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A educação “para o vestibular” há décadas tem sido um norteador do ensino no Brasil. Pessoas nasceram e morreram acreditando que uma prova seletiva seria o único motivo para se aprender, ou melhor, decorar uma infinidade de nomes, datas, fatos e fórmulas, através de um processo normalmente entediante e desmotivador cuja duração é “ uma juventude inteira”.
Hoje, grosso modo, se mede a competência de uma escola pelo índice de aprovação de seus alunos nos principais vestibulares e há uma infinidade de escolas e materiais didáticos cujo slogan é, de forma escachada, a pura preparação para estes exames seletivos.
. É chegado o momento de quebrar este ciclo e verdadeiramente responder a uma famosa pergunta que ecoa, cada dia mais poderosa, nas salas de aula de todo o país:
Professor, mas por que eu tenho que aprender isso?
O que se ensina em sala de aula deve refletir os anseios de uma sociedade para seus futuros participantes, e nossa sociedade precisa de pessoas capazes de questionar, propor e buscar solução de problemas, lidar com informações, capazes de estabelecer um novo estilo de vida para nossa espécie a fim de evitar a iminente destruição de nosso planeta e conseqüentemente, da humanidade. Pessoas assim não se formam decorando datas para o vestibular!
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A instalação de um ambiente de trabalho mínimo para análise de dados usando ferramentas python, a partir de uma instalação nova de Ubuntu 12.04:
sudo apt-get install matplotlib build-essential python-dev libzmq-dev
sudo apt-get install python-pip
sudo pip install ipython
sudo pip install pandas
sudo pip install tornado
sudo pip install pyzmq
A instalação com pip ao vez de apt-get é para ter acesso à versões mais novas das pacotes. Inicialmente, tinha feito a instalação de matplotlib usando pip e esta parou várias vezes, com erros do tipo
src/_png.cpp:10:20: fatal error: png.h: No such file or directory
Neste casos, uma busca no Google leva ao Stackoverflow que geralmente indica o pacote Debian/Ubuntu que está faltando, neste caso, libpng-devel. Consegui instalar, mas ao rodar ipython, estava usando o Agg backendo ao vez de TkAgg. Depois disto, resolvi instalar numpy e matplotlib via apt-get. Para pandas e ipython, porém, acho que vale a pena usar as últimas versões.
Para ver se tudo está funcionando, fiz
ipython notebook --pylab inline
e isto levante um FireFox com interface notebook do ipython.
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As escolas e professores brasileiros ainda estão muito pouco preparados para a utilização de tecnologias educacionais. Primeiro é necessário investir em capacitação de professores e aquisição e manutenção de equipamentos, e só depois partir para aplicação.
Palavras-chave: Tecnologia no ensino
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O "paradoxo do gato" foi a resposta de Schrödinger a interpretação de Copenhague, um gato dentro de uma caixa junto a um "dispositivo diabólico" que pode liberar gás caso um material radioativo venha a decair e este decaimento seja registrado por um contador Geiger.

Essa idéia maluca deu origem a muitas outras idéias malucas graças aqueles que a ela dedicaram seu tempo, houve quem trocasse o gato por uma pessoa para poder lhe perguntar oque teria visto (caso não morresse) e até uma teoria de múltiplos universos, no momento em que a função psi indicasse 50% de probabilidade o gato existiria em dois universos, em um ele está vivo e no outro está morto, para saber em qual deles você está basta abrir a caixa.
Não vou dizer que citei os exemplos de forma grosseira, pois essa "experiência" (perdoe a expressão) não possui dignidade suficiente para isso.
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Na aula da última terça-feira, o professor apresentou um meta-estudo que defende o uso de tecnologias em sala-de-aula de forma complementar ao ensino presencial.
Eu, que costumava dar aulas sem utilizar este tipo de recurso, agora estou mais convencido a aplicar as estratégias que aprenderei nas próximas aulas.
