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Julho 2009

Julho 01, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

 

 

 

Trazendo uma forte influência do programa de TV “Whose Line is It Anyway?” e acompanhando o sucesso de espetáculos de improvisação no mundo teatral, a Cia. Barbixas traz para São Paulo um projeto que se mostrou muito atrativo para o público.

 

 

fonte: You Tube, site do CQC:www.cqcbr.com

Palavras-chave: Humor/Riso/Ironia

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                    Leandro Hassum e Marcius Melhem

     

Palavras-chave: Humor/Riso/Ironia

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Palavras-chave: Marionete

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Julho 03, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

                                                                                     imagem Ramon Muniz

 

  

“Não criei personagens.

Tudo o que escrevo é autobiográfico.

Porém, não expresso minhas emoções diretamente, mas por meio de fábulas e símbolos.

Nunca fiz confissões.

Mas cada página que escrevi teve origem em minha emoção.”


(Jorge Luís Borges)

 

XXX

 

O bom debate para melhor entender "O Nome da Rosa"

Um check-up visceral. Assim foi o debate em torno de "O Nome da Rosa" que reuniu na fria noite de quarta-feira, 17, um grupo de professores e especialistas que, por 200 minutos, examinaram a fundo o filme que o francês Jean Jacques Annaud realizou a partir do romance do italiano Umberto Eco. O resultado não poderia ser mais positivo, com diferentes interpretações, mas em veredas esclarecedoras - e que fazem das fitas gravadas durante a mesa redonda precioso manancial de informações.

O debate sobre "O Nome da Rosa" foi o primeiro de uma série de encontros que Maria Cristina Vieira vai promover na Artespaço/ Saint Germain De Prés, que, muito mais do que apenas uma galeria/ antiquário, começa a se firmar como um local da intelegentza curitibana.

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Ao idealizar debates em torno de filmes, peças e livros (possivelmente, o próximo encontro será para analisar "As Brumas de Avalon", de Marion Zimmer Bradley), Maria Cristina Vieira retoma algo que foi interrompido há duas décadas: encontros informais, fora do âmbito oficial, em que pessoas de diferentes tendências se encontram para uma salutar troca de informações e idéias. Assim, acontecia há poucas quadras da Saint Germain du Prés, no simpático apartamento - estúdio da professora Philomena Gebram (hoje diretora-executiva do Conselho Nacional de Pesquisas, em Brasília), na Rua Emiliano Perneta. Ali, entre valiosos quadros e uma imensa biblioteca, uma geração de jovens entusiastas teve oportunidade de ampliar seus conhecimentos, fazendo leituras de peças, discutindo filmes e textos polêmicos na época - por sinal numa resistência intelectual à repressão que entrava em escalada naqueles dias sombrios pós-abril de 1964.

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Sem, em absoluto, pretender esgotar as possibilidades de diferentes leituras em torno de "O Nome da Rosa", a mesa-redonda organizada por Maria Cristina representou, em termos locais, a primeira tentativa de se ter um troca de idéias de forma objetiva e organizada, sem a balbúrdia e o radicalismo que, tantas vezes, condena ao fracasso esse tipo de encontro. Assim, se o cineclubismo que acontece hoje tem uma abertura muio mais para manifestações políticas (inclusive de ligações internacionais) e as onerosas e paquidérmicas instituições oficiais - Secretarias de Estado e Municipal de Cultura - raramente sabem realizar bons debates, produtivos e práticos, é salutar que caiba a uma agente cultural privada, preencher este espaço, sabendo selecionar temas e participantes para os seus debates.

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Seis professores universitários, um psicólogo, um cineasta, entre outros, integraram-se na análise de "O Nome da Rosa" (em exibição nos cines Palace Itália/ Itália), sabendo ver os diferentes apectos deste [filme, já visto por] mais de 20 mil espectadores em Curitiba. De princípio - e bem claramente - houve um ponto comum: é estupidez e perda de tempo estabelecer parâmetros de julgamento do filme de Annaud, se a comparação for feita com base no romance. Domenico Costella, italiano de Parma, 46 anos, desde 1974 no Brasil, padre da ordem Xaveriana e professor de filosofia contemporânea da Universidade Católica, lembrou que estava em Roma, no final do ano passado, quando, logo após a estréia do filme, o próprio Umberto Eco Salu, 54 anos, em defesa do cineasta Jean Jacques Annaud, em relação a interpretações de que o filme não havia sido fiel ao romance, Eco disse:

- "Meu livro é meu livro, teu filme é teu filme. O filme não é uma adaptação exata do livro, porque na leitura cada um faz a sua própria imagem mental".

