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Stoa :: Maurício Kanno :: Blog :: Pecuária desperdiça exageradamente os recursos naturais em comparação a plantações

outubro 09, 2007

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Postado por Maurício Kanno
1) No Brasil, segundo dados do IBGE e Instituto Cepa (de técnicos de agricultura), um boi precisa de 3 a 4 hectares de terra e produz em média 210 quilos de carne, no período de de 4 a 5 anos. Neste mesmo tempo e nesta mesma quantidade de terra, colhe-se, no Brasil, em média, 19 toneladas de arroz, ou 8 de feijão, ou 34 de milho, ou 32 de soja, ou 23 toneladas de trigo.

Tomando por referência a proteína contida, por exemplo, no arroz (8%), comparada àquela encontrada na carne (18,6%), chegamos ao seguinte:
-Se criarmos boi nos 3,5 hectares e nos 4,5 anos em média que precisa para estar apto a ser consumido, teremos 39 quilos de proteína.
-Se plantarmos arroz nesta mesma quantidade de terra e no mesmo período de tempo, obtemos 1520 quilos de proteína.

2) Produtos comestíveis que podem ser produzidos em um hectare de terra boa em quilos:

-Feijão 11.200
-Maçã 22.400
-Cenoura 34.900
-Batata 44.800
-Tomate 56.000
-Carne 280

Do estudo Our Food Our World, EarthSave Foundation, Santa Cruz.

[Fonte intermediária de 1 e 2: livro Vegetarianismo: Elementos para uma conversa sobre, de Marly Winkler.]

Estudo diz: pecuária é q mais desmata a Amazônia

04/09/07 - É a pecuária, e não a soja, a maior responsável pelo desmatamento na Amazônia. É isso o que diz um estudo divulgado pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF) e que vai ser utilizado como base pelo Ministério da Integração Nacional para definir o planejamento territorial na região.

"A gente fica batendo na tecla errada, esquece o efetivo responsável e acaba adotando políticas públicas erradas", afirma Julio Miragaya, autor do estudo e coordenador-geral de Planejamento e Gestão Territorial (CGPT), ligado ao Ministério da Integração Nacional. "O fantasma da Amazônia não é a soja, é a pecuária".

Fonte: Valor Online

Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/09/04/ult1913u75305.jhtm

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Maurício Kanno | 1 usuário votou. 1 voto

Comentários

  1. escreveu:

    Planeta que chora Luiz Domingos de Luna http://www.revistaaurora.com Reflito sobre a vida sobre o mundo rotativo do universo exuberante da beleza do ser pensante do mundo mágico criativo É o solo, é a existência roída de um planeta que chora, exaurido. De uma fumaça de gás cumprimido De um berço que faz sentido. De uma paisagem destruida que teimo em desfrutar a reta um ponto vai ficar o fim, o começo a externar O espaço a gritar O ambiente somente? A água ? A selva? O mar ? E nós humanos ? O planeta chora A inteligência ignora? Onde iremos morar? sem terra, sem piso, sem ar sem fogo, sem água, sem mar? por que a poluição ? o farelo da destruição O lixo cultural ? O rio é um esgoto O mar está morto O ar é aborto de quem quer abortar, assim, volto ao pó não tem reciclagem é uma viagem, mas viajo só? Autorizo repasse de postagem, favor citar a fonte. o autor

    default user icon ‒ quinta, 05 junho 2008, 23:49 BRT # Link |

  2. escreveu:

    Alma de Cupim

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com.

