Stoa :: Bruno Mauricio Batista de Albuquerque :: Blog

dezembro 17, 2009

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http://www.eugostodefisica.blogspot.com/

Toda crítica é bem vinda.

Obrigado e Boas Festas pra todos.

Palavras-chave: blog

Postado por Rosselini Cansancao de Sa em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

dezembro 03, 2009

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Há algum tempo, foi exibido um quadro no Fantástico (da Rede Globo) estrelado por Regina Casé, mostrando o papel das lan-houses nas periferias das grandes cidades. Você pode conferir o vídeo abaixo:

Ao assistir esse vídeo podemos perceber como as ferramentas da Web estão cada vez mais próximas de todos. Mesmo pessoas com uma renda mais humilde podem usufruir da rede mundial de computadores graças ao advento das lan-houses. Com poucas moedas, é possível ter um livre acesso ao computador por algumas horas. Somado a isso, vemos também que os empreendedores desse tipo de serviço são bem-sucedidos em seu negócio já que o acesso à Internet é praticamente um fator indispensável no mundo atual.

Sendo assim, concluímos que existe uma inclusão digital. Cada vez mais pessoas estão sendo inseridas no universo virtual e se familiarizando com as novas tecnologias. É aí que surge a pergunta: está mesmo havendo uma inclusão digital de verdade? Ou será que ainda não podemos considerar essa onda de lan-houses como inclusão?

Serei mais claro no que quero dizer: embora o acesso à Internet esteja disponível para todas as classes de uma forma ou de outra, será que podemos pensar que realmente esse acesso esteja sendo utilizado da melhor maneira possível? Entra aqui minha opinião pessoal: não necessariamente...

Acontece que o acesso à Internet não é seguido de uma orientação adequada. Embora o acervo infinito de recursos proporcionado pela rede esteja ao alcance de pessoas menos favorecidas financeiramente, isso não é garantia de que eles conseguirão ter absoluto controle sobre elas.

É claro que uma pessoa pode muito bem buscar sua própria orientação pela própria Internet. O próprio vídeo exibido acima mostra que muitos dos usuários conseguem manusear o computador muito bem. No entanto, será seguro deixar que todos descubram como se utilizar do computador e da Internet por sua própria conta? Um novo usuário aprenderá o que fazer apenas com outro usuário que aprendeu por si mesmo? Será que essa é a melhor forma?

 Pensando mais profundamente, vemos que, apesar da indiscutível utilidade que o acesso à Internet traz às periferias, não há uma preocupação com uma orientação, uma educação ao uso dessa nova ferramenta. Quais informações da Internet confiar, ética virtual, conhecimentos básicos de programas do Office, etc, são pontos importantes que são facilmente negligenciados.

  Em resumo: é muito bom que a Internet esteja cada dia mais acessível. Contudo, precisamos pensar que apenas permitir esse acesso sem dar uma orientação adequada pode levar os novos usuários a uma "alienação digital"

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

novembro 30, 2009

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Amigos, após iniciar meus estudos nessa disciplina, resolvi elaborar um blog e um grupo de estudos, peço aos interessados que acessem os links e me mandem sugestões, caso queiram, para que eu possa desenvolver ainda mais essas ferramentas.

http://eugostodefisica.blogspot.com/

http://mundodafisica.groups.live.com/

Obrigado!!!

Palavras-chave: blog distância ensino grupo estudos

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Postado por Rosselini Cansancao de Sa em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

novembro 26, 2009

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Olá!

Apresento aqui um site hindu, muito legal, diga-se de passagem, que tem o intuito de ensinar Física com materiais de baixo custo, em sua grande maioria. O site fornece vários experimentos, que abordam os mais variados fenômenos, desde os mais simples aos mais complicados. Os experimentos possuem roteiros detalhados com imagens e vídeos (em alguns casos) e são, na maioria das vezes, de fácil construção.

Levando-se em consideração a importância da experimentação (laboratório) no Ensino de Física e a falta de recursos e espaço que se tem muitas vezes nas escolas públicas. Acredito que o uso de materiais de baixo custo possa incentivar professores a adotar essa prática como uma ferramenta de ensino, que possa ser aplicada ao longo do processo de ensino de Física. Mesmo porque esses materiais são facilmente obtidos e não é estritamente necessário o uso de um local específico para a aplicação de tais experimentos, podendo ser feita dentro da própria sala de aula.

