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Setembro 2009

Setembro 18, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

Hospital atenderá 200 pessoas, que terão consultas especializadas para diagnosticar a Doença de Parkinson

Ainda restam vagas para participar do Mutirão do Parkinson, que acontecerá no próximo sábado, dia 19 de setembro, na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O Mutirão do Parkinson é uma ação de conscientização sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença de Parkinson (DP).

A iniciativa da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo reunirá especialistas para auxiliar no atendimento de cerca de 200 pessoas, entre 50 e 70 anos. Os interessados devem agendar o seu horário até o dia 18/09 pelo telefone 0800 7744525.

Durante o período de inscrições, a ação de conscientização incluirá a distribuição de folhetos informativos e cartazes em diversos pontos da capital paulista e toda a região central. O Mutirão do Parkinson será realizado no dia 19 de setembro (sábado), em dois períodos: das 8h às 12h e das 13h às 17h, com 200 atendimentos no total.

"É muito importante prestarmos esse tipo de serviço à população, principalmente às pessoas desta faixa etária, que são as mais atingidas pela doença de Parkinson e, muitas vezes, não sabem identificar a doença", afirma o neurologista da Santa Casa de Misericórdia, Dr. Emerson Gisoldi. "Muitos pacientes perdem o controle dos movimentos, por conta do Parkinson e isso acarreta até em acidentes domésticos, uma das maiores causas de morte entre a população da terceira idade", alerta.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1% da população com mais de 65 anos tem a doença. São pelo menos quatro milhões de portadores no mundo e a estimativa é que esse número dobre até 2040, em decorrência do aumento da expectativa de vida da população. A estimativa do Ministério da Saúde é que, no Brasil, pelo menos 200 mil pessoas são portadoras de Parkinson, doença degenerativa do sistema nervoso central com caráter crônico e progressivo. A causa central é uma diminuição na produção de um neurotransmissor chamado de dopamina (substância química que ajuda na transmissão de mensagens entre as células nervosas). A dopamina está presente em vias nervosas que estão relacionadas aos movimentos , postura e ao tônus muscular. O motivo exato pelo qual essa diminuição ocorre ainda é estudado pela comunidade científica.

O tratamento mais comum para a doença de Parkinson é o farmacológico, que alivia os sintomas da doença por meios de substâncias que se assemelham à dopamina. Uma das substâncias mais antigas usadas no tratamento é a levodopa, que, apesar de sua inquestionável eficácia no tratamento sintomático da doença, pode desencadear reações bastante limitantes, como alguns movimentos involuntários anormais (discinesias), se for usada por um longo período.

Outra classe de medicamento utilizada no tratamento da doença de Parkinson, é a dos agonistas dopaminérgicos, como por exemplo, o pramipexol, que tem demonstrado menor incidência de flutuações motoras e menos oscilações do desempenho motor associadas ao tratamento, em relação ao uso da levodopa isoladamente em longo prazo. A ocorrência de discinesias, movimentos involuntários anormais que afetam principalmente as extremidades, tronco ou mandíbula, e ocorrem como manifestação de um processo de doença subjacente, também é amenizada pelo uso deste medicamento, seja em monoterapia ou em associação com outras classes de antiparkinsonianos Os dois medicamentos são fornecidos gratuitamente pela rede pública de saúde. "Conhecer as formas de tratamento e, princ ipalmente, os direitos do paciente para adquiri-los também fazem parte dos objetivos do Mutirão do Parkinson", afirma Dr. Gisoldi.

A doença de Parkinson é uma doença neurológica comumente diagnosticada nos dias atuais. Foi originalmente descrita pelo médico inglês James Parkinson em 1817, no entanto, foi somente no início da década de 60 que pesquisadores conseguiram identificar as alterações patológicas e bioquímicas no cérebro de pacientes, que eram a marca da doença.

O Mutirão do Parkinson é realizado pelo Ambulatório de Distúrbios do Movimento da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, com o apoio do laboratório Boehringer Ingelheim do Brasil.

Serviços

Campanha: Mutirão do Parkinson

Local: Irmandade Santa Casa de Misericórdia - Rua Dr. Cesário Mota Júnior, 112 - Pavilhão Conde de Lara, 3º andar - Vila Buarque

Data: 19 de setembro

Horário: das 8h às 12h e das 13h às 17h


Sobre a Irmandade Santa Casa de Misericórdia


A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - instituição filantrópica e privada - fundada há mais de quatro séculos, é um dos mais importantes complexos hospitalares na cidade de São Paulo.

