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Novembro 01, 2012

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Caros alunos do 1º ano do Beá,

Disponibilizo no arquivo .pdf abaixo o conteúdo programático da 1ª etapa (destinada apenas a alunos que estão concluindo o 1º ano do Ensimo Médio) do vestibular seriado da FAAP. Extraí estas informações do Manual do Candidato que me foi entregue. Escrevi as informações exatamente como constam no referido manual.

Espero que este arquivo lhes apresente alguma serventia!

Obrigado pela atenção e desculpem-me pela demora em divulgar tal documento!

Um grande abraço!

Cordialmente,

Bruno Maurício Batista de Albuquerque.

Vestibular seriado - FAAP (1ª etapa).pdf

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Outubro 23, 2012

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Caros alunos do 9º ano do EF II,

Confome prometido, envio, em anexo, as respostas para os exercícios da lista que lhes havia passado. 

Para quem não conseguiu acessar a lista no site do Beá, disponibilizo a mesma por aqui também!

Peço o favor de avisarem os seus amigos e compartilharem estas informações nos grupos das salas que vocês mantêm no Facebook!

Qualquer dúvida, escrevam-me!

 

Um abraço!

 

Cordialmente,

 

Bruno Maurício Batista de Albuquerque

Aula de Revisão para Prova Parcial - 9º ano.pdf

Respostas dos exercícios para treino - 9º ano.pdf

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Outubro 18, 2012

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Caros alunos do 1º ano do Ensino Médio,

Estou aproveitando este espaço (que não uso há milhares de anos) para publicar, conforme havia prometido, a Resolução Comentada da Lista de Exercícios sobre "Introdução à Dinâmica". Além de disponibilizá-la no site da escola (na parte de "Componentes Curriculares), achei oportuna a publicação do mesmo arquivo aqui por ter ouvido, nas últimas semanas, queixas de algumas pessoas que não conseguem acessar a referida área na página do Beá (não sei por qual motivo).

Cuidei de resolver cada exercício da forma mais detalhada possível. Em todo o caso, se algumas dúvidas persistirem, procurem-me. Vocês sabem onde me achar! ;)

No mais, desejo bons estudos e um bom final de semana!

Grande abraço!

Bruno Maurício Batista de Albuquerque.

Resolução Comentada - Lista de Exercícios - Introdução à Dinâmica

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Novembro 29, 2009

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É sabido que a aplicação de experiências e o uso de recursos audiovisuais pode favorecer a aprendizagem de um dado conteúdo. Entretanto, o êxito no alcance desta aprendizagem significativa depende na correta articulação destes “multimeios”. E isso pode ser alcançado através da construção de um “sistema de aprendizagem”.

 

No livro de Cláudio Zaki Dib “Tecnologia da Educação e sua Aplicação à Aprendizagem de Física” é desenvolvido um sistema de aprendizagem em Física, estruturado sobre a especificação de vários itens, que serão expostos e discutidos a seguir:

 

a.   Especificação da população-alvo.

Neste item, cuida-se da menção do público ao qual se destina o conteúdo a ser ensinado. A escolha do referido público deve ser feita cuidadosamente, pois deve levar em conta o nível do conhecimento que será ministrado, o grau de maturidade que este exige do aluno e os pré-requisitos necessários para compreendê-lo.

 

b.   Especificação de tarefa.

Aqui, devem ser apresentadas as etapas que serão estabelecidas para direcionar o aluno à aprendizagem do conteúdo para o qual este sistema é construído. A especificação destas etapas deve ser feita em termos extremamente explícitos, de modo que o referido sistema de aprendizagem conduza o aprendiz ao propósito bem definido que lhe confere sentido.

 

c.   Especificação operacional de objetivos.

Espera-se que, neste item, sejam mencionados os comportamentos que o aluno deve manifestar para cada uma das tarefas especificadas em “Especificação de tarefa”. A especificação dos objetivos pode ser feita da seguinte forma: transforma-se cada tarefa do item anterior em uma pergunta e, para cada pergunta, expressa-se uma resposta. As respostas representam, em média, os comportamentos esperados. Não se espera que o aluno reproduza, fielmente, uma dada resposta e, por isso, pequenos desvios são admitidos (desde que as idéias manifestadas estejam em coerência com aquelas fisicamente aceitas).

 

d.   Seqüência de conteúdos.

