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Julho 2010

Julho 02, 2010

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O pensamento ateu vem sofrendo, desde a renascença, grandes alterações. Primeiro, alegou a impossibilidade da assimilação racional da fé (David Hume), depois, a impossibilidade foi substituída pela inutilidade da fé (Sartre), e já que nenhum desses posicionamentos conferiu a extinção da fé, temos atualmente a mais insensata postura incrédula, que julga haver nocividade no exercício da crença religiosa (Dawkins). Mas todos esses argumentos são realmente ineficientes, uma vez que a fé continua a ser bem assimilada por pessoas dos mais diversos níveis sociais e intelectuais. Por parte dos teístas, tentativas de impor a impossibilidade da recusa à fé, bem como inutilidade e nocividade à incredulidade religiosa também já existiram, mas sempre caracterizadas por inferências ineficientes a um convencimento sobre a existência de Deus. De fato, indivíduos ateus existem, e muitas vezes de comportamento ético bastante exemplar, o que faz da alegação da nocividade social do ateísmo uma afirmação gratuita. A postura afirmativa referente ao cristianismo deve se fundamentar em seus verdadeiros alicerces: primeiro, tratando-se duma fé, provas estão de antemão desqualificadas; segundo, Cristo convida os homens a viverem sob a perspectiva divina, e se há algum argumento válido na exposição da fé cristã a partir de um critério racional, deve ser o argumento baseado na avaliação dessa nova perspectiva de vida que Cristo propõe a seus fiéis. Como a súmula da vida cristã é a fé, a esperança e o amor, e sendo o amor o maior dentre os três, decorre que o argumento do evangelho é o amor. Nenhuma filosofia religiosa ou politicamente isenta, nem mesmo a mais acurada e universal apreensão ética pode substituir ou convencer de modo mais seguro e eficaz que esse poderoso argumento. A nova lei do amor (aos amigos e inimigos), a regra de ouro – fazer pelo próximo aquilo que desejamos que façam por nós – não são formulações exclusivas do cristianismo, mas correspondem aos caracteres centrais dessa doutrina. Nesse sentido, a fé cristã detém o argumento do amor, atestado e praticado pela sua própria divindade (o que causou surpresa no próprio adversário de Deus, que num de seus porta-vozes (Nietzsche) conferiu loucura à piedade divina, que culminou no Calvário: como pode o Todo Poderoso permitir-se morrer por amor?). A prática dessa moral custa caro ao egoísmo humano, e decorre desse alto preço de renúncia pessoal toda aversão característica à fé. Avaliando profundamente, a grande máscara do ateísmo consiste na camuflagem da resignação ao apelo de Cristo, de cada um tomar sua cruz e seguir-lhe. Somente esse argumento, o argumento do amor (não teorizado apenas, mas vivido), tem a eficiência de transformar pessoas antes descrentes em fervorosos adeptos da fé.

Palavras-chave: amor, ateísmo, evangelho

Postado por Andre de Souza Freitas em Jesus Cristo | 4 comentários

Julho 09, 2010

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Numa dessas andanças pela rede, encontrei uma página onde um Químico da Universidade da Georgia, Dr. Schaefer, faz uma analise sobre alguns cientistas que eram cristãos.

Eu achei legal porque ele discorre sobre a separação que o cientista cristão faz da ciência e da fé, além falar sobre alguns cientistas que também eram cristão, e bem conhecidos de quem é da área.

Site: http://acct.tamu.edu/smith/science.htm

Na verdade, creio que esse é o pensamento unânime de quem tem uma crença e estuda ciências, essa separação do que é espirito e do que é matéria.

Na verdade, nunca estudei física procurando indicios de Deus nela, sempre vi a física como física "per sí", pra mim, se há Deus nisso, é tão somente na criação da natureza, e por conseguinte, das leis naturais.

Essa história de provar que Deus existe através da ciência só devia do verdadeiro propósito de Deus que é o espírito. Logo, eu não procuro resolver meus problemas espirituais com a ciência, e nem a ciência com coisas espirituais. Claro, essa é minha opinião, mas não creio que seja diferente do que Plank, Maxwell e outros achavam também.

E vocês , o que acham ?

 

Este post é Domínio Público.

Postado por Albert Richerd Carnier Guedes em Jesus Cristo | 6 comentários