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Outubro 22, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar
 

Ontem tivemos um dia muito especial no Fórum Espaço Público 2ª Edição, aconteceu no auditório da poli um dia inteiro de debates sobre o tema "Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural".


Conhecemos e reconhecemos muita coisa que está acontecendo por aí e é muito bom poder ouvir da fonte, dos olhos, espíritos e corações, bem a nossa frente, não há como evitar o envolvimento e ser seduzido pela possibilidade, ao alcance da ponta de nossos dedos esticados a diante, ao alcance de nossas ideias e sonhos, a possibilidade de fazer acontecer, de fazer parte e vivenciar a mudança.


Essa mudança está acontecendo e é muito bom poder acreditar nisso. Está acontecendo em diversas frentes e formas, nos fóruns, nos projetos sociais, na cidade, no campus, nas universidades, nas salas de aula, nos locais de trabalho, nos bairros, grupos e pessoas que cansaram de rodar em volta de seus umbigos, cansaram do individualismo e querem fazer parte de uma comunidade*, no verdadeiro sentido da palavra, um coletivo educador, coletivo de ação cultural, coletivo de desenvolvimento humano.


Essa vontade começa a transbordar no coração das pessoas e está ganhando espaço, na USP podemos sentir isso entre grupos de funcionários, professores e alunos que não aparecem mais como simples sonhadores, começam a ser vistos como atores, pessoas de ação, iniciativa, fonte e ferramenta para mudanças.


Sou otimista sim, e depois de ontem acredito mais ainda que a mudança está acontecendo o tempo todo, rápida ou pausadamente ela é inevitável e alcança todos os tipos de lugares e pessoas, absorvendo ideias e tendências ou entrando em embates. A mudança é real.


"Ampliar a sala de aula"


Tivemos a presença do Prof. Marcus Vinícius de Moura do Projeto Esporte Talento/CEPEUSP (http://www.educandopeloesporte.blogspot.com/), que trouxe a experiência da Cidade Educadora e com isso diversas questões sobre o Campus da USP:


É possível uma organização local compartilhada na USP?
Temos espaços de convivência/ de coletividade?
O que mobiliza os habitantes do campus?
Temos projetos coletivos?
Quais os princípios que norteiam o uso social no campus?
Tratamos o campus como parte da missão da USP?


"A transformação só acontece com ações educadoras"


Na fala do Prof. Marcos Sorrentino da ESALQ pudemos enxergar um caminho para:


O desafio da Sustentabilidade (deixar de lado as soluções simplistas e moralistas sobre sustentabilidade).
Inclusão radical de todas as diversidades.
Cidadania.
Processos > Projetos> Resultado > Objetivo
Formação de educadores/editores
Círculos de Cultura – Paulo Freire
Educomunicação
Estrutura educadora

¡        Investimento educador

¡        Apelo ao cuidar (Respeito)

¡        Cuidar pensando no todo

¡        Atenção cotidiana com a vida – diálogo coletivo


Os 6 passos:

1.    Constituição de um coletivo educador com o objetivo de elaborar um projeto político-pedagógico (pactuar)

2.    Considerar as diferentes tribos de convivência

3.    Encontrar/criar mecanismos de diálogo

4.    Mapeamento e oferta de rico cardápio de oportunidades de aprendizagem

5.    Processo formativo para que as pessoas possam se apropriar das oportunidades e fazer parte do processo

6.    Monitoramento (acompanhamento) e Avaliação (visão crítica) continuada


“Ilha da Fantasia”


O Prof. Antonio Araújo da Eca/Teatro da Vertigem (http://www.teatrodavertigem.com.br/site/index2.php) trouxe a experiência do inimaginável, de como uma Ilha de Desordem e de Ordem podem coexistir num equilíbrio instável e sutil.


Uma experiência pedagógica de trocar com o departamento ao lado, de propor aos alunos um verdadeiro diálogo com o campus em sua arquitetura e significação. Propor a vivência de um campus como espaço de arte e cultura. Possibilitando o encontro com outras unidades, com diferentes e inusitadas pessoas, a troca, a relação, deslocando percepções e mudando a lógica do uso do espaço. Propondo uma OCUPAÇÃO artística. Surpreendendo com um bote salva vidas navegando na praça do relógio e fulminando na morte da rainha.


Trazendo a cidade ao campus e levando o campus à cidade.


A proposta: ocupação, diálogo, ação, reconhecimento, descoberta, transformação com/nas áreas externas do campus e da cidade.


“Campus X campo
impermeabilidade X permeabilidade
Virtualidade”


O Prof. Martin Grossmann da ECA num pensamento crítico-criativo em velocidade de internet2 trouxe a idéia de um campus de ação cultural. Acreditando que a ação cultural possibilita uma relação maior com o outro.


Questionou a educação como acontece na USP e como foi concebida pelos iluministas com forte hierarquia e pouca ou nenhuma flexibilidade, dificultando a interdisciplinaridade e a troca.


Colocou a importância da Visão Crítica da Sustentabilidade de forma a evitar radicalismos que possam aparecer numa espécie de Proposta Higienista, a exemplo do nazismo.


“Confiança na produção coletiva”


O Prof. Menezes do Instituto de Física encantou com a possibilidade da “diversão como uma cultura importante” e da ideia de co-responsabilidade revestida de liberdade.


Alertou: os alunos estudam hoje e não fazemos idéia para qual mundo do trabalho de amanhã. Se não recuperarmos a comunidade, a co-responsabilidade seguiremos a caminho do Admirável Mundo Novo (livro escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932).


“Você sabia?”


A Profa. Elizabeth Saad da ECA ilustrou, provou e questionou.

A comunicação contemporânea não é linear.
Comunicação/vivência acelerada.
Melhor do que qualquer conclusão antecipada: assista ao vídeo.


“Uma outra moeda é possível”


O Prof. Gilson Schwartz da ECA/CTR com uma visão do campus como plataforma para a conexão global, com a Cidade do Conhecimento (http://www.cidade.usp.br/blog/), a moeda “Saber”, o 2º Encontro de Inclusão Financeira, trouxe exemplos reais de como a capacitação das pessoas e das instituições para as novas tecnologias pode transformar, e a importância de desenvolver competências para apropriação das oportunidades para o desenvolvimento e inclusão social.


“Um outro mundo é possível”


Chico Witaker (http://chicowhitaker.net/), da Comissão Brasileira Justiça e Paz e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, coloca algumas possibilidades diante do mundo em permanente mudança:


> Sobrevivência = nos adaptar as mudanças.
> “Um outro mundo possível” = nos associar à mudanças transformadoras.


> Rede: “ninguém que quer mudar as coisas muda sozinho”, diversidade, criatividade, co-responsabilidade, intercomunicação.

> Pirâmide: maldição – luta pelo poder, pisar em quem está em baixo.

> Organização: trabalhar/se relacionar com outros.

> Aprender a desaprender para poder mudar.


> Fórum Social de São Paulo – 9/11/2010 na FAU Maranhão.


> Consenso > colegiado > decisão > existem convergências > união da diversidade no respeito mutuo e no esforço coletivo X Cultura da Competição.

> Campus como espaço para uma rede de troca de saber, todo mundo ensina, todo mundo aprende.


 

* comunidade
co.mu.ni.da.de
sf (lat communitate) 1 Qualidade daquilo que é comum; comunhão. 2 Participação em comum; sociedade. 3Sociol Agremiação de indivíduos que vivem em comum ou têm os mesmos interesses e ideais políticos, religiosos etc. 4 Lugar onde residem esses indivíduos. 5 Comuna. 6 Totalidade dos cidadãos de um país, o Estado.

