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VÍDEO HOMENAGEM A JOSÉ REIS E PAVAN-SÉRIE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA-n.2POETA MARCELO ROQUE
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MINHA FOTO COM JEAN BAUDRILLARD, ESTÁ NA PÁGINA PRINCIPAL DESTE POST, ASSIM COMO AS DEMAIS POSTAGENS [clique blog-ao lado]

Comemoração dos 400 anos do uso de telescópio por Galileu Galelei, capa da REVISTA UNESP CIÊNCIA, lançada esta semana, e da poesia de Marcelo Roque,AUTOR DE VÍDEOS E POESIA NA ÁREA DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, ENTRE OUTRAS...

CONVITE DE LANÇAMENTO
DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA:OLHARES tem também textos de Maurício Tuffani e Ricardo Bonalume Neto da revista lançada esta semana UNESPCIÊNCIA com capa em homenagem a Galileu Galilei. Aqui, poesia de Marcelo Roque sobre o tema:

"SIDEREUS NUNCIUS"
Bem fez Galileu,
que tão bem sabia,
que de nada valiam as luzes no infinito
sem os olhares para contempla-las
Marcelo Roque

.POESIA "O BELO" LOGO ABAIXO

Procuro sempre novas linguagens comunicacionais e interdisciplinariedade, como nesta poesia e nos blogs.

O Belo

José Reis já sabia,
e também Pavan,
que bela, sempre foi a flor
antes mesmo do olhar
e do amor ...

Marcelo Roque

"Homenagem a estes dois grandes cientistas,
José Reis e Crodowaldo Pavan, que sempre
perceberam a intrínseca relação existente
entre a beleza, a ciência, e a natureza" Marcelo Roque

Sempre em movimento, procuro me adaptar e adaptar a Divulgação Científica ao século XXI, entendendo esta como forma abrangente de conhecimento.
Usamos todos recursos comunicacionais para tentar efetiva a Divulgação Científica, entre eles a poesia,vídeos, orkut, wikipédia e todos recursos da informática ao nosso alcance.

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divulgação científica, e todas formas de linguagens que consigam expressar melhor fenômenos em movimento., ficção científica, filosofia, gkdivulgahttp:// criative nonfiction, jornalismo científico, jornalismo literário, lab lit, literatura, redação, science writing, teoria da comunicação voltada para o ciberespaço B

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MANUEL CALVO HERNANDO FALECEU, MAS SEU EXEMPLO DE DIVULGADOR CIENTÍFICO CONTINUA PARA NÓS.

 
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A morte do pioneiro do jornalismo científico da Espanha, Manuel Calvo Hernando, aos 88 anos, no dia 16, em Madri, lembra importante ciclo de incentivo à divulgação da ciência na imprensa da América Latina, com especial destaque para o Brasil.

Calvo Hernando ajudou a criar, em países da América Central e do Sul, associações de jornalismo científico, visando despertar o interesse das novas gerações para a divulgação da ciência.

Bacharel em direito, não exerceu a advocacia, preferindo a atividade de jornalista nas páginas do diário “Ya”.

Esteban Cobo – 13.set.98/Efe
O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri
O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri

Em 1955, ao cobrir a 1ª. Conferência Mundial de Usos Pacíficos da Energia Atômica, organizada pela ONU, em Genebra, descobriu a ciência e a importância de tornar acessível à maioria o conhecimento de uma minoria, como dizia em suas palestras.

Desde então, até mesmo quando assumiu o cargo de subdiretor do jornal, continuou a escrever sobre ciência.

Como pioneiro do jornalismo científico espanhol, dizia que o conhecimento dos avanços da ciência e da tecnologia pela população a ajudaria a decidir sobre seu futuro.

Em 1969, iniciou uma série de cursos e palestras na América Latina quando, em colaboração com o venezuelano Aristides Bastidas, fundou a Associação Ibero-Americana de Jornalismo Científico.

Em 1970, a convite do professor José Marques de Melo, ministrou curso na Escola de Comunicações Culturais da USP, cujas lições, destaca Marques de Melo, “foram basilares para a aprendizagem e o exercício crítico do jornalismo científico”.

Calvo Hernando incentivou a fundação da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, criada em 1978. Graças ao seu empenho, São Paulo foi sede, em 1982, do 4º. Congresso Ibero-Americano de Jornalismo Científico, realizado concomitantemente com o 1º. Congresso da ABJC.

A repercussão dos congressos resultou, na década de 80, no surgimento de editorias de ciência e tecnologia nos principais jornais do país.

Há dez anos, durante o 1º. Congresso Internacional de Divulgação Científica realizado na USP pelo Núcleo José Reis e pela Associação Brasileira de Divulgação Científica, proferiu sua
última conferência no Brasil, quando analisou os desafios ligados à ética na divulgação científica.

