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Junho 2009

Junho 01, 2009

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Palavras-chave: Música, videopost

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Música: Clube da Esquina Nº 2

Intérprete: Flávio Venturini

Autoria: Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges


Porque se chamava moço
também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, aço, aço...

Porque se chamava homem
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem

Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos...

E lá se vai mais um dia...

E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção e o coração
Na curva de um rio, rio...

E lá se vai mais um dia...

E o Rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio-fio
Esquina mais de um milhão quero ver então
A gente, gente, gente...

E lá se vai mais um dia...

 

 

Palavras-chave: Musica, videopost

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Junho 05, 2009

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e9/Conjunto_residencial_da_Cidade_Universit%C3%A1ria_-_S%C3%A3o_Paulo_-_Brasil.JPG/800px-Conjunto_residencial_da_Cidade_Universit%C3%A1ria_-_S%C3%A3o_Paulo_-_Brasil.JPG

 

 

Cresce o número de alunos de renda alta na USP, indicam dados

 

Proporção dos calouros com renda superior a R$ 5 mil subiu 36,4%. Entre os que têm renda menor de R$ 1,5 mil, a taxa caiu 34%.

Mesmo com as ações de inclusão em curso, a porcentagem de alunos de renda alta aprovados na Universidade de São Paulo (USP) aumentou nos últimos oito anos. Segundo dados da Fuvest, tabulados pelo jornal "O Estado de S. Paulo",cresceu em 36,4% a proporção dos calouros que declararam ter renda superior a R$ 5 mil entre 2001 e 2009. Já entre os que vivem em famílias que ganham menos de R$ 1,5 mil, a taxa caiu 34%.

No campus da Zona Leste, criado em 2005, o movimento se repete. Hoje, os calouros com as menores rendas são 17,9% e os com as maiores chegam a compor 25,3%. A faixa intermediária teve pouca alteração, sendo cerca de 50% dos alunos. No último vestibular, 40,4% dos aprovados em todas as unidades da universidade estavam entre os mais ricos; 46,9% tinham renda intermediária (entre R$ 500 e R$ 5 mil) e 12,2% estavam entre os mais pobres.

Para o diretor do Fórum dos Cursinhos Comunitários, frei David dos Santos, o problema está no vestibular. “A USP cobra em seu exame conteúdos que só cursinhos caros, que cobram R$ 800 de mensalidade, podem oferecer”, diz. A USP propôs no mês passado uma mudança na prova que deve ajudar estudantes de escolas públicas. Poderá deixar de ser considerada a nota da primeira fase na contabilidade geral do vestibular e serem instituídas perguntas de todas as disciplinas na segunda fase, porém, em menor número.

A pró-reitora de graduação da USP, Selma Garrido, informou que o Pasusp, que ajudou só 55 vestibulandos a entrar na universidade, será mantido, mesmo sem parceria com a Secretaria de Educação. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

fonte:

Palavras-chave: Educação, Fuvest, USP

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Junho 06, 2009

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Ensino de Artes e de Inglês, O

 

BATE PAPO

As crianças da sala de educação infantil da Associação Nosso Sonho têm uma coisa em comum com a educadora que ministra as aulas. A artista plástica Ana Amália Tavares Bastos Barbosa, 42 anos, sofreu um AVC de tronco durante a defesa de sua tese de mestrado e ficou com seus movimentos seriamente comprometidos. Mas esse fato não a impediu de seguir em frente, superar barreiras e voltar as suas atividades acadêmicas e profissionais. Utilizando os recursos de tecnologia assistiva, Ana Amália não só ministra aula de artes, como também dá uma lição de vida para as crianças mostrando a elas que a deficiência não é empecilho para ser produtivo e feliz. Confira a entrevista concedida ao repórter Maito (maito@nossosonho.org.br):

Como foi que você recebeu a notícia que sofreu um AVC de tronco? O que mudou na sua vida depois disso?

Receber essa notícia foi muito doloroso, especialmente porque eu não sabia nada sobre o assunto. Mudou tanta coisa! Tive que me reinventar e passei a encarar tudo de forma menos trágica. No início não imaginava que minha vida poderia ser ativa, mas também não consigo me imaginar quietinha.

Que tipo de suporte familiar e clínico você tem?

Meus pais foram maravilhosos e nós (eu e minha filha) nos colocamos embaixo das asas deles. Tenho um Home Care, ou seja, tenho enfermagem 24 horas - 2 fisioterapeutas e 2 fonoaudiólogas por dia - T.O (Terapia Ocupacional)., psicóloga, médico e nutricionista. Além disso, faço hidroterapia e TO na DMR (Divisão de Medicina e Reabilitação do Hospital das Clínicas).

Como é superar suas limitações diariamente?

Passei muito tempo acordando de um pesadelo diário. Hoje em dia, ao acordar, eu me pergunto qual será o desafio do dia. Eu sinto que tenho o dever de viver bem, já que estou viva, e é assim que eu quero que Ana Lia (sua filha de 8 anos) veja a vida.

Como é o processo de comunicação com sua filha?

Quando sofri o AVC ela tinha um ano e oito meses, mal sabia falar. Aos poucos ela aprendeu a interpretar meus olhares. Ainda havia momentos em que a palavra era necessária, aí eu escrevia e a babá lia pra ela. Porém há momentos em que não há palavras, apenas sentimentos. Para essas situações eu sempre usei o desenho. Comecei a perceber que quando eu acabava um desenho logo em seguida ela me dava outro. Começamos a conversar através dos desenhos. Achei que quando ela começasse a escrever, deixaria de usar o desenho pra se comunicar comigo, mas ela somou os dois meios de comunicação.

Como é seu trabalho como professora e artista plástica?

O que mais mudou foi que tive que me disciplinar mais e estou muito mais observadora. Isso me auxilia em ambas as atividades. Uma vez por semana eu pinto com a Terapeuta Ocupacional, que é quem sabe manejar as adaptações, e quando paro, coloco no mural que fica à frente da cama e observo. Para dar aula, eu tenho que preparar antes e enviar para que meu intérprete possa se preparar. Em algum momento da sua vida profissional sua capacidade foi colocada em cheque? Poderia nos contar um episódio para ilustrar essa questão? Isso acontece o tempo todo! Não sei se lembro de um episódio, mas algumas atitudes das pessoas já são piadas lá em casa. Normalmente as pessoas acham que como sou muda ou surda, portanto gritam ou gesticulam.

Qual é sua formação acadêmica?

Eu me formei em educação artística com habilitação em artes plásticas, portanto sou professora de artes, mas como também produzo arte, sou artista plástica. Graduei-me em 1991, pela FAAP/SP, em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas, depois de passar por várias universidades aqui e no exterior. Fiz o mestrado em arte/educação na ECA/USP (2003) e atualmente estou fazendo o doutorado também na ECA/USP.

Como é seu relacionamento com seus colegas do doutorado?

É interessante por que fingem que não estão curiosos e que é absolutamente normal ter alguém como eu na sala.

Você se considera uma pessoa autônoma?

Ainda não, estou quase.

O que você faz hoje que não fazia antes do AVC?

Delegar.

Como foi a sua volta aos estudos?

Comecei devagar, como ouvinte, na graduação da psicologia, na PUC.

Houve alguma mudança na sua rede social arquitetônica e atitudes por causa do AVC?

Minha mãe teve que rearmar a casa toda. Meus amigos tiveram que se adaptar. Mas é  impressionante como nada é realmente adaptado.

Qual era a sua relação com pessoas deficientes antes do AVC?

Nem pensava nisso.

O que mudou na sua visão atual sobre o tema?

Acho que o que mudou foi a minha visão do que é ser humano.

O que te deu mais emoção na vida? Antes e depois do AVC?

Quando tive Ana Lia e estar todo dia ao lado dela.

Como foi feito o convite para dar aula no Nosso Sonho?

A Marisa Hirata, T.O (Terapia Ocupacional) me atende desde 2004, mas o convite foi feito pela Suely Katz, gerente executiva da Associação Nosso Sonho

 

Quem é Ana Amália Tavares Bastos Barbosa?

