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Junho 2010

Junho 02, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

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Em sua quarta edição, o Folle Journée tem início hoje no Rio de Janeiro

 

Nelson Freire. “O trabalho com a música de Chopin dura a vida inteira”, afirma ele

Começa hoje o Rio Folle Journée, o festival que anualmente enche as poucas salas de concerto do Rio, as de fato e as improvisadas, de atrações do mundo da música clássica. Esta quarta edição é dedicada a Chopin, já que em 2010 se celebra o bicentenário de seu nascimento. Sua extraordinária obra para piano será integralmente executada em 14 concertos; em outros 19, artistas daqui e estrangeiros executarão peças de outros autores, entre eles brasileiros que se deixaram tocar pelo romantismo de Chopin, como Villa-Lobos, Ernesto Nazareth, Francisco Mignone e Tom Jobim.

De Schuman, contemporâneo do compositor polonês de carreira francesa, que viveu apenas 39 anos, a Sinfonia n.º 4 em Ré Menor Op 120 será tocada hoje, às 20h30, pela Orquestra Petrobras Sinfônica, sob regência de seu maestro, Isaac Karabtchevsky. Nelson Freire, para quem "o trabalho com a música de Chopin dura a vida inteira", já que é "uma eterna descoberta", conforme o próprio escreveu no Estado no início do ano, interpreta seu Concerto n.º 2 para Piano e Orquestra em Fá Menor Op. 21.

Os pianistas Anne Quéffélec, Abdel el Bacha, Iddo Bar-Shai, Momo Kodma e Philippe Giusiano se revezarão até domingo apresentando toda a obra para piano, os noturnos, sonatas, mazurcas e valsas, em ordem cronológica. As composições para outros instrumentos são em número pequeno.

Os cinco já fizeram o mesmo programa em Nantes, cidade natal do Folle Journée por lá, o festival, criado pelo produtor cultural René Martin, é montado há 15 anos. Eles também já passaram por eventos em Bilbao, na Espanha, Tóquio e Kanasawa, no Japão.

Outros solistas convidados são Arthur Moreira Lima, Eduardo Monteiro e Ronaldo Rolim. Os concertos serão realizados no Teatro Municipal, recém-reaberto, em seu pequeno teatro do prédio anexo, no Teatro João Caetano, no Auditório do BNDES e num espaço da Uni-Rio.

Música popular. Não menos influenciada por Chopin, a música popular também tem vez. Para amanhã, às 12h30, está marcada apresentação no Teatro João Caetano do Quarteto Maogani, que mesclará Radamés Gnattali, Garoto, Jacob do Bandolim e outros; sábado, no mesmo palco, o gaitista José Staneck e o pianista Flavio Augusto tocam, intercalados, Chopin e Tom Jobim, para que o público identifique possíveis semelhanças nas músicas.

Helena Floresta, a organizadora da maratona, lamenta a perda da Sala Cecília Meireles, fechada para obras, mas comemora o retorno do Municipal ao circuito. "O teatro tem um brilho que a sala não tem. Se eu o vir cheio para os concertos de manhã e à tarde (por conta do calendário disputado, não foi possível conseguir horários noturnos, a não ser na abertura e no encerramento), vai ser muito lindo", ela torce. Toda a programação, preços e endereços estão em www.riofollejournee.com.

 

fonte: Agência Estado/RJ

Palavras-chave: Música

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Junho 03, 2010

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Caso não consiga visualizar clique aqui.
www.usp.br/mariantonia

Palavras-chave: Literatura brasileira

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Junho 12, 2010

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Os símiles estão interiorizados e sinto como se houvessem vários cérebros, um cérebro silencioso que observa, um cérebro musical que recebe as visões, um cérebro arquitetônico que projeta no mundo o design da linguagem e um cérebro que se fragmentasse em vários outros cérebros democraticamente espalhados no corpo, o cérebro das minhas unhas, o cérebro da pele, o cérebro dos meus braços e assim por diante, como observou Almada Negreiros em um texto seu, vários cérebros formando um só corpo.

