Stoa :: Software Livre - Sociedade Livre :: Blog :: textos

Outubro 08, 2007

user icon

A demanda de profissionais Linux pelas empresas e de interessados em cursos pelos centros de treinamentos é promissora. Dados do IDC de 2006 revelam que a base instalada Linux no Brasil, cresce 30% ao ano e já está em 64% das empresas brasileiras, um crescimento superior a 50% em relação a 2004.


Este instituto de pesquisas prevê ainda que o segmento continue em expansão a uma taxa média de 30% da base instalada ao ano, superior à área de TI como um todo, que deve crescer de 13% a 14%. Serviços ligados a Linux representam 49% do total de mercado. Até 2009 serão abertas 630 mil novas vagas em TI na América Latina, 466 mil em softwares, sendo 210 mil no Brasil. Atualmente são 892 mil empregos no país, sendo 657 mil em programas de computador.

De acordo com Célio Antunes, presidente do Grupo Impacta Tecnologia, maior centro de treinamento e certificação em TI da América Latina, o mercado mundial de Linux movimentará US$ 35 bilhões em 2008. “Nossa linha de treinamentos em software livre tem crescido mais de 20% ao ano. Treinamos uma média de 400 alunos por mês nestas plataformas”, revela.

O Fórum Internacional de Software Livre (FISL), realizado em abril deste ano, em Porto Alegre, e alguns outros movimentos no mercado, alertaram para a quantidade de oportunidades que o mercado de Linux e software livre trazem para profissionais e empresas. Esta tendência tem se mostrado forte no mercado de trabalho: há vagas abertas, o salário é alto, os cargos têm prestígio e sempre há a chance de aprimorar a carreira no exterior.

A fabricante de computadores Dell, que recentemente anunciou que vai produzir notebooks com Linux, também teve de sair à caça de profissionais. Em março último, a companhia precisava reforçar o time de desenvolvedores de software com 70 contratações - entre as vagas em aberto existiam muitas para os sistemas operacionais Linux.

Em Goiás, a prova do Tribunal de Justiça do Estado, teve em seu conteúdo 10% de perguntas sobre o Linux. Nos concursos públicos deste estado o índice de procura por profissionais em Linux está aumentando.

As certificações nesse segmento são fundamentais. A profissão não é regulamentada, não tem conselho e desta forma seu exercício é livre. Ela independe de diploma ou comprovação de educação formal, resultando em auto-regulação da área. A certificação garante, para os gestores e empresários, que aquele profissional contratado é qualificado. Quando um treinamento é “top de linha”, a garantia de qualificação do profissional é maior ainda. No Brasil, já foram aplicadas cerca de quatro mil provas para certificação Linux Professional Institute (LPI) desde 2002.

Empresas como Globo, Ecovias, Correios, Banco do Brasil, Accenture, Siemens, Unimed, Merk Sharp & Dohme, Bradesco, Telefônica, Sabesp, Itaú, USP, Epson, Ericsson, NEC e Serasa são algumas das que capacitaram seus colaboradores nos mais de 20 cursos Linux, Java, J2EE e PHP da Impacta.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&)

Palavras-chave: Accenture, América Latina, Banco do Brasil, Bradesco, Brasil, concurso público, concursos públicos, Correios, desenvolvedores, Ecovias, Epson, Ericsson, FISL, Forum, Fórum Internacional de Software Livre, IDC, Impacta, internacional, Java, Linux, Linux Professional Institute, LPI, mercado, notebook, noteboooks, PHP, profissionais, qualificação, Sabesp, Serasa, Siemens, sistema operecional, sistemas operacionais, software, software livre, softwares, Telefônica, texto, textos, TI, treinamentos, Unimed

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

user icon

Quem afirma, em entrevista exclusiva ao COMPUTERWORLD, é Linus , criador do Linux e do conceito do código aberto, que revolucionou a indústria do software.


Por Peter Moon , especial para o Computerworld

09 de agosto de 2007 - 07h00



O finlandês Linus tinha apenas 22 anos quando, em 1991, decidiu compartilhar com amigos e programadores o sistema operacional que havia criado: o Linux. Aquele estudante de ciência da computação da Universidade de Helsinque não imaginava a reviravolta que aquela decisão iria deslanchar no mundo da TI. Nesta entrevista exclusiva feita por e-mail, o guru da comunidade do Software Livre revela as razões que o levaram a abrir seu código-fonte, afirma que a Microsoft é e que o futuro pertence ao Código Aberto.

COMPUTERWORLD - O que pretendia quando liberou o Linux pela primeira vez ao público em 1991? Foi por dinheiro?