Ana Amália Tavares Bastos Barbosa é artista plástica e arte/educadora formada pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP/SP), em 1991. Também estudou História da Arte na Texas University at Austin, Design na School of Visual Arts e Litografia na Columbia University em New York/USA e fez diversos cursos extra curriculares no Brasil com professores como Paulo Portella, Carmela Gross, Evandro Carlos Jardim, Carlos Fajardo, Paulo Von Poser e Carlos Basualdo, entre outros. Fundou a empresa "Arteducação Produções", e tem sempre feito parte da equipe desde 2001. É mestre pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Além disso também atuou na área de ensino de línguas, dando aulas de inglês e fazendo traduções simultâneas e escritas. Atualmente é doutoranda na ECA/USP. Em 2 de julho de 2002 teve um acidente vascular cerebral de tronco e como sequela adquiriu a síndrome do locked in, ou seja, ficou tetraplégica, muda e disfágica mas inteiramente consciente e com a cognição plenamente preservada.
(Texto informado pelo autor)

  

Palavras-chave: ECA, Terceiro Setor

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Junho 07, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

O meu Deus é o Deus do impossível
Jeová Jireh o grande El Shadai
Que abriu o Mar Vermelho
E ao seu povo fez passar
Que da rocha água limpa fez brotar

O meu Deus é o Deus do impossível
Que liberta encarcerados das prisões
Faz da estéril mãe de filhos
Restaura a alma do ferido
E dilata o amor nos corações

Que dá vista aos cegos
E aos surdos faz ouvir
Faz a tempestade se acalmar
Andou por sobre o mar
E aos mudos fez falar
Paralíticos e coxos fez andar

O meu Deus é o Deus do impossível
É o mesmo hoje e sempre há de ser
O meu Deus é o Deus do impossível
E fará o impossível pra você
E fará o impossível por você.

 

Deus do impossível

composição: Alda Célia

 

Palavras-chave: Música

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Junho 10, 2009

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Segue o relato do Pablo Ortellado que, com exímia precisão, descreveu os momentos vergonhosos a que estamos sendo submetidos pela invasão da Polícia Militar na USP. Uma péssima atitude levar a PM para dentro da universidade por parte da reitoria. É inadmissível que o governo do Estado de São Paulo tenha permitido tal procedimento numa universidade que é símbolo de conhecimento, ensino, e pesquisa. O diálogo ainda é a melhor maneira de se resolver situações conflitantes. É triste vermos nossa universidade vulnerável a fatos que se repetem ano a ano e que nos envergonham muito mais que nos enobrecem.

 

       PROTESTO / USP

 

 Prezados colegas,

 
  Eu nunca utilizei essa lista para outro propósito que não informes sobre o que acontece no Co (transmitindo as pautas antes da reunião e depois enviando relatos). Essa lista esteve desativada desde a última reunião do Co porque o servidor na qual ela estava instalada teve problemas e, com a greve, não podia ser reparado. Dada a urgência dos atuais acontecimentos, consegui resgatar os emails e criar uma lista emergencial em outro servidor. O que os senhores lerão abaixo é um relato em primeira pessoa de um docente que vivenciou os atos de violência que aconteceram poucas horas atrás na cidade universitária (e que seguem, no momento em que lhes escrevo – acabo de escutar a explosão de uma bomba). Peço perdão pelo uso desta lista para esse propósito, mas tenho certeza que os senhores perceberão a gravidade do caso.
 Hoje, as associações de funcionários, estudantes e professores haviam deliberado por uma manifestação em frente à reitoria. A manifestação, que eu presenciei, foi completamente pacífica. Depois, as organizações de funcionários e estudantes saíram em passeata para o portão 1 para repudiar a presença da polícia do campus. Embora a Adusp não tivesse aderido a essa manifestação, eu, individualmente, a acompanhei para presenciar os fatos que, a essa altura, já se anunciavam. Os estudantes e funcionários chegaram ao portão 1 e ficaram cara a cara com os policiais militares, na altura da avenida Alvarenga. Houve as palavras de ordem usuais dos sindicatos contra a presença da polícia e xingamentos mais ou menos espontâneos por parte dos manifestantes. Estimo cerca de 1200 pessoas nesta manifestação.
 Nesta altura, saí da manifestação, porque se iniciava assembleia dos docentes da USP que seria realizada no prédio da História/Geografia. No decorrer da assembleia, chegaram relatos que a tropa de choque havia agredido os estudantes e funcionários e que se iniciava um tumulto de grandes proporções. A assembleia foi suspensa e saímos para o estacionamento e descemos as escadas que dão para a Avenida Luciano Gualberto para ver o que estava acontecendo. Quando chegamos na altura do gramado, havia uma multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão (falsamente chamadas de “efeito moral” porque soltam estilhaços e machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/Geografia, onde a assembleia havia sido interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada do prédio (mais ou menos em frente à lanchonete e entrada das rampas). Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás – lembro da professora Graziela, do professor Thomás, do professor Alessandro Soares, do professor Cogiolla, do professor Jorge Machado e da professora Lizete todos com os olhos inchados e vermelhos e tontos pelo efeito do gás. A multidão de cerca de 400 ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e 4 helicópteros. O clima era de pânico. Durante cerca de uma hora, pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás invadia o prédio. Depois de uma tensão que parecia infinita, recebemos notícia que um pequeno grupo havia conseguido conversar com o chefe da tropa e persuadido de recuar. Neste momento, também, os estudantes no meio de um grande tumulto haviam conseguido fazer uma pequena assembléia de umas 200 pessoas (todas as outras dispersas e em pânico) e deliberado descer até o gramado (para fazer uma assembleia mais organizada). Neste momento, recebi notícia que meu colega Thomás Haddad havia descido até a reitoria para pedir bom senso ao chefe da tropa e foi recebido com gás de pimenta e passava muito mal. Ele estava na sede da Adusp se recuperando.
    
 Durante a espera infinita no pátio da História, os relatos de agressões se multiplicavam. Escutei que a diretoria do Sintusp foi presa de maneira completamente arbitrária e vi vários estudantes que haviam sido espancados ou se machucado com as bombas de concusão (inclusive meu colega, professor Jorge Machado). Escutei relato de pelo menos três professores que tentaram mediar o conflito e foram agredidos. Na sede da Adusp, soube, por meio do relato de uma professora da TO que chegou cedo ao hospital que pelo menos dois estudantes e um funcionário haviam sido feridos. Dois colegas subiram lá agora há pouco (por volta das 7 e meia) e tiveram a entrada barrada – os seguranças não deixavam ninguém entrar e nenhum funcionário podia dar qualquer informação. Outra delegação de professores foi ao 93o DP para ver quantas pessoas haviam sido presas. A informação incompleta que recebo até agora é que dois funcionários do Sintusp foram presos – mas escutei relatos de primeira pessoa de que haveria mais presos.

 A situação, agora, é de aparente tranquilidade. Há uma assembleia de professores que se reuniu novamente na História e estou indo para lá. A situação é gravíssima. Hoje me envergonho da nossa universidade ser dirigida por uma reitora que, alertada dos riscos (eu mesmo a alertei em reunião na última sexta-feira), autorizou que essa barbárie acontecesse num campus universitário.Estou cercado de colegas que estão chocados com a omissão da reitora. Em minha opinião, se a comunidade acadêmica não se mobilizar diante desses fatos gravíssimos, que atentam contra o diálogo, o bom senso e a liberdade de pensamento e ação, não sei mais.
 
 Por favor, se acharem necessário, reenviem esse relato a quem julgarem que é conveniente.
 
 
 Cordialmente,
 
 Prof. Dr. Pablo Ortellado
 Escola de Artes, Ciências e Humanidades

 Universidade de São Paulo

 

Palavras-chave: GREVE, INVASÃO DE ESPAÇO, USP

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Os professores pretendem, ainda na tarde de hoje, entregar as deliberações da assembléia à reitoria da USP

Assembleia no prédio da FFLCH História/Geografia

Em assembleia no início da tarde desta quarta-feira, cerca de 200 professores da Universidade de São Paulo (USP) exigiram a renúncia da reitora da instituição, Suely Vilela, e a saída da Polícia Militar do campus da universidade. Entre os ítens aprovados na reunião estão ainda eleições diretas para reitor e a instalação de uma comissão para alterar o estatuto da USP.

