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Julho 20, 2012

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Coralistas,

Venham participar de um coro, a partir de segunda-feira, dia 23/7, das 10h às 12h, na Tulha (Departamento de Música/RP), que irá cantar algumas obras corais de Esmeralda Ruzanowsky, sob a regência de Cristine Salerno (Wisconsin/EUA): Lamento, Conversa de Botequim, Tiro ao Álvaro, Bom dia e Joana Francesa (composta especialmente para este III Encontro Internacional de Música USP/RP). As partituras seguem anexadas em PDF.

Grato,

MarcosEsmê.rar

 

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Julho 06, 2012

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Assista aqui

Classes de Regência e Canto Coral, FFCLRP/USP

Prof. responsável: Marcos Câmara de Castro

Terças Musicais, 26/06/2012, Tulha

Rocha: Bom dia

Regência: Eduardo Affonso

 

 

 

Palavras-chave: cancioneiro coral brasileiro, canto coral, regência coral

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Julho 01, 2012

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After Adorno by Tia DeNora

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Abril 19, 2012

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Ouça aqui na web.

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Março 17, 2012

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  • Museu Brasileira de Escultura (MuBE): 24/04
  • Centro Cultural dia 15 de Maio, às 20:30, terça-feira na Praça das Bibliotecas, 
  • Centro de Música Brasileira, sábado dia 25 de Agosto, às 18h30, na Cultura Inglesa de Vila Mariana, à rua Madre Cabrini, 413

Programa
RODOLFO COELHO DE SOUZA 
Rébus, 
MÁRIO FICARELLI
Sonata,  composta em 2002. composta em 1985.
GILBERTO MENDES
Vento Noroeste, composto em 1982.
MARCOS CÂMARA 
Stregato,  composto em  1991.
RONALDO MIRANDA 
Toccatta, composta em 1982. 

 

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Março 07, 2012

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Escola de Canto Coral da OSRP


Escola de Canto Coral da OSRP oferece:
Aulas de leitura musical, técnica vocal, história da
música vocal, palestras e master class
Inscrições
De 6/3 a 17/3
Horário: 2º feira a 6º feira - 8h às 18h
4º - 19h às 22h
Local: Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto
Endereço: Rua São Sebastião 1.002 - Centro
Telefone:             (16) 3610-8932      
Curso
Duração do curso: 17/3 a 23/6
Horário: 14h às 17h30, todos os sábados
Valor: 3 parcelas de R$ 40 + apostila R$ 20
Entrega de certificados no final do curso

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Fevereiro 04, 2012

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Pessoas queridas,

depois de mais de dois anos com a exposição Cor-ambulante rodando pelo estado de SP, tenho o prazer de convidar a todos para visitá-la no Sesi de Ribeirão Preto.

A exposição foi selecionada em meio a mais de 800 inscrições ainda em 2008/2009 e ficou em primeiro lugar. Bom, porque era um edital aberto, sem “Qis”, limpo.

São 16 fotografias e muitas delas feitas depois que nos mudamos para cá .....

O SESI fica na Rua José Rodrigues Godinho nº 100, Lagoinha. Terça /  Domingo , das 9 às 17h. Dia 3 ao dia 15 de fevereiro.

Beijos,

Carla

 

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Dezembro 09, 2011

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ORQUESTRA UNIVERSITÁRIA

Departamento de Música Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras 

USP Ribeirão Preto 

Prof. responsável: Marcos Câmara de Castro

Andante para flauta e cordas de Mozart 

Solista: Paulo Victor Farias

Regência: Denner Kennup

 

I movimento do concerto em mi bemol para trompete, de Haydn 

Solista: Jairo Cassiano

Regência: Naber Mesquita

Agradecimentos: Maryia Krastanova (valeu, Mary!)

