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fevereiro 11, 2012

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Começo o blog perguntando: o que o tradutor faz?

Ora, ele traduz! HA,HA! 

No meu 1º blog postei na minha comunidade disse não existem segredos na tradução, mas não disse que não existam segredos. Quem tem seus segredos é o próprio tradutor. 

Os melhores tradutores tem um cofre que guardam suas técnicas de tradução e seus segredos trancados a 7 chaves mas o verdadeiro tradutor não tem cofre. 

No Youtube a União Europeia postou um vídeo com entrevistas que fizeram com seus intérpretes e um deles disse que a vantagem de ser intérprete é que precisa ler bastante por causa da profissão, no sentido da busca de informação, mas oferece algo que a maioria das outras profissões não oferecem: faz o profissional crescer como ser humano. 

Isso é verdade. E faz a sensibilidade do tradutor ou do intérprete florescer. 

Lógico que quem quer trabalhar nessa área precisa estudar e muito! Treinar muito e ler muito! Quem faz Letras e quer seguir a carreira de tradutor, as disciplinas de Literatura são importantes? O que os contos de Machado de Assis e o genocídio em Ruanda de 1994 tem em comum? Tudo! 

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No conto Teoria do Medalhão, o medalhão é simulacro da pessoa de como deveria ser, ou seja, caracteriza a imagem (aparência), é de alguém que vive só de aparência. Isso não lembra dos nazistas dos anos 40? Não é o que levou a II Guerra Mundial por causa de uma crença de uma raça pura? Limpeza étnica não é mais que eliminar outras etnias de acordo com suposições, crença pessoal e aparência física. O que aconteceu em Ruanda foi limpeza étnica. Além disso, o medalhão representava falsos intelectuais e políticos que tinham direitos dando prestígios na sociedade. A ONU também fez papel de medalhão, quando ela reconheceu que era um genocídio, quase a metade dos tutsis havia sido massacrada pelos extremistas hutus. Um jornalista da BBC perguntou à porta-voz da ONU sobre o genocídio e ela respondeu que a situação estava sob controle. Ele, então, perguntou à ela de quantas mortes a ONU precisava para chamar aquilo de genocídio

É aí que entra a sensibilidade do tradutor. É a capacidade de ler nas entrelinhas. É ter a capacidade de ligar o conhecimento adquirido com a realidade. A sensibilidade humana está na alma e não num cofre. 

No ano passado, o departamento de tradução da FFLCH convidou um tradutor da comissão da União Europeia para uma palestra e uma senhora que se sentou próxima de mim anotava tudo o que ele falava. Quase no final, ele comentou sobre quem poderia trabalhar na E.U. e a maioria se decepcionou. Os funcionários que trabalham lá precisam ser nascidos nos países que fazem parte da E.U. ou ter um passaporte desses mesmos países. Essa senhora ficou muito decepcionada, esperou mais dez minutos e foi embora.

Às vezes eu me pergunto: porque as pessoas querem ser tradutoras? Se for apenas para traduzir ou interpretar, o Google translator existe para isso. Se for por gosto em viajar e conhecer outros países, então que seja aeromoça ou piloto. Se for por dinheiro, seja político.

Uma vez um tio meu disse para mim: se você quer ficar rica sem precisar trabalhar, então, faça o que gosta.

Eu acredito que para fazer um trabalho como o de tradução ou o de interpretação, tudo precisa fazer sentido. Eu, particularmente, não gosto de lacunas. 

Uma vez um professor meu de inglês falava que o centro da cidade (downtown) tem mais opções do que outras partes da cidade e tudo o mais e, naquele momento, perguntei à ele o que significava uptown, já que também significa centro da cidade. O que me levou a fazer essa pergunta foi uma música antiga que lembrei, Uptown girl de Billy Joel. Ele me explicou que na cidade de Nova Iorque é dividida em várias áreas como em SP e há 2 principais centros: a região norte e a região sul. A região norte é composta de bairros mais sofisticados como Manhattan e Queens. A região sul, mais pobre. Na música de Billy Joel, o mecânico pobre (o próprio cantor) se apaixonava por uma moça rica. A música se chama Uptown girl devido à área metropolitana de N.Y. Billy Joel é nova-iorquino.

A palavra uptown é raro ser usado em inglês. Não se costuma usar essa palavra no Reino Unido. Uma outra cidade americana também se usa uptown, a cidade de Chicago. No entanto, o seu significado de centro da cidade é diferente de Nova Iorque.