Palavras-chave: COCESP, FÓRUM, IEA, USP

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Ontem tivemos um dia muito especial no Fórum Espaço Público 2ª Edição, aconteceu no auditório da poli um dia inteiro de debates sobre o tema "Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural".


Conhecemos e reconhecemos muita coisa que está acontecendo por aí e é muito bom poder ouvir da fonte, dos olhos, espíritos e corações, bem a nossa frente, não há como evitar o envolvimento e ser seduzido pela possibilidade, ao alcance da ponta de nossos dedos esticados a diante, ao alcance de nossas ideias e sonhos, a possibilidade de fazer acontecer, de fazer parte e vivenciar a mudança.


Essa mudança está acontecendo e é muito bom poder acreditar nisso. Está acontecendo em diversas frentes e formas, nos fóruns, nos projetos sociais, na cidade, no campus, nas universidades, nas salas de aula, nos locais de trabalho, nos bairros, grupos e pessoas que cansaram de rodar em volta de seus umbigos, cansaram do individualismo e querem fazer parte de uma comunidade*, no verdadeiro sentido da palavra, um coletivo educador, coletivo de ação cultural, coletivo de desenvolvimento humano.


Essa vontade começa a transbordar no coração das pessoas e está ganhando espaço, na USP podemos sentir isso entre grupos de funcionários, professores e alunos que não aparecem mais como simples sonhadores, começam a ser vistos como atores, pessoas de ação, iniciativa, fonte e ferramenta para mudanças.


Sou otimista sim, e depois de ontem acredito mais ainda que a mudança está acontecendo o tempo todo, rápida ou pausadamente ela é inevitável e alcança todos os tipos de lugares e pessoas, absorvendo ideias e tendências ou entrando em embates. A mudança é real.


"Ampliar a sala de aula"


Tivemos a presença do Prof. Marcus Vinícius de Moura do Projeto Esporte Talento/CEPEUSP (http://www.educandopeloesporte.blogspot.com/), que trouxe a experiência da Cidade Educadora e com isso diversas questões sobre o Campus da USP:


É possível uma organização local compartilhada na USP?
Temos espaços de convivência/ de coletividade?
O que mobiliza os habitantes do campus?
Temos projetos coletivos?
Quais os princípios que norteiam o uso social no campus?
Tratamos o campus como parte da missão da USP?


"A transformação só acontece com ações educadoras"


Na fala do Prof. Marcos Sorrentino da ESALQ pudemos enxergar um caminho para:


O desafio da Sustentabilidade (deixar de lado as soluções simplistas e moralistas sobre sustentabilidade).
Inclusão radical de todas as diversidades.
Cidadania.
Processos > Projetos> Resultado > Objetivo
Formação de educadores/editores
Círculos de Cultura – Paulo Freire
Educomunicação
Estrutura educadora

¡        Investimento educador

¡        Apelo ao cuidar (Respeito)

¡        Cuidar pensando no todo

¡        Atenção cotidiana com a vida – diálogo coletivo


Os 6 passos:

1.    Constituição de um coletivo educador com o objetivo de elaborar um projeto político-pedagógico (pactuar)

2.    Considerar as diferentes tribos de convivência

3.    Encontrar/criar mecanismos de diálogo

4.    Mapeamento e oferta de rico cardápio de oportunidades de aprendizagem

5.    Processo formativo para que as pessoas possam se apropriar das oportunidades e fazer parte do processo

6.    Monitoramento (acompanhamento) e Avaliação (visão crítica) continuada


“Ilha da Fantasia”


O Prof. Antonio Araújo da Eca/Teatro da Vertigem (http://www.teatrodavertigem.com.br/site/index2.php) trouxe a experiência do inimaginável, de como uma Ilha de Desordem e de Ordem podem coexistir num equilíbrio instável e sutil.


Uma experiência pedagógica de trocar com o departamento ao lado, de propor aos alunos um verdadeiro diálogo com o campus em sua arquitetura e significação. Propor a vivência de um campus como espaço de arte e cultura. Possibilitando o encontro com outras unidades, com diferentes e inusitadas pessoas, a troca, a relação, deslocando percepções e mudando a lógica do uso do espaço. Propondo uma OCUPAÇÃO artística. Surpreendendo com um bote salva vidas navegando na praça do relógio e fulminando na morte da rainha.


Trazendo a cidade ao campus e levando o campus à cidade.


A proposta: ocupação, diálogo, ação, reconhecimento, descoberta, transformação com/nas áreas externas do campus e da cidade.


“Campus X campo
impermeabilidade X permeabilidade
Virtualidade”


O Prof. Martin Grossmann da ECA num pensamento crítico-criativo em velocidade de internet2 trouxe a idéia de um campus de ação cultural. Acreditando que a ação cultural possibilita uma relação maior com o outro.


Questionou a educação como acontece na USP e como foi concebida pelos iluministas com forte hierarquia e pouca ou nenhuma flexibilidade, dificultando a interdisciplinaridade e a troca.


Colocou a importância da Visão Crítica da Sustentabilidade de forma a evitar radicalismos que possam aparecer numa espécie de Proposta Higienista, a exemplo do nazismo.


“Confiança na produção coletiva”


O Prof. Menezes do Instituto de Física encantou com a possibilidade da “diversão como uma cultura importante” e da ideia de co-responsabilidade revestida de liberdade.


Alertou: os alunos estudam hoje e não fazemos idéia para qual mundo do trabalho de amanhã. Se não recuperarmos a comunidade, a co-responsabilidade seguiremos a caminho do Admirável Mundo Novo (livro escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932).


“Você sabia?”


A Profa. Elizabeth Saad da ECA ilustrou, provou e questionou.

A comunicação contemporânea não é linear.
Comunicação/vivência acelerada.
Melhor do que qualquer conclusão antecipada: assista ao vídeo.


“Uma outra moeda é possível”


O Prof. Gilson Schwartz da ECA/CTR com uma visão do campus como plataforma para a conexão global, com a Cidade do Conhecimento (http://www.cidade.usp.br/blog/), a moeda “Saber”, o 2º Encontro de Inclusão Financeira, trouxe exemplos reais de como a capacitação das pessoas e das instituições para as novas tecnologias pode transformar, e a importância de desenvolver competências para apropriação das oportunidades para o desenvolvimento e inclusão social.


“Um outro mundo é possível”


Chico Witaker (http://chicowhitaker.net/), da Comissão Brasileira Justiça e Paz e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, coloca algumas possibilidades diante do mundo em permanente mudança:


> Sobrevivência = nos adaptar as mudanças.
> “Um outro mundo possível” = nos associar à mudanças transformadoras.


> Rede: “ninguém que quer mudar as coisas muda sozinho”, diversidade, criatividade, co-responsabilidade, intercomunicação.

> Pirâmide: maldição – luta pelo poder, pisar em quem está em baixo.

> Organização: trabalhar/se relacionar com outros.

> Aprender a desaprender para poder mudar.


> Fórum Social de São Paulo – 9/11/2010 na FAU Maranhão.


> Consenso > colegiado > decisão > existem convergências > união da diversidade no respeito mutuo e no esforço coletivo X Cultura da Competição.

> Campus como espaço para uma rede de troca de saber, todo mundo ensina, todo mundo aprende.


 

* comunidade
co.mu.ni.da.de
sf (lat communitate) 1 Qualidade daquilo que é comum; comunhão. 2 Participação em comum; sociedade. 3Sociol Agremiação de indivíduos que vivem em comum ou têm os mesmos interesses e ideais políticos, religiosos etc. 4 Lugar onde residem esses indivíduos. 5 Comuna. 6 Totalidade dos cidadãos de um país, o Estado.

Palavras-chave: COCESP, Fórum, IEA, USP

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Outubro 18, 2010

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Get short, timely messages from FFLCH-USP.

