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Setembro 2007

Setembro 10, 2007

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Setembro 17, 2007

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WINDOWS VISTA AERO vs LINUX UBUNTU BERYL

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=xC5uEe5OzNQ

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Acho que o interssante nesse vídeo vai muito além de uma mera campanha publicitária... desconsiderando o anúncio no final do vídeo, fica sintetizado nele aspectos gerais do que poderia ser uma "ideologia do software livre"

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Freedom is a choice - Mandriva Linux

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=plads00285k

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The future is open

 

link do vídeo com legendas: http://www.youtube.com/watch?v=7BOCfzkXJOc

link do vídeo sem legendas: http://www.youtube.com/watch?v=7LuIi_3aUCY

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SOFTWARE GRATUITO ENFRENTA MICROSOFT

A propaganda da venda do Pacote Office da empresa de Softwares Proprietários Microsoft pode ser notada no campus. A campanha publicitária faz parte do Programa de Inclusão Digital implantado pela Coordenadoria De Tecnologia da Informação (CTI) da USP.
Foi a Microsoft que se interessou em oferecer planos mais baratos para aquisição do seu produto. A empresa americana passou por um processo de licitação pública com outras fabricantes de softwares e venceu a concorrência. No entatnto, alguns alunos são contrários à venda do programa licenciado e passaram a oferecer softwares livres, pois, para eles, deve haver troca de experiências e não a concentração de conhecimento nas Universidades públicas.


Por Bruna Borges

Há algumas semanas estudantes da USP notaram uma maciça propaganda da venda do Pacote Office da empresa de Softwares Proprietários Microsoft. A campanha publicitária faz parte do Programa de Inclusão Digital implantado pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI). Mas ele apresenta opiniões diversas.
Este programa, que em maio deste ano proporcionou à comunidade USP equipamentos de qualidade a preços mais acessíveis, agora também dispõe de softwares. “A idéia é que os alunos, os funcionários e docentes pudessem adquirir o equipamento a um preço inferior e financiado e com uma configuração melhor que a do mercado”, afirmou Leila Nunes, responsável pelo programa. Ela diz que empresas de software proprietário apresentaram propostas, condicionando as doações a garantias de exclusividade de seu uso. O acordo foi recusado com o intuito de manter a diversidade de conhecimento de que dispõe a Universidade.
Cecília Amoroso, da CTI, explica que, para que essas ações ocorram, o Programa de Inclusão Digital convida diversas empresas interessadas a oferecerem o seu menor preço; uma licitação é feita e a empresa vencedora pode vender o seu produto dentro do campus. O mesmo acontece com os bancos: ganha quem apresentar a menor taxa de juros para o financiamento dessa venda.
As empresas estabelecem esse valor a partir do potencial de venda que o local possui. No caso da USP, a estimativa ainda não alcançada é de cerca de cinco mil equipamentos. A compra é direta com a empresa e a Universidade não participa; ela é responsável pela estrutura do programa.
A concepção do programa não inclui a venda de mais barata de softwares. A iniciativa partiu da própria Microsoft, que passou pelo mesmo processo de seleção de melhor preço.
No entanto, esse tipo de ação acusa reações adversas. Dentro da comunidade USP há defensores da implantação do software livre que não concordam com a atuação da Microsoft dentro do campus. “Achamos um absurdo. Toda a comunidade USP recebeu um spam da Microsoft vendendo seu produto. Fomos distribuir o Br Office e pronto. Descobrimos que é possível mobilizar, mas não estávamos preparados”, Thiago Cardoso, um dos representantes do Grupo GNUSP, que instalou-se em frente ao stand da Microsoft no bandejão central para vender a preços irrisórios Cds com software livre.
O grêmio da Poli também é difusor do software livre. Eles o implantaram em alguns computadores durante a ocupação da Reitoria e o distribuem para quem queira instalá-lo. “Eu acho um absurdo esse tipo de ação para promover a inclusão digital. Só é possível isso com o Software Livre, porque [no software proprietário] o conhecimento está aprisionado no segredo industrial da máquina e fere o princípio de troca de experiências da universidade”, afirmou Felipe Sanches, diretor do Grêmio.
A respeito dessa reação, Cecília afirma “Eu acho que tem sim espaço para software livre, é só uma questão de opção. Nós incentivamos o uso tanto de um quanto do outro. E quem estuda aqui precisa conhecer tanto o software livre, quanto o proprietário. Há espaço para os dois, cada um se adequou a um tipo de situação”.

(OBS. Os grifos em negrito são meus)

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Setembro 20, 2007

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Mais de 900 estudantes do Tocantins recebem nesta sexta-feira laptops de US$ 100

São Paulo, 31 de agosto de 2007 – Os mais de 900 alunos do Colégio Estadual Dom Alano, em Palmas, de Palmas (TO), receberão nesta sexta-feira (31/08), os laptops do Projeto UCA - Um Computador por Aluno. Segundo o Ministério da Educação com a Seduc - Secretaria da Educação e Cultura, para esta unidade de ensino serão enviadas 400 máquinas, que atenderá, nos três turnos, os alunos.

A unidade escolar de Palmas foi uma das cinco escolhidas em todo território nacional para receber o projeto-piloto. De acordo com a diretora do Colégio Dom Alano, Lívia Júnia Moreira, o programa irá proporcionar inclusão digital na escola, além de servir como ferramenta para o aprendizado do aluno. “Sabemos do desafio que a escola terá, mas vamos aproveitar este recurso para aprimorar o ensino dos nossos alunos”, afirma Lívia.

Um Computador por Aluno

O programa vai levar equipamentos portáteis para estudantes e professores de ensino básico da rede pública. A iniciativa será implementada, em cinco escolas de cinco estados (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins) e do Distrito Federal, segundo informação da Assessoria de Imprensa do ministério.

