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Abril 2009

Abril 02, 2009

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Obama cumprimenta Lula e conversa com Kevin Rudd

 

 

Reunião do G20 em Londres

"Esse é o cara!" - disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nesta quinta-feira, em momento de descontração, ao presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva.

Em seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, o primeiro-ministro da Austrália, Obama diz, novamente apontando para Lula: "Esse é o político mais popular da Terra".

Rudd aproveita a deixa e diz: "O mais popular político de longo mandato".

"É porque ele é boa pinta", acrescenta Obama.

A esta hora muitos cidadãos devem estar morrendo de inveja do pernambucano, metalúrgico, homem simples, do povo, que chegou ao poder democraticamente, e é reconhecido, Lula.

Que se mordam.

Sou do Brasil.

 

foto: Reuters

vídeo: You Tube

Palavras-chave: G20, Lula, Mundo, Obama, Política

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http://rafaelaemcaldas.files.wordpress.com/2008/08/lingua20portuguesa.jpg

ASSERÇÕES DA LÍNGUA

Mudanças no alfabeto

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras k, w e y. O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z.

As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:

a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);

b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kungfu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.

Trema

– Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. O trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Bündchen, Müller, mülleriano.

Mudanças nas regras de acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba). Por exemplo: alcateia, androide, apoia (verbo apoiar), assembleia, boia, celuloide, colmeia, Coreia, estreia, (Eritréia? européia? Galiléia?), geleia, heroico, ideia, jiboia, joia, (Judéia?), odisseia, paranoia, plateia, tramoia, (Tróia) etc. Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. Como baiuca, Bocaiuva, cauila, feiura. Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.

3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s). Como era e como ficou: abençôo abençoo, crêem (verbo crer) creem, dêem (verbo dar) deem, dôo (verbo doar) doo, enjôo enjoo, lêem (verbo ler) leem, magôo (verbo magoar) magoo, perdôo (verbo perdoar) perdoo, povôo (verbo povoar) povoo, vêem (verbo ver) veem, vôos voos, zôo zoo.

4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera. Ele para o carro. Ele foi ao polo Norte. Ele gosta de jogar polo. Esse gato tem pelos brancos. Comi uma pera.

Nota: O acento diferencial deixa de existir em palavras homófonas (que têm o mesmo som, mas significados diferentes). É o que acontece com pára (do verbo parar) e para (preposição).

Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.

Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.

Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos: Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros. Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba. Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra. Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes. Ele detém o poder. / Eles detêm o poder. Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.

É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?

5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:

a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
• verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem
• verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam

b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
• verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem
• verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam

Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos.

Uso do hífen

Algumas regras do uso do hífen foram alteradas pelo novo Acordo. Mas, como se trata ainda de matéria controvertida em muitos aspectos, para facilitar a compreensão dos leitores, apresentamos um resumo das regras que orientam o uso do hífen com os prefi xos mais comuns, assim como as novas orientações estabelecidas pelo Acordo.

As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos (primeiro elemento), como: aero, agro, além, ante, anti, aquém, arqui, auto, circum, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra, inter, intra, macro, micro, mini, multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub, super, supra, tele, ultra, vice, etc.

1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h. Exemplos: anti-heroi, anti-higiênico, anti-histórico, co-herdeiro, macro-história, mini-hotel, proto-história, sobre-humano, super-homem, ultra-humano. Exceção: subumano (nesse caso, a palavra humano perde o h).

2. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos: aeroespacial, agroindustrial, anteontem, antiaéreo, antieducativo, autoadesivo, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, coedição, extraescolar, infraestrutura, plurianual, semiaberto, semianalfabeto, semiesférico, semiopaco. Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.

3. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante (exceto o h) diferente de r ou s. Exemplos: anteprojeto, anticolonial, antipedagógico, autocolante, autopeça, autoproteção, coprodução, geopolítica, infravermelho, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo, ultramoderno, vasodilatador. Atenção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-rei, vice-almirante etc.

4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos: antirrábico, antirracismo, antirreligioso, antirrugas, antissocial, autorretrato, biorritmo, contrarregra, contrassenso, cosseno, infrassom, microssistema, minissaia, multissecular, neorrealismo, neossimbolista, semirreta, suprassumo, ultrarresistente, ultrassom, ultrassonografia.

5. Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, arqui-inimigo, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque, micro-ondas, micro-ônibus, semi-internato, semi-interno.

6. Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos: hiper-requintado, inter-racial, inter-regional, sub-bibliotecário, super-racista, super-reacionário, super-resistente, super-romântico. Atenção: Nos demais casos não se usa o hífen. Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.

• Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc.
• Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

7. Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal (há exceção de mal-estar). Exemplos: hiperacidez, hiperativo, interescolar, interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superinteressante, superotimismo.

8. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen. Exemplos: além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno, ex-colônia, ex-diretor, ex-hospedeiro, ex-prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-disposição, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu, recém-casado, recém-nascido, sem-terra.

9. Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

10. Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

11. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição. Exemplos: girassol, madressilva, mandachuva, paraquedas, paraquedista, pontapé.

12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:

Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.

O diretor recebeu os ex-
-alunos.

Palavras-chave: Nova Ortografia

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Abril 04, 2009

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 http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/76266_117.jpg

Rosas Silvestres

 

Só esta expressão ‘rosas silvestres’ já me faz aspirar o ar como se o mundo fosse uma rosa crua. Tenho uma grande amiga que me manda de quando em quando rosas silvestres. E o perfume delas, meu Deus, me dá ânimo para respirar e viver.

As rosas silvestres têm um mistério dos mais estranhos e delicados: à medida que vão envelhecendo vão perfumando mais. Quando estão à morte, já amarelando, o perfume fica forte e adocicado, e lembra as perfumadas noites de lua de Recife. Quando finalmente morrem, quando estão mortas, mortas - aí então, como uma flor renascida no berço da terra, é que o perfume que se exala delas nos embriaga. Então mortas, feias, em de brancas ficam amarronadas. Mas como jogá-las fora, se mortas, elas têm a alma viva? Resolvi a situação das rosas silvestres mortas, despetalando-as e espalhando as pétalas perfumadas na minha gaveta de roupa.

Da última vez que minha amiga me mandou rosas silvestres, quando estas estavam morrendo e ficando mais perfumadas ainda, eu disse para meus filhos:
‘Era assim que eu queria morrer: perfumando de amor. Morta de exalando a alma viva. ’

Esqueci de dizer que as rosas silvestres são de planta trepadeira e nascem várias no mesmo galho. Rosas silvestres, eu vos amo. Diariamente morro por vosso perfume.

 

Clarice Lispector, em Aprendendo a Viver.

 

Palavras-chave: Clarice Lispector, Literatura

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Clarice, dedilhando o piano

 

Conto de Clarice Lispector

UMA EXPERIÊNCIA

do livro Aprendendo a Viver

 

 

fonte: www.mp3tube.net

Palavras-chave: Clarice Lispector, Literatura

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Abril 05, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

 

beckjkddhjshaskjdasd.jpg

 

Beck Hansen (nascido Bek David Campbell) é um cantor, compositor e multi-instrumentalista americano conhecido simplesmente como Beck.

Beck nasceu em 8 de julho de 1970 em Los Angeles, filho da atriz Bibbe Hansen e do músico de raiz David Campell. Com uma família de artistas, o jovem Beck cresceu num ambiente que incentivava o seu interesse pelas artes e claro, por música, especialmente folk e blues.

Aos 14 anos, Beck já tocava violão e durante a adolescência acompanhou o surgimento da cena hip hop de Los Angeles. Algum tempo depois, Beck passa a morar com seus avós em Kansas, onde seu avô era um pastor da igreja presbiteriana. Em seguida, ele passa um tempo na Europa com seu outro avô, o também artista Al Hansen. Nessa época, Beck tocava violão com influência de blues do Mississipi, com letras improvisadas.

Nova York

Beck saiu da escola aos 16 anos e depois de algum tempo, ele resolve mudar para Nova York já decidido a seguir na música. Naqueles tempos, surgia no East Village em Nova York um movimento underground chamado anti-folk, que combinava a sonoridade folk com a estética e atitude do punk. Beck foi influenciado e daquilo que acontecia em NY, embora não tenha se firmado na cena. Por volta de 1990, ele estava de volta a Los Angeles.

Em Los Angeles, ele se apresenta pela primeira vez em bares e festas. A esta altura, a música de Beck refletia todos os estilos a que ele havia sido exposto, do folk ao blues do delta do Mississipi, de hinos presbiterianos ao hip hop de rua, além de punk com letras de improviso.

 

 

 

Guess I’m doing fine                                                                   

Beck

There's a blue bird at my window
I can't hear the songs he sings
All the jewels in heaven
They don't look the same to me


I just wade the tides that turned
Till I learn to leave the past behind


It's only lies that I'm living
It's only tears that I'm crying
It's only you that I'm losing
Guess I'm doing fine


All the battlements are empty
And the moon is laying low
Yellow roses in the graveyard
Got no time to watch them grow


Now I bade a friend farewell
I can do whatever pleases me


It's only lies that I'm living
It's only tears that I'm crying
It's only you that I'm losing
Guess I'm doing fine


Press my face up to the window
To see how warm it is inside
See the things that I've been missing
Missing all this time


It's only lies that I'm living
It's only tears that I'm crying
It's only you that I'm losing
Guess I'm doing fine


fonte: site do Beck

foto: site do Beck

Palavras-chave: Música

Esta mensagem está sob a licença CreativeCommons Atribuição, Não-Comercial.

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Abril 09, 2009

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Postado por Ana A. S. Cesar

Bibliotecas públicas e CCJ Ruth Cardoso promovem palestras com leituras exigidas para os principais vestibulares

Obras exigidas nos principais vestibulares terão palestras a partir do próximo dia 4; Confira relação de equipamentos públicos que oferecem a atividadeA partir do dia 4 de abril, o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, equipamento cultural multidisciplinar localizado no bairro de Vila Nova Cachoeirinha e 10 bibliotecas públicas se tornam ponto de encontro entre os vestibulandos paulistanos. Nestes locais, está programada até meados de junho deste ano uma série de palestras com professores da Universidade de São Paulo sobre os livros exigidos nos principais vestibulares. Intitulado “A hora e a vez do vestibular”, o projeto visa complementar o preparo dos estudantes para os exames vestibulares que ocorrem no meio e final do ano. A primeira etapa do projeto ocorre neste primeiro semestre e já está com o calendário fechado. No segundo semestre também será haverá atividades e o calendário será divulgado oportunamente. A abertura do projeto contará com uma palestra inaugural que será ministrada por professores diversos e abordará um panorama geral  sobre os diversos aspectos das escolas literárias e dos principais títulos que as compõem. No CCJ Ruth Cardoso a introdução fica a cargo de José Miguel Wisnik, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e crítico musical. A partir do dia 19 de março, os interessados podem dirigir-se ao local de interesse e realizar sua inscrição, até o limite das vagas que deve ser observado para cada local. 

CRONOGRAMA

ABRIL

PALESTRAS INAUGURAIS
/ Com José Miguel Wisnik. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 4, 15h
/ Com Roberto Zular. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 14, 14h30
/ Com Mamede Mustafá Jarouche. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 14, 15h
/ Com Murilo Marcondes Moura. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 15, 14h30
/ Com Roberto Zular. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 16, 14h
/ Com Luiz Maria Veiga. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 16, 14h
/ Com Luiz Maria Veiga. BP Rubens Borba de Morais. Zona Leste. Dia 18, 10h
/ Com Luiz Maria Veiga. BP Gilberto Freire. Zona Leste. Dia 18, 14h
/ Com Cilaine Alves Cunha. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 25, 10h
/ Com Horácio Costa. BP Nuto Sant'Anna. Zona Norte. Dia 25, 14h
/ Com Murilo Marcondes Moura. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 28, 14h
 
AUTO DA BARCA DO INFERNO
, de Gil Vicente
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 11, 15h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 22, 14h30
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 23, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 23, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 25, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 25, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 28, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 28, 15h

IRACEMA, de José de Alencar
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 18, 15h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 29, 14h30

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS, de Manuel Antônio de Almeida  
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 25, 15h
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 30, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 30, 14h

MAIO

DOM CASMURRO, de Machado de Assis
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 2, 15h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 13, 14h30
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 14, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 14, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 16, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 16, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 19, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 19, 15h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 26, 14h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 30, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 30, 14h

IRACEMA, de José de Alencar
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 2, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 2, 14h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 5, 15h
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 7, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 7, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 9, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 9, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 12, 14h30
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Leste. Dia 19, 14h

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS, de Manuel Antonio de Almeida
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 2, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 2, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 5, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 6, 14h30
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 9, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 9, 14h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 12, 14h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 12, 15h

AUTO DA BARCA DO INFERNO, de Gil Vicente
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 5, 14h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 16, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 16, 14h
O CORTIÇO, de Aluísio de Azevedo
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 9, 15h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 20, 14h30
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 21, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 21, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 23, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 23, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 26, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 26, 15h
A CIDADE E AS SERRAS, de Eça de Queiroz
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 16, 15h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 23, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 23, 14h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 27, 14h30
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 28, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 28, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 30, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 30, 14h

