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        <title><![CDATA[Caio Cicero Gomes : Atividade]]></title>
        <description><![CDATA[Atividade de Caio Cicero Gomes, no Stoa.]]></description>
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            <title><![CDATA[USPNet e MacOS X]]></title>
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            <pubDate>Fri, 05 Dec 2008 18:27:22 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[USPNet sem fio]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[mac os x]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Um problema muito estranho tem acontecido, pelo menos no IFUSP: Todos os usuarios de Mac, quando tentam se conectar a internet, não conseguem. No entanto, estao todos logados na rede. </p><p> </p><p>Conseguimos então transferir arquivos pela rede, compartilhar iTunes.</p><p> </p><p>E mais estranho ainda: Se abro o VMWare e emulo o Windows, eu consigo utilizar a internet (no mesmo computador).</p><p> </p><p>Diversos amigos já reclamaram, mas até agora ainda não tem funcionado. </p>]]></description>
        </item>
                
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            <title><![CDATA[Wii Whiteboard]]></title>
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            <pubDate>Sat, 12 Apr 2008 21:56:15 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[eduação]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[wii]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[whiteboard]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Recebi isso em uma lista de email dos meus amigos do IF.</p><p>&nbsp;</p><p>Ai procurei os outros videos relacionados. Isso não é uma solução interessante para escolas?</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/245">http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/245</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5s5EvhHy7eQ"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed class="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/5s5EvhHy7eQ" width="400" height="300"/></embed></object></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><object width="400" height="300"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BSDxc2kFjms"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed class="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/BSDxc2kFjms" width="400" height="300"/></embed></object></p>]]></description>
        </item>
                
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            <title><![CDATA[Gravidade 2+1 [3]]]></title>
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            <pubDate>Thu, 10 Apr 2008 15:17:45 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[gravitação 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravitacao quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade d=3]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[quantum gravity]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[física]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Antes de começar a falar de como podemos descrever essa teoria, vamos entender porque vale a pena estudar ela.</p><p>&nbsp;</p><p> Primeiramente é uma teoria que tem as mesmas bases da Relatividade Geral em d=4, mas com muito menos graus de liberdade, como vimos anteriormente. Na verdade, não temos graus de liberdade locais. Com isso, os únicos graus de liberdade da teoria são os graus de liberdade <em>globais</em>. É ai que a mágica ocorre: com esses poucos graus de liberdade, um efeito que veremos mais para frente se justifica: A equivalencia entre os difeomorfismos e as simetrias globais da teoria. Então um dos grandes problemas da gravidade em d=4, que é a construção de observaveis invariantes por difeormofismos, não existe mais.  Ou seja, nós podemos construir uma teoria de gravitação quantica em d=3.</p><p>&nbsp;</p><p>Com essa teoria, apesar de ser muito mais simples que a Gravitação em d=4, podemos agora estudar aspectos fundamentais da teoria: Transições topológicas, problemas do tempo etc.... E com isso ter uma compreensão maior de como seria essa teoria de gravitação quantica em d=4. </p><p>&nbsp;</p>]]></description>
        </item>
                