A Instituição atende mais de 8 mil pessoas por dia em todas as especialidades médicas, possui 2.000 leitos, registra uma média mensal de 90 mil atendimentos ambulatoriais, 75 mil atendimentos de emergência, 3,5 mil cirurgias, 8 mil internações e 347 mil exames. É referência nos atendimentos de emergência, ortopedia, pediatria e serviços de alta complexidade como neurocirurgias e transplantes. Além de possuir laboratórios próprios e excelentes serviços de Diagnóstico por Imagem.

Possui atendimento voltado para a população em geral e dispõe de recursos avançados no campo tecnológico, além de formação profissional especializada.

Tradicionalmente, transmite respeitabilidade aos seus usuários, firmando, cada vez mais, sua boa imagem no mercado hospitalar.

A Santa Casa, que para muitos é uma Casa Santa, não pára. A vida e a morte, a ciência e o ensino fazem parte do dia-a-dia das mais de vinte mil pessoas entre pacientes, acompanhantes, funcionários, médicos e estudantes que transitam pelos seus corredores.


Sobre Boehringer Ingelheim

A corporação Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais companhias farmacêuticas do mundo. Com matriz em Ingelheim, Alemanha, opera globalmente com 138 afiliadas em 47 países e 41,3 mil funcionários. Desde a fundação em 1885, a empresa familiar é comprometida com a pesquisa, o desenvolvimento e a comercialização de produtos de alto valor terapêutico para a medicina humana e a animal.

Em 2008, a Boehringer Ingelheim registrou vendas líquidas de ? 11,6 bilhões, dos quais investiu um quinto em seu maior segmento de negócios, medicamentos sob prescrição médica, em Pesquisa & Desenvolvimento.

Para mais informações, por favor, visite www.boehringer-ingelheim.com.br

                          fonte: Maxpress

 

Palavras-chave: Prevenção de doenças, Saúde

Postado por Ana A. S. Cesar | 0 comentário

Setembro 24, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

Em entrevista, o português António Lobo Antunes revela seus sentimentos sobre o Brasil, a doença, a escrita e a leitura.

fonte: Revista Língua Portuguesa 09/2009 - 47ª edição - Terciane Alves, de Paraty.


Do escritor português António Lobo Antunes espera-se um homem austero, reservado, de poucas palavras. Afinal, tem fama de intimidar as pessoas, tanto por sua obra quanto por sua personalidade. Mas tudo isso foi se desconstruindo ou se afirmando de outro jeito, bem mais brasileiro do que propriamente português, em sua vinda ao Brasil, em julho, depois de vinte e seis anos de ausência do país. Lobo Antunes participou da 7ª edição da Festa Internacional Literária de Paraty para lançar Explicação dos Pássaros (1981) e O Meu Nome é Legião (2007), ambos pela Alfaguara-Objetiva. Aos 66 anos, 30 da estreia como escritor (Memória de Elefante e Os Cus de Judas, em 1979), é um psiquiatra autor de 21 romances, que foi tenente e médico do exército português em Angola, na Guerra do Ultramar de 1971 a 73.

Mas ainda se considera o menino que cresceu ouvindo o avô falar com sotaque paraense. Mete Garrincha no meio de uma conversa literária, fala das feijoadas do amigo João Ubaldo Ribeiro e dos nomes brasileiros das tias Miluca e Maroca.

Diferentemente de tantos autores lusitanos, que têm forte veia nostálgica, Lobo Antunes transforma lembranças em histórias de humor ou catarses carregadas da mesma força com que produz sua literatura.

Seu encanto vem de um certo "centro de gravidade numa paisagem familiar" de que já falou Paulo Mendes Campos sobre os poetas. O fato é que Lobo Antunes, hoje um expoente da língua, não consegue recontar sua história de vida ou de trabalho sem falar do Brasil.

Alguns indícios desse território fictício chamado Brasil num escritor que tem origem em famílias brasileiras: Lobo Antunes cresceu lendo Machado, Alencar e Lobato na casa do avô e declara-se apadrinhado de Jorge Amado. Em menino, quando doente, ouvia o pai ler Bandeira e notava a ambiguidade do velho em dia de jogos Brasil-Portugal.

Diz que o Brasil não é para ele um país, mas um território de sentidos: cheiros, imagens dos avós, tios e parentes. A seguir, algumas questões feitas por Língua durante o encontro que ele teve com jornalistas, em Paraty. Nos quadros das próximas páginas, os comentários do escritor a questões abordadas nas coletivas de que participou.