Como vai funcionar

Segundo o MEC, o projeto-piloto vai avaliar a funcionalidade pedagógica da máquina em sala de aula, como capacitação de professores, condições de uso, interatividade entre os alunos e segurança dos aparelhos na escola. O ministério vai distribuir 2.840 máquinas doadas pelas empresas fabricantes. Três modelos de computadores farão parte do projeto-piloto, mas cada escola vai receber apenas um tipo: Classmate da Intel, XO da OLPC ou Mobilis da Encore. A previsão é de que o projeto-piloto termine no fim do ano letivo.

De acordo com o Ministério da Educação, cada escola vai trabalhar com os computadores em níveis de ensino diferentes e com metodologia distinta, para avaliar o potencial pedagógico de cada equipamento.

O programa “Um Computador por Aluno” é uma iniciativa do governo federal, cuja execução está a cargo dos ministérios da Educação, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e Ciência e Tecnologia. Também participam a Casa Civil, o Serpro e universidades.

 

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=30&Itemid=1)

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por Renato Cruz, Seção: Software s 19:39:59.

Existe uma disputa pelo formato dos documentos eletrônicos que estão na sua máquina, e ela envolve uma série de acrônimos. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) decidiu rejeitar o padrão de documentos Office Open XML, proposto pela Microsoft, na International Organization for Standardization (ISO). A proposta da Microsoft de formato para documentos e planilhas tem recebido críticas de empresas como a IBM e da comunidade de software livre.

Ano passado, a ISO aprovou o OpenDocument Format (ODF) como padrão para documentos eletrônicos. O ODF é usado em programas de código aberto como o OpenOffice. A Microsot propôs o Open XML como alternativa, para garantir a compatibilidade com os formatos anteriores usados por seus programas, como o Word e o Excel. Os opositores argumentam que a empresa tenta manter sua posição dominante e proteger seus formatos proprietários.

"A decisão define o voto brasileiro na ISO e poderá afetar todos os usuários de computador do planeta", diz João Cassino, integrante da comissão técnica que identificou 63 problemas no padrão Open XML. Segundo ele, o padrão Open XML apresenta falhas de segurança e não dá suporte a idiomas como o japonês, o chinês e o coreano.

Na segunda-feira (20/8), houve um encontro do governo com a ABNT para discutir o assunto, organizado pelo deputado federal Paulo Teixera (PT-SP). No dia seguinte, houve a última reunião da ABNT com a comissão técnica.

Eugenio Tolstoy De Simone, diretor de Normalização da ABNT, enviou uma nota hoje (23/8) aos integrantes do comitê técnico, comunicando a decisão. O Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) havia pedido que a ABNT rejeitasse o Open XML.

Em comunicado, a maior empresa de software do mundo afirma que os comentários apresentados pela ABNT devem ajudar a melhorar o padrão: "A Microsoft Brasil acredita que o fato de ter havido consenso técnico representa efetivamente uma oportunidade de evolução da norma, como parte do processo natural de elaboração de qualquer norma técnica".

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=27&Itemid=1)

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Folha Online - seção Informática

12/07/2007 04:37

Google faz acordos extrajudiciais com órgãos de investigação e denúncias

DAYANNE MIKEVIS
da Folha Online

O Ministério Público Federal de São Paulo enviou nesta semana um ofício ao procurador geral de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo. A "conversa" entre os dois órgãos de investigação é sobre os acordos extrajudiciais que a Google vem fazendo com diversos órgãos de investigação e denúncia no Brasil. A Procuradoria contesta a validade de tais acordos.

A tática empregada é percebida desde o fim do ano passado, com uma aceleração no número de convênios assinados nos últimos tempos. Com decisões favoráveis a ambos os lados.

A iniciativa passou a acorrer após diversas notícias negativas sobre o comportamento da empresa em relação a ordens da Justiça brasileira e pedidos para cooperação de investigação ocorridos no anos passado. Google e Procuradoria já enfrentaram crises devido ao Orkut.

Google Inc.

O ofício condena principalmente que os acordos sejam firmados com a matriz da organização, cuja sede se encontra no Estado americano da Califórnia. Isto faria com que, no caso de procedimentos conflitantes da lei americana com a brasileira, a decisão de como agir nos Estados Unidos prevalecesse.

Para Sergio Gardenghi Suiama, do Ministério Público Federal em São Paulo, o fato de legitimar acordos com a matriz americana pode ser usado como argumento contra usuários que pedem a responsabilização por danos à honra da Google do Brasil. Tribunais brasileiros têm a tendência de emitir pareceres que responsabilizam a filial brasileira da empresa.

Na argumentação do documento assinado pela procuradora Thaméa Danelon Valiengo, coordenadora do Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos da Procuradoria em São Paulo, é citado o artigo 88 do Código de Processo Civil que diz, em parágrafo único, "reputa-se domiciliada no Brasil a pessoa jurídica estrangeira que aqui tiver agência, filial ou sucursal".

O Ministério Público de São Paulo confirma que foi procurada pelos representantes da empresa. No entanto, o promotor Felipe Zilbermann, disse que não há ainda uma posição oficial do órgão a respeito.

Zilbermann disse que recebe muitas denúncias envolvendo o Orkut, tanto pela delegacia especializada no assunto quanto por ONGs e associações. Para ele, o Orkut é apenas um meio para a prática do crime.

Política interna

Para Tiago Tavares, da ONG Safernet, que trabalha para reunir denúncias de crimes virtuais, o fato da Google Inc. ser parte no acordo deve-se a uma política interna da companhia. Ele afirmou que não há razões técnicas que justifiquem convênios ou prestações de dados apenas pela Google Inc. Ele cita outras empresas, que incumbiriam este tipo de tarefa a filiais brasileiras, caso da Yahoo! E da Microsoft.

