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Setembro 2010

Setembro 01, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/convite-F%C3%B3rum-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico21.jpg

O objetivo do Fórum é o de promover ampla reflexão e discussão sobre destinação, ocupação e uso dos campi universitários públicos com seus usuários (professores, alunos, funcionários) e a comunidade externa.

A participação no evento é gratuita.

2ª Edição do Fórum Permanente sobre Espaço Público: a USP e a especificidade de seus campi – Fórum Espaço USP, cujo tema neste ano é o “O Campus Sustentável”.

 

AGENDA


1. 31 de Agosto/10 - instalação da 2ª. edição - Local: Auditório Prof. Altino Antunes da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87, Cidade Universitária:
  - Cerimônia de abertura
  - Mesa-redonda: Representação Social, Espaço Público e Universidade;
       - Primeira reunião dos GTs
       - Informes Gerais sobre operação e funcionamento dos GTs
       - Revisita à Agenda do Fórum
       - Escolha de Relatores
       - Definição das Agendas dos GTs

2. Setembro/10 a Fevereiro/11 - discussões e construção de propostas pelos GTs. As reuniões serão periódicas (presenciais e/ou virtuais), cumprindo agenda que será definida pelos participantes dos diferentes Grupos. A organização do Fórum recomenda que cada Grupo se empenhe para que pelo menos uma reunião a cada 15 dias seja realizada, principalmente nos três primeiros meses;

3. 23 de Setembro/10 - Encontro Temático Espaço Público e Sustentabilidade - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

4. 20 de Outubro/10 - Encontro Temático Campus Educador: TransFormAção Social e Cultural - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

5. 11 de Novembro/10 - Encontro Temático Espaço Público: patrimônio, valor, identidade e pertencimento - Teatro da Faculdade de Medicina - Av. Dr. Arnaldo, nº 455, Cerqueira César, São Paulo;

6. 09 de Dezembro/10 - Encontros Temáticos Políticas Públicas e Comunidade; Campus Sustentável - Auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica - Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380, Cidade Universitária;

7. Fevereiro/11 - encontro de todos os GTs - Sistematização das discussões de 2010;

8. Março/11 - apresentação das propostas de todos os GTs;

9. Abril/11 - apresentação dos Resultados Finais da 2ª. edição do Fórum sobre Espaço Público: a USP e especificidade de seus campi ao Conselho Gestor do Campus, pela Comissão Organizadora do Fórum.

Mais informações sobre o Fórum podem ser obtidas através do telefone: 11-3091 1986 ou pelo e-mail: espacousp@usp.br

 

Primeiro Fórum


O Fórum Espaço Público foi instalado em abril de 2008 com a finalidade de abrir novos canais de diálogo com a comunidade usuária do Campus da Capital, que por definição não é uma área verde ou um parque público, mas uma área institucional voltada para a educação.
Naquele ano, durante seis meses, foram mobilizadas cerca de 200 pessoas interessadas em discutir o melhor uso do Campus. Os temas que nortearam os debates foram: Segurança em Saúde, Patrimonial e Pessoal; Infra-estrutura, Mobiliário Urbano e Suportes de Comunicação Social; Resíduos; Sistema Viário, Trânsito e Transportes; Patrimônio Natural, Histórico, Científico e Cultural do Campus; Relacionamento com o Entorno Sócio-Cultural, Político, Econômico e Científico.


Arquivo da 1ª Edição do Fórum

Fórum_Relatório+Final[1].pdf

 

Palavras-chave: Evento, Fórum, USP

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Setembro 10, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

Uso correto da palavra porque ainda provoca dúvidas em muita gente

Clique no link para assistir ao vídeo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1334517-7823-POR+QUE+E+JUNTO+SEPARADO+OU+COM+ACENTO,00.html

Há várias formas, cada uma própria para uma situação, o que acaba gerando confusão na cabeça das pessoas.

Por que junto? Por que separado? Por que com acento? Tantas são as nossas dúvidas no uso da gramática da língua portuguesa... Estamos sós nas nossas incertezas?

“Porque que a gente coloca no final da frase com acento circunflexo...”, diz a assistente social Karina Vieira.