Quem assistir ao filme com atenção, observará que na apresentação dos créditos aparece uma palavra pouquíssimo conhecida - Palimpsesto, que, como ensina o mestre Aurelio Buarque de Holanda, é "manuscrito sob cujo texto se descobre (...) a escrita ou escritos anteriores", ou seja, oficial e declaradamente, Annaud trabalhou sobre um texto, mas de forma livre e fazendo a sua própria interpretação - e estabelecendo a linguagem que o cinema exigia pra transformar um calhamaço de 562 páginas (como na tradução de Aurora Forloni Bernardini/ Homero Freitas de Andrade, já em 18ª edição pela Nova Fronteira) num roteiro enxuto de 160 páginas, linguagem extremamente cinematográfica e comunicativa - ao contrário do próprio romance, que por suas inúmeras citações em latim e longos diálogos em torno da filosofia, fez com que milhares dos 170 mil brasileiros que até agora adquiriram o volume não passassem das primeiras 50 páginas. O filme, porém, tem uma leitura agradável e esteticamente segura, como observou outro dos participantes da mesa redonda, o professor Roberto Figureli, ex-titular da cadeira de cinema e hoje mestre da estética na Universidade Federal do Paraná. Figurelli, 50 anos, intelectual com profunda identificação ao cinema, explanou, de forma cristalina, a visão perfeita com que o diretor Annaud soube realizar o seu filme - independente da grandeza intelectual da obra de Eco.

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Professora de literatura brasileira e semiótica na Universidade Federal do Paraná, Denise Azevedo Duarte Guimarães trouxe esclarecedoras informações ao debate, especialmente na relação entre os personagens Jorge de Burgos - guardião da rara obra (a "Comedia", de Aristoteles, ponto-chave de toda a trama) e o escritor argentino Jorge Luís Borges (1899-1986), declaradamente uma das influências de Umberto Eco. Denise mostrando grande familiaridade tanto na obra semiótica de Eco como na extensa literatura borgeneana apontou inúmeros pontos comuns, acabando por revelar uma descoberta em suas pesquisas, que merece ser registrada: em 1941, no conto "O Jardim dos Caminhos que Se Bifurca" (incluído em "Ficciones"), Borges diz ter extraído este texto de uma idéia original do livro "Statments", de Herber Quaim (especificamente a parte intitulada "The Rose Yesterday"). E explicou:

- "Este conto é todo criado a partir de labirintos, livros, espelhos e outras referências que estão claro no livro de Eco, e, naturalmente, também no filme".

Evidentemente, aproximações literárias, simbólicas e filosóficas podem ser estabelecidas quando se examina uma obra da grandeza intelectual de "O Nome da Rosa" (o livro) e sua transposição para outro veículo (o filme), mas, justamente pela possibilidade de permitir a busca de novas - e interessantes - informações é que torna oportuno e gratificante um debate como o que aconteceu na quarta-feira.

Um debate tão oportuno que o padre Domenico Costella, sacerdote lúdico, identificado ao social e a teologia da libertação, pensa em promover novos encontros em torno deste tema, já no âmbito estudantil, "uma vez que estou impressionado com o interesse do público jovem pelo filme".

Regina Rottemberg Gouveia, professora de história, fez uma verdadeira dissertação em torno da época em que a ação de "O Nome da Rosa" se passa, analisando a Inquisição, o papel da Igreja, a sociedade feudal e todas as condicionantes que emolduram a ação. Já a sua colega de departamento, Maria Ignez de Boni, trouxe colocações em relação ao papel da mulher nesta sociedade, enriquecendo a esplêndida interpretação que Maria Cecília Solheide da Costa, professora de antropologia da UFP, tão bem fez. Vendo o lado social da questão e, especialmente, o fato de apenas uma mulher (interpretada pela sensual Valentina Vargas), sem nome e sem falar uma palavra, entrar em toda ação, a professora Maria Cecília, em suas intervenções possibilitou que o debate crescesse para outra - e rica vertente - a sexualidade e a questão feminina, no que o psicólogo Moacir Gouveia deu interpretações que foram a fundo, questionadas pela cineasta Berenice Mendes - uma das mais atentas participantes.