Palavras-chave: teced
O Grupo de Dança de Salão da Física: O Rebolado de Newton é um projeto do CEFISMA, que tem por objetivo a integração dos estudantes, principalmente do Instituto de Física da USP (IFUSP), mas aberto a qualquer pessoa.
As aulas são gratuitas e ocorrem às quartas-feiras das 17h às 18h, na sala 212 da ALA 2, do IFUSP.
Após a aula há um treino dos passos que foram aprendidos das 18h às 18h30, livre e não obrigatório.
Os ritmos são forró, samba de gafieira, samba-rock, salsa, merengue, sertanejo universitário, zouk, rock soltinho e muito mais!
O ritmo a ser ensinado é sempre escolhido pela maioria dos participantes, através de votação.
Participe!
Palavras-chave: teced
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"Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz." (Madre Teresa de Calcutá )
Palavras-chave: Citações
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Hipácia nasceu
em 370 d.C (?), filha de Theon, um renomado filósofo, astrônomo,
matemático e autor de diversas obras, professor da Universidade de
Alexandria. Por causa de suas idéias científicas, como por exemplo a de
que o Universo seria regido por leis matemáticas, Hipácia foi
considerada uma herética pelos chefes cristãos da cidade. Quando o bispo
Cirilo tornou-se patriarca de Alexandria, iniciou uma perseguição
sistemática aos seguidores de Platão e colocou-a encabeçando a lista. Assim, numa tarde de 415 d.C, a ira dos cristãos abateu-se sobre Hipácia.
Quando regressava do Museu, foi atacada em plena rua por uma turba de
cristãos enfurecidos, incitados e comandados por "São" Cirilo. Arrastada para dentro de uma igreja, foi cruelmente torturada até a morte e ainda teve seu corpo esquartejado (dilacerado com conchas de ostra, ou cacos de cerâmica, consoante as versões existentes) e queimado. O historiador Edward Gibbon faz um relato vívido do que aconteceu depois que Cirilo tramou contra Hipácia e instigou as massas contra ela: "Num dia fatal, na estação sagrada de Lent, Hipácia
foi arrancada de sua carruagem, teve suas roupas rasgadas e foi
arrastada nua para a igreja. Lá foi desumanamente massacrada pelas mãos
de Pedro, o Leitor, e sua horda de fanáticos selvagens. A carne foi
esfolada de seus ossos com ostras afiadas e seus membros, ainda
palpitantes, foram atirados às chamas". O estúpido episódio da morte de Hipácia é considerado um marco do fim da tradição de Alexandria como centro de ciências e cultura.
Pouco depois, a grande Biblioteca de Alexandria seria destruída e muito
pouco do que foi aquele grande centro de saber sobreviveria até os dias
de hoje. Enrico
Riboni descreve os motivos e as conseqüências dessa ação fanática dos
religiosos: "a brilhante professora de matemática representava uma
ameaça para a difusão do cristianismo, pela sua defesa da Ciência e do
Neoplatonismo. O fato de ela ser mulher, muito bela e carismática,fazia a sua existência ainda mais intolerável aos olhos dos cristãos. A sua morte marcou uma reviravolta: após
o seu assassinato, numerosos pesquisadores e filósofos trocaram
Alexandria pela Índia e pela Pérsia, e Alexandria deixou de ser o grande
centro de ensino das ciências do mundo antigo. Além do mais, a
Ciência retrocederá no Ocidente e não atingirá de novo um nível
comparável ao da Alexandria antiga senão no início da Revolução
Industrial. Os trabalhos da Escola de Alexandria sobre
matemática, física e astronomia serão preservados, em parte, pelos
árabes, persas, indianos e também chineses. O Ocidente, pelo seu lado, mergulharia no obscurantismo da Idade Média, do qual começará a sair somente mais de um milênio depois.
