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Janeiro 28, 2012

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Postado por macassis

Na minha opinião, trata-se de uma sequência bem simples de procedimentos. Primeiro, faça isto:

Estude com antecedência! Nada de deixar para a última hora ou esperar a prova ser marcada: estude para aprender, todos os dias em casa. Nesta foto está a lista de exercícios que resolvi durante uma disciplina: imagine ter que fazer isso as vésperas de uma prova? 
Claro que estudar cansa, mas para isso existem as bebidas a base de cafeína...


Que sempre te ajudam a manter o foco. Agora, se você não estuda durante as aulas e espera chegar a hora da prova para se preparar... bem, ainda resta uma última opção:

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É um assunto pouco estudado, mas bastante falado.  O uso das novas tecnologias em sala de aula é realmente motivador: veja por exemplo, essa foto que tirei durante uma aula do curso de Mecânica 1 quando ainda estava na graduação...

E esta outra, de um trabalho em grupo na biblioteca, tirada na mesma época:

moral da história: se o professor dá uma aula ruim e não consegue motivar os alunos, o princípio do "gibi-dentro-do-livro"será sempre aplicável. Acontecia com os livros, acontece com o notebook, acontecerá com o tablet...

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Dezembro 13, 2011

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Postado por macassis

A idéia de proteger o corpo usando uma armadura não faz parte do leque de idéias geniais e inovadoras de Destino, ela existe desde o princípio da história humana. Durante  centenas de anos, todo avanço em armamento trouxe um equivalente em armaduras pessoais até que a invenção da pólvora resultasse em mosquetes e canhões que mudaram o mundo no século XVI. É justamente sobre isso que falo nesse post em meu blog, que você pode acessar clicando aqui.

 

Palavras-chave: armadura de placas, armadura medieval, Ciência dos Super-Heróis, Dr. Destino, Física dos Super-heróis, quarteto fantástico, Super-Heróis

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Dezembro 10, 2011

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Postado por macassis

Aproveitando a onda de artigos sobre física e histórias em quadrinhos, quero aproveitar e falar um pouco sobre um dos super-heróis mais injustiçados da DC Comics. 
Sério, todo respeito ao gosto de cada um, mas essa versão "Capitão Gancho" do Aquaman me decepcionou profundamente... para mim, ele será sempre o bom moço com péssimo gosto para combinar cores em suas roupas, que utilizava bolinhas d´água em suas lutas e cavalgava cavalos marinhos. Mas o essa nova versão no reboot da DC trouxe ao Aquaman o maior aliado que um super-herói pode desejar: um escritor que faz alguma idéia de como seus superpoderes funcionariam! 

De todo modo, o herói passou por uma recente reformulação (assim como todos os personagens da editora). O texto sobre os poderes do Aquaman está aqui. Saiba mais a respeito do reboot da DC e o novo Aquaman

 

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Nos quadrinhos de horror, por exemplo, é muito difícil para os autores encontrarem alguma consistência entre os vários mitos relacionados a aparições fantasmagóricas, vampiros ou zumbis e é isso o que torna esse gênero de quadrinhos muitas vezes enfandonho. Não foi o que aconteceu com os zumbis do universo Marvel e o texto que escrevi em meu blog a respeito pode ser lido clicando aqui, onde simulo uma infestação zumbi em São Paulo: quanto tempo nós teríamos de vida, entre o primeiro zumbi e o total apocalipse?

 

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Postado por macassis

Criado em 1977 para o desenho animado dos “Superamigos” (“Challenge of the SuperFriends”), o Chefe Apache é um índio da tribo dos Apaches dos dias de hoje, com o poder de se transformar num gigante com 50 pés de altura – o equivalente a 16 metros, no Sistema Internacional. Como era praxe naquela época, sua origem é simplista -  ele ganhou seu poder do xamã de sua tribo em troca de salvar algumas pessoas que estavam em perigo. 
Mas é o seu "superpoder" de aumentar de tamanho que me chamou a atenção, e sua relação com a lei do cubo e do quadrado de Galileu Galilei. Escrevi sobre isso no meu blog e você pode acompanhar o texto completo clicando aqui.

 

Palavras-chave: Ciência dos Super-Heróis, Desenho Animado, Lei do Cubo e do Quadrado, Super-Heróis

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Voltando a falar mais um pouco sobre o Flash, é bom lembrar que se em suas histórias um personagem de HQ pode se mover a uma velocidade próxima a da luz, isso não significa exatamente que ele pode correr à essa velocidade. Esse é o teor do texto que escrevi em meu blog, comparando Jay Garrick, Wally West e Barry Allen, que você pode ler clicando aqui.

 

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Não é preciso segurar o fôlego, mas é melhor amarrar bem seus cadarços, porque hoje  quero explicar por quê  o velocista mais famoso é também o Super-Herói mais poderoso das Histórias em Quadrinhos! Vamos ter que falar um pouco sobre relatividade restrita (ou especial, tanto faz) no caminho, e você pode acompanhar tudo no meu blog clicando aqui.