Aqui segue o link do site: http://www.arvindguptatoys.com/toys.html

Abaixo segue um exemplo dos experimentos apresentado no site. No caso, é um experimento que eu já testei.

Roteiro com imagens:

Vídeo explicativo:


 

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Postado por Daniel Ortega da Cruz | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

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Olá!

Estou postando uma imagem modificada, que está sob licensa Creative Commons. A imagem em questão é de uma aranha de chamada "Dolloff cave spider" para maiores informações acesse: http://en.wikipedia.org/wiki/Dolloff_cave_spider

A imagem que estou postando foi editada com o auxílio do software IrfanView que é bem fácil de ser utilizado.

O arquivo original pode ser encontrado no link abaixo. Os créditos são reservados a Ptrwatson418.

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Dolloff_cave_spider.jpg

 

Este post é Domínio Público.

Postado por Daniel Ortega da Cruz | 0 comentário

novembro 20, 2009

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A Web é a plataforma computacional do futuro. O último exemplo: Chrome OS nem vai ter aplicativos "nativos" (todas as aplicações vão ser escritos em HTML/CSS/Javascript). Até Microsoft parece que está se dando conta da importância de atrair desenvolvedores Web para as suas tecnologias. Pessoalmente uso e desenvolvo código numa plataforma Linux, mas para quem está preso no universo Microsoft e mesmo assim quer começar com desenvolvimento Web a nova plataforma de tecnologias web do Microsoft parece bem interessante.

É nada mais ou menos do que um instalador (ou gestor de pacotes) que permite facilmente criar a pilha básica necessário para rodar aplicativos Web na sua máquina Windows. Inclui Mysql, o servidor Web do Microsoft, PHP ou ASP, etc. Tudo gerido por um único instalador, que também permite instalar com alguns cliques software tradicionalmente rodados numa pilha LAMP: Moodle, Drupal, SugerCRM, etc. etc.

Testei numa máquina Windows do nosso laboratório e consegui ter um mabiente de desenvolvimento PHP e um Moodle rodando na máquina (que alias é bem basicão: CPU 1.6G, 1G de RAM) em 40 minutos, apesar de não trabalhar com Windows faz 4 anos. Veja.

Primeiro, baixei o instalador e escolhi alguns pacotes (IIS, PHP, Moodle, etc.) Não tinha escolhido Mysql, mas o instalador entendeu a dependência do Moodle em Mysql e selecionou automaticamente.

Neste passo deu um erro: a instalação do IIS, o servidor Web do Microsoft pedia a inserção do CD do Windows. Só a segunda vez que tentei, com o CD em mãos, consegui instalar todos os pacotes.

Mas a recuperação foi até boa. A segunda vez o instalador percebeu que já tinha baixado os pacotes que não conseguiu instalar a primeira vez e se recuperou bem.

A configuração do Moodle deu um errozinho (o instalador configurou config.php com $CFG->dirroot = "c:/inetpub/moodle"; em vez de C:/Inetpub, mas isto foi fácil de corrigir. A instalação do Netbeans também é simples e em 40 minutos consegui ter um ambiente de desenvolvimento PHP na máquina:

Tenho certeza que isto também seria uma solução muito interessante para escolas ou empresas pequenas que não tem a capacidade técnica de manter um servidor Web Linux mas que mesmo assim vão poder rodar aplicativos como Moodle dentro das suas redes internas, sem depender de hospedagem externo e conectividade com a Internet. 

Uma outra utilidade é a confecção de cursos no Moodle: o professor poder editar o seu curso no seu laptop, em casa, mesmo sem acesso à internet e depois transferir o seu trabalho para o Moodle titutlar mantido pela sua instituição.

Palavras-chave: fap0459, microsoft, web

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Ewout ter Haar em FAP0459: Tecnologia Educacional | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

novembro 13, 2009

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Galera, visitem nosso site ele está em construção mais já está na web.

Palavras-chave: www.microgravidade.com.br

Postado por Cristiano Nicolau Martins em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

novembro 01, 2009

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 Ainda falando da influência de games no ensino, achei uma animação em Flash legal (está em Inglês, mas acho que dá pra entender bem).Aqui Mario tem algumas aulas de Física Básica de uma maneira bem diferente.

http://www.newgrounds.com/portal/view/248844

 

 

Palavras-chave: animação, ensino informal, fap0459, games, Mario, tecnologia educacional

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 1 comentário

outubro 26, 2009

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 Olá a todos! Há quanto tempo! ^^

 Pois é, ando meio ocupado esses dias e deixei esse blog um pouco abandonado...mas estou aqui de volta e pronto para mais um ótimo momento de reflexão!