“Eu não sei o porque separado e o porque junto com acento, não lembro...”, admite a estudante Carla Lima Silva

“Gera várias dúvidas, mas acho que não só em mim. Várias pessoas que escrevem a palavra porque, ficam se perguntando: será que esse porque é separado? é com, é sem acento, é junto, é complicado”, admite a professora Eliana da Silva.
Mas há entre a multidão vacilante, atormentada com os quatro tipos de porquês, alguém que tem certezas.

“Você faz o porque separado na pergunta e junto na resposta. Quando pode substituir por pelo qual, escreve separado. E o acento quando termina a frase, quando depois do que vem um ponto final. Esse que tem um acento circunflexo em cima”, explica o professor Caio Galhardi.

Fernando pessoa parece estar sempre certo. É bom aprender com ele, incansavelmente, o porque e os porquês do português na frase escrita na areia: "Louco sim, louco porque quis grandeza...", escreve. O porque está junto porque dá uma explicação.

O poema é identidade, tem a cara do poeta. E o porque vem separado quando aparece no sentido de por qual razão:
"Pobre velha música! Não sei por que agrado,
enche-se de lágrimas meu olhar parado”

Quando as letras se embaralham e a gente se atordoa entre as dúvidas e as regras, o que nos salva é o conselho do poeta:

"Copiaste? fizeste bem.
copia mais, sem canseira.
copia, pilha, retém...
é a única maneira
de não escreveres asneira."

fonte: G1 de 10/09/10

Palavras-chave: Acentuação, Gramática, videopost

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Setembro 14, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

                                               

Pacientes com câncer que fazem tratamento quimioterápico podem apresentar diversos efeitos colaterais. Um deles é a alteração no paladar, que prejudica a alimentação. Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), criou um cardápio especial e uma programação de aulas de culinária gratuitas. O objetivo é ajudar os pacientes oncológicos a comer melhor, além de ensinar a maneira correta de preparar os alimentos. O Icesp, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, é gerido por uma organização social que tem a participação da Fundação Faculdade de Medicina (FFM), ligada a Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Uma vez por mês, 15 vagas são abertas aos acompanhantes dos pacientes, que, ao invés de esperarem enquanto eles realizam quimioterapia, podem ocupar seu tempo e aprender a cozinhar pratos diferenciados, que beneficiam quem passa por tratamento. O projeto, chamado Alívio dos Sintomas da Quimioterapia, aborda em cada aula um sintoma característico de quem passa pelo tratamento. Além de ensinar quais receitas se aplicam para o sintoma, também explica e esclarece dúvidas relacionadas a ele.

“Preparamos algumas refeições e combinações de alimentos que suavizem alguns efeitos da quimioterapia, como a redução no paladar”, afirma Suzana Camacho Lima, gerente do setor de Nutrição e Dietética do Icesp, que completa “Buscamos incentivar a preparação de receitas com sabores diferentes, que incentivem e despertem o interesse do paciente em comer”.

Paladar

A quimioterapia utiliza compostos que impedem a multiplicação de células malignas. Esse processo, dependendo do paciente, causa alterações no paladar, que podem ser leves (hipogeusia, quando a sensibilidade aos sabores fica reduzida) ou agudas (digeusia, quando há ausência da sensibilidade ao gosto). Esses efeitos têm duração variável. Geralmente, desaparecem após algumas semanas, mas são os grandes responsáveis pela ingestão alimentar insuficiente e, consequentemente, pela perda de peso durante o tratamento.

“A boa notícia é que estes sintomas desagradáveis podem ser minimizados por meio do uso de medicamentos prescritos pelo médico e com uma avaliação nutricional. Os profissionais, em conjunto, irão avaliar quais são os cuidados necessários com a alimentação durante o período de tratamento”, avalia Suzana.

Existem algumas dicas importantes que podem contribuir significativamente para o alívio dos sintomas da quimoterapia, como náuseas, falta de apetite ou boca seca. Entre elas, estão  evitar alimentos muito quentes ou muito gelados, substituir talheres de metal por outros de plástico, caso o paciente sinta sabor residual metálico, utilizar como temperos as ervas aromáticas, como o manjericão, orégano, salsinha, hortelã e alecrim.