Desde as intervenções da inteligente estudante Beatriz Helena Moraes, 18 anos, as colocações psicológicas, de profundidade, que Gouveia soube fazer - em contraposição à imensa (e questionável) doutrinação em seus aspectos religiosos filosóficos, trazidos pela erudição do padre Costella, o debate em torno de "O Nome da Rosa" provou que esta obra de Eco - agora ampliada em seu público com o filme - está entre aqueles momentos maiores em que a polêmica e a reflexão instiga a inteligência.

LEGENDA FOTO - Sean Connery e o diretor Jean Jacques Annaud num intervalo das filmagens de "O Nome da Rosa".

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:

Veiculo: Estado do Paraná

Caderno ou Suplemento: Almanaque

Coluna ou Seção: Tablóide

Página: 2

Data: 21/06/1987

* Leia e participe do Tablóide Digital *

   www.millarch.org


 

Palavras-chave: Debates, Jorge Luís Borges

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Julho 09, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

     http://lua.weblog.com.pt/ferias1-thumb.jpg

 

 

Coisas que a vida ensina...

Amor não se implora, não se pede e não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Tolerância é uma grande virtude...principalmente com quem amamos.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor....
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...

© Artur da Távola

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Julho 14, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Compra de monografias pela web cresce sem impedimentos legais

 

 

                                               Evandro Silva Barros

 

O trabalho final de conclusão de um curso superior é a prova final para os acadêmicos alcançarem o diploma e entrarem como profissionais no mercado de trabalho, mas nem todos enfrentam esse desafio com as próprias mãos.


Nos últimos anos, com o crescimento do ensino superior no Brasil e a popularização da Internet, um novo serviço vem ganhando clientes: a venda de monografias e outros trabalhos de conclusão de curso.

Qualquer busca por monografia no Google já mostra a presença maciça desse comércio. São diversos sites, alguns já bem estabelecidos, com a facha da de auxílio estudantil e outros com menos vergonha, anunciando diretamente a venda de monografias.

Mas por que esses comerciantes conseguem viver tão livremente na web? Talvez uma das explicações seja que o ato da compra de monografias não seja ilegal, como explica o advogado Evandro Silva Barros, Supervisor do Núcleo de Pesquisa e Monografia Jurídica da UCDB (Universidade Católica Dom Bosco): "A proibição de comprar a monografia, legalmente falando, não existe fora do âmbito da universidade. Você produzir monografias, para comercializá-las, não é efetivamente uma prática ilegal. Vai ser prática ilegal o aluno que utilizar dessa monografia e apresentar dentro da universidade, que vai ter uma regulamentação que proíbe isso.”

O difícil é descobrir uma compra, conta o advogado, mas é preciso uma regulamentação para punir quando descobrir. "A reprovação do acadêmico que se utilizou de monografia jurídica adquirida é fator de profunda indignação deste, a ponto de muitos deles reclamarem da atuação daqueles a quem encomendaram os trabalhos, indicando-lhes o nome, assim como, os valores pagos. Nesse passo, vale ressaltar que, em média, os valores cobrados atingem R$ 800,00", conta Evandro Barros.

Apesar de tudo, a internet veio pra ajudar quem fiscaliza, acredita o supervisor, que cita a iniciativa da Capes de exigir que todos os trabalhos de conclusão de mestrado e doutorado sejam disponibilizados na internet. 

Fonte de renda

Além dos sites, há muitos autônomos trabalhando com a venda de monografias e até trabalhos mais simples de faculdade, como é o caso de Caroline *, que há sete anos atua na área de assessoria acadêmica, como ela classifica o seu trabalho.

“Eu atendo pessoas que não tem tempo para fazer a monografia ou não tem "saco" para as regras de ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A pessoa vem, apresenta o tema (com ou sem pré-projeto) e eu trabalho junto com a pessoa. Claro que o acadêmico mal põe a mão na massa, mas isso depende muito dele, uns são mais interessados, outros menos interessados”, explica Caroline.

