si, é tortura."

E o grand finale: "Espero que todos sejam como você. É que precisa de força de vontade também, né?"

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Que tal?

Palavras-chave: atitude, nutrição, posto de saúde, saúde, saúde pública, vegetarianismo, vegetariano

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Janeiro 10, 2008

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Postado por Maurício Kanno
Acabei de verificar em uma lista de 15 vegetarianos famosos da ABC News, 2 artistas que atuam no super-seriado Heroes! Uhú!



Olha só: tem o astro principal Milo Ventiglia, que interpreta Peter Petrelli, o mais super-power de todos os Heroes (absorve poderes de todo mundo! então é telecinese, telepatia, vôo, raios, regeneração, teleporte, viajar no tempo e parar o tempo e tudo o mais)! é lógico que também é bom-moço, confuso e meio bobo... assim os poderes nem sempre funcionam direito e pra coisa certa...

E mais Kristen Bell (tida como uma das mais mais sexys vegetarianas da TV, eheheh), que interpreta Elle, uma moça fria e calculista que dá choque! ai! ela tava de vilãzinha, mas parece q vai pro lado do "bem" agora...



Veja aqui os links onde estão Milo e Kristen no especial da ABC News:

http://abcnews.go.com/GMA/CelebSnapshots/popup?id=3534182&contentIndex=1&page=13
http://abcnews.go.com/GMA/CelebSnapshots/popup?id=3534182&contentIndex=1&page=14

Só um detalhe: alguns dos "famosos" citados na seleção eu nem conhecia, na verdade...

abs
maurício kanno

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Dezembro 28, 2007

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Postado por Maurício Kanno



estive passando hoje no blog sobre quadrinhos do amigo Paulo Ramos, que foi também membro de banca de meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), apreciando meu trabalho ao me formar em Jornalismo, e encontrei um ótimo cartum mostrando a incoerência humana ao celebrar o Natal, em relação aos animais. mas sem ser super-chocante, como alguns divulgados por amigos defensores dos direitos animais.

Foi isto o que comentei no blog dele:

"parabéns, paulo, belo cartum... ilustra bem essa questão contraditória do ser humano em geral, que "celebra a vida e a paz" matando animais inocentes e mansos, como perus, porcos, galinhas, etc.

por isso, realmente é importante o trabalho de autores como Spacca, para que todos reflitam sobre o assunto e talvez com isso mudem seus hábitos. para uma reflexão mais cuidadosa, leiam o artigo da Sílvia Lakatos: http://www.guiavegano.com/artigos/silvia/

Boas festas de passagem de ano, Paulo, e para todos os seus leitores! E que sejam festas cada vez mais pacíficas e com mais respeito!"

É isso o que também desejo para você, caro leitor... Deixei de fazer um "post de Natal específico" antes do Natal, mas aqui está, serve para o ano novo e para todos os dias do ano também... (mas ao menos meu último post foi com a publicação de meu vídeo sobre a paz multicultural... com as entrevistas que fiz na Europa, veja: http://mauricio-kanno.blogspot.com/2007/12/londres-barcelona-de-passagem-meu.html )



Links:

-Reflexão de Sílvia Lakatos: http://www.guiavegano.com/artigos/silvia/
-Reflexão e receitas de Ana Maria Curcelli (com Babe, o porquinho atrapalhado): http://www.guiavegano.com/artigos/paula/index.htm
-Receitas vegetarianas do Portal Terra: http://www.terra.com.br/natal/receitas_vegetariano.htm
-Ceia de Natal vegetariana de Tatiana Cardoso: http://www.svb.org.br/vegetarianismo/outras-receitas/ceia-de-natal-vegetariana.html

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Novembro 17, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Oiê, este é o meu primeiro videopost do Videoblog Animao que estou começando, uma versão em vídeo que estou experimentando, para dar outra cara e novos recursos aos meus blogs LegalLegal: http://stoa.usp.br/mauriciokanno/ (este aqui mesmo) e http://animao.com.br (no Blogger).

Esta é apenas uma introdução para meu videoblog iniciante, que falará sobre direitos animais, vegetarianismo, gatos, ecologia, internet, software livre, séries de TV como Heroes, animações, quadrinhos, críticas de filmes e outras obras, etc.

Espero que você goste! Teve até participações especiais (e inesperadas) de outros sujeitos!... Rindo

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Novembro 09, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Acho que já dá pra mudar de assunto um pouco, né? Piscar Até eu tô cansando de falar de vegetarianismo... Rindo

PageRank

Bem, pois é, o que mais importa aqui é que tanto na versão atualizada do Firefox como do Explorer apareceu uma ferramenta chamada PageRank. Ela é ótima e muito divertida!!! Dá vontade de ficar brincando com ela várias vezes, em vários sites diferentes! (Pra mim foi assim, rs)

Para cada site em que você entra, ela colore de verde (oba! viva veg, rs!) um pedaço de uma barrinha vertical. Quanto mais preenchida a barrinha, mais importante é o site para o Google. Ao entrar em qualquer site (procure fazer isso com a página principal do site), dê um tempinho para a barrinha analisar o site, e então veja se algo muda lá. Experimente colocar o mouse em cima desse símbolo de PageRank para ler: "O PageRank é uma avaliação do Google sobre a importância desta página (X/10).", onde X é uma nota de 2 a 10.