    Adora a existência
    Contempla o natural
    O espaço sideral
    Inteligência da potência

    Muda a paisagem
    Destrói a natureza
    Maltrata a beleza
    Em qualquer passagem

    Dialética humana
    Constrói o artificial
    Dizima o natural
    Da fumaça que emana

    A construção de desertos
    Na alma impregnada
    Não pode sobrar nada
    Em campos abertos

    Qualquer jardim
    Deve ser venerado
    Aplaudido e aclamado
    Querendo o seu fim

    Luta demente
    Não tem beleza
    Não tem natureza
    Não tem jasmim

    Jardim da humanidade
    Todos têm direito
    Qual foi o defeito
    Todos defendiam
    Todos aplaudiam
    Não tem mais jardim
    Não tem mais culpado
    O tempo rolado
    Num mundo sem fim
    Corpo humano
    Alma de cupim

    default user icon ‒ quinta, 19 junho 2008, 14:47 BRT # Link |

  3. Visitante escreveu:

    Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

    Passeio Cósmico

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Entre galáxias quentes
    Quasares gigantes
    Tudo tão distante
    É tão diferente

    Não tem gravidade
    É uma queda de gênio
    Não tem oxigênio
    Estranha suavidade

    O terror da matéria
    Viva atrevida
    Não tem vida
    Do humano a miséria

    Não tem cultura
    Luz escuridão
    Alma em aflição
    É somente tortura

    O medo grita
    O silêncio calado
    No mundo gelado
    Sem terra e guarita

    Há anos, ativo.
    Vejo um ponto
    Pare uma foto.
    E ali que vivo

    Um traço obscuro
    Não parece uma bola
    A câmera giratória
    A terra procuro

    Perdido no infinito
    Leva-me de volta
    De tanta viravolta
    Sinto-me perdido

    Que tal existência
    Aonde vai me levar
    Onde queres chegar
    Só vejo a ausência

    Nos confins um grito
    Não sei decifrar
    Mas vou escutar
    E assim repito

    Um barulho estranho
    Parece um cano
    A água derramar
    Cadê gravidade
    A tua humanidade
    Para poder parar

    Vejo-me girandoT
    Eu mesmo falando
    Onde vamos chegar
    Tudo é mistério
    Grande interrogação
    È poder da matéria
    Ou da criação?

    default user iconVisitante ‒ quinta, 19 junho 2008, 14:49 BRT # Link |

  4. Visitante escreveu:

    Universo Paralelo

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar, é o ser.
    É o Poder, é o ter.
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada, a terra, o chão.

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar.
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teima em voltar

    default user iconVisitante ‒ quinta, 19 junho 2008, 14:51 BRT # Link |

  5. Visitante escreveu:

    A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna

    www.meninodeusaurora.com.br

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora
    Do meu Coração.

    default user iconVisitante ‒ quinta, 19 junho 2008, 14:53 BRT # Link |

  6. escreveu:

    O Tempo real existe? Se existe, porque não fazemos algo, agora; Para que a próxima geração possa sentir orgulho de nós que fizemos o possível para que eles possam receber um mundo melhor do que o nosso. Os trabalhos do professor: Digite:/ Luiz Domingos de Luna /  na web, pois a finalidade única é, todos por todos para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. Trabalho de dominio público, à nova reposatagem citar fonte. O Autor

    O Tempo

    Luiz Domingos de Luna

    www.revistaaurora.com    www.meninodeusaurora.com.br

     

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influência
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar.

    Assim, meu irmão
    faça algo
    pela sociedade
    que fica a esperar
    a sua contribuição
    para uma nova nação
    vamos edificar ?

    default user icon ‒ quinta, 19 junho 2008, 15:04 BRT # Link |

  7. escreveu:

    Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

    default user icon ‒ quinta, 19 junho 2008, 15:07 BRT # Link |

  8. escreveu:

