Hoje postaremos aqui uma singela menção àquele que foi e ainda é considerado o maior físico do Brasil: Mario Schenberg.
O texto a seguir é parte da introdução feita pela professora Amélia Império Hamburger
em “Dois Textos de Mário Schenberg - Publicação da obra científica de
Mario Schenberg”, Estudos Avançados, no. 44, Janeiro/Abril, 2002,
e é a Apresentação do Volume I das “Obras Científicas de Mario
Schoenberg”, Editora da Universidade de São Paulo, EDUSP, publicado em 2009.
Mario Schenberg nasceu em Recife,
estado de Pernambuco, a 2 de julho de 1914(1). Mudou-se para São Paulo, em
1933, onde faleceu a 10 de novembro de 1990, reconhecido como cidadão
paulistano pela Câmara Municipal. Viveu uma vida intensa, de atuação marcante
nas décadas de grande efervescência cultural no Brasil dos anos trinta aos anos
setenta, atuando diretamente na ciência, formação de cientistas e instituições,
na política, na promoção e interpretação das artes e de artistas. Professor
Catedrático da Universidade de São Paulo, desde 1944, estabeleceu a prática da
física teórica e matemática no Brasil.
Individualidade forte, como cientista
foi professor e pesquisador, formador de ambientes e de grupos de pesquisa no
Departamento de Física da Universidade de São Paulo. Pertenceu, também, ao
Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, CBPF, no Rio de Janeiro, nas décadas de
1950 e 60, onde deu cursos e participou de muitos seminários. Ao longo de
carreira científica de mais de quarenta anos, freqüentou os mais avançados
centros de pesquisa na Europa de antes e pós-guerra, nos Estados Unidos, no
Japão, onde deu e assistiu conferências. Seus trabalhos científicos são
inovadores no desenvolvimento de teorias matemáticas dos fundamentos da física,
revelando novos aspectos conceituais e epistemológicos.
Seus interesses diversificados se
manifestaram desde a infância. Guardava forte impressão das viagens que fizera
com os pais à Europa, desde os oito anos de idade, o impacto da arquitetura
gótica, das artes gráficas e o despertar do interesse pela história, que
ficaram presentes e se desenvolveram durante a vida. Como jovem ginasiano já se
envolvia na compreensão das condições humanas da vida social e política.
Fez os cursos primário e
secundário em Recife onde, em 1931, iniciou seus estudos de Engenharia. É
pioneiro do grupo de recifenses que se destacaram como cientistas nas áreas de
física, matemática e química, no Brasil e no exterior. Eram estudantes de
engenharia que representam, em sua trajetória científica, a orientação e
estímulo do Professor Luiz de Barros Freire(2).
Transferiu-se, em 1933, para a
Escola Politécnica em São Paulo e aí se formou Engenheiro Eletricista, em 1935.
Formou-se também Bacharel em Matemática, na primeira turma da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras, em 1936. Viveu, pois, os primeiros anos da
Universidade de São Paulo que se constituía então, reunindo, em 1934, as
escolas de formação de profissionais liberais e técnicos e a Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras, lugar da pesquisa científica e da formação de
bacharéis, pesquisadores e professores dessas áreas do saber.
Mario Schenberg adquiriu formação
matemática excepcional, por suas tendências e esforços pessoais e também pelas
aulas e contatos com os professores italianos Luigi Fantappié e Giacomo
Albanese, na Escola Politécnica e na Faculdade de Filosofia. Seus trabalhos
científicos mostram poderosa percepção da física, intrinsecamente moldada em
teoria matemática subjacente que conceitua a apreensão e interpretação
fenomenológicas.
Gleb Wataghin, da Universidade de
Turim e Giuseppe Occhialini, da Universidade de Florença, foram os professores
italianos que formaram o Departamento de Física da Faculdade de Filosofia da
USP, e implantaram uma tradição de manter contínuos contatos internacionais.
Além dos Laboratórios italianos, com Enrico Fermi, G. Bernardini, B. Ferretti,
ligavam-se ao Laboratório Cavendish, de Ernest Rutherford, Inglaterra, onde
eram encontrados os grandes físicos ingleses, Powell, Blackett, Dirac, e seus
visitantes, Bohr, Fermi, Pauli, Landau, Lifichtz, e outros. Os primeiros jovens
colaboradores de Wataghin, Marcello Damy foi para a Inglaterra e Mario
Schenberg para a Itália, no fim dos anos de 1930.
