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dezembro 19, 2008

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HAVIA TEMPO ANTES DO BIG-BANG !!

Caros,
aqui vai uma ideia importante.
.
Dizem que o tempo comecou no Big-Bang, e que antes havia uma
singularidade.
.
Entretanto, pela mecanica quantica e o principio da incerteza,
nehuma singularidade poderia estar PARADA, pois
violaria o principio da incerteza.
Portanto, antes da singularidade "explodir", ela nao poderia estar parada, deveria estar VIBRANDO !

E se estava vibrando o tempo NAO poderia estar parado: a vibracao precisa de tempo !
.
Ou seja : HAVIA TEMPO ANTES DO BIG-BANG !!

Postado por João Carlos Holland de Barcellos em Mecânica Quântica

Comentários

  1. Antonio Candido escreveu:

    Esta parece ser uma dedução lógica. 

    Rindo para ñ Chorando

     

    Antonio C. C. GuimarãesAntonio Candido ‒ sexta, 19 dezembro 2008, 12:02 BRST # Link |

  2. Renato escreveu:

    Muito bom o link, Antônio, mas o último item me parece bastante controverso ultimamente :p

    Renato Mendes CoutinhoRenato ‒ sexta, 19 dezembro 2008, 16:21 BRST # Link |

  3. Renato escreveu:

    Desculpe, o link a que me refiro é o crackpot index, não o dedućões lógicas, claro (apesar de esse também ser divertido, de uma outra forma...)

    Renato Mendes CoutinhoRenato ‒ sexta, 19 dezembro 2008, 16:23 BRST # Link |

  4. Antonio Candido escreveu:

    50 points for claiming you have a revolutionary theory but giving no concrete testable predictions.

     Alguém disse branas?

     

    Antonio C. C. GuimarãesAntonio Candido ‒ sexta, 19 dezembro 2008, 16:28 BRST # Link |

  5. João Carlos Holland de Barcellos escreveu:

    Mesmo se considerarmos a teoria das Branas temos que TAMBEM havia tempo antes do choque :-)

    Mostrar a língua

     

    Ou seja, em qqr das teorias deveria haver tempo Mostrar a língua

    João Carlos Holland de BarcellosJoão Carlos Holland de Barcellos ‒ sexta, 19 dezembro 2008, 16:43 BRST # Link |

  6. Visitante escreveu:

    Sempre me perguntei por que o universo nw tem sentido?

    Para começar se espaço e tempo são relativos o primeiro dia do universo nao poderia acontecer sem um dia anterior e mais, se a massa da materia distoce o espaço e tempo no momento do big bang o espaço foi tao retorcido que o tempo parou

    default user iconVisitante ‒ sexta, 27 março 2009, 00:13 BRT # Link |

  7. João Carlos Holland de Barcellos escreveu:

    O Tempo tem que ter um inicio, da uma olhada:

    Teoremas Jocaxianos

    João Carlos Holland de Barcellos

     

    Teorema Jocaxiano da Primeira Causa (TJPC)

    O Teorema Jocaxiano da Primeira Causa estabelece que:
    A primeira causa de todos os eventos que aconteceram num sistema fechado (que não sofre influência de eventos externos ao sistema) é o aleatório.

    Prova:
    Vamos utilizar o conceito de tempo no qual tempo é definido como uma relação entre eventos. E um evento é uma mudança de estado do sistema. O tempo, portanto, não é algo independente do que acontece. Se, por exemplo, nenhum evento acontece, isto é, o estado do sistema fica inalterado, então o tempo também deixa de existir. Para haver tempo é, portanto,  necessário mudança. Se não há mudança, não há tempo.

    Aleatório é a palavra que se utiliza para dizer que há imprevisibilidade ou que não há causas. Existem dois tipos de aleatoriedade: a aleatoriedade objetiva e a aleatoriedade subjetiva. A aleatoriedade subjetiva é aquela em que as causas do fenômeno existem, mas não são conhecidas ou não podemos determiná-las. A aleatoriedade objetiva, que é utilizada aqui neste texto, é a aleatoriedade em que o fenômeno ocorre sem causas reais, as causas não existem.

    O aleatório objetivo existe na natureza, em nosso universo, e, como exemplo de fenômeno aleatório objetivo, nós podemos citar o momento do decaimento de um elétron num átomo: o elétron pode cair de uma órbita mais energética para uma de menor energia liberando um fóton. Tal fenômeno não é regulado por nenhuma lei física, é considerado pela mecânica quântica como um fenômeno objetivamente aleatório. Não há nada, nem nenhuma regra, que possa determinar quando o elétron irá decair de sua órbita. Outro exemplo seria a criação e a destruição das partículas virtuais no vácuo.

    Mas, para demonstrar o teorema, primeiramente, vamos provar que não existe tempo infinito no passado, isto é, não podemos levar as causas dos eventos para o infinito passado e assim dizer que sempre houve uma causa que precedeu um dado efeito. Para isso, vamos utilizar o Teorema de Kalam [1].

