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Maio 27, 2009

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Na noite desta terça-feira, dia 26, a Comissão da Reitoria, responsável pela negociação da pauta específica, divulgou a seguinte nota.

Realizada a terceira reunião sobre a negociação da pauta específica, nesta data, dia 26 de maio, com os representantes do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), a Comissão da Reitoria informa que será concedido o que segue:
 
1. Auxílio Educação Especial, no valor de R$ 422,22, que beneficiará os dependentes portadores de necessidades especiais, filhos de docentes e servidores técnico-administrativos. O benefício será concedido a crianças e adolescentes com até 18 anos de idade. A partir dessa idade, pode-se requerer ao INSS o benefício social correspondente. O Auxílio Educação Especial será regulamentado por Portaria da Reitora, a exemplo do Auxílio-Creche.
 
2. Aumento do valor do Auxílio-Alimentação para R$ 375,00, o que corresponde ao reajuste real de 17,19%.
 
Vigente    Proposta
R$ 320,00    R$ 375,00*
R$ 240,00    R$ 281,00**
 
3. Aumento do valor do Vale-Refeição, que terá reajuste de 15,38%, passando para R$ 15,00.
 
A vigência da concessão dos citados benefícios (itens 1, 2 e 3) terá início a partir da data do encerramento da greve.
 
A Comissão da Reitoria informa também que o Auxílio-Creche terá aumento de 6,05%, passando de R$ 398,13 para R$ 422,22, conforme legislação vigente.
 
São Paulo, 26 de maio de 2009.
 
Alberto Carlos Amadio
Antonio Marcos de Aguirra Massola
Dante Pinheiro Martinelli
Alberto Aparecido Gonçalves de Souza
Cândida Luiza Speranza Barbosa
Maria de Lourdes Pires Bianchi
 
* Para os funcionários com base inferior ao valor equivalente ao nível Superior II-J da tabela de vencimentos da Universidade.
** Para os funcionários com base igual ou superior ao valor equivalente ao nível Superior II-J da tabela de vencimentos da Universidade.
 

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Maio 13, 2009

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Revista Espaço Aberto - USP

Você, aluno, já pode enviar seus textos literários (contos, crônicas ou poemas) para serem publicados no próximo número da revista literária Originais Reprovados.

A revista é um projeto de extensão universitária dos alunos do curso de Comunicação Social - Habilitação em Editoração, da ECA-USP, e publica anualmente produções literárias de alunos de toda a USP.

Até o dia 15 de junho os organizadores da publicação estarão recebendo textos de alunos interessados, que passarão por posterior seleção. Os textos deverão ser enviados para o e-mail originaisreprovados@gmail.com. O regulamento e outras informações podem ser encontradas no site  www.comartejr.com.br/originais.

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Janeiro 26, 2009

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Universidade para uma nova era

No dia 9 de outubro foi criada a Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a Univesp. Entretanto, do que trata a idéia de universidade virtual e como ela será colocada em prática?

Por Guilherme Celestino

A Univesp é um consórcio que reúne o governo do estado, as universidades estaduais – USP, Unesp e Unicamp – e a Fundação Padre Anchieta, além da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o Centro Paula Souza e a Fundação para o Desenvolvimento Administrativo Paulista (Fundep). “A Univesp, apesar do nome, não é uma universidade e sim um programa”, esclarece logo de cara o professor Gil da Costa Marques, coordenador de Tecnologia da Informação (CTI) da USP e um dos responsáveis pelo programa.
O programa contará com R$ 25 milhões, para que não seja retirada da verba já dedicada às universidades que será revertida a criação e desenvolvimento dos cursos, como ressaltou o governador José Serra em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, no último dia 9 de outubro. “Não estamos tirando verba das universidades.