Em um dos cursos que ministrou na Espanha, um aluno perguntou sobre as qualidades necessárias para ser jornalista científico. Respondeu: “Em primeiro lugar, deve ser jornalista e conhecer o ofício. Depois, deve ter amor especial ao conhecimento e uma curiosidade universal, além de espírito pedagógico”.

Não houve sepultamento do corpo de Hernando. Ele doou seu corpo a uma faculdade de medicina.

Em www.manuelcalvohernando.es podem ser lidos alguns de seus artigos, como o “Decálogo do Divulgador da Ciência” por ele criado.

Julio Abramczyk

Julio Abramczyk, médico formado pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp, faz parte do corpo clínico do Hospital Santa Catarina, onde foi diretor-clínico. Na Folha desde 1960, já publicou mais de 2.500 artigos. Escreve aos sábados na seção ‘Saúde’.

 

Palavras-chave: DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA, EXEMPLO, FALECIMENTO, HOMENAGEM, http://www1.folha.uol.com.br/colunas/julioabramczyk/1142804-a-importante-missao-de-um-divulgador-cientifico.shtmlA importante mi, MANUEL CALVO HERNANDO

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A morte do pioneiro do jornalismo científico da Espanha, Manuel Calvo Hernando, aos 88 anos, no dia 16, em Madri, lembra importante ciclo de incentivo à divulgação da ciência na imprensa da América Latina, com especial destaque para o Brasil.

Calvo Hernando ajudou a criar, em países da América Central e do Sul, associações de jornalismo científico, visando despertar o interesse das novas gerações para a divulgação da ciência.

Bacharel em direito, não exerceu a advocacia, preferindo a atividade de jornalista nas páginas do diário “Ya”.

Esteban Cobo – 13.set.98/Efe
O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri
O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri

Em 1955, ao cobrir a 1ª. Conferência Mundial de Usos Pacíficos da Energia Atômica, organizada pela ONU, em Genebra, descobriu a ciência e a importância de tornar acessível à maioria o conhecimento de uma minoria, como dizia em suas palestras.

Desde então, até mesmo quando assumiu o cargo de subdiretor do jornal, continuou a escrever sobre ciência.

Como pioneiro do jornalismo científico espanhol, dizia que o conhecimento dos avanços da ciência e da tecnologia pela população a ajudaria a decidir sobre seu futuro.

Em 1969, iniciou uma série de cursos e palestras na América Latina quando, em colaboração com o venezuelano Aristides Bastidas, fundou a Associação Ibero-Americana de Jornalismo Científico.

Em 1970, a convite do professor José Marques de Melo, ministrou curso na Escola de Comunicações Culturais da USP, cujas lições, destaca Marques de Melo, “foram basilares para a aprendizagem e o exercício crítico do jornalismo científico”.

Calvo Hernando incentivou a fundação da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, criada em 1978. Graças ao seu empenho, São Paulo foi sede, em 1982, do 4º. Congresso Ibero-Americano de Jornalismo Científico, realizado concomitantemente com o 1º. Congresso da ABJC.

A repercussão dos congressos resultou, na década de 80, no surgimento de editorias de ciência e tecnologia nos principais jornais do país.

Há dez anos, durante o 1º. Congresso Internacional de Divulgação Científica realizado na USP pelo Núcleo José Reis e pela Associação Brasileira de Divulgação Científica, proferiu sua
última conferência no Brasil, quando analisou os desafios ligados à ética na divulgação científica.

Em um dos cursos que ministrou na Espanha, um aluno perguntou sobre as qualidades necessárias para ser jornalista científico. Respondeu: “Em primeiro lugar, deve ser jornalista e conhecer o ofício. Depois, deve ter amor especial ao conhecimento e uma curiosidade universal, além de espírito pedagógico”.

Não houve sepultamento do corpo de Hernando. Ele doou seu corpo a uma faculdade de medicina.

Em www.manuelcalvohernando.es podem ser lidos alguns de seus artigos, como o “Decálogo do Divulgador da Ciência” por ele criado.

Julio Abramczyk

Julio Abramczyk, médico formado pela Escola Paulista de Medicina/Unifesp, faz parte do corpo clínico do Hospital Santa Catarina, onde foi diretor-clínico. Na Folha desde 1960, já publicou mais de 2.500 artigos. Escreve aos sábados na seção ‘Saúde’.

 

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Bacharel em direito, não exerceu a advocacia, preferindo a atividade de jornalista nas páginas do diário “Ya”.

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O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri

Em 1955, ao cobrir a 1ª. Conferência Mundial de Usos Pacíficos da Energia Atômica, organizada pela ONU, em Genebra, descobriu a ciência e a importância de tornar acessível à maioria o conhecimento de uma minoria, como dizia em suas palestras.