Linus - Certamente não foi por dinheiro, já que o copyright original era muito específico com relação a isso. Não era a GPLv2 (General Public License versão 2, a licença usada pelo sistema operacional livre GNU/Linux), mas a minha própria licença: “não custa dinheiro algum, mas você é obrigado a devolver o seu código-fonte”.



CW - Então foi por fama ou por diversão? Você imaginava a revolução que iria desencadear?


Linus - Não, jamais pensei que o Linux se tornaria tão grande e popular como é hoje, por isso também não foi pela fama. Gostaria de dizer que foi por diversão, e essa é provavelmente a definição mais próxima da verdade, mas seria mais apropriado explicar porque eu gostaria que tivesse sido por diversão. O release propriamente dito não foi algo particularmente divertido, mas o que no fundo eu estava atrás era de feedback e de comentários.

Quando liberei o Linux no outono de 91 (mais precisamente, em 17 de setembro de 1991), eu já vinha programando ao longo de uma boa parte da minha vida, e o fazia por diversão. Mas costumava ter um grande problema programando, qual seja encontrar algo que me empolgasse. Produzi alguns games, mas no fundo nunca me interessei muito em jogar games, portanto na maior parte do tempo eu estava procurando algo interessante, um projeto que fosse relevante para mim, por isso continuei programando.

É nesse ponto que aconteceu o “release público”. Eu esperava que as pessoas me contassem o que achavam que precisava de aprimoramento e o que era bom, tornando assim o projeto mais interessante para mim. Se eu não o tivesse tornado público, provavelmente teria continuado a usá-lo eu mesmo, e acabaria por procurar um novo projeto no qual trabalhar. Mas o que aconteceu foi maravilhoso. Estou trabalhando com o Linux há 16 anos e ele ainda me empolga, exatamente porque o tornei disponível ao público e pedi seu feedback.


(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

user icon
Por IDG News Service
01 de outubro de 2007 - 08h00

Em linha com sua estratégia de oferecer software como serviço, a Microsoft anunciou nesta segunda-feira (01/10) o serviço Microsoft Office Live Workspace, recurso do pacote Office baseado na web que permite às pessoas acessar seus documentos online e compartilhá-los com outros.

A nova estratégia representa uma mudança em relação ao modelo adotado até agora pela companhia, de vender licença de softwares que rodam localmente em computadores, e torna a Microsoft um pouco mais próxima de seu principal rival Google, que oferece versões online de seus aplicativos de produtividade.

Outro competidor, a Adobe Systems, anunciou hoje que assinou um acordo definitivo para adquirir a Virtual Ubiquity Inc., que tem um processador de palavras online, o Buzzword.

A Adobe também adicionou um serviço de compartilhamento de arquivos ao seu serviço de documentos online. Apelidado de Share, o serviço, ainda em beta, vai tornar mais fácil o compartilhamento, a publicação e organização de documentos online, segundo a companhia. Ele foi construído com o Adobe Flex e roda no Adobe Flash Player.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&)

Palavras-chave: acordo, Adobe, Adobe Flash Player, Adobe Systems, arquivos, Beta, Buzzword, compartilhamento, compartilhamento de arquivos, computador, computadores, documentos, estratégia, Flash, Google, internet, Live Workspace, Micro$oft, Microsoft, MS, MS Office, net, Office, on-line, online, pacote, processador, recurso, recursos, rival, serviço, serviços, Share, sharing, software, texto, textos, Virtual Ubiquity, web, Wokspace

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

user icon

O Centro de Pesquisas Renato Archer (CenPRA) anuncia a agenda de lançamento do software de reconstrução tridimensional de imagens médicas InVesalius para a sociedade brasileira durante o PEP 2007 - Prontuário Eletrônico do Paciente. O evento PEP 2007 ocorre entre os dias 07 e 09 de outubro em São Paulo. Durante o evento os participantes poderão realizar o seu cadastramento no Portal do Software Público Brasileiro para obter o acesso direto à solução.

O PEP 2007 é direcionado para profissionais de informática em saúde, envolvidos com desenvolvimento, implantação e avaliação de sistemas eletrônicos em saúde. Pretende-se, nos três dias do evento, apresentar experiências sobre sistemas de saúde, destacando as oportunidades e os desafios na integração.

O objetivo desta primeira disponibilização é formar a comunidade inicial de interessados na solução. Tal comunidade vai auxiliar no teste de instalação do ambiente e na primeira análise técnica da ferramenta.