Para cada uma das tarefas mencionadas no item b., deve ser construída uma seqüência de conteúdos que remete aos passos que serão propostos para que cada uma das etapas (em que foi dividido o processo de aprendizagem) seja concluída com êxito. Este item corresponde à estrutura da seqüência de aprendizagem que será montada logo a seguir. Aqui, cuida-se da descrição, bem sucinta, dos meios que serão utilizados para o cumprimento de uma dada tarefa.

 

e.   Seqüência de aprendizagem.

Finalmente, vem a parte mais difícil e delicada: a descrição do processo propriamente dito. Seguem-se as estratégias mencionadas na “Seqüência de conteúdos” para que estas sejam desenvolvidas com mais detalhes. Conceitos são definidos, questões são apresentadas, experimentos e recursos computacionais são sugeridos etc. Esta é, sem dúvida, a parte mais importante de um sistema de aprendizagem.

 

Para que a idéia de “sistema de aprendizagem” seja mais bem compreendida, coloco à disposição dos colegas um sistema de aprendizagem que montei para MRU (veja link abaixo). Caso o leitor queira se aprofundar no assunto, sugiro a leitura do livro de Cláudio Zaki Dib citado nos primeiro parágrafos deste texto (Tecnologia da Educação e sua Aplicação à Aprendizagem de Física). Este livro não está mais à venda (está esgotado na editora). Mas, se você tiver acesso à biblioteca do Instituto de Física da USP, certamente encontrará vários exemplares à sua disposição.

 

Uma última ressalva: para um dado conteúdo a ser ensinado, não há um sistema de aprendizagem dito “absoluto” (isto é, não há um único sistema de aprendizagem). A elaboração de um sistema de aprendizagem deve ser norteada (orientada) por um ou vários objetivos que se pretendem alcançar. E, evidentemente, estes objetivos variam muito (haja vista que dependem de muitos fatores)!

Grande abraço,

 

Bruno Maurício Batista de Albuquerque.

 

Sistema de aprendizagem para MRU.doc

Palavras-chave: fap0459, fge0461, sistemas de aprendizagem

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Novembro 28, 2009

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Enquanto aluno de Ensino Médio, tive poucas oportunidades de poder executar experiências de Física. Os poucos experimentos que fizemos, durante estes três anos, envolviam aparatos experimentais nada acessíveis e, ainda assim, não me pareciam nada empolgantes.

Isto, entretanto, não me desmotivou a prestar Física no vestibular, pois a parte que mais me atraía (e ainda é a parte que mais me atrai, indubitavelmente) é a estrutura matemática que sustenta a Física. Mas, por saber que poucos vêem alguma beleza na matemática (tal como eu enxergo), questionei-me, durante toda a extensão da minha graduação, sobre como estimular o aluno a gostar de Física. Sempre soube que experiências e a aplicação de recursos audiovisuais poderiam me auxiliar no alcance desta meta. Porém, não sabia como aplicá-los!

Durante o ano de 2009, cursei a disciplina “Práticas em Ensino de Física”, ministrada pela profª Vera Bohomoletz Henriques, criada em 2008 para orientar uma carga de 100 horas de estágio. A proposta do estágio desta matéria era, justamente, a de levar experiências de Física (de baixo custo) em escolas públicas próximas à USP. O objetivo era fazer com que os alunos pensassem e visualizassem a Física de um outro modo (na prática), além do tradicionalismo imposto pela pedagogia do “giz e lousa” (que, na grande maioria das vezes, apresenta uma Física excessivamente matematizada).

Ao longo do ano, apresentamos (eu e meu amigo Daniel Ortega da Cruz) 10 experimentos de Eletricidade e Magnetismo para alunos de 3º ano de Ensino Médio, cada um deles acompanhado por um roteiro cujo objetivo era o de levantar reflexões e questionamentos que forçassem o aluno a pensar sobre o fenômeno experimental observado. E por incrível que pareça: funcionou! É claro que este “funcionou” considera certas limitações! Afinal, somos licenciados (e não professores de vasta experiência) e a disciplina que orienta os estágios está em seu segundo ano de execução. Deve passar (e certamente passará) por aprimoramentos.

