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Outubro 2010

Outubro 07, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

O sonho

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

 

Clarice Lispector, escritora brasileira

 


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Outubro 09, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar


NA MORTE


Na morte
o núcleo do silêncio
onde logo estaremos
uma vez dentro
sim é não
e não é nada
os de fora dizem
morremos
não podem ouvir nossa voz
num sussurro dizendo
tudo está em nós.


MARCELO ARIEL in "TRATADO DOS ANJOS AFOGADOS"
,



ACONTECEU NA USP

Colóquio com Marcelo Ariel

O encontro aconteceu em 24/06/10 na FFLCH/USP organizado pelo curso de pós-graduação em letras e discutiu as relações entre o último livro de Ariel "Conversas com Emily Dickinson e outros poemas" (Selo Orpheu/Multifoco) e a obra dos cineastas Harmony Korine, David Lynch, José Eduardo Belmonte, Julio Bressane, Gláuber Rocha, Jean Luc Godard e a dos poetas Rimbaud, Herberto Helder e Gill Scott Heron entre outros. Relacionando a poética de Marcelo Ariel aos mais recentes estudos de literatura e filosofia comparada que enfocam a desterritorialidade e a questão da identidade no mundo contemporâneo. O colóquio foi aberto ao público.


Palavras-chave: Cultura, Escritores, Literatura, Livros

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Outubro 18, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar


 
 

Nesta segunda-feira (18), o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP promove a primeira mesa redonda do ciclo Idosos do Brasil: estado da arte e desafios. Neste encontro, que reúne Salete Maccalóz (TRF-2ª Região, UFRJ e Uerj) e Marílila Louvison (Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo), o tema é “Demografia e referencial legal”.

O evento acontece às 14h30 no Auditório Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA. A entrada é gratuita e não há necessidade de inscrição prévia.

O debate será transmitido ao vivo no site do IEA.

 

Endereço: Rua da Reitoria (antiga Travessa J), 374, Cidade Universitária, São Paulo

Palavras-chave: Debates, IEA, USP

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Palavras-chave: FFLCH, Twitter, USP

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Outubro 19, 2010

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Outubro 22, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Ontem tivemos um dia muito especial no Fórum Espaço Público 2ª Edição, aconteceu no auditório da poli um dia inteiro de debates sobre o tema "Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural".


Conhecemos e reconhecemos muita coisa que está acontecendo por aí e é muito bom poder ouvir da fonte, dos olhos, espíritos e corações, bem a nossa frente, não há como evitar o envolvimento e ser seduzido pela possibilidade, ao alcance da ponta de nossos dedos esticados a diante, ao alcance de nossas ideias e sonhos, a possibilidade de fazer acontecer, de fazer parte e vivenciar a mudança.


Essa mudança está acontecendo e é muito bom poder acreditar nisso. Está acontecendo em diversas frentes e formas, nos fóruns, nos projetos sociais, na cidade, no campus, nas universidades, nas salas de aula, nos locais de trabalho, nos bairros, grupos e pessoas que cansaram de rodar em volta de seus umbigos, cansaram do individualismo e querem fazer parte de uma comunidade*, no verdadeiro sentido da palavra, um coletivo educador, coletivo de ação cultural, coletivo de desenvolvimento humano.


Essa vontade começa a transbordar no coração das pessoas e está ganhando espaço, na USP podemos sentir isso entre grupos de funcionários, professores e alunos que não aparecem mais como simples sonhadores, começam a ser vistos como atores, pessoas de ação, iniciativa, fonte e ferramenta para mudanças.


Sou otimista sim, e depois de ontem acredito mais ainda que a mudança está acontecendo o tempo todo, rápida ou pausadamente ela é inevitável e alcança todos os tipos de lugares e pessoas, absorvendo ideias e tendências ou entrando em embates. A mudança é real.


"Ampliar a sala de aula"


Tivemos a presença do Prof. Marcus Vinícius de Moura do Projeto Esporte Talento/CEPEUSP (http://www.educandopeloesporte.blogspot.com/), que trouxe a experiência da Cidade Educadora e com isso diversas questões sobre o Campus da USP:


É possível uma organização local compartilhada na USP?
Temos espaços de convivência/ de coletividade?
O que mobiliza os habitantes do campus?
Temos projetos coletivos?
Quais os princípios que norteiam o uso social no campus?
Tratamos o campus como parte da missão da USP?


