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Dezembro 07, 2010

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Bom dia!

Clicando aqui vocês podem ler a última memória (reunião realizada aqui na COCESP). Foram levantados os grandes temas que servirão de apoio para o Encontro dos Grupos de Trabalho, que acontecerá no CEPAM, dia 09 de dezembro. As inscrições podem ser feitas aqui.

Palavras-chave: 2010 GT4-Uso social

Postado por Raquel Gianneschi Demetrio em Espaço USP | 0 comentário

Novembro 24, 2010

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ATA DE REUNIÃO

 

Disciplina FÓRUM PERMANENTE ESPAÇO PÚBLICO

2ª EDIÇÃO -CAMPUS SUSTENTÁVEL

Data 08 de novembro de 2010

 

Grupo GT3 Mobilidade Sustentável Local Sala 4 - COCESP

Facilitadores Samir Tanios Hamzo e Marino Benetti (COCESP)

Preparado por: Isabel Bossi e Gerson Damiani

 

PARTICIPANTES: Élio, Gerson, Isabel, Marino, Samir, Thiago

Ausência justificada: Antonio Macchione

 

Iniciamos a reunião às 9:30.

 

Temas principais: CICLOVIAS e CAMPANHA DE EDUCAÇÃO PARA MOTORISTAS E PEDESTRES NO CAMPUS.

 

O Samir nos apresentou o mapa da ciclovia central desenhada para o Campus com uma tendência bastante positiva para sua implementação apesar de não existir um cronograma de execução previsto. Mencionou sobre a importância de oferecer tecnologia e educar – criação de um “manual de instrução”.

O Thiago, aluno de mestrado da Faculdade de Saúde Pública, novo participante do grupo, se apresentou e nos informou que é ciclista regular na cidade de São Paulo. Sugeriu que todas as unidades tenham bicicletários de fácil acesso.

O Élio demonstrou sua preocupação em já irmos formatando o documentos do grupo tendo em vista que no primeiro Fórum, muitos assuntos discutidos nas reuniões foram perdidos por falta desse cuidado. Demonstrou ser contra o projeto atual da ciclovia longe das vias principais, por ser longe das vias principais.

Como a reunião estava se desviando um pouco da sua pauta, o Gerson resumiu a memória de reunião de 28/09 sobre o tema bicicletas e ciclofaixas para retomarmos a discussão. Foi alertado que na ata da reunião de 19/10, na terceira página, 7ª linha foram transcritas as prioridades em ordem diferente daquela que o grupo já havia sinalizado. A ordem correta da prioridade/preferências de locomoção dentro do Campus é: pedestre, bicicleta, ônibus e carro.

O Samir mencionou que a ciclovia planejada funciona como uma vértebra. A vantagem deste modelo é que não precisa forçar a coexistência com o carro no sentido total. O caminho natural será fazer a primeira parte da ciclovia, já pavimentada. Terão problemas pontuais, mas serão resolvidos. A partir dela objetiva-se a conectividade com diversos setores do campus. Calçadas pavimentadas com asfaltamentos, e posteriormente compartilhadas com pedestres.

Novamente o Thiago insiste que o processo seja iniciado através de ciclofaixas que servirão para mandar a mensagem aos usuários onde a demanda é reprimida.

O Marino mencionou que o Ricardo da TCURBS expressou ser contra a ciclofaixa na esquerda, pois seria mais perigosa para os ciclistas.

Samir e Gerson falaram sobre a produção de um documento que indique a necessidade de contratar um serviço profissional para o desenho e planejamento de ciclovias, o qual seria encaminhado para o comitê gestor.

Após ampla discussão os presentes chegaram a conclusão que o documento final do GT3 deva ter o formato com 2 grandes temas macro a seguir discriminados:

 

1) Estrutura:

• Viabilizar o estudo referente ao planejamento

• Pavimentação de vias e calçadas, e construção onde não há calçadas

• Priorizar pedestres

• Implementação de ciclovias e lombafaixas

• Sinalização do campus de acordo com o código de trânsito brasileiro

• Deslocamento interno adequado com aprimoramento do serviço de

ônibus circular

 

2) Educação

• Campanha Educativa Contínua e não esporádica

• Placas motivadoras perenes

As primeiras mudanças concretas sugeridas deverão ser as seguintes:

 

1) Inclusão de ciclofaixa na avenida da raia, que será refeita em 2011

 

2) Campanha educativa em fevereiro de 2011 almejando a redução de velocidade dos carros; incluir informação no manual do calouro; contar com apoio dos centros acadêmicos. Ex.: uma ação para que os motoristas parem nas faixas de pedestres.

 

O Marino sugeriu que a médio prazo (2012) pode-se planejar um concurso para a uma campanha de maiores proporções sobre o tema Mobilidade. Poderíamos sugerir um mascote e apresentar esse concurso para participação de toda a comunidade USP. Falou também que providenciaria uma estatística sobre acidentes no campus e fora dele.

Na próxima reunião – que ficou agendada para 23 de novembro de 2010, às 9h30, na COCESP -trataremos dos passos necessários para elaboração do documento destinado ao Comitê Gestor; e, sobre a campanha educativa visando o respeito às faixas de pedestres.

A reunião se encerrou às 11:50 horas.