Entretanto, em linhas gerais, nota-se um envolvimento e um interesse maior do aluno quando ESTE se depara com situações surpreendentes (algumas vezes até contra-intuitivas) e, diante do desafio imposto pelas referidas situações, é levado a refletir continuamente, até que formule uma teoria que se ajuste ao fenômeno observado. Inicialmente, é muito provável que a teoria formulada não esteja em consonância com a fisicamente aceita. E é aí que entra o professor: seu dever é colocar essa teoria em xeque (através de um contra-exemplo  ou da apresentação de uma situação fisicamente observável e que não é explicada pela teoria construída). Desta forma, o estudante será levado a reformular as suas idéias, até que elas estejam coerentes com aquelas fisicamente aceitas. E coordenar este processo, para mim, foi muito proveitoso!

Disponibilizo, abaixo, o link para o site do curso “Práticas em Ensino de Física”, para que os colegas de Licenciatura possam ler os relatos de estágio e contribuir com sugestões para o curso. É sempre bom compartilharmos experiências pessoais!

http://moodle.stoa.usp.br/course/view.php?id=82

Grande abraço,

Bruno Maurício Batista de Albuquerque

Palavras-chave: experiências, fap0459, física

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Setembro 29, 2009

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Olá!

Estou usando este espaço para expor uma imagem modificada, que está sob licensa Creative Commons. A imagem representa uma pequena área da cidade de Turgi (Suiça), às margens do rio Limmat. Ela foi editada com o auxílio do software "IrfanView", cujo uso é bem simples e foi sugerido pelo colega Enéas Versehgi, da turma de FAP0459 - diurno.

O arquivo original pode ser encontrado no link abaixo. Os créditos são reservados a 'Brian that is called Brian'!

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Turgi2.jpg

Para visualizar o perfil de Brian, o leitor pode acessar o link abaixo:

http://commons.wikimedia.org/wiki/User:Brian67

Turgi às margens do rio Limmat.

 

 

Palavras-chave: fap0459, imagem modificada

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Setembro 25, 2009

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Quando era mais jovem (creio dos 9 aos 12 anos), tinha o hábito "exótico" (para jovens de minha idade) de ouvir música erudita com freqüência. Ouvia estações de rádio (como Cultura FM) comprava fitas cassete, CD's, dedicava-me à leitura da biografia de compositores de renome, acompanhava a apresentação de concertos na TV etc. 

Dentre os concertos que eram exibidos na antiga TV Manchete (aos domingos, se não me engano) e na TV Cultura (que creio ser o único canal aberto a dedicar, atualmente, espaço para música erudita), muito me agradavam aqueles regidos por Herbert von Karajan (que, obviamente, não eram "ao vivo", já que o maestro havia falecido em 1989).  O seu posicionamento ditatorial diante dos instrumentistas, para mim, era essencial e muito contribuía à bela execução de uma dada obra. Creio que a atitude tirânica de Karajan seja um consenso entre a maioria; por outro lado, o porquê deste comportmento já é mais questionável. Seria uma necessidade, para manter o controle e a coordenação da orquestra, buscando maximizar a beleza e a fidelidade da obra apresentada? Seria uma mera questão de estilo? Ou seria outra coisa? 

Motivado por uma atividade da disciplina "FAP0459 - Tecnologia Educacional", disponibilizo, logo abaixo, um vídeo em que Karajan rege um trecho da 5ª sinfonia de Beethoven (uma das obras de música erudita mais conhecidas entre o público leigo, onde eu me incluo) e convido o leitor a pensar sobre as questões expostas no paragrafo anterior. Espero que aproveitem!

Grande abraço,

Bruno Maurício Batista de Albuquerque

Palavras-chave: fap0459, música erudita

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Agosto 27, 2009

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A situação crítica pela qual passa o ensino do conjunto de disciplinas associadas à Educação Básica (entre as quais se incluem as Ciências Exatas) exige de nós, alunos e professores do Ensino Superior (principalmente), constantes reflexões cujos objetivos convergem sempre à reversão deste quadro atual.   

 

As várias disciplinas de ensino do curso de Licenciatura em Física na USP levantam este ponto e nos fornecem meios teóricos de enfrentarmos este problema de maneira "exitosa". Particularmente, neste segundo semestre de 2009, já debatemos soluções que envolvem modificações na abordagem e implementações de recursos auxiliares.  

