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Dezembro 12, 2011

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O TIJOLAÇO - BRIZOLA NETO

O que faria uma pessoa abrir uma empresa num paraíso fiscal?

Imagine se a filha ou o genro de Dilma Rousseff o fizessem?

Ou se este genro de Dilma Rousseff repassasse, desde uma empresa (sua) nas Ilhas Virgens uma bolada de dinheiro para outra sua empresa no Brasil e, acionado por dívidas previdenciárias, não tivesse nem mesmo um automóvel em seu nome para ser penhorado?

Ou se a filha da Presidenta estivesse respondendo na Justiça pela quebra do sigilo bancário de 60 milhões de pessoas, por acesso indevido aos cadastros do Banco do Brasil?

Ou se um diretor do Banco do Brasil comprasse, por operações cruzadas, praticamente uma prédio inteiro da Previ, caixa de previdência dos funcionários?

Tudo isso aconteceu e está documentado no livro de Amaury Ribeiro Júnior, com uma única diferença.

Os parentes eram de José Serra, não de Dilma Rousseff.

O que basta para não ser notícia nos nossos “moralíssimos” jornais.

Quando se age assim, desparece a autoridade moral para criticar.

E se enganam se acham que vão poder abafar o caso com a falta de notícias.

O livro de Amaury Ribeiro puxou vários fios da meada imunda das privatizações.

E este novelo vai ser exposto.

Ontem, aqui, já mencionamos um deles.

A AES, empresa americana que comprou a Eletropaulo e a Cemig – de uma forma que deixou até Itamar Franco, dócil às privatizações, indignado – também faz negócios com as elétricas brasileiras a partir das Ilhas Virgens.

Lá, em algumas simples caixa postal, ficam a dúzia de empresas-fantasmas que exploram a conta de luz dos paulistas e devem um fortuna ao BNDES.

A imagem é reproduzida de um dos contratos que se fez para encontrar saída para esta escandalosa inadimplência e favoritismo.

Contratos subscritos pelo srs. Britaldo Soares e Eduardo Berini, que são diretores da Eletropaulo e/ou procuradores de duas dúzias de empresas-fantasmas, que só existem no cartório do paraíso fiscal caribenho.

A privatização das empresas estatais é o maior escândalo da história do Brasil.

E, com os jornais ou contra eles, virá à tona.

 

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Dezembro 03, 2011

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Blog Terra Brasilis
Por DiAfonso

Hoje [03/12/2011 - às 07h47], a Folha de S. Paulo publicou matéria em que apresenta a "guerra dos vídeos" sobre a Hidrelétrica Belo Monte. De um lado, o vídeo do Movimento Gota D'água [dos globais]; de outro, o Tempestade em Copo D'água? [dos estudantes de Engenharia Civil da Unicamp].

Tudo ía muito bem e a  leitura transcorria sem percalços, quando, de repente - não mais que de repente -, resolvo verificar os referidos videos no You Tube. 

Surpresa: constato que o número de visitas informado pela Folha, relativamente ao vídeo do Movimento Gota D'água, estava inflado em mais de 377 mil acessos. Confira na imagem acima: 507 mil

Reportagem da Folha:

"O Video produzido pelo Movimento Gota D'agua ja recebeu mais de 885 mil visitas...".

 

Assista ao Video: Tempestade em Copo D'água

DECISÃO DA JUSTIÇA SOBRE BELO MONTE

Baseada em fatos e sem paixões, a decisão da Justiça derruba todas as mentiras que vem sendo espalhadas sobre Belo Monte e mostra como a Obra é viavel e seus impactos estão claramente definidos e compensados dentro do possivel.

Nesse contexto, o Decreto Legislativo nº 788/05, que aprovou a construção de Belo Monte, foi ratificado pelos Juízes

AGU comprova que audiências do Ibama e da Funai para ouvir comunidades afetadas pela UHE Belo Monte não ofendem a constituição.
A Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), a legalidade da construção da Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.
O Decreto Legislativo nº 788/05, que aprovou a construção de Belo Monte, estava sendo questionado em ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF). Os procuradores da República afirmavam que haveria a exploração de recursos hídricos em terras indígenas e que os índios não foram escutados pelo Congresso Nacional antes da edição do Decreto.
A equipe das Procuradorias Regionais Federal e da União (PRF/PRU) argumentou em memorial entregue aos desembargadores do TRF1 que a UHE Belo Monte não aproveitará potenciais energéticos de terras indígenas, pois não será construída nessas áreas. Não haverá perda territorial, mas pequenos impactos, que foram "amplamente estudados e considerados pelo órgão licenciador e pelo órgão indigenista, para que todas as medidas necessárias às mitigações e compensações sejam adotadas".

Quanto à necessidade de autorização do Congresso Nacional para aproveitamentos hidrelétricos que causem impactos em terras indígenas, a AGU esclareceu que no artigo 231, parágrafo 3°, da Constituição Federal está prevista autorização para aproveitamentos hidrelétricos em terras indígenas. São situações diferentes, portanto.
A AGU lembrou ainda que não é competência exclusiva do Congresso Nacional escutar os indígenas, como alegava o MPF. A Funai e o Ibama já fizeram esse papel e realizaram mais de 75 reuniões durante todas as fases do licenciamento ambiental da UHE Belo Monte. O objetivo foi explicar às comunidades o projeto, de forma que elas pudessem entendê-lo, para sugerir medidas que ajudem na diminuição ou compensação dos impactos.

Compensações

 

No memorial, os procuradores e advogados da União apresentaram as medidas mitigatórias e compensatórias que serão adotadas nas comunidades ribeirinhas e indígenas, que serão afetadas pelo projeto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Elas estão listadas no Plano Básico Ambiental e compreendem diversos projetos: de Monitoramento do Dispositivo de Transposição de Embarcações; de Recomposição da Infraestrutura Fluvial; de Monitoramento da Largura, Profundidade e Velocidade em Seções do Trecho de Vazão Reduzida; de Monitoramento da Navegabilidade e das Condições de Escoamento da Produção; de Monitoramento das Condições de Vida das Populações da Volta Grande; de Incentivo à Pesca Sustentável, entre outros.

Exigências

 

A AGU também defendeu no TRF1 que o Ibama fez exigências para a construção do empreendimento em questão, como a destinação de R$ 100 milhões para a implantação de Unidades de Conservação, a título de compensação ambiental; a criação de Planos de Ação Nacional para Espécies da Fauna e Flora Ameaçadas; e a instalação de sistema de transposição de peixes, permitindo a continuidade do ciclo reprodutivo de espécies migradoras.

Também obrigou a empresa responsável a construir saneamento básico nas cidades paraenses de Altamira e Vitória do Xingu; 100% de esgotamento sanitário em toda área urbana desses dois municípios, além da melhoria e ampliação do sistema de abastecimento de água; remediação do lixão hoje existente em Altamira; e implantação de aterro sanitário e do sistema de drenagem urbana.
Por fim, determinou o cadastramento da população atingida; a retirada da população das áreas de risco; a realização de convênio com o Estado do Pará para destinar R$ 100 milhões ao fortalecimento das ações em segurança pública na região do empreendimento e de obras como hospitais e escolas, nos municípios de Senador José Porfírio, Anapu, Brasil Novo, Vitória do Xingu e Altamira.

O Ibama está acompanhando toda a instalação da UHE com vistorias técnicas periódicas e a elaboração de relatórios e pareceres. Caso identifique alguma irregularidade, a autarquia pode adotar as providências necessárias, devido ao seu Poder de Polícia.
No julgamento desta quarta-feira (09/11), o TRF considerou a obra legal e constitucional. Considerou que o Ibama fez estudos criteriosos, demonstrando que a navegabilidade do rio será mantida. Para o tribunal, a oitiva dos indígenas deve ser feita antes do aproveitamento hidrelétrico, e não antes da autorização do Congresso Nacional para criação da hidrelétrica. A decisão destacou ainda que a oitiva realizada no decorrer do licenciamento é mais efetiva do que eventual oitiva política a ser feita pelo Congresso Nacional.
A construção de Belo Monte vai gerar 18 mil empregos diretos indiretos e está prevista para ser concluída em 2015, com capacidade para gerar 11.233 megawatts.
Fonte: Patrícia Gripp/Ascom/AGU

 

Ps. Se a Folha e a Rede Globo estão contra Belo Monte, já tenho suficientes motivos para ser a favor e depois de assistir ao video da moçada da Unicamp... FECHOU!

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Dezembro 02, 2011

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Duas candidaturas que poderiam levar à construção de forças alternativas no campo da esquerda fracassaram. Não pela votação que tiveram, mas justamente pela forma como a obtiveram, não puderam acumular forças para poder construir uma força própria. Erros similares levaram a desfechos semelhantes.

Lançaram-se como se fossem representantes de projetos alternativos, diante do que caracterizavam como abandono desse caminho por parte do PT e do governo Lula ou, no caso, especificamente da Marina, de não contemplar as questões ecológicas. Ambas tiveram em comum, seja no primeiro turno, seja no segundo, a definição de uma equidistância entre Lula e Alckmin, no caso de HH, entre Dilma e Serra, no caso da Marina. 

Foi um elemento fundamental para que conquistassem as graças da direita – da velha mídia, em particular – e liquidassem qualquer possibilidade de construir uma alternativa no campo da esquerda. Era uma postura oportunista, no caso de HH, alegando que Lula era uma continuação direta de FHC; no caso da Marina, de que já não valeriam os termos de direita e esquerda.