 

 Lembro que no início da nossa disciplina de Tecnologia Educacional, o Igino fez uma postagem comentando sobre o uso futuro de mídias e videogames no ensino (nesse link aqui: http://stoa.usp.br/iginogvm/weblog/59416.html). Mas será que isso está tão distante assim? Bem, acho que não.

  Como já mencionei em outro post, sempre gostei de videogames e jogos eletrônicos (embora atualmente não tenha nem muito tempo e nem muito dinheiro para jogar). Também sempre me surpreendeu o quanto o mercado de games evoluiu com o passar dos anos: as novas tecnologias e a computação gráfica avançaram de forma simplesmente espantosa! Minha admiração é tamanha que acabei defendendo a tese de que videogames, além de um divertimento, são também uma forma de cultura e (por que não?) arte.

  Tudo bem. Eu posso ser suspeito para falar bem desses jogos. Muitos educadores e pais podem torcer o nariz e dizer que videogames são nocivos, induzindo ao sedentarismo, violência, isolamento social e alienação. Bem, não posso negar que certas pessoas possam ficar tão fascinadas por seus jogos que acabam exagerando. Mas isso depende de pessoa para pessoa e não é bem isso o que quero tratar hoje com vocês. Minha intenção é levantar a seguinte pergunta: "Se videogames são tão populares entre os estudantes, por que não usá-los com fns educativos?"

  Alguém poderia responder essa pergunta com: "Ah, mas existem milhares de jogos educativos para computador!" Sim. É verdade. Mas será que nossos alunos vêem mesmo isso como divertido? Ou será que vêem como uma forma diferente de estudar, mas ainda não conseguem separar isso da figura da escola? Ora, quando se quer JOGAR alguma coisa, se quer DIVERSÃO. Um jogo chama a atenção do aluno por ser divertido. Criar um jogo educativo é uma ótima iniciativa, mas quando se trabalha com isso deve-se pensar muito nos fatores diversão e interesse. O "aprender enquanto se diverte" eo "se divertir enquanto se aprende" são coisas diferentes.

 Mas existem jogos assim? Sim, existem. Para dizer a verdade, isso não é algo tão novo assim. A empresa de jogos japonesa Nintendo já havia trabalhado com essa ideia nos anos 90. A empresa liberou os direitos de seus famosos personagens da série Mario Bros. para outras desenvolvedoras de jogos da época (como a The Software Toolworks e a Brainstorm) criarem games voltados para fins educativos. Embora jogos com a imagem de Mario e cia. sempre fossem sinônimo de sucesso, os jogos em questão não tiveram grande êxito. Talvez por não terem tido a mesma tradição de jogos programados pela Nintendo ou pela dificuldade dos jogadores associarem um jogo do Mario com estudos (ora, quando se joga Mario se quer sair por aí pulando em tartarugas e não respondendo perguntas). Entre esses jogos podemos citar Mario is Missing! (onde Luigi procurava Mario pelo mundo todo e o jogador precisava responder questões de Geografia) e Mario's Time Machine (onde se respondia questões de História Geral).

Capa do jogo Mario is Missing! para Super Nintendo

 Apesar do fracasso desses jogos no passado, no presente muita coisa mudou. Podemos dizer que, antigamente, faltou um fator importante nos jogos citados: diversão. Eles não eram interessantes ou divertidos (posso dizer isso, já que, na época em que tinha meu Super Nintendo, aluguei Mario is Missing! e me arrependi profundamente). Como eu já disse: queremos diversão! Será que atualmente existem jogos onde podemos aprender enquanto nos divertimos?

 A resposta é sim! Existem jogos muito divertidos e com grande potencial educativo! E a Nintendo, nossa grande líder dos games, é a grande pioneira nesse ramo de jogos graças ao seu console portátil mais recente: o Nintendo DS!

 Para quem não conhece, um Nintendo DS é um videogame portátil sucessor do Game Boy, com um detalhe a mais: há duas telas, sendo que uma delas é sensível ao toque. Com o uso de uma caneta stylus é possível interagir com a tela sensível dando um dinamismo a mais em todos os jogos. Sem contar que o DS permite acesso a conexões wireless, permitindo também interações online.