"A transformação só acontece com ações educadoras"


Na fala do Prof. Marcos Sorrentino da ESALQ pudemos enxergar um caminho para:


O desafio da Sustentabilidade (deixar de lado as soluções simplistas e moralistas sobre sustentabilidade).
Inclusão radical de todas as diversidades.
Cidadania.
Processos > Projetos> Resultado > Objetivo
Formação de educadores/editores
Círculos de Cultura – Paulo Freire
Educomunicação
Estrutura educadora

¡        Investimento educador

¡        Apelo ao cuidar (Respeito)

¡        Cuidar pensando no todo

¡        Atenção cotidiana com a vida – diálogo coletivo


Os 6 passos:

1.    Constituição de um coletivo educador com o objetivo de elaborar um projeto político-pedagógico (pactuar)

2.    Considerar as diferentes tribos de convivência

3.    Encontrar/criar mecanismos de diálogo

4.    Mapeamento e oferta de rico cardápio de oportunidades de aprendizagem

5.    Processo formativo para que as pessoas possam se apropriar das oportunidades e fazer parte do processo

6.    Monitoramento (acompanhamento) e Avaliação (visão crítica) continuada


“Ilha da Fantasia”


O Prof. Antonio Araújo da Eca/Teatro da Vertigem (http://www.teatrodavertigem.com.br/site/index2.php) trouxe a experiência do inimaginável, de como uma Ilha de Desordem e de Ordem podem coexistir num equilíbrio instável e sutil.


Uma experiência pedagógica de trocar com o departamento ao lado, de propor aos alunos um verdadeiro diálogo com o campus em sua arquitetura e significação. Propor a vivência de um campus como espaço de arte e cultura. Possibilitando o encontro com outras unidades, com diferentes e inusitadas pessoas, a troca, a relação, deslocando percepções e mudando a lógica do uso do espaço. Propondo uma OCUPAÇÃO artística. Surpreendendo com um bote salva vidas navegando na praça do relógio e fulminando na morte da rainha.


Trazendo a cidade ao campus e levando o campus à cidade.


A proposta: ocupação, diálogo, ação, reconhecimento, descoberta, transformação com/nas áreas externas do campus e da cidade.


“Campus X campo
impermeabilidade X permeabilidade
Virtualidade”


O Prof. Martin Grossmann da ECA num pensamento crítico-criativo em velocidade de internet2 trouxe a idéia de um campus de ação cultural. Acreditando que a ação cultural possibilita uma relação maior com o outro.


Questionou a educação como acontece na USP e como foi concebida pelos iluministas com forte hierarquia e pouca ou nenhuma flexibilidade, dificultando a interdisciplinaridade e a troca.


Colocou a importância da Visão Crítica da Sustentabilidade de forma a evitar radicalismos que possam aparecer numa espécie de Proposta Higienista, a exemplo do nazismo.


“Confiança na produção coletiva”


O Prof. Menezes do Instituto de Física encantou com a possibilidade da “diversão como uma cultura importante” e da ideia de co-responsabilidade revestida de liberdade.


Alertou: os alunos estudam hoje e não fazemos idéia para qual mundo do trabalho de amanhã. Se não recuperarmos a comunidade, a co-responsabilidade seguiremos a caminho do Admirável Mundo Novo (livro escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932).


“Você sabia?”


A Profa. Elizabeth Saad da ECA ilustrou, provou e questionou.

A comunicação contemporânea não é linear.
Comunicação/vivência acelerada.
Melhor do que qualquer conclusão antecipada: assista ao vídeo.


“Uma outra moeda é possível”


O Prof. Gilson Schwartz da ECA/CTR com uma visão do campus como plataforma para a conexão global, com a Cidade do Conhecimento (http://www.cidade.usp.br/blog/), a moeda “Saber”, o 2º Encontro de Inclusão Financeira, trouxe exemplos reais de como a capacitação das pessoas e das instituições para as novas tecnologias pode transformar, e a importância de desenvolver competências para apropriação das oportunidades para o desenvolvimento e inclusão social.


“Um outro mundo é possível”


Chico Witaker (http://chicowhitaker.net/), da Comissão Brasileira Justiça e Paz e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, coloca algumas possibilidades diante do mundo em permanente mudança:


> Sobrevivência = nos adaptar as mudanças.
> “Um outro mundo possível” = nos associar à mudanças transformadoras.


> Rede: “ninguém que quer mudar as coisas muda sozinho”, diversidade, criatividade, co-responsabilidade, intercomunicação.

