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Stoa :: Priscila Frohmut Fonseca :: Blog :: Viagem nas idéias

Agosto 15, 2011

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Mufffin de Microoondas (12 unidades)

Ingredientes:

  • 1 xicara (chá) de açúcar
  • 1 1/2 xicara (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 2 ovos
  • 1/2 xicara (chá) de leite
  • 2 coleheres (sopa) de margarina
  • 100g de gotas de chocolate

Preparo:

Em uma tigela, peneire o açúcar, a farinha e o fermento e reserve. Quebre os ovos em ouitra tigela e bata com um garfo. Adicione o leite, a margarina e misture com uma colher. Despeje sobre os ingredientes secos, mexendo com a colher até a msitura ficar homogênea. Despeje em forminhas para muffin para microondasa forradas com forminhas de papel. Coloque as gotas de chocolate em acad bolinho e leve ao microoondas em potência média por 5 minutos. Dexie descansar por 10 minutos e sirva.

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Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição, Não-Comercial.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 0 comentário

Junho 28, 2011

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Pra quem é preguiçoso, ou mora sozinho, ou ambos... eu peguei com um amigo meu uma receita de Cupcake de Microondas. Essa receita é fácil para fazer... e no lugar de várias fornadas é apenas porção individual pra comer logo depois de feito.

Versão Doce:

  • 1 ovo
  • 4 colheres de sopa de farinha c/ fermento (farinha p/ bolo)
  • 1 colher de sobremesa de açúcar
  • 2 colheres de sopa de achocolatado
  • 1 colher de sobremesa de óleo
  • 4 colheres de sopa de leite

Se não quiser sabor chocolate, acrescente mais uma colher de açúcar. Você pode também adicionar uva passa, castanha, amêndoa, coco ralado...

Versão Salgada:

  • 1 ovo
  • 4 colheres de sopa de farinha c/ fermento
  • 1 colher de sopa de requeijão ou queijo ralado
  • 1 colher de sobremesa de azeite ou óleo
  • 4 colheres de sopa de leite
  • sal a gosto

Se você quiser pode tirar o queijo da receita. Você pode colocar azeitonas, alcaparras, champignon picado, espinafre ou escarola (refogados)...

Preparo:

Misture todo os ingredientes com uma colher dentro de uma xícara grande ou caneca e coloque no microondas por 3 minutos. Espere esfriar e está pronto pra comer.

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Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição, Não-Comercial.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 1 comentário

Outubro 20, 2010

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Para quem quer ver fotos minhas, clique no link abaixo:

If you want to see photos of myself, click on the link below:

http://stoa.usp.br/briannaloch/files/2704

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Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 0 comentário

Setembro 29, 2010

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Para escolher em quem votar nessas eleições, não basta escolher um candidato para presidente... você tem que saber quem está apoiando quem, justamente porque ultimamente os partidos estão formando COLIGAÇÕES para facilitar (ou talvez, complicar mais) a escolha dos eleitores. (continua...)

(Como o tema Eleição, Partidos e Coligações é muito polêmico, se você tiver interesse em saber mais sobre isso você pode continuar lendo esse texto clicando no link abaixo)

http://frohmutbriannaloch.blogsome.com/2010/09/29/eleicoes-2010/

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Palavras-chave: 2010, blog, blogue, coligação, coligações, eleição, eleições, legenda, outubro, partido, sigla, viagem nas idéias

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 0 comentário

Abril 07, 2010

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Esse texto foi escrito por um amigo meu. Decidi postar aqui por concordar com o ponto de vista colocado nesse texto.