Já havia percebido diferenças entre uptown downtown no seriado americano CSI:NY, mas nunca tinha entendido o porque. Eles usam muito essas 2 terminologias mas na tradução em português, ambas são centro da cidade.

Na falecida série Boston Legal (Justiça sem Limites, em português) também tinha as particularidades da cidade de Boston.

A outra falecida é o Plantão Médico (ER, título original). O hospital ficava na cidade de Chicago, mas precisamente na região pobre. Embora exista downtown e uptown, essa região não é downtown mas south side, que fica embaixo de downtown. 

Em N.Y., downtown fica no sul da cidade e em Chicago, fica entre uptown e south side. O downtown de Chicago é bem mais rica e desenvolvida do que o de N.Y.

Deu pra entender? Não? Então você é normal!

No Canadá, o coração de Québec, o seu centro não fica no centro mas no sul da província.

Parece uma grande loucura, tudo non sense, mas se você pesquisar a fundo, você vai perceber que o non sense faz muito sentido.

Como havia dito, o verdadeiro tradutor não é aquele que tem um cofre mas a sensibilidade na sua alma pois conhece o non sense e o transforma no seu melhor amigo. 

 

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Postado por Alice Harumi Samecima | 1 comentário

fevereiro 08, 2012

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O prof. Hélder Garmes (Liter. Pot. II) irá realizar a prova de recuperação no próximo dia 10/02(6ªf) na sala 115 da Ciências Socias. Mesmo aqueles que não foram na sexta-feira anterior poderão fazer a prova. Para aqueles que ainda tem o programa da prova dado no final do semestre, pode seguir por ele. 

A prova será com consulta.

 

Leitura interrompida: Drácula

Leitura atual para a prova: Viagens na minha terra e Frei Lis de Sousa.

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Postado por Alice Harumi Samecima | 0 comentário

janeiro 17, 2012

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Hoje estou passando uma fase de nostalgia: que saudades das aulas de francês!!!! Passei a tarde ouvindo música francesa e as minha canções preferidas são da Celine Dion. Apesar d'ela ser bem "americanizada" é mais alegre que as músicas francesas de hoje. Os francófonos são maravilhosos, sua cultura, História, culinária, literatura, língua, cinema,...mas deveriam ficar longe da música. O que mais gostava das aulas era a história da etimologia da língua. Quando aconteceu "o ano da França no Brasil" tive a oportunidade de conhecer e ver bem de perto a França sem sair do Brasil.

Esse ano vou me dedicar aos alemães e aos italianos. a USP oferece tantos cursos e eventos de cultura. O que eu assisti de filmes italianos no ano passado...vamos ver se a programação continua e o que eles tem a oferecer em relação aos germânicos.

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Postado por Alice Harumi Samecima | 0 comentário

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O mundo está no 2º turno da crise e não estamos nele mas, mesmo assim, ainda não estamos investindo na educação. O governo não investe, o aluno não estuda e os professores desmotivados. Isso é na USP, imagine uma escola pública numa cidade bem interiorana na região mais pobre do país.

Quando vejo a questão em debate na nossa Universidade (a letra "U" em maiúscula) sobre o uso da maconha, faz me lembrar dos britânicos. A discussão sobre o uso ou a proibição da droga é importante sim, eu concordo, mas não está indo para lugar nenhum. Uma vez, li um artigo na revista Veja que dizia que a polícia e os especialistas americanos entre os anos 60 e 90 classificavam a maconha como "droga de entrada" para outras drogas "mais pesadas" como a heroina. Os estudos feitos nos Estados Unidos derrubaram esse rótulo e provaram que não existe uma "droga de entrada", o que existe é o vício. É o caso do ator americano Robert Downey Jr. A primeira vez que o ator usou a droga foi quando tinha 5 anos de idade mas não foi a maconha e sim a heroina. Ele viu o pai usando heroina, por curiosidade, perguntou ao pai o que era e o pai deu a droga ao filho. Então, a questão é o vício e não o uso de entorpecentes.

Nunca usei qualquer tipo de droga, nem mesmo nunca fumei um único cigarro na minha vida, portanto, não sou a pessoa ideal para opinar sobre a liberação ou a proibição do uso da maconha.