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Palavras-chave: FFLCH, Twitter, USP

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Nesta segunda-feira (18), o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP promove a primeira mesa redonda do ciclo Idosos do Brasil: estado da arte e desafios. Neste encontro, que reúne Salete Maccalóz (TRF-2ª Região, UFRJ e Uerj) e Marílila Louvison (Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo), o tema é “Demografia e referencial legal”.

O evento acontece às 14h30 no Auditório Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA. A entrada é gratuita e não há necessidade de inscrição prévia.

O debate será transmitido ao vivo no site do IEA.

 

Endereço: Rua da Reitoria (antiga Travessa J), 374, Cidade Universitária, São Paulo

Palavras-chave: Debates, IEA, USP

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Setembro 15, 2010

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)

 

Avaliação trienal de programas foi divulgada pela Capes na terça-feira (14).


USP, UFRJ e Unicamp são campeãs em cursos com maior pontuação.

fonte: G1, Brasília

A região Sudeste reúne 83% dos cursos de pós-graduação que têm desempenho equivalente aos mais importantes centros internacionais de ensino e pesquisa, de acordo com a avaliação trienal de cursos de pós-graduação no Brasil. Os dados foram divulgados pela Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a terça-feira (14).

(Veja na tabela no fim desta página a lista com todas as universidades e cursos que atingiram nota máxima na avaliação da Capes)

As três instituições com mais cursos que atingiram a nota máxima na avaliação foram Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Todos os cursos avaliados são classificados com notas de 1 a 7, e apenas os que atingem 6 ou 7 são considerados de alto padrão internacional. Entre as instituições que têm cursos com nota máxima, a USP lidera o ranking com folga, com 33 programas (que incluem cursos de mestrado e doutorado) classificados com nota 7. Atrás dela seguem a UFRJ e a Unicamp, empatadas com 14 programas cada.

O G1 conversou com o pró-reitor de pós-graduação da Unicamp, Euclides de Mesquita Neto, que falou sobre o desempenho da universidade e de outras instituições de ensino no Sudeste. “A Unicamp tem tido ao longo dos anos um desempenho bastante elevado. Mais de 40% dos cursos estão com nota 6 e 7”, comemorou o pró-reitor.

Segundo ele, o bom desempenho da região está ligado à condição econômica dos estados do Sudeste, superior à de demais regiões. "Em São Paulo, a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) foi muito importante para amortecer os altos e baixos da economia do país", conta.

“Acredito que o apoio da Capes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Fapesp, articulado à política da Unicamp de valorizar a qualidade e investir em pesquisa resultaram nos resultados que tivemos”, afirma.

O pró-reitor também comentou sobre a clara diferença entre as regiões brasileiras na produção de conhecimento científico. Segundo dados da Capes, o Sudeste sozinho concentra 53% dos cursos de pós-graduação do país. “Estou participando do Plano Nacional de Pós-Graduação, e um dos assuntos mais debatidos é justamente discrepância dos cursos de pós entre as regiões. Acredito que é importante investir em grandes centros de pesquisa no Norte e Nordeste para que se ganhe em eficiência”, afirma.

Segundo Euclides de Mesquita, esses grandes centros também favoreceriam a permanência dos futuros doutores em suas respectivas regiões. “Quando um pesquisador vai buscar formação em outra região, é comum que ele acabe ficando por lá, o que não ajuda o desenvolvimento do seu próprio estado”, completa.

Veja abaixo a lista com as instituições e os respectivos programas de pós-graduação que atingiram nota máxima na avaliação do Capes:

 

Instituição Estado Nº de programas
com nota máxima
Cursos com nota máxima
(mestrados e doutorados)
CBPF - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas RJ 1 Física
FGV - Fundação Getúlio Vargas RJ 1 Economia
IMPA - Associação Instituto Nacional de
Matemática Aplicada
RJ 1 Matemática
INPE - Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais
SP 1 Sensoriamento Remoto
PUC-RIO - Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro
RJ 3 Educação; Engenharia Mecânica;
Informática
UCAM - Universidade Cândido Mendes RJ 2 Ciência Política; Sociologia
UERJ - Universidade do Estado do Rio de
Janeiro
RJ 1 Educação
UFBA - Universidade Federal da Bahia BA 1 Saúde Coletiva
UFF - Universidade Federal Fluminense RJ 1 História
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais MG 9 Bioquímica e Imunologia; Ciências Biológicas (Fisiologia e Farmacologia); Ciências da Computação; Demografia; Educação; Engenharia Metalúrgica de Minas; Estudos Literários; Física; Infectologia e Medicina Tropical
UFPEL - Universidade Federal de Pelotas RS 1 Epidemiologia
UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande
do Sul
RS 10 Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências Médicas (Psiquiatria); Engenharia Civil; Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais; Física; Genética e Biologia Molecular; Geociências; Música; Psicologia; Química
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro RJ 14 Antropologia Social; Ciências Biológicas (Biofísica); Ciências Biológicas (Fisiologia); Clínica Médica; Engenharia Biomédica; Engenharia Civil; Engenharia de Sistemas da Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Geografia; Química; Química Biológica; Sociologia e Antropologia
UFSC - Universidade Federal de Santa
Catarina
SC 3 Engenharia Mecânica; Farmacologia; Química
UFSCAR - Universidade Federal de São
Carlos
SP 2 Ciência e Engenharia dos Materiais; Engenharia Química
UFSM - Universidade Federal de Santa Maria RS 1 Química
UFV - Universidade Federal de Viçosa MG 4 Agronomia (Fitopatologia); Ciências Agrárias (Fisiologia Vegetal); Entomologia; Zootecnia
UnB - Universidade de Brasília DF 1 Antropologia
UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio
de Mesquita Filho
SP 2 Zootecnia; Geografia
Unicamp - Universidade Estadual de
Campinas
SP 14 Ciência de Alimentos; Ecologia; Engenharia de Alimentos; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Física; Fisiopatologia Médica; Genética e Biologia Molecular; História; Linguística; Matemática; Química; Odontologia
Unifesp - Universidade Federal de São Paulo SP 6 Ciências Biológicas (Biologia Molecular); Infectologia; Medicina (Nefrologia); Medicina (Oftalmologia); Microbiologia e Imunologia; Psicobiologia
USP - Universidade de São Paulo SP 33 Administração; Ciência Política; Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências dos Alimentos; Ciências Médicas; Economia; Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses; Estatística; Farmácia (Análises Clínicas); Física; Geografia (Geografia Humana); História Social; Imunologia; Linguística; Literatura Brasileira; Meteorologia; Nefrologia; Psicologia (Psicologia Experimental); Química; Sociologia; Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas); Agronomia (Solo e Nutrição de Plantas); Ciência Animal e Pastagens; Ciências Biológicas (Farmacologia); Fisiologia; Imunologia Básica e Aplicada; Medicina (Neurologia); Psicobiologia; Engenharia Civil (Engenharia de Estruturas); Engenharia Hidráulica e Saneamento; Física; Físico-Química; Química (Química Analítica)

Palavras-chave: CAPES, Doutorado, Mestrado, USP

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Setembro 01, 2010

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http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/convite-F%C3%B3rum-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico21.jpg

O objetivo do Fórum é o de promover ampla reflexão e discussão sobre destinação, ocupação e uso dos campi universitários públicos com seus usuários (professores, alunos, funcionários) e a comunidade externa.

A participação no evento é gratuita.

2ª Edição do Fórum Permanente sobre Espaço Público: a USP e a especificidade de seus campi – Fórum Espaço USP, cujo tema neste ano é o “O Campus Sustentável”.