Os professores pretendem, ainda na tarde de hoje, entregar as deliberações da assembleia à reitoria da USP.

De acordo com Otaviano Helene, presidente da Associação de Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp), a mobilização cresceu após os conflitos de ontem entre PMs, professores, alunos e funcionários.

"Assinaram hoje presença na nossa assembleia, mais de 200 professores, o que não ocorria aqui há muito tempo. Estamos indignados com o que houve ontem. É intolerável", afirmou o presidente da Adusp. Otaviano afirmou ainda que para a abertura das negociações é indispensável vontade política.

"A polícia não entrou aqui sem autorização da reitora, assim como do governador. A nossa situação hoje é inaceitável. Nos reuniremos novamente na próxima segunda e esperamos que até lá exista alguma abertura para diálogo", completou.

A nova assembleia dos professores está marcada para segunda-feira, dia 15, às 16 horas. Em função da chuva forte que cai na capital paulista desde as 10 horas desta quarta-feira, a manifestação que estava marcada para a tarde foi transferida para a próxima semana.

Funcionários da instituição permaneciam em assembleia paralela à dos professores, às 14 horas.

 

fonte: Redação Terra

Palavras-chave: ADUSP, Greve, Invasão de espaço, USP

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Manifestação de estudantes bloqueia acesso à USP
                (Foto: Reprodução/TV Globo)

Universidade atribui tumulto à "ação isolada de grupo radical".
Por volta das 21h, vice-reitor recebeu comissão.

 

Ontem em nota, reitoria da USP lamenta confronto entre PM e manifestantes.

 

A Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) divulgou uma nota na noite desta terça-feira (9) em que lamentou o confronto ocorrido entre a Polícia Militar e os manifestantes na Cidade Universitária. 

Por volta das 21h, o vice-reitor, Franco Maria Lajolo, recebeu uma comissão para tratar do assunto.


Veja a íntegra da nota abaixo:

 

“A Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) lamenta o confronto ocorrido entre a Polícia Militar e os manifestantes, no dia de hoje (09/06), na Cidade Universitária ‘Armando de Salles Oliveira’.

A presença da Polícia no campus é decorrente do processo de reintegração de posse, impetrado para a desobstrução da entrada de oito edifícios da Universidade, de forma a garantir o direito de greve, dentro dos preceitos legais, e o direito de ir e vir dos servidores. Durante todo o dia de hoje, a Corporação Policial fazia o acompanhamento preventivo para o cumprimento da determinação judicial, de forma pacífica, como vinha fazendo nos últimos dias. Ressalte-se que a solicitação da reintegração de posse é resultado de deliberação do Conselho Universitário, datada de 2008, diante de ações que impeçam o acesso de servidores a seus locais de trabalho.

A Reitoria lastima que a ação isolada de um grupo radical de manifestantes tenha provocado o confronto, inclusive com a depredação do patrimônio público, resultando em cenas inadmissíveis dentro do ambiente universitário, no qual o diálogo deve ser sempre privilegiado.”

 

fonte: G1 São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo

Palavras-chave: Greve, invasão de espaço, USP

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Junho 13, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Nós, professores da Unicamp, reunidos por uma nobre causa, divulgamos um site para aqueles que podem doar sangue. Há também aquelas pessoas que necessitam de sangue, então este espaço permitirá o contato com pessoas e comunidades que podem ajudá-las.

Para tanto, solicitamos a colaboração dos colegas da USP que possam se engajar nessa divulgação.

Campinas, 12 de junho de 2009.

  

Doadores de

Sangue - Campinas

(174 membros)

 
 

Doadores de Sangue - Campinas

 

descrição:

Vamos reunir uma galera e doar todos juntos. Além de fazer um bem necessário, torna-se agradável, conhecendo novas pessoas e revendo velhos amigos. Convide seus amigos também!

Pedidos de doação:
Informar no Fórum, o tipo sanguíneo, o hospital, e o nome completo do paciente!

Encontro anual:
Dia do Doador de Sangue
25 de novembro

idioma:

Português (Brasil)

tipo:

pública

privacidade do conteúdo:

aberta para não-membros

local:

Brasil

criado em:

6 de março de 2005

Palavras-chave: Orkut

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Junho 14, 2009

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http://1.bp.blogspot.com/_3AwV08VRh_o/SWXcdcwszAI/AAAAAAAAAcY/iOTCGTVYvR8/S240/CONSTRU%C3%87%C3%83O.jpg

 

Faltam poucos dias...

 

Estamos em contagem regressiva para a nossa ida ao novo templo da igreja. A expectativa é grande. O bispo Tito Oscar segue à frente deste ministério com fidelidade e determinação da Palavra de Deus a fim de concretizar aquilo que foi estabelecido ao seu pastorado.

Estamos a poucos dias da mudança e isso é motivo para nos alegrarmos pelo renovo que o Senhor tem derramado na vida do bispo Tito e da igreja de Nova Vida. Antes era um sonho aparentemente difícil de concretizar, mas como os sonhos de Deus jamais envelhecem, Suas promessas se cumprem quando nos chama, Ele nos capacita, e quando Ele projeta nos dá a provisão.

Continuamos orando e pedindo a Deus direção. As atividades que ainda estão para acontecer, que aconteçam e que o caminho que está traçado, que possa ser cumprido contando sempre com as orações dos fiéis irmãos, que até aqui conseguiram vencer as barreiras e pisarmos na terra prometida. As orações têm nos sustentado neste período de dificuldades, têm ensinado que esse Deus que cremos supre todas as nossas necessidades.


Continuaremos nesse caminho na certeza que Seus planos são perfeitos e vamos regozijar com muito som de louvor ao Pai em qualquer lugar em que estivermos. E lá no novo templo, os louvores soarão embevecidos em brados de alegria. Nós cremos. Seremos testemunhas do que Deus faz por nossas vidas.

São apenas 24 anos passados. Deus ainda tem muito por fazer por este ministério, temos convicção que o melhor de Deus ainda está por vir sobre nossas vidas. Obstáculos foram vencidos e muito mais ainda sabemos que virão, mas não haverá pedra de tropeço na vida daqueles que querem fazer a vontade Dele. As dificuldades só nos dão a certeza que estamos no caminho certo.

Estamos motivados com os projetos para o próximo semestre. Estamos principalmente vivendo em comunhão. Haverá muito que fazer, por isso, contamos com a disposição de toda a igreja.

Deus está no controle de todas as coisas e nos permitindo caminhar de acordo com Sua palavra.
Continuaremos de mãos dadas orando pelo ministério do bispo Tito.
Se Deus está no plano, estamos juntos.
Glorificamos o teu nome, pois Tu és fiel, Senhor.

Ana César

 

                      Igreja de Nova Vida: www.novavida.com.br

                           Portal Nova Vida: www.portalnovavida.org.br

Palavras-chave: Bíblia, Igrejas, Religião

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição.

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Junho 16, 2009

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Daniel Godri - Video You Tube

www.godri.com.br

 

Não se deixe levar pelas circunstâncias.

Existe um tempo certo, justo, cabível a cada um de nós.

Primeiro de tudo há o tempo de Deus.

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fonte: You Tube

www.godri.com.br 

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Uma das mais conhecidas maneiras de reelaborar um texto é o plágio, caracterizado pela apropriação ou imitação ilícita de um texto alheio. Outras formas de reescrever um texto, como a paráfrase e a paródia, não são consideradas ilícitas.

A nova “Gramática Houaiss da Língua Portuguesa” (Publifolha 2009) explica a diferença entre o plágio, a paráfrase, a paródia e outras formas conhecidas de reelaboração de texto.

Leia abaixo breve trecho do livro que define as formas mais conhecidas de reelaboração de texto.

*****

4.5.6.4.2  Reelaboração - A reelaboração consiste em produzir um texto (texto meta) derivado de outro (texto fonte). A relação entre os dois é geralmente de todo e todo. Entre os modos de reelaborar um texto, cinco são bem conhecidos, como segue.

