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        <title><![CDATA[Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) : Itens do blog com os Tags Artes Plásticas]]></title>
        <description><![CDATA[Blog de Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP), hospedado no Stoa.]]></description>
        <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/</link>        
        <item>
            <title><![CDATA[O ato criativo]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/96938.html</link>
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            <pubDate>Sun, 04 Sep 2011 16:46:13 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plásticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Como comentado em nosso último encontro, segue o texto "O ato criativo" de Marcel Duchamp.</p>
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">“O
ato criativo”<a name="sdfootnote1anc"  href="#sdfootnote1sym"><sup>1</sup></a>,
por Marcel Duchamp</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">Consideremos
dois fatores importantes, os dois polos da criação da arte: de uma
parte, o artista e, de outra, o espectador, que mais tarde se torna
posteridade.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">	Segundo
tudo indica, o artista age como um ser mediúnico que, num labirinto
fora do tempo e espaço, procura o caminho que o conduzirá a uma
clareira.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">	Se
emprestarmos os atributos de um médium ao artista, temos de
negar-lhe o estado de consciência do plano estético e, nesse caso,
ele não saberá o que está fazendo ou por que está fazendo. Todas
as suas decisões durante a execução da obra de arte repousam
somente na intuição e não podem ser traduzidas numa auto-análise,
falada ou escrita, ou mesmo pensada.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">	T.S.
Eliot, em seu ensaio <em>Tradição e talento individual, </em><span style="font-style: normal;">escreve:
“Quanto mais perfeito o artista, mais separado, nele, estará o
homem que sofre da mente que cria; e melhor ainda sua mente
sintetizará e transmudará as paixões que constituem seu material”.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Milhares de artistas criam, apenas alguns são discutidos ou aceitos
pelo espectador e uma quantidade muito menor é consagrada pela
posteridade. Depois de tudo considerado, o artista pode anunciar que
é um gênio; ele tem de esperar pelo veredicto do espectador para
que suas declarações passem a ter um valor social e para que, por
fim, a posteridade o inclua nos livros de história da arte.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Sei que o que aqui digo não é aprovado por muitos artistas, que
recusam o papel mediúnico e insistem na participação da
consciência no ato criativo; contudo, a história da arte tem
identificado com coerência as virtudes de uma obra artística por
meio de considerações completamente divorciadas das explicações
racionalizadas do artista.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Se o artista, como ser humano, que tem as melhores intenções sobre
si sobre o mundo, não representa papel nenhum no julgamento de sua
obra, como alguém poderá descrever o fenômeno que induz o
espectador a reagir criticamente à obra de arte? Em outras palavras,
como essa reação viria à tona?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Esse fenômeno é comparável à transferência do artista para o
espectador na forma de uma osmose estética, que acontece através de
certas matérias inertes, como pigmento, piano ou mármore.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Mas, antes de passarmos adiante, gostaria de precisar melhor o que
entendemos pela palavra “arte”- mas de forma alguma pretendo uma
definição.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	A ideia que faço de arte é a de que tanto ela pode ser ruim, como
boa, como indiferente, mas de qualquer modo continua sendo arte, da
mesma maneira que uma emoção, por ser ruim, não deixa de ser uma
emoção.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Portanto, quando me referir ao “coeficiente artístico”, fica
entendido que não estou me referindo somente à arte maior, mas
também tentando descrever o mecanismo subjetivo que produz arte no
estado bruto – ruim, boa ou indiferente.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	No ato criativo, o artista passa da intenção para a realização
por meio de uma cadeia de reações totalmente subjetivas. Sua luta
para chegar à realização é feita de trabalhos, sofrimentos,
satisfações, recusas, decisões, que não podem e não devem ser
