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        <title><![CDATA[Clayton Dantas : Atividade]]></title>
        <description><![CDATA[Atividade de Clayton Dantas, no Stoa.]]></description>
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        <item>
            <title><![CDATA[Série Universo Mecânico]]></title>
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            <pubDate>Thu, 30 Sep 2010 14:57:35 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p>Na década de 80 foi produzido provavelmente a melhor série televisiva sobre física de todos os tempos.</p>
<p>A série Universo Mecânico, produzida e apresentada pelo conceituado físico David Goodstein, apresentou ao longo de seus 52 episódios os conceitos de física e de sua história. Isto é magistralmente feito  com a ajuda de animações, dramatizações e experimentos.</p>
<p>O único inconveniente (para alguns) é o extenso uso da matemática presente em todos os epsódios. Porém é possível aproveitar perfeitamente a série abstraindo este detalhe, ela se garante pelos conceitos e história.</p>
<p>Toda esta introdução foi para justificar a postagem de um link com todos os epsódios da série para download (com dublagem da TV Cultura) que achei recentemente.</p>
<p>Basta clicar <a href="http://www.4shared.com/dir/30460665/38958f7f/O_Universo_Mecanico__Completo_.html"  target="_blank"  title="Série Universo Mecânico">aqui</a></p>
<p>É isso ai...</p>
<p> </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Meu professor chamava-se PowerPoint (Parte 3: o final).]]></title>
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            <pubDate>Fri, 11 Dec 2009 19:40:07 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p><br />Talvez o último post sobre o assunto.</p>
<p>Como escrevi todo o texto antes de começar a postar não tenho idéia do Feedback (se é que haverá algum). Caso haja tentarei farei um post que agregue algo ao que já escrevi.</p>
<p><strong>5-Será que eu realmente sei usar o PowerPoint?</strong></p>
<p>Fui professor de informática durante 4 anos. Quandoo disse que qualquer pessoa pode aprender a usar os recursos básicos do PowerPoint em 2 horas falei com base em uma certa experiência. Porém aprender os aspectos básicos não significa que alguém esteja apto a usá-lo como ferramenta. </p>
<p>A tendência de usuários iniciantes é abusar das poucas ferramentas que conhecem. Isto não é bom! Fundo azul com fonte vermelha não é algo agradável de se ver.</p>
<p>O PowerPoint tem várias ferramentas de autoformatação que podem tornar a apresentação visualmente equilibrada. Há profissionais especializados em Design gráfico que se preocuparam com isto por nós. Não há sentido em não utilizar tais recursos. Há outras ferramentas igualmente úteis. É possível, por exemplo, definir um slide mestre, que fornecerá à sua apresentação uma certa identidade visual. Ou ainda pode-se adicionar anotações a cada slide que, apesar de normalmente não serem usadas durante as apresentações, podem ser impressas.</p>
<p>São bons recursos que podem facilitar muito a vida do usuário. Mas é necessário dedicar  um certo tempo para o seu aprendizado.</p>
<p><strong>6-Qual será a importância da apresentação na rotina de estudo dos alunos?</strong></p>
<p>Essa é uma questão pantanosa. Poderia-se discutir horas esta questão e como ela se relaciona com as demais. Mas tentarei não divagar muito.</p>
<p>A questão é que os alunos baseiam 80% de seus estudos nas notas de aula. Principalmente nos anos iniciais. A tradição brasileira é esta. Quando um professor expõe a matéria na lousa ele acaba por indicar, ainda que inconscientemente, quais são os pontos que julga mais importante e quais serão avaliados.</p>
<p>Se o professor simplesmente trocou o giz pelo PowerPoint então o sistema permanece. Tanto isto é fato que os professores costumam disponibilizar as apresentações para os alunos. Nada contra. Porém, se isto ocorrerá, convém tomar alguns cuidados. </p>
