Matéria sobre a Anistia Internacional:
Vídeo sobre a história da AI feita por ela mesma:
Palavras-chave: Anistia Internacional, direitos humanos
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Vídeo sobre a história da AI feita por ela mesma:
Palavras-chave: Anistia Internacional, direitos humanos
Data: 17 de novembro de 2010 - quarta-feira
Horário: 20h
Local: Campus Vergueiro - Rua Vergueiro 235/249
Evento: Debates Uninove
Transmissão ao vivo pelo link: http://jornaldedebates.uol.com.br/aovivo/para-que-serve-comissao-verdade
No dia 15 de março de 1985, com a posse de José Sarney, a ditadura militar chegou ao fim. Passados mais de 25 anos, muitos dos fatos ocorridos no período encontram-se desconhecidos do público, protegidos pelo sigilo e pela anistia ampla, geral e irrestrita. Para alguns, deve-se buscar conhecer a história completa da ditadura, inclusive em seus detalhes mais cruentos. Para outros, o esquecimento serve à pacificação que pavimentou o caminho para a democracia brasileira, e não valeria à pena mexer em antigas feridas já cicatrizadas.
O Debates Uninove discute qual a função da Comissão da Verdade, cujo projeto de lei está parado na Câmara dos Deputados. O evento trará representantes de posições diversas em relação ao órgão e será mediado pelo jornalista Paulo Markun.
Participarão do debate:
- Ivo Herzog – Presidente do Instituto Vladimir Herzog;
- José Gregori – Jurista e ex-ministro da Justiça do governo FHC;
- Martim Sampaio – Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB;
- Dr. Roberto Delmanto Jr.; Advogado criminalista;
- General Luiz Eduardo Rocha Paiva; professor emérito e ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
Palavras-chave: anistia, Comissão da Verdade, ditadura
Semana anual contra o Muro do Apartheid, 9 a 16 de novembro. Palestinos e ativistas do mundo todo novamente se mobilizam e organizam uma série de eventos por todo o globo. http://mediamarathon.stopthewall.net/
Palavras-chave: Apartheid, Israel, muro, Palestina, segregação
Após confissão em livro e em entrevista televisada de que autorizou tortura, Bush deve ser responsabilizado criminalmente. Será que as leis valem alguma coisa?
US MUST BEGIN CRIMINAL INVESTIGATION OF TORTURE FOLLOWING BUSH ADMISSION
http://www.amnesty.org/en/for-media/press-releases/us-must-beg
Palavras-chave: Anistia Internacional, Bush, tortura
Petição aos governos e instituições internacionais:
Nós pedimos uma investigação independente e imediata sobre o ataque israelense à frota de barcos, responsabilizando os culpados. Pedimos também a remoção imediata do bloqueio a Gaza.
Palavras-chave: bloqueio, crime contra a humanidade, direitos humanos, Gaza, Israel, Palestina, petição, punição coletiva
Num comentário em uma outra mensagem falei sobre uma petição para que o governo britânico se retratasse pelo tratamento desumano dispensado a Alan Turing (o "pai da computação") por ser homessexual. Pois esta iniciativa foi vitoriosa!
Palavras-chave: Alan Turing, direitos humanos, homossexualismo
O processo de criminalização da política tem avançado no país. Este processo é claramente uma tática do projeto das elites de evitar qualquer mudança no status quo. Os tucanos têm sido os principais responsáveis pela criminalização dos movimentos sociais, desqualificando aqueles que tentam fazer política de verdade: no RS, cuja governadora tucana é acusada de corrupção, este processo tem atingido níveis inadmissíveis.
Abaixo reproduzo a nota publicada no sítio do MST (http://www.mst.org.br/node/7899 ).
Sem Terra são torturados pela polícia em São Gabriel
13 de agosto de 2009
O MST vem a público denunciar a truculêcia e tortura empregadas pela Brigada Militar na ação de reintegração de posse da Prefeitura de São Gabriel (RS), ocorrida na quarta-feira (12/8) à tarde. A violência e o uso da polícia militar para reprimir protestos dos movimentos sociais já se tornou comum no Rio Grande do Sul.
Pelo menos trinta pessoas, entre crianças e adultos, ficaram feridos – algumas pessoas tiveram dedos e braços quebrados – durante o despejo forçado realizado pela Brigada Militar. Todos os 250 Sem Terra foram identificados e humilhados. Os manifestantes foram encurralados dentro da Prefeitura, onde foram golpeados com cacetete, chutes e tapas dos policiais.