> Pirâmide: maldição – luta pelo poder, pisar em quem está em baixo.

> Organização: trabalhar/se relacionar com outros.

> Aprender a desaprender para poder mudar.


> Fórum Social de São Paulo – 9/11/2010 na FAU Maranhão.


> Consenso > colegiado > decisão > existem convergências > união da diversidade no respeito mutuo e no esforço coletivo X Cultura da Competição.

> Campus como espaço para uma rede de troca de saber, todo mundo ensina, todo mundo aprende.


 

* comunidade
co.mu.ni.da.de
sf (lat communitate) 1 Qualidade daquilo que é comum; comunhão. 2 Participação em comum; sociedade. 3Sociol Agremiação de indivíduos que vivem em comum ou têm os mesmos interesses e ideais políticos, religiosos etc. 4 Lugar onde residem esses indivíduos. 5 Comuna. 6 Totalidade dos cidadãos de um país, o Estado.

Palavras-chave: COCESP, Fórum, IEA, USP

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Postado por Ana A. S. Cesar
 

Ontem tivemos um dia muito especial no Fórum Espaço Público 2ª Edição, aconteceu no auditório da poli um dia inteiro de debates sobre o tema "Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural".


Conhecemos e reconhecemos muita coisa que está acontecendo por aí e é muito bom poder ouvir da fonte, dos olhos, espíritos e corações, bem a nossa frente, não há como evitar o envolvimento e ser seduzido pela possibilidade, ao alcance da ponta de nossos dedos esticados a diante, ao alcance de nossas ideias e sonhos, a possibilidade de fazer acontecer, de fazer parte e vivenciar a mudança.


Essa mudança está acontecendo e é muito bom poder acreditar nisso. Está acontecendo em diversas frentes e formas, nos fóruns, nos projetos sociais, na cidade, no campus, nas universidades, nas salas de aula, nos locais de trabalho, nos bairros, grupos e pessoas que cansaram de rodar em volta de seus umbigos, cansaram do individualismo e querem fazer parte de uma comunidade*, no verdadeiro sentido da palavra, um coletivo educador, coletivo de ação cultural, coletivo de desenvolvimento humano.


Essa vontade começa a transbordar no coração das pessoas e está ganhando espaço, na USP podemos sentir isso entre grupos de funcionários, professores e alunos que não aparecem mais como simples sonhadores, começam a ser vistos como atores, pessoas de ação, iniciativa, fonte e ferramenta para mudanças.


Sou otimista sim, e depois de ontem acredito mais ainda que a mudança está acontecendo o tempo todo, rápida ou pausadamente ela é inevitável e alcança todos os tipos de lugares e pessoas, absorvendo ideias e tendências ou entrando em embates. A mudança é real.


"Ampliar a sala de aula"


Tivemos a presença do Prof. Marcus Vinícius de Moura do Projeto Esporte Talento/CEPEUSP (http://www.educandopeloesporte.blogspot.com/), que trouxe a experiência da Cidade Educadora e com isso diversas questões sobre o Campus da USP:


É possível uma organização local compartilhada na USP?
Temos espaços de convivência/ de coletividade?
O que mobiliza os habitantes do campus?
Temos projetos coletivos?
Quais os princípios que norteiam o uso social no campus?
Tratamos o campus como parte da missão da USP?


"A transformação só acontece com ações educadoras"


Na fala do Prof. Marcos Sorrentino da ESALQ pudemos enxergar um caminho para:


O desafio da Sustentabilidade (deixar de lado as soluções simplistas e moralistas sobre sustentabilidade).
Inclusão radical de todas as diversidades.
Cidadania.
Processos > Projetos> Resultado > Objetivo
Formação de educadores/editores
Círculos de Cultura – Paulo Freire
Educomunicação
Estrutura educadora

¡        Investimento educador

¡        Apelo ao cuidar (Respeito)

¡        Cuidar pensando no todo

¡        Atenção cotidiana com a vida – diálogo coletivo


Os 6 passos:

1.    Constituição de um coletivo educador com o objetivo de elaborar um projeto político-pedagógico (pactuar)

2.    Considerar as diferentes tribos de convivência

3.    Encontrar/criar mecanismos de diálogo

4.    Mapeamento e oferta de rico cardápio de oportunidades de aprendizagem

5.    Processo formativo para que as pessoas possam se apropriar das oportunidades e fazer parte do processo

6.    Monitoramento (acompanhamento) e Avaliação (visão crítica) continuada


“Ilha da Fantasia”


O Prof. Antonio Araújo da Eca/Teatro da Vertigem (http://www.teatrodavertigem.com.br/site/index2.php) trouxe a experiência do inimaginável, de como uma Ilha de Desordem e de Ordem podem coexistir num equilíbrio instável e sutil.