<p>Algumas apresentações são disponibilizadas no formato pdf. Talvez para preservar algum tipo de direito autoral. O problema é que este formato elimina as animações do slide,. E pode ocorrer que a versão pdf do arquivo esteja cheia de imagens sobrepostas, algumas sobrepostas a textos, inutilizando a apresentação.</p>
<p>Outra prática comum dos alunos, que deve ser prevista pelo professor, é a impressão dos slides. Se fonte vermelha com fundo azul era uma péssima ideia antes, agora ela se tornou abominável. Mesmo as combinações mais inocentes do tipo “fonte branca no fundo preto” tornam-se um problema na hora da impressão. Estudar não é barato, não há razão para atormentar o bolso com a questão da tinta. Se a impressora for da faculdade o problema é maior. Cuidemos do patrimônio público!</p>
<p><br />E use fontes grandes, desta forma pode-se imprimir 6 slides por página.</p>
<p><strong>7-Tenho um número entre 15 e 30?<br /></strong></p>
<p>Qual seria a proporção entre uma informação passada em um slide e a mesma informação transcrita em um livro texto?</p>
<p><br />Após uma enquete informal entre colegas chegamos a conclusão que seria algo entre uma e duas páginas. Há casos piores. Mas para a discussão a seguir vou usar a proporção de uma página por slide.</p>
<p>Então vamos fazer as contas:</p>
<p>Média de slides por aula vezes número de aulas do curso é igual ao número de páginas que presumo que um aluno seja capaz de estudar no semestre (ou algum período  equivalente).</p>
<p>Portanto, 80 slides por aula em um curso de 16 aulas resultam em 1280 páginas de texto! Em quatro meses?! Eu diria que não é uma premissa razoável de trabalho. Se considerarmos, vagamente, que um aluno faz mais de  uma disciplina por vez então vemos rapidamente que oitenta é um número irreal. </p>
<p>Na realidade, estas contas estão superestimadas, porque nem todas as aulas terão 80 slides, e há aulas dedicadas à resolução de exercícios e outras às  provas. Mas o espírito é este. O PowerPoint faz com que percamos um certo sentido de realidade a respeito da quantidade de conteúdo trabalhado.</p>
<p>Porém pode-se argumentar que há cursos assim e que os alunos são aprovados. Mérito dos alunos. Sobreviveram ao processo de transferência de responsabilidade. Porém o resultado mais comum é a reprovação. Se não for em uma disciplina será em outra.</p>
<p>(Uma das inspirações para este post foi um comentário de um colega sobre uma destas matérias “PowerPoint extreme” que teve um índice de reprovação de 80%!)</p>
<p><strong>Comentários finais</strong></p>
<p>Enquanto elaborava estes posts procurei colher algumas opiniões a respeito. Aqui na USP, entre as pessoas que conversei, a opinião geral é esta que acabei de expor. Porém identifiquei uma outra situação da UFABC.</p>
<p>Ao conversar com uma aluna desta instituição percebi que tinha reclamações diferentes do que eu esperava. Entre outras coisas ela comentou de certos professores que não disponibilizavam as apresentações antes da aula. E explicou: durante a aula os alunos fazem as anotações dos sobre a aula nos slides correspondentes. A realidade dela é completamente diferente da minha.</p>
<p>Mas a razão desta diferença cultural é simples: Quase todo o curso de exatas da UFABC é “PowerPoint extreme”. Os alunos de lá consideram este um procedimento natural. A aluna chegou a defender o uso de slides em determinada matéria, argumentando que não havia outra maneira de se passar tanto conteúdo (algumas aulas chegavam a ter 120 slides!). Quando contra-argumentei dizendo que talvez, apenas talvez, o curso tivesse sido mal planejado ela se espantou. <br />Este exemplo foi só para ilustrar que estamos em um momento de transição. Estou me formando em um curso que encontrei o “PowerPoint extreme” apenas em alguns poucos cursos, porém alunos mais recentes encontram tal situação rapidamente. E em uma instituição mais nova é a regra.</p>
<p>Acredito que o momento para a discussão a respeito é este. Se já não tiver passado. Quando as primeiras turmas tiverem se formarem pelo PowerPoint as discussões serão mais difíceis. A inércia do sistema educacional estará em ação, e a história mostra que esta é uma inimiga difícil de ser vencida.</p>