 

AGENDA


1. 31 de Agosto/10 - instalação da 2ª. edição - Local: Auditório Prof. Altino Antunes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87, Cidade Universitária:
  - Cerimônia de abertura
  - Mesa-redonda: Representação Social, Espaço Público e Universidade;
       - Primeira reunião dos GTs
       - Informes Gerais sobre operação e funcionamento dos GTs
       - Revisita à Agenda do Fórum
       - Escolha de Relatores
       - Definição das Agendas dos GTs

2. Setembro/10 a Fevereiro/11 - discussões e construção de propostas pelos GTs. As reuniões serão periódicas (presenciais e/ou virtuais), cumprindo agenda que será definida pelos participantes dos diferentes Grupos. A organização do Fórum recomenda que cada Grupo se empenhe para que pelo menos uma reunião a cada 15 dias seja realizada, principalmente nos três primeiros meses;

3. 23 de Setembro/10 - Encontro Temático Espaço Público e Sustentabilidade - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

4. 20 de Outubro/10 - Encontro Temático Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

5. 11 de Novembro/10 - Encontro Temático Espaço Público: patrimônio, valor, identidade e pertencimento - Teatro da Faculdade de Medicina - Av. Dr. Arnaldo, nº 455, Cerqueira César, São Paulo;

6. 09 de Dezembro/10 - Encontros Temáticos Políticas Públicas e Comunidade; Campus Sustentável - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

7. Fevereiro/11 - encontro de todos os GTs - Sistematização das discussões de 2010;

8. Março/11 - apresentação das propostas de todos os GTs;

9. Abril/11 - apresentação dos Resultados Finais da 2ª. edição do Fórum sobre Espaço Público: a USP e especificidade de seus campi ao Conselho Gestor do Campus, pela Comissão Organizadora do Fórum.

Mais informações sobre o Fórum podem ser obtidas através do telefone: 11-3091 1986 ou pelo e-mail: espacousp@usp.br

 

Primeiro Fórum


O Fórum Espaço Público foi instalado em abril de 2008 com a finalidade de abrir novos canais de diálogo com a comunidade usuária do Campus da Capital, que por definição não é uma área verde ou um parque público, mas uma área institucional voltada para a educação.
Naquele ano, durante seis meses, foram mobilizadas cerca de 200 pessoas interessadas em discutir o melhor uso do Campus. Os temas que nortearam os debates foram: Segurança em Saúde, Patrimonial e Pessoal; Infra-estrutura, Mobiliário Urbano e Suportes de Comunicação Social; Resíduos; Sistema Viário, Trânsito e Transportes; Patrimônio Natural, Histórico, Científico e Cultural do Campus; Relacionamento com o Entorno Sócio-Cultural, Político, Econômico e Científico.


Arquivo da 1ª Edição do Fórum

Fórum_Relatório+Final[1].pdf

 

Palavras-chave: Evento, Fórum, USP

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Fevereiro 02, 2010

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Sociedade - 01.02.10



O Departamento de Ciências Políticas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e o Instituto de Relações Internacionais (IRI), ambos da USP, promovem de terça-feira (2) ao dia 11 o seminário internacional Conceitos, Métodos e Técnicas de Pesquisa em Ciência Política.

O seminário contará com a presença de acadêmicos de instituições como New York University, Science Po, Hamburg University, Philipps University Marbug, Texas A&M University, e University of Basel.

O evento é aberto ao público e será composto por uma sequência de palestras nos dias 2, 3, 4, 9, 10 e 11, das 18 horas às 19h30, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP (Av. Professor Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo). As exposições serão proferidas em inglês, seguidas de comentários de acadêmicos locais.

A programação detalhada do evento poderá ser consultada nos sites do Departamento de Ciência Política da FFLCH e do Instituto de Relações Internacionais. Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, pelo email vivs@usp.br  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Mais informações: email  vivs@usp.br, sites www.iri.usp.br e http://flch.usp.br/dcp

   
 
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Palavras-chave: Eventos, FFLCH, IRI, USP

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Novembro 27, 2009

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Jovem seria estudante de filosofia e foi esfaqueada, segundo polícia.
Ataque foi na quarta e suspeito foi preso na quinta.

Uma estudante universitária teve o carro roubado e foi agredida, na quarta-feira (25), por um assaltante numa rua da Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste da capital do Estado. A informação é da Polícia Civil e foi confirmada nesta sexta (27) pela USP. O caso foi registrado no 93º Distrito Policial, no Jaguaré, como roubo e lesão corporal.

De acordo com policiais, a vítima foi esfaqueada no pescoço, mas sem gravidade. A USP nega que a jovem teinha sido ferida e confirma apenas a agressão.

Um suspeito de 27 anos foi preso pela Polícia Militar na quinta-feira (26) em Taboão da Serra, na Grande São Paulo com o carro da vítima. A moça, que tem cerca de 20 anos, reconheceu o homem preso como seu agressor, segundo policiais da delegacia de Taboão. O veículo foi devolvido à vítima, que seria estudante de filosofia da USP.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da USP informou:

"Assim que a estudante foi abordada, o posto de observação da Segurança do Campus, que fica próximo ao local, acionou a Guarda Universitária, que imediatamente socorreu a vítima, levando-a ao Hospital Universitário, e informou a Polícia Militar do ocorrido. Segundo as informações do 93ª DP, o assaltante foi preso. Segundo os registros da Guarda Universitária, a estudante não foi esfaqueada, ela foi agredida pelo assaltante." 

fonte: G1

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Novembro 17, 2009

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16/11/2009 - Zulu Araújo - Presidente da Fundação Cultural Palmares.

 

 

   

Arquivo do Programa

Dia 20 de novembro é o dia Nacional da Consciência Negra. O Brasil escolheu essa data para lembrar Zumbi, líder do Quilombo de Palmares, símbolo da resistência negra do país.

Durante todo esse mês a data será lembrada em diversos eventos que irão celebrar a memória histórica do movimento, da presença e da inserção do negro na vida brasileira.

Dedicado à cultura negra desde a juventude, Zulu Araújo foi produtor de eventos culturais em Salvador nos anos 80 e 90 e assessor especial da secretaria de Cultura da Bahia. Em 2007, Zulu assumiu a presidência da Fundação Cultural Palmares, onde já trabalhava como diretor desde 2003.

Vinculada ao Ministério da Cultura, a Fundação Cultural Palmares foi criada em 1988, para implementar políticas públicas destinadas a aumentar a participação da população negra brasileira no processo de desenvolvimento do país.

Entrevistadores: Mônica Manir, editora do caderno Aliás do jornal O Estado de S. Paulo; Ivan Martins, editor executivo da revista Época; Maurício Pestana, publicitário, cartunista e presidente do conselho editorial da revista Raça Brasil e Paulo Lins, escritor e roteirista.
Twitters no estúdio: Julio Moraes, jornalista, (twitter.com/juliomoraes); Jésica Lima, analista de mídias sociais (twitter.com/jerblima) e Robson Silva, estudante de história (twitter.com/robson_leandro).
Fotógrafo convidado: Letícia Lovo, fotógrafa (www.flickr.com/photos/leticialovo).

Apresentação: Heródoto Barbeiro

 

Para ter acesso às transcrições dos programas, favor visitar Memória Roda Viva.

Os programas mais recentes contém, ainda um perfil do convidado, bastidores e comentários da platéia.

 

 

 

Memória Roda Viva é um novo canal de pesquisa na Internet, voltado para estudantes, professores e público em geral.

Resultado de uma parceria entre a Fundação Padre Anchieta, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por meio de seu Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo (Labjor) e Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP).

Este canal oferece aos internautas um espaço para pesquisa de grandes temas nacionais e internacionais, a partir dos debates exibidos no Roda Viva.

Os usuários têm acesso às transcrições integrais das entrevistas realizadas pelo Roda Viva nos últimos 21 anos, além de um vídeo do programa e verbetes explicativos.