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            <title><![CDATA[Gravidade 2+1 [2]]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/caio/weblog/20229.html</link>
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            <pubDate>Wed, 09 Apr 2008 17:50:18 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravitação 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravitacao quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade d=3]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[quantum gravity]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[física]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Agora já entendemos que  o número de graus de liberdade na teoria da gravitação <em>pura</em> é bastante reduzido. Quais consequencias imediatas isso acarreta? </p><p>&nbsp;</p><p>As eq. de movimento da relatividade Geral são as chamadas Eq. de Einstein. Elas são <img src='http://stoa.usp.br/_latex/0ac1dcecbbecb2e43bf3820dbd8581ec.png' title=' R_{munu}-frac{1}{2}g_{munu}R=0' alt=' R_{munu}-frac{1}{2}g_{munu}R=0' align='absmiddle'> (desconsiderando qualquer campo de matéria). Dela, podemos imediatamente descobrir que <img src='http://stoa.usp.br/_latex/bbac866fef4adae62451a4d889a21c4f.png' title='R=0' alt='R=0' align='absmiddle'> e <img src='http://stoa.usp.br/_latex/a12fea691cdd763cf4ffae6bf6048f30.png' title='R_{munu}=0' alt='R_{munu}=0' align='absmiddle'> e portanto o <em>Tensor de Riemann</em> mencionado no post anterior também será identicamente nulo. </p><p>&nbsp;</p><p>Isso poderia passar, para alguém que estudou um pouco de Relatividade Geral, que a teoria de Gravidade em d=3 é uma teoria trivial, já que o espaço seria sempre plano, e portanto sem dinamica. Só que nesse esquema ainda falta um ingrediente importate: A Topologia. As equações de Einstein não determinam a topologia do espaço, e portanto nosso trabalho agora será estudar &#39;os graus de liberdade globais&#39;, que surgem na teoria, advindos dos diferentes tipos de topologias.</p><p>&nbsp;</p><p>Isso leva diretamente a primeira descriação desse modelo, que é chamada de <em>Estruturas Geométricas</em>. </p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Gravidade 2+1]]></title>
            <link>http://stoa.usp.br/caio/weblog/20074.html</link>
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            <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 14:23:23 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[gravitacao quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade quantica]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravitação 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade d=3]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[gravidade 2+1]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[quantum gravity]]></dc:subject>
		<dc:subject><![CDATA[física]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p>Faz tempo que estou com vontade de voltar a escrever alguma coisa em blog. Aproveitando a fase, vou falar um pouco de coisas que tem surgido na Física por ai.</p><p>&nbsp;</p><p>Porque é interessante estudar gravitação em um número tão baixo de dimensões?  </p><p>A maioria das pessoas ouvem falar em  teorias com dimensões extras. Muitas vezes essas teorias tema intenção de serem teorias fundamentais, mas isso não ocorre na gravitação em 2+1. Lá estudamos a teoria realmente como um <em>toy model. </em>Alguma vantagem temos em estudar esse <em>toy model</em>?</p><p>A gravidade é uma teoria geométrica do espaço. As propriedades de curvatura no espaço estão expressas em uma entidade chamada <em>Tensor de Riemann.</em>  Em 4 dimensões, é um resultado bem conhecido que esse tensor tem 20 componentes indepedentes. Como nesse número de dimensões temos 10 equações de movimento para a teoria (as chamadas Eq. de Einstein), ainda temos dez componentes &#39;livres&#39;. Agora em tres dimensões uma <em>mágica</em> acontece. O número de componentes do tensor de Riemann é seis, que é o mesmo número de equações de movimento. Isso mostra que propriedades geométricas serão unicamente determinadas pelas equações de movimento. </p><p>&nbsp;</p><p>Esse é um dos motivos da simplicidade  da gravidade 2+1. De outro modo, você pode tentar contar o número do &#39;graviton&#39; da teoria. Para isso determinaremos a quantidade de graus de liberdade locais.  Teremos <img src='http://stoa.usp.br/_latex/9acb0e050bd90cb13f586e33916c1aab.png' title='nfrac{n+1}{2}-n' alt='nfrac{n+1}{2}-n' align='absmiddle'> componentes, mais suas derivadas temporais, o que resulta em  <img src='http://stoa.usp.br/_latex/1e329fd14bfc1dbca6de9d44ef95c8fe.png' title='n(n-1)' alt='n(n-1)' align='absmiddle'>. E dessas podemos eliminar <img src='http://stoa.usp.br/_latex/7b8b965ad4bca0e41ab51de7b31363a1.png' title='n' alt='n' align='absmiddle'> componentes via escolha de coordenadas e <img src='http://stoa.usp.br/_latex/7b8b965ad4bca0e41ab51de7b31363a1.png' title='n' alt='n' align='absmiddle'> vinculos nas equações de Einstein. Isso da uma quantidade total de <img src='http://stoa.usp.br/_latex/d4d31b630724e0be8b8222b59ae25a0c.png' title='n(n-3)' alt='n(n-3)' align='absmiddle'>. </p><p>&nbsp;</p><p>Em d=4 isso são 4 graus de liberdade, e em d=3 são zero! Isso significa que não existem gravitons na teoria em d=3. Isso é outra amostra da simplicidade da teoria, que mais pra frente permite que efetivamente a quantizemos.</p><p>&nbsp;</p><p>No próximo post tento explicar quais consequencias saem dessa simplicidade, o que nos gera efetivamente três manerias de descrever a teoria!</p>]]></description>
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            <title><![CDATA[Panfleto Seminarios]]></title>
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            <pubDate>Mon, 11 Feb 2008 18:48:39 GMT</pubDate>
            <description><![CDATA[]]></description>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Paradoxo dos Gêmeos em espaços compactos]]></title>
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            <pubDate>Tue, 03 Apr 2007 02:53:38 GMT</pubDate>
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