    O Teorema de Kalam estabelece que não existe um tempo infinito no passado. Isso acontece porque, se, por absurdo, houvesse algum evento que tivesse ocorrido num tempo infinito no passado, então nosso presente atual demoraria um tempo infinito para chegar partindo-se daquele passado.  Mas o que significa um tempo infinito para ocorrer? Um tempo infinito para algo acontecer significa que nunca acontecerá. Assim, eventos que ocorreram a um tempo infinito no passado implicariam que não poderíamos ter o nosso presente, mas isso é absurdo pois o presente existe, já que estamos nele! Então podemos concluir que não existiu nenhum acontecimento em um tempo infinito no passado, e isso significa que podemos deduzir mais um corolário importante: o tempo teve, necessariamente, de ter um início.

    Como não existe um tempo infinito no passado, e o tempo teve que ter um início, segue que o primeiro evento que ocorreu foi um evento sem uma causa anterior, isto é, um evento aleatório. E o teorema está demonstrado.

     

     

    João Carlos Holland de BarcellosJoão Carlos Holland de Barcellos ‒ sexta, 27 março 2009, 07:59 BRT # Link |

  8. visitante(luiz escreveu:

    PRINCÍPIO DA INCERTEZA DE HEISENBERG

    A Teoria do "Princípio da Incerteza":

    "0 Principio da Incerteza é uma conseqüência inelutável da Mecânica Quântica. Pode, contudo, ser compreendido em termos de certas experiências imaginárias, estudadas em grande detalhe por Heisenberg e, posteriormente, por Bohr. Examinemos, de maneira muito simplificada, um desses experimentos. A visualização de um elétron se dá quando um fóton emitido por este elétron é detectado (digamos, pela retina do observador). Lance-se, por exemplo, um feixe de fótons de comprimento de onda L em direção à região onde se encontra o elétron. O fóton que com ele colidir será refletido (absorvido e reemitido) e sua detecção nos informará sobre a posição do elétron. Naturalmente, um fóton de comprimento de onda L não pode determinar a posição do elétron com precisão maior do que L. Seria de se pensar, portanto, que a utilização de um fóton de comprimento de onda menor fornecesse informações mais completas. Sabe-se, porém, que a quantidade de movimento de um fóton é inversamente proporcional ao seu comprimento de onda. Logo, ao usarmos fótons de menor comprimento de onda para aprimorarmos a medida da posição do elétron, estaremos automaticamente usando fótons de maior quantidade de movimento que, ao serem refletido pelo elétron, transferirão a ele uma quantidade de movimento tanto maior quanto menor for o comprimento de onda. Assim, ao aprimorarmos a determinação da posição do elétron, estaremos alterando o valor de sua quantidade de movimento por um valor que é tanto maior quanto mais precisa for a determinação da posição. Uma análise mais detalhada mostra que o valor desta transferência de momento é incontrolável. Ora, a trajetória de uma partícula é determinada pelo conhecimento, em um dado instante, da posição e da velocidade da partícula. A impossibilidade desse duplo conhecimento acarreta automaticamente a impossibilidade de determinação da trajetória. Não há trajetórias na mecânica Quântica !

    Nessa análise da observação de um elétron, o fóton representa a ação do observador sobre o objeto observado. O fato de o elétron ser visto implica a necessidade de que um fóton seja emitido por ele, com as conseqüências descritas. O princípio da incerteza é, assim, uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado. É impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do "resto da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. É notável que essa "intromissão" do observador em toda descrição da Natureza seja, não o resultado de uma convicção filosófica, mas uma conseqüência imprevista de uma teoria formulada para o estudo quantitativo de fenômenos em escala atômica. É isso que dá a essa impossibilidade de isolamento da Natureza em relação ao observador uma força que os muitos argumentos apresentados durante a disputa milenar entre as concepções materialista e idealista do Universo jamais puderam acumular.

    Heisenberg descobriu esse fato, ao tentar lidar com as desafiadoras teorias da luz. Segundo a teoria quântica de Niels Bohr, que Heisenberg preferia, a luz é emitida descontinuamente pelos átomos, em "pacotes", quando os elétrons dão "o salto quântico". De acordo com outros, como Erwin Schrödinger, a teoria quântica falha porque não consegue explicar os casos nos quais a luz se comporta como uma onda.

    O próprio Heisenberg ficou insatisfeito com a teoria de Bohr, já que ela se baseava em uma idéia do átomo que nunca poderia ser provada. Mas ele achava que a idéia rival de Schrödinger estava mais errada, e para provar isso, pôs-se a examinar mais detalhadamente o que realmente podemos afirmar com segurança sobre os elétrons. No decorrer do processo, investigou as medições comuns -- posição, velocidade, quantidade de movimento, energia e tempo -- que os físicos usavam ao propor suas teorias. Por volta de 1927, ele havia chegado a uma conclusão surpreendente: que tanto a teoria quântica como sua rival, a teoria ondulatória, da forma como na época eram formuladas, estavam carregadas de insuperáveis incertezas.

    Heisenberg começou a pensar insistentemente sobre o próprio processo da observação científica, que pode geralmente ser seguro quando se observa o comportamento de objetos banais, mas fica sujeito a grandes dificuldades quando se trata de partículas subatômicas. Seu ponto principal era esse: você não pode observar a posição de um elétron exceto fazendo alguma coisa rebater nele -- luz, por exemplo. Em outras palavras, você tem que introduzir uma forma de radiação, a qual tem sua própria energia, e essa energia vai perturbar o caminho do elétron em maior ou menor grau.