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Dezembro 08, 2011

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Classes de canto coral e regência coral do DM/FFCLRP-USP

Kleber Tertuliano, Lívia Martins e Marília Belelli (percussão) e Rodrigo Silva (acordeão)

Prof. Responsável: Marcos Câmara de Castro

29/11/2011, Tulha

Assista aqui

Repertório do Cancioneiro Coral Brasileiro:

  1. Canto triste (Ruzanowsky): regência de Rafael Tadashi
  2. Carolina (Garboggini)/ Vanderlei Henrique
  3. Forró no escuro (Carvalho)/ Dayanne de Oliveira
  4. As pastorinhas (Cozzella)/ Tiago dos Santos (regência e bandolim)
  5. Xote das meninas (Rodrigues)/ Eric Cruz
  6. A banda (Kászas)/ Ronaldo Novaes

 

 

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Outubro 04, 2011

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DIVULGUEM E INSCREVAM SEUS TRABALHOS. AS INSCRIÇÕES FORAM PRORROGADAS ATÉ DIA 10 DE OUTUBRO.

 

Pessoal,

Segue divulgação do Prêmio Coleção Nossa História.

 

“CONCURSO: PRÊMIO COLEÇÃO NOSSA HISTÓRIA 2011”

O Instituto do Livro de Ribeirão Preto, em parceria com a Secretaria Municipal da Cultura e Câmara

Municipal de Ribeirão Preto institui, em cumprimento às emendas parlamentares 211, 220, 221, 324 e

325 publicadas no Diário Oficial do Município de 16 de dezembro de 2010, o Concurso PRÊMIO

COLEÇÃO NOSSA HISTÓRIA - 2011 nos termos e condições estabelecidas neste Edital, pela Lei

Federal nº 8.666/93 e respectivas alterações, assim como pelas demais normas legais e

regulamentares pertinentes à espécie.

1. DO OBJETO

1.1 Constitui objeto deste concurso a seleção de 10 (dez) obras inéditas resultado de teses,

monografias ou dissertações sobre Ribeirão Preto e temas afins destinados ao público adulto,

escritos em língua portuguesa para premiação.

1.1.1 As obras deverão ter como temática a História de Ribeirão Preto e uma delas,

obrigatoriamente, deverá tratar sobre “O Negro em Ribeirão Preto”.

2. DA PARTICIPAÇÃO

2.1 Poderão participar autores maiores de 18 (dezoito) anos, brasileiros ou estrangeiros residentes

no Brasil há mais de 02 (dois) anos.

2.2 Cada concorrente poderá inscrever apenas uma obra.

2.3 O original deverá ser enviado em 01 (uma) via encadernada, com folha de rosto, na qual deverão

constar apenas o título da obra e o nome do autor.

2.4 O texto deverá ser digitado em apenas um lado da folha em Word (versão 6.0 ou superior), fonte

12, tipo Arial, tendo, no máximo, 80 (oitenta) páginas. A configuração da página deve ser a

seguinte: tamanho do papel: A4 (21,0 x 29,7 cm); margens: superior e inferior: 3 cm; direita e

esquerda, 2 cm. Parágrafo de alinhamento justificado. Espaçamento: espaço 1,5 entre linhas e

parágrafos; espaço duplo entre partes do texto e entre texto e exemplos, citações, tabelas,

ilustrações etc.

2.4.1 Os textos que estiverem fora da formatação indicada serão automaticamente

desclassificados.

2.4.2 Não serão permitidas alterações, acréscimos e revisões no conteúdo da obra depois do

recebimento da mesma.

2.4.3 No que tange ao conteúdo dos artigos, os dados e conceitos emitidos nos trabalhos,

bem como a exatidão das referências bibliográficas, são de inteira responsabilidade dos

autores.

2.4.4 As citações, imagens, ilustrações, gráficos e tabelas deverão seguir rigorosamente as

normas da ABNT, anexo II.

2.5 Serão considerados neste PRÊMIO obras de autoria única ou escritos em co-autoria, desde que

não façam parte de compilações ou compêndios.

VEJA O REGULAMENTO COMPLETO NO LINK, ABAIXO:

 

 

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Setembro 03, 2011

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Comunicação feita no XXI Congresso da ANPPOM, Uberlândia (MG)/2011

Leia aqui

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Agosto 05, 2011

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Agosto 04, 2011

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Caros colegas, amigos e alunos,

Em meu nome e do Prof. Miguel Felipe, queria agradecer de todo o coração a todos os que colaboraram para o sucesso do I Encontro Internacional de Música Coral, na USP de Ribeirão Preto.

Desde o coffee break até as aulas, palestras e concertos, o que predominou foi o mais puro espírito de solidariedade e cooperação, sem o que o evento não teria alcançado o êxito obtido.