Mais de duzentas das principais entrevistas estarão disponíveis para consulta e pesquisa. Semanalmente serão inseridos outros programas, até que todos estejam no site.

 

Para conhecer agora o resultado dessa parceira
http://www.rodaviva.fapesp.br/

Rede Cultura de Televisão: www.tvcultura.com.br


Palavras-chave: Cultura, FAPESP, Roda Viva, UNICAMP, USP

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Outubro 30, 2009

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Junho 17, 2009

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Inscrições para o preenchimento da vaga de monitor-bolsista

 


Estarão abertas no período de 03 a 22 de junho de 2009, das 9 às 20h, na Secretaria do Departamento de Linguística, à Av. Professor Luciano Gualberto, 403 – sala 16 – Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, as inscrições para preenchimento de uma vaga para a função de Monitor-Bolsista, com a finalidade específica de exercer atividades técnicas e didáticas, ligadas à área de redação, revisão e web design, isto é, confecção de páginas para a internet.

 

Poderão candidatar-se à monitoria os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação que tenham completado, pelo menos, quatro semestres do respectivo curso e metade dos créditos exigidos para a obtenção do seu diploma ou, ainda, alunos matriculados nos cursos de pós-graduação, da FFLCH-USP.

Em qualquer caso, exige-se que o candidato não possua vínculo empregatício de espécie alguma, nem receba qualquer tipo de bolsa de ensino ou pesquisa durante a vigência da monitoria.

 

O monitor selecionado será remunerado mediante bolsa, cujo valor, fixado pelo Conselho Técnico Administrativo da FFLCH-USP, correspondente ao valor fixado de R$525,00 vigentes por 80 horas mensais trabalhadas (20 horas por semana), sem vínculo empregatício com a unidade. A vigência da bolsa será de seis meses, renováveis, automaticamente, por mais seis meses, permitindo-se, todavia, que o aluno que já tenha exercido monitoria se candidate a novo processo seletivo.Todo o processo seletivo obedecerá às disposições contidas no Regimento da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, artigos 67 a 71.

 

No ato da inscrição, o candidato deverá entregar cópia dos seguintes documentos: CIC, RG, Curriculum Vitae e vínculo acadêmico com a FFLCH (histórico escolar). Deverá, também, fornecer endereço, e‑mail e telefone para contato.

 

O PROCESSO SELETIVO SERÁ FEITO EM DUAS ETAPAS:

 

1) Através de uma PRÉ-SELEÇÃO baseada em exame do Curriculum Vitae, do histórico escolar e dos principais trabalhos e atividades acadêmicas do candidato. Essa etapa será feita por uma Comissão de Seleção indicada pelo Departamento de Linguística, sem a presença dos candidatos. Será dada especial atenção ao bom desempenho acadêmico do candidato, expresso, sobretudo em seu histórico escolar.

 

2) Mediante ENTREVISTA e, a seguir, PROVA PRÁTICA dos conhecimentos ligados às atividades do futuro monitor, isto é, redação e revisão, criação de páginas WEB, diagramação, tratamento de imagens, edição de texto e pesquisas na internet. O candidato deverá saber operar os seguintes programas: DREAMWEAVER (Macromedia), GIMP (software livre), PAGEMAKER (Adobe) e WRITER (do pacote OpenOffice). São essenciais a capacidade de produção e revisão de textos acadêmicos, bem como a criatividade e a afinidade para com as disciplinas linguísticas.

 

O professor responsável pela monitoria poderá, a qualquer tempo, solicitar a dispensa do aluno monitor, mediante justificativa que deverá ser apreciada pelo Conselho Departamental de Linguística.
A monitoria também cessará antes do prazo determinado caso o aluno assim o solicitar por escrito.

 

 

Mais informações na Secretaria do Departamento, com edital oficial publicado no mural da Secretaria a partir do dia 03 de junho de 2009

 

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Junho 10, 2009

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Manifestação de estudantes bloqueia acesso à USP
                (Foto: Reprodução/TV Globo)

Universidade atribui tumulto à "ação isolada de grupo radical".
Por volta das 21h, vice-reitor recebeu comissão.

 

Ontem em nota, reitoria da USP lamenta confronto entre PM e manifestantes.

 

A Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) divulgou uma nota na noite desta terça-feira (9) em que lamentou o confronto ocorrido entre a Polícia Militar e os manifestantes na Cidade Universitária. 

Por volta das 21h, o vice-reitor, Franco Maria Lajolo, recebeu uma comissão para tratar do assunto.


Veja a íntegra da nota abaixo:

 

“A Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) lamenta o confronto ocorrido entre a Polícia Militar e os manifestantes, no dia de hoje (09/06), na Cidade Universitária ‘Armando de Salles Oliveira’.

A presença da Polícia no campus é decorrente do processo de reintegração de posse, impetrado para a desobstrução da entrada de oito edifícios da Universidade, de forma a garantir o direito de greve, dentro dos preceitos legais, e o direito de ir e vir dos servidores. Durante todo o dia de hoje, a Corporação Policial fazia o acompanhamento preventivo para o cumprimento da determinação judicial, de forma pacífica, como vinha fazendo nos últimos dias. Ressalte-se que a solicitação da reintegração de posse é resultado de deliberação do Conselho Universitário, datada de 2008, diante de ações que impeçam o acesso de servidores a seus locais de trabalho.

A Reitoria lastima que a ação isolada de um grupo radical de manifestantes tenha provocado o confronto, inclusive com a depredação do patrimônio público, resultando em cenas inadmissíveis dentro do ambiente universitário, no qual o diálogo deve ser sempre privilegiado.”

 

fonte: G1 São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo

Palavras-chave: Greve, invasão de espaço, USP

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Os professores pretendem, ainda na tarde de hoje, entregar as deliberações da assembléia à reitoria da USP

Assembleia no prédio da FFLCH História/Geografia

Em assembleia no início da tarde desta quarta-feira, cerca de 200 professores da Universidade de São Paulo (USP) exigiram a renúncia da reitora da instituição, Suely Vilela, e a saída da Polícia Militar do campus da universidade. Entre os ítens aprovados na reunião estão ainda eleições diretas para reitor e a instalação de uma comissão para alterar o estatuto da USP.

Os professores pretendem, ainda na tarde de hoje, entregar as deliberações da assembleia à reitoria da USP.

De acordo com Otaviano Helene, presidente da Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp), a mobilização cresceu após os conflitos de ontem entre PMs, professores, alunos e funcionários.

"Assinaram hoje presença na nossa assembleia, mais de 200 professores, o que não ocorria aqui há muito tempo. Estamos indignados com o que houve ontem. É intolerável", afirmou o presidente da Adusp. Otaviano afirmou ainda que para a abertura das negociações é indispensável vontade política.

"A polícia não entrou aqui sem autorização da reitora, assim como do governador. A nossa situação hoje é inaceitável. Nos reuniremos novamente na próxima segunda e esperamos que até lá exista alguma abertura para diálogo", completou.

A nova assembleia dos professores está marcada para segunda-feira, dia 15, às 16 horas. Em função da chuva forte que cai na capital paulista desde as 10 horas desta quarta-feira, a manifestação que estava marcada para a tarde foi transferida para a próxima semana.

Funcionários da instituição permaneciam em assembleia paralela à dos professores, às 14 horas.

 

fonte: Redação Terra

Palavras-chave: ADUSP, Greve, Invasão de espaço, USP

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Segue o relato do Pablo Ortellado que, com exímia precisão, descreveu os momentos vergonhosos a que estamos sendo submetidos pela invasão da Polícia Militar na USP. Uma péssima atitude levar a PM para dentro da universidade por parte da reitoria. É inadmissível que o governo do Estado de São Paulo tenha permitido tal procedimento numa universidade que é símbolo de conhecimento, ensino, e pesquisa. O diálogo ainda é a melhor maneira de se resolver situações conflitantes. É triste vermos nossa universidade vulnerável a fatos que se repetem ano a ano e que nos envergonham muito mais que nos enobrecem.