 

Marcelo Ariel

 

 


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CANCELANDO O TEATROFANTASMA

 

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OU O SILÊNCIO CONTÍNUO

 

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Junho 16, 2010

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COLÓQUIO NA USP SOBRE A OBRA DE MARCELO ARIEL

Data:
quinta, 24 de junho de 2010
Hora:
14:00 - 18:00
Localização:
FACULDADE DE LETRAS SALA 266

 

 

O evento organizado pelo curso de pós-graduação em letras da USP discutirá as relações entre o último livro de Ariel “Conversas com Emily Dickinson e outros poemas” (Selo Orpheu/Multifoco) e a obra dos cineastas Harmony Korine, David Lynch, José Eduardo Belmonte, Julio Bressane, Gláuber Rocha, Jean Luc Godard e a dos poetas Rimbaud, Herberto Helder e Gill Scott Heron entre outros. Relacionando a poética de Marcelo Ariel aos mais recentes estudos de literatura e filosofia comparada que enfocam a desterritorialidade e a questão da identidade no mundo contemporâneo.

O colóquio é aberto ao público e será coordenado pelo Prof. Maurício Salles Vasconcelos.


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Junho 17, 2010

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ANDERSON FONSECA

      ESCRITOR

 

Convido-os a ouvirem minha entrevista concedida ao jornalista Oscar D'Ambrósio para o programa Perfil Literário, da Rádio Unesp FM. A entrevista está numerada como 530. Uma entrevista em que falo de Literatura, vida, poesia, filosofia e o que me inspira. Ao fim da entrevista na leitura de um texto do meu próximo livro há o som de um cão a latir. Talvez, estivesse o cão a manifestar sua opinião sobre a entrevista ou a me conceder um momento perfomático.

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MARCELO NOVAES 

Um intérprete de sonhos que escreve. E ouve a sonoridade das frases ditas. Nada mais do que isso. Sem posses, dívidas ou herdeiros.

 

Prosas poéticas

http://prosaspoeticas-marcelo-novaes.blogspot.com/

 

 

Imbricado no mundo

 

"Não creio no romantismo, só na atenção. Nada de monções derradeiras. Novalis já está morto há muito tempo, e seu amor afugentado [quiçá, imerso em eterno e inesgotável sono]. A luz do cristal parece penosa, obscura, tristonha. E o barulho que parecia vir da lâmpada, vem lá de fora. O teatro sempre lota às sextas-feiras. E o barulho é metálico: ruído em fibra ótica, detrito em nitrato. E não há porque chorar por isso. Do amor, o antigo gesto, é quase imperceptível: urdidura de atriz & ator. Limo provindo da nascente, mais-que-fatigada luz celeste & falsa Cruz. Não creio no romantismo erguendo tendas em pleno campo, fraudando bandeiras em mastros. Creio no sereno. Creio no que irrompe do rio caudaloso. Creio no acumular da areia [ou do calcário] rente ao córrego. E de outro barulho: o de se andar a pé em chão tão áspero. Creio no talento da atriz e nas mãos que lavram gestos a contento, mimetizando o amor [longo & coletivo projeto]. Creio na aluvião e no vórtice, mas não no romantismo [ou em sua duração]. Creio na paisagem imbricada no Mundo [mas paisagem de cada um, onde dorme a própria noite]. Eu saberia do amor, se fosse puro foco e não sucumbisse a toda novidade. Falo do amor catado em ciscos ou pedregulhos: deste aureolado [Oh, Aurélia de Nerval!] em sombra & luz. Este amor, quiçá imerso em sono eterno & inesgotável. Não creio neste amor menos atento que me escapa, quando olho de permeio. É puro estilo de tão estilizado [prazer de se sonhar imantando em imantado círculo]. O barulho que parecia vir da lâmpada não é do amor nenhum sinal: tem outro significado. Embora a luz possa se apagar. Embora Novalis e Nerval estejam mortos.