 VIDAS SECAS, de Graciliano Ramos
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 23, 15h

CAPITÃES DE AREIA, de Jorge Amado
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 30, 15h

JUNHO

O CORTIÇO, de Aluísio de Azevedo
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 2, 14h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 13, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 13, 14h

A CIDADE E AS SERRAS, de Eça de Queiroz
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 2, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 2, 15h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 9, 14h

VIDAS SECAS, de Graciliano Ramos
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 3, 14h30
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 4, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 4, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 6, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 6, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 9, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 9, 15h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 16, 14h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 20, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 20, 14h

CAPITÃES DE AREIA, de Jorge Amado
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 6, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 6, 14h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 10, 14h30
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 13, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 13, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 16, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 16, 15h
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 18, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 18, 14h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Sul. Dia 23, 14h

ANTOLOGIA POÉTICA, de Vinicius de Moraes
/ Com profª Fabiana Vascon. CCJ Ruth Cardoso. Zona Norte. Dia 6, 15h
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Paulo Setúbal. Zona Leste. Dia 17, 14h30
/ Com profª Vanessa Castro. BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 20, 10h
/ Com profº Ricardo Miyake. BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 20, 14h
/ Com profª Vanessa Castro. BP José Paulo Paes. Zona Leste. Dia 23, 14h30
/ Com profª Fabiana Vascon. BP Alceu Amoroso Lima. Zona Oeste. Dia 23, 15h
/ Com profª Fernanda Ferreira dos Santos. BP Afonso Schmidt. Zona Norte. Dia 25, 14h
/ Com profª Cristiane Bastos. BP Marcos Rey. Zona Sul. Dia 25, 14h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP José Mauro de Vasconcelos. Zona Norte. Dia 27, 10h
/ Com profº Fernando Martins Lara. BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 27, 14h
/ Com profº Luiz Maria Veiga. BP Viriato Corrêa. Zona Leste. Dia 30, 14h

ENDEREÇOS

Centro Cultural da Juventude
Av. Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha.
Tel.: 3984-2466.
Número de vagas: 130
Biblioteca Afonso Schmidt
Av. Elísio Teixeira Leite, 1470, Cruz das Almas. Tel.: 3975-2305.
Número de vagas: 50
Biblioteca Paulo Setúbal
Av. Renata, 163 - Vila Formosa. Tel.: 6211-1508 e 6211-1507.
Número de vagas: 40
Biblioteca Marcos Rey
Av. Anacê, 92, Campo Limpo. Tel.: 5845-2572. 
Número de vagas: 30
Biblioteca Rubens Borba de Moraes
R. Sampei Sato, 440, Ermelino Matarazzo. Tel.: 6943-5255.
Número de vagas: 30
Biblioteca José Paulo Paes
Largo do Rosário, 20 – 2º e 3º andares, Penha. Tel.: 2295-0401 ou 2295-9624
Número de Vagas: 150
Biblioteca Gilberto Freyre
R. José Joaquim, 290, Sapopemba. Tel.: 6103-1811.
Número de vagas: 40
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
R. Henrique Schaumann, 777, Pinheiros. Tel.: 3082-5023.
Número de vagas: 130

Veja também: Livros exigidos nos principais vestibulares terão palestras gratuitas na Galeria Olido

fonte: site da Prefeitura de São Paulo

Palavras-chave: Educação, Literatura, Professores, Vestibulares

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Eventos Especiais

PROGRAMAÇÃO DE ABRIL


FUTEBOL
CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE RUTH CARDOSO / ZONA NORTE / GRÁTIS

CCJ VISITA: MUSEU DO FUTEBOL
Visita monitorada. Coord.: Fernando Aquino (arte-educador).
Neste mês, o projeto CCJ Visita vai ao Museu do Futebol. Localizado no Estádio do Pacaembu, o espaço retrata esse esporte de forma interativa, tecnológica e sensorial. O museu conta a história dessa modalidade a partir de três eixos: emoção, história e diversão. Possui acervo multimídia com referências baseadas nos grandes fatos do esporte que ocorreram no Brasil durante o século 20.
/ 48 vagas. Inscrições na recepção do CCJ. Saída: hall de entrada. Dia 18, 9h

CAFÉ CULTURAL: VENENO REMÉDIO – O FUTEBOL E O BRASIL
Palestra com José Miguel Wisnik (professor de literatura brasileira na USP, ensaísta, músico, compositor, autor de obras como O coro dos contrários – a música em torno da Semana de 22, pela Livraria Duas Cidades; e O som e o sentido, pela Companhia das Letras). No encontro, Wisnik analisa o jogo da bola e sua evolução ao longo das décadas.
/ 50 vagas. Inscrições na recepção do CCJ. Biblioteca. Dia 19, 16h

DIÁLOGOS COM RAÍ
Palestra com o ex-jogador de futebol Raí, contando sua trajetória profissional e seu envolvimento com a entidade filantrópica Fundação Gol de Letra, criada por ele e pelo também ex-jogador Leonardo. Dono na camisa 10, Raí foi um dos grandes nomes do São Paulo Futebol Clube. Jogou, também, com a camisa da seleção brasileira na conquista do Tetra Campeonato.
/ 50 vagas. Inscrições na recepção do CCJ. Dia 23, 15h

MOSTRA: O PIOR CEGO É O QUE SÓ VÊ A BOLA
CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE RUTH CARDOSO / ANFITEATRO / ZONA NORTE / DE 1º A 30 / 4ª E 5ª / 20H

Usando como título a célebre frase do dramaturgo Nelson Rodrigues, fanático declarado por futebol, a mostra reúne produções que abordam o tema.
Todas as projeções têm suporte em DVD.

PENALIDADE MÁXIMA
(Inglaterra, 2001, 99 min). Dir.: Barry Skolnick. Com Vinnie Jones, David Kelly e outros.
Após ser preso por agredir um guarda, ídolo do futebol recebe a missão de treinar o time de guardas da penitenciária.
/ Dia 1º

A COPA
(Butão, 1999, 94 min). Dir.: Khyentse Norbu. Com Jamyang Lodro, Orgyen Tobgyal e outros.
Grupo de jovens monges budistas tenta assistir às partidas de futebol da Copa do Mundo de 1998.
/ Dia 2

DRIBLANDO O DESTINO
(Inglaterra, 2002, 112 min). Dir.: Gurinder Chadha. Com Jonathan Rhys-Meyers, Parminder K. Nagra e outros.
Família indiana mora na Inglaterra e enfrenta problemas quando a filha caçula decide que não quer seguir as tradições de seu país para se tornar jogadora profissional de futebol.
/ Dia 8

O CASAMENTO DE ROMEU E JULIETA
(Brasil, 2004, 93 min). Dir.: Bruno Barreto. Com Luana Piovanni, Marco Ricca, Luiz Gustavo e outros.
Torcedora fanática pelo Palmeiras se apaixona por um corintiano.
/ Dia 9

HOOLIGANS
(Inglaterra, 2005, 109 min). Dir.: Masayuki Suo. Com Elijah Wood, Claire Forlani e outros.
Depois de ser expulso da universidade, rapaz decide ir para a casa da irmã, em Londres. Lá, é apresentado pelo cunhado ao universo dos hooligans (torcedores fanáticos).
/ Dia 15

LINHA DE PASSE    
(Brasil, 2008, 108 min). Dir.: Walter Salles e Daniela Thomas. Com Vinícius de Oliveira, João Baldasserini, Sandra Corveloni e outros.
O cotidiano de uma família da periferia na qual a mãe é uma empregada doméstica que está grávida e seus quatro filhos têm diferentes objetivos de vida. Por sua atuação, Sandra Corveloni recebeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes em 2008.
/ Dia 16

O MILAGRE DE BERNA
(Alemanha, 2003, 118 min). Dir.: Sönke Wortmann. Com Louis Klamroth, Peter Lohmeyer e outros.
Por meio de uma família que mora em uma pequena cidade, é relembrado o jogo histórico que deu à Alemanha seu primeiro título na Copa do Mundo.
/ Dia 22

O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS
(Brasil, 2006, 110 min). Dir.: Cao Hamburger. Com Michel Joelsas, Simone Spoladore, Paulo Autran e outros.
Menino mineiro adora futebol e jogos de botão. Sua vida muda completamente quando seus pais desaparecem durante a ditadura militar e ele passar a viver com o avô no bairro do Bom Retiro, em São Paulo.
/ Dia 29

FUTEBOL – O JOGADOR
(Brasil, 1998, 86 min). Dir.: João Moreira Salles e Arthur Fontes.
Documentário que trata das expectativas de adolescentes que tentam ser convocados pelos grandes clubes de futebol brasileiros. O filme faz parte de uma trilogia e os demais títulos estarão disponíveis para consulta na biblioteca do CCJ.
/ Dia 30

PROGRAMAÇÃO DE LANÇAMENTO DO DVD
CAMARGO GUARNIERI – 3 CONCERTOS PARA VIOLINO E ORQUESTRA
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO / CENTRO / GRÁTIS

A Secretaria Municipal de Cultura, juntamente com a Petrobras e a Lua Music, lança, no Centro Cultural São Paulo, dia 22, o DVD Camargo Guarnieri – 3 concertos para violino e orquestra. O trabalho é resultado do espetáculo especial interpretado, em agosto de 2008, no Teatro Municipal de São Paulo. Na ocasião, a Orquestra Sinfônica Municipal, sob a regência do maestro Lutero Rodrigues, com solos do violinista Luiz Filipe, executou peças compostas por Guarnieri para violino e orquestra: Concerto nº 1, Concerto nº 2 e o Choro.  
Acompanha o DVD um CD-ROM que reúne 289 partituras das melodias selecionadas por Guarnieri a partir do material recolhido em 1939 por uma equipe de pesquisadores, coordenados por Luiz Saia, que percorreu o Norte e Nordeste brasileiros para fazer um registro das manifestações culturais dessas regiões. Essa incursão ficou conhecida como Missão de Pesquisas Folclóricas. O CD-ROM contém, ainda, a coletânea Treze canções de amor e duas obras corais compostas por Guarnieri para poemas de Manuel Bandeira.

ABERTURA E APRESENTAÇÃO DO PROJETO
/ Sala Jardel Filho. Dia 22, 20h30

RECITAL DE VIOLINO E PIANO
Com Luiz Filipe (violino-solo do projeto) e Paulo Gori (piano).
No programa é executada a Sonata nº 4, de Guarnieri.
/ Sala Jardel Filho. Dia 22, 21h40

LUIZ FILIPE E ÁLVARO SIVIERO
Recital de violino (Filipe) e piano (Siviero) em homenagem a Camargo Guarnieri.
No programa foram reunidas sonatas para violino e piano de autoria de Guarnieri (nº 4), de Robert Schumann (op. 105 em Lá menor) e de Johannes Brahms (op. 108 em Ré menor). A apresentação faz parte do projeto Clássico do Domingo.
/ Sala Jardel Filho. Dia 26, 11h30

JARDS MACALÉ E GERMANO MATHIAS
O show reúne os dois intérpretes em apresentação de samba e MPB.
/ Sala Adoniran Barbosa. Dia 26, 18h

MOSTRA: O CINEMA ENCONTRA A MÚSICA
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO / SALA LIMA BARRETO / CENTRO / GRÁTIS

Paralelamente ao lançamento do DVD, é exibida esta mostra de documentários sobre compositores e cantores brasileiros, acompanhando o lançamento de Notas soltas sobre um homem só, filme sobre Camargo Guarnieri. Apoio: Biscoito Fino, Ânima Filmes, Gullane Entretenimento S.A., Cinemateca Brasileira, TV Cultura, Rede Sesc Senac de Televisão, 1001 Filmes, Raccord e UnicSul.