 

Indubitavelmente, a bandeira da aplicação de recursos tecnológicos é aquela que se destaca entre as demais, pois, apesar de termos assistido a revoluções assustadoras nas áreas de Ciência e Tecnologia no último século, não observamos um progresso proporcional na Educação, que serve, essencialmente, dos mesmos métodos e recursos e é norteada pelos mesmos objetivos já há um bom tempo! É essa observação que tem motivado a defesa, em massa, de um ensino mais "interativo" (tal como empregado atualmente), sob a égide do Computador e da Internet.

   

Entretanto, falar por si só de Computador e Internet como ferramentas auxiliares, hoje em dia, é muito superficial! Pergunte-se: "O que eu posso fazer com o auxílio do Computador e da Internet hoje em dia?". Se o leitor ousar listar estas atividades, obterá uma seqüência de termos infinitos. Nem o mais habilidoso ou renomado matemático seria capaz de quantificar ou mesmo correlacionar os termos desta seqüência, dada a diversidade dos mesmos. As perguntas chaves deste texto são: COMO usar estes recursos a favor do ensino? QUAIS ferramentas devem ser elegidas? Escolhidas as ferramentas, COMO utilizá-las?  

 

Sugerir respostas para estas perguntas é, justamente, o vetor diretor da disciplina "FAP0459 - Tecnologia Educacional" (antiga "FAP0459 - O Computador e Vídeo no Ensino de Física), uma das matérias de ensino às quais me referi acima. No decorrer do curso, comentarei as sugestões que forem levantadas durante as aulas e espero estimular outras pessoas a comentar os meus textos.

 

Grande abraço,

 

Bruno Maurício Batista de Albuquerque

Palavras-chave: fap0459, tecnologia educacional

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Fevereiro 25, 2009

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Olá, amigos!


Este é o post inaugural deste blog. Assim que criei meu perfil no STOA, fiquei entusiasmado para escrever neste espaço. Mas, adivinhem... Não tinha nada em mente para escrever (pelo menos nada que fosse de interesse geral). Tomei, então, a iniciativa de escrever sobre algo que é do meu interesse: a Matemática. 

 

Anteontem, ao dar os meus primeiros passos no estudo de alguns métodos de resolução de equações diferenciais ordinárias lineares, deparei-me com um problema: resolver a equação diferencial de Bessel. A resolução é bem compreensível, mas é trabalhosa. É baseada no método de Frobënius (um método de séries disfarçado aplicado em torno de pontos singulares regulares). A solução final leva à chamada Função de Bessel!

 

O leitor deste post (se é que existe algum) deve estar perguntando: onde ele quer chegar com tanta baboseira? Quando é que isso vai acabar? Bom, a solução final (a dita Função de Bessel) apresenta a chamada Função Gama (de Euler), que permite definir fatoriais para números não-inteiros. E isso me lembrou uma situação que vivi no ITA, há alguns anos.

 

Durante as férias de julho de 2005, tive a oportunidade de passar 10 dias no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) como aluno da "V Semana Avançada de Física". Bom, tenho certeza que alguém vai pensar: "Meu... Que nerd! Você não tem coisa melhor pra fazer?!". Na verdade, não tinha mesmo! Foi muito bom! Pude notar que prestar Física no vestibular era a mais acertada das escolhas... Fiz novas amizades... E fortaleci algumas velhas, também! Entre essas velhas amizades, havia um amigo meio doido, que falava umas coisas meio sem-noção mas, ao mesmo tempo, era muitíssimo inteligente. Toda vez que o encontrava, ele me falava: "pi fatorial sobre ln de raiz de 7" (esse foi um número marcante entre o pessoal que participou deste evento)! Num raro momento filosófico, pensei: "será possível definir pi fatorial?"!

 

Curiosamente, já como graduando em Física, descobri a existência da Função Gama (de Euler) e a achei fantástica. Uma ferramenta extremamente poderosa que pode ser construída a partir de conhecimentos elementares em Cálculo Diferencial e Integral. Aí está a beleza desta função. Para mim, uma verdadeira obra de arte!

 

Eu gostaria de poder trabalhar a função gama aqui, neste blog. Mas, como sou um iniciante, não tenho condições de fazê-lo. Deixo, àqueles que apreciam este tipo de arte, um link que abrange este tópico de maneira introdutória e, ao mesmo tempo, muito bonita!

 

http://www.mat.ufrgs.br/~brietzke/gamma/gamma.html

 

Aproveitem!

 

Abraços!


Bruno Maurício Batista de Albuquerque

Palavras-chave: fatorial, função gama (de Euler)

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