Em reconhecimento pelos seus méritos de perseguidor da comunidade
científica e dos judeus de Alexandria, Cirilo será canonizado e
promovido a Doutor da Igreja, em 1882." E
Carl Sagan nos acrescenta: "Há cerca de 2000 anos, emergiu uma
civilização científica esplêndida na nossa história, e sua base era em
Alexandria. Apesar das grandes chances de florescer, ela decaiu. Sua
última cientista foi uma mulher, considerada pagã. Seu nome era Hipácia.
Com uma sociedade conservadora à respeito do trabalho da mulher e do
seu papel, com o aumento progressivo do poder da Igreja, formadora de
opiniões e conservadora quanto à ciência, e devido à Alexandria estar
sob domínio romano, após
o assassinato de Hipácia, em 415, essa biblioteca foi destruída.
Milhares dos preciosos documentos dessa biblioteca foram em grande parte
queimados e perdidos para sempre, e com ela todo o progresso científico
e filosófico da época." Durante
toda a sua infância, Hipácia foi mantida por seu pai em um ambiente de
idéias e filosofia. Alguns historiadores acreditam que Theon tentou
educá-la para ser um ser humano perfeito. Hipácia e Theon tiveram uma
ligação muito forte e este ensinou a ela seu próprio conhecimento e
compartilhou de sua paixão na busca de respostas sobre o desconhecido.
Quando estava ainda sob a tutela e orientação do seu pai, ingressou numa
disciplinada rotina física para assegurar um corpo saudável para uma
mente altamente funcional. Hipácia
estudou matemática e astronomia na Academia de Alexandria. Devorava
conhecimento: filosofia, matemática, astronomia, religião, poesia e
artes. A oratória e a retórica, com grande importância na aceitação e
integração das pessoas na sociedade da época, também não foram
descuidadas. No campo religioso, Hipácia recebeu informação sobre todos
os sistemas de religião conhecidos, tendo seu pai assegurado que nenhuma
religião ou crença lhe limitasse a busca e a construção do seu próprio
conhecimento. Quando
adolescente, viajou para Atenas para completar sua educação na Academia
Neoplatônica, com Plutarco. A notícia se espalhou sobre essa jovem e
brilhante professora, e quando regressou já havia um emprego esperando
por ela, para dar aulas no museu de Alexandria, juntamente com aqueles
que haviam sido seus professores. Hipácia
é um marco na História da Matemática que poucos conhecem, tendo sido
equiparada a Ptolomeu (85 - 165), Euclides (c. 330 a. C. - 260 a. C.),
Apolônio (262 a. C. - 190 a. C), Diofanto (século III a. C.) e Hiparco
(190 a. C. - 125 a. C.). Seu
talento para ensinar geometria, astronomia, filosofia e matemática
atraía estudantes admiradores de todo o império romano, tanto pagãos
como cristãos. Aos 30 anos tornou-se diretora da Academia de Alexandria.
Do seu trabalho, infelizmente, pouco chegou até nós. Alguns tratados
foram destruídos com a Biblioteca, outros quando o templo de Serápis foi
saqueado. Grande parte do que sabemos sobre Hipácia vem de
correspondências suas e de historiadores contemporâneos que dela
falaram. Um notável filósofo, Sinesius de Cirene (370 - 413), foi seu
aluno e escrevia-lhe freqüentemente pedindo-lhe conselhos sobre o seu
trabalho. Através destas cartas ficou-se a saber que Hipácia inventou
alguns instrumentos para a astronomia (astrolábio e planisfério) e
aparelhos usados na física, entre os quais um hidrômetro. Sabemos
que desenvolveu estudos sobre a Álgebra de Diofanto ("Sobre o Canon
Astronômico de Diofanto"), que escreveu um tratado sobre as seções
cônicas de Apolônio ("Sobre as Cônicas de Apolônio") e alguns
comentários sobre os matemáticos clássicos, incluindo Ptolomeu. E em
colaboração com o seu pai, escreveu um tratado sobre Euclides. Ficou
famosa por ser uma grande solucionadora de problemas. Matemáticos que
haviam passado meses sendo frustrados por algum problema em especial
escreviam para ela pedindo uma solução. E Hipácia raramente desapontava
seus admiradores. Ela era obcecada pela matemática e pelo processo de
demonstração lógica. Quando lhe perguntavam porque nunca se casara ela
respondia que já era casada com a verdade. A
tragédia de Hipácia foi ter vivido numa época de luta entre o paganismo
e o cristianismo, com este a tentar apoderar-se dos centros importantes
então existentes. O cristianismo foi oficializado em 390 d.C, e o recém
nomeado chefe religioso de Alexandria, o bispo Cirilo, dispôs-se a
destruir todos os pagãos assim como seus monumentos e escritos.