A ODISSÉIA MUSICAL DE GILBERTO MENDES
(Brasil, 2005, 117 min, DVD). Dir.: Carlos de Moura Ribeiro Mendes.
Documentário sobre Gilberto Mendes, compositor de música considerado um dos mais importantes do século 20. O filme reúne imagens de suas viagens internacionais, depoimentos e material de arquivo, incluindo obras inéditas.
/ Dia 21, 16h

SEU NENÊ
(Brasil, 2000, 26 min, 35mm). Dir.: Carlos Cortez.
Produção sobre Seu Nenê, fundador de uma das primeiras escolas de samba de São Paulo, Nenê da Vila Matilde.
GERALDO FILME
(Brasil, 1998, 52 min, 35mm). Dir.: Carlos Cortez.
Documentário sobre a vida e obra do compositor paulista Geraldo Filme, que conta com registros e depoimentos; imagens mostrando as batucadas nas festas de Pirapora do Bom Jesus e do Largo do Banana; e cenas de carnaval.
ADONIRAN BARBOSA – O POETA DE SÃO PAULO
(Brasil, 2006, 50 min, DVD). Dir.: Dimas de Oliveira Júnior e Luis Felipe Harazim.
Neste média-metragem foram reunidos sambas e trechos de filmes que contaram com a participação de Adoniran, além de depoimentos de personalidades do samba paulistano.
 / Exibições seguidas. Dia 21, 18h15

ESTRÉIA: NOTAS SOLTAS SOBRE UM HOMEM SÓ
(Brasil, 2009, 55 min). Dir.: Carlos de Moura Ribeiro Mendes.
Primeira exibição do documentário, concebido pela Curadoria do Núcleo de Música do CCSP e produzido pela Associação de Amigos do CCSP, sobre a vida e obra do compositor Camargo Guarnieri. O filme traz depoimentos de Tânia Camargo Guarnieri, do maestro Lutero Rodrigues, do violinista Luiz Filipe, além de outros nomes do cenário musical e de familiares do homenageado.  
/ Dia 21, 20h45

WALDICK, SEMPRE NO MEU CORAÇÃO
(Brasil, 2008, 58 min, DVD). Dir.: Patrícia Pillar.
O filme mostra a trajetória de Waldick Soriano, desde sua saída da cidade Caetité (BA) até sua consagração em São Paulo como cantor romântico.
A PESSOA É PARA O QUE NASCE
(Brasil, 2003, 89 min). Dir.: Roberto Berliner. Participação: Regina Barbosa, Maria das Neves Barbosa e Francisca da Conceição Barbosa.
Filme sobre três irmãs cegas que cantam e tocam ganzá em troca de esmolas nas cidades do Nordeste.
/ Exibições seguidas. Dia 22, 16h

A CUÍCA
(Brasil, 1978, 9 min). Dir.: Sérgio Muniz.
O filme traz a história desse instrumento de percussão tipicamente brasileiro, contada por um de seus maiores intérpretes, Oswaldinho da Cuíca.
PAULINHO DA VIOLA – MEU TEMPO É HOJE
(Brasil, 2002, 83 min, DVD). Dir.: Izabel Jaguaribe.
Perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor Paulinho da Viola. O filme mostra também amigos e mestres da Escola de Samba Portela, da qual ele integra a ala dos compositores.
/ Exibições seguidas. Dia 22, 18h45

SEU NENÊ
Veja sinopse anterior.
OPERAÇÃO MORENGUEIRA
(Brasil, 2005, 16 min, DVD). Dir.: Chico Serra.
Após a invasão do bairro da Lapa carioca por um bando de malfeitores, boêmio tem visão mediúnica do cantor Kid Morengueira (Moreira da Silva), que recebe a missão de resolver o problema.
CATEDRÁTICO DO SAMBA
(Brasil, 1999, 23 min, DVD). Dir.: Alessandro Gamo e Noel Carvalho.
Documentário que traça um perfil do cantor e compositor paulistano Germano Mathias.  
/ Exibições seguidas. Dia 22, 20h30

DO DIA EM QUE MACUNAÍMA E GILBERTO FREYRE VISITARAM O TERREIRO DA TIA CIATA MUDANDO O RUMO DA NOSSA HISTÓRIA
(Brasil, 1997, 23 min, DVD). Dir.: Vítor Ângelo e Sérgio Zeigler.
O curta-metragem de ficção narra o encontro desses ilustres personagens e suas relações com o nascimento de uma identidade nacional.
OPERAÇÃO MORENGUEIRA
Veja sinopse anterior.
COM QUE ROUPA?
(Brasil, 1994, 18 min, DVD). Dir.: Ricardo van Steen.
Um dia na vida de um compositor. Entre brigas de bar, surgem más notícias sobre sua saúde e ocorrem desencontros amorosos.
POLÊMICA
(Brasil, 1998, 21 min, DVD). Dir.: André Luiz Sampaio.
Filme que mistura chanchada, documentário e musical carnavalesco, no qual uma dupla de vagabundos “recebe os santos” dos compositores Noel Rosa e Wilson Batista.  
/ Exibições seguidas. Dia 23, 16h
 
A CUÍCA
Veja sinopse anterior.
JOÃO DO VALE – MUITA GENTE DESCONHECE
(Brasil, 2005, 30 min, DVD). Dir.: Werinton Kermes.
Documentário que mostra a saga  do maranhense João Batista do Vale, conhecido como João do Vale, autor de clássicos como Carcará e Pega na fulô!.
ITAMAR ASSUMPÇÃO – TEMOS DITO!
(Brasil, 2006, 28 min, DVD). Produção: TV Unicsul.
O programa Refletor acompanha a obra do cantor e compositor Itamar Assumpção.   
/ Exibições seguidas. Dia 23, 18h
 
VINICIUS
(Brasil, 2005, 122 min, 35mm). Dir.: Miguel Faria Junior. Participações dos atores Camila Morgado e Ricardo Blat, interpretando poemas de Vinicius.
O documentário utiliza entrevistas, imagens de arquivo e material bibliográfico para traçar um perfil da vida e da personalidade do poeta Vinicius de Moraes.
/ Dia 23, 20h. Dia 25, 18h15

VARIAÇÕES SOBRE UM QUARTETO DE CORDAS
(Brasil, 2004, 55 min, DVD). Dir.: Ugo Giorgetti.
O filme conta a história do músico Johannes Oelsner, nascido na Alemanha, em 1915, e radicado no Brasil desde 1939. Durante 35 anos, Oelsner foi um dos integrantes do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, fundado por Mário de Andrade, conjunto do Teatro Municipal em atividade até hoje.
/ Dia 24, 16h
 
COISA MAIS LINDA – HISTÓRIAS E CASOS DA BOSSA NOVA
(Brasil, 2005, 120 min, DVD). Dir.: Paulo Thiago.
Documentário em homenagem à Bossa Nova, com entrevistas e apresentações exclusivas de nomes como Roberto Menescal e Carlos Lyra, além de imagens de shows.
/ Dia 24, 18h

CARTOLA – MÚSICA PARA OS OLHOS
(Brasil, 2006, 85 min, DVD). Dir.: Lírio Ferreira e Hilton Lacerda.
O filme conta a história de Cartola, compositor de As rosas não falam, entre outros sambas clássicos, e um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira.
/ Dia 24, 20h15
 
PROGRAMA ENSAIO: BADEN POWELL
(Brasil, 1990, 62 min, DVD). Dir.: Fernando Faro.
Acompanhado de um violão, Powell fala sobre sua infância e carreira. Entre as atrações musicais estão Tem dó e Canto de Ossanha.
PROGRAMA MOSAICOS: A ARTE DE LUIZ GONZAGA
(Brasil, DVD). Dir.: Nico Prado.
O programa retrata momentos da carreira do criador do baião e apresenta  clássicos de seu repertório, como Asa branca, Xote das meninas e Assum preto. Participam da produção os sanfoneiros Dominguinhos, Waldonys e integrantes do Quinteto Violado, entre outros músicos.
/ Exibições seguidas. Dia 25, 16h

HERMETO CAMPEÃO    
(Brasil, 1981, 42 min, DVD). Dir.: Thomaz Farkas.
Documentário que focaliza o processo de criação do compositor Hermeto Paschoal, enfocando o trabalho que realiza no estúdio que mantém em casa, e a pesquisa para descoberta de novos sons.
FABRICANDO TOM ZÉ  
(Brasil, 2007, 90 min, 35mm). Dir.: Décio Matos Junior.
Documentário que mistura diferentes formatos como animação, película e vídeo, para retratar a vida e obra de Antonio José Santana Martins, conhecido como Tom Zé. O fio condutor é a turnê do compositor baiano por vários países da Europa, em 2005.
/ Exibições seguidas. Dia 25, 20h30

TOM JOBIM – MAESTRO SOBERANO (CHEGA DE SAUDADE)
(Brasil, 2006, 69 min, DVD). Dir.: Roberto Oliveira.
O filme insere Jobim entre os nomes de profissionais que fizeram a virada cultural brasileira, a partir do fim dos anos 50.
/ Dia 26, 16h
 
TOM JOBIM – MAESTRO SOBERANO (ÁGUAS DE MARÇO)
(Brasil, 2006, 74 min, DVD). Dir.: Roberto Oliveira.
Os pássaros, rios e florestas que encantavam o maestro estão presentes neste filme. O compositor gostava tanto da natureza que seu corpo foi velado, em 1994, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
/ Dia 26, 18h
 
TOM JOBIM – MAESTRO SOBERANO (ELA É CARIOCA)
(Brasil, 2006, 30 min, DVD). Dir.: Roberto Oliveira.
Jobim nasceu no bairro da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. A paixão que mantinha pela música e pela natureza rivalizava com o amor que sentia pela cidade natal, tema abordado neste documentário.


TOM JOBIM – MAESTRO SOBERANO (CHEGA DE SAUDADE)
Veja sinopse anterior.
/ Exibições seguidas. Dia 26, 20h

fonte: site da Prefeitura de São Paulo

Palavras-chave: Cultura, Literatura, Música

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Abril 16, 2009

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Uso de “A” ou “HÁ”

 indica tempo que já passou, como no exemplo: “Eu parei de fumar  algum tempo”.

A indica o tempo que ainda vai passar, como no exemplo: “Daqui a alguns anos, eu morrerei”.

Uso de “A CERCA DE”, “HÁ CERCA DE” ou “ACERCA DE”

A CERCA DE indica distância, como na frase “Trabalho a cerca de 10 quilômetros da minha casa”;

HÁ CERCA DE indica tempo aproximado, como no exemplo “Te conheço há cerca de 20 anos”

ACERCA DE é o mesmo que A RESPEITO DE, como no exemplo “Na reunião falamos acerca de seu desempenho”.

Uso de AO ENCONTRO DE ou DE ENCONTRO A

AO ENCONTRO DE é utilizado em uma situação favorável, como na frase “Sua oferta vai ao encontro de minhas expectativas. Aceito!”

DE ENCONTRO A indica uma situação de oposição, como no exemplo “Seus interesses vão de encontro aos meus. Não dá certo!”

Uso de “AFIM” ou “A FIM”

AFIM é um adjetivo que passa a idéia de igualdade, semelhança, afinidade. Exemplo: “Somos amigos pois temos idéias afins

A FIM é o mesmo que “para”, e indica finalidade. Exemplo: “Saí na balada a fim de diversão”

Uso de “AO INVÉS DE” ou “EM VEZ DE”

EM VEZ DE indica substituição, como no exemplo: “Coma verduras e legumes em vez de frituras para ter uma boa saúde”.

AO INVÉS DE apresenta idéia contrária, uma oposição. Por exemplo: “Você deve falar ao invés de só escutar”

Dica: se está na dúvida, use a expressão EM VEZ DE, já que pode ser utilizada em qualquer situação, em qualquer sentido.

Uso de “AO NÍVEL DE” ou “EM NÍVEL DE”

AO NÍVEL DE significa “à mesma altura”, como no exemplo “A cidade do Rio de Janeiro fica ao nível do mar, enquanto Brasília é mais alto”

EM NÍVEL DE é o mesmo que “no âmbito de” e indica escopo. Exemplo: “A decisão foi tomada em nível de direção, não cabe recurso”

Dica: por favor, aprenda que não existe a expressão “a nível de” como muitos gostam de falar por aí.

Uso de “AONDE” ou “ONDE”

AONDE é utilizado com verbos que indicam movimento, como na frase “Aonde estamos indo?”

ONDE é utilizado com verbos estáticos, como em “Onde está a minha carteira?”

Dica: o termo “onde” é utilizado para se referir a espaços físicos, como em “A sala onde ficará a equipe”. NUNCA utilize frases do tipo “O item da proposta onde é tratado o assunto…”. O correto seria “O item da proposta em que é tratado este assunto…”

Uso de “A PRINCÍPIO” ou “EM PRINCÍPIO”

EM PRINCÍPIO é o mesmo que “em tese”, “de um modo geral”, como na frase “Em princípio, achei você uma pessoa muito legal”

A PRINCÍPIO significa “começo”, “início”, como na frase “A princípio, achei você uma pessoa muito legal. Mas depois percebi que me enganei.”

Uso de “DEMAIS” ou “DE MAIS”

DEMAIS pode ser usado como advérbio de intensidade no sentido de “muito”, e também como pronome indefinido no sentido de “outros”. Como na frase “A situação deixou os demais candidatos chateados demais!”

DE MAIS é o oposto de “de menos” e são sempre referidos a um substantivo ou pronome. Exemplo: “Existem candidatos de mais para eleitores de menos“.

Uso de “EM FACE DE” ou “FACE A”

Não existe a expressão “FACE A” na língua portuguesa. Dessa forma, apenas é permitido utilizar a expressão EM FACE A. Exemplo: “Em face do aumento do dólar, não vou viajar para o exterior”

Uso de “DENTRE” ou “ENTRE”

ENTRE é utilizado nos casos em que o verbo não exige a preposição de, como no exemplo: “Entre as pessoas desta sala, tenho mais chance.”

DENTRE já tem o uso mais limitado. Significa “no meio de” e é fruto da união da s preposições de + entre. Mas para que esta união ocorra, o verbo precisa exigir a preposição de. Veja exemplos:

Ex 1 - “Ele ressurgiu dentre as pessoas” - quem ressurge, ressurge de algum lugar. Neste caso, de onde? De entre as pessoas, ou do meio das pessoas.