 

Secretária: Isabel Bossi

Redator: Gerson Damiani

 

 

Palavras-chave: 2010 GT3-Mobilidade

Postado por Isabel Cristina Bossi Alves em Espaço USP | 0 comentário

Novembro 16, 2010

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Pessoal,

as memórias das 3 últimas reuniões estão disponíveis em nossa pasta. Peço desculpas por ter demorado tanto para conseguir organizar as coisas....

Nossa próxima reunião está marcada para o dia 23, às 14h00, aqui na COCESP (sala 04).

Até lá!

 

Palavras-chave: 2010 GT4-Uso social

Postado por Raquel Gianneschi Demetrio em Espaço USP | 0 comentário

Novembro 05, 2010

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 Segue abaixo, site contendo informações sobre XII FIMAI - Feira
 Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade, a maior feira de meio ambiente industrial e sustentabilidade da América Latina. Ocorrerão outros eventos paralelos tais como, o VI Seminário de Resíduos Recicle CEMPRE. Tendo como um dos temas na pauta de discussão, a Política Nacional de Resíduos Sólidos.  http://www.fimai.com.br/v2/News.aspx?idNews=44

Este post é Domínio Público.

Postado por Flavia Marisa Prado Saldanha Correa em Espaço USP | 0 comentário

Outubro 28, 2010

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Grupo                GT3 Mobilidade Sustentável           Local       Sala 4- COCESP

Facilitadores    Samir Hamzo e Marino Benetti (COCESP)

Preparado por:  Isabel Bossi e Gerson Damiani

 PARTICIPANTES:

Antonio Macchione, Cristina, Élio, Gerson, Isabel e Samir.

Ausências justificadas: Marino e Mauricio.

 Iniciamos a reunião às 9h20.

O Gerson nos orientou sobre o tema da reunião atual.

PEDESTRES: transformação do espaço físico, como se chega aos lugares, universalização do acesso, campanha educacional.

A partir daí a Cristiane acredita que ações constrangedoras possam modificar o comportamento dos usuários do Campus. As pessoas têm que perceber que o ambiente USP é diferenciado. Os visitantes têm que ter essa visualização. A USP deve ser um local de exemplo, para que a sociedade possa se espelhar.

Um local onde o enfoque educacional possa levar à transformação e à modificação de atitudes. Citou um exemplo que pode ser seguido pela USP: uma multa informativa (fictícia) para as pessoas que desrespeitam os direitos alheio. E sugeriu trazer um modelo na próxima reunião.

O Gerson supõe que apenas informações não são suficientes para a modificação das atitudes errôneas empregadas pelas pessoas. Instrumentos de controle, como por exemplo radares para detecção de velocidade e sinais luminosos em conjunto com uma campanha educativa, tem maior eficácia. Ressaltou que grande parte daqueles que transitam pela USP não estão associados à comunidade. Educação e Coerção são necessários em conjunto. Deve-se identificar os pontos críticos, de concentração de pedestres e definidos como os mais perigosos. Podemos realizar um mutirão, com a presença em massa da comunidade, a fim de expor os problemas, e educar tanto os motoristas como os pedestres. Gerson se ofereceu para auxiliar no mapeamento das zonas de maior perigo.

O Antonio concorda com a idéia de que a USP precisa ser um exemplo a ser seguido e critica a falta de organização que a mesma atravessa não orientando melhor seus usuários, principalmente na modalidade esportiva explorada nos finais de semana.

 O Samir concordou que as duas práticas, educação e coerção, devem ser associadas; nos alertou, porém, que as mudanças, geralmente não são bem recebidas. Precisa haver um tripé bem estruturado que englobe tecnologia, educação e fator econômico (coerção). Esses eixos bem aplicados podem garantir o sucesso de um projeto. Pretende-se inserir 50km/h como velocidade máxima em todo o campus.

A partir daí houve uma discussão ampla sobre situações que o Campus enfrenta diariamente. O tema mais polêmico foi “esporte dentro da universidade nos finais de semana”. Falou-se sobre as prioridades da universidade, no sentido de ser um centro acadêmico, e da falta de organização e informação sobre os direitos e deveres daqueles que utilizam o campus para finalidades exclusivamente esportivas, e mesmo dos organizadores internos. Pergunta-se como educar dentro da lógica de mobilidade sustentável?

 Retomando os trabalhos o Gerson levantou a necessidade de termos como objetivo da reunião o tema pedestre.

 O Élio fez uma observação importante. Ao vir para a reunião detectou que não há calçada para pedestre na frente da Cocesp. Onde há calçadas, o piso é inadequado. Novamente os carros são os privilegiados. Ele sugere que as calçadas sejam asfaltadas para garantir um bom acesso ao pedestre. Esse modelo, já utilizado na cidade de Curitiba, pode garantir uma boa mobilidade, principalmente para as pessoas com deficiência. Sugeriu que a prioridade seja por tamanho: pedestre, bicicleta, carro, ônibus. A solução deveria ser educacional e corresponder à essência do local. Usar a ferramenta da educação dentro da temática de que o local se propõe. A universidade deveria primar pelo educacional. Por princípio todos somos pedestres.

 A Cristiane entende que se pudermos localizar os pontos de movimentação das pessoas (manchas), as calçadas poderiam se interligar, proporcionando uma melhor locomoção do pedestre no Campus. Para isso deve-se definir pólos de concentração/demanda para pedestres: restaurantes, bibliotecas, e outros locais de grande circulação, sob a ótica do desenho universal.