  • 4.5.6.4.2.1 Paráfrase - A paráfrase consiste em refazer um texto fonte em função de seu conteúdo. É uma categoria que abrange resumos, condensações, atas, adaptações relatórios.
  • 4.5.6.4.2.2 Tradução - Tradução é uma variedade de reescrita de um texto, em que o texto meta é reelaborado em uma língua diferente daquela em que foi produzido o texto fonte. Tradução e paráfrase mesclam-se no gênero 'tradução adaptada', comum quando se trata de traduzir obras literárias muito extensas para o público infantil ou infanto-juvenil.
  • 4.5.6.4.2.3 Paródia - A paródia é a recriação de viés crítico, com intenção cômica ou satírica. Na paródia, o texto fonte não é apenas o ponto de partida. Ele permanece entrevisto no espaço do texto recriado, sem o que se perde o efeito de sentido da paródia.
  • 4.5.6.4.2.4 Plágio - O plágio consiste na apropriação ou imitação, essencialmente ilícita, de texto alheio. Pode ser parcial ou total, distinguindo-se da paráfrase e da paródia por ocultar seu processo de criação. A facilidade, criada pela internet, do acesso a textos alheios aumentou consideravelmente a prática do plágio nos meios acadêmicos.
  • 4.5.6.4.2.5  Retificação - A retificação consiste no ato discursivo pelo qual o enunciador corrige ou modifica uma palavra, uma construção, uma formulação com o propósito de tornar a expressão mais precisa ou mais adequada. O alvo da retificação é normalmente um fragmento de texto, e pode ser extraído de um discurso alheio ou do discurso em processo do próprio enunciador, como nesta passagem de Nelson Rodrigues:

"(O pintor) punha no colarinho uma gravata feérica ou, melhor dizendo, uma gravata que era um repolho multicolorido." [RODRIGUES, 1993: 225]

 


“Gramática Houaiss da Língua Portuguesa”
Autor: José Carlos de Azeredo
Editora: Publifolha

 

Já redigida de acordo com a nova ortografia, a nova “Gramática Houaiss da Língua Portuguesa” explica o funcionamento das regras do português de maneira clara e oferece ferramentas para interpretação e redação de texto.

O autor é José Carlos de Azeredo, doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor adjunto do Instituto de Letras da UERJ. Azeredo é autor também de “Escrevendo pelo Nova Ortografia” (Publifolha, 2008).

 

fonte: Folha online 28/03/2009.

foto: Arquivos de Ilustração 

   

Palavras-chave: Paródia, Plágio

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Junho 17, 2009

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DiGS

IN BRAZIL

 

 

 

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS


INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM

 

 

 

 


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DiGS (Diachronic Generative Syntax) is an established international conference bringing together scholars working in the field of syntactic change from a generative perspective. The conference provides a forum for the presentation and discussion of current and innovative research with special emphasis on (morpho)syntactic parameter change.

The meetings have been biennial and have alternated between venues in North America and Europe in the last twenty years. This is the first time the conference does not follow that tradition: in 2009, it will be held in South America .

Although all topics on formal historical syntax are welcome, the 11th edition of DiGS encourages papers that approach topics related to the understanding and modeling of how syntactic change comes about in languages, or groups of languages, including but not restricted to: parameter theory, the role of language acquisition and contact on language change, the dynamics of syntactic change, grammaticalization, and language reconstruction.


 

Invited speakers:

Ana Maria Martins (University of Lisbon)

Giuseppe Longobardi (University of Trieste)

Ian Roberts (University of Cambridge)

Jürgen Meisel (University of Hamburg / University of Calgary)

Mary Aizawa Kato (University of Campinas)

Michel DeGraff (MIT) :: to be confirmed ::

 

 

 

 

 

Organizing committee

Charlotte Galves, Filomena Sandalo, Juanito Avelar,

Ruth Lopes, Sonia Cyrino

 

contact: digs11@iel.unicamp.br

 

 

 

 

 

 

 

Palavras-chave: Unicamp

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Inscrições para o preenchimento da vaga de monitor-bolsista

 


Estarão abertas no período de 03 a 22 de junho de 2009, das 9 às 20h, na Secretaria do Departamento de Linguística, à Av. Professor Luciano Gualberto, 403 – sala 16 – Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, as inscrições para preenchimento de uma vaga para a função de Monitor-Bolsista, com a finalidade específica de exercer atividades técnicas e didáticas, ligadas à área de redação, revisão e web design, isto é, confecção de páginas para a internet.

 

Poderão candidatar-se à monitoria os alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação que tenham completado, pelo menos, quatro semestres do respectivo curso e metade dos créditos exigidos para a obtenção do seu diploma ou, ainda, alunos matriculados nos cursos de pós-graduação, da FFLCH-USP.

Em qualquer caso, exige-se que o candidato não possua vínculo empregatício de espécie alguma, nem receba qualquer tipo de bolsa de ensino ou pesquisa durante a vigência da monitoria.

 

O monitor selecionado será remunerado mediante bolsa, cujo valor, fixado pelo Conselho Técnico Administrativo da FFLCH-USP, correspondente ao valor fixado de R$525,00 vigentes por 80 horas mensais trabalhadas (20 horas por semana), sem vínculo empregatício com a unidade. A vigência da bolsa será de seis meses, renováveis, automaticamente, por mais seis meses, permitindo-se, todavia, que o aluno que já tenha exercido monitoria se candidate a novo processo seletivo.Todo o processo seletivo obedecerá às disposições contidas no Regimento da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, artigos 67 a 71.

 

No ato da inscrição, o candidato deverá entregar cópia dos seguintes documentos: CIC, RG, Curriculum Vitae e vínculo acadêmico com a FFLCH (histórico escolar). Deverá, também, fornecer endereço, e‑mail e telefone para contato.

 

O PROCESSO SELETIVO SERÁ FEITO EM DUAS ETAPAS:

 

1) Através de uma PRÉ-SELEÇÃO baseada em exame do Curriculum Vitae, do histórico escolar e dos principais trabalhos e atividades acadêmicas do candidato. Essa etapa será feita por uma Comissão de Seleção indicada pelo Departamento de Linguística, sem a presença dos candidatos. Será dada especial atenção ao bom desempenho acadêmico do candidato, expresso, sobretudo em seu histórico escolar.

 

2) Mediante ENTREVISTA e, a seguir, PROVA PRÁTICA dos conhecimentos ligados às atividades do futuro monitor, isto é, redação e revisão, criação de páginas WEB, diagramação, tratamento de imagens, edição de texto e pesquisas na internet. O candidato deverá saber operar os seguintes programas: DREAMWEAVER (Macromedia), GIMP (software livre), PAGEMAKER (Adobe) e WRITER (do pacote OpenOffice). São essenciais a capacidade de produção e revisão de textos acadêmicos, bem como a criatividade e a afinidade para com as disciplinas linguísticas.

 

O professor responsável pela monitoria poderá, a qualquer tempo, solicitar a dispensa do aluno monitor, mediante justificativa que deverá ser apreciada pelo Conselho Departamental de Linguística.
A monitoria também cessará antes do prazo determinado caso o aluno assim o solicitar por escrito.

 

 

Mais informações na Secretaria do Departamento, com edital oficial publicado no mural da Secretaria a partir do dia 03 de junho de 2009

 

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Junho 18, 2009

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The Lion Sleeps Tonight

 

Palavras-chave: videpost, You Tube

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Junho 20, 2009

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A barreira de 1 bilhão de pessoas que passam fome será superada neste ano em consequência da crise financeira internacional, anunciou sexta-feira a agência da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

“Pela primeira vez na história da humanidade, mais de 1 bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de subnutrição em todo o mundo”, adverte a FAO em um relatório sobre a segurança alimentar mundial.

“O número supera em quase 100 milhões o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial”, destaca a agência.

No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome não tem dados próprios e atualizados em escala nacional. Toda a política da pasta tem sido estabelecida a partir das pesquisas do IBGE, a última delas sobre segurança alimentar publicada em maio de 2006. O estudo foi realizado para complementar a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2004, e nele constatou-se que em 34,8% das residências (nos quais viviam 72 milhões de pessoas) foi detectada situação de insegurança alimentar (leve, moderada ou grave). Nesse universo, em 18,8% dos domicílios, nos quais viviam 39,5 milhões de pessoas, existia insegurança alimentar moderada ou grave – definidas como “limitação de acesso quantitativo aos alimentos, com ou sem o convívio com situação de fome”.