Ex 2 - “Os músicos saíram dentre as primeiras filas” - quem sai, sai de algum lugar. De onde? Do meio das primeiras filas

Uso de “ESTE”, “ESSE” ou “AQUELE”

Os pronomes demonstrativos ESTEESSE AQUELE precisam de um pouco de atenção no seu uso, cujas diferenças recorrem ao espaço em relação às três pessoas do discurso, o tempo verbal e a proximidade com os termos da oração.

- Pronome ESTE

  • Espaço: Indica o que está próximo da pessoa que fala - “Esta proposta é excelente!”
  • Tempo: atual - “Esta semana ligarei para você.”
  • Proximidade com Termos: refere-se ao termo mais próximo - “Joana e Angélica estiveram aqui. Esta (Angélica) é mais inteligente.”

- Pronome ESSE

  • Espaço: indica o que está próximo da pessoa com quem se fala - “Esse desafio vai mexer com você!”
  • Tempo: passado próximo - “Casei em 2006. Nesse ano meu filho nasceu.”
  • Proximidade com Termos: refere-se à idéia mais mencionada - “Leia o Minha Gestão. Esse site é fantástico.”

- Pronome AQUELE

  • Espaço: indica o que mais distante da pessoa que fala e da pessoa com quem se fala - “Aquela proposta que perdeu era muito ruim!”
  • Tempo: passado distante - “Os carros daquela época eram muito melhores.”
  • Proximidade com Termos: refere-se ao termo mais distante - “Me formei em duas faculdades, medicina e direito. Aquela (medicina) foi muito mais difícil.”

Dica: o pronome este também pode indicar uma idéia que ainda vamos mencionar, como no exemplo: “Vamos debater este assunto: ganhar dinheiro.”

Uso de “HAJA VISTA” ou “HAJA VISTO”

HAJA VISTA é a única expressão correta, pois neste contexto a palavra “vista” é invariável. Mas o verbo “haver” admite concordância com o substantivo a que se refere.

- Ex 1: “Haja vista o ocorrido, não irei trabalhar”

- Ex 2: “Hajam vista os acontecimentos, não irei trabalhar”

Dica: como a expressão “Haja Visto” não existe, deve-se dar a preferência ao uso da forma invariável HAJA VISTA.

Uso de “MAIS”, “MAS” ou “MÁS”

MAIS é utilizado tanto como advérbio de intensidade - “Eu sou mais bonito que você” - como pronome indefinido - “Eu quero mais amor”.

MAS é uma conjunção adversativa e indica oposição, como no exemplo: “Eu saí,mas não cheguei lá”

MÁS é um adjetivo, e utilizado como antônimo de “boas”: “As más ações levam você para o inferno”

Uso de “MAU” ou “MAL”

MAU é o oposto de “bom”, como no exemplo: “Eu sou mau. Vou para o inferno”

MAL é o oposto de “bem”, como no exemplo: “Ele fala muito mal

Uso de “POR” ou “PÔR”

POR é preposição: “Por favor, reze por mim”

PÔR é verbo, o mesmo que “colocar”: “Vou pôr o livro sobre a estante”

Uso de “POR QUE”, “PORQUE”, “POR QUÊ” ou “PORQUÊ”

O uso dos porquês não é tão simples, precisa de um pouco de atenção. Para facilitar o seu entendimento, podemos usar o eficiente mecanismo de substituição:

Usa-se o POR QUÊ se puder substituir por “por qual motivo”, como no final da frase “Você me odeia tanto por quê?

Usa-se o PORQUÊ se puder substituir por “o motivo”, como na frase “Não sei porquê tenho que estudar tanto!”

Usa-se o POR QUE se puder substituir por “por que motivo”, como na frase “Eu sei por que você não me liga mais!”

Usa-se o PORQUE se puder substituir por “porquanto”, como na frase “Não vi porque sou cego.”

Uso de “SE NÃO” ou “SENÃO”

SE NÃO é o mesmo que “caso não”, como na frase “Se não dormir mais cedo, vou acordar mais tarde”

SENÃO é o mesmo que “do contrário”, como na frase “Eu estava dormindo, senão atenderia”; ou o mesmo que “a não ser”, como na frase “Não faço outra coisa senão amar você”

Uso de “TÃO POUCO” ou “TAMPOUCO”

TÃO POUCO é o mesmo que “muito pouco”, como no exemplo “Ganho tão pouco que não dá nem pro cafezinho”

TAMPOUCO é o mesmo que “também não”, como no exemplo “Não comi a salada tampouco a sobremesa”

Uso de “TODO” ou “TODO O”

TODO indica “qualquer”, como na frase “Todo homem gosta de futebol”; ou é o mesmo que “muito”, como no exemplo “Fiquei todo molhando andando na chuva”

TODO O significa “inteiro” ou “total”, e pode ser observado no exemplo “Todo o jantar foi servido e consumido”

 

Raphael Roale em http://cariocanocerrado.com/2008/10/16/20-dicas-de-portugues-

 

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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http://proinov.moodle-pt.com.pt/course/view.php?id=72&topic=4

Na Língua Portuguesa, há quatro maneiras diferentes de se grafar o porquê:


1) Porquê (junto, com acento): É um substantivo, portanto deverá ser usado, quando surgir, antes dele, uma palavra modificadora – artigo (o, os, um, uns), pronome adjetivo (meu, esse, quanto) ou numeral (um, dois, três, quatro). Como é um substantivo, admite plural: porquês.

Exemplos:

— Ninguém sabe o porquê de tanto desdém.
— Quantos porquês! Pare de fazer-me perguntas.


2) Por quê (separado, com acento): É a junção da preposição por com o substantivo quê, que só é usado em final de frase. Aliás, sempre que a palavra "que" for usada em final de frase deverá ser acentuada, independentemente do elemento que surja antes.

Exemplos:

— Você não me telefonou ontem por quê?
— Nem eu sei por quê.
— Você está rindo de quê?
— Você procurou-me para quê?


Nota 1:
A palavra "que" será acentuada, quando estiver antecedida por uma palavra modificadora, ou quando for uma interjeição que designa espanto.

Exemplos:

— Ela tem um quê de mistério.
— Quê? Ela esteve aqui, e você não me avisou?


Nota 2: Quando, anteriormente ao "que", surgir a palavra "o", "a", "os" ou "as", teremos pronome demonstrativo (o, a, os, as), com o mesmo valor de "aquele, aquela, aquilo", e pronome relativo (que). No caso de "a que", também pode ser a preposição "a".

Exemplos:

— Não entendi o que você falou = Não entendi aquilo que você falou.
— Dos concorrentes, o vencedor será o que mais votos obtiver = Dos concorrentes, o vencedor será aquele que mais votos obtiver.
— A peça a que assisti é maravilhosa.
 (Esse "a" é preposição)


3) Por que (separado, sem acento): 

a) É a junção da preposição por com o pronome interrogativo que; significa por que motivo, por qual razão.

Exemplos:

— Por que o professor faltou hoje? = Por qual razão o professor faltou?
— Não sei por que o professor faltou hoje = Não sei por qual motivo o professor faltou hoje.


b) É a junção da preposição por com o pronome relativo que; pode ser substituído por pelo qual, pelos quais, pela qual, pelas quais ou por qual. Exemplos:

—O aperto por que passei foi terrível = O aperto pelo qual passei foi terrível.
— A causa por que luto é nobilíssima = A causa pela qual luto é nobilíssima.


4) Porque (junto, sem acento): É uma conjunção, portanto estará ligando duas orações, indicando causa (= já que), explicação (= pois) ou finalidade (= para que).

Exemplos:

— O espetáculo não ocorreu, porque o cantor estava gripado = O espetáculo não ocorreu já que o cantor estava gripado.
— Estudem, porque consigam a aprovação = Estudem para que consigam a aprovação.
— Pare de falar, porque está atrapalhando-me = Pare de falar, pois está atrapalhando-me.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/fovest/usodoporque.shtml

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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As palavras paroxítonas terminadas em “-oo” agora perdem o acento circunflexo. Assim, no lugar de “vôo”, temos “voo”, “enjôo” muda para “enjoo” e assim por diante.

Esse tipo de formação ocorre sobretudo nas formas verbais de primeira pessoa do singular do presente do indicativo dos verbos terminados em “-oar” e em “-oer”. Assim: eu magoo (magoar), eu perdoo (perdoar), eu abençoo (abençoar), eu doo (doar), eu coo (coar), eu moo (moer), eu roo (roer) etc.

A forma reduzida de “zoológico”, “zoo”, também perde o acento.

O Novo Acordo Ortográfico determina a supressão do acento circunflexo das formas verbais terminadas em “-eem”. São palavras paroxítonas cujo acento gráfico é, de fato, desnecessário.

Essas formas aparecem nos verbos “crer”, “ler” e “ver” conjugados na terceira pessoa do plural do presente do indicativo (eles creem, eles leem, eles veem) e no verbo “dar” conjugado na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo (que eles deem), bem como em seus derivados.

Vale observar que, embora não seja um derivado de “ver”, o verbo “prover” se conjuga como ele por analogia. Vale, portanto, a nova regra também para o verbo “prover”: eles proveem. 

É importante levar em consideração que os acentos dos verbos “ter” e “vir” e de seus derivados não sofreram alteração. Assim, continuamos empregando as formas “ele tem”/ “eles têm” e “ele vem”/ eles vêm”. Seu derivados, por serem palavras oxítonas (não monossílabos), devem ser acentuados tanto na terceira pessoa do singular como na do plural (o que já ocorre com as demais oxítonas terminadas em “-em”, como “vintém”, “refém”, “ninguém” etc). Varia, como sabemos, o tipo de acento: agudo no singular e circunflexo no plural. Daí as formas “ele mantém”/ “eles mantêm” e “ele intervém”/ “eles intervêm”. 

Como as oxítonas terminadas em “-ens” também são acentuadas, as formas de segunda pessoa do singular desses verbos são igualmente acentuadas. Assim: tu manténs, tu deténs, tu reténs, tu intervéns, tu provéns etc.

fonte: GazetaWeb.com 

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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Há dúvidas no emprego do hífen?

Aqui vai a explicação e com alguns exemplos. Como regra geral só se liga por hífen os elementos das palavras compostas que mantém a noção de composição, isto é, os elementos das palavras compostas que mantém a sua independência fonética, conservando cada um a sua própria acentuação, porém formando o conjunto perfeita unidade de sentido.

É o caso de:

amor-perfeito, dedo-duro, mau-caráter, pára-raios, ponto-e-vírgula, matéria-prima

Além disso, emprega-se o hífen para:

separar as sílabas de uma palavra.
me-lan-ci-a, li-vro, pás-sa-ro, ca-der-no

ligar ao verbo os pronomes oblíquos átonos enclíticos ou mesoclíticos.
amá-lo, convidar-me-ão, consultaram-nos, vou-lhe contar

ligar os elementos dos adjetivos compostos.
austro-húngaro, econômico-financeiro

ligar os sufixos -açu (=grande), -guaçu (=grande) e -mirim (=pequeno) à palavra anterior, quando esta terminar em vogal graficamente acentuada, ou se a pronúncia o exigir.
cajá-mirim, capim-açu, sabiá-guaçu


Hífen com prefixos

» Os prefixos além, aquém, recém, vice, ex (= anterior), pós, pré, pró (tônicos) sempre se separam por hífen.
além-túmulo, ex-aluno, pós-glacial, pré-romântico, pré-escolar, aquém-fronteiras, ex-deputado, pós-operatório, recém-casado, vice-presidente

» Os prefixos auto, contra, extra, infra, intra, neo, proto, pseudo, semi, supra, ultra separam-se por hífen se a palavra seguinte começar por vogal ou por h, r ou s. contra-senso, infra-estrutura, supra-sensível, contra-indicação, intra-arterial, supra-sumo, extra-oficial, supra-renal, ultra-som

» Os prefixos ante, anti, arqui, sobre separam-se por hífen se a palavra seguinte começar por h, r ou s. ante-sala, anti-higiênico, anti-herói, anti-social, anti-rábico, arqui-secular

» Os prefixos ab, ad, ob, sob, sub separam-se por hífen se a palavra seguinte começar por r. ab-rogar, ad-rogar, ob-reptício, sob-roda, sub-região

» Os prefixos pan, mal, circum, separam-se por hífen se a palavra seguinte começar por vogal ou por h. pan-americano, pan-helenismo, mal-educado, mal-humorado, circum-adjacente, circum-hospitalar

» Os prefixos super, inter separam-se por hífen se a palavra seguinte começar por h ou r. super-homem, super-humano, super-realismo, inter-relação, inter-helênico

» O prefixo bem deve ser separado por hífen sempre que se ligar a um elemento que possui existência autônoma na língua. bem-aventurado, bem-casado, bem-educado, bem-vindo, bem-humorado

» Emprega-se o hífen nas palavras formadas com não, quando esta funcionar como prefixo de negação. não-metal, não-verbal, não-violência.

Os prefixos oxítonos terminados em "-em", graficamente acentuados, sempre são presos por hífen ao termo subsequente. É o que justifica grafias como "além-mar", "além-túmulo", "além-fronteiras", "aquém-mar", recém-nascido, recém-inaugurado, recém-empossado etc.