Deveríamos fazer isso, porque é para o ensino superior público, mas não estamos. E é para mostrar a importância que esse programa tem para nós”, disse. Os cursos serão gratuitos e, num primeiro momento, a idéia é criar 5 mil vagas em Pedagogia para professores da rede pública já em exercício, 700 vagas em Licenciatura em Biologia, além de 900 vagas em Licenciatura em Ciências. Prevêem-se ainda cursos de Filosofia, Sociologia e Espanhol, entre outros. Segundo o secretário de Ensino Superior, Carlos Vogt, o sistema de cotas continuará a obedecer às políticas atuais das universidades estaduais paulistas. “Vamos continuar a respeitar essas políticas”, diz.
Para ser aprovado, o aluno passará por um vestibular. “O critério de escolha do aluno é o mesmo de uma universidade tradicional, do ponto de vista da avaliação”, responde Marques em clara referência às críticas ao programa, que, do seu ponto de vista, tem sido estigmatizado pelo fato de os alunos não comparecerem fisicamente aos cursos e por muitos acreditarem na alta evasão. “É cedo para criticar. A Cederj (Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro), que segue o mesmo princípio da Univesp, tem taxas de aproveitamento e evasão iguais às das universidades tradicionais”, diz Marques. Ele explica também que o programa foi concebido para suprir falhas existentes nos profissionais do ensino médio em serviço da rede estadual.
Quanto ao cronograma, ainda não foram estabelecidas datas específicas. A idéia, todavia, é que as primeiras turmas já sejam admitidas em 2009, sempre respeitando as políticas vigentes nas universidades estaduais paulistas, ampliando a oferta e o alcance do ensino público gratuito. Segundo Marques, o projeto não compromete o ensino tradicional, pois não vai substituir o ensino presencial. Segundo ele, a Univesp terá tanto aulas presenciais quanto virtuais.
As aulas virtuais via web são a base do projeto. Entretanto, a presença da Fundação Padre Anchieta possibilitará a difusão das aulas a partir de um de seus canais digitais que será destinado aos programas-aulas. Dessa forma o ensino atingirá também pessoas que não estão matriculadas, mas têm interesse em assistir às aulas.
A USP será responsável pelos cursos de Licenciatura em Biologia e Licenciatura em Ciências. Gil da Costa Marques explica que o curso de Ciências tem como alvo os professores do ensino fundamental e abrange temas de biologia, física e química. O curso terá a duração de quatro anos, enquanto o de Biologia terá a mesma duração do curso presencial, de cinco anos. A USP se responsabiliza também pela distribuição do material didático impresso e o divulgado na web.
Os cursos presenciais acontecerão nos fins de semana. “Cada curso vai refletir um formato de atividade de fim de semana nos pólos. Por exemplo, Ciências terá 50% das aulas presenciais e terá aulas em oito pólos distintos, um em cada campus da USP. Cada pólo terá capacidade para até 150 alunos. Esperamos contar com algo em torno de 135”, diz Marques. Para ele, o nível do aluno será o mesmo de um estudante tradicional da USP. “A expectativa é que não seja um aluno de segunda linha, pois temos uma grande preocupação com a qualidade do curso”, completa.

Palavras-chave: José Serra, Suely Vilela, Unesp, Unicamp, Universidade de São Paulo, Universidade Virtual, Univesp, USP

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Janeiro 12, 2009

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A influência dos astros: técnica ou metafísica?

A grandiosidade e o mistério que envolvem os astros aguçam a curiosidade sobre seus poderes de intervenção em nossas vidas

Por Maria Clara Matos

O céu é mapa, calendário, relógio, morada dos deuses e, talvez, a dos humanos que bem se comportarem. Os registros astronômicos mais antigos datam de aproximadamente 3000 a.C. e se devem aos babilônios, chineses, assírios e egípcios. Os astros eram estudados com objetivos práticos, como medir a passagem do tempo ou com viés astrológico, para fazer previsões do futuro. Hoje a duplicidade de leitura desses astros permanece e o consenso é de que a influência deles sobre nós é considerável.

Roberto Bozcko, professor do Instituto de Astronomia e Geofísica, explica que do ponto de vista científico os astros influenciam a vida das pessoas e da própria Terra, uma vez que é a luz do Sol que define o ciclo do dia e da noite sem o qual muito provavelmente não existiria vida na Terra. Mas além do planeta, o astrônomo chama a atenção para a influência causada pela Lua.

O fênomeno das marés, segundo o professor, está ligado às forças gravitacionais diferenciais provocadas pelo satélite. Ele explica que essas forças funcionam como um elástico que é puxado mais para a direção da Lua. Assim, como o planeta não é um corpo rígido, o lado que está voltado diretamente para o satélite é puxado mais do que pontos diametralmente opostos, como as diferenças de marés existentes entre o Brasil e o Japão , por exemplo. “O conhecimento de que a Lua influencia as marés é uma coisa muito antiga. Certamente os primeiros homens que utilizaram um porto para sair com seus navios, possivelmente há mais de 4 mil anos atrás, já tinham associado as marés com as fases da Lua. É simples perceber que quando a Lua nasce a maré é baixa e quando a Lua está passando acima de nossas cabeças a maré é alta”, esclarece Bozcko.

Os demais planetas também exercem fenômenos de marés, assim como de radiação, mas o professor aponta que são de intensidade muito pequena, uma vez que estão distantes demais. Mitos em relação às fases da Lua não faltam e o astrônomo não deixa de esclarecê-los. Nascem mais crianças na Lua cheia, porque sua força gravitacional auxilia no parto; para que cresça o cabelo deve ser cortado em determinada fase da Lua e para que a safra seja boa deve ser plantada e colhida em dias corretos. Essas e outras receitas não têm correlação alguma com as fases do satélite garante o professor do IAG.

Outro assunto delicado é a astrologia, mas nesse assunto o professor diz ser necessário cuidado para que não sejam feitas análises generalistas. Segundo Bozcko, alguns cientistas costumam se arvorar da idéia de que explicam tudo e aquilo que ele não sabem explicar não existe. “Essa é uma atitude um tanto quanto perigosa e anticientista, porque o pesquisador deve estar aberto a novas descobertas, procurar explicar novos fatos”, comenta. Mas ele pondera e opina que tudo para o que não há explicação também não pode ser considerado prontamente sobrenatural.

A Universidade Federal de Brasília (UnB) criou em 1989 o Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais que comporta pesquisas sobre ufologia, astrologia, terapias integrativas, entre outras. O coordenador do grupo enfatiza que um dos principais objetivos é “levar o conhecimento popular para o mundo acadêmico” e com isso dar uma interpretação científica ao popular.