Veja o resultado de algumas experiências que fiz (não achei site com nota 0 ou 1):

Nota 2: O Portal Curioso (meu site artístico) e Animais de Pêlo (blog que montei para uma amiga protetora de animais, principalmente gatos e cães)

Nota 3: Animao (meu blog no Blogger), Boaro.info (blog de meu amigo ex-stoano Júlio Boaro, que me ensinou o vegetarianismo), Comunix (blog de Hernani Dimantas, um pioneiro da internet) e Renanosoma (site com chats sobre nanotecnologia em que comecei a trabalhar) [como se vê, há principalmente blogs aqui; mas me espantei com a grande diversidade deles, em visitação, antiguidade e em frequencia de posts, tendo a mesma nota]

Nota 4: Portal Japão da SBPN (site sobre o Japão em que trabalho) e Vegetarianismo.com.br (site referência sobre vegetarianismo, mantido pela Sociedade Vegetariana Brasileira)

Nota 5: Stoa (dispensa apresentações... mas vamos lá, é aqui mesmo, este "orkut" ou "rede social" da USP!) e Portal Acessa São Paulo (site de um dos maiores programas de inclusão digital do Brasil, em que trabalhei por 2 anos)

Nota 6: UOL e Folha Online

Nota 7: YouTube e Portal da USP (o site da USP é mais importante para o Google que do o UOL e da Folha!)

Nota 8: Wikipédia, MySpace e Facebook (estes dois últimos, mas principalmente o último, segundo minha amiga canadense Lisa Smith, são o "orkut" do mundo ocidental do Norte: Europa e América do Norte)

Nota 9: Flickr (imperdível site de compartilhamento de fotografias!)

Nota 10: site do MIT (Massachussets Institute of Technology)!

Que coisa, não imaginava que sites de universidades (mesmo destas tão conceituadas) tivessem este poder no Google...

Atenção, mas também é possível, em várias situações, principalmente em páginas internas e também em sites do próprio Google, que a barrinha do PageRank fique vazia e se você colocar o cursor do mouse em cima apareça a mensagem: "Não há nenhuma informação de PageRank disponível." Portanto, evite estas situações, para não se frustrar, e manda ver nas páginas principais de sites em geral!

(Obs.: encontrei alguns sites que dizem dar o PageRank de dado endereço... Mas parece que não funciona direito não, dá sempre 5, por exemplo, como este aqui. )

Navegadores

Eu acabei de reinstalar e atualizar meu Mozilla Firefox com Google Toolbar 2.0.0.2, pois tava dando pau (aliás, isso está me frustrando no Firefox...). Na verdade, vem um monte de coisa junto, nem pude experimentar tudo, mas uma dessas coisas novas (acho que já tinha, mas só agora reparei como funciona) que vale muito a pena é o PageRank do Google.

Aliás, também reinstalei e atualizei meu Internet Explorer 7.0.57. Pois reparei no Baixaki que agora a famigerada versão 7,0 do IE, plágio do Firefox no que toca às abas, e com visual todo brilhantinho, agora estava gratuita e livre (não o código, claro, mas para mim, mero usuário, isso é irrelevante). Antigamente era necessário ter uma certificação do Windows original, pelo visto isso não é mais necessário...

Claro, prefiro usar o Firefox, mas meu trabalho e meu dia-a-dia em geral exige frequentemente que eu utilize ao mesmo tempo mais de uma conta de e-mail no Gmail, por exemplo, e por isso uso dois navegadores. Agora ficou bem mais fácil usar o IE... Que aliás também tem o PageRank automático.

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Novembro 07, 2007

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Postado por Maurício Kanno

A Sociedade Vegetariana Brasileira acaba de publicar um dossiê sobre os impactos que a indústria da carne causa ao meio ambiente. A publicação mostra que os estragos vão muito além das queimadas e da pesca predatória. Para se ter uma idéia, um relatório da FAO (Food and Agriculture Organization), organismo das Nações Unidas para agricultura e alimentação, indica que os "estoques de animais vivos" - destinados a alimentar humanos - têm mais responsabilidade pelas mudanças climáticas do que todos os veículos automotores do mundo somados. A indústria da carne gera nada menos de 18% das emissões de metano e 25% das emissões de dióxido de carbono (CO2). Esses gases são os principais culpados pelo aquecimento global.

A criação de animais também responde por 64% de todas as emissões de amônia, a maior causadora da chuva ácida; e por grande parte das emissões de óxido nitroso, um gás 300 vezes mais poluente para a atmosfera do que o CO2.

Obtenha o trabalho em PDF em: http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.php

---

As fontes desta pesquisa/dossiê que acaba de ser lançada são:

No Brasil: Cetesb; IBGE; Instituto Akatu; Instituto Cepa; Instituto Nina Rosa; Instituto Peabiru; Instituto de Pesquisas Amazônicas (INPA); Instituto Socioambiental; ONG Repórter Brasil; Relatório Unesco para o Fórum Mundial da Água; Sabesp; WWF Brasil.

No exterior: Conservation International; David Suzuki Foundation; Environmental
Justice Foundation; FAO/ONU - Food and Agriculture Organization of the
United Nations; Federação do Salmão-do-Atlântico; Greenpeace; Oxfam International; Relatório Our Food Our World - The Realities of an Animal-Based Diet; da Earth Save Foundation; Worldwatch Institute.

Documentário: Deep Trouble, da BBC.

Livros: Amigo Animal: Reflexões interdisciplinares sobre educação e meio ambiente, ética, dieta, saúde, paradigmas, de Paula Brügger; Ecologia:Cuidar da Vida e da Integridade da Criação, do CESEP; Fundamentos do Vegetarianismo, de Marly Winckler.

Artigo: Você já comeu a Amazônia hoje?, de João Meireles Filho.