O fracasso não esteve na votação – expressiva , nos dois casos – mas na incapacidade de dar continuidade à campanha com construção de forças minimamente coerentes. Para isso contribuiu o estilo individualista de ambas, mas o obstáculo politico fundamental foi outro – embora os dois tenham vinculações entre si: foi o oportunismo de não distinguir a direita como inimigo fundamental.

Imaginem o erro que significou acreditar que Lula e Alckmin eram iguais! Que havia que votar em branco, nulo ou abster-se! Imaginem o Brasil, na crise de 2008, dirigido por Alckmin e seu neoliberalismo! 

Imaginem o erro de acreditar que eram iguais Dilma e Serra! E, ao contrário de se diferenciar e denunciar Serra pelas posições obscurantistas sobre o aborto, ficar calada e ainda receber todo o caudal de votos advindos daí, que permitiu a Marina subir de 10 a 20 milhões de votos?

Não decifraram o enigma Lula e foram engolidas por ele. O sucesso efêmero das aparições privilegiadas na Globo as condenaram a inviabilizar-se como líderes de esquerda. Muito rapidamente desapareceram da mídia, conforme deixaram de ser funcionais para chegar ao segundo turno, juntando votos contra os candidatos do PT. E, pior, o caudal de votos que tinham arrecadado, em condições especiais, evaporou. Plinio de Arruda Sampaio, a melhor figura do PSOL, teve 1% de votos. Ninguem ousa imaginar que Marina hoje teria uma mínima fração dos votos que teve.

Ambas desapareceram do cenário politico. Ambas brigaram com os partidos pelos quais tinham sido candidatas. Nenhuma delas se transformou em líder política nacional. Nenhuma força alternativa no campo da esquerda foi construída pelas suas candidaturas. 

Haveria um campo na esquerda para uma força mais radical do que o PT, mas isso suporia definir-se como uma força no campo da esquerda, aliando-se com o governo quando ha coincidência de posições e criticando-o, quando ha divergências.

O projeto politico do PSOL fracassou, assim como o projeto de construção de uma plataforma ecológica transversal – que nem no papel foi construída por Marina -, reduzindo-as a fenômenos eleitorais efêmeros. O campo político está constituído, é uma realidade incontornável, em que a direita e a esquerda ocupam seus eixos fundamentais. Quem quiser intervir nele tem de tomar esses elementos como constitutivos da luta política hoje.

Pode situar-se no campo da esquerda ou, se buscar subterfúgios, pode terminar somando-se ao campo da direita, ou ficar reduzido à intranscendência.

Emir Sader 

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Dezembro 01, 2011

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Balanço do programa Minha Casa, Minha Vida, divulgado no dia 30/11, revela a contratação de 1,3 milhão de unidades habitacionais desde 2009, quando foi lançado. Segundo o presidente da Caixa Econômica, Jorge Hereda, este número representa 45% da meta total do programa de construir 3 milhões de casas populares até 2014. E quase metade do total contratado já está concluída.

Após reunião com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, Jorge Hereda informou ainda que o Minha Casa, Minha Vida deve encerrar 2011 com a contratação de 400 mil unidades habitacionais.

“A ordem é acelerar. Fizemos todas as revisões e algumas mudanças no programa, como a construção de casas com acessibilidade. Mas, para o primeiro ano, estamos indo bem”, disse o presidente da Caixa.

Segundo ele, a maior parte das contratações está concentrada na faixa de renda entre R$ 1,6 mil e R$ 3,1 mil. O objetivo é reforçar as contratações das unidades habitacionais voltadas para a faixa até R$ 1,6 mil

 

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Novembro 20, 2011

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UM CHUCHU APIMENTADO
UMA DEMOCRACIA ESTRANHA
O governador Geraldo Chuchu Alckimim que mandou a Policia sentar o sarrafo em estudantes justificou a ação dizendo que os estudantes da USP precisavam tomar uma lição de democracia
ENQUANTO ISSO... 
NA MATRIZ DEMOTUCANA...

AULA DE DEMOCRACIA PARA TODO GOSTO
Uma polícia completamente descontrolada atira
Gás de pimenta contra os acampados em Portland
A foto acima foi tirada a partir do Pioneer Courthouse Square, em frente ao cruzamento da Sexta Avenida com a Yamhill, depois de um dia de marcha pelo centro de Portland, Oregon. As pessoas se reuniram do lado leste da ponte de aço pela manhã para apoiar o Movimento Ocupe Portland. Várias pessoas foram presas.

Na Universidade da Califórnia
A mais recente vítimas da brutalidade policial contra o movimento exibido Ocupar Wall Street foram os alunos da Universidade da Califórnia. Apesar de estarem sentados no chão em protesto pacífico, mesmo assim sofreram repressão violenta, chegando a serem pulverizados com gás de pimenta.
"Os estudantes protestavam pacificamente no quintal"
Escreveu o estudante que fez o vídeo da violência policial. O jovem pediu que seu nome não fosse usado por medo de represálias das autoridades do campus.
"Os alunos têm o direito de estar no campus que se reuniram pacificamente eo campus foi aberto naquele momento. "

Em Seattle
Em Seattle o fotógrafo Joshua Trujillo capturou o que pode ser considerada a imagem que melhor descreve a truculencia com qul estão tratando as manifestações do Movimento Ocupe em todo País. Uma senhora com o rosto coberto por spray de pimenta.
 
Uma mulher grávida e um padre também foram atingidos com spray de pimenta durante a marcha nacional, informou o jornal The Wire Atlântico. 
PS. A TV GLOBO DISSE QUE ESSAS SÃO IMAGENS DO QUE PARECE SER ABUSO DE AUTORIDADE... CONFIRA VOCE MESMO!
O incidente ocorreu durante a evacuação doa manifestantes do movimento Ocupe Seattle, que acamparam perto do Seattle Central Community College, em apoio ao acampamento New York, que também foi evacuado violentamente.
Na segunda-feira, Ocupe Oakland foi palco de outra ação repressiva por parte da Policia ao retirar as pessoas acampadas num parque da cidade. Houve relatos de também os movimentos Ocupe de San Francisco e Cal em Berkeley foram invadidos com muita violencia.
A repressão policial semana acontece em meio a relatos de que o governo federal está coordenando uma série de estratégias legais que podem encerrar os protestos.
Na verdade, a mulher na foto não é qualquer mulher mais velha, como é bem conhecido pelos moradores de Seattle. Dorli Rainey é uma ex-professora que tem sido ativa na política local desde 1960. Em 2009 ele concorreu para prefeito, mas acabou por retirar, dizendo : "Estou velha e eu preciso aprender a ser velha, ficar em casa, assistir a TV e sentar-se para descansar" Pelo jeito ela não ainda não aprendeu.
Na verdade, Rainey enviou um email para The Stranger , jornal alternativo de Seattle, para dizer o que ela parou na burullo para ver o que estava acontecendo, quando seu grupo foi pego pela polícia e seus membros quase pisoteado em meio ao caos.

A DEMOCRACIA DEMOTUCANA
Os Professores de São Paulo


Desocupação policial da Reitoria da USP deixa estudantes feridos

Por Gladys de Paula

 Especial para Caros Amigos
As diversas ações, reações e protestos que estão ocorrendo na USP desde o dia 27 de outubro - quando uma ação policial agiu contra um protesto de alunos com bala de borracha, cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo - ganharam um capítulo próprio na madrugada de hoje, dia 08 de novembro.
Os estudantes estavam acampados dentro do prédio da reitoria em protesto contra a presença da PM no campus e sua ação truculenta para coibir protestos estudantis. Na manhã de hoje foram desocupados e presos em uma ação envolvendo 400 policiais da tropa de choque da Polícia Militar.
Após a ocupação do prédio pelos alunos, ocorrida no dia primeiro de novembro, a reitoria entrou com um pedido de reintegração de posse e conseguiu autorização para uso de força para conseguir a desocupação do prédio. A reitoria afirmou largamente na imprensa que estava disposta a negociar e apresentou ontem, dia 07 de novembro, uma proposta que foi levada em assembléia aos estudantes na mesma noite.
GÁS DE PIMENTA NA AVENIDA MORUMBI
 A polícia usou gás pimenta para barrar a passagem dos estudantes da Universidade de São Paulo(USP)pela Avenida Morumbi,que dá acesso ao Palácio dos Bandeirantes,sede do governo paulista,onde protestariam contra decretos do governo que ferem a autonomia das Universidades públicas.
Os estudantes tentaram romper o cordão de isolamento por quatro vezes e foram contidos pelo spray de pimenta.
Eles deitaram na rua,com os rostos cobertos.Vários manifestantes mantiveram as camisetas sobre os rostos,com medo de novas investidas.


Os policiais ainda portavam armas para bala de borracha.Um estudante foi detido depois furar o bloqueio e liberado no início da noite.
Vários manifestante gritavam que suas armas eram livros e cadernos.

 

Palavras-chave: Noticia

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Novembro 14, 2011

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Por: Pablo Ortellado

A detenção de três estudantes da Faculdade de Filosofia da USP que fumavam maconha gerou protestos que terminaram num conflito com a polícia militar e a subsequente ocupação da administração da faculdade e do prédio da reitoria. Esse episódio soma-se a outros ocorridos nos últimos anos que envolveram piquetes, a ocupação de prédios administrativos e a atuação repressiva da polícia militar. Em todos os casos, um acalorado debate opôs defensores da atuação (mais ou menos rigorosa) da polícia e defensores da autonomia universitária (que limitaria ou impediria a atuação policial no campus). Acredito, no entanto, que os termos do debate estão mal-colocados e a questão de fundo relevante, completamente ausente.

liberdades individuais

O primeiro mal-entendido a desfazer é que não há objeção, que eu conheça, à atuação limitada e específica da polícia para reprimir crimes comuns, como assaltos a banco. Tanto não há objeção que antes do recente convênio firmado entre a reitoria e a polícia militar, ela já atuava nesses casos, sem que tivesse surgido qualquer tipo de protesto.