  Mas que tipos de jogos educativos o DS pode oferecer? Bem, temos uma lista imensa de jogos interessantes disponíveis. Aqui citaremos apenas alguns:

* Brain Age: é um jogo formulado pelo neurologista japonês Ryuta Kawashima que compara sua idade cerebral com sua idade real. Ele oferece vários exercícios (como resolver uma série de contas de matemática em pouco tempo ou memorizar a posição dos competidores de uma corrida) e, dependendo de seu desempenho, sua a idade cerebral é calculada. Sabe-se que é necessário um treino diário do cérebro para mantê-lo sempre saudável e o jogo oferece um programa que permite diferentes exercícios diários para treinar a mente. Graças ao calendário interno do DS é possível acompanhar seu desenvolvimento diário e realizar o teste de sua idade cerebral quantas vezes quiser

* Big Brain Academy: semelhante ao Brain Age, mas com elementos mais cômicos sendo mais voltado para o público infantil. Aqui também são apresentados diferentes exercícios e, dependendo de seu desempenho, o programa calcula a massa do seu cérebro (!). É um jogo divertido que permite um treino mental intensivo

* Série My Coach: My Coach é uma série de jogos desenvolvidos pela Ubisoft para o DS que permitem o aprendizado de outro idioma. É possível aprender Japonês, Chinês, Francês e Espanhol, além de existirem versões que permitem melhorar o vocabulário do próprio idioma Inglês. São apresentadas várias lições de vocabulário e gramática, acompanhadas de jogos interativos que tornam a memorização das palavras muito mais fácil e divertida. Embora sejam jogos realmente voltados para o aprendizado, a diversão acaba superando o "ter que estudar"

* Lucky Star Moe Drill: jogo lançado apenas no Japão. Focado nas personagens do desenho Lucky Star, o jogo traz uma série de desafios de Gramática Japonesa e Matemática. Para quem não entende Japonês, pode se divertir com os desafios de matemática (que nada mais é do que resolver todas as contas o mais rápido possível), mas saiba que é mais difícil do que parece.

* Mechanic Master:aqui você deve resolver uma série de quebra-cabeças criando sistemas mecânicos com os materiais disponíveis. Algo bem parecido com a abertura do Rá-Ti-Bum. Desenvolve a criatividade e familiaridade com a Física.

* Professor Layton and the Curious Village: nesse jogo você vive a aventura de Professor Layton e seu parceiro Luke na tentativa de desvendar os segredos de uma vila misteriosa. No meio do caminho, o jogador precisa resolver centenas de enigmas que vão desde charadas até questões de Matemática. Mas os problemas são tão interessantes que é normal se pegar horas e horas pensando em um único enigma.

 Claro que existem vários outros jogos que estimulam o raciocínio e o aprendizado além de proporcionarem ótimos momentos de diversão. Também é importante lembrar que videogames no Brasil são caros e nem todos os alunos teriam acesso a esses jogos. Mesmo o que poderiam comprar há também as limitações de idioma (nenhum deles possui uma versão original em português). Mesmo assim, creio que seja interessante mostrar que existem jogos muito divertidos e que permitem um bom desenvolvimento mental. Em tempos de aprendizado virtual, esperamos que os desenvolvedores e educadores pensem bastante no fator diversão ao criarem novos jogos educativos.

PS: Podem comentar, eu não ligo..^^'

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 1 comentário

outubro 23, 2009

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O ato estudantil que mobiliza 1.100 estudantes desde o início da tarde desta sexta-feira, 23 de outubrode 2009, continua provocando lentidão na avenida 23 de Maio --que integra o corredor norte-sul, em São Paulo-- no sentido Santana.

O evento conhecido como "Peruada" é realizado anualmente por estudantes da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo). Por volta das 16h30 os estudantes passavam pelo viaduto do Chá, no centro da cidade.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a mobilização deve terminar quando os estudantes chegarem ao largo do Paisandu, também no centro. A companhia recomenda que os motoristas evitem trafegar pelo corredor norte-sul na tarde de hoje, ou retardem seus compromissos na região.

...

Esse foi um trecho de uma reportagem da Folha Online, o que me indignado é numa cidade como São Paulo, alunos da USP, fazerem isso. Acorda, minha gente. Essa cidade não comporta manifestações que existem por causa da chamada "tradição". Sem contar que esses serão os próximos delegados, advogados, promotores e juízes. Estamos perdidos.