plenamente conscientes, pelo menos no plano estético.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	O resultado dessa luta é uma diferença entre a intenção e a
realização, uma diferença da qual o artista não tem consciência.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Consequentemente, na cadeia de reações que acompanham o ato
criativo, está faltando um elo. A lacuna – que representa a
inabilidade do artista para expressar plenamente sua intenção,
aquela diferença entre o que foi pretendido e o que não foi
conseguido – é o “coeficiente artístico” pessoal contido na
obra.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Em outras palavras, o “coeficiente artístico” pessoal é como
uma relação aritmética entre o não-expresso mas pretendido e o
não intencionalmente expresso.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Para evitar qualquer equívoco, lembramos que esse “coeficiente
artístico” é uma expressão pessoal da arte, isto é, em estado
bruto, que precisa ser “refinado”, como o melaço em açúcar
puro, pelo espectador; o número expresso nesse coeficiente nada tem
a ver com seu veredicto. O ato criativo adquire outro aspecto quando
o espectador experimenta o fenômeno da transmutação: através da
mudança da matéria inerte para uma obra de arte é que a verdadeira
transubstanciação ocorre, e o papel do espectador é o de
determinar o peso que tem a obra na escala estética.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; line-height: 150%;"  align="JUSTIFY">
	Afinal de contas, o ato criativo não é executado pelo artista
sozinho; o espectador põe a obra em contato com o mundo externo ao
decifrar e interpretar seus atributos internos, contribuindo, dessa
maneira, para o ato criativo. Isso ainda fica mais evidente quando a
posteridade dá seu veredicto final e algumas vezes reabilita
artistas esquecidos.</p>
<div id="sdfootnote1">
<p class="sdfootnote"><a name="sdfootnote1sym"  href="#sdfootnote1anc">1</a>Extraído
	do livro “<em>Duchamp: uma biografia”</em><span style="font-style: normal;">
	de Calvin Tomkins - São Paulo: Cosac Naify, 2004. p.517-519. Foi escrito em 1957 para uma
	palestra. </span>
	</p>
</div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Arte com giz escolar - Edson Pereira]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/96002.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/96002.html</guid>
            <pubDate>Sun, 21 Aug 2011 16:19:08 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plásticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="ff2 fc0 fs10 fb "><img src="http://www.artenogiz.com.br/imagebrowser/ib_p001_1_1.jpg"  border="0"  width="452"  height="339" /></span></p>
<p><span class="ff2 fc0 fs10 fb ">Edson Pereira</span><span class="ff2 fc0 fs10 ">, artista que faz mini esculturas em giz escolar, é inclusive o detentor do Recorde Brasileiro na categoria.<br /><br /></span><span class="ff2 fc0 fs10 ">Tudo começou quando ele tinha aproximadamente 12 anos de idade, no local mais propício, a sala de aula, onde era possível encontrar a matéria-prima em abundância.<br />Com o passar dos anos o artista foi desenvolvendo uma técnica para confeccionar miniaturas em giz escolar, aquele utilizado nas salas de aula.</span><span class="ff2 fc0 fs10 "><br />Os detalhes vazados dão um toque especial nas obras e trazem muito mais realismo as esculturas. O acervo do artista possui diversas miniaturas, tais como: mulher com bebê no colo, criança abaixada, louro, samurai, casal se beijando, jogador de futebol, pai abraçado com filho, homem sentado em uma cadeira, cozinheiro, entre outras.<br /></span>
<p class="imAlign_left"><span class="ff0 fc0 fs12 "></span></p>
<p class="imAlign_right"><span class="ff3 fc0 fs10 "></span></p>
<p>segue o <a href="http://www.artenogiz.com.br/galeria.html">link</a> para ver as pequenas esculturas feitas a partir do giz escolar.</p>
</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Exposição "Rumos da Arte Cibernética"]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/95795.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/95795.html</guid>
            <pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:15:10 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plásticas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Avenida Paulista]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Ciência e Jogos Eletrônicos]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Itaú Cultural]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[MASP]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Rumos da Arte Cibernética]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Nos encontraremos neste sábado para visitarmos a exposição "<a href="http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2841&amp;cd_materia=1595">Rumos da Arte Cibernética</a>", no Itaú Cultural.</p>