InVesalius é o primeiro software da área médica a subir no Portal do Software Público Brasileiro www.softwarepublico.gov.br. O software atualmente é disponibilizado gratuitamente, mas apenas agora seu código será aberto como GPL versão 2 (General Public License). Além da reconstrução 3D com base em imagens DICOM, ele permite a geração de malhas adequadas para prototipagem rápida (impressão tridimensional de estruturas anatômicas).

A expectativa do CenPRA é atender de modo efetivo o público-alvo da área médica e ter apoio da comunidade de Software Livre no desenvolvimento do programa. A primeira versão do InVesalius já teve, em 4 anos, mais de 2000 downloads de mais de 25 países e o lançamento da segunda versão ocorrerá em novembro deste ano, juntamente com o lançamento da solução no Portal.

 

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&)

Palavras-chave: 3D, Brasil, cadastramento, CenPRA, desenvolvimento, DICOM, downloads, evento, ferramenta, GPL, imagens médicas, informática, informática biomédica, InVesalius, Linux, PEP, Portal do software Público Brasileiro, programa, prontuário, prototipagem, saúde, sistemas eletrônicos, software livre, software público, softwarepublico.gov.br, texto, textos, tridimensional

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

Outubro 07, 2007

user icon
Listamos seis motivos para fazer você esperar antes de ser convencido pelas campanhas de marketing e ir logo adquirindo a novidade da Microsoft.
Por COMPUTERWORLD
21 de fevereiro de 2007 - 07h40

Especial Vista 70 84A menos que você tenha acabado de sair de um estado de coma profundo, você sabe que a versão do novo sistema operacional da Microsoft – o Windows Vista – acabou de ser lançada. Desde as semanas anteriores a esse lançamento, astros e estrelas de todo o mundo e de todos os setores trabalham em campanhas para convencer você a mudar para a nova versão.

Esta reportagem não é, entretanto, uma defesa ou um resumo das características do Windows Vista. O COMPUTERWORLD também não quer dizer o que é bom ou ruim no novo sistema operacional. Este texto serve apenas para dissuadir aqueles que estão pensando em fazer o download ou comprar o produto agora.

> Leia também: tudo sobre o Windows Vista

1. O Vista está incompleto

A Microsoft já está planejando o primeiro pacote de serviços e aguardando retorno dos usuários para saber o que incluir. O Vista provavelmente não vai estar totalmente pronto até que a versão do primeiro pacote de serviços saia, possivelmente no final deste ano. As companhias de hardware e software que possuem produtos compatíveis com o Vista não estão totalmente prontas para a nova versão do sistema operacional. Muitas dessas companhias estão se empenhando para completar a atualização do sistema operacional. Mais que isso, nem todas as companhias de periféricos de áudio e vídeo estão prontas.

A fabricante de periféricos Creative publicou uma lista detalhando o estado dos drivers de cada um dos diversos produtos. A maior parte dos produtos Sound Blaster Internal já tem drivers Vista disponíveis. Dois deles só têm a versão beta 2. Três dos produtos antigos dizem “Não há planos de desenvolvimento”. A maioria de suas câmeras e outros periféricos também não tem drivers específicos para o Vista disponível.

No site da AMD, você pode encontrar informações sobre a compatibilidade com o Vista dos cartões gráficos da ATI (as duas empresas se fundiram no ano passado). A maioria é suportada por um Catalyst Vista Software Driver, que está na versão “beta” e está atormentado por uma longa lista publicada de “temas conhecidos”. Isso também vem com o seguinte alerta: “ATI não recomenda a instalação desses drivers em sistemas usados para operações de missões críticas ou onde a produtividade de qualquer tipo é uma preocupação”.

Essas duas empresas estão na liderança do suporte ao Vista. Sua disponibilidade parcial ao novo sistema operacional é sintomática para as grandes empresas. Muitas pequenas fabricantes de periféricos simplesmente não têm suporte ao Vista. Algumas OEMs, como Alienware e Polywell, estão agressivamente empurrando o XP sobre o Vista porque ambas dizem que os gráficos e outros drivers para o Vista não estão prontos ainda.

Software, como as suítes de segurança que você já deve ter adquirido, correm o risco de não rodar no Vista e alguns exigem atualizações que podem ainda não estar prontas.

Trend Micro, Panda, CA e Symantec anunciaram que vão incluir atualizações nas suítes em breve, antes que o Vista atinja grande parte dos usuários. A Microsoft afirma que a McAfee vai prestar suporte ao Vista , mas não disse quando. A própria McAfee, no entanto, até agora não anunciou o suporte ao Vista.

