(esqueceu?)

Stoa :: Direitos Humanos :: Blog

Maio 29, 2011

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Matéria sobre a Anistia Internacional:

http://g1.globo.com/videos/v/anistia-internacional-completa-50-anos-de-defesa-dos-direitos-humanos/1520218/

Vídeo sobre a história da AI feita por ela mesma:

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Novembro 16, 2010

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Data: 17 de novembro de 2010 - quarta-feira

Horário: 20h

Local: Campus Vergueiro - Rua Vergueiro 235/249

Evento: Debates Uninove

Transmissão ao vivo pelo link:  http://jornaldedebates.uol.com.br/aovivo/para-que-serve-comissao-verdade

 

No dia 15 de março de 1985, com a posse de José Sarney, a ditadura militar chegou ao fim. Passados mais de 25 anos, muitos dos fatos ocorridos no período encontram-se desconhecidos do público, protegidos pelo sigilo e pela anistia ampla, geral e irrestrita. Para alguns, deve-se buscar conhecer a história completa da ditadura, inclusive em seus detalhes mais cruentos. Para outros, o esquecimento serve à pacificação que pavimentou o caminho para a democracia brasileira, e não valeria à pena mexer em antigas feridas já cicatrizadas.

O Debates Uninove discute qual a função da Comissão da Verdade, cujo projeto de lei está parado na Câmara dos Deputados. O evento trará representantes de posições diversas em relação ao órgão e será mediado pelo jornalista Paulo Markun.

 

Participarão do debate:

- Ivo Herzog – Presidente do Instituto Vladimir Herzog;

- José Gregori – Jurista e ex-ministro da Justiça do governo FHC;

- Martim Sampaio – Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB;

- Dr. Roberto Delmanto Jr.; Advogado criminalista;

- General Luiz Eduardo Rocha Paiva; professor emérito e ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

 

Palavras-chave: anistia, Comissão da Verdade, ditadura

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Novembro 14, 2010

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Semana anual contra o Muro do Apartheid, 9 a 16 de novembro. Palestinos e ativistas do mundo todo novamente se mobilizam e organizam uma série de eventos por todo o globo.

http://mediamarathon.stopthewall.net/

Tearing down the Wall

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Novembro 11, 2010

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Após confissão em livro e em entrevista televisada de que autorizou tortura, Bush deve ser responsabilizado criminalmente. Será que as leis valem alguma coisa?

 

US MUST BEGIN CRIMINAL INVESTIGATION OF TORTURE FOLLOWING BUSH ADMISSION

http://www.amnesty.org/en/for-media/press-releases/us-must-beg

Palavras-chave: Anistia Internacional, Bush, tortura

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Direitos Humanos | 1 comentário

Junho 01, 2010

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Petição aos governos e instituições internacionais:
Nós pedimos uma investigação independente e imediata sobre o ataque israelense à frota de barcos, responsabilizando os culpados. Pedimos também a remoção imediata do bloqueio a Gaza.

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Caros amigos,

O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direção a Gaza chocou o mundo.

Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.

As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e para lançar uma profunda investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras -- como eles já fizeram tantas vezes.

Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza - clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:

http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla/97.php?cl_tta_sign=d60a4486ea78113304f8042af8af1eb0

A petição será entregue às Nações Unidas e aos líderes mundiais, assim que alcançarmos 200.000 nomes - e novamente a cada oportunidade à medida que a lista for crescendo e que os líderes forem reagindo à situação. Uma petição massiva em um momento de crise como esse pode demonstrar aos que estão no poder que declarações e notas à imprensa não são suficientes - que os cidadãos estão prestando atenção e demandam ações concretas.

Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos - vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:

http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla/97.php?cl_tta_sign=d60a4486ea78113304f8042af8af1eb0

A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Haaretz hoje, "não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel"

Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém - se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar um comboio de navios em águas internacionais, que levavam remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.

Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada - se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.

Com esperança,

Ricken, Alice, Raluca, Paul, Iain, Graziela e toda a equipe Avaaz

Saiba mais:

Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100531_entendabloqueiogaza_ji.shtml

Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio de Gaza e mata ativistas:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/05/31/israel-ataca-barcos-que-tentavam-furar-bloqueio-faixa-de-gaza-mata-ativistas-916736797.asp

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Abril 16, 2010

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Setembro 15, 2009

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Num comentário em uma outra mensagem falei sobre uma petição para que o governo britânico se retratasse pelo tratamento desumano dispensado a Alan Turing (o "pai da computação") por ser homessexual. Pois esta iniciativa foi vitoriosa!