Note que o hífen nesses casos independe da letra inicial do segundo termo. Ele ocorre em qualquer situação. Essa regra não sofreu alteração com a reforma ortográfica.

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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Mantem-se ou mantém-se?

 

- O estado clínico do paciente _________________ inalterado.

 

Devemos escrever esta forma verbal com ou sem acento?

O verbo “manter”, tal como os outros verbos derivados de ter (deter, reter, etc.), tem acento agudo na 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo. Observe-se:

 

Ter

Manter

Deter

Eu tenho

Eu mantenho

Eu detenho

Tu tens

Tu manténs

Tu deténs

Ele tem

Ele mantém

Ele detém

Nós temos

Nós mantemos

Nós detemos

Vós tendes

Vós mantendes

Vós detendes

Eles têm

Eles mantêm

Eles detêm

Sendo assim aqui está a resposta:

- O estado clínico do paciente mantém-se inalterado.

Observe que nem tudo mudou com o Novo Acordo Ortográfico. O verbo "manter", derivado de "ter", por exemplo, continua recebendo o acento nas formas oxítonas terminadas por "-em". Sua particularidade está na forma de distinguir a terceira pessoa do singular da terceira do plural.

Todos os derivados de "ter" e de "vir" recebem acento agudo na terceira pessoa do singular e o circunflexo na terceira do plural.

Assim: ele mantém, eles mantêm; ele entretém, eles entretêm; ele intervém, eles intervêm; ele provém, eles provêm etc.

 

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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Te amo

Te amo de uma maneira inexplicável
de uma forma inconfessável
de um modo contraditório

Te amo com meus estados de ânimo que são muitos
e mudam de humor continuadamente
pelo que você já sabe

o tempo
a vida
a morte

Te amo
com o mundo que não entendo
com a gente que não compreende
com a ambivalência de minha alma
com a incoerência dos meus atos
com a fatalidade do destino
com a conspiração do desejo
com a ambiguidade dos fatos

Ainda quando digo que não te amo, te amo
até quando te engano, não te engano
no fundo levo a cabo um plano
para amar-te melhor.

Te amo

sem refletir, inconscientemente
irresponsavelmente, espontaneamente
involuntariamente, por instinto
por impulso, irracionalmente

De fato não tenho argumentos lógicos
nem sequer improvisados
para fundamentar este amor que sinto por ti
que surgiu misteriosamente do nada

que não resolveu magicamente nada
e que milagrosamente, pouco a pouco, com pouco e nada,
tem melhorado o pior de mim.

Te amo

Te amo com um corpo que não pensa
com um coração que não raciocina
com uma cabeça que não coordena

Te amo incompreensivelmente
sem perguntar-me porque te amo
sem importar-me porque te amo
sem questionar-me porque te amo

Te amo
sinceramente porque te amo
eu mesmo não sei porque te amo.

 

Gian Franco Pagliaro

Palavras-chave: Amor, Poema

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Abril 17, 2009

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Prezados alunos da FCSH turma de LB - História e Antologia 

Peço que retirem os textos corrigidos na secretaria Pró-Aluno. Estão nos "caninhos".

Excepcionalmente, a resenha que seria para o dia 14/4 entreguem no dia 23/4 por causa do feriado do dia 21 de abril.

Leitura: CÂNDIDO, António e CASTELLO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira. História e Antologia. 12.ª. São Paulo: Bertrand Brasil, 1996.

Nas pastas 380 e 481 estão os textos para as próximas aulas, até o final do mês. 

Profa. Ana

 

A FIM/AFIM
 
Afim: parente por afinidade; semelhante. Não podem casar os afins.
A fim (de): para. Ele veio a fim de ajudar.
 
ENFIM/ EM FIM
 
ENFIM = finalmente. Enfim sós.
EM FIM =  no final. Ele está em fim de carreira.
 
SE NÃO/ SENÃO

SE NÃO: caso não. Viajarei se não chover.
SENÃO : caso contrário; a não ser; mas. Vá, senão eu vou.
 

Palavras-chave: Gramática, Literatura, Textos

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Abril 19, 2009

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SERMÃO DO MANDATO
 
Ora vede: Definindo S. Bernardo o amor fino, diz assim: Amor non quaerit causam, nec fructum: " O amor fino não busca nem fruta". Se amo, porque me amam, tem o amor causa; se amo, para que me amem, tem fruto: e amor fino não há de ter por quê nem pra quê. Se amo porque me amam, é obrigação, faço o que devo; se amo para que amem, é negociação, busco o que  desejo. Pois como há de amar o amor para ser fino? Amo, quia amo, amo ut amem: amo, porque amo, e amo para amar. Quem ama porque o amam, é agradecido; quem ama, para que o amem, é interesseiro; quem ama, não porque o amam, nem para que o amem, esse só é fino.
 
Padre Antonio Vieira  

Barroco

1650

Agradeço este texto à Bárbara Alyne, uma jovem que tem me ensinado, mais um tanto, sobre o que é viver.

Neste feriadão lindo de domingo, nada mais gratificante do que receber um bálsamo de tal estatura. Um presente de Deus.

Palavras-chave: Padre Antonio Vieira

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O pronome pode ficar antes ou depois do verbo quando houver:

  1. Sujeito explícito antes do verbo:
  • Ele se manteve / manteve-se irredutível em relação ao colegiado.
  • Sigmund Freud se consagrou/consagrou-se como um mestre em especificar questões complexas da natureza humana.
  • Desde os dois anos de idade Maria se veste /veste-se sozinha.
  • Humilhar o vizinho se tornou/tornou-se uma obsessão para João.
  • Por muito tempo aquelas pessoas se debateram/debateram-se com o vício.
  1. Conjunção coordenativa:
  • Gostei da festa, porém me despedi/despedi-me cedo.
  • Tem rompantes, mas se arrepende/arrepende-se depois.
  • O governador foi taxativo e se estendeu/estendeu-se longamente sobre o assunto.
  1. Preposição antes de verbo no infinitivo:
  • Nas lojas esportivas encontramos o equipamento ideal para proporcionar-nos/para nos proporcionar uma vida sadia.
  • Temos satisfação em lhe participar / em participar-lhe a inauguração da fábrica.
  • Tenho o prazer de lhes falar/falar-lhes sobre a filosofia que norteia nossa instituição.

Há apenas duas situações inviáveis:

  1. A ênclise com os tempos futuros; em outros termos: colocar o pronome átono depois dos verbos no futuro do presente e do pretérito do indicativo e no futuro do subjuntivo:
  • fazerei-me / faria-nos / diriam-se / se disser-te / quando puse-las / se trouxe-las etc.
  1. O pronome átono depois do particípio: Eu já teria aposentado-me se ganhasse bem.

Se aplicar a orientação de sempre usar o pronome na frente do verbo, você já não corre o risco de cometer esse erro de ênclise. Como corrigir essas situações, então? Usar a próclise colocando um sujeito explícito antes do verbo, para não deixar o pronome no início da frase:

  • Eu me benzerei; ele nos faria um favor; se te disser; quando (eu) as puser no lugar; eles se diriam magoados. Ficarei feliz se (você) as trouxer junto.
  • Eu já teria me aposentado se ganhasse bem.

Ainda não aceita na linguagem culta formal, a colocação do pronome átono em início de frase é admitida na linguagem informal e nos diálogos - pode ser "proibida", mas não é inviável, portanto, Me desculpe se falei demais. / Me arrepio todo... é aceitável na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de  Celso Cunha e Lindley Cintra (foto abaixo); e observam que essa possibilidade, especialmente com a forma me, é característica do português do Brasil e também do português falado nas repúblicas africanas.

                                     

 

Próclise: antes

Ênclise: depois

Palavras-chave: Gramática, Ortografia, Português

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Cd André Valadão - Fé - 2009


01 Não tenho medo
02 Indiferente
03 Pela Fé
04 Vou Crer
05 Espontâneo - Vou Crer
06 Fé
07 Nosso Amor
08 Abraça-me
09 Espontâneo - Abraça-me
10 Cura-me, Senhor
11 Lembranças de Fé
12 Eu Nasci de Novo
13 Com Fé
14 Eu Vou

 

Palavras-chave: Gospel, Música

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Indiferente
André Valadão
 

O sofrimento dos perdidos me incomoda, Senhor
Dá pra sentir o imenso choro da dor
Como posso ficar parado, insensível e indiferente?
Pois cada perdido é parte minha, é minha gente
 
Chega, eu não posso vacilar
Eu não posso fracassar
Ajuda-me, Senhor
A livrar os oprimidos e a libertar os cativos
 
Embora seja nossa obrigação, não fazemos nada
Precisamos tirá-los da condenação confirmada
Olhe para os campos amadurecidos
Campos de aflitos e oprimidos
Campos preparados para serem colhidos
 
Senhor, eu vou sempre caminhar
Sobre os montes pra levar
O Evangelho de Jesus
Senhor, eu vou me esforçar
Pra naquele dia Te encontrar
No dia da nossa vitória.

 

Palavras-chave: Gospel, Música

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Abril 20, 2009

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A "Introdução ao Método de Leonardo da Vinci" ilustra com perfeição a ideia de que é o ensaísta que constrói o objeto do seu ensaio.

O puro artista da mente, o gênio da fantasia exata erigido por Valéry como o supremo ideal da sua própria arte de escritor, é um dos Leonardos possíveis que a memória do Renascimento italiano nos legou.

Entender essa imagem de Leonardo é a via real para compreender a poética de Valéry. O poeta-crítico tinha apenas 23 anos, em 1894, quando redigiu a primeira versão desse texto, que, no entanto, consegue levantar problemas originais em torno de um mito literalmente submerso por 300 anos de grandes louvores e miúdas curiosidades. Valéry, com um golpe de intuição certeira, foi logo ao cerne da questão, ignorando a massa de escritos anedóticos que obstruíam a visão do gênio.

Importava-lhe descobrir como Leonardo pensava o seu próprio modo de conhecer e de criar. E o ensaio cumpriu fielmente seu propósito.

O poeta de "Charmes" já se revelava, nestes seus primeiros escritos, refratário àquele hábito intelectual que o nosso irreverente José Paulo Paes chamava "obnubilação bibliográfica", que é o vezo tedioso de só enxergar o seu objeto através das lentes de outros leitores, o que resulta em uma fieira pedante de citações.

Como Leonardo, Paul Valéry queria começar olhando o mundo com os seus próprios olhos. O que Valéry colhe no "Tratado da Pintura" é, em primeiro lugar, o elogio vibrante que o artista fazia da imagem e, portanto, da visão como o caminho por excelência do conhecimento.

Sabe-se a que extremos chegou Leonardo na sua comparação das artes plásticas com as artes da palavra, relegando estas ao modesto lugar platônico de cópias de segunda mão, sombras de objetos que o pintor _e só o pintor_ transpõe e fixa com o seu engenho ao mesmo tempo mimético e construtivo. Valéry, retomando livremente Leonardo, diz: "A maioria das pessoas vê com o intelecto muito mais frequentemente do que com os olhos. Em vez de espaços coloridos, elas tomam conhecimento de conceitos. Uma forma cúbica, esbranquiçada, vista em altura, e vazada de reflexos de vidro, é, para elas, imediatamente uma casa: a Casa! Ideia complexa, acorde de qualidades abstratas. Se elas se deslocam, o movimento das fileiras de janelas e a translação das superfícies que desfigura continuamente as suas sensações lhes escapam _pois o conceito não muda".

E adiante: "Mas as pessoas se deleitam com um conceito que pulula de palavras". O campo infinitamente vário do visível com as suas modulações de luz e sombras (como não pensar no mestre do "sfumato"?) ou o movimento incessante das ondas do mar, que a linha horizontal do pensamento abstrato ignora, são para o artista os verdadeiros objetos de sua invenção plástica.

É o que Valéry sugere nas suas anotações à margem da "Introdução": "Uma obra de arte deveria sempre nos ensinar que nós não tínhamos visto o que vemos". E em nível mais alto de generalização: "A educação profunda consiste em desfazer a primeira educação".

Trata-se de uma renovada disciplina do olhar e pelo olhar. Valéry, atento à aventura da mente criadora, parece não interessar-se pela gênese cultural das ideias de Leonardo. É o processo interno de um pensamento ousado que o atrai. No entanto, as ideias têm a sua história e a sua função no âmbito de cada momento da arte ocidental. Leonardo conheceu, na Florença dos fins do século 15, a convivência tensa do idealismo dos neoplatônicos prestigiados no círculo de Lorenzo de Médici e o naturalismo pujante do novo "ethos" renascentista.

Quem examina de perto os seus fragmentos, às vezes concisos como enigmas, pode recortar ora passagens em que a mente humana é exaltada em si mesma como infinitamente mais rica do que a natureza, ora descrições entusiásticas do corpo humano, de que ele foi um dos primeiros anatomistas, ou da paisagem toscana ou alpina, onde tudo é cor, movimento, vida.