A convivência com Wataghin e
Occhialini e com lideranças das pesquisas físicas da época, no exterior,
possibilitou a transmissão aos jovens colaboradores brasileiros do interesse
competente e ousado pelo exercício de pensamento original sobre questões
fundamentais das teorias físicas dos anos trinta: as forças nucleares e as
partículas elementares que as materializam. Pode-se dizer que a familiaridade
com as partículas elementares e com os fundamentos da mecânica quântica e da
relatividade proporcionou a imediata ligação com os neutrinos de Pauli e de
Fermi, com os recém-concebidos mesons por Hideki Yukawa, e com os mecanismos
das reações nucleares. Essas condições levaram a equipe de Wataghin e
Occhialini, que se caracterizava, para o Professor Bernard Gross, do Rio de
Janeiro, como a Escola de São Paulo (3) ao destaque internacional nos seus
primeiros trabalhos, experimentais e teóricos, com Marcello Damy de Souza
Santos, Paulus Aulus Pompéia, Mario Schenberg, Yolande Monteux, logo depois
César Lattes, Walter Schützer, Abrahão de Moraes, Oscar Sala, e vários outros.
Sua carreira de docente e
pesquisador se iniciou como preparador de demonstrações na Escola Politécnica e
em seguida como assistente de Wataghin na Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras. Aí, em 1944, realizou concurso e tornou-se professor catedrático de
Mecânica Racional e Celeste. Nesse ano publicou livro de física elementar para
o ensino médio (4).
Participou ativamente da abertura
política do pós-guerra, tendo sido eleito suplente de deputado estadual pelo
Partido Comunista Brasileiro para a Assembléia Constituinte do Estado de São
Paulo, em 1946. Uma contribuição importante da bancada, liderada pelo
economista e empresário Caio Prado Jr. foi, em 1947, a proposta e aprovação do
Artigo 123 da Constituição Paulista que instituiu os fundos de amparo à
pesquisa no Estado de São Paulo, que levou à fundação da FAPESP, anos mais
tarde. Revelou-se, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, onde
permaneceu por período curto, de alguns meses, um orador de argumentação
poderosa que chegava a inverter a posição dominante dos deputados(5).
Juntamente com os membros de sua bancada teve seu diploma cassado, e foi
perseguido na Universidade. Occhialini, que voltara para a Inglaterra e depois
tinha ido, juntamente com Connie Dilworth, para o Centro de Pesquisas Nucleares
da Universidade Livre de Bruxelas, Bélgica, convidou-o para se juntar a eles,
para trabalhar como físico teórico do grupo de raios cósmicos do
Laboratório. As cartas, reproduzidas
mais abaixo, mostram o período de saída do Brasil e os tempos de Bruxelas,
muito bons para os trabalhos em física e para outros contatos.
Viajou muito pela Europa,
ampliando seus conhecimentos não só sobre a arte européia, mas também sobre a
arte dos países africanos e asiáticos expostas em museus europeus. Conviveu com
artistas brasileiros em Paris, Candido Portinari, Mario Gruber, Carlos Scliar,
Antonio Bandeira, tendo conhecido pessoalmente Picasso e Chagall(6).
De volta da Bélgica ao Brasil,
foi Diretor do Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras, de 1953 a 1961, numa profícua gestão, que ficou marcada pela criação de
vários laboratórios. Organizou o laboratório de pesquisas em Estado Sólido e
Baixas Temperaturas com a participação do professor John Daunt, inglês, na
Universidade de Ohio, Estados Unidos, e de Newton Bernardes, Luiz Guimarães
Ferreira, Carlos Quadros, Jorge Sussman, Nei Fernandes de Oliveira, e Adrian de
Graaf, belga. Foram importantes os apoios do Reitor da Universidade de São
Paulo, Professor Antonio Barros de Ulhoa Cintra, do CNPq, da FAPESP, e dos
deputados Ulisses Guimarães e Lauro Monteiro da Cruz. O Laboratório hoje é
diversificado nas pesquisas da Matéria Condensada, como é chamado o
departamento. Está no prédio Mario Schenberg, na Cidade Universitária no campus
de São Paulo. Faz parte do projeto de pesquisa de detecção do gráviton,
partícula que materializaria o campo gravitacional, em colaboração com o INPE
(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), com detector de grande
sensibilidade. O detector chama-se Mario Schenberg.