O senhor esteve bastante doente em 2007....
Queres saber detalhes sobre a minha doença?

Não exatamente. Mas quero saber se esse problema interferiu no processo de escrita ou na sua relação com as palavras. Até porque o senhor já disse que se sentia "mais inteiro nos livros" desde então.
Doenças são uma falta de educação da natureza. Eu tive um cancro. Fiquei em um hospital público, com pessoas muito simples. E, nesse momento, você termina tendo muito tempo para conversar consigo mesmo. Eram meninos de 18 anos. Homens de 80. E todos em tratamento completo. E eu me dei conta de que era nada perto deles. Essas pessoas [doentes de câncer] têm uma dignidade natural, uma profunda coragem. Lembro de um senhor de 90 anos, com nódulos espalhados por todo o corpo, que sempre ia ao hospital de traje completo, a gravata mais bonita que eu já vi, e avançava para o guichê como se fosse um príncipe. Muitas vezes pensei: eles são muito melhores do que eu.

Sente-se mais sensível do que antes?
Penso que é muito complicado falar disso tudo. Mas eu descobri muitas coisas por causa do que passei. Percebi que a fama e o sucesso não valem nada. Aos 21 anos, estava de plantão em um hospital e vi um menino de 4 anos. Ele morreu. Quando um adulto morre em um hospital, ele segue em uma maca, coberto, e vai protegido. Aquele menino seguia coberto, no colo de um enfermeiro, só com o pezinho de fora. Então, eu pensei, vou escrever para aquele pé. Se você escrever por um pé, você já fez o bem. 

Quem o senhor considera os maiores romancistas de língua portuguesa da atualidade?
Eu. (E prende o olhar fixo na repórter) (Gargalhadas na coletiva). Se quiserem, posso mentir.

Além do senhor, quem mais? Nada a dizer sobre o Nobel português José Saramago?
O que temos na nossa língua de bom, sobretudo, são os poetas. Quando menino, éramos seis irmãos, e quando um adoecia, todos adoeciam também. Meu pai lia na cama para dormirmos. Lia em voz alta Vou me Embora para Passárgada e eu achava que aquilo era pra mim. (Carlos) Drummond de Andrade e (João) Cabral (de Mello Neto) são pra mim os grandes poetas. Por coincidência, brasileiros. Meu pai tinha em sua casa, quando pequeno, Machado, Aluísio de Azevedo, Pompeia.

Mas o senhor falou de poetas, e romancistas?
Não gosto do termo romancistas. Penso em ficcionistas. Não gosto de dar conselhos porque não gosto de receber, mas se pudesse dar um seria "nunca acredite num escritor". Estou sempre a posar de perfil para a eternidade, reparem como sou profundo. A maior parte dos jornalistas quer que eu faça jus a essa postura, é um jogo de equívocos. Mas se você encontrar no mundo todo cinco bons escritores já é muito bom. Isso é um problema grave para os editores.

O senhor diz que escrever é difícil, trabalhoso. Como é, na prática, essa dificuldade?
Escrevo sempre à mão. Fiz assim com todos os meus livros e seguirei fazendo assim nos próximos. É um ir e vir constante. Dois terços das palavras que você escreve são inúteis. (O escritor argentino Julio) Cortázar costumava dizer: "Esses adjetivos são umas putas". Há palavras que surgiram para ser simplesmente cortadas, advérbios de modo, adjetivos. Se você escreve dez horas, duas você passa realmente escrevendo. As outras, cortando. 

Como definiria a escrita de um romance?
Muitas vezes eu me pergunto até que ponto um grande livro não é inevitavelmente um livro doente. Não há intrigas nos meus romances. Os romances maus contam histórias. Os romances bons falam de nós mesmos. Se eu não escrevo, sinto-me culpado. Há um escritor português chamado Francisco Manuel de Melo que dizia: "O livro trata do que vai escrito nele. Freud falava da inveja do pênis, mas a da gravidez é muito maior. No fim, escrever é a única maneira de ficar grávido". Temido, ousado, irônico.

O que deve entusiasmar num livro?
O leitor sentir as emoções por meio de suas palavras. Não vou deixar que o livro me vença. É preciso criar o máximo que se possa. Encher os livros de silêncio.