Os dados mais atualizados que podem ser relacionados com a fome foram elaborados pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, dirigido pelo economista e professor Marcelo Neri, e referem-se à pobreza no Brasil.

Neri explicou ao Jornal do Brasil que, entre dezembro de 2008 e abril de 2009, houve aumento no percentual de brasileiros pobres, assim considerados os que ganham menos de R$ 134 por mês. E que interrompeu-se uma sequência de quedas que vinha de abril de 2004, quando viviam na situação de pobreza 30% dos brasileiros residentes em regiões metropolitanas. Em dezembro de 2008, o percentual de pobres caíra a 17,68%. Em abril de 2008 o percentual de pobres passou para 18,92% desse universo, segundo explicou Nery.

Outro dado que pode ser associado à situação de fome e miséria no Brasil é a Pesquisa Nacional sobre Saúde da Criança e da Mulher, publicada em 2006 e elaborada por especialistas das universidades de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp), em colaboração com o Ibope: a pesquisa revelou anemia em 20,9% das crianças e em 29,4% das mulheres. A deficiência de vitamina A ocorreu em 17,4% das crianças e 12,3% das mulheres

Para Sônia Lucena, do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) – órgão ligado à Presidência da República – a contribuição do Brasil para esse aumento é irrelevante. Sônia diz que a desnutrição está caindo em todas as regiões do país, principalmente na Região Nordeste.

– O Brasil não está contribuindo para esse número de 200 milhões de crianças desnutridas no mundo – afirma a conselheira, com base em pesquisas do Ministério da Saúde e do Consea.

A redução da desnutrição no Brasil, segundo Sônia, deve-se ao maior acesso dos brasileiros à informação e à água, à criação de empregos e a programas sociais do governo federal, como Bolsa Famíla e Fome Zero.

– Cerca de 80% do Bolsa Família são utilizados para comprar comida – garante.

Países em desenvolvimento

Segundo as estimativas da FAO, baseadas em um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, “a maioria das pessoas subnutridas vive em países em desenvolvimento”. Cerca de 53 milhões de pessoas vão sofrer com a fome neste ano na América Latina e Caribe. O número chega a 642 milhões na Ásia-Pacífico, 265 milhões na África Subsaariana, 42 milhões no Oriente Médio e África do Norte e 15 milhões nos países em desenvolvimento.

O número de subnutridos no mundo passou de 825 milhões no biênio 1995-1997 a 873 milhões de 2004 a 2006. Mas o número caiu de 963 milhões a 915 milhões no ano passado, em função de avanços na distribuição dos alimentos, mas a tendência se reverteu com o agravamento da crise econômica.

Para a FAO, o objetivo fixado em 1996 na Cúpula Mundial sobre a Alimentação, de reduzir à metade o número de pessoas com fome, não será alcançado. A meta foi ratificada, no entanto, com o compromisso de ser atingida em 2015, em uma reunião da ONU em Roma, em junho de 2008. Mas a redução da renda pela crise e os preços dos alimentos foram devastadores para as populações mais vulneráveis.

“O aumento da insegurança alimentar que aconteceu em 2009 mostra a urgência de encarar as causas profundas da fome com rapidez e eficácia. A atual desaceleração da economia mundial é uma das principais causas do aumento da fome no mundo”, conclui o estudo.

 

fonte: Jornal do Brasil - 19/06/2009.

foto: www.sidneyrezende.com

 

Palavras-chave: Crise, Economia, Fome

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http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/gramatica/Desenho-de-letras-coloridas-sendo-encaixadas-como-num-quebra-cabecas_02.jpg

 

Abreviaturas - A

  • A. - autor
  • a.a. - assinados(as), ao ano
  • A.A. - autores
  • a.C. - antes de Cristo
  • A.C. - anno Christi, no ano de Cristo, na Era Cristã
  • a/c, A/C - ao(s) cuidado(s) de
  • A.D. - aguarda deferimento
  • a.D. - anno Domini
  • Al. - Alameda
  • alm. - almirante
  • alq. - alqueire(s)
  • alt., altit.- altitude
  • alv.- alvará
  • a.m. - ante meridiem (antes do meio-dia)
  • a/m - ao mês
  • ap., apênd.- apêndice
  • A., arr. - arroba(s)
  • art., arts. - artigo, artigos
  • at.te, (atte.) - atenciosamente
  • at. - atestado, à atenção de
  • apt. ou apto. - apartamento
  • asp. - aspirante
  • Av. - Avenida

Abreviaturas - B

  • B. - Beco
  • bel. - bacharel
  • btl - batalhão

Abreviaturas - C

  • °C - grau centesimal, centígrado ou Celsius
  • c.-alm. - contra-almirante
  • cap. - capitão
  • cap.corv - capitão-de-corveta
  • cap.frag. - capitão-de-fragata
  • cap.m.g. - capitão-de-mar-e-guerra
  • cap.ten. - capitão-tenente
  • cap., caps.- capítulo, capítulos
  • cat. - catálogo
  • cc. - centímetro cúbico
  • cel - coronel
  • cg - centigramas(s)
  • C.G.S. - centímetro, grama, segundo
  • ch. - cheque
  • CIF - cost, insurance and freight (custo, seguro e frete)
  • circ. - circular
  • círc.- círculo
  • cit. - citação, citado(s)
  • cl. - classe(s), centilitro(s)
  • cód. - código
  • col., cols. - coleção, coleções; coluna, colunas
  • com. - comandante
  • comp. - companhia
  • cons. - conselho
  • conta aberta - c/a
  • contab. - contabilidade
  • c/c - conta-corrente, com cópia(s), combinado com
  • contad. - contadoria
  • créd. - crédito
  • c/ - com, cada, conta
  • Cia. - companhia
  • cp. - compare
  • cfe., cfm., conf. - conforme
  • cf., cfr. - confronte, confira, confere
  • cx. - caixa(s)

Abreviaturas - D

  • d. - dom, dona
  • déb. - débito
  • dec. - decreto
  • dep., depto. - departamento, departamentos
  • d.C. - depois de Cristo
  • desc. - desconto(s)
  • desp. - despesa(s), desporto(s)
  • dic. - dicionário
  • dipl. - diploma
  • D. - Distrito
  • D. - digno
  • DD. digníssimo
  • dg - decigrama(s)
  • div. - divisão, divisões
  • DL - decreto-lei
  • doc., docs. - documento, documentos
  • dr. - doutor
  • dra. - doutora
  • drs. - doutores
  • dras. - doutoras
  • dz. - dúzia(s)

Abreviaturas - E

  • ed. - edição
  • ed., edif. - edifício
  • E., EE. - editor, editores
  • E - este
  • ed., educ. - educação
  • E.D. - espera deferimento
  • E.M. - em mão(s)
  • EM - Estado-Maior
  • Ema. - Eminência
  • emb. - embaixador
  • end.- endereço
  • eng. - engenheiro
  • Esc. - escola
  • est. - estante(s); estabelecimento; estrada
  • et al. - et alii, e outros
  • etc. - et cetera, e outras coisas, e os outros, e assim por diante
  • ex. - exemplar(es), exemplo(s)
  • e. g. - exempli gratia, por exemplo

Abreviaturas - F

  • fasc. - fascículo
  • FED - Federal Reserve (Banco Central dos EUA)
  • fem. - feminino
  • ff., fl., fol., ff., fs., fols. - folha; folhas
  • fg., fig. - figura
  • fr. - frei
  • fs. - fac-símile

Abreviaturas - G

  • g - grama(s)
  • Gal. - Galeria
  • gal., gen. - general
  • GMT - Greenwich Meridian Time - hora do meridiano de Greenwich
  • G/P - ganhos e perdas
  • gên. - gênero(s)
  • gr. - grão (peso)
  • gr., grs. - grosa, grosas
  • GW - gigawatt

Abreviaturas - H

  • h - hora(s)
  • ha - hectare(s)
  • hab. - habitante(s)
  • h.c. - honoris causa, por honra, honorariamente.
  • hl - hectolitro(s)
  • HP - horse power (cavalo-vapor)