O fato ocorrido em São Gabriel nesta quarta-feira ultrapassou o limite do convencional e adquiriu características de tortura policial. As famílias relataram que, enquanto estavam na delegacia para serem identificadas, continuaram recebendo golpes de cacetete, chutes, socos e tapas dos policiais. Chegou a ser montado um “corredor polonês” pelo qual as pessoas foram obrigadas a passar enquanto recebiam chutes e cacetadas. Os Sem Terra serviram inclusive como cobaias: a nova pistola elétrica, que deveria ser usada para ajudar em imobilizações durante perseguição policial, foi utilizada para dar choque nas pessoas.
Nesta quinta-feira (13/8), integrantes do Comitê Estadual Contra a Tortura estão em São Gabriel conversando com as famílias Sem Terra e recolhendo os depoimentos. O MST repudia mais essa ação violenta da Brigada Militar, dirigida pelo subcomandante Lauro Binsfeld - o mesmo que comandou o despejo das mulheres da Via Campesina em uma área da papeleira Stora Enso em Rosário do Sul (RS), em 2008, numa ação que resultou em dezenas de manifestantes feridas.
O MST também repudia a decisão do prefeito de São Gabriel, Rossano Gonçalves, de ter se negado a conversar com as famílias e ter autorizado a ação da Brigada Militar; e responsabiliza os governos estadual e federal, que não realizam a Reforma Agrária. Exigimos saber onde estão os recursos que o governo federal diz que liberou, mas o prefeito Rossano Gonçalves afirma que ainda não recebeu. Enquanto Incra e Prefeitura não assumem suas responsabilidades pelo assentamento, três crianças já morreram desde o início do ano por falta de atendimento médico. Também criticamos o Ministério Público, que além de não encaminhar o pedido por escola feito pelas famílias, esteve presente na ação de despejo e foi conivente com a violência policial.
As famílias seguirão em luta, pois suas reivindicações não foram atendidas. Exigimos as melhorias em infra-estrutura no assentamento, que passados nove meses de criação ainda não tem luz elétrica, água potável,
estradas, escola para as crianças. Exigimos que o governo federal libere os R$ 800 milhões do orçamento do Incra para a reforma agrária e para o assentamento de todas as famílias acampadas no RS (conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta que não foi cumprido pelo Incra). Exigimos a desapropriação do restante da Fazenda Southall e a liberação imediata, na Justiça, das Fazendas Antoniazzi e 33, em São Gabriel.
Palavras-chave: agressão aos direitos humanos, corrupção, direito, direitos humanos, movimentos sociais, mst, política, protesto, rio grande do sul, rs, são gabriel, tortura, tucanagem, Yeda Crucius
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O mapa neste link (também a partir daqui), construído a partir de imagens de satélite, ilustra a escala da destruição promovida por Israel em seus ataques à Gaza. Ele também está no relatório da Anistia Internacional intitulado "ISRAEL/GAZA operation 'Cast Lead': 22 days of death and destruction" (alternativamente também aqui). Este relatório de 127 páginas relata em detalhes os atos das forças israelenses e de grupos armados palestinos. Muitos são os crimes de guerra e contra a humanidade documentados.
Aproximadamente 1400 palestinos foram mortos nos 22 dias de ofensiva israelense em Gaza, 940 dos quais eram civis nas seguintes categorias:
- crianças: 300
- mulheres: 115
- homens com mais de 50 anos: 85
- homens civis com menos de 50 anos: 200
- policiais não combatentes: 240
No mesmo período 13 israelenses foram mortos, incluindo 3 civis.
Palavras-chave: crimes contra a humanidade, crimes de guerra, Gaza, Israel, operation Cast Lead, Palestina
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Manifesto de intelectuais (tradução: babelfish + retoques). Original em francês abaixo.
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Apelo em prol da liberdade para o povo iraniano
Sexta-feira 19 de Junho, O ayatollah Ali Khamenei exigiu o fim das manifestações maciças e determinadas que contestam o resultado da eleição presidencial de 12 de Junho. Argumenta que qualquer concessão feita às exigências da população e pressões "ilegais" conduziriá à uma forma de "ditadura", e preveniu os manifestantes que seriam eles, e não a polícia, quem seriam os responsáveis de eventuais violências.