Prestes a lançar um novo relatório sobre crimes na internet, Tavares disse que, em 14 de agosto de 2006, a ONG havia registrado 3.143 perfis e 1.202 páginas de comunidades relacionadas a pornografia infantil. O dirigente da ONG afirma que tentou avisar a Google antes de procurar o Ministério Público Federal, que encampou uma ação civil pública.

Outro Lado

"Por uma razão jurídica muito simples de que tem essas informações não é a Google Brasil. Quem tem as informações e pode prestar esse auxílio à autoridade é a matriz americana.", disse Durval Noronha, advogado da empresa no Brasil, ao ser questionado sobre a pessoa jurídica escolhida para os contratos.

De acordo com Noronha, a empresa vem celebrando uma série de acordos na Justiça, mas isso não reflete uma mudança de estratégia. Ele afirma que a companhia sempre seguiu as determinações da Justiça brasileira.

Quebra de sigilo

A quebra de sigilo em relação a internautas que criam páginas e perfis na comunidade é outra questão levantada em relação aos convênios.

Para a procuradora Thaméa, os fato de a Google ter anunciado sobre os acordos que disponibilizaria os dados dos autores das páginas aos respectivos Ministérios Públicos e Polícia Federal fere leis. Para se obter a quebra de sigilo, o caminho correto é o pedido na Justiça, de acordo com a procuradora.

Este é o procedimento que tem sido usado em casos de crimes de ódio, por exemplo. A companhia disponibiliou pela via judicial dados sobre um autor de uma página que pregava o extermínio de indígenas neste ano.

Conflito de códigos

A outra grande questão se refere a páginas que contenham mensagens consideradas crime no Brasil, mas não nos Estados Unidos.

É o caso clássico do que pode ser considerado racismo no Brasil, mas é protegido pela primeira emenda nos Estados Unidos.

A Polícia Federal afirmou que, ao menos em uma ocasião, um pedido para remoção de página com tal conteúdo não foi retirado pela Google Inc. com a alegação de que era protegido pela primeira emenda.

Noronha disse que este tipo de situação não existe mais há cerca de quatro meses. Ele afirmou que o acordo passou por adequações e ele chama os novos convênios de "segunda geração".

(fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u311245.shtml)

também disponível em: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=17&Itemid=1

Palavras-chave: Brasil, crime, crimes cibernéticos, crimes virtuais, crise, denúncias, empresa, Estados Unidos, Google, Google Brasil, Google Inc., investigação, lei, Microsoft, Ministério Público, notícia, notícias, ONG, Orkut, Polícia Federal, procuradoria, Safernet, sigilo, tribunais, Yahoo, Yahoo!

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Setembro 21, 2007

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Ubuntu

 

Download

Clique no link para ver as opções de download e baixar agora mesmo a sua cópia do Ubuntu. Esta é a maneira mais simples, rápida e fácil de se obter o Ubuntu - o arquivo possui apenas 700MB para ser gravado em um único CD.

CDs gravados (comunidade)

Veja aqui uma lista contendo o contato de usuários que estão distribuindo voluntariamente CDs do Ubuntu em todo o Brasil, através desta lista você pode entrar diretamente em contato com alguém da sua cidade ou mais próximo a você.

CDs gravados (ShipIt)

A Canonical, empresa que patrocina o desenvolvimento do Ubuntu, possui um serviço de distribuição de CDs. Este serviço chega a você sem custo algum, embora gere uma série de despesas que poderiam estar sendo empregadas no desenvolvimento do sistema operacional.
Se você deseja solicitar seus CDs do Ubuntu acesse esta página.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=15&Itemid=1)

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UOL Tecnologia

30/08/2007 – 18:40

Polícia indicia cracker por contaminar usuários de bate-papo

da Redação

Um cracker de Tremembé, no interior de São Paulo, foi indiciado por disseminar vírus em salas de bate-papo de grandes provedores do Brasil, entre eles o UOL. William Ribeiro da Silva, 24, foi interrogado no último dia 16/08 e admitiu ter pago programadores de Belo Horizonte e Fortaleza para espalhar links contaminados.

A análise preliminar de um laptop apreendido pela polícia apontou fortes indícios da ligação de Silva com o caso. No computador foram encontrados registros de conversas com os programadores e softwares utilizados para disseminar o vírus.
O computador foi encaminhado para perícia no Instituto de Criminalística da Polícia Civil de São Paulo. Segundo o delegado Ubiracyr Pires da Silva, da Delegacia de Meios Eletrônicos do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado), a perícia deve demorar no mínimo um mês. Apenas depois do resultado será possível precisar que tipo de vírus infectou os usuários.

O cracker já era indiciado em outro inquérito por vender CDs com programas para hackers. Os envolvidos de Belo Horizonte e Fortaleza já foram identificados, mas seus nomes ainda não foram divulgados.

Se condenado pelo crime de interrupção ou perturbação de serviço telegráfico ou telefônico, William da Silva pode pegar de um a três anos de detenção. Caso os outros envolvidos sejam também condenados, todos podem responder por formação de quadrilha —também com pena de um a três anos de detenção.

Segundo previsão do policial Adriano Isaac, o inquérito deve ser finalizado em 60 dias. Ainda segundo Isaac, outros casos semelhantes já foram investigados na Delegacia de Meios Eletrônicos, e ao menos um rendeu condenação aos réus.

Como funciona o golpe
O golpe usa links de sites pornográficos para atrair internautas incautos. Ao entrar em uma sala de bate-papo, o usuário recebe mensagens que divulgam esse tipo de página. Se ele digitar o endereço no navegador, terá acesso ao conteúdo adulto —mas, antes disso, o computador do usuário será infectado por um vírus que repassa informações para a máquina do golpista.

A partir daí, além de ter o computador exposto aos criminosos, o usuário ajuda, sem saber, a contaminar outros computadores. Isso porque, ao entrar novamente em uma sala de bate-papo, o vírus exibe uma mensagem de erro e pede que o usuário digite outra vez a seqüência de letras e números e seu nome de usuário.