Abreviaturas - I

  • ib., ibid. - ibidem, no mesmo lugar
  • id. - idem, o mesmo, do mesmo autor.
  • i.e. - id est, isto é
  • ilma. ilustríssima
  • ilmo. - ilustríssimo
  • ind. - índice
  • inf. - inferior, infantaria
  • inf., inform. - informação

Abreviaturas - J

  • Jd - Jardim
  • Jr. - Júnior

Abreviaturas - K

  • °K - grau(s) Kelvin
  • kg - quilograma(s)
  • kHz - quilohertz
  • km - quilômetro(s)
  • km² - quilômetro(s) quadrado(s)
  • km/h - quilômetro(s) por hora
  • KO - nocaute
  • kV - quilovolt(s)
  • kVA - quilovolt(s)-ampère(s)
  • kW - quilowatts
  • kWh - quilowatts-hora

Abreviaturas - L

  • l - litro(s)
  • lb. - libra, libra-peso
  • L., Lg. - Largo
  • lég., légs. - légua, léguas
  • log. - logaritmo
  • Lt.da, Ltda. - limitada (comercialmente)
  • l., liv., l°, lo. - livro
  • log., logar. - logaritmo

Abreviaturas - M

  • m. - mês, meses
  • m - metro
  • m² - metro(s) quadrado(s)
  • m³ - metro(s) cúbico(s)
  • mA - milampère
  • maj. - major
  • mal. - marechal
  • méd. - médico
  • mg - miligrama(s)
  • ms., mss. - manuscrito, manuscritos
  • memo., memor. - memorando
  • m/d - meses de data
  • m/p - meses de prazo
  • m/ch. - meu cheque
  • m/nº - meu número
  • m/s - meu saque
  • m/ - meu(s), minhas(s)
  • m/c - minha carta, minha conta
  • m/com. - minha comissão
  • m/c/c - minha conta-corrente
  • m/o - minha ordem
  • m/ref. - minha referência
  • m/rem. - minha remessa
  • MHZ - megahertz
  • mlle - mademoiselle (senhorita)
  • mm - milímetro(s)
  • mm² - milímetro(s) quadrado(s)
  • mm³ - milímetro(s) cúbico(s)
  • MM. - meritíssimo
  • M., MM., mun. - município, municípios
  • mme. - madame (senhora)
  • m/min - metro(s) por minuto
  • mons. - monsenhor
  • mr. - mister (senhor)
  • mrs. - mistress (senhora)
  • m/s - metro(s) por segundo
  • MTS - metro, tonelada, segundo
  • mV - milivolts
  • MW - megawatt

Abreviaturas - N

  • n.p. - nome próprio
  • n. - nome, número(s)
  • n/c - nossa carta, nossa casa, nossa conta (comercialmente)
  • n/l - nossa(s) letra(s) (comercialmente)
  • n/ch. - nosso cheque
  • n/s - nosso saque (comercialmente)
  • n/ - nosso(s), nossa(s) (comercialmente)
  • N - Norte
  • N.B. - nota bene, nota, note bem
  • N. da E. - nota da editora
  • N. da R. - nota da redação/do redator
  • N. do A. - nota do autor
  • N. do E. - nota do editor
  • NE - Nordeste
  • N. S. - Nosso Senhor
  • N. Sra. - Nossa Senhora
  • N.T. - Novo Testamento
  • num. - numeral, número
  • nº - número

Abreviaturas - O

  • O - Oeste
  • o/ - ordem
  • ob. - obra(s)
  • ob. Cit. - obra(s) citadas
  • obs. - observação
  • of. - ofício, oficial
  • op. cit. - opere citato (na obra citada), opus citatum (obra citada)
  • org., organiz. - organização
  • oz - onça(s) peso(s)

Abreviaturas - P

  • p., ps. - palmo, palmos
  • p., p/ - para, por, próximo (comercialmente)
  • p., pp., ps. - página(s) (ABNT)
  • pág., págs. - página(s)
  • pal. - palavra(s)
  • par. - parecer
  • pass. - passim (aqui e ali, em diversos lugares da obra citada), passado, passivo
  • P.B. - peso bruto
  • pc. - pacote(s)
  • p/c - por conta
  • Pç., Pça. - Praça
  • pç. - peça(s)
  • P.D. - pede deferimento
  • Pda. - Parada
  • pe - padre
  • P.E.O. - por especial obséquio
  • p. ex. - por exemplo
  • p.f. - próximo futuro
  • pg. - pago, pagou
  • pg.to, pgto. - pagamento
  • Ph.D. - Philosophiae Doctor (doutor em filosofia)
  • P.J. - pede justiça
  • pol. - polegada(s)
  • pl - plural
  • P.L. - peso líquido
  • p.m. - post meridiem (depois do meio-dia);
  • p.m. - post mortem (depois da morte)
  • P.O. - por ordem
  • port. - portaria
  • p.p. - por procuração; próximo passo
  • pq. - porque
  • Prq. - Parque
  • Pr. - Praia
  • proc. - processo, procuração
  • prof. - professor
  • profa. - professora
  • profas - professoras
  • profs. - professores
  • P.S. - post scriptum (depois de escrito, pós-escrito)
  • pt - ponto

Abreviaturas - Q

  • q.s. - quantum satis (quanto baste, em receitas médicas)
  • ql. - quilate(s)
  • Q.E.D., Q.e.d. - quod erat demonstrandum (o que devia ser demonstrado)
  • Q.G. - quartel-general

Abreviaturas - R

  • R. - Rua
  • Rdv. - Rodoviária
  • ref. - referência, referente
  • rel., relat. - relatório
  • rem.te, Remte. - remetente
  • res. - residência
  • rev. - revista
  • Revmo. - reverendíssimo
  • rg., reg. - registro
  • Rod. - Rodovia
  • rpm - rotação por minuto
  • rps - rotação por segundo
  • r.s.v.p. ou RSVP - (do francês repondez síl vous plaît )- responda por favor
  • Rtn. - Retorno
  • rubr. - rubrica

Abreviaturas - S

  • s. - segundo (horário)
  • S. - São, Sul
  • sarg. - sargento
  • S.Ema. - Sua Eminência
  • S.Emas. - Suas Eminências
  • S.Exa. - Sua Excelência
  • S.Exas. - Suas Excelências
  • S.E.O. - salvo erro ou emissão
  • S.M.J., s.m.j. - salvo melhor juízo
  • S.A., S/A - Sociedade Anônima
  • s/c - sua carta, sua conta (comercialmente)
  • S/C, s/c - sua casa
  • sc. (scilicet) - a saber, quer dizer
  • seç. - seção
  • sec., secr. - secretaria, secretário, secretária
  • séc., sécs. - século, séculos
  • seg., segs., ss. - seguinte, seguintes
  • s.d., s/d - sem data, sine die (sem dia marcado)
  • s.g. - sem gastos
  • sem. - semana(s), semelhante(s), semestre(s)
  • sem., semin. - seminário
  • ser. - série
  • soc. - sociedade (comercialmente)
  • S.O.S. - (do inglês Save Our Souls) sinal de socorro
  • sr. - senhor
  • sra. - senhora
  • sras. - senhoras
  • srs. - senhores
  • srta. - senhoria
  • S.Revma - Sua Reverendíssima
  • S.Revmas - Suas Reverendíssimas
  • S.Sa. - Sua Senhoria
  • S.Sas. - Suas Senhorias
  • sta. - santa
  • sto. - santo
  • suc. - sucessor(es) (comercialmente)
  • suc. - sucursal

Abreviaturas - T

  • t - tonelada
  • t., tt. - termo, termos
  • tb. - também
  • tel. - telefone, telegrama
  • ten. - tenente
  • ten.-cel. - tenente-coronel
  • tes. - tesoureiro
  • testº, testo. - testamento
  • test. - testemunha
  • tít. - título(s)
  • t., ts., tt. - tomo, tomos
  • ton. - tonel, tonéis
  • trat. - tratado, tratamento
  • trim., trimest., trimestr. - trimestral
  • trim. - trimestre(s)
  • Trv. - Trevo
  • T. , Tv., Trav. - Travessa