 O Samir lembra que para execução de projetos mais específicos é necessário se contratar empresas especializadas no assunto.

 O Élio, o Gerson e a Cristiane dizem que é necessário cuidado apenas com o aspecto técnico. A comunidade (alunos, funcionários) também deveria ter acesso às informações da contratação e execução dos trabalhos para que o projeto original não se perca e receba respaldo da comunidade.

 A Cristiane até sugere um rol de perguntas norteadoras para que as empresas interessadas possam ter mais afinidade com o projeto. A que tipo de profissional podemos recorrer? Qual suporte temos? Necessitamos de uma campanha perene de educação: respeito de parar na faixa de pedestre, de parar no ponto, etc. O tipo do ambiente físico leva as pessoas a mudar de comportamento. Trata-se de processos de integração entre barreiras físicas e atitudinais. Ex. Faixa de pedestre no nível da calçada. O carro é forçado a reduzir. A mudança de atitudes leva à mudança física. Lastro de pedagogia para mudar o comportamento. Agora falamos do pedestre que não está em embate com a rua, mas sim pensando no pedestre.

 A Isabel acha que é muito importante a introdução de uma campanha educativa, numa escala menor, mas de forma que a mesma já pudesse ir sinalizando a grandeza do projeto em um futuro próximo, de maneira que os usuários do Campus pudessem ir já se adaptando à proposta. Distribuição de adesivos, panfletagem na portaria 1, trote educativo são algumas das idéias. Citou como exemplo a campanha trânsito Legal – coração azul da Porto Seguros . Apenas o fato de colocar este adesivo, sinaliza que se intenciona ter um trânsito melhor. Trata-se de uma atitude positiva. Começamos uma campanha de formiguinha, dentro do projeto de educação. Isso é pequeno, mas pode ser implementado imediatamente. As pessoas começam a receber esse selinho, colocar nos carros.

 O Gerson cita que os Centros Acadêmicos possam colaborar também, se tiverem visualização da proposta. O início do semestre em fevereiro seria um momento ideal. Os novos alunos chegam, os antigos retornam. Podemos criar um logo ou um mascote para essa campanha, para os adesivos da “USP Respeita”.

 O Samir acha que essa informação possa constar no manual do aluno, mas que essa campanha não possa acontecer antes que o Campus esteja adaptado com novas placas de velocidade, faixas de segurança adequadas e ampla acessibilidade. Mencionou que há um plano de recuperação de uma avenida principal por ano.

 Concordamos que é necessário obter as seguintes informações:

 1) Identificação de pólos de demanda: caminhos de circulação de pedestres, quantos vão de onde para onde?

 2) Identificação de pontos perigosos: estatísticas de atropelamento. Nesses locais poderá haver sinalização do tipo “o campus tem xx atropelamentos por mês”, ou “Cuidado. Zona de grande incidência de atropelamentos.”

 3) Caminho da van para pessoas com deficiência.

 Colocar esses 3 pontos no mesmo mapa. A partir daqui podemos partir para o projeto de sinalização de trânsito priorizando o pedestre, construção de lombafaixas, campanhas de educação.

 Deve-se definir se faremos contratação de um serviço especializado para fazer esse mapa. Há uma aproximação maior com a CET (primeira possibilidade) ou deve-se contratar um terceiro / empresa de consultoria (segunda possibilidade) que faça isso com a CET? De qualquer maneira temos que municiá-los com nossas necessidades.

 O Antonio sugeriu que o projeto seja mais pontual. Não pode ser genérico. Tem que ter barreira física, eletrônica e educação. Panfletagem na portaria, começando a educar aqueles que trabalham na portaria. Obrigação de preparar calçadas para pedestres. A USP tem que ser um exemplo. Tem que ser centro de referência, de excelência.

 Finalmente como objeto da reunião de 23/11 ficamos motivados a pesquisar materiais que possam ser úteis à reunião sobre calçadas acessíveis e campanhas educativas de sucesso.

 A Cristiane vai traduzir um trabalho publicado internacionalmente sobre as calçadas da Avenida Paulista para que possamos nos orientar sobre a viabilidade de implementação de calçadas semelhantes na USP. Além disso trará um exemplo da “multa-fictícia” conforme mencionado acima. O Samir providenciará dados sobre as maiores demandas de circulação de pedestres bem como os pontos mais perigosos, sobre estatísticas de acidentes e atropelamentos, e por fim o trajeto atual do transporte oferecido pela USP para pessoas com deficiência.

 As próximas reuniões serão:

 08 de novembro de 2010 – 9h00 na COCESP, assunto ciclovias, e trajeto do novo circular, campanha educativa de fevereiro de 2011, contato com centros acadêmicos.

 23 de novembro de 2010 – 9h00 na COCESP, assunto pedestres: calçadas, pólos de demanda, desenho da campanha educativa de fevereiro de 2011 para envio ao Conselho Gestor, contato com os centros acadêmicos.

 A reunião encerrou-se às 11h45.

 Secretária: Isabel Bossi

 Redator: Gerson Damiani

 

 

Palavras-chave: 2010 GT3-Mobilidade

Postado por Isabel Cristina Bossi Alves em Espaço USP | 0 comentário

Outubro 27, 2010

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Prezados Srs.