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Era mesmo um absurdo (veja aqui e aqui). Agora o Royal Society faz a única coisa que faz sentido: liberar tudo mais antigo que 70 anos. O Oldenburg pode descansar em paz...
Aaron Swartz FTW!
Palavras-chave: acesso aberto, oldenburg, open access, rea, royal society
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Às terças-feiras, o número 996 da Rua Conselheiro Brotero, no bairro de Higienópolis, se torna um palco a céu aberto com o projeto ”Música na Calçada”. Realizado pela Escola Estúdio Musical há pouco mais de dois anos, os shows tem como objetivo promover o trabalho dos artistas convidados, além de entreter a vizinhança local.
Nesta semana, “Fabrizio Casaletti Trio” se apresenta a partir do meio-dia.Além da chance aos artistas que se apresentam, o projeto prevê a divulgação da escola há 30 anos realiza cursos, workshops, palestras e outras atividades voltadas ao mundo da música.
http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/10/musica-na-calcada-recebe-fabrizio-casaletti-trio/
Realizada entre a manhã de sábado, dia 20/08, e a noite de domingo, 21/08, a Virada da Resistência, que contou com a participação de mais de 300 pessoas, foi um sucesso. Organizada pela Trupe Artemanha como uma grande manifestação contra os abusos da subprefeitura do Campo Limpo – que desejava expropriar o coletivo do barracão, concedido há meses, que ocupava para realizar diversas atividades culturais e educativas abertas à comunidade – o ato teve amplo respaldo da classe artística e dos moradores da região.
A programação do evento foi variada: foram realizados espetáculos de teatro, música e dança, além de um cortejo de boi, organizado pelo grupo Candearte.
Aprendiz e produtora da Escola CITA (Centro de Investigação Teatral Artemanha), Andressa Souza destaca a participação do grupo de teatro Morfeu, que apresentou a peça O Princípio do Espanto. Outro grupo que chamou a atenção de Andressa foi o Pombas Urbanas, que participou de um bate-papo com os presentes. “Achei interessante o relato do grupo sobre a ocupação que realizam há anos no Teatro Tiradentes. Serviu como aprendizado para o nosso coletivo, que também se inicia nesta luta”, comenta.
Virada de mesa. O grupo obteve da subprefeitura de Campo Limpo um documento assegurando a concessão do espaço por mais três meses, com possibilidade de renovação. Segundo Andressa, a medida não é satisfatória: “A possibilidade da desapropriação ainda nos preocupa”, declara.
Segundo a aprendiz, o coletivo agora busca meios de legalizar a ocupação e garantir a continuidade de seus projetos sócio-culturais.