Mas enquanto isso, a praga virtual já aproveitou a primeira tentativa correta de login e já acessou a sala de bate-papo. No lugar do usuário, a praga envia mensagens com endereço de sites pornográficos para outros internautas, o que faz o dono da máquina participar do círculo vicioso de contaminação.

Medidas de segurança
Eduardo Gonçales, do departamento de segurança do UOL, explica que o vírus atua sobre a máquina do usuário, e não sobre os servidores do portal. "O que estava ao alcance do portal era divulgar os requisitos de segurança, e isso foi feito." Os internautas contaminados que eram bloqueados nas salas de bate-papo foram redirecionados para outro link, que explica o bloqueio e a possibilidade de infecção, além de indicar serviços antivírus online gratuitos.

Gonçales também indica medidas simples que ajudam a evitar a contaminação do PC por pragas virtuais em salas de bate-papo:

  • Não acesse sites pornográficos anunciados por participantes que você desconhece;

  • Observe se algum usuário da sala está com uma restrição imposta pela moderação do bate-papo e respeite-a;

  • Desconfie de mensagens enviadas de maneira repetida por usuários que não respondem às suas perguntas e contatos;

  • Não envie dados pessoais para pessoas que você não conhece;

  • Use e mantenha atualizadas todas as ferramentas de segurança disponíveis, como antivírus, anti-spyware, anti-spam e firewall.

(fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/08/30/ult4213u129.jhtm)


também disponível em: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&

***

Palavras-chave: anti-spam, anti-spyware, anti-vírus, antivírus, antivírus online, bate-papo, CDs, computador, computadores, contaminação, cracker, dados, DEIC, firewall, golpe, hackers, infecção, informações, internautas, internet, laptop, links, notícia, notícias, PC, perícia, polícia, quadrilha, salas, segurança, sites, spam, spyware, tecnologia, usuário, usuários, vírus

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The News - tecnologia e informação

Seja qual a razão de você ter chegado aqui, no mínimo tem interesse em opensource , em CMS e mais especificamente, no Joomla. Se chegou aqui por acaso considere-se com sorte pois acaba de descobrir uma das ferramentas web mais interessantes do momento. O objetivo deste pequeno artigo é o de fornecer uma visão geral do que vem a ser o Joomla, sem ter nenhuma pretensão de entrar em detalhes técnicos ou de instalação (para isso, procure ler algum tutorial de instalação e customização do Joomla).

Seja qual a razão de você ter chegado aqui, no mínimo tem interesse em opensource , em CMS e mais especificamente, no Joomla. Se chegou aqui por acaso considere-se com sorte pois acaba de descobrir uma das ferramentas web mais interessantes do momento. O objetivo deste pequeno artigo é o de fornecer uma visão geral do que vem a ser o Joomla, sem ter nenhuma pretensão de entrar em detalhes técnicos ou de instalação (para isso, procure ler algum tutorial de instalação e customização do Joomla).


Assim como outros CMS, o Joomla ajuda a resolver um problema muito comum, que é o custo de se criar e manter um web site ou web portal razoavelmente complexo, repleto de recursos e conteúdo e que tem que ser mantido por várias pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico. A forma tradicional de se produzir um website ou web portal é a de se utilizar uma equipe de designers e programadores para construir o site e publicar o conteúdo. Os autores e editores de conteúdo ficam na dependência do pessoal técnico para conseguir publicar seu material no dia a dia. Acrescentar novos recursos envolve bastante tempo e dinheiro. O Joomla e outros CMS foram criados para ajudar a aliviar este problema.


CMS é um acrônimo para Content Management System ou Sistema Gerenciador de Conteúdo. Atualmente o emprego mais popular desta sigla se refere especificamente ao gerenciamento de conteúdo web. Um CMS serve para ajudar você a criar um web site ou um web portal de forma rápida e eficiente. Até mais importante, serve para ajudar a publicar e administrar conteúdo web mais facilmente, inclusive por pessoas não técnicas - tudo isso à partir de uma “base” já pronta.


Uma grande parte das funções necessárias para fazer funcionar um website/portal são comuns e previsíveis, tais como login de usuários, criação, edição e publicação de conteúdo, publicação de banners de propaganda, etc. Num CMS esses recursos já estão pré-programados e prontos para ser utilizados. Além disso, o CMS é extensível, através da instalação de módulos e componentes que servem para agregar funcionalidades eventualmente não presentes na instalação básica (por exemplo, uma galeria de imagens ou fórum de discussão). Muitos desses recursos estão disponíveis como componentes para download comercial ou gratuito na internet. Caso o usuário precise de uma funcionalidade e não encontre nenhum componente disponível na internet, ele mesmo pode programar ou contratar alguém para fazer isso, podendo tornar o componente disponível para outros usuários comercialmente ou através de licença GNU/GPL . Como usuário ou desenvolvedor, ele irá passar a integrar a comunidade Joomla.


Então um CMS é um modelo de website já pronto?”


Podemos dizer que um CMS é um framework, “um esqueleto” de website/portal pré-programado, com recursos básicos e de manutenção e administração já prontamente disponíveis. É algo muito mais sofisticado do que um “modelo de website”, pois é um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdo web de forma dinâmica, através de uma interface de usuário via web, não um mero conjunto de páginas HTML estáticas. Obviamente a aparência de um website criado com um CMS é customizável, através da utilização de templates (estes sim “modelos visuais” de website), que podem ser facilmente substituídos.


Como não poderia deixar de ser, a utilização de um CMS apresenta algumas desvantagens. Como em todo framework, trabalhar com um “modelo” pré-concebido implica em aceitar algumas características, restrições ou limitações desse “modelo”. Por exemplo, o CMS Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, fatos que podem ser problema para alguns usuários (Observação: suporte a outros bancos de dados populares está a caminho em versões futuras do Joomla). A aparência do site, apesar da relativa facilidade da customização, também fica de certa forma limitada pelo sistema de templates do CMS. O mesmo pode ser dito com relação a fatores como usabilidade e acessibilidade.