 

E-mail do escritor

marcelodenovaes@gmail.com

 

Palavras-chave: Literatura Brasileira, Prosa

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Junho 18, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Único galardoado Nobel da Literatura de1998.

Saramago, o anjo da Literatura. Figura com história de vida simples e de belíssimo romantismo. De espírito crítico, perspicaz, sempre atento ao mundo em todos os seus aspectos algozes ou não.
Sua leitura sempre foi diferente de tudo que já pudemos ver até hoje. Quem não se deliciou e refletiu-se em seu 'Ensaio à cegueira'?

Nobel de Literatura

O Nobel de Literatura (em sueco: Nobelpriset i litteratur) é um prêmio (português brasileiro) ou prémio (português europeu) literário concedido anualmente desde 1901. É atribuído a um autor de qualquer nacionalidade que, de acordo com as palavras do próprio Alfred Nobel, criador da distinção, tenha produzido, através do campo literário, o mais magnífico trabalho em uma direção ideal (originalmente do sueco: den som inom litteraturen har producerat det utmärktaste i idealisk riktning). O "trabalho" referido aqui significa, para Nobel, a obra inteira desse escritor, seus principais livros, sua mentalidade, seu estilo e suas filosofias, não distinguindo uma obra em particular.

A Academia Sueca é quem escolhe esse escritor e o anuncia no começo do mês de outubro de cada ano. Para muitos, é esse o maior e mais distinto prêmio que um escritor ou uma escritora pode receber dentro do ramo da literatura.

O prémio/prêmio é por vezes consensual e por vezes polêmico (português brasileiro) ou polémico (português europeu), já que muitos consideram que tem ignorado autores mundialmente reconhecidos. Alguns especialistas assinalam que grandes autores clássicos do século XX não receberam o prémio. Segundo David Remnick, director de la revista The New Yorker, escritores como Marcel Proust, James Joyce ou Vladimir Nabokov deveriam ter recebido a distinção. Críticos literários como Emmanuel Carballo e Sergio Nudelstejer juntam a esta lista os nomes de Franz Kafka ou Jorge Luis Borges. Adolfo Castañón inclui ainda Julio Cortázar e Juan Carlos Onetti. Kjell Espmark, membro da Academia Sueca, indica numa obra sua mais nomes omitidos como Liev Tolstói, Émile Zola, Henrik Ibsen ou Paul Valéry, para mencionar apenas alguns.

Dois dos galardoados com o prémio recusaram-no: Boris Pasternak (1958), por forte pressão do governo soviético, e Jean-Paul Sartre (1964), que alegou que a sua aceitação implicaria perder a sua identidade de filósofo.

 

Palavras-chave: Literatura Portuguesa

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Junho 19, 2010

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 


 

 

As pessoas não dizem mais o que pensam. A maioria já não dizia mesmo, só que, atualmente, nem a minoria dissonante tem tido coragem de revelar seus verdadeiros pensamentos e opiniões. E, quando alguém ousa abrir o bico, provoca reações adversas. Entre o riso debochado de uns e o espanto de outros, a verdade é que muita gente condena para fora e festeja para dentro. Condena no discurso, mas, festeja no silêncio da sua mais profunda intimidade, lá onde os curiosos não podem penetrar.

Nas questões de família, nas discussões de trabalho ou em simples conversas de bar, é cada vez mais difícil encontrar alguém que se permita defender posições polêmicas. Há um receio generalizado de mostrar o que de fato passa pela cabeça, de expor ideais, de revelar sentimentos verdadeiros. E esse bloqueio acontece,  ironicamente, numa época em que o mundo virou um imenso reality show. Todos querem aparecer, mas ninguém quer se mostrar como realmente é.