Postado por Rosselini Cansancao de Sa em FAP0459: Tecnologia Educacional | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

outubro 20, 2009

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O tópico da aula passada era aplicativos Web, os software livre disponíveis, a criação de domínios próprios,  e a escolha do serviço de hospedagem. Falamos também sobre as implicações das suas decisões técnicas para por um lado a sua autonomia (controle sobre a sua "marca" e software) e por outro lado a facilidade de uso (a barreira de entrada para criar um blog no wordpress.com é muito baixa).

Um serviço de hospedagem grátis que usamos no ano pasado era 000webhost. O Marcelo conseguiu fazer coisas bem interessantes para o seu projeto da disciplina. Serviços deste tipo são legais para fins didáticos e treinamento mas tem o desvantagem que pode cobrar exatamente o que você pagou: nada. E este ano parece que eles não está mais aceitando usuários novos.

Mas o André Luiz do diurno achou este serviço equivalente: hoxt.me. Criei uma conta e agora a pouco tentei instalar um blog neste serviço. Em princípio, parece simples: tem um instalador de aplicativos Web. Deveria poder instalar um software do tipo Wordpress, Drupal, Joomla, etc. com alguns cliques.

Mas na prática, não é tão simples assim. Veja os passos:

Criar base de dados

Quase todos os aplicativos Web precisam de um banco de dados para guardar as contribuições dos usuários do software. Geralmente um BD do tipo Mysql é usado. O primeiro passo (antes de usar o "Aplication Installer") é criar um base de dados. Pode fazer isto no ítem "Create / Delete MySQL database").

Cuidado: tem três (3) passos: primeiro criar o base de dados (não esquecer clicar "Create Database"), depois criar um usuário e finalmente dar os privilégios ao usuário para mexer neste base de dados.

Criei um base de dados chamado fap0459_wordpress, um usuário chamado fap0459_wordpress.

Instalar arquivos do Wordpress

Este passo é simples quando use o instalador do hoxt.me (mas veja em baixo: isto vai instalar uma versão muito antiquada do Wordpress. Seria muito melhor baixar uma versão atualizada do Wordpres.org e transferir estes arquivos no seu espaço no hoxt.me)

Instalar Wordpress

Agora é só passar pelo processo de instalação do Wordpress: preenche no formulário o nome do base de dados que acabe de criar, o usuário e a senha (deste usuário do MySQL!).

Começar editar o seu blog

O script de instalação vai criar um usuário "admin" e uma senha. Agora pode entrar no interface de administração do Wordpress e começar editar post.

Mas descobri que a versão do Wordpress que o hoxt.me instalou no meu espaço era completamente obsoleto (2.0 em vez de 2.8.4). Isto é um pouco decepcionante. Tentei entrar na minha conta via ftp, para transferir os arquivos do Wordpress atualizada, mas houve um bug e não consegui entrar.

Conclusão

O resultado portanto foi um fracasso: o que ganhamos com o trabalho extra de configurar um serviço de hospedagem se não podemos instalar o nosso próprio software? Assim, é muito melhor criar um blog no Wordpress.com, onde tenho certeza que o software e servidores são bem administradas e eu tenho muito menos dor de cabeça.

Tem talvez a vantagem que pode usar o serviço para experimentar outros software, como PHPBB2. Mas sem possibilidade de transferir os seus próprios arquivos, não é um serviço muito útil, mesmo para fins didáticos.

Acho que vão ter que usar o socrates mesmo.

Palavras-chave: fap0459, hospedagem, hoxt.me

Postado por Ewout ter Haar em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

outubro 10, 2009

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 Mangás (quadrinhos japoneses) pertencem ao conjunto de minhas maiores paixões. E, é com grande alegria, que recebi a notícia da Editora Novatec sobre o lançamento de diversos livros educativos em estilo mangá onde tópicos complicados como Física, Cálculo, Estatística, Eletricidade e Biologia Molecular são tratados de forma bastante divertida e humorada.

 A série The Manga Guide To foi publicada no Japão pela editora Ohmsha e nos EUA pela Editora No Starch Press, sendo um grande sucesso nesses países. A Novatec é uma editora com experiência em publicações voltadas para atualizar o leitor em tecnologia da informação, tendo diversos livros técnicos.

 Fica a dica para quem curte o estilo mangá ou para professores que procuram um material diferente. Os livros devem começar a chegar às prateleiras esse mês.

 Mais informações no site da Novatec.