Mais informações em:
http://www.cooperativadeteatro.com.br/2010/?p=5126
Uma série de 12 programas que enfoca a trajetória da Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, abordando desde sua implantação até o resultado cênico dos projetos selecionados. Trata-se de um documento que ilustra a luta pela criação da lei (de 2002) e os desdobramentos deste benefício.
http://www.cooperativadeteatro.com.br/2010/?page_id=4370
Segundo declaração do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do ministério, Henilton Parente de Menezes, publicada em reportagem pela Agência Brasil, o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (ProCultura) só deve entrar em vigor, na melhor das hipóteses, em 2013. “Supondo que o projeto seja votado ainda no primeiro semestre de 2012, algo que eu acho factível, nós só conseguiremos implantar a lei em 2013. Uma lei como essa, que se refere à renúncia fiscal, só pode entrar em vigor no exercício fiscal subsequente”, preconizou.O ProCultura, entre outras inovações, estabelece a criação do Prêmio Teatro Brasileiro, e prevê várias mudanças na atual Lei Rouanet, apesar de manter os mecanismos de renúncia fiscal. No caso, o governo federal continuará estimulando empresas públicas e privadas a investirem parte dos valores, que deveriam pagar sob a forma de impostos, em projetos artísticos previamente autorizados a captar recursos no mercado.
A lei (Rouanet) atual tem sido bastante criticada por dar poderes à iniciativa privada para escolher em quais projetos irá investir, baseando-se apenas em critérios comerciais, sem levar em consideração a relevância cultural de cada projeto. O ministério, aliás, reconhece que o modelo não é capaz de dar conta da diversidade cultural brasileira e acaba sempre favorecendo as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.Demandado pelos próprios grupos teatrais, o Prêmio deverá obrigar o Estado a destinar parte dos recursos para uma iniciativa com critérios públicos e transparentes e modificará o cenário teatral brasileiro, fomentando a produção, a circulação artística e a manutenção de grupos e companhias. “O prêmio nacional será uma alternativa às leis de incentivo fiscal, que têm proporcionado que a iniciativa privada gerencie o dinheiro que, no fundo, é público”, disse o diretor da Cooperativa Paulista de Teatro e ator do Grupo XIX, de São Paulo, Paulo Celestino.
O deputado Pedro Eugênio, relator do projeto de lei na Comissão de Tributação e Finanças da Câmara dos Deputados, informou à reportagem da Agência Brasil que apresentará uma primeira versão de seu relatório durante um seminário agendado para o próximo dia 8 de novembro. “Estamos conversando com os setores de vários segmentos artísticos, e não só do teatro, dialogando com os ministérios da Fazenda e da Cultura e, em breve, apresentaremos uma primeira versão do relatório. O prêmio para o teatro já está incluído no projeto de lei e eu mesmo sou favorável a sua manutenção. Qualquer artigo [do projeto de lei], no entanto, pode ser aprovado ou suprimido nas comissões”, declarou.
http://www.cooperativadeteatro.com.br/2010/?p=5349
O jazz pode não ser tão popular em São Paulo como é em Nova Orleans, mas a cidade tem bons lugares e uma regular programação de shows para os fãs do estilo. Confira alguns bares e casas de show que promovem apresentações semanais.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u38810.shtml
O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em "Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus". O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença. Para o autor, alguns ateístas têm um "fervor religioso" tão grande, que chegam a perseguir homens da ciência que possuem algum tipo de fé. Em casos extremos, diz, eles não conseguem nem aceitar que pessoas com uma crença possam ser inteligentes e construir conhecimentos com base na realidade.
Ao longo dos capítulos, o autor usa linguagem simples e citações de outros autores para mostrar que as descobertas feitas pelo homem não excluem a existência de um Deus. Lennox também expõe o que considera as fraquezas da ciência e revela que a maior parte das respostas que ela oferece são especulações teóricas que precisam da fé da comunidade científica para existir. Ele ainda ressalta momentos em que os acadêmicos precisaram se desmentir e até voltar atrás com suas afirmações. Entre os temas discutidos estão o embate entre as cosmovisões, a organização da natureza e do universo, a complexidade da biosfera, a origem da vida e do código genético e a proximidade com a religião mantida por grandes cientistas como Francis Bacon, Galileu Galilei, Isaac Newton e Clerk Maxwell.
"Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus"
Autor: John C. Lennox
Editora: Mundo Cristão
Páginas: 320
Quanto: R$ 29,90
Palavras-chave: matemático, Oxford