Uma experiência pedagógica de trocar com o departamento ao lado, de propor aos alunos um verdadeiro diálogo com o campus em sua arquitetura e significação. Propor a vivência de um campus como espaço de arte e cultura. Possibilitando o encontro com outras unidades, com diferentes e inusitadas pessoas, a troca, a relação, deslocando percepções e mudando a lógica do uso do espaço. Propondo uma OCUPAÇÃO artística. Surpreendendo com um bote salva vidas navegando na praça do relógio e fulminando na morte da rainha.


Trazendo a cidade ao campus e levando o campus à cidade.


A proposta: ocupação, diálogo, ação, reconhecimento, descoberta, transformação com/nas áreas externas do campus e da cidade.


“Campus X campo
impermeabilidade X permeabilidade
Virtualidade”


O Prof. Martin Grossmann da ECA num pensamento crítico-criativo em velocidade de internet2 trouxe a idéia de um campus de ação cultural. Acreditando que a ação cultural possibilita uma relação maior com o outro.


Questionou a educação como acontece na USP e como foi concebida pelos iluministas com forte hierarquia e pouca ou nenhuma flexibilidade, dificultando a interdisciplinaridade e a troca.


Colocou a importância da Visão Crítica da Sustentabilidade de forma a evitar radicalismos que possam aparecer numa espécie de Proposta Higienista, a exemplo do nazismo.


“Confiança na produção coletiva”


O Prof. Menezes do Instituto de Física encantou com a possibilidade da “diversão como uma cultura importante” e da ideia de co-responsabilidade revestida de liberdade.


Alertou: os alunos estudam hoje e não fazemos idéia para qual mundo do trabalho de amanhã. Se não recuperarmos a comunidade, a co-responsabilidade seguiremos a caminho do Admirável Mundo Novo (livro escrito por Aldous Huxley, publicado em 1932).


“Você sabia?”


A Profa. Elizabeth Saad da ECA ilustrou, provou e questionou.

A comunicação contemporânea não é linear.
Comunicação/vivência acelerada.
Melhor do que qualquer conclusão antecipada: assista ao vídeo.


“Uma outra moeda é possível”


O Prof. Gilson Schwartz da ECA/CTR com uma visão do campus como plataforma para a conexão global, com a Cidade do Conhecimento (http://www.cidade.usp.br/blog/), a moeda “Saber”, o 2º Encontro de Inclusão Financeira, trouxe exemplos reais de como a capacitação das pessoas e das instituições para as novas tecnologias pode transformar, e a importância de desenvolver competências para apropriação das oportunidades para o desenvolvimento e inclusão social.


“Um outro mundo é possível”


Chico Witaker (http://chicowhitaker.net/), da Comissão Brasileira Justiça e Paz e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, coloca algumas possibilidades diante do mundo em permanente mudança:


> Sobrevivência = nos adaptar as mudanças.
> “Um outro mundo possível” = nos associar à mudanças transformadoras.


> Rede: “ninguém que quer mudar as coisas muda sozinho”, diversidade, criatividade, co-responsabilidade, intercomunicação.

> Pirâmide: maldição – luta pelo poder, pisar em quem está em baixo.

> Organização: trabalhar/se relacionar com outros.

> Aprender a desaprender para poder mudar.


> Fórum Social de São Paulo – 9/11/2010 na FAU Maranhão.


> Consenso > colegiado > decisão > existem convergências > união da diversidade no respeito mutuo e no esforço coletivo X Cultura da Competição.

> Campus como espaço para uma rede de troca de saber, todo mundo ensina, todo mundo aprende.


 

* comunidade
co.mu.ni.da.de
sf (lat communitate) 1 Qualidade daquilo que é comum; comunhão. 2 Participação em comum; sociedade. 3Sociol Agremiação de indivíduos que vivem em comum ou têm os mesmos interesses e ideais políticos, religiosos etc. 4 Lugar onde residem esses indivíduos. 5 Comuna. 6 Totalidade dos cidadãos de um país, o Estado.

Palavras-chave: COCESP, FÓRUM, IEA, USP

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Outubro 28, 2010

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