<p>É isso aí...</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Meu professor chamava-se PowerPoint (Parte 2).]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/68918.html</link>
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            <pubDate>Thu, 10 Dec 2009 13:10:34 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p><strong>Obs:</strong> Responderei as mensagens depois de terminar de colocar os posts referentes ao assunto (serão 3).</p>
<p>Esta é a continuação do post anterior sobre o uso indiscriminado de PowerPoint nas salas de aula. Talvez seja o momento ideal para dizer que me faltou coragem para dar o titulo de “A praga do PowerPoint nas salas de aulas da USP”. Mas acho que o novo titulo é irônico o suficiente.</p>
<p>Chega de papo e vamos à continuação dos autoquestionamentos.</p>
<p><strong>3- Quais são os fatores que tornam a apresentação de Slides essencial a minha aula?</strong></p>
<p>Consigo pensar basicamente em três respostas básicas. Talvez existam outras. Mas estas são as que mais tenho escutado por ai.</p>
<p>O fator tempo é sem duvida a mais comum. Muitos professores alegam que não há tempo hábil para “passar” todo o conteúdo que consta no programa. Usar qualquer ferramenta tecnológica para contornar este problema incorre em um processo de transferência de responsabilidade. Se está claro que não há tempo para se trabalhar todo o conteúdo porque posso achar que os alunos terão tempo para aprender? A resposta é simples: Não acho, mas agora a responsabilidade é deles. A minha parte eu fiz.</p>
<p>Certamente deve haver outras maneiras de se contornar o problema. Uma delas seria adequar o conteúdo ao tempo disponível. Selecione o que realmente for importante. Meia hora gasta, lendo o manual de graduação do curso, pode fazer milagres neste sentido. Um rápido olhar, sobre como certa disciplina se encaixa com as demais, pode revelar a real importância de cada tema a ser trabalhado.</p>
<p><em>Adendo pessoal indignado: Olhar o manual de graduação mostraria que os alunos do curso de licenciatura em física não cursam a disciplina Física I desde 1993!<br /></em></p>
<p><em>Explicação do adendo: Em 1993 os cursos de licenciatura e de bacharelado foram separados. Todas as disciplinas da licenciatura foram mudadas, no conteúdo, nome e propostas diferentes. Mas mesmo assim, passados 17 anos, os professores ainda entram na sala perguntando se já cursamos a tal da Física I (ou qualquer coisa assim). Perceba como isso se relaciona com o fato dos atuais professores não terem sido formados pelo PowerPoint, a atualização aqui é seletiva.</em></p>
<p>O segundo motivo é mais interessante. Vamos supor que em uma determinada aula ,seja necessário listar certas informações (postulados, tabelas, gráficos, características gerais) sobre determinado assunto. Mesmo que seja possível escrever algo na lousa temos que concordar que seria pouco prático, e fornecer cópias impressas para os alunos nem sempre é funcional. Esta é uma boa oportunidade para se utilizar um slide. Mas o uso de alguns slides não implica que toda a aula deva ser dada desta forma.</p>
<p>Como um bom exemplo, posso citar determinada disciplina que cursei. Nesta disciplina a professora se valia do uso de transparências para auxiliar no desenvolvimento da aula (vale notar que preparar uma transparência dá muito mais trabalho que preparar um slide). A aula transcorria da seguinte forma:</p>
<p>As transparências com os tais postulados e gráficos eram projetados na parede. E isso não é um demérito. A professora reservava o espaço da lousa para desenvolver raciocínios que seriam impraticáveis com o PowerPoint. Era simples e eficiente. A tecnologia, ainda que a do retroprojetor, estava a serviço da aula, e não como alegoria desta.</p>
<p>E o terceiro motivo mais citado para o uso das tais apresentações seria a praticidade. É realmente prático. Quem duvida disto? A questão é se esta praticidade para o professor significa alguma praticidade para o aluno. Corre-se o risco de cair novamente em um caso de transferência de responsabilidade.</p>