Prezadas Sras

A ata da reunião de 19/10/2010 do Grupo de Trabalho 3 - Mobilidade Sustentável, está disponível no seguinte link:

http://stoa.usp.br/espacousp/files/2612

Atenciosamente,

Gerson Damiani

Postado por Gerson D S D Damiani em Espaço USP | 0 comentário

Outubro 24, 2010

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Olá pessoal,

 

Então, tentei refletir sobre a nossa última reunião e também sobre o último encontro temático para tentar contribuir com o levantamento iniciado pela Iara, o qual visa expor as forças e debilidades da Universidade.

Assumo que em muitos casos não cheguei a uma conclusão fechada, ou seja, penso que uma determinada questão pode ser encarada como um ponto de força ou como uma debilidade apenas mudando-se o ponto de vista. 

Diante disso, acredito que as colocações que inseri no quadro (estão destacadas em azul, estou mandando a tabela na lista de e-mails, ok) são, na verdade, fruto de indagações pessoais e não de certezas concretas, visto que estas últimas não a possuímos, mas passamos toda uma vida em busca delas.

 

Confesso que o meu ponto de vista, por vezes se enviesa por aquele de quem utiliza a Universidades como uma aluna, visto que ainda o sou. Entretanto, me considero em posição privilegiada por abrigar em mim a condição de vivenciar na prática os diversos usos que a Universidade oferece: aluna, cruspiana, funcionária, pesquisadora, beneficiária de programas sociais da USP (Inclusp, bolsa moradia, bolsa alimentação, bolsista de iniciação científica pelo Cnpq...) esportista aos fins de semana, frequentadora de festas e eventos, frequentadora dos museus, etc.  

 

Todas essas perspectivas influem diretamente quando penso em que consistiria o uso social do campus. Juntas, elas me levam a crer que o uso social do campus carrega, em si, uma carga semântica de transformação da realidade. Realidade esta que se pretende melhor. 

Nesse sentido, acredito que de fato isto se concretiza quando a Universidade cria condições de inserir em seu círculo os indivíduos contra os quais seus muros - concretos ou não - foram erguidos, como um modo de devolver à sociedade um pouco do investimento que esta lhe confere, com o qual se sustenta a excelência da USP. 

 

Um belo exemplo, com o qual tomei contato no último encontro temático (e até me emocionei!), é o Programa de Desenvolvimento Humano pelo Esporte, apresentado no evento pelo educador Marcos Vinícius do Cepeusp. Esse projeto atende crianças e adolescentes recrutados em diversas escolas públicas da cidade. Como o próprio educador me respondeu quando o indaguei sobre quais os retornos mais diretos dessa ação transformadora que o esporte provoca nesses jovens, não é possível enumerá-los todos, pois os ganhos são enormes: desde melhoria no processo escolar até casos de jovens que passaram pelo Programa e posteriormente engrossaram o corpo de educadores do Programa.   

 

Contudo, acredito que a ação maior sobre essas crianças não é algo que se possa medir a curto prazo, pois trata-se da gênese de uma consciência cidadã que lhes permitiram escreverem uma outra biografia - bem distante daquela já imaginada e esperada por aqueles que apenas se lamentam de braços fechados perante os problemas sociais e que julgam não terem nenhuma responsabilidade sobre os mesmos.

 

Em última instância, penso e afirmo que é parte das atribuições da Universidade utilizar sua massa crítica para pensar, agir e formar parcerias com órgãos governamentais ou não, que se empenhem em projetos como esse, que elevam o nome USP para muito além dos muros que o cerca. 

 

 

Abraços a todos e até o nosso próximo encontro,

Luana

 

Palavras-chave: uso social do campus

Postado por Luana Cristina Biondo em Espaço USP | 2 comentários

Outubro 18, 2010

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Olá!

A Iara montou um esquema de análise de prioridades que está disponível para consulta em:

  • menu -> arquivos -> GT4 -> documentos - apoio

O quadro está muito interessante e como ela mesma escreveu no e-mail enviado para a lista: "seria proveitoso se cada pessoa acrescentasse pelo menos um item".

Até mais.

 

Palavras-chave: 2010 GT4-Uso social

Postado por Raquel Gianneschi Demetrio em Espaço USP | 0 comentário

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INFORMAMOS AOS PARTICIPANTES E AOS DEMAIS INTERESSADOS QUE A PRÓXIMA REUNIÃO DO GT5 SERÁ REALIZADA NA COESF DIA 19 (TERÇA) ÀS 14HS.

ROGERIO

Palavras-chave: REUNIÃO GT5

Postado por Rogério Bessa Gonçalves em Espaço USP | 0 comentário

Outubro 07, 2010

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Olá pessoal

 

Segue anexa a memória do ultimo encontro do GT Governança. E anexei os textos compartilhados pela lista do grupo.

E o link para o jornal Gente da FEA que tem matéria sobre a disciplina de Governança Corporativa.

 http://www.fea.usp.br/noticias.php?i=121

 

O 4º Encontro do GT será no proximo dia 14/10, das 10h as 12h, na Agência USP de Inovação que fica no predio da Antiga Reitoria ou Reitoria

End.: Rua da Reitoria, 374/109 -  7º andar - sala 711.