<p>Nosso ponto de encontro será o <a href="http://maps.google.com.br/maps?q=masp&amp;daddr=Avenida+Paulista,+1578+-+Cerqueira+C%C3%A9sar,+S%C3%A3o+Paulo-SP,+01310-200+(MASP+-+Museu+de+Arte+de+S%C3%A3o+Paulo+Assis+Chateaubriand)&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;ll=-23.561675,-46.656143&amp;spn=0.000717,0.001206&amp;sll=-23.576796,-46.585663&amp;sspn=0.113573,0.141497&amp;view=map&amp;geocode=CUiU4ptXEAhSFaB5mP4dOhY4_SFAtqVUthn2TA&amp;t=h&amp;z=20&amp;vpsrc=6&amp;layer=c&amp;cbll=-23.561733,-46.656077&amp;panoid=zAmruCtmJ4iRnjnm5VAlpg&amp;cbp=12,40.21,,0,-11.41">vão do MASP</a>, às 10h.</p>
<p>Daremos uma tolerância de 5 minutos e partiremos para nossa "jornada". A idéia inicial é acompahar o grupo de Artes Plásticas por obras nos arredores do MASP. Depois disso, seguiremos rumo ao Itaú Cultural.</p>
<p>Chegando ao espaço da exposição, visitaremos os 3 pavimentos onde ocorre a exposição, sendo que cada grupo permanecerá em um mesmo espaço por aproximadamente 20 minutos, de forma que todos possam aproveitar a exposição e conhecer as obras, sem ter o problema de superlotação.</p>
<p>Passado o período dentro do Itaú Cultural, àqueles que se interessarem, voltaremos para a região do MASP, mais precisamente para a <a href="http://maps.google.com.br/maps?daddr=-23.563813,-46.657069&amp;hl=pt-BR&amp;ll=-23.563773,-46.656921&amp;spn=0.001421,0.002411&amp;sll=-23.563987,-46.656921&amp;sspn=0.001421,0.002411&amp;mra=dme&amp;mrsp=1&amp;sz=19&amp;dirflg=w&amp;vpsrc=0&amp;t=h&amp;z=19">Praça Alexandre Gusmão</a>. Lá visitaremos a obre "Campo Minado".</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Diego de Oliveira</p>
<p> </p>
<p>PS: Não visitaremos a praça no caminho para o Itaú Cultural (antes das 11h) pois os equipamentos necessários para a interação com a obra só estarão disponíveis depois das 11h.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Significado da obra de arte]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84843.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84843.html</guid>
            <pubDate>Fri, 26 Nov 2010 19:46:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plásticas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[interpretações]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Tarsila]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Hopper]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Durante a visita ao museu do Ipiranga, tivemos uma monitora que nos acompanhou no andar de baixo explicado cada uma das obras, seu contexto, seus artistas, entre outras coisas.</p>
<p>Neste visita, olhamos as obras com um olhar direcionado para as intenções dos artistas e interpretamos a obra a partir desta visão.</p>
<p>Porém será que se não tivessemos a monitoria e olhassemos as obras, teríamos interpretações diferentes, sendo inclusive diferente daquela proposta pelo artista ?</p>
<p>O mesmo ocorre com livros, músicas, peças de teatro, textos entre outras coisas.</p>
<p>Se pegarmos um quadro qualquer e pedirmos para diferentes pessoas escreverem o que o quadro representa, teremos muitas interpretações, e respostas bem diferentes ou parecidas ?</p>
<p>Se pedirmos para a mesmo pessoa responder o que a obra significa em diversos momentos de sua vida teremos respostas diferentes ?</p>
<p>Fiz esta reflexão após um comentário que o André fez a respeito de um post que escrevi sobre uma obra de arte que está exposta no metro Vila Madalena, e retrata a questão das diferentes maneiras de ver o universo, escrevi sobre um ponto de vista físico, e o André escreveu algo questionando a questão de se quem não conhece a história da gravitação olharia a obra com estes mesmos olhos.</p>
<p>Selecionei aqui duas obras de arte que achei ser bem interessante para tentarmos fazer este exercício de interpretação acerca dela e escrever no comentário o que achou de cada uma.</p>
<p>Esta foi pintada por Edward Hopper em 1942, se chama Aves da Noite (Nighthawks).</p>
<p><img src="http://www.artic.edu/aic/collections/files/aic/nighthawks_sec_splash_0.jpg"  border="0"  alt="hopper"  width="500"  height="300" /></p>
<p>Outra obra que selecionei foi de Tarsila do Amaral</p>