O argumento de Ali Khamenei é familiar para todo aquele que se interessam pela política de ação colectiva, pois ele se apoia sobre a lógica da autoridade do Estado na sua oposição a todas as grandes mobilizações populares dos tempos modernos, de 1789 na França à 1979 no Irã mesmo. Estas mobilizações nasceram do combate pelo princípio de uma soberania do povo, antes que do Estado ou dos seus representantes. "Nenhum governo pode legitimamente afirmar autoridade à menos que não seja fundado sobre a vontade de todo o povo", como bem proclamou a carta da liberdade do Congresso nacional africano (ANC) sul-americano em 1955.
É evidente que cabe ao povo iraniano fazer as suas escolhas políticas. Os observadores estrangeiros, inspirados pela coragem dos manifestantes no Irã estas últimas semanas, no entanto estão fundamentados ao sublinhar que um governo que pretende representar a vontade do povo pode fazê-lo apenas se respeita as condições fundamentais da expressão desta vontade: a liberdade para os cidadãos de se unir, sem obstáculo, em movimento coletivo, a possibilidade para os cidadãos, sem restrição do seu direito de debate ou do acesso à informação, de definir, decidir e levar a efeito um projeto colectivo de ação.
Anos de "promoção da democracia" promovida por estrangeiros contribuíram para espalhar pelo mundo uma desconfiança justificada com relação aos movimentos cívicos que afirmam uma legitimidade de democracia direta. Mas o princípio reside intangível: só o povo ele mesmo pode decidir da precisão desta reivindicação. Nós, os signatários, chamamos o governo iraniano para que não tome nenhuma medida suscetível de desencorajar esta tomada de decisão.
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Appel en faveur de la liberté pour le peuple iranien
Palavras-chave: direitos fundamentais, direitos humanos, Irã, liberdade, política
Este post é Domínio Público.
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Palavras-chave: abuso de poder, Alexandre Vannucchi Leme, farsa, história, repressão, USP, violência
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Não há local mais apropriado que esta comunidade para manifestar minha indignação com a arbitrariedade da moderação do Stoa, que vem restringindo a liberdade de expressão dos usuários
O Stoa é a rede social dos alunos e ex-alunos da USP. Um espaço livre para cada um hospedar o seu blog e montar as suas comunidades. A ideia é muito interessante e favorece o intercâmbio entre acadêmicos das mais diversas áreas. Um dos principais colaboradores desse projeto era o Everton Zanella Alvarenga, ex-aluno do Instituto de Física.
Sempre muito espirituoso, Tom era o maior entusiasta do Stoa. Contribuía nas mais diversas discussões, acadêmicas e científicas ou meramente informais. Foi o idealizador do Bolão da Greve. Curiosamente, um dia depois da divulgação pela UOL do tal Bolão, o blog do Tom desapareceu do Stoa.
O motivo alegado pelos moderadores do sistema? Uma notícia falsa, veiculada em primeiro de abril, naquele blog! Detalhe: no dia 2 de abril o autor inseriu uma nota revelando a brincadeira. A notícia, que era bem inversossímil, falava sobre negociações para a privatização da USP.
Aparentemente, nossa Magnífica Reitora não gostou nada disso, e muito menos da repercussão do Bolão na imprensa, pedindo para a Equipe Stoa remover a conta do Tom.
Mas as arbitrariedades não pararam por aí! Diversos usuários do sistema protestaram contra o ato de censura e - adivinhem - também tiveram seus comentários censurados (dessa vez, não foram excluídos do sistema, mas o acesso a esses comentários foi restringido apenas aos usuários do sistema, ficando fora de alcance do público em geral)!
Como protesto contra os atos arbitrários de censura no ambiente de uma universidade pública - onde deveria prevalecer a livre expressão e o respeitos às ideias divergentes -, resolvi republicar os textos censurados:
Aos responsáveis pelo escandaloso ato de censura no Stoa: aprendam a rir de si mesmos (Luiz Yassuda)
Censura na USP (Fernanda Pinheiro)
Comentários a respeito do "sobre uma falsa notícia veiculada no Stoa" (Walrus)
Palavras-chave: censura, liberdade de expressão, liberdade de opinião, primeiro de abril, Stoa, tom
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Palavras-chave: abaixo assinado, anistia internacional, cisjordania, direitos humanos, muro
Este post é Domínio Público.
Estou começando a estudar esse assunto e gostaria de compartilhar com vocês alguns vídeos interessantes que encontrei no YouTube sobre isso.