 

Abs,

Beth Lima - Facilitadora

GT Governança

Palavras-chave: 2010 GT2-Governança

Postado por Elizabeth Teixeira Lima em Espaço USP | 0 comentário

Outubro 06, 2010

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PARTICIPANTES:

Adile, Élio, Gerson, Marino, Mauricio Matsumoto e Ricardo (TCURBS).

Ausências justificadas: Isabel

Iniciamos a reunião às 14h15.

O tema da reunião de hoje foi Ciclovias. O Marino disponibilizou dois mapas: um do campus e o segundo da ciclovia planejada. Apresentou então o mapa com uma ciclovia interligando a portaria 1 e 2, distante das avenidas principais, basicamente entre a Avenida da Raia e a Avenida Luciano Gualberto.

O Maurício apresentou o Ricardo da TCURBS (www.tcurbs.com.br), que é arquiteto urbanista, formado pela FAU-USP, e falou sobre sua experiência com a criação de ciclovias. Citou o exemplo recentemente concluído em Rio Branco no Acre. Em 2006 realizou, com outros estudantes, um estudo a respeito de como se dava o deslocamento dentro do campus e o acesso a ele – mobilidade interna. A questão cicloviária se tornou um tema importante. Haviam aproximadamente 900 bicicletas no campus nesta época.

Foi discutido qual o melhor posicionamento da ciclo-faixa. E todos concordaram que o ideal seria na extrema direita da via. Há diversas possibilidades dependendo do tipo de via (ex. avenida, rua, pista local). A preocupação é também quanto aos pedestres, o ônibus e suas paradas.

Gerson sugeriu um exemplo utilizado na Alemanha, onde as ciclovias passam por detrás das paradas de ônibus, não interferindo assim com a subida e descida de passageiros. De qualquer forma, a prioridade número um é do pedestre. Após a criação de diretrizes, é necessário que sejam estabelecidas prioridades de curto, médio e longo prazo. Uma prioridade de curto prazo, por exemplo, seria a redução da velocidade máxima para 40 ou 50km/h seguida da instalação de radares para o controle de velocidade.

O Élio mencionou que vê um grande perigo nas conversões. Afirmou que o código de trânsito antigo previa que quem ia reto tinha a preferência na conversão; ainda segundo ele, o código novo não trata do assunto. Aqui há grande perigo de atropelamento de pedestres e ciclistas. É muito importante que haja sinalização adequada, que também deve se direcionar ao ciclista no que diz respeito ao pedestre.

A Adile indagou se há intenção de se discutir o tema com os outros campi da USP; pois o diálogo entre os diferentes campi é importante. Há uma sensibilidade em comum. Mencionou que está frequentando esse grupo pois a universidade é um lugar exemplo/modelo; ou seja, um conjunto de comportamentos que transpira para outros lugares.

O Ricardo mencionou três possibilidades de intervenção:

1)     desarticular a circulação de pedestres e veículos

2)     moderação da velocidade do carro / pista apropriada

3)     possibilidades reais de efetivação do processo

Por fim, afirmou que antes de se desenhar ciclovias, deve-se definir as diretrizes de sinalização, e estrutura do sistema viário. A questão não seria apenas de se construir uma ciclovia, mas sim de tornar o campus ciclável.

O Maurício sugeriu aproveitar o que já está disponível. Elaborar um caderno de diretrizes – um manual –  e estabelecer as prioridades.

Sugeriu-se a definição de espaços mais consolidados (manchas) em torno das bibliotecas, dos restaurantes. Posteriormente estas manchas devem ser unidas de forma a integrar o campus.

Para tal, Gerson sugeriu um estudo, caso ainda não exista, do deslocamento dentro do campus. De onde as pessoas vêm e para onde vão?

O tema é bastante complexo. Assim sugeriu-se uma próxima reunião para continuar o debate sobre o tema, identificar as necessidades e estabelecer as diretrizes básicas.

Questionou-se também a possibilidade de remuneração de serviços profissionais, como por exemplo, o da TCURBS. O próprio Ricardo, perguntou sobre o objetivo deste grupo, e se vamos escrever um plano de mobilidade.

As próximas reuniões ficaram agendadas para

-         19 de outubro às 9h00 na COCESP

-         9 de novembro às 9h00 na COCESP

Na reunião de 19/10 será discutido o tema PEDESTRE: transformação do espaço físico, como se chega nos lugares, universalização do acesso.

Na reunião de 9/11 o tema ciclovias terá continuidade, a partir da discussão acima.

A reunião se encerrou às 16:00 horas.

Palavras-chave: 2010 GT3-Mobilidade

Postado por Isabel Cristina Bossi Alves em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 29, 2010

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Olá!

Na reunião de ontem, pensamos em fazer um formulário para levantar dados que possam auxiliar no mapeamento cultural, social, artístico e tecnológico. Como base, seguem alguns pontos para serem trabalhados e gerarem perguntas para essa pesquisa:

è Qual o conceito de uso social?

è O que é e para que serve o Campus?

è Mapeamento social, cultural, artístico e tecnológico (pesquisado fazer uma listagem de coisas oferecidas nessas áreas);

è Questão da infra-estrutura: o que falta no Campus?

Podemos discutir isso aqui pelo STOA, nos comentários. Isso tem que ser fechado até a próxima terça (05 de outubro) para que tenha tempo de ser respondido e tabulado até início de novembro.