<p><img src="http://www.bemhaja.com/bemhaja/images/5cgerda5cgerda_vi01.gif"  border="0"  alt="tarsila"  width="500"  height="433" /></p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Visita à 29° Bienal de Artes de São Paulo]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84625.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84625.html</guid>
            <pubDate>Wed, 17 Nov 2010 15:18:42 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[artes plásticas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[cultura]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[bienal de artes]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Neste domingo, fiz uma visita à bienal de artes de São Paulo.</p>
<p>Achei bem interessante as obras de arte que estavam expostas, a exposição conta com uma grande variedade de obras que tratam de temas muito diversificados.</p>
<p>A bienal contava com diversas salas de vídeos, porém não assisti nenhum inteiro. O que mais me chamou atenção de fato foram as obras que podíamos interagir com elas.</p>
<p>Porém três delas merecem destaque por tratarem de tema referentes à física e a educação.</p>
<p>A primeira consiste em diversos pinos de ferro que eram pendurados no teto com uma corda, e foram atraídos pelos campos magnéticos de alguns ímãs que estavam no chão.</p>
<p>Desta meneira os fios ficavam esticados, mas não em linha reta, fazendo com que o fio ficasse na diagonal, o artista utilizou de magnetismo para criar sua obra.</p>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_umo-Z895Tlo/TN77bMkPrQI/AAAAAAAAASo/URI2rYTFK-Q/s400/145_0192.JPG"  border="0"  alt="magnetico"  width="400"  height="300" /></p>
<p>Outra obra que vale a pena destacar do ponto de vista da educação é uma lousa, que podemos ver nitidamente que foi riscada com muitas fórmulas de física e matemática e apagada.</p>
<p>Em baixo desta lousa tinha uma "montanha" de pó de giz.</p>
<p>O que pude interpretar da intenção do artista nesta obra, é de que ele quis mostrar que muitas vezes o que aprendemos na escola acaba sendo esquecido, e fica apenas marcas bem de longe, do que vimos.</p>
<p>Assim todo conhecimento pode virar "pó" se não houver um significado.</p>
<p><img src="http://livia.seber.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/ultima.jpg"  border="0"  alt="lousa"  width="500"  height="300" /></p>
<p>Mais uma obra que gostaria de destacar, desta vez do ponto de vista físico-esotérico, são algumas figuras de signos do horóscopo chinês que estão presentes na exposição.</p>
<p>Quando pensamos em horóscopo, também pensamos em observação dos planetas e estrelas, e na relação que eles tem com o comportamento e a fase do ser humano. Por isso achei interessante destacar também esta obra, que é mostrada em partes na figura abaixo.</p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/cabecas_.jpg"  border="0"  alt="chines"  width="500"  height="400" /></p>
<p>Além destas obras citadas acima outras também me chamaram a atenção, como uma construção inacabada, com as paredes erguidas com tijolos que formam um pequeno labirinto, uns panos que foram pendurados no teto e que vão até o chão, também formando uma espécie de labirinto, e um túnel de madeira que entramos por um lado e após percorrer um caminho cheio de curvas, saímos por uma saída que tem o formato de uma... Ah o melhor mesmo é ir conferir, e visitar a bienal. </p>
<p>Recomendo a visita, pois lá podemos apreciar muitas outras obras de arte e criar nossa própria reflexão a respeito delas. </p>
<p>Estão expostas bastante obras cujo tema é a tecnologia e a educação. A exposição fica no parque do Ibirapuera, e pode ser visitada até 12/12, a entrada é gratuita.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Arte e Ciência, Razão e Emoção]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84488.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84488.html</guid>
            <pubDate>Mon, 08 Nov 2010 17:30:34 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[artes plásticas]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[razão]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[emoção]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ciência]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Durante a aula de ciência e cultura de sábado, foi proposto que fizéssemos uma pesquisa a respeito das características do barroco, e que relacionássemos estas características com a obra de Aleijadinho</p>
<p>Pesquisamos em alguns sites, e a característica mais encontrada foiu a questão da emoção sobre a razão.</p>
<p>Em vários sites, estava escrito que a mensagem que o artista quis passar é de que só é possível chegar a uma religiosidade através da emoção, e que ela deve prevalecer sobre a razão.</p>