<p><strong>4- A apresentação é um guia para a aula ou é a aula?</strong></p>
<p>Não sou um tradicionalista ortodoxo. Reconheço que há inúmeros casos onde o PowerPoint possa ser uma ferramenta que realmente facilite o aprendizado. Eu mesmo já estive em várias aulas destas.</p>
<p><br />Nestas ocasiões, era claro que a apresentação era um guia para aula e não aula em sim. Um único slide permitia uma discussão (e não uma exposição) relevante. A aula corre com a apresentação e não atrás dela.</p>
<p>Ao trocarmos uma ferramenta antiga (giz e lousa) por uma nova (PowerPoint e DataShow) é comum tratarmos o último como se fosse o primeiro.</p>
<p>Esta tendência gera a necessidade compulsiva de se escrever praticamente tudo que há de ser dito em aula dentro da apresentação. Isto pode gerar um material de estudo interessante, mas tem sérias consequências para a aula. Se a apresentação for a aula então não resta muito ao professor fazer além de ficar lendo os slides em voz alta. A aula torna-se uma longa história de ninar.</p>
<p>A próxima pergunta fica para o próximo post.<br />É isso aí...</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Meu professor chamava-se PowerPoint (Parte 1).]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/68879.html</link>
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            <pubDate>Wed, 09 Dec 2009 16:11:45 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p><br />O uso do PowerPoint em salas de aula das universidades já se tornou comum. Não é raro termos aulas, ou cursos, completamente ministrados com o auxilio desta ferramenta. Isto se deve, em parte, a necessidade de atualizar a metodologia de ensino e de incorporar novas tecnologias. Mas, além disto, há um fato importante: o PowerPoint é um programa, relativamente, fácil de se usar, seus recursos básicos podem ser aprendidos por qualquer pessoa em cerca de duas horas, e é neste ponto que surge o problema.</p>
<p>O PowerPoint é o que chama de “ferramenta sem história”, ou seja, é uma tecnologia presente há tão pouco tempo que ainda não temos informações suficientes sobre as conseqüências de seu uso. Dito de maneira mais objetiva: Os professores que hoje estão utilizando tal ferramenta em suas aulas não foram formados com sua ajuda. Em um caso geral, certamente há exceções, estes profissionais não têm a vivência necessária para avaliar o impacto desta tecnologia em suas aulas.</p>
<p>Baseado nesta premissa e na constatação que parte da minha formação ocorrida com o auxilio das apresentações, resolvi escrever estes posts sobre alguns itens que julgo importante na hora de se prepara uma aula com o auxílio do PowerPoint. Cabe ressaltar que não sou especialista nesta ferramenta. Duvido que alguém o seja. Então considere que estou repassando apenas regras pessoais e algumas perguntas que me faço antes de começar a trabalhar. <br /><br /><strong>1-Estou preparando uma aula ou uma palestra?</strong></p>
<p>São coisas diferentes. Uma palestra tende a dar uma visão abrangente do tema. Se for para o público em geral temos apenas o objetivo de transmitir aspectos gerais de um tema. Não se presume que o ouvinte sairá dali um especialista,  nem que terá que estudar tal assunto no futuro próximo.</p>
<p>Uma palestra para uma turma em específico pode ter tanto um caráter geral, descrito acima, quanto pode servir como apresentação introdutória de temas a serem estudados com detalhes posteriormente.</p>
<p>Em qualquer dos casos descritos não há a necessidade de se aprofundar os temas. Se algo não ficou claro aos ouvintes tudo bem. O importante é que eles tenham entendido o contexto geral.</p>
<p>No caso de uma aula o problema é outro, Você está substituindo uma ferramenta (giz e lousa) por outra (PowerPoint e Datashow). Porém não há mudanças no objetivos da aula, nem nos critérios de avaliação.</p>
<p>Isto leva ao item 2.<br /><br /><strong>2- É possível ministrar esta aula, sem o auxilio do PowerPoint?</strong></p>