Também é recomendado  manter uma boa higiene oral, enxaguar a boca antes das refeições, comer bala de hortelã ou menta, pingar gotas de limão sobre a língua, consumir alimentos de diferentes texturas e beber suco de laranja ou água com gotas de limão. O projeto existe desde fevereiro de 2009. As inscrições podem ser feitas no Icesp (Av. Dr. Arnaldo, 251, Cerqueira César,  São Paulo), na própria sala de espera para quem aguarda o paciente em quimioterapia.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Icesp

Mais informações: (11) 3893-2064 / 2065

 

Palavras-chave: Câncer, Nutrição

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Setembro 15, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)

 

Avaliação trienal de programas foi divulgada pela Capes na terça-feira (14).


USP, UFRJ e Unicamp são campeãs em cursos com maior pontuação.

fonte: G1, Brasília

A região Sudeste reúne 83% dos cursos de pós-graduação que têm desempenho equivalente aos mais importantes centros internacionais de ensino e pesquisa, de acordo com a avaliação trienal de cursos de pós-graduação no Brasil. Os dados foram divulgados pela Coordenação e Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a terça-feira (14).

(Veja na tabela no fim desta página a lista com todas as universidades e cursos que atingiram nota máxima na avaliação da Capes)

As três instituições com mais cursos que atingiram a nota máxima na avaliação foram Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Todos os cursos avaliados são classificados com notas de 1 a 7, e apenas os que atingem 6 ou 7 são considerados de alto padrão internacional. Entre as instituições que têm cursos com nota máxima, a USP lidera o ranking com folga, com 33 programas (que incluem cursos de mestrado e doutorado) classificados com nota 7. Atrás dela seguem a UFRJ e a Unicamp, empatadas com 14 programas cada.

O G1 conversou com o pró-reitor de pós-graduação da Unicamp, Euclides de Mesquita Neto, que falou sobre o desempenho da universidade e de outras instituições de ensino no Sudeste. “A Unicamp tem tido ao longo dos anos um desempenho bastante elevado. Mais de 40% dos cursos estão com nota 6 e 7”, comemorou o pró-reitor.

Segundo ele, o bom desempenho da região está ligado à condição econômica dos estados do Sudeste, superior à de demais regiões. "Em São Paulo, a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) foi muito importante para amortecer os altos e baixos da economia do país", conta.

“Acredito que o apoio da Capes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Fapesp, articulado à política da Unicamp de valorizar a qualidade e investir em pesquisa resultaram nos resultados que tivemos”, afirma.

O pró-reitor também comentou sobre a clara diferença entre as regiões brasileiras na produção de conhecimento científico. Segundo dados da Capes, o Sudeste sozinho concentra 53% dos cursos de pós-graduação do país. “Estou participando do Plano Nacional de Pós-Graduação, e um dos assuntos mais debatidos é justamente discrepância dos cursos de pós entre as regiões. Acredito que é importante investir em grandes centros de pesquisa no Norte e Nordeste para que se ganhe em eficiência”, afirma.

Segundo Euclides de Mesquita, esses grandes centros também favoreceriam a permanência dos futuros doutores em suas respectivas regiões. “Quando um pesquisador vai buscar formação em outra região, é comum que ele acabe ficando por lá, o que não ajuda o desenvolvimento do seu próprio estado”, completa.

Veja abaixo a lista com as instituições e os respectivos programas de pós-graduação que atingiram nota máxima na avaliação do Capes:

 