 

Governo britânico pede perdão a matemático gay

 
Pai da ciência da computação se matou após condenação por homossexualismo. Reconhecimento inédito do premiê Gordon Brown foi motivado por petição na internet que reuniu 31,3 mil assinaturas em um mês

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Direitos Humanos | 0 comentário

Agosto 16, 2009

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O processo de criminalização da política tem avançado no país. Este processo é claramente uma tática do projeto das elites de evitar qualquer mudança no status quo. Os tucanos têm sido os principais responsáveis pela criminalização dos movimentos sociais, desqualificando aqueles que tentam fazer política de verdade: no RS, cuja governadora tucana é acusada de corrupção, este processo tem atingido níveis inadmissíveis.

Abaixo reproduzo a nota publicada no sítio do MST (http://www.mst.org.br/node/7899 ).

Sem Terra são torturados pela polícia em São Gabriel

 

13 de agosto de 2009

O MST vem a público denunciar a truculêcia e tortura empregadas pela Brigada Militar na ação de reintegração de posse da Prefeitura de São Gabriel (RS), ocorrida na quarta-feira (12/8) à tarde. A violência e o uso da polícia militar para reprimir protestos dos movimentos sociais já se tornou comum no Rio Grande do Sul.

Pelo menos trinta pessoas, entre crianças e adultos, ficaram feridos – algumas pessoas tiveram dedos e braços quebrados – durante o despejo forçado realizado pela Brigada Militar. Todos os 250 Sem Terra foram identificados e humilhados. Os manifestantes foram encurralados dentro da Prefeitura, onde foram golpeados com cacetete, chutes e tapas dos policiais.

O fato ocorrido em São Gabriel nesta quarta-feira ultrapassou o limite do convencional e adquiriu características de tortura policial. As famílias relataram que, enquanto estavam na delegacia para serem identificadas, continuaram recebendo golpes de cacetete, chutes, socos e tapas dos policiais. Chegou a ser montado um “corredor polonês” pelo qual as pessoas foram obrigadas a passar enquanto recebiam chutes e cacetadas. Os Sem Terra serviram inclusive como cobaias: a nova pistola elétrica, que deveria ser usada para ajudar em imobilizações durante perseguição policial, foi utilizada para dar choque nas pessoas.

Nesta quinta-feira (13/8), integrantes do Comitê Estadual Contra a Tortura estão em São Gabriel conversando com as famílias Sem Terra e recolhendo os depoimentos. O MST repudia mais essa ação violenta da Brigada Militar, dirigida pelo subcomandante Lauro Binsfeld - o mesmo que comandou o despejo das mulheres da Via Campesina em uma área da papeleira Stora Enso em Rosário do Sul (RS), em 2008, numa ação que resultou em dezenas de manifestantes feridas.

O MST também repudia a decisão do prefeito de São Gabriel, Rossano Gonçalves, de ter se negado a conversar com as famílias e ter autorizado a ação da Brigada Militar; e responsabiliza os governos estadual e federal, que não realizam a Reforma Agrária. Exigimos saber onde estão os recursos que o governo federal diz que liberou, mas o prefeito Rossano Gonçalves afirma que ainda não recebeu. Enquanto Incra e Prefeitura não assumem suas responsabilidades pelo assentamento, três crianças já morreram desde o início do ano por falta de atendimento médico. Também criticamos o Ministério Público, que além de não encaminhar o pedido por escola feito pelas famílias, esteve presente na ação de despejo e foi conivente com a violência policial.

As famílias seguirão em luta, pois suas reivindicações não foram atendidas. Exigimos as melhorias em infra-estrutura no assentamento, que passados nove meses de criação ainda não tem luz elétrica, água potável,
estradas, escola para as crianças. Exigimos que o governo federal libere os R$ 800 milhões do orçamento do Incra para a reforma agrária e para o assentamento de todas as famílias acampadas no RS (conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta que não foi cumprido pelo Incra). Exigimos a desapropriação do restante da Fazenda Southall e a liberação imediata, na Justiça, das Fazendas Antoniazzi e 33, em São Gabriel.