Desde então, até mesmo quando assumiu o cargo de subdiretor do jornal, continuou a escrever sobre ciência.

Como pioneiro do jornalismo científico espanhol, dizia que o conhecimento dos avanços da ciência e da tecnologia pela população a ajudaria a decidir sobre seu futuro.

Em 1969, iniciou uma série de cursos e palestras na América Latina quando, em colaboração com o venezuelano Aristides Bastidas, fundou a Associação Ibero-Americana de Jornalismo Científico.

Em 1970, a convite do professor José Marques de Melo, ministrou curso na Escola de Comunicações Culturais da USP, cujas lições, destaca Marques de Melo, “foram basilares para a aprendizagem e o exercício crítico do jornalismo científico”.

Calvo Hernando incentivou a fundação da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, criada em 1978. Graças ao seu empenho, São Paulo foi sede, em 1982, do 4º. Congresso Ibero-Americano de Jornalismo Científico, realizado concomitantemente com o 1º. Congresso da ABJC.

A repercussão dos congressos resultou, na década de 80, no surgimento de editorias de ciência e tecnologia nos principais jornais do país.

Há dez anos, durante o 1º. Congresso Internacional de Divulgação Científica realizado na USP pelo Núcleo José Reis e pela Associação Brasileira de Divulgação Científica, proferiu sua
última conferência no Brasil, quando analisou os desafios ligados à ética na divulgação científica.

Em um dos cursos que ministrou na Espanha, um aluno perguntou sobre as qualidades necessárias para ser jornalista científico. Respondeu: “Em primeiro lugar, deve ser jornalista e conhecer o ofício. Depois, deve ter amor especial ao conhecimento e uma curiosidade universal, além de espírito pedagógico”.

Não houve sepultamento do corpo de Hernando. Ele doou seu corpo a uma faculdade de medicina.

Em www.manuelcalvohernando.es podem ser lidos alguns de seus artigos, como o “Decálogo do Divulgador da Ciência” por ele criado.

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Bacharel em direito, não exerceu a advocacia, preferindo a atividade de jornalista nas páginas do diário “Ya”.

Esteban Cobo – 13.set.98/Efe
O jornalista científico espanhol Manuel Calvo Hernando, que morreu aos 88 anos em Madri
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Em 1955, ao cobrir a 1ª. Conferência Mundial de Usos Pacíficos da Energia Atômica, organizada pela ONU, em Genebra, descobriu a ciência e a importância de tornar acessível à maioria o conhecimento de uma minoria, como dizia em suas palestras.

Desde então, até mesmo quando assumiu o cargo de subdiretor do jornal, continuou a escrever sobre ciência.

Como pioneiro do jornalismo científico espanhol, dizia que o conhecimento dos avanços da ciência e da tecnologia pela população a ajudaria a decidir sobre seu futuro.

Em 1969, iniciou uma série de cursos e palestras na América Latina quando, em colaboração com o venezuelano Aristides Bastidas, fundou a Associação Ibero-Americana de Jornalismo Científico.

Em 1970, a convite do professor José Marques de Melo, ministrou curso na Escola de Comunicações Culturais da USP, cujas lições, destaca Marques de Melo, “foram basilares para a aprendizagem e o exercício crítico do jornalismo científico”.

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A repercussão dos congressos resultou, na década de 80, no surgimento de editorias de ciência e tecnologia nos principais jornais do país.

Há dez anos, durante o 1º. Congresso Internacional de Divulgação Científica realizado na USP pelo Núcleo José Reis e pela Associação Brasileira de Divulgação Científica, proferiu sua
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Em um dos cursos que ministrou na Espanha, um aluno perguntou sobre as qualidades necessárias para ser jornalista científico. Respondeu: “Em primeiro lugar, deve ser jornalista e conhecer o ofício. Depois, deve ter amor especial ao conhecimento e uma curiosidade universal, além de espírito pedagógico”.

Não houve sepultamento do corpo de Hernando. Ele doou seu corpo a uma faculdade de medicina.

Em www.manuelcalvohernando.es podem ser lidos alguns de seus artigos, como o “Decálogo do Divulgador da Ciência” por ele criado.

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DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E POESIA COMO QUERIA JOSÉ REIS [SEC XX], MARCELO ROQUE [SEC XXI]
MARCELO ROQUE
Século XXI
POETA DO ORKUT


CIÊNCIA

Finalmente, encontramos água em Marte, e já podemos dizer às flores,
que elas podem sonhar com as primaveras marcianas ...
Nas salas de cirurgias, mãos robotizadas e programadas por computadores,
ajudam a salvar vidas, em suas verdadeiras odisséias intracorporais ...
E enquanto isso, dentro dos vidros nos laboratórios, continuamos expandindo
ainda mais o amor, fazendo brotar dos troncos celulares
Os mais vermelhos corações ...