Stoa :: BADI :: Blog :: Histórico

Maio 2012

Maio 06, 2012

default user icon
Postado por BADI

A OPOSIÇÃO SEM DISCURSO GRITA:

É UM REAL! É UM REAL! É UM REAL!

Atualmente a Tucanagem, teleguiada pela Midia, se apresenta como grande defensora do Trabalhador Brasileiro e se opõe às mudanças nas regras da Popupança. Como sempre, fazendo debate raso, inicia seus discursos a partir de uma Falácia; Tungaram o Dinheiro do Trabalhador!
Não! É mentira! E a mentira se dá porque aquele dinheiro investido na poupança até antes da mudança nas regras, continua... Seu rendimento permace intacto, crescendo como dantes. Portanto, nada se perdeu. Alguém só perde o que tem, assim como aconteceu no Plano Collor e Verão e na tungada da inflação no Plano Real. Aquilo sim foi um surrupio; quem tinha seu rico dinheirinho investido foi roubado, como se diz, na mão grande... E com aplausos da Midia. Isso é tungar, como já reconheceu a justiça.
Nesse caso atual, não... Havia um tipo de poupança e ele acabou. Inaugurou-se outro. Então, mudou sim a regra, contudo, somente para o dinheiro novo. Aquele que ainda será investido. E o trabalhador só investe nessa nova poupança se ele quiser... Se achar rentável. Sendo assim, nada se passou ao dinheiro de sua poupança e menos ainda quanto ao dinheiro, seguro, em seu bolso.
Claro, também faz parte do discurso tosco, analisar a medida fora do contexto, como se realmente ela estivesse somente ligada à poupança e, nesse aspecto, despreza-se o fato de que tal operação se estabelece dentro de um conjunto de ações visando a baixar os juros e equacionar a divida que estrangula o orçamento brasileiro. Aliás, tais indicadores estão evoluindo satisfatoriamente para a população e já apresentam resultados bastantes favoráveis. Não é a toa que houve aumento da capacidade investimento do País e também não se pode negar o sucesso, justamente pela sobra desse dinheiro no bolso do trabalhador para que ele possa colocá-lo na Poupança. Ou seja, sem estas decisões o Povo estaria sem emprego e pagando os juros estratosféricos para os Banqueiros, como acontecia na época demotucana com aval do PiG.
Por fim, há de se ver ainda a grande vocação desse pessoal em proteger a elite, pois que se apressam em apresentar como solução alternativa, o favorececimento do investimento dos ricos, retirando dos fundos os 20% de Imposto de Renda. Ou seja, ao invés de onerar a poupança, porque não desoneramos os Fundos? É o que se perguntam por ingenuidade ou por maldade ou por incompetência, já que os efeitos de desonerar um tipo de investimento nada tem a ver com os efeitos de onerar o outro, sendo a proposta completamente sem pé nem cabeça. Além do mais, os defensores dessa proposta, também não levam em consideração que muito mais do dinheiro que poderia transitar entre poupança e fundos, em função dessa medida, aconteceria a migração dos investimentos produtivos para a especulação financeira, destruindo todo o modelo que esta reestruturando o sistema produtivo do País.
O fato real é que os juros continuarão decrescendo e o povo ganhará muito mais além do que esse 0,5% que talvez venha não ganhar com essa mudança na poupança. A poupança rendeu em media 6,5% e nós temos um piso de 6%, portanto 0,5% de diferença. Sim. Porque é dessa diminuição de ganho que estamos falando! É por ele que a oposição está gritando! lembrem-se do 0,025% da CPMF! Aquele que resultaria em quedas de preços dos produtos! Consulte quantos cheques acima de Cinco mil reais, sobre os quais incidiria a CPMF, você passou nos últimos anos e faça conta do quanto, certamente você não economizou... Mas acredite: Nenhum preço baixou e a saúde perdeu Bilhões! A dita economia da CPMF transformou-se em lucro nas mãos dos mesmos.
Então, estamos falando do seguinte quadro; 65% dos poupadores, (aqueles que poupam até 500 reais) deixarão de ganhar por volta de Um real por ano. Imagine agora o que economizarão com uma queda de 5% na taxa de Juros?
A População Brasileira saberá avaliar quem está com a razão e a oposição ficará novamente falando sozinha.


 

Este post é Domínio Público.

Postado por BADI | 0 comentário

Maio 17, 2012

default user icon
Postado por BADI


 


A Petrobras formalizou na quarta-feira, 9 de maio, a adesão ao programa Ciência sem Fronteiras e o compromisso de aportar R$ 319 milhões com a finalidade de financiar oportunidades de formação no exterior para estudantes brasileiros. A Companhia participará com cinco mil bolsas do total de 101 mil bolsas de estudo previstas pelo programa.

 

O diretor Corporativo e de Serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra, representou a Companhia no evento de assinatura do protocolo de cooperação. Também assinaram o documento o presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Glaucius Oliva; o presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Jorge Almeida Guimarães, e o diretor da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), Florival Rodrigues de Carvalho.

 

Para o diretor José Eduardo Dutra, a participação da Companhia no Programa representa “uma oportunidade para a ampliação do esforço no fomento à formação e qualificação de profissionais, beneficiando o segmento de petróleo, gás, energia e biocombustíveis”. E prosseguiu: “A Petrobras financiará cinco mil bolsas em instituições de excelência no exterior para formar profissionais que ajudem a cadeia de petróleo e gás”.

 

O Programa

 

O Programa Ciência sem Fronteiras busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional de estudantes brasileiros. O público-alvo são os alunos de universidades e instituições de Ciência e Tecnologia que atendam às condições estabelecidas no edital.

 

O Programa é resultado de iniciativa conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

 

As linhas de interesse consideradas prioritárias para a Petrobras no escopo do Programa, e que serão desdobradas em áreas de conhecimento específicas com aderência ao segmento industrial da empresa, são:

 

· Engenharias e demais áreas tecnológicas;
· Ciências Exatas e da Terra;
· Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde;
· Computação e Tecnologias da Informação;
· Produção Agrícola Sustentável;
· Petróleo, Gás e Carvão Mineral;
· Energias Renováveis;
· Tecnologia Mineral;
· Biotecnologia;
· Nanotecnologia e Novos Materiais
· Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais;
· Biodiversidade e Bioprospecção;
· Ciências do Mar, e
· Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva.

 

O Programa oferecerá bolsas em várias modalidades. A parceria com a Petrobras contempla as bolsas de graduação sanduíche (dirigida a alunos de graduação para estágios de seis meses a um ano em atividades acadêmicas e laboratórios de pesquisa, empresas ou centros de P&D, no exterior); doutorado sanduíche (para aluno de doutorado permanecer por até 12 meses no exterior), e doutorado pleno (para estudantes que pretendam fazer o curso em instituição de alto desempenho nas áreas prioritárias do Programa, com ênfase em tecnologia e inovação).

 

Para se candidatar, o estudante deverá, entre outros requisitos, ter concluído, no mínimo, 40% do curso de graduação e ter obtido pelo menos 600 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Deverão ser anexados à documentação o desempenho do candidato no curso superior no Brasil, eventuais prêmios obtidos na área de Ciência e Tecnologia (Jovem Cientista, Olimpíadas do Conhecimento etc.) e o nível de proficiência no idioma do país em que o curso pretendido será realizado. Quem desejar ou necessitar de aperfeiçoamento na língua poderá, ainda, fazer três meses de imersão no estudo do idioma.

 

Os estudantes devem atender aos requisitos definidos nos editais de seleção, disponíveis no sitewww.cienciasemfronteiras.gov.br, e formalizar a inscrição via internet. O critério de seleção dos alunos será por mérito.

 

A composição dos recursos destinados ao estudante contempla valor da mensalidade da bolsa, conforme tabela de valores publicada pelo CNPq, e outras despesas, como passagem aérea, seguro-saúde e taxas escolares. 

Este post é Domínio Público.

Postado por BADI | 0 comentário