O nosso muito obrigado e o desejo de rever a todos no próximo ano, com a segunda edição do EIMC.

Abraços cordiais de

Miguel e Marcos
=======================================

Colleagues, friends and students,

On behalf of myself and Prof. Miguel Felipe, wanted to thank wholeheartedly all those who contributed to the success of the First International Meeting on Choral Music at USP in Ribeirão Preto.

From the coffee break until classes, lectures and concerts, the pattern was the purest spirit of solidarity and cooperation, without which the event would not have achieved the success.

Our thanks and desire to see everyone next year, with the second edition of IMCM.

Warm Hugs from

Miguel and Marcos

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Julho 17, 2011

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ENCONTRO INTERNACIONAL DE MÚSICA CORAL USP/RP

Musicorum et cantorum magna est distantia:

Isti dicunt, illi sciunt quae componit musica,

Nam qui canit quod non sapit diffinitur bestia[1].

(século XIII, citado por Chailley, 1950)

A atividade coral neste Departamento de Música é muito forte: temos o Ademus com a Profa. Cristina Emboaba, a Oficina Experimental da Voz da Profa. Silvia Berg e as aulas Regência Coral e Canto Coral. Isso é um reflexo da prática coral em Ribeirão Preto e região, onde encontramos vários grupos constituídos e longevos, além da Escola de Canto Coral da OSRP, dirigida pela Profa. Snizhana Drahan.

O canto coral é também uma prática de transferência, onde são vivenciados os mais diversos gêneros e estilos musicais. O erudito e o popular se encontram e se misturam, numa prática democrática e pedagógica. Quem canta em coral pode tornar-se permeável à diferença e ao novo.

Cantar em coral também proporciona uma compreensão mais profunda da linguagem, da retórica e da arquitetura musicais na medida em que somos parte da estrutura e ao mesmo tempo a percebemos de fora. Não somos meros ouvintes, mas sujeitos da prática musical.

Além do intelectual, o canto coral promove importantes valores humanos como solidariedade, respeito e cooperação.

O EIMC tem como principal objetivo reunir a comunidade coral numa perspectiva de enriquecimento dos conhecimentos e técnicas além de promover a confraternização e a troca de experiências entre os mais diversos grupos.

Promover a prática coral não como um instrumento de elite, mas de transformação do indivíduo e da sociedade através do canto coletivo.

Ribeirão Preto, 18 de julho de 2011,

 

Prof. Dr. Miguel Ángel Felipe – Diretor Artístico

University of Hawaii at Mānoa

 

Prof. Dr. Marcos Câmara de Castro – Professor Responsável pelo EIMC

Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto


 

 

INTERNATIONAL MEETING ON CHORAL MUSIC USP/RP

Musicorum et cantorum magna est distantia:

Isti dicunt, illi sciunt quae componit musica,

Nam qui canit quod non sapit diffinitur bestia[2].

(XIIIth century, cited by Chailley, 1950)

The choral life in our Music Department is very strong: we have the Ademus Madrigal, directed by Professor Cristina Emboaba, the Experimental Voice Workshop, directed by Professor Silvia Berg, and the classes of Choral Conducting and Choral Singing. This is an indication of the choral community in Ribeirão Preto and surrounding region. Here you can also find many groups with long histories including the School of Choral Singing of the Symphony Orchestra of Ribeirão Preto, directed by Professor Snizhana Drahan.

Choral singing is a practice of transference where one may experience the most diverse genres and musical styles. Both art music and popular repertoires meet and mingle in a democratic and pedagogical way. She who sings in a choir can become permeable to that which is new or different.

Singing in choir also provides a deeper understanding of musical language, rhetoric, and architecture. For it is in making the music with our own bodies that we feel, experience, intuit, and eventually comprehend musical structure.

Beyond the intellectual, the choir promotes important human values ​​such as solidarity, respect and cooperation.

The IMCM´s main objective is to gather the community into a chorus with a goal of enriching the knowledge and skills while promoting fellowship and exchange of experiences among the various groups.

And in so doing, we remember to promote music not as an instrument of the elite but the voice of our whole society. Only then, can singing transform us and integrate our society.