<p>Se sua resposta for sim então não o utilize. Não há razão para isso. <br />A tecnologia deve ser empregada como forma de auxilio no processo ensino-aprendizagem, e não como alegoria metodológica. Lembre-se que a meia-luz necessária para a utilização do DataShow aliada ao barulho do ventilador é um poderoso sonífero, engarrafado valeria milhões.</p>
<p>Há uma grande possibilidade do aluno não ter o que fazer durante a aula, e a passividade imperar solenemente. Evite isto a todo custo! Como aluno digo que prefiro copiar matéria da lousa, pois alem de ter algo para fazer durante aquelas duas horas, tenho tempo de refletir sobre o que estou escrevendo.</p>
<p>Mas se sua resposta for não cabe então a próxima pergunta, mas só no próximo post.</p>
<p><br />É isso ai...<br /></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[SlideShare ou não...]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/67547.html</link>
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            <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:13:27 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p> Na épica, e por não dizer, apoteótica, tarefa de agrupar a maior quantidade de material disponível sobre astronomia em um único local (em breve, em breve) acabei tendo que assistir inúmeros vídeos no <a href="http://www.youtube.com.br"  target="_blank">youtube</a>, ler mais e mais textos no <a href="http://www.scribd.com/"  target="_blank">Scribd</a> e por fim presenciar inúmeras apresentações de slides no <a href="http://www.slideshare.net/"  target="_blank">SlideShare</a>.</p>
<p>Um parênteses para quem está boiando: O SlideShare é uma ferramenta de distribuição e compartilhamento de apresentações assim como o youtube é uma ferramenta de distribuição e compartilhamento de vídeos. O Scribe por sua vez faz a mesma coisa com textos.</p>
<p>

Porém rapidamente observa-se a inutilidade de tal serviço. Se abstrairmos aqueles insuportáveis pps que as pessoas mandam para os nossos e-mails, temos que uma apresentação carece de um apresentador.</p>
<p>Se algum de vocês já utilizou tal ferramenta para a apresentação de um seminário ou palestra sabe que a apresentação é uma síntese, uma ferramenta de apoio criada para ser um coadjuvante na apresentação e não seu protagonista (exceto nas divertidíssimas vezes onde o apresentador lê parágrafos e mais parágrafos de textos em cada slide dando a rara oportunidade da audiência colocar o sono da semana em dia).</p>
<p>Dito de outra forma: qual é a utilidade de uma apresentação, criada dentro de uma certa linha de raciocínio, se eu não sei o que pretende o autor?</p>
<p>Como exemplo tenho duas apresentações criadas por mim para servir de introdução à uma séries de aulas de astronomia para alunos do ensino médio:</p>
<p> </p>
<div id="__ss_2476038"  style="425px; text-align: left;"><a href="http://www.slideshare.net/plantaofisica/introducao-a-astronomia"  title="Introducao a Astronomia">Introducao a Astronomia</a><br>
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<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/plantaofisica">plantaofisica</a>.</div>
</div>
<p> </p>

<div id="__ss_2310271"  style="425px; text-align: left;"><a href="http://www.slideshare.net/plantaofisica/o-calendario-csmico"  title="CalendarioCosmico">CalendarioCosmico</a><br>
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<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/plantaofisica">plantaofisica</a>.</div>
</div>
<p> </p>
<p>

Então? Em que eu estava pensando quando criei estas apresentações? (Valendo, tempo...)</p>
<p> </p>
<p>Pois é, difícil não? Na primeira a idéia é remover o aluno de seu contexto diário (a primeira foto é o teto da escola) e levá-lo a um contexto mais amplo: o espaço. A série de slides que seguem (sem a animação devida, pois o slideshare as elimina) mostram ao aluno diferentes objetos celestes, com o objetivo de despertar a curiosidade e, se possível, provocar um  certo deslumbramento que só a astronomia é capaz de fazer.</p>
<p>A segunda apresentação é mais simples, serve com um apoio didático para ilustrar a idade do universo, utilizando para isso o Calendário Cósmico desenvolvido por Carl Sagan.</p>