A estrutura de games no Vista e o suporte ao gráfico Directx 10 é ótimo para os jogadores. Mas isso é algo do qual você só vai tirar vantagem mais tarde. O potencial total do DirectX 10 exige três elementos – um sistema operacional, hardware de suporte gráfico e suporte aos games. O sistema operacional está pronto, o hardware está parcialmente pronto e os games ainda não existem. Eventualmente, o Vista será a mais moderna plataforma de games em PCs. Mas simplesmente não existe razão para os gamers correrem para comprar o Vista neste momento.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&)

Palavras-chave: AMD, aplicativo, aplicativos, ATI, atualizações, Beta, campanhas, Catalyst, compatibilidade, compatíveis, compatível, driver, drivers, empresas, hardware, marketing, McAfee, Micro$oft, Microsoft, pacote, PC, PCs, periféricos, produto, produtos, segurança, sistema operacional, software, suporte, texto, textos, Vista, Windows, Windows Vista, Windows XP, XP

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 4 comentários

Outubro 04, 2007

user icon

Considerando que ultimamente esta comunidade/fórum anda uma imensa bagunça depois que comecei a inserir Feeds no Agregador sem nenhum planejamento e organização prévios, quem for ler o fórum/blog da comunidade GNUSP certamente ficará muito confuso... (MEA CULPA, EU ASSUMO)

Pensando nisso, e levando em conta o fato de que no momento o plugin de configuração de Categorias de Blog não está funcionando da maneira esperada, eu vou deixar aqui, abaixo dessa postagem, as tags de cada uma das categorias de blog do fórum. Quando essa postagem ficar difícil de localizar - o que cedo ou tarde vai acontecer - por favor busquem pelas tags no perfil da comunidade, até que o funcionamento das Categorias de Blog se normalize.

Nota: a categoria "Notícias" se refere aos feeds do site "Notícias Linux", que também está inaserido no Agregador

Sem mais,
a Moderadora.

 

***

Software Livre - Sociedade Livre

***

tags: blog, BR-Linux, feeds, fórum, Grupo GNUSP, Internet, links, Linux Brasil, Notícias, Stoa, textos, vídeos, Viva o Linux 

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

Setembro 30, 2007

user icon

Inseri agora arquivos - formato php/htm - com textos sobre as Licenças GNU (Cretive Commons). Pra quem quiser dar uma conferida, coloco aqui na postagem os links das páginas de origem dos textos:

GNU Free Documentation License
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=1)

GPL - General Public License
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=4)

LGPL - Licença Pública Geral Menor
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=4)

a pasta com os textos é esta aqui

Software Livre - textos
(url: http://stoa.usp.br/gnusp/files/304)

OBS: todos os textos já estão traduzidos, em Português

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

Setembro 23, 2007

user icon

Linux realmente não é para qualquer um. Sério!
Deixe-me apresentar as minhas cinco principais razões para lhe convencer a NUNCA cair na besteira de pensar em migrar para Linux.

Razão número um: Linux é muito complicado

Mesmo com estas interfaces gráficas modernas, tipo KDE, Gnome e XFCE, embora em 99,9% do tempo você tenha apenas que usar o mouse, pode ser que em algum momento – apenas possível, nem mesmo provável – você seja obrigado a usar uma horrível linha de comando e escrever comandos complicadíssimos como ls para listar arquivos de um diretório ou cd para mudar de diretório, ou editar um mísero arquivo de configuração!

Veja, se você compara isto com o Windows, onde você em algum momento precisará de utilizar uma linha de comando DOS – apenas possível, nem mesmo provável – tendo que digitar dir para listar arquivos de um diretório e cd para mudar de diretório, ou que você tenha que editar um arquivo Windows Registry onde, os técnicos lhe dirão, apenas uma linha poderá comprometer o seu sistema de tal forma que você terá de reinstalá-lo do zero. Quanta diferença!


Razão número dois: Linux é muito difícil de instalar

E é verdade! Pois, no fim das contas, com estes sistemas modernos de instalação do Linux, como no Flux Linux (merchandising!), Ubuntu, Mandriva, Suse, Red Hat e Debian, você ainda é obrigado a colocar o CD ou DVD no driver, apertar um botão infame, escolher um nome para o seu computador e fornecer uma senha para o usuário do sistema. Meu Deus, quanta complicação!