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Novembro 06, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Nesta quinta-feira, 1o de novembro, foi o Dia Mundial Vegano, que busca promover em todo o mundo o respeito aos animais. Neste dia, a partir das 12 horas, foi lançada por grupos de defesa dos animais a campanha "São Paulo: Um dia sem carne", com um ato público na Praça Patriarca, próximo ao Viaduto do Chá, em frente à prefeitura.


Foi apresentado durante o evento um projeto para que o dia 20 de março seja instituído no município como "Um dia sem carne". A proposta é educativa, ao fazer com que este dia estimule respeito por todos os seres, promovendo uma sociedade pacífica, sustentável e saudável.



O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, recebeu e apoiou publicamente proposta para que o projeto seja encaminhado para a Câmara dos Vereadores. Fez parte do ato a distribuição de frutas, como símbolo da alimentação pacífica, além de uma feijoada vegetariana. Foram também realizadas impressões gratuitas de estampas de camisetas.



Os organizadores do evento são: grupo Orientação para Conscientização Ambiental da Sociedade Vegetariana Brasileira (OCA*SVB), grupo Ativismo, advogado Laércio Benko, grupo Libertar, Partido Verde, grupo Veganos e veterinário Wilson Grassi. Há também apoio de outras entidades, listadas na página do evento: http://www.svb.org.br/oca/umdiasemcarne.htm



Esta iniciativa propõe o incentivo ao estudo e reflexão sobre os benefícios do vegetarianismo para as pessoas, animais e o planeta como um todo. Entre os temas envolvidos estão: a alimentação e sua ligação com o meio ambiente, cidadania e paz; direitos dos animais, produtos em geral de origem animal e alimentos orgânicos.

Obtenha o folheto do evento, com os motivos principais do vegetarianismo, aqui: http://www.svb.org.br/oca/sem_carne_sp.pdf

Veja mais fotos aqui: http://picasaweb.google.com.br/mpkjor/AtoUmDiaSemCarne

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Outubro 21, 2007

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Postado por Maurício Kanno
Respondo aqui minha amiga Dani a respeito do vegetarianismo integral, de maneira que também possa responder aos questionamentos de outras pessoas.

Você dá prioridade à questão ambiental, industrial, econômica. Ok, de fato este é um problema grande que, no mundo atual, comer carne provoca, e portanto, somente analisando por este lado, concordo, estaria ok simplesmente reduzir bastante o consumo de carne. Se todo mundo reduzisse seu consumo de carne para somente, digamos, umas vezes por mês, este impacto estaria bem amenizado. Diga-se de passagem, apóio as pessoas que fazem isso.

Ética: igual consideração de interesses

Por isso não creio que a defesa do vegetarianismo mais integral, seja pelo lado ambiental, mas sim pelo lado ético (que de maneira alguma é algo emotivo, mas bastante racional e lógico), da mesma maneira que a defesa dos direitos animais em geral, em que se defende não utilizá-los como "coisas" para fazer roupas, rodeios, etc.

Vamos analisar então: Você diz que a premissa problemática deste tipo de vegetarianismo é "respeitar os animais da mesma forma como respeitamos os seres humanos". Na verdade não é esta a premissa dos defensores dos direitos animais. Ao menos como diz o filósofo Peter Singer, deve-se prestar a cada ser igual consideração de interesses. Assim, por exemplo, um cavalo ou boi não tem interesse em assistir TV ou usar internet, então não há porque exigir este direito para ele, que é algo estritamente humano.

O interesse do boi ou cavalo, facilmente percebido por seu comportamento, é não ser morto ou ferido, além de andar em liberdade, com espaço, e ter supridas suas necessidades higiênicas e alimentares, por exemplo. Necessidades mais básicas, digamos.

Assim como uma criança humana (e vários outros) não tem interesse em discutir sobre Química Quântica. Ela tem outros interesses, como brincar, por exemplo.

Ética: relevância na argumentação

Me parece que você mantém a distinção central: "somos espécies diferentes", humanos e animais. Sim, assim como, entre os humanos, há diferentes etnias e "raças", como negros, japoneses, europeus, índios. Mas qual é a relevância de ser de espécie ou etnia diferente para respeitar ou não o sofrimento de algum ser?

Parece-me que o único critério relevante para se considerar o sofrimento de alguém é se o indivíduo pode ter este sofrimento. Bem, parece bem clara esta idéia.

Afinal, de fato, nós não precisamos nos preocupar de dar um murro numa parede, porque a parede não sente nada (só nós). Mas quando evitamos bater em alguém, não é porque pensamos: "não farei isso porque ele é da minha espécie", mas sim porque "ele vai sofrer, se machucar, se eu fizer isso".

Me baseio em Jeremy Bentham, fundador da Filosofia Utilitarista, do início do século XIX, retomado por Tom Regan, neste século XXI.

Palavras-chave: direitos animais, ética, Jeremy Bentham, Peter Singer, Tom Regan, vegetarianismo

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Outubro 09, 2007

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Postado por Maurício Kanno
1) No Brasil, segundo dados do IBGE e Instituto Cepa (de técnicos de agricultura), um boi precisa de 3 a 4 hectares de terra e produz em média 210 quilos de carne, no período de de 4 a 5 anos. Neste mesmo tempo e nesta mesma quantidade de terra, colhe-se, no Brasil, em média, 19 toneladas de arroz, ou 8 de feijão, ou 34 de milho, ou 32 de soja, ou 23 toneladas de trigo.