<p>Sem essas informações mínimas, e indispensáveis, as duas apresentações são inúteis a qualquer pessoa (julgo que mesmo com estas informações a primeira apresentação continue inútil).</p>
<p>
Mas estou sendo agressivo em meu comentário, o SlideShare oferece uma ferramenta que permite que você insira um arquivo de áudio em sua apresentação, e depois os sincronize, pelo menos foi o que me disseram, pois não vi nenhum. Porém seria mais simples você realizar tal tarefa com o MovieMaker  e criar um vídeo para o youtube, que é uma ferramenta muito mais conhecida do publico brasileiro.</p>
<p>Ao meu ver isto só mostra a situação da Mídia Social atual, que por ser algo ainda em expansão (e por que não dizer em definição), é caracterizada por tentativas aleatórias de gerar conteúdo útil (entenda isto como você quiser) na esperança de se repetir o sucesso do youtube para os usuários. Mas dada a própria natureza destas tentativas isto acaba gerando cada vez mais arquivos e cada vez menos conteúdo.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Muito alem do Wikipédia.]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/62491.html</link>
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            <pubDate>Wed, 23 Sep 2009 15:11:56 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></p>
<dl><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Que atire a primeira pedra (virtual) quem nunca consultou a wikipedia...</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">De fato temos que a wikipedia se tornou uma das mais práticas e rápidas fontes de informação segura (em termos) disponível na Web. </span><span style="font-family: Times New Roman;">Mas o que a maioria dos usuários não sabem é que o conceito do sistema wiki já esta muito além da simples “enciclopédia”.</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Além dos inúmeros sistemas que utilizam esta tecnologia (como o wiki do stoa) a Wikimedia Fundation (fundação mantedora do wikipedia) mantém diversos outros projetos do mesmo tipo, mas com interesses mais específicos. Vale a pena dar uma olhada:</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wikibooks.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"  target="_blank">Wikilivros</a>: Destinado à produção de livros eletrônicos</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wiktionary.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"  target="_blank">Wikicionário</a>: Dicionário</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wikiquote.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"  target="_blank">Wikiquote:</a> Citações de diversos autores</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wikisource.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"  target="_blank">Wikisource</a>: Um grande acervo de obras de domínio público</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wikinews.org/wiki/"  target="_blank">Wikinoticias</a>: será que com este nome seria sobre noticias?</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a href="http://pt.wikiversity.org/wiki/"  target="_blank">Wikiversidade:</a> Estudos em geral </span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Já exponho aqui a notável ausência de Wikiadas (wiki de piadas) e wikimida (sobre comidas e receitas em geral).</span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></div>
</dt><dt>
<div class="MsoNormal"  style="margin:0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">É isso ai...</span></div>
</dt></dl>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Cores primárias e cores secundárias]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/62394.html</link>
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            <pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:09:20 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<p>Neste video o mago da Física usa um arranjo experimental para demostrar como as cores primárias se combinam para formar as cores secundárias.