Até mais!

 

Palavras-chave: 2010 GT4-Uso social

Postado por Raquel Gianneschi Demetrio em Espaço USP | 5 comentários

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Prezados Beth e Rogério, 

Foi um prazer conhecê-los no evento ontem. Coloco-me a disposição para colocar aos GTs de que fazem parte as questões da acessibilidade, do desenho universal e de tudo que contribui, no limite, para a inclusão da pessoa com deficiência. Estou muito interessada em saber da realização das próximas reuniões dos seus respectivos grupos de trabalho, para que lhes possa levar material de referência sobre esses temas. Por ora estou envolvida com o GT de Mobilidade Sustentável, facilitado pelo Samir, mas na medida do possível pretendo contribuir com todos os GTs que demandarem maiores esclarecimentos sobre o objeto da Secretaria de Estado que represento. 

Acredito que deste nosso contato podem advir frutos muito importantes para a Universidade e a sociedade em geral, norteados por um conceito abrangente de sustentabilidade social. 

Grata desde já pela sua abertura e receptividade, 

Cristina. 


Cristina de Miranda Costa 
Assistente Técnico 
Chefia de Gabinete 
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência 
Telefone: 11-52123750 
E-mail: cmcosta@sp.gov.br 

Postado por Rogério Bessa Gonçalves em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 27, 2010

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AGENDA DE REUNIÕES GT5

08/10/2010 - LOCAL: COESF 3º ANDAR 9hs.

19/10/2010 -  LOCAL: COESF 3º ANDAR 13HShs.

TEL: ROGERIO: 30913105

Postado por Rogério Bessa Gonçalves em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 21, 2010

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PARTICIPANTES:

Élio, Gerson, Isabel, Marino, Mauricio Matsumoto e Samir.

Ausências justificadas: Antonio Macchione e Beatriz

Iniciamos a reunião às 9h20.

O Marino nos colocou a par da situação de um aluno de doutorado da Faculdade de Geografia e História: ele solicitou que a portaria do “Mercadinho” fosse adaptada para que ele pudesse chegar ao Campus sem precisar utilizar um taxi, devido o mesmo ser cadeirante e na portaria citada haver obstrução para tal passagem. A Coordenadoria do Campus já está tomando as devidas providências para atender a solicitação. Os presentes acreditam que as demais portarias de pedestres (6) também poderiam ser beneficiadas com a modificação.

O Élio entende que a “mobilidade” é um problema cultural e falta vontade política para resolução dos problemas. Considerando a quantidade de pedestres que utilizam o Campus, os espaços são mal utilizados tendo em vista a má conservação de trilhas para tal finalidade, e em alguns locais a ausência completa das mesmas. Sugestão: asfaltamento das calçadas; Curitiba tem calçadas asfaltadas. O ladrilho intertravado pode ser “bonito” mas não é prático, pois deforma-se, permite o crescimento de plantas, e não se trata de um modelo sustentável e de boa acessibilidade.

Daí para frente a reunião seguiu com participação de cada um dos presentes, salientando o esclarecimento que o Samir nos proporcionou acerca da finalidade do Grupo de Trabalho: “emissão de um relatório com diagnóstico que atenda a necessidade da maioria dos usuários do Campus, apontando soluções / necessidades”.

O Mauricio levantou a necessidade de espaços próprios para o ciclista, e sugeriu a criação de “ciclo faixas” dentro do Campus. Demonstrou ainda que o ciclista enfrenta as mesmas dificuldades para trafegar fora do Campus. Ele nos informou ainda que a CPTM gostaria de realizar uma pesquisa para justificar a manutenção da linha “Ponte Orca” que tem uma data já determinada para finalizar. A intenção inicial é de pedir um adiamento desta data.

Segundo o Mauricio, a cooperação proposta pela CPTM com a USP é de realizar uma pesquisa para entender quantas pessoas que chegam via trem da CPTM (estação Cid. Universitária) ou Ponte Orca vão para a USP, com 3 objetivos:

    1) melhorar o acesso ponte/portão FEPASA

    2) conhecer qual a demanda para o PEDALUSP na estação Cid. Universitária

    3) entender se a ponte orca é necessária tal qual é hoje.

 Também demonstrou a necessidade de informação acerca da quantidade de veículos que trafegam no Campus, para que se possa mapear e entender a demanda da mobilidade existente. Além disso, questinou a verdadeira função do grupo de trabalho: há real possibilidade de influenciarmos mudanças?

 O Gerson iniciou sua fala citando a proposta sugerida pelo colega Rafael, quando de sua participação no lançamento do Fórum em 31/08: Criação de  diretrizes para os campus da USP. Universalização do conceito Mobilidade Sustentável. Não existe um documento que fale sobre mobilidade sustentável. A meta é influenciar não somente a comunidade universitária, mas toda a sociedade a pensar sobre o tema. Esse documento (Documento Referência) deve definir o significado de mobilidade sustentável, e ser utilizado como base de referência para o futuro. Cada campus deve ter um plano de mobilidade específico. Deve ser criado um objetivo de redução de pelo menos 50% automóveis no campus para os próximos 10 anos.