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 0 comentário

outubro 02, 2009

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Postado por Aline Durães

Imagem modificada sob licença Creative Commons:

 

A imagem original encontra-se abaixo:

Link original: http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2008/08/28/creative-commons-and-th

Palavras-chave: creative commons, fap0459

Postado por Aline Durães | 0 comentário

outubro 01, 2009

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Postado por Aline Durães

O vídeo colocado abaixo foi o ganhador do Festival 2 minutos da USJT 2009.

Sempre tive grande interesse por cinema, mesmo sendo da área de Exatas, resolvi postar o curta que meus amigos fizeram e venceram o Festival 2 minutos da USJT onde estudam.

Além do mais, como já fiz outras participações em curtas que eles produziram, fiquei extremamente feliz quando soube desta mais nova conquista e decidi disponibilizar o link deste curta para que mais pessoas possam prestigiar o trabalho, assisitindo e, quem sabe, fazendo críticas e/ou elogios.

Espero que gostem!

 

Postado por Aline Durães | 1 comentário

setembro 29, 2009

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Para os colegas que desejam saber um pouco mais sobre direitos autorais e para que suas publicações na NET, estejam em conformidade com as leis e regras existentes. Creio que se estivermos melhor informados sobre o tema, respeitarmos e se soubermos repassar estas informações, estaremos dando boa contribuição para a comunidade!

WriteRights

O link é extenso e ainda não sei como economizar nesse tipo de ponteiro, desculpem e aproveitem! http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://farm1.static.flickr.com/200/442332078_4a5d94eee3.jpg&imgrefurl=http://rising.globalvoicesonline.org/blog/2008/08/28/creative-commons-and-the-culture-of-sharing/&usg=__t6gIk8g3vRk8Hgz6WjQX5PXdwTI=&h=353&w=320&sz=29&hl=pt-BR&start=4&tbnid=Am244MGO9GuOaM:&tbnh=121&tbnw=110&prev=/images%3Fq%3Dcreative%2Bcommons%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DG

Sucesso à todos.

Postado por Francisco Carlos Ceoni em FAP0459: Tecnologia Educacional | 1 comentário

setembro 25, 2009

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Lembrando a aula que tivemos sobre Creative Commons, encontrei um vídeo que explica esse conceito de forma bastante divertida

Palavras-chave: creative commons, fap0459, video

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 1 comentário

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Olá a todos! Bem-vindos a mais um breve momento de reflexão! Continuamos no mesmo tema, o mundo virtual, e relembrando as últimas aulas de Tecnologia Educacional a respeito das diferentes mídias sociais, hoje a conversa será sobre um tipo de mídia bastante popular entre os jovens: trata-se de jogos online!

Pessoalmente sou uma pessoa que sempre gostou e se divertiu com jogos eletrônicos (embora não tenha condições econômicas o suficiente para adquirir jogos mais modernos...¬¬). E, assim como a maioria das áreas tecnológicas, o mercado de games evoluiu absurdamente. A qualidade gráfica dos jogos atuais é fascinante e merece o reconhecimento até mesmo de quem não seja muito interessado em jogos.

Trailer do jogo Final Fantasy XIII

Mas, além dos efeitos especiais e gráficos divinos, os jogos atuais contam com mais um agravante que, no momento, será o ponto central de nosso interesse: interatividade.

Há alguns anos atrás, games eram jogados, principalmente, em redes locais. No caso de consoles domésticos, era necessária a presença de todos os jogadores na mesma sala para que as partidas fossem disputadas. Com o advento da Internet, a interatividade dos jogos foi absurdamente ampliada. Atualmente, é possível jogar simultaneamente com qualquer jogador de qualquer local do planeta. Isso se extende até mesmo aos consoles domésticos. As últimas gerações de aparelhos possuem opção para partidas online, além de permitirem acesso a diversos serviços das empresas produtoras como download de novos jogos, atualizações, etc.

Entre os jogos online, podemos destacar os MMORPGs (Massively Multiplayer Online Role-Playing Game) ou simplesmente RPGs online. Jogos de RPG (Role Playing Game, ou, em português, Jogo de Interpretação de Papel) permitem ao jogador assumir o papel de um personagem e passar pela história desse personagem.A maioria dos RPGs (cerca de 90%) possui uma história inspirada na fantasia medieval, mas pode se passar em qualquer contexto.