Tomando por referência a proteína contida, por exemplo, no arroz (8%), comparada àquela encontrada na carne (18,6%), chegamos ao seguinte:
-Se criarmos boi nos 3,5 hectares e nos 4,5 anos em média que precisa para estar apto a ser consumido, teremos 39 quilos de proteína.
-Se plantarmos arroz nesta mesma quantidade de terra e no mesmo período de tempo, obtemos 1520 quilos de proteína.

2) Produtos comestíveis que podem ser produzidos em um hectare de terra boa em quilos:

-Feijão 11.200
-Maçã 22.400
-Cenoura 34.900
-Batata 44.800
-Tomate 56.000
-Carne 280

Do estudo Our Food Our World, EarthSave Foundation, Santa Cruz.

[Fonte intermediária de 1 e 2: livro Vegetarianismo: Elementos para uma conversa sobre, de Marly Winkler.]

Estudo diz: pecuária é q mais desmata a Amazônia

04/09/07 - É a pecuária, e não a soja, a maior responsável pelo desmatamento na Amazônia. É isso o que diz um estudo divulgado pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF) e que vai ser utilizado como base pelo Ministério da Integração Nacional para definir o planejamento territorial na região.

"A gente fica batendo na tecla errada, esquece o efetivo responsável e acaba adotando políticas públicas erradas", afirma Julio Miragaya, autor do estudo e coordenador-geral de Planejamento e Gestão Territorial (CGPT), ligado ao Ministério da Integração Nacional. "O fantasma da Amazônia não é a soja, é a pecuária".

Fonte: Valor Online

Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/09/04/ult1913u75305.jhtm

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Outubro 01, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Começando um novo mês de esperanças:

Informa Marly Winckler, diretamente da Índia: "Outubro é o mês do vegetarianismo. No dia 1o comemora-se o dia Mundial do Vegetarianismo. Dia 2 é o Dia Internacional da Não-violência (em homenagem ao aniversário de Gandhi) e também é o Dia Mundial dos Animais de Granja. No dia 4 comemora-se o Dia do Patrono dos Animais, São Francisco de Assis, e também o Dia Mundial dos Animais. O mês festivo culmina com o Dia Internacional do Veganismo, em 1o de novembro."

Ela também diz que hoje começou em Murdershwar, sul da India, o 11o Festival Vegano Internacional. E completa: "Não dá para considerar civilizado um mundo que trata os animais da maneira como os seres humanos os tratam, em todas as partes do mundo, infelizmente." Mas: "Lutar para mudar essa situacao eh preciso. Arrancar alegria ao futuro é o q nos resta."

Abaixo segue um trecho do documentário Terráqueos; pois tem coisas que a gente não sabe, mas que acontecem com certos indivíduos...



Burma

Drica Guzzi, em Londres, também me fala como conheceu um artista que estava preso em Burma (Birmânia/Mianmar), um lugar com uma situação deplorável em termos de desrespeito aos direitos humanos. Veja seu post contando sua experiência em: http://buzzine.info/content/burma-inside-out-burma-1

E o vídeo abaixo:

 

Palavras-chave: animais, Birmânia, Burma, direitos humanos, Mianmar, vegetarianismo

Este post é Domínio Público.

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Setembro 26, 2007

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Postado por Maurício Kanno
Só uma breve reflexão. Hoje conversei com meu amigo e ex-colega de trabalho Robson, que acompanha meu blog por RSS. Pedi sua opinião sobre vegetarianismo, meu tema principal. Ele disse que não concorda, e apesar disso gosta de ler o que escrevo.

Perguntei-lhe por que não concorda com o vegetarianismo. Ele disse ser algo radical, tirar a carne do prato. Mas concorda que é negativo o sofrimento desnecessário dos animais, além do impacto ambiental da pecuária, e os efeitos na saúde. Bem, se é assim, parece que meu amigo concorda com os motivos do vegetarianismo.

E talvez você também, caro leitor. Talvez você só não concorde com o "radicalismo" de tirar toda a carne do prato. Se isso é complicado, não precisa tirar tudo. O mínimo que você tirar, o pouquinho que você reduzir seu consumo de carne, os animais, o planeta, seu corpo e nossos descendentes agradecem muito!

Palavras-chave: alimentação, carne, concordar, desnecessário, ecologia, impactos, mínimo, parcial, radical, redução, reflexão, relativo, saúde, sofrimento, total, vegetarianismo, vegetariano

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Postado por Maurício Kanno | 26 comentários

Setembro 25, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Realmente é engraçado... Todos os dias do ano o McDonald´s promove o câncer, e em um dia vai querer ajudar contra? Até parece que engana... Ainda bem que tem gente que procura alertar a população contra esse tipo de hipocrisia.

Foi interessante essa manifestação bem na Praça de Alimentação do Shopping Santa Cruz, com faixas elevadas ao teto com balões de gás... Assim não tinha como tirar tão rápido! Foi em 25 de agosto de 2007, mês passado.

Saiba mais sobre a manifestação e o grupo: http://www.veganstaff.org/

E sobre como o consumo de carne promove o câncer (só links fora da "comunidade vegetariana"):

-EFE: Comer muita carne aumenta risco de câncer de cólon
-Lincx: Alimentos que ajudam a combater o câncer
-Wikipédia: Alimentação e câncer (com várias referências de fontes, notícias e pesquisas)
- BBC: Carne e doces aumentariam risco de câncer de mama

-Folha: Carne vermelha aumenta risco de câncer no intestino, diz estudo
-BBC: Carne aumenta risco de câncer de mama, diz estudo

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Setembro 15, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Minha amiga e ex-colega da faculdade de Jornalismo, a Érica Watanabe, falou sobre sua experiência na Índia, onde passou algum tempo fazendo uma pesquisa; e fez a gentileza de comentar detalhadamente um post meu sobre crianças vegetarianas, além de questionar meu uso de fontes.