Instituição Estado Nº de programas
com nota máxima
Cursos com nota máxima
(mestrados e doutorados)
CBPF - Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas RJ 1 Física
FGV - Fundação Getúlio Vargas RJ 1 Economia
IMPA - Associação Instituto Nacional de
Matemática Aplicada
RJ 1 Matemática
INPE - Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais
SP 1 Sensoriamento Remoto
PUC-RIO - Pontifícia Universidade Católica do
Rio de Janeiro
RJ 3 Educação; Engenharia Mecânica;
Informática
UCAM - Universidade Cândido Mendes RJ 2 Ciência Política; Sociologia
UERJ - Universidade do Estado do Rio de
Janeiro
RJ 1 Educação
UFBA - Universidade Federal da Bahia BA 1 Saúde Coletiva
UFF - Universidade Federal Fluminense RJ 1 História
UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais MG 9 Bioquímica e Imunologia; Ciências Biológicas (Fisiologia e Farmacologia); Ciências da Computação; Demografia; Educação; Engenharia Metalúrgica de Minas; Estudos Literários; Física; Infectologia e Medicina Tropical
UFPEL - Universidade Federal de Pelotas RS 1 Epidemiologia
UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande
do Sul
RS 10 Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências Médicas (Psiquiatria); Engenharia Civil; Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais; Física; Genética e Biologia Molecular; Geociências; Música; Psicologia; Química
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro RJ 14 Antropologia Social; Ciências Biológicas (Biofísica); Ciências Biológicas (Fisiologia); Clínica Médica; Engenharia Biomédica; Engenharia Civil; Engenharia de Sistemas da Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Geografia; Química; Química Biológica; Sociologia e Antropologia
UFSC - Universidade Federal de Santa
Catarina
SC 3 Engenharia Mecânica; Farmacologia; Química
UFSCAR - Universidade Federal de São
Carlos
SP 2 Ciência e Engenharia dos Materiais; Engenharia Química
UFSM - Universidade Federal de Santa Maria RS 1 Química
UFV - Universidade Federal de Viçosa MG 4 Agronomia (Fitopatologia); Ciências Agrárias (Fisiologia Vegetal); Entomologia; Zootecnia
UnB - Universidade de Brasília DF 1 Antropologia
UNESP - Universidade Estadual Paulista Júlio
de Mesquita Filho
SP 2 Zootecnia; Geografia
Unicamp - Universidade Estadual de
Campinas
SP 14 Ciência de Alimentos; Ecologia; Engenharia de Alimentos; Engenharia Elétrica; Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Física; Fisiopatologia Médica; Genética e Biologia Molecular; História; Linguística; Matemática; Química; Odontologia
Unifesp - Universidade Federal de São Paulo SP 6 Ciências Biológicas (Biologia Molecular); Infectologia; Medicina (Nefrologia); Medicina (Oftalmologia); Microbiologia e Imunologia; Psicobiologia
USP - Universidade de São Paulo SP 33 Administração; Ciência Política; Ciências Biológicas (Bioquímica); Ciências dos Alimentos; Ciências Médicas; Economia; Epidemiologia Experimental Aplicada às Zoonoses; Estatística; Farmácia (Análises Clínicas); Física; Geografia (Geografia Humana); História Social; Imunologia; Linguística; Literatura Brasileira; Meteorologia; Nefrologia; Psicologia (Psicologia Experimental); Química; Sociologia; Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas); Agronomia (Solo e Nutrição de Plantas); Ciência Animal e Pastagens; Ciências Biológicas (Farmacologia); Fisiologia; Imunologia Básica e Aplicada; Medicina (Neurologia); Psicobiologia; Engenharia Civil (Engenharia de Estruturas); Engenharia Hidráulica e Saneamento; Física; Físico-Química; Química (Química Analítica)

Palavras-chave: CAPES, Doutorado, Mestrado, USP

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Setembro 18, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Peça "O Visitante", de Hilda Hilst, inicia temporada hoje.

 

O grupo curitibano Ruminar Cia. de Teatro encena o espetáculo a partir de hoje no Viga Espaço Cênico (rua Capote Valente, 1.323, Pinheiros; tel. 3801-1843; R$ 30; 12 anos).

 

A temporada vai até o próximo dia 10, com apresentações aos sábados e domingos, às 21 h e às 19 h, respectivamente.

Escrito em 1968, o texto faz parte do curto período em que a escritora Hilda Hilst se dedicou à dramaturgia. A trama gira em torno de Ana, sua filha Maria e seu marido, inseridos em um clima doméstico tenso, até a chegada do personagem corcunda, amigo do último.

A direção é de Joao Petry. Figurino e iluminação são inspirados na obra de Caravaggio.

Palavras-chave: Artes cênicas, Dramaturgia, Teatro

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Setembro 21, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Pai e filho estão sentados em um banco. Repentinamente, um pardal pousa perto deles...

 

Palavras-chave: videopost

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