Quando disse, agora pouco, que isso me lembrava dos britânicos, é porque eles conseguem argumentar muito bem, mas só coisas fúteis. No ano passado, em Londres, quando houve vandalismo e que causou um enorme incêndio, o assunto foi muito mal debatido e poucas pessoas estavam realmente levando a questão à sério. Em compensação, houve um debate fora do comum (por pouco não houve uma guerra civil no país) sobre o que era mais "ideal": adotar um cão de rua, um vira-lata ou comprar um cão de raça. Como diz uma amiga minha: "que palhaçada!"

Bem, a meu ver, não estamos tão mal quanto eles, no entanto, se não nos policiarmos, chegaremos lá logo logo.

Somos brasileiros, graças a Deus! Apesar de tudo que acontece em nosso país, o que nos torna os "únicos" do planeta é o nosso espírito humano.

1. Somos um exemplo mundial de conscientização e prevenção da Aids.

2. Apesar dos acidentes nas estradas e ruas, nossas leis de tráfego são as melhores do mundo, reconhecidas pela ONU.

3. A Disney declarou que os melhores tradutores de seus filmes e animações são os brasileiros.

4. Os Médicos Sem Fronteiras possuem 10 principais equipes que atuam no mundo, e uma delas é brasileira, pois os médicos brasileiros estão entre os melhores do mundo.

5. Os maiores astrônomos do planeta são brasileiros, entre eles, os pesquisadores da USP.

6. São Paulo é o único que tem um museu para a língua, o Museu da Língua Portuguesa; nem os franceses tem um museu da sua própria língua.

7. A empresa Gessy-Lever considera o Brasil como maior consumidor de sabonetes do mundo. - brasileiro toma banho (comentário meu).

8. A EJAF (Elton John Aids Foundation) parabenizou pelo trabalho do ex- Ministro da Saúde José Serra pela quebra de patentes de remédios.

9. A UNESCO parabenizou o Brasil pela conservação dos patrimônios culturais e naturais. Nenhum deles está na lista dos patrimônios em extinção ou de má conservação.

10. A Polícia Inteligente de São Paulo é considerada a melhor polícia do mundo por seus trabalhos de investigação criminal.

11. Brasil é considerado um país modelo em relação à conservação e conscientização do meio ambiente.

12. Brasil é o único do mundo que não está enfrentando crise econômica severa.

13. Brasil é considerado o 4º país mais democrático do mundo.

Precisa de mais exemplos???????

O país só não melhora porque a gente não quer. Nem mesmo caindo o satélite russo na nossa terrinha, a gente não perde a postura, porque somos brasileiros.

Livro que estou lendo: "Drácula" (Bram Stoker)

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Postado por Alice Harumi Samecima | 0 comentário

julho 28, 2009

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Postado por Iris Italiano
twitter.com/iriscampari

Postado por Iris Italiano | 0 comentário

maio 06, 2009

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Nunca pensei que fosse escrever isso.

Toda vez que abria o Stoa, desde que entrei, e isso foi bem no comecinho, não falhava em ver a assinatura do Tom em algum canto do sistema. Era um post no blog aqui, um comentário ali, um outro postzinho numa comunidade, e por aí vai. Em tudo quanto é assunto, o Tom ia lá deixar a sua opinião.

Agora não tem mais Tom no Stoa. E junto com ele, foi embora também a fé na democracia dessa Universidade. Por quê? Bom veja estes posts aqui. Não que eu gostasse de tudo o que ele escrevia, mas é que o sumiço dele nos leva imediatamente à pergunta: Quem será o próximo?

Não obstante, fico muito triste em ver tanta gente já desistindo do Stoa, já dizendo que aqui não escreve mais e pedindo para fechar suas contas. Estão todos fugindo para um servidor estrangeiro e não me convidaram? Onde é que vão se reunir os pensamentos dos uspianos? Onde é que eles vão conflitar? É claro que o ocorrido recente foi um duro golpe para a credibilidade do Stoa, mas não imaginei que tivesse sido duro o suficiente para destruir completamente o sistema.

Eu proponho que nós, usuários do sistema que ainda não fomos chutados, indaguemos, falemos, gritemos, berremos por todos os cantos desse sistema que não vamos tolerar essa perda. Não deixemos faltar na página principal em momento algum, um post pedindo a volta do usuário injustiçado. Quem sabe, talvez, ele traga consigo um pouquinho da nossa crença na democracia da USP.

Palavras-chave: censura, democracia, flood, tom

Este post é Domínio Público.

Postado por Vitor Eiji Justus Sakaguti | 11 usuários votaram. 11 votos | 3 comentários

março 26, 2009

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nem mais, nem menos

( Constantyn Christy )

Como poderia dizer isso sem ser mal interpretada?

Não sei. Não conheço outra forma de dizer

E creio que qualquer poeta concordaria comigo

Que a melhor forma é a que vem de dentro.

Nem sempre dizer o que se sente é simples

- muitas vezes, nem se sabe o que se sente –

Mas olhar pra si nos ajuda a encontrar respostas

Ou ao menos a entender nossas duvidas,

E a descobrir que nada sabemos de nós mesmos.

Pois se soubéssemos, seríamos capazes de nos controlar

E, se fosse possível, escolheríamos não amar.

Às vezes, sentimo-nos como em uma rua vazia,

E tudo que queremos é alguém que nos pegue pela mão,

Nos mostre o melhor caminho

E nos diga “não estás sozinho”.

Mas há momentos, há certas ocasiões

Em que o que queremos é alguém que nos abrace,

Nos beije a nuca falando ao pé do ouvido,

Que nos aqueça só com um olhar.

Alguém cuja pele queime ao tocar a tua,

E que lhe faça tremer as pernas so de vê-lo chegar.

Alguém sem segredos, sem devaneios,

Sem medos, rodeios ou sentimentos,

Alguém sem tempo nem pressa,

Com quem possamos falar, calar, sentir,

Alguém para conversar e amar,

Para chorar, sorrir, aquecer,

Alguém por quem possa se apaixonar

E que não seja nem mais nem menos que você.

 

Postado por Taís Batuíra Ribeiro | 0 comentário

fevereiro 20, 2009

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Distúrbio

( Constantyn Christy )

Outra noite sem dormir...
Minto, eu dormi. Dormi e sonhei.
Sonhei exatamente com a verdade.
Eu quis chorar, mas não consegui.
Seria muito desperdício.
Mais um, alias.
Tanto tempo perdido.
Tantas palavras ditas.
Tantas mentiras contadas.
Quantas verdades rasgadas.

Quantos sentimentos desperdiçados em mentiras convincentes,
Quantas oportunidades perdidas,
Quantos sonhos vendidos,
Pra me encontrar sem ilusão.

Palavras bonitas ditas em vão.
Sentimentos e sentidos entregues sem razão.
Eu disse tudo...

Esperar? Sim, eu me dispus...
A esperar por um tempo que não viria
- este tempo nunca existiu...

Acreditar? Estava descrente e ferida,
E confiei em teus lábios
- E provei do mais doce dos venenos...

Desconfiar? No fundo eu sabia,
Mas o que eu sentia me fazia cega
- e eu me enganei mais uma vez...

Palavras, apenas palavras...
Sejam boas ou ruins,
Elas nos marcam,
Formam cicatrizes...

Belas palavras perdem todo encanto
Quando ditas à pessoa errada...

Chorando

Postado por Taís Batuíra Ribeiro | 1 usuário votou. 1 voto | 2 comentários

junho 12, 2008

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Postado por Rivka Rego

bs´d

 Atividades blogueanas suspensas até 08/02/09, com o intuito de se enfiar nos livros para passar no vestibular da Psico. (Que droga, não abriu vaga para transferência este ano, hunf!)Chorando

 Porém lerei mensagens e adicionarei amigos.

 Rivka

Este post é Domínio Público.

Postado por Rivka Rego | 6 comentários

maio 06, 2008

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Segundo a matéria da Folha on line de 27 de Agosto de 2007... Pesquisadores da Universidade de Brasília estão otimistas com a possibilidade de utilizar uma secreção da pele de pererecas no desenvolvimento de drogas no futuro.

As moléculas já passaram por dois tipos de testes. Foram feitos alguns experimentos in vitro e também os testes de toxicidade in vivo, em camundongos. (Coitadinho da ratinhos... e é por isso que o Pink e o Cérebro vivem fugindo do lab. )

                                                               

A secreção viscosa usada como matéria-prima foi extraída de duas espécies de anfíbios, a Phyllomedusa hypochondrialis ( a perereca cute cute da foto, fala sério ficou até com água na boca, né?) e a P. oreades (essa eu ainda não vi, se alguém tiver uma foto da perereca me manda).

Segundo os pesquisadores o estudo das proteínas dessas pererecas é super comum ( será? eu nunca tinha ouvido falar) Vários grupos, inclusive do Brasil, já isolaram outros agentes antibióticos dessa perereca (é pelo jeito os brasileiros curtem mexeram com as pererecas). Os seis tipos de proteína isolados pelo grupo mostraram, em estudos com camundongos, ter potencial para combater a malária, a leishmaniose e algumas infecções por bactérias resistentes a antibióticos.

Dentro do laboratório, as substâncias estudadas em Brasília, mesmo em baixas concentrações, destruíram os microrganismos (Plasmodium falciparum, da malária, Leishmania amazonensis, da leishmaniose tegumentar americana, e dois tipos de bactéria bastante virulentos) quando entraram em contato direto com eles.

Os peptídeos se mostraram livres de toxicidade in vivo mesmo em concentrações dez vezes acima da que proporciona o efeito antimicrobiano.A expectativa do grupo é saber se a ação contra o causador da malária vai ser realmente confirmada.

Mas deixando a perereca de lado um pouco ...

Esse estudo se mostra muito importante uma vez que a malária ainda se configura uma doença de enorme importância da Saúde Pública no Brasil, sendo de notificação compulsória.Anualmente são registrados mais de 600 mil casos de malária no país, sendo uma doença endemica da região amazônica. As pessoas dessa região chegam a ter mais de 10 episódios de malária durante a vida. A transmissão de seus patógenos (Plasmodium falciparum e P. vivax, dependendo do tipo) é feita por meio de um mosquito vetor do gênero Anopheles (essa menininha simpática da foto. Olha só a pose dela).

                                                              

Detalhes interessante a serem ditos é que somente as fêmeas é que se alimentam de sangue (até no meio dos insetos as fêmeas querem seu sangue) , pois elas precisam desse "complemento alimentar" para maturar seus ovos. Após a ingestão do sangue os ovos terminam seu desenvolvimento e a fêmeas que já tinha copulado, em muitas espécies ela faz isso só uma vez na vida e logo que vira adulta (dois comentários: Safadinhos esses machos, pegam as virgenzinhas e eu que não que ser mosquita na próxima encarnação) , ovipõe seus ovos em reservatórios de água.

Bem devido a esse comportamento de repasto sagüineo, fêmeas de algumas espécies ao se alimentarem em individuos contaminados por plasmódio, acabam sendo infectadas. No mosquito o patógeno se multiplica mas não causa problemas a ele, instalando-se nas glândulas salivares. E quando o mosquito vai se alimentar em outro indivíduo, no ato da picada ele libera a saliva com os plasmódios que entrarão no organismo, infectando assim o individuo.

Palavras-chave: Biologia

Postado por Renato Sinnhofer Sugimoto | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

março 24, 2008

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Postado por Rivka Rego

bs´d

  Infelizmente, a maior parte das pessoas não têm contato com as carreiras ditas acadêmicas. Exemplos deste triste femômeno não faltam nas minhas passagens por várias desta áreas.

  Quando entrei em Física, por exemplo, quando citava com orgulho o nome de meu curso, a reações das pessoas eram de surpresa, desconfiança ou estranhamento. Mas não porque eu estava fazendo algo difícil, ou que a maioria das pessoas considera enfadonho e sim porque não entendiam como uma pessoa que faz física conseguia andar de salto alto, roupas normais e maquiagem. "Onde está o uniforme?" "Como você consegue jogar futebol de sapato?" "Mas não é que não pode fazer aula de física de calças jeans (sim, na época eu ainda não havia aderido ao visual Just Skirts.)". " Ah, que legal que você faz Fisíca! Posso te fazer uma pergunta? Eu estou com uma gordurinha localizada, qual exercício eu poderia fazer para melhorar isto?", e outra pérolas que me assustavam um pouco...

 Bom,  a causa de tal comportamento não está apenas no desconhecimento da profissão de físico, como também em um processo cultural arraizado dentro das escolas que reflete apenas as verdadeiras prioridades do mundo moderno. Se houve um pedagogo por aí, por favor me ajude a entender o porquê de se chamar a Educação Física oferecida na escola desde os primeiros passos de um aluno. Por que a insistência em  tal denominação sendo que oito anos mais tarde, o aluno irá se deparar com uma matéria de nome idêntico, o que só causará uma baita confusão na sociedade no futuro? Me parece que isto apenas deixa claro que na nossa educação há um componente corpo acima do intelectual muito forte. Isto é demostrado, por exemplo, nas próprias falas da qual eu mesma fui ouvinte, enquanto estudante de física. Se tal apelo ao corpo não fosse tão forte, não haveria motivo para que as pessoas logo associassem a palavra "física" imediatamente ao esporte, ao invés de parar e lembrar-se daquela matéria chata que aprendia na escola. Afinal, se o fato de alguém estar vestido de uma forma um pouco, digamos, estranha para "alguém que faz física", causa uma dissonância cognitiva tão grande, não seria mais coerente eu supor que estaria se tratando da física enquanto ciência exata? 

 Outro fator preocupante também neste caso, é o fato das pessoas associarem a educação física apenas ao  esporte prático, e esquecer que um profissional desta aréa também aprende matérias teóricas e que não seria de se estranhar que fosse para a faculdade em roupas "normais". É um pouco estranho imaginar o pessoal da Ed. Física indo para uma aula de  EFB 0128-Introdução à Pesquisa Científica ( Matéria obrigatória no primeiro ano de tal curso) usando uma chuteira. Ou então entrando justo na FEA, para uma aula de EAD0610-Fundamentos de Administração trajando uma saia rodada e uma faixa na cabeça no maior estilo jogadora de tênis. Isto faz com que se feche o profissional de Ed. Física em um rótulo de personal trainer e esqueça toda a pesquisa teórica que deve haver dentro desta área. Seria inclusive interessante se alguém da Ed. Física colocasse algum comentário sobre este ponto.

 Ou seja, dentro da sociedade maior, os educadores físicos são fechados dentro de um rótulo de apenas jogadores de uma modalidade esportiva, geralmente associada à esportes populares nos países ( Sim, porque há muita gente que considera xadrez um esporte e ele nunca foi aprendido ou estimulado nas escolas. Nem sequer ouve-se dentro de tal espaço uma discussão se ele é afinal digno de estar em tal categoria ou não). Porém, eles ainda têm sorte, pois físicos nem sequer merecem um rótulo errôneo. Quando muito a imagem de um físico é associada ao Einstein ou a um maluco de cabelo para cima e jaleco, que adora explodir coisas por aí...

 O que tem de ser mudado é a concepção da palavra Física como sinônimo de Esportes nas escolas. Assim, quando se tornar um adulto, tal criança saberá reconhecer tal diferença, e também reconhecerá o que vem a ser física quando em conato com alguém da área. Acho que o maior serviço para tal objetivo é realizado pelo Show da Física, que desmitifica a matéria como algo enfadonho e incompreensível.

 Além disto, algo mais complicado teria de ser tomado.  Porque a imagem do físico tem de estar associada ao Einstein,  em uma foto na qual estava brincando com crianças, com a língua de fora, e não à da Feynman, ou á de qualquer outro físico tão importante quanto o primeiro, porém em um momento mais sério? Cabe também uma mudança de paradigma aqui, porém não sei até que ponto que as partes envolvidas estão interessadas em fazê-lo.

 Parece que estamos vivendo em uma era espartana.  

 Continua, afinal ainda falta a minha experiência com a Astronomia e com a Antropologia.E por absoluta falta de tempo, deixarei este trabalho para mais tarde, porém, pretendo elaborar aqui idéias sobre como as pessoas vêem a ciência longe da academia, assim como pensar em soluções que pudessem permitir mudanças nos pontos de vistas errôneos.

 

Este post é Domínio Público.

Postado por Rivka Rego | 2 usuários votaram. 2 votos | 10 comentários

março 04, 2008

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Postado por Rivka Rego

bs´d

  Olá a todos!

 Acabei de entrar no stoa. Ainda estou meio perdida. Como mexe neste negócio? Bom, com o tempo, a experiência vem chegandoe serei capaz de operar o bichinho sem problemas. Assim espero!

 

Postado por Rivka Rego | 1 usuário votou. 1 voto | 1 comentário

julho 01, 2007

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Só testando esse negócio de vídeo, aparentemente não funciona  nas  "apresentações"...

Postado por Vitor Eiji Justus Sakaguti | 19 comentários