Citou ainda a experiência que ele obteve quando visitou a Universidade da Califórnia em Los Angeles, e acredita que seria possível a implantação de algumas medidas adotadas pela universidade citada, aqui no Campus da USP, por apresentarem várias semelhanças a respeito da localização e tamanho. A UCLA e a USP são universidades estaduais públicas, situadas em cidades com transporte público deficitário e intenso tráfego de automóveis. Têm quase o mesmo número de alunos e visitantes/dia. A UCLA conseguiu resolver muito bem sua situação de mobilidade, criando bolsões de estacionamento terceirizados pagos - valores baixos para os internos da universidade e valores de mercado para os visitantes externos à universidade - e implantação de transporte interno e acessos (vias, rampas, calçadas) de excelente qualidade. Uma cooperação entre as universidades pode ser muito produtiva.

Mencionou por fim a sinalização deficitária no campus e questionou a falta de radares para controle de velocidade.

A Isabel demonstrou sua preocupação quanto ao desrespeito às Leis de Trânsito dentro do Campus, e acredita que uma campanha contínua demonstrando sua necessidade, possa favorecer também os pedestres que são a maiores vítimas dessa violação.

 O Mauricio voltou a sugerir Criação de uma Pasta “Mobilidade” com orçamento; ou seja, institucionalizar o tema dentro da Universidade de São Paulo. Questionou a viabilidade disso. O Samir respondeu que isso é viável. Há recursos para tal. O primeiro Fórum deu legitimidade ao grupo, Hoje o Conselho Gestor é independente da prefeitura e tem força de ratificação.

Finalmente o Samir nos sugeriu a elaboração de uma proposta específica a respeito da solicitação da CPTM que poderia já ser encaminhada para apreciação dos membros do Conselho Gestor. Espera-se uma visão sistêmica global e que aponte as necessidades da maioria. O tema transporte é complexo e estrutural. Há possibilidade de se trabalhar com os alunos da POLI e de outras unidades como FEA, FFLCH, FAU. Os alunos podem realizar seus TCCs sobre temas de grande relevância para o Grupo Mobilidade Sustentável. Também mencionou que a ponte do Jaguaré é bastante estratégica, e a conexão com a CPTM nesta região poderia melhorar muito, pois tem grande potencial futuro – terminal de ônibus SPTRANS, de bicicletas, bolsão de estacionamento. A região poderá se tornar um futuro parque tecnológico com a possível anexação do museu de tecnologia, programas de visitação aos museus da USP, entre outros.

Entendemos ainda que para o bom andamento dos trabalhos do GT, precisamos definir pautas para as próximas reuniões, assim sendo, estaremos discutindo na próxima reunião a implantação de “ciclovias” ou “ciclo faixas” dentro do Campus. Para tanto será convidado uma pessoa da TCUBIS, empresa especializada em elaboração de projetos dessa natureza, para participar da reunião e contribuir com os trabalhos do GT.

Outras sugestões:

-         Extensão da Ponte Orca para a Estação Butantã do metrô

-         Melhoria do acesso da CPTM (estação Cidade Universitária) para o campus; atualmente muito perigosa. Aqui poderia se construir uma ponte para pedestres

-         Implementação de mecanismo OCR para monitorar entrada e saída de veículos, com apoio da POLI

-         Plano de Diretrizes

 -         Mapeamento de onde estão vindo as pessoas e quais suas necessidades

As próximas reuniões ficaram agendadas para

- 28 de setembro de 2010 às 14 horas

- 19 de outubro às 9h00

 ambas na sala 4 da COCESP. 

Os temas discutidos serão:

28/09: ciclovias; criação de pasta "mobilidade”; possível presença do Ricardo da TCURBS. O Samir irá apresentar o plano de ciclovia existente.

19/10: sinalização, campanha educativa

 A reunião se encerrou às 11:20.

 Secretaria: Isabel Bossi


Redator: Gerson Damiani

Palavras-chave: 2010 GT3-Mobilidade

Postado por Isabel Cristina Bossi Alves em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 20, 2010

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Olá pessoal

 

Para que possamos nos organizar melhor, nas próximas reuniões, envio uma proposta de pauta para o 3º Encontro do GT Governança.

 

Procurei me basear na nossa ultima conversa que foi muito rica e já sinalizou vários caminhos e aspectos que poderemos abordar. Outra referencia foi o meu encontro com os demais facilitadores o que reforçou alguns dos apontamentos do grupo e da sinergia que poderemos promover com os demais GTs.  E por fim nas sugestões de textos que foram surgindo pela lista .

O encontro terá como base dois blocos: 1º) conceitual que fundamente o que conversarmos no ultimo encontro e possa nos dar um “boneco da proposta” a ser encaminhada pelo grupo. 2º)  que nos permita por meio de casos  concretos avaliar e entender os aspectos da  governança no âmbito da programas e projetos (dentro dos próprios programas e como esses se relacionam ou esperam se relacionar com a USP).

 

 

Qq duvida me avisem,  se não nos encontramos na 5ª feira no 1º Encontro Temático.

 

 

 

Postado por Elizabeth Teixeira Lima em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 17, 2010

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Oi!

Com a grande quantidade de anotações, apenas hoje consegui terminar de montar a memória. Ela está disponível na pasta do GT4 em ARQUIVOS (menu). Também será enviada por e-mail para a lista.

Por favor, caso queiram incluir alguma informação, sintam-se a vontade!

 

Até mais! 