 

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Fevereiro 10, 2010

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Na verdade, me refiro ao grande mistério que é o funcionamento da atribuição de aulas na Diretoria de Ensino Centro-Oeste. É possível que a mesma confusão tenha ocorrido em todas as outras, mas como só estive na Centro-Oeste, não posso falar das outras.

Não sei se você que está lendo isso já participou de alguma atribuição de aulas alguma vez na vida. Trata-se de uma experiência única, que você pode ter uma boa idéia de como funcionava lendo este post aqui. Ou pelo menos "saber como era antes" já que agora  temos o "processo seletivo simplificado" que DEVERIA deixar as coisas mais simples. Infelimente, o efeito foi justamente o contrário...

Os professores efetivos da rede publica participaram da atribuição na semana passada. Aos temporarios ("OFAS" como são chamados) experientes e novatos aprovados no processo seletivo (como eu) a atribuição se deu nos dias 08 e 09 de fevereiro. Assim, na segunda-feira as 9:00 da manhã teve início a odisséia...

Em primeiro lugar, é necessário que você saiba que os professores temporarios se dividem em categorias: há os experientes que já possuem algum tipo de vinculo com o Estado (categoria "F")  e os novatos no sistema público (categoria "L", em que me incluo). Graças as manobras realizadas pela APEOESP (que transformaram a prova eliminatória em classificatória) houve também duas listas de colocação: uma para os que conseguiram obter 40 ou mais pontos na prova seletiva (aprovados) e outra para os que obtiveram pontuação inferior a 50% da prova (reprovados, portanto). 

Bem, a ordem da atribuição para os OFAS seria a seguinte, na ordem:

1-Formados com licenciatura plena

2-Formados com licenciatura curta (nem quero saber o que é isso...)

3-Alunos de ultimo ano de licenciatura plena

4- Bachareis e Tecnologos

5- alunos que tenham concluido + de 50% de seus cursos.

Sempre a lista da Categoria "F" sendo chamada antes da "L", em todas as situações. Parece bem organizado, mas não se iluda! A confusão começa na hora de chamar os nomes, contando-se apenas com a força pura do gogó até alguém aparecer (já as 10 da manhã) com um microfone e um amplificador, posicionados em frente a porta de entrada (de forma que quem estivesse distante mal conseguia entender o que se dizia).

Depois, a demora: todas as áreas (ciências humanas, da natureza, linguagens & códigos, etc ) eram chamadas de 10 em 10 pessoas, na mesma porta e sem a menor pressa. 

Para ajudar, a própria diretoria de ensino parecia não saber ao certo qual a ordem das listas a ser atendida: na área de artes, assim que a lista de aprovados da categoria F com licenciatura plena acabou, quiseram chamar a lista dos "F" com licenciatura curta - o que gerou vários protestos, pois o correto seria chamarem os "L" com licenciatura plena e depois os "F"curta...

A demora era tanta que alguns professores ansiosos passaram a se dependurar nas grades das janelas das classes para conseguir ver se ainda haviam aulas disponíveis nos paineis dentro das classes.

Ainda assim, resisti bravamente. A tarde rendeu ótimos papos com uma professora mãe de 4 filhos (de 5 pais diferentes, como fez questão de enfatizar) que achava que a segunda guerra mundial ocorreu há 150 anos atrás. E uma recém-mamãe que estava mal colocada na lista de classificação, com muita vontade de dar aulas  pela primeira vez.

Infelizmente, ao ser finalmente chamada, a recém-mamãe deu de cara com uma lousa vazia - todas as aulas de biologia e ciências estavam esgotadas. Uma pena.

Palavras-chave: atribuição, Broncas, diretoria ensino centro oeste, OFA, professor temporario

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Dezembro 22, 2009

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Como muitos de meus colegas, concluí o curso de licenciatura em uma universidade pública sem ter a menor noção de como é lecionar em uma escola pública.

De forma curiosa, escolas particulares so faltam disputar no tapa os professores formados pela USP - enquanto o sistema público dificulta ao máximo nossa contratação. Explico: para lecionar na rede particular de ensino basta enviar seu curriculo, fazer uma entrevista, em certos casos uma prova de conhecimentos (das quais muitas vezes somos dispensados só ao apresentarmos o C.V.) e a famosa " aula-teste". Enquanto isso, na diretoria de ensino mais próxima de você... parece ser necessário outro curso universitário só para entender o que dizem. Até 2 anos atrás, quem quisesse se inscrever como professor (eventual?substituto?temporario?lobisomem?) passava por uma verdadeira via crucis, por não ter experiencia na rede publica.