No primeiro caso, a pintura é "cosa mentale": objeto da inteligência elaborado com "hostinato rigore" ("hostinato", com "h", em vez do correto "ostinato", tem a ver com um Leonardo alheio à erudição letrada do seu tempo...). Trata-se aqui do rigor geométrico da perspectiva, criação então recente e que subordinava a matéria da visão à racionalidade de um olho centralizador. A perspectiva era, para Leonardo, a ponte que unia arte e ciência.

No segundo caso, a pintura é técnica em perene estado de experiência e invenção, perícia no uso dos materiais com o fim de figurar e transfigurar a variedade das formas corpóreas, os matizes, o jogo da luz e da sombra. Leonardo, no dizer de Valéry, é o "mestre dos rostos, das anatomias, das máquinas, aquele que sabe do que se faz um sorriso".

De todo modo, Valéry alcançou reconstituir um artista-modelo intelectualmente coeso, um pensador que não só experimenta sem cessar, mas também reflete sobre o sentido do seu trabalho. Não é possível nem desejável resumir as sutis observações que se multiplicam ao longo da "Introdução" ou na "Nota e Digressão", de 1919; ou enfim na carta a Léo Ferrero, publicada em 1929 sob o título de "Leonardo e os Filósofos". Este último texto é particularmente rico de reflexões ainda bastante atuais sobre o caráter redutor e uniformizante das estéticas que se pretendem universais.

Em contraponto, o crítico valoriza as descobertas que os próprios poetas e pintores fazem quando falam da sua arte. A tradução da obra é cuidadosa, sendo poucos os reparos que valeria a pena fazer. Muito feliz a ideia de apresentar ao lado da versão brasileira o texto francês. Quando o prosador é Paul Valéry, dar a conhecer o original é um presente.

Este texto é de Alfredo Bosi (*), publicado na Folha de São Paulo em 12 de dezembro de 1998.   © Copyright Empresa Folha da Manhã Ltda.

(*)Alfredo Bosi é professor universitário, crítico e historiador de literatura, se formou em Letras pela USP e lecionou italiano na universidade por 10 anos. Embora professor de literatura italiana, Bosi sentia-se dividido interiormente por causa de seu grande interesse pela literatura brasileira, o qual o levou a escrever os livros: Pré-Modernismo (1966) e História Concisa da Literatura Brasileira (1970).

Em 1972, Bosi decidiu-se pelo ensino de literatura brasileira no departamento de letras clássicas e vernáculas da FFLCH USP.

Bosi é editor da revista Estudos Avançados desde 1989.

Entre outras atividades no IEA, coordenou o Programa Educação para a Cidadania (1991-96), integrou a comissão coordenadora da Cátedra Simón Bolívar (convênio entre a USP e a Fundação Memorial da América Latina) e coordenou a Comissão de Defesa da Universidade Pública (1998).

Bosi é autor, entre outras obras, de História Concisa da Literatura Brasileira (1970), O Ser e o Tempo da Poesia (1977), Céu Inferno: ensaios de crítica literária e ideológica (1988), Dialética da Colonização (1992) e Machado de Assis: o Enigma do Olhar (1999).

Palavras-chave: Arte, Literatura

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Prezados alunos, o estudo Sobre o pensamento de Bakhtin está no arquivo Teoria Literária, no Stoa.

Os próximos arquivos irão para a Unicamp na última semana do mês.

profa. Ana

 

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Teoria Literária

 

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Os temas da preservação da qualidade do ensino e a ampliação do número de vagas nas universidades públicas deram o tom do discurso de posse do novo reitor da Unicamp, o médico hematologista Fernando Ferreira Costa. Falando para um público que lotou os auditórios do Centro de Convenções da universidade, nesta sexta-feira (17), ele fez uma análise histórica da atividade acadêmica no Brasil, classificando como “decisiva” a priorização de uma política de incremento do número de alunos no ensino superior público.

Fernando Costa assinou o termo de posse às 18h44 em cerimônia extraordinária do Conselho Universitário, presidida pelo até então reitor José Tadeu Jorge. O novo reitor foi eleito para o período 2009-2013.

A solenidade contou com a participação de diversas autoridades civis, militares, eclesiásticas e políticas, entre elas o prefeito de Campinas Hélio de Oliveira Santos e o secretário estadual de Ensino Superior, Carlos Vogt, que representou o governador José Serra. Também participaram representantes da Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp), do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), Associação dos Pós-graduandos da Unicamp (APG) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Tadeu Jorge (esquerda) abraça Fernando CostaFernando Costa foi eleito em primeiro turno, no mês de março, com 60,97% dos votos válidos. Em seu primeiro pronunciamento público, o novo reitor destacou a importância da geração de conhecimento e a formação de recursos humanos para o desenvolvimento socioeconômico do país. “A preservação da qualidade das universidades públicas de pesquisa, como é o caso das três universidades públicas do estado de São Paulo e de um bom número de universidades federais, deve ser uma preocupação constante, pois elas são hoje a grande esperança de desenvolvimento efetivo”, afirmou.

Nesse contexto, o novo reitor ponderou que um dos principais desafios da Unicamp nos próximos anos será promover uma análise da estrutura curricular de seus cursos de graduação, com vistas não só à atualização dos conteúdos e disciplinas, mas também à racionalização dos recursos físicos e humanos. “A história da formação da universidade, mesmo sendo uma história de sucesso, acarretou alguns problemas que o momento exige equacionar”, disse.

solenidade090417_290x250.jpgSegundo Fernando Costa, uma das metas de sua gestão será proporcionar aos estudantes uma formação científica e cultural mais abrangente. “Sem duvida, ações dessa natureza contribuirão para a criação de um ambiente universitário e acadêmico em que a diversidade das áreas seja um fator fundamental para a excelência do ensino e da pesquisa”, destacou.

De acordo com o novo reitor, essa série de ações se pautará pelo reconhecimento de que as características específicas de cada área devem ser levadas em conta para a concretização dos objetivos acadêmicos, “dentro dos quais as áreas de humanidades e artes são essenciais”.

O novo reitor também fez questão de destacar o nome do historiador Edgar Salvadori de Decca, que atuou como pró-reitor de Graduação na gestão anterior e assumirá o cargo de vice-reitor ao lado de Fernando Costa. “Tenho a honra de ter como colega nessa jornada, como coordenador geral da Universidade, o professor Edgar Salvadori de Decca, historiador com reconhecimento intelectual dentro e fora do país”, disse. “A ele agradeço o companheirismo durante a gestão que se encerra e durante a campanha que nos trouxe até aqui”, completou.

Em seu discurso de despedida, o ex-reitor Tadeu Jorge arrancou aplausos emocionados da plateia ao citar nominalmente cada um dos profissionais com os quais trabalhou mais diretamente durante os anos em que esteve à frente da universidade, dos copeiros aos motoristas, das secretárias aos assessores mais próximos. “Normalmente não se faz isso em ocasiões como essa, mas vou contrariar a tradição porque preciso agradecer a essas pessoas”, disse.

Antes, ele já havia agradecido a todos os alunos, docentes e funcionários que fizeram parte de sua gestão. “Só é possível construir uma universidade de ponta se a base for constituída pelos melhores docentes, alunos e servidores”, declarou. Juntos, contribuímos para fortalecer o modelo Unicamp de desenvolver ensino, pesquisa e relações com a sociedade”, completou o ex-reitor.

Em seus pronunciamentos, as demais autoridades reforçaram o clima de apoio ao novo reitor e destacaram a importância da Unicamp no contexto regional e nacional. “Esta universidade representa o grande vetor para o desenvolvimento acadêmico, científico e de relações com a comunidade”, disse o prefeito de Campinas. “Isso traz para nossa região uma grande vantagem, na forma de atração de investimentos que geram o avanço social e econômico”, completou Oliveira Santos.

O secretário estadual de Ensino Superior destacou o papel da Unicamp na consolidação da autonomia universitária. “A condição diferenciada que as três universidades estaduais paulistas apresentam no cenário nacional resultam desse modelo de gestão”, disse Carlos Vogt, que foi reitor da Unicamp de 1990 a 1994.
Vogt também chamou a atenção para o fato de o estado de São Paulo responder por 50% da pesquisa desenvolvida no Brasil. Desse total, 40%, segundo ele, corresponde à produção científica gerada nos laboratórios da Unicamp, USP e Unesp. “As três instituições são os grandes celeiros que alimentam a dinâmica da pesquisa e da inovação”, destacou. O secretário de Ensino Superior também reafirmou o compromisso do governo estadual de continuar investindo em ciência, tecnologia e inovação.

Fernando Costa é o décimo reitor na linha de sucessão de Zeferino Vaz, fundador da Unicamp e seu primeiro dirigente durante doze anos (1966-1998). Depois dele vieram o médico com especialidade em patologia clínica Plínio Alves de Moraes, o médico ginecologista José Aristodemo Pinotti, o economista Paulo Renato Souza, o linguista e poeta Carlos Vogt, o pediatra José Martins Filho, o engenheiro de eletrônica Hermano Tavares, o físico e engenheiro de eletrônica Carlos Henrique de Brito Cruz e o engenheiro de alimentos José Tadeu Jorge, que se despediu do cargo nesta sexta-feira.

fonte: portal da Unicamp

www.unicamp.br

Palavras-chave: Posse, Unicamp

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Objetivo é recuperar hábito de leitura

Campinas como polo de cultura, arte e educação

As crianças de hoje chegam à escola com a imagem de uma Emília ou de um Visconde de Sabugosa já construída pela televisão. Uma realidade diferente de outras gerações que chegavam ao fim de um livro justamente por imaginar como seriam as aventuras de uma boneca de pano e um sabugo de milho humanizados. Um sabugo, aliás, que era a figura do sábio, do leitor assíduo, do intelectual interessado no conteúdo dos livros, o que estimulava o interesse pela leitura. Além disso, tinha uma avó com tempo para contar histórias. Como seguir os passos de Monteiro Lobato e provocar a imaginação e o interesse de crianças de um século em que a imagem chega antes das letras e, por sinal, influencia comportamentos. Como mostrar a esses pequenos cidadãos, privilegiados pela tecnologia, o quanto o hábito de ler fará diferença na sua vida? Uma tenda de 30x15 metros, ambientada para abrigar palestras, oficinas, narração de histórias, música e uma feira de livros com 50 estandes de editoras é a proposta do 1º Festival Internacional de Leitura de Campinas (Filc) para recuperar o hábito de ler não só de pequenos, mas também de grandes cidadãos. O evento acontece deste sábado (18) a 26 de abril, das 10 às 22 horas, no Centro de Inclusão e Integração Social – Estação Guanabara da Unicamp. Como não poderia deixar de ser – e Monteiro Lobato agradeceria por assim ser homenageado –, o evento reserva três dias da programação para a participação de escolas, segundo Renata Sunega, coordenadora do Filc pela Prefeitura Municipal de Campinas.

Habib, Tadeu Jorge e Oliveira: resgate do hábito de leituraDurante coquetel realizado para a apresentação do evento, quinta-feira, na Estação Guanabara, ela explicou que o agendamento para os dias 22, 23 ou 24 pode ser feito por responsáveis das unidades escolares na página do evento. Mais que comprar livros de culinária, as pessoas poderão participar de oficinas com chefs em tendas de gastronomia. Mais que folhear uma literatura infantil, as crianças terão uma tenda de narração de histórias. Além de adquirir um livro, os leitores poderão ter um encontro com autores. Muito mais que vender livros de música, o evento também garante concertos e apresentações musicais na ampla programação rigorosamente preparada pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp e a Prefeitura Municipal de Campinas para a difusão da literatura. “É mais que uma feira de livros. O festival acontece no sentido de mostrar a Campinas e região que a cidade tem condições de ser um pólo de discussão de cultura, arte e educação”, diz Renata, assessora de projetos especiais da Coordenadoria de Comunicação da prefeitura.

“O Filc é um projeto de recuperação de um hábito que o ser humano precisa ter. A leitura é muito importante quando falamos de desenvolvimento humano; ela é um estímulo ao crescimento da capacidade de imaginação do ser humano, a partir do momento que ele cria seu próprio cenário para a história que está lendo”, diz o pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, coordenador do Filc pela Universidade. O evento, na sua opinião, é uma oportunidade de fazer com que jovens e adultos compreendam a inter-relação entre cidadania e leitura. “É uma satisfação saber que este evento já nasce com a intenção de continuidade. A oportunidade que a Prefeitura de Campinas e a Unicamp dão à população de participar de mesas literárias com a presença de autores de nossa academia é importante para alavancar a cultura”, acrescenta Habib.

Artur Gonçalves, Sérgio Benassi, Villagra, Tadeu Jorge, Habib e RenataA Unicamp não poderia assistir de fora o esforço de um projeto de recuperação do hábito de leitura como o Filc, na opinião do reitor da Universidade, José Tadeu Jorge. Para ele, o evento tem um compromisso importante de fazer chegar ao público algo que possa contribuir para sua melhor formação cultural. “O estímulo à leitura é fundamental se o país quiser construir um projeto de educação adequado que passe pela compreensão de um texto, de uma fala”, diz.