Por outro lado, os ganhos em produtividade e custo são enormes e, para uma grande parte dos casos, tornam essas limitações preocupações secundárias. A maioria dos CMS populares estão disponíveis na forma de software livre o que praticamente elimina os custos com licença de uso e garantem o acesso ao código-fonte. A presença de comunidades online crescendo em volta desses sistemas faz com que a mão de obra disponível torne-se cada vez mais abundante.


Com certeza existem inúmeras necessidades específicas, padrões corporativos de segurança, investimento em outras tecnologias, operação em larguíssima escala, etc, que podem inviabilizar a adoção de um CMS opensource, mas para uma vasta gama de aplicações e usuários, a relação custo/benefício é bem clara.


Por que o Joomla?


Dentre os vários CMS disponíveis na web, o Joomla, criado em 2005 (a partir de outro CMS popular, o Mambo) está se tornando um dos mais populares, com uma comunidade atuante e crescente. Está fora do escopo deste artigo apresentar argumentos para adoção do Joomla, mas podemos enumerar alguns muito importantes:


  • Joomla é decididamente software livre e não há perspectiva de mudança com relação à isso (isto é, vai continuar disponível gratuitamente)

  • já existem vários módulos e componentes disponíveis, criados à partir da base herdada do Mambo

  • a popularidade do Joomla está crescendo rapidamente, logo, a sua comunidade

  • a equipe por trás do Joomla, composta por membros chave criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e está disposta a modernizar o software continuamente

  • é um dos CMS com mais recursos disponíveis e de fácil utilização

  • foi escrito com PHP e MySql, dois dos softwares opensource mais populares da Internet


Tenho certeza de este CMS é forte candidato para pelo menos alguns de seus projetos.


O que preciso para poder utilizar o Joomla?

Para instalar o Joomla você terá que ler algum tutorial, mas basicamente a instalação é feita através do upload dos arquivos/diretórios do Joomla para o diretório onde pretende hospedar o seu site e da execução de um script PHP (através do seu browser) que vai criar automaticamente as tabelas de banco de dados utilizados pelo sistema. O script irá solicitar o nome de usuário e as senhas de acesso necessárias para acessar o seu host/database. O Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, portanto o local onde você irá hospedar o seu site deverá ter suporte esses softwares (algo que é muito comum, principalmente para hospedagem em Linux). Após o upload e execução do script, a administração do site é feita através de browser (recomendo o Firefox).


A versão corrente do Joomla pode ser obtida gratuitamente no site www.joomla.org. Você pode participar da comunidade brasileira do Joomla aqui.


Usando o Joomla

Como foi dito, uma das grandes vantagens de um CMS é a possibilidade de usuários não-técnicos poderem contribuir com artigos ou ajudar na manutenção do website/portal diretamente, sem depender de webdesigners e programadores.


O Joomla utiliza diferentes grupos de usuários, com nomes auto-explicativos e nível de permissões crescente:


Acesso ao “frontend” (o website/portal propriamente dito):

  • usuários registrados

  • autores

  • editores

  • publisher


Acesso ao “backend” (a interface web de administração)

  • manager

  • administrator

  • super administrator


Os usuários com acesso ao “frontend” podem criar conteúdo diretamente no próprio site, pois ao se “logarem” o Joomla oferece a opção de criação de conteúdo. Assim, usuários autores podem ser treinados e contribuir com seus artigos diretamente, sem depender de nenhum webdesigner. Usuários editores podem alterar artigos de todos os autores. Usuários com permissão de “publisher” podem liberar os artigos para acesso ao público.


Utilizando o “backend”, que é uma interface web separada do site propriamente dito, os usuários administradores podem criar novas seções, novas categorias, arquivar artigos, instalar novos módulos ou componentes, trocar o template visual do site, etc.


O Joomla elimina totalmente a necessidade de usuários com conhecimento técnico?


A resposta é não. Para fazer a instalação, customização e manutenção do Joomla, algum conhecimento técnico será necessário. Mas a boa notícia é que esse conhecimento é adquirível por qualquer pessoa disposta a estudar o assunto. Em outras palavras, não é necessário entender nem aprender programação. Nem mesmo é necessário conhecer webdesign, pois templates podem ser comprados ou encomendados a alguém (além dos gratuitos).


Mas o mais importante é que para a criação de conteúdo não é necessário conhecimento técnico nenhum, somente algum treinamento na utilização do “frontend”. Assim, finalmente pessoas leigas em webdesign (que serão os autores, editores e publishers do Joomla) podem criar, editar e publicar artigos quando ELES desejarem e sem entender nada de HTML e linguagens de programação. Essa é uma possibilidade, que convenhamos, há muito foi prometida mas que somente agora está começando a ser cumprida graças aos content management systems. E à medida em que esses CMS evoluem e amadurecem, mais fácilmente isso irá acontecer.


Resumindo

Sistemas CMS como o Joomla permitem que um website ou portal razoavelmente complexo seja criado com uma rapidez e baixo custo impossíveis de serem obtidos através do desenvolvimento tradicional, partindo “do zero”. Adicionalmente, permitem que usuários leigos em webdesign possam contribuir com conteúdo diretamente sem precisar de intermediários.


Joomla?

Para terminar uma curiosidade: o nome Joomla vem do equivalente fonético da palavra Swahili "Jumla”, que significa “todos juntos” ou “como um todo”. Provavelmente tem significado semelhante ao famoso “gung ho” da segunda grande guerra.


Texto extraido de www.joomla.com.br, escrito por: Por Helio Wakasugui


(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=1)

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da France Presse, em Washington

O Pentágono reconheceu ontem (4) ser alvo de tentativas de ataques de crackers provenientes de vários países e organizações --incluindo, segundo fontes oficiais, militares chineses que teriam tentado invadir o sistema em junho passado.