    De fato, quanto mais precisamente você desejar localizar o elétron, mais terá que perturbar sua velocidade (e, portanto, sua quantidade de movimento), porque você tem que adicionar mais energia. Por outro lado, se você quer medir a quantidade de movimento do elétron (expressa através de sua velocidade), você tem que minimizar a interferência da radiação. Mas fazendo isso, você torna impossível localizar precisamente a posição do elétron.

    Resumindo, radiação de alta energia dará a você dados mais precisos sobre a posição do elétron em um dado momento, enquanto que destrói a evidência de sua velocidade inicial. Radiação de baixa energia dará a você dados mais precisos sobre a rapidez com que ele se move em um dado tempo, enquanto que encobre os dados sobre sua localização. E o que é ainda mais estranho, o próprio ato de observar a posição de um elétron vai fazer com que ele "se comporte" mais como uma partícula, enquanto que o ato de medir sua energia fará com que ele "se comporte" mais como uma onda.

    O que o princípio da incerteza diz essencialmente é que não existe meio de medir com precisão as propriedades mais elementares do comportamento subatômico. Ou melhor, quanto mais precisamente você mede uma propriedade, digamos, o movimento de um elétron, menos precisamente você pode conhecer outra, nesse caso, sua posição. Mais certeza de uma, mais incerteza de outra.

    Heisenberg veio então com uma pequena e interessante fórmula para expressar esses fatos frustrantes, dizendo basicamente que, se você multiplicar a incerteza da posição pela incerteza da quantidade de movimento, o produto não poderá ser menor que um certo número positivo chamado de "constante de Planck". Isto é, a incerteza nunca pode ser reduzida a zero, e quanto melhor você medir uma quantidade mais incerta será a outra.

    Não é que o nosso conhecimento sobre as partículas atômicas seja incerto porque nossas técnicas de medição ainda não são suficientemente boas. O ponto é que técnica alguma jamais poderá superar a incerteza fundamental do comportamento de grandezas quânticas. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, mas isso nunca poderemos saber. É igualmente provável que não o façam e, portanto, afirmações sobre ambos os efeitos são inúteis e sem sentido.

    Em termos práticos, o que o princípio da incerteza sugere é que você não pode tratar partículas quânticas como se fossem iguais aos objetos de nossa vida diária -- objetos que podemos apontar e dizer: "Este objeto está aqui, agora, e é para lá que ele está indo". Os aspectos essenciais de uma partícula (posição, velocidade, quantidade de movimento, energia) nunca podem ser imediatamente observados com precisão -- o próprio ato da observação, inevitável e irremediavelmente, distorce pelo menos uma dessas características. Na melhor das hipóteses, podemos fazer medições e predições prováveis ou estatísticas".

    Críticas ao "Princípio da Incerteza" de Heinsenberg:

    A Interpretação de transmissão das radiações eletromagnéticas estava sendo compreendida por quantização de energia, e como, apresentado neste trabalho, não ocorre a qüantização de energia, descrita por Max Planck, que mesmo explicando o resultado, das radiações do aquecimento do corpo negro, interpretou erroneamente os acontecimentos, colocando os elétrons como emissores de radiações eletromagnéticas, e que, a transferência de fótons entre elétrons, como explicado por Albert Einstein, também não ocorre como explanado.

    Os elétrons, não são emissores de radiações eletromagnéticas, somente participam, conforme explanado, neste estudo, na propagação das radiações eletromagnéticas, que são produtos das interações entre elétrons e posítrons, em sua maioria proveniente dos núcleos atômicos.

    O "princípio" descrito por Heinsenberg, necessita de uma interpretação diferente, já que a quantização de energia de Max Planck e a transferências de fótons de Albert Einstein, não são premissas condizentes com a realidade dos acontecimentos.

    A afirmação que, em uma análise mais detalhada, o valor da transferência de momento é incontrolável ,é incoerente com os fatos reais, pois, sabendo-se da velocidade do raio que atinge o elétron, podemos prever o deslocamento deste elétron ou não, dependendo da velocidade de impacto desta radiação e mais, pode-se prever a direção deste elétron e a quantidade de energia que este elétron recebeu, ou para deslocar de seu orbital ou apenas para ganhar energia cinética orbital, pois, não se trata de uma quebra de simetria de momento, já que sabemos de onde sai a energia cinética e para onde ela vai.

    Agora, considerar que nossos meios de medição da velocidade e da localização no orbital ainda são ineficazes, é correto, mas este fato por si só, não é um princípio, e sim uma conseqüência da falta de meios para esta medição (que será superado com novas tecnologias).

    O "princípio da incerteza", que é predito como uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado e que é impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do "resto da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. Não é realística, pois os fatos são baseados em premissas erradas e que estas conseqüências imprevistas, desta teoria formulada para o estudo quantitativo, de fenômenos em escala atômica, está equivocada em relação à essência da realidade dos fatos. É isso, que dá essa impressão, de impossibilidade de isolamento da Natureza, dos fatos em relação ao observador.