 

       PROTESTO / USP

 

 Prezados colegas,

 
  Eu nunca utilizei essa lista para outro propósito que não informes sobre o que acontece no Co (transmitindo as pautas antes da reunião e depois enviando relatos). Essa lista esteve desativada desde a última reunião do Co porque o servidor na qual ela estava instalada teve problemas e, com a greve, não podia ser reparado. Dada a urgência dos atuais acontecimentos, consegui resgatar os emails e criar uma lista emergencial em outro servidor. O que os senhores lerão abaixo é um relato em primeira pessoa de um docente que vivenciou os atos de violência que aconteceram poucas horas atrás na cidade universitária (e que seguem, no momento em que lhes escrevo – acabo de escutar a explosão de uma bomba). Peço perdão pelo uso desta lista para esse propósito, mas tenho certeza que os senhores perceberão a gravidade do caso.
 Hoje, as associações de funcionários, estudantes e professores haviam deliberado por uma manifestação em frente à reitoria. A manifestação, que eu presenciei, foi completamente pacífica. Depois, as organizações de funcionários e estudantes saíram em passeata para o portão 1 para repudiar a presença da polícia do campus. Embora a Adusp não tivesse aderido a essa manifestação, eu, individualmente, a acompanhei para presenciar os fatos que, a essa altura, já se anunciavam. Os estudantes e funcionários chegaram ao portão 1 e ficaram cara a cara com os policiais militares, na altura da avenida Alvarenga. Houve as palavras de ordem usuais dos sindicatos contra a presença da polícia e xingamentos mais ou menos espontâneos por parte dos manifestantes. Estimo cerca de 1200 pessoas nesta manifestação.
 Nesta altura, saí da manifestação, porque se iniciava assembleia dos docentes da USP que seria realizada no prédio da História/Geografia. No decorrer da assembleia, chegaram relatos que a tropa de choque havia agredido os estudantes e funcionários e que se iniciava um tumulto de grandes proporções. A assembleia foi suspensa e saímos para o estacionamento e descemos as escadas que dão para a Avenida Luciano Gualberto para ver o que estava acontecendo. Quando chegamos na altura do gramado, havia uma multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão (falsamente chamadas de “efeito moral” porque soltam estilhaços e machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/Geografia, onde a assembleia havia sido interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada do prédio (mais ou menos em frente à lanchonete e entrada das rampas). Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás – lembro da professora Graziela, do professor Thomás, do professor Alessandro Soares, do professor Cogiolla, do professor Jorge Machado e da professora Lizete todos com os olhos inchados e vermelhos e tontos pelo efeito do gás. A multidão de cerca de 400 ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e 4 helicópteros. O clima era de pânico. Durante cerca de uma hora, pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás invadia o prédio. Depois de uma tensão que parecia infinita, recebemos notícia que um pequeno grupo havia conseguido conversar com o chefe da tropa e persuadido de recuar. Neste momento, também, os estudantes no meio de um grande tumulto haviam conseguido fazer uma pequena assembléia de umas 200 pessoas (todas as outras dispersas e em pânico) e deliberado descer até o gramado (para fazer uma assembleia mais organizada). Neste momento, recebi notícia que meu colega Thomás Haddad havia descido até a reitoria para pedir bom senso ao chefe da tropa e foi recebido com gás de pimenta e passava muito mal. Ele estava na sede da Adusp se recuperando.
    
 Durante a espera infinita no pátio da História, os relatos de agressões se multiplicavam. Escutei que a diretoria do Sintusp foi presa de maneira completamente arbitrária e vi vários estudantes que haviam sido espancados ou se machucado com as bombas de concusão (inclusive meu colega, professor Jorge Machado). Escutei relato de pelo menos três professores que tentaram mediar o conflito e foram agredidos. Na sede da Adusp, soube, por meio do relato de uma professora da TO que chegou cedo ao hospital que pelo menos dois estudantes e um funcionário haviam sido feridos. Dois colegas subiram lá agora há pouco (por volta das 7 e meia) e tiveram a entrada barrada – os seguranças não deixavam ninguém entrar e nenhum funcionário podia dar qualquer informação. Outra delegação de professores foi ao 93o DP para ver quantas pessoas haviam sido presas. A informação incompleta que recebo até agora é que dois funcionários do Sintusp foram presos – mas escutei relatos de primeira pessoa de que haveria mais presos.

 A situação, agora, é de aparente tranquilidade. Há uma assembleia de professores que se reuniu novamente na História e estou indo para lá. A situação é gravíssima. Hoje me envergonho da nossa universidade ser dirigida por uma reitora que, alertada dos riscos (eu mesmo a alertei em reunião na última sexta-feira), autorizou que essa barbárie acontecesse num campus universitário.Estou cercado de colegas que estão chocados com a omissão da reitora. Em minha opinião, se a comunidade acadêmica não se mobilizar diante desses fatos gravíssimos, que atentam contra o diálogo, o bom senso e a liberdade de pensamento e ação, não sei mais.
 
 Por favor, se acharem necessário, reenviem esse relato a quem julgarem que é conveniente.
 
 
 Cordialmente,
 
 Prof. Dr. Pablo Ortellado
 Escola de Artes, Ciências e Humanidades

 Universidade de São Paulo

 

Palavras-chave: GREVE, INVASÃO DE ESPAÇO, USP

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Junho 05, 2009

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e9/Conjunto_residencial_da_Cidade_Universit%C3%A1ria_-_S%C3%A3o_Paulo_-_Brasil.JPG/800px-Conjunto_residencial_da_Cidade_Universit%C3%A1ria_-_S%C3%A3o_Paulo_-_Brasil.JPG

 

 

Cresce o número de alunos de renda alta na USP, indicam dados

 

Proporção dos calouros com renda superior a R$ 5 mil subiu 36,4%. Entre os que têm renda menor de R$ 1,5 mil, a taxa caiu 34%.

Mesmo com as ações de inclusão em curso, a porcentagem de alunos de renda alta aprovados na Universidade de São Paulo (USP) aumentou nos últimos oito anos. Segundo dados da Fuvest, tabulados pelo jornal "O Estado de S. Paulo",cresceu em 36,4% a proporção dos calouros que declararam ter renda superior a R$ 5 mil entre 2001 e 2009. Já entre os que vivem em famílias que ganham menos de R$ 1,5 mil, a taxa caiu 34%.

No campus da Zona Leste, criado em 2005, o movimento se repete. Hoje, os calouros com as menores rendas são 17,9% e os com as maiores chegam a compor 25,3%. A faixa intermediária teve pouca alteração, sendo cerca de 50% dos alunos. No último vestibular, 40,4% dos aprovados em todas as unidades da universidade estavam entre os mais ricos; 46,9% tinham renda intermediária (entre R$ 500 e R$ 5 mil) e 12,2% estavam entre os mais pobres.

Para o diretor do Fórum dos Cursinhos Comunitários, frei David dos Santos, o problema está no vestibular. “A USP cobra em seu exame conteúdos que só cursinhos caros, que cobram R$ 800 de mensalidade, podem oferecer”, diz. A USP propôs no mês passado uma mudança na prova que deve ajudar estudantes de escolas públicas. Poderá deixar de ser considerada a nota da primeira fase na contabilidade geral do vestibular e serem instituídas perguntas de todas as disciplinas na segunda fase, porém, em menor número.