Palavras-chave: agressão aos direitos humanos, corrupção, direito, direitos humanos, movimentos sociais, mst, política, protesto, rio grande do sul, rs, são gabriel, tortura, tucanagem, Yeda Crucius

Postado por gabriel fernandes em Direitos Humanos | 1 usuário votou. 1 voto | 1 comentário

Julho 15, 2009

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O mapa neste link (também a partir daqui), construído a partir de imagens de satélite, ilustra a escala da destruição promovida por Israel em seus ataques à Gaza. Ele também está no relatório da Anistia Internacional intitulado "ISRAEL/GAZA operation 'Cast Lead': 22 days of death and destruction" (alternativamente também aqui). Este relatório de 127 páginas relata em detalhes os atos das forças israelenses e de grupos armados palestinos. Muitos são os crimes de guerra e contra a humanidade documentados.

Aproximadamente 1400 palestinos foram mortos nos 22 dias de ofensiva israelense em Gaza, 940 dos quais eram civis nas seguintes categorias:
- crianças: 300
- mulheres: 115
- homens com mais de 50 anos: 85
- homens civis com menos de 50 anos: 200
- policiais não combatentes: 240
No mesmo período 13 israelenses foram mortos, incluindo 3 civis.

Palavras-chave: crimes contra a humanidade, crimes de guerra, Gaza, Israel, operation Cast Lead, Palestina

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Direitos Humanos | 1 usuário votou. 1 voto | 4 comentários

Junho 30, 2009

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Manifesto de intelectuais (tradução: babelfish + retoques). Original em francês abaixo. 

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Apelo em prol da liberdade para o povo iraniano 

Sexta-feira 19 de Junho, O ayatollah Ali Khamenei exigiu o fim das manifestações maciças e determinadas que contestam o resultado da eleição presidencial de 12 de Junho. Argumenta que qualquer concessão feita às exigências da população e pressões "ilegais" conduziriá à uma forma de "ditadura", e preveniu os manifestantes que seriam eles, e não a polícia, quem seriam os responsáveis de eventuais violências.

O argumento de Ali Khamenei é familiar para todo aquele que se interessam pela política de ação colectiva, pois ele se apoia sobre a lógica da autoridade do Estado na sua oposição a todas as grandes mobilizações populares dos tempos modernos, de 1789 na França à 1979 no Irã mesmo. Estas mobilizações nasceram do combate pelo princípio de uma soberania do povo, antes que do Estado ou dos seus representantes. "Nenhum governo pode legitimamente afirmar autoridade à menos que não seja fundado sobre a vontade de todo o povo", como bem proclamou a carta da liberdade do Congresso nacional africano (ANC) sul-americano em 1955.

É evidente que cabe ao povo iraniano fazer as suas escolhas políticas. Os observadores estrangeiros, inspirados pela coragem dos manifestantes no Irã estas últimas semanas, no entanto estão fundamentados ao sublinhar que um governo que pretende representar a vontade do povo pode fazê-lo apenas se respeita as condições fundamentais da expressão desta vontade: a liberdade para os cidadãos de se unir, sem obstáculo, em movimento coletivo, a possibilidade para os cidadãos, sem restrição do seu direito de debate ou do acesso à informação, de definir, decidir e levar a efeito um projeto colectivo de ação.

Anos de "promoção da democracia" promovida por estrangeiros contribuíram para espalhar pelo mundo uma desconfiança justificada com relação  aos movimentos cívicos que afirmam uma legitimidade de democracia direta. Mas o princípio reside intangível: só o povo ele mesmo pode decidir da precisão desta reivindicação.  Nós, os signatários, chamamos o governo iraniano para que não tome nenhuma medida suscetível de desencorajar esta tomada de decisão.

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Appel en faveur de la liberté pour le peuple iranien

   
Vendredi 19 juin, l'ayatollah Ali Khamenei a exigé la fin des manifestations massives et déterminées qui contestent le résultat de l'élection présidentielle du 12 juin.

Il a argué que toute concession faite aux exigences de la population et à des pressions " illégales " aboutirait à une forme de " dictature ", et a prévenu les manifestants que ce serait eux, et non la police, qui seraient tenus pour responsables d'éventuelles violences.

L'argument d'Ali Khamenei est familier pour quiconque s'intéresse à la politique d'action collective, puisqu'il s'appuie sur la logique des autorités de l'Etat dans leur opposition à toutes les grandes mobilisations populaires des temps modernes, de 1789 en France à 1979 en Iran même.