Para Francisco Seabra, pesquisador do núcleo de estudos da UnB, “a criação do grupo aumentou o nível de exigência e da capacidade crítica no trato com a matéria”. Os estudos realizados por Seabra, Paulo Celso dos Reis Gomes, do Instituto de Tecnologia, e pelo professor Hiroshi Masuda, do Departamento de Engenharia, também da UnB, utilizam a Teoria das Determinações Astrológicas de Jean Baptiste Morin de Villefranche na interpretação de mapas astrológicos. O pesquisador destaca a importância da teoria de Morin que permite exatidão na interpretação do mapa. Tendo isso em vista, o astrólogo defende a criação de núcleos de estudos em outras universidades, preferencialmente, ligados às cadeiras de física e psicologia.

Seabra comenta que acredita que a astrologia tanto no Brasil como no mundo esteja bem evoluída, embora ainda não seja aceita pelo universo acadêmico. “O nível de aceitação é bastante baixo. Creio que parte dos danos advém de profissionais de imprensa e de astrônomos desinformados sobre a astrologia. Porém, a grande culpa deve recair sobre a própria categoria dos astrólogos que permite em seu seio profissionais que não dominam o assunto”, enfatiza.

Bozcko pondera e exemplifica com a questão da astrobiologia, ou exobiologia, isto é, o estudo de formas de vida na Terra e também fora dela. O professor conta que: “Durante muito tempo essa idéia de que a exobiologia pudesse existir era considerada simplesmente uma atitude não científica e quem ousasse falar isso era simplesmente banido de qualquer convívio de sociedades astronômicas científicas. Há poucos anos foi incluída na União Astronômica Internacional uma comissão especialmente criada para o estudo da exobiologia, ou seja, passou a ser um estudo científico”.

Palavras-chave: astrologia, astronomia, Comportamento

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Dezembro 19, 2008

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Ela é referência quando se trata da questão da mulher. A socióloga, ex-senadora e militante dos direitos das mulheres, Eva Blay, fala de sua carreira, sua vida e seus ideais.

Por Guilherme Celestino

“Uma mulher que acaba de ser aposentada compulsoriamente, dedicou mais de 40 anos a USP, e é avó de duas netas pequeninhas, uma tem quatro e a outra vai fazer nove” é assim que se apresenta Eva Blay. Formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1959), com mestrado e doutorado em Sociologia pela USP (1969 e 1973), e também coordenadora do Nemge (Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero), sempre quis fazer pesquisa. Se não tivesse escolhido isso como profissão teria sido jornalista: “Eu sempre tive desde criança muito interesse pelas coisas que estavam acontecendo perto ou mais ou menos perto”.

Na sua juventude participou do movimento sionista de esquerda Habonim Dror, mas não chegou a ir para Israel. “Não suportei a idéia de morar num kibutz, pois o meu socialismo é um pouco diferente, fui lá apenas uma vez, de férias”, diz a socióloga. A verdade é que Eva Blay tinha sido preparada, assim como suas duas irmãs, para fazer universidade. Na sua família a mulher sempre teve um papel importante, visto que sua avó e mãe trabalhavam. Foi nessa época que surgiu a idéia de fazer Ciências Sociais: “Alguém comentou que ali se fazia pesquisa, aí eu fui direto, não sabia absolutamente o que significava, fazer pesquisa, acho que intuía”.

Eva estudou nos colégios que eram considerados os melhores, e na época a escola pública era ótima. “Eu estudei no Padre Anchieta, no Roosevelt e depois na USP, sempre em escola pública. No primário tinha uma classe cheia de meninas, aliás, era separado menino e menina, nem o período poderia ser o mesmo, no colegial também. Dessa turma de mulheres no mínimo 50% fez universidade.”

No começo da vida acadêmica abraçava todas as oportunidades que apareciam. “Na época não tinha nem mesmo mestrado, fiz apenas uma especialização e comecei a dar orientação. Era aquela fase de transição”, relata. Foi no mestrado que Eva começa a se interessar pela questão da mulher, tema que pautara toda sua vida, com um estudo da mulher trabalhadora e da escola profissional feminina. “Eu achei que não ficou muito bom, mas como, historicamente, marcou um tempo e como tem muita informação… Hoje em dia, vendo pessoas recuperar meu texto, é engraçado, porque eu mesma não o valorizo.”

Entrou no Departamento de Sociologia como instrutora voluntária, trabalhando dois anos sem ganhar, até que decidiu enviar um projeto de pesquisa para a Fapesp sobre a mulher trabalhadora. “Ganhei a bolsa, só que foi muito engraçado, pois na época o Walwick Kerr, diretor científico da Fapesp, me chamou e perguntou por que eu queria estudar a mulher, porque precisava estudar a mulher.” Ela explicou para ele que a mulher ainda era desconhecida, os dados não mostravam nada. Pouco tempo depois saiu sua contratação no Departamento de Sociologia.