Ela cobra entre R$ 500,00 e R$ 2.000,00 para trabalhos, desde os mais simples como relatórios e projetos até dissertações de mestrado. Segundo suas contas, ela já produziu mais de 1.500 trabalhos para acadêmicos de quase todas as áreas, “menos Exatas”, detalha.

Caroline conta que é raro ter algum tipo de problema nesse ramo: “Até hoje só tive problema duas vezes, um com um cliente que não quis pagar e outro com um que o professor desconfiou e ele se atrapalhou”.

Motivação

Mas por que as pessoas pagam por algo que devia ser feito por elas para o seu crescimento pessoal? “Olha, poucos, mas bem poucos dos meus clientes pedem por ‘preguiça’ sabe. Não é só uma questão de defendê-los, mas vejo que a maioria trabalha. Tenho casos de pessoas que passaram por situações pessoais, como morte na família e precisaram de meus serviços.  A maioria esmagadora é gente que trabalha e estuda e não encontra tempo para fazer”, afirma Caroline.  

*Nome alterado para preservar a entrevistada.

Fonte: Notícias digitais

Palavras-chave: CAPES, Código de Ética, Denúncia, Monografia, TCC

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Julho 16, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Recado da Fernanda Scavacini para os usuários Stoa, visitantes e amigos:

fernanda.scavacini@saude.gov.br quinta, 16 julho 2009, 14:48 BRT

Boa tarde! Participe da blogagem coletiva sobre doação de sangue a ser realizada no próximo dia 20, Dia do Amigo. Neste dia, acontecerá uma mobilização nacional de todos os blogueiros em prol da doação voluntária. Contamos com a sua participação! Caso precise de materiais ou ilustrações, entre em contato conosco: (fernanda.scavacini@saude.gov.br).

 

 

    Corrente sanguínea MS

 

Palavras-chave: Campanha, Doação

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Julho 22, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

                                       

 

CAPÍTULO XIV

 

A LIÇÃO DO DISCÍPULO

 

— Fique, fique, conselheiro, disse Santos apertando a mão ao diplomata. Aprenda as verdades eternas.

 

— Verdades eternas pedem horas eternas, ponderou este, consultando o relógio.

 

Um tal Aires não era fácil de convencer. Plácido falou-lhe de leis científicas para excluir qualquer mácula de seita, e Santos foi com ele. Toda a terminologia espírita saiu fora, e mais os casos, fenômenos, mistérios, testemunhos, atestados verbais e escritos... Santos acudiu com um exemplo: dois espíritos podiam tornar juntos a este mundo; e, se brigassem antes de nascer?

 

— Antes de nascer, crianças não brigam, replicou Aires, temperando o sentido afirmativo com a entonação dubitativa.

 

— Então nega que dois espíritos?... Essa cá me fica, conselheiro! Pois que impede que dois espíritos?...

 

Aires viu o abismo da controvérsia, e forrou-se à vertigem por uma concessão, dizendo:

 

— Esaú e Jacó brigaram no seio materno, isso é verdade. Conhece-se a causa do conflito. Quanto a outros, dado que briguem também, tudo está em saber a causa do conflito, e não a sabendo, porque a Providência a esconde da notícia humana... Se fosse uma causa espiritual, por exemplo...

 

— Por exemplo?

 

— Por exemplo, se as duas crianças quiserem ajoelhar-se ao mesmo tempo para adorar o Criador. Aí está um caso de conflito, mas de conflito espiritual, cujos processos escapam à sagacidade humana. Também poderia ser um motivo temporal. Suponhamos a necessidade de se acotovelarem para ficar melhor acomodados; é uma hipótese que a ciência aceitaria; isto é, não sei... Há ainda o caso de quererem ambos a primogenitura.

 

— Para quê? perguntou Plácido.

 

— Conquanto este privilégio esteja hoje limitado às famílias régias, à Câmara dos lordes e não sei se mais, tem todavia um valor simbólico. O simples gosto de nascer primeiro, sem outra vantagem social ou política, pode dar-se por instinto, principalmente se as crianças se destinarem a galgar os altos deste mundo.