Agora veja, com o Windows é tudo diferente. Você tem colocar o CD ou DVD no driver, fazer exatamente as mesmas coisas anteriores e então iniciar o processo de atualização on line do sistema, que pode durar de duas a três horas! Mas no final, vale a pena, pois estudos da Symantec comprovam que sistemas Windows desatualizados podem ser criticamente infectados em questão de horas. Veja, no Linux tudo é horrivelmente aborrecido: O sistema, sem nenhuma atualização de segurança, deverá estar seguro e atual por período superior a seis meses! Que graça tem isto?! Cadê a emoção?!



Razão número três: Linux não possui aplicações suficientes

É bem verdade que atualmente a grande maioria das distribuições Linux já vêm com diversos Navegadores de Internet dos mais seguros, como o Firefox ou com recursos desconhecidos no mundo Windows, como a tradução simultânea de página disponível no Konqueror. Claro que todas já vêm com clientes de email como o Kmail ou Evolution; com clientes de Mensageiros Instantâneos para MSN, como o Kopete ou o Gaim; com aplicativos VoIP, como Ekiga e Skype; vêm com editores de Imagem, Som, Vídeo e editores de páginas para internet, como os aplicativos Gimp, Audacity, LiVES e NVU. Seguramente você terá aplicativos multimídia para ouvir CD, em formato WAV, MP3 e OGG, assistir DVD, VCD, MPEG4, etc... Além disto, você terá opções: Xine, Kaffeine, Mplayer, VLC Player, etc. Na verdade, a maioria das distribuições Linux já possuem toda a suíte de escritório instalada e gratuita. Você poderá editar textos, planilhas e apresentações de graça com o Open Office e seus derivados! E mais, é certo que você poderá ler e escrever nos formatos de arquivos do Office do Windows: .doc, .xls e .ppt sem mistérios! Há ainda os aplicativos profissionais de banco de dados, de servidor web, de acesso remoto seguro com criptografia forte, de interação com rede Windows, etc... etc e etc...

Mas, para falar a verdade, Windows também tem o Internet Explorer e o Outlook Express, o navegador de internet e o cliente de e-mails mais utilizados por aí. Se bem que ambos tenham alguns problemas de segurança... É claro que o Windows também tem um cliente MSN (afinal, é MS...), embora, também aqui os problemas de segurança não sejam poucos...

E óbvio, o Windows também vem com o Microsoft Office, o qual... – Oh! É verdade, havia me esquecido, terei de comprá-lo a parte por um custo parecido com aquele do meu Computador. Vixe! Mas, existem opções: Lotus 1-2-3... Hummm, será realmente uma opção?! O que falar do finado Wordperfect?! Talvez hoje a melhor solução para o ambiente Windows seja mesmo instalar um Open Office para Windows, aquele mesmo que você pode utilizar de graça também no Linux, com as mesmas funcionalidades!

Bom, para resumir: Qual era mesmo aquele aplicativo que não TINHA no Linux? Não estou me lembrando...



Razão número quatro: Linux não é seguro

Bem se a Microsoft diz isto, é porque deve ser verdade... ou não! O que devo pensar? Esta empresa é realmente especialista em IN-segurança, pois não passa um dia sem que tenhamos notícia de mais uma falha crítica de segurança no Windows. A quem você deve dar crédito: à Microsoft ou a sua própria experiência?!


Razão número cinco: Linux é muito caro

Você está querendo dizer que a Microsoft é uma mentirosa? Veja bem, estas empresas Linux horrorosas, como a Flux Softwares (merchan again...), Red Hat, SuSE lhe cobram até mesmo uma taxa para você ter o suporte ao Linux. De toda forma, em geral, você poderá baixar os Softwares de graça pela internet, plenamente funcionais e sem restrições de desempenho.

Mas veja, você compra o seu computador e o Windows já vem instalado, certo? De graça, certo? Hummm, de graça?! Bom, se o seu computador tem o selinho da Microsoft o preço estará embutido e será três vezes mais caro, por dez vezes menos software do que o que vem em qualquer distribuição Linux. Mas talvez o mais certo é que ele não possua o selinho, seja um legítimo pirateado, com ou sem o seu conhecimento!

Mas, de toda forma, ele já vem com tudo. Completinho, completinho! A menos que você queira editar um texto e fazer uma planilha. Neste caso pague mais R$ 1.400,00 pelo MS Office. Ou que você queira se dar ao luxo de uma proteção contra Vírus, mais R$ 120,00 pelo Norton, ou contra aqueles terríveis Spywares que querem levar a senha de sua conta bancária, mais R$ 70,00 pelo McAFee. Se quiser um Firewall de brinde, para evitar invasões ao seu computador doméstico ou àquele da contabilidade de sua empresa, mais R$ 90,00 pelo Zone Alarm Pro. Mas senão, o seu sistema é seguro mesmo... não precisa de nada disto. Existe sempre a alternativa de reinstalar tudo, perdendo, é claro, todos os seus arquivos... É tudo apenas terrorismo!