O reconhecimento de sua obra é a meta de um escritor?
Nunca imaginei que fosse acontecer comigo tudo isso: os prêmios, as traduções, todo esse conhecimento. Ainda hoje continuo com esse medo. Não imaginei que fosse acontecer comigo o que aconteceu. Começa a se pôr outra espécie de problema. Se aquilo que estou a fazer está à frente do meu tempo, não haverá unanimidade. Quando há unanimidade, você começa a se interrogar o que há, que é que fez mal. Juro que a única maneira é fazer o seu trabalho e não pensar no resto, em nada.

Sobre a arte da leitura


O leitor é quem está escrevendo o livro. Ler é um ato criativo. E há poucas pessoas que sabem ler. Ler não é um ato passivo como quando a gente vê novela. Os livros que eu gosto de ler são os livros que exigem muito de mim . Daí eu estou a pensar se os livros em vez de ter o nome do escritor, deviam ter o nome do leitor na capa. Ele é quem de fato escreve o livro. Quem começa a ler um livro bom sempre descobre coisas acerca de si mesmo. Livros extraordinariamente simples são os mais complexos.

A amizade com João Ubaldo


Íamos à casa de João às duas da manhã e lá estava ele fazendo
feijoada, de chinelo e calção. Ele vivia o inverno de Lisboa, que é frio, como se estivesse no verão da Bahia. E às quatro da manhã se comia a feijoada. Depois, não escrevia. Então deu uma entrevista a um jornal, em que lhe perguntavam:
- Você já não escreve?
E João Ubaldo respondeu:
- Escrevo. Meu pseudônimo é António Lobo Antunes.

A relação com o Brasil


Para mim, o Brasil não é um país. São os cheiros, os sabores, os doces da minha avó e das minhas tias, a comida, uma maneira de viver e de falar e é sobretudo o meu avô, que está aqui presente em toda a parte. É a terra dele, é a terra da minha família. É a terra de onde vêm os meus nomes Lobo e Antunes, e por isso para o escritor é muito comovente estar de novo no Brasil, onde - apesar de ainda aqui ter família - já não vinha desde 1983.


A recusa do pai em lê-lo


Eu também pensava que ele não tinha lido. Mas depois da morte dele encontrei os meus livros todos anotados e uma carta que ele me deixou de 600 páginas. Deve ter levado uns dois anos a escrever aquela carta. O meu pai, que era médico, era muito severo. Não queria ter filhos, queria campeões de karaté. Tínhamos de ser bons em tudo. Mas foi graças a ele que aprendi a gostar de ler poesia: era o pai que nos lia Manuel Bandeira quando cada um estava doente.

Palavras-chave: Literatura

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Setembro 28, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

É o R7, o portal de notícias da Rede Record que foi lançado domingo, 27 de setembro de 2009.

Rede Record lança hoje portal R7

O Grupo Record reforça suas operações na internet brasileira ao lançar, na noite desse domingo, o portal R7. O endereço http://www.r7.com/ vem funcionando já há algumas semanas, mas por enquanto não há qualquer informação sobre como será o layout do site. Só a marca do empreendimento foi revelada: um balão de diálogo com o nome “R7” dentro dele.

Esse novo portal pretende concorrer com grandes players da internet brasileira. Para tanto, contará com produção de notícias exclusivamente para internet, além de se aproveitar do vasto conteúdo midiático que a TV Record produz. No R7 estarão vídeos de novelas da emissora e de telejornais tanto da Record quanto da Record News.

Serão mais de 300 funcionários, entre jornalistas e responsáveis pela parte técnica, espalhados por redações em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Reza a lenda que o investimento da Record no empreendimento foi da casa de R$ 150 milhões. A ofensiva da empresa para contratar os melhores profissionais do mercado foi pesada: conseguiram tirar Fabíola Reipert e Daniel Castro do jornal Folha de São Paulo. Mas não é só isso, blogueiros também estarão envolvidos com o portal. Rosana Hermann, do Querido Leitor, já confirmou que nesse domingo o blog dela migrará para o novo portal.

R7 se juntará a grandes players da internet tupiniquim, como UOL, iG e Terra. Mas é mais do que evidente que o grande alvo do R7 é a Globo.com, portal da arqui-inimiga Globo. Basta ver o nome para tirar essa conclusão: será a briga do G1 com o R7.

O site de notícias sobre celebridades Estrelando também vai participar do portal R7. Na manhã de domingo o antigo endereço http://estrelando.uol.com.br/ passou a redirecionar para http://estrelando.r7.com//. No entanto, ainda não há nada para ver no site.

 

Palavras-chave: Notícia, Televisão

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

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Palavras-chave: Notícia, Televisão

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