Esta experiência demostra a teoria RGB (Red, Green e Blue) para a composição de cores<br><br>

<object width="425"  height="344">
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<param name="allowscriptaccess"  value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/0DaXxKzQHP0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"  type="application/x-shockwave-flash"  allowscriptaccess="always"  allowfullscreen="true"  width="425"  height="344"></embed>
</object>
<br><br>

Vale notar que o video demonstra a combinação de "cor-luz" e não a combinação de pigmentos de cor.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Ferramentas colaborativas]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/weblog/62348.html</link>
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            <pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:03:05 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[<div class="Section1">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><em>Texto criado de maneira colaborativa com <a href="http://www.etherpad.com">Etherpad</a></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Times New Roman;">Um pouco de história em comunicação escrita.</span></strong></p>
</div>
<p><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></strong></p>
<div class="Section2">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">A primeira ferramenta de comunicação criada pelo homem foi a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita#Origem_da_escrita">escrita</a>. A partir deste momento o homem pode armazenar grandes quantidades de informação em um objeto externo a ele, desta forma a velocidade com que a informação passou a ser disseminada ampliou-se principalmente por dois fatores:</span></p>
</div>
<div class="Section3">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1- Era possível ao homem ter acesso à informação sem ter que recorrer à memória.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">2- A informação podia ser replicada e transmitida de uma maneira mais eficiente.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Porém a escrita era feita em materiais de difícil manuseio: placas de pedra, blocos de argila, pedaços de madeira e papiros.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">O próximo grande passo na evolução da comunicação foi a criação de páginas (surgidas no século 3) que permitiram maior acesso à informação, facilitando a criação de índices. A criação de páginas conseguiu transformar a palavra escrita em uma ferramenta de estudo.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Houve um novo salto na comunicação da palavra escrita com a invenção da imprensa de tipos móveis, criada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg">Gutenberg</a> por volta do ano 1450. Os primeiros trabalhos de Gutenberg envolveram a publicação das grandes verdades: sua primeira publicação foi a bíblia.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Finalmente podemos dizer que hoje vivemos uma nova fase desta evolução. O advento da internet modificou o paradigma da palavra escrita bem como dos meios de divulgação. Se antes o conteúdo estava contido em mídias estanques (jornais e revistas) e sua produção estava limitada à profissionais do ramo (escritores e jornalistas) hoje a informação circula de maneira dinâmica, produzida por qualquer pessoa com acesso à internet. Nos dias de hoje é comum falarmos de criação de conteúdo, gestão de conteúdo e internet 2.0. Todos estes termos fazem referência à criação de<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>informação pelos internautas, que por sua vez cria toda uma nova necessidade de profissionais capazes de lidar com esta nova situação</span></p>
</div>
<p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></p>
<div class="Section4"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></div>
<p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></p>
<div class="Section5">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Times New Roman;">            Sobre a web e o mundo atual</span></strong></p>
</div>
<p><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></strong></p>
<div class="Section8">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">A maneira que a web revoluciona os meios de comunicação, está contida na velocidade com que se transfere informação. De forma relativamente barata a web tira a televisão e jornais dos centros de informação, tornado a disseminação de notícias muito mais dinâmica, assim como a democratização de informações pessoais. A web tem um meio que combina a conversa informal com a disseminação da informação.</span></p>
</div>
<p><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></p>
<div class="Section10">
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">As mesmas ferramentas da web que possibilitam que o cidadão divulgue informações amenas (como fotos de festas de aniversário, vídeos de festas e blogs sobre cultura pop) também permitem que outros cidadãos exponham suas opiniões políticas, divulguem informações importantes para sociedade, discutam e espalhem noticias.</span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></p>
<p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Lucida Sans Unicode'; mso-bidi-font-family: Tahoma; mso-font-kerning: .5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"></span></p>
</div>]]></description>
        </item>
        
        <item>
            <title><![CDATA[]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/claytondantas/files/3546/20276/Exerc%C3%ADcios-Calorimetria.pdf</link>
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            <pubDate>Fri, 28 Sep 2012 18:20:21 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[]]></title>
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            <pubDate>Fri, 28 Sep 2012 18:20:21 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[]]></description>
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            <title><![CDATA[]]></title>
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            <pubDate>Fri, 28 Sep 2012 18:20:21 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[]]></title>
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