De acordo com o major Patrick Ryder, um dos porta-vozes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono "vigia estreitamente suas redes informáticas para evitar as invasões e estabeleceu procedimentos adequados para responder a elas".

"Sabemos que certo número de países e de grupos desenvolvem suas capacidades atualmente", acrescentou o porta-voz. "Assistimos a tentativas de Estados e organizações não-estatais variadas de acessar ilegalmente ou danificar os sistemas de informática do departamento".

Citando autoridades que não quiseram ser identificadas, o jornal "Financial Times" informou que militares chineses conseguiram invadir em junho passado a rede utilizada pelo gabinete do secretário da Defesa dos EUA, Robert Gates. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Jiang Yu, negou formalmente a acusação.

O porta-voz do Pentágono lembrou que o departamento nunca faz comentários sobre investigações ou incidentes em curso por questões de segurança. Ele disse, porém, que no final da última primavera (no hemisfério norte), ou seja, pouco depois do incidente relatado pelo "FT", a caixa de e-mails não-sigilosos de Gates ficou temporariamente fora do ar devido a uma "invasão detectada".

"Todas as medidas necessárias foram tomadas e o sistema foi rapidamente colocado em serviço", acrescentou o porta-voz.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=20&Itemid=1)

Palavras-chave: acusação, ataque, ataques, autoridade, autoridades, China, cracker, crackers, Departamento de Defesa, E.U.A., Estados Unidos, EUA, Gates, informática, invasão, invasões, investigação, investigações, notícia, notícias, Pentágono, rede, sistema, sistemas, USA

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Suspenso pregão do MS Office - Serpro tem 7 dias para propor alternativa para a Receita Federal

Quarta, 28/09/2007 – 14:09

“Suspenso pregão da Receita para compra de R$ 40 milhões em Office. Reunião entre Serpro, Receita e Ministério da Fazenda, decidiu aguardar uma semana para que sejam propostas alternativas à aquisição, que equivaleria a 6% da verba do Bolsa Família.

Da ComputerWorld: O pregão da Receita Federal para aquisição de mais de 40 milhões de reais em licenças do software Microsoft Office, previsto para esta quinta-feira (30/08), foi suspenso.

A decisão foi tomada após a reunião entre o secretário-executivo do ministério da Fazenda, Nelson Machado, o presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni, e o secretário da Receita Federal responsável pela Tecnologia de Informação e Segurança, Vítor Machado.

Como conseqüência, o Serpro e a Receita terão uma semana para propor alternativa à aquisição das licenças, considerada excessiva pela comunidade de software livre.

Segundo propôs o edital da Receita, datado de 15 de agosto, o órgão realizaria o pregão presencial nesta semana para aquisição de 44.087 licenças do Office. Desse total, 24.760 do tipo Standard e 19.327 da linha Professional.

A justificativa para a aquisição, de acordo com o que consta no documento, está fundamentada na estratégia da Receita de padronizar e modernizar seu parque computacional.

A principal polêmica gerada pelo edital estava na grande quantidade de licenças a serem adquiridas. Os 40,8 milhões de reais estimados na compra, equivalem, por exemplo, a 6% da verba destinada ao programa social federal Bolsa Família no mês de julho, que totalizou 680 milhões de reais, conforme apontou a comunidade de software livre.

“Não somos contra qualquer tipo de aquisição de software. O questionamento que a comunidade de software livre fez foi sobre a real necessidade sobre esse volume de licenças”, comenta Mário Teza, da Associação Software Livre.org e membro do Comitê Gestor da Internet (CGI). Segundo Teza, o argumento de que os aplicativos legados demandariam a implantação inevitável do Office não se justifica. “A questão dos aplicativos legados é de fácil solução. Basta o Serpro fazer alterações nos sistemas que a solução está resolvida”, diz.

Uma alternativa proposta pela comunidade de software livre – especialmente as organizações BrOffice.org, a Associação Software Livre.org e a Free Software Foundation Latin America – seria a implantação do BrOffice, já adotado pela Receita Previdenciária. O órgão economizou 21 milhões de reais em licenças com o pacote de escritório de código aberto.”

(fonte: http://br-linux.org/linux/suspenso-pregao-do-ms-office-receita-federal)

http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&

Palavras-chave: América Latina, aplicativos, código aberto, Comitê Gestor da Internet, edital, free software, Free Software Foundation, Free Software Foundation Latin America, internet, Latin America, licenças, Micosoft, Microsoft, Microsoft Office, Ministério da Fazenda, MS, notícia, notícias, Office, open source, opensource, polêmica, pregão, Receita Federal, segurança, Serpro, software, software livre, software proprietário, softwares proprietários, tecnologia, Tecnologia da Informação, Tecnologia de Informação e Segurança, verba, verbas, window$

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

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Nosso trabalho no Ubuntu é guiado por uma filosofia de liberdade de software, que esperamos que seja espalhada, e traga os benefícios das tecnologias de softwares para todas as partes do globo.

Software Livre e Código Aberto

Ubuntu é um projeto guiado por comunidade para criar um sistema operacional e um pacote completo de aplicativos usando software livre e código aberto. No núcleo da Filosofia Ubuntu de Liberdade de Software estão esses ideais filosóficos principais:

  1. Todo usuário de computador deve ter a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, compartilhar, alterar e melhorar seu software por qualquer motivo, sem ter que pagar taxas de licenças.

  2. Todo usuário de computador deve poder usar seu software na língua de sua escolha.

  3. Todo usuário de computador deve receber todas as oportunidades para usar um software, mesmo que seja portador de deficiência.

Nossa filosofia está refletida no software que produzimos e incluímos em nossa distribuição. Como resultado, os termos de licença do software que distribuímos são comparados com nossa filosofia, usando o Termo de Licença Ubuntu.