Salvar

De todas as propostas indecentes, a mais escandalosa delas é a religiosa, que pretende salvar a humanidade. Essa pretensão é, acima de tudo, uma negação de Deus e uma ameaça à vida.
Existindo Deus e sendo Deus quem cria o universo, qualquer idéia de alienação de Deus do que cria, nega ambos. Se quem cria logo perde o controle do que cria, ou criou irresponsavelmente ou fracassou.
Havendo fracassado, Deus não é Deus, tendo sido irresponsável não é bom e, portanto, também não é Deus. Se alguma criatura precisa ser salva de algo, seria de uma imperfeição de quem criou.
Sendo que cremos no Deus que é Deus sem reticências, sabemos com a mais absoluta das certezas que nenhuma de suas idéias poderia possivelmente fracassar. Portanto, tudo aquilo que em nossa limitação percebemos como fraqueza, ou imperfeição no mundo, é parte do projeto original, tem uma boa razão por detrás e, embora, possa parecer paradoxal, faz parte da perfeição do todo e, por conseqüência da mente idealizadora do todo. Nessa mente, a visão do conjunto é completa. Nada periga no conjunto e nem dele pode escapar, sob pena de deixar de ser, nunca ter sido e nunca vir a ser.
Essa certeza e absoluta segurança fornecem o contexto para a mais perfeita liberdade no momento. Só é livre quem o é sem precondições. A liberdade condicionada a senões ou dentro de opções muito restritas é uma farsa. Quando se diz que alguém é livre para escolher entre o bem e o mal, na verdade proclama-se a sua escravidão mais definitiva. Ao tirar de uma pessoa a possibilidade de uma terceira ou quarta via ou, mesmo, de criar a sua própria via, faz-se dela um ser despido de qualquer dignidade e fechado na rigidez da impossibilidade. E/ou, este ou aquele, morre nesse condicionamento a criatividade, a alegria e, por fim, a própria pessoa como entidade.
Daí, a pretensão de salvar quer, de fato, tornar cativo o ser e nesse ato diz que Deus não é Deus. Essa posição salvadora é, no fundo, um “ateísmo” religioso e, socialmente, uma usurpação da dignidade humana.
Confundir os conflitos existenciais e psicológicos com sintomas de uma alegada perdição ou pecaminosidade é má-fé. As contingências do momento e, mesmo o processo de desenvolvimento, com certeza causam desconfortos, que são apenas sinais de progresso. O pé dói quando o sapato aperta. O erro não está no pé e nem no sapato. Antes, esse é um sinal de crescimento.

(Onaldo Alves Pereira)

Observação: Notem que neste texto o que é condenado pelo autor não é a religiosidade, e sim o discurso de Salvação usado por algumas pessoas de religiôes específicas em suas pregaçôes. O autor desse texto não é ateu nem está pregando em favor do ateísmo, assim como eu também não sou atéia nem defendo o ateísmo por razôes pessoais.

Este post é Domínio Público.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 2 comentários

Março 03, 2010

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Consegui digitalizar uma foto 3x4 minha recente e inseri ela nessa pasta:

http://stoa.usp.br/briannaloch/files/336

enquanto eu não arranjo fotos melhores do que as que a minha prima tirou com o celular dela ano passado acho que vou deixar aqui no Stoa apenas essa.

Palavras-chave: 3x4, foto, Stoa Diary, Viagem nas Idéias

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 0 comentário

Dezembro 04, 2007

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Já não sei muito ao certo, mas a terceira pode sim doer. Depois de podar dois terços, ainda aflige a idéia de dar cabo do que restou. Pelo alívio que me veio da primeira, que foi adiada por longo tempo em receio, a segunda aconteceu sem hesitação, numa ação quase automática, e com resultado aliviante ainda maior do que a primeira. Mas a idéia de uma terceira, no momento, me assusta um pouco, e me traz um receio maior do que tive na primeira. Mesmo assim, continuo considerando a possibilidade, continuo a ver uma terceira vez como algo que pode acontecer - ou não.

Desde que me lembro, ela nunca foi muito pequena. Tirando da linha de tempo - e que, por acaso, só me lembro por fotos, então não seria em realidade lembrança minha - a fase de bebê de colo, a minha cabeleira nunca foi muito curta: por mais que meus pais insistissem em controlar a forma e comprimento dela, quando não ficava na meia-altura dos ombros, ela estava na baixa-altura do queixo; nunca mais curta que isso. Talvez por isso uma terceira vez me atemorize um bocado mais que a primeira. Que o diga a minha tesoura, que permanece já um bom tempo ainda guardada - e calada, depois da segunda vez feita.

Pode causar estranhamento em quem ouve, pode parecer loucura pra quem nunca pensou em fazer coisa parecida, mas pode ser que eu lance ao vento, enfim, mais uma parte daquela que cultivei por muitos meses, pra depois aos poucos ir me livrando de parte desses meses guardados em meio a tantos fios, cuidados com tantas emulsões, condicionantes, hidratantes, reparadores enriquecidos com queratina... meses que já não tinham valor de serem guardados com tamanho esforço, gasto e desgaste. Melhor que seja como eu sentir que seria melhor, mas isso, só o tempo vai me dizer. De qualquer forma, são várias provas feitas, duas resenhas em mãos, uma monografia quase saindo do forno, e um 2 o ranqueamento em janeiro onde me aguarda a tão desejada Lingüística - tanto me contorci, esperneei e me arrastei por ela, ainda vou chegar até ela nem que tenha que suar meu sangue, chorar minha linfa e raciocinar e calcular cada quebra de ATP em meus neurônios uma a uma. Se for como os meus planos, vou deixar que cresça outra vez a ramagem preguiçosa – ainda que resistente - de salgueiro; se os planos se frustrarem, os 30-40 centímetros de parca juba que ainda me restaram serão podados, entregues à vontade dos Deuses - é pagamento pouco, comparado ao que ganho estando nesse mundo chamado Universidade. Foi a USP que pedi no caldeirão do Samhain, e a força da boa vontade divina me foi tamanha que a UNESP e a UFSCAR me viram apenas na lista de espera, por acaso, bem no fim da fila. Apesar dos contratempos, ainda estou aqui, terminando mais um semestre.