A pró-reitora de graduação da USP, Selma Garrido, informou que o Pasusp, que ajudou só 55 vestibulandos a entrar na universidade, será mantido, mesmo sem parceria com a Secretaria de Educação. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

fonte:

Palavras-chave: Educação, Fuvest, USP

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Março 08, 2009

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Eles estão vivos. Falam em diversos idiomas. Escondem-se. Dão sustos. Fogem correndo. Voltam humildes. Ficam esgotados e se recuperam. Morrem, porque estão vivos. Ressuscitam, porque estão vivos.

Estão vivos, andam ao meu redor, me acordam no meio da noite, me levam para passear. Propõem charadas. Cantam, contam, esquentam minha frialdade, matam minha solidão, torturam meu tédio.

Vivos, falam o tempo todo da vida, e da morte. Falam de pontos e linhas. Falam de curvas e retas. Falam de nuvens e pedras. Não temem nenhum assunto. Tudo o que é humano lhes é familiar.

Vivos estão debaixo da cama, enquanto roncamos e sonhamos, sem saber o que planejam. Planejam tomar nosso cérebro. Ocupar nosso coração. Planejam reconduzir nossos pesadelos. Planejam atuar sobre os nossos planos.

Vivos estão sobrevoando as casas, enquanto rastejamos. Vivos estão no porão, no armário trancado, na sala sem ar.

Vivos, compulsivos, cumulativos. Invasivos como doenças. O que são? O que são? Não se deixam levar, não facilitam a nossa vida.

Nem sempre estiveram tão vivos. Antes, eram pontos obscuros em mentes diferentes, insurgentes. Eram intuições vagas, imagens confusas, palavras soltas, diálogos cortados.

Mas quando se tornaram coisas vivas, conseguiram gerar outras vidas. São multiplicativos, insaciáveis, milagrosos.

Quando estão em nossas mãos, essas coisas vivas ganham novos formatos. Emitem sons de todos os tipos, belos e horrorosos, insinuantes e detestáveis, harmoniosos e desafinados.

Porque são vivos, eles me perturbam, eles nos perturbam. Você e eu não podemos evitá-los, não podemos mais viver sem eles. A vida que transborda neles é a vida que nos falta viver. Bebemos neles a vida que queremos ter.

Se vivos não fossem, não teriam essa força toda. Não estariam tão próximos de nós, mais próximos do que os animais de estimação, mais íntimos do que muitos daqueles que se dizem amigos nossos.

Vivos, podem ser queimados. Vivos, podem ser vendidos, doados, emprestados, esquecidos, reencontrados.

Vivos estão. Mais vivos do que pensamos. Mais vivos do que gostaríamos, talvez. Gritando, uivando, gemendo, os livros vivos nos fazem pensar além da conta, nos fazem lembrar realidades que gostaríamos de eliminar, os livros vivos nos fazem imaginar fora de hora.

Vivos estão os livros, objetos que deixaram de ser objetos.

Vivos livros, vivos quando os lemos. Ou até mais vivos, quando os deixamos de lado.

Livros vivos que vivem em mim, e em nós.

Escrito por Gabriel Perissé

Em reconhecimento estão José Miguel Wisnik, Luiz Tatit, Alfredo Bosi (editor da revista Estudos Avançados e membro da Academia Brasileira de Letras), Augusto de Campos, Haroldo de Campos, já falecido, e outros mestres inesquecíveis. 

“Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.” (Machado de Assis)

 

Palavras-chave: Literatura Brasileira, Textos, USP

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Fevereiro 10, 2009

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Após a maratona de provas deste ano, os vestibulandos mais ansiosos já podem começar a se preparar para os próximos exames. A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou a lista de livros obrigatória para o vestibular 2010. A relação de obras literárias foi aprovada pelo Conselho de Graduação (CoG) da USP (Universidade de São Paulo) e mais uma vez valerá também para o vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

A lista continua sendo composta por nove livros, mas, em relação ao vestibular 2009, três títulos foram alterados. Deixaram de ser cobrados nas provas: A Rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade, Poemas completos de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, e Sagarana, de João Guimarães Rosa.

Os novos integrantes da lista são: O Cortiço, de Aluísio Azevedo, Capitães de Areia, de Jorge Amado, e Antologia Poética, de Vinícius de Moraes.

Confira abaixo a lista completa de livros para o vestibular 2010:

- Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente
- Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida
- Iracema, José de Alencar
- Dom Casmurro, Machado de Assis
O Cortiço, Aluísio Azevedo
- A Cidade e as Serras, Eça de Queirós
- Vidas Secas, Graciliano Ramos
- Capitães da Areia, Jorge Amado
- Antologia Poética (com base na 2ª ed. aumentada), Vinícius de Moraes

Palavras-chave: FUVEST, LIVROS, UNICAMP, USP, VESTIBULAR

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Janeiro 31, 2009

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Nova técnica faz curativo a vácuo barato para facilitar cicatrização

Estratégia foi desenvolvida no Hospital Universitário da USP.
Custo semanal cai de R$ 3.000 a R$ 4.000 para R$ 30.

Da escova usada para lavar as mãos é aproveitada a esponja esterilizada. As mangueiras plásticas e a rede de vácuo são as mesmas sobre os leitos de qualquer hospital. Foi com materiais simples que o médico Fábio Kamamoto desenvolveu um curativo capaz de mudar a vida dos pacientes.

Carlos correu o risco de perder a perna depois de um acidente de moto. O corte profundo e infeccionado não cicatrizava. O quadro mudou em sete dias com o uso do novo curativo. Foi um alívio? "Com certeza, porque eu podia perder minha perna, né? Graças a esse curativo eu estou com ela aí, firme e forte para outra", diz.

Kamamoto demonstra como o curativo funciona. Feridas provocadas por acidentes, queimaduras ou diabetes são cobertas pelas esponjas e envolvidas com plástico adesivo. Um tubo ligado à rede de vácuo faz uma sucção constante. Essa drenagem impede infecções e promove a multiplicação de vasos e a regeneração do tecido.

A novidade ajudou João a se livrar do corte de uma cirurgia complicada que não fechava. "Depois de três dias que foi instalado esse sistema, você já percebe a diferença, que o corte vai se fechando, porque ele fecha de dentro para fora."

O curativo a vácuo desenvolvido aqui no Hospital da Universidade de São Paulo tem o mesmo resultado do similar importado usado em hospitais particulares. O que muda, e muito, é o preço -- que faz uma grande diferença na hora de tratar quem não pode pagar.

De R$ 3 mil a R$ 4 mil por semana, o preço dos curativos cai para cerca de R$ 30. O sistema, aperfeiçoado com ajuda de engenheiros da Escola Politécnica, foi patenteado e já pode ser usado por qualquer um que precisar.

"A ideia é divulgar conhecimento, difundir um tratamento que vai ser mais eficiente, que vai ter um custo mais acessível para todas as pessoas do país inteiro", diz Kamamoto.