O Filc chega na melhor hora não só para Campinas, mas também para o País, num momento em que o governo federal discute projetos de estímulo para recuperar o hábito da leitura, na opinião do secretário da Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto. “É um projeto inovador, que incentiva o hábito de ler, e a leitura é fundamental no processo de letramento e alfabetização em que a Educação em Campinas está empenhada e também para a formação da pessoa”, acrescenta.

O vice-prefeito de Campinas, Demétrio Villagra, lembrou que o Filc é de grande importância para um país que concentra um pouco mais de 2.400 livrarias, enquanto países desenvolvidos concentram quase 10 mil; em que a população lê menos de dois livros por ano, enquanto a de países avançados lê em torno de sete. A parceira com a Unicamp, a seu ver, é de grande importância para a realização do evento. “A Unicamp é o orgulho de Campinas”, disse.

fonte: portal da Unicamp

www.unicamp.br

Palavras-chave: Leitura, Literatura, Unicamp

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Abril 21, 2009

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O Padeiro

                                                                                   

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.  

Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:  - Não é ninguém, é o padeiro!  Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?  ”Então você não é ninguém?”  Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido.

Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…  

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno.

Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.  Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome.

O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.  

Texto extraído do livro: Para gostar de ler, Vol I - Crônicas. Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga,12ª Edição, Editora Ática, São Paulo, 1989, P.63 - 64. 

Palavras-chave: Crônicas, Literatura Brasileira

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dia_mundial_livro1

No próximo dia 23 de abril será comemorado o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo a grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram nesse dia.

Neste dia, muitas pessoas irão promover o BookCrossing que tem como objetivo transformar o mundo inteiro numa biblioteca.

É muito simples de participar:

Temos recomendado tantos livros que você pode escolher um livro legal, escrever dentro dele (na contracapa) algo que estimule ou que indique esse livro a alguém, e "esquecer" esse livro num lugar público da sua cidade.

Observe que é importante que você escolha um título interessante, que desperte interesse nas pessoas. E é possível que daqui a alguns anos pessoas ainda estejam lendo o livro que você "esqueceu" num banco da cidade.  

Se você quiser participar desta jornada de "esquecimento de livros", comece já a pensar em algum livro que possa circular por este mundo. E mãos à obra!

Agende-se! O início será no dia 23 de abril. Depois envie seu comentário neste blog.

"A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde." (Emile Salomon Wilhelm Herzog, romancista e ensaísta francês)

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Unesco lança sua Biblioteca Digital Mundial

 

A Unesco lança oficialmente nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, um site que oferecerá gratuitamente um acervo excepcional de livros, manuscritos e documentos visuais e sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo.

O site da Biblioteca Digital Mundial (BDM) funcionará em sete idiomas (árabe, chinês espanhol, francês, inglês, português e russo).

A Unesco sempre considerou as bibliotecas a continuação da escola. "A escola prepara as pessoas para ir às bibliotecas e hoje as bibliotecas se tornaram digitais", resumiu Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.

O endereço do da BDM será divulgado no dia de seu lançamento.

Entre os inúmeros tesouros culturais da nova biblioteca digital estão reproduções das mais antigas grafias e fotografias raras da América Latina.

O lançamento acontecerá na sede parisiense da Unesco, na presença de seu diretor-geral Koichiro Matsuura, e de James H. Billington, diretor da Biblioteca do Congresso americano.

Em 2005, a Biblioteca do Congreso propôs a organização de uma BDM para oferecer gratuitamente uma ampla gama de livros, mapas, filmes e gravações oriundas de bibliotecas nacionais.

O projeto, no qual participam a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.

Sem esquecer a contribuição de Estados como o Marrocos, Uganda, Qatar, México e Eslováquia.

"Os países emergentes querem ver como isso funciona para criar em seguida bibliotecas digitais nacionais", destacou Abid, precisando que a Unesco proporá ajuda a seus membros que não tiverem meios técnicos ou financeiros para digitalizar seus acervos.

O criação da BDM estará acompanhada por uma campanha de mobilização que tenta reunir até o fim de 2009 cerca de 60 países associados.

Fonte: AFP

 

Biblioteca Digital Mundial da UNESCO já está disponível na Internet e é gratuita

 

 

Se o leitor for à Internet ao sítio www.wdl.org, tem, desde hoje, acesso gratuito à Biblioteca Digital Mundial (BDM), um novo programa de informação e divulgação cultural que acaba de ser posto em linha numa iniciativa conjunta da UNESCO, da Biblioteca do Congresso Americano e da Biblioteca de Alexandria.

Nesse novo endereço, entre mais de mil documentos, vai poder encontrar, por exemplo, aquele que é apresentado como “o primeiro mapa de Portugal de que se tem conhecimento”: trata-se da Descrição atual [sim, já com a grafia do novo acordo ortográfico, ainda que com várias imprecisões no português utilizado] e precisa de Portugal, antiga Lusitânia, datado de 1561 e de autoria do matemático e cartógrafo Fernando Álvares Seco. Mas terá também outro mapa, relativo ao Reino do Algarve (século XVIII); uma fotografia (1906) de um guineense junto com uma descrição desta província portuguesa; ou ainda um Diário da Viagem de Magalhães (1525), atribuído ao veneziano António Pigafetta.

Relativa à história do mundo em geral – que, na nova BDM, está dividido em nove zonas geográficas e culturais –, podem encontrar-se outros mapas e cartografias, livros e manuscritos, gravuras e fotografias, filmes e gravações sonoras. E entre eles estão tesouros como a jóia da literatura japonesa O Diário de Genji, de Murasaki Shikibu, uma autora do século X/XI; o primeiro mapa com referência ao continente americano, datado de 1507 e feito pelo monge alemão Martin Waldseemueller e ainda, segundo os responsáveis, aquele que é a peça mais antiga, uma pintura descoberta na África do Sul, que terá oito mil anos e representa antílopes ensanguentados.

Os destinatários desta BDM, disponível em sete línguas, são os estudantes, professores e o público em geral. Dantes, “a escola preparava os jovens para ir à biblioteca, mas, hoje, as bibliotecas tornaram-se digitais”, constata, citado pela AFP, o tunisino Abdelaziz Abid, coordenador deste projecto que, para já, reúne trinta bibliotecas de outros tantos países em todo o mundo (incluindo o Iraque, a Rússia, a China, o Uganda, o Egipto e o Brasil), mas que, até final do ano, quer duplicar os participantes.

O principal responsável por este projecto é James H. Billington, director da Biblioteca do Congresso Americano e ex-professor de História em Harvard. Foi ele que, em 2005, o propôs à UNESCO, assegurando que o espírito da nova biblioteca digital universal não seria “competir”, mas complementar dois outros programas congéneres já existentes: o Google Book Search, também lançado em 2005 e que actualmente tem sete milhões de obras acessíveis ao publico; e a Europeana, uma biblioteca criada em Novembro do ano passado, que conheceu também um êxito inesperado e já disponibiliza 4,6 milhões de documentos – esperando chegar aos 10 milhões até 2010.

fonte: P (Público) em 21/04/2009.

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Abril 22, 2009

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Livro da campanha 2009
40 DIAS DE JEJUM E ORAÇÃO


Preço do Livro: R$ 10,00

PELO CORREIO
ou
RETIRAR PESSOALMENTE

Grande São Paulo
Tel. (11) 4468-1352

campanha@jejum40dias.com.br


 

Autor do livro


Pr. Edison Queiroz

Pr. Edison Queiroz é Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo, pastor da Conexão Primeira pelo segundo mandato (o primeiro mandato foi de cerca de 20 anos). Antes de reassumir nossa igreja, foi pastor durante seis anos nos EUA, focado em um ministério de mobilização para missões em toda a América Latina. Escreveu diversos livros, como “O Vaso Quebrado - A Questão do Sofrimento”, “O Avivamento pelo Espírito Santo (Eu, morto?)”, “Igreja Local e Missões”, “Acertando as contas com Deus e as Pessoas”, “Transparência no Ministério”, dentre outros.

fonte: 40 dias de Jejum e Oração por um novo Brasil

www.jejum40dias.com.br/Web2009

Palavras-chave: Brasil, Igrejas, Oração

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Abril 23, 2009

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Neste Dia Mundial do Livro segue uma sugestão que recebi do colega Henrique e que agora compartilho com vocês. Trata-se de um site onde você pode trocar livros pela internet.

Funciona da seguinte maneira: 

 

1. Você cria uma lista dos seus livros, aqueles que você quer trocar


Lista

 

2. Quando outro usuário solicitar algum livro da sua lista, você o envia pelo correio


Envelope
 

3. Você confirma o envio e ganha 1 crédito para solicitar 1 livro

 

Solicitação

 

Achou interessante? Então acesse o site: www.trocandolivros.com.br

Faça Troca de Livros Pela Internet

Brasil Troque livros com pessoas de todo o Brasil

 

 

© 2008 2009 TrocandoLivros.com.br

Palavras-chave: Literatura, Troca de livros

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Abril 24, 2009

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Cuide do seu micro

 

Sorriso

 

Palavras-chave: Limpeza, Microcomputador

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Bésame mucho. Esse grande sucesso da década de 40 até hoje tem fãs no mundo inteiro. De vez em quando gosto de ouvir as músicas dos velhos tempos, só para lembrar dos meus pais. Eles ficavam dançando na sala de casa as músicas do disco ‘S Continental, de vinil, por horas a fio. Por vezes, a noite inteira.  Vê-los dançando era uma das diversões que eu mais curtia quando era criança. E era gostoso ver o meu pai (um pé-de-valsa daqueles!), conduzir minha mãe como uma pluma, o tempo todo, a sala inteira. E a música que eles mais gostavam de dançar era Bésame mucho. Ah! Como esse tempo era bom! E ele não volta mais... Por isso, hoje a minha homenagem vai para os meus queridos pais. Vão-se os anos, mas a saudade fica documentada e marcada para sempre em nosso coração.

 

                                                                                      

 

 DISCO VINIL LP - RAY CONNIFF E SUA ORQUESTRA - ´S CONTINENTAL - Foto 1

 

 

Palavras-chave: Homenagem, Música, Pais, Saudade

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That’s What I Like

Come on everybody, everybody, everybody
C C Come on everybody

I'm gonna sing my song
It won't take long
We're gonna do the twist
We're gonna do the twist
We're gonna do the twist
And it goes like this
C'mon let's twist again like we did last summer
Yeah let's twist again like we did last year
Do you remember when things were really hummin'
Yeah let's twist again twistin' time is here

Hey, hey, hey, hey hey baby won't you take a chance
Say that you'll let me have this dance
Oh let's dance, oh let's dance
Oh do the twist, the stomp, the mash potato too
Any old dance that you want to do
But let's dance, oh let's dance

You shake my nerves and you rattle my brain
Too much love drives a man insane
You broke my will, oh what a thrill
Goodness gracious great balls of fire

Good golly, Good golly, Good golly Miss Molly
You sure like to ball
Good golly Miss Molly
You sure like to ball
When you're rockin' and a rollin'
Can't hear your mama call

C'mon C C C'mon baby, let's do the twist
C'mon baby, let's do the twist
Take me by little hand
And do the twist

On your marks, get set
On your marks, get set
On your marks, get set
On your marks, get set

Well I should have known it from the very start
This girl'll leave me with a broken heart
Listen people what I'm tellin' you
I keep away from runaround Sue yeah
I miss her lips and the smile on her face
The touch of her hair and this girl's warm embrace
So if you don't wanna cry like I do
A-keep away from-a Runaround Sue
Woah...
Oh baby that's the one I like
Who's that flyin' up there
Is it a bird (NO)
Is it a plane (NO)
Is it the twister (Yeah)
Yeah let's twist again like we did last summer
Yea, let's twist again like we did last year
Do you remember when things were really hummin'
Come on, let's twist again, twistin' time is here
Yeah round 'n around 'n up 'n down we go again
Oh baby make me know you love me so then
Come on twist again like we did last summer
Girl, let's twist again, like we did last year
Great balls, great balls, great balls, great balls of fire
On your marks, good golly, get set, good golly
On your marks, good golly, get set, good golly
On your marks, good golly, get set, good golly
Now ready, ready, go

Oh baby that's the one I like, like, ike, ke




 

 

fonte: Jive Bunny and the Mastermixers

         blog do DJ Emir www.paraquemtembomgosto.blogspot.com

Palavras-chave: Jive Bunny and the Mastermixers

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Por una cabeza
Tango
1935
Música: Carlos Gardel
Letra: Alfredo Le Pera


 

 
 

 

          

                  

           

fonte: YouTube

Palavras-chave: Música, Tango

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Abril 25, 2009

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     GLENN MILLER

  • Born: 1 March 1904
  • Birthplace: Clarinda, Iowa
  • Died: 15 December 1944 (airplane crash)
  • Best Known As: Wartime big band leader

Name at birth: Alton Glenn Miller

Miller was one of several band leaders who helped create the Big Band sound of the 1930s and 1940s. His Glenn Miller Orchestra was one of America's most popular dance bands in the years just before World War II, playing hits like Tuxedo Junction, In the Mood and his signature piece Moonlight Serenade. During the war Miller joined the army and led the Glenn Miller Army Air Corps Band. His plane disappeared on a flight over the English Channel in 1944; no trace was ever found.