RPGs possuem sua origem nas versões de mesa, onde os jogadores-personagens eram guiados por um jogador-mestre responsável pelo desenvolvimento da história e controle das regras do jogo (que poderiam variar dependendo do contexto que se desejar jogar). Não demorou muito para surgirem versões eletrônicas desses jogos, sendo séries como Final Fantasy e Dragon Warrior bastante conhecidas nesse meio. No entanto, esses jogos ainda não permitiam uma grande interatividade (a grande maioria dos jogos eram para apenas um jogador). Em 1997, foi criado um dos primeiros títulos a utilizar recursos online: Tibia. Apesar de seus gráficos de baixa qualidade e ausência de trilha sonora, Tibia tornou-se bastante popular.Algum tempo depois, com o avanço da Internet e das redes sociais, iniciou-se a explosão dos RPGs online. Dentre os títulos mais famosos, pode-se destacar Ragnarok, Lineage, Grand Chase, World of Warcraft e Maple Story. A Level Up! Games tornou-se a pioneira nessa área, atuando como distribuidora de grande parte dos jogos online disponíveis no mercado.

Tibia Online

Tela de Tibia

Vídeo exemplo de Line Age II

 

A dinâmica dos RPGs online é um pouco diferente dos RPGs para consoles antigos. Nesses jogos, não há apenas um objetivo pré-determinado, nem tampouco uma história a ser seguida linearmente. O jogador tem total liberdade em um universo virtual, podendo interagir não apenas com os objetos desse universo mas também com jogadores do mundo todo que estejam ali presentes. As opções e desafios colocados e atualizados regularmente pela administração dos servidores desses jogos permitem que se tenha um leque de opções infinito, tendo uma novidade a cada segundo. E é isso que torna esses jogos tão atraentes. Basicamente, criar um novo personagem para o jogo já pode representar uma alteração naquele universo virtual.

Tudo isso nos leva a pensar o quanto as redes sociais podem ser utilizadas em todas as áreas. Estar em um universo virtual com acesso a jogadores do mundo todo é uma ideia no mínimo empolgante. E claro que a tecnologia só tende a aumentar: em alguns anos, a realidade virtual evoluirá tanto que, provavelmente, poderemos jogar MMORPGs como se estivéssemos dentro de um sonho ou algo parecido.

Claro que é preciso lembrar de que tudo tem seu lado negativo. Se por um lado estamos conectados com o mundo todo, por outro estamos solitários, jogando trancados em nossos quartos. Por mais que possamos digitar e teclar com as pessoas com quem estamos jogando, nunca será a mesma coisa daquelas horas divertidas com o pessoal jogando videogame na sua casa. Convenhamos que é muito divertido ver a cara da pessoa ao vivo depois de levar um casco azul no Mario Kart!

De qualquer forma, é inegável que a interatividade nos jogos só tende a aumentar. Amando ou odiando jogos eletrônicos é necessário admitir que são elementos cada vez mais presentes no mundo pós-moderno e, querendo ou não, são elementos culturais.É isso. E nos encontramos no Tibia (brincadeira...XD)

 

 

 

Postado por William Ananias Vallerio Dias | 0 comentário

setembro 22, 2009

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artigo disponível no link: http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-evolucao-computaci

 