Engraçado que passamos 4 anos (no mínimo) sob a tutela de uma instituição estadual, criticando o sistema de ensino básico, aprendendo a ensinar, a despertar o interesse do aluno,verdadeiros soldados de elite  prontos para batalhar e quando chegamos ao front somos enviados para a cozinha descascar batatas... como assim??? É que o antigo sistema de atribuição de aulas priorizava os professores eventuais com mais tempo de carreira. (quem encontrou alguma contradição nessa frase levante a mão...como um professor pode seguir carreira como eventual?) Para o recém-formado é simples o caminho: se não houver um concurso para professor no ano em que conclui sua graduação, toca encarar o trabalho como temporário até  que o Estado abra a contratação. Claro, os concursos não são regulares e pode acontecer de o professor ter que seguir como temporário, mas o que dizer de um professor que com 30 anos de carreira não é aprovado em um concurso publico para o cargo que exerce?

E por que dar prioridade a este profissional quando outro melhor capacitado está ingressando no mercado de trabalho? Qual a lógica disso?

Ano passado a seleção dos temporários seria feita através de uma prova seletiva...nada mais justo! Afinal, o mínimo que se espera de um professor é que

a) domine o conteúdo de sua disciplina

b) tenha um bom conteúdo pedagógico

Infelizmente, a prova foi cancelada e seguiu-se o mesmo jogo de cartas marcadas para seleção de professores, em que o maior prejudicado é o aluno. Esse ano, porém, a tal prova foi realizada!

Nos dias 13 e 20 de dezembro, quem desejasse ingressar como professor na escola pública teve finalmente sua oportunidade de competir na atribuição de aulas de maneira (aproximadamente) justa: uma prova de 80 questões, sendo 60 de carga específica e 20 de conteúdo pedagógico.Particularmente, prefiro duas provas de 60 questões, divididas em 2 dias, uma sobre conteudo especifico da disciplina e outra para a parte pedagogica, mas enfim...

Os professores que já trabalham na rede devem entender que a realização desta prova não é, em nenhuma circunstância, desrespeitosa - mas as condições em que foi aplicada, sim! Em São Paulo, a prova foi realizada em locais com difícil acesso (no meu caso, fiz a prova na Zona Norte, foram 2 onibus, um metrô e 10 minutos de caminhada com a garganta inflamada em um domingo de manhã).A desorganização chegou ao ponto em que não havia uma, mas várias listas em ordem alfabetica - uma para cada andar do predio, na verdade. Dessa forma, era necessário checar em todas as listas até encontrar seu andar e sala, um procedimento cansativo e desnecessário.

Nem vou comentar o fato da prova não ter chegado a algumas cidades do interior (como em Araraquara, por exemplo) e os comentários de professores que receberam provas diferentes das disciplinas em que se inscreveram. Fora isso, o importante seria explicar para quem ainda está perdido como funcionará o processo seletivo...afinal, como fica a situação dos professores que possuem já uma certa pontuação na rede e não conseguiram acertar metade (sim, metade) da prova?

Bem, a pontuação máxima pelo tempo de serviço que pode ser contabilizada na nota da prova para atribuição de aulas é de oito pontos, segundo o site da Secretaria de Estado da Educação.Como a nota de corte é 50% (40 questões para os candidatos a PEBII), significando que um professor que trabalhe há 5 anos na rede pública acerte 40% da prova (32 questões)  e ainda assim consiga participar da atribuição de aulas (cada dia trabalhado equivale a 0,004 ponto). Isso é possível porque além da nota obtida na prova, o processo de avaliação levará em conta os pontos do docente, assim como os títulos, com a condição de que o candidato obtenha um mínimo de 40 pontos na prova. Alcançando esse índice mínimo, ele será classificado com base nos pontos obtidos na prova (até 80), seu tempo de serviço (até 80) e títulos (até 20), ou seja - não há do que reclamar, pois um professor experiente não está perdendo sua vaga - ele ainda pode ter uma pontuação muito superior a de um recém graduado que nunca deu aulas no estado, ainda que ambos obtenham a mesma nota na prova!

E os que se candidataram como PEB I, cuja prova tem o valor de 80 pontos mas somente 60 questões?

Simples... a Regra é o nº de acertos x 1,33 = total de pontos:

Valor da prova 80

Número de questões 60
Valor aproximado de cada questão +/- 1,33

Exemplo:
60 acertos x 1,33 = 79,8 ( 80)
50 acerts x 1,33 = 66,5
40 acertos x 1,33 = 53,2
35 acertos x 1,33 = 46,55
25 acertos x 1,33 = 33,25 não alcançou os 40 pontos , mas poderá juntar o tempo de serviço para chegar a nota de corte.

- E quantos aos professores de carreira que dão aula há mais de 2000 dias na rede (tempo necessário para possuir os 8 pontos máximos a serem somados a nota da prova) mas acertaram menos de 32 questões, estão desempregados?

Não. Se o professor for pertencente a categoria "F", poderá cumprir uma jornada de 12 horas semanais remuneradas em local e horário a serem determinados pela diretoria de ensino mas não poderão lecionar; os professores pertencentes as categorias L, O, e S (caso não sejam aprovados no processo seletivo) não terão direito a essa jornada de 12 horas, estando completamente eliminados.

 

fontes:

1 - Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

2 -Blog do professor temporário

 

 

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