    Triste Sina
    Luiz Domingos de luna 23/10/2007 21:25
    http://www.meninodeusaurora.com.br
    http://www.midiaindependente.org/pt/red/2007/10/399574.shtml
    Triste Sina
    Luiz Domingos de Luna
    Que triste sina esta minha!
    De nascer neste torrão
    Pegado na mão da miséria
    E agarrado no fracasso
    Tem que ter nervo de aço
    Para não virar pedaço
    E suportar a aturação
    O poeta é graduado
    Mas sem anel ou anelado
    Não vai mudar o estado
    Da nossa situação
    Convidei os folcloristas
    Para assistir nosso forró
    Sem sanfona, sem zabumba.
    Sem triângulo e sem suor
    O teclado agora berra
    Não tem mais o pé de serra
    Não sei se acerta ou erra
    Quem tirou o pão de ló
    Fomos olhar a boiada
    Que era tangida na estrada
    Pois o chocalho se ouviu
    Que boiada que nada
    Era um coitado que cantava.
    E seu nome era Brasil.
    Convidamos toda a mídia
    Jornal, rádio e televisão.
    Todos gritaram a uma só voz
    É uma doença que
    atingiu o seu coração
    É um vírus persistente,
    É uma força onipresente
    O seu nome é conhecido
    É um bicho bem sabido
    O nome é corrupção
    Ataca a democracia
    Corrói a instituição
    O direito se esfarela
    Pois até a sua costela
    Vira massa de construção
    Acaba-se o operário
    Ou espertalhão ou otário
    Eis aí a prescrição
    Dá uma febre danada
    O termômetro não
    baixo nada
    Pois pode olhar a pesquisa
    Só se olha o do outro
    que se visa
    Não tem mais o cidadão,
    São esperto, vivo, sortudo, sabido?
    Todos são conhecidos
    Mas não com nome
    de ladrão.
    Quem falar isso é mentiroso, não é patriota,
    Não passa de um agiota
    Que quer loar a vernaculação
    Cadê a ética, a cidadania.
    A dignidade, a família
    o Estado.
    A sociedade, o contrato social,
    Ainda bem que a justiça
    é cega,
    O futuro se encerra,
    em mais um filme
    que todo mundo viu,
    a imprensa não foi silenciada,
    mas, por mais grito,
    mais grito, mais roucada,
    mais dia, menos dia
    fica calada, pois é um grito
    que ninguém quer ouvir mais não.
    É o dia da diária
    A quinzena da
    quinzenada
    É a mensalada do
    mensalão
    É o grito da boiada que
    ficou para trás não
    tem mais boiada não.
    É o sertão que virou mar
    É o mar que
    virou sertão.

    default user icon ‒ terça, 24 junho 2008, 10:50 BRT # Link |

  9. escreveu:

    Aos Seres Humanos

     

    Luiz Domingos de Luna

    www.revistaaurora.com

      

    Quebrando correntes

    No tempo a passar

    Mistérios a desvendar

    A todo o momento

     

    Se tudo fosse diferente

    Teria o ser humano

    O pensar, um plano.

    Da existência presente

     

    Que show arriscado

    De um palco sem fim

    O infinito vem a mim

    Ou já foi programado

     

    Tanta existência

    Quem vai usufruir

    O tempo destruir

    Ou há consistência

     

    A Vida acompanha

    As etapas da curva

    Existe uma luva

    De potência tamanha

     

    Controlar o processo

    De toda imensidão

    É plenitude da razão

    Ou pensamento, ao inverso.

     

    É do ser humano obrigação

    Conhecer todo o infinito

    Ou existe um conflito

    Buscando interrogação?

     

    Já não é chegado

    A hora de saber

    Do universo o porquê ?

    Na existência - postado.

                

    default user icon ‒ sábado, 28 junho 2008, 23:16 BRT # Link |

  10. escreveu:

         Entre Colunas Luiz Domingos de Lunawww. Revistaaurora.com Entre nascimento e mortePego o meu passaporteNuma vida a bailarDos dois pontos faço linhaNuma estrada que caminhaNa sorte ou no azarEntre colunas eu ficoSempre a caminharNão pode ter acidenteSenão quebra a correnteJá não posso respirarUma reta esticadaCada passo, uma pisadaTenho que controlarNão posso sair do prumoOu então um tomboPara me derrubarDo útero para covaUma vida se renovaCheirando interrogaçãoNo meio das ampulhetasViro pó, sombra e chão.Ou larva de borboletaUma vida nova nasceÉ uma transformação ?

    default user icon ‒ quarta, 02 julho 2008, 23:43 BRT # Link |

  11. escreveu:

         Entre Colunas Luiz Domingos de Lunawww. Revistaaurora.com Entre nascimento e mortePego o meu passaporteNuma vida a bailarDos dois pontos faço linhaNuma estrada que caminhaNa sorte ou no azarEntre colunas eu ficoSempre a caminharNão pode ter acidenteSenão quebra a correnteJá não posso respirarUma reta esticadaCada passo, uma pisadaTenho que controlarNão posso sair do prumoOu então um tomboPara me derrubarDo útero para covaUma vida se renovaCheirando interrogaçãoNo meio das ampulhetasViro pó, sombra e chão.Ou larva de borboletaUma vida nova nasceÉ uma transformação ?

    default user icon ‒ quarta, 02 julho 2008, 23:46 BRT # Link |

  12. escreveu:

    A Fábrica de UniversosLuiz Domingos de Luna  Os bósons são inteligentesEscondidos em outra dimensão.Por que tanta precaução É um ato consciente? A ciência está na colaGraças à matéria escuraQue dificulta a procuraConfunde o eixo da mola Choque de matéria e luzCurvado no infinitoSão partículas de granitoOu mistério da órbita conduz? Esta imantação é problemaDependência de uma ditaduraDa energia e da matéria escuraUm cárcere privado  com algema Iluminados - O que faráCom o bóson aprisionadoUm mistério bem guardadoOu ao humano entregará? A Quem interessa?Uma fábrica de universoOs paralelos diversosPara que tanta pressa Um universo precisaDe um planejamentoSenão o novo engole a genteSeja humano ou nãoTudo vai para o ralo do nadaCadê a inteligência em projeçãoA Consciência e a razãoVirou tudo fragmentoNão basta o pensamentoNo túnel do tempoNuma vida a bailar 

    default user icon ‒ sábado, 05 julho 2008, 15:06 BRT # Link |

  13. Ramon Oliveira Beatriz escreveu:

    É levado em conta no item 1) a biodisponibilidade da proteína, confrontando o arroz e a carne? Arroz quebrado, ou quirera de arroz (subproduto) é usado em ração animal, e uma parte considerável na produção de arroz é convertida no subproduto.

    É sempre difícil comparar diferentes fontes nutritivas genericamente (tal como uma fonte vegetal contra uma fonte animal) pelo simples motivo de que as variáveis que influenciam o oferecimento de nutrientes são diversas, como uma análise econômica dos preços, destino da produção e processamento do grão, como será preparado o alimento (e isto influencia muito nutricionalmente), sazonalidade, raça/espécie e climatologia local...

    Sem contar nos dados otimistas, as produções fazem boa parte do seu trabalho com defensivos agrícolas ou algum auxiliar (Monsanto)... =(

    Ramon Oliveira BeatrizRamon Oliveira Beatriz ‒ sexta, 11 julho 2008, 12:00 BRT # Link |

  14. escreveu:

    A Fábrica de Universos

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

    default user icon ‒ domingo, 13 julho 2008, 19:16 BRT # Link |

  15. Leandro Gomes escreveu:

    É isso ai, go vegan!

    LegoLeandro Gomes ‒ domingo, 13 julho 2008, 23:25 BRT # Link |

  16. escreveu:

     Palco IluminadoLuiz Domingos de Lunawww.revistaaurora.com Em cada sonho uma fantasiaQue percorre o pensarNo momento a gritarForça que extasia Girando no encanto da vidaUm gesto nobre propiciaNa luz que irradiaO instante eterno se fia O cenário todo floridoUma paisagem a contemplarUm universo a pensarNo tempo um fluido Que teima em derramarGotas de um serenoUm incenso amenoA existência contagiar Interação perfeitaArquitetura socialBeleza naturalObra prima feita Cada ser é arquitetoQue a história aniquilaÉ o sonho da vidaInacabado um projeto Um projeto inacabadoQue falta ser decifradoOu um palco iluminadoExplicação buscando?           

    default user icon ‒ quinta, 17 julho 2008, 22:58 BRT # Link |

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