Todo problema começa quando ela começa a atuar de maneira abusiva no cotidiano deste espaço que é o lugar por excelência da liberdade de expressão e discussão. Para que essa alegação não pareça abstrata, gostaria de dar dois depoimentos e fazer referência a um terceiro. Os meus dois depoimentos são do ano 2006, quando a administração da minha unidade (a Escola de Artes, Ciências e Humanidades) decidiu instalar um posto da PM dentro do campus. Naqueles meses que se seguiram à decisão, testemunhei dois episódios que ilustram o despreparo da força policial para atuar no ambiente universitário (na verdade, demonstram seu despreparo para atuar numa sociedade democrática).

O primeiro, aconteceu com um estudante do meu curso, negro. No final da aula, ele saiu para o estacionamento e notou que tinha esquecido o celular. Quando voltou para a sala para buscá-lo foi abordado por um policial. Ele se identificou, apresentando a carteira de estudante e explicou que voltava para buscar o celular. O policial considerou-o suspeito porque caminhava no sentido contrário dos outros estudantes (e talvez também porque era negro e estava na USP) e, por isso, foi submetido a uma vexatória revista na frente dos colegas. O segundo fato, foi a ação de uma policial feminina que deteve duas estudantes homossexuais que se beijavam na hora do intervalo por "atentado ao pudor". Note que esses são episódios testemunhados por um só professor, num período de poucos meses, pois, com a repercussão destes e outros casos, o posto da PM foi transferido para fora do campus. O que acontecerá com a presença massiva de policiais com esse tipo formação atuando de maneira permanente? Uma amostra do que está por vir aparece nos relatos de estudantes da Faculdade de Filosofia que reclamam de operações nas quais se abordam e revistam dezenas de estudantes que entram ou saem do prédio para ir às aulas.

É esse tipo de atuação da polícia, abusiva e lesiva de direitos que gera protestos. Não faz qualquer sentido discutir a atuação da PM no campus universitário fora deste tipo de caso. A polícia nunca foi impedida de agir no campus para coibir crimes comuns. O que havia, era um acordo para que a proteção do patrimônio fosse feita predominantemente pela guarda universitária e que a polícia não atuasse ostensivamente, por exemplo, fazendo abordagens individuais não motivadas por fatos concretos. Foi essa acordada limitação da atuação policial que se reviu, a pedido do reitor, após a comoção gerada pelo morte de um estudante durante um roubo de veículo.

liberdades políticas

Mas o elemento importante, ausente no debate, é a ameaça de uso da força policial para reprimir o movimento estudantil e o movimento sindical. Permitam-me uma breve digressão para argumentar como as duas coisas se juntam.

Maquiavel, teórico da política, defendia numa obra famosa (os Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio) que a causa da intensa e fratricida violência política da cidade de Florença era a não institucionalização dos seus conflitos. Em Florença, dizia Maquiavel, cada partido (os guelfos e os gibelinos, os negros e os brancos, os nobres e o povo) consolidava a vitória com a expulsão do partido adversário da vida política da cidade - de maneira que só restava ao grupo derrotado atuar de fora do jogo político estabelecido, preparando um golpe de estado. O resultado era uma vida política violenta e sanguinária, sem estabilidade política e sem paz interna.

Guardadas as grandes diferenças de contexto histórico, essa é uma excelente explicação para a conturbada vida política da Universidade de São Paulo. Ao contrário das outras grandes universidades públicas, como a Unicamp ou as federais do Rio, Minas e Rio Grande do Sul, a gestão da USP é incrivelmente não democrática, o que, com os anos, empurrou todos os setores não alinhados com o grupo no poder para ação extra-institucional - simplesmente por falta de opção. As eleições para reitor na USP são definidas por um colegiado de apenas cem pessoas - dessas, há um representante dos professores doutores (que compõem a maioria dos docentes), quatorze representantes dos estudantes e apenas três dos funcionários. Os demais são representantes dos órgãos de direção que, com poucas exceções, se autoperpetuam no poder. Todas as comissões estatutárias são compostas pelas mesmas vinte ou trinta pessoas que se alternam nas diferentes funções há pelo menos duas décadas. É um jogo marcado, viciado e sem qualquer espaço para que a comunidade de oitenta mil alunos, quinze mil funcionários e cinco mil professores consiga se manifestar ou influir efetivamente nas decisões. Essa forma institucional excludente e arcaica empurrou as forças políticas para atuar por meio de greves, piquetes e ocupações de prédios, já que simplesmente não têm outra maneira efetiva de atuar.

Para complicar ainda mais a situação, nem mesmo esses injustos procedimentos de eleição de reitor foram honrados, já que na última eleição o governador escolheu o segundo colocado na lista tríplice. E esse segundo colocado, o reitor João Grandino Rodas, tem tido uma gestão fortemente confrontativa, impondo decisões injustas e ameaçando a dissidência com o uso de força policial. Quando ainda era apenas diretor da Faculdade de Direito, o atual reitor usou a força policial para expulsar o MST do prédio da faculdade e, noutra ocasião, fechou o prédio e suspendeu as aulas para impedir que uma passeata de estudantes entrasse no edifício. Ele também foi o principal articulador da entrada da polícia no campus para desocupar a reitoria em 2009, o que resultou numa abusiva ação policial que feriu professores e estudantes. Pois é exatamente este reitor que está agora autorizando a atuação ilimitada da polícia no campus o que, dado o seu histórico, não pode deixar de ser visto como uma ameaça do uso deste contingente para reprimir as únicas formas efetivas de atuação política do movimento estudantil e dos sindicatos.

A atuação da polícia no campus da USP não é um problema sobre como adequadamente combater crimes comuns - é um problema sobre liberdades individuais e sobre a organização política da instituição. A única solução para a conturbada vida política da universidade é a democracia. O resto é apenas cortina de fumaça.

Pablo Ortellado

Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1998) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2003). É professor doutor do curso de Gestão de Políticas Públicas e orientador no programa de pós-graduação em Estudos Culturais da Universidade de São Paulo. É coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai). Atualmente, desenvolve pesquisa sobre direitos autorais e políticas para o acesso à informação.

Palavras-chave: noticia, opinião

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Outubro 17, 2011

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QUEM PAGOU AS VASSOURAS?

A verdade é que pode o elemento dessa leitura sê-lo ou não (Idiota), e tal condição dependerá de fatores outros, em nada relacionados com os sinônimos menos louváveis do dicionário. O professor Cortela, ilustre filósofo moderno, constata que, quando se diz: Política é coisa de Idiota, se inverte o conceito original desta, cuja expressão advém do grego "Idiotes" e que significaria simplesmente: Aquele que só vive a vida privada. Sendo assim, ao contrário do que, achando-se "muitos espertos", preconizam os verdadeiros Idiotas, que são os individualistas, quando querem rebaixar a gente mais engajada na sociedade, em sua origem o termo acusa de Idiota tão somente o sujeito que se recusa participar da Política. Mas, também é importante ressaltar que, na outra face da moeda, em seu sentido primário, a palavra não faz qualquer referência direta a um Tolo, abestado. Apesar de podermos discutir se tal postura (sócio-egocêntrica) guardaria relação com atitudes Tolas e abestadas. Portanto, nenhuma má educação promoveu este articulista ao dirigir-se aos Idiotas e, se assim lhes pareceu, foi por mais nada além da ignorância sobre a alteração do comum significado da palavra ao longo da historia.

Nesse ponto, uma pergunta curiosa se prestaria muito bem a realizar o papel de instigar-nos em investir energia no avanço da discussão:

Afinal, o que fazem o Bem, o Mal e a Justiça dentro de um mesmo parágrafo?

Para muitos; nada mais óbvio, já que tais elementos guardam relação intima entre si.

Não... A não ser na fantasia dos Benditos, nenhuma conjunção de tal monta guarda a Justiça com o Bem e nem, na outra ponta, a Injustiça com o Mal.

O Bem e o Mal são Juízos de valor, em geral, entendidos como elementos que estão um em contraposição ao outro e, sob a ótica Divina, se efetivam no âmbito da Fé e, mais concretamente, no âmbito da Caridade. Já a Justiça, por outro lado, nunca se efetiva na contraposição de uma injustiça, porque se coloca sempre como uma reação humana à desigualdade no sentido de promover a igualdade, visando ao progresso do Ser Humano.

Então, o Bem e o Mal em essência têm um caráter relativo, particular, subjetivo e abstrato e a Justiça, muito distante desse ponto, fundamentalmente se define: Absoluta, Social, Objetiva e Concreta.

Sendo assim, não dirijo o texto aos individualistas, pelo motivo de cuidarem apenas de seus interesses ou pelo fato de viverem na condição de pessoas a quem nada toca o coração a ponto de preocuparem-se para fora de si mesmos como entes sociais, não tenho qualquer preocupação com eles nesse ponto porque sei; não fazem diferença para o mundo. Contudo, há atualmente certa porção de Idiotas que têm encontrado bom espaço para enfim, sair - sem levantar a bunda da cadeira - à luta. E para tanto basta um bom teclado, um processador de certa qualidade e uma tela colorida de resolução suficiente para que Idiotas, na solidão privativa de seus assépticos ambientes, se arvorarem vozes do Povo, e apresentarem idéias sobre tudo como estivessem postados no alto de um banco na praça central participando de um grande comício.