Ela começou então a dar aulas de organização social, e decidiu fazer um trabalho específico sobre a questão da mulher. “Os alunos quase me mataram. Mas eu insisti e entramos em um acordo. Uma parte da classe fez e outra não. Hoje encontro com aqueles ex-alunos e eles dizem: ‘É Eva você foi muito precoce’, e fui mesmo”, lembra a professora.

Ao mesmo tempo em que lecionava na USP, Eva participava de movimentos de mulheres numa época em que o assunto não era debatido. Foi somente com a ditadura que as coisas mudaram. Os movimentos feminista e de mulheres se articularam fazendo uma série de atividades que visavam à democracia e ao direito à cidadania para as mulheres. “A gente saáa na rua, participamos de um movimento contra a carestia, outro por creches, por postos de saúde… Então a mulherada se organizava no bairro, nós fazíamos visitas. Íamos para esses lugares falar sobre democracia, direito da mulher. Sem ligação com nenhum partido, era mesmo cidadania”, destaca. Ao mesmo tempo em que em outros países da América Latina isso era proibido. “Nós fomos apoiar as mulheres no dia 8 de março no Chile, a polícia ficou atrás, só faltava soltar os cachorros em cima, isso porque distribuíamos panfletos pequenos. Mas eu não sofri perseguição na época.”

Sua ligação com a política começou somente após a redemocratização quando entrou no PMDB, e logo depois participou da fundação do PSDB, pelo qual foi suplente do então senador Fernando Henrique Cardoso e depois senadora de 92 a 94. “Primeiro participei do movimento feminino pela anistia, em 79, e com a redemocratização, fui convidada a participar de um evento pela candidatura do Montoro”, relata. Entretanto o movimento só iria apoiá-lo se criasse o Conselho Estadual da Condição Feminina “Começamos a fazer uma série de debates sobre vários temas, organizamos subgrupos para creches, discutimos com editoras para os livros não serem sexistas e em 85 foi criada a Delegacia de Defesa da Mulher, mas nessa época o PT já tinha existia o que criou muito problema, era um pouco como ‘não vale, porque não é do PT’.” Para ela o movimento feminista não vem atrelado ao socialismo, mas também não é de direita.

Viúva, quando o assunto é família, Eva traz apenas boas recordações de seu marido, Júlio. Ela diz que ele era um grande feminista. “Outro dia uma amiga da união das mulheres me disse: ‘Um dia você chegou lá com o Júlio, e ele viu que estávamos colocando papéis nas mesas. Ele não perguntou nada, pegou os papéis e começou a colocar nas outras mesas, quando vi aquilo percebi que era dos nossos, foi para participar’.”

Quando questionada se é uma pessoa polêmica, Eva responde, enfática: “Eu sou mesmo, me considero polêmica porque reajo a provocações e luto pelo que acho certo”.

Palavras-chave: Eva Blay, mulheres, perfil

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Dezembro 03, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor02.htm

Do dia 7 ao dia 10 de dezembro será realizado o 5º Encontro de Gestão de Secretariado da USP, que em 2008 abordará o tema: “Profissional de secretariado: agente facilitador da comunicação interpessoal e da sociabilidade no ambiente de trabalho”. O evento será realizado em Águas de Lindóia. Além de palestras sobre o tema, este ano o GeSec promove oito minicursos, sendo que os participantes escolherão dois destes cursos tirar suas dúvidas mais específicas. Dentre os cursos estão o de Organização de eventos coorporativos, Informática no dia-a-dia da secretária e Ginástica Laboral. O tema do evento foi sugerido pela maioria dos participantes do 4º Gesec, por meio da pesquisa de opinião. Eles têm interesse pelo tema sobre gerenciamento de pessoas, relacionamento interpessoal e integração de equipe. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.usp.br/gesec/. Programação 7/12/08 (domingo) 14h: Saída da USP 19h: Jantar 8/12/08 (2ª) 7h às 8h45: Café da manhã 9h às 9h30: Cerimonial com autoridades da USP 9h30 às 11h: Palestra sobre gerenciamento de pessoas - Vivian Maerker 11h às 11h15: Coffee break 11h15 às 12h: Uso racional da internet - dr. Marcelo Xavier de Freitas Crespo 12h às 14h: Almoço 14h15 às 17h15: Minicursos 19h: Jantar 9/12/08 (3ª) 7h às 8h45: Café da manhã 9h às 12h: Minicursos 12h às 14h: Almoço 14h às 16h: Inteligência emocional e gestão de pessoas - As emoções como fator de sucesso nos negócios - Eduardo Shinyashiki 16h às 16h30: Encerramento do evento 21h: Jantar de Confraternização 10/12/08 (4ª) 7h às 8h45: Café da manhã 8h30: Entrega dos certificados 9h às 12h: Atividades de encerramento 12h às 13h30: Almoço 14h: Retorno