Ces mobilisations sont nées du combat pour le principe d'une souveraineté du peuple, plutôt que de l'Etat ou ses représentants.. " Aucun gouvernement ne peut légitimement revendiquer l'autorité à moins qu'il ne soit fondé sur la volonté de tout le peuple ", ainsi que le proclamait la charte de la liberté du Congrès national africain (ANC) sud-africain en 1955.

Il va sans dire que c'est au peuple iranien de faire ses choix politiques. Les observateurs étrangers, inspirés par le courage des manifestants en Iran ces dernières semaines, sont néanmoins fondés à souligner qu'un gouvernement prétendant représenter la volonté du peuple ne peut le faire que s'il respecte les conditions fondamentales d'expression de cette volonté : la liberté pour les citoyens de s'unir, sans entrave, en mouvement collectif, la possibilité pour les citoyens, sans restriction de leur droit de débat ou d'accès à l'information, de définir, décider et mettre en oeuvre un projet collectif d'action.

Des années de " promotion de la démocratie " soutenue par l'étranger ont contribué à répandre de par le monde une méfiance justifiée à l'égard des mouvements civiques qui revendiquent une légitimité de démocratie directe.
Mais le principe demeure intangible : seul le peuple lui-même peut décider de la justesse de cette revendication. Nous, signataires, en appelons au gouvernement iranien pour qu'il ne prenne aucune mesure susceptible de décourager cette prise de décision.
*Agamben Giorgio*, philosophe, université de Venise ;* Etienne Balibar*, Paris-X Nanterre et University of California Irvine ;* Daniel Bensaïd*, philosophe, université Paris-VIII ;* Judith Butler*, University of California, Berkeley ;* Stanley Cavell*, philosophe, université de Harvard ;* Alice Cherki*, psychiatre, psychanalyste ;* Noam Chomski*, MIT, Cambridge Etats-Unis ;* Michel Crépu*, directeur de la revue des " Deux Mondes " ;* Alain de Libera*, philosophe, université de Genève ;* Gilbert Glasman*, délégué général de Citéphilo ;* Nilufer Göle*, EHESS ;* Claude Habib*, professeur de littérature, université Paris-III ;* Axel Honnet*, philosophe, université de Francfort ;* François Jullien*, philosophe, université Paris-VII ;* Cécile Ladjali*, écrivain ;* Jean-Marc Lévy-Leblond*, philosophe, université de Nice ;* Jacky Mamou*, ex-président de Médecins du monde ;* Eric Marty*, professeur de littérature, université Paris-VII ;* François Matheron*, enseignant, comité de rédaction de " Multitudes " ;* Jean-François Mattei*, professeur émérite de philosophie, université de Nice ;* Abdelwahab Meddeb*, écrivain ;* Toni Negri*, philosophe ;* Michel Onfray*, philosophe ;* Pierre Pachet*, écrivain, professeur, université Paris-VII ;* Benoît Peeters*, écrivain et scénariste ;* Philip Pettit*, University Center for Human Values, Princeton University ;* Moishe Postone*, professeur, université de Chicago ;* Joëlle Proust*, directrice de recherche, CNRS, ENS ;* Jacques Ranciere*, professeur émérite de philosophie, université Paris-VIII ;* Robert Redeker*, philosophe, CNRS ;* Judith Revel*, maître de conférences, université Paris-I ;* Avital Ronell*, philosophe, New York University ;* Dan Sperber*, CRNS ;* Benjamin Stora*, historien, professeur des universités ;* Pierre-André Taguieff*, directeur de recherche, CNRS ;* Alberto Toscano*, Goldsmiths College, Royaume-Uni ;* François Wahl*, philosophe ;* Heinz Wismann*, directeur d'études, EHESS ;* Slavoj Zizek*, université de Ljubljana et the European Graduate School.

Tous les signataires sont sur le site www.citephilo.org
 

Este post é Domínio Público.

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Direitos Humanos | 2 usuários votaram. 2 votos | 1 comentário

Maio 07, 2009

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No dia 17 de março de 1973 o estudante da USP Alexandre Vannucchi Leme foi eliminado pelo sitema por ser um incômodo ao mesmo. Com a repercusão do caso as autoridades afirmam que ele teria sido vítima de um acidente.