Hospitais que se interessem podem entrar em contato com o Hospital Universitário da USP, que se dispõe a dar o treinamento necessário. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 3091-9200. O Hospital Universitário da USP fica na Avenida Professor Lineu Prestes, nº 2565, na Cidade Universitária, em São Paulo.

fonte: g1/jornal nacional

Para assistir ao vídeo acesse a página do g1

Palavras-chave: HU, Notícia, USP

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Janeiro 25, 2009

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Doutor em Ciências no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Carlos Vogt apresenta em seu livro Cultura Científica: Desafios (EDUSP/FAPESP, 2006), valores culturais para a nossa sociedade contemporânea que a meu ver carece de entendimento não só nas áreas de pesquisa, como também no conceito da filosofia do relacionamento humano, importante gancho para a formação e fortalecimento da cultura. Depois de algumas pesquisas em literatura "descobri" recentemente o professor Vogt, que no trecho abaixo faz uma menção significativa sobre a cultura científica:

“A expressão ‘cultura científica’ soa mais adequada por englobar tudo isso e, ainda, a visão da ciência como formadora da cultura – seja do ponto de vista da sua produção, da sua difusão entre os pares ou na dinâmica social do ensino e da educação, bem como da sua divulgação na sociedade para o estabelecimento das relações críticas necessárias entre o cidadão e os valores culturais de seu tempo e de sua história”, afirma o professor. “Apesar das distinções fundamentais entre arte e ciência, existe entre elas algo comum e poderoso: a finalidade compartilhada por ambas da criação e da geração do conhecimento, por meio da formulação de conceitos abstratos e ao mesmo tempo, por paradoxal que pareça, tangíveis e concretos. No caso da ciência, essa tangibilidade e concretude se dá pela demonstração lógica e pela experimentação; no caso da arte, pela sensibilização do conceito em metáfora e pela vivência”, diz Vogt, que é poeta e linguista.

 

 

CULTURA CIENTÍFICA: DESAFIOS

 

Palavras-chave: Cultura Científica, IEA, Livros, USP

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Fiel às origens, USP completa 75 anos

 

Agência FAPESP - Fundada em 1934 com a contribuição de missões estrangeiras, USP completa 75 anos neste domingo (25/1) com expansão da internacionalização. Estudo mostra que mais de 30% da produção científica da universidade teve cooperação internacional.

A Universidade de São Paulo (USP) comemora 75 anos neste domingo (25/1) sendo responsável por mais de 25% da produção científica brasileira e consolidando uma tendência que vem desde a sua origem: a cooperação internacional.

Em 1934, dezenas de professores estrangeiros foram contratados para implementar estudos de ciências básicas e humanidades, nos quais o país ainda engatinhava. A chamada “missão estrangeira” deflagrou uma efervescência cultural que transformaria a USP na maior universidade da América Latina.

Depois de 75 anos, a universidade mostra uma crescente projeção no cenário internacional. Com 380 convênios acadêmicos de intercâmbio em vigência, foi considerada a 113ª melhor universidade do mundo pelo ranking Webometrics – um salto de 15 posições em relação a 2007.

De acordo com um novo estudo sobre os indicadores de ciência e tecnologia em São Paulo, em média 30,4% das publicações científicas produzidas na USP entre 2002 e 2006 foram feitas com colaboração estrangeira. No período anterior, de 1998 a 2002, a média era de 20,9%.

A pesquisa mostra também que a contribuição da USP para a produção científica paulista passou de 48,8% em 1998 para 50,5% em 2006. A fatia da universidade na ciência brasileira passou, no mesmo período, de 23,9% para 25,5%.

De acordo com Leandro Innocentini Lopes de Faria, professor do Departamento de Ciência da Informação do Centro de Educação e Ciências Humanas (Cech) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), um dos autores do estudo, a pesquisa foi feita em duas bases de dados: a Web of Sciences e o Portal Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os outros autores são Wanda Aparecida Machado Hoffmann, do Cech, José Angelo Rodrigues Gregolin, do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar, e Luc Quoniam, da Universidade de Toulon, na França.

Segundo Faria, é importante observar que, além da crescente cooperação da USP com instituições estrangeiras mostrada pelas estatísticas, há também uma grande parcela de cooperação com instituições brasileiras.

“Por isso, embora os números mostrem que a USP produz mais da metade da ciência paulista, isso não significa que todas as outras instituições juntas respondam por menos da metade. Há muita produção feita em colaboração”, disse Faria à Agência FAPESP.

Segundo ele, que também é coordenador executivo do Núcleo de Informação Tecnológica em Materiais da UFSCar, no período de 1998 a 2006 houve um crescimento absoluto da produção científica brasileira e a USP acompanhou essa tendência.

“O Brasil passou de 9 mil artigos publicados anualmente para quase 19 mil, aproximando-se dos 2% da produção científica mundial. A USP, portanto, é responsável por cerca de 0,5% da ciência do mundo”, afirmou Faria.

A instituição mostrou participação expressiva nas 22 áreas do conhecimento avaliadas no estudo. Os principais destaques foram biologia molecular e genética – na qual a universidade responde por 32,6% da produção nacional – e ciências espaciais, com 32,3% do total.

“Outro destaque foi medicina, na qual a USP tem 29,9% da produção científica nacional. Trata-se de uma área importante, que concentra o maior número absoluto de artigos publicados. Outras áreas com números expressivos foram biologia e bioquímica (31%), imunologia (29,9%) e psiquiatria e psicologia (29,7%)”, explicou.

Internacionalização planejada

Solange Oliveira Rezende, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP em São Carlos, – que preside a comissão responsável pelas comemorações dos 75 anos da instituição –, ressalta que a crescente presença da universidade no cenário internacional é resultado de uma ação planejada.

“A internacionalização é uma das principais diretrizes adotadas pela reitoria. O incremento em todos os indicadores de produção científica e na posição da universidade nos rankings internacionais reflete esse esforço e esse foco no cosmopolitismo”, afirmou.

O aumento da internacionalização foi constatado em setembro de 2008, durante o workshop Planejando o Futuro: USP 2034, que visava a delinear os rumos da universidade nos próximos 25 anos.

“Durante o evento foi apresentado um diagnóstico da situação atual da USP, que mostrou os avanços em relação à internacionalização. Mas acreditamos que temos condições, infraestrutura e recursos humanos para avançar muito mais nessa direção”, disse.

Solange conta que a universidade prevê o aumento dos incentivos para enviar estudantes da pós-graduação para estágios no exterior, trazer alunos estrangeiros, ampliar a dupla titulação e aumentar o número de doutorandos fora do país.

“O objetivo é que a USP consolide sua posição como instituição de classe mundial. Atualmente, temos 380 convênios acadêmicos em vigência e mais 370 em tramitação”, disse.

Eventos comemorativos

Uma série de eventos e homenagens marcará o aniversário. No dia 25 de janeiro, às 20 horas, será realizado o Concerto Comemorativo dos 75 anos da USP, no Teatro Alfa, em São Paulo.

O Hino da Universidade de São Paulo será apresentado pela primeira vez pela Orquestra Sinfônica da USP e pelo Coral da USP, sob regência do maestro Julio Medaglia, que compôs recentemente a música – a letra é de Paulo Bomfim.

No dia 26, a partir das 14 horas, uma sessão solene do Conselho Universitário será realizada no Memorial da América Latina, com o lançamento da exposição USP em obras – A construção da Cidade Universitária, que reúne 60 imagens em grande formato, pertencentes ao acervo da universidade, abrangendo o período de 1952 a 1972.

“No dia 26 também serão realizadas homenagens a diversas personalidades que ajudaram a construir a USP. Esse reconhecimento às pessoas que deram sua contribuição à instituição é um dos três aspectos que nortearam as comemorações. Os outros dois são o aumento da visibilidade junto ao público e as perspectivas para o futuro”, disse Solange.

O antropólogo e filósofo francês Claude Lévi-Strauss, que integrou a missão estrangeira a partir de 1935 e neste ano completa 100 anos, será homenageado com o título de doutor honoris causa, em data ainda não definida.

Os fundadores da USP também serão homenageados com seminários e uma exposição itinerante. A Editora da USP publicará obras vinculadas a alguns deles. Os campi do interior também terão uma série de eventos comemorativos.

Mais informações sobre a programação comemorativa: http://www.usp.br/75anos

Agência Fapesp

 

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Palavras-chave: FAPESP, IEA, USP

Postado por Ana A. S. Cesar | 1 usuário votou. 1 voto | 0 comentário

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