Em sala de aula é comum nos depararmos com alunos com dificuldades de aprendizado, principalmente em disciplinas como Matemática, Física e Química. Muitas vezes essas dificuldades se dão pela utilização de métodos de ensino inadequados para a realidade dos estudantes do séc. XXI.
Estamos vivendo na era digital, onde o acesso a novas tecnologias é cada vez mais fácil. A popularização do computador, a partir de 1981, com o primeiro computador pessoal lançado pela IBM, os primeiros computadores de interface gráfica, lançados pela Apple em 1984, e o surgimento da internet, fez da informática grande aliada no desenvolvimento da educação, onde a apresentação de recursos computacionais (softwares e internet) ajuda na compreensão, além de motivar a aprendizagem.
Cada vez mais podemos perceber que o ensino tradicional de física (quadro e giz) tem motivado cada vez menos os estudantes, que encontram dificuldade em relacionar a física com a realidade. As dificuldades de interpretação de textos e a não compreensão das ferramentas matemáticas necessárias tem sido um grande tabu, para professores do ensino médio em todo o país, principalmente nas escolas públicas.
A utilização de atividades experimentais, para o ensino de ciências, sempre foi e sempre será uma grande aliada dos professores. Juntamente com as atividades experimentais, a utilização de simulações em computador tem mostrado ser de grande eficiência no processo de ensino aprendizagem das ciências em geral e da Física em particular.
Sites como o LabVirt, da USP, trazem, de forma criativa e interessante, animações em flash que podem e devem ser utilizadas como aulas experimentais, nas diversas frentes da física e da química.
A grande necessidade de buscar novas formas de utilização do computador no ensino de física se dá, porque essa lida com conceitos abstratos, que na grande maioria das vezes não são visualizadas pelos estudantes, principalmente nos momentos iniciais do contato com a disciplina.
Se o computador não se tornar de fato uma ferramenta para o professor do século XXI, estaremos cada vez mais prolongando o ensino tradicional e deixando que alunos deixem de desenvolver suas capacidades cognitivas.
Segundo Plomp e Voogt “apesar de décadas de investigação e experiência, estamos ainda, numa fase de (re)criação das modalidades de utilização do computador na educação”, pois, ainda precisamos fazer com que professores e escolas entendam a importância da informática, não só no ensino de física, mas na educação de uma forma geral.
MORGADO, Lina, diz que é “a partir das contribuições da psicologia do desenvolvimento e da psicologia da aprendizagem que é preciso partir para um entendimento com o computador tornando-o um parceiro que providencia oportunidades de aprendizagem”.
Esse entendimento faz com que professores e alunos tornem-se cúmplices no desenvolvimento de novas metodologias de ensino. Parceria essa que se mostra de suma importância no reconhecimento das capacidades cognitivas de cada aluno, inserindo-o na realidade e facilitando a percepção de assuntos abstratos envolvidos no ensino de Física.

Por Kléber Cavalcante
Graduado em Física
Equipe Brasil Escola

Postado por Jose Eduardo dos Santos em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

setembro 21, 2009

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   Gostaria de fazer uma discussão sobre como os computadores podem nos ajudar e também atrapalhar na nossa rotina como professores. Da mesma forma que podemos ver em FAP0459 como pode ser útil o uso de computadores e de tecnologias, também podemos ver como pode ser destrutivo o uso do mesmo em trabalhos dos alunos, muitas vezes certos trabalhos são apenas cópias ou simples resumos do que está na internet.  Aí fica aquela pergunta, até aonde o computador é "amigo" e a partir de que ponto pode se tornar um “vilão”?

Este post é Domínio Público.

Postado por Daniel Hohl em FAP0459: Tecnologia Educacional | 0 comentário

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A Microsoft não está nem um pouco contente com o projeto que o Google vem tocando, o Google Books. E não está medindo esforços para frear o projeto. Nos últimos dias ela lançou um recurso de última hora que visava travar a divulgação pela internet de milhoões de livros presentes nas livrarias.

A Microsoft afirma que o contrato firmado entre o Google, o Sindicato dos Editores Americanos e o Sindicato de Autores (Authors Guild) do mesmo país deve ser rejeitado.

Para mais detalhes sobre a notícia acesse: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=147555&C=265

Para quem ainda não conhece o Google Books, projeto do Google que visa digitalizar os livros e disseminar informação, aqui vai uma prévia:

O Google Books (http://books.google.com.br/) é um serviço especializado em achar conteúdo de livros. Em razão de um acordo com editoras e autores, o usuário poderá acessar o conteúdo integral ou parcial dos livros.

Você pode fornecer o autor, título ou frase contida no livro como argumentos de busca. As buscas feitas por lá focam em livros, e não outros temas. Podem ser encontrados três categorias de livros:

1. Livros protegidos por direitos autorais e à venda

São livros que as editoras ainda estão distribuindo para venda e podem ser encontrados na maioria das livrarias. Este acordo amplia o mercado on-line de livros impressos, permitindo que autores e editoras ativem os modelos de "visualização" e "compra", que facilitam o acesso aos títulos.

2. Livros protegidos por direitos autorais, mas esgotados

Os livros esgotados são aqueles que deixaram de ser editados ou vendidos e só podem ser adquiridos em bibliotecas ou sebos. Quando este acordo for aprovado, todos os livros esgotados digitalizados pelo sites estarão disponíveis para visualização e compra on-line.

3. Livros não protegidos por direitos autorais

São livros que não estão protegidos por direitos autorais. Os usuários da Pesquisa de Livros do Google ainda vão poder ler, baixar e imprimir esses títulos, como fazem hoje.

Palavras-chave: fap0459

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Postado por Daniel Ortega da Cruz | 0 comentário

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