Em 1960, convidou César Lattes
para vir do CBPF, no Rio de Janeiro, para o Departamento de Física, em São
Paulo, recriar um grupo da pesquisa em raios cósmicos, com emulsões
fotográficas expostas em Chacaltaya, Bolívia. Hideki Yukawa, prêmio Nobel pela
teoria que previu a existência do meson, participou da proposta de implantação,
e foi ativo no estabelecimento e nas pesquisas no projeto de Colaboração
Brasil-Japão. Vieram destacados físicos japoneses que deram importante
contribuição. Matuo Taketani , Yoichi Fugimoto, Shun-Iti Hasegawa, Yasuhisa Katayama, Tatouki Miyasima,
Shin-Itiro Tomonaga, Daisuki Itô, Jun´ichi Osada, alguns dos quais deram também
contribuição para reforçar a visão, no Departamento, da Física sempre ligada à
Filosofia e à História. Muito bem montado, com boa equipe brasileira dedicada e
interessada, quando Lattes foi para Campinas, depois de 1967, alguns dos
integrantes foram com ele, outros organizaram aqui seus grupos de pesquisa, com
muita competência e criatividade. O Laboratório de Raios Cósmicos na
Colaboração Brasil-Japão, colaboração profícua que foi com César Lattes para a
Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, perdura até hoje.
Teve atuação na compra do
primeiro computador para pesquisa na Universidade, com professores da Escola
Politécnica, entre eles Hélio Guerra Vieira. Deu apoio aos laboratórios de
física nuclear de Marcello Damy e Oscar Sala, e procurou organizar um
laboratório de semi-condutores com Rogério Cerqueira Leite que, mais tarde, se
efetivou na UNICAMP. Foi um aglutinador da atuação de físicos de outros países
que vieram a São Paulo. Promoveu a vinda de vários deles, Mario Bunge, Guido
Beck, Gert Molière, e outros, além dos físicos da Colaboração Brasil-Japão, com
quem mantinha grande interação e
colaboração.
Mario Schenberg foi preso, por
vários meses, em 1964, quando da mudança de governo por golpe militar. Mas não
demorou a voltar a dar aulas, dirigir seminários e outras atividades no
Departamento de Física. Até 1968 sua
presença e atuação tiveram influência profunda, juntamente com outras
lideranças universitárias, na criação de mentalidade avançada e formadora em
pesquisa e ensino, na Faculdade de Filosofia, onde se estabelecia uma
convivência e visão de universidade multidisciplinar.
Teve cassados seus direitos
políticos e perdeu sua posição de professor e pesquisador, por dez anos,
juntamente com outras lideranças universitárias do Brasil, por decreto federal
de abril de 1969. As marcas dessas ausências são difíceis de serem avaliadas.
As contribuições científicas desses pioneiros e suas propostas para a
universidade, para a formação de pesquisadores, seu espírito não burocrático,
não político-partidário na defesa das instituições, notadamente das
universidades públicas, são posturas e mentalidades a serem compreendidas,
hoje. Certamente era sua visão que as pesquisas fossem avaliadas pelas
potencialidades de transformação das condições culturais do país, que se
explicitam na prática e nos contextos da universidade e fora dela.
Depois de cassado, durante os
anos de 1970, Mario Schenberg sofreu perseguições e ameaças à integridade
física, invasão à sua casa, publicações ameaçadoras em jornais, que atingiam
outros membros da comunidade universitária em São Paulo. Meados dos anos 70
foram de violência explícita de órgãos de segurança, ilegais, mesmo dentro do
governo militar. São essas as violências que calam fundo nas relações sociais
da convivência diária e impedem a formação de uma consciência coletiva livre
para se manifestar.
Estava, nesse período, impedido
de freqüentar a Universidade, mas dela participou com sua ciência. O endereço
de referência era o de sua residência. Menciona seu isolamento e sua
criatividade nesses anos de 1970, em carta a Clarice Lispector(7) .