Quando você instala o Ubuntu, quase todos os softwares instalados já apresentam esses ideais, e estamos trabalhando para garantir que cada pedaço de software que você precisar estará disponível sob a licença que lhe dá essas liberdades. Atualmente, fizemos uma exceção específica para alguns "drivers" que estão apenas disponíveis na forma binária, sem os quais muitos computadores não irão completar a instalação do Ubuntu. Colocamos eles em uma seção restrita do nosso sistema que os torna triviais para remoção caso você não precise deles.

Para mais informações acerca dos componentes do Ubuntu, por favor visite Componentes.

Software Livre

Para o Ubuntu, o "livre" no "software livre" é usado primordialmente em referência à liberdade e não ao preço - contudo nós estamos comprometidos em não cobrar pelo Ubuntu. A coisa mais importante sobre o Ubuntu não é que ele é disponível gratuitamente, mas que ele confere direitos de liberdade de software às pessoas que o instalam e usam. São essas liberdades que permitem que a comunidade do Ubuntu cresça, compartilhando sua experiência coletiva e expertise para melhorar o Ubuntu, e fazê-lo próprio para uso em novos países e novas indústrias.

Nas palavras da Free Software Foundation "O Que é Software Livre", as liberdades centrais do software livre são definidas através:

  • Da liberdade de executar um programa, para qualquer propósito.

  • Da liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.

  • Da liberdade de redistribuir cópias, assim ajudando outros.

  • Da liberdade de aprimorar o programa, e revelar os melhoramentos ao público, beneficiando a todos.

O Software Livre tem sido um movimento social coerente por mais de duas décadas. Esse movimento produziu milhões de linhas de código, documentação, e uma comunidade vibrante da qual o Ubuntu tem orgulho de fazer parte.

Código Aberto

Código aberto é um termo criado em 1998 para remover a ambigüidade na palavra inglesa "livre". O Open Source Initiative descreveu o software de código aberto no Open Source Definition. O código aberto continua a aproveitar o crescente sucesso e o amplo reconhecimento.

O Ubuntu fica feliz em se auto denominar de código aberto. Enquanto alguns referem-se a livre e código aberto como movimentos competidores com diferentes fins, não os vemos nem como distintos ou incompatíveis. O Ubuntu orgulhosamente inclui membros que se identificam com ambos os movimentos.

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=16&Itemid=1)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 0 comentário

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Publicado em Qua, 11/07/2007 - 00:12 :: BR-Linux


O BR-Linux promoveu durante todo o mês de julho de 2007 a coleta de dados da quarta edição de sua Pesquisa nacional BR-Linux de compatibilidade 2007. Os usuários foram convidados a relatar quais equipamentos e serviços já viram funcionar no Linux, com que grau de sucesso e em que distribuição.

A pesquisa teve o apoio de Macte, Ubuntu-BR, Intel, Projeto Fedora Brasil e Red Hat.

A pesquisa busca coletar dados sobre o que funciona no Linux hoje, e não sobre procedimentos de configuração para cada equipamento ou serviço, algo que já é feito por diversos outros projetos.

Veja os relatórios que já estão disponíveis

http://br-linux.org/linux/pesquisa-hardware

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=12&Itemid=1)

Palavras-chave: 2007, BR-Linux, Brasil, compatibilidade, distribuição, equipamento, equipamentos, Fedora, hardware, Intel, Linux, Macte, open source, opensource, pesquisa, pesquisa nacional, Projeto Fedora, projetos, Red Hat, relatórios, serviço, serviços, software, Ubuntu, usuário, usuários

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Setembro 22, 2007

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Linux realmente não é para qualquer um. Sério!Deixe-me apresentar as minhas cinco principais razões para lhe convencer a NUNCA...

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Setembro 23, 2007

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Linux realmente não é para qualquer um. Sério!
Deixe-me apresentar as minhas cinco principais razões para lhe convencer a NUNCA cair na besteira de pensar em migrar para Linux.

Razão número um: Linux é muito complicado

Mesmo com estas interfaces gráficas modernas, tipo KDE, Gnome e XFCE, embora em 99,9% do tempo você tenha apenas que usar o mouse, pode ser que em algum momento – apenas possível, nem mesmo provável – você seja obrigado a usar uma horrível linha de comando e escrever comandos complicadíssimos como ls para listar arquivos de um diretório ou cd para mudar de diretório, ou editar um mísero arquivo de configuração!

Veja, se você compara isto com o Windows, onde você em algum momento precisará de utilizar uma linha de comando DOS – apenas possível, nem mesmo provável – tendo que digitar dir para listar arquivos de um diretório e cd para mudar de diretório, ou que você tenha que editar um arquivo Windows Registry onde, os técnicos lhe dirão, apenas uma linha poderá comprometer o seu sistema de tal forma que você terá de reinstalá-lo do zero. Quanta diferença!


Razão número dois: Linux é muito difícil de instalar

E é verdade! Pois, no fim das contas, com estes sistemas modernos de instalação do Linux, como no Flux Linux (merchandising!), Ubuntu, Mandriva, Suse, Red Hat e Debian, você ainda é obrigado a colocar o CD ou DVD no driver, apertar um botão infame, escolher um nome para o seu computador e fornecer uma senha para o usuário do sistema. Meu Deus, quanta complicação!

Agora veja, com o Windows é tudo diferente. Você tem colocar o CD ou DVD no driver, fazer exatamente as mesmas coisas anteriores e então iniciar o processo de atualização on line do sistema, que pode durar de duas a três horas! Mas no final, vale a pena, pois estudos da Symantec comprovam que sistemas Windows desatualizados podem ser criticamente infectados em questão de horas. Veja, no Linux tudo é horrivelmente aborrecido: O sistema, sem nenhuma atualização de segurança, deverá estar seguro e atual por período superior a seis meses! Que graça tem isto?! Cadê a emoção?!