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia02.htm

O Teatro Municipal de São Paulo realiza, entre 5 e 7 de dezembro, mais quatro récitas da ópera Dido e Enéas, do compositor inglês Henry Purcell. O espetáculo será apresentado em um galpão anexo à Central de Produção Chico Giacchieri, no Canindé. A ópera conta com a participação do grupo Teatro da Vertigem e direção cênica de Antônio Araújo. Dido e Enéas traz no elenco os cantores Luisa Francesconi, Leonardo Neiva, Silvia Tessuto e Rosemeire Moreira, acompanhados pelo Coral Paulistano e pela Camerata Barroca, com regência e direção musical do maestro Tiago Pinheiro. No Central de Produção Chico Giacchieri - Local: r. Paschoal Ranieri, 75, Canindé; Horário: sexta-feira e domingo às 20h, sábado às 19h e 21h; Ingresso: R$ 20,00 à venda na bilheteria do Teatro Municipal e no Ticketmaster. Não haverá venda de ingressos no local do espetáculo; Fone: (11) 3326-0186; Data: 5, 6 e 7/12.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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Dezembro 02, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor03.htm

Nos dias 3 e 4 de dezembro, a USP comemora os 20 anos de criação das Pró-Reitorias Graduação, Pós-Graduação, Pesquisa e Cultura e Extensão Universitária em atividade que integra as comemorações dos 75 anos da USP, no Anfiteatro Camargo Guarnieri, na Cidade Universitária. A decisão de fazer a comemoração dos 20 anos veio dos pró-reitores e da própria reitora da USP, Suely Vilela, pois as Pró-Reitorias cumpriram papel muito importante ao integrar as unidades. A criação das Pró-Reitorias se deu como uma resposta institucional de reorganização da Universidade, o que possibilitou renovar seu ideal de sempre atender à sua diversidade, mobilizando-a ao constante aperfeiçoamento. Programação: 3/12, a partir das 18h : Apresentação de um vídeo com depoimentos dos pró-reitores e de ex-pró-reitores. Em seguida, os ex-pró-reitores das respectivas áreas serão homenageados. Para encerrar o dia, haverá a apresentação do pianista e professor Eduardo Monteiro. Além disso, nessa mesma data, os participantes do evento serão agraciados com o livro Vinte anos da criação das Pró-Reitorias na Universidade de São Paulo e com um vídeo comemorativo. 4/12, às 9h30: Mesa-redonda “Os desafios atuais e o futuro da Universidade”, com a participação dos pró-reitores Selma Garrido Pimenta (Graduação), Armando Corbani Ferraz (Pós-Graduação), Mayana Zatz (Pesquisa) e Ruy Alberto Corrêa Altafim (Cultura e Extensão Universitária). No Anfiteatro Camargo Guarnieri - Local: r. do Anfiteatro, 109, na Cidade Universitária; Fone: (11) 3091-3220; Data: 3 e 4/12.

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia04.htm

Como parte do projeto 1968 Vou Ver, o Centro Universitário Maria Antonia abre sua quarta e última série de exposição com mostras individuais de Maurício Nogueira Lima, Marcello Nitsche e Flávio Império. A exposição, que começa no dia 4 de dezembro com vernissage aberto ao público às 20 horas, tem como objetivo repensar o legado dos anos 60 na cultura do país e celebrar os 40 anos do mítico ano de 1968. No Centro Universitário Maria Antonia - Local: r. Maria Antonia, 294; Horários: terça a sexta-feira, das 12h às 21h, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h; Preço: entrada franca; Fone: (11) 3255-7182; Data: 5/12 a 1/2/2009.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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Dezembro 01, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia03.htm

Como parte do projeto Sala do Professor Buchanan’s, a casa Bourbon Street traz aos palcos o jazzista americano Stanley Jordan. Com seu estilo peculiar de tocar guitarra, Jordan se apresenta no palco do clube na quarta-feira, dia 3 de dezembto, às 20h, em uma aula-show apresentada pelo músico Daniel Daibem com transmissão ao vivo pela rádio Eldorado (92,9 FM). O guitarrista sobe ao palco acompanhado dos músicos Dudu Lima (baixo acústico e elétrico) e Ivan “Mamão” Conti (bateria). Os dois brasileiros se apresentam com o artista há alguns anos em turnês mundiais do Stanley Jordan Trio. Bourbon Street - Local: al. dos Chanés, 127, Moema; Horário: quarta-feira a partir das 20h; Ingresso: R$ 50,00; Fone: (11) 5095-6100; Data: 03/12.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia01.htm

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta nos dias 2, 9 e 16 de dezembro, das 19h30 às 21h30, sua série de encontros Poesia no Jardim da Filosofia. Com mediação da poetisa e doutora em filosofia Viviane Mosé, esses encontros contarão com a presença dos também poetas Fabrício Carpinejar e Marcelo Montenegro, Chacal e Ademir Assunção, Negra Li e Bruna Beber. Abrindo o ciclo, no dia 2, Fabrício Carpinejar e Montenegro falam sobre “A palavra e os novos meios: os destinos da escrita”. Misto de sarau, entrevista e debate, Poesia no Jardim da Filosofia tem por objetivo estabelecer um diálogo entre a arte poética e a reflexão filosófica. No Centro Cultural Banco do Brasil - Local: rua Álvares Penteado, 112 – Centro; Horário: terça-feira das 19h30 às 21h30 Ingressos: entrada franca mediante retirada de senha, distribuída a partir das 10h, no dia do evento; Fone: (11) 3113-3623; Data: 2, 9 e 16/12.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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Novembro 28, 2008