Abreviaturas - U

  • un. - unidade, uniforme
  • univ., univers.- universidade
  • us. - usado(a)
  • u.e. - uso externo

Abreviaturas - V

  • v. - veja, vide (do latim veja)
  • V. - Via
  • V - Volt(s)
  • val. - valor(es)
  • VA - volt-ampère
  • V.A. - Vossa Alteza
  • v.-alm. - vice-almirante
  • Vd. - Viaduto
  • V.Ema. - Vossa Eminência
  • V.Emas. - Vossas Eminências
  • V.Exa. - Vossa Excelência
  • V.Exas. - Vossa Excelências
  • v.g. - verbi gratia (por exemplo)
  • V.Revma - Vossa Reverendíssima
  • V.Revmas - Vossas Reverendíssimas
  • vol., vols. - volume, volumes
  • V.S. - Vossa Santidade
  • V.Sa. - Vossa Senhoria
  • V.Sas. - Vossa Senhorias
  • VT - videoteipe

Abreviaturas - W

  • W - watt(s)
  • w.c.- (water-closet) banheiro
  • Wh - watt-hora

 

fonte: www.revisoeserevisoes.pro.br

Palavras-chave: Gramática

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

É tão bom quando temos a chance de mudar o que não está de acordo com as nossas ideias. É hora de dar um tempo, fazer um remake daquilo que já temos traçado em nossa vida. Dar um look around and note down everything I can see. Apesar de não dizer tudo o que estou vivenciando no momento é o que preciso fazer daqui para frente.

                         

Palavras-chave: Balanço, Observação

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Junho 23, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP de São Paulo.

Especialista em psiquiatria pela Associação Médica Brasileira.

 

http://www.carteiroxpress.com.br/mailFiles/2009-06-02/ScwyyXCf1%3DAO/attach/e-convite.gif

 

e-mail: pgpsi@paulogaudencio.com.br 

informações: (11) 3865 9040

 

Palavras-chave: Lançamento, Livros, Medicina

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Junho 24, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Steve Jobs se prepara para o retorno

Steve Jobs, CEO da Apple: executivo voltou a ser citado em releases da companhia.

 

SÃO FRANCISCO - O CEO da Apple, Steve Jobs, esteve na sede da companhia na segunda-feira (22/06), levantando suspeitas de que em breve voltará ao trabalho.

Jobs, que está de licença médica desde janeiro, foi visto por um repórter deixando a sede da Apple em Cupertino, na Califórnia, vestindo jeans e camiseta preta - seu traje habitual.

Após o Wall Street Journal publicar que o executivo sofreu uma cirurgia para transplante de fígado há dois meses, rumores de que ele retornará às suas atividades diárias na companhia em breve ganharam força.

Na segunda-feira (22/06), Jobs também foi citado em um release da Apple pela primeira vez em meses, sugerindo que o homem considerado responsável pelas inovações da fabricante do iPhone está de volta.

"É a primeira vez que vemos a Apple citar Steve Jobs desde que divulgaram a licença médica do CEO", disse o analista da Oppenheimer & Co, Yair Reiner.

No release enviado a jornalistas, a Apple afirmou que já vendeu mais de 1 milhão de unidades do novo modelo do iPhone em apenas três dias, superando projeções de analistas.

"Os consumidores estão escolhendo e o iPhone está ganhando", declara Jobs no release.

Alguns analistas acreditam que as fortes vendas do iPhone 3GS podem, de certa maneira, distrair investidores preocupados com a saúde de Jobs.

"Os investidores verão que a Apple conseguiu fazer um bom trabalho na estreia do iPhone 3GS mesmo sem a presença de Jobs", sugeriu o analista do Susquehanna Financial Group, Jeffrey Fidacaro.

Segundo ele, as vendas do iPhone 3GS foram satisfatórios, levando em conta que o novo aparelho só estava disponível em oito países. O modelo anterior do smartphone estreou na mesma data em 21 países e também registrou 1 milhão de vendas no primeiro final de semana.

 

fonte:  Reuters

foto: Getty Images

 

Palavras-chave: Apple, CEO, Steve Jobs

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  PORQUE OS SONHOS COM DEUS NÃO ENVELHECEM
 

 

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Junho 25, 2009

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Boa a enquete do Daniel Piza (colunista do Estadão) publicado hoje no seu blog.  Com certeza a lista vai aumentar. A exemplo da enquete 'qual a melhor abertura da literatura brasileira?' segue por ordem de preferência, tirando Machadão (que é primeiríssimo!), as minhas preferidas: 

Graciliano Ramos, Caetés: Que sou eu senão um selvagem, ligeiramente polido, com uma tênue camada de verniz por fora?”

Rubem Braga, Ai de Ti, Copacabana: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…

 

Qual o melhor fecho da literatura brasileira?

 

Agora vamos às melhores frases finais da literatura brasileira. Foi difícil não escolher muitas de Machado de Assis:

1) "Alguma cousa escapa ao naufrágio das ilusões." (Machado de Assis, Iaiá Garcia)

2) "Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de D. Plácida, nem a semidemência do Quincas Borba. Somadas umas cousas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: - Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria." (Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)

3) "O Cruzeiro, que a linda Sofia não quis fitar, como lhe pedia Rubião, está assaz alto para não discernir os risos e as lágrimas dos homens." (Machado de Assis, Quincas Borba)

4) "E bem, qualquer que seja a solução, uma cousa fica, e é a suma das sumas, ou o resto dos restos, a saber, que a minha primeira amiga e o meu maior amigo, tão extremosos ambos e tão queridos também, quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-me... A terra lhes seja leve! Vamos à 'História dos Subúrbios'." (Machado de Assis, Dom Casmurro)

5) "Queriam ser risonhos e mal se podiam consolar. Consolava-os a saudade de si mesmos." (Machado de Assis, Memorial de Aires)

6) "É a tua pena, alma curiosa de perfeição; a tua pena é oscilar por toda a eternidade entre dous astros incompletos, ao som desta velha sonata do absoluto: lá, lá, lá..." (Machado de Assis, Trio em Lá Menor)

7) "Aqui suspendo a crônica das saudades. Saudades verdadeiramente? Puras recordações, saudades talvez, se ponderarmos que o tempo é a ocasião passageira dos fatos, mas sobretudo – o funeral para sempre das horas." (Raul Pompéia, O Ateneu)

8) "Nonada. O diabo não há! É o que eu digo, se for... Existe é homem humano. Travessia." (Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas)

9) "Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se, temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, sinhá Vitória e os dois meninos." (Graciliano Ramos, Vidas Secas)

10) "Abro o chuveiro e sinto na boca o calor da fumaça. A de fora já está se dissipando e aqui começa outra, ah, não esquecer de avisar à menina de Santarém que se aparecer um gatinho malhado atendendo pelo nome de Astronauta. Gatinho? Mas ele não cresceu? Enfim, um gato malhado. Me avise e será fartamente recompensada. E se por acaso uma voz meio velada me chamar no telefone, voz de homem que prefere não deixar o nome. Me vejo de perfil no espelho esfumaçado." (Lygia Fagundes Telles, As Meninas)

11) "(...) ele dormia, não era a primeira vez que ele fingia esse sono de menino, e nem seria a primeira vez que me prestaria aos seus caprichos, pois fui tomada de repente por uma virulenta vertigem de ternura, tão súbita e insuspeitada, que eu mal continha o ímpeto de me abrir inteira e prematura pra receber de volta aquele enorme feto." (Raduan Nassar, Um Copo de Cólera)

12) "Mas no meio de tudo isso, fora disso, através disso tudo – há o amor. Ele é como a lua, resiste a todos os sonetos e abençoa a todos os pântanos." (Rubem Braga, Sobre o Amor, Desamor, em Ai de Ti, Copacabana)

13) "Agora sei que procurei a Verdade. Mas nunca amei de verdade." (Otto Lara Resende, O Braço Direito)

14) "E a mulher amada, de quem eu já sorvera o leite, me deu de beber a água com que havia lavado sua blusa." (Chico Buarque, Budapeste)

15) "Amigo... sou menos que uma voz..." (Milton Hatoum, Cinzas do Norte)

 

fonte: do blog do Daniel Piza, colunista de "O Estado de S.Paulo".