O post com seu comentário está aqui: http://blog.kanno.com.br/2007/09/crianas-podem-ser-vegetarianas-mdico.html


Agradeço a ela o trabalho. Praticamente, concordo com todos os fundamentos do que ela disse. São informações interessantes. Mas vou comentar sobre, detalhando o que penso.

Proteínas animais

1) Quanto a este assunto das "proteínas animais", eu concordo que elas sejam diferentes das proteínas vegetais. O que eu quero dizer, baseado no que pesquisei (afinal, também sou leigo então necessito pesquisar bastante), é que é ambos os tipos de proteínas podem satisfazer nossas necessidades.

Apesar de os alimentos vegetais serem menos ricos em proteínas. Concordo também com isso que você disse: do ponto de vista protéico, as proteínas animais são muito mais nutritivas que as vegetais. E, de fato, é necessário diversificar a alimentação vegetariana. Isso é o que os vegetarianos e veganos que estou conhecendo recomendam mesmo.

Nas próprias palavras do médico Eric, que coloquei no post, ele diz que os vegetarianos precisam ter cuidados em relação à proteína.

Mas é necessário lembrar que não é só de proteína que vive o ser humano; mas também de fibras, ferro e ácido fólico, por exemplo, que são nutrientes que faltam na dieta onívora (incluindo carne), ainda de acordo com esse médico. Desta maneira, há o que se preocupar em termos de falta de nutrientes, nas duas dietas. Os onívoros também precisam diversificar sua alimentação (eu inclusive me lembro de minha mãe falando: come isto, tem fibras! e eu nem dando bola... eheh).

E pelo visto não há só problemas de falta; também há problemas de excesso, como tudo na natureza... O médico também fala no excesso que os onívoros normalmente fazem de proteínas e gorduras. Me parece que a população em geral está bem consciente do problema das gorduras, colesterol alto... Mas não em relação ao problema do excesso de proteínas.

Em dezembro de 2006, saiu no periódico científico Americal Journal of Clinical Nutrition, o trabalho dos pesquisadores Luigi Fontana, entre outros, da Universidade de Washington, alertando para os riscos do excesso de proteína na alimentação. Segundo eles, uma dieta hiperprotéica pode contribuir para o aumento de hormônios como IGF-I, ligado ao desenvolvimento de câncer, principalmente de mama, próstata e cólon. Leia detalhes aqui: http://www.ajcn.org/

De todo modo, me parece que o vegetarianismo é difícil principalmente por ser uma mudança de hábitos, e por ser uma dieta à qual as pessoas em geral não estão muito acostumadas. Eu mesmo preciso estudar mais, afinal, por toda a vida fui onívoro, então meus parâmetros são outros. Só há uns 6 meses sou vegetariano.

Desta maneira, me parece que pais vegetarianos que já conheçam bem o que é necessário numa dieta vegetariana também vão poder alimentar e nutrir adequadamente seus filhos, assim como aconteceu com minha ex-aluna vegana. O importante é buscar informações, assim como pais onívoros também vão buscar se informar para que seus filhos cresçam saudáveis.

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Fontes: "comunidade vegetariana" e veracidade de fontes

2) Em relação a eu respaldar argumentos com artigos ou textos em geral da "comunidade vegetariana"... Bem, simplesmente busco informações de quem parece ter estudado melhor o assunto (e também o que está mais à mão!)... Neste último exemplo, utilizei as informações fornecidas por um médico especialista em nutrição, e nutrição vegetariana. Foi na Revista dos Vegetarianos em que ele falou, de fato, mas busquei a revista para me informar sobre o assunto. Dificilmente esse tema é pauta em outros lugares.

Realmente é mais fácil encontrar fontes na tal "comunidade vegetariana". Mas também utilizei outras fontes neutras em meu blog, como a revista Época. Ver no meu post http://blog.kanno.com.br/2007/08/respostas-gerais-opinies-da-turma.html, em que falei pra turma na lista; o link pra reportagem da revista é: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74465-5856,00.html .

E mesmo quando eu encontro informações de vegetarianos, confiro suas fontes, como o estudo Our Food Our World, EarthSave Foundation, Santa Cruz. Desvinculado, também. E hoje, acabei de me utilizar de uma pesquisa da Universidade de Washington, publicado em uma revista científica, também desvinculada dos vegetarianos.

Concordo com a Érica que é importante buscar fontes não vinculadas. E, mesmo quando falam fontes da "comunidade vegetariana", verificar quais foram suas fontes primárias. Afinal, não vamos acreditar em ninguém, seja veg ou não, sem saber seus fundamentos, em que estão se baseando, certo?

Independente disso tudo, uma pergunta me ocorre: quais são os interesses de cada um no assunto? Que benefícios cada um pode colher?

Índia: vegetarianismo por religião

3) Sobre a Índia, de fato ela aparece com frequência como exemplo em discussões vegetarianas. Outra moça que me respondeu, a Eliane, falou dela, por exemplo. Mas estou consciente de que lá o povo não é assim preocupado com "direitos animais"; está é preocupado em seguir sua religião, creio que em geral cegamente.

É claro que o hinduísmo tem seu fundamento na filosofia de não-violência, mas aí já são outros quinhentos... Senão também iríamos dizer que no Brasil o pessoal cristão sabe quais são os fundamentos de suas práticas religiosas.