    O nosso conhecimento sobre as partículas atômicas está incerto porque nossas técnicas de medição, ainda não são suficientemente boas para superar o "princípio da incerteza", já que não é fundamental do comportamento de grandezas subatômicas esta característica de incerteza. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, e por vezes receberem energia cinética das radiações eletromagnéticas, que por vezes os destacam de seus orbitais (como nas interações de propagação das Radiações eletromagnéticas de altas velocidades –gama, "X", ultra violeta), que por vezes não são destacados dos seus orbitais, não desviando as radiações eletromagnéticas, permitindo que nas interações com os mesmos, se propaguem em movimento retilíneo (como na propagação das radiações eletromagnéticas visíveis), ou por vezes, não são destacados dos seus orbitais, mas desviando as próprias radiações eletromagnéticas (como no caso das radiações eletromagnéticas abaixo do vermelho, do espectro eletromagnético). Sendo que em todos estes processo, a energia cinética das radiações eletromagnéticas, é em parte transferida aos elétrons participantes destas interações.

    Como este "princípio da incerteza" pareceu ser real, a física quântica começou a derivar dele, outros "princípios" que necessitariam que este princípio estivesse correto para ser base deles próprios, como é o caso do "princípio da complementariedade", o não entendimento do movimento ondulatório do elétron , do posítron e das radiações eletromagnéticas (entendimento da dualidade onda-partícula), etc.

    Assim, fazer medições e predições somente prováveis ou estatísticas, é perder a oportunidade, de explicar e entender, o que ainda não foi explicado ou entendido dentro do mundo real em que vivemos.

    Se deseja ler mais, solicite.

    Luiz Carlos de Almeida - luiz1611@hotmail.com

    default user iconvisitante(luiz ‒ terça, 31 março 2009, 09:20 BRT # Link |

  9. João Carlos Holland de Barcellos escreveu:

           
    Vc disse:

    [blue][i]"A afirmação que, em uma análise mais detalhada, o valor da transferência de momento é incontrolável ,é incoerente com os fatos reais, pois, sabendo-se da velocidade do raio que atinge o elétron, podemos prever o deslocamento deste elétron ou não,"[/i][/blue] 

    MAs a Wiki diz:

    [i]"Neste caso, quanto menor for o comprimento de onda (maior freqüência) maior é a precisão. Contudo, maior será a energia cedida pela radiação (onda ou fóton) em virtude da relação de Planck entre energia e freqüência da radiação


    e o elétron sofrerá um recuo tanto maior quanto maior for essa energia, em virtude do efeito Compton. Como conseqüência, a velocidade sofrerá uma alteração não de todo previsível, ao contrário do que afirmaria a mecânica clássica.

    Argumentos análogos poderiam ser usados para se demonstrar que ao se medir a velocidade com precisão, alterar-se-ia a posição de modo não totalmente previsível.

    "[/i]
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_da_incerteza_de_Hei

    ------------------
    Mas eu nao vejo este principio assim.
    O principio pode ser ENTENDIDO desta maneira mas ele eh mais geral do que isso.
    Ele existe independentemente de observadores , tanto eh assim que as particulas
    virtuais pululam no vacuo quanto sem que nao haja nehum observador.
    Ou seja o principio eh um principio e eh utilizado tambem na teoria das cordas e teoria M.

    João Carlos Holland de BarcellosJoão Carlos Holland de Barcellos ‒ terça, 31 março 2009, 13:03 BRT # Link |

  10. Visitante escreveu:

    REPENSANDO O MODELO NUCLEAR

    Desde quando descoberto a antimatéria, na figura do Posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria é muito peculiar, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos..
    A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos, uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois, é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros, que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.
    Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá.
    Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras .
    Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem dá massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto desta união. Assim, podemos a acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron.
    Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV , em um sentido e que em sentido contrario ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituída na verdade por 02 raios com velocidade cinética de 0,255 MeV cada, mas que tal emissão era um neutrino e um antineutrino.
    Então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do Posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 energia magnética negativa com 01 energia magnética positiva e que não possuía massa, por estas energias não terem ação do neutrino e do antineutrino.
    Baseado neste fato, para que ocorresse este processo de "aniquilação", de um elétron e de um posítron,  o elétron teria que ser formado por 02 quantidades de energia magnética negativa e o posítron por 02 quantidades de energia magnética positiva.
    Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga a acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, "X", ultra violeta, espectro visível...etc.)
    Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, faz com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , tanto em rotação, quanto em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico.
    Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares.
    Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles.
    Na união de um elétron e um posítron livres, a aniquilação não ocorre, pois, o que ocorre é o destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa.
    A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein (E=mc2).
    As radiações  não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão perdendo velocidade cinética, até se transformarem em Energia Escura, formadora do espaço. È o próprio Espaço. Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas.
    A matéria e a energia são intercambiáveis, não se perdem, apenas se transformam, assim:
    Não ocorre Quebra de Simetria de Paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria.
    Não ocorre Quebra de Simetria de Carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons.
    Não ocorre a Quebra de Simetria da conservação da Energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim é uma união elétron-posítron,apenas o núcleo atômico estava sendo mal entendido. luiz1611@hotmail.com
     

    default user iconVisitante ‒ quinta, 16 abril 2009, 13:33 BRT # Link |

  11. escreveu:

    O Big Bang não se sustenta pela teoria da expansão do Universo A Energia Escura e a Matéria Escuara estão se expandindo ... A Matéria (matéria - antimatéria) está diminuindo... O Universo não está em expansão... O processo está auto compensado... Sendo a Energia Escura e a Matéria Escura o resultado final das interações elétrons - posítrons ( processo de "aniquilação"), é necessário admitirmos que o processo é proporcional.pois, a matéria se transforma em energia escura e matéria escura. Enquanto aumenta a energia escura e a matéria escura, diminui a matéria (matéria-antimatéria), só que o espaço é constituido pela somatória da matéria (matéria– antimatéria) com energia escura (radiações eletromagnéticas sem Energia cinética) mais matéria escura (neutrinos e antineutrinos sem Energia cinética). As galáxias estão se distanciando uma das outras, além de perderem matéria, justamente pela expansão espacial (da energia escura e matéria escura), porém temos que considerar também, que esta evolução é uma troca de matéria (matéria-antimatéria) por energia escura e matéria escura. Assim, a Teoria de uma grande explosão inicial ( Big Bang) não se sustenta. Pois a expansão não se relaciona com o expansão do Universo, sendo apenas uma expansão espacial referente ao aumento da Energia Escura e Matéria Escura e diminuição espacial da Matéria (matéria– anti matéria) já que o espaço do Universo, em sentido amplo, é a somatória de matéria (matéria – anti matéria) mais a Energia Escura mais Matéria Escura, sendo um processo auto compensado.

    default user icon ‒ quinta, 16 abril 2009, 13:39 BRT # Link |

  12. João Carlos Holland de Barcellos escreveu:

    Vc disse :

    "...Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá.
    Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras... ."
    .
    .
    Estas premissas NAO sao verdadeiras.
    Algo pode se *transformar* em outra coisa mas nao significa que
    esta outra coisa "ESTAVA LA". Por exemplo:
    A energia (fotons) pode se transformar em materia, em massa, mas isso
    nao signica que os fotons possuiam massa !!!!

    Da mesma forma a massa pode desaparecer em Fotons !! Pra nde foi a massa?

    Entao estas premissas nao sao corretas.

    Outro exemplo:
    O Proprio NADA-JOCAXIANO parte do NADA absoluto para GERAR o universo!!
    http://www.genismo.com/logicatexto23.htm

    João Carlos Holland de BarcellosJoão Carlos Holland de Barcellos ‒ quinta, 16 abril 2009, 14:09 BRT # Link |

  13. escreveu:

    Para João carlos:

    Físicos e mitos. Como a Física Quântica cria mitos...

     

    Autor :Luiz Carlos de Almeida-

    Publicado em: abril 14, 2009

     

    Diagrama de Feynman para a interação elétron/posítron:

    "Neste diagrama de Feynman, um Elétron e um Posítron anulam-se, produzindo um fóton virtual, que se transforma num par quark-antiquark. Depois, um deles radia um Gluón. (O tempo decorre da esquerda para a direita.)"

    Como os princípios da Teoria da Eletrodinâmica estão equivocados, os diagramas correspondentes às interações que elas representam, para se chegar a expressões matemáticas corretas, só podem chegar, também, a conclusões equivocadas da realidade destas interações das partículas, pois, é de se observar que a explicação para o Diagrama de Feynman não condiz com o que ocorre na realidade. O termo "Aniquilação" não é apropriado para este evento, pois as energias elementares, tanto positiva quanto negativa, não se aniquilam e também não se perdem, apenas se transformam. Como o elétron e o posítron são partículas duais (cada um com 02 energias magnéticas), ocorre uma interação em que o elétron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (neutrino) e o posítron perde 01 energia magnética com seu campo de massa (antineutrino), cada um com uma energia cinética de 0,255 MeV (com um total de 0,511MeV de energia Cinética). Restando 01 Energia magnética negativa do elétron e 01 energia magnética positiva do positron (sem seus campos de massa), que forma a radiação eletromagnética (y) de 0,511 MeV de Energia cinética. Quando esta radiação eletromagnética choca-se com o núcleo, atinge metade do elétron e metade do posítron que estão na formação dos Nêutrons e Prótons do Núcleo atômico, ocorrendo o processo de Reflexão das Radiações eletromagnéticas de alta velocidade. Assim, não ocorre a Anulação (Aniquilação) do elétron e do posítron, não ocorre a formação de um fóton virtual, não ocorre a sua transformação em um quark e em um anti-quark, e depois um deles não irradia um Gluón como prediz a explicação do Diagrama de Feynman.