De um jeito ou de outro, sei que há muito tempo não suporto ver a acumulação inútil de coisas, e talvez por isso as duas podas que fiz não tenham me doído na hora que fiz, muito menos depois de feitas. Não posso ver meu armário se enchendo roupas, sapatos, bolsas, e outras tantas coisas que pra mim não tiverem utilidade alguma - pra mim de nada vale guardar aquilo que talvez, talvez daqui a 20 ou 30 anos tenha uso determinado, e sempre que posso - quando minha mãe não tem tempo de impedir - esvazio parte do armário que já está deixando de ser meu e levo parte do conteúdo dele para onde ou para quem eu sei que tudo terá utilidade; há alguns meses estou no aguardo da oportunidade de levar embora velhos brinquedos que meus pais tentam com todas as forças manter guardados na casa deles, por mais que eu tenha insistido que não faz o menor sentido continuar guardando eles depois de tantos anos encostados - afinal, tão logo minha obsessão por livros extrapolou todas as expectativas, e o meu irmão passou a dividir quase todas as brincadeiras dele com um outro irmão, os brinquedos logo cedo ficaram às moscas. Num ciclo de menos de 3 anos, aprendi a ler e escrever, meu irmão caçula nasceu, terminei meu 1o ano de escola, passei a ler livros cada vez maiores e mais rápido, me afundei cada vez mais nos estudos, e logo meus “brinquedos” de grande valor passaram a ser feitos de folhas de papel recheadas de palavras saborosas e entorpecentes reunidas, encapadas e com um “ar de lenha processada” guardadas em si... antes do findar do Ensino Primário, os únicos brinquedos que eu rogava por ganhar a cada data festiva possível se chamavam LIVROS.

Ainda estou só no começo do meu caminho na faculdade, mas, com a permissão e agraciamento divinos, quero certamente sair dessa Universidade de São Paulo apenas se for abraçada com os papéis já formalizados de Lingüista - com letra maiúscula mesmo - em provável caminho ao fascínio da Universidade Federal de Pernambuco - pra quem sabe ver pessoalmente o professor Marcuschi - soltando lá uma tese ou outra em pós-graduação, pra depois deixar minhas coisas a quem e onde eu achar que devo, entregar em múltiplas - e preciosas - mãos de confiança a que já conheço uma pequena biblioteca particular que já está em crescimento há alguns anos, saindo por aí com uma mochila nas costas; e chegar depois, quem sabe, na úmida e fresca Wales de meu tio, com meu primo anglo-brasileiro Reinhardt sendo já universitário, o outro já não mais tão pequeno, e batendo à porta: “Vim pesquisar e trabalhar por aqui... será posso ficar na sua casa por uns tempos?”

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 1 usuário votou. 1 voto | 2 comentários

Novembro 11, 2007

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Mais uma vez... lua nova. Outra vez, uma fase obscura e tenebrosa se passando - ainda bem que isso não é regra na minha a toda lua nova, senão... certamente eu já estaria bem longe da faculdade a essas alturas.
Revolta é uma palavra que pra mim faz cada vez mais sentido, tem cada vez mais relevância, é um sentimento mais e mais constante a cada dia. As coisas me deixam revoltada, eu reajo externando minha revolta... e o "ambiente" reage de uma forma que me causa ainda mais revolta.

Depois de passada a data do Samhain - ou Beltane, dependendo do ponto de vista - sem que eu tenha feito absolutamente nada que fosse muito além da minha rotina de qualquer outra quarta-feira do ano, senti enfim o peso da minha distração: já fui mais relapsa que o aceitável, certamente mereço passar por mais uma lua nova "verdadeiramente obscura" e complicada. Castiga Cerridwen, castiga essa filha tua infeliz e ingrata! Eu sei que mereço! Não vá se apiedar, Macha! Deixa, deixa agora que Cerridwen me ensine...