O Tom Regan, em seu livro, sobre o qual comento em http://blog.kanno.com.br/2007/08/imagem-dos-defensores-dos-direitos.html , também critica os indianos pelo maltrato aos animais.

Creio que o exemplo da Índia é frequentemente tomado com a finalidade mais para se verificar o que acontece com pessoas vegetarianas desde o nascimento, independentemente de qual é a razão dessa dieta. Ou pelo menos predominantemente, já que há animais que eles consomem, como disse a Érica, que já morou lá.

Mesmo na própria estatística da European Vegetarian Union, uma fonte que seria interessada em aumentar a porcentagem, registra-se que somente 40% dos indianos são vegetarianos, contrariando a crença geral de que são todos vegetarianos. A informação da Érica explica que animais os 60% restantes comem. Leia detalhes de estatísticas de vegetarianismo pelos países em: http://www.european-vegetarian.org/lang/pt/info/howmany.php

Abraço!
Maurício Kanno

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Setembro 09, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Aprovada pela Unesco/ONU em 1978:

Art. 1º- Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Art. 2º- O homem, como a espécie animal, não pode exterminar outros animais ou explorá-los violando este direito; tem obrigação de colocar os seus conhecimentos a serviço dos animais.

Art. 3º- 1) Todo animal tem direito a atenção, aos cuidados e a proteção dos homens.

2) Se a morte de um animal for necessária, deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia.

Art. 4º- 1) Todo animal pertencente a uma espécie selvagem tem direito a viver livre em seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e tem direito a reproduzir-se,

2) Toda privação de liberdade, mesmo se tiver fins educativos, é contrária a este direito.

Art. 5º- 1) Todo animal pertencente a uma espécie ambientada tradicionalmente na vizinhança do homem tem direito a viver e crescer no ritmo e nas condições de vida e liberdade que forem próprias da sua espécie;

2) Toda modificação desse ritmo ou dessas condições, que forem impostas pelo homem com fins mercantis, é contrária a este direito.

Art. 6º- 1) Todo animal escolhido pelo homem para companheiro tem direito a uma duração de vida correspondente á sua longevidade natural;

2) Abandonar um animal é ação cruel e degradante.

Art. 7º- Todo animal utilizado em trabalho tem direito à limitação razoável da duração e da intensidade desse trabalho, alimentação reparadora e repouso.

Art. 8º- 1) A experimentação animal que envolver sofrimento físico ou psicológico, é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentação médica, científica, comercial ou de qualquer outra modalidade;

2) As técnicas de substituição devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9º- Se um animal for criado para alimentação, deve ser nutrido, abrigado, transportado e abatido sem que sofra ansiedade ou dor.

Art. 10º- 1) Nenhum animal deve ser explorado para divertimento do homem;

2) As exibições de animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art. 11º- Todo ato que implique a morte desnecessária de um animal constitui biocídio, isto é, crime contra a vida.

Art. 12º- 1) Todo ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens, constitui genocídio, isto é, crime contra a espécie;

2) A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Art. 13º- 1) O animal morto deve ser tratado com respeito;

2) As cenas de violência contra os animais devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se tiverem por finalidade evidenciar as ofensas aos direitos do animal.

Art.14º- 1) Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter representação em nível governamental;

2) Os direitos do animal devem ser defendidos por lei como os direitos humanos.

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A respeito do artigo 3o, item 2, sobre "morte necessária de animais": lembrar que não é necessário matar um animal para se alimentar, nem para obter sua pele para casacos, nem couro para sapatos; há outras opções, como a dieta vegetariana, e tecidos vegetais e sintéticos. Isso só se aplica quando o animal estiver sofrendo muito, como uma eutanásia; ou quando for em autodefesa.

Lembrar também: O ser humano também é um animal.

Fonte: site do Instituto Butantan, que fica na Cidade Universitária: http://www.butantan.gov.br/ceuaib/declaracao.htm

Legislação do Brasil: http://www.apasfa.org/leis/leis.shtml

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Setembro 08, 2007

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Postado por Maurício Kanno

Artigo do professor Gary Francione: ""E as plantas?” é uma das perguntas mais freqüentes que se fazem a um vegano [ou um vegetariano]. Na verdade, não conheço nenhum vegano que não a tenha ouvido pelo menos uma única vez e a maioria de nós já ouviu esta pergunta várias vezes.

É evidente que quem costuma fazer esta pergunta sabe muito bem que existe uma diferença entre, digamos, uma galinha e um pé de alface. Ou seja, se no próximo jantar você cortar um pé de alface na frente dos seus convidados, eles reagirão de um modo totalmente diferente se você, ao invés disso, fatiar uma galinha viva na frente deles.

Diferenças por senso comum

Se, ao caminhar em seu jardim, eu pisar de propósito em uma flor, você terá toda razão em se zangar comigo, mas se eu chutar o seu cachorro de propósito, você ficará zangado comigo de uma maneira bem diferente. Ninguém considera estas duas ações equivalentes. Sabemos muito bem que existe uma grande diferença entre uma planta e um cachorro, o que faz com que chutar este último seja moralmente muito mais repreensível do que pisar em uma flor.

Consciência do que percebe

A diferença entre um animal e uma planta diz respeito à senciência. Ou seja, os animais não humanos, ou pelo menos aqueles que exploramos rotineiramente, sem dúvida são conscientes de sua percepção sensorial. Criaturas sencientes possuem mentes, logo têm preferências, desejos ou vontades. Isso não significa que as mentes dos animais não humanos sejam parecidas com as nossas. Por exemplo, a mente dos humanos, que fazem uso da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, pode ser bem diferente da mente dos morcegos, que se valem da ecolocalização para interagir com o seu mundo. É difícil saber com precisão.