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 Texto escrito por Guilherme Celestino

A história recente da arte brasileira é contada desde o dia 16 de outubro na exposição “MAM 60”. Com a curadoria de Annateresa Fabris e Luiz Camillo Osório ela será exibida até o dia 14 de dezembro na Oca e tem entrada franca

Na mostra são apresentadas cerca de 500 obras, entre elas os 45 trabalhos do primeiro acervo que foram doados à USP em 1963 e que se encontram hoje no MAC-USP, além de 200 documentos que incluem catálogos, folders e cartazes de exposições. Para Luiz Camillo “A idéia da exposição é contar a história dos 60 anos do museu, da constituição do seu acervo. Do começo promissor, passando pela crise dos anos 60 quando o acervo foi doado para USP, até a retomada no fim dos anos 60 e a nova identidade da arte moderna, seguindo se a consolidação do museu no universo cultural de SP”.

A exposição traz um núcleo documental que se encontra no piso térreo da Oca e onde se destacam os aspectos centrais da história do MAM, entre eles a busca de uma identidade própria do museu e sua relação com o Museu de Arte Moderna de Nova York. Para Osório, “o MAM é  um museu que está sempre repensando sua modernidade, como é característico dos museus de arte moderna, como o  MoMa de Nova York no qual ele foi baseado. Ele pretende discutir esta relação entre o moderno e o contemporâneo que está para o Brasil na Semana de Arte Moderna e o começo do modernismo por aqui.”

O museu possui um acervo heterogêneo que conta com obras que vão desde o O móbile amarelo, preto, vermelho e branco do escultor surrealista norte americano Alexander Calder até a Série trágica do multifacetado modernista brasileiro Flávio de Carvalho, passando por obras tão diversas quanto Alfredo Volpi, Milton Dacosta, Paul Bruscky, German Lorca e Lívia Abramo. Osório lembra: “A sociedade pode esperar um museu preocupado em contar a história do moderno, mas também com a atualidade da arte”.

A obra ecológica de Frans Krajcberg
Ainda durante as comemorações dos seus 60 anos, o MAM promove também na Oca a exposição “Frans Krajcberg: Natura”. Trata-se da apresentação da obra do precursor da arte ecológica no Brasil e através de 60 esculturas e 40 fotografias escolhidas pelo próprio artista.

No Manifesto do Rio Negro, concebido em parceria com Pierre Restany e Sepp Baendereck, Krajcberg considera que a arte deve ser destituída da busca pelo poder para encontrar uma nova sensibilidade aguçada, livre de julgamento.

Smetak revisitado
Enquanto isso no próprio MAM ocorre entre os dias 9 de outubro e 21 de dezembro a retrospectiva da obra do músico, inventor, filósofo, poeta e místico Walter Smetak (1913-1984). Suíço radicado na Bahia, o artista consagrou-se através de uma obra diversificada e inusitada, com instrumentos criados por ele mesmo, tendo como objetivo ser o veículo de sua própria visão mística do mundo.

A exposição, nomeada “Smetak Imprevisto”, traz 90 instrumentos e promove a execução de algumas de suas peças musicais. Ela conta também com dois documentários sobre o artista além de uma animação de oito milímetros criada pelo próprio Smetak.

MAM 60
Local: Oca – av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3
Horários: de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas
Ingressos: Entrada franca
Fone:
(11) 5083-0519
Data:
17/10 a 14/12

Frans Krajcberg: Natura
Local:
Oca – av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3
Horários: de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas
Ingressos: Entrada franca
Fone:
(11) 5083-0519
Data:
17/10 a 14/12

Smetak Imprevisto
Local:
MAM-SP – av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3
Horários: de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas
Ingressos: R$ 5,50 (sócios do MAM, crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 – entrada franca)
Fone:
(11) 5083-1300
Data:
10/10 a 21/12

 

Palavras-chave: Frans Krajcberg, Ibirapuera, MAM, Modernismo, Museu de Arte Moderna, OCA, Walter Smetak

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor01.htm

O Museu Paulista da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga, reúne, entre os dias 10 e 11 de dezembro, professores universitários e pesquisadores no seminário A obra de Affonso d'Escragnolle Taunay e os fundamentos da Escrita da História no Brasil. O evento visa a discutir as mediações entre museu, escrita e visibilidade da História e o peso dos museus na construção da historiografia brasileira na primeira metade do século 20. Será abordada especialmente a obra do historiador Affonso d'Escragnolle Taunay, no cinqüentenário de sua morte. Formado pela Escola Politécnica (Poli) da USP, Taunay delineou sua carreira em grande parte durante o período em que foi diretor do Museu. O seminário será realizado no auditório do Museu Paulista (Parque da Independência, s/n, Ipiranga) nos dois dias das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas. Os interessados devem se inscrever até 8 de dezembro pelo telefone (11) 2065-8075 ou pelo email acadmp@usp.br. A taxa de inscrição é de R$ 50,00.