A História de Alexandre Vannucchi Leme

CALE-SE! A saga de Vannucchi Leme A USP como aldeia gaulesa

Postado por Antonio C. C. Guimarães em Direitos Humanos | 4 usuários votaram. 4 votos | 3 comentários

Abril 29, 2009

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 Não há local mais apropriado que esta comunidade para manifestar minha indignação com a arbitrariedade da moderação do Stoa, que vem restringindo a liberdade de expressão dos usuários

  O Stoa é a rede social dos alunos e ex-alunos da USP. Um espaço livre para cada um hospedar o seu blog e montar as suas comunidades. A ideia é muito interessante e favorece o intercâmbio entre acadêmicos das mais diversas áreas. Um dos principais colaboradores desse projeto era o Everton Zanella Alvarenga, ex-aluno do Instituto de Física.

Sempre muito espirituoso, Tom era o maior entusiasta do Stoa. Contribuía nas mais diversas discussões, acadêmicas e científicas ou meramente informais. Foi o idealizador do Bolão da Greve. Curiosamente, um dia depois da divulgação pela UOL do tal Bolão, o blog do Tom desapareceu do Stoa.

O motivo alegado pelos moderadores do sistema? Uma notícia falsa, veiculada em primeiro de abril, naquele blog! Detalhe: no dia 2 de abril o autor inseriu uma nota revelando a brincadeira. A notícia, que era bem inversossímil, falava sobre negociações para a privatização da USP.

Aparentemente, nossa Magnífica Reitora não gostou nada disso, e muito menos da repercussão do Bolão na imprensa, pedindo para a Equipe Stoa remover a conta do Tom.

Mas as arbitrariedades não pararam por aí! Diversos usuários do sistema protestaram contra o ato de censura e - adivinhem - também tiveram seus comentários censurados (dessa vez, não foram excluídos do sistema, mas o acesso a esses comentários foi restringido apenas aos usuários do sistema, ficando fora de alcance do público em geral)!

Como protesto contra os atos arbitrários de censura no ambiente de uma universidade pública - onde deveria prevalecer a livre expressão e o respeitos às ideias divergentes -, resolvi republicar os textos censurados:

Aos responsáveis pelo escandaloso ato de censura no Stoa: aprendam a rir de si mesmos (Luiz Yassuda)

Censura na USP (Fernanda Pinheiro)

Comentários a respeito do "sobre uma falsa notícia veiculada no Stoa" (Walrus)

Governador avalia planos de privatização da USP em reunião com reitora (01/04/2009) (Tom)

Bolão da greve 2009 na USP: ganhe livros e vale refeição (Tom)

Palavras-chave: censura, liberdade de expressão, liberdade de opinião, primeiro de abril, Stoa, tom

Postado por Rafael Prince em Direitos Humanos | 5 usuários votaram. 5 votos | 9 comentários

Junho 22, 2007

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A Anistia Internacional está juntando assinaturas contra o muro construído em torno da Cisjordânia. Para assinar a favor da derrubada do muro, clique aqui ou acesse o link abaixo; o link está em Espanhol.
Este muro é uma grave violação aos direitos humanos numa região já carente destes, ilhando comunidades, isolando-as de importantes redes de trabalho e educação, e demonstrando uma marca concreta da falta de diálogo na região. Trata-se de uma grande barreira militar que coloca em risco a vida de quem tente ultrapassá-lo, trazendo risco principalmente às crianças da região. A história se repete, e poucos utilizam o aprendizado passado para promover um futuro mais pacífico e digno.
O muro já foi considerado ilegal pela Assembléia Geral das Nações Unidas e pela Corte Internacional de Justiça, que exigiram a interrupção da construção do muro, porém o governo Israelense rejeitou esta ordem.
Clique aqui para mais informações e para ver vídeos sobre o assunto.
Um abraço,

Este post é Domínio Público.

Postado por Tarsila Mercer de Souza em Direitos Humanos | 2 comentários

Junho 16, 2007

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Estou começando a estudar esse assunto e gostaria de compartilhar com vocês alguns vídeos interessantes que encontrei no YouTube sobre isso.

Trata-se de um modelo de comunicação não violenta que pode ser aplicado desde situações familiares a negociações de paz entre nações. Acredito que trata-se de uma forma de pensar genuinamente revolucionária, pois demanda que abandonemos os modelos de dominação, culpa e recompensa primeiro dentro de nós mesmos, afim de nos tornarmos aptos a nos comunicar em outro padrão de comportamento.