<p>Se pegarmos a expressão das figuras barrocas, podemos notar expressões dramáticas, mostrando claramente o estado emocional da figura que o artista quis retratar.</p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_6goIAB1He6g/SwXCeIBR4mI/AAAAAAAAEpU/3BLD4V-tfcc/s400/foto-esculturas-de-aleijadinho-01.jpg"  border="0"  alt="anjo"  width="380"  height="396" /></p>
<p>Após feito estas leituras nosso grupo começou a refletir a respeito desta afirmação, que coloca em lados opostos a emoção e a razão.</p>
<p>Algumas idéias e comentários surgiram durante a discussão, e gostaria de escrevê-las aqui, para que os leitores do blog possam comentar e colocar seus pontos de vista, nesta questão tão polêmica e delicada, que é o embate entre a emoção e a razão, a ciência e a arte, como se fossem algo distintos e opostos.</p>
<p>Conversamos a respeito do racionalismo levado ao extremo. O racional é construído pelo próprio ser humano, e contempla coisas como por exemplo um triângulo, uma postura frente a uma cerimônia, e diversas regras de convívio que seguimos racionalmente por pura lógica e cultura.</p>
<p>Como o racional é algo construído, as vezes ele entra em contradição com ele mesmo ou com a emoção (nossa vontade), e acaba por produzir um conflito, que dificilmente é resolvido pela própria razão.</p>
<p>Já a questão emocional se refere aos sentimentos, que não são controlados e não tem uma explicação, sentimos porque sentimos e ponto.</p>
<p>A razão é extremamente importante ai, pois se não a tivermos, acabaremos por fazer tudo que nossos sentimentos nos pedem, sem nenhum tipo de freio, apenas faríamos.</p>
<p>Porém se formos extremamente racionais, acabaremos por reprimir muitos dos nossos desejos e vontades, o que pode acarretar em depressão (estado muito comum na sociedade contemporânea).</p>
<p>Talves a religiosidade destacada por escultores barrocos esteja atrelada a fé, temos a fé religiosa pois a sentimos, e não é explicada através de explicações lógicas, mas através de sentimento.</p>
<p>Se conseguirmos utilizar da lógica para explicar a fé, não é mais fé.</p>
<p>(A ciência também é uma questão de fé as vezes, por exemplo acreditamos que a energia do universo se conserva, não provamos, não explicamos, mas acreditamos)</p>
<p>Se ficarmos relatando obras de arte que tem como tema o embate entre a razão e a emoção, ficaríamos muito tempo, pois existe uma infinidade delas.</p>
<p><img src="http://sazonitos.files.wordpress.com/2009/07/alice_pais_maravilhas02.jpg"  border="0"  alt="alice"  width="500"  height="384" /></p>
<p>A ciência vem sempre carregada de um simbolismo extremamente racional, se pegarmos a imagem que muita gente tem de um cientista podemos observar que é de um homem que fica no laboratório sozinho e de repente, tem uma luz e descobre uma teoria nova, que é a verdade, portanto, a razão.</p>
<p>Já o artista, o escritor, o música, é visto por muitos como alguem que inventa uma história com personagens, que nos faz refletir a respeito de nossa vida e nos coloca no lugar do personagem.</p>
<p>Um bom ator por exemplo, faz as pessoas saírem de casa a noite, no friu, na chuva, pagar caro, e mesmo sabendo que é uma mentira, apenas uma representação, elas choram ao ver a peça, a novela, ou ouvindo uma música.</p>
<p>Mas acredito que a questão chave na arte esteja na maneira com que o personagem utiliza da razão para trabalhar com sua emoção, neste sentido a razão e a emoção não são coisas opostas, mas sim complementares, tanto na arte como na ciência.</p>
<p>Enfim, esta é a questão que está posta, como a razão e a emoção se relacionam em uma obra de arte ? e na ciência ?</p>
<p>Além disto, como ela se relaciona com o produzir ciência e o produzir arte ?</p>
<p>Qual o papel do momento histórico na razão e na emoção ?</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Relógio de Sol do Boczko da USP =)]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84390.html</link>
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            <pubDate>Tue, 02 Nov 2010 22:59:40 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[astronomia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[relógio de sol]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plasticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Quando a gente entra lá pelo P1 da USP e vem balançando no ônibus passando pelo bobódramo (acho que chama assim porque o povo fica correndo ou dando volta de bike em círculos que nem bobos!), podemos ver uma coisa que pra mim, no primeiro ano, era uma obra de arte ou algo do tipo. Essa estrutura da foto abaixo (peguei <a href="http://www.flickr.com/photos/artexplorer/2355743231/in/photostream/"  target="_self">daqui</a>):</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2061/2355734651_4352d537d2_b.jpg"  border="0"  width="666"  height="399" /></p>