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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Novembro 27, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia04.htm

O grupo de dança Ballet Stagium apresenta nesta sexta, sábado e domingo suas últimas apresentações do espetáculo Bossa Nova em São Paulo. A cia. de dança, criada em 1970, pretende com esse espetáculo fazer uma homenagem aos 50 anos da Bossa Nova. Ballet Stagium, que é coordenado por Marika Gidali e Décio Otero, foi um dos primeiros grupos de dança a usar a MPB em suas trilhas. O espetáculo, em cartaz no Teatro de Dança, reúne coreografias que misturam irreverência e improvisação com inspirações de canções de Vinícius de Moraes, Tom Jobim e Baden Powel. No Teatro de Dança - Local: av. Ipiranga 344, subsolo; Horário: sexta-feira, sábado e domingo às 18h; Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia); Fone: (11) 2189-2555; Data: até 30/11.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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Novembro 19, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor01.htm

Nos dias 25 e 27 de novembro, o professor da FMUSP Marcos Boulos, especialista em moléstias infecciosas e parasitárias, ministra o curso Dengue e Malária – Dificuldades para o Controle. O evento é destinado aos profissionais da comunicação e acontece no Instituto do Câncer do estado de São Paulo. O curso faz parte das atividades do Fórum Permanente de Educação e Saúde para Profissionais de Comunicação que é constituído por aulas ministradas por médicos e especialistas propondo, o debate e a discussão sobre o noticiário de saúde veiculado na mídia. No Instituto do Câncer - Local: av. Doutor Arnaldo, 251, Clínicas; Horário: 19h às 22h; Ingressos: R$ 70,00; Fone: (11) 3893-2015; Data: 25 e 27/11.

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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Novembro 17, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor03.htm

No próximo dia 24 de novembro, a Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a Escola Politécnica (Poli) da USP e a Capes, Escola de Altos Estudos, realizarão o encontro acadêmico internacional Interdisciplinaridade em saúde e ambiente, com a presença do professor Claude Raynaut, da Université Bordeaux II, França. O evento acontece das 14h às 18h no Anfiteatro João Yunes da FSP/USP. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Faculdade de Saúde Pública: www.fsp.usp.br .

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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http://www.usp.br/espacoaberto/leitor/leitor04.htm

O docente do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), da Esalq- USP, foi homenageado em Nagoya pela Japanese Association for Flow Injection Analysis. Juntamente com outros pesquisadores de diversas partes do mundo, ele recebeu um diploma e uma medalha de honra ao mérito científico durante o 15th International Conference on Flow Injection Analysis and Related Techniques, por suas atividades de pesquisa que contemplam principalmente o projeto e desenvolvimento de sistemas de análises químicas em fluxo, com aplicações nas áreas agronômica, ambiental, farmacêutica e industrial. Engenheiro Agrônomo pela Universidade de São Paulo (1971), mestre em Energia Nuclear na Agricultura pela Universidade de São Paulo (1974) e doutor em Química Analítica pela Universidade Estadual de Campinas (1981), Elias Ayres Guidetti Zagatto é atualmente, professor titular do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo e membro titular da Academia Brasileira de Ciências.

Palavras-chave: nnpp, Notícias USP

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia03.htm

A Balada Literária, idealizada pelo escritor Marcelino Freire, chega à sua terceira edição. Do dia 20/11 ao dia 23/11, o público poderá participar do evento, organizado nos moldes da Festa Literária de Paraty. São dezenas de convidados que têm um encontro marcado em diversos locais da Vila Madalena, como a Livraria da Vila, a Biblioteca Alceu Amoroso Lima e o Centro Cultural b_arco. Neste ano, a homenageada é a escritora e tradutora Tatiana Belinky. Em 2006, foi o poeta Glauco Mattoso. No ano passado, foi saudado o também poeta Roberto Piva. Serão realizadas diversas mesas-redondas com a participação de Suzana Amaral, Olívia Araújo e Ana Luisa Lacombe, entre outros convidados. A programação completa você encontra no site www.baladaliteraria.org.

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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Novembro 14, 2008

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Casos de homicídios continuam caindo no estado de São Paulo. Para especialista, nova concepção na gestão da polícia contribuiu para isso

Por Talita Abrantes

texto originalmente publicado em www.usp.br/espacoaberto/0comportamentoa.htm


Em janeiro de 2009, quando reassumir a Prefeitura da capital paulistana, Gilberto Kassab provavelmente encontrará uma cidade com menos homicídios do que no início desta década, em 2000. É o que confirma estatística lançada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) no último 31 de outubro. Os dados referentes aos meses de janeiro a setembro de 2008 apontam redução de 12% no número de homicídios com intenção de matar (dolosos) no estado para o mesmo período do ano passado. O índice no último trimestre foi de 10,3 homicídios por 100 mil habitantes.

De acordo com o coordenador de análise e planejamento da SSP, Túlio Khan, nos últimos oito anos as ocorrências de crimes letais diminuíram 70% no estado de São Paulo. A capital também segue essa tendência. No primeiro trimestre de 2004, foram contabilizados 881 homicídios dolosos contra 326 entre janeiro e março deste ano. No terceiro trimestre de 2004, o número de ocorrências registradas era de 822 contra as 296 do mesmo período de 2008.