Inclusive nestes tempos de ocupação de reitoria, acho que os tópicos de negociação política são especialmente relevantes.

O entrevistado nestes vídeos chama-se Marshall Rosenberg, psicólogo americano que trabalhou em diversos campos de refugiados e seu modelo de comunicação não violenta é utilizado em programas de paz em diversos países. Para mais informações, acesse: http://www.cnvc.org/

Parte 1

http://www.youtube.com/watch?v=YvFeY5GXtQo

Parte 2

http://www.youtube.com/watch?v=smEXGNui2OQ&mode=related&am

Falta a parte 3, que ainda não encontrei. Quando eu encontrar, posto por aqui.

Os vídeos estão em inglês. 

Eu gostaria de traduzir estes filmese legendá-los para apresentação em escolas, mas não tenho nenhum conhecimento de video. Alguém estaria disposto a ajudar?

Abraços.

Palavras-chave: comunicação, paz, política, Violência

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição, Não-Comercial.

Postado por Tarsila Mercer de Souza em Direitos Humanos | 0 comentário

Março 11, 2007

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Buenas, tentei postar algo por aqui sobre o assunto no dia das mulheres mas nao consegui.

Vou começar postando a boa notícia (acho que alguém mais pelo stoa comentou o assunto)

A boa (1):

A boa (cont - 2):

A má notícia na verdade não tem nada de nova; é um texto que recebi duma amiga minha no dia das mulheres; a autoria é desconhecida porém existem inúmeras mulheres que protagonizam, caladas, histórias parecidas.

Não sei o que causa este tipo de comportamento, mas na grande maioria a própria mulher não denuncia, não dá queixa, e algumas vezes quando chega a ir à delegacia acaba se arrependendo; a própria mulher, por medo, acaba como cúmplice de sua própria degradação moral e física. 

Recomento este link da anistia internacional para quem queira conhecer mais sobre o tema e juntar-se a pessoas que lutam para acabar com este tipo de violência.

Copio abaixo a introdução dela e o texto; caso alguém conheça a autoria e puder me informar, agradeço.

"Não é o meu aniversário ou nenhum outro dia especial; tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite e ele me disse muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.

Mas sei que está arrependido e não as disse a sério, porque ele me enviou flores hoje. E não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia
especial.

Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me. Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos acordamos e sabemos que não são reais. Hoje acordei cheia de dores e com golpes em  todos lados. Mas eu sei que ele está arrependido, porque me enviou flores hoje. E não é Dia dos Namorados  ou nenhum outro dia especial.

Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me. Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar os cortes e golpes que me  ocasionou desta vez. Não pude ir ao emprego hoje porque não queria que percebessem.  Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje. E não era Dia das Mães ou nenhum outro dia especial.

Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior. Se conseguir deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia  eu sozinha manter os meus filhos? O que acontecerá se faltar o dinheiro? Tenho tanto medo dele! Mas dependo tanto dele que tenho medo de  o deixar . Mas eu sei que está arrependido, porque ele me enviou flores hoje.

Hoje é um dia muito especial: É o dia do meu funeral.

Ontem finalmente conseguiu matar-me. Bateu-me até eu morrer.  Se ao menos eu tivesse tido a coragem e a força para  o deixar ... Se tivesse pedido ajuda profissional. .. Hoje não teria recebido flores!"

Autoria: Desconhecida

A todas as mulheres, um abraço com carinho.

Tarsila

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Tarsila Mercer de Souza em Direitos Humanos | 1 comentário

Março 04, 2007

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Segue abaixo um link com notícias de emergências ao redor do mundo.

http://www.alertnet.org/

Achei muito interessante a iniciativa de utilizar um órgão de mídia poderoso para pegar no pé em prol de assuntos humanitários. Vejam:

http://www.alertnet.org/db/blogs/mediawatch.htm

Postado por Tarsila Mercer de Souza em Direitos Humanos | 0 comentário

Fevereiro 21, 2007

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Ana Paula Marra
Repórter da Agência Brasil

 




Brasília - Depois de anos de luta, os defensores de direitos humanos no país ganharam uma Política Nacional de Proteção. O presidente Lula assinou nesta semana decreto que estabelece um prazo de três meses para que seja elaborada a proposta de um Plano Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos.

 

Leia mais: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/02/16/materia.2007-02-16.

Postado por Tarsila Mercer de Souza em Direitos Humanos | 0 comentário