Pensando em tudo isto, eu lhe pergunto que razões haveria para você usar Linux? Bobagem!!!

Ulisses Leitão

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=36&Itemid=1)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 8 comentários

Setembro 21, 2007

user icon

Nosso trabalho no Ubuntu é guiado por uma filosofia de liberdade de software, que esperamos que seja espalhada, e traga os benefícios das tecnologias de softwares para todas as partes do globo.

Software Livre e Código Aberto

Ubuntu é um projeto guiado por comunidade para criar um sistema operacional e um pacote completo de aplicativos usando software livre e código aberto. No núcleo da Filosofia Ubuntu de Liberdade de Software estão esses ideais filosóficos principais:

  1. Todo usuário de computador deve ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, compartilhar, alterar e melhorar seu software por qualquer motivo, sem ter que pagar taxas de licenças.

  2. Todo usuário de computador deve poder usar seu software na língua de sua escolha.

  3. Todo usuário de computador deve receber todas as oportunidades para usar um software, mesmo que seja portador de deficiência.

Nossa filosofia está refletida no software que produzimos e incluímos em nossa distribuição. Como resultado, os termos de licença do software que distribuímos são comparados com nossa filosofia, usando o Termo de Licença Ubuntu.

Quando você instala o Ubuntu, quase todos os softwares instalados já apresentam esses ideais, e estamos trabalhando para garantir que cada pedaço de software que você precisar estará disponível sob a licença que lhe dá essas liberdades. Atualmente, fizemos uma exceção específica para alguns "drivers" que estão apenas disponíveis na forma binária, sem os quais muitos computadores não irão completar a instalação do Ubuntu. Colocamos eles em uma seção restrita do nosso sistema que os torna triviais para remoção caso você não precise deles.

Para mais informações acerca dos componentes do Ubuntu, por favor visite Componentes.

Software Livre

Para o Ubuntu, o "livre" no "software livre" é usado primordialmente em referência à liberdade e não ao preço - contudo nós estamos comprometidos em não cobrar pelo Ubuntu. A coisa mais importante sobre o Ubuntu não é que ele é disponível gratuitamente, mas que ele confere direitos de liberdade de software às pessoas que o instalam e usam. São essas liberdades que permitem que a comunidade do Ubuntu cresça, compartilhando sua experiência coletiva e expertise para melhorar o Ubuntu, e fazê-lo próprio para uso em novos países e novas indústrias.

Nas palavras da Free Software Foundation "O Que é Software Livre", as liberdades centrais do software livre são definidas através:

  • Da liberdade de executar um programa, para qualquer propósito.

  • Da liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.

  • Da liberdade de redistribuir cópias, assim ajudando outros.

  • Da liberdade de aprimorar o programa, e revelar os melhoramentos ao público, beneficiando a todos.

O Software Livre tem sido um movimento social coerente por mais de duas décadas. Esse movimento produziu milhões de linhas de código, documentação, e uma comunidade vibrante da qual o Ubuntu tem orgulho de fazer parte.

Código Aberto

Código aberto é um termo criado em 1998 para remover a ambigüidade na palavra inglesa "livre". O Open Source Initiative descreveu o software de código aberto no Open Source Definition. O código aberto continua a aproveitar o crescente sucesso e o amplo reconhecimento.

O Ubuntu fica feliz em se auto denominar de código aberto. Enquanto alguns referem-se a livre e código aberto como movimentos competidores com diferentes fins, não os vemos nem como distintos ou incompatíveis. O Ubuntu orgulhosamente inclui membros que se identificam com ambos os movimentos.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=16&Itemid=1)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

user icon

The News - tecnologia e informação

Seja qual a razão de você ter chegado aqui, no mínimo tem interesse em opensource , em CMS e mais especificamente, no Joomla. Se chegou aqui por acaso considere-se com sorte pois acaba de descobrir uma das ferramentas web mais interessantes do momento. O objetivo deste pequeno artigo é o de fornecer uma visão geral do que vem a ser o Joomla, sem ter nenhuma pretensão de entrar em detalhes técnicos ou de instalação (para isso, procure ler algum tutorial de instalação e customização do Joomla).