Ribeirão Preto, july 18, 2011

 

Dr. Miguel Ángel Felipe - Artistic Director

University of Hawaii at Mānoa

 

Dr. Marcos Câmara de Castro - Responsible Professor for the IMCM

University of São Paulo at Ribeirão Preto



[1] Grande é a distância que separa músicos e cantores; estes cantam os sons que a música ordena, aqueles conhecem esta ordem. Pois cantar aquilo que não se conhece é próprio dos animais.

[2] Great is the distance between musicians and singers: singers sing sounds organized by music, but musicians comprehend this order. Because singing what is not understood is proper only to animals.

 

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Junho 07, 2011

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Inscrições de 13/06 a 13/07/2011, no Departamento de Música da FFCLRP/USP ou por e-mail: musicacoral2011@gmail.com

Baixe aqui a ficha de inscrição

 

www.imcm.br.com

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Maio 31, 2011

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Prof. Responsável: Marcos Câmara de Castro

Programa: 

Ernani Aguiar: Quatro Momentos, para cordas

J. S. Bach: Concerto Brandemburguês #3

Haydn: Sinfonia #99

Regências: Jamille Mesquita, Fernando Chagas, Jonas Mafra e Éber Bittencourt

ENTRADA FRANCA

==============================================

Orquestra Universitária da USP de Ribeirão Preto: ação e reflexão na prática orquestral

ORQUESTRA UNIVERSITÁRIA USP-RP. Aulas: quintas, das 19h às 22h e sábados, das 9h às 12h. Local: Sala de Concertos da Tulha/USP-RP. 


"reconstruir los repertorios y reconvertirlos en algo vivo"
(Castilla, 2010)

Desde 2008, a Orquestra Universitária da USP de Ribeirão Preto vem tornando possível a alunos do mais novo departamento da FFCLRP, estudantes de música em geral e músicos amadores autogerirem a prática orquestral, participando da escolha do repertório, candidatando-se a solistas ou regentes e compondo obras sinfônicas. Aberta a todo e qualquer interessado, a OU recebe novos integrantes durante todo o ano letivo e seus monitores, bolsistas das pró-reitorias de Graduação e de Cultura e Extensão, asseguram o aperfeiçoamento e a reciclagem técnica de seus participantes, com ensaios de naipe e atendimentos individuais.

A OU tem participado ativamente da vida acadêmica, com apresentações em eventos do campus, entre eles a Semana da Composição, o Siicusp etc, sempre sob a regência de seus alunos, e contará este ano com a participação de professores solistas ou  regentes.

 

 

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Maio 16, 2011

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Erudito ganha espaço na programação

http://www.emm.usp.br/radiouspw-rp.asx

A Rádio USP Ribeirão dedica sua programação musical à valorização da música popular brasileira de qualidade, mas a partir dessa segunda-feira, 16, a emissora abre espaço para o erudito com a estréia do projeto Clássicos em Pauta. Serão dois programas de três minutos, pela manhã (10h40) e à tarde (15h20), de segunda a sexta-feira. O idealizador do projeto é o professor Marcos Câmara de Castro, do Depto. de Música da Faculdade de Filosofia (FFCLRP). “A ideia de Clássicos em Pauta surgiu da escuta atenta e assídua da Rádio USP de Ribeirão Preto, com seus programas que tentam abranger as mais diversas áreas do conhecimento e da cultura”, afirma. A ideia é sensibilizar o ouvinte para a escuta do universo dos clássicos sem, no entanto, submetê-lo num primeiro momento a uma obra de grandes dimensões. “Queremos criar o interesse para determinadas músicas do repertório clássico que poderão ser ouvidas depois, em casa, num futuro blog onde poderemos carregar as versões integrais das obras mostradas, acompanhadas de explicações complementares”, explica.

O programa tem produção do Juliano de Oliveira, pós-graduando em Música pela ECA de São Paulo, e graduado pelo Depto. de Música da FFCLRP. A locução é de Ana Carla Vannucchi e a criação e apresentação de Marcos Câmara. (Ferraz Jr)

 

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Maio 06, 2011

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Prof. Responsável: Marcos Câmara de Castro

Programa: 

Ernani Aguiar: Quatro Momentos, para cordas

J. S. Bach: Concerto Brandemburguês #3

Haydn: Sinfonia #99

Regências: Jamille Mesquita, Fernando Chagas, Jonas Mafra e Éber Bittencourt

ENTRADA FRANCA

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Orquestra Universitária da USP de Ribeirão Preto: ação e reflexão na prática orquestral

ORQUESTRA UNIVERSITÁRIA USP-RP. Aulas: quintas, das 19h às 22h e sábados, das 9h às 12h. Local: Sala de Concertos da Tulha/USP-RP. 