Os casos, contudo, se concentram em áreas específicas da capital, segundo apontam as conclusões apresentadas no livro Olhar São Paulo – Violência e Criminalidade, lançado em 27 de outubro pela Secretaria Municipal de Planejamento (Sempla).

 

À primeira vista a obra parece comprovar a visão (e os argumentos adjacentes a ela) de que a violência se concentra nas áreas mais periféricas da cidade. Para se ter uma idéia, de acordo com o estudo, em 2000, as regiões do Capão Redondo, Jardim Ângela, Jardim São Luiz, Cidade Ademar, das represas Billings e Guarapiranga, Centro Velho, Parque do Carmo e Tremembé lideravam o ranking das áreas de risco de ocorrências de homicídios dolosos no Município. Mas Marcelo Nery, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP e coordenador do estudo, é cauteloso com essa tese: “Dada a complexidade da violência o fundamental é não buscar regras e, sim, observar as características de cada localidade”.

Entre 2000 e 2005 o risco de homicídios nessas áreas acompanhou a diminuição das ocorrências em toda a cidade. "No mapa de 2005 [veja aqui] há menos áreas vermelhas", observa Nery. Apesar dessa queda, a "geografia do crime permaneceu inalterada", segundo Tomás Cortez Wissenbac, técnico do Departamento de Estatística e Produção de Informação (Dipro) da Sempla. Quando observado o número de mortes o desenho do mapa do Município muda. Regiões como a da Brasilândia, que antes não apareciam nas zonas de maior risco de homicídios, despontam entre as áreas de concentração de ocorrências.

O mapeamento desses fatos pelos sistemas de Informação Criminal e Centro de Operações Policiais Militares (Copom) On-Line, a partir de 2000 e 2001, respectivamente, é uma das hipóteses de Túlio Khan para a redução dos homicídios no estado. Agora, "é possível monitorar os indicadores permanentemente", afirma Khan. Paralelo a isso, semanalmente cada unidade da Polícia Militar prepara um Plano de Policiamento Inteligente que é fiscalizado mensalmente pelo comando do batalhão e trimestralmente pelo comando de área. "Com base nesses dados podemos ponderar em que áreas devemos concentrar o efetivo policial", diz.

 

Outro ponto levantado pelo coordenador de planejamento da SSP são as políticas de desarmamento implementadas no estado desde 1995. "Em 1999, apreendemos cerca de 40 mil armas", lembra. Para completar, Khan aponta o aumento do número de prisões como outro fator importante para a compreensão da diminuição dos homicídios. "A população dos presídios era de 55 mil em 1995. Este ano, há 155 mil presos em todo o estado. O encarceramento tira alguns criminosos de circulação e intimida aqueles que ainda estão nas ruas", opina.

Para o pesquisador do NEV, as iniciativas governamentais, contudo, não são as únicas explicações para o novo quadro. "Não podemos nos esquecer das instituições que trabalham no sentido de restringir o acesso à arma e drogas, daquelas que atuam para dar perspectivas aos jovens dessas regiões, e de outras que apóiam a Polícia", enumera. O pesquisador pondera que a resposta à violência não é fácil. "Por mais que um político diga "vote em mim, porque vou reduzir a violência dando emprego e educação", isso é fundamental, mas não é suficiente", salienta Nery.

O livro Olhar São Paulo – Violência e Criminalidade, já está disponível para a população no site da Sempla (http://sempla.prefeitura.sp.gov.br/). A previsão é de que todas as Secretarias do Município recebam um exemplar do documento. As estatísticas da Secretaria de Estado da Segurança Pública podem ser conferidas aqui.

 

 

 

Palavras-chave: crime, homicídios, São Paulo, secretaria de segurança pública

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Novembro 10, 2008

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http://www.usp.br/espacoaberto/noticias/noticia01.htm

O mundo árabe, em parte conhecido pelos brasileiros devido, especialmente, à imigração sírio-libanesa, é tão diverso quanto os 23 países que o compõe. Aspectos culturais e sua grande contribuição ao Ocidente serão trazidos ao público de São Paulo na inédita “Imagens e Paisagens do Mundo Árabe e o Brasil de Aziz Ab'Sáber”, que a Caixa Cultural (Praça da sé, 111) promove, de 14 de novembro a 18 de janeiro de 2009. A entrada é franca. Realizada pelo Instituto da Cultura Árabe (ICArabe, www.icarabe.org), com curadoria do professor, a exposição é composta por duas partes: a primeira, com fotografias vindas do Institut du Monde Arabe (IMA), de Paris, de conteúdo educativo. A segunda, traz fotos que relatam a viagem de Aziz Ab'Sáber, geógrafo e Professor Emérito da Universidade de São Paulo, a diferentes países árabes. No espaço expositivo ainda serão exibidos dois filmes: um documentário com depoimentos de estudiosos na área que complementam o acervo francês e um filme contendo depoimentos do professor Aziz Ab´Sáber. Caixa Cultural Local: Praça da Sé, 111; Horário: terça a domingo, das 9h às 21h; Ingressos: entrada franca; Fone: (11) 3321-4400; Data: 14/11/2008 a 18/1/2009

Palavras-chave: Cultura, nnpp

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