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Novembro 20, 2010

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Abaixo está o manifesto da Universidade Mackenzie tratando dos ataques feitos pelos gayzistas contra a liberdade de expressão e de consciência religiosa. Vários blogs já publicaram este manifesto, que reproduzo aqui:

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.

Palavras-chave: democracia, justica, lei, liberdade

Este post é Domínio Público.

Postado por Albert Richerd Carnier Guedes em Jesus Cristo | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

Julho 09, 2010

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Numa dessas andanças pela rede, encontrei uma página onde um Químico da Universidade da Georgia, Dr. Schaefer, faz uma analise sobre alguns cientistas que eram cristãos.

Eu achei legal porque ele discorre sobre a separação que o cientista cristão faz da ciência e da fé, além falar sobre alguns cientistas que também eram cristão, e bem conhecidos de quem é da área.

Site: http://acct.tamu.edu/smith/science.htm

Na verdade, creio que esse é o pensamento unânime de quem tem uma crença e estuda ciências, essa separação do que é espirito e do que é matéria.

Na verdade, nunca estudei física procurando indicios de Deus nela, sempre vi a física como física "per sí", pra mim, se há Deus nisso, é tão somente na criação da natureza, e por conseguinte, das leis naturais.

Essa história de provar que Deus existe através da ciência só devia do verdadeiro propósito de Deus que é o espírito. Logo, eu não procuro resolver meus problemas espirituais com a ciência, e nem a ciência com coisas espirituais. Claro, essa é minha opinião, mas não creio que seja diferente do que Plank, Maxwell e outros achavam também.

E vocês , o que acham ?

 

Este post é Domínio Público.

Postado por Albert Richerd Carnier Guedes em Jesus Cristo | 6 comentários

Julho 02, 2010

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O pensamento ateu vem sofrendo, desde a renascença, grandes alterações. Primeiro, alegou a impossibilidade da assimilação racional da fé (David Hume), depois, a impossibilidade foi substituída pela inutilidade da fé (Sartre), e já que nenhum desses posicionamentos conferiu a extinção da fé, temos atualmente a mais insensata postura incrédula, que julga haver nocividade no exercício da crença religiosa (Dawkins). Mas todos esses argumentos são realmente ineficientes, uma vez que a fé continua a ser bem assimilada por pessoas dos mais diversos níveis sociais e intelectuais. Por parte dos teístas, tentativas de impor a impossibilidade da recusa à fé, bem como inutilidade e nocividade à incredulidade religiosa também já existiram, mas sempre caracterizadas por inferências ineficientes a um convencimento sobre a existência de Deus. De fato, indivíduos ateus existem, e muitas vezes de comportamento ético bastante exemplar, o que faz da alegação da nocividade social do ateísmo uma afirmação gratuita. A postura afirmativa referente ao cristianismo deve se fundamentar em seus verdadeiros alicerces: primeiro, tratando-se duma fé, provas estão de antemão desqualificadas; segundo, Cristo convida os homens a viverem sob a perspectiva divina, e se há algum argumento válido na exposição da fé cristã a partir de um critério racional, deve ser o argumento baseado na avaliação dessa nova perspectiva de vida que Cristo propõe a seus fiéis. Como a súmula da vida cristã é a fé, a esperança e o amor, e sendo o amor o maior dentre os três, decorre que o argumento do evangelho é o amor. Nenhuma filosofia religiosa ou politicamente isenta, nem mesmo a mais acurada e universal apreensão ética pode substituir ou convencer de modo mais seguro e eficaz que esse poderoso argumento. A nova lei do amor (aos amigos e inimigos), a regra de ouro – fazer pelo próximo aquilo que desejamos que façam por nós – não são formulações exclusivas do cristianismo, mas correspondem aos caracteres centrais dessa doutrina. Nesse sentido, a fé cristã detém o argumento do amor, atestado e praticado pela sua própria divindade (o que causou surpresa no próprio adversário de Deus, que num de seus porta-vozes (Nietzsche) conferiu loucura à piedade divina, que culminou no Calvário: como pode o Todo Poderoso permitir-se morrer por amor?). A prática dessa moral custa caro ao egoísmo humano, e decorre desse alto preço de renúncia pessoal toda aversão característica à fé. Avaliando profundamente, a grande máscara do ateísmo consiste na camuflagem da resignação ao apelo de Cristo, de cada um tomar sua cruz e seguir-lhe. Somente esse argumento, o argumento do amor (não teorizado apenas, mas vivido), tem a eficiência de transformar pessoas antes descrentes em fervorosos adeptos da fé.

Palavras-chave: amor, ateísmo, evangelho

Postado por Andre de Souza Freitas em Jesus Cristo | 4 comentários

Junho 26, 2010

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Palavras-chave: jesus, moderação, religião

Postado por Albert Richerd Carnier Guedes em Jesus Cristo | 0 comentário