"Desde 1970, minha situação
geral se modificou bastante, em conseqüência do isolamento em que passei a
viver, como resultado de minha aposentadoria e da impossibilidade de exercer a
crítica de arte militante. Foi um desafio tremendo, mas creio que pude reagir
de um modo criativo, não só retomando com maior energia as pesquisas anteriores
sobre teoria da Gravitação e o problema das relações entre Física e Geometria,
como também fazendo estudos filosóficos mais sistemáticos. Publiquei três trabalhos longos de Física, e aprofundei
bastante o meu pensamento sobre Arte. Agora estou escrevendo um pequeno ensaio
sobre a crise atual das artes plásticas, que talvez seja um ponto de partida
para um ensaio mais longo".
Nessa época, Schenberg idealizou
uma instituição universitária, um Instituto de Estudos Avançados. Propôs que
tivesse em estatuto a liberdade de produção e de interações entre
pesquisadores, nos moldes do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que
conhecera em 1941-1942, nos Estados Unidos. Seria também um lugar que agregasse
pesquisadores atuantes, também aposentados, compulsoriamente ou não.
Ajudou a fundar a Sociedade
Brasileira de Física, a SBF, em 1966, tendo sido eleito conselheiro por várias
gestões. Foi presidente da SBF, em 1978, numa gestão que enfocou a resistência
ao Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, estabelecido pelos governos militares, com
premissas dúbias em relação ao aproveitamento da energia nuclear para fins
pacíficos.
Voltou à Universidade em 1979 e
deu alguns cursos de pós-graduação e ainda a disciplina de “Evolução dos
Conceitos da Física”, em 1983. A partir de suas aulas foi editado o livro
“Pensando a Física”.(8) Essa era uma das disciplinas que atestam a preocupação
de Wataghin e Schenberg com o ensino, com a compreensão da física inserida na
história, nas possibilidades das técnicas disponíveis para a observação e
conceituação de seus fenômenos.
Ganhou, em 1983, o Prêmio do
Conselho Nacional de Pesquisas, para Ciência e Tecnologia. Mario Schenberg
tinha claro a importância de desenvolvimento tecnológico. Uma sua idéia,
insistente, era a criação de carreira e de formação do engenheiro-físico.
Foi homenageado, em 1984, com um
Simpósio Internacional, pelos setenta anos de vida. O Professor Guido Beck, seu
amigo e companheiro de longa data, veio do Centro Brasileiro de Pesquisas
Físicas, no Rio de Janeiro, com a finalidade de nos alertar para a data.
Reuniu-se, então, uma comissão de ex-alunos e colaboradores para organizar
várias homenagens (9).
O momento do Simpósio em
Homenagem aos 70 Anos de Mario Schenberg nos pareceu que o Instituto de Física
recuperava uma verdadeira vida acadêmica e se unia na atividade que o
caracteriza, juntamente com colegas do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas
Gerais, Rio Grande do Sul, e outros estados brasileiros. A obra de Mario Schenberg e seu papel na
origem na física brasileira se fez sentir com força nas apresentações por
jovens e antigos pesquisadores, feitas 50 anos após a criação do Departamento
de Física. Os debates e mesas redondas com outros pioneiros da física
brasileira foram sensibilizadores desse momento de retomada e de reconstrução
da memória.
Além do Simpósio, cujas atas
foram publicadas pela Universidade de São Paulo, foi também organizado um Número
Especial da Revista Brasileira de Física da Sociedade Brasileira de Física(10)
com contribuições de muitos alunos e colaboradores, nacionais e
estrangeiros. Outras publicações foram
organizadas. Há muitas entrevistas com pessoas que conheceram Mario Schenberg,
colegas, amigos, estudantes, artistas, escritores, que dão interessantes visões
de sua personalidade. Há também registro de “Diálogos com Mario Schenberg” que
também têm essa intenção, e a de homenageá-lo por ocasião dos setenta anos(11).
Depois de 1990, foi realizada, em São Paulo, uma Exposição "O Mundo de Mario Schenberg" sobre sua vida e suas atividades, de grande abrangência e significado (12). Atualmente há núcleos universitários de estudos sobre Mario Schenberg (13).