     

    ELETRODINÂMICA QUÂNTICA (E.Q)

    "As forças eletromagnéticas entre dois elétrons surgem pela emissão de um fóton por um dos elétrons e a sua absorção por outro elétron. Como um elétron emite um fóton, isso significa a violação do princípio da conservação das energias ou da conservação dos momentos; o mesmo vale para a absorção de um fóton. Todavia, pela a mecânica quântica, a conservação de energia não é necessariamente válida em pequenos intervalos de tempo. O sistema pode "pedir emprestada" alguma energia para o elétron emitir o fóton; a energia é devolvida quando o outro elétron absorve o fóton. Este processo é chamado de troca virtual de um fóton entre elétrons". As radiações eletromagnéticas não surgem por acaso, pois, surgem da união entre um posítron e um elétron e este processo acontece em quase sua totalidade em núcleos de átomos, e também, as radiações eletromagnéticas não são absorvidas, pois a energia elementar negativa unida à energia elementar positiva, durante os processos de propagação e de reflexão não se altera, somente altera a sua energia cinética (sua velocidade). O elétron da eletrosfera não emite, por si só, qualquer energia eletromagnética, ele apenas interage nos processos de propagação destas radiações, então, quando a teoria eletrodinâmica diz que, na física quântica o princípio da conservação da energia ou da conservação dos momentos, não é necessariamente válida, em pequenos intervalos de tempo, e que o sistema pode pedir emprestado alguma energia para o elétron emitir o fóton e que a energia é devolvida, quando outro elétron absorve o fóton, em um processo de troca virtual de um fóton entre elétrons, fica claro, que esta idéia básica da Física Quântica, além de não ser a realidade dos fatos, como explanado neste trabalho sobre como acontece a propagação e a reflexão das radiações eletromagnéticas, ainda colocou como sua base científica, uma interpretação equivocada da realidade dos acontecimentos a nível atômico, elegendo os elétrons como emissores das radiações eletromagnéticas. O diagrama de Feynmam, para este evento, também está errado.

     

    CRONODINÂMICA QUÂNTICA (C.D.Q)

    "A Teoria da Cronodinâmica Quântica é parecida com a Teoria da Eletrodinâmica Quântica em alguns aspectos (as interações se dão através da troca virtual de quanta). No entanto, existe uma diferença fundamental: o fóton, mediador da interacão eletromagnética, é eletricamente neutro; já o glúon, mediador da força nuclear forte (força colorida), é colorido. Por isso, eles interagem entre si, o que dá origem, nas equações da C.D.Q, a termos que não têm análogos na Eletrodinâmica Quântica. Os prótons são formados por dois quarks up e um quark down, enquanto os nêutrons são formados por um quark up e dois quarks down. Os quarks up têm carga elétrica +2/3 enquanto os down têm carga -1/3. Assim como a força entre os elétrons se dá através da troca virtual de fótons, os quarks estão ligados por uma força que surge da troca de glúons. Os glúons são indiferentes ao sabor, mais muito sensíveis à cor. Os glúons interagem com a cor assim como os fótons interagem com o sabor. Note que existem vários tipos de glúons, um para cada situação de cor." Como na explanação anterior, esta troca virtual de fótons, não acontece na realidade. Quanto ao Gluón, não exite emissão virtual de gluón, pois, a força de união (força forte), que ocorre entre os pósitrons e elétrons nos Nêutrons e Prótons não dependem de mediador, já que é uma força de natureza magnética elementar, entre as partículas magnéticas negativas e as partículas magnéticas positivas. Na realidade não existem Quarks. Existem elétrons e posítrons em união na formação dos Prótons e Neutrons.

     

     

    Magnetismo e Eletricidade

     

    Autor Luiz Carlos de Almeida

    Publicado em: abril 14, 2009

     

    Quando em 1920, Oersted, provou com um experimento que a corrente elétrica gerava um campo magnético, ele não considerou que na corrente elétrica ocorrem perdas de elétrons de camadas mais afastadas desequilibrando a força magnética do material condutor e esta diferença magnética positiva cria um campo magnético, não a corrente elétrica em si.

    Quem cria o campo elétrico é o movimento dos elétrons (quer seja de rotação ou de spin ou na própria corrente elétrica), mas corrente elétrica, por si só, não cria campo magnético. O campo magnético está relacionado à atração entre pósitrons e elétrons, pois quando o átomo está sem influência de uma diferença de potencial todos os posítron a mais nos prótons terão seu campo magnético anulado pelo campo magnético dos elétrons. Quando ocorre uma diferença de potencial e ocorre a corrente elétrica, a saída dos elétrons deixam este átomo com posítrons a mais no átomo em relação ao número de elétrons, ocorrendo a formação do campo magnético, criando linhas de força magnética entre o núcleo (polo positivo) e estes elétrons (polo negativo).Quando os elétrons giram em torno do núcleo ocorre formação de um campo elétrico, mas o campo magnético existe na atração do posítron ao elétron, mas a força magnética resultante, está equilibrada pelo polo positivo posítron a mais do núcleo e o polo negativo elétron da eletrosfera. Quando ocorre em certas rochas, a formação de estruturas que encapsulem em suas matrizes cristalinas, cátions e ânions separadamente, esta rocha apresenta-se como um corpo magnetizado (imã natural) , como é o caso da magnetita, mas se aquecidas com uma temperatura limite, ocorre a ruptura dessas matrizes e estes íons podem se neutralizarem, desmagnetizando tais rochas. Atualmente cerâmicas com aprisionamento de cátions e ânions de ferro ou manganês, apresentam magnetização, também pela atração magnética dos posítrons e elétrons. O campo magnético não é formado por corrente elétrica e sim um campo que aparece quando o átomo está com excesso de posítrons a mais nos prótons de um átomo em relação ao número de elétrons, ou quando os elétrons estão livres ou até em corrente elétrica. O magnetismo é a característica das energias elementares formadoras dos elétrons, dos posítrons e das radiações eletromagnéticas. Assim, o que melhor explica o magnetismo sustentável terrestre são as ações das radiações eletromagnéticas sobre os átomos no interior terrestre. Ações que acontecem com a eletrosfera atômica dos metais do interior terrestre, criando de um lado cátions e de outro lado ânions (determinando a positividade e negatividade magnéticas dos pólos terrestres) e ações que acontecem com os núcleos dos elementos químicos em que ocorre o processo de reflexão destas radiações, produzindo energia térmica auto sustentável no interior terrestre.

    Este aquecimento Global será maior se maior for a quantidade de radiações de altas velocidades que atinjam a Terra.

     

    Einstein e a Energia

     

    Autor : Luiz Carlos de Almeida

    Publicado em: abril 14, 2009

     

    Teoria da Energia de Albert Einstein E = m.c2

    Tem-se que considerar 02 tipos de energias. A energia cinética (que por interações com a matéria pode transformar-se em energia térmica) e a energia elementar. A teoria de transformação de matéria em energia de Albert Einstein, tem que ser considerada com restrição, pois, esta teoria não considerava que a energia magnética positiva ou negativa se transformavam em matéria por ação do campo de massa dos neutrinos e dos antineutrinos e que esta mesma matéria deixaria de ser matéria pela saída , deste neutrino e antineutrino do elétron e do posítron e que a energia não era proveniente da transformação da matéria em energia, e sim, esta energia que a teoria consegue quantificar, é a energia de união dos elétrons e posítrons que é traduzida pela energia cinética que é propagada em forma de radiação, só que esta energia cinética é variável para cada elemento químico, pois existe uma relação entre a quantidade de massa de um núcleo e esta energia cinética. Quanto mais massa, mais vetores de ligação entre as partículas elétrons e posítrons no núcleo e menor a energia cinética das radiações. Mas, quando 01 elétron livre se choca com 01 posítron livre, como não há distribuição vetorial da força original de união, e a energia cinética total, é de 1,022 Mev. (sendo 0511 mev na radiação eletromagnética e 0,511 Mev com neutrino e antineutrino). Por estas análises, a teoria de Albert Einstein, que, Energia é a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado (E = m . c 2), considera somente a energia cinética liberada (que parte transforma-se em energia térmica), da força de União entre os elétrons e posítrons livres. Isto não significa que a matéria se aniquilou e transformou-se em energia, pois a energia magnética positiva e a energia magnética negativa não se aniquilam, apenas perdem, os neutrinos e antineutrinos, que criavam seus campos de massa, continuando como radiação gama, perdendo energia cinéti, passando poe to espectro das radiações eletromagnéticas, até chegar a ser energia escura. Os neutrinos e antineutrinos, também não se transformam em energia, pois quando perdem velocidade continuam como matéria escura. É de se observar que, como estes neutrinos e antineutrinos dão massa à energia, estes saem do núcleo dos Hidrogênios solares na formação dos Hélios – 4, como "neutrinos e antineutrinos do Muón", que na verdade são neutrinos eletrônicos e antineutrinos positrônicos com a energia que restou do processo de "aniquilação", ou seja, um neutrino com 01 energia magnética elementar negativa (com energia cinética) e o antineutrino com 01 energia magnética elementar positiva (com energia cinética), mas que devido às vibrações dos neutrinos e anti-neutrinos, se comportam como se fossem uma partícula. Mas, até esta quantidade de energia cinética será menor em núcleos com massa elevada (então seria 01 energia magnética positiva ou negativa com uma quantidade de energia cinética).

     

     

    Será teletransporte da informação ou o trio EPR estava certo:

     

    Autor : Luiz Carlos de Almeida

    Publicado em: abril 14, 2009

     

    O SPIN DOS ELÉTRONS E O ENTRELAÇAMENTO

    Temos que considerar que a ação entre elétrons com pósitrons, ou de elétrons com elétrons à distância, não se trata de uma interação somente elétrica, mas principalmente magnética, Assim, o modelo atômico apresentado e pelas características das forças que atuam neste átomo, por exemplo, um átomo de hélio-4, onde posssui um núcleo com 02 prótons, dois neutrons e dois elétrons na camada K. Considerando que estes dois elétrons, pelo princípio da exclusão de Pauli, quando um estiver com o espin no eixo x, com spin (x+), o outro estará no eixo x, com spin (x-) ou vice versa. Compreendendo a situação acima descrita, pelo modelo nuclear apresentado, em que um próton é um aglomerado de elétrons e posítrons, que possui na sua formação, um posítron a mais que o número de elétrons, o que determina que este posítron a mais, exerça uma atração magnética positiva, bastante forte, em busca de se neutralizar magneticamente, pelo elétron, que possui uma atração magnética negativa, também bastante forte e que como o posítron no núcleo está contido no núcleo, fazendo com que o elétron correspondente gire no eixo x, no sentido x+ ou x-, sendo que o primeiro elétron assuma qualquer um dos spins ( x+ ou x-) e isto determina que, o segundo só pode preencher a mesma camada com o spin possível pela ocorrência do spin do primeiro elétron. Por exemplo, se o primeiro elétron assumir no eixo x, o spin (x+), isto determina que o outro elétron só poderá assumir no eixo x, desta camada eletrônica, o spin (x-) e vice versa. Esta determinação de momento angular é imediata, pela força magnética do posítron em relação ao elétron com interação dos elétrons dos seu campos elétricos. Por esta interpretação, não é que, ao ser determinado o spin do primeiro elétron, esta informação viaje a velocidade acima da velocidade da luz de uma maneira não local, influenciando o outro elétron, mas sim uma interpretação diferente devido à mudança de entendimento da formação do núcleo atômico, e as reais interações das forças nucleares, tanto magnéticas quanto elétricas. Esta interpretação modifica o que pensamos sobre o entrelaçamento de duas partículas (emaranhamento), deixando claro que o paradoxo EPR, está correto em relação à Física Quântica ser incompleta e com interpretações erradas.

    Prezado João Carlos, matéria não desaparece em fótons... não ocorre aniquilação matéria antimatéria... Volta a afirmar que as premissas citadas são verdadeiras, o  que ocorre é que o que você cita, está baseado no que estou falando que está errado. Um Abraço.Luiz Carlos de Almeida.

    default user icon ‒ segunda, 20 abril 2009, 14:05 BRT # Link |

  14. Henrique Fleming escreveu:

    É... Meus piores temores se concretizaram. Qualquer um pode dizer o que quer, sobre física, cm a chancela da USP.

    default user iconHenrique Fleming ‒ segunda, 20 abril 2009, 16:18 BRT # Link |

  15. escreveu:

    Henrique, estes temores foram dos ditadores, o conhecimento não é fixo, pensamentos mudam, teorias mudam, então deixe de temores e aprimore-se...

    default user icon ‒ segunda, 27 abril 2009, 08:03 BRT # Link |

  16. João Carlos Holland de Barcellos escreveu:

    Luiz, vc disse:

    "....Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico,
     ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-)
    é porque ela está lá,
    e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um
    antineutrino é porque eles estão lá.
    Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras... ."


    ----
    Pelo que entendi de sia logica temos que :
    Se algo sai ou emerge de um sistema eh porque , segundo vc "ja estavam la".

    Vc ainda diz que : "..matéria não desaparece em fótons... não ocorre aniquilação matéria antimatéria... "


    Entao , segundo esta logica se um eletron e um positron ao se chocarem produzem
    fotons entao , pela sua logica , OS FOTONS JA ESTAVAM LA ( no eletron ou no positron ).
    Acontece que o eletron tem velocidade menor que a da luz assim como o positron
    e sendo assim o foton, que "ja estava la" deveria ter velocidade menor que a da luz.
    E como a massa do eletron esta no foton , podemos conculir que o foton que esta no eletron
    possui uma massa nao nula mesmo em velocidade menor que a da luz.

    Mas isso contradiz a relatividade pois nenhum foto pode ter massa de repouso maior que zero.

    Concorda?

    João Carlos Holland de BarcellosJoão Carlos Holland de Barcellos ‒ segunda, 27 abril 2009, 08:46 BRT # Link |

  17. Henrique Fleming escreveu:

    Luiz, não me incomoda em absoluto que você divulgue a sua versão pessoal do universo, o que, aliás, pode ser feito nos dias de hoje com toda a facilidade, pela internet. O que me incomoda é que isto seja feito numa pagina que contém usp.br na sua URL, o que, aos incautos, pode sugerir que a USP endossa a sua opinião.

    Quanto ao aprimorar-me, não se preocupe. Dedico não menos de dez horas por dia a isso, entre estudos, leitura dos preprints do arxiv e redação de artigos e livros. Tudo de física...(bem, e alguma matemática).

    default user iconHenrique Fleming ‒ segunda, 27 abril 2009, 11:12 BRT # Link |

  18. macedo. escreveu:

    Desculpe a minha ignorancia, mas acho que existe tempo antes do big bang pelo motivo que algo no estado de inercia tem de permanecer no mesmo estado a não ser que uma força externa seja exercida sobre ele. No caso esta força teria de estar em movimento então logo teria de ter tempo.

    default user iconmacedo. ‒ quinta, 23 agosto 2012, 21:00 BRT # Link |

  19. escreveu:

    Sou médico aposentado. Não sou físico, nem astrônomo. Sou completamente ignorante quanto ao assunto. Sôbre o big beng (ou bang?), acho eu, que ainda não foi comprovado efetivamente o fato. Só sei o que está na Bíblia, no 1º livro (Gênesis), não que eu queira levar o assunto para o lado religioso, mas, creio que o tempo já havia antes do big beng ou bang. Desculpem minha ignorância. Nossa capacidade material (ou carnal) nos impede de conhecermos a verdade. Desculpem também minha humildade. Nossos cinco sentidos são muito limitados.

    WebRep
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    default user icon ‒ terça, 13 novembro 2012, 21:33 BRST # Link |

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