 

Santos afiou o ouvido neste ponto, lembrando-se das "coisas futuras". Aires disse ainda algumas palavras bonitas, e acrescentou outras feias, admitindo que a briga podia ser prenúncio de graves conflitos na Terra; mas logo temperou esse conceito com este outro:

 

— Não importa; não esqueçamos o que dizia um antigo, que "a guerra é a mãe de todas as coisas". Na minha opinião, Empédocles, referindo-se à guerra, não o fez só no sentido técnico. O amor, que é a primeira das artes da paz, pode-se dizer que é um duelo, não de morte, mas de vida, — concluiu Aires sorrindo leve, como falava baixo, e despediu-se.

 

 

Texto-fonte:

Obra Completa, Machado de Assis,

Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1994.

 

Publicado originalmente pela Editora Garnier, Rio de Janeiro, 1904.

 

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Julho 25, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 Romanos 8:31

  Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?  
Romanos 8:32   Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?  
Romanos 8:33   Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica;  
Romanos 8:34   Quem os condenará? Cristo Jesus é quem morreu, ou antes quem ressurgiu dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós;  
Romanos 8:35   quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?  
Romanos 8:36   Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia todo; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.  
Romanos 8:37   Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou.  
Romanos 8:38   Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades,  
Romanos 8:39  

nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

 

Palavras-chave: Bíblia

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Julho 28, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

 

com Rafinha Bastos, Marco Luque e Barbixas

 

 

 

Palavras-chave: Humor/Riso/Ironia

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aunicamp.jpg

 

Conheça concursos abertos para docentes

[27/7/2009]

Área: Teoria e Pensamento Social
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Departamento de Sociologia
Inscrições: até 25/08/2009
Publicação no DOE: 24/07/2009 - Pg: 93
Regime: RTP
Edital
Processo: 09-P-9971/2009
Contato: atu-ifch@unicamp.br
Telefone: 19-3521 1581
 
Área: Projeto Mecânico
Faculdade de Engenharia Mecânica
Departamento de Projeto Mecânico
Inscrições: até 25/08/2009
Publicação no DOE: 24/07/2009 - Pg: 93
Regime: RTP
Edital
Processo: 03-P-25030/2007
Contato: margarid@fem.unicamp.br
Telefone: 19-3521 3209

Área: Física-Matemática
Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica
Departamento de Matemática Aplicada
Inscrições: até 20/10/2009
Publicação no DOE: 22/07/2009 - Pg: 136
Regime: RTP
Edital
Processo: 10-P-14502/2009
Contato: silvana@ime.unicamp.br
Telefone: 19-3521 5923
 
Área: Análise
Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica
Departamento de Matemática
Inscrições: até 20/10/2009
Publicação no DOE: 22/07/2009 - Pg: 136
Regime: RTP 
Edital
Processo: 10-P-14503/2009
Contato: silvana@ime.unicamp.br
Telefone: 19-3521 5923

Veja estes e outros editais para docentes na página da Secretaria Geral
 

Palavras-chave: Concursos, Docentes, Unicamp

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Julho 30, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Você recebeu o seguinte comentário de Visitante
(visitante@exemplo.com.br) na sua mensagem de blog 'A LINGUAGEM DE SINAIS -
LIBRAS':



Oi irmãos e irmãs

Paz e graça do Senhor Jesus Cristo!

Deixem-me apresentar a vocês. Meu nome é Gusatvo Benedito dos
Reis Costa. Sou surdo-mudo de nascimento e cego de um olho. Mas sei muito
bem escrever. Moro em Seropédica, Rio de Janeiro. Tenho 20 anos. Sou
estudante pós-concurseiro e pré-vestibulando. Confesso que preciso de
professores de linguagem de sinais, que sejam históricos (por exemplo,
batistas, metodistas, etc.) e pentecostais (por exemplo, Assembléia de
Deus, Igreja do Nazareno, Deus é Amor, etc.) para me ensinarem a língua
de sinais, pois no meu dicionário ilustrado de língua brasileira de
sinais os vídeos do Windows Player Media não funcionam devido à
afetação do programa Nero Player Medi. 

Caso vocês conheçam algum professor histórico ou pentecostal de língua
de sinais no Rio de Janeiro, por favor entre em contato por e-mail:
gusordomuto1989@gmail.com e por MSN: gusordomuto1989@hotmail.it (tem que
colocar .it)


Obrigado pela atenção

Que Deus vos abençoe
 

Palavras-chave: Libras, Linguagem

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