<p>Fiquei sabendo que se tratava de um relógio de Sol quando comecei a fazer IC com o prof Boczko. As marcações das horas se encontram no chão e correspodem a hora do meridiano local e não a hora do meridiano central do fuso (a hora mais próxima do relógio de pulso convencional). Portanto, não vale chegar lá e dizer qua a hora tá errada ou que o relógio não aponta para o polo Sul exatamente. Acontece que o tipo marcação foi encomendada por uma arquiteta, que fez esse design pro relógio. Inicialmente, o projeto para as marcações estavam atribuídas ao professor Paulo Benevitz, que foi orientador do Boczko, que acabou passando o projeto para que o Boczko fizesse.</p>
<p>Bom ... o relógio está lá ... espero que algumas pessoas não o vejam mais apenas como uma obra de arte, mas sim como uma obra de arte com ciência =D.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Van Gogh fanfarrão?]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84389.html</link>
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            <pubDate>Tue, 02 Nov 2010 21:56:10 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[astronomia]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[van gogh]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plasticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Tava trabalhando esses dias quando meu chefe pediu pra eu pegar uns orçamentos na sala do chefe do lado e quando entrei me deparei com um quadro que logo reconhi ser do Van Gogh por suas características. Daí o chefe falou que as estrelas que estavam pintadas estavam na posição real e permitiam determinar a latitude local em que fora pintada. Aí eu fiquei toda empolgada, porque gosto um tanto de astronomia, e logo fui tentar achar a Ursa Menor no quadro, pois nessa constelação se encontra a estrela Polaris, que está muito próxima do polo Norte celeste e, a partir dái podemos determinar a alatitude do local.</p>
<p>Era este o quadro (lógico que não era o do Van Gogh na sala do chefe ... era uma imitation!)</p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_grbWYl_5kwc/TBAW9MLO0sI/AAAAAAAAAYY/SsJMKR0Y4ME/s1600/Van+Gogh,+Starry+night+over+the+rhone,+1888.jpg"  border="0"  width="607"  height="540" /></p>
<p>Pra quem conhece um pouco de astronomia deve ter identificado algo parecido com a ursa menor ... caso não ... ela deve se parecer com essa imagem abaixo.</p>
<p><img src="http://www.portaldoastronomo.org/images/npod/nuclio_npod_1091812864_5497637.jpg"  border="0" /></p>
<p>*a ursa menor é a da direita ... a da esquerda, imaginem só, é a ursa maior ¬¬'!</p>
<p>A estrela polaris é a mais brilhantinha da constelação da U Menor.</p>
<p>Bom ... agora já dá pra identificar algo parecido na pintura de Van Gogh.</p>
<p>O legal é que eu fui fazer uma busca de informações do quadro na web e encontrei informações de astronômos que dizem que a ursa menor jamais poderia ter sido vista desta forma como pintada no quadro! Há sites que dizem que as estrelas são vistas desta forma nas costas do observador! Mas há uma discussão interessante nesta página <a href="http://bb.nightskylive.net/asterisk/viewtopic.php?f=9&amp;t=21209"  target="_blank">CLIQUE CLIQUE =)</a></p>
<p>Olha eu esquecida ... o nome do quadro é Starry Night Over the Rhone (Noite Estrelada sobre o Ródano), pintado em 1888. Ródano é um rio entre a França e a Suíça.</p>
<p>Uma imagem fotográfica do local:</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/77/France_Arles_Reattu_LaCroix_2008.jpg"  border="0"  width="733"  height="252" /></p>
<p>Se o Van Gogh acertou ou não realmente ... o pessoal do Ródano deve saber (ou não, ninguém mais olha as estrelas direito!) ... os astronômos também sabem das coisas ... mas de qualquer forma ... o quadro é bem bonito =).</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Ilusão de Óptica]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84384.html</link>
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            <pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:46:42 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[figuras]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[ilusão de ótica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[artes plásticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Muitas vezes, quando lemos algo sobre a história da física clássica, alguns autores relatam o fato de que os sentidos "enganam o ser humano".</p>