Mas também é irrelevante, pois tanto os humanos quanto os morcegos são sencientes. Ambos são criaturas que possuem interesses, no sentido em que ambos têm preferências, desejos ou vontades. Um humano e um morcego podem pensar de um modo diferente sobre esses interesses, mas não pode haver a menor dúvida de que ambos possuem interesses, inclusive o interesse de evitar a dor e o sofrimento e o interesse de permanecerem vivos.

Plantas têm interesses ou necessidades?

Já as plantas são qualitativamente diferentes dos humanos e dos outros animais sencientes. Sem dúvida as plantas são seres vivos, mas não são sencientes, pois não possuem interesses. Uma planta não pode ter desejos, vontades ou preferências porque ela não possui uma mente para que possa se ocupar com estas atividades cognitivas. Quando dizemos que uma planta “precisa” ou “necessita” de um pouco de água, não estamos nos referindo ao seu status mental do mesmo modo que não estamos nos referindo à mente de um carro quando dizemos que o seu motor “precisa” ou “necessita” de um pouco de óleo. Trocar o óleo do meu carro pode ser do meu interesse, mas nunca do interesse do carro, pois este não tem interesses.

Uma planta pode reagir à luz do sol e a outros estímulos, mas isso não significa que ela seja senciente. Se eu descarregar uma corrente elétrica em um fio amarrado a um sino, o sino tocará. Mas isso não significa que o sino seja senciente. As plantas não possuem sistemas nervosos, receptores de benzodiazepina ou quaisquer características que estejam relacionadas à senciência. E tudo isso faz sentido do ponto de vista científico.

Reações naturais

Por que elas teriam a necessidade evolucionária de desenvolver a senciência se elas não podem fazer nada para reagir a um ato danoso? Se você atear fogo a uma planta, ela não poderá sair correndo, ela permanecerá no mesmo lugar até queimar. Agora se você atear fogo a um cachorro, ele reagirá exatamente da mesma forma como você reagiria: ele urrará de dor e tentará se livrar das chamas.

A senciência é uma característica que evoluiu em algumas criaturas para que elas pudessem ser capazes de sobreviver ao fugir de um estímulo nocivo. A senciência não teria nenhuma serventia para uma planta, pois elas não podem “fugir”.

Obrigações morais

Não estou querendo dizer com isso que não existe nenhuma obrigação moral de nossa parte referente às plantas, mas sim que não temos nenhuma obrigação moral para com as plantas. Ou seja, podemos ter a obrigação moral de não cortar uma árvore, mas esta é uma obrigação que não temos para com a árvore. Uma árvore não é o tipo de entidade com a qual nós podemos ter obrigações morais.

Podemos ter obrigações morais para com todas as criaturas sencientes que vivem em uma árvore ou dependem dela para a sua sobrevivência. Podemos ter obrigações morais para com os outros seres humanos e para com os outros animais não humanos que habitam o planeta no que se refere à não destruição de árvores a torto e a direito. Mas não podemos ter nenhuma obrigação moral para com uma árvore, pois só podemos ter obrigações morais para com criaturas sencientes e uma árvore não é nem senciente nem possui interesses, pois ela não tem preferências, vontades nem desejos.

Direitos das árvores

Uma árvore não é o tipo de entidade que se preocupa com o que fazemos com ela. Uma árvore é um “objeto”. Já o esquilo e os pássaros que vivem nela sem dúvida têm o interesse de que nós não a derrubemos, mas a árvore não. Pode ser moralmente repreensível derrubar uma árvore por capricho, mas este tipo de ação é qualitativamente diferente do ato de atirar em um cervo.

Quando se fala em “direitos” para as árvores, como querem alguns, procura-se igualar as árvores aos animais não humanos e este tipo de comparação só pode se dar em detrimento destes últimos.

Recursos naturais para serem usados?

De fato, é comum ouvir ambientalistas falar sobre a nossa responsabilidade na preservação de nossos recursos naturais, considerando inclusive os animais não humanos como um “recurso” a ser preservado. E isso é um grande problema para aqueles como nós que não consideram os animais não humanos como “recursos” destinados ao nosso uso. Árvores e outras plantas são recursos que podemos utilizar. Temos a obrigação de usar estes recursos com sabedoria, mas esta é uma obrigação que nós temos apenas para com as outras pessoas, sejam elas humanas ou não humanas.

E os insetos?

Para finalizar, existe uma variação da pergunta sobre as plantas: “e os insetos, eles são sencientes?” Até onde eu posso saber, ninguém ainda sabe com certeza. Mas certamente eu concedo aos insetos o benefício da dúvida. Eu não mato insetos em minha casa e procuro sempre evitar pisar em um deles quando caminho. No caso dos insetos, pode ser difícil traçar o limite, mas isso não significa que este limite não possa ser traçado com precisão na maioria dos casos. Matamos e comemos pelo menos dez bilhões de animais terrestres todos os anos apenas nos Estados Unidos.

Esta cifra não inclui todos os animais marinhos que matamos e comemos. Talvez possa haver alguma dúvida se animais como mariscos ou mexilhões sejam mesmo sencientes, mas sem dúvida todas as vacas, porcos, galinhas, perus, peixes, etc. são sencientes. Os animais não humanos dos quais tiramos o leite e os ovos sem dúvida são sencientes.