É nesse ponto que vejo se criar certa militância que vai disseminando a idéia de que é possível construir o mundo a partir das facilidades do virtual, espaço único cuja tecnologia permite haver pretensa ação na vida social sem abandonar a condição Idiota. Tanto que toda elaboração política dos agentes desse movimento obedece exatamente o arquétipo de concepção de valores constituídos na visão do Bem e do Mal, em função de que esse modelo favorecer amplamente tal postura existencial. Convém ao Idiota a Política gerida dessa maneira abstrata, afinal nessa condição, a sociedade pode ser construída pelo caminho da simplicidade, no sentido de simplório e fácil, sem exigir qualquer esforço intelectual do individuo atrás do Avatar e também ser efetivada com o mínimo de ação social. Então, o sujeito, dentro dessa lógica virtual, pode desenhar o mundo concreto a partir de seu achismo e, com um click poderoso, guardando sua individualidade, como bem cabe ao Idiota, direcionar a massa de seres sociais na instalação de uma nova ordem mundial - A Boa.

Contudo, para desenvolver sua elaboração Política, o Idiota prescinde do ambiente pautado em parâmetros regrados pela lógica do Bem e do Mal, no qual ele pode manipular a realidade ao seu bel prazer. E para atender a essa condição, ele se vê obrigado afastar de seu mundo, pretensamente Político, toda postura que reflita um olhar mais critico das situações. E não obstante, a dispensa desse posicionamento ideológico ocorrer apenas pela vontade de facilitar a operação de suas atividades, essa reação do Idiota, até pela distorção do termo, conforme aprendemos com o Professor Cortela, não raramente, vem sendo confundida com qualidade preceptora para ações de natureza social. Então, a disposição de desenhar uma verdade a partir do concreto se retira para dar lugar a uma bela imagem ou charge. A conclusão pela via do debate dos fatos deixa lugar para palavra de ordem ou para uma hashtag bem definida. O confronto de idéias se vai completamente. A vontade de estabelecer consensos para avançar no processo civilizatório da humanidade não pode acontecer no tempo escasso do acesso multifacetado e no vai e vem das janelas abertas e fechadas na tela plana. A discussão a respeito dos caminhos possíveis de enfrentar e mudar realidades sucumbe na superfície da convocação de mais uma Marcha... A Marcha vira Moda.

A Marcha dos soldados de Cabeça de Papel...

Por isso, a palavra mais usada para dar ares de coisa séria às manifestações desse grupo e para definir a importância das ações nesse ambiente, como condição sine qua non para garantir qualidade à Política dos Idiotas é: Apartidarismo.

Assim que se apresenta uma proposta de promover-se qualquer ação social de caráter político nas redes sociais, quase que naturalmente, no preâmbulo se institui o fabuloso: Apartidário. Como se tal manifestação não fosse completamente incongruente com qualquer posicionamento Político, em face da submissão inerente da Política às concepções ideológicas.

Ora. Se a Ideologia é justamente a formulação do mundo a partir do pensamento e esse desenho é responsável por mover os homens em todas as direções durante suas vidas, então existem apenas duas instituições que os separa nesse contexto; as Igrejas e os Partidos.

Não existem outras instituições criadas a partir das diferentes visões ideológicas e nem das disposições praticas de levar tais concepções a cabo. Somente esses dois instrumentos dividem os homens pelo entendimento do que é, do que deve ser e de como se deve mudar o mundo. E nessa seara já podemos perceber que, enquanto as Igrejas trabalham com a fórmula estabelecida pelos juízos de Valor de Bem e de Mal, os Partidos reúnem as pessoas pela elaboração orientada para a Justiça. E ainda é interessante testemunhar o fato de que a maioria daqueles que se propõem arrastar multidões em Marchas contra a corrupção, geralmente, concebem um estado apartidário, sem cargos de confiança, e técnico, com servidores concursados e profissionais iguais aqueles que se encontra em competentes empresas privadas, bem longe dos Políticos. Mas, a ironia do destino é que esses Santos, quando fazem suas manifestações e esmiúçam os casos de corrupção no Estado, estão substituindo exatamente o poder Judiciário que a único ente estatal apartidário e técnico.

Muito bem, por todo exposto eu considero importante trazer a baila o Artigo 14 da Constituição.

CAPÍTULO IV

DOS DIREITOS POLÍTICOS

Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

§ 3º - São condições de elegibilidade, na forma da lei:

V - a filiação partidária;

Não me fio nessa propositura somente porque tenho a percepção da imprescindibilidade do tema, em face de tudo o que assinalo a respeito da forma disposta na carta Magna (Anexo I) para a ação popular direta, mas pelo fato de que a construção do mundo exige que o façamos com referencias bem definidas, discutidas democraticamente, com base na realidade e com processos claros de implantação. Tenho certeza de que fosse possível durante uma dessas marchas contra a corrupção cada qual estampar no peito o voto da ultima eleição, a dispersão seria instantânea. A ideologia tem esse poder, ela concretiza o campo das idéias, sai do abstrato e o traz para o real. Ela não permite que nessa Marcha onde todos reconhecem o mal (A Corrupção), alguns o queiram fora do governo por meio de diminuir o estado, ao lado de outros que acreditam exatamente o contrário; dar cabo dela corrupção aumentando os poderes das instituições públicas. A verdade é que tal discussão, com o grau de profundidade exigido pela sociedade e com real conseqüência das conclusões consensuadas, só pode ser feita dentro dos Partidos. A única possibilidade de consolidar no concreto as vontades sociais está submetida ao agir institucional que é o caminho legal para transformar as concepções de mundo em avenidas por onde deve trafegar a sociedade. Posso até desiludir aqueles de bom coração com vontade apartidária de construir uma nova ordem mundial, todavia, não invento realidades e defendo submeter toda ação Política ao que bem define nossa Carta Maior.

Então, acredito que encerro esta discussão demonstrando cabalmente a inutilidade dessas ações Apartidárias, engendradas com base em conceitos de bem e de mal. E de como, na verdade, elas só fazem sucesso porque propiciaram aos Idiotas, aparecer sem submeter seus interesses e sem deixar o espaço de suas vidas privadas para apresentar ao mundo suas vontades particulares. E espero também que voltemos a valorizar a política e colocar a esses sujeitos na verdadeira dimensão do que representam; a Tolice. Porque o mundo deve ser construído por aqueles que se comprometem e que expõe suas idéias para debate sem medo de mudar de opinião.

Por fim, é necessário esclarecer que não sou contra a ação no terceiro setor ou a atuação política via internet, contudo, em minha opinião, devemos retirar dos vocabulários dos ativistas virtuais e dos terceiros setoristas a palavra - Apartidário - e substituí-la por - Multipartidário. Primeiro porque define o campo ideológico sobre o qual se propõe a ação e em segundo lugar porque é possível, através dessa ação indireta, construir consensos e levá-los para dentro dos programas dos partidos, visto que os ativistas, além da atuação específica no movimento social ou virtual, também atuarão dentro da instituição partidária.

ANEXO I

Princípios Fundamentais:

Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Sim. É possível haver uma ação direta dos Bons homens no que tange ao exercício do poder em nossa Sociedade e tal procedimento está cristalinamente estabelecido na Subseção III - Das Leis -onde podemos conhecer a essência do contexto dessa prerrogativa no escrito do segundo parágrafo:

A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

Ora. Então, o exercício do poder "diretamente" pelos cidadãos, só acontece por intermediação dos políticos? Sim. Não há como negar que, no final, é deles a palavra. E tal configuração esta bem descrita no Art. 69 dessa mesma subseção donde retiramos o parágrafo sobre a iniciativa popular:

Subseção III

Das Leis

Art. 69. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta.

Claro, por maioria absoluta dos votos na câmara dos deputados e por maioria no Senado, ou seja, por anuência dos Políticos. Portanto, sem essa aquiescência a iniciativa popular fica somente no inicio mesmo, ou como diria alguém de humor mais vulgar que o meu: Só na vontade!

E essa vontade nem é sopesada quando se trata de emendar a lei máxima deste País. Nesse caso, o envolvimento direto do Povo nem foi cogitado para tal tarefa. O Artigo Sessenta, que dispõe sobre a propositura de emendas à Constituição, é muito expressivo no assunto e diz claramente quem pode reelaborar a inscrição dos artigos de nossa Carta.

Art. 60. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta:

I - de um terço, no mínimo, dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal;

II - do Presidente da República;

III - de mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação, manifestando-se, cada uma delas, pela maioria relativa de seus membros.

Ora... Estando, portanto, a força para fazer leis ordinárias sob intermediação e inexistindo a possibilidade de alterar a constituição pelo exercício direto de seu poder resta a via Plebiscito ou Referendum, que são outras duas formas de exercer diretamente a ação Popular.

 


Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

XV - autorizar referendo e convocar plebiscito;

EU: Empresário, Estudante, Cooperativista, Ong Mundo Novo, Amigo da Escola, Blogueiro, Jogador de Futebol e Filiado a Partido Politico.

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Outubro 09, 2011

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MINHA @PINIÃ@

Vou lhes dizer o que penso;
Um cara que passou a vida inteira tentando ganhar mais dinheiro, não tem muito o que me dizer sobre outras perspectivas dela. Afinal sua especialidade não pode ser outra que não essa a qual se entregou de corpo e Alma. E como eu não tenho interesse algum de viver por esse modelo o Steve pode ser o Papa de outros e naquilo que lhes afeta mais diretamente que envolve fazer grana. Para mim não serve...
Com relação a contribuição dele para humanidade; pela primeira vez, sob outro olhar, farei minhas as palavras do apresentador na Globo News que, num desses Jornais Comerciais, ao exaltar o morto, disse:

"O Grande legado de Steve Jobs foi multiplicar em muitas vezes o faturamento da Apple que atualmente é uma das Gigantes do Setor".

