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Setembro 17, 2010

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Sem dúvida um dos grandes pintores que existiram no mundo foi Salvado Dalí, em um de seus mais famosos quadros de 1931 chamado A Persistência da Memória, o pintor retrata alguns relógios "moles", e formigas.

Relógios

Uma das coisas mais interessantes da arte, é que ela permite que façamos muitas interpretações a respeito da mesma obra.

Pesquisando em sites, encontrei que este quadro representa a preocupação humana com o tempo e a memória.

Gostaria de fazer uma relação entre este quadro e o trabalho de Albert Einstein sobre a teoria da relatividade. De acordo com esta teoria o tempo é relativo, não é mais algo absoluto, com isso uma das coisas que a humanidade acreditava ser absoluta em todos os referenciais passou a não ser mais.

A teoria da relatividade foi proposta por Einstein 9 anos antes do quadro ser pintado, o relógio metade rígido, metade mole, pode nos fazer refletir sobre como conceitos que muitas vezes são sólidos e rígidos, podem passar a não ser mais. Se analizarmos a história da física, podemos encontrar muitas idéias novas que tiveram dificuldade para serem aceitas, e quando foram, se tornaram idéias solidificadas.

O interessante das obras de Dalí é que ele não se preocupava em pintar o real, ele gostava de pintar os seus sonhos, o interessante de se refletir é a maneira como os sonhos que eram imagens criadas por ele e habitava sua cabeça, pode ser compartilhada com as outras pessoas.

 

Palavras-chave: Artes Plásticas, Relatividade, relógio, Salvador Dali

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Postado por Diego Paulo Rhormens em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 2 comentários

Setembro 09, 2010

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Muitas vezes para ir à USP, ando pela estação República do metrô.

Outro dia, reparei em uma obra de arte, que está exposta nesta estação, esta obra consiste em um tubo espelhado com uma figura impressa sobre ele, de modo a ficar em torno dele, porém no teto.

Se olharmos para a imagem impressa não conseguimos entender o que é esta imagem, porem ela reflete no tubo convexo, e assim podeconseguimos ver o rosto de um homem.

Obra Metrô

Nesta obra de arte o artista utilizou de seu conhecimento de óptica para criar seu trabalho.

Existem muitas criações artísticas em que artistas utilizam de espelhos para dar o efeito que eles desejam em seus trabalhos.

O interessante é que muitas vezes passamos por esse tipo de obra de arte e por conta da correria do dia-a-dia não as notamos, depois deste dia passei a reparar mais em algumas obras que estão expostas nas estações de metrô.

Na estação Tatuapé também podemos encontrar algumas poesias de Fernando Pessoa, e também percebi isto no dia em que estava indo fazer a visita ao museu da língua portuguesa.

Achei bem interessante a visita, nunca havia ido à este espaço, e recomendo a todos, pois é um espaço bem interativo, e com certeza aprenderemos bastante sobre a origem de nossa língua.

Vou deixar escrito aqui a poesia de Fernando Pessoa que está escrita na estação Tatuapé do metrô.

"Para ser grande, sê inteiro: nada
         Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
          No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
           Brilha, porque alta vive."

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Postado por Diego Paulo Rhormens em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 2 usuários votaram. 2 votos | 2 comentários

Setembro 02, 2010

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Olá novamente.

 

Continuo com a apresentação de obras relacionadas com o assunto abordado em nossos encontros.

 

Autor: Frank Stella. Título: The Foundling. Ano: 2004.

 

 

Infelizmente, não encontrei uma imagem maior da obra. Ela ocupa uma parede inteira, tendo em torno de 4m de altura e 12m de comprimento.

Trata-se de uma composição de formas, texturas, cores. Regularidades, tal como cubos e figuras geométricas, estão em conjunção, em um estranhamento conflitivo entre diferentes aspectos dos sentidos, pela convivência confinada de objetos. Mesmo que, no todo, não exista uma imagem harmoniosa, é impossível separar esta obra em partes: tudo se compõe em um todo informe, mas íntegro.

Talvez a criação científica leve a modelos cuja imagem final seja um monstro, uma aberração irreconhecível conosco, mas sem perder sua integridade, sua existência em si.

 

Autor: Cesar Baldacinni. Título: Expansão Controlada. Ano: 1967.

 

 

Um bloco de mármore, sobreposto com peças achatadas, sem formato bem delineado.

 

Há uma conversa semelhante com a obra passada, mas voltada ao criterioso modo de conhecer característico da ciência. O sugestivo título, Expansão Controlada, propõe um paradoxo: expandir a partir de uma regra, controladamente, obedecendo a desígnios. A ciência apresenta-se como fator de controle da expansão impoderável da natureza, ao impor suas certezas ao domínio do desconhecido natural.

