Tomando por referência a proteína contida, por exemplo, no arroz (8%), comparada àquela encontrada na carne (18,6%), chegamos ao seguinte:
-Se criarmos boi nos 3,5 hectares e nos 4,5 anos em média que precisa para estar apto a ser consumido, teremos 39 quilos de proteína.
-Se plantarmos arroz nesta mesma quantidade de terra e no mesmo período de tempo, obtemos 1520 quilos de proteína.
2) Produtos comestíveis que podem ser produzidos em um hectare de terra boa em quilos:
-Feijão 11.200
-Maçã 22.400
-Cenoura 34.900
-Batata 44.800
-Tomate 56.000
-Carne 280
Do estudo Our Food Our World, EarthSave Foundation, Santa Cruz.
[Fonte intermediária de 1 e 2: livro Vegetarianismo: Elementos para uma conversa sobre, de Marly Winkler.]
Estudo diz: pecuária é q mais desmata a Amazônia
04/09/07 - É a pecuária, e não a soja, a maior responsável pelo desmatamento na Amazônia. É isso o que diz um estudo divulgado pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF) e que vai ser utilizado como base pelo Ministério da Integração Nacional para definir o planejamento territorial na região.
"A gente fica batendo na tecla errada, esquece o efetivo responsável e acaba adotando políticas públicas erradas", afirma Julio Miragaya, autor do estudo e coordenador-geral de Planejamento e Gestão Territorial (CGPT), ligado ao Ministério da Integração Nacional. "O fantasma da Amazônia não é a soja, é a pecuária".
Fonte: Valor Online
Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/valor/2007/09/04/ult1913u75305.jhtm
Palavras-chave: agricultura, alimentação, ecologia, meio ambiente, pecuária, plantação, proteínas, recursos, vegetais, vegetarianismo, vegetariano
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Comentários
escreveu:
Planeta que chora Luiz Domingos de Luna http://www.revistaaurora.com Reflito sobre a vida sobre o mundo rotativo do universo exuberante da beleza do ser pensante do mundo mágico criativo É o solo, é a existência roída de um planeta que chora, exaurido. De uma fumaça de gás cumprimido De um berço que faz sentido. De uma paisagem destruida que teimo em desfrutar a reta um ponto vai ficar o fim, o começo a externar O espaço a gritar O ambiente somente? A água ? A selva? O mar ? E nós humanos ? O planeta chora A inteligência ignora? Onde iremos morar? sem terra, sem piso, sem ar sem fogo, sem água, sem mar? por que a poluição ? o farelo da destruição O lixo cultural ? O rio é um esgoto O mar está morto O ar é aborto de quem quer abortar, assim, volto ao pó não tem reciclagem é uma viagem, mas viajo só? Autorizo repasse de postagem, favor citar a fonte. o autorescreveu:
Alma de Cupim
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.
Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência
Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem
Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana
A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos
Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim
Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim
Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim
Visitante escreveu:
Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.
Passeio Cósmico
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Entre galáxias quentes
Quasares gigantes
Tudo tão distante
É tão diferente
Não tem gravidade
É uma queda de gênio
Não tem oxigênio
Estranha suavidade
O terror da matéria
Viva atrevida
Não tem vida
Do humano a miséria
Não tem cultura
Luz escuridão
Alma em aflição
É somente tortura
O medo grita
O silêncio calado
No mundo gelado
Sem terra e guarita
Há anos, ativo.
Vejo um ponto
Pare uma foto.
E ali que vivo
Um traço obscuro
Não parece uma bola
A câmera giratória
A terra procuro
Perdido no infinito
Leva-me de volta
De tanta viravolta
Sinto-me perdido
Que tal existência
Aonde vai me levar
Onde queres chegar
Só vejo a ausência
Nos confins um grito
Não sei decifrar
Mas vou escutar
E assim repito
Um barulho estranho
Parece um cano
A água derramar
Cadê gravidade
A tua humanidade
Para poder parar
Vejo-me girandoT
Eu mesmo falando
Onde vamos chegar
Tudo é mistério
Grande interrogação
È poder da matéria
Ou da criação?
Visitante escreveu:
Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria a essência
O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado
Matéria não adaptada
A um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.
É uma ida, uma volta.
É o estar, é o ser.
É o Poder, é o ter.
É uma reviravolta?
Entra numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada, a terra, o chão.
É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal
Alma sonhadora
Na vida a vagar.
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teima em voltar
Visitante escreveu:
A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Está-se nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz,
Sem agora.
Mataste a aurora
Do meu Coração.
escreveu:
O Tempo real existe? Se existe, porque não fazemos algo, agora; Para que a próxima geração possa sentir orgulho de nós que fizemos o possível para que eles possam receber um mundo melhor do que o nosso. Os trabalhos do professor: Digite:/ Luiz Domingos de Luna / na web, pois a finalidade única é, todos por todos para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. Trabalho de dominio público, à nova reposatagem citar fonte. O AutorO Tempo
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com www.meninodeusaurora.com.br
Em um canto caído
O mundo a girar
A vida a passar
Encantos sofridos
Corpos envelhecidos
Suaves serenatas
Existência ingrata
Onde queres chegar?
Pisando a paisagem
Em uma passagem
Sempre a moldar
Com sua influência
Queima a paciência
Quem vai desvendar?
Um novo dia
O sol já raiou
O momento passou
Não vai mais voltar
Do silêncio ao ruído
Num canto perdido
Do universo a girar
Vai-se perguntando
Cantando ou chorando
Onde queres chegar?
Dor desmedida
Dúvida da vida
De o mar serenar
Ficou a história
Em nossa memória
Teima em passar.
Assim, meu irmão
faça algo
pela sociedade
que fica a esperar
a sua contribuição
para uma nova nação
vamos edificar ?
escreveu:
Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna
Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?
escreveu:
http://www.midiaindependente.org/pt/red/2007/10/399574.shtml
Luiz Domingos de Luna
De nascer neste torrão
Pegado na mão da miséria
E agarrado no fracasso
Tem que ter nervo de aço
Para não virar pedaço
E suportar a aturação
O poeta é graduado
Mas sem anel ou anelado
Não vai mudar o estado
Da nossa situação
Convidei os folcloristas
Para assistir nosso forró
Sem sanfona, sem zabumba.
Sem triângulo e sem suor
O teclado agora berra
Não tem mais o pé de serra
Não sei se acerta ou erra
Quem tirou o pão de ló
Fomos olhar a boiada
Que era tangida na estrada
Pois o chocalho se ouviu
Que boiada que nada
Era um coitado que cantava.
E seu nome era Brasil.
Convidamos toda a mídia
Jornal, rádio e televisão.
Todos gritaram a uma só voz
É uma doença que
atingiu o seu coração
É um vírus persistente,
É uma força onipresente
O seu nome é conhecido
É um bicho bem sabido
O nome é corrupção
Ataca a democracia
Corrói a instituição
O direito se esfarela
Pois até a sua costela
Vira massa de construção
Acaba-se o operário
Ou espertalhão ou otário
Eis aí a prescrição
Dá uma febre danada
O termômetro não
baixo nada
Pois pode olhar a pesquisa
Só se olha o do outro
que se visa
Não tem mais o cidadão,
São esperto, vivo, sortudo, sabido?
Todos são conhecidos
Mas não com nome
de ladrão.
Quem falar isso é mentiroso, não é patriota,
Não passa de um agiota
Que quer loar a vernaculação
Cadê a ética, a cidadania.
A dignidade, a família
o Estado.
A sociedade, o contrato social,
Ainda bem que a justiça
é cega,
O futuro se encerra,
em mais um filme
que todo mundo viu,
a imprensa não foi silenciada,
mas, por mais grito,
mais grito, mais roucada,
mais dia, menos dia
fica calada, pois é um grito
que ninguém quer ouvir mais não.
É o dia da diária
A quinzena da
quinzenada
É a mensalada do
mensalão
É o grito da boiada que
ficou para trás não
tem mais boiada não.
É o sertão que virou mar
É o mar que
virou sertão.