O fato de não sabermos ao certo se os insetos são sencientes não significa que devemos ter qualquer dúvida sobre o fato de que todos estes outros animais não humanos são sencientes, pois estamos absolutamente certos quanto a isso. E, ao dizer que o fato de que não estamos certos se os insetos são sencientes nos impede de avaliar a moralidade de se comer carne ou de usar produtos oriundos de animais não-humanos que sabemos sem sombra de dúvida serem sencientes ou de avaliar a moralidade de trazer estes animais não humanos à existência com o objetivo de usá-los como nossos “recursos” evidentemente é um absurdo."

Por Gary L. Francione

www.guiavegano.com/artigos/gary/faq.htm
Gary Francione é Distinguished Professor de Direito e o Katzenbach Scholar de Direito e Filosofia na Universidade de Rutgers, EUA. Seu último livro é o Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog? (Temple University Press, 2000). Publicou The Personhood of Animals, em maio de 2007, pela Columbia University Press. O Professor Francione também tem um excelente site, www.animal-law.org, que traz algumas apresentações em vídeo explicando sua filosofia em palavras e imagens.

Fonte intermediária: rede orkut, em http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=31732485&tid=2547213743831821955

(Fonte da imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Nasturcija1.jpeg

Palavras-chave: ambientalistas, consciência, direitos das plantas, ética, Gary Francione, insetos, obrigações morais, plantas, vegetarianismo, vegetariano

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Postado por Maurício Kanno | 5 comentários

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Postado por Maurício Kanno
"Olá, tudo bem?

Gostaria inicialmente de parabenizar a rede McDonald's por oferecer o lanche Veggie Crispy, demonstrando respeito pelos vegetarianos e pela vida dos animais.

Fiquei um pouco desconfiado quando soube que o McDonald's estava oferecendo um lanche vegetariano. Perguntei aos funcionários (creio que da unidade próxima ao Sesc Pompéia, na Av. Matarazzo, e me disseram que não ia nada de carne, nada de origem animal). Então aceitei e fui comprar o lanche, que tem um gosto muito bom.

Mas hoje, via fóruns pela internet (orkut), li o relato de que: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=115855&tid=2545887827299510248&na=3&nst=11&nid=115855-2545887827299510248-2545895687128740039

"O aroma de frango, questionado no e-mail, foi naturalmente obtido para tornar o Veggie Crispy mais apetitoso e encorpado."

Essa teria sido uma resposta do SAC da Rede McDonald's. Bem, mas se é um lanche veggie, de vegetariano, não é correto colocar nada de origem animal, ou seja, que implique matança de animais, correto? Ainda que, como diz outro cliente, de acordo com outra resposta do SAC:

"O aroma pode ser de origem vegetal ou animal. O índice é próximo a zero."

Não concordo com isso. Tenho consumido esse lanche no McDonald's nos últimos meses, e agora que descobri isso me sinto enganado. É perfeitamente possível elaborar lanches deliciosos com 0% de aroma e de morte animal. Vegetarianos não querem ser responsáveis por mortes deliberadas de animais.

Na apresentação do lanche, em http://www.mcdonalds.com.br/produtos/veggie_crispy.asp , o título-slogan do produto é "Uma ótima opção para vegetarianos". Mas, se há algo proveniente de frango, não é uma ótima opção para vegetarianos.

Novamente, parabenizo vocês por um lanche praticamente sem morte animal; mas se ainda há uma fração dela, por favor, solicito que a receita do Veggie Crispy seja levemente alterada, retirando-se o aroma natural de frango. Não há qualquer necessidade de aroma de frango em um lanche "veggie".

Quando isso for solucionado, eu voltarei a consumir o lanche de vocês.

Aguardo retorno,
Maurício Kanno"

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Eu tenho comido esse lanche no McDonald's... Hoje mesmo fui comer lá, e finalmente minha esposa também me acompanhou com um Veggie. Não sabia bem dessa história de parte da receita incluir frango. Sabia que havia rumores, mas agora que li naquele tópico no orkut, da maneira detalhada, com respostas do SAC... agora ficou claro.

Não volto mais lá antes que essa receita seja mudada. Enviei uma solicitação ao McDonald's. Espero que seja possível confiar em eventuais mudanças.

Atenção ao detalhe: parabenizei a rede por incluir uma opção PRATICAMENTE vegetariana. Isso já é ótimo, e precisa ser estimulado. Com certeza, se maltrata muito menos os animais desta maneira.

No entanto, há ainda uma matança mínima, MAS DELIBERADA, ou seja, proposital, de animais, no caso, galinhas (frangos). Esse é o ponto.

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Tom Regan, no livro Jaulas Vazias, aponta que vegetarianos também não vivem sem causar algumas mortes animais. E por isso também não podem se vangloriar de serem assim tão "puros". Mas elas mortes não são deliberadas. Essa é a diferença.

Exemplos: Veja o algodão, por exemplo. Por causa dos produtos químicos que são aplicados ao algodão, levados pelas águas, matam peixes e outros animais. E ainda outros animais são mortos quando lavradores mecanizados preparam o solo para o plantio.

Quanto aos sapatos e cintos feitos com couro falso (sintético): são sub-produtos da indústria petroquímica. Isso significa derramamento de óleo, e números incontáveis de animais feridos e mortos.

Mais detalhes sobre a imagem dos defensores dos direitos animais em meu post: http://blog.kanno.com.br/2007/08/imagem-dos-defensores-dos-direitos.html

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Postado por Maurício Kanno | 4 comentários

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