 

A obra é composta por uma máquina mecânica que, quando acionada, fragmenta a figura do beijo e a reagrupa em seguida. O mecanismo é composto por um sistema mecânico e elétrico, excessivamente complexo para desempenhar função tão simples.

 

Tal fragmentação efetivada pela complexa máquina sobre o beijo, arraigada prática ocidental, coloca em questão a ação da ciência e da tecnologia sobre o sujeito. O beijos é contingente ao seu tempo, portanto há a sugestão de uma composição entre o tecnológico e o humano, permitindo a emergência de híbridos, beijos mecânicos, talvez mais mecânicos que beijos.

Palavras-chave: artes plasticas, ciencia, contemporaneo, imagens da ciencia, problematizacao

Postado por Lucas em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 1 comentário

Agosto 31, 2010

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Grupo de "Artes Plásticas e Ciência"

Sábado(28/08/2010) recebemos em nossa aula o artista Guto Lacaz, famoso por suas obras de Artes Plásticas bem como gráficas e performances.

Em nossa discussão, ele comentou sobre diversas obras suas, falou sobre sua dificuldade em realizá-las e os conceitos Físicos que usava. Vou comentar sobre algumas destas obras.


"A terceira margem do rio"




Esta obra foi baseada e ganhou o nome da musica de Milton Nascimento e Caetano Veloso. A seguir o video com a musica:


"A terceira margem do rio"

Em um trecho da musica é citado "rio pau enorme nosso pai!" de onde subentende uma canoa no rio, e para relacionar essa canoa com a terceira margem do rio, Guto Lacaz em sua obra, teve a idéia de utilizar um artifício optico, o espelho.

Em um apoio pintado de azul simbolizando as aguas do rio, ele fez duas canoinhas e as colocou uma em cada borda do apoio deixando o meio vazio.
Neste meio vazio, ele colocou um espelho perpendicular ao apoio de modo que esse espelho refletisse a imagem de uma das canoinhas.
Porém, o lado da canoinha que ele refletia estava pintado de outra cor e com um outro nome escrito ao contrário, de modo que se olhar de certo angulo, é como se você tivesse olhando três canoinhas no rio. Esta nova canoinha formada pela imagem no espelho, é o que simboliza o nome do projeto; a terceira margem do rio.

 

"Eletro Esfero Espaço"





Esta obra foi uma improvisação com o tema "eletrodomesticos", onde Guto se lembrou de uma brincadeira que fazia quando criança, que consistia em levitar objetos com a força de compressão do ar.
Ele pensou em usar aspiradores de pó em modo reverso, de modo que o aspirador ao inves de aspirar, soltasse ar com uma pressão forte o suficiente para empurrar uma esfera de isopor para cima.
Uns conceitos físicos importantes presentes nesta obra são a 1ª e a 2ª lei de Newton, onde a resultante das forças que agem nas esferas é nula, logo a aceleração também é nula e as esferas permanecem e equilibrio estático.

Caso tenha despertado o interesse, aqui o video da obra:

Eletro Esfero Espaço

Palavras-chave: Artes Plasticas

Postado por Fabio Carvalho de Oliveira em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 0 comentário

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Grupo de "Artes Plásticas e Ciência"

Em nossa visita à exposição sobre "Autonomia Cibernética" no Itau Cultural dia 28/08/2010, vimos diversas obras tecnológicas como por exemplo o "Ballet Digitallique", o qual dou destaque.

Esta obra consiste em 2 partes:

1ª Parte - A pessoa deve-se posicionar no local indicado para o escaneamento de sua silhueta, onde ela deve ficar de pé e estender seus braços na horizontal:

dispositivo de escaneamento
Dispositivo onde a silhueta da pessoa é escaneada.

Em poucos segundos a silhueta da pessoa é escaneada e mostrada no monitor a frente:


Resultado do escaneamento.

2ª Parte: Dentro de uns 5 minutos as silhuetas das pessoas são processadas e ganham movimentos para que estejam em exposição no outro andar. O resultado disso são várias silhuetas dançantes como um "Ballet Digital" que o nome da obra sugere:


As silhuetas dançantes em exposição.

A tecnologia cada dia nos cerca mais e não podemos dizer que ela só se resume a computadores e televisores. Ela pode ser aplicada em diversas coisas como por exemplo à arte.
Este é um bom exemplo de como as Artes Plásticas não se resumem apenas à quadros e pinturas como se pensa atualmente, ela é muito mais abrangente à ideias e tem um arsenal interessante a ser descoberto por todos nós; basta parar com este perconceito e sair a procura. Ou quem sabe até produzir!

E para quem quer ver mais, aqui está um video sobre a obra.