Razão número três: Linux não possui aplicações suficientes

É bem verdade que atualmente a grande maioria das distribuições Linux já vêm com diversos Navegadores de Internet dos mais seguros, como o Firefox ou com recursos desconhecidos no mundo Windows, como a tradução simultânea de página disponível no Konqueror. Claro que todas já vêm com clientes de email como o Kmail ou Evolution; com clientes de Mensageiros Instantâneos para MSN, como o Kopete ou o Gaim; com aplicativos VoIP, como Ekiga e Skype; vêm com editores de Imagem, Som, Vídeo e editores de páginas para internet, como os aplicativos Gimp, Audacity, LiVES e NVU. Seguramente você terá aplicativos multimídia para ouvir CD, em formato WAV, MP3 e OGG, assistir DVD, VCD, MPEG4, etc... Além disto, você terá opções: Xine, Kaffeine, Mplayer, VLC Player, etc. Na verdade, a maioria das distribuições Linux já possuem toda a suíte de escritório instalada e gratuita. Você poderá editar textos, planilhas e apresentações de graça com o Open Office e seus derivados! E mais, é certo que você poderá ler e escrever nos formatos de arquivos do Office do Windows: .doc, .xls e .ppt sem mistérios! Há ainda os aplicativos profissionais de banco de dados, de servidor web, de acesso remoto seguro com criptografia forte, de interação com rede Windows, etc... etc e etc...

Mas, para falar a verdade, Windows também tem o Internet Explorer e o Outlook Express, o navegador de internet e o cliente de e-mails mais utilizados por aí. Se bem que ambos tenham alguns problemas de segurança... É claro que o Windows também tem um cliente MSN (afinal, é MS...), embora, também aqui os problemas de segurança não sejam poucos...

E óbvio, o Windows também vem com o Microsoft Office, o qual... – Oh! É verdade, havia me esquecido, terei de comprá-lo a parte por um custo parecido com aquele do meu Computador. Vixe! Mas, existem opções: Lotus 1-2-3... Hummm, será realmente uma opção?! O que falar do finado Wordperfect?! Talvez hoje a melhor solução para o ambiente Windows seja mesmo instalar um Open Office para Windows, aquele mesmo que você pode utilizar de graça também no Linux, com as mesmas funcionalidades!

Bom, para resumir: Qual era mesmo aquele aplicativo que não TINHA no Linux? Não estou me lembrando...



Razão número quatro: Linux não é seguro

Bem se a Microsoft diz isto, é porque deve ser verdade... ou não! O que devo pensar? Esta empresa é realmente especialista em IN-segurança, pois não passa um dia sem que tenhamos notícia de mais uma falha crítica de segurança no Windows. A quem você deve dar crédito: à Microsoft ou a sua própria experiência?!


Razão número cinco: Linux é muito caro

Você está querendo dizer que a Microsoft é uma mentirosa? Veja bem, estas empresas Linux horrorosas, como a Flux Softwares (merchan again...), Red Hat, SuSE lhe cobram até mesmo uma taxa para você ter o suporte ao Linux. De toda forma, em geral, você poderá baixar os Softwares de graça pela internet, plenamente funcionais e sem restrições de desempenho.

Mas veja, você compra o seu computador e o Windows já vem instalado, certo? De graça, certo? Hummm, de graça?! Bom, se o seu computador tem o selinho da Microsoft o preço estará embutido e será três vezes mais caro, por dez vezes menos software do que o que vem em qualquer distribuição Linux. Mas talvez o mais certo é que ele não possua o selinho, seja um legítimo pirateado, com ou sem o seu conhecimento!

Mas, de toda forma, ele já vem com tudo. Completinho, completinho! A menos que você queira editar um texto e fazer uma planilha. Neste caso pague mais R$ 1.400,00 pelo MS Office. Ou que você queira se dar ao luxo de uma proteção contra Vírus, mais R$ 120,00 pelo Norton, ou contra aqueles terríveis Spywares que querem levar a senha de sua conta bancária, mais R$ 70,00 pelo McAFee. Se quiser um Firewall de brinde, para evitar invasões ao seu computador doméstico ou àquele da contabilidade de sua empresa, mais R$ 90,00 pelo Zone Alarm Pro. Mas senão, o seu sistema é seguro mesmo... não precisa de nada disto. Existe sempre a alternativa de reinstalar tudo, perdendo, é claro, todos os seus arquivos... É tudo apenas terrorismo!

Pensando em tudo isto, eu lhe pergunto que razões haveria para você usar Linux? Bobagem!!!

Ulisses Leitão

(fonte: http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=36&Itemid=1)

Postado por Priscila Frohmut Fonseca em Software Livre - Sociedade Livre | 8 comentários

Setembro 28, 2007

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O Grupo GNUSP agora está organizando álbuns de fotos

... mas como ainda não pude pré-selecionar fotos para upload aqui no Stoa, deixo aqui o link para a página de fotos do GNUSP

Grupo GNUSP - Galeria de fotos

pra quem preferir assim, esse aqui é o URL da página:

http://gnusp.cjb.net/galeria/

Seja Livre!

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Setembro 29, 2007

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http://gnusp.cjb.net/portal/index.php?option=com_content&tas

Divulgação de SLVeja as fotos da distribuição de softwares livres pelo GNUSP no fórum mundial da...

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Setembro 30, 2007

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Inseri agora arquivos - formato php/htm - com textos sobre as Licenças GNU (Cretive Commons). Pra quem quiser dar uma conferida, coloco aqui na postagem os links das páginas de origem dos textos:

GNU Free Documentation License
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=1)

GPL - General Public License
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=4)

LGPL - Licença Pública Geral Menor
(url: http://www.cipsga.org.br/sections.php?op=viewarticle&artid=4)

a pasta com os textos é esta aqui

Software Livre - textos
(url: http://stoa.usp.br/gnusp/files/304)

OBS: todos os textos já estão traduzidos, em Português

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