Seja qual a razão de você ter chegado aqui, no mínimo tem interesse em opensource , em CMS e mais especificamente, no Joomla. Se chegou aqui por acaso considere-se com sorte pois acaba de descobrir uma das ferramentas web mais interessantes do momento. O objetivo deste pequeno artigo é o de fornecer uma visão geral do que vem a ser o Joomla, sem ter nenhuma pretensão de entrar em detalhes técnicos ou de instalação (para isso, procure ler algum tutorial de instalação e customização do Joomla).


Assim como outros CMS, o Joomla ajuda a resolver um problema muito comum, que é o custo de se criar e manter um web site ou web portal razoavelmente complexo, repleto de recursos e conteúdo e que tem que ser mantido por várias pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico. A forma tradicional de se produzir um website ou web portal é a de se utilizar uma equipe de designers e programadores para construir o site e publicar o conteúdo. Os autores e editores de conteúdo ficam na dependência do pessoal técnico para conseguir publicar seu material no dia a dia. Acrescentar novos recursos envolve bastante tempo e dinheiro. O Joomla e outros CMS foram criados para ajudar a aliviar este problema.


CMS é um acrônimo para Content Management System ou Sistema Gerenciador de Conteúdo. Atualmente o emprego mais popular desta sigla se refere especificamente ao gerenciamento de conteúdo web. Um CMS serve para ajudar você a criar um web site ou um web portal de forma rápida e eficiente. Até mais importante, serve para ajudar a publicar e administrar conteúdo web mais facilmente, inclusive por pessoas não técnicas - tudo isso à partir de uma “base” já pronta.


Uma grande parte das funções necessárias para fazer funcionar um website/portal são comuns e previsíveis, tais como login de usuários, criação, edição e publicação de conteúdo, publicação de banners de propaganda, etc. Num CMS esses recursos já estão pré-programados e prontos para ser utilizados. Além disso, o CMS é extensível, através da instalação de módulos e componentes que servem para agregar funcionalidades eventualmente não presentes na instalação básica (por exemplo, uma galeria de imagens ou fórum de discussão). Muitos desses recursos estão disponíveis como componentes para download comercial ou gratuito na internet. Caso o usuário precise de uma funcionalidade e não encontre nenhum componente disponível na internet, ele mesmo pode programar ou contratar alguém para fazer isso, podendo tornar o componente disponível para outros usuários comercialmente ou através de licença GNU/GPL . Como usuário ou desenvolvedor, ele irá passar a integrar a comunidade Joomla.


Então um CMS é um modelo de website já pronto?”


Podemos dizer que um CMS é um framework, “um esqueleto” de website/portal pré-programado, com recursos básicos e de manutenção e administração já prontamente disponíveis. É algo muito mais sofisticado do que um “modelo de website”, pois é um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdo web de forma dinâmica, através de uma interface de usuário via web, não um mero conjunto de páginas HTML estáticas. Obviamente a aparência de um website criado com um CMS é customizável, através da utilização de templates (estes sim “modelos visuais” de website), que podem ser facilmente substituídos.


Como não poderia deixar de ser, a utilização de um CMS apresenta algumas desvantagens. Como em todo framework, trabalhar com um “modelo” pré-concebido implica em aceitar algumas características, restrições ou limitações desse “modelo”. Por exemplo, o CMS Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, fatos que podem ser problema para alguns usuários (Observação: suporte a outros bancos de dados populares está a caminho em versões futuras do Joomla). A aparência do site, apesar da relativa facilidade da customização, também fica de certa forma limitada pelo sistema de templates do CMS. O mesmo pode ser dito com relação a fatores como usabilidade e acessibilidade.


Por outro lado, os ganhos em produtividade e custo são enormes e, para uma grande parte dos casos, tornam essas limitações preocupações secundárias. A maioria dos CMS populares estão disponíveis na forma de software livre o que praticamente elimina os custos com licença de uso e garantem o acesso ao código-fonte. A presença de comunidades online crescendo em volta desses sistemas faz com que a mão de obra disponível torne-se cada vez mais abundante.


Com certeza existem inúmeras necessidades específicas, padrões corporativos de segurança, investimento em outras tecnologias, operação em larguíssima escala, etc, que podem inviabilizar a adoção de um CMS opensource, mas para uma vasta gama de aplicações e usuários, a relação custo/benefício é bem clara.


Por que o Joomla?