Trata-se de um modelo de comunicação não violenta que pode ser aplicado desde situações familiares a negociações de paz entre nações. Acredito que trata-se de uma forma de pensar genuinamente revolucionária, pois demanda que abandonemos os modelos de dominação, culpa e recompensa primeiro dentro de nós mesmos, afim de nos tornarmos aptos a nos comunicar em outro padrão de comportamento.
Inclusive nestes tempos de ocupação de reitoria, acho que os tópicos de negociação política são especialmente relevantes.
O entrevistado nestes vídeos chama-se Marshall Rosenberg, psicólogo americano que trabalhou em diversos campos de refugiados e seu modelo de comunicação não violenta é utilizado em programas de paz em diversos países. Para mais informações, acesse: http://www.cnvc.org/
Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=YvFeY5GXtQo
Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=smEXGNui2OQ&mode=related&am
Falta a parte 3, que ainda não encontrei. Quando eu encontrar, posto por aqui.
Os vídeos estão em inglês.
Eu gostaria de traduzir estes filmese legendá-los para apresentação em escolas, mas não tenho nenhum conhecimento de video. Alguém estaria disposto a ajudar?
Abraços.
Palavras-chave: comunicação, paz, política, Violência
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Buenas, tentei postar algo por aqui sobre o assunto no dia das mulheres mas nao consegui.
Vou começar postando a boa notícia (acho que alguém mais pelo stoa comentou o assunto)
A má notícia na verdade não tem nada de nova; é um texto que recebi duma amiga minha no dia das mulheres; a autoria é desconhecida porém existem inúmeras mulheres que protagonizam, caladas, histórias parecidas.
Não sei o que causa este tipo de comportamento, mas na grande maioria a própria mulher não denuncia, não dá queixa, e algumas vezes quando chega a ir à delegacia acaba se arrependendo; a própria mulher, por medo, acaba como cúmplice de sua própria degradação moral e física.
Recomento este link da anistia internacional para quem queira conhecer mais sobre o tema e juntar-se a pessoas que lutam para acabar com este tipo de violência.
Copio abaixo a introdução dela e o texto; caso alguém conheça a autoria e puder me informar, agradeço.
"Não é o meu aniversário ou nenhum outro dia especial; tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite e ele me disse muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.
Mas sei que está arrependido e não as disse a sério, porque ele me enviou flores hoje. E não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia
especial.
Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me. Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos acordamos e sabemos que não são reais. Hoje acordei cheia de dores e com golpes em todos lados. Mas eu sei que ele está arrependido, porque me enviou flores hoje. E não é Dia dos Namorados ou nenhum outro dia especial.
Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me. Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar os cortes e golpes que me ocasionou desta vez. Não pude ir ao emprego hoje porque não queria que percebessem. Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje. E não era Dia das Mães ou nenhum outro dia especial.
Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior. Se conseguir deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia eu sozinha manter os meus filhos? O que acontecerá se faltar o dinheiro? Tenho tanto medo dele! Mas dependo tanto dele que tenho medo de o deixar . Mas eu sei que está arrependido, porque ele me enviou flores hoje.
Hoje é um dia muito especial: É o dia do meu funeral.
Ontem finalmente conseguiu matar-me. Bateu-me até eu morrer. Se ao menos eu tivesse tido a coragem e a força para o deixar ... Se tivesse pedido ajuda profissional. .. Hoje não teria recebido flores!"
Autoria: Desconhecida
A todas as mulheres, um abraço com carinho.
Tarsila
Palavras-chave: direitos humanos, mulher, proteção, violência, violência sexual
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Segue abaixo um link com notícias de emergências ao redor do mundo.
Achei muito interessante a iniciativa de utilizar um órgão de mídia poderoso para pegar no pé em prol de assuntos humanitários. Vejam:
http://www.alertnet.org/db/blogs/mediawatch.htm
Palavras-chave: direitos humanos, emergência, mídia, notícia
| Ana Paula Marra Repórter da Agência Brasil |
| | Brasília - Depois de anos de luta, os defensores de direitos humanos no país ganharam uma Política Nacional de Proteção. O presidente Lula assinou nesta semana decreto que estabelece um prazo de três meses para que seja elaborada a proposta de um Plano Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos.
Leia mais: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/02/16/materia.2007-02-16. |
Palavras-chave: direitos humanos, nnpp, política, proteção