Eu diria que se trata da maldição do “politicamente correto” e do “marketing pessoal”, ferramentas do pensamento médio a serviço da padronização de comportamento. Desde que inventaram estes rótulos, o mundo ficou muito mais óbvio. A maioria defende o mesmo discurso, forjado mais no interesse de tentar agradar ou, pelo menos, de não desagradar os outros. Reparem que não é a sinceridade que rege essa postura e, sim, a hipocrisia. Aliás, anda bem arriscado ser sincero, hoje em dia. Já a hipocrisia, para muitos, é quase uma regra de sobrevivência.

Pense no seu dia a dia, nas coisas que você gostaria de dizer em voz alta e que desafiariam o senso comum ou (e isso seria o grande avanço) estimulariam boas discussões.

Você é contra ou a favor do aborto? E as cotas para negros na universidade? E o que você faria para resolver o problema das favelas? E o capitalismo... você teria coragem de criticar o sistema numa conversa com seu patrão?

Pensando bem, pra que iniciar um debate ou comprar briga, não é mesmo? Melhor não brincar com fogo! Então, tratamos de sufocar nossos pensamentos antes que eles se tornem opiniões incômodas. E, assim, a vida segue para todo mundo, sem palpites provocadores nem interferências constrangedoras. É cada um no seu quadrado e estamos conversados!

Acho, inclusive, que isso tudo estimula a proliferação de revistas especializadas em fofocas, já que é mais seguro discutir sobre a novela e a vida intima dos artistas do que dizer alguma tolice sobre o mundo real.

No campo do humor, não anda fácil fazer graça com tantas regras a limitar os piadistas. Mas, de vez em quando, surgem situações que escapam da vigilância ética. Outro dia, fui jurado de um quadro do Tudo é possível, da minha amiga Ana Hickmann. Pais e filhos contando histórias engraçadas e o júri avaliando o desempenho de cada um. E não é que só teve piada de loira, gago, gay e português!? Como não dá pra exigir que a plateia seja politicamente correta, todo mundo riu e aplaudiu.

A verdade é que, nessa história de respeitar a tudo e a todos, as escorregadas são inevitáveis e quando elas acontecem, fica todo mundo de olho arregalado, sem saber direito o que pensar e fazer. Não pense que pretendo defender a intolerância, o racismo e o preconceito. Não. Muito pelo contrário. Acho que a sociedade precisa, sim, criar e cultivar o respeito em todos os níveis. A minha intenção é apenas cutucar as pessoas sobre a sinceridade dos nossos atos e posturas. Se o discurso não coincide com o pensamento, é sinal de que existe um descompasso na nossa filosofia de vida. É como se estivéssemos sendo obrigados a mentir em nome da sobrevivência, quando deveríamos fazer uso do direito ao contraditório. Livre arbítrio do pensamento é tão indispensável como liberdade de expressão. Não devemos ter vergonha de discordar, sob pena de sermos imobilizados pelo conservadorismo, que já domina a sociedade em proporção considerável. A sensação que temos, de modo geral, é de que aqueles que desafiarem o pensamento médio, serão ejetados! Deste modo, não resolveremos nossas questões mais profundas e vamos continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

É prudente que se tome cuidado com o duplo sentido das palavras, mas não há como censurar o nosso próprio pensamento. Até que ponto, essa postura-padrão das pessoas está inibindo a personalidade de cada um? De cada ser humano?

Adorei quando, durante jogo decisivo pelo campeonato paulista, Paulo Henrique Ganso, do Santos, se recusou a deixar o campo e obrigou o treinador a desistir de sua substituição. Raciocinemos juntos: Ganso teve personalidade ou foi politicamente incorreto ao desafiar o chefe? Talvez, as duas coisas. Como o ato contribuiu para a vitória, ele foi aplaudido por toda a imprensa. Porém, sabemos que, se o time tivesse sido derrotado, todos o condenariam pela “insubordinação”. É a volatilidade do raciocínio jornalístico, que, por sinal, é um espelho de quem o consome.