"reconstruir los repertorios y reconvertirlos en algo vivo"
(Castilla, 2010)

Desde 2008, a Orquestra Universitária da USP de Ribeirão Preto vem tornando possível a alunos do mais novo departamento da FFCLRP, estudantes de música em geral e músicos amadores autogerirem a prática orquestral, participando da escolha do repertório, candidatando-se a solistas ou regentes e compondo obras sinfônicas. Aberta a todo e qualquer interessado, a OU recebe novos integrantes durante todo o ano letivo e seus monitores, bolsistas das pró-reitorias de Graduação e de Cultura e Extensão, asseguram o aperfeiçoamento e a reciclagem técnica de seus participantes, com ensaios de naipe e atendimentos individuais.

A OU tem participado ativamente da vida acadêmica, com apresentações em eventos do campus, entre eles a Semana da Composição, o Siicusp etc, sempre sob a regência de seus alunos, e contará este ano com a participação de professores solistas ou  regentes.

 

 

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Abril 19, 2011

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Silvia Berg com Margrete Enevold e Pya Boysen (Dinamarca, Oficina de Coral Infantil

Cantar e a solmizacão

Margrete Enevold

As crianças amam expressar-se com a voz e o corpo simultaneamente. Cantam simplesmente pela alegria de exprimir-se com sons e histórias. O cantar envolve o ser humano integralmente, tanto física como psiquicamente. Corpo e alma cantam juntos.

Preservar a alegria de expressão, a espontaneidade e o contato com o próprio corpo pode vir a se tornar uma tarefa difícil, quando o coral inicia o trabalho de ensaio com obras a duas ou mais vozes, e o cantar a cappella. O ensaio pode se tornar exaustivo e extenuante, e pode se tornar difícil preservar a inspiração, assim como manter uma atmosfera de trabalho límpida e luminosa, descontraída e, ao mesmo tempo, concentrada.

A solmização com manosolfa é uma simples, extraordinária vocalmente, sonora e dinâmica ferramenta que envolve tanto o corpo quanta a voz. A manosolfa ativa o corpo. As mãos "cantantes" mostram o fluxo e os fraseados, descrevem as dinâmicas e formam os sons, Além disso, as sílabas são cantáveis. A solmização torna-se, dessa maneira, um universo musical tangível.

A voz tem sua morada no corpo. Cantores não possuem outro instumento entre si e o mundo que os rodeia, e dessa forma, não podem ocultar-se atrás de um instrumento, ou mesmo "pegar notas" fora de si. A manosolfa significa, sob esses aspectos, o "pegar a nota", porque as notas visualizam-se e podem ser marcadas fisicamente, enquanto as mãos formam a música. A energia física transmitida pelo movimento e, por sua vez, transmitida a execução. O regente mostra o caminho.

Vozes executadas harmônica ou contrapontisticamente são fáceis de lembrar. Os movimentos da manosolfa oferecern ao mesmo tempo associações, relações de alturas, timbre, função e harmonia. As crianças ouvem, veem, sentem e são conduzidas em todo o processo, tanto da melodia superior quanta inferior. A memorização é imediata e as crianças lembram-se de suas respectivas melodias, porque a desempenharam com todo o sistema.

A concentração infantil passa dessa forma, a ter um foco muito concreto. O aprendizado e processado de forma integral e as habilidades musicais e vocais são desenvolvidas gradualmente, pois a solmização abrange o "eu escuto", o "eu vejo" e o "eu realizo".

O regente de coral infantil pode utilizar-se dessa ferramenta em companhia das crianças. Não e necessário "saber" ou conhecer o método profundanlente. Aprenda os sinais de manosolfa e as sílabas que serão utilizadas nas diferentes canções ou obras a serem aprendidas, e deixe com que as suas habilidades cresçam gradativamente.