Grandes e Sabias palavras...

Como a humanidade não recebe um centavo da Apple, pelo contrário, paga caro... Eu diria que nada temos a agradecer e nem devemos nos entregar a exaltar o defunto, visto que, conforme a vontade dele  vivo, foi muito bem pago.

Steve certamente atrasou o desenvolvimento da tecnologia da informação, quando preferiu, para ganhar dinheiro,  administrar sistema fechado em si mesmo. Ele certamente usou de todo o conhecimento de abnegados, verdadeiros heróis, que desenvolvem a rede compartilhando suas descobertas e nada devolveu para esta sociedade, a não ser uma conta para pagar e um no acess.

Nesse contexto, podemos dizer que ele sempre tratou a humanidade como freguesa, portanto, só deveria memso agradecê-lo quem tinha alguma pendura em seu estabelecimento comercial, tal qual quando morre o dono da unica padaria do bairro.
O mais engraçado é que ele não cursou faculdade, mas a maioria que o quer venerar como "Jênio" é da mesma laia que ainda hoje, rebaixa o Doutor Honoris Causa Inacio Lula da Silva, agora também em espanhol, alem de Portugues e Frances, porque ele não tem diploma universitario.

Por mais que se esforce a hipocrisia do Mercado não tem competência para criar Mitos. O marketing só produz Moda. Não tenho dúvida: Steve será esquecido como outros grandes modelos criados pelo mercado, que sempre tenta dar-lhes uma aura Genial de grandes colaboradores para o progresso da Humanidade, mas que em essencia sempre foram apenas meros comerciantes competentes, sem outras capacidades mais interessantes.

Santos Dumont entregou todas as suas patentes para Humanida. Segundo ele; sua pequena contribuição.
Salve Santos Dumont!
EM TEMPO:
Presto justa Homenagem ao engenheiro químico cearense Expedito Parente, reconhecido como ''Pai do biodiesel''. Ele faleceu no mesmo dia em que Steve passou desta para melhor e não recebeu nem a ponta do beicinho que Wilham Bonner fez ao anunciar a tão declamada Morte do Pai da Apple.
Parente era professor na Universidade Federal do Ceará (UFC), tinha 70 anos e descobriu o biodiesel a partir do óleo de algodão. Em 1980, registrou a primeira patente mundial do biodiesel. Hoje esta patente é de domínio público.

Palavras-chave: Opinião, Steve Jobs

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Setembro 16, 2011

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Professores na Espanha marcham contra cortes na Educação

Plaza de Neptuno:

Professores na Espanha marcham contra cortes na Educação


PLAZA NEPTUNO EM MADRID OCUPADA CONTRA O NEOLIBERALISMO

Vários sindicatos de professores na Espanha, marcharam até a Plaza de Neptuno em Madrid até a sede do Ministério da Educação para expressar seu descontentamento e oposição aos cortes no ensino público.

Os Representantes dos Professores do Estado: 'National Association (ANPE), Confederação de Comissões Operárias (CCOO), Sindicato Independente dos Funcionários Públicos (CSIF) e Federação de Estado da União Geral de Trabalhadores (FETE -UGT), solicitaram ao Ministério da Educação cuidado nas medidas orçamentarias. Os cortes Educação foram aplicados nas Comunidades de Madrid, Galiza, Catalunha, Castela-La Mancha e Navarra. Os Líderes da União exigiram resposta com relação ao investimentos na educação e entregaram uma declaração conjunta em apoio das escolas públicas ao Secretário de Estado da Educação e Formação, Mario Beder.

Os educadores dizem que os cortes prejudicarão a qualidade da educação inclusive inviabilizando uma serie de serviços por pura falta de recursos para mantê-los mesmo precariamente.
Mantendo a mobilização os principais sindicatos convocaram todos para um dia combate em 23 de Setembro, quando as fundações e outros sindicatos e grupos minoritários entrarão em greve.

 

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Agosto 27, 2011

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Quando um País faz a escolha
errada o Povo paga caro

Greve Geral: 1 morto e 1394 detidos após os protestos

CHEGA DE CAPITALISMO!

Alunos em Greve de Fome contra a comercialização do Ensino

O povo ocupou La Moneda


Palavras-chave: informação, noticia

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Agosto 13, 2011

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Candidatos de até 32 anos podem se candidatar para carreira internacional nas Nações Unidas; inscrições vão até setembro e são para diversas áreas das ciências sociais, humanas e exatas

Sede das Nações Unidas, em Nova York. Foto: JC McIlwaine/ONU
Inscreva-se
Todo o processo de inscrição, bem como informações adicionais/dúvidas sobre o programa devem ser obtidas no site do Programa Jovens Profissionais, do Secretariado-Geral das Nações Unidas.

UN Careers - Young Professionals Programme
O Secretariado-Geral das Nações Unidas incluiu o Brasil na lista de países participantes no Programa de Jovens Profissionais (YPP, em inglês) para o ano de 2011. As opções de carreira, nessa edição, são nas áreas de assuntos humanitários, informação pública e comunicação, administração e estatística. As vagas devem ser preenchidas por profissionais de até 32 anos, que falem com fluência inglês ou francês e que possuam diploma em algum curso superior relacionado à área de atuação (ver tabela abaixo). A remuneração básica para quem for trabalhar em Nova York, por exemplo, varia de US$6.200,00 a US$10.800,00, por mês.

A busca por jovens, como no caso do YPP, pode ser um componente importante na mudança de cultura dentro de uma organização. “Em programas como esse o que se busca é o potencial, e não a experiência do profissional. Do ponto de vista da organização, isso traz benefícios a médio e longo prazo para mudança organizacional. Do ponto de vista do jovem profissional, é uma oportunidade de adquirir conhecimentos e habilidades para se desenvolver profissionalmente”, explica Alzira Silva, coordenadora de recursos humanos do PNUD Brasil.

O momento é oportuno para os brasileiros que querem ter uma carreira internacional. O crescente envolvimento do país nos fóruns multilaterais e organismos internacionais fez com que, nos últimos anos, aumentasse a demanda por brasileiros ocupando cargos nessas organizações. A lista de países elegíveis para o Programa de Jovens Profissionais é atualizada anualmente, e muda de acordo com o nível de representação que eles possuem no secretariado da ONU.

Embora existam vários atrativos para uma carreira na ONU, há alguns princípios centrais que devem guiar o candidato em sua escolha. “É fundamental que o profissional se identifique com a causa, a missão da organização. Esse é o primeiro passo para uma escolha acertada”, avalia a coordenadora.

Processo seletivo

As inscrições devem ser feitas online diretamente pelo site do Programa Jovens Profissionais. Depois de uma triagem inicial, os melhores candidatos de cada país farão uma prova escrita de conhecimentos gerais e específicos da área de atuação. Somente aqueles que se classificarem serão convidados para a entrevista. As cidades em que as provas serão realizadas ainda não foram definidas.Todo o processo é realizado em inglês ou francês, os dois idiomas oficiais do Secretariado da ONU.

Veja abaixo as quatro áreas de atuação do Programa Jovens Profissionais a que os brasileiros podem se candidatar esse ano.

ÁREA DE ATUAÇÃOSUBÁREACURSO SUPERIOR EXIGIDO
Assuntos HumanitáriosPaz, Política e SegurançaCiência Política 
Ciências Sociais 
Relações Internacionais 
Administração Pública 
Economia
Engenharia
Geociência
Direito 
Informação Pública e ComunicaçãoInformação Pública e Relações ExternasComunicação
Jornalismo 
Relações Internacionais
Administração Gestão e Suporte de OperaçõesAdministração Pública 
Administração
Contabilidade 
Finanças 
Gestão de Recursos Humanos 
Análise de Sistemas
Marketing 
Direito 
Ciências Humanas
Educação 
Ciências Sociais
Psicologia 
Sociologia
EstatísticaDesenvolvimento Econômico e SocialEstatística
Matemática 
Economia (com especialização em Estatística ou Econometria) 
Ciências Sociais (com especialização em Economia)
Demografia

Palavras-chave: informação

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Agosto 09, 2011

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 Recebi o E_mail e dei uma burilada

A repórter empenhada em preparar as comemorações comovidas para os dez anos da queda das Torres, perguntou ao cinquentão onde ele estava no trágico 11 de setembro.

Sem pestanejar o homem respondeu: - A gente tinha acabado de bater uma bola e estava tomando uma cerva super gelada. Ai veio triste noticia... No começo não entendi nada, mas, anos depois, mais maduro, eu vi a atrocidade que haviam cometido e cheguei a chorar num misto de dor e revolta, pensando no sofrimento de um povo que só queria ser feliz e que, por interesses mesquinhos de alguns patifes radicais, foi covardemente atacado...
A jornalista ficou muito empolgada com a resposta, visto que a mesma caía como uma luva aos interesses da emissora. O pessoal da estação de Radio havia sido muito claro nesse aspecto; queria comover os ouvintes com relatos emocionados sobre o famoso Onze de Setembro, o september eleven, como eles costumavam se referir ao evento, copiando os americanos. Para tanto, a moça deveria escolher a dedo a boa gente do povo, como era o caso daquele entrevistado e, dessa forma, criar certa empatia com a audiencia para colaborar em induzir os brasileiros a cerrar fileiras contra o Terrorismo Internacional e,principalmente, contra o Islã.
Então, tudo corria bem quando a repórter curiosa resolveu alongar a conversa e, com ar de desconfiada, atirou uma pergunta buscando entender uma estranha minúcia na estória do homem que, aliás, já dava impressão de estar segurando as lagrimas para não chorar em sua frente: - O Senhor me desculpe, mas é que não pude deixar de notar que o Senhor, no meio da estória, comentou que ANOS MAIS TARDE, depois do acontecimento, o Senhor, MAIS MADURO, entendeu melhor o fato... Como assim, mais Maduro? Afinal, quando aconteceu a tragédia o Senhor já não era tão jovem assim, não é?

- Eu tinha treze anos, moça!


- Como assim? O Senhor deve estar com uns cinqüenta agora... Como teria treze na época...


- Claro, que tinha treze anos. Era 11 de setembro de 1973 e nosso camarada, Salvador Allende, presidente legitimamente eleito do Chile, foi morto por tropas golpistas com apoio dos facínoras Norte americanos... Eu tinha treze anos e só anos mais tarde pude compreender a brutalidade do evento e de como ele afetou negativamente o Brasil e de como todos sofremos nas mãos dos EUA. E foi por isso que me engajei na luta pela redemocratização do Brasil. Sim. Nós lutamos como heróis e não arredamos o pé até conquistarmos nossa soberania novamente. Primeiro a anistia, depois o direito de votar e depois, por meio de um extraordinário torneiro mecânico, restabelecemos a dignidade de nosso povo! Proclamou o homem visivelmente emocionado e na seqüência arrematou:

- Felizmente voce é nova e viveu toda sua vida bem distante do jugo norte americano, longe do sofrimento que afegãos e iraquianos atualmente estão submetidos. Vivendo sem direitos, acompanhando todas as atrocidades cometidas por estes maníacos belicistas que invadiram seus países. Graças a Deus voce não conhece essa dor, senão certamente entenderia porque alguém que perdeu tudo se revolta e comete atos de rebeldia contra os EUA. Gente que perdeu toda família e entes queridos, metralhados por um bando armado ate os dentes, que pensa estar brincando com um vídeo game, enquanto promove a carnificina de crianças e mulheres desarmadas.

- Sorte sua não é?...

A Repórter visivelmente constrangida fez silêncio. Contudo, por derradeiro, ainda tentou uma ultima opinião, na esperança de conseguir fazer uma montagem com as palavras do cidadão:

- Mas eu estava falando do Onze de Setembro, ElevenSet,sabe? A queda das Torres... Compreende?

Nesse momento o homem fez uma cara simpática e rindo-se de si mesmo respondeu:

- Ah! O Onze de Setembro... Sim! Agora entendi... Claro! Claro! Opa! Eu me lembro muito bem onde estava quando as Torres caíram... Claro!

A Jornalista ficou tão entusiasmada que o questionou novamente:

- Então?... Onde o Senhor estava afinal? Onde o senhor estava quando as Torres caíram?

- Bem... A gente tinha acabado de bater uma bola e estava tomando uma cerva super gelada. Ai veio noticia... No começo não entendi nada, mas depois, mais atento, eu percebi o sucesso da ação que haviam empreendido contra o império facínora e nós começamos comemorar... A bebedeira invadiu noite adentro... Foi fantástico!

 "Ao focar a destruição do imperialismo, há que identificar a sua cabeça, que outra coisa não é senão os Estados Unidos da América do Norte."

ERNESTO CHE GUEVARA

 

Palavras-chave: opinião

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Julho 23, 2011

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Quem é jornalista de verdade vai se indignar ao saber que a materia, publicada no The New york Times, cujo link se encontra no final do texto,  foi a base para a seguinte manchete no PiG brasileiro:

"Grupo islâmico reivindica atentado de Oslo, segundo jornal"

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/07/22/grupo-jihadista-reivindica-atentado-​de-oslo.jhtm

 

 

Ou seja; absolutamente nada a ver , nem com a manchete e nem com o conteudo propriamente dito, com o que realmente foi publicado pelo NYT. Muito pelo contrario, o Jornal deixa claro que os americanos apostavam em ação interna. Portanto, resta apenas a certeza de que a notica tupiniquim é apenas mais uma tentativa da imprensa ligada aos piores setores dos EUA, no sentido de alimentar um sentimento anti islamico no Brasil, conforme ja revelou o wikieleaks.

 

Esse é um caso que merece processo de calunia por parte do jornal americano, ja que palavras foram colocadas em suas folhas sem que ele as tivesse impresso, nem considerando a mais favoravel interpretação do que noticiou na verdade.

 

 Parte do Texto que supostamente daria base à Manchete:

" American counterterrorism officials cautioned that Norway’s own homegrown extremists, with unknown grievances, could be responsible for the attacks.

Initial reports focused on the possibility of Islamic militants, in particular Ansar al-Jihad al-Alami, or Helpers of the Global Jihad, cited by some analysts as claiming responsibility for the attacks. American officials said the group was previously unknown and might not even exist..."

Tradução:

"... Funcionários do contraterrorismo americano advertiram que os extremistas da própria Noruega, com queixas diversas, poderiam ser responsáveis pelos ataques.

Os Relatórios iniciais se concentravam sobre a possibilidade de militantes islâmicos, em especial Ansar al-Jihad al-Alami, ou Ajudantes da Jihad Global, citado por alguns analistas como reivindicantes de responsabilidade pelos ataques. Autoridades americanas disseram que tal grupo era até então desconhecida e pode ria ate mesmo não existir...."

 

http://www.nytimes.com/2011/07/23/world/europe/23oslo.html?pagewanted=2&ref=global-home

 

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Maio 19, 2011

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Alguns poderiam dizer que uma bala matou nosso colega. 

Outros logo apontarão para o bandido. Ele é o culpado! Esta resolvida a Questão! Será?

E a segurança do Campus? A policia? Todos poderiam ter evitado o lamentável incidente. Tem certeza?

Chamemos o exército para dentro do Campus e mundo estara resolvido. Pois assim, nem a bala e nem o bandido se aproximarão de cidadãos de bem, como os especiais habitantes no espaço USP. Eles, os fascinoras, irão matar outros cidadãos de outros espaços, onde ainda os exercitos não chegaram.

Sim. É mais facil e mais asséptico entregar a um objeto, pernicioso, como é o caso do projétil assassino que existe somente para ferir pessoas, a culpa pela nossa derrota como civilização. É mais tranquilo deixar por conta da impessoalidade das instituições a responsabilidade de construir esse mundo novo, do seculo XXI, do futuro.

Mas uma Bala é uma construção humana. Ela só existe e só se move assassina submetida a vontade do homem. E o Homem é fruto de seu meio. O homem não é uma instituição fria e sem identidade. E o meio somos todos nós com nossas identidades, com nossos afetos, com nossos laços humanos.

E o meio atualmente é indiferente ao homem, a sua identidade e ao destino da bala.

É verdade. Há a indiferença nossa ante uma sociedade cada vez mais atrasada e violenta.

Nós estamos sempre ocupados quando se tratar de ações solidárias, quando nos chamam a participar do mundo na posição de elementos responsáveis pelos destinos da humanidade. Nós nunca podemos nos juntar a uma boa causa porque estamos sempre envolvidos com uma porção de tarefas, cujos resultados jamais garantirão a erradicação de tolices como a que matou nosso companheiro.

E assim, guardados pela inercia de nossas rotinas vazias, nós vamos assistindo ao mundo caminhando na contramão do que deve ser qualquer criação do homem, enquanto Ser dotado de inteligencia.

E as coisas inanimadas e sem identidade ganham responsablbilidades que no fundo são nossas.

Porque o homem é único ser capaz de construir uma sociedade livre, igual, justa e fraterna. Há quem duvide disso e chegue as raias do absurdo ao citar que tal assertiva não passa de uma aspiração piegas. Mas estes ainda estão no estagio dos animais irracionais e não entendem nada da razão.

Cada vez que um Ser Humano perde a vida tolamente, somos todos nós quem morremos como entes civilizados e portanto, nós devemos assumir nossas reponsabilidades entendendo que estamos falhando na construção dessa sociedade humana.

Sim. É somente por esse motivo que estamos pagando esse preço tão alto, absurdo, impensável, a perda de vidas por nada.

Alguns podem estar dispostos a movimentar-se somente porque temem o amanhã; ser o proximo da lista. Não, não pode ser assim... Nós devemos fazer algo tendo consciencia de que todos nós já fomos atingidos e já morremos junto com o nosso colega.

Não precisamos mais debater a velha questão existencial que assombrou o século XX: Por quem o sinos dobram?...

Nós já sabemos a resposta.

Agora precisamos dar pelo menos um minuto para cuidar de nós mesmos...

FAÇA UM MINUTO DE SILENCIO E PENSE QUE SEU IRMÃO, FELIPE RAMOS DE PAIVA, JOVEM, ESTUDANTE DE 24 ANOS, FOI MORTO NUMA QUARTA FEIRA, NO ESTACIONAMENTO DA FACULDADE DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO DA USP, POR ABSOLUTAMENTE NADA ALÉM DO QUE PODERIAMOS CONSTRUIR SE POR UM MINUTO NÓS TODOS NOS TIVESSEMOS COMO VERDADEIROS IRMÃOS.

Palavras-chave: Opinião

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Maio 11, 2011

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Baseado tão somente em boatos espalhados por detratores de Cuba e desprezando completamente todas as informações prestadas pelas autoridades que atenderam o homem no Hospital, o midiático candidato derrotado do PV, fingindo ser alguém extremamente preocupado com os direitos humanos no Mundo, já cobra providencias enérgicas do Governo e do Congresso Brasileiro contra a Ilha. Aliás, providencias que jamais cobrou serem tomadas contra um certo País que invadiu outro e matou um cidadão,  raptou suas companheiras e depois lançou o corpo do defunto ao Mar. 
Agora, vejam como o grande "Humanista " ,"Defensor dos Direitos Humanos", "homem preocupado com a vida humana e a justiça" encerra seu texto a respeito da morte de Bin Laden:

No caso de Bin Laden, Obama fez o exatamente o que governo Bush faria se o tivesse encontrado.
E com isso resolveu também uma série de dúvidas a seu respeito, atraindo independentes e republicanos para sua futura campanha.
Passada a agitação da morte de Bin Laden recomeça a grande e cotidiana batalha pela recuperação da economia.

Repetindo...

Passada a agitação da morte de Bin Laden recomeça a grande e cotidiana batalha pela recuperação da economia..

E toca o barco... 

Dissidente cubano morre após espancamento
por Fernando Gabeira
Um dissidente cubano, Juan Wilfredo Soto Garcia, morreu depois de ser espancado pela policia política. Soto Garcia era do grupo Pólo Antitotalitário Unido, o mesmo de Guilherme Fariñas, agraciado com o Prêmio Sakharov pelo Parlamento Europeu.
O espancamento de Soto Garcia foi visto por várias pessoas e Fariñas denunciou a morte como um assasinato. A blogueira Yoni Sanchez, por sua vez, afirmou que não foi um fato isolado.
As autoridades divulgaram um comunicado do hospital de Santa Clara informando que Soto Garcia morreu vitima de uma pancreatite.
Juan Wlfredo Soto Garcia, morto após espancamento policial.
Figura pouco conhecida do movimento, o dissidente morto tinha saúde frágil e foi detido no dia 5 de março, no Parque Leôncio Vidal, em Santa Clara. Ele sofreu um infarto e era diabético.
A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, presidida por Elizardo Sanchez, pediu uma investigação do governo.
O fato deverá passar em branco no Congresso brasileiro porque a esquerda não quer falar nisso e a direita não se liga nos fatos internacionais. Resta o centro, mas o centro, todos sabem, é bastante vago.
Os direitos humanos foram colocados como prioridade na política externa brasileira, é bom lembrar.


Nota Informativa del Gobierno Revolucionario: Cuba desmiente campaña sobre muerte de Juan Wilfredo Soto García



En las últimas horas, una nueva campaña difamatoria se orquesta contra la Revolución. En esta ocasión, ante la muerte del ciudadano cubano Juan Wilfredo Soto García, ocurrida el pasado 8 de mayo, por una pancreatitis aguda, en el hospital Provincial Arnaldo Milián Castro, en Santa Clara.
Elementos contrarrevolucionarios, de manera inescrupulosa, fabricaron la mentira de que este deceso fue consecuencia de una supuesta golpiza que le habían propinado agentes del orden interior, lo cual fue rápidamente amplificado por los medios de la desinformación imperial, fundamentalmente de Europa y Estados Unidos, donde -incluso- algunos voceros gubernamentales han expresado presuntas preocupaciones por el hecho.
El 6 de mayo, dicho ciudadano ingresó en el citado hospital al presentar dolor abdominal intenso, provocado por una pancreatitis aguda. Posteriormente se diagnostica, además, una descompensación de otras enfermedades de base como la miocardiopatía dilatada, una hiperlipidemia (exceso de grasa en sangre), una diabetes y hepatitis crónica producto de hígado graso.
Las pruebas patológicas practicadas al occiso, arrojaron una muerte de tipo natural, estableciéndose como causa preliminar: “shock multifactorial por fallo multiorgánico, debido a una pancreatitis”. No se observaron signos de violencia internos o externos.
Al ciudadano Juan Wilfredo Soto García, de 46 años, le constan varios antecedentes delictivos, como alteración del orden, hurtos y lesiones graves, por lo que cumplió sanción de privación de libertad durante dos años.
En los últimos tiempos se vinculó a elementos contrarrevolucionarios, que lo usaron para sus actividades provocadoras. La última de ellas tuvo lugar el 5 de mayo en un parque de Santa Clara, por alteración del orden, ocasión en que fue conducido a una unidad policial y liberado tres horas después sin incidencia alguna.
Cuando se ratifica el amplio apoyo popular a los resultados del VI Congreso del PCC y el pueblo se empeña en la implementación de los Lineamientos aprobados, los enemigos externos e internos intentan desvirtuar la realidad cubana y socavar el prestigio internacional de la Revolución y su fortaleza moral.
Como expresara el Presidente de los Consejos de Estado y de Ministros, General de Ejército Raúl Castro Ruz, en el Informe Central al VI Congreso del PCC:
“Hemos soportado pacientemente las implacables campañas de desprestigio en materia de derechos humanos, concertadas desde Estados Unidos, y varios países de la Unión Europea, que nos exigen nada menos que la rendición incondicional y el desmontaje inmediato de nuestro régimen socialista y alientan, orientan y ayudan a los mercenarios internos a desacatar la ley”.
La Revolución siempre se ha defendido con la verdad y la fuerza invencible del pueblo, que confía en la fortaleza de las ideas de justicia que la hicieron posible.

 

Palavras-chave: Noticia

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Abril 14, 2011

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O Mal não esta nas coisas

 

NO MOMENTO EM QUE  LAVEI AS MÃOS

TOMEI CONSCIENCIA

QUANDO VI O SANGUE ESCORRENDO

RALO ADENTRO

TIVE CERTEZA

TANTO MAIS EU LIMPAVA

MAIS SUJO ME SENTIA

MAIS IMPREGNAVA EM MIM A MALDADE

SIM!

PORQUE AGORA NÃO HAVIA MAIS O MEDO

UM INSTANTE TOMADO DE FURIA

UM REPENTE ENVOLTO EM PAVOR

NÃO!

AGORA RESTAVA SOMENTE A MALDADE

ERA O MAL QUE SUJAVA MINHAS MÃOS

NA MESMA MEDIDA EM QUE O SANGUE DELA SAIA

ERA O MAL QUEM ELABORAVA A FUGA

HAVIA A RACIONALIDADE DO MAL

OS CALCULOS BEM CALCULADOS DO MAL

AGORA ERA O MAL QUEM DETERMINAVA MEUS ATOS

 

MIREI AS MÃOS

PARECIA DOUTOR PREPARADO PARA OPERAÇÃO

ESPERANDO LUVAS ISOLANTES

PARECIA DOUTOR

DOUTOR DAS MÃOS LIMPAS

MAS ELAS NÃO ESTAVAM LIMPAS

APRESSADO, APANHEI A TOALHA

ENXUGUEI-AS

CADA PEDAÇO DAS MÃOS

INSISTENTEMENTE

ESFREGUEI

COPIOSAMENTE

QUERIA SECÁ-LAS

MAS ELAS JÁ ESTAVAM SECAS

NÃO!

NÃO ERA A AGUA QUEM EU QUERIA FORA DALI

NÃO!

NÃO ERA A UMIDADE

ERA O MAL

O MAL QUE GRUDARA NAS PALMAS E NOS DEDOS

SOB AS UNHAS

SOB A PELE

ERA O MAL QUEM EU QUERIA EXORCIZAR DO MEU CORPO

MAS COMO?

SE ERA ELE O RESPONSÁVEL POR MEUS ATOS?

SE ERA ELE QUEM ME CONDUZIA AGORA?

 

VESTI A CAMISA

BRANCA

PUÍDA

GRAVATA

BORDÔ

DETALHES EM AZUL ESCURO

FRISOS DIAGONAIS EM PRETO E DOURADO

DOBREI AS MANGAS

ANTEBRAÇO A MOSTRA

O RELOGIO

PRENDI-O NO PULSO

AUTOMATICAMENTE

CARREGUEI O PALETÓ PELO INDICADOR EM GANCHO

ATÉ O OMBRO

 

OLHEI DENTRO DOS MEUS OLHOS

ERAM OLHOS MAUS

TIVE MEDO DE MIM

 

NÃO RESISTI EM CONFERIR O CORPO NO QUARTO

ELA ESTAVA LÁ

SEMINUA

 

ERA TÃO JOVEM

 

A BELEZA SE MANTIVERA

IMORTALIZADA

 

BELA

COMO NA EXATA HORA DA MORTE

 

CHEGUEI PERTO

MUITO PERTO

BEM PERTO DO OUVIDO DELA:

- DESCULPA! NÃO FOI POR QUERER...

BEIJEI-LHE O ROSTO:

- PERDÃO!

FIZ UM SINAL DA CRUZ

PEDI PARA QUE CUIDASSEM BEM DE SUA ALMA

APRESSEI EM RETIRAR-ME DALI

SAI INCOGNITO COMO ENTREI

PELA PORTA DOS FUNDOS

 

CONFERI O HORARIO

ESTAVA ATRASADO

PRECISAVA UMA DESCULPA

 

O PREMIO ACUMULADO

 

A DEMORA PARA FAZER O JOGO DA LOTERIA

 

EU JÁ O TINHA FEITO ONTEM

TRAZIA O BILHETE NO BOLSO

MAS NINGUEM SABIA

 

PENSEI

 

- AH! SE EU GANHASSE NA LOTERIA...

 

OLHEI MINHAS MÃOS

ELAS CONTINUAVAM SUJAS

MAS DESSA VEZ FOI ESTRANHO

EU NÃO LIGUEI TANTO QUANTO DA PRIMEIRA VEZ

 

PARECE QUE NOS HABITUAMOS AO MAL

 

COM A CONVIVENCIA

ELE NOS PARECE CADA VEZ MAIS NATURAL

MAIS NORMAL

E NA MESMA MEDIDA EM QUE NOS ACOSTUMAMOS

AO MESMO TEMPO

EM QUE  O ACEITAMOS COMO FATO CONSUMADO

NESSA MESMA MEDIDA

ELE SE IMPREGNA EM NOSSA ALMA

E NOS TORNAMOS MAUS

MAUS COMO SEMPRE FOMOS


 

Palavras-chave: Poema

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Abril 11, 2011

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Aldeia Global
Marshall McLuhan pregava em sua Aldeia Global que chegaria um tempo quando todos os Homens da Terra teriam sua grande chance de se tornarem celebridades. Ele dizia que isso aconteceria a cada pessoa por um tempo limitado, mas, garantia que cada ser humano, devido a evolução do processo de comunicação, logo poderia falar com milhões de outros seres humanos e assim tornar-se, por alguns breves minutos, famoso tal qual seu idolo. Parece que o velho Mac estava afiado e não perdeu detalhe algum do que lhe revelou sua bola de cristal ou daquilo que seus estudos deduziram com precisão.

O fato é que atualmente gente vai e gente vem nesse troca troca de personalidades que transitam por todos os meios de comunicação avidos por fazer sucesso. (Olha eu aqui!).

Há algum tempo tenho essa visão de que, como tudo que afeta o homem o faz tanto para o bem como para o mal, nesse caso tambem, ou seja, essa facilidade de se expor atraves da midia, atinge em cheio a alma dos cidadãos do planeta. E o faz violentamente...

No entanto, por razões óbvias, não vamos assistir tal assunto sendo tema de debate no proprio espaço de origem do mal, nesse espaço amaldiçoado, que é a midia. É como se um Partido Politico transmitisse em seu programa eleitoral os defeitos de sua ideologia. Nem pensar...

Mas, vejo buscarem desviar a atenção do que adviria dessa prejudicial utilização da Midia tentando impingir a seus males outras causas ou efeitos. O que seria a Bulemia senão uma vontade de se parecer com o padrão imposto pela midia?

Quantos e quantos filmes nós não assistimos de crianças diferentes que são humilhadas por seus colegas de escola? Claro, depois elas dão a volta por cima no final da pelicula, mas a mensagem é: Pode ir para cima, se fulano não consegue se recuperar é porque é Loser mesmo. E eles batizaram de Booling e fazem debate para ver como a escola deve lidar com isso, contudo nunca hegam em acordo de como eles proprios promovem essa atitude. E vira e mexe mostram crianças que gravam suas violencias para mostrar para o mundo.

Voces já perceberam que as Negras descoladas dos filmes americanos são gordas?

Não. Não me venham com aquela estoria sobre a ideia de que tais produções estão reproduzindo a realidade, porque senão, minha gente, novela brasileira teria muito mais bundão, pele negra ou pelo menos morena jambo (como muita gente gosta de se definir), samba, futebol e caipirinha.

A verdade é que a VIDA imita a ARTE.

O que vejo é o seguinte: O que restou ao mediocre para aparecer? Veja os meios ele tem... Um celeular já é o suficiente para preparar o conteudo e se apresentar ao mundo. O mundo ele tem... Há um espaço virtual e democratico que o expõe a milhões de olhos e ouvidos. Resta o Conteudo e nesse momento aquele desprovido de inteligencia e talento se ve diminuido...

Uma maneira de compensar é decorar a biblia ou qualquer livro santo e dar opinião sobre o mundo. Porém, tal tarefa exige certo grau de inteligencia e quando me refiro a inteligencia o faço num conceito amplo, por isso essa saída também restringe uma serie de pessoas interessadas em mostrar sua falata de talento.

Por esse caminho inventaram o Rap, Hippy Hop, que tem qualidades, mas que permite ao fulano que não sabe tocar, não sabe cantar, não sabe ler, não sabe falar e geralmente é feio pra dedéo, fazer umas mimicas com os dedos em forma de arma e receber aplausos.

Todavia, há aqueles mais desprovidos de capacidades ainda, que nem ao subterfugio da pseudo cultura formada pelo extrato lumpem da sociedade, podem recorrer e desses projetos nascem aquelas celebridades que apresentam suas banhas ou sua falta de dentes ou um pinto pequeno ou o filho fumando cigarro e tudo que se possa usar sem a necessidade de operar qualquer parte de corpo de maneira organizada.

Nesse contexto me preocupam as mortes em Realengo.

Na minha concepção, o Mané Covarde que se dirigiu a escola e matou nossos brasileirinhos, foi movido pela vontade de aparecer.

Observem que ele deixou uma carta, algumas mensagens no Orkut e outras informações, sabendo que, ao cavoucarem sua personalidade, tudo apareceria ali, em cores, e viraria tema de debate. O Covarde não planejou matar as crianças, elas foram o meio de garantir seus minutos de fama.

Por outro lado, observem que a Midia sabe disso...

Quem aposta comigo: Caso não tivessemos noticiado os ataques a escolas nos estados unidos, eu garanto; não teriamos o mesmo por aqui...

Eu digo; a midia sabe disso e quer mais...

Outro dia vi uma reportagem comparando o babaca brasileiro ao americano. Era como se dissesse: Olha só quanto material jornalistico o americano deixou... O proximo brasileiro, por favor, deixe mais mensagens e fotografias, invada uma escola onde haja mais cameras, estamos quase sem materia sobre esse incompetente.

E há mais... Observem; a midia iniciou a cantilena querendo ligar o Covarde a grupos islamicos. No entanto, para frutração geral, na carta que o fulano deixou, ficou clara a ligação dele com a religião Cristã, aí pararam de querer falar sobre motivações religiosas.

Não há duvida, depois de anos trabalhando, cultivando, a midia teve exito em seus intentos. E, creiam, virão outros doentes midiaticos. Muitos mais...

O cultivo continua agora buscando aprimorar a safra.

A midia seguira nesse plano  até constituir o elemento alfa, Mulçumano, que lhe permitira trabalhar o ódio contra o Islã.

Acompanhem. Fiquem atentos...

 

Palavras-chave: Opinião

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Março 27, 2011

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Outro dia uma Professora chegou a admitir a hipotese de se ensinar o Criacionismo dentro da Faculdade. Seria, segundo ela, uma abertura democratica de acesso ao conhecimento. Os alunos aprenderiam as duas vertentes de pensamento sobre o tema e cada qual seguiria seu caminho, acreditando naquilo que quisesse.

Eu digo: Não!

Em nome de Deus e da Democracia já se operaram tantas atrocidades que é quase uma obrigação dos homens conscientes deste planeta denunciar o desvio nos argumentos que utilizam tais simbolos como base.

O fato é que, com a mesma enfase que defendo o evolucionismo para a universidade, nunca exigirei a democratica pregação evolucionista na casa do Senhor, pois que, quando me dirijo àquele espaço espero que o Pastor provenha minha alma, na mesma medida do que busco junto aos mestres, na escola, o pão para mente.

Ora. Nem mesmo em entregarei a falar sobre as coisas do Orum, que me saciam os terreiros e minhas guias, minha amada mãe de santo, de quem sou filho devoto. Então, coloco o entendimento sobre a questão no seguinte patamar:

A democracia exige radicalismos e inteligencia. É verdade, o consenso tem grande peso na democracia, mas a consciencia é a essencia. Não se pode abrir mão da essencia em prol do consenso. Tão radical quanto o Padre na defesa de seus argumentos devem  ser os cientistas e que cada um pregue sua palavra em seu espaço e que seus seguidores os acompanhem, DEMOCRATICAMENTE! Mas que a seara de um não invada a seara alheia. Isso não é democratico!

Palavras-chave: criacionismo, evolucionismo, Opinião

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Março 24, 2011

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Fico com a impressão que ninguem pegou esse relatorio e se debruçou sobre para, minimante, checá-lo.

Outro dia li uma pequena parte e achei muito fragil a argumentação para cortar 50 vagas de um curso.

Não fiz as contas, mas fiquei com a impressão de que, relativamente, poder-se-ia cortar qualquer curso usando-se os mesmos parametros adotados no estudo.

Será que o Tal relatorio é uma unanimidade? Sera que não há outra voz (especializada) a discordar?

Para mim é estranho...

http://forumzn.blogspot.com/2011/03/220320110337.html

 

Palavras-chave: Informação, Opinião

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Março 10, 2011

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OGUM - O guerreiro. Um general destemido e estratégico

OGUM - O guerreiro. Um general destemido e estratégico

A NOTA DEZ DESSE CARNAVAL foi o Presidente da Vai Vai, Darly Silva, que agradeceu a OGUM pelo Carnaval. Certamente a maioria dos outros concorrentes estava preparada para agradecer a Jesus Cristo, caso levasse o Campeonato.
Até a, considerando-se a media da audiencia e os profissionais que cobrem o carnaval,í com certeza foi apenas uma surpresa instigante o Presidente expor sua gratidão Publica ao Guerreiro Protetor. Contudo, assistiondo as reportagens e pesquisando as materias na Internet percebi que evitaram os grandes veiculos colocar a fala de Darly. Eles simplesmente cortavam o agradecimento ao Orixá, ou pior, colocavam a fala do Vice Presidente da escola.

É triste mas as religiões afros ainda não são respeitadas no Brasil e, principalmente, na grande midia são tratadas sem a minima reverencia com que tratam até religiões Orientais. Um Padre quando comenta sobre os Segredos de Maria, nunca tem um interlocutor com jeito jocoso, rindo-se da superstição do Pastor, ao passo que o jogo de Buzios é, invariavelmente tratado como piada, até com menos credito que a astrologia.

Essa intolerancia religiosa deve ser combatida sempre.

 

Palavras-chave: CARNAVAL, DARLY, ESCOLA, Noticia, OGUM, Opinião, PRESIDENTE, VAIVAI

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