Palavras-chave: 2010 GT4-Uso social

Postado por Raquel Gianneschi Demetrio em Espaço USP | 0 comentário

Setembro 16, 2010

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Prezados colegas,

informo que  nossa próxima reunião continuará sendo realizada na COESF, Bloco K 3º andar. 

A data está marcada para 27 de setembro, às 9hs.

Solicitamos a presença de todos.

 Rogerio....

ps. teremos café, bolacha, bolo, suco e muita informação!

 

 

Postado por Rogério Bessa Gonçalves em Espaço USP | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

Setembro 11, 2010

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O II encontro do GT 2 será no dia 14/09, das 10 às 12 hs. na Escola de Comunicações e Artes, Depto. de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP) da ECA-USP, Av. Prof. Lucio Martins Rorigues, n. 443 - Prédio 3 - ala 20.

Palavras-chave: 2010 GT2-Governança

Postado por Alessandra Pavesi em Espaço USP | 1 comentário

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II Fórum do Espaço Público

Pró-memória 1ª Reunião do GT Governança

Facilitadora: Elizabeth Teixeira Lima – USP Recicla

Suplente: Eunice Bruno - COCESP

Relatora: Alessandra Pavesi - EESC

Secretária: Maria de Lourdes Medeiros de Souza (Lu Medeiros) – FEA

 

Na abertura dos trabalhos, Beth Lima destacou alguns pontos importantes, tanto no que se refere a contexto, como a organização, para que o grupo se situasse:

1. O fato de que possivelmente tenhamos diferentes idéias sobre o conceito de governança;

2. A necessidade de alinharmos as expectativas em relação à forma de trabalho e seus contornos;

3. A análise prévia que ela fez sobre as expectativas levantadas no ato de inscrição no Fórum e a percepção de que a maioria deseja chegar a algo aplicável;

4. Enfatizou que o grupo tem caráter consultivo e não deliberativo; e

5. Que Governança é um tema transversal a todos os demais.

Em seguida, houve uma rodada de apresentações e, dos 44 inscritos, apenas 13 estavam presentes:

1. Elizabeth Teixeira Lima – que atua na Agência USP de Inovações, no programa USP Recicla, e no 1º Fórum trabalhou no GT sobre resíduos;

2. Eunice Bruno – arquiteta da COCESP, que também participou do 1º Fórum;

3. Lu Medeiros – que atua na FEA, na área de Comunicação e Desenvolvimento;

4. Rosa Maria Sampaio – que é Secretária na ECA

5. Roberta Helena Fiorotto Rodrigues Bacha – Assistente de Direção da Coordenadoria do Campus Luiz de Queiroz

6. Maurício Villar – ex-aluno da Poli e um dos criadores do protótipo do Pedalusp

7. Marcos André de Almeida Santos – da EACH, que justificou sua participação no GT com o objetivo de contribuir com sua experiência de 20 anos na gestão da Universidade para que se chegue a resultados concretos

8. Madeleine – advogada com atuação em vários conselhos em atividades relacionadas a meio ambiente e se interessa por perenizar projetos na USP

9. Tibor Rabóczkay – professor titular do IQ e do USP Convive, que escolheu participar do GT Governança porque quer perenizar o canil da USP

10. Maria da Luz Costa – do IO, que é advogada e trabalha em apoio logístico

11. Alessandra Pavesi – ecóloga, que faz pós-doutoramento em Arquitetura e Urbanismo na EESC na área de planejamento para a sustentabilidade

12. Victor E. L. Ranieri – professor da EESC, interessado em aprender sobre gestão universitária

13. Renato Cezar Munoz – Assistente de Direção do IE

Obs.: os nomes assinalados em azul são de pessoas que não estavam inscritas no GT

Após as apresentações Beth Lima explicou como será a dinâmica de funcionamento dos grupos, com a utilização do Stoa como ferramenta de comunicação e gestão do conhecimento, e reuniões presenciais de no máximo 2 horas, que podem acontecer em uma das Unidades dos participantes. A segunda reunião foi agendada para dia 14 de setembro, às 10 horas, na ECA. Como exercício, cada participante deve preparar uma reflexão sobre qual contribuição pode dar ao grupo sobre o tema, conceitos e questões individuais.

Ao final da reunião, houve livre manifestação dos participantes, com observações sobre o tema a ser desenvolvido pelo grupo.

Identidade e pertencimento, a falta de um processo de integração mais cuidadoso dos ingressantes, tanto alunos como servidores, e de espaços para convivência e socialização, foram pontos que se destacaram; a necessidade de regras e políticas claras que favoreçam seu desenvolvimento foi apontada como caminho para solução do problema.

Vários exemplos da falta de regras ou do cumprimento delas foram levantados, como as festas dos alunos, os pedestres que invadem as pistas e as bicicletas.

Também foi observado que, apesar de ser consenso a necessidade de regras, tem sido difícil criar pactos na Universidade, e muitas vezes as regras não são incorporadas aos costumes.

Observou-se que a descontinuidade político administrativa contribui para dificultar a perenização de mudanças.

Para a próxima reunião, Beth Lima ficou de trazer material básico sobre estruturas existentes na USP, para enriquecer as próximas discussões e facilitar o trabalho.

 

 

 

Palavras-chave: 2010 GT2-Governança

Postado por Alessandra Pavesi em Espaço USP | 0 comentário

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