<p>Enganam no sentido de que apesar de a Terra estar girando, não sentimos a sua rotação, e por isso parece que ela está parada e quem está girando em torno dela são os outros planetas e as estrelas.</p>
<p>Quando passeamos a noite e olhamos para a lua, temos a sensação que ela nos segue.</p>
<p>Entre estes casos em que os sentidos nos enganam, um é bastante utilizado por artistas plásticos para criar efeitos que nos deixam confusos ao ver sua obra de arte que é ilusão de óptica.</p>
<p>Vemos algumas imagens, e nosso cérebro as interpreta de uma forma que nos deixam confusos.</p>
<p>Vou colocar aqui algumas destas obras que nos fazem ter ilusões de óptica:</p>
<p>Nesta imagem abaixo, quando focalizamos o olho em um ponto no meio do cruzamento entre duas linhas, percebemos que o ponto é branco, porém todos os outros que estão a sua volta, são pretos, até que fixemos o olho eneles e percebemos que também são brancos.<img src="http://www.papodebolsa.com/wp-content/2010/03/ilusoes-de-optica-51.jpg"  border="0"  width="559"  height="428" /></p>
<p>Esta outra imagem nos faz uma pergunta:</p>
<p><img src="http://www.eriton.com.br/pagilusao/images/IlusaoDeOpticaCirculo.JPG"  border="0"  alt="circulo"  width="349"  height="296" /></p>
<p>Pode parecer que o círculo que está entre as bolinhas pequenas é maior, porém os dois tem o mesmo tamanho.</p>
<p>Nesta abaixo, se aproximamos ou afastamos os olhos da tela do computador podemos perceber os dois circulos girarem em sentidos contrários.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img src="http://www.rogerioraimundo.org/img/galeria/prendas/Passatempos/Ilusao.de.Optica.2.jpg"  border="0"  alt="gira"  width="400"  height="398" /></p>
<p>Nesta imagem abaixo, todas as retas são paralelas:</p>
<p><img src="http://aigrene.blogs.sapo.pt/arquivo/27-opticalillusion.gif"  border="0"  alt="retas"  width="466"  height="273" /></p>
<p>Esta é uma imagem bastante conhecida que também tras ilusão de óptica:</p>
<p><img src="http://www.mat.uc.pt/~pg0508/Ilusao1.jpg"  border="0"  alt="velha"  width="345"  height="431" /></p>
<p><img src="http://1.bp.blogspot.com/_-URBgdUSFN4/SvM-uw0MCRI/AAAAAAAAAW4/HSOZ6XFj6oA/s400/IlusaoDeOpticaCavalo.jpg"  border="0"  alt="sapocavalo"  width="388"  height="277" /></p>
<p>Existem muitas outras imagens que mostram ilusão de óptica, para quem se interessar em pesquisar, colocando no google imagens a palavra "Ilusão de óptica" podemos encontrar sites variados que trazem consigo este conteúdo e nos divertir vendo algumas destas figuras.</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Visita ao Pateo do Colegio]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84257.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://stoa.usp.br/cienciacultura/weblog/84257.html</guid>
            <pubDate>Mon, 25 Oct 2010 16:09:23 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[Pateo do colegio]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[Artes Plásticas]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Durante a visita ao pateo do colegio, podemos ver muitas obras de arte, dentro do museu de Anchieta como fora.</p>
<p>No museu pudemos observar a grande quantidade de obras de arte cujo tema é a religiosidade, no museu existe uma grande sala dedicada a estas obras, como imagens de santos e de padres.</p>
<p>Neste período histórico, um tema muito comum nas obras de arte era a religiosidade, e este tema estava presenta nas artes como um todo, não só nas artes plásticas, mas também na música, se pegarmos a produção musical neste período podemos notar muitos traços de religiosidade.</p>
<p>Se analisarmos a história do Pateo do colegio, percebemos que ele foi construído quando os jesuitas padre Manoel da Nóbrega e José de Anchieta vindos de Portugal precisavam estabelecer um centro para catequisar os índios. </p>
<p>Podemos perceber ai a forte ligação de sua construção com a religião católica.</p>
<p>O Pateo do Colegio foi uma das primeiras construções feitas na cidade de São Paulo.</p>
<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2673/3808767220_0478c21e61_z.jpg"  border="0"  alt="Páteo do colégio"  width="500"  height="500" /></p>
<p>A obra de arte que se destaca do aldo de fora do Páteo do Colegio é esta apresentada na imagem acima. </p>
<p>Segundo fontes que busquei na web, a mulher ao topo do monumento representa a cidade de São Paulo, carregando uma tocha, um ramo de louros e uma foice, representando o fogo da religião e da cultura, a glória e o trabalho.</p>]]></description>
        </item>
        
    </channel>
</rss>