escreveu:
Aos Seres Humanos
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
escreveu:
Entre Colunas Luiz Domingos de Lunawww. Revistaaurora.com Entre nascimento e mortePego o meu passaporteNuma vida a bailarDos dois pontos faço linhaNuma estrada que caminhaNa sorte ou no azarEntre colunas eu ficoSempre a caminharNão pode ter acidenteSenão quebra a correnteJá não posso respirarUma reta esticadaCada passo, uma pisadaTenho que controlarNão posso sair do prumoOu então um tomboPara me derrubarDo útero para covaUma vida se renovaCheirando interrogaçãoNo meio das ampulhetasViro pó, sombra e chão.Ou larva de borboletaUma vida nova nasceÉ uma transformação ?escreveu:
Entre Colunas Luiz Domingos de Lunawww. Revistaaurora.com Entre nascimento e mortePego o meu passaporteNuma vida a bailarDos dois pontos faço linhaNuma estrada que caminhaNa sorte ou no azarEntre colunas eu ficoSempre a caminharNão pode ter acidenteSenão quebra a correnteJá não posso respirarUma reta esticadaCada passo, uma pisadaTenho que controlarNão posso sair do prumoOu então um tomboPara me derrubarDo útero para covaUma vida se renovaCheirando interrogaçãoNo meio das ampulhetasViro pó, sombra e chão.Ou larva de borboletaUma vida nova nasceÉ uma transformação ?escreveu:
A Fábrica de UniversosLuiz Domingos de Luna Os bósons são inteligentesEscondidos em outra dimensão.Por que tanta precaução É um ato consciente? A ciência está na colaGraças à matéria escuraQue dificulta a procuraConfunde o eixo da mola Choque de matéria e luzCurvado no infinitoSão partículas de granitoOu mistério da órbita conduz? Esta imantação é problemaDependência de uma ditaduraDa energia e da matéria escuraUm cárcere privado com algema Iluminados - O que faráCom o bóson aprisionadoUm mistério bem guardadoOu ao humano entregará? A Quem interessa?Uma fábrica de universoOs paralelos diversosPara que tanta pressa Um universo precisaDe um planejamentoSenão o novo engole a genteSeja humano ou nãoTudo vai para o ralo do nadaCadê a inteligência em projeçãoA Consciência e a razãoVirou tudo fragmentoNão basta o pensamentoNo túnel do tempoNuma vida a bailarRamon Oliveira Beatriz escreveu:
É levado em conta no item 1) a biodisponibilidade da proteína, confrontando o arroz e a carne? Arroz quebrado, ou quirera de arroz (subproduto) é usado em ração animal, e uma parte considerável na produção de arroz é convertida no subproduto.
É sempre difícil comparar diferentes fontes nutritivas genericamente (tal como uma fonte vegetal contra uma fonte animal) pelo simples motivo de que as variáveis que influenciam o oferecimento de nutrientes são diversas, como uma análise econômica dos preços, destino da produção e processamento do grão, como será preparado o alimento (e isto influencia muito nutricionalmente), sazonalidade, raça/espécie e climatologia local...
Sem contar nos dados otimistas, as produções fazem boa parte do seu trabalho com defensivos agrícolas ou algum auxiliar (Monsanto)... =(
escreveu:
A Fábrica de Universos
Os bósons são inteligentes
Escondidos em outra dimensão.
Por que tanta precaução
É um ato consciente?
A ciência está na cola
Graças à matéria escura
Que dificulta a procura
Confunde o eixo da mola
Choque de matéria e luz
Curvado no infinito
São partículas de granito
Ou mistério da órbita conduz?
Esta imantação é problema
Dependência de uma ditadura
Da energia e da matéria escura
Um cárcere privado com algema
Iluminados - O que fará
Com o bóson aprisionado
Um mistério bem guardado
Ou ao humano entregará?
A Quem interessa?
Uma fábrica de universo
Os paralelos diversos
Para que tanta pressa
Um universo precisa
De um planejamento
Senão o novo engole a gente
Seja humano ou não
Tudo vai para o ralo do nada
Cadê a inteligência em projeção
A Consciência e a razão
Virou tudo fragmento
Não basta o pensamento
No túnel do tempo
Numa vida a bailar
Leandro Gomes escreveu:
É isso ai, go vegan!escreveu:
Palco IluminadoLuiz Domingos de Lunawww.revistaaurora.com Em cada sonho uma fantasiaQue percorre o pensarNo momento a gritarForça que extasia Girando no encanto da vidaUm gesto nobre propiciaNa luz que irradiaO instante eterno se fia O cenário todo floridoUma paisagem a contemplarUm universo a pensarNo tempo um fluido Que teima em derramarGotas de um serenoUm incenso amenoA existência contagiar Interação perfeitaArquitetura socialBeleza naturalObra prima feita Cada ser é arquitetoQue a história aniquilaÉ o sonho da vidaInacabado um projeto Um projeto inacabadoQue falta ser decifradoOu um palco iluminadoExplicação buscando?