Mas, sem que a maioria perceba, este sufocamento vem provocando certo tédio, que pode ser medido, por exemplo, através dos  programas de TV. As atrações que mais geram polêmica, ultimamente, são humorísticos como Legendários, CQC e Pânico. O objetivo de seus produtores é provocar o telespectador, rasgando a cartilha do politicamente correto. Em casa, as opiniões se dividem. Há os que se sentem constrangidos e aqueles que vibram. A ousadia tem seu preço. Mas, pelos elevados índices de audiência, este tipo de programa parece agradar os telespectadores. É mais um sinal claro de que muita gente reprimida anda precisando, com urgência, de uma válvula de escape.

Até em realities de fundo mais acadêmico, como O Aprendiz, algumas situações surpreendem. Em recente episódio, chamou-me a atenção o diálogo entre um participante que servia cafezinho de graça para a multidão e um homem de aparência humilde, que furou a fila: o aprendiz pede que o homem vá para o fim da fila, e recebe uma resposta desconcertante: “Eu não gostei do seu jeito de falar. Eu também já fui como você e fiquei assim!” bradou o homem, que se equilibrava em uma bengala. Diante deste fato, observei que a ânsia de sermos sempre politicamente corretos, às vezes, nos deixa cegos e quando nos manifestamos apenas por intuição, movidos pelo pensamento médio, corremos certo risco de resvalar na arrogância.

Enfim, é assunto para muita discussão. E acho que, em vez de adotarmos preguiçosamente o discurso comum, o ideal é questionar não só o que a maioria diz, mas, principalmente, o nosso próprio pensamento.

Que tal pensar a respeito?

Britto Jr.

 

BLOG DO BRITTO JR.

http://noticias.r7.com/blogs/britto-jr/

 

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Junho 30, 2010

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 http://www.pppg.ufma.br/sistemas/noticias/arquivos/biotecnologia(1).jpg

Acontecerá no dia 02 de julho deste ano, às 15:30h, a defesa da segunda tese de doutorado em Biotecnologia, da Rede Nordeste de Biotecnologia - RENORBIO, no auditório do Centro de Ciências da Saúde, localizado na Av. Frei Serafim, 2280.

O doutorando Luis Claudio Demes da Mata Sousa, que defenderá o trabalho intitulado de "LabSystem Gen, Um Gerador de Sistemas Gerenciadores de Informações Laboratoriais para Coleta e Análise de Dados Genéticos", orientado pela professora Semiramis Jamil Hadad do Monte, é professor da UFPI e está lotado no Departamento de Informática e Estatística do CCN.

A banca examinadora será composta pelos professores Valdir de Queiroz Balbino (UFPE), Emygdia Rosa do Rêgo Barros Pires Leal-Mesquita (UFMA), Fernando da Fonseca de Souza (UFPE), Semiramis Jamil Hadad do Monte (UFPI) e Pedro de Alcantara dos Santos Neto (UFPI), como Membros titulares, além dos professores suplentes Adalberto Socorro da Silva (UFPI) e Raimundo Santos Moura (UFPI).

A UFPI convida toda a comunidade acadêmica, professores e alunos dos programas de pós-graduação para participarem do evento.

Palavras-chave: doutorado, Tese

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"Por que assim como há muitos que olham para cegar, que são os que olham sem tento; assim há muitos que veem sem olhar, porque veem sem atenção. Não basta ver para ver, é necessário olhar para o que se vê. Não vemos as coisas que vemos; porque não olhamos para elas. Vemo-las sem advertência e sem atenção, e a mesma desatenção é a cegueira da vista. Divertem-nos a atenção os pensamentos; suspendem-nos a atenção os cuidados; roubam-nos a atenção os afetos; e por isso vendo a vaidade do mundo, vamos após ela, com se fora muito sólida; como se fora muito certa, vendo a fragilidade da vida, fundamos sobre ela castelos, como se fora muito firme; vendo a inconstância da fortuna, seguimos suas promessas, como se fossem muito seguras, vendo a mentira de todas as coisas humanas, cremos nelas como se fossem muito verdadeiras."

 

 

Palavras-chave: Cartas

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