Palavras-chave: Artes Plasticas

Postado por Fabio Carvalho de Oliveira em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 1 comentário

Agosto 30, 2010

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            Neste final de semana visitamos o Itaú cultural, e vimos à exposição de arte, ciência e tecnologia. A exposição é muito interessante e recomendo a todos que façam uma visita neste espaço, pois certamente irá encontrar uma relação direta entre arte e tecnologia, mas não podem demorar muito para fazer a visita, pois a exposição acabará dia 5 de setembro.

            Muitas obras de arte chamam atenção, porém a que mais medespertou consistia em um braço mecânico que tirava uma foto da pessoa sentada em um banquinho e fazia seu retrato.

            O robô podia desenhar a pessoa que estava sentada muito bem, fazia uma cópia fiel ao rosto da pessoa que se dispunha a ser modelo de sua obra.

O retrato ficava muito bem feito, porém deixava transparecer um pouco a mecanicidade com que ele foi feito, pois os traços eram de certa forma muito “regrados”.

Apresento abaixo uma fotografia que dá para ter idéia de como ficavam os retratos feitos por esse robô.

 Robô

A arte muitas vezes esteve relacionada com a tecnologia, nos períodos mais antigos os quadros representavam paisagens, de forma bucólica, como esta imagem pintada por Monet.

 Monet

Porém com o avanço da tecnologia, alguns artistas começaram a pintar quadros onde ela (a tecnologia) começa a aparecer, como esta de Tarsila do Amaral.

 Tarsila

Podemos perceber nesta pintura a representação de uma linha de trem, de postes com fios elétricos, sinais, locomotiva, ao mesmo tempo que trazia elementos como coqueiros, e igrejas, mostrando o contraste entre o natural e o criado artificialmente.

Neste caso o artista expressa pintando a tecnologia, porém nesta exposição do Itaú cultural a tecnologia é que faz a arte, e acredito que isto seja algo inovador e provocador.

Gostaria de fazer uma relação com a conversa que tivemos com Guto Lacaz neste sábado, ele levantou uma questão mais ou menos assim:

“Façam uma experiência, coloque um garfo em cima da televisão e vejam o que acontece. Alguém irá perceber e falar que aquele não é o lugar do garfo, mas porque não ?”

Esta exposição do Itaú cultural me fez refletir sobre isso, em geral o ser humano constrói a arte, e nela coloca elementos tecnológicos, nesta exposição à tecnologia faz a arte e coloca elementos do ser humano.

É claro que a tecnologia foi criada pelo ser humano e se o robô faz o retrato, na verdade é o ser humano que faz, pois foi ele que programou o robô, mas esta obra é muito provocadora e pode até servir de partida para algum movimento artístico novo, pois nos faz pensar que a máquina pode reproduzir um trabalho mecanicamente muitas vezes e fazer isso até com uma certa “perfeição”, porém não consegue criar nada de novo, mas o ser humano pode utilizar sua imaginação e reinventar formas diferentes de se fazer o mesmo retrato.

Gostaria de colocar aqui alguns retratos feitos por artistas diferentes, para que possamos ver cada um e pensar sobre a relação entre eles, à criatividade humana e a tecnologia.

 

Picasso

Picasso

 

Portinari

Portinari

 

Van Gogh

 Van

Paul Klee

 Paul Klee

Salvador Dali

 Salvador

Peter Bruegel

 Pieter

Cada obra de arte trás consigo a característica de seu artista, e é única, pois expressa o sentimento e a técnica que o ser humano tem e é acumulada durante anos, ela é carregada de significados diversos para o artista e para os apreciadores.

Palavras-chave: arte, Artes Plásticas, ciência, máquina, retraro, tecnologia

Postado por Diego Paulo Rhormens em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 0 comentário

Agosto 27, 2010

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Olá a todos.

Hoje realizei uma visita ao MAC, em busca de obras para a discussão de possíveis relações entre artes plásticas e ciências.

Apresento algumas das obras e comentários.

Autor: Darel Valença de Lins. Ano: 1968. Título: Multidão.



A multidão se dá por unidades disformes. Um todo discernível de uma construção ao fundo, porém cujas partes, destacadas, são informes.
Tal imagem leva à desnaturalização de uma operação típica das ciências, em especial da física: reduzir a complexidade de uma dada imagem a partes atômicas, aos fenômenos mais básicos, às equações mais gerais. Talvez o corte estabelecido pelas ciências desemboque num pedaço inerte e disforme, tal qual o indivíduo do quadro de Lins.

Autor: Cláudio Tozzi. Ano: 1969/80. Título: Astronauta



Este quadro faz parte de uma série de outros quadros do autor, todos similares. Astronautas de rosto pálido em coloridas espaçonaves e roupas espaciais. Talvez constitua uma crítica à exaltação do tecnológico, na qual os produtos de um desenvolvimento tão avançado acabem em um desinteresse pelo sujeito humano, criador da maravilha.