O fato é que o próximo período de Esbath ainda está distante... e eu já percebi que, no meu caso, a lua nova é mais produtiva pra resolver as coisas do que a lua cheia - mal me lembro do que é passar um Esbath, ultimamente ele anda passando batido, ultimamente mal me lembro de ter parado para olhar o céu depois de passado os períodos de lua nova. Pois que seja, então, novamente uma oferta aos Deuses feita em lua nova.

Descrever coisas que eu quero deixar para trás já não me resolve nada. Como em setembro, sei que para "apagar" a memória de coisas passadas tem sido melhor deixar algo de concreto e físico para trás, funciona como se uma parte da minha mente ficasse presa no objeto que deixo para trás.

Resolvi, ao relembrar - em parte - do que me ocorreu em setembro, e do que fiz em relação à situação, que seria pertinente retomar o que fiz. Foi na lua nova de setembro que a imensa cabeleira, longa tal qual os tentáculos de medusas em águas marinhas, foi transmutada em uma crina eqüestre selvagem e rebelde. Pois agora, novamente com uma sensação indescritível de alívio, lembrei da minha bem guardada tesoura afiada, e a crina enfim tornou-se juba.

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Setembro 28, 2007

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Maio de 2007:

- ... eu estava aprendendo a embedar vídeos, era mais fácil do que parecia...

- Como?

- Inserir um vídeo no meio de um texto...

- Não seria "atachar"?

- "Atachar" é "anexar", como você faz no e-mail... "embedar" é fazer um embed, inserir algo, não é a mesma coisa que anexar...

- Eu não sabia disso... em que ano você está?

- ... no segundo, por quê?

- O que mais te ensinam no BCC?

- HEIM? Peraí, que curso você faz?

- Física...

- ... mas o que é BCC?

- Bacharelado em Ciências da Computação... é o seu curso né! no IME!

"Ai meus deuses!"

- HEIM? QUEM TE DISSE QUE EU ESTUDO NO IME? EU FAÇO LETRAS!

- Tá certo, tô sabendo... até mais!

***

Dois dias depois:

- É você que é a aluna do IME?

"Ai meus deuses... e essa agora!"

- Você tá procurando quem?

- Disseram que tem uma aluna do IME por aqui, pela descrição parece que é você...

"AAAAAIIIIII !!! NINGUÉM MERECE !!!"

- Quem foi que falou isso pra você?

- ... é que tem uma coisa estranha acontecendo no computador, eu não consigo imprimir, e eu não sei mexer com Linux...

- ... tá, peraí, foi alguém que faz Física que falou pra você? Me diz qual é o nome daquela ilustre figura.

- ... eu não sei o nome dele, ele disse que é da Física mas não tinha como me ajudar.

"AI MEUS DEUSES, EU NÃO ACREDITO!!! MALDITO!!!"

- Me desculpa, mas eu sou da Letras, te indicaram a pessoa errada... vou dar uma olhada, mas eu não posso garantir nada.

"... ninguém merece!"

***

Dois meses depois:

- ... lá na obra só tem homem trabalhando, tem hora que cansa ficar lá... imagina, você indo pra lá, só uma mulher no meio de uma bando de cueca...

- Bem, deve ser mesmo um porre trabalhar assim... mas o que é que eu ia fazer numa obra de construção?

- Sei lá, eu não conheço muito bem a área de elétrica, sou formado em Engenharia Civil, vou fazer Elétrica depois, quando der uma folga...

- ... eu acho que não entendi o que você disse.

- Mas que curso que você faz mulher?

"MAIS ESSA AGORA... EU MEREÇO..."

- Eu faço Letras meu amigo...

- Eu jurava que você era da Poli.. você tem cara de engenheira!

"P*Q*P* !!! MAIS ESSA NÃO !!!"

- A gente pode mudar de assunto?

- Desculpa, mas eu tinha certeza que você estudava na Poli !!!

***

Uma semana depois:

- ... mas por causa da Lua em Aquário, acho que fica explicado.

- Você já almoçou?

- Eu tô indo agora!

...

- Eu costumo almoçar aqui sempre depois que eu vou no CCE de manhã, aqui fica bem mais perto que o bandejão da Química...

- Com quem você assiste aula hoje?

- ?

- Em que ano você tá?

- ... no segundo, por quê?

- Mas eu não te vi na calourada...

- Quem foi que te disse que eu faço Física, Henrique?

- Parecia.. desculpa.