(1) Há informação segura –
depoimento, documentos (Arquivo Mario Schenberg, Departamento de Física Geral,
Instituto de Física, USP) e informação da família (a Dina Kinoshita) – que
Mario Schenberg nasceu em 1916. Seu pai alterou a data de nascimento para 1914
para que o menino pudesse entrar na escola mais cedo do que a idade
obrigatória.
(2) Luiz Freire foi um dos
pioneiros da prática de um pensamento próprio sobre as modernas teorias da
física e da matemática, fundador de instituições que hoje dão sustentação à
pesquisa científica no Brasil, o CNPq, e o Instituto de Física da Universidade
Federal de Pernambuco. Ver S. Schwartzman, Um Espaço para a Ciência: A Formação
da Comunidade Científica no Brasil, Ministério de Ciência e Tecnologia,
Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, e Centro de Estudos
Estratégicos, Brasília, 2001, pp.
229-230; Ivone Freire M. e Albuquerque e Amélia Império Hamburger Retratos de
Luiz de Barros Freire Como Pioneiro da Ciência no Brasil, Ciência e Cultura,
40, 9; 857-881, 1988.
(3) Bernard Gross em “O
Desenvolvimento da Física em São Paulo”, Revista de Química Industrial, São
Paulo, 1954.
(4) Física para o 1º. Ano do
Curso Colegial, 1944, Editora Nacional
(5) Projeto de Dina Lida
Kinoshita. 1. Coletânea de intervenções de Mario Schenberg, Assembléia
Legislativa, 1947-1948; 2. Entrevistas com companheiros de partido: gravadas,
transcritas. Cópias no Arquivo Mario Schenberg, Departamento de Física Geral,
IFUSP.
(6) Currículo Artístico
(Autobiográfico): Encontro com Mario Schenberg, (MEC/Secretaria da Cultura,
Fundação Nacional de Arte e Instituto Nacional de Artes Plásticas, [1983]
Arquivo Mario Schenberg, Departamento de Física Geral, IFUSP.
(8) Pensando a Física - Mario
Schenberg; Organizado e editado por Amélia Império Hamburger e José Luiz
Goldfarb, com a participação de alunos do curso e revisão do Professor
Schenberg. Inicialmente pela Editora Brasiliense (1ª. e 2ª. Edições), pela
Editora Nova Stella (3ª. e 4ª. Edições), e em 5ª. Edição pela Editora Landy, em
2002.
(9) Comissão Organizadora da
Homenagem: Alberto L. da Rocha Barros, Amelia Imperio
Hamburger, Carmen L.R. Braga,
Elly Silva, Ernst W. Hamburger (Coordenador), Gita K. Guinsburg, Ivan Ventura,
Kazuo Ueta, Mauro S. D. Cattani, Normando C. Fernandes, Silvio R. A. Salinas,
José L. Goldbarb (estudante).
(10) Perspectivas em Física
Teórica, Anais do Simpósio de Física, Homenagem ao 70o.
Aniversário do Professor Mario
Schenberg, Alberto L. Rocha Barros (Org.) Ed. Instituto de Física,
Coordenadoria Cultural da
Universidade de São Paulo, 1987.
Brasileira de Física, julho, 1984
Comissão Editorial N.C.Fernandes (Coordenador) M. Cattani, I.
Ventura, K. Ueta e S.R.A.Salinas
(11) Mário Schenberg:
Entre-Vistas, Gita K. Guinsburg e José Luiz Goldfarb (Org.), Instituto de
Física/USP e Editora Perspectiva, S.P.,1984, pg.75 e Diálogos com Mario
Schenberg, J.L. Goldfarb (Org.) Ed. Nova Stella
(12) A Exposição da Casa das
Rosas, sob a coordenação de José Roberto Aguilar – se constituiu como um
retrato de Mario Schenberg a muitas dimensões. Ver O Mundo de Mario Schenberg,
Catálogo de Exposição na Casa das Rosas, São Paulo, s/d [1998] Alguns
documentos dessa exposição estão guardados no Arquivo Mario Schenberg do
Departamento de Física Geral do Instituto de Física.
(13) Departamento de História da
Ciência, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob a direção de
José Luiz Goldfarb; Centro de Pesquisa em Artes, da Escola de Comunicação e
Artes da Universidade de São Paulo, sob a direção de Elza Ajzemberg.