Site: www.danielpiza.com.br

Daniel Piza, que nasceu em São Paulo em 1970 e estudou Direito no Largo de São Francisco (USP), começou sua carreira de jornalista em O Estado de S. Paulo (1991-92), onde foi repórter do Caderno2 e editor-assistente do Cultura. Trabalhou em seguida na Folha de S. Paulo (1992-95), como redator, repórter e editor-assistente da Ilustrada, cobrindo especialmente as áreas de livros e artes plásticas. Foi editor e colunista do caderno Fim de Semana da Gazeta Mercantil (1995-2000). Em maio de 2000, retornou ao Estado como editor-executivo e colunista cultural; desde 2004 assina também uma coluna sobre futebol. Colabora com a revista Continente Multicultural, entre outras, e é comentarista do canal Globo News e da rádio Eldorado. Traduziu oito livros, de autores como Herman Melville e Henry James, e organizou seis outros, nas áreas de jornalismo cultural e literatura brasileira. Publicou quatorze livros: quatro ensaios, um volume de aforismos, quatro coletâneas, um romance juvenil, um infantil, dois perfis e a biografia de Machado de Assis. Escreveu também os roteiros dos documentários São Paulo - Retratos do Mundo e Um Paraíso Perdido - Amazônia de Euclides. É casado com a jornalista Renata Piza e tem três filhos, Letícia, Maria Clara e Bernardo.

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

Los Angeles - Michael Jackson, 50 anos, um dos maiores ícones da música pop, morreu nesta quinta-feira. O telefone de emergência 911 recebeu uma chamada por volta das 13h (horário local). Ao que tudo indica, quando os paramédicos chegaram na casa do cantor em Bel Air, Los Angeles, ele não estava respirando. O cantou tinha vários shows marcados para julho, em Londres. Os ingressos para esses shows já estavam esgotados. A morte de Jackson deixa desolada uma legião de fãs.

 

                        Young Michael 'sang his songs with such feeling'

 

                        Jackson 5’s rise to stardom

 

                        Jackson rakes in the Grammys

 

                        Married ... with children

 

                        The end-all be-all

 

                        The baby incident

 

Michael Jackson

 

                       One of the lost boys

 

fonte: www.latimes.com

fotos: AP; Getty Images; Los Angeles Times; AFP; Reuters.

Palavras-chave: Música

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Junho 26, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

 

Em 50 anos de vida, chances não faltaram. Voz privilegiada. Dança milimetricamente executada. Criatividade sedutora. Dotes artísticos reconhecidos. Michael Jackson teve tudo isso e muito mais. Teve os três "F's" mais desejados por todo artista: fama, fãs, fortuna. Teve mídia, governos, atletas e celebridades a seus pés. Nasceu negro, morreu esquisitamente branco. Tornou-se famoso pela voz e pelas músicas, morreu também famoso, só que muito mais pelas excentricidades e esquisitices da sua vida pessoal do que pelo talento como cantor.

Viveu o conflito da síndrome de Peter Pan, chegando aos 50 anos sem querer abandonar a infância. Tanto é assim que seu rancho, batizado de "Neverland" (Terra do Nunca), é alvo de curiosidades, histórias e críticas até hoje, seja pelas bizarrices, seja pelos supostos escândalos com abusos de crianças na propriedade.

De fato e verdade, nada se pode confirmar. Mas temos pistas. Não basta ser o "Rei do Pop". Reis, para chegar bem ao fim da vida, precisam prestar atenção ao destaque bíblico na biografia de todos eles: devem fazer aquilo que é reto aos olhos do Senhor.

E porque devem fazer o que é reto? Porque não há segunda chance. Nossa vida é o nosso tempo. Michael teve 50 anos à sua disposição. Até o momento, Deus concedeu-me 45. Após o último e definitivo suspiro, findam-se as chances. Neste momento nossa sentença eterna já está determinada nas mãos do Pai.

Michael Jackson sabia disso. Ainda que de forma torta, inconseqüente, não importa, ele sabia. Ele cantou isso, ficou milionário cantando isso. Seu clip de maior sucesso e repercussão no mundo foi Thriller em 1982, título do seu álbum mais vendido. Essa música fala de uma emoção macabra, numa noite onde o prazer mistura-se e identifica-se com o terror. Trechos da letra assustam no significado daquilo que comunicam:

"É quase meia-noite

E algo maligno está te espreitando no escuro

Você tenta gritar

Mas o terror toma o som antes

Porque isso é terror, noite de terror

E ninguém vai te salvar

Da besta pronta pra te atacar

Criaturas da noite chamam

E os mortos começam a andar

Esse é o final da sua vida

Eles estão lá para te pegar

Há demônios chegando por todo lado

Eles vão te possuir

Eu vou te salvar

Então deixe eu te abraçar forte

E dividir uma noite de terror

Assassina, arrepiante, assustadora".

A música tem sete estrofes, exatamente no centro, ela deixa claro o título deste texto: "Porque isso é terror, noite de terror, não há segunda chance". Por bem ou por mal, compreendendo ou não, aceitando ou não, reis e plebeus, famosos e anônimos, todos, sem nenhuma excessão têm que encarar a mesma verdade: não há segunda chance.

Sem a intenção de espiritualizar o fato, depois do álbum Thriller, nunca mais a carreira de Jackson foi a mesma, transformando-se numa sequência de escândalos, dívidas e fracassos. Ou seja, de lá para cá sua vida tornou-se uma longa e triste "noite de terror".

Infelizmente, Michael Jackson estava certo. As trevas são horríveis e letais. O maligno fica espreitando com demônios por todos os lados, exalando terror e morte. Fazendo do viver exatamente isso, uma noite escura, uma noite de terror, assassina, arrepiante, destruidora. E, quando ela acaba, ou nela nos acabamos, não há segunda chance.

Mas, espere um pouco, você está vivo! Bem vivo por sinal! Em vida as chances não cessam. É como bem disse nosso irmão Lutero: "Se nos quisessem devorar demônios não contados, não nos podiam assustar, nem somos derrotados. E nada nos assustará com Cristo por defesa".

Fãs no mundo inteiro estão chorando a morte do seu ídolo. Pela família devemos orar, quanto ao mais a palavra final pertence somente a Deus. O que sabemos é que os mortos não ficam vagando por aqui a fim de provocar terror. Sabemos que os mortos em Cristo ressuscitarão para a eternidade, uma eternidade sem trevas ou demônios. Sabemos que nossa insubstituível chance foi dada na cruz. Sabemos que não importam os terrores impostos pelo nosso tempo, o nosso Deus segue sendo até o fim dos tempos um Castelo Forte, Espada e Bom Escudo!

Paz!

Pr. Edmilson Mendes


Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: '"Adolescência Virtual", "Por que esta geração não acorda?", "Caminhos" e "Aliança".


Contatos com o pastor Edmilson Mendes:

mendeslongo@uol.com.br

www.mostreatitude.com.br 


fonte: Portal Guia-me

Palavras-chave: Teologia

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Junho 29, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

Em referência ao comentário Comunidade no orkut: Doadores de Sangue segue no post a solicitação de uma pessoa que necessita de ajuda:

mtjta@uol.com.br escreveu:

Parabéns pela realização de uma idéia brilhante!

A Dª Anésia Custódio, de 73 anos, está internada no Hosp.Celso Pierro da PUCC e necessita de sangue pois teve que tomar bastante e agora precisa repor. O tipo dela é O+ , mas o doador pode ter qualquer tipo de sangue para repor. Pode doar na PUCC, na Unicamp ou Mario Gatti.

Infelizmente, não posso doar pois cuidei de minha filha com hepatite e fiquei com  "virus". Meu marido foi doador mas teve câncer e agora não pode doar mais.

Coloco-me à disposição para qualquer mobilização . Meu email é mtjta@uol.com.br

Obrigada pelo gesto solidário!

mtjta@uol.com.br ‒ segunda, 29 junho 2009, 11:14 BRT

 

Acesse no blog: http://stoa.usp.br/anacesar/weblog/51990.html

Palavras-chave: Comunidade, Doações, Solidariedade

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