- Eu falei que faço Letras... esqueceu?

"ENOUGH!!! I GIVE UP!!!"

(Cidade Universitária, São Paulo, Agosto de 2007)

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 0 comentário

Setembro 24, 2007

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Depois de passar tanto tempo com toda aquela cabeleira... eu me cansei dela. É, eu cansei...

Passando tanto tempo vendo pouco a pouco tantos fios se acompridando, uma cabeleira que se mantinha firme e forte, me acostumei com ela. E antes de iniciar o cursinho, decidi deixar ela crescer ainda mais, queria ver ela me render mais do que o aspecto visual de espelho... pensando que, "já que eu não sou chegada em tintura, não faço químicas no cabelo, já cuido tanto dele... vou deixar ele ainda maior e depois vender!"

Pois é, a bendita "poda" bimestral da cabeleira passou a ser semestral, pra dar mais chance da poda não ser muito grande me deixando no prejuízo a cada vez que fosse passada a tesoura nela, aplicando um banho de reparador de pontas a cada duas semanas... e ela seguiu tão firme forte quanto antes. Nem queda de fios por stress podia atingir o vigor que tinha. Nem por isso.

Depois de passados mais de dois anos e meio... faltando pouco pra três anos de cultivo, ela já chegando mais embaixo, ultrapassando o nível dos quadris, eu ainda não sabia onde eu ia deixar ela em troca dos trocados que eu tanto precisava...

Em Mogi das Cruzes, e até antes de chegar lá, situação complicada. O colega que não chega pra pegar o trem, o alojamento que alguém se responsabilizou de ver e esqueceu de avisar que naõ viu, a cartolina e o craft que dois se esqueceram de levar e não lembraram de comprar - será possível que agora uma cabeça precisa se prestar a pensar o que duas juntas não pensam? - as mídias que não saem, as canetas que não foram, a tinta que faltou pro cartaz, o colega com as novas mídias que não chega... e temperatura de mais de 30 graus às 9 da manhã sem bolsa de gelo pra aliviar a cabeça.

A cabeleira estava recém-lavada, eu vi que o vigor não era mais o mesmo... o stress, além dos nervos, atingiu aqueles fios, e eles enfim estavam começando a ceder. Foi aí que eu me lembrei dela. Recostada, tão quieta dentro da mochila, no descanso desde o cartaz de craft feito... esperando que eu me lembrasse dela. Noite de lua-nova - a mais obscura que eu já tinha encarado - com o Equinócio já muito próximo, os problemas ficando maiores do que minha cabeça sozinha conseguia administrar e que graças a outras duas cabeças - problemáticas e confusas - ficavam ainda maiores... achei que era uma boa hora.

Ainu que me foi mãe tão grande, em tantos contratempos...
Eu peguei a bendita tesoura. Cansei de deixar pra depois.
Metade da cabeleira foi-se embora... e ofereci a Ainu, Brigidh e Cerridwen... parte dela ficou nos morrros em Mogilar, outra parte em Jurubatuba, e o que restou, no fim, ficou na Cidade Universitária.

Um alívio... foi-se embora metade dela. E o peso que saiu de mim foi bem mais que físico... eu precisava fazer.

(Cidade Universitária, São Paulo, 16 de Setembro de 2007)

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

Postado por Priscila Frohmut Fonseca | 3 comentários

Setembro 17, 2007

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Trabalhar no anonimato é um dos grandes privilégios a se ter na vida... Quase ninguém te vê fazer, poucos sabem que você faz, todo mundo vê os resultados e a informação é repassada e compartilhada pelas pessoas sem barreiras nem restrições.

Nos momentos em que o anonimato não é permitido, lançar mão da pseudonímia é um pequenino esforço a mais para que esse ciclo de transmissão de informação não seja quebrado. A partir daí, o pseudônimo já não serve como uma imagem de esconderijo, mas sim como uma ferramenta utilitária.

Sendo uma ferramenta, independente do fato do pseudônimo ser efêmero ou se tornar forte, resistindo ou não ao tempo, o referencial permanece, e se mantêm latente; assim, o ciclo se manteve e se perpetuou, e a ferramenta foi útil em cumprir o seu papel.

(Sala Pró-aluno do CCE, Cidade Universitária - São Paulo, Setembro de 2007)

Palavras-chave: anonimato, compartilhamento de informação, ferramenta, Fonseca, Frohmut, Priscila Frohmut, prosa, pseudonímia, pseudônimo, texto, trabalho, viagem nas idéias, viajando nas idéias

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

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