Autor: Miriam Chiaverini. Ano: 1965. Título: Vietnam

Imagem indisponível. Trata-se de uma colcha de retalhos, composta por manchetes de jornais e fotos, todos em cores pastéis. A composição da imagem parece violenta, as imagens foram rasgadas e coladas e apresentam borrões, estão anuviadas. Uma imagem monstruosa, feita de partes violentamente conjugadas. Não estaríamos em uma relação semelhante, por exemplo, ao dar uma imagem humana ao Universo ao construir modelos cosmológicos?

Eis minha contribuição de hoje. Postarei mais a respeito desta visita, pois há ainda algumas obras cuja análise ainda não pensei a respeito.

abs

Postado por Lucas em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 0 comentário

Agosto 23, 2010

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Quando fazemos uma visita á pinacoteca, podemos perceber a grande variedade de obras de arte que se encontram expostas.

Em algumas destas obras podemos notar a ciência presente, mesmo que de forma indireta. No período mais antigo da história, onde ainda não tinham inventado a máquina fotográfica, os retratos mostravam pessoas, paisagens, ruas da maneira com que as vemos, muito fiel ao objeto retratado em si.

Porém a tecnologia foi avançando, até que foi inventada a máquina fotográfica. E uma pergunta surgiu: Qual o objetivo de se fazer um quadro que retrata perfeitamente alguma paisagem ou alguem, se podemos tirar uma fotografia que retrata perfeitamente aquilo que estamos vendo ?

Neste contexto alguns artistas distorceram um pouco da realidade, criando quadros qua apenas os pintores poderão fazer, pois não tratam de uma representação fiel à aquilo que podemos ver. 

Além deste aspecto, podemos falar sobre a física presente em muitos quadros que retratam trabalhos cotidianos de pessoas. Temos quadros que representam a guerra com exércitos e canhões, por exemplo.

Depois da visita a pinacoteca, com tantas obras de artes, de cores, formas, objetivos e intenções diferentes, gostaria de enviar a letra de uma canção de Caetano Veloso, chamada trem das cores, onde as cores, a poesia, a música e a ciência se misturam.

Caetano Veloso - Trem das cores

A franja na encosta
Cor de laranja
Capim rosa chá
O mel desses olhos luz
Mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
A lua e a estrela
Anel de turquesa
Os átomos todos dançam
Madruga
Reluz neblina
Crianças cor de romã
Entram no vagão
O oliva da nuvem chumbo
Ficando
Pra trás da manhã
E a seda azul do papel
Que envolve a maçã
As casas tão verde e rosa
Que vão passando ao nos ver passar
Os dois lados da janela
E aquela num tom de azul
Quase inexistente, azul que não há
Azul que é pura memória de algum lugar
Teu cabelo preto
Explícito objeto
Castanhos lábios
Ou pra ser exato
Lábios cor de açaí
E aqui, trem das cores
Sábios projetos:
Tocar na central
E o céu de um azul
Celeste celestial

Palavras-chave: arte, Artes Plásticas, Caetano Veloso, ciencia, cor, moderna, musica, pinacoteca, trem das cores

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Postado por Diego Paulo Rhormens em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 1 usuário votou. 1 voto | 3 comentários

Agosto 22, 2010

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Na visita realizada à Pinacoteca do Estado tivemos a oportunidade de observar obras relacionadas à Ciências e Tecnologia.


DANILO DI PRETE                                            
Pisa / Itália, 17 de junho de 1911 – São Paulo, 8 de março de 1985
Considerado o criador da Bienal de Arte no Brasil.
Paisagem Cósmica: a obra foi criada no contexto das viagens e conquistas espaciais. Técnica: óleo.
Paisagem Cósmica

FRANCISCO MELO
Quando esteve na Europa visitou a IBM e o Comissariado da Energia Atômica. Disse "Estamos vivendo uma era pós-atômica, onde a informática substituiu a máquina, tornando mais sútil e apavorante esta espécie de dicotomia."
Post-Atomicum: há uma série de obras intituladas da mesma forma com uma numeração romana no final para identificá-las. Técnica: guache.
Post Atomicum VII

LUIZ SACILOTTO
Santo André, SP, 1924 - São Bernardo do Campo, SP, 2003
Obras caracterizadas pela repetição e sensação de movimento. Suas linhas eram rigidamente traçadas, era um pintor concretista.
Vibração Ondular: obra em exposição na Pinacoteca, mas sem versão digital para postagem. Outra obra de Sacilotto que apresenta ilusão de óptica como característica é Concreção.
Concreção

 

Palavras-chave: Artes Plásticas, Pinacoteca

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Postado por Karina Pavanelli em Ciência e Cultura (Licenciatura do IFUSP) | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

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