(Tradução do dinamarques realizada por Silvia Berg)

 

Eufonia a duas ou mais vozes e a Solmização

Técnica vocal, afinação e técnicas de ensaio

Margrete Enevold

Vozes sonoras e sem tensões, canções ou obras simples com duas ou mais vozes e cantar sem acompanhamento de piano são os ingredientes para que um coral infantil venha a cantar afinadamente.

Tudo o que um regente coral sinaliza musical, emocional, funcional e energeticamente, assim como sua expressão corporal e mímica é absorvido pelas crianças que correspondem aos impulsos recebidos. As crianças utilizam fantasia, corpo, olhos e ouvidos enquanto estão descobrindo e aprendendo algo novo.

Tem-se constatado que o trabalho concentrado com a afinação e com frequência urn movimento em espiral, indo do bom em direrção ao ruim. As crianças naturalmente nutrem o desejo de se tornarem sempre melhores, mas a concentração cria em geral e inadequadamente, tensões musculares no corpo e na voz, resultando em uma sonoridade angulosa e sem brilho, sendo a desafinação uma consequência dessas tensões.

A solmização e a manosolfa tern se mostrado excelentes ferramentas, tanto do ponto de vista lúidico como criativo. VIVÊNCIA é um pré-requisito para a CONSCIÊNCIA, que é pré-requisito para o EXERCÍCIO.

É de vital importância para qualquer coro vivenciar o próprio som a cappella em todos os ensaios, para que a eufonia e a afinação sejam desenvolvidas. As crianças devem sentir o prazer e a alegria proporcionados pela execução a cappella, sem o auxílio de instrumentos. Quando o coro inteiro canta a melodia superior enquanto o regente canta a melodia intermediária, e forma a voz inferior com a manosolfa, existe uma grande probabilidade de que canções a duas ou três vozes sejam vivenciadas afinadamente e com boa sonoridade.

As vozes que farão contraponto à melodia devem ser inicialmente fáceis e com carater de ostinato, para assim oferecer apoio aos cantores mais jovens ou mais inseguros e inexperientes. O aprendizado das vozes superior e inferior a melodia ocorre com facilidade, mesmo que a melodia intermediária seja nova. As crianças descobrem, dessa maneira, que aprender as três vozes de uma nova peça coral é uma tarefa fácil e prazerosa.

A consciência deve ser entendida como a experimentação do que foi vivenciado e não como urn processo necessariamente intelectual. o corpo cria imagens e as recorda com o auxílio da manosolfa e solmização.

                     o ouvido interno ganha vida e se torna ativo;

                     o corpo sente a melodia e a relação entre os intervalos;

                     A melodia, fraseado e dinâmica são visualizados;

                     A sensação das alturas é física;

                     A criança consegue VER a que grupo vocal pertence;

                     o regente consegue VER o que cada grupo canta.

A solmização aqui adotada é relativa: isto significa que, se a tônica na escala maior sempre sera chamada de Dó, e na escala menor, Lá, as transposições dessa forma, ocorrem sem problemas. Cada altura da escala recebe o seu nome, o que favorece a memória das alturas, a precisão vocal e a percepção tonal.

                     A manosolfa para as crianças é a "linguagem secreta" em comum.

                     A expressão manifestada fisicamente é cheia de energia, e a energia dessa maneira, é transportada para o canto.

                     A manosolfa ajuda a manter a postura correta para o canto e mantém a caixa de ressonância aberta. A solmização fornece sílabas adequadas ao canto.

                     A manosolfa é uma linguagem de sinais visualmente bonita.

                     Caso a afinação caia, "levante" a mão que entoa a manossolfa.

                     A manosolfa mantem a afinação segura.

                     É proibido cantar sem a manossolfa.

                     Deixe que a criança reja um dos grupos com a manossolfa.

                     As dissonâncias são maravilhosas. Deixe que as crianças tenham prazer em cantá-las.

                     Mostre as vozes superior e inferior com a manossolfa, mas sem cantá-las.

                     Deixe que os braços sirvarn de alavancas para o som.

                     Use do artifício: "minha mão" e "mãos de vocês" durante os ensaios.

                     Melodias harmonizáveis com T (Tônica) e D (Dominante) podem facilmente transformar-se em peçaas corais a 3 vozes a capela, com as notas Mi e Sol na voz superior, e Do e Sol na inferior.

                     Melodias harmonizáveis com T (Tônica), S (Subdominante) e D (Dominante) podem facilmente transfonnar-se em peças corais a 3 vozes a cappella, com as notas Mi La Sol na voz superior, e Do Fa Sol na inferior.

                     As mãos conduzem e sustentam o som.

                     Caso haja acompanhamento de piano este deve acompanhar somente e não dobrar a voz. A Voz deve estar no centro.

                     Um coro não é bom porque canta músicas difíceis.

                     Cantar, emitir sons desperta os sentidos.

                     Nuances e dinâmicas sempre expressivas.

                     A solmização é uma prancha que desliza pela correnteza.

                     As crianças "veem" e sentem a sonoridade e o fraseado quando o regente as demonstra.

CANTAR EM ECO

As crianças escutam, antes de poderem cantar. Elas devem ouvir a canção, melodia, texto, expressão, fraseado e dinâmicas como um todo e imitá-los. Crianças pequenas aprendem e apreendem o TODO, por isso não se deve ensaiar cada elemento separadamente. Posteriormente deve-se concentrar em detalhes, antes de voltar-se ao todo novamente. A sequência do ensaio deve ser:

TODO -DETALHES -TODO

As crianças lembram daquilo que elas aprendem primeiro, por isso TODOS os elementos devem estar presentes desde o início e tudo deve ser aprendido em uma atmosfera lúdica de leveza e facilidade. O regente canta uma frase e as crianças o imitam. Nenhuma criança deve cantar junto com o regente.

ESCUTAR-CANTAR

"Escuta-se com os ouvidos e nao com a voz."

                     o regente aponta para si mesmo ao cantar, e aponta convidativamente ao coral, quando as crianças devem cantar -deve-se trabalhar sem interupções e sem explicações.

                     o regente repete as diferentes partes da canção ou voz a ser aprendida de acordo com as necessidades, até que as crianças a tenham aprendido.

                     Cante períodos cujas frases sempre respeitem musicalmente e textualmente a estrutura da peça, ainda que crianças pequenas captem melhor as frases de menor duração.

                     Utilize a manossolfa ou mostre as alturas relativas com as mãos, enquanto as crianças imitam a melodia cantada. As crianças aprendem a melodia mais rapidamente e melhor quando elas ouvem e "veem" a melodia. Para algumas crianças, imitar os gestos funciona também como urn suporte do aprendizado.

                     Visualize os textos: os pássaros voam, o sol brilha, a neve cai...

EXERCÍCIO FALADO

Os exercícios falados são muito recomendáveis nos ensaios, assim como leitura de notas realizadas de maneira abrangente e lúdica. Todos aprendem um pouco com isso — tanto os iniciantes como as crianças que já sabem ler um pouco ou bastante. Os exercícios falados são, ao mesmo tempo, uma excelente e concentrada maneira de variar o percurso de um ensaio.

                     Escreva a melodia na lousa com as alturas sem o texto.

                     Cante-a para e com as crianças enquanto você aponta para as notas na medida em que sao cantadas.

                     Cante a melodia sem apontar para as notas. Pare ao acaso e deixe que as crianças ou alguma criança aponte a nota em que você parou. Comece do início todas as vezes. Todos os olhares devem estar direcionados à lousa.

                     Somente o regente canta — a escuta se dá através dos ouvidos e não da voz.

                     Deve-se cantar sempre com expressão, dinâmica e fraseado.

                     As erian~as aprendem gradativamente a ler as partituras.

                     As crianças ouvem a melodia muitas vezes, antes que elas comecem a cantar (OUVIR -CANTAR).

A AUDIÇÃO DA FORMA

As crianças ouvem antes de cantar; ouvem a canção, a melodia, o texto, a expressão, o fraseado e a dinâmica como uma UNIDADE.

O regente canta um dos versos enquanto as crianças "desenham no ar, em linhas horizontais, em uma lousa com um giz invisível". As crianças devem ouvir e desenhar. O regente deve ser como um espelho, enquanto as crianças desenham da esquerda para a direita. A melodia pode ser repetida inúmeras vezes, de modo que as crianças conheçam a canção a ser aprendida antes de cantá-la. As peças devem ser escolhidas de acordo com a idade das crianças — faça desta uma atividade lúdica, sem teorizá-la demais...

As linhas invisíveis podem ser desenhadas de modo que sustentem e conduzam a respiração e fraseados. As crianças respiram a cada "troca de linha". o fraseado conseguido dessa maneira e sustentado, legato quando as linhas são desenhadas vagarosamente, e com energia.

                     Desenhe comigo!

                     Quantas linhas nesta canção?

                     As linhas são iguais, diferentes, similares? (A, A-A, B-A, A')

                     Se as linhas forem similares, quais as que se parecem mais? No início, no meio ou no final?

                     Inicie uma conversação sobre as diferenças: as alturas sobem, descem, quanta sobem? Descem? Quando sobem? Quando descem?

                     Todas as respostas devem ser usadas. Se não estiverem certas, cante novamente e deixe com que as crianças achem uma resposta onde "todos estejam de acordo".

                     A ordem das linhas é indiferente.

                     Cante a 1ª linha piano, 2ª linha forte, 3ª linha piano, 4ª linha forte (ou, ao contrário).

                     Cante a 1ª linha, 2ª linha "muda", cante a 3ª linha, cante a 4ª linha "muda" (ou inverta a ordem).

                     Cantar a linha "muda" pode ser variada enormemente e sem explanações verbais, usando somente a linguagem e expressão corporal.

                     A dinâmica pode ser improvisada com o auxílio da linguagem e expressão corporal do regente.

Obs: nem todas as canções e peças são compatíveis com esta forma de audição.

(Tradução do dinamarquês realizada por Silvia Berg)

Exercícios para o regente de coral infantil

Margrete Enevold

Preparação de obras a 3 vozes com melodias na voz intermediária (2ª Voz), com voz superior e inferior com manosolfa.

1. Aprenda a canção — isto quer dizer, melodia e texto completo, com todos os versos. Deixe que o texto se torne envolvente e interessante, antes de mais nada, para você mesmo. Deixe que associações diversas venham à tona, e que expressão, fraseado e dinâmica tomem forma na medida em que você aprende texto e melodia. A música e o texto servirão de base e inspiração para que você interiorize e desenvolva a melhor maneira de como ensiná-la

2. Cante a voz superior fraseando com a manossolfa. Aprenda-a de cor o mais rapidamente possível. Use a sua imaginação e mantenha-se concentrado (a) no seu próprio processo de aprendizagem, aceitando todas as associações que, porventura, surjam no processo. Tudo o que for difícil para você, provavelmente também o sera para as crianças. Todas as experiências do seu próprio processo de aprendizado podem ser utilizadas durante os ensaios.

3. Cante a melodia com o texto, enquanto você mostra a voz superior fraseando com a manossolfa. Pratique os "trechos difíceis" com concentração, precisão e desenvoltura. Realize estes exercícios na frente do espelho, de modo que você também obtenha impulsos visuais. Realize os exercícios com ambas as mãos, e "brinque" com a voz e com o corpo.

4. Aprenda a voz inferior como descrita no ponto 2.

5. Cante a melodia com o texto, enquanto você mostra com o manossolfa a melodia inferior, como descrito no ponto 3.

6. Solfeje a melodia superior com o manosolfa, enquanto você mostra a melodia inferior, e pensa na melodia intermediária. Pratique como se estivesse tocando urn instrumento. Se for difícil, volte aos pontos 3-5.

7. Solfeje a melodia inferior com o manossolfa, enquanto você mostra a melodia superior, e pensa na melodia inrermediária. Estabeleça variações e prove-as. Se for dificil, volte aos pontos 3-5.

8. Cante a melodia enquanto você, alternadamente, a cada verso, mostra a melodia superior e inferior com fraseado. Pratique simultaneamente e o tempo todo com ambas as mãos. Se for difícil, volte aos pontos 6-7.

9. Mostre ambas as melodias, a superior e a inferior, uma com cada mão. Troque de mão.

10. Mostre ambas as melodias, a superior e a inferior, com fraseado, enquanto você canta a melodia intermediária. Troque de mão.

11. Repita o exercício na frente do espelho. Você canta e rege o texto com autoridade? O fraseado é musical? Troque as vozes e pratique todas as possibilidades.

Bom divertimento!

(Tradução do dinamarques realizada por Silvia Berg)

Assista aos vídeos: 01    02 

 

Postado por Marcos Camara de Castro | 0 comentário

Março 10, 2011

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