Glenn Miller                            
Glenn Miller

 

Biography

 

Glenn Miller's reign as the most popular bandleader in the U.S. came relatively late in his career and was relatively brief, lasting only about three and a half years, from the spring of 1939 to the fall of 1942. But during that period he utterly dominated popular music, and over time he has proven the most enduring figure of the swing era, with reissues of his recordings achieving gold record status 40 years after his death. Miller developed a distinctive sound in which a high-pitched clarinet carried the melody, doubled by a saxophone section playing an octave lower, and he used that sound to produce a series of hits that remain definitive examples of swing music. Miller's approach is not much appreciated by jazz fans, who prefer bands that allow for greater improvisation than was found in his highly disciplined, rigorously rehearsed unit. But he brought the swing style of popular music to a level of sophistication and commercial acceptance it had not previously achieved and would not see again after his untimely passing.

Miller was the son of Lewis Elmer and Mattie Lou Cavender Miller. He lived in various locations in the Midwest while he was growing up. He first took up the mandolin, then switched to a horn. In Grant City, MO, where his family moved in 1915, he joined the town band and began playing trombone. By 1918, the family had moved to Fort Morgan, CO, where he played in the high school band and graduated in May 1921. He immediately joined the
Boyd Senter band, but quit to start college at the University of Colorado in January 1923. After a year, however, he left college and moved to Los Angeles, where he joined Ben Pollack's band. In the summer of 1928, he left Pollack and settled in New York, where he worked as a session musician and arranger. When in the spring of 1934 Tommy and Jimmy Dorsey formed the Dorsey Brothers Orchestra, he signed on as trombonist and arranger, remaining with the band almost a year. He left to organize an American band for British bandleader Ray Noble that made its debut at the Rainbow Room in New York's Rockefeller Center. Meanwhile, he was studying theory and composition with Joseph Schillinger.

Miller began recording under his own name for Columbia Records on April 25, 1935, using a pickup band containing members of the Noble orchestra. His instrumental "Solo Hop" reached the Top Ten in the summer of 1935. But he did not organize a permanent touring band of his own until 1937, when he signed to Brunswick Records. The group was not a success, and he disbanded it in early 1938, then reorganized a couple of months later and signed to the discount-priced Bluebird subsidiary of RCA Victor Records. Still without any great success, he managed to maintain this orchestra for the next year until he got his big break with an engagement at the Glen Island Casino in New Rochelle, NY, in the summer of 1939. Glen Island was a major swing venue with a radio wire, giving the band extensive exposure. Already, Miller had hit the charts with the Top Ten hit "Sunrise Serenade"; soon, its flipside, "Moonlight Serenade," would become an even bigger hit. "Wishing (Will Make It So)" (vocal by
Ray Eberle) hit number one in June. Ultimately, Miller scored 17 Top Ten hits in 1939, including the subsequent chart-toppers "Stairway to the Stars," "Moon Love," "Over the Rainbow," and "Blue Orchids" (all vocals by Ray Eberle), as well as "The Man With the Mandolin" (vocal by Marion Hutton).

Miller's recording success led to other opportunities. He became the star of the three-times-a-week radio series Chesterfield Supper Club in December 1939 and began the first of several extended engagements at the Café Rouge in the Hotel Pennsylvania in New York in January 1940, also appearing occasionally at the Paramount Theatre. He scored 31 Top Ten hits in 1940, more than three times as many as the second most successful recording artist of the year,
Tommy Dorsey, hitting number one with "Careless," "When You Wish Upon a Star," "Imagination," "Fools Rush In (Where Angels Fear to Tread)," and "Blueberry Hill" (all vocals by Ray Eberle); "The Woodpecker Song" (vocal by Marion Hutton); and the instrumentals "In the Mood" and "Tuxedo Junction" (both of which were later inducted into the Grammy Hall of Fame).

Miller scored another 11 Top Ten hits in 1941, which was enough to make him the top recording artist for the second year in a row. His number one hits included "Song of the Volga Boatmen," "You and I" (vocal by Ray Eberle), "Chattanooga Choo Choo," from his first film, Sun Valley Serenade (vocals by Tex Beneke and the Modernaires with Paula Kelly), and "Elmer's Tune" (vocals by Ray Eberle and the Modernaires). The story was much the same on the recording front in 1942, 11 Top Ten hits and a third straight ranking as the year's top recording artist, the chart-toppers including "A String of Pearls," "Moonlight Cocktail" (vocals by Ray Eberle and the Modernaires), "Don't Sit Under the Apple Tree (With Anyone Else but Me)," and "(I've Got a Gal In) Kalamazoo" (vocals on the last two by Tex Beneke, Marion Hutton, and the Modernaires). "Kalamazoo" came from Miller's second film, Orchestra Wives.
Yet 1942, the first full year of American participation in World War II, marked the end of Miller's dominance of popular music, since, after months of negotiations, he arranged to receive an officer's commission in the army air force on September 10 and, 17 days later, played his final date with his band, which he then broke up. He organized a service band and began performing at military camps and war-bond rallies while hosting a weekly radio series, Sustain the Wings. Nevertheless, he scored two more Top Ten hits in 1943, including the number one "That Old Black Magic" (vocals by Skip Nelson and
the Modernaires). He took his band to Great Britain in June 1944 and continued to perform for the troops and do radio broadcasts. He was preparing to go on to Paris when the plane on which he was traveling disappeared over the English Channel and he died at age 40.

Glenn Miller, an album of 78 rpm records, topped the newly instituted album charts in May 1945 and became the most successful album of the year. The Glenn Miller Orchestra was reconstituted as a ghost band after the war under the direction of Tex Beneke. In October 1947, Glenn Miller Masterpieces, Vol. 2 topped the album charts. Miller was the subject of a partly fictionalized film biography, The Glenn Miller Story, starring James Stewart, in February 1954; a soundtrack album of re-recordings not featuring Miller, released by Decca Records, hit number one in March. RCA Victor countered with the 10" LP Selections from the Glenn Miller Story, which hit number one in May. (The album was reissued as a 12" LP with a modified track selection in 1956 and was certified gold in 1961. In 1962, RCA Victor released Glenn Miller Plays Selections from the Glenn Miller Story and Other Hits, which had an identical track listing to the 1956 Selections from the Glenn Miller Story LP. It went gold in 1968.) The Miller estate, having parted ways with Tex Beneke, hired Ray McKinley, a former member of the Miller band, to organize a new ghost band in 1956, and this Glenn Miller Orchestra continued to record and perform under various leaders from then on. In 1959, RCA Victor released a triple LP of previously unissued performances, For the First Time ..., which earned a Grammy nomination for Best Performance by a Dance Band. Reissues of Miller's original recordings sold well perennially. The double-LP A Memorial 1944-1969, released in October 1969, went gold in 1986; Pure Gold, released in March 1975, went gold in 1984. In 1989, Jive Bunny and the Mastermixers sampled Miller's recording of "In the Mood" on their gold single "Swing the Mood." While RCA Victor remains the primary repository of Miller recordings and continues to reissue them in various configurations, other labels have also come up with airchecks and other stray recordings, making for a large and constantly growing catalog. ~ William Ruhlmann, All Music Guide.

 

fonte: You Tube

www.answers.com

 
 

Palavras-chave: Música

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Quem se lembra do antológico The Comedy Capers que foi exibido nas televisões em preto e branco nos idos anos 50? Era um seriado cômico americano dos anos 20 e 30 que contava com a participação de muitos atores. Entre os mais ilustres: Stan Laurel, Oliver Hardy, mundialmente conhecidos como O Gordo e o Magro. Passei a minha infância vendo esses filminhos toscos da comédia pastelão. Eu a-do-ra-va! Era a descoberta de um mundo criativo e divertido, propiciado por grandes comediantes que praticamente foram esquecidos da mente do grande público. Não lembro absolutamente nada dos episódios do comedy capers, mas a musiquinha de apresentação... Essa eu nunca esqueci. Atualmente, os episódios são exibidos na tevê paga e no You Tube. Muito divertido!


 

The Comedy Capers - EUA

by Wally McKey

Ben Turpin

Billy Bevan

Harry Langdon

Oliver Hardy

Stan Laurel

The Keystone Kops

 

  

 

 

 

fonte: http://br.geocities.com

You Tube

Palavras-chave: Comédia, Filmes, Nostalgia

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{video:http://www.ijigg.com/jiggplayer.swf?songID=V244DAC7PAD&A'>

 
Faz Um Milagre Em Mim (Como Zaqueu, Eu Quero Subir)
Regis Danese
 

Como Zaqueu eu quero subir
O mais alto que eu puder
Só pra te ver, olhar para Ti
E chamar sua atenção para mim
Eu preciso de Ti, Senhor
Eu preciso de Ti, Oh! Pai
Sou pequeno demais
Me dá a Tua paz
Largo tudo pra Ti seguir

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero amar somente a Ti
Porque o Senhor é o meu bem maior
Faz um milagre em mim

Como Zaqueu eu quero subir
O mais alto que eu puder
Só pra te ver, olhar para Ti
E chamar sua atenção para mim
Eu preciso de Ti, Senhor
Eu preciso de Ti, Oh! Pai
Sou pequeno demais
Me dá a Tua paz
Largo tudo pra Ti seguir

Entra na minha casa
Entra na minha vida
Mexe com minha estrutura
Sara todas as feridas
Me ensina a ter santidade
Quero amar somente a Ti
Porque o Senhor é o meu bem maior
Faz um milagre em mim. ( 4x )

 

www.ijigg.com 

Palavras-chave: Música gospel

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Abril 26, 2009

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Rádio Gospel Hits

Barueri, Alphaville/SP, Brazil

Rádio Gospel Hits é o seu canal de comunicação e interação dos amigos, patrocinadores e ouvintes do programa Gospel Hits, transmitido pela rádio Divisa FM 87.7 MHz em Barueri/SP/Brasil e que tem recepção nas cidades de Alphaville, Barueri, Carapicuíba, Santana de Parnaíba, Polvilho, Jandira, Itapevi, Cotia, Embu, Osasco, Taboão da Serra, Itapecerica, Mairiporã, Mairinque e demais cidades vizinhas da região oeste da grande São Paulo. Este programa musical é dirigido e produzido pela produtora Musical, Pró Alma Produções que pertence à Comunidade Cristã Pró Alma. Produzimos e dirigimos também o Programa da Igreja de Nova Vida em Alphaville, nesta mesma emissora, que vai ao ar de segunda/sexta-feira das 18h00 às 20h00. Nosso desejo é que estes programas transmitam a melhor música Gospel Nacional e Internacional. O programa Gospel Hits possui vários parceiros e patrocinadores, que investem neste projeto da música Gospel. Participe de nossas enquetes, assista a vídeos, leia notícias, e participe das nossas promoções. Maiores informações ligue de segunda/sexta, das 09h00 às 17h00, (11)3431-7066.

 

Acesse: http://radiogospelhits.blogspot.com

 

 

 

 

Canções de Rossiny e Daniel - Tempo de Recomeçar

Descricao:
1- Virtude.mp3
2- Meu Deus.mp3
3- Tempo de Recomeçar.mp3
4- Varão de Fogo.mp3
5- Ele é Verdade.mp3
6- Príncipe da Paz.mp3
7- O Santarrão.mp3
8- Ele Prometeu.mp3
9- Sou Eu.mp3
10- Quando Jesus Estendeu a Sua Mão.mp3
11- Grandioso És Tú.mp3


ESCOLHA UM LINK ABAIXO PARA DOWNLOAD
Rossiny e Daniel - Tempo de Recomeçar 2004 - Opcao 1
 

 

fonte: Rádio Gospel Hits: www.radiogospelhits.blogspot.com

www.gospeldownloads.org

Palavras-chave: Música gospel, Rádio

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Confidência do Itabirano 

Alguns anos vivi em Itabira.

Principalmente nasci em Itabira.

Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.

Noventa por cento de ferro nas calçadas.

Oitenta por cento de ferro nas almas.

E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.

 

A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,

vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,

é doce herança itabirana.

 

De Itabira trouxe prendas que ora te ofereço:

este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;

este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;

este orgulho, esta cabeça baixa...

 

Tive ouro, tive gado, tive fazendas.

Hoje sou funcionário público.

Itabira é apenas uma fotografia na parede.

Mas como dói!

 

Carlos Drummond de Andrade

 

fonte: www.carlosdrummond.com.br

Palavras-chave: Carlos Drummond de Andrade

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Abril 28, 2009

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Prezados alunos da LBN3,

O texto do Antonio Candido está em Literatura Brasileira disponível em Arquivos para consulta.

Os demais textos para estudo já estão nas pastas na secretaria.

O texto “O Discurso e a Cidade” segue agendamento normal para 30/4.

 

Ana

 

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Com a imagem de um labirinto na capa publicou-se, neste mês, o número especial da revista Língua Portuguesa sobre o Novo Acordo Ortográfico (Editora Segmento). Muito útil para professores e estudantes, jornalistas, escritores e escreventes em geral.
 
"Já incluí entre as minhas referências de consulta." (Prof. Gabriel Perissé, em seu blog).
 
 
fonte: blog do Gabriel Perissé

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