Dentre os vários CMS disponíveis na web, o Joomla, criado em 2005 (a partir de outro CMS popular, o Mambo) está se tornando um dos mais populares, com uma comunidade atuante e crescente. Está fora do escopo deste artigo apresentar argumentos para adoção do Joomla, mas podemos enumerar alguns muito importantes:


  • Joomla é decididamente software livre e não há perspectiva de mudança com relação à isso (isto é, vai continuar disponível gratuitamente)

  • já existem vários módulos e componentes disponíveis, criados à partir da base herdada do Mambo

  • a popularidade do Joomla está crescendo rapidamente, logo, a sua comunidade

  • a equipe por trás do Joomla, composta por membros chave criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e está disposta a modernizar o software continuamente

  • é um dos CMS com mais recursos disponíveis e de fácil utilização

  • foi escrito com PHP e MySql, dois dos softwares opensource mais populares da Internet


Tenho certeza de este CMS é forte candidato para pelo menos alguns de seus projetos.


O que preciso para poder utilizar o Joomla?

Para instalar o Joomla você terá que ler algum tutorial, mas basicamente a instalação é feita através do upload dos arquivos/diretórios do Joomla para o diretório onde pretende hospedar o seu site e da execução de um script PHP (através do seu browser) que vai criar automaticamente as tabelas de banco de dados utilizados pelo sistema. O script irá solicitar o nome de usuário e as senhas de acesso necessárias para acessar o seu host/database. O Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, portanto o local onde você irá hospedar o seu site deverá ter suporte esses softwares (algo que é muito comum, principalmente para hospedagem em Linux). Após o upload e execução do script, a administração do site é feita através de browser (recomendo o Firefox).


A versão corrente do Joomla pode ser obtida gratuitamente no site www.joomla.org. Você pode participar da comunidade brasileira do Joomla aqui.


Usando o Joomla

Como foi dito, uma das grandes vantagens de um CMS é a possibilidade de usuários não-técnicos poderem contribuir com artigos ou ajudar na manutenção do website/portal diretamente, sem depender de webdesigners e programadores.


O Joomla utiliza diferentes grupos de usuários, com nomes auto-explicativos e nível de permissões crescente:


Acesso ao “frontend” (o website/portal propriamente dito):

  • usuários registrados

  • autores

  • editores

  • publisher


Acesso ao “backend” (a interface web de administração)

  • manager

  • administrator

  • super administrator


Os usuários com acesso ao “frontend” podem criar conteúdo diretamente no próprio site, pois ao se “logarem” o Joomla oferece a opção de criação de conteúdo. Assim, usuários autores podem ser treinados e contribuir com seus artigos diretamente, sem depender de nenhum webdesigner. Usuários editores podem alterar artigos de todos os autores. Usuários com permissão de “publisher” podem liberar os artigos para acesso ao público.


Utilizando o “backend”, que é uma interface web separada do site propriamente dito, os usuários administradores podem criar novas seções, novas categorias, arquivar artigos, instalar novos módulos ou componentes, trocar o template visual do site, etc.


O Joomla elimina totalmente a necessidade de usuários com conhecimento técnico?


A resposta é não. Para fazer a instalação, customização e manutenção do Joomla, algum conhecimento técnico será necessário. Mas a boa notícia é que esse conhecimento é adquirível por qualquer pessoa disposta a estudar o assunto. Em outras palavras, não é necessário entender nem aprender programação. Nem mesmo é necessário conhecer webdesign, pois templates podem ser comprados ou encomendados a alguém (além dos gratuitos).


Mas o mais importante é que para a criação de conteúdo não é necessário conhecimento técnico nenhum, somente algum treinamento na utilização do “frontend”. Assim, finalmente pessoas leigas em webdesign (que serão os autores, editores e publishers do Joomla) podem criar, editar e publicar artigos quando ELES desejarem e sem entender nada de HTML e linguagens de programação. Essa é uma possibilidade, que convenhamos, há muito foi prometida mas que somente agora está começando a ser cumprida graças aos content management systems. E à medida em que esses CMS evoluem e amadurecem, mais fácilmente isso irá acontecer.


Resumindo

Sistemas CMS como o Joomla permitem que um website ou portal razoavelmente complexo seja criado com uma rapidez e baixo custo impossíveis de serem obtidos através do desenvolvimento tradicional, partindo “do zero”. Adicionalmente, permitem que usuários leigos em webdesign possam contribuir com conteúdo diretamente sem precisar de intermediários.


Joomla?

Para terminar uma curiosidade: o nome Joomla vem do equivalente fonético da palavra Swahili "Jumla”, que significa “todos juntos” ou “como um todo”. Provavelmente tem significado semelhante ao famoso “gung ho” da segunda grande guerra.


Texto extraido de www.joomla.com.br, escrito por: Por Helio Wakasugui


(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=1)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário