<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://stoa.usp.br/ewout/weblog/rss/rssstyles.xsl"?>
<rss version='2.0'   xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'>
    <channel xml:base='http://stoa.usp.br/ewout/weblog/'>
        <title><![CDATA[Ewout ter Haar : Blog]]></title>
        <description><![CDATA[Blog de Ewout ter Haar, hospedado no Stoa.]]></description>
        <generator>Elgg</generator>
        <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/</link>        
        <item>
            <title><![CDATA[Instalação de pandas, matplotlib e ipython]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/111970.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/111970.html</guid>
            <pubDate>Sun, 19 Aug 2012 21:45:21 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[python]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[pandas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[matplotlib]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ipython]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[dados]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[dataviz]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>A instalação de um ambiente de trabalho mínimo para análise de dados usando ferramentas python, a partir de uma instalação nova de Ubuntu 12.04:</p>
<pre><code>sudo apt-get install matplotlib build-essential python-dev libzmq-dev 
sudo apt-get install python-pip
sudo pip install ipython
sudo pip install pandas<br />sudo pip install tornado<br />sudo pip install pyzmq</code></pre>
<p>
A instalação com pip ao vez de apt-get é para ter acesso à versões mais novas das pacotes. Inicialmente, tinha feito a instalação de matplotlib usando pip e esta parou várias vezes, com erros do tipo </p>
<pre><code>src/_png.cpp:10:20: fatal error: png.h: No such file or directory</code></pre>
<p>Neste casos, uma busca no Google <a href="http://stackoverflow.com/questions/9829175/pip-install-matplotlib-error-with-virtualenv">leva ao Stackoverflow</a> que geralmente indica o pacote Debian/Ubuntu que está faltando, neste caso, libpng-devel. Consegui instalar, mas ao rodar ipython, estava usando o Agg backendo ao vez de TkAgg. Depois disto, resolvi instalar numpy e matplotlib via apt-get. Para pandas e ipython, porém, acho que vale a pena usar as últimas versões.</p>
<p>Para ver se tudo está funcionando, fiz</p>
<pre><code>ipython notebook --pylab inline</code></pre>
<p>e isto levante um FireFox com interface notebook do ipython.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Sala Pró-aluno, USPnet e Stoa para ingressantes do IFUSP]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/100925.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/100925.html</guid>
            <pubDate>Thu, 01 Mar 2012 15:41:41 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[stoa]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[uspnet]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[pró-aluno]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<iframe src="https://docs.google.com/present/embed?id=ajgr83cg8v9b_206f4r5nfhs&interval=1&loop=true"  frameborder="0"  width="410"  height="342"></iframe>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Royal Society libera seu conteúdo antigo]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/98906.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/98906.html</guid>
            <pubDate>Wed, 26 Oct 2011 23:28:07 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[acesso aberto]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[royal society]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[rea]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[open access]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[oldenburg]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Era mesmo um absurdo (veja <a href="http://stoa.usp.br/ewout/weblog/93059.html">aqui </a>e <a href="http://stoa.usp.br/ewout/weblog/85791.html">aqui</a>). Agora o Royal Society faz a única coisa que faz sentido: <a href="http://royalsociety.org/news/Royal-Society-journal-archive-made-permanently-free-to-access/">liberar tudo mais antigo que 70 anos</a>. O Oldenburg pode descansar em paz...</p>
<p><a href="http://www.aaronsw.com/">Aaron Swartz</a> FTW!</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Cadastros e visitantes no Stoa]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/95461.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/95461.html</guid>
            <pubDate>Mon, 15 Aug 2011 19:08:30 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[stoa]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>O jornalista Ricardo Bomfim do Jornal do Campos me procurou para fazer uma matéria sobre o Stoa (e, espero, o novo Stoa). Veja algumas perguntas que ele fez depois via email e as minhas respostas.</p>
<p><br /><span style="color:#888888;">
</span></p>
<blockquote>
<p>2011/8/13 Ricardo Bomfim <span>&lt;<a href="mailto:rbs220391@gmail.com"  target="_blank">xxxxxx@gmail.com</a>&gt;</span></p>
<div>Existe alhum balanço 
de quantas pessoas entraram no Stoa por ano desde que ele foi criado em 
2006? Se ele existe o senhor poderia me fornecer este balanço? </div>
</blockquote>
<div><br /></div>
<div>Fiz um gráfico rapido. O gráfico começa em maio de 2008 quando tivemos 
aprox. 5000 usuários. Depois que começamos oferecer o moodle do stoa, o 
número de usuários cresceu rapidamente, como está vendo, com aprox. 5000
 usuários novos por semestre.</div>
<div><br /></div>
<div><img src="http://stoa.usp.br/ewout/files/545/17186/stoa-cadastros.png"  border="0"  alt="stoa cadastros 2008-2011"  width="608"  height="458" /><br /></div>
<blockquote>
<p>2011/8/15 Ricardo Bomfim <span>&lt;xxxxx<a href="mailto:rbs220391@gmail.com"  target="_blank">@gmail.com</a>&gt;</span></p>
<div>[...] se possível o senhor poderia explicar exatamente quais seriam 
as vantagens de incluir no Stoa a possibilidade de trazer usuários de 
fora da comunidade?</div>
<div> </div>
</blockquote>
<p>Há uma demanda por parte dos usuários do Stoa e o Moodle do Stoa para incluir "visitantes" nestes sistemas.<br />
<br />
No Moodle do Stoa (o ambiente virtual de aprendizagem) a demanda é 
sobretudo de professores, querendo oferecer cursos para pessoas de fora 
da comunidade USP. É o caso por exemplo da Faculdade de Educação e 
ajudamos eles criar ambientes em apoio do cursos para professores da 
rede pública: <a href="http://moodle.stoa.usp.br/course/category.php?id=131">http://moodle.stoa.usp.br/course/category.php?id=131</a><br />
<br />
No Stoa (a rede social) as razões devem ser parecidas: criando a 
possibilidade de interagir online com pessoas que não são da comunidade 
USP. <br />
<br />
Vamos resolver isto por meio de várias estratégias:<br />
 1. Já é possível, agora mesmo, para qualquer ex-membro da comunidade USP (qualquer um com número USP) se cadastrrar</p>
<p> 2. Já é possível, agora mesmo, cadastrar pessoas de fora, mas é um 
processo manual. Vamos implementar software que permite qualquer membro 
da comunidade USP "convidar" (e assim, se responsabilizar) pessoas de 
fora.</p>
<p>3. Mas no médio prazo, avaliamos que a solução é "Federação" de redes 
sociais. Os sistemas da USP e, digamos, UNICAMP, o PUC ou o Mackenzie 
deveriam falar uma língua comum, que permite membros do sistema da USP 
interagir com membros do sistema da Unicamp. Com a sua "identidade 
digital" da USP poderia participar de eventos na Unicamp. <br />
<br />
Num sistema federada uma pessoa pode usar a sua identidade "acadêmica" 
em determinados contextos e ao mesmo tempo manter outras identidades ou 
"personagens" em outras redes sociais com Facebook ou Orkut. Assim 
asseguramos que a nossa vida online não fica somente determinado pelas 
condições de contorno dado por empresas e corporações com interesses 
diferentes do que instituições de ensino, por exemplo.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[A vingança de Oldenburg: acesso aos acervos do Philosophical Transactions]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/93059.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/93059.html</guid>
            <pubDate>Thu, 21 Jul 2011 21:26:20 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[jstor]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>(Atualizado no dia seguinte, veja embaixo)</p>
<p>Referente <a href="http://stoa.usp.br/ewout/weblog/85791.html">a este problema</a>, agora tem uma solução. Estou <a href="http://thepiratebay.org/torrent/6554331/Papers_from_Philosophical_Transactions_of_the_Royal_Society__fro">baixando os 32GB de artigos do Philosophical Transactions</a>, todos já no domínio público. Porém, o JSTOR afirma os seus direitos "autorais" pelo trabalho de digitalização (<a href="https://groups.google.com/d/topic/wikimediabr-l/wQk7NRk27F0/discussion">veja outra discussão sobre este assunto</a> [1]). </p>
<p>Mas como a USP paga para ter acesso a estes material (<a href="http://www.jstor.org/action/resolveAbout?aboutpage=terms.html">termos</a>), nada mais razoável do que ter acesso rápido no meu próprio computador. Claro que não pretendo publicar este material.</p>
<p>Tem várias complicações, uma delas é a dificuldade de usar software P2P na rede do IFUSP. Mas <a href="http://web.if.usp.br/ccifusp/node/229">assinei o termo de responsabilidade</a> e espero que o sistema de monitoração não bloqueia o meu IP. </p>
<p>Outra complicação é que aparentemente <a href="http://www.wired.com/threatlevel/2011/07/swartz-arrest/">pode pegar até 35 anos de cadeia nos EUA para fazer download de arquivos automatizado do JSTOR</a>, mesmo tendo direito a acesso a eles e mesmo se não publicou eles. Swartz, que com 23 anos de idade já fez muito mais para o bem comum do que a grande maioria de nós, <a href="http://act.demandprogress.org/sign/support_aaron/">merece nosso apoio</a>.</p>
<p>[1] A questão é: apos escanear e digitalizar obras no domínio público, qual direitos posso cobrar por este esforço? A Brasiliana cobre uma licença bastante generoso (efetivamente CC-BY-NC), muito mais generoso que o JSTOR faz (todos os direitos reservados). Mesmo assim, pode se debater se a Brasiliana deve usar uma licença ainda mais generoso ou não.</p>
<p>Atualização dia 22:</p>
<p>Não consegui baixar os pdfs dos acervos. O IFUSP bloqueiou o meu IP. Agora tenho que justificar os meus atos e uso da rede do IFUSP com um pouco mais de cuidado. Vamos lá.</p>
<p>Para começar, dois pontos sobre o modelo de negócio do JSTOR.</p>
<p>1. Não nego a legalidade do JSTOR restringir o acesso aos <em>scans</em> deles, mesmo sendo scans de conteúdo em domínio público. As ideias são de todos nós e pertencem a humanidade, mas eles fizeram o trabalho de escanear tudo e coloclar na rede. Reconheço que a sociedade usa monopólios artificiais como direito autoral para incentivar a criação e disseminação de ideias.</p>
<p>2. Mas pode-se questionar a legitimidade (moral) de restringir o acesso aos scans da forma que o JSTOR faz. Sim, é razoável o JSTOR recuperar os custos do escaneamento. Mas com probabilidade grande isto foi feito com dinheiro público. O custo marginal de distribuir o conteúdo de forma livre é desprezível (via bittorrent, no WikiSource, etc.). No caso de conteúdo em domínio público e de valor histórico como os acervos do Philosophical Transaction simplesmente não é razoável restringir o acesso a um público tão pequeno.</p>
<p>Assim, vejo duas maneira de justificar o meu download dos scans:</p>
<p>1. Simplesmente como ter acesso mais fácil e conveniente a arquivos a qual já tinha acesso via a assinatura da USP no JSTOR. Ficaria muito mais fácil fazer data-mining e não dependo mais de acesso à rede (útil quando sua instituição bloqueia seu IP!).</p>
<p>2. Como ato de hacktivismo. É no interesse público ter os scans em mais servidores do que somente aqueles controlados por uma única entidade.</p>
<p>Finalmente, uma coisa que aprendi hoje é que já existia um projeto de disponibilizar os acervos da <a href="http://en.wikisource.org/wiki/Philosophical_Transactions">Philosophical Transactions no WikiSource</a>. Não entendo onde eles obtêm, legalmente, os scans.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Copiar porque?]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/92316.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/92316.html</guid>
            <pubDate>Thu, 02 Jun 2011 23:46:20 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[creative commons]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[copiar]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Deixei um comentário no <a href="http://stoa.usp.br/cristianomr/weblog/92268.html">post do Cristiano</a>, mas ele apagou. Repito no meu próprio espaço então.Tinha escrito mais ou menos o seguinte:</p>
<blockquote>
<p>Oi Cristiano, foi vc que escreveu este texto ou o tal do Reinaldo Azevedo? Neste último caso, ele te deu permissão de re-distribuir o texto, e ainda sob as condições de uma licença CC-BY-SA?</p>
</blockquote>
<p>Obviamente a resposta é não. Pessoalmente, não entendo porque reproduzir um texto de outra pessoa literalmente no seu blog. É para mostrar que concorda, para mostrar os seus amigos? Mas temos twitter e facebook para isto. E agora "Like" do Facebook e o "Mais-1" do Google. </p>
<p>Ainda entenderia se teria algum perigo do texto original sumir. Ou para fins de fazer algum comentário crítico e permitir o seu leitor fácil acesso ao texto em discussão. Mas geralmente não é o caso, as pessoas só copiam o texto. Que sentido tem?</p>
<p>Enfim, não sei...</p>
<p> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Grupos vs Redes em Ambientes Educacionais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/86052.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/86052.html</guid>
            <pubDate>Tue, 22 Feb 2011 17:08:12 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[AVA]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[col]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[educação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[moodle]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[redes]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[redes sociais]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[stoa]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[tidia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[grupos]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><em>Em resumo, <strong>grupos</strong> são coleções, entidades juntados em algum espaço fechado. <strong>Redes</strong> são coleções de entidades autônomos com ligações entre si. Sistemas e softwares educacionais tradicionalmente suportam grupos melhor. Estamos aprendendo como melhor dar apoio à redes.</em></p>
<p>Leitura recomendada: Terry Anderson, <a href="http://terrya.edublogs.org/2008/03/17/networks-versus-groups-in-higher-education/">Networks Versus Groups in Higher education</a> e <a href="http://www.slideshare.net/terrya/three-generations-of-distance-education-pedagogy-challenges-and-opportunities">Three Generations of Distance Education Pedagogy</a></p>
<p>O tipo de sistema que suporta <strong>grupos</strong> no ensino é chamado de "Ambiente Virtuais de Aprendizagem" Apesar do nome abrangente,  AVAs na verdade são sistemas bastante restritos na sua finalidade. São desenhados para ser estritamente análogos a sala de aulas. Assim como salas de aula, AVAs são espaços onde um grupo de pessoas se reúne. Os grupos (classes, turmas) são previamente formados. Sempre tem apoio a diferentes <em>funções</em> ou <em>papeis</em>: o docente, o tutor e o aluno tem permissões diferentes. Grupos existem dentro de muro que distingue os dentro dos de fora e portanto requerem controles de acesso.</p>
<p>A USP tem muitas AVAs: o <a href="http://paca.ime.usp.br/">Moodle da IME</a>, o <a href="http://moodle.redealuno.usp.br/">Moodle da Rede Aluno</a>, tem o sistema <a href="http://col.redealuno.usp.br/portal/">COL</a>, o <a href="http://tidia-ae.usp.br/portal">Tidia-ae</a>. Modéstia não me impede recomendar o <a href="http://moodle.stoa.usp.br">Moodle do Stoa</a>, o AVA mais bem administrada da USP...</p>
<p>Sistemas em apoio a Redes Socais são qualitativamente diferentes. Numa <strong>rede</strong> existem ligações entre entidades <em>autônomos</em>. Uma característica de redes é que não têm centro. No Stoa, no Orkut, no Facebook o conceito central do sistema é o perfil, o espaço de um indivíduo. Claro, existem ferramentas de formação de grupos, mas não são previamente formados, não refletem necessariamente a estrutura pre-existente da instituição. Um blog geralmente é de uma pessoa, não do grupo. </p>
<p>A diferença entre a Rede Social Stoa (stoa.usp.br) e o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) o Moodle do Stoa (moodle.stoa.usp.br) é a diferença entre <strong>redes</strong> e <strong>grupos</strong>. </p>
<p>Indo um pouco mais a fundo, é interessante considerar três teorias (melhor: concepcões) de aprendizagem e as suas consequências para o design de ambientes educacionais. </p>
<p> </p>
<ol>
<li>"<em>Behavioural</em>" / Cognitivo.  É um modelo onde o instructor e o conteúdo está no centro das atencões, transferindo conteúdo / conhecimento. "Content is King". O AVA se adequa muito bem a este modelo. </li>
<li>Construtivismo (Social). Desde Dewey, Freire, etc. há críticas no modelo "transferência de informacão". Conhecimento é construído, em grupos, e é altamente dependente do contexto social. Uma metodologia alternativa ou complementar reconhece que aprendemos fazendo. As metodologias pedagógicas são mais centradas no aluno ou pequenos grupos. Exemplo: Problem based learning. O AVA, com seus espaços para grupos e ferramentas colaborativas se adequa muito bem a este modelo.</li>
<li>Connectivismo. Inspirado em redes, aprendizagem é tido como um processo de fazer <em>ligações </em>(entre idéias, fatos, pessoas, conceitos). Sistemas que permitem estudantes criar o seu próprio espaço são mais adequados a este tipo de aprendizagem. São sistemas abertos, com formação de grupos ad-hoc, sem "centro" e organizado pelos participantes, sem imposições "de cima".</li>
</ol>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[350 anos esperando para acesso aberto à literatura científica]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/85791.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/85791.html</guid>
            <pubDate>Fri, 11 Feb 2011 11:35:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[oldenberg]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[royal society]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[open access]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[acesso aberto]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>O que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Oldenburg">Henry Oldenburg</a>, fundador e primeira secretário do Royal Society, revolucionário de comunicação científico, primeiro editor das Philosophical Transactions, diria sobre os seus sucessores?</p>
<p>O primeiro artigo científico na primeira revista científica, agora disponível para todo mundo com uma conexão na internet... <a href="http://rstl.royalsocietypublishing.org/content/1/1-22/rstl.1665.0001.full.pdf+html">atrás de um pedágio</a>!</p>
<p><img src="http://stoa.usp.br/ewout/files/744/15769/rs.png"  border="0"  width="600"  height="380" /></p>
<p>[via <a href="http://www.delicious.com/url/b1511bf3274b69be247dde806a22c760 ">Michael Nielsen</a>:</p>
<p> </p>
<blockquote><span style="color:#333333; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;">Oh, this is just absolutely fantastic --- it's the _very first_ article in the very first journal ever, by Henry Oldenburg. 1665. And, guess what? It's behind a #?@!)%$ paywall. Well done, folks.</span></blockquote>
<p><span style="color:#333333; font-family: arial, helvetica, clean, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;"></span>]</p>
<p> </p>
<p> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Everyone of us wil be found... wanting.]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/83200.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/83200.html</guid>
            <pubDate>Sun, 19 Sep 2010 19:20:01 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[vai cair na prova?]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[treme]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[educação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[existencialismo]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><embed src="http://blip.tv/play/AYH963IC"  type="application/x-shockwave-flash"  width="480"  height="414"  allowscriptaccess="always"  allowfullscreen="true"></embed></p>
<p>Everything will be on the test. And the test will be everything. But fear not; for in the end, everyone of us will be tested. And everyone of us wil be found... wanting.</p>
<p>(<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Treme_(TV_series)">Treme</a>, temporada 1, episódio 9 )</p>
<p> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Tecnologias da Web Social Aplicadas a Ambientes Educacionais]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/ewout/weblog/78635.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/ewout/weblog/78635.html</guid>
            <pubDate>Tue, 11 May 2010 18:04:42 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[TIC]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[web]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[web social]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[educação]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>
<p>[Fiz uma apresentação para um grupo de trabalho que está pensando sobre Design Instrucional no contexto de projetos de Educação apoiado pelas tecnologias novas de informação e de comunicação.]</p>

<div style="425px"  id="__ss_4053640"><strong style="block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/ewout/cdi-20100502"  title="Tecnologias da Web Social Aplicadas a Ambientes Educacionais">Tecnologias da Web Social Aplicadas a Ambientes Educacionais</a></strong><object id="__sse4053640"  width="425"  height="355"><param name="movie"  value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cdi-20100502-100511125953-phpapp02&stripped_title=cdi-20100502" /><param name="allowFullScreen" /><param name="allowScriptAccess" /><embed name="__sse4053640"  src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cdi-20100502-100511125953-phpapp02&stripped_title=cdi-20100502"  type="application/x-shockwave-flash"  allowscriptaccess="always"  allowfullscreen="true"  width="425"  height="355"></embed></object><div style="padding:5px 0 12px">Veja mais das <a href="http://www.slideshare.net/ewout">minhas apresentações</a>.</div></div>

<p><strong>Intro</strong>: A Web Moderna é fundamentalmente diferente de mídia de massa. Permite consumidores passivos se tornarem produtores ativos. As novas tecnologias de rede e a Web participativa em particular têm aplicacões óbvias ao desenho dos nossos ambientes educacionais. Vou mostrar alguns resultados, acertos e erros do projeto Stoa e mostrar algumas possibilidades de ferramentas da Web para a construcão do ambiente online do curso de licenciatura em ciências. </p>
<p><strong>Três teorias </strong>(melhor: concepcões) de aprendizagem ou pedogagias e as suas consequências para o design de ambientes educacionais. </p>
<p><ol>
<li><em>"Behavioural" / Cognitivo</em>.  É um modelo onde o instructor e o conteúdo está no centro das atencões, transferindo conteúdo / conhecimento. "Content is King". </li>
<li><em>Construtivismo</em>. Desde Dewey, Freire, etc. há críticas no modelo "transferência de informacão". Conhecimento é construído, em grupos, e é altamente dependente do contexto social. Uma metodologia alternativa ou complementar reconhece que aprendemos fazendo. As metodologias pedagógicas são mais centradas no aluno ou pequenos grupos. Exemplo: Problem based learning. </li>
<li><em>Connectivismo</em>. Inspirado em "Redes". A característica de redes é que não tem centro: não existe uma única entidade que controla o andamento das coisas. </li>
</ol></p>
<p><strong>Experiências com Stoa</strong></p>
<p>  - Proposta vs usos reais (mero espaco de arquivos e blog, mas se é só isso, porque não usar plataformas genéricos: uso de espaco institucional tem que ter algum valor agregado)</p>
<p>  - Número de cadastros, aumento enorme quando Docentes comecam usar Moodle</p>
<p>  - Tensão entre "plataforma aberta" e hiearquias tradicionais da Universidade. </p>
<p><strong>Proposta concreta</strong></p>
<p> - Moodle. Mais: usar Buddypress para dar "um espaco na Web" para alunos, tutores e docentes. Ferramentas de criacão de grupos (Fóruns). Portal que agrega atividades. Outras ferramentas: Wiki, Web-Conferência (DimDim), email e lista de email, Chat. Ferramentas "Web2.0" de terceiros.  </p>
<p> - Precisamos planejar / pensar sobre</p>
<p>  + como incentivar o uso destes espacos (usar tutores e docentes)</p>
<p>  + como evitar que os participantes se sentam perdidas no espaco virtual: organizacão vs autonomia</p>
<p>  + até onde deixar "aberto" as contribuicões </p>
<p>  + é mesmo uma boa ideia mesclar formal - informal e pessoal - institucional?</p>
<p>  + qual métricas / indicadores acompanhar?</p>
<p>  + qual servicos "de terceiros" podemos usar? Google Apps, outros servicos Web2.0. </p>
<p><strong>Referências</strong>:</p>
<p> - "Lost in social space: Information retrieval issues in Web 1.5" <a href="http://journals.tdl.org/jodi/article/viewArticle/443/280 ">http://journals.tdl.org/jodi/article/viewArticle/443/280 </a></p>
<p> - "The Theory and Practice of Online Learning, second edition" <a href="http://www.aupress.ca/index.php/books/120146">http://www.aupress.ca/index.php/books/120146</a></p>
</p>]]></description>
        </item>
        
    </channel>
</rss>